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Siiiiim é verrrrrdade, no ar mais um TEORIA Não Ouvo! Depois de muito tempo, graças aos nossos padrinhos, estamos de volta com esse maravilhoso episódio bônus do podcast....... essa semana pra debater um assunto muito importante: Anões existem? Bancada: Cid Cidoso, Braian Rizzo, Igor Seco e Luide Hister Edição: Daniel Bayer Capa: Braian Rizzo
Resumo
Graças a uma meta do padrinho, o Teoria Não Ouvo está de volta, e Cid, Braian, Igor e Luide aproveitam para debater uma dúvida que ninguém tinha: anões existem? Antes, comemoram a live de 24 horas e Luide relembra sua entrada triunfal, batendo na porta com bombinhas.
A bancada abre a discussão com argumentos tortos, como a história de que o japonês encolhe com a idade e a ideia de que todo mundo só conhece um ou dois anões, o que seria um indício de armação. Daí nascem teorias como a de que a CIA estaria por trás de tudo e a de que a Branca de Neve entregava segredos aos americanos. A tese que vence é a do Igor: os supostos anões seriam crianças que querem trabalhar e se fingem de adultos baixinhos para fugir da proibição do trabalho infantil.
Com a teoria fechada, o grupo sai listando onde esses trabalhadores estariam escondidos: portas automáticas de shopping, escadas rolantes, máquinas de refrigerante, caixas de banco e até dentro da impressora. O episódio termina com um pedido para os ouvintes mandarem suas próprias histórias.
Destaques
- Luide conta a entrada na live de 24 horas batendo na porta com bombinhas.
- A teoria do japonês que encolhe com a idade vira argumento inicial.
- Igor lança a teoria de que anões seriam crianças querendo trabalhar.
- Portas automáticas de shopping são, na verdade, crianças puxando uma corda.
- A bancada conclui que impressoras e máquinas escondem trabalhadores.
resumo e destaques escritos a partir da transcrição automática
Participantes
Edição: Daniel BayerCapa: Braian Rizzo
créditos do feed original
Transcrição
36 trechos · 6.065 palavras
Transcrição automática, feita com o faster-whisper (modelo base). Pode conter erros: nomes, gírias e piadas internas costumam sair tortos. Na dúvida, vale o que está no áudio. Clique no horário de um trecho pra ouvir a partir dali.
Eu não acredito. Eu não estou acreditando que estamos gravando um teoria na uma da nossa saudade. Eu também estava de verdade. Cara, aí é um dos quatro que eu mais gosto. O teoria é o que é o mais gó, porque a gente parece um boudre retardado e ninguém julga a gente. Não, ninguém julga, posso te dar um dado. Existem dados? Existem dados. Mas o teoria é fácil. O teoria não ouvo, ele é o podcast de bonos e mais episódios. Ah é? Ah, ali. Existem vários bondos, né? Tem um análise musical, tem o cyber-theoria, tem... Então, então... O cyber-theoria é um spin-off do teoria. Então... É o mesmo coisa. É verdade, é verdade. Bom, deixa eu apresentar a bancada da minha direita a ele pra errisa. E aí, tudo bom? Tudo bom, Braia, na minha frente e Igor Seco. Fala meu povo! Quase ficar aqui na paradinha do que... Eu tava quase falando do outro idioma também. Fala, fala, vou ver outro idioma. Eu tô de novo. Eu tô de novo, espanhol, posso ver?
Ablou bem por eu! Deve esquerda, Luide, isso, né? Olá! Fiais ouvintes, No Ouvo. Tudo bem com vocês? deve estar tudo ótimo porque é um teu uria, não ovo, não é tudo o dia que isso acontece, agora vai começar a acontecer essa semana, porque a gente bateu uma meta no padrinho. E uma das metas era a volta dos que não for. A segunda meta. A primeira metera era a live de 24 horas do Novo, que já aconteceu, foi um sucesso. Foi maravilhoso. Foi maravilhosa. Dica-se de se passar. Foi bonita, emocionante e tudo mais. Foi sensação. Quem viu, a imbrabe vai sair do YouTube. Vai sair, tu a avisando. Vai sair. Vai sair. Vai ficar ocultando, eu tudo. Quem viu, viu. Na verdade, quando as pessoas tiveram ouvindo isso, provavelmente a gente tá saída. A gente tá saída. A gente tá saída. As pessoas vão ficar só sabendo, e aquele voo, Luide. Lembra aquela venda? É. É. É.…
Só que em vião, vivo mesmo que eu vi no meio. Eu publiquei um vídeo que a Camila conseguiu salvar um pedacinho da minha entrada, tá lá no meu Instagram. Sério? No Luide Instagram. Não, já virou um mito. Já tem um pedacinho, mas então o que eu entrei, batendo na porta, os dois pés. E jogando um, eu contei umas seis bombinhas, jogei na mesa, essa parte corta não pegou. Ah, a Camila pegou a parte que eu roda a camisa, joga na tacabé, esse grito, vamos no microfone, que cara chara, cara, entende. Cara, o vizinho é aqui, achando que está roto sem inserir. Isso aí, ganhou, ganhou. Que copar os anais. Isso é espetacular, perdei nos cober um salário, viu, cara. Que momento maravilhoso. Bom, vamos lá, teoreiro ouvo, eu pensei num tema aqui que eu acho que vocês vão gostar de fazer. Que é um tema recurrente, né? Que as pessoas têm muitas dúvidas. É um tema teorepo.
É um tema teórico, é uma pra gente teorizar esse tema teórico, porque as pessoas têm dúvidas sobre esse tema. Não sabem direito, será que é verdade, será comito, será real, será um fantasia, será o tais deus, será... é uma... 2 de dia. 2 de dia, é o animal, o que é o que será? É o que será, o que será? Que é o que a nós? Existem ou não existem? O que você vai fazer? Eu acho que é algo importante de começar, porque a não tá bu, né? Não é de hoje que vem aquela... Não tá bu, não tá bu, não tá bu, não tá bu. Pela frase que... Não sabe o que é. Não é de hoje que se contesta a existência de anão? Não, não é. Visto que vem aquela, aquele velho de tábamo, o bla-ra, nunca vi em teu de anão. Ah, tem que sair esse de bacalhau. Tem esse papo aí. Então assim, se... E pomba filhote. Se ninguém nunca viu, um anão sei terrado, ninguém nunca viu um anão lá ser.
E aí das duas, das duas única? Não, vou discutir isso durante. Apera aí, cara. Já tá querendo fazer um monólogo aqui? Não, não, já estou discutindo. Não, porque eu achei o erro. Eu vou deixar só, pra ficar na tua memória já. Já viu um anão japonês? Já ficava no turismo. O japonês é a prova que o anão ele se torna não. Será? Porque o japonês você pega a escala da mulher quando ela está com 20 anos ela mete uma, ela mete de 2 metros. Ela faz 40 anos, ela cai para o mete 70, 50 metros 50, quando ela está com 127 anos, que é o tempo que vive no japonês, ela está com 32 centímetros. É verdade. É personalmente. É personalmente. Os azete vão encolhendo, né? É 30 anos. Ele está errado e encaixa o de sopato.
Mas isso é verdade, isso é seleção natural, Darwin já falou isso. É porque como Japão a Ilha não dá pra interrar, não dá pra ter espaço pra se metéril. Daí me falei? É, aí os japoneses ao longo dos séculos dos milênios, eles foram desenvolver essa habilidade natural de encolher com o tempo pra caber, não acarça a parte sem interrar. Não dá pra ter que ter, Luide. Os apartamentos do Japão são muito pequenos. Por que? Porque tem muita gente. Porque esse bom crescer é bom diminuindo. Vão tá, vai ficando velho, vai ocupando menos, vai... Ai, incomoda menos também os jovens. E eu acho que foram japonês que trouxeram o danismo pro Brasil, cara. Você tá achando isso? Na emigração japonesa. Você acha que é antigamente mentira? É, você já viu uma foto do anão tipo de terninho, gravar tem preto de branco assim, ah, braço, São Paulo em 1750. São Paulo não mesmo. Não, não, não é engordo.
Goto, meu gente. Não tinha. O Gordo que trouxe foi um... Foi o mecano. Foi um americano. Foi solto e tolerar e trouxe o gordo. Então o anão é o seguinte, não existe inteo de anão. Então tirando japonês em game orja não. E ninguém nasce a não porque nunca ninguém viu uma criança, não para não dar para saber a diferença. Então, ai que tá. Então, a não que... Preio, preio, preio, preio, calma, calma, vou saber o jeito. Tá acertado, começou o teoreza, o pã de zandô, ele falava, era o calaboc, eu quero saber o seguinte, vocês conhecem o anão pessoalmente. Já vi pessoalmente, mas não me conheço. Não, não. Não, não. Não, não.… Não Eu tento ali quebrar o paradigma. O veradão que era. O veradão quebrar o paradigma do primeiro veradão era não do Brasil. E ganhou? Não, não ganhou. Não sei se teve algum, não é verdade. Eu ia te falar, eu achou que tinha esse paradigma. Ai, ai, cagou, geralmente. Eu lembro que tinham que não era um cara que era difícil, que não tinha uma perna. E eles logo até ele era justo, sabe?
Esse não vai te passar a perna. Eu não gosto do a não, é sempre esse, né? Os trocadilhos, assim. Eu acho que ele tinha um trocadilho de campanha, não. Ai, não. Tinha cara. Tota não tem um trocadilho, né? Dos mares de menor, eu acho que era... Do mares? Ai, a gente queria querer isso. Ai, a gente tira, sério, mano. É, de biota, assim. Você conhece um anão, Igor? Eu já estudei com a não. Você tá brincando? Vim diariamente com a gente. Diariamente com a gente. Quando a parte acertou no mundo pequeno, mas eles não eram a não. Era uma não criança, eu não tenho isso. É, eu não queria ser carregado. Era uma não criança, aí que série foi isso? Foi uma contaseta. Na parte da terceira, a segunda... Essa quarta acertou foi o momento mais intenso da vida do Ica. Porque eu fiz a lança em esvezes.
Eu vou pedir um nosso um, português. Ah, eu sou o professor do Príncipe, eu estou em terça. Você já conheceu? Você quer um cara inteligente, Igor? Eu fiz até a 4ª sartén, um dos iquesmas. Mas eu levado os dois. Mas elevado a bancada, qual é o plural de anão? É anão... anães. Eu acho que é anães. A gente não dá o pídeo pra não. É, cara, você malou do Anão do Game of Thrones, você sabe que ele não é a não na vida real, que é uma que a gente não sabe, é a gente não é? É, é a gente não é? É, é a gente não é? Fala mais um pouco sobre isso. Porque os Estados Unidos rola o dia, né? As produtas, as produtões, mas tem que ver eles estão a... Uma coisa que eles chamam de White Washington, não sei o que, que é o quê? Por exemplo, vai passar um filme lá na Moralho da China, certo? Aí, vez eles pegaram uma torxina, eles pegam o Leonardo Capri e pituam ali em dia, né? É uma propriação cultural, né? É, ele saísse, antigamente, ela é assim mesmo.
O pessoal, hoje em dia eles estão tentando dar uma mudada, praticamente ela se botava o... Na recap, esse botarinho. O Tom Cruise não é o último samurai, o último samurai. É o teu americano, cara. Olha, aqui hoje, são fazendo isso, tipo, eles pegam o americano e contem a sua lista naquela época, não colocam. Mas o que os cara faziam, antigamente era pegar um americano branco para fazer um papel de oriental. Ele era um chiveis, não era um americano na China, entendeu? No Master of Nolens, ele falou que ele falou de sua... O momento lá que tinha um americano, foi um indiano. Então o anão do Game of Thrones é isso, na verdade é um cara alto, normal que os cara faz a maquiagem e ele virou, não?
Ele vai de joelho, né? Ele está sempre de joelho. Não, não é joelho. Hoje tem tecnologia. É, efeito de computador, né? É, ele é escuatro a canela no 3D. É, não sei, eu acho que é uma causa que ele usa lá. Porque eu acredito que a mesma... Não é causa de croma aqui? É, não é? É uma causa. Só o cara é muito bom, a torre. Porque tem os caras que fazem da mãe. Porque tem os caras que o cara tem DRT de ator. Ele é muito foda de ator. Ele pode fingir que ele é cantor, por exemplo. Se é um cantor famoso. Ele finge que é não. Ele pode fingir que ele é astronauta e para a marca. Claro, mas é mais difícil para os atores que contra a si não com ele para saber onde está o rosto. Ah, porque na ainda ele tem que ficar desfechando por pinto do cara, com o que está com o seu coelho.
Eu acho que no caso dele é só a toação do cara mesmo, ele consegue esfarçar a menina. Cara bom, claro, claro. Você conhece um anão pessoalmente? Eu acho que, por você ver, eu também conheço Claudinho, você provavelmente me conhece por eu Claudinho, tudo me conhece, Claudinho. Eu conheço o que é o que é o pessoal. Ele é o único anão que a gente conhece. Não, eu conheço o Damais. Eu já fiz um cálculo de anões que eu conheço, conheço os seis. Fiz a sua. Falta só, olha aí. Você é um pouco o Claudinho que a gente conhece e ele também é a torre. De repente ele nem é ou não. É verdade. Ele tentou interpretar um verador e não conseguiu. É verdade. É verdade. Que é não, você conhece o Claudinho só. Só? Eu conheço Tarabinha. Tarabinha do YouTube. Eu fui numa festa com Tarabinha e eu subi no palco. Pegou o microfone da festa e fiquei falando as grusárias para a galera.
E aí eu chamo o talabinha no palco. E aí, vai ser maldente. Estou ajudando ele a se brilhar. Não, em porra ele do palco. Eu falei, eu nunca vi uma não da um moche e joguei na galera. E que a galera segurou ele. De uma tartaruginha, assim, de uma tartaruginha. E aí ele ficou, é, tá dando moche na galera lá. Mas eu tenho uma pergunta agora, tu já foi no pânico, né? Já foi. Pânico não tem um monte de a não, assim? Então o pânico eu conheci, cara, o único da minha vida que foi... Um anão para investir. Ah, não, para investir. Ah, quem não? É uma anão para investir, não, cara. Imagina que no pânico, os anões são tipo os minions, assim. Atras das câmeras, é todo mundo anão. Carregando cabo, ajudando o Emilio, tá? A gente vai lá tudo. As televisões são meio isso, né? É pra pagar metade solar, cara. Desceram fazer isso. Eu não tenho mais essas leitas, trabalhistas aí. Por que cara, que são anões também? É um poderceator, é a rede de ver. Por aqui, nesse não-ovo é provar si, que não existe. Que não existe.
Eu sou da sua teoria também. É porque, cara, o anão, se você paga pensar, ele é sempre assim, tipo, quando a não se conhece, você está fazendo a pergunta, é o que todo mundo faz, porque o cara vai lembrar no máximo de um ou dois. Entendeu? Entendeu? Ou seja, eu não sei. São poucos ali estratégicos pra dar essa impressão que realmente eles existem. Agora, porque que existe essa conspiração global? Agora que o bicho vai ter. Aí que vem. Agora que eu quero saber, porque tem. Todo mundo já viu um ou outro, eleita na tal, talvez esteja aí um cara que acha que é não, que tal ouvir o ponto de que é agora, alguém que não sabe o que é. E vai se ouvir no que você tem pondo pra ele e que ele é não e é assim. Quando você vê um anão, você sente voltar de bater não, não. Você sente voltar de cobrir na palada? Não, na palada, dá uma palada. Ah, julhada. Ah, é imporrão, gente. Você tem vontade de falar um cacão. Só um cacão. Mano um anão, vem cá, um conversar, esquece a mim, com o que você quer abraçar, porque ele é fio, abraçar e tal. É um abraço. Você vê uma mão do anão?
É um pomzinho. O pomzinho é um brilho. É um pomzinho. Agora, que uma assia? Quem tem interesse? E descobriu os nossos segredos mais íntimos. Ah, já sei. É assia. É assia. Então espalhar a não esplurmundo é uma forma dela conseguir colocar. Por exemplo, se a gente tá trocando a ideia aqui, chegueu a não. Não vai parar. Ah, cuidado, ela é esconder do a não. Quem que se acha que grava o timer lá? Foi uma não, cara. Foi uma não. Porque se tava o joese conversando e o anão, eu troie ninguém, vai. Ninguém. E ele troca o gravador, tá só que ninguém se... O primeiro tá com o... E está o anão. O macâmero é nosso costa, que é o melhor que o anão. Ninguém me gove. E quando você pega, lá no... Isso é sério. Se você fosse chabranco de neve, o sete anões...
Se você vê os créditos... O créditos tem a agradecimento especial por governos Estados Unidos, principalmente a Sia. Ou seja, quem comendo o Paul Disney? Foi assim. Foi o governo americano. Então, ficou o governo americano mais tarde, com, com, com, comandava animações sobre a segunda guerra mundial, então, porxar um pacto. Por que ele se acreditou? Por que ele se acreditou? Por que ele se acreditou? Por que ele se acreditou? Por que ele se acreditou? Por que ele se acreditou? Por que ele se acreditou? Por que ele se acreditou? Por que ele se acreditou? Por que ele se acreditou? Por que ele se acreditou? Por que ele se acreditou? Por que ele se acreditou? Por que ele se acreditou? Por que ele se acreditou? Por que ele se acreditou? Por que ele se acreditou? Por que ele se acreditou? Por que ele se acreditou? Por que ele se acreditou? Por que ele se acreditou? Por que ele se acreditou? Por que ele
E a gente está tecnológica, que errou as nossas informações para o governo americano, é isso que você está querendo dizer, é aquilo. Exatamente. Porque não é isso, você nunca de falar. Ninguém fala de anão, onde a Branca de Neve, o 7º, não tinha, era de vencer. Poupa, não, não. Eu acho que era uma coisa muito diferente, cara. Eu achava que era tudo um teatro para currar as listas trabalhistas, cara. O anão. Porque aí é uma maneira que as crianças, as que tenham o Ikea levado, arrumaram para trabalhar. E tem carteira assinada. Sim, que brasileiro. A interessante satéoria também. Agora, o que está... O que está? O que está? O que está?… O A verção do Luide e o que o outro pessoa pode trabalhar, é isso que é do Vain, não entendo. Não do Vain? Não sei, eu não sei porque é do que. Agora, de volta a você, o Cid, você é um cara internado e nascer. O governo não podia colocar algo que fosse fácil das pessoas se tornarem. Por quê? Você quiser se tornar?
É... alto, tem aquela cirurgia na China, que os cara quebra ou se deixe o pessoal, o escarco fez? Então, esse é esse tornar... Pra crescer ele, bota a titânia na canela. Olha, tipo, vou ver, hein? Sim, não, dá muito, o canal de... Não, se o cara hoje quiser, tem aquela mulher que queria ser cega, isso fica o cega, que não tinha a longe, não tinha a longe. Se o cara quiser ser, aquele cara que tem ensino, que manda cortar as pernas. Que é que é ser. Mas hoje em dia, se você quiser, por exemplo, que tem, são, a gente, muito se fala sobre os transexuais, que é o... O homem que o pessoal se quina assim, né? Eu não sei como é que fala, porque eu não sei. Eu gostei que todo mundo ficou calado, mas esperar você ficar. É, por que eu não sei que está sendo mais compito e tem mais na verdade uma mulher pode se entender. Ou seja, hoje, não entendi, se não me encaminhar, me diga. Eu não sei se ele se apareceu preconceito antes de eu dar um filho da pessoa. Ah, mas agora eu vou dar um filho da pessoa. Porque eu não sou termina aí. É, os transexuais, enfim, tudo como que sabe que é um transexual.
Não, Não, Não… Não existe. Não existe. Você pode virar homem, ele vira mulher, você pode virar homem, se o cara é negra, fica branco, se o cara é baixo, ele fica alto, mas ninguém vira não. Tem cara que vira o quem humano. Pois é. Pois é. Pois é. Agora, por que que é assim escolhendo? Agora, o quem é possível? O quemzinho humano nunca vi. Não tem problema com a mão também, né? Boneco de Boneco de Boneco de… boneco Que pegaram a porra do anão do programa, que era casado com a Nã e começaram a fazer um tardalhaço, que ela ficou grávida e no final o bebê morreu. Ela estava grave de perder o bebê. Tristica, cara. Pois é, de fizer um puta programa o anão que vai ter um filho que talvez seja não, talvez não seja. Você sabe que é uma brisa, cara? Porque até ver a beta é exploradora de anões, cara. É isso mesmo, mas pode fazer coisas muito legais com anões. Pertão de bode, não. Pertão de bode, não. Pertão de bote. Então vem e se ele não achar tudo legal. Mas não me casar de trabalho.
Eu acho que então por isso será criança poder trabalhar. Se tivesse como criança ele não podia ler barra. A teoria seria isso, então é uma criança que quer muito trabalhar. Mas aí as pessoas não deixam, então busam a máscara de fingir seu adulto. Exato. Eu estou nervoso aqui, cara. Eu acho que eu provei que não é a invenção da si, vocês continuam debatendo. Não, não. O meu argumento foi infalível, ninguém refutou. Não, o Igor tá com outra teoria aqui, cara. Isso aqui é de ter uma disputa, uma batalha de teoria. Vamos responde. Se hoje, não, se eubrar a gente tá neutro aqui no sul. Então eu vou perguntar para você que eu quero ver quem vai convencer melhor aqui. Se você hoje quiser se tornar um anão, você consegue? Hoje. Você sofreu uma sede de carro hoje, né? Comensais 17. Pós o pai do Cid, felizmente, o Maurício Cid sofreu a sede de carro, agora ele é um anão.
Ficou a outra cara não. Não existe, por causa. Mas Maurício Cid tá aí, ele se redescobriu como agora ele é um tranzanão. Tranzanão. Tranzanão. Tranzanão. Ele é um adulto que se enxega num corpo de anão. Olha aí. E ele quer fazer uma cirurgia pra ficar no... Não tem. Não tem, não tem. Porque é que não tem. Porque é impossível. É exatamente. Porque são crianças, cara. É, não. Por isso que você não vem entender de anão. A gente está cruzando a uma teoria aqui. Não, é por isso que a gente não vem entender de anão. Porque quando a não morre, na verdade criança cresceu, cara. Ah, virado, não sei, é de virado, olha aí, meu Deus. Tem um limite, você olha até ali, tipo, oito anos, você olha, não. Antes, a gente ficar aí depois, ela começa a comer. Por isso que você não vê falar de a não famosa, que fica, tipo, 30 anos, você não famosa. Por isso não, não tem. É o próprio... O último reu. Seis o lembro do Rodolfo ET? O Rodolfo continua aí. O ET não. O ET voltou para o planeta dele. Pois é, cada ET.
Não, é tudo. Eu não sabia. Ele era anão e eu saiu. Uma teoria que foi levantada pelo Gulherme a fonso. Onde que a não quando morre, ele virou uma pomba. E isso se encaixa nas duas teorias. Essa teoria já foi refutada. Por mim? Porque às vezes é um jeito de eles voltarem para a ciência. É impossível. Não virou a pomba. Porque você não graça pomba, osasco e esse é o lugar com mais anões do Brasil. É, a Nolândia. É, a ser anolândia. Mas aqui é que tá, eu não que vira pomba, não pomba que vira não, né? E você é a pomba vira, não sim? Não, os dois. Não esmorrem, todos decidem falar pros náscois, você nunca viu por capal? Caralho. Chegou uma época, eu dendo que elas habis bom, como é meu lugar? Essa teoria não faz sentido, não faz sentido. Não, essa é a gente que eu acho mais quise. Não, só de uma fantasia. Essa é fantasia. Biológica no último dia. É, oubra, a gente tá falando a gássera, que você vem com o palécio, tá bom. Tá bom. Tá falando a parada na série, que você vem com o gás e a voso gás, voso gás. Pô, não é assim. Você já viu a mãozinha de, não, como é que tira a asa, cara, não tem tempo. Não tem tempo. Mas ó, até o momento, quem mais me convenceu aqui, eu gostei da teoria do da Sia. É, é verdadeira, né? Infelizmente, é mais óleo.
Mas é o que o Igor falou aqui do trabalho infantil. É, eu só não pode refutar. Realmente, o trabalho... O que ele tem que criança com força de vontade aí no Brasil? É, o garoto do Pep Moreno. Você acha que não quer trabalhar aquele garoto? Por que que lá China não tem, não? Porque os clientes podem trabalhar. Agora tem um ponto bom. Agora pegou um ponto bom. Trabalhar com aspas, né? Um centavo por hora, acho que vai ver o trabalho. Agora pegou um ponto. Então, isso quer dizer que o dia que proibiria o trabalho foi de China, os iPhones vão ser feitos pra nós. Exato. Que coisa, cara? Que coisa, agora? Percebeiro, tudo é tudo isso, mano. E o Luide fica falando que isso é boa aqui. Era que assim, ele não tinha mais. Era que assim, não sei se vocês tem nada. Mas a manufida as contas, talvez, é assim, é o Bolco, só que não, país capitalista. Então, ali que é bom, é bom. Ele quer fone, isso. O Steve Jobs é americano, não é assim, é assim. Então, tudo isso, entra. Eu só lancei a ideia que é a CIA, que financia os anões. Então, tá, então, para aí, na teoria, a CIA, a financi... A CIA, a CIA...
Acia a financiar essa transformação de crianças. Vira, pera deixa o que falar. Fala isso. Acia a financiar. O que é isso? O bom dia, companhia. O bom dia, companhia. Filosinha, cara. Faz preenho as crianças e levar eles a se adoram. Que um, mais porque que é mais zero, mano. É um Igor acerto, plural, bem, falando isso. A donce. Lembra que eu tinha a telha de que a maíz era o Manã porque ela é inteligente demais para a telha de que era a maíz. Na teoria era uma criança trabalhada na televisão. Então, a galera estava nessa da, é uma criança que não pode que o seu professor se fosse um dos minutos inteligente. E aí ele viu que a maíz era uma carreira promessora depois de criança. E aí ele foi lá revelando, a manã agora é uma adulta.
Quando a Lara criança trabalhava no SBT, eles não falavam que ela não era um anão. Vai ver o serviço antes de trabalhar para a SIA. Pode ser, porque aí que eu não tinha cegado. Se eu não tinha gasto no SBT, disse, se tem uma criança trabalhando, ele vai dizer, não, não, não, tudo sabe disso. Tudo, vamos saber, se a gente tem 3 letras. SIA também tem 3 letras. Olha aí, olha aí. Não tem 4 letras. A nós! Tem cinco letras. Tem cinco letras. Sim, o Santos. O que significa nada? Sim, o Commissional Significa nada. Sim, o Commissional Significa nada. Já saiu, tem cinco letras. Mas cara, o Igor ele me convenceu no momento que ele falou que por isso que a gente não vê...
Não, como é que eu ia esquecer? A morte já não, não vê, inteira o de anão. E não veche nem, não tem ninguém, não veche nem, não. Ele me convenceu nesse momento, porque o anão cresceu, daí vira duto, pois que não é que morreu, ele vira duto. E hoje criança que me estava se aduto, aí ela vira duto e aí ela precisa mais imitar a sua duto. Sabe outro caso de anões que aliás de crianças que fingiram ser anas para poder trabalhar e depois que cresceram a sumiram que são seres humanos não anões? Quem? Sende de julho. Série Johnny, uma música da Sende que ela cantou, eu cresci, agora sou mulher. Ah, é bem observado, meu Deus. É porque eu queio e mortal no morro no final. Exatamente. Olha só as coisas. E se alguém chegar lá no Stozenjorrorox, um spa ex-da-sende, ela ia dizer, tu a filha está trabalhando, ela ia dizer, não. Caralho, perfeito. Mano, olha só, olha só, que momento importante para a história do mundo.
Porque esse podcast está proporcionando. Estamos aqui revelando em primeira mão, em primeira não. Em primeira não. Em primeira não. coisas que as pessoas nunca mais ouviram. E outra, vou falar mais. O Igor não só está certo que crianças na verdade se fingem de anoias para poder trabalhar já que esse governo ridículo não deixa crianças trabalhar em pů... Livre e Spontre vontade, né? Por exemplo, a ferra do Luide tá louca pra trabalhar, hein? E não pode! Não pode o governo não deixa, né? Então, eu vou te provar, porque existem empregos, subempregos, que a gente não sabe que nos anões estão inseridos. Vou dar um exemplo pra vocês. Muitas coisas que a gente acha que a tecnologia se fala nossa, oau, que tecnologia, nossa, que top, oau, sei o que que fez isso, muito tecnológico, tá. Pô, traz, são anões trabalhando.
Por exemplo, porta automática de shop incentive. Você chega, você insô na teoria, o que é? O sensor viu que tem uma pessoa e abre a porta, não é isso? Sim, sim. Você realmente acredita, né? Claro que não, né cara? Cara, essa tecnologia, ela seria muito... Pode ser possível em 1415, não hoje em dia. Como é que vai ter, cara? Mas já aconteceu, por exemplo, de você tentar passar pela porta, ela não abrir? Já. Então eu te explico por quê? Porque nas pilastras do shopping ficam crianças, fíginos, não lá, ficam crianças puxando uma corda para abrir na hora certa. Ah, às vezes eu estava distraído. Às vezes distraiu. E aí o que o governo fala ao sensor deu problema? Claro. É assim aqui, mano, implementei sua nossa cabeça.
Exatamente. Então, aporta o automática de shop e nada mais é do que duas crianças com uma corda puxando na hora certa. Gente, isso não vale para aqueles depósitos de banco também, quando a gente bota um meu lápisinho? Claro, Braian. Exatamente. Como é que o banco vai saber o tanco, você tem que colocar aqui, não pega conta na hora. Conta na hora. Cara, e tem liga para as em várias profissas. Uma que ninguém percebe, por exemplo, o que é esse cara rolando. Mas cada rolante se acha uma escada que rola. Olha essa tecnologia mais cada que rola, uma tecnologia alienígena. Jamais que o Senhor do Manozinho conseguiu criar uma coisa dela. O que é de verdade? Sabe, a râmbia fica aquela bolinha lá, a rodando, râmbia, estesê? É um anão que fica ali embaixo na escada rola, fazendo o treinamento correndo.
Como seria onde que vive o camisterão uma gela? Tem caíolas de anões? Exato. E tem ali a correda ali e faz o movimento da escada rodar. Então, por isso que escada rodante para de vez do nada. Sim, porque lá não cansou. Claro, não cansou. E aí tem escada de tuna no desanões? Troca de tuna, pode ser. E aí tem escada de sobe, escada de quidesse e aí tem um anão ainda e eu estou voltando. Exatamente. A máquina de refrigerante. Ah, isso é clássico. Você bota o dinheiro lá e tá tanto é que as vezes o ano tá com preguiça e joga o dinheiro de volta. Não, não, não, não. Fica puta, não putar. Fala, não, isso é não tá rasgada aqui. Tá, não, não tá rasgada, não, eu... porque eu acho que a máquina vai saber que ela tá rasgada. Vai que ela vai porra. Vai que ela vai saber que não tá rasgada. Vai que ela vai entender que tem um durox ali. Vai que ela vai ver. Vai que ela vai ver.
É que acabar com as máquinas. Tem que acabar com a máquina. É um anão que fica dentro da máquina refrigerante e aí paga e às vezes uma não é filha da puta. Se escolhe que é uma fonte, ele joga uma coca. Se escolhe mais prate e joga um bota. É uma máquina que está bugada. Claro que não, não está de uma vontade. É vontade porque está com salário. Quem que vai reclamar, né, do trabalho de uma criança? Quem não podia nem estar ali trabalhando. Quem vai estar amando? Quem é que vai? Mãeca, máquina de Lavá é anão. Ah sim, sabia disso. Isso foi imaginável, já. Fogão é a não. É mesmo? É, ela não com massa rígula, né? Já tem dois anos em casa, eu sou contando isso. É, ela não. Fogão. Sabe um que ninguém sabe que a não e a não também? Cara cancela de shopping. Ah, cancela de shopping, não. Porque é a vozinha, né? Então, até aquela voz e isso é o mais claro, porque ele fala, né? Ele fala. Como é que vai ter uma máquina que fala agora? Então ela tem isso, gente. Bem vindo. Como é que fala? Bem vindo.
Não tá morrendo. Não tá morrendo. Não tá morrendo.… Não tá morrendo Depois que dá merda em vez de acassar o caro carro. E o pai achou que a pessoa que já passava. Pois é, cara, entendeu? Isso tudo é trabalho infantil, revestido de anão. Um que ninguém percebe muita gente em casa. Muita gente, Luide, te fala, sei que você está assustada aí. Muita gente tem casa. O quê? Impressora. Então, não é pressora? Impressora. É uma criança lá dentro da impressora. Por isso que é lenta, desde jeito, que está bosta. Por isso que ele está pauta toda a impressora. É uma impressora que tem... É uma impressora. É uma criança que tem a habilidade de desenhar. Por isso que Gato invocado com impressora, porque ele consegue enxergar que tem a impressora. Claro, Gato tem um foscenso. Ele tem a limpar, você é sentido do negócio. O Gato não está brilhando com a impressora, ele quer salvar o anão que está lá dentro.
Exatamente. E aí, gato, criança, sempre se dá bastante bem bem. Bem bem, isso dá bem bem. Então, a não, na verdade, uma criança que acia, inventou a sua coisa para ficar e validar o trabalho infantil. O trabalho infantil. Para o trabalho infantil. E que está por trás de muitas tecnologias mundiais que a gente não faz ideia? E tem lesões. E se o não ouvinte parar agora, começar a pensar, olha em volta. Olha em volta. Eles vão perceber quantos anões estão, anões entre aspas estão inseridos na sociedade, trabalhando, trabalhando duro para tentar ajudar suas famílias, para tentar ajudar o trabalho honesto. Que o governo Dilma não deixa, não pode. O governo Dilma, junto com a Sia. Juntos com a Sia. E o Silicente. Ah, tem isso aí também. É uma globalização. São poderosos. Então acho que a gente consegue que...
Instigar o brasileiro que está ouvindo aqui o podcast, começou por o podcast meu sumo ler, ele deve ter começado meu sumo ler, a termino por o podcast colher regalado. Não achar o defenda na mão, abrindo fogão pro pro pro… Mas a gente vai provar nossa teoria, que a não, na verdade, não existe uma criança que quer trabalhar. E, ó, um abraço para todas as crianças, que trabalham sério, trabalham duro, se imovimei, então o verdadeiro planeta Terra. Lindo, hein? Você esperecinha, Samé. Ó, a uma sal de pau. Com a homenagem à altura. Com a homenagem à altura dessas crianças que merecem. Para bem, você, resista até o fim. Muito obrigada, esse foi mais um teoria, não Ouvo, voltando com o chave de ouro.
Espero que vocês tenham gostado e continuaremos com mais teorias da Ouva. Braian, a pessoa que quer comentar esse episódio, quer mandar uma foto ou ver alguma coisa assustada em casa e quer mandar com tru a não. Controu a não. O letra do Mestre, que manda foto alguma coisa. Tipo, como é que faz? Não Ouvo, ouvo, ouvo, ouvo.com.br. Conta a sua história de anões. Se tiver um anão que nos escuta e se liberta da impressora de alguma coisa assim, pode mandar. Para a gente, o meio com o tempo. Com certeza, alguma coisa. Com certeza. E ele vai querer revelar, verdade. Belevo, moro. Vai querer revelar, verdade. Retro sociais, Braian. Retro sociais twitter.com.com.auvo.facilbo.com.auvo também e no Instagram, não ovo real. Não ovo real. Muito bem. Manda para a gente lá como é que escreve a num... O Lão de Anons. Como é que é a num? É a num, se que fala. Não, você vai ver como que o...
A Nose, é tipo lápis, lápis, não, a Nose, eu não sei o que é, o que é a Nose. Qual é a pura? Onde é pra gente ir? Você ir? Que tá aí casa, aí tá escutando? E sabe qual é a pura ou de dia? Fala pra gente? A Nose? Não é a Nose, cara. A Nose é outra coisa, né? A Nose é a Nose.