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No aaaaar mais um Não OuVooooooOooo, essa semana pra falar sobre MÚSICA, sem ser analisando letras ou falando sobre qualquer artista específico, mas sobre nossos gostos musicais! VAMO CANTAAAAA Bancada: Cid Cidoso, Braian Rizzo, Igor Seco e Luide Hister Edição: Daniel Bayer Capa: Braian Rizzo
Resumo
Em vez de analisar uma letra, o episódio fala dos gostos musicais da bancada: Cid, Braian Rizzo, Igor Seco e Luide montam uma banda imaginária e confessam o que ouviam na adolescência, do metal "true" que Luide defendia à fase em que quem gosta de rock se acha o tal. Entram o violão no churrasco que acaba com o clima, a eterna playlist que nunca agrada todo mundo e a mania de cantar músicas em inglês na roda.
Luide relembra a passagem curtíssima como baixista de uma banda de garagem, e Braian e Cid contam a época em que tiveram um grupo de rap com nomes como MC Peninha. Depois vem o debate sobre bar com música ao vivo, em que o músico reclama de quem pede cover, o cliente reclama do volume e todo mundo concorda que é difícil viver de música no Brasil.
No fim, a bancada fala da nova loja do Não Salvo, com camisetas e um moletom com a cara do Faustão, e do apoio pelo PicPay.
Destaques
- A bancada monta uma banda imaginária e discute quem toca o quê.
- O cara do violão no churrasco e as três coisas que estragam o evento.
- Luide conta como virou baixista de uma banda sem saber tocar.
- Lembranças do antigo grupo de rap e do nome MC Peninha.
- Anúncio da loja do Não Salvo, com camisetas e o moletom do Faustão.
resumo e destaques escritos a partir da transcrição automática
Participantes
Edição: Daniel BayerCapa: Braian Rizzo
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Transcrição
54 trechos · 9.923 palavras
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E não ouvo, o que rock? É muito bem. É muito bem. É o baixista, é o cara da banda que não pega ninguém. Exatamente. E que não sabe tocar no instrumento. É o baixista. Eu justamente pra ligar o vídeo. Eu que tento que... Na minha frente, ele que é o baterista do novo, de mim. Igor Seco, Salvo, o povo, tudo tchau. E não é esquerda. O panderista não sei, ele é. O Lujo que o meu dia bateria prata, sabe, Igor? E aí? É, não. É, não. É, não. É, não. Tinha o gilhão. Tinha o gilhão. Tinha o gilhão.… Tinha o g Faz calestramente. Então, tem que ser o que está a rista, não sei ao vocalista? Não sei, seu chef da... seu roxo, pô... Tudo abando tem um skate-stake. Então, você vai ser skate-stake. Então, você vai ser skate-stake. Na minha esquerda, o skate-stake! No Ouvo, elig...
Luide Rizzo, falar, fiéis ou vídeos do Novo, tudo bem com vocês? Tudo bem, ele está tudo ótimo, estou falando aqui com esse clima musical, que é obviamente a dor pra perceber que a gente entende muito de bandas e... Não entende? Vamos for uma banda aqui, cara. A gente for vocalista, baterista e baixista e skateista é uma banda. Já dá uma banda, né? Claro. É verdade, não. A banda não não ouva, é verdade. Só falta a gente saber tocar alguma coisa, saber tocar algum instrumento? Eu sei, isso é isso, turma de cordas. Gente, geral, todos. É porque o cara sabe que toca a violão? Não, não é assim, cara. Não, é, mas eu me deixei de tocar a violão, né? Não, desde os 13 anos eu. O quê? Cara, você viu o bretto que eu vi, o meu? E hoje eu morei com o não aqui dentro. Não, eu toco. Eu nunca vi uma foto de você que eu vi. Eu toco, mas é que negócio é assim, a teoria musical pra quem toca a violão, porque o violão é final em mim. Então o cara tem ali. Já começou a falar isso, pra quem toque. E aí, se tu toca a violão, tu toca outros instrumentos que tem um corda na mesma afinação. Desde quando isso? Então tu toca a marca, então. Não, ar, acho que não, porque ar...
O tempo tem mais 6 cordas, muito mais resurgirem. O violão tem 6 cordas, o baixo tem 4, que são as mesmas 4 de baixo para cima do violão. O cavacinho tem 4 também, que são a mesma afinação, acho que em rea, o cavacinho. Então é tudo meio que parecido. Guitarra tem as mesmas 6 na mesma afinação. Claro que tá arrumve o violão elétrico, tem que ter que ser, não tiver fodeu. Branhas não entende de música, desde quando? Desde nunca, ele tá tendo a violão emocionário, tá caindo conta. Cara, baixista, pô, baixista, ele não mentir, as pessoas não faz sucesso. Eu não sei se ele também. Eu não vou te perguntar, Igor. Mas então vocês estavam também desquisitando. Eu nunca ouvi falar. Cara, você está aqui a conta tempo, quatro anos. Por aí, um pouco mais. Não ouvi falar nisso. Você descobriu que ele tinha um irmão?
É o mesmo passado, é que eu sou um cara que eu não falo muito, eu fico na minha. A gente vai descobrir nos pontos. Se um dia um Braia morrer, filho. Cara, o Braia, se o Braia está incondicional a gente, com o Sado. Ele é um cara... Que nem o cara aquele que foi atropelado lá no Rio de Janeiro, que descobri que o cara tinha era forajido da Austrália, se o pai eu sou um cara desse assim. Cara, se é pedófilo, não é? É só forajidos, eu falei isso. A gente falou forajidos, até ele escapou dessa palavra que você vai esquecer de falar. Eu sou igual o outro cara, o outro cara é um pedófilo. O cara era forajudo e australhando. Eu posso ser australhado. Eu esqueci eu digo... Para de falar pedófilo, cara. Mas é porque o cara era, eu... Sabe, pedófilo. Não, Braian se comparou a ele, eu acho absurdo. Mas ele se comparou com forajudo. Não como pedófilo. Eu me comparei com uma pessoa que moro de umas 2 anos. Eu não tinha um ouro pedófilo. Você que parava de pedófilo. Não. Porque essa é história, você sabe essa história. Eu sei. Era um cara que estava de bona na praia. E aí um carro e tal. Fujinho.
O que estava de boa? E aí ele foi atropelado por um carro? Depois ele foi pra outê e aí na OTI descobriu que ele era um cara que tinha subido da Austrália, a 20 anos e ninguém sabia ele tem família no Brasil e a família dele não sabia que ele que ele era foragem. E aí talvez seja foragem. Eu acho que depois esse podcast sugerou várias teorias. Eu ia ser meu passado. Só para ser o presença. Eu não sou um programa passado. Sabe que também foi pro Brasil, o cara, o King João, ele ia vir pra casa. É pra casa pode. Aí descobriu que ele tinha a casa pode, ele virou pra casa. Não se fiz, já. Porque esse não é o programa do Cléari, e tudo. Não, olha. Não, ficou de boa. Não é um pouco oitado do que de ontem, mas isso aí da Quora do Norque, para vir papô do Brasil. É bem bom. É bem bom. É melhor, não. É bem pro Rio de Janeiro. Não tinha um lugar melhor, pra vir, não. Porra, o Quora do Norque é mais segura do que no Rio de Janeiro, que não é o que é o que é o que…
O grupo que se vêam os vintes lá dos consultantes, e olha só que a ironia foi a Roberta Kiss, sobrando da Kiss. Aaaaah! Aaaaah! A gente sabe um conjunto musical. Da banda beijo, da banda beijo. Da banda beijo, da banda beijo. É beijo, é beijo. E aí dá pra fazer aquela preada, que a gente não queria. Mas a Roberta Kiss. Na qualquer tema. Salve os famos, eu acho que é beijo, né? Não, tô bem. Você fala, é tudo isso. Roberto aqui, esse. A banda beijo. Qualquer é o tempo. É beijo. Não é beijo, Igor. Eu acho que é o ter mais próximo de Deus que a gente já fez, você se vê. Acho que era gosto musical. Gosto musical, isso é gosto musical. Porque a gente é aqui se é de para pensar, a gente não fala muito de música. E quando a gente fala de música a gente fala só mal. Ou no Ouvo tem 140 episódios e a gente nunca vai se ver no música. Então a gente tem vários episódios analisando música. Sim, mas é um quadro. Mas não são músicas que necessariamente a gente gosta. A palma, o chorão é o quê? Não, o chorão é o que? O chorão é o músico. O chorão é o ícora.
E o senhor não é um idioma, a gente fez um especial sobre choroso. E o senhor se chama de música em geral. O senhor se chama de música em geral. Como é que fala? O músico é um gênero. Qual o gênero é o músico que você mais gosta? Certo, nem juros no momento. Olha, já começou a forçação. Como é porque não pode gostar? Pode, pode, pode. Agora tu quer falar. Eu tenho um playlist de cento de banho, mas se eu ficar fazendo o graçeno Twitter de 7.8, eu sou o Zed Cabardo, 7.8, eu tenho, cara. Eu não tenho mais, eu não tenho mais. eu não tenho mais. eu não tenho mais.… Eu não tenho mais Eu não sou o péssia. Você sabe que o mais peixe existia, né? Existe? Muito coisa. Existe um sangueza. O velhacha é fênol, eu acho que é Luide Easter. Porque era o Easter, né, já contei, que da onde veio, era do fora onde muça, que eu participava. E aí lá está a prova, que é a banda de Fmetal. E a banda que eu mais ouvia era... Não era que não é de Fmetal, mas era o cista da Alfa Dalk. E que era a minha banda favorita na época. Mas eu gostava muito metal. Escutava umas boas no metal, mas eu era assim, aquele cara afetado. Se eu gostava do... Eu sei, era afetado. Que eu queria ser true. Se lembra do solsique.
Eu só baixava musos ou psíquios, não baixava nem musos no casar, porque eu... Ah não, casava do povo. É, é uma coisa que não é a repetida muito, porque eu podia ouvir do Boz Bandos de Rock, mas eu não ouvir porque eu queria ser o underground. Então eu te頂 de uma ouvir, esse de c. Também tem muita adolescente que tá escutando a gente agora, que é a grande, que se acha da grande, é no... É, se acha. Existe isso ainda. Eu não sei se você acabou, não, a gente sempre tem. Até os 16 anos. Qualquer jovem fala que gosta de rock? Sempre tem alguém que não se envelhe. Hoje em dia o jovem ele é funk. Não, é funk, mas pareceu descolada ontem. Ele viu o falar do trap. É um jacol. A estilo musical aí que a galera está que o jovem tuite, é um usando droga e um viu trap. Você sabe o que que está fazendo trap? É um viu se brinquedo. É um viu se brinquedo. É um viu se brinquedo. É um viu se brinquedo. É um viu se brinquedo. É um viu se brinquedo. É um viu se brinquedo. É um viu se brinquedo. É um viu se brinquedo. É um viu se brinquedo. É um viu se brinquedo. É um viu se brinquedo. É um viu se brinquedo. É um viu se brinquedo. É um viu se brinquedo. É um viu se brinquedo. É um viu se br
O Marago se pôr de caixinha. Claro que claramente a gente não sabe o rumo da música, a gente não sabe o que está acontecendo e a gente vai falar de as coisas que a gente gostava. Ah isso é verdade, qualquer o genu que você mais gostava. Eu acho que a maneira mais abrogente de falar é o gosto de rock. Você é o que é que é que é… que Prime lembro, cara, ele é o apaseguardor, eu vi um comentário no Twitter. Apaseguardor. Apaseguardor. Eu vi um comentário no Twitter, é esse dia, se cata da iPrince tem... O cara respondeu um tweet sobre aquele cara que tatou a camisa no flamengo no corpo. Parece que essa semana o cara terminou de atratou. É 90 horas de trabalho para fazer a camisa no flamengo no corpo. Podia comprar a camisa do fome. Era bem mais barato, era para tirar. Era para tirar a camisa no fome. Ele não precisava transar sem pericamisa, agora você vai transar a camisa. O restaurante vai tomar banho de camisa para o restaurante.
Mas, enfim, o cara fez a camisa no Flavengo lá e aí um cara comentou assim, esse babaca, não sei o que, não sei o que lá, né, vizou o cara. Aí um cara, de ver se a framengue está, foi defender o cara que está atuou. Aí falou assim, eu vou ser ficar quieto que você quer, babaca, porque o teu réder é a foto do Bolsonaro e porque você volta no Bolsonaro e você é babaca. Aí um cara, aí o cara respondeu, falou assim, eu vou outro Bolsonaro mesmo e você que tem a foto do Cristiano Ronaldo, você é o idiota, você é baba-ovo do Cristiano Ronaldo então. E aí ficou uma briga... O cara ele conseguiu unir? E crescendo a Ronaldo no mesmo Twitch e eu loja os dois, eu acho que o Braia é esse cara. É o cara que é o Pazegado, a Pazegado. O cara é tudo tá bom pra ele, cara, é impressionante. É impressionante, eu tô bom. Eu sou o cara que eu não misturasse muito meu coração, ele é saudável. Não, agora eu preciso se estresar, porque você gostaria de tudo, cara. Uma vez a gente foi no restaurante, tem um evento e é o restaurante famoso que ele se empalou, né? E aí, cara, comida tava uma merda, se ninguém gostaria de estar com o livro, tava todo mundo saiu. Todo mundo saiu, gente saiu...
Puto, se não é que é que lixo de alimento. E isso, pra gente comer de graça. Não gostei, eu gostei. Ficou arco, se gostou, você gosta de tudo, cara. Não, Não, Não… E tem um nome de uma cidade de Paulo. Pariseis. Não pode falar dois. Não pode falar dois. Porque não pode falar dois. Porque falou uma fala chão ruim, comigo. A foda, se chegou gostoso. Não cuarta, não. Deixe a mim. É no pariseis, eu não acredito. Eu não acredito, vou falar. Então, vamos. Pota na música. Você não viu, não se toca as músicas que você gosta, Braian? Você toca a pagradar, galera na rodinha. Eu nunca voou. Eu sou o toco do meu quarto solitário, porque acho muito chato que vai tocar na parte de jota. Mas como é que você sabe se ele está com a cabeça? Você não está com a cabeça? Não, você não está com a cabeça. Não está com a cabeça. Não está com a cabeça. Não está com a cabeça. Não está com a cabeça. Não está com a cabeça. Não está com a cabeça. Não está com a cabeça. Não está com a cabeça. Não está com a cabeça. Não está com a cabeça. Não está com a cabeça. Não está com a cabeça. Não está com a cabeça. Não está com a cabeça. Não está com a cabeça. Não está com a cabeça. Não está com a cabeça. Não está com a cabeça. Não está com a cabeça. Não está com a cabeça. Não está com a cabeça. Não está com a cabeça. Não está com a cabeça. Não está com a cabeça. Não está com a cabeça. Não está com a cabeça. Não está com a cabeça. Não está com a cabeça. Não
O Paulo Peixoto é um cara que toca o Vêlão também, só que o Paulo ele não tinha esse filtro social que eu tenho de não levar o Vêlão pros encontros. Ah, isso aí é rápido. E aí, cara, tu tá no churrasco, tu é legal tocar o Vêlão, cantar e tal. Só que geralmente quando a pessoa sai para um evento social, ela não vai pensar nisso. Não. E aí o cara do Vêlão geralmente ele é o cara achado. Ó, senão ele também é o cara que bebe mais e aí ele começa a... Caramba, o problema não é tocar o Vêlão, é tocar as minhas músicas que toca oito de churrasco. Tipo, uma hora vai tocar os irmãos, cara. E ninguém tá com o saco pra ouvir os irmãos, se ligando. Cara, é o problema do Pablo, é o problema que era essa, a gente já falou de todos os violês. De todos os violês. Além de ser isso portável, eles ficam meio a hora finando o violão. Cara, é isso. Que saco, ele toca, tipo, lega urbana, pais e filhos, meio a hora afirma no violão. Aí ele toca o Natacha.
E aí, mais ou menos, ele é o final daquele violão. O cara, ele tem tipo, é um churrasco, tanto faz. E esse importa, e o lugar de violão não ele achou. Não era churrasco, cara. O Pablo levava o chão. Sabe qualquer lugar, mesmo. O Pablo levava o violão pra churrasco, o que tinha, cara, o quê? O cara cantando o cara, o quê? E ele tocando outra música. E aí, ele teve uma época, ele levava o violão. O baixa o lão, o que é o baixa o que é? O baixa o cujo. E levava aquele negócio e viu que a tata, tata, tata… tata E aí, não esposa dele. Du nada! Acaba a festa. É, não, três coisas. Já o danco do Siljo. Não, mas cara, o bete da minha esposa. Este aqui embora, tá ligado. Você não vai fazer essas coisas. Contessa esses churras que são Paulo, cara. Airei, eu nunca fui churras. E aí, então sim. Aí, então sim. São coisas que estragam roletas, ligado. Entendi, entendi. Deixa o clima pesado. É, deixa o clima pesado. Só calve o lão, começou a jogar truco e mexe na minha esposa. Três coisas que estragam churras. Eu vou forçar isso, você viu? Que tá com somada da festa no seu caso. Não leve, não la esposa.
Não, não ofereça isso. Não, não ofereça isso. Levar o poder levar o filho de síquio e coufrio. O ferece violão. O ferece violão não pode vir para tocar. O ferece violão e toca na esposa. E o outro... E o jogo violão e toco truco. Porra, o problema na verdade, rolê musical é que cada um gosta de monte de música. É isso que eu gravei. Não cair ninguém com a área da contor das músicas. Isso é pra revésseis, botar uma playlist de funk, sempre vai ter um cara aí, e eu tocando funk, não sei o quê. Aí ele fala, não, vou botar um rock, e aí botar rock, ninguém dança, ninguém gosta. Porque é uma puta de preia. E o pior também é que tem a limitação do violêro, porque às vezes o cara leva pensando, vou tocar tal tal música, aí chega lá alguém pede uma...
Eu não sei o que ele nunca tocou. E ele já não ia saber tocar as que ele sabe, imagina as que ele não tava vendo. Ai piorou. Eu acho que a única coisa é também. Quando o violê ele vai tocar o Ancôis, ele vai cantar em outro jogo. E o cara tipo, o Mousa fala português. Aí ele vai tocar as poes, onde eu algo. Eu nem sei como é que a música. Isso aqui, tipo, a vez eu fui lá, eu gosto. Não, o cara tá aí, pô. Eu não lembro. Não, não. Não vai ficar música, só dá ele um, eu não lembro. E aí, cara, mesmo filhou o Augusta, tinha uma louca com o violão e eles só tava tocando músicas em inglês. E a galera na roda, tipo todo mundo ir de ir lado, tá ligado? Lógico, não entendi do porra nenhuma. E, mano, nesse rolê esse dia tinha um chinês e uma croata. E eles também, não tava entendendo lado, tá ligando, mas a gente tá quietando em português. E a gente foi ligueia lá e falou pra ir fiar o violão no cu e então, cara, de bom. Mas enquanto vocês continuaram jogando lá, pra ele vai achar que tava falando. Olha, já começa que eu sou contra...
Vamos tocar música em inglês em violão, já é errado. Música em inglês é para escutar só. E para escutar de fone. Porque é para não enxer o saco do resto da galera, entendeu? Porque se fupa escutar música de povo, povo, nunca é. Você vai lá no trube elétrico lá da Ivete Sangalo, sabe que ela vai cantar Wonder Wall? Não vai. Então música de galera tem a versão forróide Wonder Wall. Não, tem, mas aí que tá, é a música para galera. Se tiver o bar, por favor, coloque.
Cara, tem música? O Avis Forró já fez versões de todas as músicas possíveis. O último episódio sobre o Oteis, o Bairro colocou até o que ele for no versão Forró. Palógico, bom, é o jeito certo. Então, aí que tá? Deca a música em português, aprendo isso. Inclusive quero deixar aqui minha indignação sobre Caralquê. E o que tipo de Caralquê? O Caralquê, instrumento, aparelo, eletrônico ou o Caralquê, caso de Caralquê? Ambos. Não canta em música em inglês. Ata. Musica em Caralquê é pra cantar música em português. É de evidências para baixo. Não é pra ficar, é o cara que dá uma de cantor, não sei o que. O cara que é a liberdade, não quer virar a cadeira do programa do devor, é isso pra você não. Mas tem um pessoal que vai competindo, cara. Competindo. É, competindo. O mundo bebo do líder, estando nascer. É, a japonesa gosta de levar a cara ao que é certo. Mas aí, a japonesa está todo entre japoneses e todos os japoneses levam a série. Então é só, aí, que faz sentido. Você sabe que tem intoneio de cara ao que no Brasil. No Brasil, no mundo. No mundo inteiro. Eu sei. Ali na liberdade tem vários.
Então, mas aí que tá, é um ambiente só de japonês. Aí eles também tem eles. Pode ir pra brasileiro, com górem? Não, não pode. Não, se brasileira entra, tá uma porrada. É porque os caracanteis japonês também, né, cara, é? É, já é difícil falar de coisa. Eu tenho que já dímito, né? Só obertura do Naruto, várias vezes. Vocês não tocam nenhum tipo de funcionamento mesmo, não sou de branco. Eu já to aqui embaixo, mano. Eu já toco o baixo ali. Você te falou ansiário, cara? Eu... Eu... história mais... Fais são as quatro, qual o nome das quatro quartas? Não, não faz ideia. Isso faz de parquise anos. Foi o nome da Coda de Baixo. Acorde o meio, qualquer. Não sei do meio, porque são quatro. Eu nem te odeio a Baixo, eu me presta o amigo, mano. O baixo geralmente é errei. Ela é a vagabanda da... Eu não sei o especialista. E aí, mas eu fui a minha carreira de baixa, isso foi muito curta. Não durou dois meses. Por exemplo, eu tinha a vagabanda da minha cidade. Mas saltar é.
E aí a vagabanda, o baterista, ele bricou com o bassista. Só que o baterista era o cara que tinha grana na banda. Então quem teve que sair foi o bassista que era o mais pobre. E aí um dia, cara, a gente tava um churrasco, tava de eles falar, era o baixa, era o dois que tá a rista, era o cantor, não, era os dois que tá a rista e o baterista, eles se reuniram, se foi lá, que vocês estão aqui, que eles não vão, que eles vão lá, só, Luide, a gente quer te convidar para ser baixa da... Ouvo, da Vagabana. Porque já tinha ouvido você tocar antes? Não, nunca tinha tocado na Vagabana. Ele foi escolhendo, você foi escolhido, machista, assim, nunca estava tinhando. E aí o nome da banda era Veritas. E aí ele disse, não, você quer veritas, quer veridades em uma atinha, uma verdade, assim. Não, é, era os caras do Aves de mais. E aí ele disse, se quer, entra, falou, o cara, o cara, o cara, o cara, o choreita. Aí, você chorou, o choreia, pô, toda hora, o sou, é melhor, você é o roqueiro, cara. O amor, que você não sabia tocar em uma moto, você devia falar, não, mas tem que se for aceitar. Você falou assim, não, não sei tocar. A mesma, eu posso aprender, porque a vida é feita de... Cara, mas quando você já está dentro...
O cara não é uma banda, não é a época de aprender, é pra quando você tá fora da coisa pra você saber. Ah, mas aí você discuta com os veritas lá, eu só sigui ordes. E aí o cara me colocava pra você, áudio de baixo, com o cara que ele era da congregaçãozinho, lá, de ventista, do sete, mas é um dia, desse que o mundo vai acabar a qualquer momento. E o cara que todo o crente é roqueiro também, né? O crente ele tem, é se luta. O gosto do gosto. Fica tocando de estar. Tem eu, o gosto do rock, né? O gosto do rock, o gosto do gosto, eu sou um várias vertentes. Pô, o que é isso? Vamos mudar, só invertir, vamos mudar. E aí? Eu tinha a loco, eu pagava as dez eix por mês pra fazer ela de baixo com ele. O louco. E aí eu só deu tempo de eu tirar uma música no baixo. Quero uma música, dou uma banda, cara. Eu lembro da música. Mas era uma banda gosto, porque era assim. Eu não entendi quem? Porque eu nunca consegui te esquecer. Se tudo o que eu mais queria era você. Não sei o que faz. Aí eu referi... Quem disse que eu amou?
Cara, era uma banda, que o cara ficou virou creche. Pode acabar, vamos para o classe refram, Igor. Não, Não, Não… não é isso aí dele volta. E aí, eu apoi... Acabou, acabou, acabou, vamos lá. Aí, era uma banda. A gente até ficou excelência, porque ela sabe que alguém vai pegar o áudio e vai botar isso numa base. E vai virar uma música do... É uma banda, véia, o cara virou crente, a gente pucar do raio. Pepi Moreno. Pepi Moreno. E aí, eu tire essa música no baixo. Pepi Moreno. Só dentro de onde eu tenho a melhor aprender essa, porque qual foi o grande... o grande drama? Eu aprendi a tocar essa música no baixo e os caro me tiraram na banda. Mas como que você aprendeu?
Sosa, o que eu estou... Não! O cara estava a hora pra mim, pô, o que? A tinha os acordes, o cara falava perto aqui, perto aqui. Não, ele tinha todos os esquema lá, os evrinhos, os cifras colubram a vida lá. E aí, só que tipo em dois meses eu consegui tirar uma música só no baixo. E é o cara vir que eu não tinha futuro, cara, e eu não sei como você não viu, que você não viu. Ah, esse era o era chave, o mundo estava diante de mim. Aí o cara, aí o baixaista com o bateria, esses era as pásseles do Andarinbor. Então, então no final das consabanas chegou a conclusão que chamam o batista que nunca toco... Correi um estrovento, não é uma boa ideia? Que ela fizeram as pazes e se fizam o patitão. Foi ele. Fui, não, mas é, os que ela perdoaram as ofensas. Ou seja, a gente não tem desculpa de uma pessoa. Uma pessoa minha, uma mulher do outro, uma pessoa minha, uma pessoa minha, uma pessoa minha… uma pessoa
Eu vou fazer um cover do Stokes. Você fazia cover do Stokes fazer. Mas o Abanda durou um show. A gente cantou duas músicas e ninguém entendeu nada, a gente saiu do poco e... A maioria das coisas terminam e saiu, né? A gente chegou a... A gente se saiu, na verdade, tiram um palco e o que ele está vendo já foi assim. É que a gente pulou a parte do ensaio. A gente só foi cantar. Só foi cantar e... Cara, todo mundo no poco... Eu estou conversando e nem olhou para a gente e ele falou, vamos embora. E eu acho que nem repararam que a gente saiu. Eu não acho que nem percebeu que a gente saiu. E aí acabou, no mundo certo, mas era um localista. Mas você tem cara de raqueiro. Eu tinha um estilo meio badawí de cantar. Olha aí.
Peguei meus dois, ó! Cantando pra dentro? Não, eu... Não, o estilo de posicionamento num pouco. Auxí, deixava pra pela... É, eu deixava o que era minha aberta assim, ó. E pegava microfone e... Ah, mas eu rouquei, não. Para aí, parecia que eu tava brigando. O rouqueiro ele tem que parecia que tava brigando. Tem que ficar apela meio um após-meirinho. Isso, não, já tava numa posição que se alguém tentasse subir no palco, eu dava um chote na boca. Cara que punta, tá da o primeiro pulinho, já punta, não, não, não… Por isso que o Braian gostava de rock. Principalmente depois que é o cara de atitude, por isso que tem um destino de rock em rock com 14 anos, é legal. Depois quando o cara está com 30, já é mais difícil. Ah não, mesmo. O rock é o que passou dos 16, quem é o rock, tá? Mas você pode ver que o cara, o roteiro de... O seta foi o roteiro, inclusive. O roteiro. Você falou que o roteiro foi pra você. O roteiro ficava bravo. Se você for ver o roteiro com mais de 50 anos, 40 anos, é tal. Ele é um cara triste. Ele é uma etana criança, né? Você vê, não?
O mesmo do Wesley, melhor do bar de natal, o Wesley. O Wesley, né? Ela é um pouco que eu era um velho. Ela não rouquia, ela não rouquia, ela não rouquia. Você vê que ela é uma pessoa triste. Mas ele achou uma alternativa que foi abrir um bar de roque. Então, mas daí você é obrigada a comprar uma moto. Tem umas coisas que você vem junto com um negócio roque, que às vezes o cara não gosta, mas ele é obrigado pra fazer... Tudo tem que ter que fazer. O Zabad. Tem que ter que tatuar, fazer tatuagem. Mas o cara é negócio, ele fala, pô, a mano, sou o roque, eu vou ter que tatuar, mano. Que merda. Tem que ter que dar de preto, vocês vão fazer muito com a moto. Tá de preto.
Porra, imagina um rocker em Manaus, a folaura. Por isso que caiu de modo, o aquecimento global não está deixando mais uma pessoa ser roqueira. Eu estou no mundo aqui, teve um banda de rock, eu fui um pro pro pro… É o único que a música que eu gosto, é de pagó, é o único que a música que eu conheço, só de pagó. Que instrumento você já tocou? Você falou que já participou de banda aí? Eu já tive um grupo de répica. Ah não, acho que já aconteceu a história, mas... Já contou. E o cara até compou era o MC Penínea. MC Penínea? Que merda! Eu queria que pegasse a perid, mas não pegou. Era bom, pegou. Era o grupo, era o três, era o grupo dos anônimos. Mas ela é uma coisa... Aqueles racos, não são vocês? Isso foi muito antes dos anônimos. Nem tinha internet, tem que ir lá, que era um jogo de plai, jogaram os anônimos. E aí, então, e aí a gente que tava rap, e tal. Mas como é que vocês vão ser os anônimos se você era o peninha? Já não era nó, né? Não, o grupo era nó, né? O que eu tinha, o nome... Então, era nó, né? O sério era... O que eu lembro de um outro nome? Aliás, o peninha. Eu tinha o MCD, tinha...
PUTA, Merva! E o MC Cabez. Por isso que eu penso SESC, o cabezo dentinho e o peninha. O cabezerônico que não era diminutivo. Parece nome, pelido de sobrenotipatinhas. Parece nome de grupo, assim, de sérido do SBT em Fantil. Parece... Tipo de futebol na nova da Várzea. O peninho, o cabez, o pezão... Porra. Mas acontece, cara, que, lá hoje eu morava, tinha muito grupo de rap, de adutos que que não tava rap. E a gente espirrou nos caras que ele faz igual, só quando a gente descobriu o tinha drogas e armas e tinha que roubar. Imagina o rap de palhoça, cara, aquele estrutar que ele se derrissinha. Não, burita, eu tenho um suttag de talaraia. Mas eu não me meto a cabeça, canta rap. Vocês foram os braços, o mesmo bomba tá direto. É, eu só favor. Eu não me meto a favor. O batalha de rap. Vai, agora, vai. A loem se peninha.
Eu só comprei o meu tempo. Eu só comprei o meu tempo. Eu só comprei o meu tempo. Eu só comprei o meu tempo. Eu comprei o meu tempo. Eu juio de cala nessa boca. O único que eu fiz é que só me tava o boça. Igor Seco, baixa bola, eu vou chegar. Quando eu começo, eu canta a melhor respeitar. Você era esse peninha. Eu tenho peninha, peninha da sacada. Quando você se olha no espelho, meu irmão. A rapia até o meu espetelo.
Eu não entendi porque tu está repiado, olhando para mim a cara, tu fica a excitar. Eu também não entendi essa rima, porque eu sou rapper, porra, sou o podcast. Por favor, batalha, porque você não tem muito complexidade, o rap, cara, o cara tem que ser bem marco. O que é essa batalha, bro? Eu acho que foi o Igor pro Brasil, mas ele foi o rapper pro Ticionói, eu vou só tocar uma baixo. Não existe batalha de baixo, ninguém respeito, não existe. Conto de baixo, você conhece. A batalha é do baixíssia pra não morrer de fome. Mas não sei, galera, quando você conhece, acho que batiinha está ele ganhando os návores, todas as bandas. Não é nada, cara. Eu sou um pouco baixa, mas a partir desse episódio eu vou conhecer vários. Porque vai aparecer em baixo e eu sou viro chingar. É uma coisa que eu não sei se não tinha ninguém. O meu nome é Nadia, se a gente for ver o músico em geral, só você pode, né? Só tomar no cu, porque é aquele negócio, vou me ver dar. Ah, tipo, eu vou ver dar, você fodeu.
Quer viver da arte? Toma no curro, não tem jeito. E aí o cara vai dar uma viver da minha música, pá, e aí ou você vai, vai precisar de uma mesada até o pai. Ou então, cara, complicado, porque é o único jeito que ganhei dinheiro com música, se você não for um cara mega profissional e tal, ou já tiver os caminhos aí, com a amiga do Rick Bonadillo ou com o caso do tipo, é o que é tocar em bar, tocar em bar é uma merda. Tocar em bar é um saco, para todos os lados, para quem está ouvindo e para quem está tocando. Porque o cara que está tocando, ele é obrigado a escutar beba do pedindo música, eu tenho que entender. Pedindo raú, pedindo fazer um piada no raú. E os caracotão no bar, às vezes não quero nem pagar o cover. Já não quer. Já não, já tem essa aí também. É, porque eu quero só comer e embora. É porra, assisto o cara no que nem pagar os 10% do garçome, imagina o cover a gente. Pois é, ainda porra, cara, eu sou surdo, porque eu tenho que pagar o cover. Cara, fica puto, né? Então tem isso aí também. E aí o cara...
O cara que tem toquembar é tomando o corpo, porque é isso. Agora o cara que tá ouvindo, toma mais um coi ainda. Porque é obrigado a escutar, quando não quero escutar. Eu, por exemplo, ou a última coisa que eu quero não barra, é música ou vivo. É, deixa eu ver isso. É uma verdade nossa aqui, né? Quando a gente sai aqui pra tomar, você vê que a gente procura vários que não tem música. Que música, a gente ele ligou pra lugar pra saber se... Já várias vezes. Qualquer aquele que a gente vai lá direto... O partizão, né? O que a gente vai direto lá, a gente vai direto lá, a gente vê... A gente liga pra saber se é dia de... de... de banda não. A gente vai usar um tempo atrás pra não manzar se ele tinha um outro problema, que era quando a banda tava tocando, ficava meio apertado. Às vezes, tu querendo banheiro, tu batindo o braço de hectáras assim. Não, Não, Não…
Porra, vai para o balada, cara. Já tem um negócio muito bem definido assim, quem quer dançar, vai para o balada, quem quer conversar vai para o bala, esse chega no bar, toma uma balada. Aí fudeu. Aí você chega na balada, ela está conversando na arte fumaite. Aí não dá. Ficar uma vez eu fui uma pitçaria como namorada e tinha um músico que eu tô cantando na pitçaria. Mas era aquela banda da que era eleana, aquela dupla, que era eleana fazer arrimas com comida? Não, não era podia ser, né? É isso, não é isso. É, essa é melhor. Não, mas o músico, o músico ele tinha até esse mancole de via, fala só. Não toque em tal lugar. Pensa a linha não. Velório. Não, velório pode tocar. Não, velório pode. Não, velório. Não, velório. Não, velório.…
Não quer desistir, então evita estar nos lugares que eu estou. Então se você troca voz violão, me manda um e meio. Eu vou passar uma lista de provar os lugares que eu estarei até o final do ano. E é vida de estar lá. Não, é bom. Fou, por favor. Eu faço que nem eu to aqui em casa tranquilo. É, foi que eu braço. Despeito horário do condomínio, obviamente não pode tocar depois das delas da noite. Faz live. Não é como a da vizinha. Faz live, pra gente, é. Faz tweet, é. O que que é? Que me pude de valor. Não, mas na boa barco, musical vivo, eu sei que te vai tomar chingo aí, nos músicos vão ficar poto. O que é o músculo no Brasil, no que é levado a sério, no que não sei o quê, mas carão saco. Porque você tá num bar, você quer fazer duas coisas, uma, bebê, número um, número dois, conversar. E quando você babe, você conversa mais, e quando você mais conversa, mais você babe, mais quando e é um, e aí é esse é o ciclo. Aí tem uma puta, numa...
O banda tocando mais alto que você consegue falar, ai não dá. Eu não sou o seu. Pois é. O problema é isso. Quando a música é baixinha, tudo bem, é o musicambiente. É o cara que faz uma música ambiente. Baba, baba, baba, toque uma maregaduto. Marigaduto, marigaduto, marigaduto, lululululululululululululululululululululululululululululululululululululululululululululululululululululululululululululululululululululululululululululululululululululululululululululululululululululululululululululululululululululululululululululululululululululululul Tia obrigado a ficar olhando para cara dos músicos e aí eles acham que estão no alenço parte e fazendo o show. Acho, eles queriam estar. O sonho dos cara era estar fazendo um show e eles não estão, eles... E eles começam a apresentar banda. Aqui o Julinho viu, bachista. A pior coisa que o Julinho viu, a banda de barco, quando eu tenho cara que conversar, quando eu quero que fazia um estandá entre ronvos que outra. E aí ele quer conversar. Não, ele explica música, essa música aqui, eu toquei para a minha namorada. E aí eles começam a chorar, jogando ele para trás.
A gente viaja aqui o Brasil inteiro, nunca saíram de ser todo dia. Não, muita gente. Sabe o que é o maior problema de música ao vivo? De todos. É assim, toca 10 músicas. Ele fala assim, porra, toque 10 músicas. O publicadorou. Ele manda assim, galera. Eu vou tocar uma música autoral agora. Essa aqui, eu fiz, essa aqui... Putece, lá é o golpe. Essa aqui, só eu conheço. É uma música autoral. Só eu, só eu sei, mas ninguém sabe no mundo. Vamos cantar junto. Toma no cor, eu não quero saber de música autoral. O reforio é mais ou menos assim, ele toca uma vez de bocadinho, pra galera que é indialenta, só que galera tá comendo uma batata frita. É saco, cara. Legal quando ele fala assim, galera eu gostou aí do nosso amor, que isso é o quê? Agora vamos titar umas sensais.
Uma que a gente nunca ensaiu, aí em quando se esqueçam, aí a gente pediu uma música lá de panita. Vai dar certo. Vai funcionar. Vai dar certo. Pota aqui, pare. Realmente. Se já foram em outros ambientes que tinham músicas diferenciadas, por exemplo, o Escola de Samba. Sim, música, você é o escola de samba diferenciada? É do que uma... Você escuta escola de samba? Tem uma barzinha, mas... Hoje depende o barzinha. E pode barzinha, esse que tem escola de samba? Pode, tem uns barzinhos que tocam isso é uma barervosa, cara. Tá, mas tu já foi? Não vou, porque eu não frequento ambientes com... Caralho, Luide, a pergunta é simples. Então, com você começa a querer problematizar a porta pergunta. Só pancher a porta do saco e você chega numa conclusão que não tem conclusão. Não, eu já respondi, não. Eu já fui.
Ah, você foi. Do lado de casa tem o barzinho que toca com os pagodeiros nervoso. O pagodeiro não é? É, de postcar, de que é um pagodeiro. Tá todo soco no cavaquinho. Eu não vou ter o meu deus, cara. O que é O que é O que é… O que eu sou esteio? O meu assustinho. E esse foi no Sobredicção. E esse foi no Sobredicção. E esse foi no Sobredicção. E esse foi no Sobredicção. E esse foi no Sobredicção. E esse foi no Sobredicção. E esse foi no Sobredicção. E esse foi no Sobredicção. E esse foi no Sobredicção. E esse foi no Sobredicção. E esse foi no Sobredicção. E esse foi no Sobredicção. E esse foi no Sobredicção. E esse foi no Sobredicção. E esse foi no Sobredicção. E esse foi no Sobredicção. E esse foi no Sobredicção. E esse foi no Sobredicção. E esse foi no Sobredicção. E esse foi no Sobredicção. E esse foi no Sobredicção. E esse foi no Sobredicção. E esse foi no
O que eu vi? O arrua na frente do bar, ela tava cheia tipo de gente na estrada. Na estrada, né? Na estrada, onde é que tem hora, cara? Eu morri os ásseis. Cara, o bar... Esse é o braje, cara. O cara do coragem, o cocovarde. O barzinho, que é mais tráda, hein? O barzinho é o que não tem em solta-rare. Eu vou bater. O vídeo tem que ser um Paulo do Inscrato. Quando você achar a susta, você mora em São Paulo. Dependo do número de pessoas, sim. Ah tá, é tudo bem. Não cara, aí que o barra ele não tinha o porte por esse tipo de gente, entendeu? Pra essa condição. A condição Paulo é assim, mesmo, você acha que o metrô tem um porte pra carregou de idade de gente? E mesmo assim, milhões de pessoas estão lá, todas os dias. Tá aqui, cara. Mas eu tenho sessão. O meu destrado, o show do Nelson. Então, o que eu gostei? Sim, já fui. Já fui. Eu só contei que você assustou o que eu tô com o ar.
Foi uma felicidade, gente. Ah, vai tão boa. Tinha muita gente, tinha acabado de me mudar pra lá. Você nunca foi num lugar que tava mais cheiro que você imaginou que tivesse? O Petropo. Onde? O Petropo. Não, tu falando de lugar de de bad, coisa do tipo. Ah, não, porque eu não vou frequentes as ambientes mais general, não. Não? Sou uma pai de família. Eu vou em lugares controlados. Tipo que? Métroa, hein? Eu não sei, faz muito tempo no baca. A tradió fazia um propagando nossa milhares. A maior tradi não é barpo. A tradi não conta, não tem música ou vive. A tradi não é bar. A última vez que eu saia de casa, vai num barfo, é num caralqueco pessoal do relezendo. Ah, verdade, é divertido. Chega lá, barco. Fale divertido. Vai ter relezendo, sim, de ser maninhou, vem. Pé, não é verdade. E eu vou beber, hein. E eu vou e eu vou estar locaço. E eu vou ficar locaço, né, hein? Eu vou estar do então. E eu não vou comer, caroidrato, hein. O quê?
Nem beber cabaidrato. Nem beber cabaidrato. A gente vai ter que beber vodka. Vódica que tem cabaidrato. Que que não tem cabaidrato? Tem que ser raucólico. É água. Água é o código? Sem nada. Daniel Cozinho, vamos dar uns veneno, o polídeo. Vai ter o rolêzeno da esse frança, mano, bem lembrado, do violídeo. Lembrado que é um ótimo momento pra gente discutir esse negócio de banda ouviro. Porque se a gente for um lugar que tem banda ouviro, a gente vai estar no número maior a gente pra dar uma porrada na galera. Pode assurrar o banda ouviro. Pois é, o banda ouviro. Depende da quantidade do banda ouviro. Se for um banda ouviro, vai dizer, ou não, aí é o seu, vai, vai ser o que se for. Agora se for o canal, se for o canal, se for o canal, se o seu esteve, bote com o poder, o canal susta aí. A banda é de pagoas nervosa.
É um pago de Harry Corre. É a primeira banda de pagó de nervoso do Número. Se ninguém fizer o desenho do Número, se tem pra cá, pra ter disco do Número. Que é brando? O Número e pagó não ficaram muito... Agora a gente tem a loja do Não Salvo, cara. É, mesmo, se eu tivesse de ir, se eu tivesse de ir. Eu tinha que ir placar, camiseta. A gente falou da loja no Novo? Novo, não. Não. Cara, a gente é muito burro, né? Eu falo agora, pode ser... Você deixa mais? Eu deixo. Então a gente abre uma loja. O dia de hoje é que se chama NãoGastupontoCom.com.com. É. É a cara do teu pai. Começou bem. A cara do teu pai, naquele formato do, acho que é um poster do Obama, né? Isso. Que é da campanha electoral dele. Isso que tu rope embaixo. Que significa inglês? Agora.
Não, não fica esperança. Eu sei muito falar uma coisa muito, pai. Meu pai, eu mandei uma foto, meu pai da camisela. E o meu entanto, tu viu, ele é bruxo que era, não sei. Eu falei, pai, olha só, a camisela ele falou, é que eu estou pensando? Eu falei, é você. Olha o que é que significa roupa, não é? Que tá escrito embaixo. Ela foi significa gostoso. Ah, gostoso. Aí falou, achei que era gavagabunda. Muito achei que ela vai gavagabunda, né? Ah, tem essa camiseta que é cara, cara, cara, camiseta que é cara do meu pai. E eu não falei pra ele que tava vendo essa camiseta. Ah, eu acho que eu era exclusivo. Ele achou que eu que fiz, tá? E aí eu não falei nada porque meu sonho é ver alguém, sei lá, em algum lugar usando, e ele tá no meu ambiente. Eu põe contra o cara na pésario, assim. É, encontrar com alguém na rua e a pessoa tá usando a camiseta e assim é um momento mágico.
E aí, enfim, tem outras camisetas também tem inclusive um que tá mais vendendo. E é o moletom com várias caras do falsão. É, é um moletom, é lindo, cara. É mais melhor, é esse moletom. Eu postei no Instagram, é quase récord de like, lá. Ah, galera, adorou. Então é, é, pós, é. Eu queria ver o falsão usando moletom de falsão. Mas, vamos andar, vamos andar. Você viu que a gente mandou a plaquinha do falsetop, né? A gente mandou pro Thiago Laifer, ele botou num cenário, lá. Botou num zero. Cara, isso foi acho que é maior ouro da... Ele voltou no cenário da Globo, lá, dos aeronho. Tem a carecia, você vai ser para esta atenção, no 01, lá. É que passa 5 da manhã, do segunda-feira. Tem 4 minutos durante o seu programa.
É, mas se você pressar atenção ali no problema e olhar no fundo, lá tem uma placa com a cara do falsão que a gente que mandou para o Thiago Leif. E pedem que o que parei se usaram. Você como? Mas beleza. E aí cara, a gente lançou a salagem que tem várias coisas além das camisetas e moledões e blababla, drag nites, tem que ter caneca não. Tem caneca. Tem caneca que tem de vóro, tem que ter um fada. Tem uns mãos pede. Mão os caras, tem duas coisas aleatórias. Tem. Eu pedi para a gente se lasar a gente chinesa também. Eu sei o que eu pedi para fazer na vória, porque é assim, a ideia é a seguinte. O que você faz? O estoque vai dar nem 5% do salário dele? Não, ele disser o boy pra...
O que é? É um gulho negro, então vai estar com o gulho negro. Eu quero ver. Por que não? Não gasto ponto com ponto BR, a loja que a gente fez e tudo mais, não tem nada relacionado à música. Mas eu só fazia a composição de que depois fazia qualquer uma. Então, a galera que quiser mandar ideia, a gente inclusive, estamos abertos. A qualquer tipo de ideia, a galera está mais não bastante no grupo de consultores, que a gente está fazendo. Está indignado com a casa dentro. Quer uma branca dela? Vai ter. Lembrei. Mas, acabou de falar aqui da nossa longastinha? Não gastinha. Eu quero puxar o seguinte, porque no interior, o que rola muito é cantor sertanejo. E lá é esse, isso é um...
O Plus é, galera, gosta, é difícil de você encontrar alguém que não gosta. Porque, e assim, os cara ouvi, Certanese, dói que acorda, a Org vai dormir, aí quando eles estão num bar. Ai, se querem ouvir uma dupla, o que? Ouvir no Certanese. Isso que é, é um engoyais, isso. Caramba, engoyais, paraná, sei lá, cara. Sabe o que é o problema? É que engoyais. Quando você vai num bar, tem uma dupla, Certanese, tocando, e todas as mesas tem uma dupla, Certanese, sentada. Sentada, viu, carçou? É uma dupla. Bem, vem dois cara. Certanese, que o paiserte deve ter morrido. Vem, vem. Então tudo, uma dupla, E a gente vai ver a gente, né? É um problema, né? Não, cara, mas lá no lado, cara, é de preparar na todo o barco, você vai, todo o restaurante, você vai. É pitxari, tem dupla, você vai mexer, e fica andando o banco, você tem, né? E troubando o banco? O banco? Como é como assim? O banco é assim? É caro. O gerente, às vezes é cantor, ele levanta, começa a calcular. Ah, você tá falando, né? Você tá invito a história, aí... E se ela é cala interior, é assim? Como é que vai cantar no banco? Você tá louco? O cavóis violão? Como é que vai entrar com violão na porta de vetora? Ela é uma brasileira gerente, ele digita o quadro, mas o violão é de madera, né?
A cor de metal, a cor de metal. Imagina eu tocar com a cor de metal distraíter. A cor de metal é só as três de baixa, as três de cima são de assim todas. Não, cara, não, também. Não, está louco. É que é cobre. O cara toca. A gente tem uma batalha de rap, agora a gente vai ter uma batalha de como é o uso de estrometára dos cascais. Vai, valeu, vai! O que passa é Nique, o que é o da moeda, porque ele não vai prender num banco, né, cara? Tem que estar com a dc era aqui. É descursão mais em lógica. Muito sobre o importante da Tora de Bancam. Tem esse podcast pra o Twitter, oiten, discutirem. Meu Deus, meu Deus. Então acho que violão dentro o banco, vamos lá, essa parte. Eu acho que violão de que você é proibido ou só no banco. Tem que começar esse movimento no Brasil pra acabar com o valor. O que falou que é proibido em banco, não é?
Eu não sei o que é o que é o que é… o que Luide Magrassil também. Então por que será? Por causa da onda de Instagram. Olha, eu estrago pra graça. O Luide está tão viciado, Instagram que ele fica filmando, ele fica filmando durante o porém, que a gente não pra se atenção porque a gente está falando. Aí quando volta o assunto ele repete tudo que ele disse, porque ele consegue pensar atenção, gravar o mesmo tempo. Eu acho isso absurdo, estou fazendo papel aqui que não cabe a mim, porque nós deveríamos fazer Instagram do perfil do Novo, né? É verdade. Na verdade? O sabe o que é nossa grande borra. O que tem a senha do Instagram do novo é o Braian. Não, tudo não tem. Mas você é o que mais tem. Você é o que mais tem, a senha. É, tu é o que mais tem. Tem de ser. E eu botei, tem três dias que eu peguei. E os histórias que eu faço do novo, vão sucesso, a galera donde ficar teorizando sua cautema, o que eu não sei o que lá. Aonde aqueles 10 segundos vão se encaixar no episódio... Ah, o cara tenta de vinha. Olha, o que faz o Cidadão ter a vontade de baixar o novo. É verdade, eu posso terminar fazendo um histórico.
Eu queria fazer um histórias, um pedido difícil, de uma batalha, mais uma batalha, a parte 2, porque é a primeira, o Igor, eu queria ver se tem uma revanche entre Luide e Igor, porque eu gostei de essa batalha, eu sei como é que são os homens, vocês vão botar uma base e aí, logo logo vocês vão estar lá no metrô da linha Zoolá, descupo brigando lá, fazendo batalha. Vamos lá. Eu não sei o que é o que eu vou achar, o que eu vou achar, o que eu vou achar, o que eu vou achar, o que eu vou achar, o que eu vou achar, o que eu vou achar, o que eu vou achar, o que eu vou achar, o que eu vou achar, o que eu vou achar, o que eu vou achar, o que eu vou achar, o que eu vou achar, o que eu vou achar, o que eu vou achar, o que eu vou achar, o que eu vou achar, o que eu vou achar, o que eu vou achar, o que eu vou achar, o que eu vou achar, o que eu vou achar, o que eu vou achar, o que eu vou achar, o que eu vou achar, o que eu vou achar, o que eu vou achar, o que eu vou achar, o que eu vou achar, o que eu vou achar, o
Muito obrigado, todos os nomes. Ah, que lembra uma coisa importante. Diga, começa com o P, e termina com IqP. Exatamente. PqP, agora é possível. Você já sabe que eu trebei com o No Ouvo, aí através do PqP, né? Que é uma aplicativa aí, que quase todo mundo já tem, se você não tem procura aí, não tem um Android, então não tem o iOS, né? Que é o do iPhone. Pique Pé, pesquisa pelo Novo, lá dentro dos planos, que é plano que você quer coisas da gente. Recompensas que se fala. Tem os anios letters, semanal exclusiva para quem é para caralho, assinante. Vamos falar caralho, não tem. Eu posso falar caralho, não pôbrem. Aliás, você está lendo a minha coluna lá no newsletter do Novo, defende o Backflow. Vou falar para a Lavrão no meio do público, porque é importante, galera, entender a intensidade de qual isso é importante pelo Novo, continuar existindo. É importante.
Por que querendo não? Pode quer, só se for de num Brasil. Eu já estava falando isso no dia da universo. Se for de mais do que músico. Você pode até que o músico não. O músico até tem quem não gosta. O músico é errado, ele veio de violar o dele. O quanto quer, depois de quê? Tem que vender o Igor. Eu era o CEO, mas não se influenciar mesmo. Estava conversando, se já no Twitter, pessoal que gosta de podcast, vocês precisam apoiar os podcast que vocês gostam. Caso o contrário, o futuro é... Eu fiquei sabendo por fonte, que tem agências de publicidade, que ainda não sabe o que é um podcast. Não sabe escrever por de que? O cara deve ser os manjadores de... Não, agência de publicidade, deixa, os cara tão preocupado com o gif da Gretchen. Então, assim, é muito importante que o cara que ouve por de queixe é poio. E lembrando que se você não pode apoiar financeiramente, você pode apoiar de outras maneiras, você pode tuitar o post novo, você pode brincar. Compar de olhar, dar lá, aqui. Se você não fez esse bucho, seguir no estado. Sabe o que é o principal de tudo?
Além do PPP, realmente, ajuda de fato, vai na fonte, né? Para acontecer mesmo é o que você é converter um amigo ao novo. Eu acho que eu tenho episódio de delo, do Novo, para você convertir o amigo. Qualquer, que é o especial do chorão. O Big Lieboy é um episódio de cláetico. Mas esse o cara gosta do chorão vai ficar puto. Não, ele vai sentir um menúrgio. Ele vai sentir um menúrgio. Eu, eu sempre quando vou indicar algum, eu indico episódio de nomes estranhos. Porque não tem Luide, então o cara não se choca. Mas se não tem eu, porque o canal viu novo, O que é O que é O que é… o que Eu não sei o que eu tinha de ouroço, eu sei que eu fui ir também. Aí não tem que ser o que eu estava no meu nome. Ela foi expulso, você não tá? É verdade, eu acho que eu fui expulso. Não, nossa, eu estou com o cartão mesmo. E qual é a episódio você, o que está fazendo? Eu estou passando um creme no ano à boca. Você está fazendo a boca do lado. Eu estou igual o Igor com... Você está com um boca trocosa. Eu estou igual o Igor com o machete. O que é isso, cara? É crema a boca, não rachar. Por que você está fazendo isso agora?
Mas tá fazendo um puto de cash, tá passando um creme branco na boca. Mas o rechabou, vai que... Mas cara, aqui que tem a ver com o Número Entrado, se aí... Não, mas enfim, eu indicaria o... O esquerdo macho verso negaetro. Puta, que é paço trília. Se o cara passar desse aí, ele pode escutar qualquer coisa. Ou aquele do pinto lá que eu não sei qualquer. Qual do chupal, pão? Chupal, pão, pão. Eu não sei qualquer também não. Na sequência do horósoco. A gente vem depois. É no mês do pinto. É no mês do pinto. Aliás, no mês do pinto, é chegando a parte do ano. Eee, cara, porque se lembra disso. O mesmo pinto, qual é o mesmo pinto? Júnior? Júnior? O mesmo pinto, o salio grito. Eu tive um amigo meu que me cobrando, ou é o mesmo pinto, era abril, cara? Não, foi não, cara, Júnior. O mesmo pinto é abril, é o mesmo consciência. O mesmo pinto é o Júnior, vou te dar que parei, vamos ter que fazer 4 episódios sobre pinto. Acho que os consegues. A gente vai falar de pinto, é fácil.
Ah meu Deus, é difícil ser música no Brasil. Ficem isso no Brasil. Pode, casta. Vamo lá, galera, muito obrigado. Até a próxima, não é? Ouvo, ovo. Quem disse que o amor pode e acaba Quem vou que disse que o amor pode e acaba. Mais um podcast, vai, não salvo.