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No aaaaaaaar a terceiraa leitura de e-mails do Não Ouvo!! No episódio de hj chegamos a um denominador comum sobre se esse quadro é o último ou o primeiro episódio do mês e lemos algumas cartinhas supimpas dos nossos queridos não ouvintes, sobre os últimos episódios mais comentados… Quem quiser ter seu e-mail lido aqui pode escrever para naoouvo [arroba] naosalvo.com.br Bancada: Igor Seco e Braian Rizzo Edição: Daniel Bayer Capa: Braian Rizzo
Resumo
Terceira Cartinha do Não Ouvinte, apresentada por Igor Seco e Braian Rizzo enquanto Luide cuida da filha pequena. A dupla resolve de vez a dúvida sobre a data do quadro: ele sai no episódio Plus mais perto do dia 30, seja no fim de um mês ou no começo do outro. Depois, as cartas seguem a ordem dos episódios recentes, a começar pelo primeiro de abril, com o polaco germânico que mentia sobre shows particulares e contratos com o Los Angeles Galaxy.
O episódio sobre videogame rende a maior parte das cartas: o pai que destruiu o console ao perder o save de Metal Gear Solid, a mãe e o Super Mario de madrugada, o frango roubado de um fliperama, o jogo que tomou dezoito horas por dia e o fio desconectado que fez uma criança acreditar que jogava. Também aparecem um romance desfeito por causa do LoL e um roteiro de jogo do Não Ouvo.
O fecho são as soluções para a Cyber Food, de pés de milho humanos à vaca com zíper e ao boi que se oferece no restaurante de Douglas Adams, e o convite para e-mails sobre pirataria.
Destaques
- Resolvem a dúvida: a cartinha sai no episódio mais perto do dia 30.
- O polaco germânico e suas mentiras épicas sobre shows e contratos.
- O pai que destruiu o videogame depois de perder o save de Metal Gear.
- Um ouvinte inventa o jogo do Não Ouvo com uma robô vinda do futuro.
- Um boi que oferece a própria carne no restaurante, ideia de Douglas Adams.
resumo e destaques escritos a partir da transcrição automática
Participantes
Edição: Daniel BayerCapa: Braian Rizzo
créditos do feed original
Transcrição
43 trechos · 6.995 palavras
Transcrição automática, feita com o faster-whisper (modelo base). Pode conter erros: nomes, gírias e piadas internas costumam sair tortos. Na dúvida, vale o que está no áudio. Clique no horário de um trecho pra ouvir a partir dali.
Carna-de-meias, turgou, ouvinte! Olá, meu bebo! Tudo só viu com vocês, tudo bem? Tudo bem com vocês? Antes que vocês estranhem alguma coisa aqui, deixa eu me apresentar, eu sou... Já deve estar estrenando. Já deve estar. Deixa eu me apresentar, eu sou Igor Seco e a minha frente está ele, Braian Rizzo. E aí, tudo bom? E aí, Braian, o que viemos fazer hoje, Braian? A gente veio gravar a nossa tradicional leitura de emails que chama Cartinha do Novo Vinte. Ah, viemos na baratinha do novo vídeo que é muito bonito. É bonito, as pessoas trazem um pouco de conforto, você mandou a cartinha pro programa que você gosta. É um nada mais, é um que é uma cartinha virtual, né, o meu. É um encontro. É um metrônico, como direi o seus portugues. Para quem não sabe muito bem o que a gente faz aqui, a gente tem um episódio próprio.
O dia a gente faz a leitura de emails nos episódios que a gente já gravou. Como a gente já falou, a gente acha muito chato o podcast que leia meu todo episódio. Exatamente. A gente prefere ler uma coisa por mês e ler tudo de uma coisa só. E como o nosso chefinho está ocupado, e Luide está lá cuidando sua filinha, a pequena lice, estamos hoje você aqui para comandar esse episódio de emails. Exatamente. Vamos começar então. Vamos começar então. Só tirar uma dúvida antes, as pessoas perguntam sempre se o leitura de meios é o último e o último programa do mês ou o primeiro. Ah, só dúvida que eu tenho. É só dúvida que todos nós temos ouvindo editando sobre isso no ônibus. Agora, com a cabeça encostado no vidro, eu cheguei a conclusão de que a melhor resposta para isso é dizer que o cartinho do Novinte é o programa mais perto do dia 30. Seja ele...
Dentro do mês ou no começo do seguinte? Sim, a gente não consegue prever que essa esta feira vai ser no final do mês ou no começo. Entendi. Entendi. Então seja pra mais perto do dia 3. Não importa de que ele vai sair. Vai sair. A gente vai parar aonde ir, a gente vai nos meus e vai gravar esse episódio ser racional. Os bons e meus, né? Porque o Novo ele recebe muito e meio, cara. Por que não se explique? Por que não se explique? Eu não sei se eu não me pareço, acho que não é tão incrível. Mas o novo que recebe muitos emails e a gente tem que selecionar os melhores ali. Então a leitura de emails acaba num tendo como a gente leitudo, mas a gente leia. Esse não ia dar 8 horas de problema, não ia dar 4 de cada. Não ia ser legal. Então vamos pro primeiro e-mail do Novo 31 sobre o primeiro de abril. Esse meio é do Vinícius Vinhal. Ele começa assim, fala meu povo.
Gostaria de contar algumas histórias do maior mentiroso que já conheci. Por incrível que pareça, esse cara também é ruio. Ele se considerava um polaco germânico. Porque não lembro nesse meu não, nesse episódio se de contou a história do adulto. A senão o amigo dele que era mentiroso e era ruio também. A primeira mentira do adulto do Vinicius Vinhal foi que a Shakira faria um show em Brasília e ele obviamente iria. Por algum motivo, o show foi cancelado, mas no dia seguinte o Polaco Germânico disse que havia assistido o show e acabou sendo desmascarado. Diz que então que havia assistido um show particular. Ele meinde e aí todo o descobro que a mentira fala, não, mas foi o show particular na minha casa Ele continuou a mentir esse polaco de revâlico, mas já achou que iria fazer um show particular pra polaco de revâlico. Ah, aí tem a segunda mentira do polaco germânico que ele fala assim, essa é uma das histórias mais absurdas que já ouvi. O polaco germânico que na época fazia escolher de futebol.
disse que alguns olheiros do Los Angeles Galaxy haviam demonstrado interesse, apesar de ele ser muito acima do mesmo. Era tipo o Corinthians coronal, disse depois que Los Angeles iria contratá-lo quando o computasse 18 anos. Nesse período de espera, o cara é disse que faria faculdade na fronteira da Nova Zelândia com a Austrália. Esse cara tem de muito de gravia também. Ele é muito louco, cara. Nós nunca acreditamos em nada e alguns meses o polaco germânico que agora tem 19 anos. Falou que o Los Angeles Galax escenario empréstimo com ele, com Timir Landês. Na Irlanda, ele passaria um sabático para refletir sobre o futuro de sua vida profissional. Observação.
Na realidade alternativa dos Los Angeles Galax, já foi 4 anos. Cara, ele tá... É, uma delamada dizendo que ele vai ser contratado por apresentar o meu gelo. Cara, esse é o tipo que o cara que acredita, ela é o próprio mentira também. E esse é um time que não é tão foda assim. É, então o tipo de melhor league, acho que faz uns 2 anos, sei lá. Pois é, eu acho que valia mais a pena jogar no Chris Yuma. É, mas de que tá ligado. Não, Não, Não… O cuina do sonho dele, da Metriadex, quem sabe, ele realiza jogando o FIFA 16, criou jogador para o extremânico e vai jogar no... no... no... no jogo, no jogo, no jogo, no desgalámbio. Pelo do céu, aqui no cu. E aí eu vou, primeiro, então, do Tiago. Porque não tem sobre o nome. Que não tem sobre o nome, é Tiago.
Se você conhece um Thiago, provavelmente esse Thiago. O lá galera do KG. Bem, quando eu vi o tema do episódio 31, lembrei do pai do meu amigo na mesma hora. O nome do pai dele é Zé. Zé é muito nome de Mintirôsca. Zé, bom, Mintirôsca. Já dá pra imaginar o nível das histórias. E ele conta muitas histórias duvidosas. Lembrei de uma história de um amigo dele que foi jogar a bola na chuva. Tinha uma poça d'água na frente do gol. E quando ele foi chutar a bola, escorregou antes e a bola bateu na poça e ficou em cima da linha do gol. O goleiro tinha pulado para o outro lado e a passagem ficou completamente livre. Então ele tirou a chuteira e jogou na bola. Nessa hora todos os amigos que estão ouvindo a história, ficaram caramba, que é zá. Luide aí foi go...
Ele diz que não viu na hora, mas o gulheiro tinha tirado a louva e jogou na direção da bola e defendeu. Eu tenho quase certeza de que foi a mentira em sério. Eu também acho que acho que parece que ele filme com o que futebol, lembra? Ah, pude isso aqui, ele filme é demais, ele filme muito merda. Só que o que tem para trás é a contesão, uma parada assim, o futebol. O brasileiro, acho que foi num jogo do Palmeiro. Cara, tirou o jogo? Não, o que... O comecinho ali, ele foi tipo fazer o gol, tirou do goleiro e tocou rasterinho, só que tava chovendo. Aí a bola parou assim, tipo... Ele tirou o time, ele tirou o time, ele tirou a lua, tá? Cara, se ele contar, só mentira que ele tirou o jogo na bola, era difícil, eu acredito, mas...
Existe uma remota para o Commissionitar. Porque o cara veio logo até faz isso. Não que ela se retornou na bola de fios do gol, mas existe uma chance de tentar. Pois é. Agora o primeiro tirou a lube e jogou. É muito difícil. Que defesa. Que defesa. E esses mentiros de futebol são bons, né, cara? É. É. Os cara gostaram de ver essa história de futebol. Vamos agora pro episódio 32. Ah, já acabou. Já acabou, já viu. Eu estou lembrando agora, porque quando a gente vai separando uns emails, porque a gente separa conforme eles vão chegando ao longo da semana, né? Então, a gente acaba percebendo que tem alguns episódios que chegam muito mais e menos do que outros. Por exemplo, esse episódio não ouvo 032 que foi sobre videogame, a gente recebeu muito e meio sobre ele e acabou separando uns ímeros mais... O pessoal gosta de jogos? A galera do Lowe. É a galera do Loseira. Posso ler isso aqui em Tão do Gabriel Becker? Fica a vontade do Gabriel Becker. Fala meu povo.
Eu lhe todos comecei a falar do meu povo por enquanto. Pois é, a gente começou a ir. A porta a ordem aqui. Aqui quem fale é o Gabriel Becker, 21 anos de Blumenau, a Abelacidade. Blumenau, a saudade do todo. Mas atualmente estou estudando em geria industrial e sentia água do Chile. Lavender? É, devagar. É, devagar já começou bem. Sabe o jogo que marcarou a minha vida? Vem falar de um jogo que me custou o único videogame que eu tive. Vestei chão 1. Que se chama Metal Gear Solid. A Conteste que meu pai era muito mais iniciado nesse jogo e na época eu tinha o Prestige 1, não tinhamos o famoso Memoracar de... Ah, cara, essa época era a tensa. O cara não tinha como salvar o jogo. Tem que alugar o Memoracar de Saúde, mas era complicado. Então ele deixava o videogame ligado por semanas, para não perder o save game. Nossa, tipo um super nintendo, pra esse João sem... Sim, Memoracar. É, tipo isso. A Conteste que o jogo era dividido em dois CDs. E depois de jogar semanas...
Sem desligar o videogame, ele conseguiu terminar o primeiro CD. Como esperado ao colocar o segundo CD dentro do console, o videogame reiniciu. Foi a primeira vez que o meu pai no modo segura a mãe. A voz rir com uma gargalhada, como a do Kuringa antes de matar alguém, ele arrancou um videogame com calvos e tudo, isso para que for na parede sem dói de impriedade. Não sei o bastante, jogou os restos no quintal. Banho de o game com algo com algo. A cor de ele. Pido ficou doce, o total. A partir de então, nunca mais viu o game em casa. Eu e a Braia, foi bom, né? Então, ele tem o Gabriel, o teu pai, ele só fez o que os jogadores de lá o fazem quando não conseguem ser lá, o peito aqui. O mesmo desse sofrimento quando eu tinha o entendinho, porque ele também não tinha sido game, né?
Não tinha um de salvar, é verdade. E aí tinha que deixar o game ligado, as vezes eu me chamava pro almoço do Mingo, homosse família, tinha que deixar o game ligado, seria TV, se não eu vou ficar pra pra pra… Tomava no cu. Então era foda, se a gente virar noite, virar o jogo em uma noite, se não se nunca mais, essa boa sinal. É complicado isso. O próximo meio pra gente. O próximo meio é do Luiz Benedito. Bom dia, galerinha, do Novo. Meu nome é Luiz Benedito. Não sei se vocês lembram, mas tive a honra de participar da bancada na Comic Con, que diz por isso, sobre cosplay. Ah, eu lembro desse cara. Lembro desse cara, também. Ele fez umas fotos lá. É verdade.
Ele tirou a foto com o maneiro da colher. Eu lembro, a gente boa, Igor. Em casa nós tínhamos o Super Nintendo e ele ficava no quarto do meus pais. Pois por incrível, que pareça minha mãe e era que mais jogava e joga até hoje. Tive uma vez que estava em mim e minha mãe jogando super mario de madrugada sentados no chão fazendo silêncio porque meu pai estava dormindo depois de algumas horas de jogo. Cara, ele não gosta de viva. Não, eu tenho vergonha. Eu estou arrumando pausa para respirar aqui. No chão faz a insilência porque meu pai estava dormindo, depois de algumas horas de jogo, minha mãe caiu em uma fase que ela ficou presa com as tartarugas voadoras atacando e ela não sabia mais o que fazer. E ficou por uns cinco minutos e do nada ela começou a dar risada porque não conseguia sair. Iniciou e me irmã também, irmã. Cara, não tem nenhuma verra do lado. Tem ponto, ponto tem, irmã. Até que meu pai acordou gritando e brigando com todo o mundo, porque já era um quadro da manhã.
E minha mãe que começou a fazer, era começar a chegar a gente pra eu ficar ruim pra ela. Ela é de perto, bom. E saímos de filhio do quarto e desde então ficou proibido jogar de uma jogada. Ela se fiquei muito torcendo porque o pai dele tá caçando de fogo no videogame também. É um fogo. O cara de cima, como que eu não dele? O Gabriel Becker. Que pena. Um abraço pro Nuz Benelha, gente, boa. E pra mãe dele, ela deve só dar gamer muito... Muito doado, os jogos de mãe bem-vindos. Próximo e-mail do Mario Alencaro. O meu sobre o programa com esse mario é do Mario. Olha a galera galerinha do Novo, quem fala é o Mario, está envolvindo episódio com esse mario, ele também percebeu, isso que eu falei. E me lembrei de uma história minha envolvendo fliperama. Certo dia, minha mãe me pediu para ir comprar frango congelado no supermercado e fazer o almoço.
Como eu não tinha videogame, eu aproveitava qualquer oportunidade para ir jogar fliperama nesse dia não foi diferente. Fui ao mercado e no caminho de volta passei no fliperama para jogar um pouco e claro, o seu tope é frango pra pagar. Eu havia jogado apenas uns 20 minutos, pois não queria que meu meio percibe esse demora. Inclusive, ela não gostava que eu frequentasse esses locais. É, mas, majoramente não gostava. Quando eu ia saindo do Felipe Irama, me lembrei que ia me deixar do frango no chão. Espero que o dia onde estava. Mas quando o Felipe iria, o frango não estava mais lá. Perguntei ao dono do Felipe Irama se ele tinha visto o frango. E ele me disse que viu um cachorro saindo lá com uma sacola. Foi aí que bateu a queira desespero. Sai na rua procurando o cachorro que havia roubado a uma outra família. Não achei o dog. Foi quando já estava com o plano B.
Na cabeça, que era pedir dinheiro emprestado para o don do Fliperama e comprar outro frango. Foi então o filho da puta me falou que ele tinha escondido o frango só pra me trolar. Que filho da puta. Mas ele acha o cachorro na rua do Spanco? Não morava, o cara roubou de maldade mesmo. Ele só foi com o pé lá depois e disse que ela zoeira. Ele queria comer o frango e aí quando ele percebeu que ele ia ter que emprestar o dinheiro pra comprar outro frango. Ele falou que ele falou que ele foi um frango de volta. Aí que lá era piadinha. Era o frango congelado. Foi se um frango assado, pronto? Esse foi o frango de padaria, né? E vale o risco do mundo. E até faria sentido daria o cachorro ter robado, porque esse de gelo. O pedaço de uma pedra de gelo. O cachorro é tão burro, cara. Eu vou para o próximo meio do Jorge Lucas, Jabzizki.
É bom, sobre o... 16 anos de Curitiba, Curitiba, é sobre o nome rosto. É, verdade, é o nome rosto. Fala, fiéis ou vinte no meu povo. Eu te luto. Eu te luto. Eu te luto.… Eu te l Não faço a menor ideia, B-O-2. O que é isso? B-O. Boletinho de ocorrência 2. É um jogo de apulhista. Se lá. Acho precisar o que é B-O-2. Porque a gente tem essa vantagem que o Não Ouvo de cartinhas no ouvinte, ele é um novo, quase sem adição, então. É. Ele é online também. Temos a possibilidade de roubar e olhar no Google. Ah, é o Calafdate Black Ops. Ah, é o Blake Cops, porra, meu próprio. Quem não chama de... Sei lá... Cara, eu tenho raiva dessa galera, é a brevia, nome de série, nome de jogo, porque eu não faço nunca idea do que eles falavam. Pois é, cara, bom, enfim... B.O. 2 é o Blake Cops 2. E durante 6 meses eu tive apenas esse jogo, cara, já passei por isso também. Como foi bem na época das férias, isso me levava a jogar plenas de 18 horas todos os dias, fazendo chegar no Prestige Mastery, menos de 1 semana.
Sem contar todas as classes de armas em diamante, inclusive as facas. As outras seis horas do dia eram destinadas a dormir, normalmente três horas de horas. Comeer e falar com minha namoradinha na época. Pichou, jogava 18 horas por dia e tinha namorado. Que Que Que… Sobra vocês e ele dormiu a 3. Do 3 horas pra comer e pra falar com a namorada. Uma hora e meia pra cada um. Mas apesar de tudo foi uma das melhores é a coisa minha vida. Claro, caralho. Se jogar ou se tinha namorado, sentia com vida. Pois hoje de dia é difícil passar de 2 horas jogando sem interrupções e nem na moradinha tem. Para ver se pelo trabalho sou o Fándor de Opríncipe do podcast.
Valeu Jorge Lucas, Javasés X. Gostou de ir com seus objetivos de vida. Jogar mais tempo e uma namoladinha. Agora ele falou que é difícil passar duas horas jogando. Ou seja, ele tem vinte ou duas horas livre. Pois é, ele não tem mais namorada. Então volta a jogar videogame, cara. É, É, É… E aí, alguns falacidades e outros falam profissão. Então, ele mora numa cidade chamado Sudante ou ele é estudante apenas. Cara, eu devo ter uma cidade chamado Sudante, não vou lhe dizer. Sobre a episódio, tive a ideia de um jogo para o No Ouvo. Olha, eu não sei de falar disso, a gente fazia um jogo do No Ouvo, né? Eu acho que sim. Vamos ver se ele delebou. Seria um jogo de ação e aventura que começaria com vocês gravando um cyber-teoria no primeiro dia abril.
De repente o queijo começa a tremer muito como se fosse um terremoto. E surgir no meio da mesa, a gracianca, através de uma fenda temporal no meio da sala. Cala, tá ficando bom esse jogo. É legal, cara. Joga. Ela diz que precisa de vocês no cyber futuro. Pois o Cyber Hacker conseguiram acessar o banco de dados da sex print. Controu o Orlando, todos os sex cyber robôs. Cara, ali que falou a diferença que ele inventou. Ele seduzem as pessoas e na hora H, matam usuário que só queria prazer. Que marcar esses hackers são muito do mal. Nossa, cúlbura. O índice de Cyber Mortes está aumentando e o Luide do futuro que matou, agora... Olha, as que mandou a Grazie Anca para o passado, acham que vocês são a única esperança. Olha, que louco. Olha, ele é muito boa o roteirista. Sim, é a deção equilplote. Nossa, demais. Foi o Luide do futuro que mandou a Grazie Anca para encontrar gente durante uma gravação de um cyber teoria, pra avisar que cyber hackers invadiram a sex print, tão fazendo com que sex cyber robôs assacini as pessoas que só queriam prazer. Muito bom. E a olhe que esperança.
Tem mina de leu de mais. Ai, eu não acabei. Eu acho que o Luide acha que você só é única esperança. Pois no Ouvo influenciou a criação do cyber futuro mesmo registrando as ideias. Caralho, daria o ótimo jogo do Sikigat. Eu quero esse jogo. Eu quero jogar prazer da minha vida. Eu queria que fosse real, queria que a grazemia que eu chegasse agora. Imagina se a grazemia que entra na cena temporal aqui agora. Caralho, primeira coisa que eu fazia de tirar foto pra esnepe. Enfim, próximo e meio. Do Everton Oliveira. Olá galera do Novo Beleza, irmão. Me chamo Everton. Me chamo Everton, tenho 21 anos e moro na cidade de Ubatuba, a São Paulo. Parabéns pelo episódio excelente sobre videogames. Gostaria de compartilhar um certo tipo de traão, um apesar de que tive a infância relacionada aos games. Meu primeiro contato com o mundo do Jogins Electrónico, foi aos 8 anos. Meu tio que morava no Japão me deu um SEGA Saturn. Console esse com todos os games e japonês. Enfim.
O trauma foi que minha tia me aprisionou me espécie de matrix videogame mística durante três anos, explico. Tínhamos dois controles, então sempre jogávamos de dois e minha tia e eu. Durante muito tempo eu passava as tades comava jogado e me divertido muito. Isso é o comatante de idade. Até aí tranquilo. Até que no certo dia. Nio, digo meu pai, liberou dessa realidade de falsa que eu vivia. Não, a Vista jogando e perceber que o filho do meu controle estava conectado. A graveta da comanda onde ficava aqui, não entendi nada com o nosso, deixa eu ler de novo aí. Meu pai me liberou dessa realidade falsa que eu vivia. Ao nos avistar jogando e perceber que o filme meu controle estava conectado a gaveta da cómoda onde ficava o aparelho. Ah, ele estava desconectar do videogame. Ou seja, passei dois anos achando que estava chegando com ela, mas não. A filha da puta me ganhou. E eu e loucente burro acreditei.
Por essa razão, eu durante muito tempo fiquei afastado dos games. Até eu ganhar de Natal um Play 2 e realmente jogar de verdade, acabar com o extra uma teu grande do me enfoço. E cara, isso é o truque que eu sempre fiz com os meus primos menores. É uma boa ideia. Tipo, sempre pegava o fio, deixava em baixo do videogame. Ah, meu outro lugar. Fala, ó, está jogando. Pula aí, ai lá de plava, tá ligado. E cara, que sensação. Isso funciona, cara, só que tipo, quando você tem realmente 8 anos de idade, E joga 2 anos sem perceber, é porque você está com um pezinho no atraso muito alto. É traumático, né? Eu falar que essa geração nova tem familiares que gostam de jogar videogame. O pai que joga videogame é um banho que joga videogame. Mati, mas o Everton ele tem 21 anos, então ele é uma geração tão nova assim.
Ele só era meio mongol. Ele falou lá, tem 21 anos, maior e o batuba. Ah, é verdade. Qualquer coisa com 6 anos, a gente não pode querer que a criança esteja atenta que a comodando não é um videogame. Eu vou se... Eu não vou achar até onde que comodando videogame. Não dá prazer, viu? Quem sabe, não sai, ver futuras, existem comodas do videogame. O próximo momento é do Carlos Enrique, 22 anos, belo, alto, escritor, pintor, escondido... Atualmente trabalhando com reabilitação de pessoas com cybervíceis, de maringar no Paraná. Cara, que inscrição. O Rodo Currículo, que lhe emprego. Eu acho que é isso. Olá, fieis e dirigentes do maravilhosamente editado e supimpa, não ouvo. Tudo batuda com vocês? É isso, cara. Cara, eu já tô achando ele chato. Eu quero contar uma história de veras engraçadas agora. Mas no passado foi uma merda, que aconteceu comigo e tem relação com o podcast 32.
Mas especificamente, no final, vocês comentaram sobre o famigerado Lollzinho. Na época, eu tinha 19 anos, sempre foi um rapaz muito romântico e bacana. Nessa época, eu conheci uma amiga de um amigo meu, ela era maravilhosa, caber os loiros, uma cara de anjinho e um corpo de darem veja em muitas dançarinas de balada. Foi a amoura primeira vez. Começamos a namorar. O tempo foi passando e nós praticamos a arte do coito traseiro. Eles vão te dar detalhes. Eu vou falar de jogos, cara. Você não precisa falar de como você trouxe o seu namorado. Caralho, não queria perder a sua preciosidade. Vai tomar um clucar. Ela era um travessio, com certeza. Até o final desse gobeiro. A gente vai descobrir que ela era um travessio.
Eu estava ouvindo um pouco, mas não era mais do que se Commission. Pois antes disso, era só batália e de gangue 5 contra 1. Após um ano de namoro e muito amor suado, eu comecei a jogar o gloriouzulol, mas ela não gostava desse jogo. Eu tentei chamar ela pra jogar, mas não rolou. O tempo foi passando, e ela começou por charbrigas relacionadas a coisas do tipo. Você passa muito tempo jogando isso, você não está medando mais o que me dava antes, etc. Depois de dois anos de namoro, ela me apresentou um amigo dela dizendo a seguintes palavras. Olha amor, esse é o Smith Weber, changer man, jensen. Não me fictis. E ele não joga lá, pois é meus camaradas. Pouco tempo depois, ela terminou comigo dizendo que amava o Smith Weber, changer man, jensen. Não me fictis. Fiquei balado na época, mas a minha única opção era o lozi.
Eu estou tão triste, por isso mesmo. Eu achei que a lência não travesse de uma delnação, mas é pior, ela não era o travesse de... Eu sabia que o cara tão poético assim, de ver se seu cara deprimida e triste. Que é o base na época, mas a única opção era o lozinho. Muito tempo depois arrumei outra namorada e hoje tenho 23 anos e somos muito felizes. Ela não joga lá. Deu-me preocupar? Deu-me preocupar muito. Eu vai reconhecer outra espetula, é verdade. Dejando essa singela que eu estou perplexa, eu termino esse glorioso e meu, peço desculpas pela minha rebuscada e anticoada forma eloquente de falar. Um abraço quentinho para todos vocês. O ouvinte mais belo do No Ouvo. Tchau. Cara, eu estou em choque. Acho que é melhor ele já começar a pensar num nome, fique te isso novo, porque essa não é morada, ele vai trocar ele também. Por outro cara que não joga lá. Cara, eu parei vou pensar agora, velho. O Lucas, eu pra ele inventar uma pessoa com nome, fique te isso.
Com 5 nomes, Fictist, é porque já ouvei outros 4 desse. Muito, é verdade. Já teve um emite, já teve um web, já teve um diagem. E ele juttou todo fazer outro, tá ali? Pode ser. Eu acho que você vai sofrer muito ele não sabia, você continuar com o lozinho. Cara, eu vou ver. Eu me peguei muito no detalhe do começo, lá, que ele fala que ela era louir, atraente e tudo mais e que eles... Começaram a namorar e praticar a arte do coitotrazer. Por que isso não conectou em nenhum outro ponto depois? Sim, cara. Eu até só falo por que ele queria? Ele falou, tipo, umas 20 linhas de meio que eram totalmente desnecessárias. Comprei meio, Luide. A gente não precisa saber disso. Quando o cara começa contando que a namorada era maravilhosa, só queria praticar a arte do coitotrazer pra mim, ele ia terminar a história dizendo que ela era um travesti. Que decepcionado com isso.
Fui descobriu o Joglio do Lãozinho que é logo lá da outra vestida. Vamos para a Cyberteoria No Ouvo, número 18, a Cyberfood. Esse episódio foi polêmico. Esse episódio foi polêmico, gerou a revolta. E meio a edu, Victor Lunard, 20 anos, estudante de engenharia geológica em ouro preto minas gerais. Fala meu povo, fiquei pensando nessa Cyberteoria e cheguei a uma constatação no mínimo bizar. A estratégia humana para a crise alimentícia seria se transformar em pés de milho. Plantado sobre uma terra infeste provocado pelo fim da espécie humana, explico. Suponhamos que um cyber laboratório plantasse mudas testes para pesquisar a forma de perpetuação da espécie humana. Com a falta de cuidado do suporte os cyber humanos estintos por um apocalipse anterior, o solo da plantação deixaria de ser cuidado. A única forma dessas plantas continuarem existindo seria a queda no solo de sua comida.
Ou no trientes dos grãos de milho de pipoca, que seus braços e desgraspas, ou espigas deixam caíra após a chuva. Cara, de nada. Esse meio é muito louco, cara, porque ele não tem nenhum tipo de aceitação. Ele não cheio a conclusão que, ó, ok, eu entendi o que ele quiser. É acabou, Rio, meu Deus. É, acabou, Rio. Duma com essa e parabéns pelo trabalho, abraço. Não, pare cara, não vai precisar. Porque eu quero entender isso mesmo. O nome de novo Paulo. Fala lá, fiquei pensando nessa teoria, né? A estratégia humana, para a crise alimentícia seria se transformar em pés de milho plantados, sobre uma terra em fértil provocada pelo fim da espécie... As pessoas teriam que se transformar em pés de milho. Sim, eu seria um pés de milho e você seria um pés de milho, tá? Que seria plantado no uma terra em fértil?
Provocado pelo fim da espécie humano. Que na bem o fim da espécie? As pessoas se adaptam, estão se formando em pias de milho. Agora ele explica, agora que confui. Agora quem não vai? Que fica a explicar o seu filho? Que fode? Suponhamos que um cyber laboratório plantasse mudas testes para a pesquisada forma de perpetuação da espécie humano. Ele plantaram muda de milhos humanos. Com a falta de cuidado dos supostos cyber humanos e extintos. Por um apocalipse anterior, tipo quem estava cuidando das mudinhas, ou uma pessoa no milho. Não milho, aí são pessoas normales. O milho ouvo, ele já é um cara que está no seu... Ele está no seu visto, ele está no seu direito. O solo da plantação deixaria de ser cuidado, ok? A única forma dessas plantas continuarem existindo seria queda no solo de sua comida ou nutrientes.
Dos grãos de milho de pipoca, que seus braços. Cara, esse cara tá muito louco. Vamos embora, decidir. O mundo sabe que o Saib é futuro e o meu dele faz sentido. Ai, gente, ai, gente, que sabe leite de novo. A humanidade não tá pronta, porque esse cara tá querendo falar. Não. Vai lá, pra se ver. O próximo meu é do Greg Orianto, Tony, que baita o nome de autor, cara. Sim, Greg Orianto. Greg Oriento. Olá, fias participantes, tudo bem com vocês? Meu nome é Gregory e escrevi para dizer ao Luide, que ficou revoltado no podcast de Cyberfood, com os vegetarianos e veganos, por se importarem muito com a crôodade com os animais. Que uma solução elegante foi dada por Douglas Adams, escritor inglês, na sua obra máxima, a série do mochileiro das Galáxias. É muito boa essa série, inclusive.
Criar um animal que realmente quisésse ser comido e que fosse capaz de dizer-lo com clareza e distinção. Caralho! No segundo livro, o restaurante no fim do universo de 1980, os protagonistas vão jantar no Milho Ways, um restaurante protegido por uma bolha temporal que proporciona os seus clientes, assistirem o fim do universo enquanto come. Lá, caralho! Lá pedem o prato do dia, um animal tipo bovino. Que vem vivo na mesa e lá se vem de para os clientes. Com frases como, alguma parte do meu ombro, talvez, assada com o molho ou vinho branco ou alcatra que também é uma boa, tem o feitas exercícios e com bilhos seriais. De forma que a bastante carne é boa ali. Cara, esse é demais o. Sim, é bom. O próprio boi se vende na mesa do notorelente. Tipo, o cara tá lá no mercado, cumprando carri, e aí, ah, vou comprar carri, e vem de vinho, o otorionamos, vem o otor bandido, e como é, se vender. Muito bom. No final da escolha dos pratos, o animal ainda diz fechando a coisa toda com o chave de ouro. Muito bem, agora é só sair e me matar. Não se preocupe, senhor, não seria cruel.
Com os avanços da Genética, talvez em 2056, já tenhamos nos restaurantes bois assim. O que acham? Continuem com esse lente de trabalho e até a próxima. Eu acho que é genial, cara. Eu acho que é a melhor ideia que poderia um inventar melhor ideia. Boa ideia, chega no restaurant e vem... Queria comer uma galinha assada. Pois é, vem a galinha e falar... Comverse comigo com o que eu vou querer, eu quero ir ao coxinho. Você vai começar a fazer a amizade com os animais? Eu espero que você vem um boi e falar comigo velho, eu vou ficar muito louco. Caralho, eu vou ficar muito louco. Eu vou ficar muito louco. Eu vou ficar muito louco. Eu vou ficar muito louco. Eu vou ficar muito louco. Eu vou ficar muito louco. Eu vou ficar muito louco. Eu vou ficar muito louco. Eu vou ficar muito louco. Eu vou ficar muito louco. Eu vou ficar muito louco. Eu vou ficar muito louco. Eu vou ficar muito louco. Eu vou ficar muito louco. Eu vou ficar muito louco. Eu vou ficar muito louco. Eu vou ficar muito louco. Eu vou ficar muito louco. Eu vou ficar muito louco. Eu vou ficar muito louco. Eu vou ficar muito louco. Eu vou ficar muito louco. Eu vou ficar muito louco. Eu vou ficar muito louco. Eu vou ficar muito louco. Eu vou ficar muito louco. Eu vou ficar muito louco. Eu vou ficar muito louco. Eu vou ficar
Fiquei incucado com a forma de se gerar alimentos para a futuro humanidade e percebi que a resposta mais plausível estava ali em nossa frente todo momento. Inclusive foi mencionada pelo Braian em um determinado momento. Assim como o leoto machida, eu vejo que a humanidade está convergindo para a auto-sufficiência. E como o Braian falou sobre o cachorro dele? Eu não vou ficar claro pra mim, que a coprofagia seria a solução mais diável para os problemas de falta de alimentação da humanidade. Afinal, um hamburguer que você come hoje pode ser econômicamente degustado pelo resto da vida. Ah, que nó, cara. A coprofagia é um termo técnico pra quem come merda. É tipo, tio gazon campeão, elas faziam isso. Muito bem feito, inclusive, eu acho. Muito obrigado por arruinar minhas idas ao trabalho.
Por mim a pauta era diária. Vem uma salvador, degustar a carajé e se quiserem podem reutilizar o pão, o resto da vida também. Eu acho que não, eu acho que estou legal. Me lembro, eu nunca comia carajé mas eu imagino que uma carajé cagado deve ser... Uma carajé reciclado, não deve ser lá muito bom, acho. Um jesse muito bom. Ó, temos o meio de uma menina aqui, porque a pessoa não reclamar. Opa! Tá isso, Ares. Olá, meu nome é Taís, sou uma não ouvinte do Rio de Janeiro e queria relatar que existe um filme que ilustra mais ou menos a teoria da Cyber Fazenda de Cyber Humanos. O filme é o Cloud Atlas, com Tom Hanks. Já viu o filme? Não, não conheço também. Onde as pessoas eram escravizadas e depois de determinado tempo de trabalho, elas eram descartadas e reutilizadas como alimento para as novas gerações de escravos. Caralho, velho!
E a coincidência é que as pessoas tinham uma aparência de asiático só ler. A ideia do Luide não é absurdamente assim, então, mas alguém já pensou nisso. Em Hollywood. Cara, eu estou em rinx. Imagina, eu estou em rinx, você fala, ele bateu no meu mulher dele com a raquete, lembro? Depois, para o apresentar o sequer, e a vida dele não dou, cara. É a vida dele, a vida dele, a vida dele. Olha o que ele deixava. Que legal que era uma fazenda de pessoas que eram escravizadas. Se ela para trabalhar para seus patrões, e depois elas eram mortas de usar de como comida para outros escravos. Eles viravam ração para os escravos. Para os outros escravos, não era uma fazenda para o alimento dos donos. Não, era só para manter o ciclo de escravos eterna. Sem gastadinha, que comendo com comida aqui loucura. Mas será que não dava para adaptar isso?
Se os pais morreram, eles saem com comida pro resto, havia vida. Talvez também. É a homengerada com profagia. O próximo e meio é do Alberto Cogo Júnior. E aí galera, aqui é o Alberto, trinta e um anos, ponta grossa, paranava, cara, isso é muito bom, a gente já teve emails de leitores com 16 anos e a gente e agora é um de trinta e um cara. Bancario ou seja? Bancario, o cara é um exemplo de, do que você deve seguir aí, se for por DNA, de lagartista no chineses, vamos ter um exército de homens lagartos. Aí vai ser a merda que nem homem e aranha vai resolver. Se vai regenerar, membro, porra, regenerar a vaca. Ele é um bocá, eu pensava muito dele de exatas, ele é um caro. Sim, ele é um aberto. Se vai, pensa a família em casa, vai no quintal, abriu zipe, na lateral da vaca, tá em uma picanha e fechuzipe, à noite para a janta, vai do outro lado da vaca, abriu outro zipe e peguei outro pedaço de carne. Outro lado, porque o primeiro lado ainda está regenerando.
Um abraço, galera, continuem ótimo trabalho e chorei de rir nesse episódio. Cara, a ideia é muito boa, gente podia ter evitado todo o que a Tartro filmando. Se o Alberto fizer esse parte da mancada no Ouvo, esse episódio terá durante cinco minutos. É verdade. Quem resolveu o problema. A gente ficou aqui pensando em regenerar membros do corpo. Para não ter que fazer uma fazenda de as diáeticos, a gente não percebe simplesmente de que a gente era a vaca. Pois é, coisas muito simples não vão acontecer, cara. Não vão, não. É verdade. A humanidade é a presa por coisas complicadas, e tudo isso só que não tem futuro. A ideia é boa, mas ela é improvável, o que ele dá aberta. E agora a gente tem o último e meio. O último e meio já. O último e meio passou rápido, cara. Daniel Lise, 19 anos, graduando de letras em...
Tole do Paraná, audiência do Paraná, tá boa? Muito, gente do Paraná. Tole do Paraná. Ela coloca entre parênteses que não é a favor do incesto, o que me preocupa muito sobre o que vem por aí nesse mesmo. Apesar do meu desejo de ser vegana, consigo entender a dor do Luide, só de tocar no assunto da não existência da carne no mundo. Mas no lugar de comer braços que eu imagino serem parecidos com elfenleide, que eu não sei o que é, isso pipoca as gigantes. O que não seria tão mal assim, a ciência vai evoluir a ponto de existir em plantas, não sója, que terão exato gosto e textura da nossa queridíssima carne animal. Não vai ser uma coisa, cara. Eu estou me achando. Não vai ser uma coisa. Não vai ter o último suspiro de vida do original. E para não nos sentirmos enganados, serão gradativamente misturados a produtos originais entre aspas.
Exatamente em 2386, não haverá fábricas de tineses e vacas só na India mesmo, que espero se tornar comerciante de animal adorado por eles. Como é que é? Vacas na India mesmo, que espero não se tornar comerciante de um animal adorado por eles. Ela sabe que a China não a Índia adora as vacas e ela espera que os tineses não querem vender essas vacas depois, só porque não rasgo do mundo não tem. Sim, tem de ir. Cara, que loucura. Eu não sei a ideia que ela falou, mas o menos parecido com aquela minha ideia de já que tem carne de soja, fazer animais de soja. Só que já é uma adaptação de transformar, de fazer a planta já nascer com gosto da carne. Não precisa fazer nada com ela depois. Ah, tipo, se planta sementinha com um sasonzinho de carne. Isso, planta se soja. Ainda naquesta, ali, um tomate de picânia. É, ao invés de nascer uma soja.
Que vai depois ser transformado em carne. Só já nasce e alguma coisa com gosto de carne. Ah, eu entendi. Só não vou entender. É uma boa ideia, só que deve ser altamente cancérite. Não vai conferir um valor de Deus. Cara, a pessoa vai poder comer uma planta. Você vai morrer com câncer, é longa vida. Exatamente. Cara, esse é o último e meio. Eu fiquei em trinche agora. Eu estava gostando de ler mais desses emails, foi o verdade da galerinha. A gente ainda separou, na verdade, a gente deveria ler agora o Não Ouvo 34, que é o Gato Cast, que é o Sobre Pirataria. Só que nós entramos no consenso aqui, de que tivemos poucos bons emails sobre o Pirataria, então a gente vai ler no próximo cartinho do Novento. Muito bom. Ou seja, dá tempo. Se a pessoa está ouvindo agora, que é mandar um email sobre o Não Ouvo 034 sobre Pirataria.
Pode mandar quem tivar e ler no próximo cartinho do Novo 20. E você no Novo 20, que está nos escutando agora, por favor. Não se esqueça de assinar o nosso feed. Bem, eu vou ser... Você encontra em todos os aplicativos de podcasts. Seja pra desquitar, piseja opção Android, seja pro seu Mac, pro seu iPhone. Por um endosfone também. Por um endosfone do Vileviter. Deve ter? Eu espero que tenha. Se você foi um louco suficiente pra comprar um endosfone, eu espero que você... Você consiga. E você que mandaram o email para o participado próximo episódio, para onde que manda aquele do Braian? Para não Ouvo, rouba não salvo.com.br, que a gente vai ler. Mesmo que ele não faça muito sentido igual o cara do que o ex-mílio. Eu quero esquecer, sim. Então, conta nossa fanpage, siga nos no Twitter, quer dizer, vai ser o conregado de aí, Braian? Não, isso mesmo. É isso mesmo. Então, um follow, galera, até o próximo episódio. E tchau!