Capa do episódio Cartinha #021: Cartinha do Não Ouvinte

Cartinha #021

Cartinha do Não Ouvinte

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Descrição

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Esse foi um mês recheado de episódios bônus, graças à galera do Padrim voltou aquele velho ditado \"dois não ouvo na mesma semanaaaa\"... acho que isso não é um ditado, mas tudo bem. Agora como sempre, na sexta-feira mais próxima do ultimo dia do mês, temos a nossa leitura de cartiiiiiiinhas!! Bancada: Igor Seco e Guilherme Afonso Edição: Daniel Bayer Capa: Braian Rizzo

Resumo

Na Cartinha do Não Ouvo de novembro, Igor Seco e Guilherme Afonso se revezam na leitura dos e-mails dos ouvintes sobre os episódios do mês, com comentários ao longo do caminho. Os primeiros vêm do episódio com Gilberto Barros: um ouvinte explica de onde veio a lenda das cartas do Yu-Gi-Oh que mandariam matar o pai, uma brincadeira de comunidade do Orkut, e outro conta que foi atrás dos vídeos do apresentador depois do programa.

Do episódio sobre drogas chegam relatos de ouvintes sobre experiências com maconha que não deram muito certo, inclusive uma carta de alguém que se mudou para a Holanda. De outro episódio do mês, cheio de histórias vexatórias, vêm um casal flagrado na sala de estudo de vidro de uma biblioteca, um tapa dado no irmão pequeno numa loja de brinquedos e a clássica técnica ninja para trocar de canal na TV.

Do especial de Halloween, a bancada lê sobre um aniversário no Dia das Bruxas e sobre costumes de pedir doces em outras cidades. No fim, vêm os recados do box dos padrinhos e a comemoração do selo de verificado do Twitter do programa.

Destaques

  • Primeira carta explica a origem da lenda das cartas malignas do Yu-Gi-Oh.
  • Casal flagrado em sala de estudo de vidro da biblioteca da faculdade.
  • Cartas sobre o episódio de Halloween e aniversário no Dia das Bruxas.
  • Ouvinte conta o costume de pedir doces no Ano Novo em sua cidade.
  • Comemoração do perfil verificado do Não Ouvo no Twitter.

resumo e destaques escritos a partir da transcrição automática

Participantes

Edição: Daniel BayerCapa: Braian Rizzo

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28 trechos · 4.468 palavras

Transcrição automática, feita com o faster-whisper (modelo base). Pode conter erros: nomes, gírias e piadas internas costumam sair tortos. Na dúvida, vale o que está no áudio. Clique no horário de um trecho pra ouvir a partir dali.

  1. O Carremias, o Gordinho. Fala meu povo, convostam todos vocês, tudo bem, tudo bom? Aqui quem fala o Igor Seco, estou aqui para apresentar a leitura de cartias no horro com o Gordinho mais hidratado e pós a Pucalíptico de São Paulo. Pô, exaporar, gilher minha função. Olá, seres humanos, caíso tô. Tudo bom, grêmio, minha função? Tudo bom, tudo tranquilo. Estamos aqui, jornidos novamente, como eu disse, para... Trasino cartinhas. Para ler as cartinhas dos episódios do No Ouvo, né? A gente já pode começar a diretar assim, então. Podemos lá, para toda a todas as apresentações e a dialética. Então eu vou começar aqui com o No Ouvo 107. De cara com a féra que foi o episódio com Gilberto Barros, gravado na live. Por edicar a gente nossa live, foi 24 horas. Eu diria que foi o episódio que eu sou o No Ouvo para os tabloides do Brasil inteiro. Ah, isso é verdade, isso é verdade. Eu não sei se é verídico, mas ouvi dizer pela internet que saiu até na Sonia Brão.

  2. Só me abram, chegou a comentar. Se for, é. Se saiu, eu la sele abram, mano. Ah, aqui eu tenho nenhum morte em gulhido, né, cara? Não, bom. É loucura. Chegando a cena abram por um motivo diferente, mas... Então, é lá, o primeiro é o Pedro Casimiro. Olá, cavaleiros. Meu nome é Pedro Gonçalves, no Imeira, Pedro Casimiro. Agora é Pedro Gonçalves, ele mudou de nome, então eu fiz. Tenho 25 anos trabalho como técnico de informática e sou de fortaleza seara. Sobre o programa com o Jouver Tobarros, tenho algo interessante para contar. Nosso não abre comunicador, falou sobre o baralho das trevas e o guiou. Tem uma carta que diz profilho matar o pai e coisas do tipo. Claro! Nós que assistimos o anime na... Eu não sei se é anime ou anime, porque ele comasse no homem. Ele pode ser sentido, ele deve ser entendido. Então eu vou ler qual a senão é.

  3. Nós que assistimos o anime na estinta TV Globinho, podemos dar risada inicialmente disso, pois não tem carta alguma falando dessa barbaridade, é apenas um simples jogo. Mas existe um motivo pra ele achar que essas cartas existem. O que vem ao falar aqui é que naquela época uma comunidade do Orcute começou a brincar com o fato das pessoas religiosas acharem que o jogo fosse do mal. Um os caras da comunidade faziam masar descreando cartas de UG-O como a foto bizarre uma descrição sempre agressiva. Tipo essa de matar seu pai ou assassinamento em digo, matar bebê e pro ai vai. Sim, eu sei que algo de gente imbeceu. Mas eram os moleques de 13, 14 anos fazendo idiotícias para chocar a sociedade. Inclusive, é isso que estou fazendo hoje com o leonzido proérdio, por exemplo. Exatamente. Exatamente. Será que os de preto falaram que leu da proérdio estatalista? Ah, em breve. Então, nós imprimíamos essas folhas com várias discreções de cartinhas criadas pela galera da comunidade e colava em cima das cartinhas reais do jogo e jogávamos essas cartinhas na frente das casas das pessoas ou na escola próximo a

  4. A professora de religião, aí quando eles vinham aquelas carquinhas com descreções cabrosas ficavam alucinados. Fazer um discurso de como aquele jogo era realmente maligno enquanto nós um bano de adolescentes e ambos feitos retardados. Depois de essas pessoas compartilhavam suas histórias nessa comunidade contando a reação daquelas que entre aspas achavam as tais cartas do demônio. É isso pessoal, um grande abraço e que Deus elimine tudo de minas. Não entende muito bem, mas ok. Cara, mas é isso, é isso, é isso… é Hoje talvez eu fico de mais que ninguém mais jogui. Ele era mais se surgiu outro jogo de cartinha e se lá o fosse de cartinha eu estava fazendo. Ah, já estava fazendo com lá mesmo. Eu queria, inclusive, para amenizar o Pedro Gonçalves ou Pedro Casimiro porque é um meio muito bem escrito, muito bem escrito. Pá palavras difíceis, assim, é um pouco os erros de porra menos. E eu nunca joguei o guio. Então eu não faço ideia como funciona e, pra mim, realmente, tem que matar os pais quando eu joguei. Cara, o jogo de cartinha mais fácil do da terra.

  5. O cara que tinha uma boa imagem. É tipo, é só da táque defesa e mostrinho e magiazinho. É igual mesmo. Vamos lá, Igor, se é com o próximo e meio. O próximo e meio vai do Giovanni Barros. Ele já começa com o... É, cassinão! Eu gostaria de registrar que apesar de compartilhar do mesmo sobrenome do nosso querido leão patriota, não sou o parente dele, então... Será? Será? Vai ver o filho dele, então, falou dao. Dito isso, ficou mais aliviado para contar que é assim como Braian falou no episódio também assistiu os programas do Leão junto com minha voie e minha mãe. Não sou grande fama mas nunca tive nada contra, superando até o fatídico episódio do Yu-Gi-Oh de Sata Lace. Só preciso confessar que depois das bostejadas bolsonéricas

  6. Fui procurar pelos tais vídeos da TV Leão e descobri que o antigo Juberton, que anima a voçal do Dofamilha Brasileira, está completamente maluco das ideias. Queria cantar o Inauçaulao e colocar a bandeira do Brasil por todos os cantos. Ah, Ah, Ah… Obrigado por esse episódio, abrir os olhos do povo brasileiro. E pra quem pensou que é uma alhafina, nunca pegaria vocês, segue o link que saiu no jornal extra da Sao Riva. É porque aí ele mandou o link na matéria, é. A gente inclusive abriu essa matéria lá e leu depois. A loucura é isso. E ele é minha função, nessa live também tivemos o episódio sobre o jovando base, ele não se despede, não adabrá-se. Fala, não, ele só terminou. Só teve um novo. E não me dou um, que deu o cu isso aí correto. E nessa live a gente também falou de... A gente fez o episódio sobre drogas com o Ivoneuma. O verdade é a área de episódio número 108.

  7. 108 do Copate Pei com grande alegria e aí você pode ler o e-mail do Carlos Bruno? Leloi. Ele mandou até uma... Acho que é um currículo aí, cara. Então é uma currida de tesolê inteira. Nome Carlos Bruno, nome fique tisse, o favor não revelar meu nome real. Eu não sei qual é seu nome real porque você já falou, agora eu não sei se o Carlos Bruno é o nome real dele e é pra gente inventar o nome. Pois é. O que Carlos Bruno já é o nome fique tisse. É, É, É… Ok. Não bastasse, estou sempre metido em novas aventuras, pois desenvolvi o nível crítico absurdo de não ligar mais para as maiores das coisas. Foi de vez dessa frase, desculpa aí. Uma mente aberta quase tudo e temos que um dia isso me mate. Aralho. Meu relacionamento com a maconha moderado ainda é algo mais voltada à experimentação, assim como é com álcool e tabaco. Não viciei e consumo quando algo novo surge. Sou tipo de jovem que intercalou álcool com água na balada também.

  8. Pois não gosto de perder o controle e dar trabalho para os amigos. O que me lembra última vez que traguei uma marihuana. Está bem uma festinha alterna. Caralho, ele é muito publicitado. Está bem uma vera que é alterna, amêu. E ele devia morar em São Paulo para falar alterno. Quando um amigo me ofereceu um enrolado, estávamos em quatro, trocando salivas num bate e volta bem gostosinho. Como eu não tinha noção respeitosa de que a droga não era minha e sim de um dos caras... Dos quais eu acabei de conhecer, meti o pé com tudo nas tragadas até o momento, pois minha caralho, tá difícil ler esse meu, agora esse era que já não tá tão bem esgras assim.

  9. Uh... Metiu pé com um turo nas tragadas até momentos depois, minha boca acercar muito, a pressão cair e eu quase desmaiar. Tudo isso não é espaço de tempo muito pequeno. Sentiu o sangue subir para a cabeça, o mundo girar, as mãos gelarem e o corpo não obedecer os comandos no meio da festa. O amor timnente jurei a mim mesmo nunca mais fumar. O efeito passou em alguns minutos e meus membros ficaram levemente dormente. Apenas aí eu relaxei, mas ainda com receio. Meu amigo salvo a noite, me mantendo hidratado e danos diretrizes para me acalmar. A melhor coisa é fumar com quem entende do assunto. O amor tomou conta de mim, coisa que não costuma acontecer. Abracei esse meu amigo, beijei forte na bucheixa numa tentativa de agradecer pela situação que eu, particularmente, achei bem chata. Já quero fumar novamente, quando virar experte maconha...

  10. Quando virar experte e a macunha ficar chata, passo pro LSD. Coca aí na não. Abraços, vocês são fodas. Olha aí, olha aí. Eu ainda acho que eu vou te falar. Ele falando aqui que meteu o pé e passou mal pra mim isso é porque ele tava bebê, não causa da macunha. Prô, mas... Não, que eu quero definir a macunha aqui, longe de mim, macunha aqui, não tá indo na minha gente, tem mais o que morrer. Mas... Foi só favor da família de seu nome, brasileiro. Claro, amém. Próximo e meio. Vamos pro e meio da Carolina Barcia, tá? Eu acho que... Você vai tu biamente bugou, porque eu acho que era garcia, tá ligando? Barcia. Aí, eu vi o bacon, não já tava no da... Talvez, o nome dela seja Carolina Garcia e ela mudou o G pra B só pra... Pô, se faz. É, Carolina, com o C, ela escreveu com o carro? Isso. Oi, tudo bom? Tudo, Carolina. Comecei ouvindo no Ouvo depois que me mudei pra o Landa, vô, par. Olha aí. Olha aí.

  11. E apesar de não andar muito de ônibus, sempre escuto quando estou de bicicleta. Caralho, ele encosto a cabeça onde. Pois é. Ela vai cacabecer a pro lado assim de uma hora que cacou as ricas. É perigoso. É perigoso. Fazer exercício, ir do mais ouvindo episódio sobre drogas. Já conheci o podcast, mas nunca tive curiosidade para ouvir. Até que ele ou poste das oirá uns meses atrás e desde então não parei mais poste do taxa das oir, provavelmente. Sério, eu também digo que sei. Sempre que bate a saudade, o surfo pelo melhor site da Bluvas foi era brasileira, Lu não salvo e de vez em quando eu uso pra mostrar pro meu namorado que eu landei e não entendi essa terra de onde eu venho. Jogamos MMORPG e ele já tem certas experiências com o WebR. Enfim, eu escrevo essa cartinha virtual porque eu acredito que o Cid deve ter cidinho alado nesse coffee shop.

  12. Space Cake é difícil de encontrar por aqui e pode ter sido que ele tenha comido um bolinho normal, como no filme EuroTrip ou com baixo Teode THC. Estou tocendo para o Padrinho chegar na Meta Mundial e ver todos aqui na Olanda, só não convido o ivo pra vir. Pra vir aqui agora, porque moro numa casuma pequena e não tem maconhos ficientes. Mas assim, me mudar todos, menos o Guilherme é fos estarão convidados. Que absurdo? Eu acho juros, cara ali. Cara, eu vi com a convidada. E ele é uma fosha que não precisa participar desses sís. Como é que é dessas convenções sociais? Vou criar minha própria holanda com drogas e... Eu acho que eu vou ter que descordar ela porque não é difícil achar a espécie de um auto-theor de uma cor. Nem a polícia é difícil, mas não é linda. Não é mesmo, ela que não está sabendo nos lugares corretos, mas tudo bem, ela não quer me convidar, então eu vou contar os lugares. Vou até falar o nome real da.

  13. Eu não sei se eu não me é. A próxima e meio e aí galera do Não Ouvo, meu nome é João. Tenho 19 anos, sou de Pernam-Bucco e nunca foi de usar droga alguma, mas sempre tive vontade de experimentar uma conha. Eu ingrecer a um mês na UFPE, eu não sei se é UFPE ou UFPE que se fala, e decidir querer usar na primeira oportunidade. Um dia um colega ofereceu e fomos usar, ele diz que na primeira vez eu não ia ficar loucão, a não ser que eu desce umas tragadas muito grandes. Então mete o louco e puchei que nem a Claro, eu não arria na jamais. Nas primeiras três megas puxadas ou não, sem te nada, tava tudo normal. Quando dei a quarta e última puxada, bateu forte. E de repente, tudo estava engraçado, deu vontade de lavar o rosto, saíssem falar nada pra ninguém que tava comigo, e sumi. Sem perceber, foi pra secretaria do curso falar com um amigo. E daí eu tive uma ritme a cardia, a captura, e minha visão parecia que tinha um replay de turca que acontecia.

  14. Toda vez que olhava pra algo, acontecia esse efeito bizarro. Conclusão, a gestura do curso ficou com um pé de mim, me levou pra casa dela pra passar a noite, porque ela não queria que minha mãe me visse nesse estado. E no final, eu voltei pra casa e minha mãe, entendeu meu caso. Eu acho. Pra completar, eu não tive nenhuma sensação legal, algo assim, só dores e agonia. Tá, quem quer secretar? A mulher fez com ele, né? Caralho! Se ele só teve dores e agonia... E a gestora do curso levou para a cara. Está dindo. Ele falou que o colega falou para ele que era a primeira vez, não ia ficar loucão. Uma vez um brother querendo experimentar e querendo ficar loucão, a gente falou para ele que ele devia puxar o máximo e conseguir se abaixar no chão de juelho. E alguém ia tipo pressionar a cabeça dele para baixo enquanto ele estava levando para... Caralho? Aí, cara. Aí ele foi muito louco. Que era o Matal.

  15. É tipo... O menino, porque... Só para o da Rizada, cadê a gente? Isso não tem nenhum fundamento, tu, viu? Ah, não mesmo. Aqui, bonita. Vamos para o próximo... O próximo e meio, o próximo tudo. E aí, a gente já muda o episódio, né? Já vamos pros e-mails do Novo, 199, soprais e moda foca. Serto. Começamos com o e-mail do Diego Estefenoine, Estefenoine. Fala, galera do Novo, tudo bem, como vocês? Como a gente tá, tá aqui. A cartinha está um pouco grande, mas não tanto quanto a surpresa vergonha que este dois personagens passaram. Morou em uma cidade neite e o ordo Espírito Santo, e há alguns anos, e há alguns anos, aconteceu uma situação bem surpresa e mora-focula na faculdade que eu estudava. Bem, pelo menos não ocorreu comigo, mas sim com um casal apaixonado que estava se aventurando na biblioteca.

  16. Descrevendo o local onde ocorreu o fato era o principal bloco da universidade, onde ficava parte administrativa, atendimento e biblioteca, sendo o local onde concentrava a maior parte dos alunos e colaboradores antes do início das aulas. A biblioteca ficava no segundo andar e possuí algumas salas de estudo privativas, sendo que uma delas ficava na faixada de vidro do prédio. Estes vidros possuíam isso filme, lê um desse detalhe, isso filme é película. Ah sim, tipo, que adegir o programa. É, É, É… De dentro da sala, deixa a claridade de dentro pra fora e aí você consegue ver tudo. Entendi, não sabia, olha que loucura. Eles não se lembraram desse detalhe, para finalizar a história, eles só descobriram que estavam praticando esse show após um funcionário ir lá e avisar eles. Acabei não descobrindo o que aconteceu com eles, mas provavelmente saíram ou foram expus. Cara, tá merda. Quanto muito trabalho de vocês e que continuem fazendo as minhas caminhadas, corridas mais divertidas, menos nos momentos que começam a ir muito todo mundo na virida, começa a olhar.

  17. E por último, um pedido. Faça mais alguns episódios da série. Você só tem uma chance. Abraço, pessoal. Então, muita gente pede que a gente cuide na série. Senhor Diego, quem sabe que sabe um dia? Sabe em breve. Deus do comando. Vamos próximo e meio? Próximo e meio. Olá, meu nome é Igor Massami. Caralho. Olha aí. Eu conheço ele. Olha, conheço. Ele mora no Japão. Locke, ele foi o que ele disse. Locke cheguei no Japão e visitar meu pai que mora em outra cidade. E ele tem um outro filho do segundo casamento. Em um fim de semana, fomos em uma loja de brinquedos e o meu irmão Cassula tem idade pra ser meu filho. Daí fiquei cuidando dele na loja, mas em determinar o momento me distraí olhando uma prateleira de carros e miniatura e vi meu irmão mexendo nas bicicletas do lado. Não pensei duas vezes e deu um tapa na mão do moleque griter com ele. Evidentemente, o grino não era meu idade.

  18. Quando percebi, era tarde, ele saiu chorando, procurando a mãe e eu saí fingindo que não tinha feito nada e vou procurar meu irmão. Também tem uma envolvendo conteúdo sexual, mas melhor deixa quieto. Mas quem teve a puberdade nos anos 80 e 90 tinha que ter técnicas ninjas, principalmente quem tinha aquelas TV em que a troca de canal era um botão de girar e fazia muito barulho. Tem que ficar ali de pé do lado da televisão pra... Foi assim, bem-vogado. Olha isso. Para a gente pelo trabalho e obrigado por proporcionar momentos de distração durante as viagens. Olha aí, forte abraço e Igor. E Igor do email não é um Igor que está na minha frente. Você aqui me se quiser me dar um forte abraço pra você, tu que eu fomei. Eu sou abraço, eu braço, sempre bom. Tema de ti. Quebra.

  19. O próximo e meio é de um grande filósofo, Aristóteles. Caralho, o Não Ouvo chega, olha. Quando que a gente imaginou que o Aristóteles ouvia o Não Ouvo? Já mais uma coisa assim. Olá amigos da bancada do Novo, me chamam Aristóteles e tenho 33 anos. Mentira, não é esse meu nome, tá droga. Sobre o Novo, 199, e mais precisamente, puieta. Eu tinha o Alibitão Boco, quanto do Cid no Carnaval. Quando era novo, no bairro de Umorava, havia uma festa super famosa. E todos os meus parentes de outras cidades e um para mim a casa deixaram o carro na garagem para não pagar o estacionamento. Era a chance do ano para ver eu manuelle. Eu sempre dizia que não queria ir à festa porque estava com o sono.

  20. Era ouvir o trinco do portão instalando e eu já corria pra sala. Já tinha começado o filme da manoia de espaço e o pau já estava durar. Pensei, hoje tem. Já ele mistrou os tempos do texto. Quando a ação ia começar ou só alguém bater na porta, o filho da puta do meu primo estava na garagem jogando que me boi. E quando viu que eu liguei a TV, ele quis entrar pra ver TV comigo. Mandei pra Globo e botei aquela almofada no colo. Quando os meus tinhos chegaram e viram a gente acordado, o meu primo berra. Mano, o Aristóteles ia bater proieta. Caralho, o que que ia ficar na puta? Fiz igual, Igor. Tirei algo, falado do colo, levantei com o Paul Durassa e fui pro quarto do Ubi. Nossa, assim. Acuvou no seu ano, aquela poieta. Isso ali viei na banheira do Gugudu, do outro do... Nossa, senhora. Cali, isso é muito triste, cara. Imagina que seja mesmo. Porra, puta que pariu. Que velho de seu... Que vida... Vivendo, vivendo e aprendendo near os estados. Certo.

  21. Vamos próximo episódio? O próximo episódio. No Ouvo 110, Halloween é o C-Cifrão R.% de ô. O e-mail do Valério Junior fala, pessoal, do não-ovo, aqui é o Valério Moro. Eu ainda vou descobrir como é que funciona esse negócio do cara mandar o e-mail. Com o nome... Quem para você é que tá ouvindo agora não sabe quem separa os imedios para a gente ler é o Braian. E aí o Braian coloca o nome da pessoa em cima, só que o nome no texto é outro, eu não sei o que acontece. Bom, mas é divertido. Fala pessoal do Não Ouvo, aqui é o Valério Moro do Esquecível Estado do Espírito Santo, o mesmo do pirata Roberto Carlos. Boa. Isso quanto pode quese de vocês há bastante tempo, gosto muito lá, lá, aquela percação do saco de sempre. Isso foi ele que escreveu, tá? Não sou eu que tô sendo grosso, corrapaz. Sobropo de quese da semana, devo dizer que o dia das brúcheas é também o dia do meu aniversário. Pois é, o que significa que há 25, quase 26 anos, qualquer festa que planeja em pra mim, tem esse tema. Pude. Bem como situações,

  22. Desde a minha mãe se fantasiando de bruxa, a bola informa-to de fantásmas quando era criança, o que não agradava muito as mães mais chatas da época. Bom, os universais não são tão legal, cara. Eu também é um aniversário temático, né? O que está 26 anos, direto, pode em jogo, porque? É, É, É… é Vai tomar no cu da culpa porque vampiro e múmeras são mais legais. Espero que a Cartinha esteja bem pontuada pro Braian não chorar e que Luide estou de uma bombinha de presente aniversário pra mim. Grande abraço e até a próxima. Olha, não sei se o Braian vai chorar, mas não estava tão, meio pontuada. Mas tá, foi bom. Foi bom. Era bem, isso aí. Feliz aniversário, seu aniversário foi... faz dois dias? Foi aí de a 31, né? Então, parabéns aí, feliz aniversário. E acho que não vai ter bombinha, não sei, porque Luide não tá pra quem.

  23. Próximo e meio. Próximo e meio. Eu vou falar do e meio do João Pedro Mundo Ross. Olá, bancada, falsita, tudo bem com vocês? Tudo ótimo, João Pedro. Vim aqui contar uma tradição na minha cidade, espírito Santo do Pinhão, interior de São Paulo. Aqui os doces ultra-vessuras do alohim acontecem na verdade durante o ano novo. Vai. Vai. Vai explicar como funciona. No dia 1, de janeiro, logo, a meia noite 1, as crianças da cidade saem na rua, tocando as campainhas da casa, pedindo o ano bom. O ano bom, nada mais é do que doces ou moedas que damos para as crianças, na virada do ano. Todo mundo já deixa preparado em casa moedinhas de 10 centavos e aquele chiclete.

  24. Em que eu gosto dura 10 segundos para dar para os crianças. O problema é que o evento duro dia a todo. E meu pai que perde a paciência e se dificatar no que atender a campanha cada 10 segundos já desenvolveu a técnica de desmontar a campainha da casa na noite anterior. E, tranquilo todas as janelas da casa. Assim, as crianças pensam que não tem ninguém e desistem. Um abraço para todos e vamos lá! Cara, que mal dito, né? Cara, eu nunca vi falar desse tipo de ritual de passagem de ano. Também não é desconhecido por mim. Cara, se no dia primeiro, a minha noite um, a criança vem de doce, cara. Ai, eu dou um doce, mano. Eu vou estar bem louco, sem que eu dou, sem que eu vou dar.

  25. Próximo e meio, hola não leitores. Sou o Vitorugo 23 anos, mestrando em engenharia elétrica e morrem juntos a ir São Paulo. Sobre o assunto de pedir doces, minha mãe é Carioca e diz que na infância dela rolava o dia de San Cosme e de São Damião, onde as crianças pediam doces. O que é, tipo dia das crianças, né? Mais ou menos, dia de São Cosme da Damião é onde as crianças ganham doces, mas é mais um dia... Como eu falei, é mais uma festa da um banda ou do Candombléu, não sei muito bem a diferença, do que uma festa que as crianças pedem em doce, é só? Não sei muito bem como é que funciona, mas é isso aí. Às vezes, no Rio de Janeiro as crianças saem pedindo doce ou talvez roubando doce, que é mais provável. É assim, fala doce, porque é um pedibalo. É, é um pedibalo. Sobre as fantasias no Halloween, dois anos atrás estava fazendo intercâmino em Glaterra.

  26. Apesar de algumas decorações com clima mais de a das bruxas, a galera tratava mais como uma festa fantasia. Eu, como bombas e leirinho, pensei em hier de gráfico de tal baté. Mas pela falta do conhecimento da cultura, tu píniquim por parte dos gringos e pelo fato de eu só conseguir uma bichiga acabei sendo só um homem gráfico. Acho que mesmo está ficando longo, continuem o bom trabalho, estou ansioso pelo próximo box. Olha só, hein. Parabéns aí, provítelo. Ele falou que o imedio está ficando longo e foi o mais curto que o imedio. Deve ter um viado. Dois paragraphs. Mas, muito importante que eles estão ansioso pelo próximo box, sabe por quê, Igor? Por quê? Porque se eles estão ansioso, mas pessoas podem ficar ansiosas. Pois é. Porque elas podem entrar no padrim.com.br, barra, não ouvo, e assinar o box.

  27. Olha só, receberem todo mês em casa. Por apenas 50 e 1 reais. Apenas essa peixinha receberam um box cheio de coisas divertidas e legais. Pois é, o box desse mês já está sendo entregue, a galera está pirando o cara. Já está apostando fora. Está muito doura. Está muito doura. Muito louco isso. Então, nós chegamos ao fim da leitura de cartinhas e lhe é meu fome. Fui um, fono aí, bons e meios, bons térias. Bom os nomes, fakes. Eu espero que as pessoas continuem pontuando bem seus textos. Sim, sim. Pra que facilite o nosso trabalho da última sexta-feira ou primeira sexta-feira do mês. Exatamente. E você mais alguma recadinho pra dar? Eu acho que é só isso, não tenho muitos recados não. Então tá bom, você que quer participar da leitura de cartinhas do No Ouvo?

  28. Mande o email para Não Ouvo a rouba não salvo.com.br. Siga a gente nas redes sociais lá no facebook.combarra.com, no ovo, no Instagram, no ovo real e no Twitter, no ovo. Conseguimos! O perfil verificado no Twitter do No Ouvo, cara. Olha, agora quer dizer que é realmente o No Ouvo. Exatamente. Então agora você não precisa mais mandar DMs para perfis, se passa pelo No Ouvo. Exatamente. É que está louco. Então confio no selinho azul do Twitter e bode para a gente. Tá bom, pessoal. Acho que é isso, hein. Acho que ficamos por aqui. Até o próximo Cartinhas. Falou.

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