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Chegooooou mais uma remessa de cartinhas dos não ouvintes! Essa semana com histórias de hotel, de gaúchos malucos, ex-presidentes presos eeeee tocos que marcaram nossas vidas..... Bancada: Igor Seco e Braian Rizzo
Resumo
Igor Seco e Braian Rizzo dividem a leitura mensal de cartinhas, desta vez sobre os episódios dos chimarrões, da menina que riu, do Lula preso e do hotel. O começo é uma tentativa meio atrapalhada de decidir como se abre um quadro sem apresentar uma bancada inteira.
Um ouvinte de Rondônia conta do tio gaúcho que tenta transformar o sobrinho em gaúcho na padaria do Mato Grosso, e outro explica como o acampamento farroupilha cobra 50 centavos por cuia em favor de uma instituição. Depois vêm as cartas de mulheres respondendo ao pedido do episódio 133: a declaração que terminou com um "que nojo", a viagem com a banda municipal que acabou em gesso e a que gastava dinheiro com os meninos de quem gostava.
No fim, histórias de hotel: o primo acordado de madrugada por causa de uma tia inventada, um ex-camareiro que esclarece o destino do papel higiênico, e uma avó que defende a teoria do sabonete.
Destaques
- Primeira carta, sobre o tio gaúcho que tentava transformar o sobrinho em gaúcho.
- Começam as cartas femininas sobre o menino que riu delas.
- A ouvinte que tropeçou ao correr atrás do garoto e quebrou o braço.
- Pegadinha de madrugada com a tia imaginária na recepção do hotel.
- Um ex-camareiro responde se vale levar o papel higiênico do hotel.
resumo e destaques escritos a partir da transcrição automática
Participantes
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Transcrição
21 trechos · 3.623 palavras
Transcrição automática, feita com o faster-whisper (modelo base). Pode conter erros: nomes, gírias e piadas internas costumam sair tortos. Na dúvida, vale o que está no áudio. Clique no horário de um trecho pra ouvir a partir dali.
Calma, tem que me arrausar. Eu vou, eu vou, eu vou. Eu vou, eu vou. Começa agora mais uma letrida de cartinhas e eu acabo de perceber que eu não tenho uma frase de apresentação, então eu comecei com falando, com essa agora, que é uma verdade. Como você, como você, como você, como você, como você apresentando seu podcast? Eu comece assim, como essa agora. Começa agora. É porque eu sou só eu, né? Aí não tem que começar ninguém. Só que a gente fala, começa agora e tem que apresentar alguém, dá uma que quebra no time, no ritmo. Ah, que? Beleza, mas começou agora. Eu estou aqui na sua bancada para ler a leitura, para fazer a leitura das cartinhas, a leitura tradicional mensal, né? E tudo o último, a sua inscrito do mês. E o Igor se mereu? Que apresentou aí, primeiro, vai. Fala meu povo, tudo bom, acho que é mais apresenta. Eu sou mais atrapalhado da história das cartinhas. Provavelmente foi que as pessoas se entenderam.
Então, como você estava falando aqui, a gente rompe, a gente vai fazer eleitura de cartinhas, que é tradicional já no final do mês ou no começo dele, depende da proximidade do dia 30 ou do dia 1º, da sexta-feira que... A gente vai olhar os quartinhos. Foi complexo, mas eu aprendendo. E a gente sempre leia os episódios do último mês, que ainda não tiveram os meus livros. Sim, então são quatro episódios, e a gente custou não pegar aqui, mas uns dois, três e meio de cada episódio para a galera... E é importante lembrar... E é importante lembrar que, no meu doio, para esse episódio não tem por que mandar mais. Não tem mais, porque mandar por que mandar por que? Só vai ler no mês que vem, os próximos quatro que incluem o último episódio, que é sobre...
A gente vai ler esse episódio e os próximos três que não sabem de muscoação. É do Marcos Bóries. Olá, bancada do Novo. Me chamo Marcos, tenho 24 anos e sou de cacoau, Rondônia. Maravilhoso, porque esse é um episódio sobre Chimarrão. E a cara de Rondônia mandou, achei muito legal isso. É um Brasil colonizado. E este meu primeiro e-mail para qualquer podcast, sendo que escutamente eu por volta de um os 8 anos, ou 20 em vez de podcast. No ano de 2011 fui passar minhas férias na cidade de Varzea Grande, Cuiabá, no Matubroso, onde morava o meu primo e-til. Esse meu tio é um gaúcho dono de uma padaria próxima ao aeroporto. Chamada Pão de Alho, ele pediu pra se estrenar o nome, se quiser, não tá bom. Pão de Alho, o pé do Doro Porto. Onde ele me colocou pra trabalhar? Pão de Alho, onde ele me colocou pra trabalhar na padaria, por não bastar. Também aos poucos tentava me transformar em um gaújo. Ah tá, ele a gente tem de... Não basta só trabalhar na pão de Alho, ele queria trabalhar na pão de Alho com o sobrinho, com o donemense. Sim, a uniforme da padaria é com baixa. Com o baixa. Colocando o repite da...
Mas o ápice do Moga Ucho, o bizarrista que presenciei dele, foi no dia que a abrira padaria bem cedo, rua com um pouco movimento e um leve vento vindo do sul, ele se dirigiu ao meio da rua, a direção desse vento, abri os braços e gritou, vem a Rio Grande do Sul amado, abraça seu filho querido. E logo após se dar lizou. Abraçando a si mesmo. Então é só isso, aquela velha descobre o limite de um longuie, rosto de poto-guês e continuem com ótimo trabalho de vocês. Tchau, tchau. O meu livro foi tão longuinho, nem tentam sermos portugueses. Não, não, mas o tio dele é maluco. Eu gostei de ver duas coisas em si melhor. Primeira é a lembrança dele que querência amada é uma música do cara dos magraus, porque essa música é um de famosa potecheirinha, quem conhece a música... Eu não faço ideia de quem é o cara dos magraus. Não, Não, Não… não. Fac ideia de quem é a música, tá? É o segundo...
Eu sou o seu amigo, o meu amigo, o meu amigo, o meu… Muito bom. Exerra o cura, cara. O próximo email é do Danilo Santiago. Fala queridos galderos do Novo. Quem quiser saber quem sou, olha o paro céu azul e grita junto comigo, vive o no grande do sul. Essa é uma passagem da Queremcia Mata. É um verso da Queremcia Mata. Ah, tá bom. Tem 27 anos, sou de cachoeirinha, interior do melhor estado do Brasil. Escreve esse email para reforçar algo que o Fred ou Braian... Algo dito pelo Fred ou pelo Braian no final do novo 132. O Shima Rodrumo, no acampamento de Farroupilha, era comum que o serviço fosse gratuito, mas nos últimos anos passaram a cobrar 50 centavos por toda vez que alguém reabastece sua cuia. O dinheiro era 100% revertido para o centro de integração da criança especial e você deve estar pensando, mas ajudar a instituição do ano 50 centavos. E foi o que eu pensei, mas logo nos primeiros dias de evento, os organizadores deram uma entrevista contando que já tinham arrecadado mais de 6 mil reais e estavam muito felizes com
O que é O que é O que é… o que Vamos para o próximo episódio então, não Ouvo, 133, a menina que eu gosto o Rio de Mim. Muito bom esse episódio. Um episódio aqui, eu chorei durante os três dias seguidos e depois cota. O primeiro e-mail é da Ae a verdade, o Luide tinha pedido nesse episódio, para que as meninas contassem suas histórias de que quando os galotos riram na caradela. Sim, porque como já é de gustura, a gente só tem uma masculina das coisas, né, porque é uma bancada formada por quatro homens. Sim, aí o Braian separou aqui três e-mails, vamos começar com um da... Fala de mulher, se. E já que lhe iniciuva. Olá bancada, mais Johnson desse Brasil, meu nome é Jack Linny e estou aqui para contar uma das várias que minhas paixões de infância riram da minha cara. Lá naquele dia, eu participava de um grupinho com a minha melhor amiga, um leite que eu gostava e o melhor amigo dele. Eu gostava desse moleque fazer um tempo. O meu maior problema é que eu não sei guardar meu amor. Eu tenho uma grande necessidade de falar para a pessoa o que o cinto purela. Eu sentava atrás dele e não aumentava mais a guardar, não aumentava mais guardar aquele segredo.
Como ele cagava pra mim, eu estava com muito medo. Debrou-se na mesa da escola e comecei a chorar. Até que criei em coragem, parei de chorar e conto que eu fulano. O fulano virou e eu falei. Preciso contar um segredo pra você. O fulano respondeu que nojo, jaquiliri. Que nojo, jaquiliri. Tenho uma sujeira no sonariz. Lido, ele se virou e contindo o oufas. Fazer da lição. Como se nada tivesse acontecido, depois disso tive que aguentar ele de gracinha com a minha melhor amiga ao resto do ano. Basicamente isso. Um deus pra vocês e para o meu namorado não o vinte víctor, que é o único que pode dar gostosas gargalhadas a minha cara. É triste que a gente tá com a minha alegra não merece, é que é muito difícil. É muito difícil, é que é muito difícil.
Por isso que fica aí a dica de você se declarar para o seu amor, limpo na lista. Seu alimento espelho, né? É legal se o espelho em casa ou olhe no elevador. Olha do elevador que o porteiro está ali na câmera. Não, hoje em dia, até lá do celular, você consegue se espelhar, cara. Pra eu chorar rapidinho do gosto. O primeiro frontal, fechou. O próximo e meio é da Quero Unly Rosa. A gente, grande Quero Unly. Quero Unly Rosa. E o sobrenome dela é Verneck. Quero Unly Verneck, eu vou dizer. Acho mais legal, parece mais corporativo. Boa, boa. Ela teve 29 anos de arquiteto, olha aí, combinando com o seu nome, Bauru S.P. O pô da querida bancada do No Ouvo. Essa história se passa quando eu ainda morava no cudo-litoral de São Paulo, Vulgo Peroib. Adolescente Nero de CDF e Gorda. Eu, obviamente, era apaixonada pelo oposto dessa descrição, o irmão mais velho da minha amiga, que era amalhado, bons esportes, amigo da galera, enfim. Carreguei algumas bolsas cheias de bolas por ele, para ferrar o Leide.
A acontece que em uma viagem quando fomos tocar com a banda municipal em uma cidade de vizinha, sim ainda, tivemos mais essa. Eu era o fofo do trombone de Vara, que é o trombone de Vara? É a trombone de Vara, é um trombone com a Vara. Ah, tem de bem, eu discreto. E ele era o descolado da bateria, da bateria. Nossa, eu li muito mal, esparentes, eu vou lhe de novo. Sim, ainda tinha mais essa. Eu era o fofo do trombone de Vara e ele era o descolado da bateria. O que que é a bateria de uma banda municipal? A bateria de uma banda municipal é o bateria, cara. Não, a bateria é igual de banda. A banda é essa que ela discreve, a banda de escola, acho que deve ser banda marcial, que é aquela banda que tem... É marxando e tem um uniformesinho e tal. Agora o que que a bateria será que é? É o assunto, também qualquer banda. O tempo por exemplo, pode ser. Depois de apresentação, eu fui correndo na direção dele para conversar qualquer coisa. Quando falamos...
Alhas, quando faltava uns dois metros para chegar até ele, eu tropeci na calçada, dei um duplo, tuístico arpado de merda e caí no pé dele e feito uma jaca pôde. Ele me arrastou para o hospital, que por conhecidência do destino era uma quadra da lê. Enquanto... Enquanto ingessava o meu braço, eu pude ouvir ele conversando com a irmã dele dizendo, rar, rar, a que lotária da queeronle... Ela tá escrito do queiro, o Onle aqui, não era isso. Eu não me delas assim, cara. Ah, é queiro, o Onle, eu li isso no começo? Eu acho que ele é errado no começo, né? Por aí, o nome de Onle. Ah, ah, ah, ah, aquela otária da queiro, aquela otária da queiro, o Onle quebrou o braço só para vir falar comigo. Então, se quer, o Onle. Então, se quer, o Onle, deve tomar que ser, quer, o Onle é muito mais salgado. Pois é, meus amigos, assim como vocês, muitas garotas tiveram suas corações e de dignidade partidos durante essa fase desgraçada do colégio. Mas como o dia-os editado, o que não nos mata nos fortalece?
Descidim de antes decidim de antes decidir deixar de ser otária, fokei nos estudos, me mudei para a Bauru fazer faculdade e vencer na vida. Continuem com esse podcast maravilhoso que eu amo, forte abraço para todos e vamosuar. Eu peço superdão para que era um livro assim que se falou. Quero um lepe, perdão para que ela pronuncia em corretas do nome dela e pela madeitura do bom parte do meu, porque eu estou um pouco confuso, mas eu entendi a história. A que era um leir, um madolescente de CDF, nerd, que gostava do cara, que era o adonçando dele da escola. Exatamente, aí ela entrou na banda, foi tocar com cara no... Uma marcha cívica e quebrou o braço de ter que falar com ele. É, história é deas de luta, deas de glória. Hoje ela é uma arquiteto, olha só. Uma saí na dieta, morando em baúru, vencendo na vida. Está construindo uma vida diferente. Sim, história. É isso aí, cara. E quebrou, dizem que quebrou osos, traz experiência para a vida.
Uma coisa que traz... Só aprende alguma coisa, né? Esperei sem se que a tristeza. E tem duas coisas que eu se quebrou. Sim, se tem bastante tempo ingessado pra pensar na vida. Então cara tava fazendo um negócio que brou a perna, ele vai ficar um pelo menos um cê, há três meses com a perna ele pra ele pensar. Exatamente, é bom, hein. Próxima vez que precisava pensar o quebrou um braço. O próximo e meio é dar cilha de Uai la, de Uai... Que bom que não só saiu, que pega os nomes difíceis. Dar cilha de Uai la... E aí tudo bom? Fala de... Quer, dd. Boa. Meu nome é Darcija de Oaila e precisa e precisava compartilhar que todos os meninos que já gostei riram de mim. Todos os meninos. A maioria deles eu tentava conquistar comprando comida e todos se aproveitavam disso. Ah, é muito negócio. Boa. Sempre fui a gordinha esquisita da sala. Nunca sabia o que falar e nunca arre do menino que gostava de mim porque nunca soube de um... Pera aí.
Nunca sabia o que falar e nunca rir do menino que gostava de mim porque nunca soube de um que gostasse. Ela me dou várias cas e colocou em te parentes. Cada caio é uma lágrima. Eu não entendi muito porque ela tá chorando desse sozinho. O que ela quiser, que todo mundo que ela gostava reedela. Sim, ela nunca teve oportunidade de rir de alguém porque ela nunca soube alguém gostar dela. Ah, tá, eu acho que é isso. Agora fiquei triste. A história é mais marcante e foi quando o menino que eu gostava me chamou pra ir atrás da escola, onde todo mundo combinava de ficar. Sob todo me tremendo, quando chegamos lá ele puxou e beijou a minha amiga. Ouva o oata, além dele de mim todo mundo também riu e ainda fui usado, já que ele só me chamou porque sabia que ela iria junto e era oportunidade dele. No outro dia, ouvi ele falando que jamais ia ficar comigo pois não gostava de lixo. Cretão deus, esse cara.
Ela inclusive admite aqui, ela falar caralho, que final triste. Não, nossa, mas esse cara não é? Mas enfim, acho que já se pera essa história. Mesma ainda é gastando dinheiro que não tenho com os meninos que eu gosto. Beijo a todos, da bancada e pros novo 20 solteiros de receber. Olha aí. E aí, cara, nossa, fica ir triste agora. Cara, não. É que ele está dado mental. Eu não fiquei triste, eu fiquei feliz, porque imagina se esse cara fosse esse cara escroto e não demonstrar se isso. Talvez ela fosse apaixonada por ele, então. É verdade, cara. Então, de certa forma, foi a melhor coisa que o dia de feito, ser escroto, porque aí ela viu que na real, quem se deu bem foi ela, se lhe voou desse cara do índio.
Bem observado, gran. É observado. É o próximo episódio é o Novo 134, que por incrível que pareça não recebemos nenhum e-mails sobre ele. É porque o Razimei usou todo esse progola, o que eu era nesse episódio era Lula Preso ontem, que foi o dia dos episódios. Sim, eu acho que as pessoas não andaram meus, porque quem estava triste com o lá preso não estava no frente do computador, porque estava chorando. E não pode escrever. E quem estava fazendo uma festa não pode escrever meu também. Então é exatamente né, cara. Foi o que aconteceu, mas por isso a gente... Então, lá pro Novo Center 35, que é o mais recente de atê-se aos meus livros aqui. E aí, eu peguei um email mais lá dele pra gente preencher a estado lacuna, nesse vazio. Foi o episódio do Tô Califórnia. Até o Califórnia onde nós falamos das nossas experiências inatal, recentemente, lá quando fomos pra lá, como os paris. Sim. E falamos de outras experiências com o ateis também. E esse meio aqui é do Eitor Araújo, finalmente, o nome fácil pro ele.
Fala bancada topper, meu nome é Itor, tenho 23 anos. Uma vez fui viajar para Natal e ficamos em um hotelzinho bem maneiro. Dormimos em 4 primos no quarto, na verdade era eu, meu irmão e dois primos. Combinei com os meus primos de pegar alguma peça no meu irmão, que era o mais novo da nossa turma. Acordamos ele às 3 da manhã e dissemos que a nossa atia estava chamando ele na recepção do hotel. Ele me dissou no lento nem perguntou nada e foi. Até aí já estava tudo muito engraçado, mas o melhor foi ele voltando E dizendo que só estava na recepção, o segurança batendo uma gloriosa, vendo por não do celular e que tomou um putaço do comer monstro no alento na recepção procurando por uma velha. Vigo minha tia, isso que é em Deus assunto para viagem toda.
Isso superou o fato de acharmos Cocô na banheira do hotel. O que fica pra uma outra história. Abraços para todos e bem observado, Braian. Cara, esse viagem fudida, cara. E o Igor é o segundo, está matendo punheta no rol do hotel e eles acharam Cocô na banheira. Cara, ele quer ir para a pessoa tragédia. É da bem que ele não falou que até foi, porque foi inatal, eu tenho chance de ser o hotel que a gente ficou. Não, acho que não, cara. Tomar o que não. O segurança do nosso não tinha cara de tocar do meu nome, é verdade. E, cara. O que é tristeza? Próximo e meio é do Talizeitor. Foi arrumador, camarero do segundo maior hotel de São Paulo por três meses. Os papéis e gênicos que são usados, mas, ah ele vai tirar a dúvida sobre o papel gênico. Colou um debate, quem ainda não ouviu ser episódio? Colou uma discussão aqui, puxado pelo Luide, disse, é correto, se é certo, levar o papel gênico do hotel.
Embora, depois de ter uma imbra, porque ele tinha a perspectiva de que se tu já usou papel gênico, o próximo ao hospitivo não vai usar aquele mesmo rolo, eles vão tirar aquele rolo bota outro. Então, não teria por que o hospitivo interior não levar o papel para casa. Vamos ver, Vamos ver, Vamos ver… vamos Quando você dá check out, sempre é colocado um papel novo. Limpar o quarto depois do check out, chama a saída e dá mais trabalho que uma rumação. Se o papel ficar com menos da metade, é descarte. Vai pro banheiro dos funcionários. Moral da história. Luide, pode levar o papel que está nas contas do hotel, que ele vai sumir mesmo. Quanto ao cagar no quarto, tem uma política de taxa de limpeza. Quando o quarto fique em mundo, tem uma política de taxa de limpeza quando o quarto fique em mundo.
Porque leva o triplo do tempo pra limpar. Quem foi no quarto verificar o frigobar não é da governança. Por isso, ela usou este tema. E pela experiência que Camareza adquire, ela sabia que era a merda antes de abrir a porta só pelo cheiro. Belezinha. Ele fala que o pouco da história do Cid, então ele falou que... O Cid conteste história da no tela dele no lheon saldo da tela. Essa coisa do... O que é O que é O que é… o que Próximo email é da Anna Sarru. Será que assim? Próximo. Esse H.O. com... Acento a Guto. Olá, querida bancada, meu nome é Anna. Minha avó é totalmente a favor da teoria do Luide sobre levar para casa, sabonete e chão-pudo hotel. Eu fui para o seará no passado e a primeira recomendação dela foi. Não esquece de pegar o sabonete e me fompo todos os dias.
Quando cheguei, ela contou pra ver se eu tinha pego todos os dias e ficou brava porque esqueci várias vezes. Todas as vezes que ela vai viajar sempre pega e quando vai com as amigas ela as ainda dividem, pra depois levar pro CESC ou usar quando sair da idrogenática. Caramba, eu vou te mostrar pra vocês, cara, a voz dela é CREPTO MANIRAC. Sim, uma organização criminosa e especializada em uma baça boa nem o total. E tem o segundo. Um Instagram que é uma mulher que corta sabonetes. Então eu descobri que a mulher que consegue cortar o sabonete e juntar vários sabonetes e um sabonete só. Então de repente a voada tem a Máfede do sabonete. Ela faz escutura de sabonete. Faz que eu trouxe sabonete e revende por aí. Você é o segredo da voada, Ana Sarru. E cara. Esse é o último e meio, né, Braian? Esse é o último e meio, cara. A gente leu aqui os três episódios mais comentários do mês passado, esse é a T1 ali que não teve.
Não teve emails em viagem, mas tudo bem acontece. E a gente deixa aqui o recado de que se você tiver algum email sobre o episódio passado ou se durante as próximas ouvidas de novo com a cabeça incostada de anada do ano. Se lembrar de alguma coisa que precisa ser acrescentada, algo que não foi dito por nós ou que você quer dar um outro ponto de vista, é só mandar pra não ouvo ou rouba não salvo.com.br, que no final do mês que vem a gente vai ler as suas mensagens ou nas redes sociais, né? É isso aí, é isso aí, são Twitter.com. Barra no Ouvo, Instagram é No Ouvo Real e o Facebook é Facebook ponto com o barra no ouvo. É isso aí. Estamos lendo tudo lá nem sempre respondendo, mas o que importa de o que importa. O importante que importa até o mês que vem falou. Falou.