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No aaaaaar o Não Ouvo #021! Com essa bela canção de LUIDELE ou ADELUIDA, sei lá… No podcast de hj falamos um pouco sobre históóórias sobrenaturais (voz macabra do Cid Moreira)…. Loiras do banheiro, bruxas, crianças fantasmas e tudo mais, da o play dj! Bancada: Cid Cidoso, Braian Rizzo, Igor Seco e Luide Edição: Daniel Bayer Capa: Davi de Oliveira
Resumo
O episódio abre com uma paródia improvisada de Adele cantada pela bancada, que logo avisa que o assunto da noite é fantasma. Cid, Braian, Igor e Luide começam brincando de investigar o mundo sobrenatural: por que só aparece de madrugada, se existe fantasma de bicho, se meio-dia é folga dos espíritos e qual a explicação científica para os estalos dos móveis à noite.
Depois o programa vira uma roda de histórias de arrepiar. Entram a lenda da loira do banheiro, com o menino destemido de pré-escola que entrou no banheiro das meninas amarrado numa corda, a noiva fantasma da cidade de um dos integrantes, a tia que vê coisas, a casa da bruxa que as crianças tinham medo de tocar a campainha e a avó que conversava de madrugada com visitas que ninguém via, incluindo um nome que fez a família gelar.
A bancada comenta ainda paralisia do sono, sonambulismo, programas de caçadores de fantasmas na TV a cabo e a ideia de gravar uma série em lugares assombrados. O episódio termina com um último relato, contado por um deles, de uma criança aparecendo no quarto de madrugada, e um boa-noite meio nervoso.
Destaques
- A bancada anuncia que o tema do dia é fantasma.
- A saga do menino corajoso que enfrentou a loira do banheiro na pré-escola.
- A avó conversando de madrugada com alguém que ninguém via.
- Programas de caçadores de fantasmas e a falha de falar inglês com assombração brasileira.
- O último relato, de uma criança de roupa branca que aparece no quarto de madrugada.
resumo e destaques escritos a partir da transcrição automática
Participantes
Edição: Daniel BayerCapa: Davi de Oliveira
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Transcrição
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Prision que tudo no princípio Deus criou o céu e a terra. Pois na terra não havia forma nem vida, Uma grande escuridão cobrirou mar. E o Espírito de Deus, Pairafas sobre as águas. Deus então diz. E o Igor, o Cidinho está chegando Luide gargalhando, eu quero saber o tema Eu juro, eu vou acabar o mundo. Lé, ele com você tá vendo. O que vai ser um ovo? Tá fazendo, vamos fazer, vamos fazer. Qual é o ter vai ser um? Partindo, quer, chá, unis.
Ade com essa música improvisada de Adele, que parece um pouco Luide, inclusive. Luide é a lança Adele, né, cara? A nossa Adele é Adele do No Ouvo. Guaidinho Tris fazendo chá. Então com essa paródia maravilhosa que a gente inicia, mas não ovo, o No Ouvo sensacional, o No Ouvo novo. Não, Não, Não… Porra, galera, podia mandar umas letras de música, né? Mas paródias, assim, meio galofrito. Podia mesmo? Podia vir um galofrito, não, mas meio galofrito. Acho que tem que ter o padrão. Eu acho que não. Eu acho que tem que ter o padrão. Eu acho que não. Eu acho que não. Eu acho que não.… Eu Matando Robojigan, mas mais de as pessoas. O deus dele é bem legal, é bem profissional. Então ela vai falar que está copiando, então. É verdade. Fodeu, a foda também, vamos copiar. Ah, vamos copiar! Vamos copiar! Vamos lá, o tema de hoje é! Olha a música. Olha a música. Eu vi o cheiro, eu vi o cheiro. Essa música, quando tem uma música dessa, já sabe.
Que é assunto arrepiante, assuntando as trevas, assuntando as trevas, assuntando do submundo, do Satanás, do Tinho, do Tinho, não sabemos do ar de Loso. Já falamos aqui sobre alins, que são eventos, É só um evento de Ali. É só um evento de Ali. É só um evento de Ali. Agora falaremos de outro assunto que também dá medo em algumas pessoas. Porque é muito a gente tem medo de ter. Normalmente a pessoa que tem medo de ter ela nunca viu o ET. Mas o assunto de hoje talvez muitas pessoas já tem um visto ou achado que vieron ou sonharem e achavam que estava acordado ou alguma coisa aconteceu. Que é fantasma. Opa, opa, na história de terror. Histórias de terror. Fala aí, em terror de abso. As coisas que tem uma marcha para sataná e fes de aí, né? Pô, você vê, não está lá, eu estava lá, eu estava lá, eu estava… lá,
Na história da humanidade e o seu representante na terra é o Toninho do Diabo. O Toninho do Diabo, é o ir Cristo do Sataná. Ele é antitezido em regristo. Ele viu a oportunidade negosa, vou lopera aí, tá surgindo um cara e então vamos lá que é Cristo. O que é o ir Cristo? O que é o ir Nino número onde Cristo? O Diabo, eu serei o quê? O mensageiro do diabo. Eu acho que eu faz... Será que eles já brigaram de soco ou a vez? Eu já deixei discutindo no João Kleber uma vez. Eles bateram boca, o João tem um pouco. O índice é o Cristo e o Torinho do diabo. Ele tinha o que resolver isso. Eu imagina melhor que o seu, eu tipo isso. É. É, isso não é o que resolver isso. O Cristo é bom, é bom. Ele é bom. O índice é bom, na sinuca é bom no boliche, e é bom na motocicleta e é bom na natação.
Como é que ele corre em cima da hora? E nada de roupa, inclusive. Ele não está com roupa, ele acabou. O cara lhe deu. É que ele não pode tirar coroa, é sofrimento eterno. Então ele deve ser uma tratou límico. De vir. Na hora nas unha em pé, representando o Brasil e o irregreso da piscina. Correndo, isso é uma dor. É uma dor de ouro, né? É só voltar a ganhar uma medalha de mil e a medalha de insessa. Comina mais. A sultry hoje não é Cristo, é torido de água não, são fenômenos que nem e recristo talvez conseguem explicar que são fenômenos paranormais, fenômenos fantasmagóricos, fenômenos que deixaram qualquer excubidú tremendo. Fenômenos fenômenais, fenômenos fenômenais, exatamente bem observado Igor. E aí eu pergunto pra vocês, já participaram, já tiver alguma experiência.
Relacionada a fantasma, alguma história de terror? Alguma coisa, alguma coisa muito estranho, aconteceu? Já aconteceu alguma coisa com você, assim... Aconteceu agora uma coisa muito estranho. Agora é? Agora é. Sem ser a música do Luide? É, É, É… Eu esperei esse dia intestino aos vazios. Por que? Porque esse lado pode ficar com medo de se cagar, né? É porque tem aqueles meus tocagando de medo, porque é pior ainda, se você tá se cagando de medo, você tem que ir num banheiro de madrugada. E aí? É de madrugada, já percebeiro isso. Agora, meio dia não tem fantasma. É isso fantasma mesmo. Não é criança, cara. Tem? Não fantasma, meio dia não tem. Mas deu meio à noite, mano, é igual. Parece que abre a sua porta. Eu lembro que tinha os... os ercaschones falava, né?
Que a hora, minha noite era a hora morta, era a hora que ir para, tudo mundo saiu. Abre os portões do inferno. A portões do inferno. A meia noite, vou encarnar no seu cadáver, numa parada, os espicuzos do meu terro. Mas apuro que antigamente, minha noite era um horário muito tarde. Hoje em dia, minha noite, a noite... Ah, o Twitter tá bom, hein! A gente ainda é putacedo ainda, tá sempre fazendo a chata. Tá, dá pra comer, pedir uma pizza, galera, atende ainda. Eu acho que a culpa são das luzes de postes, cara. Que antigamente não tinha, aí por isso você se mexe assim. É, antigamente, né? É, antigamente, né? É, antigamente. É, antigamente. É, antigamente.…
Toda hora, é noite em algum lugar do mundo. Óbimos vocês uma vermelha, saca. Nossa, profunda coisa, foi ser tada. Ele falou uma coisa muito inteligente. Porque aí é meio dia não tem fantasmas, mas todos fantasmas foram lá pro Japão, só. Japão tem. Foi tudo no pra lá. Eles vão conforme o meridiano, entendeu? Eles vão caminhando. Vão caminhando. O fusorário vai andando os fantasmas juntos. Fantas uma voa. Vão no voa. Vão no voa, por que serve? Fantasma, dizem por aí eu vou descobrir o que fantasma voa. Eles voem irando onde me trocam, lembra do Ghost? É, já adianta, mas me trocam. Porque, me trocam. Porque, me trocam. É sempre o meu noite, me trocam sempre, me escuro. Apenumbra, Luide, artificial, meu, no exudir. E morro muita gente também, me trocam. Morre muita gente, tem muito fantasma. Fica por lá já. Aí que tá a minha pergunta, fantasma. A gente já teve alguns papos aqui sobre espíritas.
E sobre religião e sobre vida, após a morte, papos cabezas, que com certeza abriu a mente de muitas pessoas. A terem mais dúvidas ainda na vida. Eu pra isso, por de que? O portanto, ele sempre levou o questiono a menos. O que é o nosso... Desse podcast, lembra? A gente falou de... Tem que... No seu tempo... Se você não sabe, não se... Por que o nosso podcast vai abrir a somente se você ainda não ouviu? Minha pergunta na verdade é, será que fantasmas? São pessoas que já morreram, mas tem um prazo de validade ou não tem um prazo de validade. Ou são pessoas que não esperando para entrar no céu ou no infeliz, que são pessoas que vão querer. Eu vou fazer um fonteiro, eu vou ser fantasma sempre ou um fantasma por enquanto. Exatamente. Eu fico nessa dúvida. Eu vou além. Mas aquele filme interstellar, não sei se vocês ouvi, já assistiram. Fantasma é o cara que está no futuro. E já falamos isso aqui também. Falamos isso como a lênigen. Como a lênigen. Já falamos isso também. Então, de repente, fantasma não pode ser uma lênigena.
Mas tem fantasias? Tem fantasias de bicho, a sua de gente. Esse é legal um fantástico. Porque por exemplo, o meu gato, às vezes ele tá assim para cá, por que como é... E pula, para a babilha, pula a casinha de erra. É que é que eu também de fantasma de gato? Ele tá vendo um vídeo dos irmãos pionóicos. Os irmãos pionóicos, ele me to passando metrador, agora. O que eu vejo em jogado? Pode ser, o Braian falou uma boa, de repente o gato foi... Faltava só pipilos e banana já bonera, de fato. Tudo bem, aqui, tudo é vida. Tudo é vida. O Braian falou, mas eu tenho a minha interessa, de repente é um fantasma de cachorro que ele viu. Não cachou, não cachou, mas eu... A gente vai cair naquela história que a gente já comentou em outro podcast que é... Aí vira fantasma e aí no seu quê? Será que existe fantasma de dinossauros? Será que existe? A gente entra naquela onda, aqui daí... Fodeu! É, acho que a gente não fomora com ela. É, claro, não, a gente não. Acho que a gente tem que forcar nos acontecimentos mais comuns. Sério? Por exemplo, fantasma de criança.
Fantástico, gente. Eu quero saber qual é o problema dos fantasmas, a lora de banheiro. Porque você tem que ficar achando o saco da porta do banheiro. Não, isso é... Por que que que… Machu o pressora, determinando até o tipo de fantasma que tem que apetar os pãeiros públicos. É verdade. Eu chego lá o fantasma, não fantasma trans. Não, senhor, foi. Só aceitamos fantasma loiras, jolhas únias. Eu acho que isso merece um testão no Facebook. Vamos fazer, vamos fazer. É foda de representas de vida dos fantasma de manhã, pucanês. Porque é que sempre tem que ser o anoio, e vão no mistrado. Não pode ser. Não pode ser. Não pode ser.… Sim, dois, cinco, entre dois não. Não, teu terro, sim também. Meu vovão sim. Hoje eu vou acreditar. Hoje você vai acreditar. Sabe por que eu acredito em fantasma? Porque se você não acreditar, eles podem chegar para comprovar, entre para provar que existe. Não, eu já acredito. Eu estou falando aqui, eu acredito em multifantasma que envolta a gente. Tem que eu fantar botando pão na nossa boca, dentro disso. Então, como eu tenho multifantasma que envolta? Eu já falo que acredito, porque daí é um movimento de atasado.
Vocês não acreditam? E vocês que estão ouvindo ou não ouvi falando, eu também não acredito, eles vão visitar vocês. Para provar que eles existem. Vamos puxar o pé, gente. Vamos puxar o pé. Quando você estiver dormindo hoje de uma drogada e o teu pezinho estiver para fora da cuberta, você vai sentir uma mão fria. Uma coisa estranha. Estou cantando no seu dedão. Um, Um, Um… Vamos ver a gente. Vem multifantasma envolvendo, é o que é o planeta para o primeiro. É, são o matinal, acho que não é da maior de quinta. Você é com fantasma? Olha aí, olha aí. É um fenômeno paranormal, isso. O pau levantar de manhã. É um filme paranormal, porque você está bem. Você pega um tomado, parece ele. E eu soube o negócio, porque eu fantasma um podcast de madrugas. Ele quer fazer alguma coisa antes de embora, porque vai amanhecer. Cara, ele foi genial. Eu nunca tinha parado de pensar isso. Eu nunca tinha parado. Na verdade, a pautura de manhã, nada mais é do que um fantasma transorco, você se você saber. Um boquetinho. Cara, ali, mano, isso muda muita coisa na nossa vida.
Cara, eu tinha certeza que existia alguma lenda sobre esse longo lugar do mundo. Ah, não, eu acho que a gente vem toda aqui, cara. Será que começou a dormir? Se não, o pessoal de um restaurante já foi do programa sobre isso. É verdade. E não fizeram, então eu acho que eu saíram. A historias são os antais, mas boqueteiros, novas séries. E a gente não sabe. Só pelo título é aquele programa que você tá fazendo, você fala assim, fala assim, o chão é do lindo, até um dia, é um sentir algo, a polpão, meu irmão. Se for fantasma é ter que dizer de comer, né cara? Ah não, paz. E eu... porque você não tem que fazer né meu? Não, o direito é meio do meio do mundo virado no parede. O aplicar com fantasma não dá pra botar, bom, na parede, porque ele vem do... de fora da parede, só em fio pau, na... entra parede assim, ó. Não tem que... não tem como escapar, velho. Tem razão. Se você ficar barrica pra cima...
Ele vem pro de baixo do colchão, em fiopaldo, na travessa do colchão. Você não tem como não ser de estuprada por um fantasma, não é todos ali? Vai ficar nervoso. Vai, Vai, Vai… vai Nada mais é do que uma grande venção do seu humano. Uma invenção talvez para assustar crencinhas, uma invenção assim como é o... Eu não quero perguntar por exemplo, assim... Descomunir? Não sei, não sei. Então não é, repente. É uma invenção. O velho que não deu, o dedo vai te levar. O homem de saco. É, derrepenho ver que não tem um dedo. Vai levar um emprego e to papá. O Homem do Homem do Homem, do Saque, não sou nem vencer, só fazer crençadas, é sustar. O Homem do Homem da Prita, tá ali. Que a paciã se ficar quietinha, né? Pede fantasma isso também, mas a gente cresce ouvindo isso. E por exemplo, chega de noite, tem um fenômeno que acontece em todas as casas do Brasil e do Panamá. Que é o quê?
A noite os móveis começam a arranjeia. A gente tem um livro que você está dormindo, tá de boa, o começo não bora de nenhum. A geladeira, geladeira, geladeira vai ter um nome no estado, no estado do nada, do nada. Você fala caralho, será que é um fantasma querendo comer alguma coisa? Além de mim? O fantasma do geladeira. Ou que não, você fica naquela... Tem uma explicação científica muito óbvia que o mundo deve saber que é. De noite o ambiente fica mais frio e aí os móveis se contraem, como eles estavam expandidos durante o dia que é um ambiente mais quente, então tem estalo na madeira. Você está espicando aqui, eu estou no meu filho. É, resta o channel. Eu estou no teu filho. Você é comprovado pelos meatbustos? É comprovado por mim. Não tem madeira, como é que funciona?
Aí está no mesmo jeito. Aí é o Satanás, mesmo. Aí é o Diabo, aí já com o Diabo. Aí a ciência empaca aí. Aí já não tem como explicar nada não. Aí quando... Toda regra tem uma exceção. Tinha aquele momento que não tem explicação. Eu tenho uma história de fantasma que já começa com a coplada com uma história de criança, mas não uma criança fantasma. Eu quando era criança. Eu não tenho de nada, mas com medo. Eu quando era criança, não pré. Eu conheço o pré, o Igor estava escolar. Ficou seis anos lá, então com a minha espada. Por uns melhores quatro anos na minha vida. Preprimário, que é uma época mágica do ser humano, né? Eu lembro que tinha um cara na minha sala que se chamava Thiago Cabezão. E se apelido porque obviamente a cabeça maior do que o corpo. E provavelmente que eles chamavam Thiago.
E também, principalmente. Ah, é verdade, isso é importante. Puxar com a versão, você chama de chaveção, é dois motivos principais. Você chama de água e tem a casa grande. É verdade, não tem como mudar para jamais ele e juca a cabeça. E nem te água, o pesão. A não ser que o te água se pareces com alguém, chamar de chave. Que se chamasse, ou seja, por juca. O Thiago ele se parece com o Juca que fure, então ele virou o Juca a cabeça. O Juca a cabeça. O Juca mais. O Juca e tem alguém que se chama Thiago, ele parece aquele Thiago só que cabeçudo. Tem o Thiago e tem aquele que parece o Thiago que cabeçudo. Parada pra você, mas como a gente é retarda? As emparam, entendo no apelido. As emparam, ficam olhando, pensando na inserção que a gente tá falando. Eu tenho vontade de jogar esse microfone na palede. Não sei, eu gosto de conferir todos os dados que você se passa nas histórias sobre a gente. Ok, mas não é essa, não faz, não tem que ter que ter que ter… que ter. Isso não é o interesse, o que interesse é que eu estava no pré, colte a cabeção. E o que eu tinha o cabeção é no menino mais popular do pré.
Porque ele beijava na boca. Então, ia ser o júcar que eu sempre daria aquela boca. Deixa eu contar, tinha a cabeça, o que beijava na de beijava as minhas na boca. A beçuda que a beçada... A beçuda que a beçada... E ele dava um selinho nas minhas, então ele era muito popular por causa disso. E aí, um certo dia uma menina saiu chorando no banheiro na hora do recrei. E falou que a loira do banheiro estava no banheiro colégio. Ai meu Deus! Imagina, imagina um preto. Crençada ficou. A galera que estava jogando bola com todinho, fazendo todinho de bola que te falou. Parou na hora, que isso dificilmente acontece. Pararam, não falam meu Deus, sei como assim, tem um fantasma um beiro. As meninas que estavam lá pulando corda pararam na hora. A galera começou a ficar os gojinhos que está comendo só o gatinho.
Nossa senhora, falar... Pô, estáhârico. Não, com o sério. Então, é uma apetite, comer uma rápida. Ata, a gente, é tudo mesmo. De um parado, comer uma... É, eu te vou regoleir. É, eu vou regoleir, eu vou regoleir, eu vou regoleir… eu vou regoleir Quando você é pequeno, você acha que a canal tem 1.200 pessoas aqui em volta, tipo, te atrinta. Você acha que era uma galera, mas a gente deveria só assalar, era um 30 pessoas. E aí aquilo é o Vorôsso todo na Pátria do Banheiro, e esquerda, tinha o cabeção suje do fundo, assim, e começa na licença, vai passar. É uma brinda na galera, a brinda na galera, como se fosse super heroi. Vai passar no... Só em pôr noco a cabeça, assim, ó. A gente vai pro cabelo. A gente vai passar no cabelo. A gente vai passar, né? E vai chegar na menina.
Olhou ela nos olhos e falou qual é o problema? A lua do bem é ainda... deixa comigo. Olo, comigo. Não, deixa comigo. E aí a gente tem uma grande ideia, que era o seguinte, pegamos a corda, onde as meninas estavam pulando a corda. Amarramos na cintura do Tiau, com a abessão. É muito legal. Amarramos na cintura do menino, seguraram a corda e ele falou, eu vou entrar lá dentro e vou pegar a lua do bem na porrada. Caralho, tchau cabeção. Tchau cabeção muito muito. Tem ele gente, a cabeça de mais cara. Corajoso, tchau cabeção. A gente se tia a coração. Corajoso, tchau cabeção. A gente se tia a coração. Corajoso, tchau cabeção. Corajoso, tchau cabeção. Corajoso, tchau cabeção. A gente se tia a coração. A partir do momento que ele pisou no banheiro, ele virou o tchau a coração.
Ele era o que por o cinco carêus. E a coração entrou naquele banheiro. Então o cara vai para o cabelo e ele falou o seguinte, antes de entrar ele olhou para trás. Ele se fez. Não, ele olhou para todos e falou assim. Talvez eu não volte. Eu não sei o que me espera nesse banheiro. Sim, por favor, devido. Não, eu te aprado. Não, vocês verem como era revolucionário. Era um menino entrando num banheiro feminino. Que no pré é um negócio absurdo, não pode. Não pode, Ele é um herói. E sendo querendo ser um herói. Querendo matá-lo, ele entrou. Aí você só ouvia o teio cabeção. Fazendo o ritual da Lua do Benheiro. Que em vários lugares é diferente, né? Na minha cidade pelo menos era abre a torneira três vezes. A torneira foi chamada. Foi. Foi. Foi. Pois não tava lá. Pois não tava lá. Pois não tava lá.… Pois
Isso, tem que falar uma coisa, fazer alguma coisa ela parece. É um código. Não é a tua que o Charlie Charlie dá, também é uma coisa. Tem que fazer aqui o que eu fantasma apareça. Mas perigoso aí no que você que está chamando. Exato, e a menina fez isso por isso ela está chorando. Tinha o cabeção, foi lá, abriu a toneta três vezes. Falou o nome Lua do Benheiro, três exorando com espelho. Acho que é isso. E apagou a Luís três vezes, Lua do Espelho na terceira vez ela iria aparecer. Era essa técnica. Eu estou vendo que vocês estão olhando para mim com o Leaton, compreenderam. Com a coisa, tem que acontecer que eu tinha a coração valente. E aí, do nada, tinha a coração, deu um berro. Ah, meu Deus. Que entro, banheiro. Todos os mil e se puxar a corda. Na hora. Passar o vá, tinha que saber se você vem. Só que tinha que saber se era muito gordo. Porra, tinha que saber se era muito gordo. E aí, eu não sei que aconteceu.
Essa parte é muito boa. Eu estou lembrando agora com você e eu posso não pré. Acorda, acho que diz a marrô da... da... da... da... se entoura dele e com o que a gente puxou, só ver a cor. E aí as crianças, cara! As crianças entraram no desespero! E aí, o rio! E aí, ele vai! Que lá está aqui, que lá de chorando! Correndo, que ele chamou diretor, que ele tinha morrido. A diretor estava trabalhando, esperando aquela vida de uma nota ou nada, o esperou de algo acontecer. Eu tinha uma criança e falava, professora, tinha com a pessoa morreu. Já começou a ver levado pela noite e morreu. E aí tinha a cabeça? Ela tem o kit ali, para que o bateu. Futurais, por isso. Depois de alguns segundos, tinha o começo apareceu. E a galera falou, a graça, Deus, ele estava vivo. E ele falou assim, lembro como se fosse hoje. Só falou assim.
Ela existe. Ele não falou nada, só fala isso. E aí ficou aquele negócio, né, no colégio. Durante um ano, todo mundo falando que ele não sabia, cara, como é que ela é? Como é que foi isso? Te acabeçando ele, só a balança tava cabecendo e não falava sobre o assunto. Então, ou seja, segundo experiência de Tiago, o cabeção, Vulgo, Tiago. Coração, coração? Coração valente. Fantasma existem sim. E a partir do pré... Eu percebi isso, eu acredito até hoje porque eu tinha o cabeção não iria mentir para mim. Não, você não tinha que não ficar. Não, o cara é o aeronói, você acha que o aeronói mente agora? É o aeronói nacional. Eu fico uma dúvida. Inclusive, já quero aproveitar esse momento, a gente sempre pede no final. Você que está escutando no Ouvo, ainda tem mais um tempinho de novo, já pega um papel, já pega uma caneta e desenhe nesse momento te agua o cabeção e mande para nós. Coração valente. Não menagem a esse aeronói.
Então, a minha dúvida é seguinte, como que é a leira do banheiro? A leira do banheiro está mais pra cheio amelo ou o rote ronze? Eu pra minha rote ronze, cara. Graças a vocês lá. Graças a vocês lá, por que? Graças a vocês lá, por que? Graças a vocês lá, por que? Graças a vocês lá, por que? Graças a vocês lá, por que? Graças a vocês lá, por que? Graças a vocês lá, por que? Graças a vocês lá, por que? Graças a vocês lá, por que? Graças a vocês lá, por que? Graças a vocês lá, por que? Graças a vocês lá, por que? Graças a vocês lá, por que? Graças a vocês lá, por que? Graças a vocês lá, por que? Graças a vocês lá, por que? Graças a vocês lá, por que? Graças a vocês lá, por que? Graças a vocês lá
É verdade, se fosse a cheia lámelo e a sem terça seria um causa sustador. Não seria legal. Ah, o problema é que ela tava vestido de novo, aí peça com o ser pô, a moeda vai casá-la aqui. Chegou, cheio de ser. Bom, eu vou aqui ficar enchendo o saco dela, pô, vai casá-la. É meio foa, é meio foa. Mas a pessoa que procura, na verdade se por de que acha sobre o leira do banheiro, no fronso? Tá vendo? Tá vendo? Tá vendo? É porque a pessoa procura, a pessoa tá querendo, né? A pessoa tá querendo, foi lá, fez a torneira, avalou no espelho, caralho, é porque tá querendo mexer com fantasma. Agora, por que que é Luide do banheiro? Como é que ela foi definir os códicos, né? Ó, é tipo... É só patar uma branca do acuma, tá ligada? Paz em cada região, é uma coisa, né?
Tem um cara região, tem um... Tipo, lá em Paloma, você tinha que apagar a luz três vezes, escrevendo no espelho, no loja do banheiro. É porque palhaço é mais longe, pra ela ir pra lá, o cara tem que ir. Mas só que dependendo do código ela não vem pra fazer uma coisa, tipo uma vem pra assustar, outro vem só pra limpar o banheiro. Tipo, pra botar o combate, assim. Pra dar um dos pares. Se fosse pra limpar banheiro, queria ter uma aloeira no banheiro lá em casa. Mas ir o código vazava, voltar o banheiro limpo, com a aloeira, você já seca.
Cara, no interior sempre rola muita história de assombração, história de monstros seres que habitam. É, mas isso não é uma explicação, não é, Luide? É, sempre tem bom. Por que? Porque a galera não entendeu o bébio para caralho? Porque não entendeu o interior, isso não é nada para fazer nada, principalmente nada. Então, tipo, ou a pessoa está ali o tempo toda beba da... E tem um grilo também, né? Grilo e sapo, eu morava... E vaga, Luide. A minha casa, a minha casa é muito sapo, eu ficava aquele sapo... O sapo de um pulinho no mato ali é fantasma. O imféculo apareceu, é óvine. A longe já veio em baçá, também cachaça é óvine. Então, quando os dois aconteceu mesmo o tempo, o sapo pulinho pareceu para a lube. Porque é assim, lá na cidade, uma das histórias que tinha muito era da nuiva, que tinha clássica, mas era do banheiro. Era uma história que uma nuiva, que quando foi casada, sem quando, estava numa carroça, a carroça teria muito alguma coisa e ia morrer. E aí, toda uma druga,
O meu nome é o Carnaval, eu sou o Carnaval, com os caras de escatora com o comicárito, e aí diz que ali os bista solto, porque quando Jesus está... Aí acontece... Tá igual Blade, dissem que na... Bamei noite da quarta, durante a quarta, eu dava para escutar o barulho da carroça da noite, e ela parecia pela cidade. Eu faltava as vanas da carroça. Isso acontece ao tárea, uma cidade que ela fica durada do Rio. Que é o nosso querido e glorioso, tô ali no panplevo. Viu e tal, né? Vai chegando perto, assim, na paz, coisa que já tá um friozinho e começa a subir aquela neblina, sei que ela é que ela leva, que fica na cidade, toda bem, é bem legal, assim. Pra quem tem medo realmente não é um bom lugar pra morar. E aí acontece, eu tenho uma tia.
Que é meio exotérico, que é meio misterios da minha noite e no seu quê? Ela gosta de jogar coxinha, ver o futuro. E ela gosta. Só de santa, ela conhece um 50 mil, não tem mais pra te ler na casa da época, coloca santo e eixo. E bolo, como uma meu bolo. Ela é do batuque. Não sei do que ela é nem ela sabe. Ela tem, assim, status de Jesus, ela tem um boto de corde rosa, ela tem uma mãe e a mãe já. Ela tem um Deus, um Deus fricano, entusiasco. Ela aconteceu na sua vida. E ela é si, a gente ouvi no seu que, ouvi um dragão, ou o que? E é uma vez que quando a gente morava, a gente era feliz. Os outros, a gente falou que ele foi um lugar que desti uma rua que decia. Desci, decia, decia, decia e chegava. Então era nossa casa, que era bem escuro mesmo, se estava a sanerva. E nesse dia...
Eu estava vestido com uma calça preta e uma blusa branca, estava frio. E era mais ou menos duas da manhã, já era mais velha, 16 anos. Eu estava vendo da rua, sabadão e vina ali, aquele frio que atoca e descendo a minha rua assim. E lá embaixo eu olha, e está a minha tia, porque ela tinha o filho dela, a nossa cidade também estava lá, rua, acho que ela estava esperando. E ela olhou assim, eu descendo, eu descendo. Sai o correiro pro gente casa, da casa dela. Sim, pá, o músico deu assim boa, beleza. Sabe-te de manhã, tô lá, deitado, ou se ela chegou com a minha mãe, Cleusa do céu. Muita e duas horas da manhã eu finalmente vi a noiva. Ah, Ah, Ah…
Na meva, se eu souvel, o encontro da blusa. E aí a calça preta e eu vi que ela correu e ela não tu de ela tá quando o clã se eu via morro e vai na mão, eu tenho certeza que as anões. Aí vai ver o foto do Lista e ele com o floreno pra ver o que? Ela era noiva. Mas ela se explicou pra ela? Não, ela tá nojala tá... E aí teve uma vez também, e aí quando se eu comeu primo, o neto dela, na verdade. Que eles moravam lá e aí ele levou uma menina pra casa, ele levou a namoradinha pra casa. E aí, tá lá no Raleh Rola na cama, certo? E ele em cima da mina. E aí ela chegou, acordou com o barulho do Raleh Rola, que ela foi meio, isso era abriu a porta, ó, ó, o meu primeir me escutou, aquela brou porta, ele parou. Aí ela, daí ele contando, que ela olhou e partiu a porta de novo correndo e correndo e começou a orar. Ele foi que tá merda.
Cuidado amor. Minha volta. Escutou eu transando aqui e tal. Aí no outro dia ela chegou e falou assim, filho, onde eu tive flutuando na cama. Ela em cima da vida, ela joguei o fruto aqui, não lê o sol, ela não estava à porta porque ela joguei o fruto ano. Eu vi você fluto ano na cama, eu fechei e fui orar porque... Eu não entro com algum estudo, meu Deus. Porque ela vai continuar traseando e escutando o pai e o nosso, tá bom. Ela vive uma vida muito maneira porque ela vê môio, ela vê sujeitos de fluto ano. Então, é igual a chucha. É muito bom, cara. Agora a chucha vê do Andy, vê do Andy. Eu tenho uma tia que ela tinha tudo pra acontecer isso com ela, mas não aconteceu, cara. Ela nasceu no dia das bruxas. Ela nasceu no dia das bruxas. Ela nasceu no dia das bruxas. Ela nasceu no dia das bruxas. Ela nasceu no dia das bruxas. Ela nasceu no dia das bruxas. Ela nasceu no dia das bruxas. Ela nasceu no dia das bruxas. Ela nasceu no dia das bruxas. Ela nasceu no dia das bruxas. Ela nasceu no dia das bruxas. Ela nasceu no dia das bruxas. Ela nasceu no dia das bruxas. Ela nasceu no dia das bruxas. Ela nasceu no dia das bruxas. Ela nasceu no dia das bruxas. Ela nasceu no dia das bruxas. Ela nasceu no dia das bruxas. Ela nasceu no dia das bruxas. Ela nasceu no dia das bruxas. Ela nasceu
Ela nasceu no dia das bruxas, não sei se o dia das bruxas é sempre o mesmo dia todo ano. É. Eu não sei. Olha o que está vendo aqui para o mar e o carnavó sendo carnaval até esta menina. E quando ela foi fez a diversário de uns dois anos, ela foi atropelada por um fuz que apreto, cara. Ó, louco. Opa. Aliás, ela roubou a bicicleta da minha mãe e foi atropelada aí. Todo mundo ficou falando caralha. Ela é o boudre soado. É, ela é o boudre soado. Pô, a gente é o agrenal do Timote, é atropelada. Ela foi atropelada por um fuz que apreta no aniversário e ela é o amor de soada. Pois é, né, cara? Ele teria outras coisas. E aí a gente cresceu ouvindo essa história e achava que ela satia. Era uma bruxa e alguma coisa assim. E ela ficou tudo com medo, mano. Ela nunca matou nenhum gato no nosso afrei. Ela tinha uma mulher atropelada por um fuz. Dia da Universidade 12, ele viu uma bruxa. Só que no dia da bruxa também, né, cara? É, ela investa em ela, né?
E toda a casa vai direto no mundo, se eu não vou descansar no dia do Universidade do Ovo. Não sei, já você que tá ouvindo o Novo, não naça, mas importando, seja atropelado por um fuzca. É, também é um bom... Tem um campeão tetano, né? Na frente da casa da minha vota, uma casa abandonada, que não morava ninguém, mas era uma casa bonita, assim, era bom. Tem casa de fio de terror. E a casa aporta da casa, ela tinha um vidro, assim, que era aquele vidro, eu não sei como é que chama, aquele vidro de bolinha. É um vídeo que não dá pra chegar ao outro lado. É um vídeo que não se enxerga o interior da casa. E aí eu não sei por que mas tinha luz dentro da casa, talvez porque alguma janela ou dentro também tinha esse vidro e a gente se enxergava luz que vinha pelo outro lado da casa. E aí eu lembro que toda vez que tinha encontro de família na casa da minha avó, as crianças todas ficavam dizendo que aquilo era a casa da bruxa. Não era uma bruxa naquela casa? Eu acredito. Então, e aí todo não ficava muito medo da bruxa e eu não sei por que, coisa de criança, mas...
Pra saber se era a casa da Bruxon, não. A gente se revesava ali e traçava uma estratégia pra ir tocar acompanhando a casa da Bruxu, Fuji. Pra taza na Bruxu. Pra aí, show só que da Bruxu, que é pra mim. É pra mim, é pra você. É um momento alguma Bruxu, a bruxuia, a bruxuia, a bruxuia… a bruxuia Eu sou o querdo fazer, mas eu não sei o que eu sou. O Caldeirão não foi, naquê se eu estou com a campanha. Só que comendo meu borseguinho, você tem que falar. E aí era um cagasse absurdo, porque eu lembro que a gente disse, os maiores aventuras da nossa infância, eu fui tocando a campanha da casa, mas a campanha funcionava. Eu não sei, a Bruxa nunca apareceu. Não, mas eu não dava pra escutar o dinho, então ainda não dava. Então, na campanha nem funciona. O que eu tava voando só antes de vir. O humanos não se clicar. A gente vê que cresce de verde com coisas incríveis. Porque o nosso maior medo era tocar campanha de uma casa que não morava de gay, a campanha não funcionava. Não, todas as histórias aqui tiveram o final feliz.
Por enquanto... Por enquanto... Ai, como era essa história? Tem uma mais feliz ainda, porque depois de um tempo alguém foi morar naquela casa e aí a minha prima menor que frequentava mais a casa da minha vove com a amiga da criança da família. E aí ela chamava crescer de filha da bruxa. A vida toda, eu posso brincar com a filha da bruxa. Nós, mas a gente tá aqui na inquisição aqui. A propilada vira a bruxa. A criança que não tem nada a ver vira filha da bruxa. Imagina, senso. Eu vi no moio, tá? Não é uma morada da rua, então é virar o quê? É pro chinauara também. O chinauara, vai ter que ir para a fogueira, tudo isso. Agora, essas histórias tiveram o final feliz. As pessoas que estão escuros, não ouvintes do Novo, estão ouvindo ou ouvindo? Estão sorrindo nesse momento. Alguns talvez estejam ouvindo assim, porque não é o podcast, ele sai bem na virada.
De quinta pra cistar alguns. Na hora dos mortos. Na hora dos malgum, já estão ouvindo, quando o portão no inferno está aberto e estão dando risada na cama escutando na risadinha. É, É, É… E o que está lá? Fica tão clima. O que está lá? O que está lá? O que está lá?… O que O chaleiro, o chaleiro é brava, era vivo. Não sei se alguém já viu o esquiro do chorão. Não sei se ele já foi. Ela chega lá, a sala tem um esquete dando um bairro fluido sozinho. Imagina o cara que tem um esquete em casa, um esquete saindo dela, você faz de maláblas. Só um esquete, só um esquete. Desquente, só, desculpa, dando o skin flip. Desculpa, não, não, não… não Aquela tábua, ou? Então, tábua hoje, ou? Então o que que flipa o passeio é o flipalô? Isso, é o flipalô. E é cenário? Chorou, não se atem porra! Aí faz uma nova vindo pra dizer assim, ou não? Vai brincar, ele vai te atasar, não, gente. Eu esqueci de te retorrar. Eu esqueci de que ele nos critou, de que a poupola sai andando.
É, tá pensando aqui. Enfim, cheiro naquela época. Se é que ele já foi vivo em algum momento. Tá vendo ele chorando? A gente é um dia certo. É, agora vivo. É, te já não tem certo. Nem a gente tem certo. Mas enfim, ele era bem embora. E aí eu estava, estava na minha casa que ficava na região da ponta da praia. Ela em Santos e a minha casa tinha um corredor. Era um corredor muito longo, assim. Era uma casa bem grande. Tinha um corredor longo e eu morava com a minha avó naquela época. Minha avó. Ela faleceu nessa casa, quando a gente estava lá. E minha voo faleceu com 98 anos, ou seja, ela já estava bem velhinha, quando ela estava morando com mim, estava bem velhinha. E ela estava com os aímer. Então minha voo ela...
Mas eles falavam umas coisas em sentido. Do nada, entendeu? Mas eles estavam se chegava e falavam... E aí, se foi... Fala uma coisa que tinha acontecido há dez anos atrás. Com o seu celular. Com o seu celular. Se fosse no dia. Se falar caralho, que era muito bizarroso. Mas o seu celular já fosse só. Mas sem entender, uma doença. Mas não era a curta de dia. E o que eles querem que a gente acreditia. Exato. E aí teve um dia e a volta ao domínio no quarto de lá ficava um pouco afastado no meu. E aí era lá pela 3h da madrugada. Minha voca começou a falar alguma coisa sozinha. Meio alto. Fala alguma coisa. A gente tá falando alto. E eu tava acordado, assistindo no televisão. Aí escutou uma voz abaixeta televisão, assim, o volume da televisão. Não é, tem uma voz aqui, que esquisito, abri a porta, o coelho é aquele corredor. Longo, para caralho, minha voca vai lá no último porta, eu falei. Tá vindo com 4 minha voca. É a voca, minha voca 3 horas da manhã. Não fica acordado esse horário, o que aconteceu. Só que eu tava com o cagasse de lá.
Eu não vou falar de mim, eu não vou falar de mim. Eu fui de vagarzinho, e a voz dela foi ficando mais forte. E ela falou, um puta papa, e aí eu botei o ouvido na porta, para ver se realmente era de lá que estava vindo um papa. E ela estava conversando com alguém. Minha voz, eu falei caralho, mano, já estava me cagando, já. Pota que parei, meu vota falando com alguém. Eu não falei de ele foi, não. Não. No quarto, não, não. Não, no quarto dela não. Falei, meu Deus, eu e agora. Que tá acontecendo, não sabe se eu abrir a pote, não abrir a... O que eu fiz? Como uma pessoa muito sensata, eu chamei meu pai. É, o que a gente faz quando a gente é criança mesmo. É, tá com medo. É, mais que tarde, já tinha 21. E aí... Fui lá, batia, falei, ó, pai. A volta falando alguma coisa, sózinho, não quarto. Fui, meu pai, formou na porta, botou o meu vidro, ali, ela tava falando ainda.
Meu pai abriu a porta, não que ele abriu a porta, ela parou de falar. Na hora. Parou de falar. Era uma conversa particular. Mas ela tá acordada. O vai ver o fantástico, eu vou ter que ter que ter que… Eu falo com as crianças, eu já me benzia, eu falo em meu Deus, não me conto o resto, pelo amor de Deus. A minha pai perguntou, né? Que crianças? Ah, eles perguntam isso, cara. Eles perguntam isso, cara. Eles perguntam isso, cara. Eles perguntam isso, cara. Aí minha avó falou, as crianças, as crianças não estão me deixando dormir. Aí meu Deus, cara. Aí meu Deus, não quero escutar o resto, não sei o que, não quero... Aí meu pai falou, mas isso são de actão essas crianças. Ah, eu não trouxe pergunta isso, cara.
E aí, minha avó falou, então aqui do lado da cama. Trinçona da Mulhano é hora de perguntar o que ela falou. Ela já estava um top na casa, é dormir crençada aqui em Ferdinand. E aí, olha, ele fica arrepiado aqui, ve. E aí ela falou assim, assim como falando, falando, me deixo dormir, eu estava dando uma bronca aqui porque não aguento mais. Quero dormir, assim como falando aqui. Aí tá, meu pai, meu pai, nesse presente não falou nada, só fechou a porta na minha casinha e falou vai para seu quarto rápido. E entra embaixo nas cubérias, que é só única proteção e não deixa o pé pra fora. Agora eu fiquei, sei lá, um beijo sem dormir direita. Imagina se ela pegou uma faca por manter essas crianças e ficar em um beijo sem dormir direita. E aí, minha avó ainda nessa mesma época, se eu não me engano fui no dia seguinte. Minha avó, com dia. Estava falando sozinha na sala.
Vamos sozinha na sala conversando com alguém na sala. E a minha mãe chegou e viu que ela tava falando com alguém, sozinha. Agora bora, bora, bora… Vem, qualquer o papo. E minha volta tava conversando com o cara, chamado Luiz. Falou Luiz, Luiz, Luiz, Luiz, Luiz e tal, Luiz, falou Luiz, beleza. Aí minha mãe perguntou, tá ficando conversando com alguém aí, pepita, minha vará, pepita. Tá conversando com alguém e aí ela falou, não, não, não, tô quieto aqui, falando nada, não tô, não, não, não… não Aê, minha mãe deu risada, assim, é? Fou, tá dinha, tá? Tá conversando sozinho, eu não sei o que. Falou comigo, ela tava falando, um tal de Luiz, baba. E aí meu pai chegou em casa? Minha mãe falou, contou a história pra ele, falar, tu a tua mãe tava... tava falando sozinho aí, falou, um tal de Luiz. E aí o meu pai mudou um sem blanche na hora. Ai meu Deus, desixe, cara. E aí saiu da... saiu do papo. Deixa eu tchau. Saiu. Ai, falei, caralho, estranho.
Meu pai nunca viu meu pai assim. Meu pai nunca viu meu pai assim. E, enfim, passou um tempo. Meu pai. Passou um tempo, minha mãe veio me contar. E aconteceu que depois meu pai foi revelou pra ela quando estavam sozinhos. Que Luiz era o nome do ex-noivo da minha voo. E ele tá caralho. Novos do banheiro que antes de casar com o pai do meu pai, né? Ele tinha morrido, já se suicidado em forcado. O que é, cara? Eu não sou uma conversórica, eu não peço... Eu não. Eu não. Eu não.… Eu E aí, enfim, minha votava na teoria conversando com o esmovo que tinha morrido e focar. Mas daí, o papo era um valor que o garoto... O papo não falou que ele era... E você que achou que ficou?
Muito bonito, você. Nossa, o Listo, porque isso tá calingo de fora. Vai brincando. Vai brincando. Hoje é noite, eu quero ver. Hoje é um momento, você vai tá brincando. Mas falar e fotografiar uma parada que me dava meio do realmente quando era um moleque era aquelas imagens tipo, como é que o nome? Sombrado, pão pão. Não, não. Mas o bão mata muito de um chacino no colégio. Aí mostra foto sem foto do colégio normal e outra foto cheia de espíritos e crianças votam. Eu quero saber quantos aqui. O Commissional do Paulo Montenegro. O Proto do Google, tá aqui pariu. Por que vocês eram isso? Que sério, cara. Esse momento foi... Cara, ela visto que a gente tirou e eles ficavam captando uns áudios e ela ficava muito louca. Sim. Era bizarro, cara. Cara, o barço de eu estava com a voz, inclusive, cara. É assustador pra cara. Não, mas acho que em áudio não se significa bom, será? Não sei. Não sei se você está ficando na dor de dera, não sei que o Brad está falando, não era nascido, não sei o que é, Cara Endiru. Nascido, 96 cid, meu Deus, o que você está falando?
Pesquisa no YouTube Carandiru, Google, que deve ter um vídeo. Era um ótimo programa que passaram do Mingo à tarde, né? É, não é? Eles entraram no meu canal. A melhor passaram do Mingo à tarde, o que é passar do Mingo de Mabrug? Não, mas era justamente na hora que você ia ficar pensando quando fosse do Mítio, viu? Ah, a hora que eu acabava o programa 10 horas da noite, aí você ia dormir. Aí você ficou aqui, aqui na cabeça e aí, cara. O programa que o Gilgô mistinha sobre... Não, agora? Mas o Parlano normal, mas não, ele tinha um que era sobre... Fantasma. Comenta, ele sobre o que ele disse. Cara, eu acho que ele tinha assim chega de novo e vai faltar. Acho que a gente precisa criar um novo personagem em a sombração da um monte, da um bom teoria. Ele chega de novo, eu sou novo, eu sou novo, eu sou… novo,
E o youtuber de banheiro. E dentro do banheiro está dando me jada que após você se e de um calafro nas costas, só que só olha pra trás, vai se inscrever. Se inscreve no meu canal. Sorge no espelho, abaixo de sangue. Escreva-se. Você acorda no cara você no Joaquin assim. Você tem mais alguma história? Fantasmagórica. Ah, me deixe pai, fantasma. E o youtuber de banheiro. Eu deixei esse ponto de aoria. É melhor. É melhor. Uma coisa que eu tive muito medo esses dias atrás, não é bem infantil. É assustador, inclusive, vocês não assistiram, vocês têm coragem assistindo. Ou talvez eu que seja muito bundão. É um documentário do Netflix chamado Denette Mary. É um documentário seguinte. Cara, você é um picadeira. Eu fiquei.
Uma das duas semanas dormindo mal. Porque esse documentário fala sobre a paralisia do sono. Que é só você estar acordado, mas o seu corpo ainda continua dormindo. Para exato. É uma coisa muito normal. Acontece, sempre aconteceu, tem muitas histórias de fantasas, aquela coisa do fantasas, vem no peito, tal. Acontece sempre, só que o documentário faz um jeito assim, parecer que realmente existem entidades que te atormentam durante o sono. É, deixa você achando repentinho. É porque todas as pessoas quando toem paralisias do sono, eles enxergam a mesma coisa. Eles vão contando as mesmas histórias e realmente você fica com medo de dormir cara. Eu passava um cagasso. Assim cagasse o aponto da Camila.
Foi pra casa da mãe dela quando a sistema atrás foi lá ficar com a mãe dela no fim de semana, eu pedi pela amor de Deus volta. Eu não dormi. Mas mãe de sozinho. Eu não dormi. Cara, eu vou trancar o meu go... Tudo dentro do quarto, e falei, mano, vocês não dormem comigo. Vocês vão ser aqui. E aí, eu fiquei traumatizado. O meu cunhado, ele era meio assim, meio paralisia, um pouco de sonã, mas a gente estava em casa, todo mundo dormia. Aí tinha visita, estava dormindo na sala. E de repente, ele acordou. Isso é gritando. Vamos, vamos, vamos, vamos, vamos. E aí a gente acordou, quando eu olha, ele está em cima de mim, pego pelos meus hombros, senhora do moleque. Vamos, vamos, vamos, vamos.
Meus irmãos tem interesse também. Eu tenho medo de gente sonar para a gente. Eu tenho paralisiada do sono de vez, quando acontece, e é bizarro, porque geralmente eu tenho quando deixo algum casaco pendurado lá da cama. Eu fico meio acordo, meio do gilho, parece que tem um ca... uma pessoa me olhando do mica. É fantasma porque tem... Ó, se só rindo. Seja espalhado o pau, pédio. É terrível, cara. Meu irmão era sonâmbulo também, de vez que eu ia ir e andando pela casa de uma drogada. E da medo, cara. Você não sabe que eu pensava coisa da medo. Uma pessoa andando na casa. E uma pessoa real, né? É. Só que você está vendo. Eu assisti muito um negócio no Sci-Fi, o canal de Televisão Sci-Fi, quando eu era mais rico, tinha essa tecnologia. Eu tinha um Sci-Fi em casa, agora não tenho mais, eu tenho um canal aberto.
E aí no Sci-Fi eu assisti um programa chamado Ghostbusters. Ghost Hunters. Ghost Hunters lembra? Cassador de fantasia. O que é os caras que eles diziam? Eles vão em lugares, vão as sombrados. Infate em todo aquele equipamento, que não é? Mas não é aquela fomfarronisse. Entendeu? Porque normalmente programa de fantasma é sempre um cara retardado. É sempre um cara... O que o Bobo, que você fala, que palhaçado isso aí. Mas não, esses caras eles eram caras bem sérios, bem centrados assim, vemos caras bem de boa. Não, era só corroleite. Não, é, eles iam. E ficaram em uniotés, mostram braços e, deixa eu ver uma câmera filmando e dormiam no quarto hotel e vi aqui a acontecia. Cara, e aconteciam as paradas que era inexplicável. Acontecia mesmo. Acontecia. Mas assim, não era aquele negócio editado.
Vamos ver, vai toda hora acontece alguma coisa, não. As atinhas episódicas não acontecer nada. Não é episódio inteiro. É, tinha que acredibilidade. Exato, porque eles iam no lugar e as vezes simplesmente não acontecer nada. Só lá gente, eu vou prográ. Não, acabou não. Não aconteceu nada, eles filmavam, tava ficando atenção, será que não aconteceu? Acho que não, não. Não, não vimos nada. Desiam pra Manicômbios, assim. E esse, um pra Manicômbio. Cara, era não, era não. Era não, era não. Pô, ela é psiquiática de hospital já desativada. Era bem pânquia, assim, ó. Eu falei, caralho, eu. Quando eles eu não mandi, como era muito louco? E era bem interessante, assim, um programa, bem bacana. E aí teve um que eles fizeram o Ghost Hunters internacional. E aí eles eram por Brasil. Opa! Eles eram por Brasil. E tem uma casa que dizem que é uma sombrada aqui no Brasil, que era de uma família antiga.
Tem brazão na casa, não vou lembrar agora o nome, mas enfim, uma família de 1700, sem quanto, que tem aqui em São Paulo, Castelinho do seu... Tipo isso, tipo isso. E aí era um lugar que tinha uma escada caracol e bababaia eles foram lá. E aí durante o negócio, eles provou a consumir. Então, eles ficam chamando. Tem alguém aí, tem alguém me ouvindo. Babaca, tuda puta, transformação da vida. Eu não sei o que tem mesmo, eu digo que é a xingando. Tem mesmo um fonte pro meu carro. Só que, tinha uma coisa muito óbvia que estavam fazendo errado. Quero seguir, estamos na casa no Brasil, falando, chamando o Santana Inglês. Eu falei porra, que negócio retardado. E na hora eu falei porra, lógico que não tem nada a ver, não é? O fantasma não deve falar, língua do lugar, provavelmente. Não conhece muito. Quando a vida vai prender, pode ir morta.
E a tocar que ele estava falando em inglês, que eles são gringo, e eu falava pra mandar pra eu falar piróco. Eu falava que ele tava nesse. E aí eles falava em inglês e ficavam gravando os audios e bababá. E aí no final do programa o cara falou isso, falou gente, não tinha que falar em inglês, ele não vai falar português, ele não faz sentido saber. E essa cara, a gente foi muito burro, vamos lá de novo pra gravar. Aí voltaram pra os Estados Unidos e pensaram de isso? Não, não, não, não, no Brasil mesmo. Aí eles estavam voltando. E aí quando eles botaram o áudio da gravação? Eles falam em inglês e tinham o fantasma falando assim... Não estou entendendo o que você está falando. Cara, sério. Fala direito com o Sotaku Português. Português de Portugal. Cara, é foda. Manchora, pôs. A gente te gague. A gente não pôs. Eu não entender nada do Sotaku Sesto. Era muito foda. E aí consegui capturar umas paradas. Era muito louca, cara. Eu tinha uma ideia.
Eu não sei se eu devo fazer porque eu sou meio cagão. Que era no aproveitar fazer propaganda aqui. Que eu estou com o canal no Itami! Pessoal, aí a pessoa não ouve, é antenada, já deve estar ligada, mas é o cidosidoso procura aí no YouTube e está lá, já tem alguns vídeos lá. Eu penso em fazer uma série lá no YouTube que fosse disso, de lugares... Mal sombrados com fantasmas por gravar, gravar. É. É. Em gravar uma live, dentro do lugar, e ver o que acontece, acontece. De uma drugosa. Mas está ali. Nossa. Então, o centro tem um bacalhau. Enfim, enfim. Mas olha aí, isso. Vocês têm uma história pra finalizar aqui o No Ouvo de hoje, fantasma górias? Ah, eu ia só falar uma coisa que você falou aí que eles vão nos lugares filmam.
De madrugada é noite, eu tenho um amigo que fala que não acredite em fantasma, teve se filmado no mesmo. Não acredite, eu tenho certeza que não existe fantasma. Então coloca uma câmera de madrugada, vai dormir, depois assiste. Mas uma coisa que aconteceu com bastante frequência nesses lugares era que inexplicablemente, porque você está numa equipe de televisão, todo mundo é profissional, de áudio, de não ser o que. Do nada, as baterias acabavam. Todas as homens vão tempo. É interessante. Dizem eles que eles sugam energia. Então sugavam energia. Então, adonada as baterias, acabavam de começar a gravação. Ela preta, aí voltar, ela não sei o que aconteceu, mas todas as baterias acabaram, ao mesmo tempo, então eu tive que ter que recarregar de novo para voltar para lá e blá blá, enfim, né? Papos, papos, não sei, é verdade não. Para finalizar, eu vou contar mais uma história. É uma coisa mais ou menos, eu vou contar essa história que mais uma que aconteceu comigo. Aconteceu com o Cid.
Essa história é a seguinte, aconteceu comigo, eu estava nessa mesma casa, não estou achando que é casa que é uma notícia, aí. A casa do Tovo? Talvez cheio, né cara? Porque eu não deu depois nunca condição, mas nada. Não que eu lembre, nem quero que eu contei, meu Deus. Agora que eu falei, agora vai acontecer. Você fica nessa parada não é? Eu não vou contar os momentos não ou? Eu falei que não aconteceu mais nada, agora eu vou querer provar que vai acontecer aí que fudeu, já. Pronto. O vocáer do meu nome. Eu sou o Teorio do Comuncio Programa. Acabou, cagoto. Enfim, a história seguinte, eu estava no meu quarto de boa dormindo. Já era bem madrugada, já quase de manhã.
E aí tava lá, dentro da minha cama? A chileta de firma do sertanejo. Jamando em madrugada. Casi de manhã. Então, ouvir passos na sala. Certa, né, jo? Isso aí, então, tá se fantasmagóri. Certa, meu jo? Tem, terror, né, jo? Tá fazendo uma nova. Então, eu vi pelo corredor. Ela se aproximou, flutua. Eu não sei que ele está com os carros. Eu não sei que ele está com os carros. Eu não sei que ele está com os carros. Eu não sei que ele está com os carros. Eu não sei que ele está com os carros. Eu não sei que ele está com os carros. Eu não sei que ele está com os carros. Eu não sei que ele está com os carros. Eu não sei que ele está com os carros. Eu não sei que ele está com os carros. Eu não sei que ele está com os carros. Eu não sei que ele está com os carros. Eu não sei que ele está com os carros. Eu não sei que ele está com os carros. Eu não sei que ele está com os carros. Eu não sei que ele está com os carros. Eu não sei que ele está com os carros. Eu não sei que ele está com os carros. Eu não sei que ele está com os carros. Eu não sei que ele está com os carros. Eu não sei que
O que eu acho pra quem é minha terça? Eu podia ter aléu ter roninho. Eu não tenho. Eu não tenho. Porque eu vou errindo. Chega, Luide. Chega, para, Luide. Chega. Eu não tenho aléu. Eu não tenho aléu. Eu não tenho aléu. Eu não tenho aléu. Imagino que eu estou com as notícias, as pessoas que eu tenho de ser tele. Não tenho aléu. Aquela música lá, do Bruno e Barret que ninguém tem, ele vai ver sobre o que está piscando, do que o box toca. Mas ver a música está o contrário. Estou cantando. Estou cantando. O Juki Box está tocando e o pauta que é brana, é fantasma. Fantasma se é lhes, fantasma ligando o Juki Box, ninguém, vocês não entendem a letra, um cara tá lhes de... Luide já nesse episódio já fez, não tem ordinho de ler? Não, não. Ouvo já fez um análise musical, mesmo, não é? Você tá cagando? Você tá cagando quando ouvo, Luide. Desculpa, desculpa, desculpa, desculpa.
A gente perdeu três poules de caixas aqui, ele fala... Tomara que o contáso português veio me enchousar. Vem fazer um pouco. Mas agora vamos falar de outro contáso, o que talvez, esse vento de chão saco. Esse aconteceu comigo mesmo, aconteceu comigo, estava lá no quarto domingo, quase de manhãzinho domino, não, né? Estava acordando quase de manhãzinho, tá? Que ele negócio lá, sez, não sabe o que você vai deitar? Meia noite, você fala, vou dormir cedo, pego celular. Começa a mexer no celular quando você vê 4 horas da manhã. Então você é fora. A torna não é se está acordado lá mexendo o celular, o celular, o celular, o seu carato a cara, às vezes você tem que tirar, é uma confusão. E aí eu escutei um barulho, um barulho, um barulho do lado de fora, no corredor. E eu falei, puta, será que minha voca acordou, será que está conchendo? Será que é só um grânsito? É tudo isso que é... Fiquei meio aprendsivo, mas não fui lá olhar, porque eu sou meio cagão, não fui lá olhar. É isso que...
Eu resolvi dormir, se liguei o celular, já tinha ouvido aquele barulho e aí eu dei Tei, minha câmera colada na parede. Então eu dei Tei, corosto virado para a parede. Tem certeza que muitos ouvintes nesse momento estão nessa posição. O ouvindo no Ouvo, olhando para a parede e as costas, desprotegidas. É o momento de virar para o outro lado agora, galera. Bom, não, não. Que viro para um lado, bom, vem. E aí? Tem um grande problema que é o seguinte, sabe quando você está de boazinha? O olho fechado, de boente? Uma aproximação de alguém? A gente não tem poderes mágicos, eu acho nenhum de nós. Mas, talvez eu só, nos que acontecem no ano novo. Mas você sente uma presença. Você sabe quando tem uma mão perto de você, quando tem alguém perto, chegando. Eu não sei por que, tem um negócio sensorial. Tem negócio sensorial, aí você percebe. E eu estava de costas, e eu percebi que tinha alguém chegando e eu abriu só a brisol, não mexi. Só a brisol, eu não aparede. A brisol, eu senti que tinha um índice à por cima, de alguém dentro do meu quarto. E aí eu fiquei naquela. E agora? Esse sensor aí é a própria natureza.
Para quando se a mulher está tocando por eu no quarto, senti quando tem alguém para o semano. Para abrir a porta já escondido. Aí que está. E esse aí ele funcionou. O que ele era? Fiquei naquele negócio. Porque eu fui dormir, 4 horas amanhã. Eu ouvi que o cara já estava regalhado. A gente estava tudo fechado a janela. E 4 horas? Fudes. E aí eu senti alguém chegando no quarto e eu fiquei naquela. Será que eu vi, eu posso descobrir que melhor não virar. O que vocês fariam? Eu virou, se fosse uma refriura, você viraria? Eu fui o que eu fiz, Braian. Viu a maior arrependimento na minha vida. Caralho era o Luís. Eu só volte e caralho do bim de partinho. Pior. Era o Luís. Pior. Era as cruzas. Caralho? Eu virei, que eu virei. Eu senti que tinha alguma coisa no quarto, tal, eu virei, tinha uma menina no quarto.
Uma criança, minha criança. Ela abrou a porta, não ouvi de um contato de comporta. Não teve contato de comporta, estava dentro o quarto. E ela estava... Sabe só estar parada, meu lendo? De boa, de boa. E aí você fica naquela. Você fala, será que é coisa, minha cabeça? Será que eu estou sonhando? Será que não estou? Você vem naquela dúvida. E aí eu fiz o que todo o ser humano faria, que é a adaptação. Eu sou quando a criança. Não. Então, estava longe, não dá nada. Deu uma piscada forte, que iria ir em um desenbassavista. Estava lá ainda. Só que assim, era muito nitido. Não era um fantasma, não era transparente. Era uma criança. Era uma criança dentro do meu quarto. O que é muito preocupado. Era uma criança. E ela estava com uma roupa branca, igual o vídeo. Então, a roupa branca. A com a saia longa, preta. E o que eu lembro bem que ela estava com o cinto, o cinto redondo. Já vem arrumado, posso saber? É um fantasma.
E aí lembram? Eu também. É, tá achando a manada. É assim, ela é muito nitido assim, é uma menina. Eu falo, mas eu não estava com medo, estava de boa. Não, claro, porque eu não estava. Eu não estava. Eu não estava em ter uma criança no meu quarto. Não estava sentindo nada, não estava me sentindo ameaçado. Eu não estava sentindo. Eu não tinha quarto meio da noite com a criança no teu quarto, se aches normal. Não, não. A gente não tinha ninguém ligado para a polícia do Play-Data. Aí o que que a gente pensa é nas pontas das pessoas, né? Eu sentei na cama. Ó, vocês têm a ideia como o negócio foi nitido, foi real para mim. Ou talvez realmente tinha sido, eu não sei.
Eu sentei na cama e ela continuou. Eu deu tempo de ouvir, sentei na cama e ela tava lá olhando porque ela pescava, assim, normal. E ela também não tava com medo. Não, tava com medo. E aí, eu, como, aí começou a dar um cagasso, que eu falei, caralho, isso está acontecendo. E aí, minha primeira reação foi, eu preciso tirar ela daqui. Se não, ela vai me matar, ela vai acontecer alguma coisa. E na minha cabeça, era, se eu abrir a janela, Fantasma, não gosta de Luiz, já deve ser de manhã Se eu abrir janela ela vai embora, não me acabei saindo isso. E aí eu fiquei sentado na cama e eu falei assim... Eu problema que ajudava atrás dela. Não, não estava montado, estava me ativando isso, estava perto. E eu falei assim, não, não, não, não, tipo, eu fiquei falando assim, não, não. Sera aqui, eu fiquei dando umas negativas, não, não, não. E aí eu fui abrir da janela, no que eu fui abrir ela, fui andando para a porta.
E passou a porta e saiu. Ela caminhava. E eu abri a janela. Ela caminhava, ela se tova. E aí passou a porta. No ângulo de visão da cama não tem como você ver a porta, mas a porta não abriu. Então ela passou a porta, achou eu. E eu abri a janela, tipo, em trouluís. E eu abri a porta e eu olhei pelo corredor, porque eu estava muito credo. Eu olhei pelo corredor e não tinha nada, já era de dia. E aí eu voltei para o cara. Eu voltei para a cama. Obviamente eu não consegui dormir e eu fiquei sem dormir, sem mentira, assim direito durante uns dois meses. Porque eu falo caralho, eu não consegui olhar mas para a parede, porque eu falo, se eu virar para esse lado vai aparecer alguma coisa minha escosa. E conhece meu relato, eu gostaria de dar um boa noite para todo mundo que está ouvindo ouvo agora. E que vocês tenham bons sonhos? Bom noite. Bom noite.