
Descrição
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Siiiiim é verrrrdade, no ar mais um Não Ouvo! Dessa vez um episódio MUITO ESPECIAL, o centésimo Não Ouvo (da contagem de episódios clássicos), montado para ser um programa de lembranças de tudo o que já aconteceu nesses 2 anos de podcast, e acima de tudo, um Almanaque para que aqueles que recém descobriram o Não Ouvo poderem entender melhor algumas piadas internas e referências... Bancada: Cid Cidoso Edição: Daniel Bayer Capa: Cid Cidoso Arte: Fernando Santos
Resumo
No episódio 100, que também celebra dois anos de podcast, Cid monta um "almanaque" para quem está chegando agora entender as piadas internas e para os veteranos matarem a saudade. Ele revela o episódio 00, o piloto horrível que nunca foi ao ar, lembra a dificuldade de escolher o nome do programa e as músicas de abertura mandadas pelos ouvintes, e relembra as apresentações de antigamente.
O resto é uma sequência de trechos clássicos e histórias recontadas: a bebedeira gravada no Carnaval que terminou num bloco com metade da cabeça raspada, o Cid falso na balada, o DJ expulso por tocar tema de Pokémon, o taxista que perguntou se ele era "da zoeira" e as histórias do pai do Cid. Passam ainda a história de fantasma da avó, o papelzinho da "nova coxinha", o sonho maluco da Margarete, o dilema do melhor mal-dito, a lista de nomes esquisitos e a mãe de youtuber.
Cid conta também o teste de fidelidade ao vivo na Campus Party de 2014 e o boato absurdo que cresceu depois. Há ainda um trote para o editor Daniel Bayer, tentando "demitir" um da bancada, e um agradecimento emocionado à comunidade.
Destaques
- Cid revela o episódio 00, o piloto que nunca foi ao ar.
- A noite em que Cid foi expulso de uma balada ao tocar tema de Pokémon.
- A história do taxista gigante que perguntou se ele era da zoeira.
- Trote para o editor Daniel Bayer tentando tirar alguém da bancada.
- O teste de fidelidade online ao vivo na Campus Party e a confusão depois.
resumo e destaques escritos a partir da transcrição automática
Participantes
Edição: Daniel BayerCapa: Maurício Cid
créditos do feed original
Transcrição
169 trechos · 28.190 palavras
Transcrição automática, feita com o faster-whisper (modelo base). Pode conter erros: nomes, gírias e piadas internas costumam sair tortos. Na dúvida, vale o que está no áudio. Clique no horário de um trecho pra ouvir a partir dali.
No começo, Deus criou o céu e a terra. A terra era um vazio, sem nenhum servivente e estava coberta por um mar profundo. A escuridão cobria o mar e o espírito de Deus se movia por cima da água. Então, Deus disse que aja-luz começou a existir. Deus viu que a luz era boa e acertarou da escuridão. Deus pôs na luz o nome de Ina Escuridão, pôs o nome de Noix, foi de passou e veio amanhã. Esse foi o primeiro dia. O começando, pois é o Não Ouvo especial, é uma naquidão ouvo, diria, né? Que é um episódio aí que vai ser perfeito para você que nunca ouviu não ouvo. Que é pra você estar sendo evangelizado aí por algum não ouvinte que te mandou esse episódio? Então, fique tranquilo, sinta, se fique a vontade, pega uma pipoca, vai ser lá, preparou.
Um café, um chima rão, aí qualquer coisa que esse episódio será longo, mas será muito importante para você, que é uma linha de primeira viagem, começar a entender um pouco no ovo, não caí de paraquedas e não entender várias coisas, né? E para os novo 20 de longa data, esse aqui que era um episódio especial também que comemora 2 anos de novo, episódio que coincidentemente também cai. Com o centésimo episódio aí na na na… Nos números do Novo, o centésimo na contagem do Novo é o centésimo episódio, apesar de a gente já ter feito vários outros é o teoria, o análise musical e tudo mais. Deixa eu me apresentar, eu sou o cídeo cidoso, ok? E dessa vez não temos a nossa bancada. A bancada que costuma ser junto com o Braian Rizzo, o Igor Seco e o Luide Richter. E talvez enquanto...
Eu falei esses nomes, vocês mesmo falaram pensar nas apresentações de eles mentalmente, já que é algo muito normal. Apesar que talvez você não saiba, no primeiro ou não ouvo, o primeiro a gravação que a gente fez, a apresentação era completamente diferente, era mais ou menos assim.
Sim, é verdade! Estamos aqui no Não Salvo, podcast, tão prometido durante os anos aí. Parece que dessa vez vai. Parece que dessa vez vai. Não tem ainda um nome, né? Isso tudo é um piloto, mas já vale como uma experiência aí pra gente saber como é que funciona e tem os convidados que na verdade são convidados, são pessoas fixas aqui do ano. Vamos chamar de Não Salvo, podcast. Pode ser? Eu não sou o podcast, não sou o podcast com a gente que Braian, tudo bom, Braian. Tudo bem? Braian, Igor Seco. E aí, rapaziada? Não, vai estar mais bonita, cara. Só voz de louco, tô com o monte, você não estou? Vai pegar muita mulher, cara. Olha ela, aí rapaziada. Gostei, gostei.
É hoje em dia, olha só, tem nada a ver. Hoje em dia a gente tem por dois na apresentação, né? Eu faço um sim a verdade, que me agargando, às vezes, dói. Cada um tem o seu modo de falar, a apresentação, ó, como é que a apresentação agora? Olha só a diferença. Braian Rizzo, e aí tudo bom? Trombom Braian, na minha frente Igor Seco. Fala meu povo! Não é isso que é, Luide Rizzo? Olá, fias ouvintes do Noovo, tudo bem com você? É só impressionante mesmo. E o que pouco sabem? É que a gente está no centésimo episódio, porém, o Não Ouvo já é como chaves. Ele possui um episódio perdido, assim como chaves possui os seus episódios perdidos, que dizem que ninguém assistiu, que foi quem mado em sê, e tudo mais, o Não Ouvo possui um episódio perdido, que na verdade é o episódio 00. É o primeiro episódio real do Não Salvo, esse episódio 00, que foi um piloto que a gente gravou.
Ele não está no feed, não existe na contagem, ele não está no salvo para fazer download, nada do tipo, ele é um episódio realmente que só encontra quem realmente foi procurar e ele é horrível, ele é muito ruim. Para você ter ideia, por isso que ele não está no ar também, porque ele é ridículo, mas era o primeiro teste nosso com o microfone, o primeiro teste falando com o podcast e tudo mais. Eu vou botar aqui um trecho bem rápido nesse podcast 00, mas não vou nem botar link só que quem procurar vai achar, então não, quem quiser muito escutar vai achar, mas ele é horrível olha só. O que a gente já falou aqui? Destruiu a indústria da pornografia, destruiu a indústria da música, destruiu a indústria dos filmes, porque eu estou noventa. Destruiu a TV, o Guguo, na mesma coisa. Entendente uma máquina de destruição, velho. Que maravilha, aqui. Bom que a gente está nela. E ainda bem que a gente está ao lado da internet. É, ele está contra, né? Isso é muito bom. Você está do lado do destruidor, ele não está contra ele, né? Caras anos, realmente é um fato isso que a gente está falando, usando um bom vento, está
Está voltando. E que loucura, episódio zero, zero. A gente não tinha nem nome, o Não Ouvo, nem era não ouvo ainda. Na verdade, a gente estava procurando o nome. Eu lembra até que eu cheguei a Twitter que estava querendo fazer um podcast, tudo mais. Porque eu já participava de alguns podcasts como convidado, né? Então eu participei do Joven nerd. Eu tive uma episódio de 2014, sendo me engano que foi muito acessado, as histórias lá que contendo o não salvo. Temos uma repercussão muito grande, a galera gostou bastante desse episódio, foi muito legal. Então, participava se por adicamente alguns, por de queixas, já gostava da mídia, achava muito legal, a recepção sempre foi muito boa. E aí a galera falou, porque você não cria um pouco de queixas próprio, Cid. Porque você não faz uma coisa sua.
Falei, faz sentido, né? A gente tá aqui junto no queijo não salvo todos os dias. Pô, a galera toda aqui é muito legal, a gente é muito amigo e tudo mais, nada mais justo do que a gente fazer um episódio também, nesse tempo que a gente tá aqui trabalhando. E foi exatamente assim que surgiu No Ouvo, que no episódio 00 não tinha o nome de Novo. Na verdade, a gente tava discutindo também qual seria o nome do podcast? Muita gente mudou sugestões. Algumas. Bem horríveis na vela. De teve o não pode cast. A gente é interessante, não pode cast. Deve o proletariado cast. É meu sofrido, né? É bom, gostei. Tem o Boqueste. Boqueste é meio... Boqueste é o Ricardo Maral também mandou pro cast, Nando. Pro cast, Nando. O cast, Nando. É muito difícil. É difícil, difícil. O cara mandou o André Rodrigues. Fala que eu te escuto. A nome de... Acho que não vai funcionar.
Eu sou muito bem, né? Vou associar outra coisa, pois eu não vou querer baixar. Mandaram tanto a cast, é interessante, mas eu acho que já deve ter um tanto a cast, né? E mandar um Não Ouvo, que é de ter um Não Salvo dessa vez, um Não Ouvo. Não ouvo, não ouvo. Cara, esse pra mim, por enquanto, é o meu favorito. É legal. Teve o save, cast, beleza? Normal, eu cast, ingame. Cast, ingame também, foi bem criativo, o que o cara mandou. E dá pra perceber, até a diferença de... Qualidade de áudio nessa época Daniel Beyer, nosso editor atual, né? Ele nem existia, ele nem existia Daniel Beyer. Então, assim, era outra coisa completamente diferente. Para você ter ideia, o Braian, que hoje em dia está sempre observando aqui dentro do Novo, né?
Um cara muito sério, muito suscinto em suas respostas, trocadilhos a mil a todos os momentos, observações fantásticas. Ele entra com uma participação pontual a todos os momentos, o nosso Braian Rizzo. Ele, para você ter ideia, no episódio 2, o da boa noite de vizenhança, ele conta que talvez o nome dele é Braian Rizzo, mas poderia ser chamado de outra maneira. Aqui no Novo. Quando fui morar em Osasco, eu cheguei no prédio e obviamente não era conhecido pelos porteiros. E aí lá no prédio tem uns portões que são abertos apenas pelo porteiro. Ele fica lá dentro na guarita dele, ele enxerga o morador na rua pela câmera e aí da perto o botão para que o portão se abre. Como o porteiro não me conhecia, ele sempre saia da casinha e aí chegava e me perguntava meu nome. Ah, eu falava meu nome, ele procurava meu nome numa lista de moradores e abriu o portão para mim e se ele encontrar.
Eu estava falando pro portero, meu nome não achava. Eu não estava no prédio também. Foi a primeira vez que fui no prédio. Meu nome estava lá, mas ele não encontrava. Eu falava, Braian, ele procurava e não achava. É Braian, ele não achava. Eu sou letrava, BR e aí ele não achava. Eu vou escrever o seu nome. E aí, depois quando você entrava, você me ajudou a localizar. Falei, beleza? Eu falei, BR de bola, aí ele colocou lá. E ele é a broma porta. E ele é a broma porta. E ele é a broma porta. E ele é a broma porta. E ele é a broma porta. E ele é a broma porta. E ele é a broma porta. E ele é a broma porta. E ele é a broma porta. E ele é a broma porta. E ele é a broma porta. E ele é a broma porta. E ele é a broma porta. E ele é a broma porta. E ele é a broma porta. E ele é a broma porta. E ele é a broma porta. E ele é a broma porta. E ele é a broma porta. E ele é a broma porta. E ele é a broma porta. E ele é a broma porta. E ele é a broma porta. E ele é a broma porta. E ele é a broma porta. E ele é a broma porta. E ele é a broma porta. E ele é a broma porta.
Mas tem que virar um contéu do avesso. O mais legal estudo é chegar nos técnicos da neta pra instalar a internet lá em casa. E eles perguntaram o que não me eu queria colocar no iFight. Aí eu falei, eu coloco a frutos. E até hoje, meu iFight é frutos. Aí eu acho que o Braia poderia ser chamado de fru vis hoje em dia. Eu acho muito justo. É inclusive eu gosto muito rapelidos. É que não lembra do eterno bituca. Eu lembrei de uma história muito boa que eu gostaria de contar agora. Agora que eu gostaria de ser com a vizinha minha. Meu amitêna era Marta. A Marta era... Viciada em cigarro, a Marta fumava absurdamente a minha vizinha de baixa. Ela era famosa, Chame né? É a Chame né, exatamente. Mas é a Chame né.
E ela formava muito, muito, 50 mais por dia, ela formava muito. E aí a Marta ela ficou grávida, lá no prédio. Então, quando uma pessoa ficou grávida, um podcast derby, o nome do filho dela é que é o vertinho. Parabéns, ela não se garota. É uma morinha. É uma morinha. E aí a Marta ficou grávida, ela sabe dizer, que cara... Eu sou pridentemente a Marta continuou fumando durante a gravidez. Ela é aquela misia sem melhor a noção. E os outros diziam, ficava tipo, porra, e aí, será que a gente fala com uma coisa? Será que não fala? Será que ela fica numa situação meio delicada? Porque não é a tua vida, não é? Problema seu, mas, velho, uma mulher com um mando de 9, 9 meses. Depois do bebê nasce, num porte de vizro, ninguém sabe por quê. Exata, né? É complicado. É complicado. Mas enfim, as pessoas começaram a meio que, né, eu amata. Vamos manejar aí no cigarretro, né? Tá, né? A pessoa começou a dar umas dicas. Ela fingiu que tava parando, mas eu era vizinho dela e chegava a janela dela e eu vi aquela continuar formando mesmo, gente. Era mesmo a coisa. E aí o filho dela nasceu e o filho dela nasceu. E ele não crescia.
É uma criança que não crescia. Então tinha 10 anos, eu parecia que tinha 6. É uma criança que não crescia. Não se envolvi, sabe que é uma criança? Que limia, tal. Era tipo um pitoco deliana. Era uma pessoa que tinha mais um pitoco deliana. E aí, esse filho da Marta, ele tinha... ele ficava muito tempo sozinho ali no prédio, tal, né? O mano... Ficava brincando sozinho enquanto também tava fumando. Mas, na verdade, isso. O mano saiu pra fumar. Ficava brincando no prédio. Ficava vofumar agora, só vofumar esse. E vofumar. Depois de vofumar. Depois de vofumar. Depois de… vofumar. E aí um dia tava saindo, eu, minha mãe. A gente estava se esperando o meu patirão o carro da garagem, ele estava na frente e um filho da Marta, né? O pitoc, vou chamar ele, o pitoc, agora. O pitoc, ele estava brincando com gato, ali na calçada. Chamam de pituca. Que tem a ver. O pituca tava brincando com gato. O pitoc, tava brincando com gato. O pitoc, tava brincando com gato. O pitoc, tava brincando com gato. O pitoc, tava brincando com gato. O pitoc, tava brincando com gato. O pitoc, tava brincando com gato. O pitoc, tava brincando com gato. O pitoc, tava brincando com gato. O pitoc, tava brincando com gato. O pitoc, tava brincando com gato. O pitoc, tava brincando com gato. O pitoc, tava brincando com gato. O pitoc, tava brincando com g
E a minha mãe estava esperando meu pai sair de cá e ficam olhando o moleque brincando e aí a gente começou a perceber que o gato não estava gostando muito roba e cadeira. O gato não estava interagindo com o garoto. E a gente ficou olhando e eu falei pra minha mãe, mãe eu acho que o gato está morto. O gato está morto. A gente começou a olhar e o gato estava morto. O Pituca estava brincando com gato morto. Eu não tinha certeza se ele sabia se o gato estava morto ou não, porque ele ficou brincando com o briga de fantóchea. E a gente começou a ficar meio organizado, né, com a cena. E aí a Marta, a Fumante chegou. A mãe dele que ficou no lado olhando, um leque brincar com gato mole. E a gente também não sabia, só tinha percebido, aí minha mãe falou, marata, ou bituca, tá brincando com gato morto, melhor não deixar, pode fazer mal para a saúde do garão. Aí ela se tocou com a família de ruso serro.
Pituca, vem aqui. Pegou o Pituca, sabe como você pega criança? Você não se cala. Pituca, você tá se sentindo bem, Pituca. Eu não sabia o que tinha acontecido e errado, o que ele tava andando e a gente se sentiu. Você tá se sentindo alguma coisa, Pituca. Ah, aí, o Pituca não sabia o que? Quando eu lhe olhou pra cara dela, e falou assim, uma dor no coração. Eu sei, tu dó. Eu não sei o que eu disse. Eu fui música, gente. Qual que é, filho? Eu trouxe aqui esse vaso de Hollywood. Eu tenho uma dorresinha do meu coração. Eu te muerou saber o que falar. Eu só falo isso. Prata da Inutatribulizar, mãe. O começo do novo era tão maluco. Uma coisa tão nova aqui pra gente. A gente não saber direito como falar, sobre o que as pessoas querem ouvir. A gente só queria contar histórias. Aqui é o que a gente faz até hoje, contar histórias. Mas a gente não sabe, a gente também será isso que as pessoas quereu. Tanto é que a abertura do No Ouvo...
Abertura e o encerramento estimulavam os novo 20 e só mandarem músicas. Não ouvintes que tivessem uma banda, o algo do tipo, criaça em uma música e mandassem pra gente. E a gente recebeu várias músicas em algumas, em acústicos, algumas, um tanto quanto diferentes. Eu vou tocar três aqui, que é pra você ter uma ideia como é que era essas músicas que existiam sobre o novo. Muito legal. Muito legal essas músicas, bom, nem lembrava disso. Não lembrava essa época que a gente tinha músicas e tal, bom... Deve voltar, galera, que quer fazer música aí, por não, pode fazer, pode, eu achei, agora relembrei, fica até a sal dozista, já que em dia é 2 anos, só, já estou saldozista, mas a grande pegada mesmo do No Ouvo é contar histórias, sempre foi contar histórias né, e é bom, que eu não lembrava essas músicas, mesmo por que, todo mundo sabe que a minha memória é muito boa. As slapso de memória eu achava que era até atrinho, eu achava também, eu achava que era porque eu nunca aconteceu comigo, tem lá pso de memória sempre,
Eu sempre sabia o que estava mesmo, beba, eu sabia o que estava acontecendo. Eu me ri, Eu me ri, Eu me ri… eu me Que se chama bebê de falando merda. O bebê de falando merda. Ah, o que é a ideia? O que é? Você bebê e falar de assunto. Sabe assim? Bebe no nível hardcore. Você fica ali, uma orinha, grava um vídeo de cinco minutos. Ok, bebê, matou uma garrafa de vódica entre três pessoas e você fica ao time e fala umas besteiras, quando você está um pouco bebado. Só que o problema é que era um dia de carnaval. Era um dia de carnaval e estava chegando um bloco, que ia passar. Do lado da casa do PC. E aí o bloco já estava fazendo barulho lá longe. Eu nome desse bloco legal. É, não, não. Acava aí. O bloco já estava fazendo barulho lá longe e ele ia passar na frente da casa do PC. E eu tinha acabado de chegar na casa dele, que ele falou cara. É uma seguinte, quando o bloco passar aqui não vai ter como gravar, porque o áudio vai ficar estorado, a gente vai ter que parar a gravação. Então a gente vai ter que gravar tudo em 10 minutos. Tudo em 10 minutos. Tinha uma garrafa de tequila, uma garrafa de absoluto.
E mais, você que veja. Que nunca tinha acontecido antes, que estava virando três bebidas ao mesmo tempo. Sério, depois por cura o vídeo aí, bebendo e falando merda com o Cid aí, vocês vão ver como é que a câmera estava filmando. Felizmente não tinha ninguém, a câmera não tripeia, não era uma pessoa, a pessoa estaria bebada também. E aí, cara, a gente bebou muito rápido para gravar o vídeo. E tu nada me deu um lapso de memória, quando eu percebi o que estava acontecendo? Eu vou explicar como é que era o cenário, na hora que deu um pata. E eu falo, espera aí, está acontecendo alguma coisa. Quando deu um lapso? Eu estava no colo de um caderante. Começa assim, estava na rua, ele já não estava na casa do o peces, estava na rua, num colo de um caderante, no meio de um bloco de carne na volta. Era um bloco, passando e era um bloco soviético. Era um bloco soviético de carne na volta. Ah, não cara, que mais que que que eu estava de um colo? Não sei, estava no colo de carne na volta e aí eu falei, caralho, o que que está...
O faru estava com uma máscara de panda ao meu lado dançando sem camisa, com as braços para o alto dançando sem camisa e eu fiquei tão chocado com a cena que botei a mão na cabeça. E quando boteu a mão no cabeça eu ouvi que eu estava sem cabelo. Eu estava com metade da cabeça raspada. Eu não faço ideia como isso aconteceu. Metade na cabeça sem cabelo. Cara, num colo, num cadeirante, num bloco soviético, um pão da dança no meu lado. Cara, o que que está acontecendo quando eu olhei pro lado? Percei se que era, estava sem camisa em cima de um carro dando uma câmbalhota em cima do... O carro de um desconhecido que está na rua. E aí ele é internete, brilhante. Cara, ele rasgou as costas no... Qual é o nome daquele negócio do carro? No limparador de para-a-doria. No limparador de para-a-doria, brilhante. O que ele tem? O que ele tem? O que ele tem?…
Não tem momento de lucidez, né? Eu não sabia que isso tinha. Era melhor você ter permanecido apagado, né? Era melhor cara. Se acordar na tua casa e... Eu não lembro, porque não é tudo o que se acorda sentado num coco. De um cadeirante, arroz, gusta, um proco soviético, com cabeça raspada, com o pecer sequer, dando mortal, com o pão do danção, com pão do danção, mas ganha a coça, não para a brisa. Não é muito informação. É muito informação, você não consegue computar. Eu não sei nem como é que eu soubre a vivista aqui hoje. E como esquecer da história do Luide? Na balada, lá no episódio 5, o abalamos na balada, nossa ótimo nome de episódio, inclusive. Na episódio 5, o Luide conta uma história sensacional, que é quando ele sentou no mendigo. Quando eu falei pra esse estranho, eu falo no do assim, mas eu tento tudo sentir essa história. Eu não lembro muito bem nesse dia, eu realmente estava bebo porque a única informação que eu tenho é que no final da balada, a gente foi esperar um táxas no lá de fora e chamar mais.
Tinha uma coisa assim, eu bijou o gay no... em cima, cheguei no monte de papelão. Passava descansar, né? Jogbi, não, mas cheguei pulei. Quando eu me dou por conta, era dois bendidos aí. E aí, cara, isso, bosta. Tá passando. Cupa. Caralho, velho. Eu fiquei muito sobro na hora, porque fiquei com muita pena. Foi nosso, os caramba acharam que eu sou daqueles exclusão que bate o vídeo. Mas é que tava frio, né? Nesse mesmo episódio, o hablamos na balada, que é o Luide Acabora de contar a história dele, entrando no indigo, que é assim, sassional. É onde surge a teoria do falsos cítio. Teoria, que até hoje existe. Teoria dizendo que eu não sou eu, que eu fui trocado, né, que, enfim, nessa balada, aí aconteceu uma história horrível, né, que tinha um cara se passando por mim.
E até hoje não se sabe se eu sou verdadeiro, ele era verdadeiro, só sei que essa história não tanto quanto confusa. E aí uma menina veio falar comigo e falou, você o Cid do Não Salvo, foi o isso que eu sou eu, tudo bom né, de aquela, deu um olhar galante a dor, que também dá pista, que é o melhor meio de lá, de lança indo de bordes. E ela falou assim, mas você é você, eu acho que eu sou eu, já falou porque tem outro você aqui. Eu falei que eu não sei, que porra essa? Cara, tem outro eu aqui, que não entendi, né? Eu falei, não, tem um cara aqui na balada, que ele é parecido com você e está falando que é você. Foi isso, foi isso, nada. Eu falei que porra essa. Que porra essa. Não conhece a história? Eu conheço a história do meu fijo que não. Ah tá. E aí eu...
Eu falo como você tem um cara que fingindo que sou eu, parecido comigo, eu não vou ter um cara que está falando que é você e ele está passando a mão nas meninas aqui na balada e aí quando as meninas reclamam ele fala sabe quem eu sou, eu sou o Cid Drone Sal. Cara, eu era uma versão que ele lutou ainda, uma versão tarada. Ela veio ouvir o que está falando. É, sabe, não falei carada possível que isso teja acontecer. A falei, cadê, eu me mostra esse cara aí, cadê, eu não sei o que está esse cara, ela mostrou. O cara realmente era parecido comigo. Não é que era parecido comigo, é que a gente é barba. Pronto. Eu não sei. Eu não sei que tem barba, você é parecido, você lá com qualquer coisa, uma bem lada. Ainda mais não é mais. A pessoa se achou, parece que o outro pessoa que tem a barba. Ainda mais não é mais não é mais não é… mais não
Você conheceu? Você conheceu? Eu falei, o que você está falando? Falei rindo, falei tipo, vamos manter o clima amistoso. Qual a que você está falando que você sou eu? Você pode fingir que tanta pessoa vai justamente escolher eu. Mano, não é uma piadinha. A primeira coisa que ele falou, qualquer problema mesmo. Nós era o Cid do Mal mesmo. Era o Cid e o Mal. Eu falo como assim qualquer um problema. Você está fingindo que sou eu, então passa na mão das meninas e falando que sou eu, acho que tem um problema. Você vai fazer o quê então? Naquele momento eu briguei comigo mesmo. E aí os dois se inspiraram no Cid do Mal? Vira daquele momento, então briga comigo porque?
O vivo estava na balada e o vivo ele é bom de briga. Eu falei assim, não, tudo bem. Vou briga com esse cara. Eu provavelmente vou apanhar. Mas o vivo vai me defender algum momento. Só que eu tinha um outro vivo lá, o vivo de mal. O vice-sep, com essa pessoa, está lá, e a balada com o robôs. Cara, tipo, filme. Aí eu comecei a brigar comigo mesmo, na balada, começou uma briga na balada e o Luide se meteu na briga e o Joab e se o amigo nosso bateu. E aí veio o ivo dando voador em todo mundo, começou a confusão, cara. E aí eu fiquei com medo da conta e sigou aqueles filmes, que as pessoas que são colonadas, brigam interesseis, você não sabe quem é mais um mocinho, eu quero ter um dia da barulho, né? Eu fiquei muito com medo, alguém pega uma água e fala caralho, como será o Cid de verdade? E a se raia é a seca em mim. Ou seja, foi uma balada mágica, onde eu briguei comigo mesmo, no final das contas, o segurança acertou e mandou embora o Cid falso, o ivo o Cid.
Falando em balada, claro que tem a história do Igor. A balada na quarta série essa história que Luide até hoje pega não pede ele. Quem não escutou, quem não escutou como comecinho, essa história se repete bastante. Luide enxou saca do Igor por causa disso. A baladinha na quarta série. Luide juro que é mentira essa história do Igor. O Igor juro é que é verdade. Aí fica a decisão, fica por conta de você. Será que baladinha de sala do colégio? Será que conta? Como é que é uma baladinha de sala? A turma no final do meu... A quarta série você fazia baladinha de sala? Eu fazia, cara. Eu te falei que fui muito bem. Vocês fazia? A gente juntava... Calma e boneco. Colocava o pano, você sentia na quarta série eu tô... Não, eu conto a série, vocês não... Na quarta série eu tinha nove anos. Você só se fazia balada? Sim, já bebia com nove anos. Eu já bebia com nove anos, eu vejo.
O que é O que é O que é… o que Tá, gente. Era uma data especial, tipo, adversário da Mariazinha. Ah, mas a Mariazinha não tem casa, velho. Você estampava todas as janelas da escola com um pão do preto. Pra fazer baladinha aí. A Mariazinha. Mas não tinha casa, velho. Porque não é uma festa na casa, né? Aqui, vamos dar uns muita coisa. Que tira aqui. Eu não sei se você tira. Eu não vou contar a minha história aqui. De primeira, bora. Eu não contava o Luide da cadeira da cadeira. O cara quer me contar que ela corta a série, a Mariasinha. A sala. O problema é a mãe deixar o diretor deixar uma balada. É, a diretor não deixava. É, sempre no terras legaliza. A gente fazia as festinhas e o diretor chegaram em algum momento e acabou no contorno.
Claro, é importante ressaltar essa outra história de balada que quando fui expulso numa balada. Toquei Pokémon, enturo mais a história, vou dar o pleio pra vocês ouvirem. Mas eu quero lembrar também que nesse ano de 2017 teve um dia aí famoso que tocou Pokémon e todo mundo achou máximo, né? Que tocou Pokémon aí numa festa e todo mundo deixou revolucionário. Quero lembrar que eu fiz isso muito antes. Muito antes desse cara. Mas antes de contar um pouquinho, porque o Cid fica bastante de dia de sábalada? Porque existiu uma balada aqui em São Paulo, alguns anos atrás ela já virou, se transformou em um atual... Existe mais essa balada? Existe, vamos se estar lá, não, né? Tá fala, então era a tag de Robocop. E a tag de Robocop volta e meia ela chamava... Algumas...
Web Celebridades, que é a gente que tem uma cidade de quem era? Pra ir lá, pra ver se sabia que era. Então às vezes era lá o Arroba no seu quê? O Arroba Flan de Tal. Até eu já fui de dia nessa balada uma vez por vivo, não. Você viu o nível? Você viu o nível. Você viu o nível? Na balada, eu não entendo nada, nem no celular que você está buscando. E aí o Cid foi que eu fechava a grande noite, que era o grande não salvo, toca na balada. E aí foi uma balada, normalmente. A balada era no lugar pequenininho, né? Sim, essa balada foi no beco, que é uma balada grande, ali da Augusta. É uma balada que cabe bastante ser lá contas... O meu pessoal é... Cabe, é, sem pessoas do lado dentro e 300 na fila do lado fora. E eu, e eu que pressurou atenção. Estava fazendo calco, não falei nada. Sem só. Não, acho que tem umas duas mil aí, cara. Não, não, não. É relativamente grande, ele prei na Augusta e tal, enfim, um ponto de balada, né. E aí eu fui tocar essa bala, me chamando pra tocar, e é numa noite de música trash, não balada.
E aí era uma noite de música trash, porque a tag robocop era anos 90. E assim eu pegou um tempo para os caras antes de tocar a mão e falei que que eu posso tocar, posso tocar o que eu quiser. Não, você pode tocar o que você tem que ter em carta branca. Você pode fazer o que você quiser, ir na balada. Qualquer coisa, eu posso tocar o que eu quiser, posso tocar o que você quiser. Pra ele, beleza. Eu vou dar um sacouco, não sou balada. Então eu vou fazer assim, me deixa no último horário, o que é mais garantido. Já tá tornando beba, já tá mais garantido, tá tornando beba, tá tornando vomitado, não é? É, pelo menos o galera vai se divertir com o que eu foto cá, né? A beleza, me deixaram no último horário, aí fui tocá-la na balada.
Comecei a tocar mais música nos 90s, quando eu vi que o pessoal tava curtindo, que é só um dia profissional, eu diria, quando eu vi que a galera tava curtindo. Eu estava em visão do público. Eu estou olhando e tal, estou vendo a galera que você sabe que o público quer. Ah, sem dúvida, sem dúvida, vejo nos olhos de cada um. E aí eu resolvi arriscar. Resovir a riscar e começar a tocar umas músicas pio-box, por exemplo. Ouza dia. Joguei um papo de Jacarelli. E aí a galera curte um bagaralho e falei, pô, tá que legal, galera curte um pio-box. Ai, joguei um... Ute azinha. A galera curte, falei, cara, vou começar a destruir agora. Comecei a tocar a u-chan, comecei a tocar... Eu ju, carinho de mão. Bada, bada, baca, vou ler.
Com licença, tá o cático que me havia na tela, eu tô cava. Aí chegou no certo momento. Aí que tá o ponto chave, foi essa música. Aí chegou o certo momento que entrou um cara na balada, eu percebi que tava cheio de segurança em volta, não sabe se cara era famoso ou não. Ele veio a no senhor de idade, ele veio subir o pau, ninguém pediu ele subir o pau, que foi indo meu lado. E falou assim pra mim, ô amigo, próxima música, tá com o Nirvana. Isso, nesse momento estava tocando um el Tiana vai. Ele falou, eu toco Nirvana. E eu olhei pra ele, fiz um joinha e toquei o música tema do Pokémon. Aí, tu começou, Pokémon, pelos que pegam, e a galera na pista...
Sim, você está dando, se maquinilou, que é si jogando na roupa. Porque é mão, temos que ser cara ai me pra o bubassauro no meio da pista. Estava nesse nível, galera continuo pra caralho. E aí o cara olhou, olhou pro cara, fiz outro joinha, depois que eu toquei um Pokémon e aí olhou, chegou de novo, você falou, amigo, próxima música. Tocar um eletrônico, por favor. Cara, só falou isso. Eu não sabia quem era o cara também. Já que vir vão, não vai ter jeito. Tocar um eletrônico. Mandei mais um joinha pra ele, acabou pro que mão, eu mandei uma dança da mãozinha. Parar. Para, para, para, para, manda a sua mãozinha. Manda a sua mãozinha cara, nesse momento que eu vou ter a dança da mãozinha, os seguranças me retiraram, me segurançaram, agora você pega um banho, o policial pega um bandido pelo, aqui por baixo do braço assim, e o segredo me levantaram, há três metros de ontura, arrancaram todos os cabos da picape. Tiraram o cabo, isso eu vi, tiraram todos os cabos, os cabos da picape.
Eu me debatei, não, não me guia, mas me tiraram daqui. Eu vou tocar a dança da mãozinha, os caras me retiraram, ali o cara que me conectou outro microfone, aquele senhor que tinha me dado pedido ao músico e falou assim, o negócio seguinte, eu sou o dono da balada. Eu sou o dono do beco, eu não sei porquê esse DJ está tocando essas músicas horríveis, mas eu peço de desculpa para o público, então eu começo a avaliar o cara. É, porque aqui é uma casa de rock, e assim, falaram que eu podia tocar qualquer coisa, então eu toquei qualquer coisa. O rádio escasso, te vejo! Ou seja, a minha primeira experiência como de Jane uma balada, eu consegui ser expulso da balada. Eu fui retirada de uma forma mágica, tipo filme. É o piarregro que ela me carregando. A gente nem ficou muito... A gente estava eu e eu e eu, voltava nos outros amigos, a gente não consegui ficar bravo. Porque a cena foi tão engraçada. A gente desculpa, tá tocando danos da mãozinha. É que é roca, não tá com o ódio. E a galera putar as que porra é, se eu quero escutar o música, o Theorem do Pokémon.
Bom, isso aí não é um pouco da da farra aí, balada, bebida e tudo mais. Não só, claro, tem histórias sérias, histórias de cotidiano que todo mundo quer, que é brasileirinho, está sempre trabalhando, está sempre no busca do seu pão e no busca de comprar o leite das crianças. O Igor mesmo foi um funcionário exemplar. O patrão dele, tanto quanto o caráter dovidoso. Meu chefe com que o mais tinha contato, era na locadora. Só que ele era o cara que gostava de fazer de tudo. E vai estar muito estranho. Ele era o professor por nós e fazia de tudo. Ele tinha a locadora de vídeo. Aí ele abriu uma la rouse dentro da locadora de vídeo. Aí ele abriu uma barraquinha de cachorro que tinha de na frente.
Eu não sei se o que é o local do que é o local do que é o local do que é o local do que é o local do que é o local do que é o local do que é o local do que é o local do que é o local do que é o local do que é o local do que é o local do que é o local do que é o local do que é o local do que é o local do que é o local do que é o local do que é o local do que é o local do que é o local do que é o local do que é o local do que é o local do que é o local do que é o local do que é o local do que é o local do que é o local do que é o local do que é o local do que é o local do que é o local do que é o local do que é o local do que é o local do que é o local do que é o local do que é o local do que é o local do que é o local do que é o local do que é o local
O cara passou com pôneio e ofereceu para ele comprar e ele comprou pôneio porque... O cara, olha, tem o pôneio, tem dinheiro, eu não comprei. O Igor não comprou. Conta com o sumpôneio, cara. Ele pagou acho que uns 3.400. Cara, é uma só porque hoje dá um que é $7.000. Porque o pôneiro era reproduzitor e ele que tava lá cabeça. Que ele era ser reprodutor. Eu podia dizer, pôneiro. E a fazer uma criação de pôneiro. Eu acho que os dois anos depois o pôneiro morreu. Cara, eu quero entender o layout desse ambiente se eu trabalho. Você tinha. Tinha uma loucadora, tomar conta, tomar conta. Enquanto vendia, Igor também fazia o cachorro quente, fazia o cachorro quente, já foi uma raio. Aos cuidava do... O da La Rouse, da boca chocante de pôneio. E tudo isso em cima de um pôneio. No pôneio.
O local da tal e o pôneu reproduitório. E ele está transando. O que é o pôneu produtor só assim? Eu quero vocês que são do interior, me expliquem. O pôneiro e o produtor, ele saem do produtor, se tiver uma pôneira. Ele só tem um pôneiro. Mas é porque tinha uma questão que eu aprendi com pôneis. Com pôneiro? Acho que são pôneiro, mas essa locadora é de vez muito louca com pôneiro. É uma pôneira para o podcast, primeiro pôneiro. Eu aprendi sobre pôneis é porque, porque, fêmea, você consegue... Qualquer fêmea que reproduz. Mas o macho você só consegue aquele que cresce para ser produtor. O que você está suando? Porque está calou para cá sempre. Não é todo dia que você descobre coisas sobre pones. E eu cuidava de tudo sozinho porque ele era a sanfoneiro também. O chefe chefe.
Aí ele aí, aí ele sai, ele pônei, ele sumiu o dia inteiro pra ir sair, aí eu pra show, você olha, ele chefe uma lume. Eu ficava lá um moleque de 14 anos, cuidou do noocador, a dola, o barraquinho de cachorro que a gente abria só a noite. Meu Deus, o que tem pra cá? Como é que é a gente? Como é que é a gente fala? Você lembra do noocador? Claro, no meu do pôritor, lembra? Tudo isso na Michael Interpise, né? Cara, é uma cara melhor, Michael, que eu já conheço minha vida. Não, melhor Michael é a pomba. É melhor, Michael é a pomba, vai... E cara, e essa bancada do Novo, que galera aqui, que curte novo, desde o começo já, já se apegou, né? Veja a gente como amigo mesmo, a gente gosta muito disso, porque eu realmente acho que nós somos amigos, né? A gente tá aí no no ouvido de cada brasileiro, que eu escuto no Novo,
Então como se a gente vai ser realmente uma amizade, a gente tá falando, se tá escutando mais a gente do que escutou seus amigos à vida real, porque você fica mais de fora de ouvido do que a outra coisa, né? Eu sei, essa aqui é a grande realidade, né? E amigos são insubstituíveis, menos ou menos o Braian. O Braian a gente já substituiu no episódio, pela cabraia, e eu confesso que teve, a cabraia se portou melhor do que o próprio Braian durante o episódio. Braian Rizzo não está com a gente. Não tinha história de infância, ele foi embora. Não tinha essa chorando. Braian não está com a gente hoje, mas tudo bem, né? Cada um pode criar sua própria teoria, porque o Braian não está aqui hoje? Não é essa espência, não vou falar, que é um segredo que ele não está hoje. Mas a gente pode substituir o Braian, de repente, acho que pensar, se a gente substituir o Braian para um...
O Grito de Cabra. É interessante. O que é melhor? O que é melhor? O que é melhor?… O que é melhor Nós ainda as músicas. Então, toda vez que seria a hora do Braian falar, a gente bota um som de cabra. Para representar o Braia, não esquecemos dele hoje. Não sei, nesse dia, triste, onde o Braia não está participando, que infelizmente ele faleceu. Mas tudo bem. É o oso. É Braia. Olha aí, mais bonito na Braia. Pobre, muito bom. É um descoço aí, Braia. É rapidinho pra gente. Mas daí vai ter que deixar voz na cabra. Como é que é a voz? É a cabrabra. É a cabraia. É a cabraia. É a cabraia.… É Com, por exemplo, a história do taxista da Zoeira, que é um texto que existe no Não Salvo há muitos anos, um dos textos mais clássicos lá do blog, e que a gente passou esse texto também em áudio aqui no No Ouvo, e teve uma repercussão muito legal, né? Legal você imaginar essa história que você também talvez já tenha lido lá no Não Salvo, você conseguir imaginar ela, só que dessa vez com voz, né? Um tanto quanto diferente.
E a foto, cara, essa história é porque eu passei um aperto, um apuro ali, que foi muito louco. A história é mais ou menos seguinte, a gente estava na Augusta, eu estava na Augusta e aí eu fui... Você dispulsou de uma balada, né? Não sei que estava com a não-kerata, não é? Não me deu que a contação nesse dia, hein? Mas eu tive que ir embora ali, meio de madrugada, enfim. A Augusta é uma ronde tem, balada, tem uma galera... uma galera um pouco diferente, um surco de uma pessoa. Tem muito travesti, tem muita carota e programa também. O que é O que é O que é… o que Gigantesco. É um cara que não cabia no taxa. Não tinha como seu Google, não era o Google. Era um cara gigantesco, tipo 3x3. E eu era tão grande que não conseguia olhar pro rosto dele. Era tipo pérgulas, só que forte. Eu não conseguia olhar no rosto dele, só conseguia olhar no retrovisão, que eu só pegava o olhinho dele. Pegava o olhinho dele, meu olhante. Era o olhinho no olho.
Era o olho no... E aí, perguem o táco, e tal. E aí, a primeira pergunta que o cara me fez não foi pra onde você vai. Não foi como está você. Não foi nada de família. Não foi nada de pentei. Nada, nada, nada. E a Dilma, não foi nada disso. A primeira pergunta dele foi você da Zoeira. Que por isso pergunta. E eu imagino você três horas da manhã, na Augusta. Um cara te pergunta, e se ele entrem em taxa. Eu fiquei, meu nome, não sei o que eu conheço esse cara. Vocês esperam o vinho do... daquele... daquele... daquele maluque, fica na frente dos puteiro, olha? É, que é buceutada na cara hoje! Na sua era! É, da um gosto de rosto, é muito rosto. Tem um cara da buceutada na cara. O Leão de Chacra, né? Da do... Ele ficou ouve. A Mélio, ele faz assim. A Mélio, ele faz assim. A Mélio, ele faz assim. A fala dele assim, buceutada na cara, buceutada na cara... A condição olha para a cara dele... A condição olha para a cara dele e fala assim, mas tem, só que vem de também. Não se está para na cara, olha as frequesinhas. Não se está para a cara. Não se está para...
Eu vou montar um carro, você veio nele pelo arrobo, você tava lá. Que fim, enfim. Você tava lá no táxi, o cara me perguntou, você da Zoeira e aí eu não sabia que eu respondei, porque eu não conheci o cara, eu não sabia que ele tava falando. E aí eu caí na burrada de responder mais ou menos. O Paulo, você é mais ou menos da Zoeira. Porque eu não sou adiante, mas enquanto. Porque quando eu me ouvi o resposta possível. Não, porque quando você não sabe o que vocês podem, você dá uma resposta genérica, e minha resposta genérica foi mais ou menos. Então, eu assisti algumas suspeitas de... O que significa a supergulha? Não, é a falou séria da Zoeira, do nada. Falei mais, mas ele responde, não, não. Eu sabia o que esse falou. O cara tem perguntando. E, enfim, daí eu que eu falei, eu tô indo pro lugar, tá o tal, tá o tal, lá no botantano, sei o quê? Não, tá bom, né? Continuou, corre. Cara, durante o trajeto até o botantano, quanto tempo dá, até lá mesmo? Ah, aí, da roga, eu gosto de Commission, tá, tá, dá, sei lá, uns 20 minutos de madrugada, assim, tá correndo, 20 minutos.
E aí, durante esse período, ele começou. E aí, caro, mas assim, eu estou perguntando se você era azul. Porque eu sou da zoeira. O que eu imaginei? Eu, né, uma pessoa, né. Fazia meme, ele fazia meme. Não, eu imaginei, na verdade, eu imaginei quando ele falou. Eu não estou em todo o momento. Como eu estava mostrando. Pra você se encerrar. Quando ele falou, eu sou da zoeira, na Augusta, o que eu pensei? É um cara que gosta de diversão. Ah, balá. Palá, balá, balá, balá… balá Eu gosto de sair e fazer as minhas amigos. Ah, normal. Não, não. Não, não. Não, não.… Não Mas o mais impressionante é que toda a frase dele tinha a Zoeira ou algum verbo com o Zoeira. Todas, todas. Todas, todas. Todas, todas.… Todas,
Eu sou o Renos, eu sou o Renos, eu sou o Gosto, eu dou umas... Essa corrida já de ver se ela tá uns 10 reais. Não percebi, não percebi. O ton da conversa é um pessoal. Então eu só fui perceber no momento que ele falou assim. Eu sou da Zueira, mas olha, minha mulher não sabe. E aí, eu quero que ele pode ir só com os amigos. Então, se você quiser saber, até me ver, eu compenso aí. Mas nesse ponto, eu comecei a suspeitar que Zueira, na verdade era, eu gosto de transar. Eu não vou falar com outras homens, entendeu? Eu achava da Via Dagem. Eu gosto de uma Via Dagem. Pichi-se. Eu comecei a suspeitar. E aí ele começou a perguntar assim para mim, mas se já fez alguma zueira com taxista? O Luide vai morrer. O Luide costuma ser bem da mesma coisa. Ai que novo. Isso é muito roteiro de um porno.
A pergunta mais específica de todos os seus tantos. O Rio de Texas. Cara, é o que eu pra falar, o Rio de Texas é o Rio de Texas, a gente é o porra. É, a mulher entra no carro. Não, é o Rio de Texas. Eu não peço. Eu não peço. Eu não peço.… É que faz ser não. E eu, por uma primeira vez, o novo... E eu como eu estava naquela dúvida ainda? Eu respondi alguma coisa... Eu ainda respondi alguma coisa, tipo assim... Não, contato, a que cista não. Então ficou parecendo que eu era das veras também. Com motorista de hoje, com o criança de avião. A nossa hora o cara puxou. Até desligou o taxímetro falando, essa correira vai ser fria porque a gente vai pro mundo da imaginação. E aí? Cara, chega um ponto ali do botão, para chegar aqui, chegava na nossa casa, chega num período ali uma curva. Cara, que é um monte. É um hotel atrás do outro. É um star-e-vim, né? É um star-e-vim, né? É um star-e-vim, é um star-e-vim.
Eu já comem o nosso ovo. Daí que caiu a comissão do ar. A gente que você entendeu. Aí que é a tesouira. A conversa está meio usado. Eu comecei a pensar, falei que caralho, eu vou ser estuprado por um taxista. Eu não vou. É o meu maxi-lactador, não para. Esse taxista vai como meu cu. Agora eu não vou ter como escapar, porque se esse cara quiser como meu cu, ele vai comer, porque ele é muito maior do que eu. É grande. É só ele trancar a pôr do carro e parar o carro. Eu não tenho escapar, tória. E eu falei, caralho, eu comecei a sua frio, cara. Começa a ficar nervoso, eu falei caralho, você estuprado pelo no taxista. Meu Deus do céu, o que que tá acontecendo com minha vida? Não devia falar cara das oeira. Não sou das oeira. Deu cara, deu, tomei mole. As respostas erradas. Sim, eu fui garantia. Foi tipo Deus te dando chance de fazer a coisa séria, então eu garantei. Eu sei por causa da defensiva ali. E aí naquele momento, ali dos Drive-Vins.
Eu fiquei caralho, velho, é agora. Mas se já começou a imaginar tomar que ele escolhe pelo menos o melhor, né? Tem que ter que ter pelo menos a banhira de trombóis. Ah, de mim, cidadão. Aquela vez que pôr, compro a gata de champagne, já que eu tô garalho. E tem isso de verdade. Aí minha tática, profugido do estupro do taxista, quem foi? Eu comecei a deixar bem claro que eu queria chegar rápido em casa. Entendeu? A metade conhece. Eu comecei a falar assim, ó. E aí você pega a esquina. E a gente já é direita, e acabou, meu amigo, tá perto, tá chegando. Eu comecei a pressionar ele, que tu não fingiu que você tava com alguém no telefone? Tipo, tô chegando! Não sei, cara, eu tava parvorado, não sei, não sei. Não, eu fiquei cansado na sua... E aí, algum telefone começou a falar o nome da namorada, sei lá.
Ah, não sei o que... Não, aí o cara está sonou o carro, eu saí correndo, paguei isso aí correndo, cara. E aí, felizmente cheguei com meu cu intacto, hein, cara. Eu cheguei de madrugada, brinaporta, nem rosa, tava com o mundo no índio lá na sala. E eu tava... Cara, eu tava atenção. É engraçado, mas eu fiquei tensa, não. Cara, a história que o Cid contou pra ele, deixou meu irmão tão ando, que ele pegou a mala dele, voltou pra salto e tá na hora. E fazer na seleção aqui dos clips que a gente coloca nesse almanáquio do Novo, eu comecei a ver histórias, relembrar histórias que nem eu, mas lembrava, se eu fosse contar nem lembrava, como por exemplo, o dia que eu perdi uma namoradinha minha para um cantor da banda bross, é aquela banda mesmo.
Eu gostava de uma menina e aí a gente foi numa balada juntos, né? A gente tava se conhecendo, tava montando um amigo junto, a gente foi uma balada lá no Corujá e aí nessa balada tinha um cara do bróss. Era que ele negou com o cabelo espetado. Sim, sim. Eu não sei o que eu estou ligado. O rujo de masculino. E ela é muito legal, mas ela é muito legal. E ela é muito legal, mas ela é muito legal. E ela é muito legal, mas ela é muito legal, mas ela é muito legal, mas ela é muito legal, mas ela é muito legal, mas ela é muito legal, mas ela é muito legal, mas ela é muito legal, mas ela é muito legal, mas ela é muito legal, mas ela é muito legal, mas ela é muito legal, mas ela é muito legal, mas ela é muito legal, mas ela é muito legal, mas ela é muito legal, mas ela é muito legal, mas ela é muito legal, mas ela é muito legal, mas ela é muito legal, mas ela é muito legal, mas ela é muito legal, mas ela é muito legal, mas ela é muito legal, mas ela é muito legal, mas ela é muito legal, mas ela é muito legal, mas ela é muito legal, mas ela é muito legal, mas ela é muito legal, mas ela é muito legal, mas ela é muito legal, mas ela é muito legal, mas ela
Falei, vou ligar pra mãe e ela pra cunher na metida. Falei, não, não. Falei na minha. Falei, o que que não gostou dessa? Ficou cado, brosa? Falei brincar assim, não. Ela falou, não, eu liguei pra mim, porque eu não fiquei, mas eu vou ficar. Eu me amei a essa madrugada. Eu falei como assim? Ela deu três passos, falou uma coisa ouvidos do cara do bross. E deu um beijo na boca do cara e eu fiquei... Eu fiquei com aquele... Ela não era minha prometida. Ela não era minha prometida. Mas o que você fez depois disso? Você continuou do lado dela na balada? O que você acha? Ou você foi embora? O que você acha? Você for um cara do calcão. E com o passado o tempo é o Não Ouvo ganhou um convidado especial. Eu diria que é como se ele fosse o tom de os Power Rangers. Ele não aparece toda hora.
Ele aparece de vez em quando. Então tem os power renders, os clássicos, o vermelho, amarelo, preto, azul. E aí aparece um power render de vez em quando. Porque o power render era o branco da velha de tom. Era branco que veio de ser lá. Esa apareceu de duas maneiras. Que era o tom. E o nosso tom. No Não Ouvo, é quem? É o meu pai. O meu pai querer. Não tem nome, né, ou pai do Cid? O meu pai ele surgiu no Novo, contando histórias e virou já um personagem. Talvez o membro mais querido do Danovo não é da mancada fixa. Talvez seja o meu pai. E o meu pai já chegou chegando contando histórias aqui malucas do episódio colegas de trabalho. Que era um episódio sobre funcionários e não filhosas das contas viram um episódio sobre a profissão do meu pai. Ele tomou conta do episódio aqui e conta as histórias maravilhosas. Eu indico vocês que tem esse episódio inteiro que é um dos meus favoritos, episódio 11. Meus colegas de trabalho. Vou deixar um trechinho aqui, duas das histórias que ele conta.
Voltando lá aquele famoso vestiário, a gente já tivesse tido a história, a gente ganhava papel toalha pra se enxugar, né? Sim. Com Dom, era uma tirando do outro, aí tinha um cara lá que começou a arberrar. A tiróxife, fila da pula. A tiróxife... Não, a mãe não, a bisteca da mãe. O ambiente família está... Ai, pô, tiróxife, já o gifo. Tão de gastão, modo, doido o que eu já vi. Um dia cinco horas, quase cinco horas trocando e ropa, tirou o chefe. Ele tinha levado na nossa cola, dois, um par de chefe. E verdade, aí jogou por cima daquele armário, que é de aço, né? Eu acho que vocês conhecem. Jogo aquilo lá, puta, ninguém, manhante. Jogo o chefe, aquele, dois puta chefe. Ele não levou a mãe dele, manhante. Aí o chefe ficou rolando por ali, aflei o gavão. Tocam e me voem. Gastão, quer dizer.
Vamos colocar isso aí no capacete aí, adaptamos, colocamos no capacete aí, eu fui pra noite, aí é que peda noite, só conhecia de vista, tinha um cara lá inteligente pra caramba, o apelido dele era cabaço. Mão Mula que eu já vi até hoje. Aí eu falei, eu acabo a se ter um negócio a ser pra te mostrar, peguei e levei o capacidade de ir. Aí adorou aquilo ali, porra. Ele já ficou na hora. Ele já morava lá em Santos, perto da zona, meu. Aí adorou aquele capacete. Não se contem, então ia ficar ali pra ir dar risada, ele foi dar a volta no quarteirão. Só que era de noite. Era de noite, portar um meio escuro, né? Aí, aí, aí, ele pegava, ele se pensava. De um vigilante, ali uma cabine do vigê, perto, então. Aí ele passou.
Naquela pago-verviatura da vigilância. Vocês viram alguma coisa aí? Porque foi, porque? Não, viginaitiligou, acho que tem algum animal, alguma faca, algum boi andando dentro da fábrica aí. Cara, só vi um chifra, ó, é um chifra. Vem o escuro, foi... Você viu como a história evolui, né? Foi um cara que não gostava que ninguém jogasse papel toalha nele. Um dia gritou, joga o chifre, levar o chifre. E foi parar na delegacia. Foi parar na cabeça. Não, foi a delegacia que chegou. Foi confundir com uma vaca. O cabazo foi disso, o cabazo. Vigilete. Vigilete que viu aqui no negócio de longe e bailou para a cita, falou porra, acho que tem um boia e uma vaca cantando aí. Outra aqui na merda. É só o cabazo. Mas é esse negócio.
O cara mais de luto que eu já vi até hoje na minha vida. O que? O que você tem? O que você tem? O que você tem?… O cara entra de ser ver. O cara entra de ser ver, e não importa, é uma função. Sim, é normal, tem que ser bem. Ele saiu abaixo, ele conseguiu sair menos de ser bem, 50 anos depois. Então, em outros... E outra história é muito clássica desse episódio, é o homem que não olheva para trás. Eu acho. Eu escuto a sua que eu tô falando. E que um dia daqui a 20, 30 anos essa história vai virar um filme. Então, quase a certa, vai virar um filme ou uma série no Netflix, alguma coisa eu digo. Que é uma história emblemática. Tinha um cara que morava no morro e era trabalhava no restaurante. Aí um dia até eu via andando atrás dele, eu e o ratinho, meu parceiro, oh, oh, oh…
Eu não olho pra trás. Tu pode se dar mal. Olha pra trás. Olha pra trás. Eu não vi no meu olho. Não vi no meu olho pra trás. Sei lá, aí ele falou, pode se dar mal. Eu quero ver em portrafo. Tem um corpo fechado. Morreu com três facadas na subita do molda. Chega, mas a gente é roda. Isso é roda. Mas alguns episódios aí, meu pai, sempre querido, aí, contar as histórias dele, alguns episódios não são tão familiares assim, vamos falar a verdade. Alguns episódios aí são um pouco proibido para a família, se você tiver isso, se você gosta de escutar um novo lavando louça, muita gente faz isso, eu espero que sua mãe não se te engem muito por perto. Porque alguns episódios são tanto constrangedores, né? Ou Luide tem uma história boa. Mas ó, se a atualmente tiver do lado, se curta depois. Meu pílida é o cabaço, né? É um ópio de cabaço. E aí chegou um momento, assim, cruciar com meus amigos, já estavam ficando com pena de mim, né?
Só que no teste, eu vou terminar de momento da minha adolescência que eu resolvi ver a crente. Comecei a esturrar. Acabar a sua gente. É, que comecei a esturrar a Bíblia. A primeira vez que eu li a Bíblia. Você se mandou, você se mandou, você se mandou. Você se mandou, você se mandou. Você se mandou, você se mandou. Você se mandou, você se mandou. Você se mandou, você se mandou. Você se mandou, você se mandou. você se mandou. você se mandou.… Você se Não, deve ser o oficial de justiça. É, vai tregar um processo, vai falar que eu tenho um filho que não sabia, calata sem medo de ir. Então aí eu estava muito acabado. E meus amizinhos, eu falava que a gente tem que levar as caras para o pazona, que no interior o puteiro, né? Como que? Aqui em São Paulo tem um nome, já chama pelo nome da Oamérnica, casarão. Mas é um puteiro, mas lá, e chamo de zona.
Eu sou o Gülsson, sou o Sáco. Eu sou o Sáco. Eu sou o Sáco. Eu… sou o Sáco. Essa onda? Essa onda? Na verdade, toda ação não é um play game. Por que você está te interessando? Falei pra gente. Não, não, não, é só tomar a primeira vez. É primeira vez. Aí, Luide, entra aqui no cavam, dá um passeio. Cara, eu falei, vamos, vamos, vamos, bote, jovens. Só não bote a música um palavrão porque Deus vão lá. Aí a gente indo no carro, cara. Cara, os cara me entra dentro da zona. E aí, falava assim, hoje você vai comer alguém, não posso, é pecado, tá lá em mateiros, 12, 8, não comeria aí. Cara, você sabia o número, gato? Não, eu sabia, não posso, não posso, não posso, dança, vai, não vou não vou descer do carros de cedo, como é isso. Sério, quer, não, não. Tipo, sóaram, tá o que eles te estuprar. Não, eles tá... Eu comece a largar sua roupa. Que eu vou descer alguém.
Então é praticamente... O instrupromasculino pode ser isso. Se a mulher... Mas eu estava contando o mesmo com o piso mil. Então... Se a mulher já ouval, eu vou ter um piso. Pense suas braços, pense sua pênus. Pense suas perchas, chupa teu pão a força, é o instrupro. É absurdo. É, é, é. E eu não saio, não vou de euvar, por eu resan, não tenho. Joga. Mandam o teu anjo Gabriel, mentira daqui. Joga, Gabriel, mentira daqui. Aí chegou o anjo Gabriel, falando assim, come, puta logo. Se eu ficar puta, aí eu fui no voo, você quer, minha senchora. Aí, não me lhe lhe lhe… l Você acha que o machito também atrapalha a vida dos homens? Aí, eu falei, se a gente me der pra embora eu pego na casa. Aí não, beleza. Aí, chamaram a mina lá, falou, se, ó, um amigo meu, aí que eu não pede a matinha. Ele não foi a minha ventada, o mesmo. Ele foi em contato do Ministro. Não, o Ministro. Eu não quero ter que ter que ter que…
Não, deixa eu chegar e falar assim, olha, eu não percebi. É só uma pergunta, tem que pagar, pegar. Pô, óbicos, tá chegando. Ela é o produtor, é um dos tragrados. Não, não, não, não, não. Devo sação. Devo sação. Devo sação.… Devo sa E aí, eu não sei o que é o que é o que é… o que Aí ficou lá, pai peixinha, e me fez por 4 reais. Olha o promoção da terro amoção. Aí cara, foi puto de ovar, o que eu falo. Eu não tinha que pegar nessa direção, já estava no nosso, já estava me sentindo o mar dos pecadores, tal, caralho. Ela veio assim na coisa e falou, só, mas pega aqui, você vê como é bom. Ela tirou a pinta assim, eu acolhei aquilo, cara. Quando eu tinha 14 anos, aí, igual agora, que você... Não é a gente, a gente falou isso, a pornografia é uma coisa puta, né? Tirando a vez que o pai pro meu pai, o meu pai, o meu pai, o… meu
O que é o que é o avós de Deus? O que é o avós de Deus? O que é o avós de Deus? O que é o avós de Deus? O que é o avós de Deus? O que é o avós de Deus? O que é o avós de Deus? O que é o avós de Deus? O que é o avós de Deus? O que é o avós de Deus? O que é o avós de Deus? O que é o avós de Deus? O que é o avós de Deus? O que é o avós de Deus? O que é o avós de Deus? O que é o avós de Deus? O que é o avós de Deus? O que é o avós de Deus? O que é o avós de Deus? O que é o avós de Deus? O que é o avós de Deus? O que é o avós de Deus? O que é o avós de Deus? O que é o avós de Deus? O que é o av Ele escutam, eles cortem, tentam... Não, Não, Não… Fem choa, teto foi embora, eu não vou me empurrar sem causar nessa zona. Não vou falar mais. Mas isso é coisa que todo mundo faz em zona. Porque ela era tipo uma coisa meio oval, as casas era tipo estádio.
E aí tinha que eles passam, assim que pra galera deixar o car, era tipo uma terça-feira de ninguém. Ele veio e começou da cavalo em de pau. A cada cavalo em de pau era um painózco resado. Cara, foi terrível, eu tenho certeza que nenhum lugar da bíblia diz que blisco é um matete pecado. Não, Não, Não… Claro, todo podcast tem um episódio clássico sobre merda. E a gente fez um episódio 15, o merda acontece. Aonde Luide não estava presente, mas eu e Igor e o Braian contou várias histórias aqui. Muito legais sobre merda acontece. Eu se aparei duas. Uma é ela que é o quanto quando, enfim, eu não vou dar spoiler aqui contê-lo, episódio merda acontece. As próprias camisas do bedboy, cara, hoje em dia.
E assim um absurdo, sem tamanho, porque era um desenho de uma mina pagando um boquete, para um cara e as crianças usavam a sua cariseta de um erro disso, os camisars bad boy, cara, era um negócio muito ofensivo, assim. Era extremamente ofensivo, assim. Era só uma parada punk. E eu usava essas camisetas de bó minha avó me dava, minha mãe comprada, que achava que é coisa de jovem e aí comprava. Eu ficava levemente constrangido de usar aquilo mais tudo bem, não pago mais conta nessa criança. Então tenho que usar roupa que eu tomei comprando, sem jeito. E aí eu usava as crianças todos, usava as camisetas que quase não juei, ali, era meio malandrão, todo mundo era meio que um malandrúcho. E aí eu usava essas camisetas e eu fui uma façada aniversária e me deu aquele famoso
Revertério, famoso pílir na festa universário. Eu talvez porque eu tenha comida mais brigadeiro do que uma criança normal. É possível. Mas me deu uma certa dor barriga. Eu resolvi, tive que ir no banheiro da festa. Festa de prédio, festa no amiguinho. E aí, cara, eu estava a fisifício que tive que fazer. E outra, é um constrangimento que você faz. Você se riu pra cagar. Quando é infesta, quando é na casa de outra pessoa. É um constragimento. A última, porque às vezes você fica naquela... Você tem que usar táticas de cagar, né? Tipo, tem que fazer rápido para a pessoa achar que você só me jou. Então você tem que elaborar toda uma técnica de guerrilha na sua cabeça, para só cagar, só isso. E aí eu tava elaborando isso, então caguei rápido, não sei o que, a milimpei rapidão e a banora que eu saí.
Eu estava levantando para sair e eu falei, eu vi o papel gênico na minha frente, eu falei, eu é, eu tinha pego papel gênico, como é que eu vou explicar para você? Eu peguei o papel gênico, limpei a bonda e o papel gênico estava limpo. E aí pode, talvez seja aquele coco ninja, né, que acaba que é só a bonda no sujões, você não sabe como isso aconteceu? Famos com o espírito de santo. É, vamos, vamos, cocou a criada, né? Eu não sabia o que tinha acontecido naquele momento, falei minha desusão, o que que tá acontecendo e tal. E aí eu percebi que na verdade eu tinha o pego papai gênico e o roscado era minha própria camiseta. E eu limpei a minha bunda com a minha camiseta aqui. Eu fiz um freio da minha camiseta inteira, cara.
É, falar de puteira não é... Tá, pode ser um pouco pesado pra alguns. Falar de cocô pode ser um pouco nojento pra outros, mas falar de maconha. Bom, aí o Igor pra isso é um sonho. Dessa virada de Anôndia, onde é que você passou? Foram boa, foram boa, eu passei com a minha família, porque eles moram longe pra caramba. É, é longe demais pra ir passar um final de semana. Então, o momento que dá pra ver, do recentemente, é no fim do ano. Sim, é longe de tipo onde? É longe de tipo do sul do Rio Grande do Sul. Quanto caso, é? Que mesmo já via, eu ouvo, sei lá, nove horas. Caralho, você foi pra Europa e volta, né? Cara, não, mas quanto tempo você leva da sua casa pro Uruguai, Braia? Da minha casa pro Uruguai, eu ouvo umas duas horas.
Pronto, então, sou um melhor personagens do Guito. É, gostei do Guito, mas peço do Guito, que de... E chega um cheirinho lá no seu caso? Chego um cheirinho, inclusive. Inclusive, se eu fosse que eu tinha que comentar, botei numa Instagram lá, que eu fui pro Guito e eu tirei foto de um... Como é que chama lá? É... Cânábico. Cânábico. É uma base que é uma salinha onde as pessoas se reunem e profumam uma gôe. Então parecia, você só achou que é uma salinha. É, eu achei muito mais honesto que um cofio. Só bem conhecido como escritor de publicidade, que no Brasil. Eu achei muito mais honesto do que um cofio shop. Uma corre de farença. É um club canábico. Eu que sou um profissor, mas eu pode achar que tem café. Exatamente, pessoas que é se informadas, chegam na o Lando, imagina a mamãe contra as vantes. Você vai me estar bancos mano. Pode olhar o dos copos. O que é o logo do Star Vox? Também pode ir por direção logo com meu maconha. Sim. Mas eu não como é que é o nome, o meu, Braia. Club canábico. Club canábico. Club canábico. Club canábico. Sim, sim. Club do exáduas. Club do exáduas no Brasil. Isso dá um bom teoria não falam.
E Igor falou, esse cabo caso, vamos ao céu, se te julgar em terra. E eu sei, eu sei se é para ter reclamar, vai falar que a culpa é minha, eu falei para vocês escutar essas coisas meio mais polêmicas talvez ou não, gente, sozinho, eu falei isso, talvez vocês se escutaram isso sozinho, demadrugada, né? E aí temos um problema aqui, porque no episódio 21 nós contamos histórias sobrenaturais e algumas histórias, meu amigo, olha, eu estou até repézido, só lembrar, algumas histórias mexeram com Com os não-ovintes aqui mexeram com a galera do Novo, que muita gente conseguiu dormir na noite, que saiu esse episódio. Tem um episódio que aconteceu comigo, que enfim, mas agora vou contar uma história que não tem um final feliz. E essa história, meus amigos, aconteceu comigo.
E o que está lá? Fica tão clima. O que está lá? O que está lá? O que está lá?… O que Não sei se alguém já me espirrou do chorão, não sei se ele já foi. Ela chega lá, a sala tem um skate, e dá um bairro que flip sozinho. Imagina o cara que tem um skate caso, um skate saindo dela, mas ele faz de mal. Só um skate, só um skate. O que diz a esqueça da Mar? Imagina o cara que os ladrões chegaram em casa e a droga dele subiu. Imagina o esqueço. Foco mesmo, chorão! Não esqueça, não, não, não… não
E a cenória? Chorou, não se atem porra! Aí faz o malarro pra dizer isso ou não. Vai brincando ele, vai te atrasar na hora de aí. Tem um skate todo assim. Tem um skate que nos criou, que é um pouco ele saindo. É, tá pensando aqui. Enfim, o cheiro não era vivo naquela época. Se é que ele já foi vivo em algum momento. Está vendo ele chorando? A gente não tem certeza. Agora eu vivo. Não tem certeza. Mas enfim, ele era bem embora. E aí eu estava na minha casa, que ficava na região da Ponta Rapraia. Ela em Santos e a minha casa tinha um corredor. Era um corredor muito longo, uma casa bem grande. Tinha um corredor longo e eu morava com a minha avó naquela época. Minha avó.
Ela faleceu nessa casa, quando a gente estava lá. E minha voo faleceu com 98 anos, ou seja, ela já estava bem velhinha, quando ela estava morando com o menta bem velhinha. E ela estava com osai, mesmo. Então, minha voo, ela... Às vezes, falava umas coisas em sentido. Do nada, entendeu? Se chegava, ela falava... E aí, você foi... Fala uma coisa, tinha acontecido há dez anos atrás. Como você foi? Você foi no dia. Você fala caralho, que era muito bizarroso. Mas o sustador já fosse só. Mas você entende, uma doença, ok? Imagina o que a gente tá acontecendo. É o que eles querem que a gente acreditem. Exato, e aí teve um dia, e a volta ao domínio, no quarto de dia, ela ficava um pouco afastada do meu. E aí, ela pelas três horas da madrugada, minha voca começou a falar alguma coisa sozinha.
Eu estava acordado, assistindo no televisão, e aí escutei uma voz abaixeta, e eu disse que ia abrir a porta, o coelho é aquele corredor, e o meu avó ficava lá no último porto, e eu estava vendo o quarto, e a voz era a 3h da manhã, e ela não fica acordada, só que eu estava com um cagasse de lá, porque é velho. Eu não vou falar, é meu longe, né? Aí eu fui, fui devagarzinho assim, e a voz dela foi ficando mais forte. E ela falando, um puta papa, papa, papa, e aí eu botei o ouvido na porta pra ver se realmente era de lá que tava vindo um papa. E ela tava conversando com alguém. Minha voz. E eu falei, caralho mano, já tava me cagando, já. Pota que parei, minha voz tava falando com alguém. Eu falei que ele foi, não. Não.
Não, não, não, não. Não, não. Não, não. Falei meu Deus, eu e agora. Que tá acontecendo, não sabe se eu abrir a pote, não abrir a... O que que eu fiz? Como uma pessoa muito sensata? Eu chamo em meu pai. É, o que a gente faz quando a gente é criança mesmo. É, tá. Acumendo. É, mais que tarde. Já tinha 21. E aí... Fui lá, batia, falei, ó, pai. A volta falando, uma coisa sozinho, não, não, não… meu pai, fumo na porta, bota o meu ouvido, ali, já tava falando ainda. Meu pai abriu a porta, não que ele abriu a porta, ela parou de falar. Na hora. Parou de falar. Era uma conversa particular. Mas ela tá acordada. O vai ver o Funtão, mas eu vou ter a resta da porta. Ela tá acordada, né? Daí a... O meu pai falou assim... Ô, mãe, o que que você tá falando? Sózinho aí, tá falando com alguém que aconteceu. Ela não, tá falando com... Fando com as crianças. E cara, ai fudeu. Não tá as uma de quem não se vão me falar. Já fica repete, pio.
Eu falo com as crianças, eu já me benzia, eu falo em meu Deus, não me conto o resto, pelo amor de Deus. A minha pai perguntou, né, que crianças? Ah, eles perguntam isso, cara. Não se pergunto saber. A minha avó falou, as crianças, a criança não me deixam dormir. A falar em meu Deus, cara. Ai, meu Deus, não quero escutar o resto, não sei o que, não quero... A minha pai falou, mas isso são de actões essas crianças. Ah, não, não se pergunto isso, cara. E aí, minha avó falou... Tá, então aqui do lado da cama. Tris horas da mojão, não é hora por fazer. A hora de perguntar o lado da cama. E ela se já estava um top na casa, vai dormir criaçada, aqui em Fernos. E aí, olha, cara, ele fica arrepiado aqui, véi. E aí ela falou assim, assim como falando, falando, me deixo dormir, eu estava dando uma bronca aqui, porque não aguento mais. Quero dormir, assim como falando aqui.
Aí tá, meu pai, meu pai, nesse presente não falou nada, só fechou a porta na minha casinha e falou vai para seu quarto rápido. E aí, entre embaixo das cobertes, que é só única proteção e não deixa o pé pra for. Cara, eu fiquei. Sei lá, um beiz sem dormir direita. Imagina se ela pegou uma faca por manter essas crianças. Tu tá acordando. Um beiz sem dormir direita. E aí, minha avó ainda nessa mesma época, se eu não me engano, fui no dia seguinte. Minha avó, de dia. Estava falando sozinha na sala. Vamos sozinha na sala, conversando com alguém na sala. E a minha mãe chegou, viu que ela tava falando com alguém, sozinha. Agora, bora, bora, bora… b Vem, qualquer o papo. E minha volta tava conversando com o cara chamado Luiz. Falou Luiz, Luiz, Luiz, Luiz, Luiz e tal, Luiz, falou Luiz, beleza. Aí minha mãe perguntou, tá ficando conversando com alguém aí, pepita, minha varada pepita. Tá conversando com alguém e aí ela falou, não, não, não, não, tu quieta aqui, fala aí, nada, não, tu sabe que não velho da onde é assaçada assim? Não, tu falando com ninguém não, como assim, falando com não, tu quieta, tu quieta, aí tá bom.
Aê, minha mãe deu risada, assim, é? Fou, tá dinha, tá? Tá conversando sozinho, eu não sei o que. Falou comigo, ela tava falando, um tal de Luiz, baba. E aí meu pai chegou em casa? Minha mãe falou, contou a história pra ele, falar, tu a mãe tava... tava falando sozinho aí, falou, um tal de Luiz. E aí o meu pai mudou um sem blanche na hora. Ai meu Deus. Desixe, cara. E aí saiu da série do papo. Deixa eu tchau. Saiu. Ai, falei, caralho, estranho. Meu pai, nunca vem meu pai assim. O meu pai, meu pai nunca viu o pai. E o meu pai... E o meu pai... Passou um tempo, minha mãe veio me contar e aconteceu que depois meu pai foi revelou pra ela quando estavam sozinhos. Que Luiz era o nome do ex-noivo da minha voo. E o meu pai... E o meu pai... E antes de casar com o pai do meu pai, né?
Ele tinha morrido, já se suicidado em forcado. O que é que a conversórica, sua boca, acuara, não pesco... Eu era fantasma só do dele, eu não acordei. Por isso que eu estou a voar ficar falando, não entendi nada, que o Luís falava, fala mais alto, falou de luto. O Luís, ele é um fantasma perfeito, porque ele é anoivo, ele se cometeu o suicídio, forcado. Ele tem currículo, pabilita, que eu quero banheiro, o que ele quiser. Ele tem currículo de fantasma, boa. E aí, enfim, minha volta na teoria conversando com o Moivo que tinha morrido e focar. Mas daí, o Papa não falou que o garoto... O Papa não falou que ele era... Esse caro ficou tão bonito, você! Nossa, Luide, por que isso dá calei-nho de fora? Vai brincando! Vai brincando! Hoje, a noite, eu quero ver! E esse episódio foi tanto quanto macabro, né? O episódio 11...
Ele teve uma abertura diferente, teve abertura com Luide. Como é que ele foi chamado Luide? Como é que é Luide L. Ou como ele foi apelidado nesse episódio Luide L. Cantando a L. É uma música que já virou um hilo. No novo eu me sendo por de queixos amigos da bancada tenho um braia. E o Igor, o Cidinho está chegando, Luide gargalhando, eu quero saber o tema, só é o teu juro. Tá bom no mundo. É o meu tempo, é o seu tempo. O juro que vai ser um novo. Tá fazendo, vamos fazer um pra cá. Só que vai ser um novo.
Não diz a duôna! Artigo, Té unis, Tabeu, Ai que... Música, ok, essa música do Luide, qual o tema do Novo, fica na cabeça. Mas teve uma, é essa assim, essa ficou na cabeça durante meses. Era o cara que eu vi, cara, não, não quero ver, porque senão... Ah, eu não tenho que tocar isso. Não, God, please, não! Não, Luide. Cantando no caraval. Por quê, meu Deus do céu? Porque eu vou dar playlist. Ei, pessoal. Ei, você sabe o caraval. Começa a mudar o da madrugada. Obrigado. Obrigado. Deixa eu passar a vada. Cara, é... Deixa eu passar a vada. Quanto às vezes você escutou, você conseguiu fazer um calco? Quanto às vezes você escutou essa vada? Cara, essa música tinha uma cinta, também que a gente escutava de lá.
Tá, Leilé, tá maluco, tá, Leilé, tá maluco. Isso aí te diga, até o meio de Penambulco. E, cara, era assim o tempo inteiro. Você tava dourindo, se tava dormindo, coisa eu tinha ninguém. Eu tava no hotel dormindo, bem que eu tinha surgindo um fulhão embaixo na minha cama e que eu tô... Ei, pessoal! Ei, pessoal, tô canavão com essa, amulgado, amadro, cara. Você abria de la dele, eu tocava a musicinha. Ei, pessoal! Ei, moçado, canavão com... E aí, cara, já é essa. Meu Deus. E aí, cara, eu fiquei com a sua cabeça, cara. Não, já ficou. Não, mas fica na cabeça. O cara, a gente tava pousando, pousando e recebe o... E aí, eu falo, meu Deus. Meu Deus, meu Deus. Boa noite, eu quero chegar no Recife, capital, soqueio, tempo a menos, 26 graus, etc. E não se esqueça que, hey, pessoal, pesado, o cara tava com essa, não dá luta a madrugada.
Ah, tem uma coisa que eu quero até falar, é a próxima história, que é a nova coxurros. Essa história é um tanto quanto estranha, porque a gente começou a falar sobre um assunto aqui no KG, eu lembrei da lá ontem, porque eu estava arrumando as coisas aqui no KG e eu achei um papel, que é o papel original, escrito Nova Coxurros, a gente estava conversando sobre o assunto e tal. E tinham tales que trabalhava aqui com a gente na época, não trabalhava mais. E ele veio correndo da outra sala. Ele estava escutando, a gente contou na história e veio correndo com um papelzinho. E entregou aqui pra mim, tipo, cara, suando. E aí eu peguei esse papel na mão, falei, pode, deve ser um recado importante que ele tá mandando. E estava escrito, Nova Cochurros. E eu encontrei esse papel ontem. Então, nada mais justo, a gente passar a história da Nova Cochurros.
Que coxinha da padaria real, não é? É, é um sorocaba. Tem. Tem, galera, fala que é a melhor coxinha do Brasil. É, eu acho incrível. Como que é? Só tem dois ingredientes, ele ainda assim, existe uma briga. Mas alguma coisa fica diferente. Adoveloso, por exemplo, que é um como bastante lá, eu vou lá direto. Tem alguma coisa que eles fazem lá, que realmente deixa... Mas eu não entendi. Por que é que coxinha no 24 horas não entrou no... O chup todo um brasileiro, isso pode ter lido. Cochuz, não sei o que está lá, é a coxuz. Coxuz, o que está acontecendo? A gente vai saber uma dica. A nova coxuz, o quê isso? O talh está louco. Vai dormir, rapaz. Fica quieto, é? Vai, quando eu estou em rosto. Eu estou no meu som. A gente corta aqui para que a gente tira mais de uma intenção sem sentido. Volta, nossa.
Eu fiquei curioso, ele veio igual a André que estudo com o... Crio assim, que tudo palco é o... Que é... Eu estou aqui comendo meu bolisse, e vai falar de cochurros. Eu não, eu não vou falar. Eu estou curioso, quero saber o que é o cochurros. Eu ia cortar, eu não ia falar de cochurros. Claro que gostou, eu nunca nunca. Eu não corto não, vai. Eu não tenho cor formado. O que aconteceu, Sim? Ali, explicando. Aí está. A gente está aqui na sala gravando por de querida. Na sala do lado, está o Guilherme e tal, tal. E trabalha aqui no don Sol. E aí o Vultales veio com pedaço que p'pa p'era a mão. Só alteravente. Eu vou botar essa foto no Twitter depois. E vem de vagazinha aqui, abriu a porta, entregou um papelzinho assim. Eu vou botar com uma foto. Braia. A gente falou porra, deve ser alguma coisa séria.
Quando a gente abre o papel, tá escrito, a nova coxilos. Que é coxú, que não coxú, agora eu podia explicar que era o mesmo, cara. É uma coxinha de chuvas. Obrigado, cara. Então, aí também, eu podia imaginar que era isso. Eu devo ter alguém ouvindo agora, que sabe o que é o que você está aí, a gente choque, que é coxú, coxú. Olha, vou te falar. Esse papel da nova coxú, Está aqui no meu lado. Esse papel daqui há uns anos, quando não ouvo virar uma religião no Brasil, esse papelzinho vai virar um cálice, vai virar um negócio que as pessoas vão ir na igreja do novo para adorar. Porque é um negócio clássico, é um negócio clássico e físico, está na minha mão, que coisa maluca.
Bom, vamos voltar aqui para os episódios porque tem um boelas fora, os episódios de 27, que tem um episódio muito legal, que eu conto a história como é que foi a minha experiência de trabalhar com pessoas que não, no caso elas, não escutam ou não ouvo. Mas já aconteceu bolas foras comigo também, né? Obviamente eu não sei se já conhece a história aqui, acho que não. Mas qual é a petita, né? Qual é a petita? Qual é a petita? Qual é o que? Qual é o que? Qual é o que?… Qual é o que Eu não vou dar mais uma coisa, eu não vou dar mais uma coisa, eu não vou dar mais uma coisa, eu não vou dar mais uma coisa, eu não vou dar mais uma coisa, eu não vou dar mais uma coisa, eu não vou dar mais uma coisa, eu não vou dar mais uma coisa, eu não vou dar mais uma coisa, eu não vou dar mais uma coisa, eu não vou dar mais uma coisa, eu não vou dar mais uma coisa, eu não vou dar mais uma coisa, eu não vou dar mais uma coisa, eu não vou dar mais uma coisa, eu não vou dar mais uma coisa, eu não vou dar mais uma coisa, eu não vou dar mais uma coisa, eu não vou dar mais uma coisa, eu não vou dar mais uma coisa, eu não vou dar mais uma coisa, eu não vou dar mais uma coisa, eu não vou dar mais uma coisa, eu não vou dar mais uma coisa, eu não vou dar mais uma coisa, eu não vou dar mais uma coisa, eu não vou dar mais uma coisa, eu não vou dar mais uma coisa,
Você é isso que pediu aqui para arrumar impressora? Ninguém falou nada. Já fiquei meio puto, já falei. Gente, eu vim lá do terra, tipo, o 8 tá a vanda, vim lá do terra, eu não podia usar levador funcionário, só isso. Só que... Nossa, que triste, olha que absurdo, tchau. Falei, pô, vim lá do terra, tal, foi aqui que pediram para constater impressora? Ninguém respondia. Acomemse eu ficar meio puto, tipo, era minha primeira semana de trabalho. Aí eu falei assim, ó, eu não sei se ninguém fala nada aqui, eu não vou arrumar impressora, coisa nem ruim. Ninguém falou nada. Aí eu falei, cara... Eu peguei e batei a porta, saí, nunca estou saindo e chegue um senhor, eu falo assim, eu para desculpa, eu sou o responsável aqui pela sala, é que essa sala aqui, ele abreu, não sei se você sabe, é o pessoal de digitação, todo mundo quer surdo módulo. Todo mundo quer se contratar, o surdo mundo para fazer digitação.
Cara, não é meu Cara, não é meu Cara, não é meu… cara, não é Cara, vai muito escuridinha sua história, mano. Eu não cheguei com esse erro. Quando eu nasci, eu ia cuidar de eu tinha falecido. Mas, enfim, essa história, todo mundo conta hoje que uma vez foi de fazer uma festa surpresa pra ele, dá, cara. É só que ele era surpresa no canal, sabe? E aí, esse reunido todo mundo na casa, tal, aquela coisa, coxinha e bolo. E aí, ele tá a vindo, ele tá vindo, você sabe, vindo, você é aquele salpa comprar cigarro, né? Mas o cara quando ele sabe comprar cigarro, ele nunca sabe comprar cigarro e tu... Toma um, mas eu não sei para comprar se garoto, mas eu não vou voltar nunca mais. Você garoto, transor na fila. Aí, beleza, tu não é malar. Não, você está vendo também. Só que eu estava te atomando na caixada, ele já estava meio louco. Aí chegou na porta da casa, assim, tudo escuro. Aí pegou, aí, tipo, caso interior, tinha a porta, assim, aí tinha uma terra, assim, ainda tinha pra calçar. Aí pegou, tirou o par, começou me japonês. Opa. Começou a falar bem alta, assim. E já é tipo tudo escura.
Já pintou. Só que o homem, quando ele vai dar caralho amijada, ele dá um pedinho. E ele deu um peida. Ele é um peida. Que isso? O Lino de Bixos, ele é para o aparta turma. Para ali, da nossa. Claro, com nossa, cara. Para a Braian Rizzo. Manas, essas histórias do Luide, cara, essas histórias do Luide, enfim, é melhor o Luide, contar a história. Eu prefiro contar a história do que na época de festa junina. Porque daí vai, enfim, foi no episódio 43 que começou essa... Babarquice de bombinha, estoura bombinha. A gente tá aí no contato, tudo que tá acontecendo em internet. Caralha, gente. Cada vez mais as pessoas imponderadas... Não é maravilhoso, hein. Para, caralho! Só pra vocês que é esperada. Era o último, é assim. Ah, não tem mais treisa. Não, não. Eu vou guardar por um próximo programa, mas vocês não sabem mais treas por um pouco. Qualquer programa tem trei, vou guardar três bombinhos. Cara, você não tem nenhuma bombinha, cara. Você tá inventando isso no sua cabeça. Não existe bombinha, né, real? Na tua mão.
Sim, caiu sem eu tô olhando. É o que sistema quer que você acredite. Não é, cara, é realidade. Uma das coisas é que é bom a gente lembrar, foi o episódio código ego, porque ele foi um pouco diferente, porque a gente começou a ler. Notícias do ego. Não é um negócio que a gente faz normalmente no No Ouvo, que é ter uma referência, ele tem um guia pra normalmente é tudo improvisado, tudo na hora, conversa de bar, mesmo. É se nesse episódio a gente teve um guia de notícias do falecido, site ego e uma delas chamam muita atenção. Maíra do BBB vira tartaruca gigante. Que porra de notícias essa cara? Maíra do BB, Bebe, Vira, Tataruga, eu clicaria. Eu clicaria. Porra, imagina, tá no Tataruga. Por que que é que é que é…
Do Newton Ace BBB. E aí, tá fico me dá um pé. Apera, tá. Newton Ace BBB. E isso é uma notícia, cara. Qual é o melhor que o Newton? Não sei, daqui a gente tem que clicar pra ver. Tá. Vou repetir a notícia. Tarta Ruga. Não, repete pausada. Pausada, tarta Ruga. É tipo uma análise musical de notícia, de uma regua. Ah, é quase isso. É verdade. Tarta Ruga. Sim. Aparece no quintal. É uma coisa, né? Com uma coisa... Não caixou, um gato, uma cor, parece... Ai você fala caralho no quintal de quem? Da voz do Newton. Da voz do Newton. Da voz do Newton. Da voz do Newton. Ai, tu não é mais um do que um do Newton. Ai, tu é um do Newton. Ai, tu é uma piensa que porra. Ela não apareceu no quintal do Newton. Ela apareceu no quintal da voz do Newton. Eu não ia repetir ela mais perto porque ela tá saindo de vagarzinho. Não, não é mais, o bravo é uma coisa legal. Por exemplo, qual o Newton, o Ace, baby, baby?
Se não é o dois, a gente viu o tom. Você pode ver os dois aqui neus. Esse BBB é tipo assim uma carteirada que você pode dar pra qualquer pessoa que eu procura. Tipo, eu tava ali com o Guilherme, mas com o Guilherme é o Guilherme e esse BBB. P***, o cara nem lembra. A hora é p***, o Guilherme e esse BBB, cara, verdade. Não, mas a vo do Newton e esse BBB é uma notícia muito forte. E o que descobriu isso? Quem que tava lá na fora da casa da vo do Newton e o cara. E o outro tá tudo chegando. O cara tá tudo chegando. O outro que se é outro, esse BBB. Tá vendo meu tratarú, que pode ter de vista o nilton. A maíra pode ser a viva. O blaio não se for um código, que você tá do ego. Ou a tatarú. Ou a tatarú, que eu já disse por dia, mas... Ou a tatarú, que vocês estão procurando. Tem esse post, que percebeu se pode ficar. O quamaína do bebê virou uma tatarú, que foi visitar a viva nilton. Porque a viva, é que entre os negócios, porque a viva está a viva, porque a tatarú, que você vivem muito.
E a voz do Nil, também viveu muito, claro. Então, a gente vai conversar de ver o Tom Chazinho. Braian não detetive, né? Por cara tá. Detetive virtuoso do fantástico. A cabeça dele tá melhor. Bom. Algumas histórias do No Ouvo, elas são tão confusas que deixa até a própria bancada confusa. Ó melhor. Enfim, ou elas não entraram no sensor de humor daquele momento, né? Ou, por exemplo, Luide quando eu e o Braian... Ficamos insistindo sobre o charopinho do ratinho, o seu pastor, Luide ficou um tanto contoconfuso. Ratsinho! Ratinho demais né cara? Cara, porque se você é uma frase que se você falar em qualquer ambiente parece que as pessoas estão brigando. Chega na sua cozinha da casa, quando sua mãe é tua irmã, o teu pai vai meia discutindo, você chega e fala assim ratsinho! Cara, aí começa pra valer. Aí não, aí a briga começa pra valer.
Já é sinal de... Opa, tá com a gente... O charotinho é pastor, vocês estão ligados disso? O charapinho? O charapinho? O rato, o charapinho. O charapinho. Ele é pastor. O cara que faz lá que bota a mão da ele não é. É até o parece. O rato, o rato é pastor. Cara, gente. Não, eu achei que era o cara, porra. O rato, ele fala lá, não. O rato ele é pastor. É pastor. Mas o cara que movimenta o rato é teu. Que pode, eles brilham direitos por causa disso, mas o... Se está falando, cara. Isso é uma piada do programa. Isso é, cara. Isso é, Isso é, Isso é… O próximo episódio que vai estar em debate aqui é o 57 Signos Foda que pra mim também está entre os melhores episódios da história do Novo, coisa pessoal, mas pra mim está entre os melhores, aí você pode...
Pode escutar depois, um episódio completo, eu acho que vale muito a pena. E eu falei desse episódio esses dias, estava lá na Campos Pari, salvador, na Bahia, estava lá, e nesse episódio eu acertei o signo numa menina na mesa de Jantar, sem querer. A menina falou, eu não sei o que é isso, eu não sei o que é claro, eu falei, é, você está falando isso porque é de Sagitário. E a fumaça como você sabe que eu sou de Sagitário. Fala, tá na cara que saiu de sede, tá? E ela ficou assustadíssima. E ela ficou a noite inteira, bolada, porque eu acertei. Que ela era de Sagittário. Mal sabia ela que eu sou da Orhon, da organização dos Orózicos oposunidos. Enfim, signa, signa a foda. Quatro dariana deve ter uma decoração leve e ser acima de tudo funcionar. Ah, toma no colho. Ah, de quarta, acho que funciona. Aquareta que é Raik-Ki, imagino. A Josequinha aqui, de lá da Pinda Mujaga, vinha do... da Bigorninha. Lá em Bigorn. Lá em Rorama.
Comprou. No meio da se alô mazore. A gente compra uma câmera, uma cama frata. Aí ele liga lá ou... Olha o cyber que eu vou. Pricho lá, seu quarto é que você raiteca. Ele olha lá, tem um styling, um bodoca. Olha. Que o cocazinho. Calma dele, não te equivara. Que você faz? Que você faz? Calma dele, é de barro. Que você faz? É de barro na folha de madeira. Como é que eu usar o signo? Vai ficar triste, cara! O Zezinho tem que fazer um truspa de signo. Eu tenho que fazer um truspa de signo. Eu vou ter um signo, não vale, pô, o Iníndio. A Iníndio, olha muito pestre lá, né? No. Iníndio tem um signo, olha. O signo de novo são diferentes. Adidas? 51? O Níndio tem um rio, pode estar mesmo.
Porra, isso é a gensão. Só sei que todo elemento é fogo. É mentira, mentira. É mentira. Quatro sofiados, sofiados foi mentira. E esse episódio, o Signos Fora, também aconteceu uma coisa, um tanto quanto diferente. Um membro da bancada recebeu um cartão amarelo. Ele recebeu uma suspensão aqui no Novo. E a gente, se quiser, não foi Luide. É aprender a ter paciência e respeitar o jeito é o opinião do gato. O gato? Não é o gato literalmente. Você está ligado que isso é o negócio que você para qualquer pessoa, né? Mas, aqui, ele dá mais concentrado no mundo. Só para os jeitos. E aí tem outra opção que é quarto. Vai falar sobre seu quarto. Não é segundo? O caralho, o signo, ele diz até o que você tem. Você tem act on figure no caralho. O medico não tem signo então. Você dá para dobrar. O medico não tem signo. Porque não tem... Não dá para prever o quarto do medico.
Luide foi aqui longe do bico da pânia Mas o cara galera deve estar ouvindo, né? Luide foi em rite, baixo da mesa. Luide foi em rigo, ele foi em rigo, a Maria Braga, embaixo da mesa. Se eu falo, eu sou tal se cachorro, cara. Eu estou falando cura cá, Luide. No final do episódio ele ainda foi expulso, ok? Então eu estou falando, nesse episódio vale muito a pena escutar o inteiro. É difícil você resumir o episódio assim em áudios, né? Às vezes escutando o inteiro é melhor. Como também foi difícil resumir as olimpiedas para o Igor Seco. Pior você não sabe, olimpieda. E ele impede, ele impede, ele impede. O Pedro Brasil, cara, você não perdeu o perdi, as olimpiedas. O Pedro do Pedro, ele não é impede. E o mais bizarro, a olimpieda de vinha que ganhou. Que olimpieda. Alemanha.
Alemanha, ganhou a limpida. Alemanha, gasau de limpida. Foi prazer Alemanha, não? Não, alemanha, eu quadro de medalhas. Também, também. Eu 78. Você tem um medalhas? O leimar foi expuso das limpidas, ele ficou usando o piuruca pra jogar no time feminino. E a marca das focas bela ou o que? A marca do cabelo. O que é que a mulher da minha cabelo? O que todo dia os atops, se passou pelo leimar das minhas. E ninguém desconfioca. Mas isso é muito parecido. Sabe como é que desconfianam? Porque teve um menino que sabia de tudo. Descobriram pela camiseta dele. Tem que tomar, ele riscou. Tem que ir nem mais. Tem que ir nem mais, ele riscou e boto a marca. Aí falou, cara, cara, por que esse menino fez isso? Aí foram investigais, descobriram que a marca tinha trocado em lugar. Tem que encontrar uma câmera no bordo, você não vai se lescer, os virões me jantam sentados. Aí falou, aí tem alguma coisa errado. Aí foram investigar, quando viram nem mais. Cara, você muita focatura nesse Brasil, né, cara? Me encerram, eles haviam que ir no skate, de última hora.
Como esporte? E usar o Durante Abertura um robô do chorão. Que é esse, galera? O chorão, ele veio de skate, um robô. O botar. Deixa um baseado cair na pira. Cair na pira, ele fica assim. Aí o baseado cair o... Você não sabe, filho. Aí o cometer, revolucionar, o trajó, meu lípico, o que ficou... Não, Não, Não… Uma medalha de ouro? Viu uma roda de skate e... Uma roda de chorão, adiou. Eu acho que você está já gostando desse almaná que não ouvo, né? Esse negócio é para... É cara, eu episódio longo, eu sei, mas vai virar um episódio clássico do Noovo, que é aquele episódio para você guardar com carinho. Você guardar numa pendrive, sabe? Eu gosto de uma pendrive e deixa ele numa caixinha, assim, na cabeceira.
Para o momento de emergência, você pega esse episódio aqui, escuta. Ou então é como eu falei no começo aqui, é um episódio perfeito, o pro cara que está começando agora no Ouvo e quer as histórias, resumidas, as histórias principais e tal, e tudo mais. Então é um episódio muito interessante. Por que você sabe, como é que é? Fã, fã, fã é fã, fã no ouvo, é meio maluco. Mas não chegou ainda no nível daquele da fã. Margarete. O Gunovinho, anos 80 e tal. E aí, essa parada do sonho maluco era o seguinte, vi um fan que tinha um sonho que tinha relação com o cara que era fan. E aí? E aí? E isso tinha que existir hoje. Gheiro um sonho? Realmente um aluco. O sonho maluco mais famoso que... que promes a gente. Eu, o Gui, eu, da Vi, eu mostrei para esses vídeos ficar alucinados, a gente tava no bairro, porque a alucinar já assistiu uns 200. É o sonho maluco da Margarete.
A Margaretta tinha um ser maluco, quero seguir. Ela era muito fã do Agnato de Motte. E ela queria que o Agnato de Motte entrasse num carro e se vê se em alta velocidade subisse uma rampa e o trapaçasse a cabeça do Monti Doa com o rosto de uma pessoa que era o que era o que era o fotro amiglo dele. Ah, ela dele? É, achei que fosse a minha garaia. Não, foi o meu sentido. E aí, destrua a cabeça da cara e cair a doutor lado. Esse é no sonho maluco da Margareta. Não entendi que ponto que elas encaixem. Não, ela só peda. Ela não participa do sonho. Ela só dá ideia do sonho. E ela vai lá assistir o... O sonho dela é o Ídolo dela fazer. Caralho, que diabo, e feitiça, esse. É mais legal que o Igor é disso, é que o sonho maluco da Margarette não envolvia uma segunda rampa pro Agenautomote DC. Ou seja, ele caiu de bico no chão, quase morreu. Então, aí que tá? A história justamente é, o Agenautomote vai lá.
E aí fica uma repota do lado da Margarette, nossa Margarette, mas isso é uma louca, hein? Esse foi muito maluco mesmo, mas não é uma garota. Mas acordado da repota, porque é mesmo. E aí o agrenante monte, pá, vai emvene o carro e o carro sobe a rampa e o agrenante monte não tá exigindo, ele é o copilô. Ah, mas então porra. Não, né? Mas tem que não aprender se é, né? Mas escutora aí vem, pá, sobe a rampa, distraem o ao tidor no meio com o rosto numa pessoa, a gente não faz ideia, quem é. E aí, Cádio Bico do outro lado, carro? Porque o motor na frente, né? Então, tem disso, certo? Aí, Cádio Bico e o Agrenal do bate a cabeça. E fica todo sangrando. Caralho! O Agrenal te faz quebra o nariz no sonho maluco.
E aí a repórter fica botando a culpa na Margarete. É óbvio que a culpa do Margarete, né? A repórter, por exemplo, uma Margarete que sonha e maluco foi esse, que senteu. Não, não, não. Não, não, não. Não, não, não.… O Mote, ele sai de um bulanço, é todo ensangueentado. E a Margarete, é uma garete. E a repórter, ai meu Deus, o Agnau do Tamão, ele quebrou rosto, ele quebrou nariz, ele não sei o que é, ai Margarete, porque você teve esse sonho. Mas ele tinha pra um brigada, ela sonhou, é por que me marcar. Isso é um maluco de um, eu pesadei um maluco dos outros. Mas ela fez o papel dela de fã, é pra ele, isso que é só maluco. É, amigos, durante no Ouvo, às vezes a bancada precisa tomar decisões extremas, decisões rápidas, porque você sabe como é que é. Aqui, a gente só tem uma chance. Luide, o que você prefere? Como é uma mulher muito feia que sai espalhando que você é muito bom de cama, mas ela é tipo muito feia. Muito. Sim, horrível. Só que ela sai falando para o mundo, ó.
O trasei, Luide e ele é muito bom de cama. Ou pegar uma mulher maravilhosa que sai espalhando que você tem um pinto pequeno. Boa, ela não é tão mentindo, primeiro de tudo. Então a verdade ela é aspera e clua, mas ela deve ser aceita. Vai dar melhor sincero. Então, Jack é pra virar a emotiva de disuação na internet. Prefiro que seja uma boa causa, né? Mas essa questão da beleza também pode ser que ela não seja a feia. Você não é tão feira, é gostoso. Não, ela é um nível. Ela é muito feira. Para fizes, puramente sexuais, onde a qualidade é realmente importa no ser humano, como, como, por exemplo, é... Então, o que você vai falar? Não, os qualidade é realmente importa. Posicione, muito sinceridade. Fiquei aquela foto, exato, siga o gosto de breaking bad. Se já assistiu para o noche a fã, essas coisas que realmente importa não estou em jogo, só, aumenta o físico.
Se pensar, se vai... Não, não, ela é muito feita. Não, ela é a feia mais bela. Mas é baranga de corpial, mano. De corpão e coração. E a gostosa é ficar falando mal. E a gostosa é maravilhosa. E eu falar mal em mim. E eu falar que você tem um micro-pênis. Só que a feiosa, e eu falar pra todo mundo que você trazou com ela. Mas a gostosa mesmo, falando que eu tenho um pequeno, ela é imediat. Já deu. Ah, já deu. Já. Ah, então pô, no condeno, pô, no condeno. Então escolheu o que você pode ir. Uma, você come outra. Como é gostosa, fôndo, sim? É? Não pôndo. Eu vou saber se o Palha é para o trumo você ter microfone? Eu já contei a que é a história daquele amigo meu, que tem o pop-kin, ele usa isso como arma para pegar a mulher. Porque toda a roda, ele fica nessa, pô, não tem o pop-kin, só que ele fala se eu tem o pop-kin, mas ainda assim eu sempre sabe o cara assim. Mas eu sei. Mas eu consigo. Ele fica com a casa, não importa também do martelo, que importa também do... Da matelada. Da matelada. E aí a mulher, a mulherada fica tão...
Viciada nessa porra, porque porra, caralho de pau pequeno, esse que a não pare fala, que elas acabam, então vamos. Será que é verdade, meu? Eu acho que não é você. Não, mulher é da cabeça. E forna se ele já comeu, é isso que ele quer, só quer comer. Aí tá. Meu mulher é da ficar pensando. Será que é verdade? Vamos conferir. E daí isso aí, se ele desperta o interesse através de um defeito, supostamente. Você, Braia. Eu me servo, a mesma pergunta. A mesma pergunta. Eu acho que o Luide tem razão. Tem dois investimentos de longo prazo aí, que podem ser feitos. Ou... O que é O que é O que é… o que Isso é importante, porque diz a lenda urbana que mulher feia, sempre tem amiga bonita. Sim. Então a sua verdade é a amiga bonita que tem a amiga feia, sempre. É, com que ela é? Então a mulher bonita ela fica mais bonita no lado das feias. Então ela sempre tem muita amiga feia. Então a feia pode falar bem de você?
Bom, meus gostosos, e você não precisa comer uma, nem duas, três, quatro, etc. Então, então, você está mandando ideia? Eu acho que o melhor, no caso, é um jogo de marketing. Fica a gostosa, porque no meu caso, não que se sabe quando isso vai acontecer de novo. É baixa expectativa. Vai daqui, baixa expectativa, porque qualquer outra que cai nesse tempo. Vai na gostosa. Baixa, baixa melhor. Eu acho que ainda não. Não por ela ser gostosa, mas por ela ser... A pessoa que bate o espectacular de Commissional. Acabamos de ser quadrado aqui pela Lei Maria da Pede, machista na internet. Será? Mas foi o cinco minutos mais machistas da Estado. Pude dar a pergunta para o Commissional. Mas foi o que eu posso também. Não pode ser o contrário do Onjeito. Se nós fossemos mulheres e fizessem um cara gostoso. Como é que é? A pergunta poderia ser. Se nós fossemos mulheres. E fizessem um cara gostoso que... É, não é? Não, eu nem pinto nem mundo, apenas caráter.
Se eu fosse um susto, a gente vai falar, pera, é caralho. Se eu fosse um mulher, eu ia falar isso, porque eu sou uma mensagem, nem peito, nem bú, não, eu penso o caráter. Eu penso no caralho. Eu concordo com vocês aí também, eu acho que a melhor opção seria uma mulher maravilhosa que sai espalhando que eu tenho microfone. Eu acho que é melhor ter um, já está garantido uma coisa? Sim. Esse foi o contrário, você na frente. Esse você não comer mais picante na tua vida. Fala bom, falei um filhasinho. Não, mas se fosse um contrário. Se fosse uma feia que fala que o Piotr Piqueiro, de uma gostosa que fala que é muito bom de gamba. Eu ia na feia nesse caso. Por que cara, você não tem nada para o baixo, é o melhor.
Você tá doente? Não, isso é o pessoal. Você vai para o nosso cosão. Não, a baixar ele está de outros, é uma coisa boa. Porque a gostosa tem duas coisas boa, ela tem a coisa boa de ser gostosa e a coisa boa de baixar a expectativa das próximas. Mas cara, daí você vai ter pego, uma mulher muito feia. Que vai espalhar que você tem microfiber e não vai pegar mais ninguém ainda. Será que a última trasa vai ser essa mulher muito feira. É talvez ter esse risco aí, por isso que não é mais. Cara, você não vai ter mais imaginação na vida. Tem esse risco aí. Pois é. Eu não, eu não gostei de ser propós não. Violenta. Violenta, porque é que é? É pesado. É, só que é o... Como é que eu vou explicar? Tem que pensar muito bem que está falando. É que é a sua decisão, é que eu vou ver. É que eu vou ver. É que eu vou ver. É que eu vou ver. É que eu vou ver. É que eu vou ver. É que eu vou ver. É que eu vou ver. É que eu vou ver. É que eu vou ver. É que eu vou ver. É que eu vou ver. É que eu vou ver. É que eu vou ver. É que eu vou ver. É que eu vou ver. É que eu vou ver. É que eu vou ver. É que eu vou ver. É que eu vou ver. É que eu vou ver. É que eu vou ver. É que eu vou ver. É que eu vou ver. É que eu vou ver. É que eu vou ver. É que eu vou ver. É que eu vou ver. É que eu vou ver. É que eu vou
Escute com a cabeça aberta e faça sua resposta mental. Ou não mental, dá um berro no ônibus. Pergunte pro oito. Pergunte pro oito. Pergunte pro oito.… Ou você prefere pegar um cara gostoso que espalhe que tu achando a fé. Não, ai que tá. Eu falei micropenes porque o homem tem esse problema aí de, ah meu Deus meu pinta grande, meu pinta pequeno, né? Tem esse problema também. Então o seria, o inverso seria que você. Cara, muito feio que fala que você é boa de cama ou um cara muito bonito que fala que você é horrível de cama. Acorda, eu fico que é isso. Qual é o equivalente a ter o palpio pequeno pra mulher? Porque fala que a mulher é larga, é só uma nobaixo do mundo, se você tá na laver. Porra. Eu acho que seria... Eu não acho que seria... Eu não acho que é esse negócio da mulher ser larga, muito engraçado. Ah, eu não pego a mulher que... Eu quero casar com uma vida porque essas mulheres já tudo larga. Eu quero ficar transando um vídeo com a torre que a mulher dele não vai ficar larga também, porra.
Eu não faço ideia do que você está falando. Eu não entendi. Eu estou tentando entender qual é o que valente, palpiqueiro, palmoleário. Você quer achar o chano a fideido? É, É, É… é Que seja muito feio, tipo batoré. O que é que a gente não fez, então os caros piores. O filho do batoré é o que é o que é o que… é o E aí, qual que é pior? Ai, fica mulher, fica o questionamento aí. Que chona. Verdade, fica o questionamento. Isso pode que a chona é da certo, não, não. Vai, vai, se deu se quiser, vai. Não, será? Já tá dando, né? E nem o nosso editor, Daniel Bairr, saiu ditando esse episódio, tá tendo um trabalho danado, ainda depois de elogia ele na no Twitter, porque tá tendo um trabalho pra fazer tudo isso. Né, ele escapa do novo, né? Né, nem ele. Eu consegui passar um trot, tipo Daniel Bairr, coitado.
Sim, mas tem uma podigade sem conseguir uma ligação mesmo que derrada. O que é o Pobá? O que é o Pobá? O que é o Pobá? O que é o Pobá? O que é o Pobá? Ele só vai ouvir isso depois. Quando ele te for editar isso, ele já vai ter caído mesmo. Ele vai saber saber nossa voz, né, possível. Ava, gente. Ah, eu fingindo que sou eu mesmo. Cara, vou falar no sou eu. É, liga pra ele e fala que aconteceu alguma coisa que a gente vai te gravar no Ouvo especial, sua nova. Liga pra ele e fala assim, então, barro. Eu tô percebendo pelos videobec, que a bancada no Ouvo tá muita gente. E aí eu não posso pedir publicamente, ficar chato, eu não posso conversar com o Itaú do Itaú do Itaú do…
Então, e aí deixa ele falar. Aí depois você fala assim, mas então, eu estava vendo aqui que não está compensando portamente pagar para editar. Então eu estava pensando, eu estou precisando mandar um imbora da bancada, mas ainda assim vai ficar no vermelho. Então eu estou vendo aqui porque já mudou o motivo de... Pode ser que o Guilherme Afonso é dite, então eu posso tirar alguém da bancada, colocar o Guilherme Afonso no lugar dessa pessoa e você... Você sabe o que eu posso fazer também? Não já sei. Quando ele falar, quem deve sair? Eu falei, e perbeberei, o Fulano está chegando, como é, rapidinho, já falo contigo. É o don Sulense e aí eu, como se eu tiver se entregando telefone para a pessoa. Aí tipo, digamos, ele falou que é o Luide que tem que sair. Aí você pega, ouberga, que porra é essa, que você falou que eu tem que sair. Como essa, tirar essa satisfação com ele. Eu vou falar, você fala assim, ouberga, Luide, isso faz isso aqui.
Eu falo, se você não é falando, se foi, não é? Você vai se acurrar, a gente vai se acurrar, a gente vai se acurrar, a gente vai se acurrar, a gente vai se acurrar, a gente vai se acurrar, a gente vai se acurrar, a gente vai se acurrar, a gente vai se acurrar, a gente vai se acurrar, a gente vai se acurrar, a gente vai se acurrar, a gente vai se acurrar, a gente vai se acurrar, a gente vai se acurrar, a gente vai se acurrar, a gente vai se acurrar, a gente vai se acurrar, a gente vai se acurrar, a gente vai se acurrar, a gente vai se acurrar, a gente vai se acurrar, a gente vai se acurrar, a gente vai se acurrar, a gente vai se acurrar, a gente vai se acurrar, a
A gente tem que ser melhor pra não rica. Ah é, você não atender pra dar, né? E porra, boa o plano perfeito pra o cara não atender. Por favor, bairro. Porra, vocês não podem não é resada, hein? Caralho, seu bairro não me atender, porque o problema no telefone. Caralho, galera, vale o bom app, eu sou... Tenta de novo, acho que vale. Mas uma tentativa de passar um trote em você mesmo, bairro. Vamos ver se você atende a ferrar, puta.
Fala feliz. Fala, Bairro, tudo bom? Fala feliz. Beleza. Como é que você tá, Grotinho? Bem engraçado, você está. Portar de estar difícil falar contigo, hein? É verdade, não sei, porque são a loja, esquece, mesmo. Não é, pesada, tentando ligar, tentando ligar. Deixa falar, na verdade, o que eu queria falar contigo, a parada meio... até meio, sério, eu acho. Que é o seguinte, é... a gente voltou... Atei bancada completa agora, então está todo mundo gravando aqui e tal. E como a gente fazia tempo que a gente não estava fazendo com um bancada completa, eu resolvi dar uma olhada nos feedbacks da galera, que que estava achando e tal. Eu percebi que muita gente estava dando feedback de que parece que agora tem muita gente na bancada, entendeu?
Que parece que tem muita gente falando junto, está muita confusão, antigamente era melhor, antigamente que eu digo, né, pouco tempo atrás da melhor. E aí eu comentei isso aqui com o pessoal, ficou um clima meio tenso aqui. E aí como você uma pessoa que está de fora? Não, está. Escuta todos por de queste, está de fora, está, tem uma visão pouco diferente, aí nós. Eu queria saber se a gente vai se tirar algum participante, quem você acha que seria melhor? Tirar. Não sei, eu acho que não deveria tirar, eu acho que podia herrezar. Revisar? Vamos ficar assim, para se arraçar o um, sair do escabe. Mas eu acho que a gente vai se te falar. Ah, não, com certeza, mas depois eu costuma. Tem coisa, né? Que quando o Igor ficou...
Ficou longe, tem muita gente que começou a ouvir naquela época e também era um... Não era do outro na sua vida depois. É, mas eu tava... É que assim, eu acho importante que a bancada fixa, entendeu? Então, acho que é a minha publicada. É, se... Pela que você vê aí, tal, se... Qual que você acha que distoa mais, assim, se fosse pra... Não, o cara não vai ser demitido nem nada, não é isso que eu tô falando, entendeu? Não vai sair daqui do que ele, mas só não vai gravar o podcast, entendeu? Então... O que você acha? Eu acho que a bancada dele estava você, Braian e Luide, foi de como é isso. Entrosada, né? É, né. Porque ele já estava fora também, Igor. Não, não, não. Pode ter muita gente acaba gerando mesmo, não fala nem para ele, para ele rapidinho que os moleitos estão voltando aí para ele. Fala. E aí, como erou lá? O meu botinho, sendo bom modelo. Você como eu pego de pneu? Eu estou falando com
Com o baio era aqui. A sua baia é porra, sobretudo. Olha aí, rapazinha, abenheça. E aí, baio? Alô? Opa! O homem, eu queria perguntar, velho. É, se tem como ser cortar uma parte de gente gravou os mais cedo e a gente tava falando, se não ia domacho. E a gente fez umas piadas aqui, ó, acabei falando... Eu sei o que, era bom ser cortar isso. Olha o que o pessoal... O que eu pensava que estava no Eduardo? Não, estou deixando. Pode ter, mas... E... Cara, eu queria te perguntar, eu voltei recentemente para cá e se acha que os episódios estão ficando bom, eu estou achando que estou ficando meio quieto demais. Cara, eu tenho que ouvir o dia de aproveitar. É, que é mal também, esses contes estão sem gravar. Se acha que, normalmente, eu acho que estou meio sem ritmo, terriado.
Você acha que está melhor comigo? Porque já cheguei contando uma espiada ruim, Luide só faltava melhor que tu vê lá daqui na mesa, mas você acha que está ficando legal mesmo? Você acha que está ficando melhor comigo? Comparando o que estava antes? Eu acho que está, claro. Eu acho que não estava só agora, mas não tinha de falar, você vai? Eu teve um pessoal falando que estava sentindo falta, né? Ah, mas eu tenho, eu não saio, eu tenho tudo mundo. Eu não tenho pessoas que me odeia, eu tenho. O Cid que eu falo com o seu botinho, eu vou te entregar aqui. Valeu, Bayer. Então, conforme você tinha me falado, vou tirar o Igor da bancada mesmo. Beleza, obrigado a um cara. Fala, tchau, tchau.
Eu estou surpreso do Bayern, não desconfiar. O Igor foi muito ator, cara. Ele falou, ó, preciso falar com Baian. Olá, Cid, boa tarde. Eu pareço falar com o nosso editor. Matinho, um rambo muito bom. Eu não sei o que é o que é o que é… o que Quer retirar o Igor do podcast? Vou ter que sair, galera. Isso ficou bem claro. O próximo episódio, se não saber se o desirro do bairro foi realizado ou não? Boa. Boa. O que nós vamos do bairro, né? O bairro. O editor, às vezes ele tem um trabalho no tanto quanto estranho, né? Esse episódio aí, você só tem uma cidade, falou tanta besteira, né? Mas tanto falo pinto, vindo o seu quê? Vai apirar, que você faria isso, faria aqui, não sei o quê. Que o bairro ele resolveu fazer uma edição especial, proibidona, eu diria.
E já que esse é o homenac no ouvo? Nada mais, justo que a gente colocar aqui, claro. Eu, eu, eu só favor do casalzinha com o pinto. Com pinto, com mais de romba, parafis puramente sexuais. Esquece sua mulher, fica com Michel Temer. Eu fico um grande piso. Você vai ter que fazer uma foda, né? Tudo bem, tudo, Bruno. É para o meu toa. É para o meu toa. O pênis ele é dela. Não, cara. O jovem ele é de talvez. Ah, não, a Fátima fez uma pergunta dessa. Como é que é? Tem que ser assim, ó, para salvar o traficante ou o trafica gravemente ferido ou policial. Não, o trafica está gravemente ferido ou policial. Ou o policial que está levemente ferido. Eu acho que eu ia dar o coa aqui para a primeira vez. Eu estou fumando crack.
E aí? Transei, Luide e ele é muito bom de cama. Não, mas é bom, mas gostando de uma bondinha. Sim, sim, chana. Não se está grande. Não, acho que ela é uma transvestida. O Cú serve pra quê, cara? Não sei. O Cú serve pra quê? É ela. Transar. Vamos ver, deixa. Vamos ver, deixa. Quer no cerveja, mandem. Lembrando que você está nu. Como é que vou chupar um pinto? Pinto ele eterno também. Acordou, chupou a piróca. Eu ia na feia nesse carro. E eu vou no Braia. Nossa, Juregu. Ele não é cantosa. Juregu. Eu prefiro dar o cú pôs parei um pinturo de dia. Apesar que você o cagar essa na frente. Eu só comi pra caramba e tal. Os dois podi quer ser bons pra servir família. Dando co-diariamente com Michel Temer, você tem toda bom dia, bota fita, bota fita. Onde que vai essa fita aí? Aí é pela entração, Braian eu coto as vezes. Eu só comas do jovem. Qual que que eu ganho no final? Tem alguma coisa.
Depois da o cu, mas girou um bão. Não gato mais. Não gato mais trancar. Pega a pinta, tiro pinta, pão pinta, pão cúrro, aguento mais. Eu vou machupar, não quero mais ir, isso quero morrer. Eu prefiro o brão de pinta. Ah, vai, eu tenho a ideia. Nunca transar com mulher nenhum, morra, trancar. Como é que ele fala pra cagar? Você tem uma bom dinha? Perigiu um negócio. Eu vou tomar laxante pra cagar no pau desse cara, é só pela gama de sotaque. Que ai, Que ai, Que ai… que ai Tem que trozar com a sua avó. Pintinho cantada. Pintinho cantada. Mas aquele mim, cantada. Ele já se aceitou como cagão. Pense bem, você tá matando um proieita pra ver um peito, olhando uma gama gaseira dele. Digamos que o tamanho normal do pinto dele seja pela metade. Mas você é boba. Boa, bem bom. O meu vinte vai pegar na nada, Igor. Vai. É, você precisa ter uma ereção. Deu o culpa o príncipe, já aproveita e beijar na boca. O jovenho é de todos os príngâneos. Braian, eu cudo as mesmas. Minguenta proibino, se vocês querem em fial do cu, vocês enfim. Ele é legal mesmo o compinto. É, só me deixa comigo. É, só me deixa comigo. É, só me deixa comigo. É, é, só me deixa comigo.
Eu interessa o meu jogo. A gente tá botando o pinto na boca visivelmente esse tá. Seu som, você que salva pro meu. Ah, vai, eu tinha uma ideia. Sexu. Eu acho que não, eu devo ser tranquilo. Vou precisar... Vou precisar umas pausa aqui, vai, por que? Como é que vou chupar um pinto? Inclusive, agora, aqui, aqui. Eu não aguento mais transar, sério. Chana. Não sei, tá pinto groto. Não vou ser, Igor. Eu não com o anitê, não. Caralho! Você já fez o sigão de rio e rosto? Meu papão! Nossa, cara! Esqueu a mal, óbvio! No episódio 35, eu me lembro bem também, teve uma edição ali, interessante, porque a gente falou... Esse divertiu tanto nesse episódio, cara, também tá na minha lista do meu favorito. Esse divertiu tanto no episódio de nomes esquisitos e turmas, que no final eu comecei a ler uma lista de nomes estranhos que tinha no Wikipedia.
E aí era uma lista muito grande, o bairro teve que acelerar ele um pouquinho pra cabetros dos nomes, mas cara, tida muito a risada esse dia, tô lembrando agora. E com a voz indesquilo, acho que fica ainda melhor, passe se trecho aí, bairro. E a gente tem o Raleção derrissão capivara, aí tem um lado alberto, churrasco, a Andréa floresta negra, o ABC Nogueira, a Braia décima, a cheiropita para a Pazone.
Adegi, esto, pataca. O aeronauta barata. O agrícola beterrava. Parece que não tem um chapulhinho com o ar. Tem o aledui, a sarango. Além mar. Além mar. O Alfredo Prazeroso. Peixe o gayro. Alfredo Prazeroso. Peixe o gayro. E a alma de Vera. É, a mulher vai morrer no barato. Tem o amado amoroso. Tem a amplosinha sobrinha. Tem o amêque do subrasil de Santana. Eu tenho a tevora da cotinha, tenho o Antônio americano do Brasil Mineiro. Antônio, você está cozinho? Tem a Árica fechar, tem o Arnaldo queijo, tem o Arichese, Aricheseño Petroquil de Andrade. Tem o Lábio. Asteróide, esse o Vério. Porra, asteróide, você vê essa cara aí. Tem o Arau, tudo charoto de ferido. Tem o Abocetures, tem o...
O Bené de Fala, esse 9, 30, 30. Tem o bem-vinda Olga. O que é O que é O que é… o É uma azul da sua poente. Ai, caralho, querias meras, esmarilda. Tem um quiso praço, com um passo. Davi lê um pouco de trigo. Delícia, costa mesmo. Deus é infinito, a gente me dizer cordiosa. O que é que você morreu? O que você morreu? O que você morreu? O… que É, não são capaz, é nem as enousês. É, foda hein, difícil. Espebola gorda. Ah, não, isso aqui não é possível. Espebola gorda. Eu estou em Fueide. Imagina, Melo. Espere em Deus, espere. Espere em Deus, Mateus. Espere em Deus. Espere em Deus, Mateus. Espere em Deus, sacará. Gou o Santana Silva. Ah, caralho, deixa eu ver. Onesta, onestina. Orilando, Pedro, os ramos.
E de Jaxson e potê no super-hera. E potômen de Maria Gudi Gudi. Gudi Gudi Gudi Gudi. Eres a hora de ir, meu. Eregível. Eregível. Fotou com o super-hera. Eregível. Eregível. Eregível.… Caralho. Eregível. Eregível. Eregível. Como é? Que não é? Ah, não, você, meu cara. Que bom. Marie Bondo da Trinidade. Maria Esposo Jesus, eu falei Maria Panela. Maria do seu perer. E seu perer, o pai do... É, Maria do seu perer. Maria, só ver tudo, só ver tudo. Lível do mar. Não na pipon, dá o peida. Nécron, peraira da silvia. O vando muda, é o pinto. O vando muda, é o pinto. Não dá o pinto. Não dá o pinto. Não dá… Perceguida para chata? Ai, que ela não tem. O rosto corre com a gente não é bom aqui. Rolando é graça, o rosto é... Remédio Amago. Remédio Amago é o pilão de seguinte, que ela não precisa. Rolando escada baixo. E querendo ou não? Muita gente já vem falar comigo. Claro, não só eles iam 8 anos, né? Mais até.
E muita gente, desses dois últimos anos, começaram a falar comigo por causa do No Ouvo, o podcast é que ele é noventa e dois anos, outros vários podes que é sem 15 anos, é 10 anos. A gente ainda está engatinhando, mas eu diria que a gente é muito intenso na podosfera. A galera, os fãs do No Ouvo também, os Novo 20 são muito intenços e tudo mais, isso é muito legal. E muita gente vem falando, vem comentando com a gente, né? E eu já comece a me chegar um pouquinho nessa porcentagem de várias coisas que eu faço. Eu consigo me enxergar um pouquinho como o Pô de Kester. Já consigo enxergar como se fosse um pouquinho da minha profissão. É bom, Luide não ouvi isso que eu estou falando, né? Porque, por exemplo, a mãe de youtuber, o Luide ficou indignado. Talvez realmente, existe uma agência de mães para youtubers. Cara, se não exi, pra ir embora registrar essa ideia. Registrar agora. Registrar.
Cara, é uma ótima ideia. Muito, muito, muito, muito, muito. Tem muito dinheiro aí, assim, Igor. Então, eu sei que é atriz com mais de 40 anos e até agora não veseu na vida e que era uma oportunidade para trabalhar em casa e ganhar muito dinheiro. Seja agora a mesma mãe de um euturtador. Você é apenas precisa levar amijadas, levar ouvar das cortar o seu cabelo durante a noite, sei que você perceba e ter a sua casa completamente tomada por fitadeziva ou fitadeziva. Se o Verteipe entra agora em contato com a nossa agência. E consiga esse emprego em época de crise, ser mãe de outubro. Ah, é o melhor negócio. Caralho, beleza, lindo, maravilhoso. Porra, eu gostudei. E a internet tem essas histórias aí, tem mãe de outubro, tem cara que é um amigo do YouTube, é que fica famoso, e tem também a história clássica do pintinho Pio. Eu já vou dizendo, hein, não vem me impressionar que eu não tenho nada a ver com isso, fracaso dele não tem nada a ver comigo, tira o meu nome nessa história. Não tira uma história do pintinho Pio, cara. É, porra. É o primeiro...
Fédio, estava em fôr, foi isso pra cá, Jucar. Eu não tenho nada mecana. Imagina, não tenho nada mecurso. Eu vou defender, cara. O pai do Pintinho Pio, que era o Alibão. O pai do cara, que era burro. Cara, ele conta o seu estádio. Quando é a história? Essa história, ela parece Star Wars. Se assiste, se assiste, se as ele vai gostando mais. Essa história conta mais ou outra. Mas, cara, vai ficar melhor. Cara, ela vai se enciclando. Ó, você está na seguinte, então eu vou contar. O Demerson. Deberson, Deberson. Deberson, acertou com o D.H. G.A.I. Tem o nome que começa com o D.H.I. E não seja na Suécia, vai dar certo. O D.H.G.G.G.… G 12 anos. Eu tenho a vanuidade que não sabe a diferença de comer o rango que sai do nariz dele e comer a papinha. Ela era muito novinho. Não vi acho que menos, que isso é uns 10, 9 anos. 10 anos, é que não é que é um grande estúdio. E aí, esse molequeim gordinho vai imaginar, talvez você já tenha visto o vídeo do pintinho píl, o vídeo surgiu caiu no meio e meio, no meio do não salve e aí falei, pô...
Vamos ter uma pra postar hoje, vamos postar. Mas era divertida. Ele do plava era uma música cantiga. É uma cantativa das antigas. E aí ele do plava. Essa música... Não, ele não que blava, ele só abri a boca. Ele não falava. Ele era tão lute, esse música do blava ele. A gente tem que pontuar aqui, o que é no vídeo de vídeo de vídeo de… Foi o erro. Ele não, mas eu disse, dublás, exatamente isso. Ele só, né? A gente vai ver o que o cara tá, de um fim. Não, ele fingia, tava cantando eendo. Mas achou que ele fazia o que? Você não deixou o que? Eu contava porra da história, não vão. Não, porra, não consigo falar duas frases. Conte a história pra gente. Pô, tá que pareu. Você fala duas frases, então eu pedo.
Fala, fala. Ele vai ficar tranquilo. Ele vai ficar tranquilo. Já estou. Cadinho, cadinho. cadinho. cadinho.… Cadinho O vídeo acabou bombando muito, assim. O nível absoluto que não existia o Facebook de fato, se não, o vídeo já teria sido copiado, 48 anos. Já teria em várias fanpeis, já teria em vários WhatsApp, ninguém assistiu no YouTube, né? Que acontece hoje. É aquele selinho copianão com éde. Copianão com éde, né? Porque ele mesmo copiu. Daí já tá em monte lugar e aí o vídeo original do YouTube não tem vi no hoje, naquela época não, o vídeo do YouTube ficava com milhões de viros, né? E aí cara, o vídeo do cara... Subiu um assinado dia pra noite, milhares e milhares de visitantes e foi uma tristeza no final das contas porque é aquele negócio que é o garoto que fica a famosa na internet do nada. E aí os pais acabam se assustando, falam meu filho, ficou a famão porque eles... Ah, recortam me ligando?
Ele é um programa de rato, ele foi no rato, ele foi no Gilberto Barro. Ele só cantava, cantava não porque ele dublava, né? Ele só mexia a boca no programa, mas aí no microfone ele cortava, acabava, muito engraçado, você, você como uma mulher boa, ele tinha o carismo, né? Não. O que é O que é O que é… o que Para investir na carreira, do garoto, que sobra e sobra e avoca. Ele é uma faixa tão grande quanto o pâgue, cara. Ele é o que o pai dele largou tudo e a mãe largou tudo e aí... O pai gastou todo dia, olha, é que tem gente muito aproveitadora, né, velho? E aí, o cara às vezes é o mírgula e tal, cai nessa onda. A gente rir, mas é triste. É cara triste, porque o pai dele pegou o dinheiro que ele vendeu o carro, e não sei o que, investiu num CD para o garoto, sendo que ele nunca tinha cantado uma música na vida, ele só mexia boca, como é que ele vai gravar um CD? Como vai mexer a pôr-môr? Se fosse um...
Um DVD? Você não DVD, não vou deixar. Foi o porrepoit, ele conseguiu. E aí, começou, passou um mês, passou dois meses, acaba esses memes, né? Acaba dois meses depois. É porque durava dois meses, dois dias. É porque de dia dura até a hora que a preparatura faz uma piada. Aí aconteceu o que? Deu dois meses ele ficava, não. Eu estou, vou mandar o meu próximo cinco, eu estou chegando. Vamos mandar a minha próxima música da cheganda. E a música que ele trabalha está chegando e fica no aspecto da tipo, e ele fez um vídeo, que era uma música muito bosta, que era que eu conhecia. Ele também mexeram boquinha e foi uma merda. E a gente chegou a postar de penas, de pena. A gente saber da história do pai. E porque cara, é muito triste, porque imagina que eles moravam nas idadezinha pequena. Aí, tipo, deve ter 10 mil habitantes. Aí chega alguém e fala assim, cara, o seu filho foi visto por...
10 milhões. Mas foi tipo isso, cara. É uma absurdo. Aí o cara foi porra então, eu vi uma chakira. 17, carmaio do cianos, cara. Eu lembro que nessa matéria eles mostraram o CD para um produtor e o produtor ele se desligou, se virou pra cá, como falou. Ele fez igual o pâgue. E falou, não sei como deixaram, essa é criança e teve o CD. E aí eu se falo de aproveitador, provavelmente um cara combrou tipo 40 pacos, pra gravar o CD do filho, do cara, ou a nossa. Com certeza. E aí foram todas as economias da família, foram investidas na carreira, num garoto de 10 anos, Que obviamente não decolou. E aí, o moleque também, com 10 anos, ele fica pressionado. É, a consiga dinheiro para a família. Porque o pai e a mãe não trabalham mais. E aí, cai turístima do moleque 10 anos que não tem.
Dom nenhum, vamos falar. Vamos falar, Vamos falar, Vamos falar… vamos falar Luide teve que cantar, não sei pra quê, mas... Eu sou o Mulem de novo. Alô! O que você quer, vamos? É tão bom! Que é uma música pra mim, hein? Deixa eu tô com o teclado ligado, vou saltar a batida e você canta, vai! Ao ter bem, dá o vídeo aí! Podeu mandar você que eu dá o secador, tá? Então eu vou ser de um molher é uma espada de para o senhor! Você tem muito o balá de um pés! Ai, eu peco, meu Deus! Eu acho que ele liga de novo. Cara, que não está entendendo nada o que a gente está falando. Por que o rap é o Moreno? O Moreno, sei lá, o Moreno. O Moreno, criança. Mininho de rua, o Guilherme Gritoquê. Mininho de rua, o nome do Clip.
Pep Morero, procura isso, cara, que é um clipe simplesmente sensacional. Isso é uma criança contalente. A gente tem paralelamente ao No Ouvo, o teoria no Ouvo também, onde a gente acaba teoriando sobre algumas histórias, né? São episódios a parte dessa contagem do número 100. Tem também o análise musical, o Etúr o Mais. E tem uma história no Ouvo que lembra muito, um teoria, né? Que é o Luide contando como surgiu. Como é que eu vou explicar? Surgiu. Ah, não sei. O Gimundo, que talvez seja um descendente da sua família. Como é que a gente não fica boa? É conhecido, beleza bem. Vamos lá, volte. Algumas milênios. Milênios? Milênios. Suponhe, temos que esteja lá, o menino lá na Europa, né? Sim. Minineô, qualquer nome dele. Wagner do Vicky, Wagner, nome dele. Galaleira. Sim, que adiude. E está aqui, o pequeno Gimundo no interior da Bahia. Gimundo. Então, lá os dois.
Tem uma diferença, tem um temperatura grande. Não toma muita coisa. Tem um torre da casa. Tem um tempo bom, só forte, radiante. Dá aquela chuvina, filatário, para dar uma amenizada. Só pode ir dar poirinha, mas não tem nada pra fazer nessa merda. O baiana é caminhante. E aí ele foi até lá, viu Maraque, Marlin, do Marazú, Maraque, é lá verde, é uma verde, é conto bicho. Olha o pico, aí está o pequeno raga, olha o pico. Tente de sair gelo. Só gelo, melhor plato, em um perate gelo, gelo, gelo, gelo. Passou a raposa branca, gelo, gelo, gelo. Tinha o mar também, mas tá com gelado. Tinha um bico também, um bico também. Que veste o bico, já tava amor. A vida do Wagner é uma merda, é vnv. Aí chegou o deselo. Frígio, trevas.
Morte. Estrução. Desenjo no sessão. Mas que no Brasil o geremoulta o quê? Tá com frio? Tá nada. Foi pegar um casaqueio? Não, nada. A porta do geremoulta de paldur do mesmo avata. Porra! Olha esse tanigoyaba! Tá de palana! Olha essa porra! Olha essa porra! Olha essa porra! Ó o bico de novo, ali! Esse bico viado, né? Ah não, não, não foi o matápolico, não tá extinção. É ainda tem um milhão de bico e tudo lado, entendeu? Tem bicho, tem capivara, tem jacareta, tem do seu quê, tem anda. Não, não tinha boa essa época, mas vai chegar um dia. E aí lá o cuidado, o rádio, está tremendo e frio. E aí que precisa fazer, precisa só por aí. Sobre a viver. Só que daí, beleza, vai caminhando, vai caminhando, vai caminhando, vai caminhando, chegou.
Ele vai ele tá ali. O Ragnar, quando não tem nem? O Ragnar. O Ragnar, ele tá caminhando também. Ele tá se caminhando, tá se preparando por invérgo, o invérgo vai vir em dezembro. E aí ele tá... Já não tá no invérgo? Não tava no verão lá. Ah, tá. Só que aí dessa é frio. É frio? E aí ele só que ele aproveita aqui, que se baixou um pouco de dia ele faz uma cabaninha. Ah... Ele faz um sistema de coleta, ele faz um sistema de amazenamento. Ele vai ali, vai... Ele vai, ele vai. No pouco tempo que ele tem de sol. De calor ele se preocupa porque precisa sobreviver a Inverda e o gérimus se preocupa com a coisa. Nada. O gérimus também é aí que o tal. Tá, para que eu parte do seu micro, tá se masturbando ou não? Não, não. E com o ar e para balando e tá. O gérimus, ai que estou conforme ele a pega a levanta a mão, pega uma água e a água, abaixa a outra, pega um tatui quando. Mas, você, de meu Deus, milhares de quilômetros de rios de água doce. Sério. O cuidado ragnar. Tá lá, você fala.
Tá com fome, tem como é gelo? Então olha só, tá com sede, tem que tomar gelo. Que é gelo, essa porra de gelo, é o Ragnar. Daí do Jdente pra caralho. O Ragnar, ele precisa sobreviver, ele precisa pensar, ele precisa matutar, caralho, eu preciso fazer roupa, eu preciso fazer casa, mas de muda, também foi roupa caralho, que é o que é o que é o… que O Tâguia é o dinheiro, cara. O Tâguia de palha, só que de nofane. O Tâguia de dofane. Para que? Para que? Para que?… Para É mais na comida, gordura, animal, vegetar, fruto, total. Ele já montou tudo esquema na vida dele e ele já fez qualquer comunidade, ali se agitasse, criaça e riga as coisas. Ah, porque eu quero ter que ficar junto pra falar que ela não for. Calou o irmão, né? O Giro e Mundo, que a Deus Giro e Mundo tá robando a banana ali do amigo dele, que foi eu. Giro e Mundo, que você roubou, porra, tem mil pedes balanhas nessa merda, qual é outra? Giro e Mundo, sabe aquela história, aquela fábola.
Da formiga, da formiga, da formiga, da trabalho, da trabalho, da formiga que estou com o jovem. Da formiga, são os ragners. Ah, eu não sou de limão. Eu não sou de limão. Vai morrer com 30 anos, né? Porque morri acetes, lá da área. A morri com 30 anos mesmo, tem muito espectatinho de vida. Bob e Bebe, né? Vai pisar num pouco esse pinho, vai morrer. Vai mandar de jocas, vai recadar de cobra. Só uma merda, também, também, tem que estar com o taranho, num país tropical. Vai ter em praia, vai. Tem osso, vai. Salto temporal. Opa, opa. Dois milh anos depois. Nossa, senhora. O barulho de salto temporal. Viaje em termos de precedentes do rádio. Certo, certo. Tem a melhor do caçô do mundo, melhor de agarro do mundo. Pais menos corrup do mundo. Tem essas casitas. Os iPhone é tudo barato, que é importante. O que é frio? O que é frio? Tem shop, tem mais. E o geremoos, o decidente geremoos, não quer?
Então é internet, cheira porra do saco, eu adoro calor, adoro frio, no seu que é o Jérim Mouco, o que que a dor é madona no centro? É isso entendeu? O problema não foi? É isso, é o problema não foi? É isso, é o problema não foi? É isso, é o problema não foi? É isso, é o problema não foi? É isso, é o problema não foi? É isso, é o problema não foi? É isso, é o problema não foi? É isso, é o problema não foi? É isso, é o problema não foi? É isso, é o problema não foi? É isso, é o problema não foi? É isso, é o problema não foi? É isso, é o problema não foi? É isso, é o problema não foi? É isso, é o problema não foi? É isso, é o problema não foi? É isso, é o problema não foi? É isso, é o problema não foi? É isso, é o problema não foi
Eu tenho dor de remorquido, o frio conserva, né cara? Então eles tinham os neurônios mais conservados. Ah, você também, acho que é isso. Eu acho que é isso, por isso que isso é mais esperto que nós. E como eu disse lá atrás, algumas histórias, lá no blog também se misturam com as histórias ou no ouvo, né? Histórias como do taxis lazouera, que você já viu um trechinho aí, eu contando, e também história do teste de fidelidade que aconteceu na Campos Pari. Essa história conta em pouquíssimas vezes, Na internet, porque ela é um pouco polêmica. E por causa das pessoas sabem essa versão, que é uma versão dos fatos do nosso lado. Muita gente escutou muito a besteira, tudo mais. E tem gente até que vê, fala mal de mim por causa disso. E, às vezes, não sabe nem a verdade, é a verdade. Eu vou contar uma história aqui, se o Braian não me interrompendo. O Braian Spiner, que... Você lembra uma vez? Você é consciente, você lembra?
Que a gente fez uma campus pare, onde eu fiz um painel com o tema chamado teste de fidelidade online. E aí a gente criou lá na campus pareça São Paulo, 2014 talvez? Foi, 2014. 2014 a gente criou um pano painel lá, tinha um horário que a gente podia fazer o que quiser. E aí eu resolvi criar um quadro chamado teste fidelidade online, que era uma réplica do João Kleber, era uma satira do João Kleber. Aonde a gente faria um teste de fidelidade só que só usando coisas na internet. Então a grande brincadeira era essa e ao vivo pra galera que estava na Campos Paris. Só que como era na Campos era uma pessoa que estava lá, era uma campusera que se dispôs de usar o teste. E a gente faz o teste quando a mora da dele. Exatamente. Então o que aconteceu? Eu estava lá e tal, a gente abriu um telão e aí eu perguntei a alguém aqui que é participar e ninguém levantou a mão.
Porque todo mundo dá risada, mas na hora de... Na hora de... Na hora de... Na hora de... Poxa, por causa do João Clebros, por conta de perguntas, de uma astenidade... É, a astenidade quando pergunta, verdade. Quando pergunta para o João Clebros, a astenidade é mentira, ele fala assim, se você acha que é mentira, vamos testar a sua mulher? Ou... E aí, uns caralho, por aí, ou menos. E eu vi essa prova real, porque eu perantei alguém que é fazer? Vocês querem essa astenidade? Sim! Alguém que é testar a namorada ou namorada? Ninguém. Ninguém. Cri, cri. E aí um cara levantou a mão e abaixou a mão, rapidinho. Ah, tímido, tímido. Bem tímido. É que ele não começou a ponder pra ele. Não, ele. Ele é que levantou, ele não sabia que... Ah, fala, não, ele não quer. Não, ele começou a pressionar e o cara subiu no pau.
E aí, ele começou o teste lá, né? E aí, abrimo o Skype, comecei a conversar com a mina dele, passar umas cantas na mina dele. Tudo ao vivo. Tudo ao vivo e cara, ilotando. E cada vez mais gente, e começou a montar gente, gente subindo na mesa, no fundo, da triunas mais. O Lucas na Campos, que ele estava com uma espéria de pão. Pena de pão, o que eles eram de alguns estândios. Sim, eles se aproveitaram que ele estava mais alto que a galera e foram assistindo. Cara, virou um, assim, virou um celular, parecia o jogo e do... Tem um dos acuda. Parecia o jogo do Corinthians. Acabou com o Campos, era um dia de semana, na noite, assim, não tava tendo muitos outros painéis. Exato, a gente parou aqui no Pão do mundo, parou a campos. E tá, começou a não testar, só a camina não dava bola pra minha pessoa que eu era no caso do Wollock. O Wollock, eu era o ser do tour. Era aquele cara que chegava assim e falava, você joga a Chadreis? Sim, isso é que tu tinha adicionado a Molina no Skype, tava acontecendo com ela ali no peloo. É, porque o Wollock tinha umas cantas assim, você joga a Chadreis? Fala, não.
Porque hoje o pion vai comer rainha. Aí peixava na boca na hora, olha, mandava uma dessa e funcionava. Só que... Gente, vamos combinar, né? Era uma paródia do João Crabbe. E todo mundo sabe que o João Crabbe tem 7 câmeras, tem 38 atores, tem a equipe de som, tem o estude, tem uma acesa, uma câmera pega a outra sem querer, no fundo. Olha só como a mulher um viu, um ceregra-fista de desestido, uma câmera profissional do lado dela, né? Todo mundo sabe que é mesmo, uma mentirinha, lembra da mentirinha gostosa desse xx? Exatamente, exatamente isso. É um entreteneimento. Mas é gostoso, se não for pelo gostoso, vai ser pelo gostoso. Exato. E ali na regra, eu sou parea. A gente tava fazendo entreteneimento. É isso que ele tava fazendo. E, porém, é bom, era bem óbvio pelo menos a minha cabeça. Só que eu um negócio começou a tomar por opções muito grandes, porque como eu serei cheio de gente, e a história começou a ficar boa. E a história era incrível assim, né? Quem tava lá via o Cid com um cara no palco, um telão com o Skype aberto e uma menina conversando. E, bom, dá pra acreditar assim. E aí eu pede, comecei a pedir foto.
Eu era uma menina, ela mandava umas fotos. Aí, pariu, começou e aí, o clima começou a ficar, mas... Sendo tudo. E aí, eu perguntei, sou um grande sede do torre, perguntei para ela, falei isso, quer... Vamos combinar de sair? Aí, mandei, já um par na par, na par, na par, perguntei por que ela respondeu o quê? Acho que ela vai combinar de sair comigo ou não, falou, jamais. Minha namorada jamais sairia, porque ela jamais me trairia. E aí, vamos nos... vamos nos shopping. E aí, aí, a camusparem... Ficou louca, veio abaixo, ficou louca, eu ficava parecia, se ela agulhou, foi uma nova mistura de gente feliz pelo que estava acontecendo e triste pelo cara, eu estou ligado. E aí começou uma doidera e tal e pra minha surpresa esse garoto começou a chorar. Ah, ficou triste, né? Mas chorar muito. Imagina. Chorar o ponto, ele todo mundo que estava dando risada, parar de na risada, de trazer em copos d'água e lenses. E lenses, isso.
É um tratamento. Exato. Exato. Exato.… Repito, tudo era um entretenimento. Então o que aconteceu por trás disso foi o seguinte, o cara que levantou a mão, levantou a mão e abaixou a pedinho já era combinado com mim. Já era plantado, era plantado. Já era plantado, era do ajudado Luciano. É o cara que fez a fanpage ajudado Luciano, o cara é lá de Manaus e estava na Campos Parem. Então eu sabia que ninguém conheceu um cara de Manaus e aí estava na Campos Parem em São Paulo. Combrem com ele e falem pra ele assim, se não levanta a mão de primeira. Se na terceira vez que eu perguntar, se levanta é abaixo. Ficou colculado. Eu sou um dos grandes brindens internais brasileiros. Você me respeita. É um bom dedo de ficam nos brasileiros. Então eu falei se eu torno né? Deu brifim pra ele. Falei lá, se levanta e pra aí. Então ficou muito parecia muito verdade. Quando ele levantou a mão é abaixo...
Todo mundo apontou para ele, então parece que as pessoas estavam escolhendo ele. E não que eu que escolhi ele. Então já foi tudo frialmente calcular. E aí, ele subiu num palco. E aí, quando ele subiu num palco, o brief em dele, que eu não tinha conversado com o binamônia, era o seguinte, cara, vai na minha, só vai na minha, vai na minha e no final você fica triste. É, ser o brief. O roteiro era... Só que eu não sabia que ele ia ficar triste ao ponto de conseguir chorar. Saiu lágrima, mas... Saiu lágrima, mas... O cara era uma puta torre, eu não sabia disso. E isso deixou a história muito mais... É emotiva. É o cario de gramática. Exato. E aí, a menina que eu estava conversando no Skype, que era na teoria, era namorada do cara, na verdade era o Braian Rizzo. Era uma namorada brilha, uma gasunda do Braian. Era o Braian que estava no maçalado ao lado. Fira, eu estava na sala que ficava diferente.
O Paulo que eu enxergava toda a galera e enxergava o Paulo. Então, o Braian via a reação do público e... Comentava pra mim, então... Cada íntrica apertava o malocur. Eu tinha uma parte da conversa que se te falava assim, eu tinha namorado e eu respondia, a menina respondia assim, eu tenho mas ele saiu pro evento com os nerds. Ainda era coisa que eu ficava louco, Braian na outra sala na sala do lado do seu escutava, era uma gritaria absurda. Enfim, era tudo, né? Cara, João Kleber, né gente? Vamos pensar um pouquinho. Então era tudo meio esquimatizado ali. Eu estava fazendo essa brincadeira de entreter a galera. E aí a história começou a criar uns tons dramáticos, né, a menina meio que combinou dinheiro no cinema e aí pra... Aí essa parte é sensacional essa parte da história. Pra finalizar a história, o que eu fiz? Eu fiz assim, então tá bom, Fulano. É, a palvo, ela combinou dinheiro no cinema. Isso significa que a partir desse momento você está, você continua namorando ou você está solteiro.
E ele falou assim, estou solteiro, da Iacampus. Ah, é isso mesmo! E vou avar! E ele seu quer! Porque na teoria, ela tinha traído. Na teoria. E aí, cara, e aí ele falou, estou solteiro, falei, então beleza, está solteiro, então vamos fazer o seguinte, é o arrisquei umas fichas ali e acabou, pelo incrível que pareçam muito sério. Porque eu falei assim, tem alguma menina aqui na Campos Pari que ficaria com mais novo solteiro da Campos. E aí uma menina, cara, uma menina gata. Mas muito gata, se bobia a mira mais gata do rolê. Isso não era como não. Isso não era como não. A mira mais gata da Camposupara levantou a mão e falou, eu beijaria ele. E subiu no palco. E eu falei, cara, eu acredito que está dentro do céu. Me acabei se só ficando pensando isso. E eu não comelei com essa menina. Era em conheço, pessoas tão bonitas assim. E aí ela subiu no palco e eu fiz a risqueira mais uma vez. E eu peguei e falei assim, então o Fulano vai ser o seguinte agora.
A gente vai ligar o webcam para a sua namorada e você vai falar para ela que você não namora mais ela e vai beijar a funinha. E aí ligou o webcam, só um lado obviamente porque o outro lado era o Braian, então não podia ligar. Eu liguei com o dedo na câmera. E se na hora que ligou o webcam o Braian respondeu assim, jogi, o que é isso? O que que tá acontecendo? E a galera já arruindo, olha lá, não sabia que tá acontecendo. E aí ele falou assim, quer saber? Isso tudo foi uma teste de fidelidade online e eu a parte de hoje, som santeiro e ele pega a mira e dá um beijão. É uma frente não é bicanca, né? Câmpos parek destrói. É meio que branco e poupadona cabezas. E aí? E aí? Então o malo YouTube deve ter de dar maluquice que foi e cara, enfim foram duas horas de entretenimento. Era viloso. É fingindo seu jogo que lebre, criamos uma história e papapá, eu falei, pô valeu galera, assim terminamos o mais um painel do Não Salvo.
O cara que tem um pouquinho de uma ilumação percebeu que é uma brincadeira, mas as coisas eram tão certas que pareciam muito caralho. E aí chegando em casa, eu falei, galera, no Twitter, tem esse história de ter espalhado, galera, tem adorado pelo contrário. Quando cheguei em casa, tinham pelo menos 58 textos em fanpage das feministas dizendo que contaram umas mentiras do tipo assim... Hoje, num parando na cabos pare, o Cid do blog No Salvo, já conhecido por ser machista, colocou o telefone. Não conhecido por ser machista. Prazer não salva machista. Colocou o telefone de uma menina num telão pra todos os seus seguidores ligarem e passaram em trote pra ela, chingando ela de vagabonda. Você é uma história que não fazia melhor o sentido. E uma que a menina tava no palco. Não, cada cara, cada testão inventava uma história diferente sobre o que aconteceu. Tem que a menina estava deprimida depois. E aí cada um contava uma história, cara, isso não te aconteceu, eu lia. E eu falei, cara, por que não fico?
Eu não sou o que eu sou. Eu estou deprimida. Ela veio comprar a dita chorando hoje. Ah, eu não consigo. Tinha uns prints dela dizendo que ela tá pensando em sua incidar. Cara, essa mina não existe. O seu fake news virou um fake news. Ela é o Braian. A verdade ela não sou eu. Ela não existe. Como é que você tem um print da menina dizer que tá pensando em sua incidar? Se ela simplesmente não existe. Não, Braian tem pensamento suicídos, mas isso significa que... Não, não. Não, não. Não, não.… Eu comecei a ficar assim, porque assim eu falei, eu não quero falar, que é uma brincadeira, porque é uma pedra graça. Eu não quero falar, não quero falar. Eu comecei a entrar numa onda, cara, de umas mentiras tão absurdas sobre a sunto, que estava começando a me denegri falando de mim, sendo que isso nunca tinha acontecido e contando umas histórias da minha, né? Que ela tá... Parece que ela cortou os pulsos. Eu falei em velho. Eu falei em velho. Eu falei em velho. Gente assim, eu sou amigo de infância dela. Eu já sou velho.
Cara, isso na minha cabeça, isso só mostrou que as pessoas inventam coisas absurdas na internet pra aprovar o ponto que elas querem provar. Que tivemos o episódio anterior, esse é o 100, né? Que é o episódio 99. Esse aí também não precisava nem colocar, porque se você está escutando 100 pela primeira vez, gostava nada escutando 99, vamos falar a verdade, né? Mas eu colocar um trechinho do 99, que o meu pai participante, ela sempre é importante quando meu pai participa aí, meu episódio. Especial do episódio de comemoração e ele conta a história do especialista. O Luide levantou a história do... O orgulho de igulho é LGBT e da Parada Guerra, o seu equipe, porque ele achou que seria contar aquela história do especialista. Não, puta! Não, Não, Não…
Cinicologista, formar, ba-ba-ba-ba-ba, mais um dia na préco da sede. Cinicologista formar? É, era a Cinicologista, médico, né? Aí nós tomamos uma escala e piratá, e você é um espapo, olha lá, papá, daqui a pouco que ele falou assim. É o seguinte, o gay, ele é especialista em dar um orifício. Ele toca até música. Ele ganha da mulher. Ele é o único arma que tem pra segurar. E a mulher tem marna, tem o peito, tem uma chareca. Ele só tem aquilo, então ele toca até música. Ele não se chama. Especialista. Mas vai ser temológica aí. Vocês deviam fazer uma pesquisa com ele, é verdade é isso mesmo. Quer dizer que o gay, o gay passivo, ele dá melhor o curto que a mulher porque ele é especialista. Ele se especialista, a meu naquilo, só tem aquela... Sim, ele tem outros.
Que um peitão, tem um... Então ela... O cara só tem aqui, então... Porta, vida a mão. O especialista. O especialista. Ou especialista. E aí, tem um barzinho. Eles tem até cartãozinho de apresentar sua fila de tal especialista. Ai, caralho! Eu estou ficando música. Bom, essa história foi o episódio 99, você tá ouvindo agora o número 100? E se você escutou todo esse episódio, você também é um especialista. Você é um especialista em Novo. Não, vou dizer que não, é claro que você é. Agora, eu não posso mentir que se você escutar os episódios na íntegra, vai ser muito mais legal. Por quê? Aqui é só uma outra trechinha, eu tenho muitos trechos aqui que a gente acaba esquecendo e tem vários trechos aqui na verdade, boa parte deles foram feitos pelos próprios novo 20, eles mesmo que colocaram na Facebook, mandaram DM, para a nossa Twitter, eles que escolheram esses trechos como trechos marcantes, não dá para colocar tudo
Porque, assim, não, a gente vai colocar o Novo inteiro do zero do 1 ao 99, né? Então, não tem como colocar tudo, né? Mas a gente, acho que conseguiu pincelar histórias muito legais aí, que também não traz um pouco de nostalgia para quem já ouviu esses episódios e também de uma resumo para quem está chegando agora. Mas eu queria agradecer de coração, não só os Novo vinte, se ajudaram aí, né? Acria esse episódio. No número 100 que pararam o seu tempo para escolher um trecho, lembraram de um trecho importante do Novo, mas também para agradecer todos os novo 20 em geral, que escutam o novo todo esse tempo, né, são dois anos já, a gente quer, não pude que a gente tenta acedir cá o máximo. A gente nunca deixou de botar um episódio no ar, a gente em dois anos, a gente nunca deixou vocês na mão, nunca deixou assim uma semana sem aparecer.
O que pode parecer uma bobagem? Porra, grandes bostas no botão, apesar do noar, que vejo outra coisa. Claro, o internet tem muito conteúdo e tal. Mas, cara, o Novo é muito importante para várias pessoas que, como disse, enxergam aqui a gente com um amigo e realmente a gente é, a gente está conectado de alguma maneira, partir do momento que você escuta, nossa voz durante uma hora, toda semana às vezes mais, mais do que uma hora. Toda semana, a gente cria um vínculo de amizade. E porra, eu ficou muito feliz em perceber esse público do Novo que confesso quando cria ele. O podcast, junto com os meninos aqui, Luide, Igor, Guilherme, Fred, o Braian, todo mundo, eu não esperava que a gente tivesse uma repercussão como a gente tem hoje em dia. De verdade, não esperava, já crevava...
O blog há muitos anos, não salva muitos anos, sempre fui muito acostumado com esse público do Não Salvo, que é um público maravilhoso, que sempre me ajudou muito, sempre participou bastante, mas eu não consegui chegar isso num formato de áudio. E eu estou realizado com o Não Ouvo, que realmente me surpreende, é um negócio que eu tenho paixão por fazer, virei um podcast maníaco, e eu acho que Vocês ajudam bastante em levar o nome do podcast por aí. Muita gente tem um certeza que conheço Novo, mas não conhecer nenhum podcast antes. Começou com essas podcasts, graças ao Novo, isso é muito legal também, que é um público que talvez não conhecia esse podcast e começou a entrar nessa mídia e tem um certeza que começou a conhecer outros, outras coisas. E outras pessoas já conheciam outros podcasts ou o Jomeen Air, ou o EMRG ou o Céu Lá, o rapadora Cache ou qualquer outra coisa.
E você apaixonou pelo No Ouvo também, que é um pouquinho diferente. A gente fala muita besteira, a gente tem consciência, mas saiba que é tudo uma grande brincadirinha aqui, né? A gente fala coisas absurdas às vezes, mas eu fico muito feliz, não ter caído ainda na malha fila, né? O galera entende que isso aqui é uma grande piada ou novo, é uma grande piada, é tudo muito divertido para a gente e eu espero que também seja divertido para vocês. E a gente quer cada vez mais estreitar esse laço Nos não ouvintes junto com a gente, cada vez mais promover de repente encontros ou sei lá, coisas que a gente possa estar mais próximos, isso é muito legal. Então eu queria agradecer a toda comunidade do Novo, que faz memes e difícil.
Faz vídeo, desenhos, nossos. Isso é muito legal. Isso é muito importante. A gente gosta muito desse carinho, continuem fazendo. E continuem escutando No Ouvo. Espero que no episódio 200, a gente faça mais um episódio especial para vocês que gostam da gente. Valeu gente, e não esqueça. Existe a maneira certa de escutar No Ouvo. Você sabe como é que é? Sementa com a carinha triste no busão ou no transporte público qualquer metrotrem. Bota cabecinha na janela, se tivesse chovendo melhor ainda. Não é um espectro de tristeza? Bota o forno de ouvido, porque você não é fanqueira. Isso contruou o Ouvo, carinha triste. Manda uma foto pra gente também, de comemoração do centésimo episódio. Valeu, galera! Muito obrigado!