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No ar mais um Não Ouvo Análise Musical! Um quadro muito pedido por todos os Não Ouvintes, sempre revelando verdades ocultas nas letras das musicas brasileiras…. hj chegou a hora de a gente ouvir atentamente um hit do axé, o carnaval ta chegando e provavelmente vc vai ver muita gente cantando e dançando essa musica por aí, então é bom já ficar atento!! Bancada: Cid Cidoso, Braian Rizzo, Igor Seco e Luide Edição: Daniel Bayer Capa: Davi de Oliveira
Resumo
Mais um Análise Musical, o quadro em que Cid, Braian, Igor e Luide dissecam letras de música brasileira com a seriedade de quem investiga um crime. A abertura avisa que o quadro é um dos mais pedidos pelos ouvintes e que Luide costuma sair daí revoltado com as injustiças que descobre nas letras.
A escolhida da vez é um hit de axé na pegada de carnaval, de uma cantora cujo nome artístico já rende piada antes da primeira nota. A bancada ouve a música em pedaços e, a cada trecho, monta uma teoria: quem seria o tal personagem que chega à porta, o que significam a camisa desbotada e a dança misteriosa e por que a cantora narra tudo sorrindo. Tem aposta, suspeito e até a ideia de abrir uma hashtag para identificar o sujeito.
O veredito, no tom de sempre, é que o refrão é uma metáfora gastronômica e que a música esconde um pedido de socorro, algo que as pessoas dançam no carnaval sem prestar atenção ao que estão cantando. O episódio é curto e termina com uma despedida rápida.
Destaques
- A bancada revela a cantora do dia e o nome pouco comum dela.
- Primeiras teorias sobre quem chega à porta no começo da música.
- Análise da estrofe sobre o homem de camisa desbotada que dança.
- Debate sobre o que a narradora teria tomado antes do refrão.
- Conclusão de que a música é um pedido de socorro disfarçado.
resumo e destaques escritos a partir da transcrição automática
Participantes
Edição: Daniel BayerCapa: Davi de Oliveira
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Transcrição
19 trechos · 2.759 palavras
Transcrição automática, feita com o faster-whisper (modelo base). Pode conter erros: nomes, gírias e piadas internas costumam sair tortos. Na dúvida, vale o que está no áudio. Clique no horário de um trecho pra ouvir a partir dali.
A análise musical. A análise musical. Da de mais um ouvo, só que dessa vez um podcast bonos, né? Podo o podcast bonos, esse aqui vocês adoram. É um aquel equadro que a galera pediu pra voltar. Um dos mais pedidos. Um dos mais pedidos, meu pelo menos. Eu gosto de tudo, eu gosto de tudo. Para mim está tudo tranquilo, tudo favorável. Hoje falaremos do nosso quadro maravilhoso. Analis e musical. Eu tenho que trazer um pandeiro para tocar a sua música. Eu já falo que só to tomando meu calmante aqui, rapidinho. Deja estar levando. Já to margando. Esse é o quarto. Esse é o quarto. Nos outros Luide teve um deles que tem que ir para o hospital. A pressão subiu até ele ficou vermelho.
Ele fica muito nervoso nesse análise musical, porque ele começa a perceber as injustiças da vida. Não, é um misto de ódio e dessa opção porque imagine que é um dos anos você tem sido enganado. É essa escuta, amor. É uma pessoa que você jurou, amar, jurou. Ser fiel, como fã, como... É verdade. Com pra não ser ideia, e o cara na verdade ele tá estuprando seus ouvidos. Nossa, foi que você tu, não se resolvi. Essa foi pesada, essa foi pesada. É a mesma, porque é choque maior que eu estou tendo agora. Cara, meu lute, cara, o lute, eu tô pensando. Ele tá fazendo testão aqui. Tá fazendo testão da... Tá... Problematizando música, como pra as brasileiras. Vamos lá, você já tem ideia qualquer música de hoje, faz ideia? Pra variar a gente, nunca faz ideia.
Eu separei uma música hoje que vocês vão gostar. Você acha que não tá na hora assim? Só é uma dica do Não Ouvo ganhar umas pautas? Não, eu acho que não. Eu acho que tem que ser. Tem que ser sabe como? Tem que ser assim. Deixa acontecer... Não, pluralmente. Será que essa é uma pista para a música que a gente vai ir? Não, não é? Não é pagode, não é pagode. Não é pagode. É mais... Digamos que a música de hoje ela é mais salvador. Salvador, vai de sangá-lo. Ele voltou por ele. Bom chute, mas não vai de sangá-lo. Digamos que é mais genérica, daí vai de sangá-lo. Claro, jolejo. Bom chute também, é o chute principal, não é? Mas não é. Não é essa pessoa que a gente vai analisar a música de hoje. Ela tem um dos nomes mais bostas que eu já ouvi na minha vida. O que? Porque analis musical de hoje é com a cantora Gil.
Cujo nome é Gil Melândia. Nossa, sério, sério. Gil Melândia. Até a Pai do Gil eu lembro. Gil é pílido. Gil é pílido. Gil Melândia não está banda? Não, nome dela é nome. Registrado. É Gil Melândia. Gil Melândia é o nome oficial. O nome de a Reggie. Nossa, não é cidade de Gil, não é seu. Não é seu nome até a dos Melândia. O nome dela é Gil Melândia, acredito se quiser. É belo, é belo, é belo. É um planeta dela, Jumelandia. É. É uma janela de uma banca, não vou lembrar. Eu não sei se essa música é da banda, ou é a sua dela. Não é só dela, é. Não espotfais da... O Cedé só está a cara dela, e só está escrito Jumelandia. Então ela que a gente tem culpa hoje, porque vai acontecer? Eu acho que sim. O nome da música é...
Maiionese. Sim. Você vai te dar uma mais uma mais boa, hein? Vamos ver se depois dessa música, Luide. Você vai continuar gostando de uma mais uma? Ou você nunca mais comer uma mais uma? Cara, se o sanduíche de burro, não me trauma tesouco, maiionese, não vai se atirou melândia. Eu não sei se o sanduíche de burro, eu não sei que ele falou. Não, eu vai saber se tem de menores ouvindo, hein? Eu não sei o melhor que eu estou para a Buceta. Não sei a ter. Vamos lá. Eles estão ensinando para a Buceta. Deixa eu falar também. A análise musical começa assim. Já pegou, pão, pão, pão… p O Coro da Sítia, o Coro. O Coro é o Coro. O Coro é o Coro. O Coro é o Coro. O Coro é levanta, achou uma tada e pára lá. Ou é a sinta. O Coro é a sinta. Quando ela falou o Coro, levanta e grita, eu imaginei de pão rodeio. E o Coro seria o boy.
Ah, entendi, o boitão é o que é o som de um boi de boi. Não, não é o de ver o cor, não é? Não, entendi, fazia o boi. Obviamente estamos falando de mais um caso, de explícitude, aplicação da lei, Maria da Pé. Parece. Parece, não é, pelo começo aqui, parece. Vamos se costar, vamos começar, vamos começar. Vamos começar, vamos começar. vamos começar. vamos começar.… Vamos começar Interessa a introdução, nem começou a música, ela só é tipo como tem rap, entendeu? Não era falar uma coisa ali depois que eu mais sabia, eu sou um improviso. Agora, eu vou voltar desde o começo que eu vou pegar tudo, hein? Vamos lá. Vamos lá. Mas uma vez... Quem é? Quem é chocolate? Não estou aqui dizendo a coisa do chocolate.
Acorda o Chocolat? O que está acontecendo? O Aplido cara é chocolate. Acho que é uma pessoa. Eu não devo. Eu, Luide, não iria levantar aqui a cor da pele dele. Pode ser chocolate branco. Pode ser chocolate branco. Ou pode ser o meu amargo? Pode ser o meu amargo. Mas o chocolate está chegando para bater nela. Eu acho que estou sendo muito extremo. Eu acho que não, Igor. Bate que bate. Lá vem o Chocala. Ah, ele bate na porta. Ah, ele bateu na porta. Só que eu acho que o Luide está muito extremo, já é de... É que ele é ele. É que ele é. É que ele é que ele é. É que ele é que ele é. É que ele é que ele é. É que ele é que ele é. É que ele é que ele é. é que ele é. é que ele é.… É
Ela falou, a Alemanha, eu estava falando pra Zaga do Brasil, pra ter... Porque já veio... Bate vai faz falter o meu canto pra não deixar o seu celular. Não vai vir no Chocol, não vai falar. Não bateu, não chegou o Chocolátio. Mas sentido porque... 7 cozinhos. Alemanha chegou rei no Cordo do Brasil. Ele voltou o Cordo. É, o Cordo levante, incato, hein? Mas isso dá a vida, isso estivesse batido, não teria vindo o Chocolátio. Pode ser, também. Pode ser, não. Mas pela introdução, olha, o Cordo levante, no seu quê? Aparentemente, Luide vai chorar nessa música, porque tochando também no vídeo eu tô contigo. E é, o chocolate é um cara que tá chegando pra negra cidadade. Já chega a tirar na cinta.
E ela está no celular ligando para o polícia desesperado. Lá vem o chocolate! Começo o chocolate! Começa a bater na parede. Pô, bater no palma! Em baixo em cima, chama o Meditinho, no Zezinho. Ela está desesperada enquanto o chocolate está lá. Está só chegando. Está chegando. Vamos ver o continuação. Vamos ver. Se faz sentido essa nossa análise. Lá vai. Ó, o ritmo. Malambada. Já quer barragem? Já quer barragem? Já quer barragem?… Já quer Eu não retrato falar do chocolate. Você tá esquecendo ainda que tem mais uma estrófica? Você mudou o pará, eu parei, mas tem mais um pedacinho. Não, eu vou repetir. Vou repetir pra quem não entendeu. Não, vamos ver. No ombro, uma tatuagem. Camisa desbotada e um bermudão.
Misterioso ele dançava. E eu de olho, nele desde que chegou. Você imagina, você imagina o seu agressor vindo em sua direção. É loja que ela vai ficar de olho nele. Ló, tá, não, tá com medo. É o olhido, mas se é misterioso, ele dá um sal, porque ele é... Ele deve estar bebo, ele deve ter um sonho no corredor. Ah, é o tipo, meu amor. E também o sonho. Ela está olhando pelo buraquinho e do polo. E o pessoal de buscar, é isso porque ele tá dançando, não faz isso. É, ele é um cara de bermudão, a camisa de botada. Claro, ele vem de botar com... O cara me sabe. Tá vendo a colisada. Tá vendo a colisada? Eu sabia o que que ele tá. Ele tá suando, você reveja. Eu quando escutei... Eu não entendi...
Onde é de bermudão, entende de cotão? A folha de ser acão, ser acão a lesbica. É uma chocolate. É uma chocolate. É um casal lá, é um cemagreçor. E o cara vem de ser? Esse cara vem dançando, será que ele é tipo um sonho de váls? É, pode ser. Mas o que tem uma dança misteriosa? Eu não entendo. Agora que eu tenho de apiada, Igor, essa piada foi muito além. Ele chega dançando? Porque o chocolate pode ser um sonho de valsa. Capitão longe. Talvez se ajudar em mesmo uma pílida dele. Chocolate. Talvez ele é dança, talvez a forma com ele anda, parece que ele está dançando. Por isso que é misteriosa. Ele é tipo cadeirudo, tá ligado? Bom, vou continuar aqui a música, já está na invasão, já leite. Já tornou. O chão, o jatado é na porta, esperando. Caja batendo a porta com umas três vezes aqui. Tá pronto! Calma aí.
Olha o cara, olha o palco, pegaram a letra, pegaram a letra, pingui, repitiu, repitiu, repitiu, repitiu, pingui, pingui, pingui… pingui Você tá encarando, tipo... Eu não quero falar com o banderante. Aquel olho fome e noite, assim. É, olha o sustento. Quando a olhada... Se chegou sem dizer nada. Se chegou... Não, se chegou sem... Não falei sem dizer nada. Se chegou sem dizer nada, ele só ficou assim, olhando, olhando no olho, ele não está sentando, e ele não me perbebe, meu beba do bolho, ele já chegou chegando. Pera, vamos construcendo, tem um cara com a tatuagem no ombro de camisos desbotados, é uma batalha, é uma batalha, é uma batalha… E tá invasivo. E depois aí, me pegou com suas garras.
Caramba, olha. Quem é o ia cumprida? No quarto é o ainda para ser. E para a pista, a minha rastou. O chão pelo cabelo é o meander tal. Eu acho que não é o que é o traído. É o homem da caverga. É o baiano meander tal. Então porra é essa. Como é que se arrasta uma mulher para comer do bloco? Ah, cara. Essa é a minha pergunta. O que é isso? É uma pista de corrida. A rastou a minha rastou. É uma roela. Vou ajudar a carte. Pode ir, pode ir. Ela está fugindo dele. Agora vem a parte que o filho Chora não vê. Agora é o refrão. E quando chega no refrão, vocês sabem que o refrão bate mais forte. Eu sempre declaro esse dor refrão. Totalmente. E se se mulher se segura na cadeira, olha bem se não tem ninguém em volta aí, porque você vai ficar revoltada com esse refrão de Gilmelandia que é assim.
Ela não está certa, ela é essa história também. Ela não está certa, não está certo. Claro, em Newton não fez nada, mas ela não pode bater em mulher. Só que ela está errada também porque ela está claramente drogada. Ela não sabe o mil de ela tá. Você quer dizer, então você tá ocupando a vítima. Ela tá de boa. Ela tava de boa. Tomou, tomou ela esse desenho ali, tá tranquilo. Talvez lente mais se dançando, talvez foi pra tirar cabezas dela. Talvez pode ser uma nocinação, mas pensa bem, se o senhor está num bar. De boa, aí vem o chocolate, cacameza desbotado, o cacete. Cacete ainda, na tela, eu estou tremendo. E aí você toma uma cerveja, duas cervejas e vem o chocolate e te bate igual a manionese. Tá com o cara, aí deixa eu mais subir para a cabeça. Só para o que é lugar. Só para o caleza. Eu vou mostrar o pessoal. Mas pládiva, sai da cabeça. Eu tava de boasinha ali, bêbidinha na mão. Vou você abrir meus olhos. Então, também tem um detalhe importante, ela não falou o que ela tinha tomado. Esse foi um remédio.
Pode ser um remédio para a dor da que a gente pode te dar ler. Ela está levando, e a gente já tomou um remédio para meus audienas. Ela tinha tomado um remédio e a ponho de novo subiu direto. Pode ser, ela tomou o revotril e tu saiu na lua do dissono. Isso tudo não aconteceu. Você quer dizer? O reforço de uma Mayonnaise. 3 pontinhos. Ele me bate e bate e feita o Mayonnaise. E o que eu tinha tomado? Eu sou biudireto e fui pra cabeça. Ele deixou... O que ela está, ela panhou tanto. Eu acho que é isso. Agora, ela tomou alguma coisa. Isso é fato. Não vamos julgar, que não está. Pode ser medido. Pode ser uma droga, pode ser um cem-vejinho, pode ser um ágico mineral, pode ser maior nezelo e um liquidificador. O que eu sei, independente do que ela tomou, é que ele se agressou.
Tomou uma surre. Isso foi o que ela mais tomou. Esse agressor deveria estar de chocolate. É o card de tatuara. Pelo menos tem que atrasar esse cara aí. Pelo menos tem que descobrir. Pelo nível de agressividade o que ela fica longe desse cara do que a gente sabe. Pelo menos tem o que ele tem que fazer. Um doce é quem é o chocolate. Quem é o chocolate. O hashtag, nesse... hashtag quem é o chocolate. Quero ver. Procure em pessoas de camisa desbotado no meu modão, está toa-se no homem que dança misteriosamente e tem um olhar penetrante, e que ele sustenta a olhada. Não vai ter que sustentar. Pô, também penetrou a colher. Não, mas está sustentado. Quer ser penetrado é fazer o olhar sustentar. Mas uma dúvida, respeito dessa penetração de olhadas, é o que é bater, como apanhar feito uma maionese.
Entendeu? Por que que a pessoa planeja com uma manéza? É prepara, acho que é a minha manéza, né? Você faz com a mão assim, ó. E aí, ó, a minha mão que faz uma manéza. É como se eu não sou com ela. É porque quando a manéza... Você só sabe que o chocolate espremeu, ela ficou inscrenable. Ficou ir forcando ela. Cara, não sei, tem chocolate em manéza, tá uma confusão essa pós-fato. Tem a Jubelandia já tá ficado errado. Então, um bufe muito agredoso. Um bufe maluco aqui. No carnaval, tá aí? O cara volta aí, as pessoas vão dançar essa música, vão colocar na matilhinha, criança de... Nossa, como era gostoso, comece dos anos 2000, olha a Gil que saudades. Mas ficou muito claro que Mayonez é um... Talvez muita gente, é isso que eu gosto do análise musical. Quanto as pessoas serão aqui já cantar essa música? Muito, muito. Então, eu sabia o passinho.
Todas, toda a gente deve ter que cantar essa música. Tem gente que beijou na boca ao som dessa música. Olha que absurdo, mulheres se apaixonaram. Tem pessoas que casaram, isso é apaixonaram. Então o cara tá no casamento, essa puna na outra igreja, que é essa música. E essa mulher, ela fala isso sorrindo. Parece, ela parece uma pessoa que fica em sessão. O que mais me impressiona é a frieza dessa mulher, que apanhou e sofrou tanto e faz uma parábola gastronômica pra contar. É um sofrimento dela. Sabe o que que que ela é, Braian? O que? Uma guerreira. Uma guerreira. É uma guerreira, Braian. O rapanhô tanto subiu pra caber e tá cantando. E essa música na verdade?
É um SOS. É me ajude. É exatamente. Me salve. Ela tem que cantar de uma maneira subliminar pro chocolate e não saber que ela falou dele. Ela tá por saber. Porque tá insavador. Então ela tá gritando, não tá cantando. A gente tem alguém se toma, até hoje. Nós fomos os primeiros a perceber que Mayonnaise é uma alegia. É uma alegia agressão física. Alguém tem o telefone da Jumelandia aqui? Eu quero que ela desabar, porque alguém tem, não? Nem tem, não tem. Eu não sei o que é o que é o que é… o que Obrigado! Obrigado!