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Siiiiiiiim é verrrrdaaade, no ar mais um Não Ouvo!! Dessa vez um tema delicado, q vai separar os fortes dos fracos!!! Histórias de merda! Não no sentido de histórias ruins, no sentido literal mesmo….. histórias sobre ~cocô~… da o play aí pq o papo vai feder!
Resumo
O episódio do dia é dedicado, sem pudor, às histórias de cocô, num nome que homenageia o quadro "Merda Acontece" do antigo programa de rádio do Hermes e Renato. Cid, Braian e Igor tocam o episódio sem o Luide, que faltou, e prometem encaixar a risada dele por cima, a gosto do freguês, para compensar.
As conversas começam pelo lado cultural do assunto: a privada japonesa cheia de botões misteriosos, o banheiro que toca sons de passarinho, privadas europeias de design curioso, o que se joga ou não no vaso e a lenda do gelo vindo de avião. Depois vêm os apuros pessoais, como a empresa que ficou duas semanas sem água, o banheiro de festa de aniversário, o colégio sem tranca na cabine e o colega que preferiu bater recorde de fliperama a ir ao banheiro. Há também uma casa alheia onde a descarga estava quebrada.
O fecho é a melhor história de um deles, passada em viagem de trabalho com pote de Nutella e rolo de papel higiênico, que vira confusão no check-out do hotel. A hashtag final pede "mais Nutella, menos merda".
Destaques
- Abertura sem o Luide, com a ideia de encaixar a risada dele na edição.
- A privada japonesa cheia de botões e o susto com o jato inesperado.
- Empresa sem água por duas semanas e a solução criativa do galão do filtro.
- Conto do cara que preferiu bater o recorde do fliperama a ir ao banheiro.
- A história final do hotel, do pote de Nutella e do mal-entendido com a camareira.
resumo e destaques escritos a partir da transcrição automática
Transcrição
70 trechos · 11.661 palavras
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O origem de tudo, no princípio Deus criou o céu e a terra, pois na terra não havia forma nem vida, uma grande escuridão cobria o mar. E o Espírito de Deus, pairafas sobre as águas, Deus então disse.
É verdade, estamos de volta para mais uma Ouvo. Eu aqui tentando comandar essa bancada maravilhosa, a Cid se doze com o meu, a, a, a… Então, o que aconteceu com Luide? Ele não está presente, ele virou em Coge, então, eu achei que abriu um olô brama do Luide. Será que ele é aqui? Estava com uma loja, não consegue. Será que ele apoiou na academia? Porque no último episódio ele falou que ele ia fazer burlinos marombas. Pode ser, de repente. Mas ele não deu certo. Eu espero que tenha apoiado muito. Que modade, cara. Pois eu estava lembrando que quando Braian não teve presente no podcast, A gente substitui o Braian, pela Cabraian. Foi uma ótima substituição, inclusive muita gente não queria que o Braian voltasse, queria que a Cabraia ficasse no lugar do Braian etalamente. A Cabra tá no banco agora, a Cabra no banco é tipo um messa, se qualquer um sair, entra um melhor. É aquele banco de reservas ali que tem muitas trilas. É mais ou menos isso. Então qualquer coisa a Cabraia pode entrar aí, fica esperta, Braian.
Fiquei espérito, agora que o Luide faltou a gente tem que achar também, um substituto, o que é mais marcante assim que a gente pode ir? Eu tava pensando assim, um substituio Luide, só pela risada do Luide. Olha, olha, olha, eu já abou. É uma coisa boa. Porque a risada dele já é o suficiente, é... A qualquer momento mesmo, quando não tem graça nenhuma. Não tem graça, a te botar. O baio é o botar risada dele. Então, baio, botar aí na edição aí, a risada do Luide. Essa aí é a risada do Bob Spongebão, é a risada do Luide. Não, não. É, É, É… é Botar risado do Luide? Não, é mais. Rizado do Luide é melhor, botar aí. Sim, agora sim. Essa, óbvio. O melhor do que a Rizado do Biring, inclusive. Parece que tem que ir de taquilo. Fazer uma coisa. Então, durante a nossa...
O nosso episódio de hoje, a risada do Luide estará como se fosse o Espírito Santo, na harmonia da Justiça. Será entre nós? Pr Commission, mas tem que cuidar o lugar de botar, porque o Luide gosta de derrumper a gente quando a gente está falando. Então tem que ser quando a gente está no mesmo. Agora, por exemplo, eu ia falar uma coisa transizada. Tem que ser. Tem que ser assim. Tem que ser assim. Tá bom. Então está combinado. E o episódio de hoje, vocês não sabem sobre o que quer, mas eu sei, porque sempre estará minha mente. Um episódio de hoje é o seguinte, é sobre uma coisa que todo mundo faz. Mas a gente já fez de pegar ônibus. Não, não é de pegar ônibus. Nem todo mundo faz, eu cheio que escapa, por exemplo. Tem certeza que não pega ônibus e nunca pegou na verdade. É uma coisa que todo mundo faz. Todo mundo faz. Todo mundo faz, não é ideal. Não é que ele não é... É sobre o dormir. Não é o que é? É sobre o dormir. Doir o meio não, porque nem todo mundo dorme. Não, não. Vamos pirar nos ouro. É, vamos pirar no mundo. É sobre...
Merda é sobre posta, é sobreféssis No sentido literais, sobre fazer coisas erradas É porque as vezes a merda pode ser uma coisa errada também Pode ser uma situação... É, tem de dependendo do lugar... Exato, não é a toa que o episódio de hoje se chama merda, acontece Inclusive em um menagem ao... O Hermes e Renato Não é mais saudoso, porque o meu menes saudoso voltou na effects, né? É verdade, eu não sei o que ele tá fazendo no Hermes e Renato, né? Mas eu era um exernato, e tinha um quadro, né, um exernato, que era o merda que acontece, que eles contava histórias relacionadas a Coco. Coco? Coco, né? É, acho que é de quadrada de mães. Eu gosto da palavra Coco.
Eu falo com cor, isso é meio me de acordar. Mas é melhor que você não precisa saber. O que ele vai fazer em banheiro? O cara faz, não, eu vou olhar, soltar um barrão. Cara, é um cara que fila a pincaria, cidadar aquela dêcada, pincinha de aquela abresa, eu quero falar em banho e cargar. É, É, É… Ele tinha um amigo meu, que ele tinha um sonho da vida dele, que era cagar em todos os países do mundo. Ele não queria só ir no país, ele queria cagar no país. É porque você aí no país é fácil. É difícil você ir na Coreia do Norte, cagar na Coreia do Norte. Aí é muito mais difícil que você só ir. Talvez você se cague inteiro só de chegar. Mas é muito mais difícil. E depois também porque alguns países tinham uma privada que é um pouco diferente. Tem, é verdade. Tipo do Japão, o Japão já é um parado no chão. Eu fui numa privada no Japão. No Japão? Estão ligados, mas que é? É aqui do botão de passar. No chão no Japão. Mas tem algumas que no chão. Tem algumas que é no chão. É, não, no Japão? No Japão. Que o pessoal acha que ele fala que é. É, o que eu fui, mas enfim, tá bem outro.
Eu não estava no hotel, mas eu não estava no cabana. Eu não estava no hotel mais pra grinho que eu ia ter que confundado. Eu fiquei no hotel em 2012. E aí eu fui usar a privada e fiquei levemente assustada porque ela realmente é muito diferente da privada brasileira. É o primeiro porque ela é muito tecnológica. Segundo que eu tenho ali o puxão. Segundo porque ela fala em Japonesa. E não é mentira, é verdade? Ela fala? Ela faz tudo, tipo, tinha um monte de botão, é como se fosse um videogame da merda. É, eu já vi isso aí. Ela do lado tinha um vários botões, só que não era um íconi. Por exemplo, você vê um íconi de alguma coisa, você sabe o que aquilo significa no mundo inteiro, né? Não, era um, era um rabisco, né? Era um letra japonês. É um letra japonês, tá? Que, né? Que pra quem não é oriental?
É como se fosse uma tatuagem qualquer. Pode ser qualquer culpa, ou pode ser paz, ou pode ser a rois. O que quando você está sentado numa privada com botões? É perigoso. É perigoso. É perigoso. É perigoso. Que vai ser a pete. Então, eu vou aconselhar. Então, é sobre isso que eu quero falar. Porque isso aconteceu comigo, cara. Eu tava sentado na privada e tinha, não tinha descarga, tinha um botão que dava descarga, só que tinha muito botão. Cara, sempre que a gente tinha uns 15 botões assim. E aí eu falei, não, eu vou apertar aqui, daí eu apertei primeiro botão. Aí tocou um meio com uma corneta, porque... Isso não significa que isso. Em que momento você vai estar cagando e quer que só um larga. Eu não sei pra que você... Pra que você não respondeu a pessoa quando ela te faz um outro...
Ah, o cara grita do outro lado. Tem alguém aí de ver se falar? Tem, tá? Pode ser. Pode ser. O dedurar, que era você que tava lá. Ou as vezes, que o ó, sim, ou não, sim duas vezes, não, a vez. Pode ser, pode ser. É uma linguagem para que tá dentro na cabine do peiro. O que eu não vou fazer. O que eu vou fazer? Tá, não vou ficar. A situação constrangida. O que eu vou fazer no força não consegue falar. Ele vai, o que? Fica, fica meio chato. Vai, só um pé, tá aqui. É uma boa, é uma boa ideia, inclusive. Eu ia dar um tais aí. Alguem de dorizado, né? Foi bom mesmo, bom. Quer dizer que foi bom. Naí eu comecei a falar, ó, tê caixar o botão de skype. E aí, eu peguei um vuxela, dentro. Eu pra que tem um outro botão?
Tocou som de passarinhos. Olha, eu fiz um espérito de passarinha. E eu fui caralho, que coisa bonita, né? Esse tá cagando, eu fui ouvindo para o casalato, se que eu tô no passarinho. Claro, de passarinha, para quem faz coco com cheio de clores. É, né? É, vacana. E aí teve um botão que apertei, vi um jato gelado no meio do no ano. Nossa, gelado. E aí, tava gelado, cara. E foi, cara, também um susto, velho. Não, estou me envelhando. Estou num susto absurdo, cara. É tipo uma descarga ou contrário. Não, eu dei um pulo na privada, né? Falei, não, agora vou começar a testar os botões em pé. Aí eu comecei a testar, pra não ter perigo. E aí eu apertei de novo esse botão que eu estava em credo. O apertei de novo e saiu um jato pra fora da privada. Eu fiquei, vai que Luide, se aperto botão, a privada vira um transforme. E que é pra tudo, o truco, pode acontecer.
Eu não sei o que é que é curioso, mas eu não sei o que é que é curioso. E aí você não quer que as pessoas escutam o seu peito? O que você faz? Você aperta o passarinho na hora que vai. Sacou a ideia. É o pessoal sem te fio, eu só. É porra, é um povo maravilhoso, né, cara? Ai, é o cara, você... Só que assim, o cara sabe que você tá peidando porque ele tá ouvindo o passarinho. É. Olha lá, o peidão, olha lá, o passarinho que ele tá mandando lá. É a mesma coisa, não. Acabam não mudando muita coisa, né? Não precisa arrair. Mas enfim, privada, já porra, é realmente um negócio assustador. Eu falei com a Mary Moon sobre esse assunto, esse gg? Eu estava falando com a Marimua, ela falou que ela foi na Índia e na Índia era que ela se privada, você se falou no chão, né? E aí ela tinha que fazer um agachamento ali para conseguir cagar, conseguir fazer o seu lado. Será que o gringo, quando veio pro Brasil, ele achou privado no Brasil dele, isso é tudo isso.
Eu acho que a primeira coisa, a primeira impressão dele é quando ele se sente, ele olha pra porta, tem muitas coisas escritas, assim. E eu acho que ele vai comer se que um pouco fora. Ficamos, né? Ah, né? Acho que se tem ele no inteiro, né? Falam que os grinhos aqui no Brasil, eles estranham a lixer do lado da privada. Do ladra, porque já não lixo. O que ele é um papel direto no vaso, né? Joga direto no vaso, né? Mas aí eu também já fiz esse questionamento. Por que que alguns países você joga? O papel gênico direto no vaso e aqui no Brasil, por exemplo, a galera fala, não, não joga, joga no lixo e aí é mais lixo no seu quê? É porque depende do tratamento da água, da cidade. E no Brasil a gente não tem ainda o tratamento adequado pra tratar o papel. Então ainda não é... Fora quentópio, privado. Fora quentópio, mas assim, se você tem a descalga, pode ter de foda, isso, né? E aí na gringa, a galera pede pra você jogar o papel dentro do lixo porque já...
Eles conseguem acabar com papel lá e resolver uma criança. E dá para criança, bebê, exatamente. Se eu paga a gente, depois está a torucar. Criante, corpos na criança e ela cresce mais forte. Sim, sim. Lembrem de outra privada, também, que é diferente. Na Holanda, eu fui numa privada na casa do Leitou do No Ouvo, não. Leitou do No Salvo. Que a privada, cara, eu vou tentar explicar essa privada para ele, mas era uma privada que pelo que eu entendi, ela bem como na Europa, era uma privada que ela era para frente. Como é que vai explicar? A água, onde saiu, né? A água, aí tem o, você lá, o redemunho, lá da água, lá. É, devem se ficar no fundo da privada, ela ficava na frente da privada e você na verdade cagava na louça da privada. Você entendeu? Ah, eu entendi, era uma privada. Então você cagava e ficava vendo a sua própria bosta. É, aí? A bosta não ia na água, ela ficava fora da água. É igual... É igual... E o continho de bosta dos pardas. Isso, é igual igual o privado de Gabião, né?
Não, privada de avião. Ela é de novo. Ela não é direto, ela não tem água. Ela vai, é vural, é válvago, não é? Também é outra privada de caracuquia, mas é diferente. Ela tem que falar de um mesmo tempo. De fazer e continuar ali até apertar o botão. É, é mais ou menos isso. Mas essa privada é diferente porque é numa casa. E você está na casa, e você se você está com um dia arreia, você vai acumulando o bosta. E pode chegar até a sua bunda. O tanto de eu, você vai ficar sentado em bosta. É, se você faz um negócio muito absurdo, a bosta chega até onde está a saí, é virou um... tem que atidar a galha, né? É, lembre-se de mim, é um historiasa também. Cara, tem que ir dando um carrega pra não bater, caber o cento de milhares. E aí, quando você aperta a descarga, aí sim a água vem, envolve a sua merda e leva ela em um barro. Exato, como daí eu fiquei me perguntando por aí, porque é a privada daquele jeito, né? E aí me explicaram lá na Europa, porque é o seguinte, é por causa da época...
Que o pessoal te ocupa na frente? Não, era na época. Eu não me odeio a evolução desse peste de humano, que era na frente. Era uma época da Europa que existiam muitas doenças e as pessoas não sabiam exatamente que doenças, não é essas, é isso que criou o hábito de você cagar e olhar para o seu próprio corpo a ver se tinha alguma coisa que poderia ser uma doença. Você tinha alguma coisa que você tinha que avaliar sua própria voz. Você tinha alguma coisa que não estava chorando bem, ele. Você tinha que avaliar sua própria voz para ver se você não estava com um sem lá, peixe bombôrinha, não sei, alguma coisa. Alguma coisa complicada, gente. Mas pra empregadas ali deve ter sido um grande trabalho aí pra quem lava a banheiro deve ser um problema sério. E se você não aperta de carga, imagina o próximo chega já tem merda já na na do topo.
E é que eles países onde a água da privada gira no sentido de onde orar? E aí, qual que é esse? Talvez eu vou falar merda, mas com um programa sobre merda, eu acho que são os países do outro lado da linha do Equador. Eu acho que não faz, eu acho que eu prefiro ter o seu privado. Eu acho que depois da sua privada só. Não, tem que ir. Eu lembro de já ver a matéria no Globo Reporta, que o... Sobre isso. Caralho! E aí o cara, o cara atravessava que ele estava numa cidade, onde uma casa ficava de um lado da linha privada. E aí ele ia numa outra casa de três quadras da linha e uma terabasa de novo e ela já foi pro outro lado. Me adeço que uma pele avósa que ia ser linda do color.
Cara, vai palha de quadrão, fazer uma atras sobre descarga de privada. Meu Deus, porque ele não pode fazer sobre... sobre ilustrição, que sou... sobre ilustrição, sobre as montenas a sua issa, que são todas as as as… De que antigamente o avião, quando você me java no avião, ele soltava no ar por mijo. Então, eu vi uma notícia recente, cara. É verdade, só que o que aconteceu e deve ser a notícia que você vai falar também. O mijo, às vezes, ele congelava no ambiente até chegar no solo, ele congelava e virava uma lança de mijo. Mas já chegou uma pessoa a morrer empalada por uma lança de mijo congelada. Eu juro, cara, eu tô te fraqueando por aí. Cara, pode ter que qualquer voo comercial? Não sei, não sei. Não sei que mudar, só ir. Não é essa. É uma magiaciente.
Na Inglaterra, a casa de uma senhora foi o telhado, foi destruído por um tijolo de bosta. E caiu de o avião, com o gelô e virou uma barra. Era o vazuca. Caralho, velho. Aí quebrou o telhado da dia lá. Não. A gente achou que a nossa companhia era o meu ruim. Vai ver, não sei como é que funciona. Mas pelo que eu me entendia, eles mudaram, assim, a coisa armazeram a merda, até chegar no voo mesmo, porque o dia tava... É o meio melhor, mas acontece. Você se empalhado por uma flecha de mim, viu? Olha, eu posso aviar o estivo do seu pão, cara. Eu fico muito medo de morar a necessidade de merda. Cara, agora acontece. Cara, o que que bizarre é que eles fazem? Eles chegam a um aeroporto com a bosta acumulada.
Eu não vou falar de mim. Tem a fazer essa obrigação com você mesmo, tem que escutar sem forno de ouvir. Essa obrigação social do funk tem que ouvir sem forno de ouvir do Ormos nesse episódio, tenta não fazer isso. Por favor, porque realmente situação é estar... Não, a gente está em bote aqui. O avião chega no aeroporto, compartilhamento de bosta, e duas cachapretas no avião. A cachaprete é a cachetama ropa. E aí chegando a aeroporto, faz o que? Com aquela bolsa de todo. Ah, cara, eu não faço ideia, cara. Eu acho que vira combustível para o outro vídeo. Ah, é, é bom. Serão muito boas. Alguma é, alguma coisa com isso, estão tentando evitar, para que não, você seja... Para que você não seja atingir por uma... uma bala de canhão de bolsa ou uma lança de mijo.
É, é uma voz que eu já ponese, eles estão muito mais preocupados com essa questão de onde vai a bosta de ser humano, não só a questão da avião, mas de toda a bosta, que o cara já estudaram a maneira de transformar a bosta em hambúrguer. Eu queim? Como se é? Tem uns pássicos que eu bora, que é isso mesmo. Eles faziam meio que eu ali em peso no DJT. Sim, cara. Acredite que estavam vitamílias e proteínas. Na merda, viravam um burguer. Mas pessoas comem um sabente que estavam comendo merda. Eu não sei se alguém chegou a comer. Eu não sei se eles fizeram. Não, eu estou bom. Porque o leoto machida, ele bebeu em prova de vídeo. Sim, sim. Agora você não é aquele que comeria uma burguer de bosta dele mesmo.
Não, só que eles estavam passando por torres de saída. Não chegou a nenhuma rede de fúrgia. Espero que não. A sua não vi também nos proteínos, que é de chupa, por favor. É, imagina a bosta de cheda, véio. Que droga, Igor. Não quero isso. Que que tem, horrível. É, japonês é louco, né cara? A gente tem que estilar isso. É, japonês, japonês. E tem muita cidade do interior, ou Luide falaria isso se ele tivesse x noise. Mas como não, eles estavam a falar por ele, quando ele vai falar assim, quando era pequeno. Eu, lá no Mato, a gente cagava ele, com certeza ele é contar uma história, é do amigo dele, que foi cagar no Mato. É um certeza de um solote, lá o normal é cagar no Mato. É, encontrou o ET, de vaginha. E a ter uma história é sendo marrã. Eu chegou pro banheiro lá, e de ficar do 3, o banheiro foi de ter o que era. Então já está adiantando uma história que você ouveria do Luide, mas já que hoje não está, você imagina que seria mais ou menos essa história, é que ele contaria. Você tem alguma história? Porque agora que eu falei de história, eu lembrei de, pelo menos, duas ou três histórias aqui,
Eu queria saber se vocês tem histórias relacionadas a Cocoa. Eu tenho a Mera, a Bosta, a Féssis, a que mais tem de sinônimo? A Olga, a um cortal, a Abrima do Macaco, já virais? Sim. Eu pedi de um amigo do interior que vai pro Rio. É isso mesmo, mano. A gente cortou o rabo do Goku. Como é que era o Tião? Porque eu tinha que colocar o Kibina na natação. Eu tive um período na empresa que eu trabalhava. Eu estou imaginando cara na mesa, na peticiairei, vou colocar o que me nao está só já volta. Esse que o frase desventar o pra esse momento, estou me preocupando. Pra você não passar muita. Não adianta isso, você morre de taturrista lá em Portugal. Era bem, teve uma época em empresa que eu trabalhava, que eu não lembro exatamente qual foi o causador do problema, mas nós ficamos cerca de umas duas semanas sem água no escritório. O ósso, no escritório eu não tinha água. E aí? E aí? Não tem água, a gente logo pensa que vai ficar concede, mas esse é o menor dos problemas. Mas você trabalha, mas isso não tem água. Não tem água. Não tem água? Não tinha como fazer o número 2, como assim de dizer.
Na empresa? No mesmo dia, esse também, no mesmo dia. Eu não tinha como colocar o que me na natação lá na empresa. E aí, beleza. Tipo, a pessoa que trabalhava de manhã, o pessoa que trabalha a va tarde, fazia em casa e tal. Mas quem trabalhava noite, como era o meu caso de um cara que trabalhou comigo, era um pouco mais difícil. É, aquele vendo que eu tenho com sem camisa não. Não é outro cara, você conta uma história? Não é outro cara, não é outro. E aí a conversagem... Não é outro cara. Eu sempre juta. Não ia que que eu rolava esse cara, ele saia mais cedo, ele saia umas 10 horas e eu ficava até a noite lá. E aí já tinha rolado de um dia esse cara ter usado, a privada e não ter dado a descarga, porque não tinha como. E aí a foda, se vamos embora, e aí no outro dia de manhã a empresa tava... Um posteio. Um bando, né?
Bom, banda, bosta. Bom, banda. E aí, cara, fedor, todo mundo reclamando e dizendo, ah, tem que respeitar, o pessoal que trabalha de manhã, não sei o que. E aí, cara, num dia seguinte... Mas qual era o processo? Se você tivesse como vontade, o que você fazia? Não tinha como. Caga para dentro. Porque tava todo, não era só nosso prédio, assim, tipo toda aquela rua, tava assim, algo. Ah, tem uma atreta, não me lembra, praticamente. Tava na imprensa, eu nem nada do routine. Não dava, meu Deus. É uma solução, era segurar. Caga na rua, o jogo era para a janela. A solução era segurar. E aí... Passou alguns dias ali do que desse cara, cagando um bau de lá. E aí passou uns dias desse cara que já tinha dado a treta nem presa, todo mundo dizendo a que respeitou os colegas que terabou de manhã. Porque imagina, o cara usava privado da noite? 8 horas da noite. 8 horas no 9 horas da noite. E aí passava a madrugada inteira. A passar 12 horas a partir da noite da noite. E aí, 2 dias, 8 da manhã quando alguém abri a empresa?
Eu estava... Ah, é verdade. E aí, beleza. Aí passou alguns dias e aconteceu comigo. Eu precisava usar. E eu já estava com aquele constrangimento do Bruno de primeiro, eu não posso ficar me segurando, me cagar no caminho pra casa. E eu não posso também fazer ele. Esse é só essa canal de quando ela desoura a palha, mas eu encontrei uma solução alternativa, uma solução do meio. Cara, não sei se eu quero saber, cara. Eu não sei se eu quero saber, eu não sei se eu quero saber. Eu acho que ele cagou numa na meia e rodou a meia, pra se cantar. Eu falei, o porto ficar cheiro de medo, vai ficar mergo em todo lugar inteiro. Rodou a meia com bocadinha. Eu estou em cima da pada do ventilador assim. Deixa eu lá, deixa eu lá. Deixa eu chegar no outro dia ligado. Deixa eu falar, deixa eu falar leve, uma leve lâmina de merda nas pazas da lâmina. Caramba, imagina! Isso é uma puta ideia boa, cara. Você deixa uma lâmina de merda a seca.
No ventilador e aí as pessoas não vão saber de onde veio o cheiro. E quando chegar no verão, vai estar aquele queca-lo, a liga, fica só bosta. Isso é coisa que eu vou fazer no último dia de criatório. É, ultima vez que eu tira a aula no colégio. O cara que ganho na legação da pessoa. Qual foi a sua solução? Então a pessoa vai seguir teofizos, é, para dar naturalmente como se tivesse água. E aí... Na hora de dar descarga, eu fui na cozinha e peguei o galão do filtro. Pô, até de agora. A água me descheio. 20 litros de água mineral. Caralho, eu não tenho uns 10 de manhã na tchingana agora. Quero que eu me esqueci. Eu não sou o Zopa da Descarga e depois de colocar de volta, eu to tratando do mundo do bem que ela... Não, acabou, acabou. Eu não sei, todo o galão inteiro. Eu sei todo o galão, só que a empresa tinha um ponto que é interessante. A empresa tinha vários galões guardados lá, eles compravam de... Se lá, 5, 10 galões, e deixavam lá.
Então o que eu fiz foi tirar aquele galão e falo de conta que alguém tomou outra coisa. E aí colocou um novo e foi interagente. Foi interagente, não foi isso. Não foi, não foi ambientalmente correto por um lado, porque o outro lado foi, porque a galera que chegou de manhã e não tinha nada lá, me agradeceria isso sobre isso. É verdade, não, acho que foi uma boa ideia. Foi melhor do que cagada entre a mesa e rodar ela. Mas essa duinschlorre é boa. É boa, é uma boa ideia do ele. Eu tenho um post no não salvo, que é... Olha o nome do post também, né? É 20 lugares pra você cagar na casa do um ex- amigo. Quer pra você cagar na casa do amigo dele, no ex amigo que você tá com raiva, que é pra ele se foder. Uma delas era essa aí do ventilador, você fazer uma leve ilâmina de bosta num ventilador dele, cara. E ele só vai descobrindo o verão.
É uma boa ideia. Eu vou se cagar no macabedo, cagar dentro de uma meia e botar meia no fundo no macabedo. Com cheiro eterno. Dentro da casa dele não vai saber da unir. Olha a cara do Davi. É isso que eu tô na gente. É coisa que você pode quer. Ele tá com a cara de bosta. É só a mesma empresa que o que aconteceu. Eu tenho imaginando quantas pessoas estão em casa. Aquela cara de cosmolinho fechada. Eu não posso ter algumas pessoas já desistiram de ouvir. Com certeza, com certeza. Vosquim está cagando nesse momento, deve estar feliz. Deve estar, o cara está cagando, ouvindo no Ouvo e falando, caralho, vou fazer tudo isso. Então ele tem essa mesma coisa. É a mesma coisa. É a mesma coisa, porque ela é uma empresa, teve um cara que lá vai pra esse anogéuto pra caralho. Eu vou falar que se encontra. Você vai contar, eu vou contar. Tinha do lado, quando eu falar, falar pra vocês vão me contar comigo. Ah, não. Tinha do lado do... Eu quero saber que tinha um restaurante que entregava a croacê de chocolate. Ah, não!
Eu já não quero saber, cara. E aí, um dia eu, cara, uma pessoa, ele só contou, eu não tava lá. Ele usou o recipiente, onde a empresa entregava, o Croncê se estuprou. Pra se desfazer dos seus dejetos. E aí eu fico imaginando, porque ele colocou no lixo, eu tô da vida quase morrendo. Eu fico imaginando, me indigo achando aquela caixa, eu tô no cara que sorte. Achou o escratacete, o chocolate no lixo. Nossa, senhora. Fica a dica pra quem tem empresas, aí não deixa em seu sonar o senhardo, porque tá com... Ou quem é mendigo, nunca como nada sem tirar. Normalmente é o chorado da voz. Não, realmente é uma situação complicada. Quando era pequeno, eu fui no aniversário. E aí era aquela época que tinha aquela moda? Sem se vocês passaram pra essa moda?
Que as pessoas, os jovens do REG, usavam... Usavam aquela camisa bad boy, que era aquela camisa que era uma camisa longa, sabe o camisa longa? E as coisas do joelho, é a camisa bad boy, camisa fico dido, com o serrassês, o gidade de ti, uma camisa dessa. Esquita, foi que eu... Pra isso. Eu sempre pensava que era caralho, sem inglês, ninguém sabe, pra onde? O que eu vi, é que eu sabia que era o bote de avaram os fotos, que eu ia fazer aqui, mas eu ia ter que fazer uma camisa. Então as próprias camisas do bad boy, cara, hoje em dia, ia ser um absurdo, sem tamanho, porque era um desenho de uma mina pagando um boquete, para um cara e as crianças usavam, só que a gente lembra disso, esse camisa do bad boy, cara, era um negócio muito ofensivo, assim. Era extremamente ofensivo, assim.
Era só uma parada punk. Eu usava essas camisetas de bó, minha avó me dava, minha mãe comprada, porque achava que é coisa de jovem e aí comprava. Eu ficava levemente constrangido de usar aquilo mais tudo bem, não pago mais conta nessa criança, então tenho que usar roupa que eu tomei em compra, não sei jeito. E aí eu usava as crianças todos, usava as camisetas que quase não juei, ali, era meio malandrão, todo mundo era meio que um malandrúcho. E aí eu usava umas essas camisetas e eu fui uma facia aniversária e me deu aquele famoso Revertério, famoso pílil na festa universário. Eu talvez porque eu tenha comida mais brigadeiro do que uma criança normal. É possível. Mas me deu uma certa dor barriga. Eu resolvi, tive que ir no banheiro da festa. Festa de prédio, festa de nome, e aí cara, eu estava a fisifisia que tinha que fazer. E outra, é um constrangimento você fazer. Você se riu pra cagar.
Quando é infesta, quando é na casa de outra pessoa, é um constragimento. Altoma porque às vezes você fica naquela, você tem que usar táticas de cagar, que tem que fazer rápido para a pessoa achar que você só me jou. Então você tem que elaborar toda uma técnica de guerrilha na sua cabeça, para só cagar, só isso. E aí eu tava elaborando isso, então eu caguei rápido, não sei o que, a milimpei rapidão e a banora que eu saí. Eu estava levantando para sair e eu falei, eu vi o papel gênico na minha frente, eu falei, eu é, eu te multia pego para o papel gênico, como é que eu vou explicar para você? Eu peguei o papel gênico, limpei a bonda e o papel gênico estava limpo. E aí pode, talvez seja aquele coco ninja, né? Que acaba aqui só a bonda no sujô e você não sabe como isso aconteceu? Famos com o espírito de santo.
É, vamos, ficou criando, né? Eu não sabia o que tinha acontecido naquele momento, falei, meu Deus do céu, o que que tá acontecendo e tal. E aí eu percebi que na verdade eu tinha o Peco Papai Gênico e o Roscadro, minha própria camiseta. E eu limpei a minha bunda com a minha camiseta aqui. Eu fiz um freio da minha camiseta inteira, cara. Imagina você com 10 anos com a camiseta do patitraz, toda cagada. E eu falei meu Deus do céu, cara, eu torno uma festa. E aí que eu vou fazer da minha vida. Eu fiquei sem zooner, uns 20 minutos dentro do banheiro desesperado. Eu não sei porque você não sabe que você fala, eu falei, não, vou botar na piada, eu falei, não, vai espalhar mais.
Vai, p*** aqui agora, eu tentei botar água Aí você fica naquela bota água, esse fregá camiseta, aí parece que é abostalmenta Mas espalhando, parei da branca que eu viso Era branca, então parecia, cara, que era uma situação horrível, cara Eu não sabia o que fazer E aí eu cheguei naquele ponto que você, quando você não tem nenhuma opção Você fala, eu desisto, não tenho que fazer, é que você vai levantar e ir embora. Ele não, levanta e ainda privar, botei a camiseta, não é uma boa cabeça da padenta da roupa. Sim, isso. Que é com aquela camiseta de jogadores, eu não venho. É, eu, eu venho. É com aquela camiseta padenta da roupa. Abre a pôrtra do banheiro, não deixe ao pra ninguém, abri a pôr a casa do cara e fim bora. Resolvi embora. Me melhor tática, porque quando você está cagado, não pôr ninguém. Apenas desapareça. Não tinha concrutinando a festa, cara. O imploteu de sair, não deixei rastro. O rastro já estava em mim, já. Não tinha saio de cair. Chegava até em casa, todo cagado.
Eu estava falando de Chagas, lembrei de estar ali. De Chagas, só que não foi comigo que aconteceu. Ah, claro que não foi. Quando eu estava na quarta sérica, chegou uma louca novo. Na quarta sérica, o tempo está ali. Chegou uma louca última na faculdade. Quando chegou uma louca novo no colégio era o André. Então ainda lembra o nome dele, cara. E ele chegou, normal, a gente fez a missão de com ele, só que ele tinha algumas peculiaridades, ele dava umas loucas de vez em quando, tá ligado. Ele se lutava, dava o tipo, o insulto de raio na selada. É igual aquele amigo meu que eu contei aqui no Sport de Quaches na Trás, que ele era o meu psicopata e repetiu no psicotéqueiro do carro, 13 vezes. Eu caralho, enfim, ele tá mentindo um surto, então assim. Ele tinha umas paradas assim, tá ligado. E só que a gente era todo mundo é que a gente não ia ter dia, a gente não respeitava.
A Maluquista. A Maluquista dele. O determinado dia, a professor está fazendo uma correção de uma prova no quadro. Ele deu um soco na mesa, a cor, a folha do caderno, e começou a escrever. Aí ele escreveu a folha do caderno, gritou uma professor e mostrou a folha. E ninguém está me entendendo porra nenhuma. Ele desesperava se ele até ele todo. Ah, já tenho imaginado já. Quando a professor olhou e tal, ela leu e voz alta. André, banheiro. Está bem escrito no papel. Só lá me dele, banheiro. Ela falou assim, se quer no beehiro, vai no beehiro. Ele levantou, cara, ele está de bermuda. Ah, não, não, não… não Eu estou aqui, ela é ligada na pera deles. Aí a gente foi agulhada, já virou uma cara. Ele só flaga mole no bolso. Que lhe mora o iguete terretido. Ele tinha escagado na aula. Ele levantou e saiu correndo por boieiro. E ficou que lhe rastra até saindo. Que louço. Que louço. Que louço.… Que
Eu acho que ele tava doce mandando quem cagava. Ele foi doce mandando quem cagava. Agoitando todo tipo de piada, Luide. Eu só lembro o nome dele porque eu decidi... Qualquer nome dele, André, mas não virou André, não é? Não é a bosta. A professora fez a gente não dá a pídeo pra ir. Não dá pra ir pra não dar nada. Vai posta a mole, né? É, é verdade. Era uma... realmente poderia ser um problema. Cara, o que realmente cagar no colégio também é um problema sério, né? Porque eu sou... eu prefiria não cagar, não fica às vezes tem pessoas que têm esse problema, né? E tem gente que consegue não cagar em nenhum lugar, não sendo a própria casa. Tem gente que consegue segurar. Eu sei, lembrei de uma agora, quando é curta, quando estudava, acho que tava uma segunda série, eu estudava numa escola...
Que era colher de interno em um período, assim, tipo, eu tinha umas meninas da escola que moravam na escola. E aí, porque era tipo um orfanato, então. Então, aí tinha uma menina que ela estava passando por uma fase da vida um pouco complicada, que ela achava que ela era uma Índia. Que? Ela achava que ela era um Índio. Ela comia, ela comia capindo, pai, jovens, cola. Se assosar com a gente doida, ela passou por um problema de fio. Mas ela era uma camcadinha, filha dela. E aí, cara, ela tinha uma plantinha na escola, que tinha direto. E ela tinha uma plantinha na escola. E aí, qual era a merda maior? Que não tinha como chamar a mãe dela, porque ela não tinha mãe. E aí, cara, essa menina eu passou por um peruto.
E o que eu estava fazendo quando parte desse colega? Nossa, cara, mas ela era do meu nome, né? Ela era do perturbadinho, né? E eu não me deu, né? E ela não me deu, não me deu, não me deu. Mas... Acabou a história, cara. Acabou a história. Eu não era engraçado porquê, mas como ela era de uma série... Tinha algumas turmas que saíram um pouco mais cedo por que crer. E quando a gente chegava, o recredo do pai estava cagado. O meu nome é o meu filho, meu irmão. Nossa, se era, cara. Eu falei isso aí, porque a gente quer se não consegue cagar. Eu não consegui ir no banheiro desse consulta. E situações realmente emergenciais. Depende de semerde não conseguir ir. Eu não consegui ir. Eu não consegui ir. Eu não consegui… ir. Eu não consegu
É, é só ir em situação de elegência mesmo. Não, tem gente que assim. E aí eu lembrei de uma história do Amazon Renato, que tem uma história, né? Eu... do episódio, inclusive, tem esse nome, por causa do Amazon Renato, que... O quadro lá, que era o Mérida, acontece e tem uma história do cara que eles contavam, que era um cara que ele não conseguia cagar no próprio banheiro, banheiro da casa dele. Só que se ia cagar com o meu ele da casa dele, ele estava no... Se lá, ele estava no... Na escola, ele voltava correndo da escola pra cagar em casa, ou entra de uma drogada ali, ela não banheia, ele tava... E aí os pais dele vendeiram a casa e não contaram pra ele. Vendeiram a casa, não falaram e falaram, dia seguinte ele se mudaram, ele ficou com aquela cabeça, falando do seu amor, como é que eu vou fazer? Eu só consigo cagar na minha casa e aquela...
Na minha coração, aí está a minha casa, não é a casa nova, eu só vou que o cícago, e aí ele ficou, sei lá, dois meses em cagar. Na história era isso, ele começou a ficar meio vego. Cami amarelo, né? Me enxada, assim. Ele tava a boça, estava na corrente sanguínea dele. E aí ele não sabia que fazê. Porque não ele já era o Globo do Globo do Globo. Não, ele não conseguia. Ele simplesmente não conseguia. Ele chegou a conclusão que tinha que assaltar para a casa, para cagar no banheiro antigo. E aí ele ia de madrugada, assaltar a casa. Entrava-me, ele assaltava para cagar. E aí quando ele conseguiu... Quem começou a berrar lá? Ah! Ah! Ah!… Ah Ele tava batendo, eu acho, o recorde mundial do Fliperama. E ele tava tentando bater esse recorde mundial e aí um dia ele conseguiu, ele tava chegando perto do número do recorde mundial do Fliperama, só que daí ele ia voltar no banheiro, isso não podia, porque cara, você não é... Fliperama morreu, morreu! Acabou! Acabou! Né até continuo ir, era o recorde mundial. Aí ele tinha que tomar decisão na vida. Ou ele se cagava todo, ou ele batia o recorde mundial do Fliperama.
E aí, o que vocês fariam? Eu bati o recorde. Se gravam, batia a 2 que é a corte. A 2 que é a corte. A corte de mundial do fliperama e o de ficar assim faz igual. Ele resolveu bater o recorde do fliperama e se cagou todo. Não fliperama, todo mundo fliperama. Caralho, olha o cara tá se cagando. A gente concentrado lá suando, frio. Cá se cagando, mas vai bater o recorde todo cagado. Bateu recorde, isso que importa. É mais importante de fliperama. É verdade que uma semana depois alguém bateu o recorde dele, por causa de seguir, sem se cagar. E ele realmente virou o cagão do bairro, uma experiência de história que realmente acontece. Eu lembro no colégio que estudei na cima da série, que era o Nicolino Tancreiro.
O lugar que morava. Acho que era o nome de uma mil. O colegio, ele teve o momento que ele passou por reforma e tal. Aí eles fizeram um prédio novo e o banheiro do prédio novo ele ficou sem tranca no banheiro. Pô, tem isso um problema também. Por algum tempo. Isso é um problema. Numa dessas emergências que eu precisei ir pro banheiro correndo, eu fui pro banheiro e eu me trinquei e aí eu fiquei vejo tipo, era pequeno né. Eu não cansava muito bem a corte, e eu fiquei por a porta da privada. Não dava pra dar aquela de Jack Shelley. E porra, da porta, se ir pra ninguém ir e ir e ir e… ir Eu não sabia que era eu e eu não gritei, aliado. Fui eu não falei nada. Ele ficou empurrando a porta. Eu não tinha de falar, eu vou te convrir. Vou te convrir, quem esse cara não sei o que ele ficou empurrando a porta.
Cara, aqui é o preciso, é essa. Vou descobrir quem está cagando, preciso, porra. Com o preciso, olha. Quer que eu polícia na merda, aqui que eu polícia, o tamanho. Eu já estava de confora da privada. Obrigado, estava bem clidade para o caro. É, cagando, já dentro de cita na própria causa. Não, puçado, de louca, só a causa, olha. Só que aí eles desistiram e vazaram, tá ligado. Cara, derrota na vida. Só que tenho ali para trás de cita. Nossa, cara! Ai, eu fiz sem velho. Agora, o que que eu vou fazer? De limpei, levou até a caça e fiquei por 20 minutos e tudo o banheiro. É, você ficar refletindo. E esperando... Comvi ver, por que? Esperando, eles irem pra longe, tá ali. Aí você estava matando a aula e estava por perto. O próximo que sai, esse do banheiro, eles vim sem e achar que foi. E a seu autor naquela cagada. Ah, boa tati.
A It, pelo saí, não fui pergo e tal, mas eu sei, essa tá... É, esse qual é um ambiente muito difícil. É, o cagou no chão também. É, o cagou no chão, eu sei, pensei, leve... Se leve trava um pésar, esse qual é um ambiente realmente complicado. Pergo no depo, não tá preparado. Não tá, não conseguirei essa pra viver, 20 patroiras no escó. Com certeza, a pessoa tem que inclusive parar cagar. Eu lembrei de uma outra história, que é do amigo meu que vocês conhecem também. Ele tem um blog, tudo, mas não falar o nome dele, mas ele tem uma história que é muito boa. Que ele... Ele conheceu uma menina na internet. Ah, eu sei que é. Ele conheceu a menina na internet. E aí? A menina, né? Estava colocando aquelas de... Ah, venha que me buscar, a primeira encontro, tal. Ele pegou foi na casa da menina buscar a menina, a primeira encontro. E a puta, ali, me deu muita história também, agora, uma equistória que minha. É o conto lá que seguirei. Aí ele foi na casa da menina e tal. E a menina estava se arrumando. E aí, ela deixou ele com... Ela ficou com os pais, né?
Ele bateu na porta, a mãe abriu a porta, o pai estava na sala e a minha estava se arrumando e ele não conheceu a minha pessoalmente até então. E aí ele estava lá com a mãe e o pai dela. E aquela situação meio constrangadora, né? Porque você já não conhece a menina. E ainda você está na casa de estranhos. Imagine o pai da minha favor, é esse cara da internet, eu quero da internet. Que era o pessoal sim? É, vale a filha aqui porra. Fica a casa se está a sua minha constrangedora e aí deu aquela vontade de num banheiro e mugar completamente dos conhecidos, uma zona desconfortável. E aí pelo tom de que fica o banheiro afol, fica a sobe a que escada, no segundo andar ali, sem sobe a escada, a primeira porta, tal e foi. Sobe era uma porta que ficava bem de frente para a escada do segundo andar, era uma casa. Aí ele subiu a escada, foi no banheiro bem de frente, tal e tal. Fechou a porta, mandou aquele.
Como que não, viu? Mandou aquela ouvida? Mandou aquela... na hora que ele é apertar de escarga, a mãe da menina batou na porta, segunos antes. E falou, olha, só uma coisa, cuidado que a de escarga está quebrada. Avisou só depois ele está cagada. Ou seja, você está na casa, você está na casa não apisa que você não conhece. Só o pai e a mãe da menina, a menina se arrumando. Para você causar uma boa impressão, você acabou de se cagar todo. E a descaga não funciona o que você faz? Aí ele falou, e agora que eu vou fazer, joga a merda pela janela, não sabe, você fica naquela situação, você começa, e é uma situação realmente complicada, você começa a olhar tudo em volta num banheiro e tem que dar uma dimagáver, você tem que encontrar tudo, né? Que será que tem um galeio que em baixo do... Você tem um galeio de embaixo da pia, ser aqui tem um papeljeio, você tem um saco plá... Você começa a tentar achar de tudo, né? E aí ele falou, cara, não tinha o que fazer.
E aí eu falei, minha única opção é, ou eu deixo a merda que sempre é dar descarga, e saio e finge o que, ó meu Deus, eu não sabia, ou eu arrisco a perda descarga. É, é um futebol, tá quebrada, mas vai que do sorte. Tá quebrada, mas às vezes, é lá, tá frata. É, tem vários tipos de quebrado, né? É, é, é, é, tem vários tipos de quebrado, né? É, É, É… é E aí começou a cair bosta pra fora da privada. Ah, né, só hora de que eu achar a tua concentra em cima. Então ele não sabia fazer, aí a bosta começou a sair e começou a nadar a bosta pra tudo que é lado na banheiro. E ele caralhe agora, aí na apertava de novo, com a ver se vou... né, se apetita pra parar de ir e parece que vai parar. E eu posso ir encampando. E porque aí aquela confusão toda e aí a água começou a sair do banheiro.
Pula baixo da porta, e escorrer pela escada. De bosta cachoeira. De privada, cara. E não para nunca mais. Então, não para nada. E a bosta começou a bater na fresca da porta. E aí começou a filtrar aquela bosta. E não chave, não chave, merda. Estava escurrendo por uma cachoeira. E aí cara, ele entrou num desespero, absurdo, falou meu Deus do céu. Quem que eu faço agora, vou poder ele falar, vou pular pela janela. Pra única coisa que ele imagina, vou pular pela janela, isso aí correu, porque... E aí, no horro, o segundo andar ele falou, cara, ó, é capaz de não quebrar minha perna e ficar tudo trucagado. E os bombeiros viram me resgatar com um beio, eu tô trucagado, eu com a perna quebrada. Aí falou, não, chegueu uma conclusão que foi a mesma que eu tive.
Na minha festinha lá que eu contei. Ele pegou, abri a porta, a água foi, ele abri a porta, não falou com ninguém, saiu pisando na água, desceu um escada, tava... tava mãe e o pai assim na verna da escada. Olhando com a água escorrendo, ele falou no olho para mim na casa dos dois. Passei reto, abri a porta, fechei e fui embora, peguei o ônibus e fui embora. Que história, esse funcionário. Eu melhor, eu estou de que ele não conheci, meu menino. Não conheci, meu menino. Ele não conheci, eu me perdi, eu me perdi, eu me perdi… eu me per Com a casa toda cagada e os pais olhando, falou, quem era essa pessoa? Que história, triste. Ela ficou uns próximos 20 anos e pode levar o elaborado para casa. Eu estava em casa trabalhando, é recent, acho que foi em 2001. Esse foi do podcast também.
Esse pode que acho que é horrível. Eu estou imaginando Luide escutando depois. Ele tipo falando pra gente, eu dou um e aí. Não, ele não gosta, essas histórias de concorrer. Ele acha menor gente, acho que ele não ia curtir muito esse podcast, mas enfim, conta aí. E cara, eu estava trabalhando e eu precisei que irá de um primeiro meu porque meu manhã sair de casa junto com minha tia. Eu fiquei na sala trabalhando no meu notebook e deixei o meu primeiro no meu quarto jogando o Gord Jofiou no Playstation 2. Ok, é o específico, eu estava bem feliz. Eu lembro daquilo em que a gente tinha como se fosse outra, entendeu? Ele estava jogando videogame, aí ele ficou jogando e tal. E eu fiquei trabalhando e de repente ele gritou pra mim, e Igor, precisas do banheiro. Eu falei, eu ouvei.
Você é presidente do banheiro? É o banheiro, tá ligado, o banheiro tá lisa. Mas quantos anos ele tinha? Ele tinha 7 ou 8 anos. Mas já era um banheiro sozinho, né? Já ia, já ia. Porque tem criança que as vezes vai, é mãe, é cabém! Você não pode ser isso, não é limpar. É, pra você não é? Eu não sei. Eu não sei. Eu não sei.… Eu Vai, eu falou, não, mas estou matando o chefão aqui, se eu quiser. Eu falei, velho, eu estou bom, leste. Tem pausa nesse jogo? Eu não entendi o que a gente vai fazer também. Ele ficou jogando, aí de repente eu escutei um barulho, que foi dele correndo do quarto. Ah, a amada, não deu mais, fio fom. O banheiro, aí foi um ganho. Foi tipo um barulho, porta bateido, de repente de chorando, assim. Oé?
Eu não só achava que eu tentei isso, eu levou no teio do meu ar de trabalho e fui até o banheiro que tinha acontecido. Quando eu abri a porta, ele estava sentado por cima da tempo da privada, todo cagado. O que eu entendi que aconteceu foi, ele estava jogando, ficou apertado demais, chegou num limite, já estava quando seca, já estava a lingua, já estava na... Eu pensava que eu estava... Oi, eu pensava que eu estava atoperinha, já estava atoper... Já está saindo na toca, pera. Eu sou o Ricardo, eu sou indica. A Marmota já está na dia da Marmota ali, saindo da toca. Aí ele correu para o banheiro, abriu a tampa da privada com muita força e já foi sentando. Aí a tampa fechou, ele cagou. Ele cagou em cima, tá ligando. Nossa. Aí eu falei, bro, eu... eu... eu...…
E ele ficou lá chorando, quase vomitando, tá? Foi lágrimas com fases. Não é todo dia que só está tentando chorar no carro. Outro dia que a gente tem uma mistura de coliformes fecais com lágrimas. Realmente só esse teu primo e a cagora de Curitiba. Realmente só nos únicas pessoas que lembra que passaram. Por esse problema. Inclusive, eu... Vinte e duro ouvo aí, eu já escutou agora a Cagona de Curitiba, não conhece a história, não vou contá-la aqui. Mas procura no bata do Google aí, não salvo o Cagona de Curitiba que tem história completa lá. A gente já contou, eu lendo um pouco de coisa. É, né? É que é uma das melhores histórias aí, que tem no blog, também uma história... É... uma história histórica. Eu lembrei de uma história agora, cara, que... eu contando...
Ela é tão surreal, a ideia aconteceu comigo. Parece que é piada, parece que é mentira, cara. E ela aconteceu... Você já devolte conto com certeza, você já contou, porque foi uma das histórias mais surreales da minha vida. Eu tinha esquecido, lembrei ela agora, e ainda bem que lembrei, que eu acho que dá pra gente finalizar o programa, porque essa é a minha melhor história, a top 10 histórias da minha vida. Antes de contar essa história da... Essa história que eu lembrei agora é que pra mim acho que é boa pra encerrar. Vou contar uma outra que é bem rapidinha, que aconteceu com uma amiga da minha irmã, que ela estava no escola. E expuro que eu acho que foi o que mais me ajuda melhor. Ela estava na escola e aí uma menina lá, tinha faltado durante a semana. E aí a profissora perguntou, o Maite, porque... Por que você faltou na aula? Ela falou, eu fiz bolão rosa. Fiz o quê?
Exatamente essa reação da professora. Você falou que? Você fez o quê? Bolão rosa. Ela mais ter. Você falta essa semana inteira porque fica fazendo um bolo em casa, não sei o quê. Então, pelo menos um bolo para mim, ela não é o professor, que faz bolão rosa. Quem bolão rosa que você fez? Aí depois de muito tempo a menina tentando explicar, ela tinha cagado rosa. Ela fez um bolão, né? De Braia era um sinor de cocô. Ai, cara. E ela tinha cagado rosa. Ela cagou sem guia. E ela cagou sem guia. E ela cagou sem guia. E ela cagou sem guia. E ela cagou sem guia. E ela cagou sem guia. E ela cagou sem guia. E ela cagou sem guia. E ela cagou sem guia. E ela cagou sem guia. E ela cagou sem guia. E ela cagou sem guia. E ela cagou sem guia. E ela cagou sem guia. E ela cagou sem guia. E ela cagou sem guia. E ela cagou sem guia. E ela cagou sem guia. E ela cagou sem guia. E ela cagou sem guia. E ela cagou sem guia. E ela cag
Não, eu estou no chumarrão, eu estou no chumarrão, eu estou no chumarrão… eu estou no chumarr De Bolum, isso é o ambiente de menta. Durante uma semana. Eu fui porque eu fiquei enviciado a época em saco ale. E eu comia todo dia a saco ale, então passei mal, fiquei pegando o beijo de três vezes. Não, cara. Sem esperar, eu comendo durante... Uma semana é muito, mas durante quatro dias, eu almoço... A café da manhã, almoço e jantar, era Bolum que a Jú fez e foi viajar. A Jú fez Bolum. Já morava com Jú. Já, ela fez Bolum e foi viajar. E eu comprei três pôtes, então, 6 litros de soco-vete de menta. Então, cara, eu só comia bolo e botava o soco-vete do lado. Mas, foda-se também, sou doura dos meus próprios sonhos, sou maior de idade, eu posso cagar verde, é bom problema.
O problema é que o maior conquista de se adulto é poder tomar sorvete e um ser humano, não é? Poder almoçar sorvete e pro bolo. Quero que foi no meu caso. Eu tava nem aí, foi uma cara, foi maravilhosa. Durante esses quatro dias eu fiquei me gabando no Twitter. Eu acho que não falei que tava cagando verde também. Mas os pessoas devem ter imaginado. É, nós elas acharam máxima, eu tava almoçando, comendo bolo todo dia. Eu vou procurar os tweets, vou ter vídeo. Fala o cagando, hein. Porque é o moço, você vai achar. Vai me achar lá. Vou contar a história que eu estava guardando para o final. Eu acho que eu sei qual é a sessão. Não, essa história é surreal. Parece piada de português, mas é juro por Deus que é verdade. Estava falando comigo em casa nesse dia, não estava? Estava fazendo alguma coisa para não salvo. Estava mandando mensagem para você. Tive que fazer um pouco para não salvo. A baia eu estava no hotel. Então a história gira mais ou menos em torno disso. É mais ou menos o seguinte.
Eu fui convidado para um evento na cidade de três rios. Fica no interior do Rio de Janeiro, do estado do Rio de Janeiro, uma cidade chamada três rios. E aí até um evento digital da prefeitura me chamar para contar umas coisas. Não salvo, tá? Conta, seu blog, o Rio de Janeiro é desse, inclusive. Não, Não, Não… E a Prima palestra em São Nomingano era em Recife, se eu não me engano. Eu não vou deixar. Acho que era o Proguestário. Ela em Recife, lá eu contei essa história. Então a teoria está aí, que mocar. Enfim, era um dia que era muito corrido. Eu tinha que sair de São Paulo e pro Rio de Janeiro, do Rio de Janeiro, tinha que ir para três rios, de três rios eu ia ter que ir pro Rio de Janeiro e do Rio de Janeiro eu ia ter que ir para Recife. E boa parte de estrajeia, eu to offline.
Porque eu não consegui. Porque do Rio de Janeiro, pra três rios, só de Van. E boa parte do caminho não pegava 3G, enfim, estrada, sabe como é que é. Filiu, clicar e outra, quando você estava na avião também não pegava 3. Então fiquei muito offline durante esse tempo todo. E foi assim um dia extremamente corrido, porque eu tive que estar em 4 cidades em menos de 24 horas. Sim. Era um negócio, foi um negócio muito punk. Enfim, a história começa assim, sai de São Paulo, cheguei no Rio de Janeiro, né? E aí, lá no Rio de Janeiro tinha uma vôme esperando, demorou com o tempo, tal, enfim, encontrei a vãe, encontrei o pessoal, conheci a galera que me levar e fui para essa cidade de 3 anos e ele chegou já de noite, nessa cidade de 3 anos que ficava longe do Rio de Janeiro, a gente chegou depois de umas algumas horas lá e aí já tava meio puto, já tava meio caralho, não sabia que era tão longe esse lugar, não tinha jogado no Google Maps, não tinha feito a rota no Waze, eu soubesse que ia demorar 6 horas pra chegar.
Devanha, talvez eu não tivesse ido. Mas enfim, o evento foi legal e tal. E aí cheguei lá, fiz o meu painel, dei a minha palestra lá, falei umas groséria. E aí voltei pra vã e fui pro Rio de Janeiro. Quando cheguei no Rio de Janeiro, eram... eu não me engano quatro horas a manhã. O meu vão, do Rio de Janeiro, para a Recife, era seis horas a manhã. Cheguei no hotel quatro horas a manhã no Rio de Janeiro. Morte, cansado, depois uma puta viagem de vã, tal. E aí eu falei, caralho, acho que vou dormir pelo menos uma orinha aqui no hotel, né? Porque posso não tentar dar uma recuperada aqui, que você não vai ficar muito quebrado, não vai dar, eu vou chegar lá em Recife, já para a palestra de novo, então melhor, eu tentar recuperar um pouco fôlego, né? E aí eu cheguei no hotel, peguei meu quarto, peguei a chave do quarto, entrei no quarto, eu tava com fome, que durante esse tempo inteiro não, não sei, não jantei, não cominado, não me deram salgado.
Não me der um copo, daga, não me der um boquete, não der um nada. E aí cheguei, lá não até falei, porra, você comer alguma coisa. Abriu o frigobar, não tinha nada no frigobar, desse hotel. O Rio de Janeiro continuou ali, né? Não tinha nada no frigobar, não falei, caralho, não tem nada no frigobar. E era aquilo, era de madrugada, não tinha bem com o pedi, nada, pra ninguém me atender, e tal. E agora, que fudei, eu lembrei que uma menina no evento de três rios me levou um presente, que era um pote de Nutella. Eu falei, caralho, que foda, eu me lembro, eu não posso abrir a mochila, tá com o pote no tela, pra eu comer esse pote no tela vai ser minha janta. Comendo tela, foda, isso, sabe? E aí eu fiquei naquela, vou comer no tela, dei tem na cama do quarto, peguei o pote no tela, não tinha... não tinha colher, não tinha nada, com o comê co-deido, o teu foda. Tirei o plástico da no tela, comecei a comer no tela com o dedo. Com o dedo. É, com o dedo, tá. Só que eu tava vendo televisão.
Então ela era que ela desapiar na televisão e ia ir porra, não ia exapiar a codeira todo no telado, né? O que que eu fiz? Fui no banheiro, fui no banheiro, peguei no rolo de papai e gênico. Boa oito, ele iria. Pra vim pra mão. Nossa, o jogo encontrou. E fui pro, foi pra cama de novo. Então a cena já vai saber assim. Era eu deitado comendo no telaco dedo e o papai e gênico do lado. O rolo de papai e gênico. Então eu comendo no telaco dos dedos assim. E pegar o papel ejeio com o limpavo dedo, o davar e canal. Ai pô, tá chato isso aqui. Comendo até ela, o limpavo dedo, o mudava de canal. Então, eu comecei a limpar o dedo com várias vezes, várias vezes, para conseguir mexer. E manusear as coisas, enfim, e tudo mais. E o tempo foi passando e eu sofri calado.
Eu não consegui dormir, fiquei comendo no tela durante uma hora, eu não consegui dormir. Eu peguei levemente no sono assim, tipo sei lá, eu cochilei durante 10 minutos. Apago. Apago, é aquela pagada, sacala pescada. E aí o celular já tocou, despertador. Sim, você acorda mal até quando você só dorme. 15 minutos, né? Você tem que comer no pote no hotel. Sim, eu não sei o que. Acorda, pior ainda. E aí, eu acordei me no susto, falei caralho, eu preciso ir, pegava o avião e tal. E não sei o que, já peguei a mochila, deixei o pote no hotel, ela lá e saí correndo, não sei o que fechei a porta desse correndo. Porque de que falou, o hotel você tem que falar de checau, que é o que tem que fazer. E aí, chegue na hora do checau, o que tem um senhorzinho lá, no checau, o que tem que fazer.
Ah, ele falou, você consumiu alguma coisa o frigobar? Falei, não, moço, não tinha nada em frigobar? Eu tinha água no frigobar, não consumir nada. Aliá, tá bom, então não sei, eu não sei, é bem simpático, tal. Tem alguma coisa que não esqueceu nada no hotel, eu falo, não, então tá bom, vou fechar aqui a sua conta, né? Fazer o checau, só ligar para a menina da limpeza aqui. Ah, rapidinho, dá ligou. Ah, 423. O moço tá saindo, você pode só verificar, né? O que tá tudo certo, aí no quarto, não sei o quê? A menina pega, liga de volta, no Alcatóque dele, ou seja, está bom vindo, né? Aqueles Alcatóques de policial. A primeira frase da menina foi a seguinte, ele cagou no quarto todo! Ele cagou! A menina beurrava. No Alcatóque, está o chão de chão. E o cara me olhando e olhando para o cara. Ele cagou tudo, cagou no quarto todo!
Está tudo cagado aqui, está tudo cagado. Aí ficou aquela situação constrangedora, aí os senhores em fome, você cagou, você cagou no quarto? Eu falei não, não me caguei. A amossa falou que está tudo cagado, falei não, eu não me caguei. Eu falo, não, se o senhor ele até falou, ele foi compreensivo, ele até baixou um pouco o tom da voz, falou assim, se o senhor se cagou, você pode me falar. Eu vou colocar com a pílula, eu não vou dar pra ninguém. Se o senhor se cagou, você pode falar, não, eu não me caguei, daí o que aconteceu, eu tive que subir no quarto, eu e o senhor, a empregada tava lá. E aí, essa... O estado desse choque, porque tinha um monte de papai gênico, cheio de nutela, largado pela cama e pelo quarto inteiro. Isso não é o que eu tinha na bosta. E aí a mina achou que era bosta, que eu tinha limpar da... E que situação e limpar a bunda e jogar o papai gênico pelo quarto? Que fechou isso, não é desse? Eu já parei uma coisa dessa, eu acho que ninguém faria. E ela jurava que era merda. E aí a situação ficou assim, eu pegando o papai gênico.
Com suposta bosta e falando isso aqui não é, Coco, é chocolate, eu tocando assim ó, gente achou chocolate e a cara da empregada, véi, a empregada acolha regalada assim porque ela achou que tava tocando na minha bosta e mostrando que não foi uma boca, não coloquei, não cheguei esse ponto, não me abenjou chocolate, não se eu tivesse lambido para a peijinha que ela tinha desmaiado, cara, porque ela tava incrédula do que estava acontecendo, até o Eu convencer eles que aquilo era chocolate. Eu tive que achar o podcast de não ter ela. Eu perdem o voo e aquilo desespero todas e, com o que me explicar. E ela não entendeu. Não sei se ela acredita o cara, mas em uma situação mais constrangedora da minha vida. Eu tive que ter o cadastro nacional de hotéis, quando eu fiz de todo mundo, que eu posso fazer. Eu fui pra banho disso, eu fui pra lista marrom. Eu fui pra lista marrom de pessoas que me cagam no chão do hotel. O tempo passou e eu sofri cagado.
Exatamente isso. Cara, que situação horrível. Cheguei lá do Pluguicitário e eu contei essa história. E para a primeira história, o cara falei, olha, na seguinte, acabei de chegar, eu preciso contar essa história para alguém. Eu contei para tudo, uma lá os caras morreram de horrível. Isso real, parece piada. Parece piada de potogui, o Júrpult, Deus do Sul, que é isso. Total, não viram a esquete, facilmente isso. Que situação horrível, enfim, o dia que acharam que está acagado, mas era no tela. Eu gostaria de pedir desculpe, Eu só dou até hoje um sem se acreditar ou não, alguém deve ter cheirado lá. Era chocolate de fato, então eu peço desculpas a todo mundo. E eu acho que com essa história a gente consegue finalizar mais um no ouvo, sem se acionar, um novo que eu diria que teve cheiro, não ouvo, só com histórias de bosta que realmente...
Foi o primeiro no ouvo que a pessoa vai escutar e ao mesmo tempo vai sentir o cheiro na casa dela, no metrô, no ônibus, aonde tivesse. E a gente podia, agora determinou um código para a gente saber quem ouviu até o final. Ah, alguma coisa pra pessoa mandar no Twitter, pra gente. No podcast do Análise Musical do Zama Rabruno, eu criei no final, do hashtag do Zama Rabruna. Eu botei depois do Sancho, um monte de gente, o resto de gente. Onde eu sei que é verdade. Onde eu sei que é verdade. Onde eu sei que é verdade. Onde eu sei que é verdade. Onde eu sei que é verdade. Onde eu sei que é verdade. Onde eu sei que é verdade. Onde eu sei que é verdade. Onde eu sei que é verdade. Onde eu sei que é verdade. Onde eu sei que é verdade. Onde eu sei que é verdade. Onde eu sei que é verdade. Onde eu sei que é verdade. Onde eu sei que é verdade. Onde eu sei que é verdade. Onde eu sei que é verdade. Onde eu sei que é verdade. Onde eu sei que é verdade. Onde eu sei que é verdade. O
Hech tag mais no tela menos merda. É uma boa. O seguidor nas pessoas que não vão conhecer o Novo, não entendei por nem. Então só tweet assim, Hech tag mais no tela e menos merda. Ah, no tela vai adorar, aquilo vai achar que é publicidade, vai mandar do tela para o gente. Eles vão adorar. Sem sassional mais no Novo, é muito obrigado para quem ouviu até agora. E principalmente pra quem ouviu e conseguiu não fazer cara de nojinho durante todo esse tempo.