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Ta no ar o segundo episódio do Não Ouvo!! Para o tema dessa semana demos o belo titulo de Boa Noite Vizinhança, já que todo mundo tem vizinhos e todo mundo é vizinho de alguém, com certeza vc vai se identificar com alguns dos esteriótipos de vizinhos da nossa lista (provavelmente vc se encaixe em um deles) e tb vai lembrar de boas histórias da galera do seu prédio ou da sua rua. Tempo: 59 min Bancada: Cid Cidoso, Braian Rizzo, Igor Seco e Luide

Resumo

Segundo episódio do Não Ouvo, com Cid, Braian Rizzo, Igor Seco e Luide. O tema é a vizinhança, partindo da Vila do Chaves, e a bancada monta um catálogo de estereótipos: o velho ranzinza, o vizinho líder que quer virar síndico mesmo sem ser, o que torce contra o seu time, o da furadeira, a vizinha que reclama de barulho, a fofoqueira de janela, a vizinha gostosa, o churrasqueiro, o maconheiro e o policial aposentado. Fica no ar a dúvida se algum deles na mesa também se encaixa em um desses tipos.

Daí vêm os grupos de condomínio no Facebook, onde o debate gira em torno de calcinha esquecida na lavanderia e risco de giz na parede, e a defesa do porteiro, um personagem com idioma próprio que leva a culpa de tudo. Braian conta como o porteiro nunca acertou o nome dele na lista de moradores.

Entre as histórias estão o aviãozinho de papel em chamas que invadiu o apartamento de baixo, o vizinho neurótico com barulho e o vizinho bonzinho que foi levado pela Polícia Federal. No fim vêm os recados sobre os contatos do programa e o lado B Teoria Não Ouvo.

Destaques

  • A bancada lista os tipos clássicos de vizinho, a partir da Vila do Chaves.
  • O vizinho líder e a transformação do síndico em Darth Vader do condomínio.
  • Grupo de condomínio no Facebook vira palco de indignação por calcinha esquecida.
  • Braian conta como o porteiro nunca conseguiu escrever o nome dele corretamente.
  • Aviãozinho de papel em chamas cai no apartamento de baixo.

resumo e destaques escritos a partir da transcrição automática

Participantes

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Transcrição

89 trechos · 11.492 palavras

Transcrição automática, feita com o faster-whisper (modelo base). Pode conter erros: nomes, gírias e piadas internas costumam sair tortos. Na dúvida, vale o que está no áudio. Clique no horário de um trecho pra ouvir a partir dali.

  1. Muito bom, gente tudo, no princípio Deus criou o céu e a Terra. Foi na Terra não havia forma nem vida. Uma grande escuridão cobriou mais. e o Espírito de Deus pairá-vas sobre as águas Deus então disse Meu vizinho jogou uma sementa no seu quintal de requer de protô o tremendo mataga É isso aí é o segundo pão de caixido no lovo o primeiro foi o sucesso o primeiro aí foi mais ou menos 700 bilhões de downloads já era o primeiro dia realmente, é um número incrível. Eu acho que é pouco. É 700 bilhões, não é o suficiente pra nós, né? Vai dobrar em uma semana. Nossa, senhora. É, precisa dobrar um número de pessoas na terra também. Que não pode tipo lá meta.

  2. Tem que dobrar meta e quando atingir a meta, vai dobrar meta sem tipo lá meta. Giorou ainda nesse exclusivo. Não, mas é quase isso. É quase isso. Mas não menos isso. Enfim, hoje o podcast do novo é um assunto diferenciado, um assunto que eu acho que todo mundo também já viveu, né? O primeiro ali foi sobre treta os escolares, surgiram muitas mensagens aí, de pessoas contando sobre as treta os escolares, né? Pessoas que também ficaram incentivadas com o assunto e foram pra escola briga. Tinha gente que que veio falar isso pra mim, eu não posso se de eu fiquei, né? Instigado ali pelo assunto, cheguei na escola batindo meus amigos e tudo mais. A gente nem estava matriculado e voltou para a escola só para poder brigar com alguém.

  3. É possível, é possível, né? Porque acho que o assunto ainda é bastante, né? Foi legal morar esse merélez também, manda bem aí. Eu não estou muito maior, traficante de sando-ish, do março traficante de sando-ish da história, por exemplo. Do colégio, de ventista, tá lá. Bom, mais uma vez vamos começar aqui com as perguntas, né? Do ir à rua, respostas, as perguntas do cadê, no de perguntas, na verdade? que é pra gente entender um pouquinho mais sobre nossa bancada, bancada hoje, mas uma vez com Braia, Resulta, bom brea. E aí, tudo bom? Tudo bem, tranquilo? Igor, século! Fala meu povo! É um bordão, já? Já, já um bordão. No salto todos os pôdeques de assim, Igor.

  4. Boa, gostei. E no índio, hipster! Olá, Fieis ou Vintes! Estamos de volta! Também já tem um bordão, já. Então, um bordão, né? O povo clama por um... Um bordão. Um bordão, essa é a grande questão. É, tinha pra ser nossa, não tava... Ah, você tem 7 anos, agora tá. A extinção do Zorro Atotal, né? A Era dos Bordões, está pra se acabar, eu só favor dos Bordões. Acho que o Bordão faz parte da cultura popular brasileira, a gente... Como... Tá ok. A sério da Penderer. Eu ia militar a favor dos Bordões. Não pra entender. Acho que... Como é o segundo ponte, que acho que o pessoal ainda não conhece vocês, é integramente. Então eu vou continuar fazendo as perguntas de cada ele perguntas aí para vocês, para

  5. gente conhecer um pouquinho mais Braia. É Braia, o que você gosta de beber? A água. A água. Braia, você já beijou? Já. Já beijou, deja mesmo. É meu mãe. Não, gostei. Ok, não vale. É Braia, uma frase que você gosta. Tá no cada dia perguntas. É, essa pergunta é boa, porque eu falei uma frase boa no último podcast. Você gostou dela? Eu gostei dela, gostei dela. É, os socos dados não fazem passar a dor do seu crescimento. Mas é bem bonita, claro, isso é muito bonito. Muito bonito. É, Igor, qual são os signo-igo? Meu signo é ares. Igor, você tem namorado? Não. Tá aqui no caderno, perguntando, eu juso como. Igor, deixe uma assinatura no meu caderno.

  6. Onde é a senão? Obrigado, Igor. É... Tá. Vocês não viram, mas Igor assinou um caderno, Igor. É assinou, ele é assinou aqui. Luide também, para você, é Luide. Oi. Onde você nasceu, Luide? É, eu nasci no acâmbio de hospital. Eu queria ter nascido de parte humanizado, de paciulhamaia e tivesse postado foto no feice. No meu baieira. Na placenta que eu saíse no chão, todo mundo observando. Porque a gente ia estar na... Tá super na moda, né? Tá super, tá super, tá super, gente. Eu queria ter nascido assim, mas infelizmente eu nasci como todo ser humano todo mundo. Não, quase todo. Quase todo. É, eu nasci no taxo. Por favor. Ele está sempre... Essa pergunta de vida teve feito para você, então.

  7. Ah, que hoje é o pessoal já nasci no Uber, né? Tá na sanda, tá na senda no nobe. É, Luide, qual é a sua sobremesa preferida? Mesa sobremesa favorita? Isso. Boxa cara, eu não sei, eu não sou muito tanta, mas eu não sou tanta coisa que eu gosto de comer. Mas eu pediria mais uma bisteca, por favor. Ok. Luide, você é interessado em alguém da sala? Ah... Cara, eu tenho que falar que eu sou interessado no meu chefinho. Ah! Porque é assalho. Porque nesse exato momento tem 6 homens aqui, eu não posso ser interessado em... É, acho melhor se eu não ser interessado em assalas. Ah, tudo bem. O assunto de hoje é o seguinte, o anterior foi tratado das colares.

  8. O de hoje tem um tema, um tanto poético que é boa noite e vizinhaça. Por que boa noite e vizinhaça? O charlas morreu e a gente vai fazer uma menagem. Cara, é quase isso. É quase isso. Boa noite e vizinhaça vai pisar no chave, né? É, é uma visão de que ele vai pra a Capuco. Que ele vai pra Capuco. É, é um episódio de que ele sai de a Capuco, não? Acho que é esse episódio, a gente tá bem formando mais esse episódio, não é? Boa noite, vizinha. Tem a festa da boa vizinha, e a gente tá fazendo uma combinação de episódio. Eu acho que boa noite, vizinha. Essa música é música que ele canta. Não, é a música do bônus de Acabórdio. Não, então o que é boa noite, vizinha.

  9. É, tá uma, tá uma confusão aí. Não sei, eu não vou brigar. Não vai poder responder. Mas existe uma música do Boa noite, vizinha. Não, isso é fácil. Brança, música, vizinha. Questa aqui. O nosso amor, que similhança eu Muito bem, essa música do Boa Noite Vizinhas já me traz recorredações positivas e negativas, né? Porque acho que a vila do Chaves ali é um bom parâmetro pro nosso topo que hoje é sobre vizinhos Sim Porque todo mundo tem vizinho, todo mundo tem vizinho, o cara que mora no apartamento tem um vizinho O cara que mora no campo tem um vizinho, né? Que seja uma vaca, tem um vizinho. O cara que mora no condomínio tem um vizinho, né? Que seja uma vaca, tem um vizinho.

  10. O cara que mora até o cara que não mora em nenhum lugar, o cara que é mendigo também tem vizinho. É, principalmente o mendigo da Pada das Hempings. O mendigo fica de基ão tudo junto ali. É, pra ver que ele calor o mano ali, resistiu um invés no dia de dia. Exatamente. Passar o caixinho, tá? É, todo mundo tem vizinho no final das contas, né? Então acho que as pessoas podem se identificar bastante com tema E todo mundo, eu acho que tem um vizinho É... Como é que eu vou explicar? Tipo os específicos de vizinho Você não tem nem o que eu tô falando Eu não entendo, cara Não, eu entendo É, realmente tem vários estereótipos de vizinhos, né? Categorismo É, a grande questão é o seguinte que a gente...

  11. Será que a gente se encaixa algum desses estereótipos? Porque é a fase de... Ah, é o provada, é o provada A gente senta aqui e fala, ah, até o vizinho está, o vizinho está lá Mas será que nós somos exigem alguém? É, nós somos exigem alguém. Será que a gente pode ser esse esteriótico? É, acho que... Quais são os tipos de vizinhos mais prováveis? Tem sempre... eu tenho um na minha cabeça que eu acho que todo mundo tem principalmente a gente para a sequência, quando é criança. Que é o vizinho que tem algum sotáquia estrangeiro e, por algum motivo, ele é o DNA criança. Sempre tem o italiano na rua que eu DNA criança, Um português que fura a bola da mulher.

  12. Que irmão, o táscoo. Aquela é levou o táscoo, sempre tem um vizinho estrangeiro que tenha que resultar que ele mais forte que eu desco e desco e desco. Eu tinha um que era vereador na minha cidade, prefeito e tal. E a casa dele era muito grande. Quando eu interiori depois de virar uma cidade pequena, só o táscoo era uma grande fazenda. E aí se foram notando algumas pessoas ficando com uma casa que parece realmente um sítio. E ele tinha um cafésau no quintal dele. E toda vez que a gente entrava lá, ah, criança. Meia, entrava lá pra que roubar café, ou que? Pobrincar, sei lá. É porque era místico, cafésar, era todo mundo que mora, aquela coisa que tem de ir.

  13. E... Eu não sei o que, tem que matar criança, criança é panada, essas coisas. Eu não sei o que, esse tipo de vizinho... Ele é um clássico, assim, absoluto, que é um velho ranzinho. É um velho ranzinho. Ele é um tipo, se é uma droga, você vê que a vinho do chave realmente ela construiu bem os estereótipos de vizinhos. Esse tipo de cara, às vezes não é um cara rancíso, um cara triste, que só quer ir como dá-se com o problema dele. Não, às vezes ele só quer fazer isso pra pegar no pé da criança, não é mesmo? Ah, tem que ter a assuntar a gente, chato todas elas e terrorizadas, todas as vezes. Às vezes eu acho que é porque como tá faltando outro vizinho que faça esse papel, alguém

  14. tem que fazer. Alguém tem que assumir papel do vizinho. Alguém tem que pegar a camisa nova ali e jogar na frente. Eu acho que é esse vizinho, ele toma a frente, toma iniciativa ali. Alguém tem que botar a mão pra correr. Tá, bala pra conhecer, é o vizinho Ranzinho, isso aqui existe em todo lugar. Pfff... O balalho ainda é em cima. Tem outro chip pra ir vizinho, também que vocês conseguem lembrar, sem que tem qualquer lugar. Eu acho que, cara. O vizinho líder também. Vizinho líder? É, é. É, é o que é boda? Lider é a comunidade. É, o cara que quer organizar tudo, tipo... Vai chegar lá. Ahahahah. Vou fazer um campeonato de futebol. Ele vai lá organizar, o campeonato ficou abosto, tá, tá?

  15. Ahahahah. Aí vai ter outro evento, ele, tipo, assume a liderança de novo, faz... Faz outro evento, ficou abosto de novo. É o cara que ele vai fazer a vaquinha da roupa pintar a roupa do mundo. É, futeza. Nossa, senhora. Vai fazer a recadação de prenda para a festa da igreja. É, é. Vai passar na cara da casa. Só que tem um saco de arroz. É esse cara que organiza o Cosmo da Mião da Rua. É, tá bem. Você tá fecha de unida, tá? Vai ser de unida. É, gente tá aqui com o requerimento para o prefeito botar a luz da rua. É, é. Nossa, o sinatura dos ensinos. E esse cara é meio que ele se achou no da rua e que se ele mora num condomínio ele é obrigatoriamente ele tem que ser o cindico.

  16. Ele é o medo do bial do condomínio. Ele é o Pedro Bial do condomínio. Mesmo se ele não for cindico, ele vai ser o cindico. Ele quer. Ele só porque ele quer. Ele pode não ter a faixa de cindico, né? É oficial. Mas ele vai dar um jeito de interferir de alguma maneira. Exatamente. De alguma maneira ele vai tentar ser o cindico. Eu acho que síndico é uma profissão, meio desvalorizada, as pessoas pegam muito no pé do síndico, porque, por assim, todo o síndico é o filho da puta, né? Mas é um problema seguinte, imagina que o cara, ele tem a resposta, a pica de como que eu pode dizer... Organizar. Organizar um prédio. É, não é fácil. E o brasileiro, eu sempre digo, uso isso, é que é conhecer o brasileiro, você vai na estação pinhendo.

  17. Quando você vai sair do trem, a porta se abre, você acha que as pessoas vão dar passagem para você, ou elas vão... Ser o que você consegue sair. e enfim, então o brasileiro esse povo, né, feliz, poler, que não respeita ninguém. Então o cíncico, ele tem que ser ali o mediador, a entre um, um, quatro sete, um, quatro oito, o trinta e dois, o trinta e três, o quarenta e sete, está pisando em cima do quarenta e s... do trinta e sete... e só que o cíncico, ele vai criando... ele já tem esse trabalho, foda. E ele vai criando, daí ele vai virando o selato, tipo, ele vai criando a sensação de poder, tá ligado? É, dele vai se transformando num Darth Vader, tá ligado?

  18. É, tipo, o Esmigo, ele com anel. Exatamente, exatamente. É, tipo... Ahahahah! Ahahahah! Ahahahah! O que ele recebeu anel do síndice, transforma. Vai se transformando nesse livro. E o outro síndice, cara, é exatamente isso. E aí ele vai se transformando num cusão. Ahahahah! É porque a gente vai resolver se transformar num cusão. É, num cusão. É, a capa que ele usa, passa protegendo do... E ele não consegue virar só, vim num cusão. Ele transforma a mulher dele num cusão. O filho do filho do filho do… filho da puta dependendo da puta também Eu gostaria de lembrar que o meu grande meu grande amigo Cídeo do Não Salvo Que acho que eu sou um pouca de pessoas que sabe que em uma certa época a gente morou junto

  19. É verdade, por começo do que a gente tinha uma Cídeo que era a gente boa com você que ela gostava muito de você, mas ela tocava o terror. Se você da esse, um passo fora da linha demarcada que era para andar, era assim, olha... Ela tocava o terror com a gente também no começo. Até que ela me viu na televisão. Ah, é, tem esse sinal. Um dia ela me viu na televisão e aí a nossa vida mudou, porque aí ela começou a tratar gente bem automaticamente. Não sei por que, eu começou a tratar gente bem a partir desse dia. E você lembra que ela tinha um filho, que era São Paulo Lino? Sim! Que cara! Ah, esse é o seu perfil que tem todo mundo que tá na rua! O vizil, tu é cedo!

  20. Que é o vizil, tu é cedo! O cedo! Ah, é verdade! É o inferno! Esse cara é inferno! Esse cara é inferno! É o meu catô, sem casa, tudo bem, né? E esse cara geralmente torce para o time contrário. Eles sempre forem ter que ser por aí. Eu encontrei essa história, a gente estava vendo coríntias e sei lá quem, campeonato brasileiro, e aí o time marcou um gol do coríntias. E o São Paulo começou a ver, o Tachupa Cori, o Cid ficou apontado pra ir na janela e começou a discutir. E aí eu fui to nele, eu comecei a olhar e todos os vizinhos coríntias começaram a chingar. E eu me vira a história, era uma zorra, virou uma briga. E era tipo coríntias em Braga e Chama.

  21. Sim, sempre é motivo pra brincar. É, e aí o cara, enfim, sempre tem o cara que... O cara ele nem tosse pro time dele. As vezes ele tosse contra o time do vizinho. Exatamente, ele sabe, ele faz proposta que é essa cara. Ah, tanto que o São Paulo quando perdia, a galera começava a gritar. Por causa da delas. O casadelo que ele era chato, entendeu? Exatamente. Então, sempre tem um vizinho que ele tosse contra o time de alguém, também da vizinha. Esse perfil é bem interessante. Eu acho que todo mundo tem um desse. O Albano é em cima. Eu tenho um vizinho, que eu acho que ele está com certeza, todo mundo vai ter. Que é o vizinho na furadeira. Não, não é a furadeira.

  22. O vizinho da furadeira, um vizinho da furadeira. O vizinho escultou, né? O vizinho escultou, né? O vizinho está fazendo uma estesstato, hein, que é algo. O meu vizinho já cheguei a falar, cara. A minha namorada que a gente acha que ele é mais ceneiro, cara. Porque não é possível, cara. Pra balencaza. É todo dia, a mais de um ano, ele dá nove da manhã, que é hora que ele beira, né? Mas, pra esquecési, cara, e desega a Cordalho, eles sigam representados, saiem de uma coloca. Deu nova, hein?

  23. Engriffe, wellbeing, beeping! E eles vão até o tempo em mim. É umאceleiro que faz Home Office! F 1999. Seglara, e eles sempre acham os momentos, assim,는 espetaculares a causar a Gonna Bares. Só que esse cara nem tem uma antiteze, ele tem um vilão no condomínio também que é a vizinha que reclama do barulho. Ai meu Deus, sempre tem uma visinha, normalmente é uma senhora, que ela tem o... Sabe aquele... aquela propaganda era poli-shop que tinha antigamente um... Só de que 2000? Cara, usava só de que dois mil e escutava uma agulha caindo no local. Eu puxi que eu vi a agulha caindo do outro lado da chá lá. Exatamente. Veja, Yolsa, esta incrível demonstração.

  24. Wow, eu consegui ouvir a agulha caindo no outro lado da chá lá. Essa vizinha ela usa esse aparelho há muitos anos, a mate de 20 anos que eu não dou esse aparelho. Comprou no ver na propaganda do... É a usa dois, o isso é o do outro. Sim. Pais 1, né? Pais 1 é verdade. Ela é tipo morcego do conumínio. Ela é uma coisa. E ela também é a mesma coisa. Como o cara começa, vai o barulho 9 horas amanhã, 9 e 1. Essa vizinha, as 10 horas da noite, 10 e 1 ela já ligar no porteiro para reclamar do barulho. Ela já fica muito telefone na mão, esperando o barulho começar. A certeza. As 9,59 ela começa a bater o cabo de vassorando o teste. É! Ele pôque, pôque.

  25. Aí você não sabe o que está acontecendo, você não sabe se é algo entrando lá, se você não está acontecendo. Tem essa outra vizinha, então, falei aqui por acaso e me lembrou, que é a vizinha que transabarolê entre. Nossa, a vizinha que gosta de transalou. Eu estou passando por isso, a namorada vista que eu quero. Você está passando por isso? É, como é que é a sessão? A minha vizinha acorda de 10 horas da manhã, tipo gritando localmente aqui no Jemido em Sano. Mas de manhã? De manhã. Não, não tem hora, ela chegou em casa. Eu escuto a porta dela batendo... Já começa. Já começa... Aaaaah, meu Deus! Será que você já parou pra pensar que a porta está sendo espancada?

  26. É, é, é. Você está sendo convivente com uma... A direção do Domestika. Pode ser. Você tem certeza absoluta que é século. O que ela fala durante isso? Eu vou analisar essa pra ela. Ah, é verdade, ela fala só que a mais. Ah, não. Olha, você pode ser por causa. Sado, mas o que está? Eu só dá mais o que. Eu não só dá mais a tua, ela pode só gastar a jupeira do marido. Pode ser, não. Pode ser. Você pode gastar a jupeira de um risco. Ah, ah, ah. Mas, eu quero ir que prazer, né? Vajisse, eu tenho casa, tenho tudo do risco só que a mais. Exatamente, essa vizinha também, assim, quadra no vizinho sem noção. Porque tem uns vizinhos que é sem noção mesmo, né, cara.

  27. Completamente. E por isso a gente provavelmente tem um cara que mora em cima, o cara que mora de todos os lados e a pessoa vai transar. Não, vai dar aquela metedia. E pior, o cara que briga. E ele esquece que tem um mundo em volta. Eu lembro que nesse pra briga de casal... É, eu esquece que tem um mundo. Que essas pessoas também, mas cariam uma look que ele gritava. Ele gritava assim, numa frequência. Parece que o prazer dele é que todos do condomínio soubesse. Que ele tava brigando. Mas é na qual mulher? A mulher. Normalmente é uma mulher com marido e marido com mulher. Sempre tem essa... Ou com filho também. Ou com filho. Ah, não, mas filho é aquela mãe que dá o berro.

  28. Só dá um berro. O filho geralmente é a mãe. Mas também tem a criança que quando está... Levanta um sermão da mãe e ela agrita desesperadamente. De choro? De choro? É aquela criança que fica... Ai, não me bate! E não está acontecendo nada. Eu estava acontecendo nada. Eu estava novamente não está acontecendo nada. Ela pegou um chorte. Ela pegou o machistinho dele. Eu levou pra cozinha, eu só pra alguém te chamar. Com o selho do telá. Cara. O baldo na íntima. Paloma e criança, eu acho que tem um tipo de vizinho. Que é o filho do vizinho. O filho do vizinho. O filho do vizinho... Geralt, sempre tem o grupinho de filhos dos vizinhos. Sempre tem o indiabrado, o indiabrado.

  29. Que fica no elevador, entra no elevador, apeta todos os botões. Que fica correndo, no corredor, no prédio. Eu era esse no Nike. É você, senhora. Era o idiobrado do Codovino. Eu tocavo o terror. É mesmo, cara. Eu não. Você foi de boa. O filho do vizinho... No prédio que eu moro, os filhos do vizinho, eles adoram... Eles ficaram brincando de escondisconde. Só que vai... Tem que ir ao sua casa. Não, e vale o prédio inteiro. Ou seja, eles podem esconder em qualquer andar. Porque é uma andar, mas é... E aí? E aí? E aí? E aí, cara? E aí, tipo, dá meio dia. Se você precisa descer, pegar o ônibus, está 5 minutos atrasados, o ônibus vai passar e aí fica cada um elevador, quando chega a elevador, tem 10 crianças.

  30. E aí, quando você olha, tem 7 andares pressionados, porque é o cara que está procurando, ele vai ficar na alho, molecado, meu Deus, como vocês são. Aqui eu vi no interior, eu sempre moro em casa, para você morar em prédio, porque eu não vou te ver. Então eu fico meio nervoso. Deve essas iluminadoras, Vem essas crianças. Porra, rizam. Não, eu não grito. Ah, você? Ele é o cara que suta aqui diferente que ele gosta de grito. É, não tem um cê, não tem um cê. Não tem um cê. Ele gosta de criaça. Não, não, eu não grito. Eu não falo nada. Eu não falo nada. Eu só fico... Eu não precisa falar. Só olhar de reprovação, tipo... Crença o meu da puta, quer ter o pago.

  31. Só precisa olhar. Mego sabia que ele tava na caba-gabundo, que ele paga ele porra. Já passa que ele é olhar de julgamento, sabe? Tudo isso precisa. Você só olha atravessado daquela buffada e tudo isso já foi dito, tá? Olha, olha aí, cima! Toda rua tem um vizinho que é, normalmente é vizinha, que é a vizinha, foi foqueira. Isso é o mais concordo. E geralmente, geralmente é o combo, que ela fica tipo cuidando da vida de todo mundo. Ah, não, ela dorme mais tarde que pra ver que hora está chegando a foda. Ah, é também. Aí fica naquela hora, acho que ela está trabalhando até mais tarde. E não sei o quê, será que eu prochei toda? Já lança uns olhos assim, né? E ela conhece, ela sabe o nome de todo mundo.

  32. Você nunca compreventa, ela sabe o seu nome. Ela sabe que ela está chega, sabe que ela se sai. Sabe o nome do teu filho, sabe o nome da tua mulher, sabe o nome do teu filho? Ela sabe mais que o porteiro do prédio. Ah, mas muito mais. Ela sabe da vida do porteiro. O interior tem muito disso, porque lá são três pessoas morando interior. Aí todo mundo peda da vida do seu mundo. Exatamente por isso, por ser pequeno, não tem muito que fazer. Por que você conhece todo mundo? E a vizinha... O que você faz, interior? Você não tem ponto de sair, você não tem ponto de passar. Você bebe, deixa o caneco, ainda bem que chegou a internet, na interior, as pessoas podem ficar na internet.

  33. Mas é a vizinha, aquela clássica da vizinha de bloçada na janela. É, é. Sobe servando... Cujo vazio de flor do lado, para tentar ocultar ela. Ela usa meio que um sárcio, né? Ela fica um foda. Não, ficam ficando flados, então ela fica abre a porta só, eu tinha uma vizinha que tu tem que lembrar, dona Nene, até o nome dela, o nome de Femali de Vizinha, foi foqueira, dona Nene, ela era uma senhorinha, provavelmente já falei seu que quando era criança antes de 1997, ela já estava no bico do cor, e ela ficava só na porta, tipo, entra aberta, assim, você só viu o olho da dona Nene, um só, aí você saia assim de e o meiozinho já olhava, cara, e é batata.

  34. Se eu olha, assim, para trás, você sabe que ela vai estar lá. Na metadeira do Rio, você por desfarsa, não olha diretamente, na hora que você olha, ela vai estar te olhando. Todo mundo sabe que ela está lá, mas ela não... Ela acha que ela é invisível. Ela acha que é invisível. O oposto dessa vizinha, é a vizinha que ela escandalosa. Ela quer que você sabe o que ela está lá. Então essa é a vizinha que eu tinha. E tinha uma vizinha que ficava na caussada com uma cadeira de praia. Ah, claramente observando todo mundo, que ela ficava lá desde muito cedo. E isso que Lid falou que quando chegou a internet, as pessoas pararam um pouco de cuidar dos outros,

  35. e a minha vizinha, ela botava um notebook na rua. Não! Ela tinha um Wi-Fi mais potente que os demais para poder ficar na rua, e ela continuou na cadeira de praia, ela com o notebook, provavelmente já ali, fazendo quem sabe um blog sobre a vida dos outros. Fazendo transbilhão no YouTube, não é? A gente tá fazendo um livro, né? E usa inspiração, os personagens, os vizinhos. É bem possível. Ela fez um tutorial de como são abofo-fukeiras.

  36. O baulinho é em cima. Olha, agora eu vou falar um coisa que é um desabafo. Que é um tipo de vizinha que eu acho que é o tipo de vizinha mais famoso. Tem filmes sobre elas. Mas do que todos esses? Existem filmes sobre elas. Existem séries novelas. São personagens do Manuel Carlos que é a vizinha gostosa. Ah, eu nunca tive uma vizinha gostosa. Cara, nunca! Muito a vizinha gostou do vídeo. Eu nunca tinha uma vizinha que morava no terra. Eu não espero que ela não escutisse. Que ela morava no terra e quando saia de casa, passava na frente da jornal da sala dela. De vez em quando eu estava passando, eu dava aquela espiada dentro da partamento. Ela estava tipo passando de toalha.

  37. Ou estava passando desnuda e eu ficava calho. tipo, coloca com a coutina e me faz não ver isso. A campanha dela falou, senhora, você poderia colocar uma coutina? Não, não me incomodava, eu tentei o sinto. Ah, sim, tá vendo? O grande porém da vizinha gostosa é que ela vai ser filha de algum desses esterióticos que nós falamos. Ah, não pode ser filha do cíndico, pode ser filha da fofoqueira. Não, ou tem outro esteriótico, o filho dela. O filho da gostosa? Filha da gostosa. Que passa, passa, moleque lá, você falou, filho da gostosa. Eu tinha uma vizinha gostosa que ela ficava no prédio, dois prédios pra lá, só que ela não tinha curtida também. Aparentemente, acho que é um combo, né? Toda vizinha gostosa não tem curtida.

  38. Ela falou que é por isso que você sabe que ele gostosa. É, serão ninguém saberia, né? E ela passou pela pela no dia inteiro. Era o dia inteiro passando pela lá. E eu lembro que nas sextas, as feiras que era a minha grande alegria, que nas sexta-feira, ela estava indo pra balada. Então, e as amigas na casa dela, para trocar de roupa pra pra ele falar. Eu estava no todo, todas peladas. E eu ficava igual a vizinha, foi foqueira. Acabava na janela de sessada. Acabava ali no meio das coisas. É, desceu o varal pra roupa ficar em cima de mim. Sabe, meio uma gaiver, meio um carmeição de ego. Desceu o varal, as roupas ficavam em cima de mim. Eu ficava só em tras roupas.

  39. Eu trabalhava no lugar, no Rio de Janeiro do Sul, que era uma empresa que ficava no quarto andário de um prédio. E do outro lado da rua, tinha um prédio que tinha uma vizinha dessas que trocava de roupa e ela tinha o horário dela. Ela trabalhava ao trabalho, exatamente. Então era por volta das 8h da noite, que toda a empresa parava de trabalhar. E era para dar cozinha. Até hoje, ser lá no Bré de Esperta, até as 8h. Não, você de cadeira tinha horário e aí toda a empresa parava de trabalhar. E era para a fañela. Aí já tinha aqueles funcionários que levavam binocles. Nossa, olha aí também. Então é assim, cara. Eu nunca vi uma pessoa demorar tanto para trocar de roupa.

  40. Ela ficava uma hora trocando que a empresa parava por uma hora. Diariamente, a empresa parava de funcionar os chefes, inclusive, parava de trabalhar. Cara, o horário de almoço era oito da noite. A galera parava de almoçar para as oito da noite, tem aquela hora. Para ter a hora, lembre-me de... Eu fico tríticas das histórias, porque quando eu morava no interior, e abria janela, sovia pasta e boi, pastânio, café saldo, meu vizinho do lado, eu sempre lasso em nosso dia, será que eu vou morar na cidade grande? É que não tem um vizinho. E a botão, a vizinha gostosa, que vai ficar lá trocando de roupa. E aí, se a equilição... Igual nos filmes, eu imaginava que era igual nos filmes.

  41. E aí eu cheguei seu palco. Aí no prédio que a gente morava, a janela do meu quarto, dava com o laboratório de remédio. E a janela da frente dava com o vizinho, seu palino. E por vizinho escandaloso. E paciíndica, então... É verdade. Eu falei aí, agora no prédio como Orios Asco, é um novo tipo de vizinho que é o vizinho. Festeiro, churrasqueiro, fanqueiro, sem ser... Ah, você vê? Tem, que aquele vizinho que não tem tempo ruim, sabe? É, é o vizinho da alegria. Do Mingo, nove da manhã de do quê? Júlia, churrasco, lá lá, de pão mesmo, e pão... Porque eu, desculpa a gente falar isso, eu só que vai pra cima e eu... Eu fiz isso em uma humoriosasco. Isso, eu me cim, esse é o que eu já fiz em cima.

  42. Eu humoriosasco. É que algumas pessoas não digerem essa informação. É, é que você vai. Ah, que está acontecendo? A gente já está colocando um bossos que eu dei do Relógio, só porque se falou que eu dei os outros. E que já passou da estação presidente, Altino, ali para a frente? Quando chega, eu sabe que eu usar essa cidade, graciada pelo funk, né? Concentrei, absoluto. Então, os vizinhos eu tenho, eu tenho, eu tenho, essencialmente, dois vizinhos que é um fica do meu lado, da Janela e o outro fica do outro lado. Sério? O do outro lado ele é do, é do Samba. Eu queria que ele fosse meu vizinho, cara. Ele faz aquele churrascada regaba a Samba e ele vai até domingo 11 e meia noite.

  43. Eu tenho que verja dessa galera pro nativo. É muita alegria, não se entira, porque chega em casa. Muito voltado de vida. Porque não tem vontade de ter. Você quer sentar, dentar na campanha, é uma múmia, não atu. É, então, eu quero que chega feliz da vida, é uma alegria. O baulinho é em cima. E me lembrou, inclusive, falando, é alegria, me lembrou de outro tipo de vizinho, que é um vizinho Mas é um grande macuheiro. Todo o Fred e todo o Rodo tem um visinho macuheiro. Ah, porque assim, os estereóticos estão aí porque eles são verdadeiros. É isso aqui, a grandeza. É vizista, né? Não é a toque, alguém falou, ah, flam de tal, é assim. Então, ele é assim, porque o cara fala isso?

  44. Porque existe um fundo de verdade. Pode ver se você tiver um visinho que usa a dredi. Ah, meu amigo. Existe uma grande. E passou com a mesa do pomelo. Camisa do pomelo. Cheguevara também. Tem uma macoaera. Não tem a dúvida. Agora, se lembra que eu falei que a gente vai ficar... E acentar aqui ficar apontando os terióticos e talvez nós fossemos um deles e a gente não sabe o... O pomelo, você quer? Você lembra? Eu já sei que é a história que a gente vai lá mais junto, né? Era eu, Sid e um grande amigo nosso, Ivoneu, né? Ivoneu, que ele, inclusive, foi citado no primeiro pomelo de cash. E ficou mandando o tweet, ficou todo feliz, o que foi citado para a segunda vez, e para o jeito vai ser assim bastante tempo.

  45. E eu tenho uma história... A segunda vez que ele está, e esse é o que eu tenho. Eu sou tem uma coisa. Esse prédio, o livro realmente era um vizinho, uma conhecida. Agora que está presta a descremenar, a gente pode falar pra gente, mas a gente saiu do prédio. É pra falar. É problema não. Era assim o aquele cheiro que você estava na portão do prédio, você sentia. É, se você defende da... É uma rofa, né? É uma rofa, uma rofa, uma rola, não é? Na moral da... A moral da praia. Surfista que também tem a ver com a cor. E também tem a ver com a cor. E também tem a ver com a cor. E a ver com a cor. E a ver com a cor. E a ver com a cor. E aí, cara, uma vez a gente estava lá e batendo a porta umas vizinhas, né?

  46. Que tem a vizinha. Não é pra estar sucas, tá? Era duas moço e provavelmente elas foram buscar sucas. E eram umas vizinhas gostosas. Era a vizinha gostosa, mas acho que é o menor do nosso andar. Não era do nosso andar, não era tão vizinho assim. E aí elas, ah, não sei o que é a suca, é que tem, ser a tenta. Mas acho que elas ficar com vergonha primeira vez. É, eu lembro, você se lembra. E aí depois elas iaram o boteiro de novo. Ah, amor, se você vê esse sério, você! Você tem um baseado. Ahahahahahah! Eu tenho pra mim. Eu falei, eu apoiado. Você tem um baseado aí. Olha, é bom, dá, Jes. Te deia, a suca seja que é um baseado. Ahahahahahah! Vai ver, ela quer ir fazer um brigadeiro?

  47. É uma coisa aí, ela vai voltar a buscar um descal. Então ela era da polícia, né? O herda. Quando ela perguntou a sulca, ela queria cocaí-la, queria o sulca do bimbo. Era um bimbo. Será que era um bimbo? Ela foi pedindo cocaí-la, era o sulca e ela falou que eu vou pedir, falando diretamente. Agora, eu preciso de uma vambida. E aí, a grande questão é porque os vizinhos não sabiam quem, exatamente, dos três moradores ali. Tava fuma, só se eu tivesse um cheiro. E fala a verdade, a gente tinha tudo pra ser um drogado. Claro, é um três cara, mano. E ficava chegando os pacote que recebiam os brindes pro bloco do blog, tá? E aí, tipo, a gente entra no pacote.

  48. A gente entra no pacote. As vezes, chegamos às caixas de whisky, depois de cachinha. E o gelador e a lá é aquele cheiro do nosso amigo ivo. A gente tá aqui falando, mas provavelmente os zinhos falavam da gente. E lá vem um jogadinho. A vizinha foi foqueira, mas como não é de anelas, só obtevam no cês. Ah, caramba, cara, agora você falou que até triste agora. O oposto do vizinho maconheiro é o vizinho policial. Tem, sempre o vizinho policial. O vizinho policial quer colocar ordem no prédio e ele está ali para disputar o poder com o sim. Mas é que o vizinho policial, acho que ele não consegue muito colocar ordem porque ele é ocupado. Tem que estar aprendendo a galera aí, está me ferrar.

  49. Mas tem o policial aposentado. Tem o policial aposentado. Tem que ter uma vida militar. Era delegado. Era delegado e ele mora no seu prédio e agora ele não precisa mais. O linhador do pré... É um linhador de ser mais organizar rua, ele quer organizar sua vida. Eu já salvei a Patre, eu posso salvar a sua vida. É a coiada. Pá! É um slogan dele, né? E cara, só pra fechar, se eu sou um do vizinho maconheiro... Eu não, eu não. Não, eu acabei de lembrar de uma palavra que aconteceu essa semana no meu pré, de meus ásco, que acharam... Eu não sei demais. O saciornamento do nosso pré acharam baseado que parecia um charuto com o bano, Eu lado uma camisinha usada.

  50. Claro, mas que prédio é esse que você mora, cara. Então, vai desvelar muito legal. Eu moro do mesmo prédio que eu... Mas a gente não é vizinho. E a gente mora em lados diferentes do prédio. Exato, oposto. Então, assim, o prédio... Não sei, acho que hoje em disso deve ser uma prédica comum. Mas o nosso condomínio, ele tem um grupo no Facebook. O que é? O de um dia, o de um grupo de vizinhos é um bom... A gente já vizinha aqui encontrou uma camisinha no sessionamento, vai lá e posta uma foto no grupo e faz um testão. E aí a gente reúne as duas piores coisas do mundo que são os vizinhos e a galera do Facebook. O Facebook é o pior ambiente pra se estarem.

  51. É o grupo no mundo. É uma coisa desgraçada, né? Nossa, antes que era uma coisa horrível. Sabe uma coisa que acontece no meu grupo? Eu não participo da grupo do hoje de quando virou um grupo de pimenta. Me dê uma olhada pela minha namorada, ele pode ser para... Porque eu ia sacanear todo mundo no grupo. O cara ia falar alguma merda, eu ia ficar ir cheiro no sal... Eu não ia aprestar se eu tivesse no grupo. Então eu prefiro estar ausente e te to na sua me conta as histórias. Mas uma coisa que acontece com muita frequência no meu prédio, que a gente tem uma lavanderia comunitária, né? Uma lavanderia que todo mundo usa no meu prédio. E muitas vezes as pessoas esquecem roupas íntimas, a máquina de lavar.

  52. E quando você esquece uma calcinha filmentão na máquina de lavar, aí o vizinho vai entrar na máquina, fica uma situação um pouco desconfortável, né? O que você faz de uma vez, você pega calcinha ou você leva pra casa e fica cheirando ela, ou então... Eu acho que é uma coisa legal, né? Eu acho que o mais normal é o que quer, você pega calcinha e deixa de lado ali no canto, né? Pra você, a vizinha fala, pô, cada uma é calcinha de oncinha, vai lá e volta e acha que vai o sininho. Mas não, o pessoal do Prédio, tira foto das roupas íntimas, Esquecidas na lavanderia e pós-a no grupo do prédio. É pra um migado, é pra um anjo chão. É a bababuda que deixou essa calcinha de um cim.

  53. É um chão de coec a freada. No grupo, eu fiz um cicão de cim. Então você ficou olhando a calcinha de um cim. Será que é um vizinho que tem essa coec? E nunca vai aparecer o dono nesse caso. Tem essa calcinha, entendeu? E nunca vai aparecer, óbvio, né? A partir do momento que alguém colocou no Facebook, que escreve uma adiceração sobre a calcinha. Essa calcinha é minha nunca, ninguém. Então vamos. Não faz isso, é bizarra, né? Não, esse grupo do Facebook, ele dá oportunidade para essas pessoas de estar numa reunião de condomínio é terno. Ahahahah E aqueles assuntos mais banners possíveis, sabe? É que ele é implicante, ele vê um papel no chão... Ah sim, não é que ele pega ele de outro...

  54. Ele tira foto e ele vai, ele cheio... Tem outro, ele reclama, esbraveja... Quem que não sabe, eu morei durante um ano também o dividió passamento com o braço. Sim, nós tiramos aqui em São Paulo e tal. Então a gente, por um momento, uma criança brincando no prédio e tal, ela riscou a parede do lado do elevador. Essa é a história, mas... Ela riscou com lá, pisa a parede. Aí alguém foi lá e tirou uma foto. Ah, publicou no grupo do condomínio e começou a falar... Eu quero saber quem é o pai que vai pagar a pintura nova do prédio. Cara, ela... E a espisa pintou a cadê inteiro? No trista, no trista chamava a criança de vando, onde pixador. Era o lápis.

  55. Era a casa de polícia, não. É, cara. Ela fez o risco. Aí, cara, a gente... o Lui de tava em salto e o cara vai, eu acho. E a Camíta vem em casa. E eu acho que era só ela que tava, a gente falou pra Camí. Camí vai lá limpa, tirou a foto com a cara no grupo. Ela foi lá limpo, tirou a foto com o grupo e falou, ah... É resolvido. Resolvido, vamos pro próximo problema. Bom, aí o cara falou, não, agora tudo o que aconteceu, a gente vai mandar pra você resolver. Nossa, você é o otário, tipo... É, agora... O cara falou pra você. Mas eu quero ver se esse marginal cresce a saltar na rua que se você vai para a história. O grande ponto do grupo de condomínio é que eles não querem que os problemas sejam resolvidos.

  56. Porque se resolver o problema, vai boar o que é isso. Esse é um problema, os cara, eles não querem ver soluções que... Fala do problema. Se mostrar indignado, quem está mais indignado aqui vai ganhar. É uma competição indignado do mês, vai dar um plau aqui. E a lá em... O que é no tempo? Fica uma plaqueira do indignador no mês. Cara, é bizarro, assim, você vê o nível do debate. É assim, gente, olha que absurdo! Uuuu! Eu achei um papel de bala no jardim! Ah, e agora! Não tem que me mudar! É, fica... Quando o Lui de faz voz, você fica imaginando o personagem. Eu imagino o ódio deles ter que... A passada é uma coisa que eu tenho prazer. Lembra que eu falei do vizinho, isso é um bista?

  57. Fez! Que ele começa do Mingo e vai até? Cara, é o vizinho Zé Capacodinha. É o Mola no décimo quarto andar. Então quando o Samba dele chega lá, se ele chega muito baixo quando chega. Só que os vizinhos ali se pra ele andar, ele sofre o entanto. É, eu me ento sabe, mas eu me diverti tanto, vizinho. Eu entro, se dá do Mingo, a noite já falou. Zé Capacodinha, é aquele vizinho que é sete horas da manhã e já tá no bar. É, já tá no bar na esquina, já da rua? Já está tomando um goroja, a que é a faz de esquenta, né? Pada de noite. E isso é um vizinho fenomenal, ele vai lá com uma vaininha dele de soa lá. A gente... A gente... Cruzapelinha, bota a mãozinha aqui na pãça.

  58. Pede uma cerveja angelada. E aquela cadeira de plástico amarela. Nossa, vai escolta, né? Pau, bala de cima. Isso me lembrou outra coisa, cadeira. O cara que fica sentado no prédio, que é o porteiro. Isso, ele é um personagem essencial dessa nossa conversa que não é uma noite de mesinhas. O porteiro que o porteiro... Ele sofre. Não, o porteiro sofre, mas ele também faz a gente sofre. Porque o porteiro normalmente tem uma língua própria. Não é? Ele não sofre. Ele tem um de alé, ele só ele entende. E não é independente da onde o cara é, não importa se o cara vem do... Sei lá, da puta que parei, eu vendo, não sei lá, não importa onde é. É a faculdade de um porteiro, não é?

  59. Na faculdade de um porteiro é que é uma cadeira que é idioma de porteiro. Exata, meu idioma de um porteiro. Ela faz faculdade de um porteiro e tem essa matéria. E eu aprendi isso, ele faz várias provas dentro. É a única explicação. Eu prendei isso, tipo, no terceiro semestre de danvo. Sempre porque o cara toca a tona de danvo. Para a latava, ele tem o meu danaga. E é uma pizza. É só uma pizza. Sabe qual deve ser a melhor coisa do mundo? É se eu for ter, e morar em outro prédio. É o único cara do prédio que entende o porteiro, que também é o porteiro em outro lugar. No nosso prédio, tem os porteiros figurais lá. Os arsaclom dele. E o portão a gente pelidou carneasamente de Steve Busqueme, porque ele parece o ator Steve Busqueme.

  60. Ah, famoso. E o outro é uma gila. Que fala? Parece uma gila. E ele parece. Sago o Magila. Não sei, eu não sei, eu não sei, o Magila. Mas você vê que o Magila não entende direito. O Magila é o melhor. Ele parece, o Magila, e fala igual o Magila. Mas de portero tem uma história que o Brian tem que atender um apelido para o Brian, né? A gente vai dar uma chebola. E a história é muito boa. É muito boa. Você precisa colocar você agora. Eu vou contar a história. Quando eu fui morar em Osasco, eu cheguei no prédio e obviamente não era conhecido pelos porteros. E lá no prédio tem uns portões que são abertos apenas pelo portero. e fica lá dentro na guarita dele, ele enxerga o morador na rua pela câmera

  61. e aí ele aperta o botão para que o portão se abre. Como o portão não me conhecia, ele sempre saia da casinha e aí chegava em mim e perguntava meu nome. Ah, eu falava meu nome, ele procurava meu nome numa lista de moradores e abriu o portão para mim, e se ele encontrar. Ah, eu estava falando pro portão meu nome, ele não achava. Na nova no prédio também. Eu era novo, foi a primeira vez que fui no prédio. Minha novo? Meu nome estava lá, mas ele não encontrava. Ah, eu falava, Braian, ele procurava, ele não achava. É Braia, ele não achava. Eu sou letrava, BR, e aí ele não achava. Eu vou escrever o teu nome. E aí, depois, quando você entrava, você me ajudou a localizar.

  62. Falei, beleza? Eu falei, B, de bola, aí ele colocou lá. R, A, E, A, N, e ele escrevendo. Aí ele abriu a porta. Aí eu entrei e estava escrito no papel. Fruvis. Cara, ele não é ser todo nenhuma letra do meu gão. Brúvio! Eles pegam flúvis, não tivessem visto. Flúvis, ele nunca ia encontrar flúvis no desvalista do condom. Mas não faz, cara, não faz. Pra flúvis, a diferença é de fugir da tesa. Mas tem que finalizar o problema. O mais legal de tudo é que chegaram aos técnicos da net para instalar em internet lá em casa. E eles perguntaram o que não me eu queria colocar no iFive. Aí eu falei, eu coloco a flúvis. até hoje, meu, foi a fruta. Cara, demais.

  63. Esse poder quando chega em comendo, você pega uma coisa e só vai assim. Chega um motoqueiro. Ah! Chega um motoqueiro. Você pega de uma pizza. Chega um motoqueiro. Vai, chegou mais rápido. É, chegou muito, é. Chega um motoqueiro. É melhor do que aquele ponteiro que acham que tudo é pizza. Qualquer coisa, chegou uma caixa do CDX, chegou uma pizza. Vendo, vendo Amazonas, aqui é uma pizza. Qualquer coisa que chega no prato, chegou um vizinho, chegou amigo seu tocar lá, né? de de de de dredi eu chevo a pizza Qualquer cara é o botobó era pizza No apartamento que a gente morava tinha um que ela chegou ao moço Não era 10 da noite Eu chego ao moço Tá bom

  64. Eu chegou chegou eu vou descer buscar Mas o porteiro A tarefa de ser porteira é difícil porque é confício A gente tá falando de todos os tipos de vizinhos Qual é o ouvido que mais deve doei É o seu cotateiro? É do porteiro Porque ele tem que lidar com todos esses vídeos Ele tem que lidar com todos os vídeos Esse defende porque ele fala ninguém entende. Ele vai bater boca com você, ninguém vai entender. Então ele só afren dobro, ele só pode escutar. É verdade. E aí acontece. Fala o vizinho da foradeira. Furando e a vizinha que reclamou de barulho. Ela ligou pro porteiro e chega, chega, chega, chega, chega. Por porteiro como se ele fosse culpado.

  65. Aí o porteiro liga pro vizinho da foradeira e fala, então... Aí o foradeiro liga, chega, chega, chega. Por ter um porteiro... Existe o dia nacional no porteiro? Não, ele é tipo o juiz, o futebol, o futebol. De se feriar. O futebol, não é ninguém estar feliz com o juiz, é a mesma coisa que o porteiro. E todos os problemas do prédio, se acontecer alguma coisa, a culpa do porteiro. Não é uma situação muito fácil ser porteiro. O bolo na índima. Mas eu estou pensando aqui em algumas histórias que já tenham acontecido com a gente, mas a história de vida que aconteceu na viziança. Eu lembrei de uma história muito bom que eu gostaria de contar agora que aconteceu com a vizinha minha.

  66. Meu nome dela era Marta, ela era... Viciada em cigarro, a Marta fumava absurdamente ela minha vizinha de baixo. Ela era a famosa Xamina. É a Xamina, exatamente. A Marta não era Xamina. E ela fumava muito, muito. 50 metros por dia, ela fumava muito. E aí a Marta ficou grave da... No prédio, então, quando uma pessoa ficou grave da um parcote derbil. O nome do filho dela é Calvertinho. Paradei, não se gasta, é o velho com a porinho. É o laborinho. E aí a Marta ficou grave, tá lá, sabe? E o seu prindentemente, a Marta continuou fumando durante a gravidês. Ela é aquela misia sem melhor a noção. E os outros diziam, ficava tipo, porra, e aí, será que a gente fala com uma coisa?

  67. Será que não fala? Será que ela fica numa situação meio delicada, porque não é a tua vida, né? Mas é... Não é problema seu, mas... Tipo, uma mulher com um mando de 9 meses. Depois do bebê nasce, não pode dividir, ninguém sabe porquê... Exato, né? E conserva. É complicado. Mas enfim, as pessoas começaram a meio que... Vamos marcar. Vamos manejar aí no cigarinho, né? Tá, né? A pessoa começou a dar umas dígias. Ela fingiu que tava parando, mas eu era vizinho dela... Enxergava a janela dela e eu viai aquela continuar formando o mesmo jeito. Era mesmo a coisa. E aí o filho dela nasceu e o filho dela nasceu. E ele não crescia. É uma criança que não crescia.

  68. Então tinha por ele tinha 10 anos, o parecia tinha 6. É uma criança que não crescia. Não desinvolve. Sabe, é que as crianças, é uma equilininha, e tal. Era tipo um pitoco deliana. Ah, não é? Era um dos pisos. Foi uma equilininha marca, um pitoco deliana. E aí esse filho da mata, ele tinha... Ele ficava muito tempo sozinho ali no prédio, tal, né? no toco. Ficava brincando só assim enquanto também tava fumando. Mas o meu bato saia pra fumar ele. Saiu pra fumar, fica brincando no praia. Fica, eu vou fumar agora, só vou terminar de fumar esse. E vou fumar. Depois eu vou... Depois eu vou fazer um mal para a gente fumar junto. E aí um dia tava saindo eu, minha mãe, né?

  69. A gente tava setersando meu pai tirar o carro. Da garagem, ele tava na frente e um filho da Marta, né? O Pitoc, que eu vou chamar ele Pitoc, agora. estava brincando com gato, ali na calçada. Deixa o meu, deixa o meu de beetuca. Que é o meu de beetuca? É a verita. É a verita. É a verita. É a verita. É a verita. O beetuca estava brincando com o seu... Ah, ele é uma oportunidade. Dá essa período para o cara. Ah, é a verita. É, rapaz. É, é a criança, né? O beetuca estava brincando com gatinho, ali no... Na frente do condomínio, no frente no prédio, então... E minha mãe tava esperando meu pai sair de cava, ficava molhando o moleque brincando... E aí a gente começou a perceber que o gato não tava

  70. Eu estava gostando muito da brincadeira. O gato não estava interagindo com o garoto. E ele ficou olhando e eu falei pra minha mãe, eu acho que o gato está morto. A gente começou a olhar e o gato estava morto. O pituca estava brincando com o gato morto. Estava se transformar o gato. Eu não tinha certeza se ele sabia se o gato estava morto ou não, porque ele ficou brincando com o briga de fantóxia. Ele ficou muito maiormente com o gato morto. A gente começou a ficar me organizado, né, pacena. E aí a Marta, a fumante chegou, né? A mãe dele que ficou no lado olhando, um leque brincar com o gato morro. E a gente também não sabia, só tinha percebido aí, minha mãe falou, Marta.

  71. O Bituca. Tá brincando com o gato morro. É melhor não deixar, pode fazer mal, passa aonde do garot. Aí ela se tuca o familiar, Deus do Cerro. Bituca vem aqui. Pegou o Bituca, sabe como você pega a criança? Como é chacoalha? Pituca, você tá se sentir um bem, mituca, é uma mulher que não sabia o que tinha acontecido e a rapa que ele tava andando e a rapa. Você tá se sentir um bem, você tá se sentir alguma coisa, mituca, a Eu trouxe aqui esse basta de Rádio, onde tem uma dorresinha do meu coração. Eu te menino sabia o que falar, só falou isso, só prata da intraturina. A minha mãe. Albala e o time. Vocês lembram de alguma história de você? Eu tenho uma história boa nesse negócio de filho de vizinho, né?

  72. Toda, obviamente, toda a mãe quando a gente é criança, ela nos dá várias recomendações quando a gente vai sair em casa, por mais que seja pra brincar com as crianças, né? E na minha rua tinha três crianças que eram filhas de uma, como dizer, uma prostituta, uma fala. Ela era com a mãe deles, era prostituta. Mas falar prostituta não é ofensivo, então você pode falar prostituta. Tá, a mãe deles era prostituta. E todo mundo sabia disso, era... Os filhos sabiam? Os filhos eu não sei se sabiam, mas os vizinhos sabiam. E aí... Eles eram os reais filhos da puta. Exatamente, esse é o ponto. E aí a recomendação da minha família era de não chamar eles de filho da puta.

  73. Sipregar não chamam de filho da puta porque ele realmente é. Isso é a mãe dele solber que ele foi chamado de filho da puta, pois dá bata do matreto. Então assim, se brigar com qualquer um pode fazer o que quiser, mas com eles não chamam de filho da puta, se não vai ganhar com uma recomendação para a família. Muito boa. Eu recomendo a sua justa. Eu tenho uma história boa também, porque eu era o filho do vizinho. Eu achei que você morava na casa, mas eu não estava caralho. Então, cara, o tipo, minha mãe me dava todas essas recomendações e saia, deixava aí o meu irmão, sozinho em caso de inteiro. Ah, tem até essa torna também. Aí o meu irmão ia pro lado e eu pro outro e aquilo ia de eu resolver ficar em casa.

  74. Eu comecei a pegar a papel de caderno e fazer a vionzinho. Aí eu tive uma ideia boa, eu peguei um esquero com o que foi atrás do aviãozinho. Cara, criaça não para ficar sozinho em casa. E joguei, eu morava no quarto andar. Aí joguei o primeiro, foi a Voxa. Se eu vou, a Voxa foi uma avião em chamas. Exatamente. Eu era um terrorista. Ok. Era vizinho da Paula Fernandes, ela compouse para o meio de pouco. Aí joguei uma viozinha pegando, foi a Beleza, de boa, joguei dois, joguei três. Aí um amigo meu viu de lá de baixo, resolveu subir comigo. Aí eu fui mostrar, então, cara, ó, se tem que fazer assim, pra eu ir o aviãozinho, coloca a fogo e joga. A hora que eu joguei, o aviãozinho fez uma curva pra baixo e entrou no apartamento de baixo da...

  75. Ah, bem! Meu Deus! O som pro de Deus! Um papel pegando fogo! Entrou... Entendeu? O caso da mulher! Aí, obviamente, quase deu bosta, tal. Ah, não! Quase que eu dava, ela morreu, queimada! Aí, o marido da vizinha, tipo, deu meio a hora, ele bateu lá em casa. Ele vai falar assim, não foi o que fiz isso, eu quero ver tu provar no seu quê? Ele bateu tipo, já reclamando. Não é que eu não era de mal, ele é de fria. Prata? Não foi. Prata? Prata, que eu. Você tem provas que foi. Tem provas que foi. Tem provas que foi. Você tem provas que foi. Fechar a porta lá, cara dele e fiquei o dia inteiro com o fechado de medo. É. Deu 10 horas da noite, minha mãe chegou no trabalho, toca a camparinha, o meu vizinho.

  76. Aí ele falou, ó, o filho jogou para o seu filho não foi, quase no seu filho. Eu filho de jogar um papel, até o seu... Isso, porra, né? Quase pegou fogo, apatamento, pegou fogo no prédio, vai matar a melhor de família, você... Aproco, é isso? Eu... eu... eu dou a minha mãe, eu falei... Não fui eu, eu quero ver ele provar. Ah... Que imóvel! Eu falei, eu... eu sou... eu... como é que eu sou estente, eu... Eu não queria essa devogada, eu não sou estente, eu não sabia. Eu só tô com muita raiva, você conta, conta, você está. Ai... não, não, não... Quase, eu só tô esperando um final muito triste pra você. Ai... eu quero... eu quero um ribe, eu tô com o ódio desse...

  77. O aviãozinho do abril era uma prova e estava no meu nome. Eu apoiava aquela noite que teve a cidade. Muito tempo apoiando, eu acordei apoiando a pôr com o chonello de fogo. Minha mãe me fez descendo o parquinho aquele dia e pegar todos os outros aviões e os que estavam voando. que tava um barbo. Nossa, me fui decorando. Bem feita.

  78. O balô no índio. Cara, eu tenho uma história que aconteceu recentemente, mas ela não é engraçada, porque, assim, chegou um nível que eu achei que era veracágio de polícia. E ela não é engraçada. É porque, cara, eu passei tanto medo, assim, tanto atenção. Foi lá quando eu cheguei em Osasco, o vizinho de baixo, cara. Era um casal novo também, que tinha um bebêzinho. Só que eles eram muito neuróticos, essa coisa de balô, sabe? Sério, né? É aquela coisa de introdução, não é balô. E quando a gente chegou, você tem uma ideia. A gente só tinha uma cama, a gente tinha um tervento e a nada. E eles conseguiam reclamar de balô, ele é assim. E era uma parada assim, meio de eu, tipo, um hora da tarde e batia a vizinha lá.

  79. Gente, vocês estão pisando muito forte a minha filha não consegue dormir. Entendi. E aí você fica assim meio, outra coisa, né? Como é, pisa forte, leite. Não, sabe, tudo bem, mas... Cara, pisa forte no chão, não faz sentido. Aí daqui a pouco... Mosto, vocês estão tomando banho, 11 horas da noite. E eu estou escutando o choveiro na criança do concerto dormi. Eu comecei a achar meio estranho. Tive um dia que a gente estava deitado no quarto, escutei uma pautada. Pau, pau, caro, o vizinho, ele se pindurou no andar, ele morar ali embaixo. Você pindurou, pegou um pedaje de pau e começou a bater na minha varia do comprar de pau. Mas você está dormendo, é um gulho, é um gulho.

  80. Caralho, eu dou um quente de vizinho da pau. Eu não sei o que é, com o gulho. Caralho, o vizinho está escalando do prédio. E aí, eu começou uma guerra, porque daí eu comei, era o cuidado do porteiro. O porteiro, esse vizinho de baixo é que ela tava tanto que o porteiro ele ligava lá do cinto. Sior, desculpa, eu tô ligando pra vocês porque eu não vou pedir pra você fazer um boro porque eu sei. Claro. Aí, cara, chegou um nível que é assim de cara. Mas cara era um negorótico com o barulho, você não tava nem fazendo barulho pra ver se sabeitado. Chegou um nível que assim de cara foi no apartamento do vizinho de baixo e passou tipo a tarde lá pra ver se realmente...

  81. Era esse absurdo, não é só que não era, entendeu? Cara, eu sei que foi levando a história aí no cotidianado. Aí de repente esse vizinho sumiu. Opa! Sumiu! E o cara ali, o cara que é ótimo, né? E depois eu fui descobrir que o vizinho foi preso. Opa! Ele é uma insimudoso que foi pra cadeia. O vizinho dorme cida. E hoje o meu vizinho de baixo é o Pablo Peixoto, que é o cara do quarto coisa. E ele fala, carê-lo sendo o que ele reclamava, porque... Se faz o bão informal, sabe? Às vezes bate uma porta, eu sei lá. Às vezes, na verdade, o barulho vem de outro vizinho e ele toma uma ticamente acha, quer de você. Vai ver vindo o vizinho do lado e ele achava que era de cima, não é?

  82. Eu dava pra ver com os caras tava fetadas, assim, sabe? É. Ele sim, né? Então ele já tava te premiando. É o ótico da polícia bater na casa dele? Sei lá, cara. E aí ele já qualquer marulho vai dar a polícia. É agora que eu vou, é? O dia foi. Cara, eu sei, eu nunca passei tanto medo na minha vida. Ele fez isso errado que foi em chamar, chamando mais atenção. É, não precisa. Ele chamou a polícia por lui, de a casa você me prende. Quando eu nome dele, quando eu nome dele... Fácil, é isso, eu lembro. Eu não lembro. O balão no itinho. Eu lembrei de outra história, já que você falou de polícia, vizinho. Eu não sei o quê, lembra de uma história muito boa?

  83. Que tinha um vizinho no meu prédio antigo quando era pequeno, que era um vizinho mais chique do prédio, porque assim, era um prédio né? É bom, né? Tem um vizinho rico também, sempre. Então era um vizinho meio rico, ele tava sempre de terno. É o que? Ele tava sempre de terno, óculos, escuro, e tal, e chegava numa BMW. E assim, nosso prédio não era um prédio de gente rico, não era um prédio normal, Você não pede, eu não pede, ok. E o cara, claramente, tinha um nível social muito mais alto que todo mundo não pede. E todo mundo ficava abisimado assim como esse cara vivia bem, né. E era aquele vizinho, gente boa, né. Que vai lá, comprementa todo mundo, qualquer um que passa, comprementa e tal.

  84. E fala com você, enfim, ele interage bastante. Ele vem com a vida, sente. É, ele vem com a vida e a gente passava, ele... Sabe aquele vizinho que passa, criança tá ali? É, criaçada, comprementa, criaçada. E aí tá, vizinho, fucô. E aí, eu não. E aí, eu bom, Samaritano. Bom, Samaritano, exatamente. Boa, aí. Ele era exatamente isso. E um cara bem, bem, bem. Como é que se diz, bem? A pessoa. A pessoa. A pessoa. A apresentável. E aí, um determinado dia, a Polícia Federal apareceu no nosso prédio. Ah, ali. Polícia Federal. Imagina, você criança tá lá brincando de bola, começa a ir em uma viatura com os caras alimentar, ele é adorado. Mas não é aquele japonês, a Polícia Federal.

  85. Já por que japonês? O polícia federal tem um japonês que toda a prisão que aparece tem um japonês lá O polícia federal, todos os apresões feitos tem um japonês lá cara Ele é tipo o supermembrazileiro Sabe a edição, sério, sério A gente vai ter muita gente que está ouvindo com a pesquisa agora E aí chegou a polícia federal, foi aquele né, porra Polícia Federal não prédio vai tentar acontecer todos os vizinhos saíram Mocam fuzando o seu quê e foram no apartamento do vizinho A gente boa, cara de terno. A padrão da professora Gira Fález. A gente falou, a padrão... Ai, tudo no meu Deus do céu, o que aconteceu, né? Será que ele faz saltado? Será que aconteceu alguma coisa com ele?

  86. De que a pouco sai? O professor Gira Fález sai ao gemado. Eee... Cara, era a saltante de banca. Cara, olha o... E era meu visinho de porta. A saltante de banco. Boa, hein. Foi, era a gente boa. A gente boa pra caramba. Você ele me fala assim comigo, não é virar a salta de banco também com o cara, é muito gente. Ele chega para saltar, eu quero falar assim, que foi o meu dinheiro, pra ele ter que ir. Olha só, a loucura que está acontecendo. Enfim, você não sabe essa medica pra você. Você que acha que você está inclusive em algumas estereótipos que a gente deu, for forqueiro, não sei o quê... Às vezes eu vizei alguma coisa que você não tem nem né, é.

  87. Às vezes ela é blogueiro, olha só. Às vezes ele é blogueiro, a gente tem umas três maconheiros lá. são apenas três blogueiros. Pode acontecer, você não sabe o perigo mora o lá, perigo mora o lá, você não sabe? É um clássico, muito cuidado com seu vizinho. Enfim, esse é o segundo pude que é cheio do novo, acho que deu para contar bastante história de vizinhos, apesar do nome ser boa viziança, o que é menos tempo na nova vez. É, é um bom vizinho um pouco de... Mas aqui teve, foi desgraça, né? Tragede! É, a destruição! É a destruição! Você que tem alguma história sobrevizia e que é participar também, tem um facebook do novo que é barra, não ovo, tem o Twitter que é barra, não ovo também,

  88. pode contar as histórias em qualquer um dessas redes sociais, então manda um email pra gente que não houve a Roma, não salvo.com.br, contando as histórias. E aí fica de olho também nas publicações que a gente bota no blog ali, ali no salvo com a categoria do Nauvo que a gente tá publicando todos os episódios, eu não sei se fala o que, episódio. Eu acho que é episódio. Fico na dúvida o que quer. A gente coloca todos os episódios do Nauvo e também do Teoria no Ovo, né? Que é um podcast que a parte, é uma vertente do nosso podcast. É um lado b, é um lado b, bom, é um lado b, então fica ligado que a gente já tem um feed aí na publicação da pra ver qualquer um feed aí tem o link do feed e em breve

  89. também disponível no aplicativo direto no português do iPhone para você conseguir baixar e ver tudo automaticamente, escutar tudo automaticamente. Muito obrigada amigos! Valeu! Isso, respeito aos gizinhos, por favor!

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