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Siiim é verrdaaaadeee… Depois de algum tempo, está no aaaaar mais um Não Ouvo Visita!! Pra quem é novo e ainda não sabe do q se trata, o Não Ouvo Visita é um quadro onde nós levamos nosso podcast normal para algum ambiente diferente, pra gravar com algum convidado ou só pra conhecer o lugar msm… Essa semana a gente foi gravar na Hamburgueria Tradi, em São Paulo mesmo (Rua Diogo Jácome, 391 – Vila Nova Conceição (ou Moema)) e trocamos uma ideia sobre Gírias! Da o play aê mano, ta ligado? Bancada: Cid Cidoso, Braian Rizzo, Igor Seco, Luide e Lierson Edição: Daniel Bayer Capa: Braian Rizzo
Resumo
No Não Ouvo Visita #003, o programa sai do estúdio e grava na Hamburgueria Tradi, em São Paulo, depois de duas visitas anteriores à Comic Con. Cid, Braian, Igor e Luide recebem Lierson, apresentado como o especialista do dia em gírias, e o tema é como cada canto do Brasil fala de um jeito.
A conversa passa por sotaques de São Paulo, Rio, Paraná e interior, com histórias de gente de fora levando balão de taxista e do ônibus que sai da rodoviária. Também discutem como o pão tem nome diferente em cada região, expressões como mano, parça, top e capaz, o verbo blogar e o inglês que invade o CrossFit e a publicidade. Lierson ainda lê uma lista de gírias com explicações que quase nunca explicam nada.
No fim, a bancada pede que os ouvintes mandem gírias de suas cidades e profissões para a carta do leitor do final do mês, manda salve para a quebrada de cada um e recomenda a hamburgueria. Um cliente que reconheceu a voz do Luide também aparece.
Destaques
- Lierson é apresentado como o especialista em gírias do episódio.
- Histórias de turistas levando balão de taxista no Rio de Janeiro.
- Cada região chama o pão de um jeito diferente, de média a cacetinho.
- Pare de blogar: o pai que reclama de quem fica no celular no jantar.
- Pedido final para os ouvintes mandarem gírias de suas cidades e profissões.
resumo e destaques escritos a partir da transcrição automática
Participantes
Edição: Daniel BayerCapa: Braian Rizzo
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Transcrição
49 trechos · 8.088 palavras
Transcrição automática, feita com o faster-whisper (modelo base). Pode conter erros: nomes, gírias e piadas internas costumam sair tortos. Na dúvida, vale o que está no áudio. Clique no horário de um trecho pra ouvir a partir dali.
Peni, cello, peni, peni. O que eu começaram a não ouvo qualquer? É, não é, Braian. Pode ser? Não é que você vai ser. É o novo visita mais, é o novo. Ah, tá. Também. Até porque já tivemos dois no novo visita. Já tivemos a Comic Con, a Comic Con. Duas vezes. Duas vezes. É o novo. O novo solando, outra... O outro sem a funçolando. E agora não ouvo visita, amburgueiria tradi. Estamos aqui com o dono da trádeo, né? Eu troubo o leço. Muito bom, cara. Muito feliz que a visita de vocês não está feliz. Está feliz. Estou feliz. Está feliz. Está feliz. Não, é bem. Depois de alguns acontecimentos... Deem muito estranhos, né? Que eu te vendo. Você tem que ver pelo lado bom. A gente comer o Javá dos hamburgues aqui. Milhões de hamburgues hoje. É por contabilizar, quantos hamburgues cada um que comeu?
É, é um prejuízo. Nos últimos 3 mil de lermes, dá um prejuízo forte. Infistamos visitando aqui, uma regra trádeo, então, inclusive se você tiver algum lugar que fala, possam se poderem um índice ao lugar para fazer, muita gente está perguntando se a gente vai voltar para como que com, eu estou falando que sim, na verdade eu não falei, ainda com o pessoal de lá, mas eu estou já estou confirmando que vamos. Qualquer coisa a gente gravam no sessionamento. Eu estou acreditando que sim, e eu deixa apresentar um banco, cada ano que eu esqueça, a minha direita é ele. Ah não, Braian, Luide, é este? Olá, piais ouvir o tio novo. O que eu confluse? Ah, acontece. O time está esquisito agora. Braian Rizzo não é aí, tudo bom? Para o bombrar. E Igor Seco, fala meu povo. É o bom, é o bom. é o bom. é o bom.… É o bom
Não, mas nós estamos em um estúdio. Estamos em outro lugar, então tem gente aqui, tem gente conversando, tem gente comendo. Então, não devemos ficar com o fuso áudio, mas acho que está ok, está ok, devem. Nosso tê-crito de som fez um joia e depois ele fez um ok, depois ele fez um top. Então, eu acho que está tudo. É, acho que está tudo beleza. E o mais legal de tudo é que o tema poderia ser um burger. Mas não é, mas não é, mas não é, mas não é, mesmo porque a gente já fez sob salgadorça, né? Que é a coisa, sua comida, você não deixa de ser comida. O tema de hoje, o lierson na verdade, é mais do que ele convidou a gente, aqui a gente se convidou pra vir, porque o lierson é o especialista em gírias, e de gírias. É o que eu ia dizer, é o que eu por ter convivido com milhões de amigos diferentes de milhões de lugares, que falam do Grozela, para caralho todo mundo.
Eu consegui absorver um monte de cultura inútil. Entendi, isso é uma amada indíria. Transformado em dialeto da rua, né? Que pessoa. Dialeto da rua. Ah, só tem um rap aqui. Dialeto das ruas, cara. Por que pra falar minha realidade? Cara, galera. Mas não li essa, discutindo com chorão. O senhor é o senhor. O senhor é O senhor é O senhor é… o senhor O pai da Camila, ele é tipo, ele é motio, usando, e tipo, o nome dele é seu Guilherme mesmo também. O seu Guilherme. Ele é tipo seu Guilherme, o seu grau, ele é tipo, ele é um mãe, ele é só ando a dica, a barrigona pra forte. Que ele que levando faz um top da Camila. Ele foi, ele foi, ele foi, ele foi inspiração. Morou e bicho e... bicho é da hora. Morou, oche, morou, morou. Entendi. Se você pudesse avaliar, dá, ó, porque assim, tem que sutar aqui no destino.
Eu sou um suitake de vários lugares do Brasil, mas o seu suitake não é de nenhuma região, o suitake de baio. É um suitake barrisco. A galera conhece-se na navinha. Tem muitos amigos que jogam do Brasil inteiro. Tem um para, tem uma galera do sul, tem uma galera do de recife e... Mano, olha que os caramíolos que eu falo você é muito polestano. Muito polestano, né? É que você é do que tem agirias meu, né? Não, é a rasta pra carar e falar. Polestano tem os três tipos de gira diferente, né? Não, você vai acessar. Mas a sua é uma, você vai quem? Porra, mano. Não, muda que vai, arrumou, muda a sua agiria. Não, a sua agiria, a moema é outra gira. Não é uma lega, essa é a saltada e a recebagira. É uma agiria, é uma troca, né? É uma troca.
O que? Não é quem te man, é quem te man. Não, o da Zona Leche é mais rápido, é amoroso, correu-la amor. Não, mas é que galera é que galera agarra. A galera, agarra. A Zona Suja não é mais grosso, é amor, certo? A Zona Sué é bem... é bem... é bem nacional, mas é bem tudo lá do agirio. É o palma rumo, é... Mas a minha favorita é aqui, de moema, né? É o bolsa do... E aí, meu, o tempo tava cabreiro aqui. É que... é só... é só... Essa gira do Boça, o Boça é um bolsa ou polestano. É um bom causão gigante, mano. É um bom causão gigante, né? É um bom causão gigante, né? É um bom causão gigante, né? É um bom causão gigante, né? É um babaca, ele é tipo... É um bom causão gigante, mano. É um bom causão gigante, né? É um bom causão gigante, né? É um bom causão gigante, né? É um bom causão gigante, né? É um bom causão gigante, né? É um bom causão gigante, né? É um bom causão gigante, né? É um bom causão gigante, né? É um babaca, ele é tipo... É um bom causão gigante, né? É um bom causão gigante, né? É um bom causão gigante, né? É um bom causão gigante, né? É um bom causão gigante
É um ex-renato construir o caráter de mogala, era da nossa geração. Foi das dírias a gente no dia a dia, principalmente o cara. Eu encontrei com poça, eu falei isso pra vocês não. Eu encontrei com poça esses dias, na rua. Foi fazer o meu gigante burguo lá no carro, ele tava na esquina, o bolsa. Eu encontrei coisa mais quina também. E algum lugar ele tava num barco, bem bem, no bruxão. Aí eu passei, mas eu não reconheci, porque ele tava ser um nariz. Aí eu passei e tal, e ele falou, ó, cidi. Aí eu parei e falei, e aí, eu achei que era alguém que gostava do Não Salvo, do No Ouvo, sei lá. Complementado a um e... Eu falei, ó, patrobonda, ele é... Eu sou... Você não vai lembrar de mim, não sei se lembra de mim, eu faziai a MZ Renato, eu falei, caralho, eu não sou velho. Aí me tirou o nariz do bolso. E botou. Ele se apelhou me connariz, cara. O cara aí, o bolso, ele é terado, e o bolso, né? Mas os skets muito bolso. Mas tinha alguma que eu acho, o sensacional, que ele pegava um taxista aqui, ficava enrolando ele. Não, isso é o meu filho.
É o que eu vou fazer. Não, não, não é bolão. Não, é um tetanimola outra, não é? Eu não tá agindo o taxi, não pega um taxi, cara. Ah, fica pôr-te. Ele não pega, um taxi, você tá pegando o Uber, se você fica pegando o Uber. E fica pôr-te. E eu tomei uns balão de taxi... Isso quer foda, de mim, mano. Eu chego no Rio, eu já tomei um balão, eu põe um pelar, eu já tomei um balão. Logico. Não, olha que eu põe um pé na rodoviara, eu já tomei um balão. Logico. Mano. O que é o pior de tudo é o Paulista que vai por Rio e ele sabe que ele não pode parecer Paulista, se ele vai ser enganado e ele finge ser carioca. E aí, ele faz o misturro, aí é mais desgraça. Eu tive uma vez que a gente foi por Rock n Rio, eu é Mariana. E a Mariana é muito inocente, saca. Muito, mano. A tomar balão de todo mundo. Aí, a gente chegou no Rio, a gente chegou no Rio, ela...
Foi perguntar com o taxista, quando que custava pra ir até... Não, pra ir até a gente ficar na casa do Niquele. Não, a gente ia ficar na casa do Niquele, tipo, antes de chegar na casa do caralho e o Niquele, eles moram lá no fim da barra, mano. A gente ia ter que atravessar o rio de anero. Mano, o taxista começou a enrolar do jeito e ela... Não, acho seguro. Vamos ver. Acho seguro. Olha a parirana, não. Você não está louca, mano. Tinha uns papá de busão ali, eu falei, vamos pegar um busão e vamos ver até onde o busão leva a gente. Tá ligado, sei lá, se vira. Escubriu frescão. O fresco é louco. O que é a versão? O que é o Brasil humano? O fresco é um busão que você paga 10 contos, ele que tira da Rodovia e vai você.
Ele pega a Orly, anda tudo até a barra lá, até a zona sua inteira. Por que se tem esse nome? Porque até a contensão, não é? Ah, que é uma coisa meio direto. Porque o motorista é que ele é. Gente, chegamos! Mas aí, Mariana já quase... Eu falei pra ela, Mari, eu troco a ideia que a galera aqui no Rio, porque senão a gente vai tomar vários balões. Normal, não é uma decisão, isso acontece. Não, aí eu também os balões também.
Não só gira, mas o palavriado dos lugares são muito diferentes. Não só entrando em gilhas, mas eu vou dar um exemplo. Tem uma palavra que ela sempre diferente em todos os lugares. Que é pão. Pão é diferente em vários lugares do Brasil. Aquí em São Paulo, como é que chegar na padaria como é que se aparente pão? Bom, cara, bom, cara. Bom, cara. Bom, francês. Vamos falar, meu caro, meu doiro de pão. Pão, pão, pão, pão. Pão, pão, francês. No suco, como é que é? Depende do pão. Depende do pão. Porque assim, aqui em São Paulo, só existe o cassetinho. Sim, ou bom, francês. Só que... Cassete de pão. Passado, eu estou no mundo de cassete de pão. É, espera que não. Tem outros tipos de pão. E mais assim.
Mas se aqui fosse o grande sul, só teria que acertir. Entendi, mas o básico ali é o caceteiro. E você tem que ir a porra-seis, é isso que é a porra-seis? E você vive em uma boa com isso? Na boa criança, a mãe fala assim, vai lá no padeiro e pega o caceteiro. É para com isso. Lá em Santos, não é nenhum nenhum, nem outro, por exemplo. Eu sou de Sandois Santos, é média. É um grande, é um grande. Uma vez eu vim aqui para São Paulo, quando morava em Santos, pedi seis médias aqui. Eu quero falar, tem certeza. Tem seis médias, o cara me fez seis cafés com pão e eu comi um e eu falei, bota pra viagem. Eu fiquei com o vergonho. Eu fiquei com o vergonho. O meu com o sinheiro contou a minha história dessa ontem que eu me jena.
Eu não fiz xida ainda cozinha, tá? Ele achou que tem polegadas de faca, tá ligado? Então ele chegou pro cara da compras de falou, mano, então eu pudo faca de doze. Faca e 12. Demorou? Ok. O cara voltou com um kit com 12 facos. Ah, piadas cozinhas, entendeu? É, não. Ah, é, é, é… Um dia que tem um outro lugar que é também bem pornográfico. Não, mas o que? Deixa de ser aos ricos. Não, não. Curitiba, chama de vindo. Não, não, não. não, não. não, não.… Porque você está na maga. Tem gente que pega o sucar foto fácil. Tem gente que vai pular, fica 2 dias lá e já está falando já com o sotaque se diz. Foi, eu fui para a gente... Não, eu voltei flantíssimo. Eu tomei tanto o balão de ttaque se está lá para me cuidar aprendendo. Que era cá. Isso de pegar gira acontece muito na interior porque lá a gente lá é caipira. Então o sotaque é o caipira e o caipira do paraná. E ele é diferente do caipira de minas. Por exemplo, o caipira do paraná a gente fala tudo errado. Por exemplo, nós compramos, nós fala assim, e se comprou.
Nós compremos. Nós compremos. É um caipirado nirando. É, o caipirado, exatamente. É, o caipirado de volta de viola antiga. A gente fala tudo errado. E aí o caipirado, ele quando ele vai para o sede de ganho, tem a mania de voltar, que a gente fala na gira, tá, obrigado. E aí... É, desmulhada. É, desmulhada. Pô, a gente era novo, esse tipo vinha para a sorocaba. Ficava uma semana com a gente. Sorocaba, cidade enorme. É, chega lá. E a irmã com a camisa do racional em si? Não, da fubuírio, pesada, aquela broma de toalha da fatal. Ficava lá embaixo, aquela vermelha do ciclo, né? E aí, foi o que foi, os corre aí, tá? É que tá mal teu, com o Luide, tá falando em calabota, não é? Não é, meu mãe fica mal na noiiiia comigo. Quem que mano, quem que que quando eu quando ela não tinha? Quem que? Ela falava. Mano. Não, ela não falava mano. Ela falava. Mas, o casta de repescola, é pague educação, se filha da puta com o vangoo bandido. Mano, é. Calma a porra.
Eu queio, ou, mano, mal. Mas só que, mano, muito psícicos. A mano ele é tão... Eu posso ligar do lado, mano. Nem um, nem um moleque, que são Paulo, consegue terminar uma frase sempre por um mano, em algum momento. O problema agora é uma moda, agora é parça. É que sabe que é o parça que eu não posso ligar. Agora o parça me rita. Os marça que eu esse. Eu me se brinquedam por si o passo, podia ela ter um tom de gelo. Essa cara eu fiquei retado de outro lado. Então você acertava no busão e tinha dois adultos. Eu curto o passo. Falando, eu falei, parça, não sei o que, eu não sei o que, parça. Mas eu estava parça de viramola. Muito tempo. Eu estava no collegiano, sempre collegiano, eu sou o rio de ter no passo. Na gente pedia comida no quejeve, que os motobanho entregar tinha vez que ele falava de 10 palavras e não era a passa. Então o passo, não deve, não acredito, passa porque passa, nossa, passa. O trânsito estava muito fora, passa para vir.
O que eu acho legal de Gira é sempre um membro da família. Tá ligado? Não. É tipo... E aí, tio? Eu sou o que, pai? Ô mano, tipo... É... É, tipo... E aí, tipo... E aí, tipo... E aí… Para mim, eu queria ir, mano. É uma cusão para mim, era um xinamento, né? É um cusão, um, um, um… um Já se nunca virou o Dona de Guaianas Carai, se viria clássico da internet, porque ela aqui para ir já fumar o cabeça de nega, o Paa era um indigo que morava num carro abandonado e esse maluco ele ficava ensinando dicas de como conquistar as minas com três real. Com três reals não dá pra se levar a mina por rolê, parça, ele metiu uns locos desse e aí ele falava que o fumo bom o cabez de nega. Então era muito agirar...
De Vila, o mesmo tem. Eu não entendi porra, não é? Mas vejam o vídeo, vocês não entendem. Ou pior, não, vai piorar. Um novo deixe ao lugar que acho que tem mais palavras diferentes, são palavras diferenciadas. Eu estou com uma pequena lista, que eu queria fazer um teste com vocês. Para saber se vocês sabem o que significa do terminar na palavra. É que é que ela, tu é cabra, né? É, é o cabra. É o cabra. É legal. Essa lista foi feita por um novo destino. Então algumas explicações não fazem sentido. Porque já tem a gira, não é explicação? Ela é explicada com a gira. É explicada com uma outra gira que você fala. Eu não gostava de que ele era do Piauí, ele chamava o tom de macho.
Lá em Alagoza, a gente estava uma vez no evento, e aí moral. E aí moral, seu queiro, que porra é esse de moral, desse. Moral. É tipo o nosso mano também. E aí moral, tudo certo, aí moral. Só com a chingraçada, o carioca, quando ele... Qualquer pessoa de outro lugar que eu não vai imitar Paulista, ele não imita Paulista, ele imita um retardado da Itália. O homem! Você fala assim, eu acompanhei nossa. Não, tio. O cara da moca fala assim, mano. O cara da moca, o cara me está todo ao mesmo que me entram para o leitor, eu não eles me tomam uma quence. Nunca é um poli-stornão, cara da moca. O Lucas foi embora ali, meu funcionário, ele é da moca. Ele fala assim, dá um salveu, Lucas. Salve a pazão, eu tenho uma pergunta para você. O que quer mangar?
Manga, que é que é mandar pra frente, mangá, lente. Escançar? Não, ele é insabe, mangá. Mangá, mangá. Como é uma manga? Não, mangá. É tipo você tirar sal de alguém, você tá mangá. Pois é, não, desce. Jira, não desce, foi um peixe. Jira, não desce. Tinha que era tipo o atinge, uma pessoa com a manga. Também. Bilotinho. Ufa. Bilota, que dá na barriga. Essa é a sua explicação da prepulsa do Pênis. Que não dá pra você entender, que está assim. Coisinha é Bilotinho. Coisinha é a explicação do cara. Então, se foi um tampa de caneta, eu sei que eu falava. Ah, um Bilotinho. Um Bragnite. É um bagulho. É um bagulho. É um bagulho.… É um Angolano? Ah, daquele vídeo com um mambito. Mambítas, que prontos mambítas. Seu Lunga, que que é seu Lunga? Seu Lunga. Não cara, grosso não. Cara, grosso. O internet direto de seu Lunga. Eu não faço se de lunga. Eu achei que tinha na sítula internet. Não, não, seu Lunga, na verdade é um personagem real até. Ele morreu há pouco tempo. Ó, senhor, seu Lunga. Cara, que inspirou seu Lunga. É, morreu com 90, 80 anos. Pois é, mas é tipo, existe.
Muri Soca, por exemplo, ninguém fala Muri Soca, é, Muri Soca. Tem uma foda, né? E o cara, o mundo da se arrada. É o pernilongo, na verdade, né? Eu não sei o que é pernilongo. Só que eu sempre escutei Muri, eu não souco, é pernilongo. Eu também não souco. Eu tive no moro aqui em São Paulo. Ah, vai, vai, vai… Não, ele é o Ouvo, bré, tá capaz. Ou, Luide, acabou de usar magia do Paraná e nem se tocou. Capais. O capais é magia do Paraná que eu não consigo entender. Cara, mas um capaz serve pra um monte de coisa, dependendo da inclinação. É assim, é uma coisa de como é que eu posso explicar e você ficar indignado, sabe? Capaz. É igual o que você diz. Mas não, às vezes dependendo de papais, é tipo dovidando, bem retornação.
Não é uma definação, é uma merda, merda gira universal pra tudo, tudo é merda, foi muito legal o capaz é o tudiz, o tudiz, a pessoa fala algo pra ti, fala tudiz, tudiz, tipo, tipo, não é uma dúvida, mas impressionante. Cara, se você está falando... Cara, me pressionou com alguma coisa, falou... Tu diz... Nossa, difícil crescer no sul, né gente? É, cara, que isso é o rio, né? Porque você tem que ser uma inteligente, já parou uns baguíubas, mas ao mesmo, o carno sai que é perne longo, mas... Mas a louca bruma, bruma a cartilha, desculpa, não é possível, é possível. É, gente, ele é um perne longo, é um mosquito. É um mosquito, por que? É um mosquito, é desagível. Ah, por que?
Ah, Braian, que não é a defiolação de biologia, porra, é a gente não tá lá no Nerdologia lá, caralho. O que tem que tomar o silo? O Ferra que morreu por... O Jacarela Carrei. O que? O Dr.... O que tinha produtado a mala que foi a brécabeu de Jacarela e morreu? O que você tá falando? Eu tô ligando. O que era biólogo, caralho, que não tinha problema no discóber. Ah, não sei, mano. O cara foi lá. O dia é um crocodilo, não sei o que. O que eu vi? O que eu vi? Matou ele, mano. Ok. Ok. O que é Leso? Leso, o que é uma muita brinfa. Uma coinheiro. Muito abrenfa. Uma coinheiro. Aqueita dizendo, bopo. Bopo, é leso, é mais uma coiseta. Ah, tem uma boa aqui. Essa é a cara de vocês. Gasear.
Matará, matáral. Matará, matáral. Eu ia falar que é... Eu ia falar que é... São Paulo, né? Penta. Garciar, vou dar um... Faz sentido. Vou dar um gaseado aqui. Garciar, em São Paulo, por exemplo, é bolar a aula. Você tá bolando a aula. É um bolo. É, matando a aula. Porque é que acabou de uma bolada. É, acabou, lá. É que acabou de uma bolada. É, acabou de uma bolada. É, acabou de uma bolada. Também, acabou de uma... Tá vendo? Tá vendo que a gente tem umas palavras... Basas que aqui. Cada um fala de completamente a gente... Boa, era outra coisa, na minha época. Pois é, né? Boa. Tem umas aqui que explica a história no meio da explicação. Não tem um clica de fome. Mas é que eu te fico mais no seu composição. Mas vai no indexo deve ter que explicação de cabra. Eu sou o que é a história. A frase dele é só se a mulher feia e tribufu. Aí embaixo é a galinha encherida. O que significa isso? Que faz cidadão. É entra metida. Não, significa o quê? Encherida é mulher que a galinha é isso?
Não sei, cara. É muito complexo. É muito complexo. É muito complexo.… É muito complexo Eu não vou falar de uma das suas pedis noites chinas, né? De uma das mais famosas aí do Facebook. Cara, eu vejo umas tirinhas lá, que eu achei engraçada pra caralho e aí eu vejo outro e eu não entendo absolutamente nada, porque está acontecendo. E eu vejo a caralho, é muito eu, falei caralho, mas... Cara, eu me enqueço muito eu, né? Que está acontecendo. Eu fico muito tentando desse fraco, é aquele bodinho que eu tava falando. E eu não faço ideia, cara, porque é difícil, é difícil, é difícil. Tem alguma gira por exemplo, você fala em nunca ninguém entende assim, uma gira local, uma par, uma par, uma par… uma par
Lá em Piranga e que do nada tava tipo meu voo falando ou mano, para de blogar e come. É quando o cara tá mexendo no seu outro, é o ApoD mexer em algum equipamento tecnológico com acesso a internet. Ah, paralha, é específico, Luide. Ou seja, um telefone, é um blog móvel. Um telefone, um blog móvel. A eu telefone tipo um bate com um batidô que nem manou, eu tô blogando aqui tipo... O seu pai tá com seu pai no jantar e você tá no telefone, é seu pai que dá uma multa, ele falou, pare de blogar aí. Parade de blogar, troque ideia com sua família, retardado. Não vai falar, retardado, retardado, não vai falar muito diversado, vai falar uma outra coisa. Não, meu pai vai. Vai, vai. Então, tipo, esse pai dele, pai dele vai. Blogar, usar...
A internet. Só que quando eu estou com vocês, que são blogueiros? Ficar muito vago isso. Ficar muito confuso. Então é isso que eu falo mano. Tchau vendo o negócio no blog aí? Eu estou no carro com Cid, às vezes, é o pso do GPS, meu telefone da fuma, ou sei, tchau vendo o negócio no blog aí mano, tipo ele... Eu entro no No Salvo, meu pai. Ele entra no No Salvo, meu pai. Eu entro no No Salvo, meu pai. Eu entro no No Salvo, meu pai. Eu entro no No Salvo, meu pai. Eu entro no No Salvo, meu pai. Eu entro no No Salvo, meu pai. Eu entro no No Salvo, meu pai. Eu entro no No Salvo, meu pai. Eu entro no No Salvo, meu pai. Eu entro no No Salvo, meu pai. Eu entro no No Salvo, meu pai. Eu entro no No Salvo, meu pai. Eu entro no No Salvo, meu pai. Eu entro no No Salvo, meu pai. Eu entro no No Salvo, meu pai. Eu entro no No Salvo, meu pai. Eu entro no No Salvo, meu pai. Eu entro no No Salvo, meu pai. Eu entro no No Salvo, meu pai. Eu entro no No
O bloggerão. O cara nosso, o tomou bloggerão, mano. O cara postou cinco vezes no Facebook, ou para que blogava, mano, vai trampar, então o ato de blogava. E a Mariana pegou também. Mesmo sendo do mundo do blog, ela pegou a gente. Vocês tem uma gira de CrossFit, não tem uma gira? Se já estava, a Mariana estava afitutando lá, falando CrossFit, para eles que eu estava falando outra língua, cara. Não é porque o CrossFit, ele... Todos os movimentos do CrossFit tem nomes em português, Só que a galera pode falar, porque é uma de escola desta, ligado, tem que falar lá, então mano. Pelo menos, ele pega o terra, o terra chama da Delift. Então, às vezes, ele está falando que a Mariana, tem um rap com 10 da Delift, 10 pro up, 10 no seu quê, sempre se menina que tipo, 10 terra, 10 flexão e 10 abdominal. Tem que falar da Delift, mas nem de português, entendeu? Não, mas é aí, não sabe, só coisas que ele fala da... Que português, que português, levantamento terra, que ele do chão. Ah, claro. Você pode falar, é...
Fiz barra, não, tem que falar, eu fiz push ups. Não, mas eu tenho um novo classe de Paulistão também, que é classe do Paulistão, que não é tão Paulistão que eu não falo português mais. Isso é verdade, cara, eu tenho um rival disso, eu tenho os amigos nos terem nomes, mas o cara vai trocar ideia com o cara, o cara de cinco palavras três são inglês. O cara de botar na baique, depois de um cao... Fiz um call que me deram um brasil, mas não tinha a coisa. Esse é o mundo publicitario. Isso me tirou da publicidade. Isso me tirou da publicidade. Eu não sei nem falar. Eu não sei nem falar. Eu não sei nem falar. Eu não sei nem falar. Eu não sei nem falar. Eu não sei nem falar. Eu não sei nem falar. Eu não sei nem falar. Eu não sei nem falar. Eu não sei nem falar. Eu não sei nem falar. Eu não sei nem falar. Eu não sei nem falar. Eu não sei nem falar. Eu não sei nem falar. Eu não sei nem falar. Eu não sei nem falar. Eu não sei nem falar. Eu não sei nem falar. Eu não sei nem falar. Eu não sei nem falar. Eu não sei nem falar. Eu não sei nem falar. Eu não sei nem falar. Eu não sei nem falar. Eu não sei nem falar. Eu não sei nem falar. Eu não sei nem falar. Eu não sei nem falar. Eu não sei nem falar. Eu não sei nem falar. Eu não sei nem falar. Eu não sei nem falar. Eu não sei nem falar. Eu não sei nem falar. Eu não sei nem falar. Eu não sei nem falar. Eu não
Eu não sei, eu não sei. Uma piada, falava alguma coisa, de vez ele ia fazer isso, ele estava arrisada, ele fazia low. Era um botão. Era como se fosse um botão de low. Era um instante low. Ele só finge aqui. Você nem risse, eu sei falar se low é a mesma coisa. Porque é feio que cara. É feito, olha, olha, olha, mais vinglé. Então, mas cara, fui sarcaso. Ah, sério, com a gente sabe, né? Então, agora, eu acho que nós temos algo que é um anime, o que? O top. O top. O top é frases éteros, éteros, só éteros, só fala top, top, também. Nós temos fóscochinha, também mano. Não coxinha, agora que coxinha virou guerra que é do esquerdo direito, não, na minha época com coxinha era aquele mongol que usava uma camiseta polo com cavalo de um pão. Esse é o coxinha de sapatênios da osclin e é que bem mudou com os bolos. O coxinha é o peixe, e aquele top é o peixe. Então é o peixe que é o peixe. É o peixe do adneno no topo. É o que?
O que ele quer? Não, não é. O crochinha, aquele que meus equipamentos cheios de vomito. Lembra do Fio? Aquele é o coxinha, meu irmão. O que é O que é O que é… o que Eu não sei... E eu chegar na baralho, Léso. Você fica na sua aí. Estou falando aqui. Porque o que eu tava falando é o seguinte. Ele ficou como fica triste. Eu tava falando... Eu tava brincando. É, cara. Bebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebe
A Judo, o Cabulário do Dudu, o Cabulário do Dudu. É o Cabulário do Dudu, é o Cabulário do Dudu. É o Cabulário do Dudu, é o Cabulário do Dudu, é o Cabulário do Dudu, é o Cabulário do Dudu, é o Cabulário do Dudu, é o Cabulário do Dudu, é o Cabulário do Dudu, é o Cabulário do Dudu, é o Cabulário do Dudu, é o Cabulário do Dudu, é o Cabulário do Dudu, é o Cabulário do Dudu, é o Cabulário do Dudu, é o Cabulário do Dudu, é o Cabulário do Dudu, é o Cabulário do Dudu, é o Cabulário do Dudu, é o Cabulário do Dudu, é o Cabulário do Dudu, é o Cabulário do Dudu, é o Cabulário do Erem tomar brejas com os amigos da Facu. É só usando gírias dos coxas. Ah, gírias coxas. É porque churras, mesmo ninguém faz. Não, eles só tomam breja. É uma breja. Mas tá falando da... Isso é a própriação cultural, entendeu? Isso é o que é que a gente vai fazer uns churas.
O cara, eu chego e não tem choux. Não tem choux. Eu acho que o baco está no filme. Eu vou estar por ele, não sou. A pior de todas, é o... Pra mim, pelo menos, que me rita muito mano. O cara vem, come aqui, um burger, porra, menta, vá top. Vai embora, mano. Sai do meu estavele e me doura. Viga e vira as costas, mano. Top, top é de mulher, tio. Mulher usa top, mano. Mulher usa top, mano. Pusar top, a academia. Topzer, mano. Mas você nunca teve um top. Segura ele, mano. Topzer, bota, top. Topzer. Ah, top, top. Top, mano. Mano, os caras que comem o top, mano. Caramba, que culpa é terapro. O teste é o top, mas... É o que é o top. É o que é o top. É o que é o top. Já viu o terceirado top. É o que é o top. É o que é o top. É o que é o top. É o top. Deixe o top. Pode, mano. E a Gordinha é o top 10. Vocês já tenham, ó, ó, já.
E Igor tem que estar... E o meu avô não espitasse sem manas na minha folga e eu via era assim, fala. A arte é o manda, ouro. Ai, tá vendo só. E o que eu tô vendo? Era assim, tá bom. Tá bom, ela tava lá TV. Meu, ela tava lá TV, manda. Ela falou que o Paralledo... Ela falou que as coisas da arte era um grosso. O Adito aqui, né? De boa, a galera está comendo aqui do lado e chegou um bilhetinho, num guardanapo. Não, ó, tá escrito assim, não ouvinte e dois pontos, José Mar Mateus. É um nome do não ouvinte, não sei quem foi, mas mandou aqui o José Mar Mateus fez uma pergunta, que é... Ele não está escutando o papo de hoje, ele fez uma pergunta sobre um pouco de queixe passado, provavelmente. Que foi ambúrguer essa algador-se. Pergunte a do Jãozinho, mas... Não, Não, Não… não
Aqui é um lugar, se eu for no pão de açúcar lá nos fermercados e comprar um da caixinha. Um da caixinha. Um da caixinha. Um bão de açúcar. Eu considero um salgador, senão. Aí era. É, muito sal, né? Muito só, ódio. Sal, salgador, senão com dor. Salgador. Ele não salgador, está bom, José Mano. Valeu, José Mano. Mas, cota aí. Se você é um tadeiro no mar, é muito sempre. Pois é, eu acho que aquele guardinho ali, que está, se não mudou. Olha, olha, olha. É, eu acho que ele. Enfim, tem alguma gira que você... Fala que a gente não vai saber. Essa pergunta é difícil. Cara, aí fala aí o que você... Se vocês já se pegaram várias vezes me perguntando que eram mais hoje vocês já sabem. Sabe o que tinha que fazer assim? É por causa da peita. Isso é o dia fora. O dia fora foi um jogo de corrente. Que ele ligou por pai dele e a gente não conseguiu entender nada do que ele estava pedindo. A gente podia refazer essa conversa aqui. Como é que? Como é que? Você vai tipo... É o jogo, mas eu sou teu pai. E ele liga fazendo os pedidos, entendeu? Não lembra o que quer, né? Você tem que pedir para o seu pai, é uma camiseta, uma caça...
Uma blusa, um tennis e um chapa, um boneço. Você liga, seu palco, você liga. Você tem um pai? Vem para o meu nome. Vem para o meu nome. Vem para o meu nome. Vem para o meu nome. Vem para o meu nome. Vem para o meu nome. Vem para o meu nome. Vem para o meu nome. Vem para o meu nome. Vem para o meu nome. Vem para o meu nome. Vem para o meu nome. Vem para o meu nome. Vem para o meu nome. Vem para o meu nome. Vem para o meu nome. Vem para o meu nome. Vem para o meu nome. Vem para o meu nome. Vem para o meu nome. Vem para o meu nome. Vem para o meu nome. Vem para o meu nome. Vem para o meu nome. Vem para o meu nome. Vem para o meu nome. Vem para o meu nome. Vem para
Achei a voz, caramba. Coringa o mesmo. Pô, poucos vão entender. Pô, Pô, Pô… p É, mano, que bolso banqueiro, chavozinho, aquele esquema de aparelo colorido. Esse estilo chavozinho é de champinho. É, é, é, é o brinquedo. Aquela turma do brinquedo, os caras já é mais chavozinho. Mais o chavão na minha época era um cara que era chave de cadeia. Você viu, o maluco que você faz isso aí é chavoso, hein, mano? Que pode te roubar semente na rua, mano. Ah não, aí tipo... Se caramba, a gente não vai usar amigo do bairro, tipo, a gente entra muito no modo bairro. Mas não, não, modo tipo... De gosto de falar, igual a gente cresceu lá no bairro na rua falando, mas quando a gente... Tá com certeza, mano, quando eu vou colar no bairro, quando eu vou colar no mamino, no marioninho de trabalho, tal. Tem gira né, cara. Fala igual, fiz que você tá no bairro aqui.
Fiz de todo mundo aqui no barro, mas eu estou assim dentro do remitando. O rar de cor mesmo assim, ou a mano, escutino, você é discutido no trânsito. O trânsito no trânsito. O trânsito no trânsito. Eu te dei uma fechada, como é que você vai me chegar agora no trânsito? Isso é louco, você vai. Como é que é? Porque quando o cara tá bravo, o cara deixa por aí. Aí vai né? Não, não. Que senão, qual a batalha? A gente estava tirando, você vem me fechar no bagulho, te está louco mano. Você batindo o meu carro, que já reberia que é com você o sotaro. Ah, deixa eu bom, é! Rameilão do cara, o sotaro. Sai de sapor, raí, um, é que vem pra cima então, o sotaro. Pra cima do que? Claro, o sotaro. Caramba com você, truta. Então vem aí, laranjão. Vai, laranjão, pautar. Vai, laranjão. Pautar, pautar. Se joga, malo, se joga. Se joga. Se segue, se segue o seu rumo aí, o sotaro. Quer, você que não se ataca, vai, vai, vai, vai
Eu não sei se é um abrigo você é tipo uma batalha de rap. Mas eu vou se ler, tomar que solar é jovem, vai se juntar tudo do tio, eu vou te tapar no seco. Eu vou botar, vou falar na realidade, apoiar da polícia, o que não vai ter. Não mano, é muito facção sem O Braian, você quer que você fome? Não, eu não vou. Lembrei, porque virou um papo polestana aqui, fudido, né? Não foi mal, não foi mal, não. A ideia é que ela saber se tem alguma palavra que se você falar aqui, a gente nem vai saber o que você está falando. Cara, deve ter... deve ter... deve ter...… É uma pechada. Uma pechada, meu amigo. Uma pechada, pechada. É quando o Carlos passou um câmbio, o Lerzo e o Luide tiveram uma pechada. Ah, essa foi a infeliz. Vai no programa lista, porque como já foi? 10 anos em tempo. Não, no modo... Não, eu chamo de modo maléção.
Mano, mas não é uma aliação. Você tenta ser a sua inserigilha. Você já for para a flora para a região literária, os manezinhos, os manezinhos. Então aquela região foi colonizada pelo usazoriano. Então os palavras dos usazorianos começaram a virar a agiria, tipo o Cambacica. Cambacica. É para falar de vagabundo. Eu chamo de Cambacica. O que é o bacoinho aí? Tem que ter o stack também não, mas... Por exemplo, diga hoje. Diga hoje, diga hoje. É pra falar de alguma coisa que aconteceu mais cedo. Ah, lá, lá, lá, lá. O prato de hoje. Dia hoje também, sabe? Mas como é que é a frase? Dia hoje eu tava lá batendo o combacicado. Tá ligado? Tá, vai bater no vagabundo.
É, vai ser do tipo, aconteceu em manhã. São gírias que só pode usar, tipo depois do banho de dia, tá ligado? Sim. Lá em São do Tararé, lá é tão pequeno. Então, isolado a acelização, que eles criam as próprias gírias. E como eu tô, tipo, eu tô morando em São Paulo, já tem cinco anos, tá quando eu vou pra lá, tem algumas gírias que eu não tô muito atualizado. Então demora um tempo pra me entender. Tem uma vez que eu cheguei lá, a gente tava no churrasco, deu os carapotos, eu fiquei... Nique lou, ele, clique lou. Nique lou. Ah, aquela boca, a paz, você tá... Nique lado, eu fiquei, não é? Eu vou pegar de turista. Eu fui lá. Ele chama de Lurde. O Lurde? Não dá minha morte. Se acerta com eles lá. É a voluide, meu Lurde. Mas a gente, pessoal lá, tá ligado. Tipo, não é uma gira regional tal. É gira ali para a guida, cara. Qual é a guida? É a casa da guida. Então, não, não, não, deixa, já tem a quem, gare. Quem? Quem? Quem?… Quem
É, não é o menino do Lozinho, é sua mãe, né? Tudo com sua mãe. Caralho, que louco. Depois eu quero ver a galera mandando e-mail, né? Para gente, para uma gira, para vir umas boas. Não vai mandar, acho que não mandam e-mail com uma gira, tá ligado? Mas se for mandar, mandam uma lista. Mandam uma lista legal, mas quanto mais... O que é importante a pessoa for vai ser mais legaisa. Eu queria saber, por exemplo, os gilhas do Acre. Então, o moleque jogado no avião comigo, do lado parado, ele fala do parado. Não, porque ele não tem parado, ele já é. Ele já é uma gíria por si só, né? Porque você come peixes que você nunca viu o nome. Nossa, come frutas que só existem com a palma. Não há saí lá e salgar. Não é que é a ura, não é que é a ura, não é que é a ura, não é que é a ura, não é que é a ura, não é que é a ura, não é que é a ura, não é que é a ura, não é que é a ura, não é que é a ura, não é que é a ura, não é que é a ura, não é que é a ura, não é que é a ura, não é que é a ura, não é que é a ura, não é que é a ura, não é que é a ura, não é que é a ura, não é que é a ura, não é que é a ura, não é que é a ura,
Fala, cada um chocolate, não tem, tem. É só barulho de lá. Não, é só pata-bulba, bagbi, bagbi, ababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababababab Girazinho, Igor. E já sigri você. Chega aí ou te pão? O cara boto pão, o pireio. Meu amigo pireio, ele chama quando alguém faz uma caga, ele falou, Juruna. Juruna, sai daí, eu boca de oca. Boca de oca.
Aquilo é uma boto, quando o cara é safada, essa foda. Eu sei, deve ter ir em algum... Quando o cara é talarico, talarico, como é que eu explico talarico? Que corba mulher do... Talarico é furazói, né? Furauolo, né? É o famoso gói, bom. É, se explica mais, explica talarico, furauolo, é. Não, é que furauolo já é uma música do latino, então acho que é uma explicação melhor do que talarico. Ai, o cara é do no, lá na... No India é o cara é mobo, velho. É, então cara é mobo. Comer mulher dos outros. O cara é mobo, corirosa. É mobo. Aquela vina lá está, está mojada, está irarando. É mojada, mojada. É, deve ser igirias amazônas. Igirias amazônas. Igirias indígenas. Igirias indígenas. É, mas não. Amazônas têm as igirias. Vamos botar um mulinho para carregar as igirias. Ok, então lierson, para a gente finalizar o nosso papo aqui de igirias, eu queria que você desce um recado para a galera.
O que? O cara da galera do Piranga que está ouvindo aí, se mandar um recado sobre o Não Ouvo, o pai galera se inscreve no feed. O Não Ouvo, a galera que está blogando nesse momento. É um par de séculos. Está com o celular, está com a cabeça e costada no vídeo do ônibus, né? Estão gritando no Novo. Mano aquele recado gostoso. Se está nome dos cara dos parça lá, pode, né? Você quiser, mano. Mano, salva. Mano, dá um salva ali, pagar rapaziada do Piranga, cresceu, correu junto aí, na correria sempre. O pufi, o bolacha, o pufiu, o colin. O Marcio do Marcio, o Tambolação, a Itaú Marcelinho, o Monocrel. O Mano do Crel, mano. Aí tem que gerilou. É, ela fazia a ideia de que cresceu comigo ali. O dia de um não está vida inteira. O dia de dia de dia, obrigado. O cara mano, ouvo não, ouvo aí, eu sou um blogueiro só de Facebook, não está tão interado nessas tecnologias de poder que elas taltam. Não, os cara mano, fala que que pode que quer, tipo, os cara já guinhm, mas... 2 ou 3 ali já ouviu falar.
Já ouviu falar o que é. Mas o pré-aque todo mundo é moderna, eles têm... eles querem ter resistência, eles gostam de ter resistência. Ah, mas... Mas não tem problema de progóguer. Não, mano. Não, não. Fafo cara assim. Você ouvi o podcast, não, é só uma progóguerão, mano. Não, não. O podcast. Eu ganho WhatsApp. Você acha que você... Só for do certo preconceito ali? O pessoal? Não. Ele colocou a bolsinha do peito, pelo menos. Eu sempre com mais blogueirão ali da galera mesmo. Mas eles não pediam favor porque eu fazia montagem. Podia fazer vontade. Ok, ok, ok. Valeu galera, eu cresci bem pirangas. Isso é um da hora, amor. E enserrando esse podcast aqui, não só mandar gilhas para o nosso e-mail, que é o Não Ouvo, a rouba não salvo ponto com ponto com ponto com… ponto
Você quer do mercado publicitário, por exemplo? Mandar frases aí que você escuta no seu job. É. É. Se escuta no dia a dia que não vai entregar um job. E você quer carro ser o de cachorro quente? Não pode mandar. Claro que deve. O cusinha tem de ir apacar, irmão. O cara quer carro ser o de cachorro que a gente provavelmente de osasco, né? Quer? O atarde do cachorro quente. Então pode mandar as giras de osasco também. Qualquer cidade, a cidade esquisita que você mora, tem umas giras loca, pode mandar pra gente aí, que a gente vai tentar ler. É mais interessante, então é pra caprexar, no final do mês, a gente tem a cartinha do leitor do Novo, né? Eu acho que dá pra esse arra pra aqui, né? Não, não, pode querer. Ai, né? Eu quero que cada um aqui... Deu uma deus com as gira local do sua terra, mano. Quada minha? Da terra? Da um de você ver, tá bom? Da um da terra pra minha terra. A terra. A Lai é um. Só o Tarare.
Como é que você dá aí um salve igual eu dei por meus mandamentos da minha quebrada lá em Tararé? Ai, rapaziada de saa, tu... Eu não posso falar com nós aí, rapaziada, tu não quis, a tu sado. Toma aí, da que tomar uma servidinha e fazer um churrasquina. Lá é tudo meio que diminutivo no maio. Lá, todo mundo mais de boinha. Não tem muito calma. Você é o braço que tem. É difícil, não sei. Problemas teriam um dia no final. Um dia no final, aí no começo, e no meio... Tipo, peixo outro dia. Tipo, outro dia. É muito bom agora e agora é fodeu. Então raça, disparer-me então o cabo se disparer. Desparer-me. Bom, bom. Morreu, se de santa, eu tenho que falar assim.
Falou, tchau, tchau, tchau… tchau Porque, cara, toda vez que eu venho aqui, tem um ouvinte do Novo. Da outra vez, lembra? Tem um promesa ali, um cara veio, veio te tirar foto, pegando todo Luide. Hoje, a gente tava aqui no começo, o cara pegando todo bem. Isso é um novo, né? Pô, escuto direto, não sei o quê. Aí, ele apontou pro Luide e falou, aqui é Luide? Eu falei, é. Falei, como é que você sabe? Eu escutei a voz dele daqui de longe. Ah, que nada dele. Ah, galera, se vocês quiserem comer o Ráculo Búrguer. A Brugheria e a Tradi fica aqui na rua de Obojá comigo. No número 3, 9.1, na vilão nova conceição do... É, que São Paulo... Você tá falando com o mundo? Com a Crete. Gente, é no Brasil, em São Paulo, o Rua de Ogrujá comigo. No número 3, 9.1, vilão nova conceição do lado do Parque de Birapuera. Acheverem a hora que melhoram o bordo que São Paulo. Isso, arado, do Stubarigado. Não é porque é amigo não, mas... Muito obrigado. É o nome. É demais. O Oráculo. Acesse o Instagram, Instagram, da Ambruguria, atrás de uma blogada lá e veja se é... É, é, é, é, é. Tá blogado na foto do Oráculo, é, não precisa...
Fala mais nada. A Carroba Amburgueria atrás da um like lá para nós. Boa, valeu!