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No ar mais um Não Ouvo! O episódio 99, véspera da CELEBRAÇÃO de 100 programas desse humilde podcast do proletariado brasileirinho, essa semana pra falar um pouco sobre festas, datas festivas que acontecem na vida de todo mundo, desde o batizado até o velório, se bem que.... VAMO CELEBRÁÁÁÁ Bancada: Cid Cidoso, Braian Rizzo, Igor Seco, Luide Hister e Pai do Cid Edição: Daniel Bayer Capa: Braian Rizzo
Resumo
Na véspera do episódio 100, Maurício Cid, Braian Rizzo, Igor Seco e Luide recebem uma visita especial na bancada: o pai do Cid. Ele estreia como convidado reincidente em um episódio sobre comemorações em geral, de velórios e batizados a casamentos, formaturas, despedidas de solteira, aniversários e até festas de divórcio.
A conversa começa pelos velórios, com histórias de interior sobre vigílias de 24 horas, pão com carne moída servido na madrugada e a velha lenda do morto que acorda no meio do caminho. Depois vêm as regras sociais de casamento (a dança da gravata e o constrangimento de ser acompanhante), as festas de formatura cheias de pompa e a formatura do Cid, que o pai assistiu da plateia. Entram ainda aniversários que terminaram em confusão, um desafio de varanda que assustou a família toda e a mania de comemorar mês de namoro.
No fim, a bancada explica como vai ser o episódio 100: um Não Ouvo documental, montado com momentos que os próprios ouvintes escolherem como o guia do programa.
Destaques
- Histórias de velório no interior e do morto que acordou a caminho do enterro.
- A dança da gravata no casamento e os truques para fugir dela.
- Cid conta como foi a sua formatura, com o pai assistindo da plateia.
- Aniversário em que o pai entrega facas aos filhos que brigavam.
- Planos para o episódio 100, um Não Ouvo documental feito com a ajuda dos ouvintes.
resumo e destaques escritos a partir da transcrição automática
Participantes
- Maurício Cid
- Braian Rizzo
- Igor Seco
- Luide
- Pai do Cid
Edição: Daniel BayerCapa: Braian Rizzo
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Transcrição
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Por isso eu sou o políquete maravilhoso, o políquete do proletariado brasileiro Na sua edição, na edição, na verdade, já passamos há muito tempo, mas digamos que na edição da contagem só não ouvo, só edição número 99, quase lá. Depois 99 é o quê? Sim, passem tudo, me zerar. Logo, vem a o não ouvo número 100, é claro que se a gente contar com teoria, contar com análise musical, com os bonos, né, gente? Passa muito esse número, mas é um número emblemático, número 100. Então, a minha direita, temos ele, Braian Rizzo. E aí, tudo bom? Trombom Braian na minha frente e Igor Seco. Tudo bom, meu povo. Não é esquerda, Luide Rizzo? Olá, fias ouvintes do Noovo, tudo bem com vocês. E ainda, como é que eu chamo esse lado aqui? Não sei. Ok, é um após esse. Eu vou falar na atragem, porque ele não é doce. Não chama de estreme esquerda, se não desordem. Ah, nada disso, o que é isso. O meu pai! Dá um eita.
Oi, não para mim, não no microfone. Oi, isso. Para quem não está vendo agora o pai do Cid, eu vou já apertar a mão dele de falar hoje. Meu pai, que é o quarto, o podcast, o Braian? Não vai fazer sempre. É o quarto podcast, considerando um episódio sobre o qual é que este trabalho. Um dos melhores da história. Depois do episódio sobre viagens? Um dos melhores da história. E depois do episódio sobre a banquita santo. Um dos melhores da história. Então o meu pai aí é o quarto episódio, já sabe como é que é direitinho, agora não é pai? Mas eu mesmo. Tem que falar no microfone. Não pode falar besteira, pode falar besteira. Não pode falar besteira, não tem que falar. Não pode falar besteira, não pode falar besteira. Não pode falar besteira, não pode falar besteira. Não pode falar besteira, não pode falar besteira, não pode falar besteira. Não pode falar besteira, Não pode falar besteira, Não pode falar besteira… não pode falar besteira
Eu vi, vai aparecer que a mafam veio. Mas eu vi, lê histórias maravilhosas. Maravilhosas, os ouvo 20 de novo passaram a semana nos presenteando com muitas histórias maravilhosas. Cara, tinha uma mensagem que chegava, que tipo era o cara cuida numa história, tipo, leia do realmente interessado. Aí de repente virava um fulfic, o que ele fez, foi um pego no mundo. É o Gamedão da Fafake. Isso são as consequências da cyber trollagem. É, fica experta com a trollagem. Fulficão, no meio, vai! Então, lado do fulfic, travou no ídil, a história. Muito bem, e hoje como é, agora galera, o Igor vai ficar maluco. O Igor vai ficar maluco. Chegou o dia. Hoje como é o episódio 99, que é quase um episódio, sem? Meu Deus, eu vou dar um marco histórico aqui, esse é o último episódio de dois discos, não ouvo.
Olha aí, por que esse ano que vem em 13 díviditos nunca mais vão? Cara, 99 beijos então. Você é uma temática aí, não é? É uma temática. Nem os audissosa conseguiria. Eu peguei sem acertar essa conta. Simples, sem sancionar, muito bom, muito bom. O PVC é chato que começa aqui. Não, porque esse jogo contra o Spot com o primeiro em 1932 teve 7 coisa para esse ano aí, porque o Juiz era o Fuland top acético de chato. Como você sabe isso? Eu acho que nem no futebol. Cara, eu acho que nem sabe, ele só fala. Ele vai conferir. Vamos entrar em umas coisas lá, ali que vai refutar o PVC. Depois é Igor Seco. Eu quero olhar os seus olhos e perguntar. Penteu. Você sabe sobre o que vai ser episódio hoje? Cara, é bíblica.
Se não for no novo tempo, eu vou ser... Não, eu vou ser... Mas tem um dia pra ele. Vai ter um dia. Quer dizer, já tem meu beijo, né? Tem um cara que foi mandando dentro, não, ouvo todos os dias falando. Tem certeza que essa semana vai ser a pessoa de Deus. Mas já tem meu, a pessoa de Deus. Não, eu digo que tem a uma de hoje. Ele tem um disc, pessoal, que são sobrers, né? Eu não vou dar a espola, fala primeiro. Eu já vou falar? Eu vou quejar da espola. É o tema de hoje, é sobre comemorações. Então aí tem o dia do beijo? Tem o dia do beijo. O dia do beijo não vai fugir, dá pra falar de bem. Tá, fala. Quando a gente fala comemorações, não é dia da árvore, dia do da senta-peuman, é o dia do episódio, só sobre o dia da árvore. É o dia do índio, dia da dia, não é sobre isso.
É sobre comoemoração pode ser qualquer português, tá? 99? E eu sei, vai ser uma comemoração, né? Porque é um episódio emblemático, então a gente vai gravar a beba do... Eu acho que a gente vai afomar a craque a gente gravar. Eu acho que o episódio é uma... E meu pai foi uma cara femenina? Não, não, eu estou pensando do doirei entrando aí para o corpo. Acho que deu água na boca ali. Eu acho que o episódio é maluco, entendeu? Fazer uma coisa, enfim, a gente aceita as sugestões, inclusive. A gente deu uma ideia muito interessante ali, né? Pra galera, né, que acompanhou, não ouvo, que é o que? O pessoal mandar com o parte do Novo. Eu não sei o que é o que é o que é… o que
Olha que belas não tem nada mais ou menos isso. Isso vai pré-comemorar, é isso. pré-comemorar. Eles falam que o melhor da festa é esperar por ela, né? É, dizem, você fica lá tem um sucesso pra não comprar roupa. A não ser se for velória. O esperar para o no velório. A velória não é uma festa, né? Não, não, não, não, não. Então as pessoas que você espera para o velório, para o internet e as pessoas torcem para muitas pessoas morrer. Por ter aquele vídeo do no velório no México, o cara que tem umas minas dançando funk e cima no cachão. E virou festa aqui, não tem uma dancação. Ela é o bater da buna e cima no cachão. Quem isso? O que é isso? O que é tocando funk? É o Definto de Atadura, mesmo, tá? Tudo normal. É apesar o mesmo, porque no México tem comemoração de velória.
No Estados Unidos tem comida, né? Faz na casa, dentro da casa, faz um... Tinha um bebê humorto, acho que eu não mexico. Bebeu morso? Sim. Que o pessoal se reúne ali no velório ou não se se depois do velório, depois que o morte já está devidamente enterrado, pra comemorar bebendo. Mas é? Aqui no interior do Brasil também tinha essa onda aí. De ter que morar, velório? Bebeu morto. Como é que é? É, só na vela assim também. Se eu já passou até em novela tudo. Mas como é que o que significa, bebê humor? O cara aí, ela pra casa do velório. Mas era durante, eu não me sensalei. É durante, enquanto o cartelista, o muerto lá na Sap, antigamente o velôrera era... Na casa. O muerto lá esticado lá, esticadinho. E todo mundo bem escarado é contendo. E batiu o martelinho no caixão, assim, tipo...
Bebia 12, batia Copa, Pesta do Marfelinho, não sei não. Eu estou perguntando, só não podia comer presunto. Ali em batia, batia com a mão três vezes para ver se o bordo respondia. Mas a minha mãe, os velores na casa durava durante 24 horas. E aí eu pergunto ter uma forma, porque você coloca o morto do meu pai, faz assim, coloca o morto na sala e ficou 24 horas. 24 horas, velando, aque dor, que tristeza. Aí, assim, até fede o corpo também. Mas esse preparo, aí se ela fede, que... Eu já fui em vários velores vídeos. É, praticamente. E aí eu perguntei por que que se costou? E daí, tanto que rola, comer, comer, é uma festa, né? Só que tem as pessoas tão trispas. Principalmente, eu usou órfãos e adiúvamos. Só que, assim, não que eu te gamei, as vezes o cara dava um tremelíquido, ele ia ter uma chá que morria e ter rava vivo. E aí, que criou-se, quando eu lua 6 é verdade, estualizam o Igor. Que eles deixam o vídeo quando a batia certeza que morreu. E isso aí era o que falavam aí porque quando...
As vezes em um retirar o morto, ele estava virado no caixão, tinha posada. Então com a unha arreado, o caixão. Mas teve o caso lá no norte e cara morreu e não tinha semitério nessa cidade, que era a cidade, porque nem tinha. A interrava numa outra, pertinho, então a põe o cara num lenseau, faziam um... Marrente. Pede a pedaça de pã, que nem uma reira, e punha no ouvo e saia correndo com o morro. O morro de apreço já está morto, meu. Já era tardinha, falando. Fala, eu poderia ser um pouco. Ainda dá tempo de interraça, é correndo. Aí, pato, saiu dois caras no mall, pique. Quando chegou pela beira do Rio, quando chegou no lú certo lugar lá, eles ficaram na dúvida para atravessar e falando, pô, mas o cara já tinha acordado, tinha dado um peque no ataque, né? Opa, tinha acordado. Ainda tinha acordado. Uma preguiça.
O Môr, montava o vivo. É, tinha acordado, ele ficou na dele, percebou que o inteiré ele ficou na dele, né? Aí daqui há pouco exputa na curva do Reão daqui, porque a gente atravessa aqui e tal, aí ele falou, é, quando eu era vivo atravessava... Aí os cara largaram o Môr, você saiu pro Correndo. Chegaram na cidade daqui há pouco chegou o outro dando risada lá, mas é verdade, foi no searar. Não será? Não será? Conta essas coisas. Ela trabalhava comigo e contava essa história. A verdadeira moto viva então. É o moto muito louco. A verdadeira moto... Você já foi em Velônia, já? Muito, muito. Muito, muito. O Bré até regaou. O Bré no Cé é de caso quando ele sente, não participou de coisa. Mas vai ver Lório? Foi a primeira história no Lolo. Ele que ele começou. Ele nasceu e falou que não foi um trauma. Então ele não foi. Ele visitava todos, fazia outro...
Eu já sou de uma cidade pequena e meu padrinho é padrinho. Então o trabalho dele era fazer velório. E aí quando era mais novo eu acompanhava ele nos velôs de vez. Então eu fui muito, mas eu acho que de pessoa conhecida eu fui em Odois assim. Eu vou mostrar. Porque as antes de estar aqui, começa o podcast. O Braian já foi num parque, não. O Braian já foi em casa, alguma vez. Já fez isso aqui, não. Já viu o velôreio, ele regalou, ele para falar muito. Muito, sempre. Sempre cadeiro, fui mais. Mas, tem um filme que eu não lembro o nome agora, que é o título do filme, é em cinema, a vivera. Eu não lembro o nome do filme. Eu não sei o que eu sou, eu não sei o que é indica.
É um moleque que tem essa maioria de percorrer os velores. Aí encontra uma velhinha também. Desvou tudo que é velório, junto. Não, eles separados a escuaça era começar aí, gente. Ele é muito fechada, aquele de cara atir. É, não é? A Braian, tipo... Aí a velhinha começa a pava, fazia cabeçadeiro e quando ele começa a se soltar, entre aspas pã, a velhinha morre. Pô, Pô, Pô… O nome do filme é a instra-me a viver. Então, assim, a gente ia há muitos velórios, né? E ele profissionalmente eu, o dia acompanhante. E como a nossa de pequena, a gente vai ter umas 10 capelas assim. Então, aconteceu com alguma frequência, a gente chegar na capela errado. A gente chega, vou para a gente ter um padra aqui, não precisa de 2 padras na capela. Então, já fui a um 100 velórios de mais uns 50 que eu entrei errado.
Muito velório. Muito velório. Muito velório. Bem morre tanta gente do cinema. É um urubu, hein? É muito velório. Mas velório é padrão. E geralmente essa participação que a gente fazia é muito rápida. Porque eu não fica rezando 24 horas ali. E acho que esses velórios em capela nem é tão longo assim, né? Não, não, não. Não, aquela joga última fase de ação. Não posso ser especialista com você, mas não. E batizado, seja feita. Também, pelo menos meus muitos dias. É lá, é lá. A batizada, ele é mais chato do que velório, eu acho. Não, você foi mais batizada, mais velório. Ah, mais velório, eu acho. Mas velório, mais velório, pra ver o velório, era rapidita.
O velório era... porque o velório não é panjoso, né? É, marcado. Então, se a gente estava na casa dele ele o par. Tem que fazer um velório, a gente faz tudo muito... Descrençado, é um barco de marcado, geralmente o barco de salida do mingo de manhã. Então, não tem porquê? Tem uma diferença também, que é o que o homem é nageado e um ele... Atrabalha em Chusac, no outro tacatinho. Então, veloro, homenagear o tacatinho, no batizado, a criança, dá um berre, tenta fogar a criança, não sei, o que já foi em batizado, já, Igor. Cara, eu recentemente fui para o palhoça para o batizado, meu afilhado, oupa. E eu convenci o meu irmão e a minha cunhada, não batizado a criança.
Eu sou padrinho, eu quero ver você legal, eu sou padrinho. Conta aí, contei. Cara, a gente é assim, pra batizar crianças, tem que fazer um curso. Tipo, pra quem fez catéquese é a mesma coisa. É por isso que eu não dou mora, como você vai achar? É, como você é cristão? Você fica cinco horas vendo o pai de falar alguma coisa e... Resumpar e nós, vai embora. Na fila pra esse curso, eu primeiro abriguei o meu irmão. E eu me acunhada ir junto, eles não precisam avui. Eu falei, eu só faço vocês fizeram. Aí na fila, eu começado a desencorar já. Pô, tu vai demorar de mar. Tem que pagar o cos. Tem que pagar, ele tem uma taxa, acho que era 15 anos de pessoa. É caro. Aí na fila, palhaça, dá comprar a casa. O acaso é o carro, você consegue. Mais três líblas. Aí na fila, a gente esqueça a bíblia. Eu falei, pô...
A gente quer fazer, olha só, mas eu acho que não tá querendo. É, É, É… é Batizado, caixá essa criança. Boa ideia, vou no tempo. Muito caro, muito bom, parabéns, ótimos pedraios. É bom lembrar disso, que tiver um filho já que não chamar. Muito bom, você já foi embatizado, Luide. Carabatizado não, mas velórios, eu também não digo que foi muito velórios, mas ela interior, os velórios são uma equilmecia, como tem pouca, a gente não nos conhece, quando morre alguém vai ter um mundo. Mas lá no sal, lá em Saltaré, tem uma tradição que os velórios ficam até matrugada, aquela coisa, no sério que é traumática, né, pra mim. E eles faziam um pão com o carimundo. Então, morria, mobilizava tipo o paderia lá, fazia pães, entregava no velório. É rapidinho, né, né. E fazia carimuíta com o molho de tomate, torna o tradição. E aí a gente tinha uma mania.
De Inus Velor pra comer pouco com o carimelo. E o pão carimelo. Ele é meio que o alimento lá em Saltaresse, por fazer um pouco o alimento, vai, é velório. Tipo, totalmente, é um curaco que eu peguei. E aí uma vez a gente foi no... E aí tinha uma piada, tinha um beba do amigo nosso lá, que é falar assim rapaz do céu. Foi no velório hoje, do Amosinha Pobla, da Ville, lá. Um pão, cara, um mida deliciosa. Eu só fico imaginando quando o prefeito morreu de que delisse que vai ser o pão. E o prefeito morreu. E só que ele já era esse prefeito. E aí a gente pôr um bêndeu, um pouco mais do dela. E o pouco mais do dela. E a gente ficou até 3 da manhã quando eu começar a servir. E a gente entrou e começou a pegar vários. Caralho, né? E aí isso a gente pegando, veio a viúva e começou a perrar.
Vocês estão vocês aí que vocês não podem ver aqui só para roubar... Cara, a gente saiu chotado, velôrreo. Não, foi suco, velôrreo. Eu peguei três pão com carne moeda. Aí tinha um amigo, meu que ele colocou, ganhando boneca, deixando lá, já. E a gente passou quando até se exerrar o meu com a branca. Que engordem, sim, cível, né? Não, assim, assim, mas fizinha da mesma coisa do velôrro do meu pai. Então pagaram com a mesma mulher. Mas foi... E teve uma vez que o salinho, meu, tava na balada e for com o meu pão com carne moeda. Na casa de chegar ao lado, postar um menagem, aí o amigo meu debo do comprimento da filho do cara achando que era esposa, viu?
Só vejo um chão, um cara da pôda, um pouco carimôido, mas pior, que era uma delícia, eu não sei se era o cheiro do morto que dava um tempinho. É claro porque o Braian já foi mais de 100 velores. Para como? Para como? Para como?… Você do amigo meu que derrubou cachorro do fundo? A Laura derrubou? A Laura derrubou? A Laura derrubou?… Quem falou morto? Fala? Não, o cheio. Que quando ele tava vivo, tu não falava nada, nunca veio em caralho, agora tu me fala besteira, o cara continuou falando, deu um muro no cara, o cara bateu, no cachorro foi... Caralho, que foi a polícia, é verdade, hein? Segura a verdade. Segura a viu, mano, que segura morto. Cara, meu irmão. Dílice, o cara... O cara se desfingou morto. É o cara muito equilhante, vai falar com o... É um amigo...
Quando tava vivo, ficou quieto quando ele morreu, ele foi lá, chingar o cara no velório lá. Já viu aquela história que tipo, que as piadinhas se pobres, quando morrem marido, a mulher tá em cima do cachorro, e me leva junto, me leva junto. Ela cai na corva, fala, mentira daqui. Já aconteceu quando se eu vi, fica a minha família, num velório muito caro na corva. Ah, tipo morreu um voo assim, aí é uma da minha espirra, e me tava... Ai, eu vou junto, eu vou junto, e eu disse que não ia calmar corva. Ele está no meio chovero, né? Ele está no meio chovero. É que é lá, não é? Cara, ele parece aquela cena do... Caldando aquele filme. A piada se materializou. Ai, mano, que a mulher cai num macova, na meia da chuva. O filme de homogê, do homogêca, aí... Que homogêca, filme de terror. É, mas é de terror mesmo. É aquele filme que tem aquela cena amando as melhores cenas de luta, que a mulher, a velha vai morrer a outra, sem nem tadura.
Arrashe-me para a infena, puta esse filme, tá bom. Eu não sei o nome desse filme, mas o título é Arrashe-me para a infena. Esse filme tem uma cena assim, que é uma mulher que caiu em uma cova lá e vira uma trocada. Ainda achou que tem um monte de filme de velória assim, de... De cemitério, então é porque, dizendo que é o sério, é do caixão, é doingotas, né? Se fosse usando a padalhia, talvez acho que seria outra pegar. É muito bom porque é esse episódio sobre como em morações, é o maior bido da história. Pode que eu odeio, fédica, eu odeio, odeio. Você não pode ver pessoas felizes, é isso? Eu não gosto dos ituais impostos para a sua cidade. A minha sessão é de coveiro. E aí tem que ter que ter que ter…
Eu já fui no casamento da minha vida. Eu ia falar isso, cara, eu dei capô na máquina do cartão. Isso tem que dar até mais, cara. Não pior do casamento na real. Quando é o amigo seu, é legal, porque é um... Faz parte do não-beide. O problema é quando você, por exemplo, é um casamento da sua, um amigo da sua namorada. Você é só... A companhia do seu amigo. O acompanhante, não conhece ninguém. Não conhece ninguém, não sabe o que está acontecendo, não sabe a história, daí é o inferno mesmo. Aí a casamento é de chegar gravata, e se for voar... Dindo a dira, o Nissequinha é, vão ser parada aqui há dois anos, já. Então, mas tu foi no casamento, pra comer, né? O mais lógico era, pra comer. Não, mas eu não fui pra comer, eu fui pra acompanhar. Mas se não quer que o cara vá convidado, venda em grécia pro casamento, é. Se o cara for lá pra comer, é porque tem comida e o casamento agora tem que pagar gravata. Só absurdo, é absurdo também, acho. Primeiro que a gravata não é a verdadeira. Ah não? Ah não? Eu vou virar, já vou apirar, a minha foi assim. Vou apirar.
Não, pirata, porra. Não, mas o da gravata. O da gravata ainda vai, se a paguei se que eu atirar, é um pedaço de pã. Beleza, você ainda tá na algo físico. E o da nuva, que é o tamanho, com que você tem que jogar tipo a oferenda. Com esse passo, o tamanho você joga, a grande não há. E aí as pessoas ficam te medindo, porque daí, o Ital Doome, ele quer sempre ser mais perocudo que o outro. E aí, quando vem que a gravata, ele tá com a rodea amigo. E já aconteceu comigo uma vez, foi muito constrangedor, cara. Porque eu não tinha realmente achando, eu não tinha nem prego, como é que eu tinha de ter grande. E aí estava na roda dos amigos meu procudo. E aí um arrancou sem conta. Pá! Aí o outro foi... Era o tamanho com a causa de cegra. Era gravada, na tamanho que é para as mulheres, era gravada por uma. Aí o outro foi assim, não um cheque de sei lá, tipo, 3 anos e a ex. Pá! Aí o cara veio no outro 50 contos. Pá, e veio neirminho, cara!
Eu fiquei se r Commission. Eu ficoi, Eu ficoi, Eu ficoi… eu f E rola ela, coloca o elástico e trague o rola de eu. Mas tem que fazer um ar agrar, fotei a nossa, especial. Se o cara for filha da puta e abrir a nota, eu vou fazer ele. Eu não vou fazer ele não. Eu feio fazer isso. Mas daí eu queria que disse que eu estava lá desmola, comendo a custa dele. Mas, ó, que festa. Era mais ou menos isso. Mas eu não fiz esse, não fiz nada. Mas, cobrava em gréxico, deu um índio. Eu já fiquei, me tranquei do antes de 15 minutos, na passagem de gravata, ali para não pagar. Já fiz isso já. Eu vou para o salão e fico perto da entrada do banheiro. Quando vem a gravata, eu entro para o banheiro. Então é isso. Essa foi o que eu fiz. Eu comecei a olhar, não comecei na gravata, nem rapa, voltam ao to de barriga agora. Entrei no banheiro e fiquei preso lá, cara. Quando saiu que era mais esperando, quartezora para cortar a gravata. Tá, tá os capriches aí.
Vocês falaram de casamento religioso, sim, da católica? Já foi no Evangelico? Cara, não é duvaz hora de blablabla. Ouvo, faz uma música pra... Ele acha de cantar e cantar. Porque todo ele vai ganhar dessa maria e de achar que cantou né? O pai dele dá um ser, mano. O pai dele... Tu as horas... Pior ainda. Mas eu já fui casalmente de ter ser muito idioma. E deve ser tão escroto quanto porque... Não tinha nada, cara. Não, você era este mundo, não? Não, eles fazem uma cerimônia lá com o ancião, tipo o padre bem, daí vai farfeste, também tem cerveja. Tem que falar, não tem bebido nenhuma. Pô, só tem quibra e salmos da vida. Não sabe, cara, não sabe. Tem religiência que não bebe, né? E a festa é mais calminha. Não, por que não bebo? Não tem que fazer festa, né? Quem não bebe que tem casa, né? Não tem que chossar. Não dá para comemorar lado a sua bebida, hein? Gente, certo? Fica coçando, pô. Fica coçando, pô. Fica melhor de ir para luchar, sabe? Fica coçando.
Mas é pra ver se o dia dos dias. Mas o casamento é pra beber, que é até o padre, bebe. A pau do pau Jesus, bebia, assim. Até o padre, às vezes, tomam vinha mais ali, também. Tem muitas coisas interessantes. No aniversário desse daqui, eu fiz um pote enorme de picles. Sabe que é, né? Picles. É que é negócio que a gente pode tirar do McDonald. Não, mas é num pote daquele. É não. Foi todo mundo embora, ele tava guardado na geladeira. Foi seis meses depois comendo pico. Então, é isso a mania de Santos, porque é o quando eu vou nas festas da parenta-aida, da Camilo, da Santos. Toda festa em pícitos, cara. É mesmo? É de sota isso? Isso faz tempo, já. Agora já não se usa, mano. Pós. Mas eu esqueci, esquecimos de servir. E por isso foi sempre com medo de pícitos. É que meu quico, eu estou mais que o que eu vi na minha festa, como tu te sozinho. É, eu lembro de uma cena assim que tava lá o pote do pícitos. Eu lembro de uma aniversária, né? Eu já contei aqui no Novo, o clássico aniversário, que enfim, aniversário a gente... Eu alugava...
Aquele adaptador de Super Nintendo que você conseguia jogar com quatro pessoas. Qual o que? Que era maior modernidade do momento. Você era uma locadora comprava aquela nave lá, pionava no Super Nintendo e aí eram dois contra dois no internet, eu não soupei essa soccer, mas com cachorro, o aptano ainda. A melhor jogo, o Juiz, ela virava cachorro. Aí era sensacional. E aí eu estava tão motivado ali de estar jogando com quatro pessoas no Super Nintendo, que era um... Era quase um pregonal, um pregonal hoje em dia que a gente tem. Um multiplayer. Era um multiplayer. Exatamente. E aí naquele negócio maluco, tava tão animado com aquilo ali, que eu lembro que minha mãe chamou pra sua pravelinha do universo. Ah, vou cantar para bem, aquela patchatta, né? Vamos cantar para bem. Eu falei, eu não vou cantar para bem, exato que eu tô jogando aqui. Eu dei uma resposta meio mal criada, assim, para minha mãe. E aí, meu pai chegou, falou, você não vai cantar para bem, então tá bom. Aí, chamou todo mundo, todo mundo tá jogando comigo, foi. Eu fiquei sozinho, porque eu não quero que ele dá o braço a torcer.
Eu não queria sair do mundo. Eu queria vencer essa discussão, fiquei lá sozinho, tranquilinho na minha e tal e todo mundo foi pra cozinha. E aí chamaram o Bob. O Bob que era o cachorro da minha vizinha que faz ele vencer no mesmo dia que eu. E aí meu pai cantou para bem se pro Bob. E eu fiquei no qual achorando, porque era uma universária e Bob que tava ganhando bolo. Mas eu mereci também. Eu não lembro disso, não? Claro porra. Mas em casa lá, a festa do gato era gato, era gato, era festa. Afeza ele vai se pegar. Fiz ele a ver se foi todo mundo, da rua. Você sabe o que vai se pegar? Faz a gente fez uma festa pra ver. Eu trouxe aqui, tem que pagar o bolso. É, não faz. Desculpa. Mas era uma parte. O brasileiro tem isso aí também, criar desculpas.
Para comoemorar. Ah, mas cara, a irmã da Camila, ela teve a filha junto com a Camila, assim, tá ali, o Camila teve a lista. Uma do logo da outra? Não, mas foi tipo, meio, semana de Francia, ela fazia mês aniversário pra filha dela. Só que ela fazia bolo, fazia cara, todo mês. Todo mês, cara. Eu venho pra camila, pô, eu tira o chapéu, cara, porque fazia aniversário lá, ali se estão... Tá bem um saco, caro. Não, não vou falar. Festa pra criança, não foi sentido antes do 6 anos. Não, agora com o interno, não vai lembrar de porra nenhuma. Festa pra criança, o pra você. Agora que o que tem que ter que me ouvir, não gostava de ferro de inversar, porque é tão trabalho, cara. Mas vai fazer um churrasco. Saber aí, então eu tenho que fazer um infante, aí tem que ir lá no seu quê. E tipo, e ela fazer a mês universário, foi um cara, é muito trâmpico, né? Nossa, tá logo, é igual o casal que comemora a mês de relacionamento. Nossa, é pra você, cara. É só uma vez por mês, então. Não, como é mais não?
Comemorar vocês, estamos um mês juntos. Comoemorar não é transumor. Eu estou falando, eu não estou falando simbulos com a mão de de sexo. Não é simbulo que está fazendo a ideia de afogar o gão. É comemorar uma vez por mês, o relacionamento. Vamos comemorar, estamos dois meses juntos, três meses, quatro meses... Pra quê, cara? Pra quê, cara? E aí depois de um ano, continuo? É um ano mesmo. Por que, Fernando? Daí não dá, né? Porque a gente acha que vai chegar no ano, vai parar, né? Agora é só dia anando, não, não, perdi no ano. As pessoas estão se amando muito, né? É um de mais, né, cara? Então eu fiz se boco e tem. Já vi com a minha ameração de um dia? Tem, Tem, Tem…
Estamos há 15 minutos juntos. Eu, eu, enfim, eu criei aqui. Eu acho que deveria ser o tratado de gênebras sobre o assunto, que é justamente o seguinte. Comoemorar o mês de namoro? Eu acho válido. Eu acho ok. Um mês? Um mês, porque é uma novidade. Mas tem que ser o primeiro mês. O primeiro mês? Vou deixar o queemorar o 10 no mês. Não. Comoemorou um mês de namoro? Ok. Um segundo mês já não. 3, 4, 5, 5, 5, 5, 10. Só pode queemorar como 10 anos. Beleza. Aí depois de um ano é só dano no dois. E aí é até o cinco, quando chegar no cinco é só o dez. Quando chegar no cinco, aí só no divorce. Só no divorce. Pouco, comemorar o divorce é o coisa que pessoas fazem também. E aí, depois aí, isso quer falar agora, agora tem saber disso, pai.
Uma derridade, agora tem festa de divórcio. Tem, tem, eu já escutei. O cara era, galera faz comemoração de divórcio, juntas encalhadas, tudo lá. Só que daí é tipo, o buna aqui ainda noiva, tá aí porrando o buna aqui no novo, pela escada. É, é alguém morto, é forgado. O noiva tá em forca. Ah, noiva tá escortejada, é horrível, cara. É um idéio de para que você vai comemorar um divórcio? E tem alguma que corta o Bilal do cara. Eu tenho um bonequeio, eu tenho um cacurão. Isso é mais autêntico que fingir que está alegre, que está terminando com a outra. Pois é, tá com raiva menos que corte o pito do cara e coloque no bolo. Aí fica o meio do que a gente vai ficar daosa.
Mas sabe, tipo de comemoração que eu também não gosto, mas... Fede formatura, não sabe. Pô, então... Fede formatura, então eu fazia muito tempo assim que eu não ia para você ver que ninguém me chamam para nada porque eu sou chato. Mas aí, eu fazia muito isso porque eu não ia não a fede formatura, e eu fui numa fede formatura de medicina. Que deve ser provavelmente a pior de todos, porque é onde tem as pessoas mais ricas e insportáveis, e não me machucem. Eu tenho um galera muito esnube, né? É o pessoal que você quer ser chamado de doutor, né? Dete boté o tweet muito bom, o que você faz? Eu sou estudante e medicina. Ah, mas você já tá fazendo faculdade? Não, eu vou estudar, passei estudando, passei estudando. O cara é do que se mexeu de doutor, né? Façou o investi-blav e da doutor. E aí, cara, eu fui na festa e aquele ritual chato, igual do casamento.
Almenagem, não é o menar, aí dez alô. É uma faculdade grande, alguma coisa sem dar respeitada, tá? Tá por que? Esse foio e os caras se sente super incríveis, então. Ah, da inenia noite, esse cara comemorando ainda, passando o slide. Nada de vir comigo, uma hora da manhã, nada de poder beber. Aí porra, os cara fica se puñetando, aí possa a foto formando, aí todo mundo está aqui. Esse cara fica se puñetando durante uma cincuária seguida. Agora vai, né? Vai entrar a banda. Aí não, primeiro tem que vir a caixa de encerde, é aquele laço que você pode pescoço óculos, de chapéu, aí agora eu dei a caixáça, aí vai ver os gás, a nossa cara. Cara, eu quero saber qual é a banda. A banda é uma banda conhecida? Não, geralmente é banda chou, que ele está. Porque ele toca, ele tem que tocar. Eu tinha pressada do ano. Porque tem uma teoria que é o seguinte, quanto mais cara é a faculdade?
Mas pobre é a banda, é o bônio do Tigrão, é o inimigo do HP, ele chega a uma banda perfeita para formatura. As formaturas que eu fui, o inimigo do HP ainda era luxo, que vai ser assim. Então, hoje em dia é uma formatura de advogado, de médico, de não ser o que, a cara pagou a ele ir a vida numa... No mensalidade chega na hora da formatura, é sempre um MC sapon. Sim, é. Então tá ligado, é um dos caras, sem menos sentido. Caras, pessoas mais felizes em formatores, principalmente medicinas, são os pais que eles, tipo, dá pra ver na cara deles, o alívio de não ter que pagar mais 10 mil reais por vez. É, mas pagou 20 na formatura. Pera que... Pera que formatura tem um lance que foi do casamento, que, por exemplo, eu tava entediado lá, mas ficou virado. Mas os caras vêm de ingresso.
Sim, eu não tinha essa parte, cara. E aí eu fui na formatura, não tinha essa parte, cara. E aí eu tive que comprar pôr de um sapato, não tinha uma formatura que não ia usar. Mas cara, a formatura é o seguinte, toda a mulher que tá de salto outro, não tinha uma formatura, o final da formatura até descalça. Então, pera isso. Então, vocês chegaram sem sapato ninguém ia dar bom. Não disse que ia barrar, eu fiquei morrendo e medo, ia ficar bom, não barrar, eu tive que pegar um prestar um palito, porque é só de camisa. E calça o senhor, entendeu? Tá bom, mas daí não puja. Vamos barrar, vamos barrar, eu tive que gastar, puta que raiva que eu vou assim, entra correndo. Não tá pra lugar, tá? É, é, é, é em cima da hora, tá? Eu descobri, faltando uma hora pra finales, vamos barrar, se eu for de sapar de tempo. Eu vou contar uma história pra você. Que como é que você se divete num lugar que as pessoas barram, quem vai de tempo? Vou contar uma história pra vocês, foi a minha formatura. Essa é a sua forma verdade. A minha formatura, meu pai inclusive, tá presente. A minha formatura foi um...
Foi um momento épico da minha vida. Eu vi o tabulado. E a fama Turo foi o seguinte, eu me formei e tava, tava, eu fiz o TCC, bá, tudo certo. Ayrô, mentira, tudo certo e eu não. Porque quando eu me formei, só faltou o TCC pra finalizar. Só que... Não, não. Quantos eu trabalho de conclusão de curso. Exato. Só que eu já trabalhava na época, eu já estava, já estava trabalhando. Então eu não tinha tempo de me dedicar a 100% ao TCC. Entendeu? E junto com o trabalho, junto com o terminar pra não... Não se repetir de ano. Então tinha que fazer três coisas, eu falei não, vou apetar por duas. O que? Vou fazer as matérias bonitinhas e vou trabalhar, não é?
Trabalhamento São Paulo, ficar 5 horas no trânsito, enfim. Então, vou tentar conciliar as duas coisas e vou deixar o TCC para depois, essa foi minha mentalidade. E aí, beleza, consegui me formar, turbotinho, 160, não é, não me formei de fato, mas enfim, termine as matérias, meu trabalho, trautura, que chegueu no determinado momento, falei, não, agora sim vou fazer o TCC e aí será, passou um ano a resolver fazer o TCC de verdade e aí me preparei, né, da devida maneira, tal passei no TCC, só que daí até a festa. Só que a festa, um ano depois, já não era minha turma. Era uma turma que eu não conhecia. Era uma galera que não conhecia. É falar não vou fazer festa porra, nem quero fazer, não vou fazer, porque não conheço ninguém, não quero fazer, e a minha festa não pagava. A formatura não pagava, a pública lá não precisava pagar. Falei bom, então não vou fazer, não quero fazer, não vou pagar mesmo, já não paguei nada, está tudo certo, não resolvi não fazer. Aí passou, sei lá, mais um ano...
Recebem um convidio de bater a formatura, vai ser num lugar tal, já que você não pode fazer as duas últimas, se quiser fazer essa, também pode. A frente não vou fazer porra, até eu olhei o convite, era do lado da minha casa, do lado, tipo, lá no... Onde é o nome do lado da Brisa? Que ele ensalou o lado da Brisa? Mendes Plaza, isso lá em Santos. E a ser do lado da minha casa. Mendes Centro, isso. É a mesma coisa, né? É a pôr da Cê! É a pôr da minha casa, eu vou. Já que tá aqui do lado, eu falei o único convidado, essa é meu pai. Foi meu pai, chegamos lá no seu aqui, só que eu tô aqui. Mano, eu toquei o terror na formatura. Eu toquei o terror. Do tipo assim...
Tinha uma câmera que eu mostrou cada um e ficava no interlão. E meu pai na plateia. E a câmera mostrava, luna por aluno. Bem de vagazinha. Chegava em mim e ficava vesgo. Fazer uma dobaje de criança. E aí eu se escutava meu pai ainda na plateia. Sózinho ele ainda. Ele era dentro do risar. Você era o filho disso. E voltava em mim, eu estava selado com tênis na cabeça. Aí era o meu pai do que exá... E todo mundo puto que eu estava... Destruindo o vídeo da formatura. Eu queria muito contar esse vídeo, inclusive, se você se formou comigo, procure esse vídeo por favor. E aí, cara, eu comecei a acabar com o negócio e eu comecei a ter essas pôr, Luide, falou de música. E aí, na música, abraçava os discurhecidos e abraçava o professor que não me deu aula, fazer a cavalinha e a gente que não conhecia. E, cara, eu destruí o negócio e é tanto que na hora de pegar o diploma, isso lembre-me bem, porque meu pai soltou uma gargalhada, muito boa.
Na hora de entregar o diploma que eu pego de ploma, né, e sair andando e trocar um notipal. O cara me deu de ploma, eu peguei e meio que fingi que era uma esgrima, assim, como assim, parte de passema dele. Ele vai, ele desgrindo de meu pai, meu pai, meu pai, achando a vica na plateia da Rizaga. Mas você escutiu, ó, o sonho do doso, eu acabei com a formatura de um monte de gente que direi o meu esforço. É, cabei, acabei. Meu pai e meu pai, meu pai de Rizaga. Eu sei que eu queria ter essa fita, que não tenho. Já te ditaram há muito tempo. Falar tem um lugar que foi. Falar o ano alguém vai achar essa fita. Não lembrar, mas eu, enfim, meu pai, você se divertiu.
Portanto, tinha felicidade. Tinha uma casal na minha frente e aí a mulher falou um dos seus que falou, isso aí é meu filho, ele ficou até arrepiar. Ficou até aí, te aravô.
Eu não sou um tipo de comemoração, mas eu sou fuma dins. Eu não sou um tipo de fuma mais. Despedido de solteira. Despedido de solteira. Eu nunca fui. Você até o senhor tem cara de quem participava de várias mesmas matem. Eu fui, parei caracaz. Fiz a minha também. Eu fui, parei de sol. Porque é, mas eu não me devi baixar. Fala, foi na missa. Eu já vi uma foto. Você estava em cheio de mulher? Eu lembrei dessa foto. Eu não sei o que eu falei. O 2004, né? Ah, lembrei dessa foto. Foi, saqueado, brutas, cerveja, pacacete, não era chops. Chops? Mas até quando abou que lhe dica. Qual que é a premissa da gente se perdi de solteiro, né? Fazer coisas que depois de casar não vai poder fazer mais. A gente joga a fim, sacanagem, pode falar. Não é fácil. É só como eu morar.
Tipo com ele, desmaiando nos churrasco com as pessoas. Tipo de dar uma churrasco a cada entre amigos e... Mulher era da pior, hein? Da mulher era da pior. Tem que fazer estipiteis. É, então, porque isso que dizem é, viu? Um amigo meu subiu no telhado? Na casa era que eles chaleam, não tinha fogo. Aí quando descobriu a mulherada essa coisa, mas ele... Ah, pra i, mas ele subiu pra ver que ele ia ver a mulherada falando de estripe e teza e porra. Ah, porque tem isso? Era prima dele ainda. Pô, aaaaah! Ah, não é a despedida de solteira. E os mulheres, as próprias mulheres que rocam. Oro, rola a mão, sacanagem. Ah, o que é isso? Então, o truto mundo. A mulherada, sabe como que ele sabe disso, que era ele sendo o terriado. Não, eu fui honesto. Não, não fui honesto. Era ele vestir de mulher, eu não. Ai, ai, ai, ai.
Eu estava em fio, eu trazo, eu penso que ele diz. Não, foi xfe, mas... Tá aí no meu que... Eu achava que era contrário, eu achei que tivesse tribitias de mulheres nas... Especil, não, não, não. Não, isso aí tu vem em filme. Isso é coisa que é coisa de mulher, né? Em filme. Isso é filme. Na verdade, é diferente. É, em filme também. Mas, mesmo que uma vez eu estava no... Pode falar, pode. Eu estou autorizando, tava no puteiro. Eu... Aí os cara casava no sábado? E os amigos já rastavam o cara, levar a falar pro putero, cara vestido e todo mundo de terros. Depois do casamento? É, o escarque na festa, a raça está por cara. Ah, na festa, ele faz a ver, na festa, ele faz o menino, na série, o mol, moroso. A gente saia caras, a gente saia cê. A festa, a festa que eu fô a vez, os cara fôn um ronjo, aí tu morbebe, no bebê, no bebê, ele começou a tocar uns fãs, então os cara começaram a rebolar no pão do outro cara. Que? E aí, então, tipo, assim, o interior do brasil. A gente cacha e agar o rebolar, mas ele cadê o pintão, sabe, o que é o pintão? Mas ele roubou, mas ele se deu para o pão.
Era o Paraná? Parazão, né? Ó, os caracadolos, cada um pintão, né? Vamos fazer bolinha, aí subindo o óleo. E aí, o que? Traço, foi aí, tem estranho, essa feta aqui. Aí eu lhe patrou de um carro comendo o cu, vai pra fora. Que? É o cu, é o cu? Vamos, Vamos, Vamos… vamos. Vamos embora aqui, tiramos o meu pé, foi fora, cara. E aí os cara foram embora, aí tu juttou a coé, que foi bom. Ajoi o tempo e a coé, que foi bom, a pouco. Começar a creberjá na boca, aí não tá, né? Mas cara é o balanço sério, os cara é, se começou ficar no bebo do Unível, os Commissioners do Commissioners do Unível, a dano-pa, é que vai ver o cara o novo. Vai ver ele era meio ruchido, né, Rapém? Pode ser. E aí ele falou meu Deus do casal com uma mulher. Então, vai fazendo umas perguntas. Eu não faço hoje, eu não faço hoje, não faço nada. Foi que eu trai só, mas foi o Besão, cara. É porque o cara fica tão bebro, e aí fica aquela... Sem lá, que não é pá da gama. Vai falar a primeira e o último, nunca mais volto. Eu... Enfim, eu nunca vi meu pai mexer de mulher e eu lembro dessa foto. Mas foi só um... Flash.
E eu falei porque o que será que a situação meu pai se mexiu de uma... Era um aventão, era um aventão. Você estava de batom, pai. Estava de batom. Estava de batom. Descravo! E de bão todos, eu não ia me assinar, era um homem sério, né? Você já foi, eu já foi em discípio de Deus, nunca. Ah não, a cor das anos foi, Braian, não, não, não, sabe lá? Eu achava que era igual no filme. Ah, ouro, galera. A cor de se papo aí. Sabe por que não é? Sabe por que filme? Filma seguinte, Braian, filme, é roliude, né? Fetazir. Não, não é que é falando, é roliú, roliú de o que que é, Estados Unidos. Sazunidos o que que é, Rogerinho? Estados Unidos? É putaria. É um país que eu admiro muito. E esse país que admiro muito, que acontece também, Rogerinho. Tem o seguinte, por exemplo, faculdade no filme. O que que é? Uma puta, todo mundo na braça, o espéitula da aula. Cuida dos pelados, corredor pelado, faculdade, na facturidade, todo loga, pacarã. É, torno de palduro, ele não se dica. Ah, eu droga, a faculdade que no Brasil não tem. Não, então ai que não. Não, que não. É isso que eu tô falando.
Quando eu entrei na faculdade, eu achei que ação america é um pai. Eu falei meu Deus do céu, vai ser gostoso filme aí. Não dá pra processar, em situação, e pegar o dia de volta, se a pessoa entra na faculdade achando que vai ser a mercantade, chegar lá no lado. Eu acho muito justo, acho que se se se… Vídeo com ator horas na faculdade, não vi os peitinhos de ninguém, tem que devolver o dinheiro. Então, eu acho que não. Eu conhece o filme que você quer para o meu peito. Isso é porque é todo o vídeo, caralho. Você faz que o olho de enganos. Isso não rola. É o caso de ter uma indicação no filme, tipo, não corresponde a realidade. Pois é, para chitar, então. Eu acho que essa é a coisa mais correta. É, porque no final das contas, eu não quero te admitir, eu chegue na faculdade, não tinha nada disso. Tinha ninguém pelado, não sei o que. Também na tua classe, só tinha homem, porra. Era a verdade, saia homem.
Eu sou de a saltia de duas mulheres. Não vai ficar tudo pelado, vai apanhar o polícia aí no possível. Falei aqui da faixa aniversária, né? Na minha, aí, que meu pai... Não, não lembra que eu fico triste? Eu esquece. A minha, tu esquece. Vou esquecer essa página. Tem alguma festa de adversário que vocês lembram que teve alguma coisa interessante? Que teve o que? É interessante, significa que é briga. Não, exatamente. O briga meu foi um cachorro ganhando a universidade nas minhas custas. Não sei, de alguma situação aí que nem meu pai contou já aqui do cara que brigou e caiu o cachorro no humor. Cara, eu não sei se eu já contou, acho que eu não contei, mas teve uma vez que a gente foi numa festa do priminho meu e tal, que a toda feitadinho, meu pai falava que o meu irmão tinha uma mania de ir para a festa igual indigo, porque a gente colocava roupa nova.
E a gente ia começar a escortizar e ficava um lixo. Todas as fotos que tem a gente universário, eu comeram um lixo, assustado, foda-me, tirou e tal. E aí... O terror da cidade. O terror da cidade. E aí a gente começou a escortizar, só que a gente foi para a festa, o primeiro, a gente andava lá na festa, a gente foi na frente de um parque, a gente começou a zoar. No parque, aí trouxe uma criança para a festa, a criança começou a ficar brilh... E aí o meu irmão foi loucura, como se eu brigar. Brigada, brigada, e não é nefessa, que ele mexeu, né? Eu com o meu irmão brigando. Aí meu pai é louco de caixas, foi lá e pegou duas facas. Isso! Aí ele pegou duas facas, chegou e falou, Julinho, olha lá vem cá! Toma um pc, toma um pc, vocês querem brigar agora, vocês brigam de verdade. Aí deu uma faca, um pacader mão. Simata! E aí ele ficou assinando, a gente parou, né? Pó, aqui, pó, essa, pai. Ai, não, ai, começou a chorar, cadê o meu? Aí, pro... Aí, pô, eu tava pra ver.
Foi uma festa do bolho de merbal. Bolo de um método de altura, aí foi dormido, meu doido. Eu só choraria deia a fã das graças. Depois de tudo isso, de facadas, deiro, pernada, melhor fingir de morte. Eu lembro que já dormi numa pizza já, uma comemoração de aniversário, porque era um dormi em cima de uma pizza. Eu estava lembrando de um morrer, o crescer e tal, o apartamento ele ficava de frente pelo salão de festa. Então eu consegui ver todas as festas que eu aconteciam de universário e sempre rolava briga. Eu lembro que teve uma vez que o adversário ele ficou tão louco. Ele falou, eu disse, ah, essa festa é minha e tal, e foi todo mundo pra janela, eu vou ir que tava acontecendo. Ele pegou um abaique que tava do lado do vuro, o se levou pra frente do salão e quebrou a porta de vidro, assim que o abaique. Barroda era abaique? Tipo, o if o abaique, na porta de vidro. Aí que eu pouco chegou, tipo, bem na hora, tava passando a viatura da polícia, eu só parou assim, pegou o cara ao jê bom e aí a gente pô, polícia acabou com a festa. Era aniversário dele? Era aniversário dele, cara. Não, animal. O abaique só coisa que eu...
O pobre ele gosta muito de acabar com festa. O pobre ele não pode se reunir. Por isso que o grupo do WhatsApp ele está salvando a família brasileira de pizza. A verdade é que trocar as pessoas comigo no WhatsApp. Cara, ele está evitando que o pobre se rona, porque o pobre ele não pode se ronar. Eu não sei se é a água da IPAva que faz isso. Eu não sei se é a coxa de frango. Eu hormônio do frango. Não sei que é o pic, Luide. Cara, é o pic, né? Essa forma, os caras se juntam briga. Mas eu, meus aniversários nunca tive problema. Sim, que na verdade eu nunca tive aniversário. O que? O que? O que?… O que Eu já passei um longo de novo, abraçado com o Marguim, nas praças chorando. Eu não me lembro, eu achei que era gastar o bom dia pra se usar até o pai do concilho. Ele veio se falar, não me lembro, eu não me lembro, eu sigo contando. Repete aqui, o que você falou? Nem ele falando do normalmente, o papai sutil. Eu já passei um ano novo, a passagem do novo, agarrado com...
Uma garrafa de Martíne, chorando na plaza. Não é música do... daquele cara. Eu já contei uma história aqui no Novo, que ficou muito famosa. Eu lembrei a si de Ezey com você. Que foi o quê? Foi quando... Acho que era no Novo, era Natal dos dois, que você me desafio a pular da varanda. Então, eu não desce o meu quarto andar, do ano novo, do... Será que era Natal que era, da casa do meu tio? E aí o meu pai é ser Natal. O que aconteceu? Ele falou, eu duvi de ser pulado uma varanda para a outra. De uma varanda ou uma do lado da outra. Desafio que o pai faz, o filho, o filho, o filho, o filho. Hoje em dia é bom, hoje em dia, no do lado da outra. O pai responsável, faz, ele falou, eu duvi de ser, você vai pular e eu pulei e meu pai pulou atrás. Eu vou lá no seguida.
E todo mundo que estava na sala só via uma das sacadas, não via onde a gente estava pulando, começou a gritar e perrar minha mãe que era no chão. E começou a... porque acharia que a gente tinha sido jogado e meu pai se jogou atrás. A galera achou que a gente tinha pulado, a avalante tinha morrido. É a tuta em uma cidade de Indirico também, é? Não, não, é o chamato que faz isso. É o chamato de... É o chamato de Leão. É a Caí de Acaboto Muto, ano, pude lá. Mendeleiro. Uma dola da lata. Porque não pula, é o peido. É a que parei tranquina assim. Era bem segura, dessa um quarto andar? Você cai, acho que... Não, eu senti lá, trinca o pé só. Não senti nada, meu. E amassar o capô de um carro lá embaixo. E aí dá para o juízo, você vê que dá. Você lembra de alguma festa que saiu do controle? Pega uma coisa que você lembra aí de algum amigo, alguma coisa tipo? E dá risada de que... Você ouce lembra? No momento não.
Ele dá uma fongada aqui que é tipo... Eu não sei porque não. Vou parar de te entregar meus abenhos aqui, tem vifriga, quer que eu não se aguem alguma coisa? Não, não, não. Só o velório é que sai o Soco e derrobaram onde? Velório derrubou... Saiu de boa. Todo mundo tem um pouco de dificuldade de lembrar de festa porque na maioria das vezes eu estava muito bebo do necar. Não, tem instrumento. Já está muito louco fazendo medo. Eu lembro que teve o aniversário meu que Luide entrou num balde de água. Ah, isso, um balde de nada, uma lá de lixo. Não, é lá de lixo cheia da água. Não estou lá, é que não está lá de lixo. Não, é lá de lixo cheia da água. Não estou lá, é que não está lá de lixo. Não, é lá de lixo cheia da água. Não estou lá, é que não está lá de lixo. Não, é lá de lixo cheia da água. Não estou lá, é que não está lá de lixo. Não, é lá de lixo cheia da água. Não estou lá, é que não está lá de lixo. Não, é lá de lixo cheia da água. Não estou lá, é que não está lá de lixo. Não, é lá de lixo cheia da água. Não estou lá, é que não está lá de li
Que tá muito louco. Vai saber, eu sei que eu fui ver as fotos, eu falei, meu Deus. O nosso amigo que eu tu peri, quase explodiu a churrasqueira, eu deixo de algo, o ácido que podia e acedou o fósso. Depois de propósso, o que eu vou se abraçar. Ele queria falar de asoheiras, o que eu posso morrer. Depois ele ficou no momento reflexivo, você não sabe o que eu vou fazer. Eu vou fazer de uma coisa que eu vou fazer. Eu vou fazer de uma coisa que eu vou fazer. Bate, bate, bate, total, a gente começou a pegar fogo fora de churrasqueira, pelo asberadas. Pontar, aqui em Becil. Ele quer morar sobre a acelha? É, que bom porquê. O meu que se queimou no braço, peito, por causa do jogo álcool também. Mas ele foi inconsciente, foi crepe.
Ele foi de propósito. Ele foi pra mim. Ele foi pra mim. Ele foi pra fazer o meu pederinho. Foi cachorro pra burro. E tipo, a gente tava muito louco. Outros dias me contaram. Eu não lembra, eu só lembro quando eu vi. Eu tava junto também. Era o meu adversário? Foi tá bom. A universidade e o Igor tava mais tarde. Esse deve ter sido bom. Foi mesmo. Tem umas comemorações. Expecificas, né? Que as pessoas se apropriam, um par, tem um sal. Então, por exemplo, aqui são pauta do ano, rola, parada, do orgulho, LGBT. Só que, e ano do mim... E aí o que aconteceu? Não entendi isso, o ano. Aí que acontece, é o negócio que isso é um pauta. E lá no interior do sal, o taranete, com a senão que é longo. Chegava a segunda-feira, a id, quem chegasse é trazada na aula.
A piada era... A piada era estar de ressaca porque foi na parada gay. Ponto! Eu lembro que eu comecei a trabalhar, cara. Aí chegava no trampo, se eu chegar se um minuto é trazado, já tinha que ir chegocedo, já estava de pôr, se eu ia ir. Então eu vou caixar o gringo. Ela chegou atrás, as outras que foi da Patacria e foi da Ucuna. Tá esperando o ano inteiro fazer uma... Para fazer uma... Uma fase é uma piada, uma piada. Tem as paradas aqui. Tem outras histórias interessantes também aí sobre o assunto aí. Como a santo? A assunto. Ela vai falar, você é o único visto mexido de mulher aqui, hein, meu? Oh, esquece. Super, super. Acenta que dói oendo.
Vai estar lá criando no Twitter. Então tem um cara aí, que saiu do serviço, aí foi tomar um chope, um amigo do trabalho, tinha uma secretária, se baça barulha, óbra em cima aqui do... Óbra maldita. Óbra maldita. Ai, tinha secretária, tal, aí na hora de se despidi, ou fulano, tu vai pra nessa direção, tal. Então, leva da um carona pra ela e tal. Flar tudo bem, o cara era casado, ele é voo amorce, não aconteceu nada. Certo, colega de trabalho, pode deixar ela lá e continuou para casa na sexta-feira no dia, no sábado casamento, aí a mulher, ele no carro, a sógra e o sugo atrás. Naquela pouco ele pata dirigendo esse sentido, o negócio não perde, assim ali olhou, a ser um sapato de mulher. Pô, tá, pô, me trevou. Sapa de mulher e falou, cara, ele deve ter sido aquela doida. Pô, eu nem percebi que ela saiu sem sapato, o cara. E a mulher, e a mulher do lado, a irigua coração disparou, ele tal, aí pana, esquina, ela parou o carro no farô, pegou, o sapato abriu a parte jogou.
Curado, penem um olhão assim, tal, desforçou e fechou a porta do carro. Ai, ficou tranquilo, se chegar. Chegou na porta de igreja e vai ter a velha daqui a pouco. A velha senhora só. A saco tava no bocadinho atrás. Fica dentro, cadê meu sapato? Eu não falei que tá ficando louca. Tá com o mal de exames, o Jaco Cid, de falar que tem aqui no mesmo. Não, que eu saí com os dois peixes. Saiu coisa nenhuma. Como é que? O Fulano olha aí no banco, ele olhou. Não, aqui não tem nada, ele falou que... Aqui lá, meu ad... Aí a velha ficou no carro, teve casamento e telefoneira um sequem, vem entregar outro parte de sapato para a velha, para ela poder comer né, na velha. É verdade isso. Aqui em São Paulo, com essa. Só pode saber o dia. Essa coisa aconteceu no dia do dia do Rio de Janeiro, no dia do Rio de Janeiro, no dia do Rio de Janeiro. O cara com medo da mulher jogou sapato fora pensando que era da sorte. No banco de trás para a frente. Tá vendo por que casamento?
Era casamento. Com moração, tendo assim. E o pior é a velha, filha ainda quase bateu na velha. Eu não estou falando, o que a fé está ficando do dor e da manhã da velha. O Luide levou a história do... O orgulho LGBT e da Parada Guienho, porque ele achou que seria contar aquela história do especialista. Não, não. Não, não, não. Essa história é a história. Essa é a territa. Essa história, a gente. Essa é o amigo meu. Com o encontro, entendi do... Cinicologista, formar, ba-ba-ba-ba-ba, vai um dia na pré-conhecida. Cinicologista formar? É, ele era a ginicologista, médico, né? Aí nós tomamos uma escala e piratá, e você é um espapo, lá, p-p-p-… p Ele toca até música, ele ganha da mulher, ele é o único arma que tem pra segurar o amor e a mulher tem marna, tem o peito, tem uma chareca, eles só tem aquele tom.
Ele toca até música. Ele não se chama. Ele não se chama. Mas vai ser tema lógica aí. Vocês deviam fazer uma pesquisa com ele, é verdade é isso mesmo. Quer dizer que o gay, o gay passivo, ele dá melhor o curto que a mulher porque eles especializam isso. Ele se especializa, a meu naquilo, só tem aquela arma, mas a mulher tem outros. Que um peitão, tem um... Então ela... O cara só tem aquele, então... Pô, ta vida a mão... O especialista... Ou especialista... O especialista... Oito aí, barzinho, Lidoco. Eles têm até cartonzinho de apresentar só, falando de tal especialista. Ai, cara... Eu estou ficando música. Pouca essa história família, vamos terminar essa comemoração de 99. 99. 99 episódios.
Sem no que essa é o recorde, Luide está debaixo na vez da Rizzo. Sendo que esse é o recorde de pessoas participando na bancada no Novo. Sim, muito andamento. Só no piloto, a gente aprimada a ver se o seu pai participa do Novo com todas as pessoas na bancada. É verdade, é isso. É, cinco pessoas na bancada. Primeira vez, primeira não, a gente fez isso no piloto. Mas, como eu não me convoco em mim, mas... Eu já comemora, porra, já comi um assunto, tá me convidando. É, se eu não me perafon, tá? Comemoração, vamos sair daqui então, a gente vai beber e comemora já o centésimo episódio que vem por aí, que a gente quer fazer um negócio especial, né? Esse é meu 29, também. Especial, não, né? É um especial, não. É um especialista, que vai fazer uma coisa especial. É outro especial, outro especial.
Então a gente quer fazer um negócio especial, no centésimo. Esse 99 também foi um pouco especial porque o pai participou. É uma figura... É uma contratação. Muito pedido, muito pedido. É uma contratação que aparece ali vez em quando. E no centésimo explica pra galera mais ou menos o que a gente dá pensão. A nossa ideia é fazer um No Ouvo documental. Vai ser o Cid apresentando ali alguns momentos que foram importantes no Ouvo, que estão sendo selecionados especialmente pelos ouventos. E alguns por nós mesmos, mas com muita ajuda da galera que está mandando os trifos que eles gostam já com o minutinho, e tal, para ajudar o bairro lá na hora de selecionar. É porque imagina, sem episódios. Se você falar assim, eu gostei muito quando Luide fez isso. Sim, tinha mais chato. E a gente tava pegando. Eu tinha um cara que mandou.
Faz um copilar de todas as vezes que Igor chamou Luide de Gordo. Mas eu não fico nenhum. Mas você também, né? Você que quer ficar perfeitista. A gente está pegando ali o nome da pessoa que está mandando. Então na hora de ler a gente pode ter falado um nome de que mudou. Claro, a gente a vez a quem está colaborando aí nos novo 20 mais. Fies, que estão colaborando com a gente. A gente já agradece desde já porque a gente quer fazer um episódio sem tésimo, que seja vir o guia do Novo. O cara que chegou agora, às vezes você vai apresentar um episódio pra ele, ele não vai entender direito aos piados internos, que você que já acompanhou já vários episódios entende.
Mas, às vezes o cara não consegue entender. Então, esse guia, né, esse episódio. Mas, se você é um episódio, os principais momentos pra entender os próximos no ouvo. Exatamente, pra virar já um marco aí na história do novo. E se você poder colaborar aí, é como se fosse um Wikipedia de cada episódio, né? Exatamente. Você fala, meu episódio tal, um minuto, tal, aconteceu tal coisa. Igor contou a história da Quarta Céria, da Quarta Céria. É a história da Quarta Céria, que é a coisa que a gente fala até hoje, quem não ouviu, sei lá, o segundo episódio do novo, não sabe o que é que é essa. Quarta Céria? É. Eu era especialista na Quarta-Centralista. Eu reprova, reprova em 3 vezes. Eu reprova em 3 vezes. Mas não usa essa palavra mais especialista, mas o especialista significa outra coisa, agora. Eu reprova em 3 vezes. Não sabia que você tava fazendo, então. Muito obrigada a todos do Ovo, que acompanharam, mas esse novo 99 espera vocês no 100. E eu vou dar um spoiler aqui. E aí, entre no 99 e 100.
Vai acontecer uma coisa. E são os portugues? Não, bom bem. 99.99. 99.99. Se é especialista em número de olhos. Valeu galera, obrigado.