
Descrição
descrição original do feed
Fala meu poooooovo! No ar mais um Não Ouvo, dessa vez um novo quadro, o Não Ouvo Visita! Como já falamos antes, o podcast de sexta-feira é sempre um PLUS, um Teoria, um Análise Musical, um Não Ouvo Visita…. ou qualquer outra ideia de quadro que surja por ai! Esse primeiro Não Ouvo Visita, foi também o primeiro Não Ouvo AO VIVO e com platéia, diretamente da Comic Con Experience 2015! Pra ambientar o bate-papo com o ambiente nerd, nada melhor do que falar de um tema também nerd: COSPLAYS Bancada: Cid Cidoso, Braian Rizzo, e Igor Seco Edição: Daniel Bayer
Resumo
Estreia do Não Ouvo Visita e primeira gravação ao vivo com plateia, direto da Comic Con Experience 2015. Cid, Braian e Igor falam do meio da multidão, entre pedidos de selfie, e fingem que o Luide foi barrado na credencial por não caber na roleta. Para combinar com o clima nerd, o assunto é cosplay.
A bancada tenta entender onde termina a fantasia e começa o cosplay, relembra o Igor de Salsicha que virou atração no ano anterior e defende o cosplay pobre feito com o que tem na cozinha. Entram o tropeço de cumprimentar quem está vestido de personagem do sexo oposto, a dor de ter que explicar a fantasia, a ausência de personagens brasileiros e a lembrança do episódio da Marvel brasileira. Um deles conta que já foi jurado de concurso e deu nota para um Chewbacca suando em Manaus.
A plateia participa o tempo todo: um ouvinte resume cosplay numa palavra, "transpiração", e o público ainda ajuda com palpites. No final aparecem a história do show da Avril Lavigne lotado de fãs vestidas iguais, o cosplay involuntário e a ideia de um álbum de figurinhas de cosplayers.
Destaques
- Abertura ao vivo na CCXP, com a bancada fantasiada e som de multidão.
- Relembrado o Igor de Salsicha que não conseguia sair da foto com o Scooby.
- Defesa do cosplay pobre, feito com papelão e coisas da cozinha.
- Um ouvinte define cosplay numa palavra: transpiração.
- O show da Avril Lavigne cheio de fãs vestidas iguais vira cosplay involuntário.
resumo e destaques escritos a partir da transcrição automática
Participantes
Edição: Daniel Bayer
créditos do feed original
Transcrição
62 trechos · 10.324 palavras
Transcrição automática, feita com o faster-whisper (modelo base). Pode conter erros: nomes, gírias e piadas internas costumam sair tortos. Na dúvida, vale o que está no áudio. Clique no horário de um trecho pra ouvir a partir dali.
E a verdade é mais um pouco de que acha que começando. Mas o Novo, mas o Novo só aqui, eu não sei se vocês estão conseguindo escutar o som ambiente, né? Percebeu a diferença. Mas é porque hoje tá um pouco diferenciado. Hoje tem um som, tem um barulhinho, um pouco diferente. O estúdio tá um pouco maior hoje. O estúdio tá um pouco maior. Talvez as pessoas já sabem porque a gente fez aviso, né? Já falamos aí também no... No No Ouvo que estamos hoje fazendo podcast diretamente da Comic Con Experience 2015. É, tem que deixar claro que a pessoa do futuro nos reis. A pessoa está escutando em 2016, ela acha que é do business. Ele pode se confundir. É bom a gente forizar, que é Comic Con Experience 2015. É que é diferente na 2014, na 2016.
Que provavelmente virar especialmente diferente da 2013, porque não teve. É bem diferente. Se a gente parar para pensar, a gente pode ver que de 2014 para 2015 o evento quase dobrou de tamanho. Pode crer, né? Do nada. O que? Ontem, ontem, ontem não. Quando passado, eu vinha aqui, tinha já muita gente e tinha, digamos assim, se tinha a percepção que caberia mais gente se o espaço fosse maior. E agora eles derem uma ampliada, que era como que com. E é legal que a gente tá conseguindo fazer que eu pôde o que é, cheiro no meio da galera, de vez em quando você vai escutar. Ô Cid! Ô, não sei o que, olha a foto, que você só vem aqui e tira o selfie sem eu perceber às vezes, né?
É, mestro bem, pesco bem. Com a gente colocando o dedo do Lariz, né? É, pois é, né. Eu não mais engraçado, as pessoas que estão ouvindo, por que, agora não sabem, é que a gente está vestido e báctima. As pessoas estão ouvindo, as pessoas vão estar vestidas. Onde nós está vestido de mulher maravilha. Quem será? Quem será? Ficar aí, ficar aí, ficar aí, um mistério. O mistério, o mistério. O de nós está vestido de mulher maravilha. Talvez seja Luide que não está falando nada. Pois é, Luide foi bloqueado na cardincial. Ele não conseguiu entrar. Ele foi barrado. Ele não conseguiu passar a romper. O traxado dele tinha que valer para três pessoas. Para ele conseguir. Para ele conseguir. Para ele conseguir.… Para ele conseguir
E é relacionado ao mundo nerd, já que a gente está na como que com, a gente tem que falar assim de alguma coisa relacionado ao mundo nerd. E por que não a gente ficou pensando aqui, por que a gente vai falar, o que tem a ver com o mundo nerd, o que a gente fala de série. Será que a gente fala de quadrinho? Será que a gente fala de desenho? Será que a gente fala de Doritos? Que tem a ver com o mundo net também? Tem também. Será que a gente fala de games? De games. Será que a gente fala de pizza embaixo no braço? Tem muita ver com o mundo net também? Mas não. Será que a gente fala de Fintzone? Fintzone. Também que inclusive vem um cara gay, antes da gente começar a gravar, que falou. Você me ajudou a sair da Fintzone.
Você inspirou a sair da frente zona, né? Gostou. Gostou. Gostou.… G Mas enfim, faz parte, né? Uma evolução que vai acontecer. Existe isso aí, não tem jeito de escapar desse negócio, uma hora ou outra. Talvez você sai da frente e zona e cair no casamento, mas daí asaram o seu. Você que procurou isso? Você foi a presa da cadeia alimentar no momento. Exatamente. E o tema de hoje será o magnífico incrível mundo. O Cosplayer. Esse mundo maravilhoso dos cosplayers é mágico. Eu não consigo entender até agora. Eu não consigo entender. Ele falou que ele é vir de cosplay, mas ele não veio porque a mãe dele costruiu errado. Pois é, velho, o que é esse fantasiado de ser lá o personagem de desenho e coloca a culpa da mãe dele. Que louco foi essa fantasiada. O grande problema do cosplayer é sempre a mãe.
A gente parava pra pensar, porque pra vocês, pra só, mãe, quem que você tá fazendo? Existe uma grande chance de ela pensar que tu tá maluco. Com certeza, com certeza. Com certeza. O Lidda, a mãe abre a porta do quarto, tá o filho se pintando de amarelo, porque ele quer seu homem, simpsom. Fudeu, é verdade. Como é que ela explicar isso? Como é que ela explicar isso, mano? Como é que ela explicar pra só, mãe, que você não tá com a patite? É, mano. O mundo de cosplay é só faz sentido para quem faz cosplay. Para quem não faz, para quem só observa de longe e tenta não chegar muito perto porque pode ser contagioso, a pessoa fica soestada. Sim, sim. E eu tenho certeza absoluta que pelo menos uma pessoa que escuta no Ouvo vai ficar o vendido com isso que a gente está falando. Porque essa pessoa faz cosplay, ela pode ficar puta, ela vai falar se você não entende nada de cosplay, porque cosplay é uma arte. Vai falar isso. Mas eu vou proteger então, cara. Como assim? Porque ano passado eu vi de cosplay para como que com. Você vê de cosplay? Você está brincando, certo? Eu fiz.
O que você gostou? Eu tenho uma camisa verde de vídeo, Salsicha, cara. É verdade! Eu fiz mais sucesso que o Escúbido, ver. É verdade, porque você é um cosplay. O mais legal. É verdade. O mais legal, isso. Não, o mais legal foi que ano passado, o Igor chegou de Salsicha e tinha aqui na exposição. Um instante da Rana Barbera. Exatamente. E aí tinha a pôna do mistério. A máquina do mistério tinha o Escúbido, mas não tinha o Salsicha. É verdade. E aí o Igor chegou inocentemente pra fazer uma foto com o Escúbido e não conseguiu mais sair, porque a galera achava que ele era... O que é o maravilhoso? Ele se conhece a queta e isso aí escudido. O que é o seu cosplay que deu certo? Se você não precisou fazer nada muito diferente, só para usar uma camiseta verde, você virou um cosplay regalera, acreditou que você fazia parte do estante da revés. Quando você tem um don, você nasce com ele, né, cara? E o seu don é seu salsicha. Que dono maravilhoso. Algumas pessoas têm supriforça.
Algunas pessoas são atinetas olímpicos, alguns jogadores de chadrês e você tem o dom. Descobrer fantasma, mas é formar maconha dentro de uma combina. É um puta doce. É uma tararica, né, cara? Você tem tudo a ver que só o cincha mesmo, todos sentidos, né? É realmente, sempre te vendo no mistério. É realmente, mas esse mundo de cosplay é um negócio que eu fico assustado, cara. Eu to aqui na comem que com, eu já vi pelo menos 7.434 pessoas. Bastida de cosplay, sendo que algumas eu tenho dúvida, você é a pessoa de cosplay ou ela faz estranha mesmo. Porque pode acontecer. Pode acontecer. É, às vezes você vê um cara que está com uma franja, aí você fala assim, será que ele está fazendo algum anime ou será que ele é um emo? Será que ele é um mesmo? Ficam meio que? Ou será que ele está fazendo um cosplay de emo? Ou será que ele está fazendo um cosplay de emo? É, eu acredito que ele está a perguntar isso. Qual que são as regras do cosplay? Ele pode ser cosplay de bombeiro, por exemplo? Então, aí que está, tem uma linha Teno-E.
Do que que é uma fantasia? E o que que é um cosplay? Ah, é isso que eu quero saber, né? Eu não sei direito de diferenciar, mas eu acho, eu creio, que o cosplay na verdade ele é uma referência, é um personagem. Que existe no mundo, né? Eu não estou com a triza, no mundo do anime, em que seu mundo é fomeu, é coisa. É, agora uma fantasia, você está fantasar bombeiro, você pode né? É um Google Boi que está numa feira, né? É possível, só a profissão não tem que ter vergonha. Depende da roupa que tiver pro baixo, mas daí já querê ir e vade muito a privacidade das pessoas. É verdade. É verdade, você tem razão. E aí existe essa... Essa pequena diferença é cosplay fantasia, o que é? Então os caras que estão fazendo cosplay de bombeiro aqui talvez eles sejam bombeiros de verdade. Eu acho que eles são bombeiros, tá bom. Eu acho que eles estão com o alvarar. Então eles são bombeiros, o cosplay é muito bom. Pode ser um papel qualquer que está fazendo cosplay de alvarar. Pode ser. Pode ser. Pode ser que chegar pra pessoa e falar pra ela assim, nossa você é muito otaco.
Se ela não entendeu o que você falou, ela não é cosplay. Porque nem eu sei que eu tá com, mas eu sei que ele sabe se eu sede. Ela de prender não era um cosplay de policiaura, é um policiaura de verdade. É porque isso a gente é. A gente para pensar é muito difícil, é um mundo muito complicado. Queria que você falou, o cara ele pode estar fantasiado e bombeiro. Mas se existe uma série, que existe um bombeiro, na verdade a gente tá fazendo cosplay, tá do bombeiro, na série. Esse cara inteligente. Porque ele pode usar a fantasia como cosplay desse bombeiro, quando chegar ao Halloween, ele pode ir na festa fantasia de bombeiro. Ah, isso é bom. Não precisa se para supar, se as pessoas vão conhecer ou não personagens. Entendi. É possível. A festa fantasia é um evento de cosplayers que unem todas as tribos.
É, é mais um bom exemplo. É mais um bom exemplo. É mais um bom exemplo. É nesse momento, por exemplo, está passando o passo do gâmbit. Olha, é uma mulher. Isso é uma coisa muito engraçada. É uma mulher. É uma mulher. Por que passaram para o gênero? Não, não tem gênero. Na fila, quando a gente estava tentando entrar aqui, tinha uma sonica. Uma sonica? É. É. Era um sonica mulher. É um sonica. É um sonica que foi ele. Quando a gente chegou aqui, ele também não lhe houve um pro porte físico. Não, não. É isso que você lhe falou aqui. Passou um cara vestido com a roupa do 300. Eu capacete de romano dele. Tava saltando assim. Porque a cabeça dele era muito maior com o seu paciente. Só cabeça. Só cabeça. Uma cara era a físicamente. Ele não é o espartão. Ele não é o espartão de guarda. Ele não é o espartão de guarda. Ele não é o espartão de guarda. Ele devia ter que ir umido 300 espartelos. Entendi. Entendi. Entendi.
Entendi, ele não for do então. É, não for do. É, entendi, não era um espatano, era mais por espaguetes do que por os fatos. Por isso eles não ligarem pro gênero. Não, porque amplia muito a sua habilidade, as opções, na entrada aqui da Comic Con, eu encontrei uma mulher maravilha. Que de costas, tava de saia, tava falando nossa, uma mulher maravilha, ouçada. Com a poupinha de força, saia com a poupinha de fora. A poupinha de força. Só ficar aquela abrinha da bolsa. A só da abrinha. A coleção bunda coxa. Isso. Eu olhei e falei, eu vou usar, eu posso pleusar. É uma ideia que quando virou, era um homem, cara. Era um homem maravilha. Eu fiquei levemente assustado. Mas tudo bem. Eu não passado encontré aqui na comem que como a Chum Li, era um Chum Liu.
É um homem, era um cara... Cara, você me lembrou que o Jack Schum, ele já fez cosplay de Schumli. O que? O comercial de videogame. É um comercial, eu achava que era um filme que eu não tinha. Jack Schum fez um comercial de... vestido de Schumli. E ele é uma ótima Schumli, por isso... Ah, tem o confesasco, ele é oriental, qualquer um pode ser Schumli. É verdade. É difícil, só ter um olho. Apenas você faz. Perú, quer tomar que ele tem. E ele tem aquele cabelo colorido. Ele tem as skills de chum lit também. Porque ele é o que é que ele consegue fazer. Os mesmos golpes da chum lit consegue fazer. Realmente se a gente parar para pensar, realmente é possível algum desse tipo. Cara, que mundo mais de conhecer o mundo do cosplay, né. A menina que passou vestida de gâmbit que estava... era um bom cosplay. Era um ótimo gâmbit. Era um bom, era uma gâmbita. Era uma gâmbita. Era uma gâmbita, muito bem feito.
Mas às vezes a gente também tem esse problema de que como cosplay ele é um pouco andrógeno, você não sabe, às vezes é homem, às vezes é uma mulher, ele causa um certo em barraço, não que tenha problema a pessoa, o homem está vestido de mulher, a mulher está vestida de homem ou sei lá, qualquer outra coisa de um... Se o personagem favorita o seu personagem, não tem problema nenhum. O grande problema é que às vezes você não sabe como você comprimenta. Eu consabe se dá a mão, se dá uma braço, não beijar a boca, se dá uma boca. Ela dá mesmo. Ela tá pelo nome, às vezes é uma pessoa que você conhece e você não sabe se tem que chamar pelo nome do personagem que ele tá. É verdade. É verdade. É a pessoa que eu fico... Ou feindido. E o grande problema é que normalmente ninguém sabe qualquer aquele personagem. Na cabeça da pessoa faz muito sentido. Ela tá vestida do Shuri Gan, que do anime que aparece no na versão 38.
Da do anime coreano, que só é ele ver. Na cabeça da pessoa faz muito sentido. Agora, pra quem tá olhando? Às vezes não sabe. Às vezes não faz muito sentido. É só mais um Goku que saiu meu to. É isso também, não conhece o personagem, mas a pessoa tá não tá bem. Ele está pintado de azul, ele é o sonho. A gente pensa, olha uma batalha, que foda. É verdade. É verdade mesmo porque as vezes as pessoas não conseguem fazer o cosplay do jeito que deveria ser o cosplay. E aí acontece que viro o quê? Viro o quê? O famoso cosplay. Viro o cosplay. O que você pode ver? Viro o cosplay. Antes de entrar ali, a gente tem que deixar claro que o cosplay é uma modalidade de cosplay muito mais ampla que o cosplay.
Por quê? Como assim? Porque eu já vi algumas reportagens do meu bairro de pessoas fazendo cosplay. Como as pessoas estão muito de ele, fazendo as milhares de reais. De por... De uma louca que ele tinha uma roupa do homem de ferro que era de por 16 mil reais pra fazer. Mas cara que é roupa original, dom. Você compra um carro e a ruma namorada, tá? 16 mil reais, eu compro homem de ferro. É. O original. E pés pra ele na minha casa, faz um lanche. Aí é muito mais barato então. Você pega uma caixa de papelão, pintar de vermelho com o oaxe. Sim. E sair e fantasar com a quinta. Sem dúvida nenhuma? Por isso que com o cospobre. Se você parar para pensar, qualquer fantasia que você faz como cosplay, você consegue fazer um cospobre embutido. É só você entrar na cozinha e ter criatividade.
É só isso que você precisa. A cozinha é o limite. A cozinha é o limite, exatamente. A cozinha é o armário do cosplayer. Eu já vi vários voverines aí. Que o cara simplesmente faz a barba da maneira igual do voverine. Pentei um cabelo com um gel igual do voverine. Tira a camisa. Pronto. Se tiver um pelo no peito, me dera ainda, já fica mais parecido e bota três garfos aqui, entre os dedos, virou, virou, virou… Faca é uma branca, não ia poder entrar no evento depois. Não, após. Tem a liberação poética, de dizer que pode ser. Você pariu de tudo. Você pariu de tudo. Você pariu de tudo. Tem a liberdade com poética. Caralho, você é o Wolverine, você faz um buraco lá para ele de um passo. Mesmo porque a segurança vai ter medo, não cara. Vai estar sem cabeça, já é uma cabeça gritando que é o Wolverine com uma três vacas em cada mão. O cara vai ficar o segurança, vai deixar você entrar.
Ninguém vai querer arrumar confusão com uma pessoa dessa. Não, não com o vovenilho, mas o cara que teve a capacidade mental de pensar nisso. Ninguém vai ter, ninguém vai ter. Sabe a coisa que eu estou achando muito bonito? Quem ouviu nosso podcast sobre se amar ouviu, foi o Cebara Islêra? Sim. Nós criamos ali alguns personagens para a nossa Marvel. A personagens que representavam ali os estados do Brasil e o seu domaz. Sim. Eu não sei se vocês perceberam, mas tem muitas pessoas fazendo com as plays, juntos nossos personagens. Qualquer. Na Marvel brasileira. O Espírito de Santos. Experimental. É verdade, tem várias aqui. É claro, é claro, é claro. É um incógnito também. É um incógnito. É um incógnito também. Na verdade, é aquele podcast que a gente fez sobre a Marvel brasileira. Ele era perfeito pra gente ter feito hoje. É verdade. É um evento, né? É um evento... É verdade. É um evento... É um evento... É um evento mais referente. Podia coletar entre a gente. A gente poderia coletar referências, é verdade. Mas não, né? A gente acabou que a gente fez aquela norma, mas também a gente estava frente do nosso tempo. É bom, porque agora a gente ficou lendo a galera.
E também consegue lembrar do podcast sobre a Marvel brasileira. E agora a gente tem um senso mais crítico. É. Pra saber se o personagem que a pessoa estava vestindo poderia ou não vencer os nossos heróis. Poderia ou não entrar na harmonia da justiça. Também. Calma a gente. Realmente, é um cosplay. Bem ser gravado Igor, bem ser gravado. E agora eu até indico pra quem não escutou esse podcast anterior, aí? Que é o podcast da Marvel, é um pouco como é que é o nome do sete. O que eu não ouvo em se anar, se a Marvel fosse brasileira, exatamente. Se quem não conhece o podcast vale a pena, porque ele é, acho que ele está no meu top 3 favoritos aí. Sim, está. Sim, ficou muito feira, ficou muito feira. E eu queria entrar aqui no assunto de a gente tá falando de cosplay, tudo mais. Se vocês já que a gente tá tudo no que vestido de bátima.
E uma pessoa mexer de mulher na vida, que é o melhor. Eu acho melhor de chogue. Mas eu acho que é o melhor mundo. O que está ouvindo é bem óbvio, é bem óbvio quem é. Para mim é bem óbvio. A gente está falando meio de vagar hoje porque a galera vem a tirar foto. E eu tenho um sério problema que eu não tenho coordenação motora, suficiente para falar. Para falar. É uma pose. Como é que eu tenho o meu irmão dando a mão e falar ao mesmo tempo. Eu não consigo. O cara falou todas as horas da gente. Você viu qual é o seu nome? Luis Benet. Luiz Benet. Vai ouvir depois no No Ouvo, no Novo, no Novo, no Novo. O tema de hoje no Novo é cosplay. Eu queria que você em uma palavra. Falasse o que você acha sobre cosplay. Em uma palavra. Em uma palavra. Em uma palavra. Em uma palavra.
Vai definir todo o podcast Olha o redor, pega e inspiração. Vai ser definido por essa palavra. Olha olha os cosplayers, a sua fenda. Não, pensa bem porque... Ele está pensando bastante. Agora não parece nenhum aqui para dar uma. Não, você fala uma palavra que para você tem a ver com a play. A minha inspiração. A minha é vergonha. A minha é constragem meio. O mais constregiador é que tem algumas famílias que vem a criança de cosplay. E não é que pareça que ela tá no carnaval porque a tamanho e o pai é criança, mas não precisa de verdade. A gente pode mudar a minha. A gente pode mudar, claro. É a inspiração, acho que é a transpiração. A transpiração, tá calor, tá? Agora, agora... Porque tá muito gay, a pintura depois de ver os suores com o ele. Sentrou num ponto perfeito. É a transpiração do Comic-Con. Melhor, a melhor do que a inspiração é a transpiração. Luide, você agora foi um ouvinte certeiro. Você mandou, mandou bem agora. É, você mandou um pouco mais inteiro, porque ele foi na segunda tentativa. Na segunda, ele foi... Não vai se saber.
Com 50% que eu aproveitava de se ter. Para pensar, não foi tão certeira assim. Mas eu lê uma frase sobre você, o que é o tiro certo, aqui é o Braian. É o tiro certo. É do de namorada. Nunca lê o fora. É verdade. É o Braian de no certo. É o Braian de no certo. Eu vou fazer isso por acerte. Que bem, eu vou ver de Braian de no certo. Você falou uma coisa muito interessante, que é a transpiração. Porque a transpiração é realmente complicado. Eu já fui. Pelo menos cinco vezes jurado de cosplay. Ah legal, já fui jurado. Já fui inteira de anime, jurado por uma barriga. Não, não fui jurado de morte. Eu fui jurado de talá e tem que dar nota de um por um cosplay. Ah, várias vezes, já fui num evento de anime e aí os carmes chamaram lá, postei de você, um cara que tem de muito cosplay, vem aqui da nota, tá? Eu fingia que sabia e dava umas outras lá. E um desses eventos?
Se chama... O meu para caralho daquele cofone, passou com as placas do cara do meu dando pra gente com uma cara de psicopata. Carando, né? Que é o Que é o Que é o… Que foi Manaus, ou o Pa. E tem dois graus de Manaus, estava sem sem não exagero, era um fato. Estavam 43 graus no dia. O evento era dentro de um galpão sem funcionar. A sensação térmica, de vez a ser um 97. E aí eu comecei a ser um jurado. Com a gente, Com a gente, Com a gente… Por exemplo, deve ter algum índio famoso? Tazã, por um tazã. Vai de tazã. Vai de tazã, vai de muc. Aquele Pokémon, geleia? Boa. Já é de retidão, assim. Boa, tem problema de chiva. Só precisamos usar um bikini. É, ou de rimei? Pode rimei, de rimei. Você pode escolher uma paniquete. Pode fazer cosplay de paniquete. Pode, Pode, Pode… porra, cara, você mora em Manaus.
Você vai fazer cosplay? Faz o cosplay que usa uma tanga. Pela é a única coisa que eu pego pra você. Só pega um si bosse em rola. Mô, Glegle. Mô, vai de morro. Perfeito, mas não. O cara, um dos cosplays que eu tive que dar nota, foi um cara que estava vestido de Chubaca. Nossa, senhor. E Manaus. Aí ele merece nota alta, né? Em Manaus, ele merece melhor. Você foi 43 grava. 43 grava, eu dou a nota pelo... Pelo calor que o cara passa. Boa, dóa, dóa, e um mago gelado. O cara que ele ficou com medo vai tirar foto. Ah, eu peguei com as pelaideira, eu peguei. Eu peguei com as pelaideira e pouca gente vai ter a referência. É uma assassino da mulher. É uma assassino da mulher. Pouca gente vai conhecer essa referência.
Só os outros que não conhecem a referência, estão ouvindo o podcast nesse momento, entra no YouTube lá, tem português, né? Deve ter o que é o título do vídeo, sabe? Não tem português. Fala aí porque é longo. Queria eu, que seja o assassinato com uma arma não muito eficaz ou coisa assim. Só procurar a Sponkiller. Sponkiller, Sponkiller. Para quem quer a visão que nós temos nesse momento, procure no YouTube. Sponkiller, você vai ter essa vezão. Olha que a gente coloca no posto. Pessoal, fios, foto dele, a gente coloca no posto. Ah é, fizer o foto, depois manda pra gente aqui. A gente coloca o podcast também. Boa ideia. Bem observado, bre. Tem um cara com uma câmera. Cara, Spunkiller é um nome muito de banda de Heavy Metal. Do Flow House. É verdade. É mais difícil. Terminando essa história do Cossum Play de Manaus, eu comecei a dar nota para os caras. Tchau cara, deixa de põe rende.
Então, toda vez que vêm um cara mais carado, já ficava com o pera dele. Mas esse cara, vestido de Chubaca. Nossa, caralho. Cara, foi um negócio de outro mundo. Porque ele estava com uma roupa que era gigantesca de pelos e com a cara de pelo. É uma roupa que se o evento fosse num grande do Sun no Inverno, ele estaria com calô. Ele estaria com calô. Ele estava no Imanal no Verão. Então, cara, é um novo ideal. Você tem que dar um pouco de credibilidade Para os personagens da região, vai de boto. Vai de corrupira, vai de boincatar. Vai de boincar, vai de boincar. Claro, brasileiro. É claro, é o cara foi de Chubac. Mas tudo bem. E aí, o pior de tudo é que o Chubacadeiro tinha um olho metroto.
Era meu vez, meu velho, eu cheio um chubaco mesmo, eu não olho no anaquí, o outro no dativeiro. Então nem nota máximo, eu podia dar para o cara, entendeu? Porque não era um chubaco, ó meu Deus, mas que chubaca. Não era um homem desse chubaco. E aí eu fiquei muito filmando o cara, aquele sobrenopalco. Ele fez a apresentação dele lá, deu uma de modelette, girou, igual, é como esbrasil, deu um burro, tipo, ó, fez umas pareçadas lá. Cara, no que ele deixou a escada e saiu, eu fiquei olhando assim, ele foi para trás do biombo que ele dividia, o palco do público, ele tirou a máscara, cara na hora que ele tirou a máscara, é como se ele tivesse um chuveiro lá dentro, cara. Saiu...
Uma cachoeira de pós-gaçouas de sua cara, não agente. Não foi uma agente. Se ele pegar se o capacete virasse, dava uma bacia de água. É muito sua. Muito, gente. Eu estou com o Láguia Aganza. Foi muito, gente. Fui muito, gente. Fui colocado fora. E aí, Luiz, Luiz Bener, né? Luiz Bener deu a dica e transpiração e que é uma palavra que resome bem. Muito bem. O cosplay e transpiração no sentido de realmente transpirar, porque não é fácil. Não, é fácil. E tem as fases do cosplay, né, cara? Como é que ela faz de adoração? É assim que acabou de colocar o cosplay e seurou no espelho, ó, tá foda pra caralhar. Então é a fase de assentação, que vai por... Não é de assudeia. Pra mim assentação é quando você sai do quarto e já começa a assentação. É, já começa a assentação. Porque é o teu pai, sem camisa, vendo a falsão ali? E aí passa o que o filho vestido de... Sei lá, de mulher maravilha. E aí passa ali e o pai tem que aprovar.
Ele tem que ir só para aquela casa, só para aquela cabeça. A gente vai comentar com o meu irmão, o negócio baixinho, esse moleque. Para onde vai esse cara? Eu lentei com medo do Latoa Frente, espero tu ir pro evento. Para comentar alguma coisa. É realmente, realmente. É o dia em que a gente errou e começou chorar. É uma situação. É uma situação. É uma situação. E aí vem a fase de transpiração, quando a fantasia já desmanchou, quando soja. E o pior de tudo é que normalmente o cara que ele faz cosplay. Ele não tem dinheiro para comprar um carro. Porque qual que é a relação? Não tem dinheiro, cara. Se ele tivesse dinheiro para comprar um carro, ele era empregado. E se ele é empregado, ele não faz como se fosse o play. Ah, empregado, se fosse o play. Então, trabalha. Normalmente o cara que ele trabalha, ele já não faz mais cosplay. Então, cosplay, ele é tão fudido.
Ele tem que ir pro evento. Tem um monte de cosplay. Não, estou ali já. Está se disserendo. Não faz cosplay de lência, tem parte todo mundo. O cara está tão fudido que ele tem que ir até o evento vestido de cosplay. Quem tem que pegar metrô, vestido de cosplay. Ele tem que pegar o ônibus vestido. O cara está fudido. Ele não consegue, ele não só está rolando, é gona hora que ele passa pela sala dele e o pai dele veio e fala, não é esse garoto aqui, não sei o que ele tem. Ele também sofre uma repressão ali da galera que está no metrô e nem tem de pique achar o tom no metrô. O que o pique achar o tom está fazendo no metrô? Eu também não entendi, o que o pique achar o tom no metrô? É perigoso, dependendo da rua que ele pega ele, pode japonhar de um grupo de goulos. É verdade. É verdade.
Não e eu sabe que tá lá próximo de quilo, né, cara? É o grande problema, só eu. É vocês, é a galera que está assistindo. Olha o cara vestindo de Pikaixão no Metró, e se eu falar assim, caralho, o que esse cara tá fazendo da vida dele? Isso é uma coisa porque a gente conhece o Pikaixão. Ele tava no metró do Japão e pegou a linha Rada. O problema é o problema com uma senhora de idade que não sabe o que tá acontecendo. E foi um rato, num metro, um rato de crema, ela pensa velha, o TNT tem que ser limpo, olha só o tamanho da cara. E se é uma Europa, são pessoas que não fazem ideia do que você está vestido e aí a gente entra num outro problema, que é o grande problema do cosplay.
Quer ele ter que explicar fantasia. É igual o humorista que explica a piada. Então é a fase de traga, fantasia. É essa fase de bem-depor da aceitação, é a explicação. É a fase da explicação. Que é a voz... Quando você cunca o cosplay, ele tem que explicar fantasia é a maior humilhação da vida dele. Porque daí ele tem que falar que é aquele anime coreano de 1997, que só foi lançado em setembro. Que só teve duas temporadas. E o cara tem que explicar. Para a pessoa e a pessoa tem que fingir que ela entendeu. Lembrei, lembrei, lembrei, é uma boa verdade. E óbvio que ninguém sabe que é que a pucana da colher aqui. Ninguém sabia. É tipo o cara da colher. Foi usado. Foi usado. Eu achei que arutiu o Chico a primeira vez. Ele passou. Ele estava com a colherna e eu falei que o cacolher é o cacolher. É o cacolher. É o cacolher. Não é o cacolher. O cacolher é o cacolher. O cacolher é o cacolher. O cacolher é o cacolher. É legal.
Será que, com o que é o ponto máximo que você pode chegar pra alguém fazer? Eu acho que esse é o limite de você ser famoso. É alguém fazer cosplay de você. Olha, eu tenho certeza que tem alguém aqui fazendo cosplay de Céfera. Ah, deve ter. Ah, deve ter. É o que é o certeza de soluteir alguma menina, que é o que é o que é o… que é E todos os amigos, assim, cada um é um sabonete. Não quero ser muito falo, esse fantasia, vando. Porra, que porque... Faltas, o que eu vou anotar? Eu vou anotar aqui, pra... Ou, Luide, bêneio, quer falar alguma coisa? Fala no microfone aqui, ó. E cantando, uba, uba, uba. E cantando, vou morrer. Cada sabonete falando ali, ó. E o cara pelado, bota uma boneca inflavela, viu? De mais. Que o outro fantasia legal.
Isso aqui vai rolar até domingo, acho que dá tempo de fazer as outras. E aí eu ir entrar nesse assunto, que é o seguinte, a gente vê a galera aqui vestida de X-Men, vestida de Batman, vestida de Sila Lanterna-Ved, vestida de... O Lantarão do Caracelho, estou só. Tem um cara vestido de Lanterna-Ved, obrigado, obrigado. Eu de ver a galera vestida de qualquer coisa, mas a gente dificilmente vê o cara vestido num personagem brasileiro. É verdade. É difícil você ver. Qual que é o critério? Caramba, Chidri. Blanca, é um protagonista de blanca. Casco é bom. Casco é legal. Você bolinha. Fala mais. Fala mais. Eu acho que se bolinha dar o mundo cospleia. O patriotismo. A gente defendeu o Brasil. Mas eu adoro que não.
Não, não é de estingar de uma! Aí, que é estingar! Mas é de se vestir como o brasileiro? Sim. Ninguém se vê. Cara, mas eu adúvido aqui, eu tenho que voltar. Eu o brasileiro, ele só se fantasia de personagem gringo. Mas será que o gringo se fantasia de personagem brasileiro? Ah, é verdade! O Japão tem um cara que tá fantasiado de cebolinha? É o sermado, Igor. É o sermado. Sendeigo como ele cons, será que tinha o cascão? Será que tinha o cascão? Acho que difícil. Eu acho possível. O que tem um remsede que eu as falei. Sempre que eu lhe disser, eu não deve gostar muito de pessoas de lá. Deve ter um cara nesse momento no Japão. Que tava vestido e turma da Mônica. Eu acho que nesse momento não, porque lá é madrugada agora. É, talvez esse momento não é pra não. Ou às vezes sim, às vezes madrugada, hora perfeita pra vocês portagear de alguém da turma da Mônica no Japão. Sabe um cosplay que eu acho legal? E que eu não vi nenhuma vez do chave.
O chavis, não tem nenhum chavis aqui, eu não vi. Aqui eu não tenho chavis. Eu não pode ser o chapolinho. É o chapolinho, tem mais a característica de erói. O chapolinho é mais erói, né? Ele tem uma reta biônica. Tem uma reta biônica. É a reta biônica. Para a pila do encolimento. É uma espilha garota. Ela muda em júlia, dependendo da não. Na nicolina ou colegarina. Cada dia ela muda. Ela muda em júlia. A taxa preta, taxa preta. É, taxa malena. Vai mudando, é verdade. E aí é uma teoria interessante pra gente pensar, será que nos outros países as pessoas se fantasiam de cosplays brasileiros? Não sei. Eu não sei. Tem aquela teoria famosa, que é a seguinte, de que nesse momento na China está acontecendo a mesma coisa que está acontecendo agora com chineses. É uma teoria.
Que eu acredito muito. Que são os cid e chinês, tem o Braian Chineis, que o Igor e o chinês, magrinho, igualzinho você. Só cor pro chado. Tem a galera que tudo mundo é igual, só que tudo mundo é chineis. E lá na China que vem de pastel, são os que não são chinesis. São os que não são chinesis. São os brasileiros, vamos lá vender para cá. A China seria um mundo inverso. Porque tem tanta gente lá que cara impossível não ter alguém que seja parecido com alguém no acidente. É possível, entendeu? Então provavelmente tem algum chinês que saísa um pouco de cash. Não sei como você deixa. Como que é a sua? Não sei como é que é. Vou botar no Google. O bairro colocou agora. O bairro é o bairro do bairro do bairro do…
O negócio diferenciar, ela roubou um livro aqui? Ela levou embora? Devolveu? Eu não vi. Eu vi ela pegando, mas não vi ela devolvendo. À um vez a gente tem estuprobado, galera. Tem cosplay de ladrão. Ela não está fazendo cosplay de ladrão. Aparação com a cosplay de ladrão, aquele levou um livro. E sei lá, que aconteceu. Inclou, deixa eu aproveitar esse momento que tem uma galera aqui. Vou fazer um snapchat. Fala, pessoal. Pode ser rapidamente. Fala, isso é um luto. Vamos fazer um exemplo aqui, vamos ver. Deixa o Chabria aqui. Cid, espontane. Você? Espontane. É bom, agora? Cid, faltou você apresentar a gente nesse podcast todo dia? É uma presente, é verdade. É um momento perfeito. Tá, vamos apresentar. Esse é um momento perfeito. Ao estrinta e quatro minutos de progão. O ex-apêxito. Não ouvo, ouvo. Viva, não come, que com o Expiracy. Oi.
Eu peguei o último segundo. Depois que a gente foi assaltada, por um coço do leite ladrão, que pegou um livro meu, saiu andando? Não costei de político. Eu não me deputado. Eu não consegui fazer nada aqui. Eu acabei de lembrar que eu esqueci de apresentar a bancada de hoje. A bancada não ouvo hoje que está maravilhosa comigo, se decidoso, sempre é que é maravilhoso. O pessoal mais bonitro, o podcast e a minha direita Braian Rizzo. Tudo bom? Tudo bom? E Igor Seco? Fala meu povo! O povo falou, cara. Eu estou emocionado. Na primeira vez, o povo falou... Eu nunca vou chorar. Eu não era a primeira vez na história desse podcast, mas de povo falou. Que idioma é isso. O povo falou, que é só... Que momento mágico. Que ficou pros anais da história desse podcast. Que virou momento, virou momento mais. Luide não está hoje, né? Mas ele está... Ele está, mas ele está. Ele acabou ficando preso na credencial lá.
Ele é muito grande, não conseguiu passar na roleta, chegarmos em um problema com Luide, mas tudo bem. Mas é de repente daqui a pouco ele aparece. Deca a pouco ele aparece por aí. O alguém fazendo cosplay dele porque o Igor não falta. O Daniel Baia não conhece ele, pessoalmente. Talvez ele seja onde você está. Talvez ele seja aqui. A gente não sabe, ele vai aparecer aí, mas ele está estinar aqui perguntando pelo Baia, acho que ele é o Baia. Ele está perguntando pra ver se alguém conhece, se alguém sabe se ele conhece, ele pessoalmente. Então qualquer um pode ser o Daniel Berg porque ele acaba fazendo a edição do podcast de forma... A Nônima. Qual ele falou longe? É de forma remota. Enfim, vamos voltar aqui pro... O cara falou que tem com as plays de incógnito, estou aqui. Ah, não, a gente falou isso. Como a gente estava falando aqui? Vamos voltar, vamos voltar.
Mas um cos... 20 reais. Só que tem um porém. Eu não tenho troco. Então tem que dar nota de 20. Não mentirar, acho que eu tenho troco agora. Só se ele tiver 60 reais. Tem uma nota de 60 reais. Não se trocada aqui. Tem umas paradas aqui. 20 reais. Tá ficando bonitinho. Olha a gente, o cara tá com a gente. Ele tá com o bradô. Ele tá de cosplay de com o bradô. Que momento mágico. O bradô de curador pro livro, meu Deus. É um livro misterioso. Sim, fazendo cosplay de vendedor. Eu estou fazendo cosplay de vendedor de livro de quadrinho. E o cara que está fazendo com a cosplay de comprador, na verdade ele está usando uma pochete. Ou seja, está fazendo um cosplay de comprador de ônibus. É um puta cosplay legal. Legal, pra caralho. Valeu, cara, obrigado. Levo, pegou? Manabala. Eu acho que eu, segundo que ele já pegou ali, é um pago, que já levou dois ali. Eu não comfim com o Bradete, também.
O que quiser, tem o livre aqui, que é o que o Blackcom Pro foi o 0-0-0-1. Eu nem anoci, esse livro ainda. Vem que teve um robado antes, não sei o que. É, teve um robado. É zero, zero, zero, dois, então. Então, o que eu estou interessando da mulher daqui, da folheada, e vem se gosta. É o bairro, está fudido, pede tarde, sabe? Tá uma zona, é uma zona absurda. Tá pegando um fogo, bicho! E o podcast de hoje tem uma situação interessante, que a gente tem um microfone ali. Se alguém quiser fazer um comentário, para eu falar assim, bem observado, Fulana? O David tá só no botão ali, um, e ó, pode falar ali que eu o David... Liga o botão, desliga ali, e tá uma maravilha. Vamos voltar para a santo. Não vem que falar merda também, tem que falar alguma coisa. Pode falar, o que mais a gente faz a fala merda. Para aí, vamos fazer com a play de famoso. Cid está autografando o livro aqui para o meu combrador, o meu combrador. Mas, escrever isso, vamos. Um abraço para o combrador. Para o combrador, João. Eu, para Santos? Galera, 7 Santos? Down, certo. Ah, eu também sou do Carlos V.
Ben Hável, ver que ele esteia, eu era o vizinho do champião. Antes dele morrer. Eu era vizinho do champião. Eu era vizinho do champião e vizinho do Betão, jogando corintes, a guerra do Corintes. A vizinha eu sabou. Vizinha essa voz. Não, vizinha essa voz. E o champião, cara, uma vez eu separei uma briga dele lá que estamos batendo um cara com capacidade de moto. O cara, ali, cara. Ele era muito louco. Muito louco, muito louco. Ele pegou, pegou com o cara, pegou com o que a passeira de uma da moto, começou a bater na cabeça no cara, eu fui lá separar. É, mas segura a mão, é que não é que é legal. Femou uma bagunça lá, enfim. Santa é uma terra muito louca, né? Bom, que bom que você é... São os segundo de Santa que vem falar comigo. Ou tem uma verja de Santa. Três de Santa? Ah é, um segundo de Santa porque ele foi o primeiro. É, foi ele, foi o primeiro, foi o primeiro. Meu pai tá lá ainda, tá na incrozilhada lá, e tudo mais. Bom, vamos lá, vamos lá.
O que é a incruzilhada? Porque não é de santo. O que é que é a incruzilhada? Porque não é de santo. O que é que não é de santo? Não achar que teu pai tá numa macumba. É um barro pobre. É um barro pobre. Essa parte não vai poder caixir, né? Talvez. Acho que não. A mais um acelho do mais ou menos. A mais ou menos. A mais ou menos. Eu me deu tiro. Um cosplay de baliado agora. Você escutou, varante. Eu tinha uma ideia. Vou fazer assim. O Luiz Bener, nosso ouvinte, que foi o primeiro a chegar. Boas horas na tarde já tava campando aqui pra escutar o Novo. Ele deu a palavra. Que resumiria um pouco a cosplay, né? Que para ele foi a transpiração. Sim. Eu gostaria de saber de outros ouvintes aqui. Você não tem uma palavra que define a profissão entre aspas, cosplay. É, Luide falou a transpiração, eu falei vergonha, eu falei a falo que é. Eu não falei nada, eu não sou o braço. Ah, você é o braço. Eu não falei nada, hein. Eu não falei constrangimento. Constrangimento. Alguém tem uma palavra que define?
Fala aqui, ou... Então, não é jompedra, então, cabaço defínica. Cabaço! Segunda jompedra, cosplayé. É seria um sinômeno no baça, na baça ali, quando você compra baça, né? Você abre ali nesse clopé, veem, cosplayé, sinômeno, com cabaço. É possível, você tinha falado uma outra, qualquer? Vaga a bundo, falado... Vaga a bundo, também. Ou ser ninguém gosta de cosplayé, né? Isso, parecia que não é um evento de cosplayers. Fala aqui, fala ali, fala ali. Não é questão de gostar, não gostar. Sempre dia que elas gostam, as tal, as tal, as tal. Ele tá fazendo gostei estarado aqui, né? Ele veio fazer cosplay de machista, tá, aliás. É o podcast pra ditar a lado do metrô. O podcast do encochador. O chador do trem, do ano da Lêu vermelho aqui. Vem aqui fazer o podcast pra dincutando. Vejam, os bubs é sempre da hora, tregar. Vejam os bubs é sempre da hora. É uma frase que não se conta de... Só por você se referiria a peitos, como bubs, você nunca deve ter visto um palco sobre o... Tá louco. Tá louco. Que que é isso mano? Tá louco. Tá louco. Meta bom, tá bom, é uma boa... É uma bom bem observada.
Eu não sei o que é o que é o que é… o que Deu pra entender, né? Vale, vamos aqui, gente. Não, o que eu acho que vou acertar. Um evento de cosplay que não era um evento de cosplay não era um evento nerd, mas só não estava fazendo um evento de cosplay que não era... Não, não era aí. Tá, eu não entendi, tá? Eu fui uma vez um show. Eu vou me repender, ele fala isso. Ai, meu Deus. Mas era um show de uma cantora. Daquele aqui. Que eu gosto muito. Jogão. Não? Jogão, não gosto, não. É o gosto muito da... Eu vou me repender, nunca, mas eu gosto muito da eva o Lavine. Foi em todo o mundo fantasiado de adolescente. E no show que eu fui, foi num pacaimbo. Eu paguei 40 reais pra ir. 40 reais, não é? Ah, outra época né, cara? É época da alegria. Era uma outra época. E aí entrei lá no show da eva o Lavine e tudo mais e eu fiquei assustado como todas as meninas, todas.
100% das minhas, que só tinha menina aí eu, né? Era o único viadão. 100% das minhas eram iguais a Evrolavini, todas as erenguais. Claro, é o único que era cabelo liso, não sei o que, moqueira, sabe? Todas as erenguais lápis no olho, todas as erenguaisinhas a Evrolavini, e eu fiquei apaixonado. Para onde eu olhava, ficava apaixonada, porque eu adorava ele, achava ela maravilhosa, acho ela maravilhosa, né? Porque ela ainda tem 15 anos, né? É assustador, né? É, ela é immortal, né? Até até o teoria de que a Evolavini está morta, né? Mas enfim, eu acredito, porque não tem outra explicação, né? Porque eu em vilhecia, ela continuou do mesmo jeito. E eu era apaixonado por ela, só apaixonado por ela, e Evolavini se você tiver ouvindo? Ai, Lávio!
Eu te amo, né, para quem não sabe. E aí todas as meninas são iguais. E é um evento muito bizarro, né, porque todas as pessoas estão fazendo cospele involuntário de fã da evola vinte, né? E o que acontece é que uma menina que era igual a evola vinte passou pelos segurança. O que eu não sabia, era ela. Será que eu tipo o show, fósforo patatipatatar? É exatamente. É o que é aí no alô, saíro. Era o show, fósforo patatipatatar. É, porque o último show que ela fez, estava pelo menos 400, só para tirar uma foto com ela. É, fazendo-me tem grito. Lembrando que a foto era longe dela. É verdade, a foto era longe dela. E o pior é que você tinha que pagar essa foto.
De 400 a 600 reais para tirar a foto longe dela. A gente não pode encostar na aula. Mas só eu estar respirando mesmo o oxigênio da Evrolavini. Eu sempre ficaria feliz. Eu sou fã, cara. Tem umas pessoas que sou muito fã e a galera acha que é mentira. É molejo, por exemplo. Eu sou fã de verdade e a galera acha que é zoeira. É brunho de marrone, porra eu gosto de marrone. É verdade, porra. Eu gosto de marrone. É o acerto que agora de descobrir o que eles são... Meio crime no outro. Pro de uma cabona. Não, é, depois eu fiquei meio, eu fiquei meio... Quer fera, por exemplo. Sou muito fan. Ah, eu também. Sou fan pra caralha. É verdade, eu quero ferro tremendo. Eu quero ferro tremendo, eu quero ferro tremendo, assim, eu quero... A mão da... A mão da céu, eu quero ferro tremendo. A mão de dar like no vídeo, nossa, chega a trever. Mas enfim, mais enfim. O assunto hoje não é quefre o assunto é... É cosplay. É cosplay. É cosplay.…
Sem saber o que estava fazendo cosplay. Eu todos aqui, todos aqui, todos nós, esses anos, dia do índio na escola. Aaaaah, olha aí, primeiro cosplay da vida de toda a casa. Bem observado Igor. Festa a junina. Festa a junina. Você aí, eu fiz cosplay de de de de jeca. Então, mas não, de de de quem é assim. Chico bento. Não, chico bento. Cara, falou a verdade. Festa a junina. Festa a junina. Cosplay de chico bento. Não sei, cara. Tudo o índio, coba, splage e papa capim. A será que todos os eventos escolares da Ascira é o filho do Mons. É um cosplay, Igor. É um cosplay da turma da Mônica? Eu acho que sim, cara. É verdade, poder rolar uma teoria sobre isso. Porque realmente é um negócio pra se pensar. Porque na festa junina, você na teoria, você tá fazendo cosplay de Caipira.
Não, não. Não, não. Não, não.… Eu que sou lá de Brasília, já cansei de Vinho de o iPhone. Você quer de Brasília e da canção, tá cafou com Indiclusive, né? Você cara faz isso lá, né? Lembrando que você tem a propriedade de falar de cosplay, porque já fizeram de você na balada, né? Já fio... Oh, bem, lembrando, só... Bem, lembrando, esses ouvintes tão maravilhosos hoje, estão participando de forma perfeita, como eu já contei. Sabe que eu espero que uma hora alguém faça cosplay do íconido No Ouvo? Que fica o oceana da mesa de ouvo com fone de ouvi. Ah, é bom porque a galera pode confundir com a dança do ouvo do falsão. Ah, é também, é bom. É bom. É bom, É bom, É bom… é bom
Que é que já fizemos um cosplay meu numa balada. A gente contou isso no episódio, abalamos na balada, que é o nome maravilhoso, ou seja, eu tinha falado aqui que o ápice da fama era alguém fazer um cosplay. É verdade, verdade. Se já fizemos um cosplay meu, se significa o quê? Famos. Sou tão famoso, quanto é a Evrolavini? É, eu sou famoso para a Caralha. Já fizemos um cosplay meu? Eu diria que mais do que a Evrolavini, porque os cosplays da Evrolavini estavam em um show da Evrolavini. Não era tua balada, é uma normalidade. Eu sou mais famoso que a galera se fantasia de cidi pra andar na rua. E eu tenho muito. Não é o que é? Não era o que era a verão. Era aí volou a vina. Então o negócio que falou também é esse cosplay involuntário. Às vezes a pessoa tá fazendo um cosplay involuntário de alguma coisa. Eu sempre vejo uma senhora que é um pouco acima do peso.
E tem aquele peito já um pouco meio muxo. Pô, é uma senhora, tem o peito meio muxo. E aí ela está... Já sente, ele está com o peito meio muxo assim. E aí ela está usando uma camiseta amarela e uma calçadinha. E aí o peito dela parece dois olhos, ela está fazendo cosplay de minion. E ela não sabe disso. Ela está fazendo minion. Só porque ela um pouco mais cheia e ela está calçadinha, o peito caiu para sua olhinha. Minha triste. É o mínimo, é o mínimo, meio triste, cabezbaixo. É, o mínimo é meio possível. Tem muita senhora que, por aí, pela vida, que está fazendo cosplay de mínimo e ela não sabe. E tem muita gente que está fazendo cosplay de outras pessoas e não sabe. É o que tem de cara com óculos de arugroço e brusa chadreis, que está fazendo cosplay de pesquência e querer não sabe. O cara às vezes é confundido com alguém e às vezes é o acontece comigo porque...
Eu acho que eu tenho uma cara meio comum, não sei. É um rosto meio deformado, sei lá qual que é. Oa, da minha cara, é... O que eles confundem com quem? A galera chega no Twitter e fala assim, boa, que legal encontrei o cid na Paulista. E eu estava em casa, ele coeca. Eu não estava na Paulista. A galera vem e tira foto com outras pessoas. Ah, achando que é tudo. É, tira foto me marca na foto e não sou eu. Eu lembro que se aconteceu uma vez. Pára as vezes. O cara jogou no sinú, cara lembra? É. O cara jogou no sinú, que não era eu, é eu não salva aqui. Marcou e o cara ele ainda fez assim, cara. O cara ele ainda fingiu que era eu. Achei do caralho. Eu farei o mesmo. Muito bom, muito bom. Achei, eu quando tava com a barba grande, né? É foda, quando o cara tem a barba, é igual quando o cara é negro. É mesma coisa.
É só porque você é negro, você é parecido com o ouvo lano e tal, que não tem nada a ver com você. É parecido com o Wagner Love. É. Olha só, você igual o Lazaro Ramos, não tem nada a dar, não tem nada absolutamente nada a ver, mas só porque o cara é negro, o cara acho que é a funer, não é parecido com o não ser que quando o cara tem a barba grande, é a mesma coisa, só que você tem a barba, você é parecido com a um imora. Com ozão abenlar, com ozão abenlar. com ozão abenlar. com ozão abenlar.… Com ozão ab De não, Frago, é. É só eu caracê, ser um mendigo que ele tá fazendo com as premsas. Não é assim que funciona, né? Não, não, não. É o Braia também. Se a gente olhar, tá fazendo com as premsas de quê? De quê que eu tô fazendo? Jesus, pra mim Jesus. Jesus ou Besos.
Não, Jesus, não. A Cruz não ia aguentar se Jesus ainda não. Tem que ser o amor de a Forçada. É, ou, Igor claramente é o Salsicha, né? É, ou dev de Geta, depinto do pessoal. Ou dev de Geta, que é a pessoa. Cara, Luigo. Depinto do que a pessoa bebeu. Você poderia ser um dev de Geta? Pois é, cara. É verdade. O nome seria dev de do Geta. Dev de do Geta. É o dev de do Geta, cara. Nossa, é o famoso dev de do Geta. Tira, tira o microfone de perto dele, mano. Mas alguma coisa relacionada com a sua play, que a gente não abordou aqui porque a gente falou pra caralho, né? A gente falou uma hora, a gente tá uma hora falando e teve alguma coisa relacionada com a sua play que a gente não falou. Eu não lembro. Peta, é uma sua play gostosa, né? O cara é muito caralho, ele só fala isso. Qualquer peruto que fizer ele, que faz um pouco de peito. Tem um ouvinte, porque a gente fala ele leva pra pornografia. Mas tudo bem, acho que dá pra gente falar sobre isso. Porque assim tem, é verdade, não tem como fugir. Tem muito cosplay.
Feminino, né? Que na verdade a menina não estava fazendo cospreta, foi um cospre de gostosa. No final das contas, é um cospre de menina que a gente entrou aqui, que ela estava fazendo cospre de mulher maravilha, só que ela não estava com uma fantasia de mulher maravilha. Ela estava com maior da mulher maravilha. Ela estava de maior. Ela estava de maior. Ela tinha que comprar calcinha da mulher maravilha. Ela não era uma maior da mulher maravilha e ela estava com um negócio na cabeça. Pois é, pois é que às vezes... Sério? Olha, eu não sabia, não sabia. A informação é que a... Cara, a gente é tão olhada no público. A gente é tão olhada no público. A gente é tão olhada no público. A gente é tão olhada no público. A gente é tão olhada no público. A gente é tão olhada no público. A gente é tão olhada no público. A gente é tão olhada no público. A gente é tão olhada no público. A gente é tão olhada no público. A gente é tão olhada no público. A gente é tão olhada no público. A gente é tão olhada no público. A gente é tão olhada no público. A gente é tão olhada no público. A gente é tão olhada no público. A gente é tão olhada no público. A gente é tão olhada no público. A gente é tão olhada no público. A gente é tão olhada no público. A gente é tão
Não, não a foto dela, o postre que eu entendi. Então parece já um mercado, então. É o mercado de vendas, trocas e vendas de cosplay. O cara vem de a foto dele com você, autografa, cara realmente nunca tinha pensado. O grupo, o sino, foi esse book, que troca a foto com as férias. Trocas de ficoinhas e osássico. Traca, e com os dois dias de São Paulo. Cosplayer de Adema. Cosplayer Manaus. Aí eles ficam se comunicando e vendendo fotos entre si. Cosplayer Branco. É. É. É que tem no final um álbum de figurinha gigante. Só de cosplayer. Só de cosplayer pra você, com os cosplayer que você comprou. Eu acho que se não tem de ver ser feito, porque aí um ano...
Um... O caria, um óbvio figurante de costumbre. Ah, eu compraria, cara. Só pra ficar rindo do... do... do pessoal, assim, véi. Por que ele se... Cara, você se tentou, senão, deixa eu falar. Só falar mal de costumbre. Se é uma questão... Pronto, é um preconceituoso. Cara, a gente tá... É... não tem algo bom. Esse que eu tava... Não tem isso aí, senão... O problema é que não vem ninguém de costumbre. É, como? Não, passou... Passou de Não Salvo. Qual é o passado do não? Qual é o passado do bem? O problema é parar alguém, alguém parar. Para alguém vestir de cosplay para parar, para falar, vamos tentar achar para a gente finalizar o podcast. Vamos ver se é o cara de cosplay de Real Oakite, olha. Nossa. Ah, tem uma menina de cosplay pintada, ele. Mas aí que tá, fica sempre na dúvida. Será que a cosplay é o que eu falei? Eu fico sempre nessa. Eu sou uma ouça segurança. Vamos perguntar uma coisa. Eu sou... Vem de microfone aqui, vem aqui no microfone. Eu sou... Eu não manjo nada dessas...
Eu sou o Swingside, falei bati. Só pra gente inteira, porque a gente tá discutindo sobre cosplay. Estão num cosplayer agora. É, a gente estava falando aqui, como é legal, se cosplay, putar do caralho e tal, a galera se esforça por fazer os cosplays da hora, né? Como é o mundo mágico e tudo mais. E são algumas dúvidas assim. Você participa de concurso de cosplay, por exemplo ou não? Eu? É, você? Não, não, meu aqui na própria evento eles estão maquiando. Eu só chego a te uma barulheta na cara da criança. Tipo isso. É tipo isso. Por favor, vem cá, lá com o microfone. Fem cá, cheiro. Eu falei com o profissional. Acabem o meu vibro. Muito obrigado, Raleiquire. Olha Luide aí. Olha Luide aí.
O baio está muito fundido para estarem só... O baio está fundida, se pode dar. A gente viu uma família de cosplay. Ah, isso é legal. Um pai vestido de... de quê? De quê? Do guardio de Zagalaxian. De uma píde de cu. É um pai vestido de cu. É um pai de família. Ai que delícia. Quem mais? O que? Eu... A mãe vestida de Harley Quinn, de... Eu tô fingindo que eu sei que você tava... Eu tô fazendo cosplay de entender dor. E a filha... A filha é vestida de enfeite cera da... Ooooooo... O que você tá falando? Fique de jornal pra dentro? Não, Não, Não… Ah, é que foi uma família, foi uma família, foi uma família… O que eu acho que é muito velho, cara? Eu acho que as ideias que eu as expliquei a gente dar são ideias de se perguntar para uma criança 10 anos, aqui não faz ideia do que a gente está falando. O senhor faz de pude bem 10. Fomele tem 10 filhos.
Fantasia, um filho de cada alho e vai aproveitar o cara, vai fazer isso? Legal, aí você finge que está mudando o alho e vem a criança e vai... É difícil você pagar 10 ingressos, né? É difícil, né? É difícil, né? É difícil… É um ponto positivo no cosplay. É que fazemos um meio que uma homenagem e eles não são famosos. Então eles vão no evento para poder um bagulho que eles gostam. Posso tirar uma foto com você, que não sei o que. Um minuto de fã, entendeu? Eu acho que falou bosta, Maurício. É, eu acho bosta. Eles fodem uns minutos falando. Bacha altestima. Bacha, chima, senhor polêmico. O cara do Tô de Brasil de Valencia. Foi um polêmico, foi um pouco polêmico. Eu acho que com essa frase bosta aí do Maurício que tentou filosofia. Vamos falar mais um pouco para passar essa frase e acabar bem o programa. Não, vamos terminar aqui. Eu quero terminar por baixo, né? Quero terminar por baixo. Muito obrigado a todos os fiéis, ouvintes aqui na Côme que é com, que escutaram a gente. Muito obrigado, muito obrigado. E aqui termina mais um No Ouvo, Valencia.