
Descrição
descrição original do feed
Siiiiiiiiiimmm, é veerrdaaade, mais um Não Ouvo no arrr! E hj o papo é místico, é sobrenatural, é polêmico e pode te dar um medinho.... Cid Cidoso, Lierson e Ma Bolinha vão falar sobre PREMONIÇÃO SENSITIVA!! Um papo sério??? Até poderia, mas tem o Lierson........... Bancada: Cid Cidoso, Lierson e Ma Bolinha
Resumo
Primeira bancada do programa com uma mulher: Ma Bolinha entra ao lado de Maurício Cid e Lierson para falar de premonição e sensitividade. Antes do tema, rola a tradição de enrolar, desta vez em cima do programa Fábrica de Casamentos e dos comentários que a internet deixa sobre os casais.
Depois a conversa vai para o lado místico. Um dos integrantes conta do medo de macumba que carregava desde criança e de como foi se aproximando do assunto por causa da companheira, hoje frequentadora de casa de santo. Ma Bolinha explica como enxerga cores e energias nas pessoas e como lida com isso, e todo mundo tenta entender o que ela vê. Cid lembra de uma moça que leu sua mão numa festa e acertou uma perda recente na família, e de uma adivinhação que parecia ter dado certo na semana seguinte.
O episódio termina arrepiante: histórias de fantasma, uma porta de varanda que bate de madrugada e uma cabeça que gira na hora de dormir.
Destaques
- Apresentação de Ma Bolinha, a primeira mulher na bancada do programa.
- Medo de macumba na infância e o caminho até frequentar um terreiro.
- A moça que leu a mão numa festa e falou de uma perda recente.
- Pergunta ousada: o que Ma Bolinha viu na primeira vez que o conheceu?
- História de susto numa varanda, com porta batendo e muito choro de medo.
resumo e destaques escritos a partir da transcrição automática
Participantes
- Maurício Cid
- Lierson
- Ma Bolinha
créditos do feed original
Transcrição
57 trechos · 8.999 palavras
Transcrição automática, feita com o faster-whisper (modelo base). Pode conter erros: nomes, gírias e piadas internas costumam sair tortos. Na dúvida, vale o que está no áudio. Clique no horário de um trecho pra ouvir a partir dali.
Prisa em que tudo no princípio Deus criou o céu e a terra. Coenha a terra não havia forma nem vida, Uma grande escuridão cobriamar. E o Espírito de Deus, Pai Rafa sobresagra. Deus então disse. Só eu sei o que eu sou feliz. De vez de entre às mais vou me vingar. Eu vou botar. Eu vou botar. Tade mais um novo. Começando meus amigos. É verdade eu dei um beio aqui em casa. Acordei meu pai. Ele deu uma batida aqui na parede. Eu sou cara parede. Vê se o coração dele tá bem, cara. Favou só. Pai é um massa importante, mano. Estamos visitando aqui, acho que está tudo bem. Deixa eu apresentar essa bancada que é uma bancada única. Primeira vez na história a formação dessa bancada com inclusive uma componente feminina. Comconmenta. Comconmenta. Comconmenta. É, bomconmenta. Então, exacto. Isso, componenta. Mas antes disso, deixa eu apresentar ele, a nossa...
Leração! Eu vou deixar aqui para o nosso amigo Cid, apresentar. Fala o que? Marcelo, falou Marcelo. Eu posso. Por favor, tem a porusia. Vou deixar ela se apresentar então. Vamos para o Brasil. Vamos para o Brasil. Vamos para o Brasil. Vamos para o Brasil. E do meu lado direito ela, uma bolinha. Olá. Também conhecida como... Marça. O mozão de Ersson. Exatamente. Eu estou a lisa brasileira. Eu não sei saber quem é. As pessoas já vinam a gente casar na televisão, não é mesmo? Ah, verdade, vocês são um grupo seletíssimo de... Um casamento com o nome do programa? É, eles sabem que é de casamento caralho, não é? A gente é tipo um ex-BB, não é? Isso fabrica de casamentos, gente. Não se vai ser ganhado, mas... Não, esse fábrica pode chamar de ex-fábrica. Ex-fábrica, exatamente. Olha o que legal.
Por que a Sony Abram não me chamou ainda para ela comentar a fábrica de casamento em programa dela tarde? É uma arsalhaço do alíper bem com isso. Mano, que história sensacional. É. Tá vendo? É. Estou a ex-depresentada do bolo, ela está toda... Deixa perguntar, não tem nada a ver com o tema, isso, mas na introdução aqui, quando a gente se apresenta, tal, normalmente a gente fica 47 minutos falando de outra coisa que não é o tema. Exato. Isso é completamente normal. Eu tenho uma pergunta sobre a casa do casa, não. A fábrica de casamentos é porque eu nunca casei e eu nunca casei na televisão. É assim, resumindo. Eu acho que deve ter coisa legal, mas deve ter muita gente chata comentando na internet ou sobre o casamento e aquela pareção da televisão, ficar todo mundo dando pitar com o teu casamento. É mais ou menos isso? A melhor coisa que tem é a seguinte.
Esses bancos ricos, ele é milionário, ele é da internet, ele participa dos podcasts, em todo o milionário, ele não precisa. Olha eu aqui, se o santo se é pobre, ou então eu não sei, eu não sei, eu sou milionário. Então, aí ele é dona da trádio, eu só acho que a gente ensinou, nada na cena do tupatinho, alguma coisa do tupatinho. Não é para aí, não é entretenimento mesmo se fosse, eu adoraria ver o casamento do xiquim escapa. Então imagina que sim, se que seria ver o casamento do da Gracione de Oi Protein com o belo. É, eu achava o máximo, se tivesse o casamento num cararrico, que é pra você ver o gosto brega do cara, fazer as coisas. Porque gosto, não tem nada a ver com ser rico. Mas essa história das comentários foi muito engraçada, porque quando eles postaram, enfim, no Instagram, lá deles sobre a gente, eu só rolhei pra cara do Líaz, ele...
T also da cara, meu amor, que está acontecendo, não porque estou lendo aqui os comentários. Tá, na na na, na na, na na, na na. Aí ó, tá, só, Igor na hora, aí ele não, porque... Aqui, pessoal falando, você quer? Aí ó, sem ter do lado, comecei a ler, falei, caralho, filhos da puta, tipo... Ah! Os 10 galera muito putos, a gente começou a te responder no Instagram do... Ah, você pode fazer uma coisa? Você vai tomar no meu patão, meu patão. Você trabalha mental, não faz buscar meu nome, não faz pra você ter o problema. Mas para o programa ter que ter a testado de pobreza, não tem nem nem. Então, é aquele papo de tipo, só, pode participar de reality show, quem é pobre, pra ganhar as coisas, porque teoricamente só, porque sei lá, eu tenho um hamburgueirê, eu sou rico.
Vamos compreender o sentimento das pessoas. Esse foi o Braian de entre 20 anos. A gente faz uma coisa que não é né? É que televisão é isso, né? É o que o Renanzinho fala, né? No chão no rucu mil e um mil e um mil e um mil o pobre aí depois vai e para dar reforma da casa dele. É isso. Esse é o código do que é. É que o brasileiro, o afegou o afegou o médio. Ele está acostumado a ver o programa já sabe o que vai acontecer, já sabe qualquer um mês, já sabe qualquer um final, ele quer saber antes de começar a assistir o programa. É igual novela, o cara já sabe o que vai acontecer, já sabe o que vai ter um casal, no começo, já sabe o que no mês, vão separar, já sabe o que no final, eles vão ficar juntos de novo, sabe? A nova novela acontece, então? Sim, casamento é mais ou menos isso mesmo. É, né? Ele começa a adjuir, estou...
O brasileiro, ele... o afegou o médio, e desculpa o brasileiro não, afegou o... fala a mão de brasileiro porque... é... é... esse poe... né? Brasil acima de tudo, o Deus acima de brasileiro. E tem que falar de afegão, então afegão o médio. Ele tá acostumado, já sabe, com que eu roteiro, já sabe. E quando vê um programa que acontece uma coisa um pouco diferente, pronto ele já dá um tinto na cabeça. Aí... como assim? Não é um miserável ali que tá casando. Parece minha mãe vendo filme, quando a gente assiste o filme que é na ordem cronótica, certinho ela entende tudo, quando sabe quando o filme começa tipo... Quando tem um time twist assim, um inception, um filme possível para sua mãe. Sim, ela já não tem um jornal assim, é? Eu vou ver em sábado como é a sogra, só para filmar a reação dela. Ah, mas eu entendi, curioso. Eu tenho um, mas falo um desejo.
Uma vontade obscura de casar, igual vocês, assim na fábrica de casamento. E você sabe que eu dei a ideia para os roteiristas, eles adoraram, né? Aquele uma, aquela sua ideia, lembra que você falou? Como falei? Eu quero participar e eu quero entrar montado numa leima. Então, eu dei a ideia para o Bertolázio. Eu quero entrar com um termo de memes. Essa daí é uma boa ideia. Essa daí rola, viu cara? Você sabe? Vamos fazer a acontecer. Vamos fazer a acontecer. Então, mas agora depois vocês falaram, não quero mais. Ah, Cid, vai, vale a pena, é bom. Mas se você já aguenta essas comentários... É, é verdade. É, mas o to acostumado do Boruto, meia 9, me chingado, não a Dona Zilda. Então, mas aqui é Dona Zilda e é da na coquinha que vão falar. Mas é, Dona Zilda não to acostumado. De novo, seguindo a tradição do nosso querido, não Ouvo.
Nós temos 10 minutos de programa fora do tema. Vamos tradição. É uma tradição. A tradição do chepa de pedir delivery na área de homens. Essa tradição de comoção. A gente já falou, inclusive, já fez um pouco de que é sobre o assunto, sobre casamento. É só sobre isso e mencionamos muito o casamento do levo, inclusive. O tema de hoje não é este, porque não é nem surpresa, já que as pessoas olham o título, porque na hora que clica lá no Ouvo já parece o título. Então, as pessoas já estão vendo, não tem como fazer surpresa, mas o tema de hoje está bem misterioso. É mesmo. Ele está meio diferente, porque a pessoa leu o título e fica meio naduro. Será que é sobre o filme? Será que é sobre sei lá, a atividade paranormal? Será que é sobre o que é porque o título é premonição.
É, não é sobremistero. Eu vou falar assim. Eu vou falar assim. Eu cheio que era uma voz de... É uma voz de um esquina, um esquina no ar. É um esquina, um esquina. É o meu voce sexy. É que eu achei que era chuta da hora. Vamos lá, cara. Essa é a minha própria mulher, a minha chosta voce sexy. É um brilhado de um maus. Você se considera um cara... Que tem, sei lá, uma conexão com outro mungo de vino. Sem incitividade. Então, o seguinte, eu vou resolver essa palavra. Você acha que é simcitivo? Eu vou resumir o bagulho assim, a parada. Quando era mulo? Não, parei, parei, pô, não precisa nem falar. Eu vou resumir o bagulho assim, a parada tá na cara que não. Não, não. Esse é um portal. E você, como unicar a outra coisa, você fala desse jeito, a pessoa não vai ter nada do outro lado.
Não vai porque o outro lado ele entende a intenção, né, do que a gente quer falar. Então, em Jaleto, maluqueiro, ele é entendível porque o que o Espírito, que é o Espírito é a intenção, né, é a energia. É um sabido, menino. Entendeu? Você sabe disso, Vés. Sabe por quê? Porque é o seguinte, eu vou voltar lá. Minha família, eu tenho uma voma com berna. Saiu ali, meu Deus. Misa e fico. Aí? Eu não sei o cara, cara. Aí, eu não sei o cara. A minha avô bateu os tambor, certo? E é meu, minha família, meus prínuos. Desde o moleque, via a movimentação, uma combiscão, um bandista que ela aconteceu na minha, no meu sítio. Me cagava de medo, porque a minha avó saí, me tava numa criança. Ah, você tá bragando. Não, eu era o oco negão. Era batuque de verdade, eu ficava cagando de medo. Não curava, era... Entrava espírito nas abertas.
É, né? Eu tinha... Eu mesmo, só as coisas. O corpo não. É. Aí é só com o servivo, né? Só com o servivo, o corpo no corpo. Ah não, no espírito no corpo, é. Então aí? Então, aí? Então, se a gente ficava aí, pelo assustado, eu queria um bloqueio contra todo tipo de religiosidade, certo? De misticismo, o único cara. Aí eu conheci a... Depois que eu comecei a ficar com a ma, nós anos para cá... Pra quê? Eu não sabia, eu não me lembro de antes. Muito bem. Ele deu uma pergunta, ele começou. Ele não entrou nesse detalhe. Eu sabia que se conhece com o Liqueche, com o casal e a a a… Então ela é um bocoso nem sabe. Eu não sei mesmo meu, eu tenho que ter um de seu natural. Que tá acontecendo aqui, nenhum dos dois sabe. Ah, tá nesse beteisado, esse beteisado. Não, a gente não vai falar de um de casamento. Não, continuando. Vamos voltar. Aí, aí a macuna aconteça, só tá lá no meu... O meu cílim, o cara fica com medo. Aí depois que eu me starti a ficar com a Marcela, eu descobri no começo do nosso relacionamento, que ela era uma cumbeira. Ah... Porque é uma cumbeira? Assim, o termo certo é uma cumbeira?
Não, mas o macumbeiro, assim como... Ah, o macumbeiro se aceita como macumbeiro? Então, o macumbeiro é assim, na plésema, assim como o crós-fiteiro e o vegano, você não precisa perguntar como macumbeiro, se ele é macumbeiro. E aí, em algum momento, na conversa... Vai chamar um baguão, vai ter algum, ele vai usar algum termo de macumba, vai chamar alguma coisa e quem conhece, quem é do bateu que vai olhar e falar, isso é uma cumbeu, ah, que eu sou o bichete cabelo, isso aí começa só, só conversa. É isso, só conversa. Sempre encontra alguém que tem medo babada, aí se você começa a conversar, isso é do babada, por isso, essa cumbração, pode se explicar. É, você vai falar alguma expressão de macumbeu, aí que acontece do nada assim.
Eu não sei. Ele cagava de medo, mas muito menos. Mas qualquer o seu medo, Leste. Não, eu sei lá, velho. Não achava ele numa velha fazendo em bachadinha com uma bela, tá ligada? Não, é normal. Eu não sei o que eu tinha medo. Mas você achava que eu... Tipo, eu olhava para o meu cara e falava, não sou a minha mãe incorporar aqui... Eu não sei o que eu tinha medo. Mas eu tinha medo de mim. Ah, eu tinha chovido que exita. Mas é mais... Mas eu salindo, e passava um pouco, né? Oindava por causa. Mas é bom se esquecis então logiu. Exito bom, né? Logico, fica competindo a que esquecis então bonita. É uma língua que esquecita. Não, se fosse a minha mentaíra, a missão, né bonita. Então, mas foi uma esquecinha aí.
Só que o sorriso vale o esforço. A gente começou a morar, formar a gente foi morar junto, porque a gente foi morar junto com ela, e ficou foda, porque mano, ela tinha que tomar o tar em casa, com o nome de... Onde é que eu fico de religião? O bagulho? O que eu sou? É bom pagar, porque eu tenho santo, não é? Ela tem uma altar dela, né? E aí ele virou, tipo, teve um dia que a gente tava no seu lugar, ele virou e falou, eu tenho o funco e você tem o funco da macumba. Não dá pra misturar tudo junto, não é, meu mugela? Ela não deixa. Mas por mim... Ah, de lerspo! Por que eu tenho meus bonecos de ideias, meus bonecos de cavaleiro de 18 de época? Aí, pode até um... Aí, tá bota junto, bota o bota. A gente tá bocada junto, é igual a tua história, esse brinco. É, É, É…
Olha, legal pra caralho, um puta briga. Oi, essa é um croção, é muito bom, é um zé do chaco contra o Harry Potter, mano. É magia pra caralho pra todo lado. Você acha que eles vão lutar contra ele? Eles não, tudo da mesma... Não, mas todo o croção, eles briga, no final, eles têm que lutar por um bem comum. É verdade, é verdade. É um Harry Potter, é bom, eles vão proteger Harry Potter. Então, é brigar com aqueles outros bichos feitos, eles... Não, aí, vamos voltar. Aí eu comecei a sair com ele, cara, cara, cara, cara. Só que mano, ela começou a mostrar pra mim que o negócio não era... Sabe que eu conversei a mole de mulher? Não, não é bem assim, muzão. Pensando bem, os guia estão aí pra ajudar. Mas só tirar o tomedo. Exato, começou a tirar o meu medo. Ah, então vamos lá o dia lá no lugar que eu frequento, pra você ver que foi. Então eu estou achando o máximo ele contando essa história desse jeito, mas nenhum... Não foi assim. Ah, foi.
É o ponto de vista dele, eu. Eu não sou contado em meu país. Eu não sou contado em meu país. Eu não sou contado em meu país. Eu não sou contado em meu país. Eu não sou contado em meu país. Eu não sou contado em meu país. Eu não sou contado em meu país. Eu não sou contado em meu país. Eu não sou contado em meu país. Eu não sou contado em meu país. Eu não sou contado em meu país. Eu não sou contado em meu país. Eu não sou contado em meu país. Eu não sou contado em meu país. Eu não sou contado em meu país. Eu não sou contado em meu país. Eu não sou contado em meu país. Eu não sou contado em meu país. Eu não sou contado em meu país. Eu não sou contado em meu país. Eu não sou contado em meu país. Eu não sou contado em meu país. Eu não sou contado em meu país. Eu não sou contado em meu país
Nós foi convivendo, aí eu fui falando pra ele, amor. Você tem que respeitar, e aí uma coisa que eu falava muito pra ele era o seguinte. Ele não precisava acreditar, mas quando você põe em prática alguma coisa ela funciona, você tem que repensar um pouquinho, né, porque você tá indo contra aquilo. Porque se funciona em algum grau, aquilo é uma verdade, tem uma verdade ali, enfim, aí ele começou... Não, aí a gente começou a ter umas crises, Braia aí. E aí... E aí mano, simplesmente um dia eu estava muito mal com ela, a gente estava tipo, conto de... Não sei para a gente, já estava com... É isso mesmo Brasil. Aí mano, a minha fiquei meio empa, inseguro, que não vira lá, tá sem fé no futuro. A chorando também. Eu falei, vou aí, não bagulho dela.
Eu acho que eu não vou ter um pouco de medo. Então, eu acho que... Ah, isso é um chão de chão de chão de… Parece que ela tava lá e você apareceu desfarçado, entendeu? Não. Ai, eu fui com ela e isso já faz quase um ano. Virei... É, primeira vez que eu fui, foi aí, mano. Entendi, caso lá. Foi 7 meses em 3 dias e 4 horas, mas o que é o casamento? Não, você dá pesada com a cientista também. Eu não vai pra ela. Ele foi agora no chimdo ano que ele começou a frequentar. Ah, eu fui, mas eu fui antes. O quadro aguapeu todo dia, o túbram, o setembro pra cá. E aí eu fui pro cura ajuda, não só psicológica, porque eu fui fazer terapia. E gente, vocês todos deviam fazer terapia, viu? Porque todo mundo é louco.
Não, todo mundo que faz trapeira fala essa frase, beleza. Exatamente. E aí, cara, eu fui atrás da... E aí eu fui lá na porra do negócio dela. E aí eu tô indo até hoje hoje, eu tô... Eu sou o Nelma Cumbeiro. Olha. Eu estou começando a traçar as caminhões. O que que acontece? Eu nunca fui, beleza? É igual com o fixo, véio. Você vai uma vez, você vê que está tocando batu, que esse bençato... Traminhão. Deixa eu entender melhor, eu nunca fui. Mas como diria, se o Santos tem uma amiga que foi... Eu conheço algumas pessoas que já foram e as pessoas que eu perguntei assim, quando saem meio falam pouco, acontecem, acontecem, acontecem, acontecem, os negócios doido, lá no Batu, que tal, que acontece mano? Pode falar o que acontece? Vamos para o ilocão, se já viu.
Gente, não é? Não é coisa curiosidades da macumba. Não é curiosidade, ele me perguntou como que acontece? Vês explicar? Porque não é bagunça, entendeu? Macumba é bagunça. É, bom, na verdade, assim, cada casa funciona de um jeito, tem o seu jeito de organizar as coisas. Então, geralmente as pessoas vão, elas se consultam com alguma entidade que está com o médium. E aí você fica em troca uma ideia, às vezes é de algum... Santo? Algum dia específico. Então, às vezes tem um dia de cabouco, dia de, enfim, boiadeiro, dia tem vários, várias guias, várias entidades, que trabalhem várias linhas diferentes de energética, pelo fim. E aí, a pessoa se entra com a massa, com o médium que está incorporado ou não, às vezes, mas geralmente está.
Ela recebe umas lágras no selho e só fica um chocadas porque é uma pessoa que ela nunca viu na frente dela antes que começa a falar sobre a vida dela então isso é meio chocante pra pessoa. Beleza, entendi, isso aí me chocaria porque uma vez uma menina entrou no ônibus, já acontece isso aqui no Novo ou um tempo atrás. Uma menina entrou no ônibus e eu estava no ônibus. Vê se é mais ou menos isso que acontece, meu céu. E aí a menina passou a catraca e veio me olhando nos olhos. Eita. Em qual era a manção? É, eu tinha 17 anos a de ver ter uns 15. Ela veio me olhando, eu falei, ó, o patá fendi mim, né? É hoje. Falei, tá querendo, né? Claramente. A gente veio me olhando, veio me olhando, veio me olhando, ônibus vaziu. Ela sentou do meu lado, punta.
Ele é um homem que tem uma energia. Acho que era algo uma safadeza aí. Fala-se sentir um negócio, uma energia e eu vim precisar, precisava falar com você aqui. Eu estou muito pensando que 300 pessoas no mundo acharam que eu ia chavecar elas. A conselta exerda, por si você faz isso também? Ela faz isso, ela faz... A Marcela bode estranhos por co-genergia, não? Mentira, você faz isso? Não, conteste, às vezes é meio foda, assim, assim. Uma vez eu entendo uma festa, ela faz isso. Deixa eu me alecitar, pô, me lembrei. E aí a menina falou assim, posso ler sua mão? Por rode? Nossa, mas eu usei nada a pessoa, eu não falei a menina. Eu estava longe de casa, e ainda falei que pode, ela pegou minha mão. Mas isso é muito louco, a pessoa tem que dar um respeitado ali. Eu estou nem aí também. Pensa que a pessoa está no começo da carreira, as que empolgado, saquei na limão das pessoas na rua. Não precisa me respeitar também. Olha para a minha cara, dá para ver que não. Ela pegou minha mão, começou a fazer a leitura, a Braia, ele começou a olhar, olhou, e mano, não acabou de olhar.
Ah, enquanto eu achar a gente, ela fala, porra, tá ficando... Tá lavado, amor, não. Eu falei, será que se chegar a meu ponto, eu posso levantar e apertar aqui, ou será que você tá dando muita merda na leitura da minha barra? É, podia estar meio embassada, tá meio noplado, sei lá. Você tá comigo e até em casa? Você quer sentar em casa, ficando meio amancado? Não, no final, quando tava chegando em casa, ela falou assim... Você teve uma perda muito grande. Na sua família recentemente, né? Em torno de uma semana. E minha voz acabou de falecer. Fazia uma semana, mais ou menos. Aí falei, tá porra. Já é, já é, já é, já é. Nunca tá um espírito no entrada, ainda por ali. Já até aquela...
A apertada já ficou com medo, né, falaria, entrar um negócio minha, que agora que me avou entrar aqui, não fica falada. Futa que parei imagina que medo, não, eu tenho medo, esse não se preocupa. Aí eu falei, é, tal, ela falou, mas não se preocupa. Não, ela não falou, não se preocupa, é óbvio, mas esse foi o seu inconsciente, falando, não se preocupa. Mas ela foi ainda aqui deixada, esperado mesmo, você sabe. Mano, foi isso mesmo, eu mesmo falei comigo, não se preocupa, cê-te. E ela falou assim, mano. Mas na próxima semana você vai ter uma alegria muito grande. Eu falei, tá, mas próxima semana. Foi, beleza. Daí, man, levantei ela, deu tchau, deu tchau. E foi isso. Eu foi achar muito estranho, mas para o lado ela tinha acertado, né, de alguma maneira ali que minha vota ia falecida uma semana. Então, né, não falou exatamente com essas palavras, mas... Não falou, né? É, dá a entender.
É, pelo menos para quem quer acreditar aquilo. Esse que está aberto é a interpretação. Exatamente. E aí deu uma semana eu passei na faculdade. Aí caralho, 17. Você não dizem, 17 na faculdade. Então deu certo, ela foi um homem que não mora. Olha lembrando essa menina, eu falei caralho. Olha só, a doidona lá, igual a pessoa ficou insuído. Olha lá, a doidona doido. Olha a esquivita. E ela aparecia meio... Ela parece aquela menina do chamado. É a mesma susta do anoceia. Com o tempo, é cascasa. Você conseguiu explicar o espírito? Não, mas ela para... Eu falo no fisicamente, não estou falando de nada. Ela era muito branca, com cabelo preto, você sabe? E... Tinha para todas minas de Instagram. É um pedaço.
Os 15% aí. Não podia perder pessoas na rua, não, se ela, para sentir energia? Para, para, tem uma história escrota dela, como se... Era eu, eu perguntei para ela, não perguntei para você, casi. Não falo. Não falo. Não falo.… Então, muito boa essa história, velho. Não, não para aí, falar disso. Você sabe, mas tudo bem. Vamos embora. Não. Tem uma história que você não quer contar? Tem porque ela é essa pessoa que entra na pilha dos outros e aí chega uma pessoa abede tripe, começa a falar com ela, ela começa a ficar mal, mal, ela vem muita. Como assim? É só um suco. Tudo o que ele tem que fazer, ele fala de bonita, de ser de nosso... Ela é esponjinha, ela é esponjinha energética dos Bedvibes. Não, um Bedvibes vê ela. Ah não, só na pessoa bedvib do rolê?
Atenindo para essas pessoas, pessoas que faguda, ele começa a falar até acabar com a noite dela. Ah, mas tem esse negócio, meu mãe? Você é a pessoa, veneja. Ouva! Não, isso eu acontece quando você não estuda, né? Tipo, porque todo mundo... Não sei, o cara que está menos da quarta série não... Eu sempre sinto muitas coisas das pessoas e eu achava que eram coisas minhas, mas num grau um pouco assustado. Ah, eu descobri que ela era de inglês. Eu estava no trabalho, e eu vinha um pensamento muito específico sobre o assunto. Eu estava falando sobre aquilo, e eu não tinha escutado. O pessoal falou, um dia depois, eu estou fazendo isso na minha vida, e tinha passado esse pensamento. O pensamento das pessoas.
É uma agulha do ré do quarto. É uma agulha da vida real. É uma, basicamente assim. Tipo, recebemos informações, são sensações, sentimentos, pensamentos. Eu sempre achava que era tudo meu, até que quando eu fui trabalhar, eu comecei a entender que tinham coisas que eram minhas de sentimentos meus e coisas que eram absolutamente de outras pessoas. Coisas externas. E quando eu fui trabalhar, eu fui estudar, eu comecei a entender que eu tinha um monte de uma sensitividade muito maior do que eu imaginava. Eu me pervejo cores, nas pessoas e aí... Eu vejo cores em você. Eu vejo cores em você. Eu vejo cores em você. Eu vejo os centros que ficam... Só as aulas da pessoa. Só as energias que regem ela, que são centros de... Pode ser o centro de cabeça, ou centros que estão...
Ali, aqui é complicado explicar pra quem não tá tudo bom. Não, tá tudo bom. Mas dá pra entender, entender de forma... Eu vi o Dragon Ball. Se al. Sabe? Dragon Ball? Dragon Ball? Já ouvi falar, já. O que? Dos cara? Pensa no que do Goku. Entendi. Só pra entender o visual mesmo. Então, tipo, você consegue meio que vê umas coisas, recebe umas informações. Aí eu fui trabalhando, fui entendendo. Você foi trabalhando pra ele. Na sua vida. É uma espiritualidade. Você é lá, aberto, né? Porque quando a gente trabalha a gente fica aberto, naturalmente, ajudasse as pessoas, então às vezes elas vem, você tá de boa, não roleve em a pessoa e começa a fazer de coisa e você acaba ajudando ali. Então, e é isso, quando chega num nível dela, ela não sabe falar não para não arrombar. Para? Na rua. Para. Para. Para.…
Você disse que não tem muita chance de ver. Você é um cara raro de malenco. Então, mas isso é um tempo. É, é bom, é caralho. Estou fazendo um pô de caixa com vocês. Não é tão mente, mano. Mas eu to com a pessoa. A gente, basicamente, tem momentos específicos que ao invés da pessoa chegar, você olha pra alguém. Tipo, recebe muita informação e é muito errado. Você sai falando coisas pras pessoas e se eu apresar... Não importa, sem ela perguntar. É muito errado, porque você não sabe se a pessoa está preparada, se meio invadia a privacidade mesmo, é muito errado. Mas... Eu pera aí, desculpe o que você sabe. Eu sou completamente ignorante do assunto aqui. Quando você fala assim falar coisa pra pessoa, mas que tipo de coisa você consegue descobrir só de olhar pra pessoa.
Não sei, você está cagado. Tipo mesmo, assim, que nem a menina que falou a senhora, a sua votinha, falecido, que muito provavelmente era de escala que tava falando. Você conseguiu ler essas coisas na pessoa, sabe? Mas assim, específico de... Não é muito, e inclusive, de juros teve situações, assim, bizarras. Mas bizarras que tipo eu não posso falar. Conta, mãe. Você fala nome, só conta a história, tem contas, tá? Aqui, pra você falar. Você sabe, teve um caso recente que eu tava convencendo com a pessoa e geralmente... Porque eu não saio falando coisas pras pessoas, então... É um inferno, ainda pra mim tipo a Marcela. Você casado com uma pessoa dessa, é um inferno. Vou trabalhar e jogar bola. Obrigado. Ela sabe que você...
Eu não sei o que é isso. Não vai dar pra mentir, então eu tenho que casar logo, porque não vai dar pra ficar em ganas. Mas é basicamente uma vez bem recente, que tinha tomado umas e quando eu tomo umas, você fica muito mais aflorado e tem umas explicações, mas isso não é positivo, isso também é uma coisa muito ruim, você não tem que misturar a espiritualidade quando você fica colocando umas. A gente tem as vezes. Eu estava conversando com uma pessoa e a gente começou a conversar com a pessoa e eu comece a falar várias coisas da vida dela e ela foi tipo É, não aconteceu isso, isso eu fui perguntando. Até o momento que eu cheguei num lugar muito específico de tipo, você tá devendo para a sua tia, não tá? E é a função... Olha, olha, mais cima! Tinha agradável, mano! Não, a gente tá mais assim que eu virei e falei ela. Só olha aí, mano, você tá vendo a sua tia? Você tá vendo a sua tia? Não, não, não, não, não. Não, não, não foi tipo...
Cara, olha, não é que é do nada. Cara, olha, olha, olha… olha Eu acho que você falar isso para a pessoa, você tem que estar no momento muito propício, sabe que a pessoa aceitou, e para ela tudo bem, que se não se offende, sabe? É meio desarro, né? É, é, é, falar, pessoal. Você quer ter vindo para a pessoa te ver? A pessoa tem que estar preparada ali também para escutar o que você vai falar, não tem isso aí? É que tem gente que vai em casa de paixão, só que eu vi coisa boa, né? A lógica, não sei o que, é negativo. Fala que não é que você vai chegar na negacêna. Não vai falar de uma coisa negativa para a pessoa, ou ela é o também, de pouça. Sei lá, tem um. Acabando mexendo, não psicológico da pessoa. Mas é tudo para ajudar. Eu acho que vai muito também da pessoa que está falando. Mas está recebendo a informação. Você tem que ter uma puta responsabilidade de pouca. Com você quanto... com a expectativa da outra pessoa. Então você, você é o meio ex-meição, né?
É isso, é uma história de ingueir. Esse é o ponto sobre este podcast que eu queria muito falar. Todos somos, todos somos. Todos somos? Eu tenho esse, esse todo, hein? Não é, esse especificamente não sei se é isso. Mas a gente... Você tem um don de onde virar um país inteiro, sim. Eu matei um cara em 2001, mesmo. Exato, você ainda anou a Corea do Norte inteira. É, é um sem sentido. Todos estão no Super do Brasil. Seguindo, vamos lá para a Revenão sem grana. Eu encontro uma macumba. Aí tem aquela caixa sona lá, charotão. Você for mais chero de brubé, só caixas. Vai dar B.O. ou não vai dar B.V. cara, você vai, vai. Vamo lá. Você quer especialista em assuntos macombísticos aqui no... Mas é bem assim, a caixas tá ali pra algo ou alguém? Você pegar a caixasla dela não é muito... É, não é? Não é muito, não é muito simpático, não é mesmo.
É, não é? É, não é? É, não é?… É, não é Eu tenho uma pergunta. Eu não sou eu, eu sou. Então faz com as pessoas, deixa uma curva, deixa uma curva das pessoas e pás. Então não vai pra chutar uma curva. Na rua. Lá acho que meu não é lero. Paralho, na rua. Espera, experimenta. Chew em casa, se for em casa, pode. Não, na minha casa eu não vou se dar pra casa da sua mãe depois que eu nunca fico. Não, eu tenho uma pergunta muito séria agora, morçada. Mas você promete que você não vai mentir. Prometo. Promete de conhecer. Você promete saber o que eu perguntar, né? Ela tá com uma cara de Pikachu aqui. Não pergunte a sua mulher, que ela... O que é um bada, mano? Tinha uma mozão e eu tinha...
Eu acho que você sabe que não perguntar, porque eu já estou com medo aqui, mas eu acho que você sabe que eu não perguntar, mas eu vou perguntar mesmo assim. Você falou que você, muitas vezes, enxergia, gado demais, as cores, as pessoas e tal, tá, e não sei o que. Quando você me conheceu, eu estou preparado para qualquer resposta, eu aguento qualquer resposta, você pode ter visto o Lucifer. Não pode falar pra mim, tem problema nenhum. Quando você me conheceu, o que você viu? Pode falar a verdade, de verdade. Pode falar, pode falar mal. Não, eu quero que eu falei pro livro. O quê? O quê? Fala mal? Não, não foi mal, mas eu... Péssimo. Não, mas eu vi uma situação. Eu vi algo assim, é pra falar, mesmo? Não, caralho, mas não vai.
Vai? Não vai, meu Deus do céu. Meu Deus. É... Você sabe que ela vê tudo, né? E meu Deus do céu, como assim? Ah, quanto tempo eu te conheci? Tem uma piota com ela, mas tu não sabe, vocês não sabem nem quando vocês casaram porra. Não se for rascos na sua casa, que você que acabava de terminar cajulhando. E ela conheceu você e ela no mesmo tempo. Ah, tinha acabado de terminar? Não, não vai vir coisa pesada agora. Eu estou vendo que ela está em semana, é 12 minutos para falar. Não, mas é que foram muitas coisas. Vá lá, me confone. Foto coisas, mas se você quiser, eu posso te falar com o corpo. Olha a verdade, mano, fala na lata. Siga-se. Viva-o, eu tiro, proto. É proto. Não, vai ver. Não, Não, Não…
Na real, eu tinha visto que, tipo, meio obruna, porque se eu estava numa situação de termino de relacionamento, mas essa situação, por exemplo, da específica da termino de relacionamento, eu fiquei sentindo há algum tempo e, tipo, quando eu vi eu senti que, tipo, ainda vi um sentimento de ambas as partes e aí eu ainda fiquei... Mas é óbvio, né? Você termina sem na voz. É outra coisa. E aí eu fiz as outras coisas que eu vi, é que, tipo... Você estava meio pensado, você estava meio exávelo, você... Eu fui a missão. Entendi, meu Deus, a Marcelo sabia de tudo e não que avisou o seguinte. Claro, eu cheguei a missão, eu teio ligado. Não foi, o Chocô era uma pessoa aqui em casa. Tá tudo certo. Mas assim, você olha para a pessoa, você tem que... Porque a vampira la toca na pessoa, né?
Você tem que ter um contato ou um cara do concono, no cartão do Coppe Fechado, Bruce Willis. Ele tem que desbarrar as pessoas. Uma tem uma lei ex-mêndia, isso não? Não, depende do seu palento, igual a ex-mêndia. A macela lá veio o negócio ali. A gente veio, o palento de talento que tem nesse estilo. Fazer malabares. Não, porra, eu estou cagada. É, mano, estou cagada. Que estou cagada. Mas, meu parada funciona muito, conversando com a pessoa. Tipo, quando a gente começa a conversar, que a pessoa se abre e eu vejo. Ou seja, não tenho contato um visual com a Marcela, é sério, isso que eu estou falando. Ela fica meio forte, ela está por ser a alma. Ela está por ser a alma, por ser a alma. Ela está por ser a alma, por ser a alma. Ela está por ser a alma, por ser a alma. Ela está por ser a alma. Ela está por ser a alma. Ela está por ser a alma. Ela está por ser a alma. Ela está por ser a alma. Ela está por ser a alma. Ela está por ser a alma. Ela está por ser a alma. Ela está por ser a alma. Ela está por ser a alma. Ela está por ser a alma. Ela está por ser a alma. Ela está por ser a alma. Ela está por ser a alma. Ela está por ser a alma. Ela está por ser a alma. Ela está por ser a alma. Ela está por ser a alma. Ela está por ser a alma. Ela está por ser a alma. Ela está por ser a alma. Ela está por ser a alma. Ela está por ser a alma. Ela está por ser a alma. Ela está por ser a alma. Ela
Não, é muita pressão assim. A gente vai ter relacionamento. Se você consegue chegar a pessoa de uma outra maneira e tudo mais, você já sabe se vai tomar no seu cú não. Exatamente, isso não me que atrapalha. Eu ajudo, sei lá. Então, na verdade, não, porque pra mim, quando eu me relaciono com alguém, eu não consigo ler a pessoa. Porque eu abaixo em Aguardo, eu não estou ali para trabalhar, estou ali para me relacionar. Então eu nem... eu... jurou nem quero, tipo... Só que ela está tanto quem está do lado dela, que no começo eu fazia minhas bandalheiras e aí ela descobri a tudo espiritualmente, falava e eu negava se eu não sabia que eu estava me entendi. E não ouro, falei, mano. Eu vou ter que entrar na linha, vou ter que lagar. Mas se não for deu mais. Que elas descobrem tudo? Sórios do li, por exemplo. Não é nada, é absurdo, mas...
Por exemplo, não é que eu ficava buscando coisas nele pra ver. Muito pelo contrário. Que era aquela atrasia. Ah, eu peguei o labé. Só que alguma coisa que eu poderia fazer mal aí vinha, entendeu? Aí eu via tipo... E aí foi... Eu rodei espiritualmente. Porque a gente tem proteção também, né? Se algum cusão que eu fudendo. Gente, sem gente. Caralho, que papo maluco, mano. Você já teve algum pressentimento, Lesso? Eu? Eu quero buscar o seu poder, porque já sou meu, meu mata pessoas. Cara, o meu poder é metadeza. Cid, mata pessoas, amarselha, ouve as pessoas de vomita, aí se o super poder bela, ela absorve, ela absorve, e o pessoal me for. Ela recebe a merda da pessoa, ela faz a digestão daquele vomita. Nossa, cê é, cê não é tão legal. O meu super poder, cara. Eu falo a merda.
Eu descobriu ainda? Não, eu não sei, é ainda qualquer uma super poder. Eu só sei fazer um burger e falar merda. Ai, que ele acabou de começar lá, então ele tá. Eu estou... Eu sou uma cumbeiro mirin. Estou aprendendo. Estou descobrindo. Eu estou me descobrindo, é? E eu vou te falar, eu vou falar. Foi legal. Está sendo bom isso, mas juro. Para mim. Só está em trânsito leve, você. Só, eu não ai não, eu bago no talocão ainda não. Eu tenho uma chute. Qualquer é o super poder? Eu acho que o seu super poder tem muita recomprotação. Eu sou um bordeão, igual eu não desce, caralho. Eu sou um bordeão da navinha. Não pinta aqui para ele, caralho. Foda, sou um bordeão. Eu acho que o professor Xavier chega para o escarro e fala se ela você é tal coisa. Não, com o que você fala. Qualquer coisa.
Não, eu não sabia que ele era o Verilho, mas ele tá vendo o que já tá claro. Entendeu? Quem se descobrou foi o próprio Verilho. Exatamente. Caralho, sim, é verdade. É que nem muito noite. Como é que é o cara que abriu o Zoll, lá, foi folhoso na porra toda? É, então acho que ele precisa abrir um olho para olhar um chavierpa. Não, o que é? o que é? o que é?… Ele foi burro, também, né? O médico, a mãe, a criança... Imagina no estápa, na bunda do ciclope, ele fritou todo mundo da sala de cirurgia. Até ele entendeu a criação, aí, bã. Pé, que papa é esse? O ciclope, ele nasceu, abrou o olho, mas a tua mãe? Ah, com certeza, vai, pude ver ele a esse caralho.
Em que momento que o Cyclópital descobriu o poder dele ou não ouvindo? Viga pra nós, aí que eu não sei. Fica só. Boa pergunta, cara. Fui um tabelado, cara. É uma coisa certeza que não foi quando ele era... Ele acha que o parte dela foi cesária, ele deve ter rasgado a barriga dela. Não, porra. Não. Tem entre o... Luta. E a brilha mãe no meio. Não sei o que é que fora. Cyclópital não raiou na vagina da própria mãe, né? Qual que foi? A maior experiência... A gente não sabe o que você já tiveram. Mas não conta a fantasma, né? Conta tudo, agora eu estou falando de experiência sob a natureza. Eu tenho várias. Não, conta piaras. Agora se deu, fudeu o real. Você falou mano, esse bagulho existe. Não sei se é relacionado a isso, por isso que não quero contar.
Eu quero o meu, nós temos falado de calço. Foi uma situação que minha avó estava vendo umas paradas. Oé, boa história, véia. Eu estava no meu quarto, estou tentando lembrar mais ou menos uma história aqui. Já contei ela mais detalhadamente ainda no passado, estou tentando lembrar melhor. Eu estava no meu quarto, escutou um barulho no quarto, minha avó, cheguei lá, estava falando alguma coisa, sozinho. Abre a porta de vagazinha e falo que está tudo bom. É a criança que me deixa dormir. Ah, cara, é de fim. Não quero nem contar, eu nunca nem continuo a essa história. Ai, parecia! Eu fiquei... E você, Mozão? Qual foi a Zua? Nossa, então é porque vocês estão sabendo de tudo isso agora, né? Que eu trabalho, eu estudei, mas eu era muito cagona. Tipo assim, eu era a rainha dos cagões.
Mas até hoje você não vai filmar tipo de horror, né? Isso só fica claro. Não, eu assisto assim, né? Que ela, mas... Só se tiver um propósito. Mas... É como a propósito... Você não se me tem horror? Porque eu estudo essas coisas e eu acredito que ela seja um em algum grau, uma verdade. Ah, o freg de cruga é de verdade. Pode ser? Existem osros por aí, querido. Aquelas. Mas enfim, não é? Eu não deixo de monstros, eu chamo de demones. Pois é mesmo. Aí eu sei que eu tava lá, entendeu, na Braia. Eu estava onde? Quero aqui, nós, que era o Batuba, sei lá. Estava na casa de uma amiga minha. Tinha três quartos e aí eles davam pra varanda, assim. E a varanda era tipo, pegaram os três quartos. Aí a gente conversando, aquela época a gente adolecente, fumava escondido dos pais. Você fazia brincadeira do copo? Bem fudendo. Eu fiz uma vez o copo andou. Acho que essa foi uma armada da minha vida. Mano, mano. Bom, não pese eu conta. Aí eu sei que estava...
No lado 4, a gente abriu a porta da varanda para a minha amiga fumar um cigarro antes de dormir, porque a gente fumava escondido dos pais. Nossa, era o maior ato de meu dia, né? Fuma escondido, a gente conversando, e tal. Aí daqui a pouco ela olha para o lado, assim, uma puta cara de meu lado, estou lavada. De cul. Ai, o que foi? Ai, ela... Não, nada. Ela lagou o cigarro e se percorrou. Ela para o de humana ou não? Ela está com... Nunca mais ela foi no cigarro. Ela está com cigarro e isso. Caralho! Ela está com cigarro. Ela pegou a entrada e foi sob a porta. Ela pegou a entrada e pegou a porta e foi sob a porta e foi sob a porta e foi sob a porta e foi sob a porta e foi sob a porta e foi sob a porta e foi sob a porta e foi sob a porta e foi sob a porta e foi sob a porta e foi sob a porta e foi sob a porta e foi sob a porta e foi sob a porta e foi sob a porta e foi sob a porta e foi sob a porta e foi sob a porta e foi sob a porta e foi sob a porta e foi sob a porta e foi sob a porta e foi sob a porta e foi sob a porta e foi sob a porta e foi sob a porta e foi sob a porta e foi sob a porta e foi sob a porta e foi sob a porta e
Aí ela, de boa, dentro do quarto, conversando daqui a pouco a gente ouve, assim, na festa da porta da varanda um. Ah, eu cura. Por Deus. Por Deus. Aí... Parou quem então? Não, era porra. Aí eu sei que eu achei que ia. Eu gostaria que fosse inclusive. Aí... É possível aparecer um espirito para duas, três pessoas? Segura onde? Deixa terminar. Cara, eu não acho. Deixa terminar, mano. Eu estou com medo. Eu digo que essa mulher... Eu já estava na porta. Eu tive uma cinco pinervosa, eu fiquei com medo pra caralho. Eu fiquei com muito medo, eu levantei da cama, mas eu abri a porra da perda, da varanda, eu não sei o que aconteceu comigo, porque eu estava tão enfurecida de raiva do bagulho de ser lá, porque era a vermelha.
Você quer sair na mão com o fantasma? Não sei, eu fiquei por... Não sabia que não sabiam que está acontecendo. Aí eu peguei a abri a porta. Eu achei na chináron, só abri a porta. Não abri a gente a ninguém. Aí eu comecei a chorar. Eu comecei a chorar, porque eu achei que... É bebeiro? Não, eu achei que era alguém zoando, porque a varanda era para os outros quartos. Não tinha ninguém. Eu comecei a chorar de nervoso e falo... Eu estou se esperando, eu estou se esperando, né? Aí a gente vai falar com a mãe dela, porque a mãe dela era tipo espírito, tá? Aí a gente chegou no quarto, então a mãe dela aí eu puxou a rava, que eu tava mano, morrendo de medo, e ela branca, aí eu falei, não, o dia porque a gente ouviu esses dias, a mãe dela simplesmente era um bichinho. Eita, mano. Mas eu sei que essa noite foi de... ainda tiveram outros capítulos durante a noite, mas eu juro, foi de um dia que eu falei. Agora eu vou cagar.
Você tem certeza que você vai morrer assim do coração? Ah, olha, mas eu sobrevivi, estou aqui. Não gostei dessa história não. Foi bem. Estou com o amigo. Não, é isso. Não, é isso. Não, é isso. Não, é isso. É isso que a gente redor, não é, mesmo? Essa é a nossa história. Eu contava bem poquete. Uma vez eu fui dormir na sala com o namorado a minha. Eu dormi de conchinha na sala porque... Enfim, no projeto 2004, mano. E aí eu fui dormir com ela na sala e aí ela estava de coças pra mim, certo? Dando aquela, ela estava dando aquela encaixada ali pra dormir. Porque na sala ninguém cransa. É, exatamente. A lei dos pais, né? Fadei no na sala. Estava 3 horas da manhã, estava dormindo, já fazia tempo, quando o abro olhe, ela estava olhando pra mim. Vish! Abro olhe assim, ela estava olhando pra mim.
Está tudo bem, amor. Aí ela virou a cabezinha, amor. E falou, tá, tipo, a virou a cabeça com o que estava indo pra mim, estava na nuca dela. O que? Deu pra entender, mano? Deu, meu, era tipo um deus orcista, ela virou a cabeça. Tem que ter que ver, meu. Não, não tinha muita coisa. Tem uma pessoa na nuca. Sim, eu entendi. E aí ela virou? E eu? E eu? E eu? E tudo bem porque? Falei, caralho, como assim? Eu tava te olhando agora, porra. Então você vê coisas. O Cid é médio, velho. E aí, você viu? O Cid é médio. Sim, mano. Medio, você viu um bagulho que não tava ali. Você tem uma ligação com o... Desconheci, né, homens? Não, eu vou falar. Não, não tá possibilidade eu só tá muito groga, de sono. Ah, então... A Cid é muito... A Cid é muito groga, de sono. Ah, então... A Cid é muito groga, de sono. Ah, então... A Cid é muito groga, de sono. Ah, então... A Cid é muito groga, de sono. A Cid é muito groga, de sono. A Cid é muito groga, de sono. A Cid é muito groga, de
A ciência vai explicar muita coisa, mas no contraponto pode ser assim, espiritualidade. Você bebeu? Não gira? Eu sempre pergunto isso. Não, não. Não tinha vida nessa época. Eu comecei a beber com 21, nem bebia. Eu rezo muito pra não ver nada. Porque eu vejo as coisas que eu vejo na minha visão. Eu via muita coisa quando só mais... Eu vi Rizava desde criança, tipo, pra não ver nada com os olhos, assim, que eu tenho muito medo. Aí depois que eu comece a trabalhar, isso, dá? Não é que, tipo, eu fiquei menos hidrosa, mas eu entendi melhor, porque cada coisa acontece e aí eu fiquei menos... Quando eu usava a droga, eu vi a... Eu não tenho dúvida, eu fico mais com o lado do lado do lado do…
Exatamente. É um lugar da maior incentivo. É mais incentivo. Fala sozinho mano, fala. Mas aqui que eu falo, fica não dá fora, que quando a gente beleve, quando a gente usa coisas, a abrir um canal, entendeu? Aí, bicho. No Twitch, sacando o que. É, tem gente que bebe muito e abre outro canal aí. E é isso aqui no dia. Gente, ali é isso. Não, sou senhor, o bicho cargas de anticicurro. É bem escuto e fervendo, mas também. Só uma diferença vetorial aí. Com essa diferença vetorial. Tem um cara. Mano, fique arrepiado numa história. Você vou desligar isso aqui e eu vou girassá-la na série, mano. Antes de ter mais prolhecante, quero indicar todos os novinhos e procurar em um pouco de queste. Eu estou tentando lembrar o nome dele. Eu acho que é a sombração, a sombração.
Mas, porquê alguma coisa nesse Night Pay? Estas antigas eu conto uma história bem macabra, já que... Será que eu sou sensitive mesmo em você? Você é, mano, você é um médium. Mas eu estou arrecado? Claro, dá um arrecado. Aliás, deixe as redes sociais, deixe os redes sociais. É uma corinha aí. Tá grande. Mas, na verdade, eu queria dar um arrecado porque, assim, falamos muito sobre coisas, né? Pantas magóricas. E Rézinho, gente, Rézinho antes de dormir, Rézinho, não significa apenas falar com Deus, mas ter um pensamento positivo, pensar numa memória feliz, não curinhe com a energia, não é um coisa. O energia de medo, vamos transformar isso, é só durante o podcast, ok? Acho que você falou, vamos testar. Futurou uma sustíssima coisa. Não, não. Muito obrigado, Né, sou. Muito obrigado, Cid, muito obrigado, um mozão por me deixar agora morrendo de medo de viver.
Então, tá ligado, é isso mano. E cara, é isso aí, sigam nós lá no Robolier, são o passastão chepa, que tá como um vídeo da hora lá. E é isso aí, é nós. Obrigado, uma bolinha. Obrigada, do Leandro Comvić. Aqui, bom que você gostou. A primeira vez, vamos ver se participam outras vezes aí também. É difícil a gente chamar mulher porque resumindo, eu não conheço mulher, então é bem isso, não é porque a gente não quer, é porque é muito bom, porque é uma máquina de falar merda também, sabe? Mas esse aí é o segundo poder dela. Então galera, eu não esqueçam quem quer contribuir, aí eu pode contribuir pelo PQP, não é nada assustadora, assim, comecei episódio, fica a vontade, baixa o aplicativo do PQP pro Curio Novo, que já ajuda bastante qualquer tipo de contêupro, no Ovo, continua existindo, a gente fazia que o carinho é gravando, tá de madrugada aqui, mas tá gravando madrugada, aí você é uma passada em que o Batrimo, todos os récordes né cara?
Ah, cara, vai pra pra pra… Tá comido, cara, vai dormir com medo. Só não vou clicar. Eu sou do Malfa, do Maldiês, o cara. Isso, cara. Vai te escurtar, o cara. Isso, entrou no meu faz feliz, cara. E depois, isso, cara. O meu, se lhe equipar comendo, né? Caramba, meu Deus.