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No aaaaaaaarrrrrrrrr mais um NÃO OUUUVOOO!! E hoje temos um episódio nada mais que especial sobre o PARÁ! E PARÁ isso recebemos o ilustre comediante Murilo Couto pra desvendar as maravilhas e as magias de Belém do Pará, onde não nasceu Jesus, mas nasceu o Calypso!! Bancada: Cid Cidoso, Braian Rizzo, Luide e Murilo Couto Edição: Daniel Bayer (https://twitter.com/danebayer)
Resumo
Cid, Braian Rizzo e Luide recebem o comediante Murilo Couto, convidado da vez, com a missão de explicar Belém do Pará para o resto do Brasil. Antes de entrar no assunto, o episódio faz um balanço da repercussão do anterior e passa por piadas sobre ouvintes que escutam o podcast no ônibus e sobre os títulos que o convidado diz ter, como o de maior rapper negro vivo.
Depois, a bancada tenta listar quinze famosos de Belém e fica muito longe disso, enquanto Murilo relembra as viagens à cidade. Entram o cheiro do mercado do Ver-o-Peso, as ervas e supostos amuletos de boto vendidos por lá, a diferença entre o açaí do Pará e o paulista, a fama do tacacá e a briga de quem come com colher. A conversa chega à lenda do boto, à Matinta Pereira e ao papagaio que fazia café na casa de alguém.
No final, a pauta vira rap: Murilo improvisa uma música sobre a Matinta Pereira, a turma lembra o rap do Felipe Neto, e o grupo pede desculpas aos ouvintes de Belém. O recado do Picpay fecha o programa.
Destaques
- Cid apresenta Murilo Couto como convidado e inventa estatística do público no ônibus.
- A bancada tenta listar quinze famosos de Belém e não passa de poucos.
- Murilo conta do cheiro do mercado do Ver-o-Peso e dos supostos amuletos de boto.
- Polêmica do tacacá comido de colher e briga entre o açaí do Pará e o de São Paulo.
- Murilo improvisa um rap sobre a lenda da Matinta Pereira.
resumo e destaques escritos a partir da transcrição automática
Participantes
- Maurício Cid
- Braian Rizzo
- Luide
- Murilo Couto
Edição: Daniel Bayer
créditos do feed original
Transcrição
65 trechos · 11.183 palavras
Transcrição automática, feita com o faster-whisper (modelo base). Pode conter erros: nomes, gírias e piadas internas costumam sair tortos. Na dúvida, vale o que está no áudio. Clique no horário de um trecho pra ouvir a partir dali.
O Rio Espírito de Deus, Pai Rafa Sobres Agas, Deus então disse. Muito bom, Braia. Tudo bem, eu estou feliz que eu vi que batemos um record na onda do Senhor verdade. Foi, foi. Acho que é porque está a ter vivi, fica maior. Ah é, não. Isso não é né. Para de dar referência visual para que eu fico podcast, pra você fazer vinte anos que você faz a merda. Você tem o teu podcast e agora você fica lá no teu podcast, fico na mesa. Para a mílula. Está aqui na mesa, olhando ao onda que eu acabei de projetar com a minha própria voz. É que ele tem problema com os olhos, né? Deus não, óculos, pesado. E aí qualquer coisa visual. Eu tenho mais três óculos na mesa, que eu acaso precisar de chegar alguma coisa melhor.
Acabei de fazer outro que eu falei em se desolgo, eu não devrei ter feito. E, bora, como é que foi a acompanhada? A repercussão do último... Por que? Cara, a repressão foi muito boa, inclusive, tive uma coisa que eu falei, que foi uma dúvida que eu levantei, né? Por que? Por que? Por que?… Por O local é a mesma coisa da minha, é a mesma coisa da minha. Só que a gente descobriu que não dá de fazer isso porque teve um ouvinte que mandou lá, que a AIDS ela sobrevive só 20 minutos fora do corpo humano. Ah, olha aí, formação aí. Então se você não tem AIDS, então é uma pensando nisso. É, formação. Então 20 minutos ou ver os aires sobrevive no ambiente externo. Externo. Externo do corpo humano. Externo do corpo.
Então, ou seja, aquela história da seringa de com a idão cinema é muito difícil fazer porque o cara tem que estar na mesma acessão que você, porque se ele tiver uma acessão anterior e tem deixar da seringa, não vai dar tempo. Ah, é verdade. Não vai dar tempo. Porque ele tem que ficar atualizando, né? Não vai ter que ir no outro cara, se ir. Não vai ter que ir no outro cara, se ir. Não vai ter que ir no outro cara, se ir. Não vai ter que ir no outro cara, se ir. Não vai ter que ir no outro cara, se ir. Não vai ter que ir no outro cara, se ir. Não vai ter que ir no outro cara, se ir. Não vai ter que ir no outro cara, se ir. Não vai ter que ir no outro cara, se ir. Não vai ter que ir no outro cara, se ir. Não vai ter que ir no outro cara, se ir. Não vai ter que ir no outro cara, se ir. Não vai ter que
Porque se o cara for tirando muito, eu acho que não vai ter mais sangueia. Não vai ter, não vai ter rádio de mupro entrar lá no cinema. Tá, tá, vamos para o papo de adesco. Acho que é ruim ficar falando isso mesmo. É melhor a gente para, melhor a gente para que você papo aí. E na minha esquerda é de Luide. Ele não vai dar um freio de treado. Na minha esquerda é ele, Luide Rista. Olá, fiais ouvincios no Ouvo, tudo bem com vocês? Como está, Luide? Eu tô bem, eu tô bem. E preocupado com as pessoas que descobriram novas doenças. Novas doenças? Do Essas Algumas que ainda não forem inventadas. Não, a gente está aqui pra desaficar essa. A doença tem uma conspiração forte sobre isso. Onde o Brasil? No mundo inteiras, que doenças inventadas. Eu sei, aí você tem que ter. Porque tudo falou isso no outro podcast, porque só lembra disso é porque tem uma galera que acredita que os governos inventam doenças. Porque tudo falou isso antes.
Eu não sou fui dessa fui, eu não ia dar conta de que isso é o que tem no país. Porque tem um negócio do remédio placebo, que é o cara que está doente e ele toma um remédio que não é nada, que é uma açúcar e ele acha que ele está curado e acredito. Mas que não vou falar de doença, é porque não é isso. É porque não é isso, é o remédio, não, não, não… Tocana na tomeira, já tome choc. A manhã de porra, a manhã de 15,000. Não, porque não, porque não, de porra. Você sabe que vai tomar choc. Antes de eu tocar no negócio, antes, você já tome choc. Não, vai depender porra, tem porra que... Tem porra que é aviciar a lynx 14. Que é aquele passebo lá que é muito barato. Eu quero lávo o banheiro com xer de clora na casa. Está começando, mas... E nós temos um convidado hoje. Olha só, isso não é algo que acontece toda hora. Como foi o nosso último convidado aqui? O Google. O Google Amara. O Google Amara. E tem cá o celular. Então nós temos um convidado hoje. Quem era na minha frente? Murilo Couto. Muito obrigado, Cid. Muito obrigada, galera. Muito feliz, participante podcast.
Que eu dei a convidada. Mas aí, um deve ser errado, deve ser errado. Mas esse ESC, que você começou assim, é uma abertura que você costuma fazer, ou isso? E vem do agora? Cara, acho que foi agora, mas poderia adotar, porque eu achei que foi muito sonor mesmo. Foi boa, cara. Era de boa, não. Ela trouxe uma energia. É uma energia. Acho que ele morava no álbum, né? É, você deveria começar... O seu estendapis com o ESC. Eu gostava do Marco de Mion, cara. Sim, sem salabén. O ESC, por chá, eu sempre dou. O cara que é o brasileiro que está escutando, não sei se você sabe, Bruno Coto, 97% do nosso público escuta no Ouvo dentro do ônibus. Sério? 97% é uma pesquisa que a gente fez aí recente. E desses 97% 80% de dentro do 97 escuta com a cabeça encostada na janela. Para forçar mais o fone assim. Para forçar porque eu for ruim, né? Ua, nunca pega bacana e pode que este é bem pior que música para o ouvido. Tem que forçar, sem entender.
A gente vai se perguntar, não vai se perguntar, não vai se perguntar, não… Maurício, o que é o que é o que é… o que Bom, acho que eu posso me apresentar como ícone do mu e... Bom, não me tem de ter me arrisada e também talvez eu não é uma coisa que eu falo, meu cosco, muito. O maior rapper negro vivo. Então... O maior rapper negro vivo. É, então são dois títulos que eu usaria pra me apresentar. Mas o peron negro do Borrel, pô, olha bem, esse cara. É, não, porque tá mais por funk, né? Mas o maior negro vivo talvez seja o negro do Borrel. Não, eu não quero ter de quer dizer. Não quero ser delicado. Eu quero sempre considero um certo. Não quero falar no Igor. Mas eu estou olhando para você. Eu sei que eu posso fazer referências visuais. E eu acho até meu delicado tocar nesse assunto também. Porque é uma questão de como você se aceita. Não, então não vão fodes.
Você é o maior rapper negro da atualidade, maior do que Rafa Moreira, você diz. Pois é, esse é um debate, é um debate que é um pouco mais recente, porque chegou agora. Mas o rapador é muito pesado mesmo, guarda-los, é grátis, né? Então não sei também. O que quer rapador? Porque aqui no escritório, esse cara... O que querendo, o rapador é que... Se a todo instante ele saca o argumento, o rapador, o rapador, o rapador do Twitter faz isso, ele faz aqui... Quem é esse cara, pelo amor de falar... O que ele faz? O que ele faz? O que ele faz?… O que ele faz Mas deixa eu a é o Twitter, aí! Mas deixa eu a Twitter, aí! Mas eu me choro com rap também, tô com uma mochila na minha... eu tô com uma arma na minha mochila e agora vou comer xejo burgui. Esse dia as ele mandou uma si... cabelo de fazer uma música, eu não entendo esses caras que demoram.
Eu fiz uma música em três minutos. O Felipe Neto usou o mesmo argumento sobre criatividade. Então ele fez uma música em três minutos. Aí ele falou, vou dar uma palinha da minha música. A música é se chama FUK. É essa. FUK FUK FUK… É isso, mano. É uma música, não mentira. Ele mentira. Acho que dei um tiro nessa música, foco, foco, foco… foco. Acho que dei um tiro nessa música. Ah, não é possível, é tão boa, véi. É, mas vamos para o vocapa. Tá, vai tá, tá dando certo. Tá dando certo. E aí, aí, aí… Eu reconheci o nome dele de algumas páginas de mim, mas que eu dei um ele também. Ah é, de passar. Eu tenho ele. Na sante também. Mas a sote amaca memes, esses... Odei a ele. Memes memes. O usa bastante, acho que coisa. É, o rafa Moreira é notário. É um, acho que eu fiquei... O que você ficou vendo? Estou no rap também agora. É, né? Eu acredito. Até o número 1 entrar no rap, branco. Ok, um. Mas eu quero o rafa Moreira. Eu não sei se eu sei ter esses brancos. O cara pegaram no rap, porque ele falou o modo otaco.
Ah, acho que a dele me acipatia. Já teve a si bateu. Ah, é um amigo. O otaco está o semidito com o cara que fala fã que... Cara, mas a gente tem muitos réperos em compreendido. E muito otaco que eu aprendido. Mais ainda. Mais ainda. Tem um réper em compreendido no Brasil, que é o Ronald Rill, por exemplo. Também outro emegreio de um grande respeito que eu acho que ele é incompreendido aí. O que foi? Outro lego de rio. O Ronald Riz, eu participei do melhor programa de rádio que eu já participei, que eu fui correndo de rio. O Oráculo. O Oráculo foi várias vezes. Era muito bom, cara. Era muito bom. Saldar, é veja do Oráculo, que era a maneira... Mas, enfim, o papo não é rap. O Onvala de Brancos, pô. A gente nunca falou do Brancos e tem aquela pauta que a gente nunca fez.
Qual é a pauta gente nunca fez? Que é a coisa de classe média. Mas não vai fazer essa pauta. Porque tudo que você fala, quando você começa a falar, não faz sentido nenhuma essa pauta. Não é sempre ainda essa pauta pro índio. Ali falar, pegar a violma é coisa de classe média. Eu falei que ficar reclamando de quem fica na fila para entrar na vida e com a gente com a classe média. Ah, então é. Eu não sei o que eu me encaixo. Esse povo não pode ver a chamada já fica em pé, ela aporra isso. É que a gente não é sempre. Mas com que a relação? Falar que você tá no aeroporta, com a gente com a classe média. Ah, pra avisar que tá no aeroporto. Tá acostumado com a bieja.
Eu estou acostumado com o ambiente, eu não levanto. Você acorda com esse médico? Eu não faço pica. Não importa. Tem muita coisa de classe média. Com a sua fita, é coisa de classe média? Para caralho e porra. E low carb. Low carb também? Pode no escolho que corre. Pode o que tem na frente. O papo de hoje é... A gente tem um convidado ilustre aqui e a gente precisa sugar toda a informação desse convidado. Com sobre uma coisa que só ele pode falar que mais nada daqui a gente manja. O que é o que? Puts muita coisa. Muita coisa. Mas tem uma coisa que eu não pensei na góra que você sabe o que quer. Você sabe o que quer, né? Que é uma coisa. Flamengo? Claro que não, né? Não. Sei lá, maluco, não tem. Imagina, olha para nossa cara, que tem uma coisa que só você sabe que não é estresse, não sabe, os caramacoinha.
Olha pra cara do Braia, eu acho que não sabe de macoia. Eu quero falar sobre o pará, porque é só parar? Sim, sabe por quê? A gente teve um podcast aqui, temos atrás sobre o sul. É verdade. É verdade. Você não participou, eu não participei. Mas sobre o sul ou Luide participou assim. O título do episódio é o sul, meu pai. Eu, Fred Fagunz e mais alguém. E tudo o que está aumentando para a nariz. É claro, inclusive, era os quatro dos seus. A verdade, a gente ficou pagando pau pro sul e isso. E eu não lembro de ter feito isso não. Foi por favor? Não, eu nem falo mal do Nat. Eu falei mais mal do sul do que com qualquer outra região. Mas agora a gente tem uma pessoa que é a segunda pessoa mais famoso. O que é o que é do Nat? Você é tipo assim, para ser um cara exótico. Não é exótico? É, é porra.
Mas não é, Zó? Não, autógrafos, como é que ela parava o calor? Como é que tá Jesus? Como é que tá ouvindo Jesus? Você já joga? Eu não sou Jesus nunca de vez de perink. A gente não vai muito para Nordeste, essas dúvidas. Não, aí que tá. Ali não vai. Parada não vai no Nordeste. Não, acredite se quiser. Muita gente confunda. Vai falar que é no norte. É do norte. Ah, então por isso que ele é importante falar do norte. Eu tenho certeza de ter muitas pessoas ouvindo agora que não sabem diferenciar o parado e o parado. Que nunca são... Qual que é lá em cima? Como não? Que é o lugar que eu não sabe. Cara, eu mesmo quero conseguir diferenciar o Regra do Norte, o Grande do Sul, ouro. Qual fica em cima? Esse é mais como que fica em cima. Esse é mais só que explica. No nome. Mas agora parar e parar, não. A pessoa pensa assim, qual que é lá em cima, qual que é o do Sul? Não sei. Cara, morar na colúvia. Cara, nem. Eu fui esse final de semana para a Rondônia.
Para Rondônia. E cara, e a galera do Noôvo em Rondônia é a Bessunda, muita gente da... Ah, muita gente conhecia porquê. Tem muito ônibus em Rondônia. Tem? Aí aumenta muita quantidade. Ah, é por isso, né? Então se muita dia eu fiquei pensando, porra, será que não parar? A gente está bem também. Só tem ônibus. Tem três. Mas é... é... é... dos maiores, né? Dos meninos tem tempo mais. Eu já fui pra a Belém do Pará. Já foi? Porque eu trouvi certi que fala a Belém, se tem que falar a Belém do Pará. Eu acho que o que eu dei, a gente eu dei, que fala assim. Ou outra Belém que você conhece, além da Belém que... Ah, de Jesus. Não vai lá, não vai lá, não vai lá. Tem um voo, né? Tem tanto em três assim na semana tem, então alguém vai, né? O que eu faço na torça para. Vai, veio. A gente não gosta de quem fala belendo para não. Não gosta. Então, eu vou falar, Salvador Bahia, ninguém fala, Salvador Bahia. Pô, muita gente fala, Salvador Bahia. Não fala, Salvador Bahia. Não, galera, fala, vitória da Bahia.
Pois é, porque é esse outro. Porque tem vitória de espírito de santo. Vitorar para sentir isso? Vitorar da conquista. Mas assim, Belém do Pará é porque todo realmente não se importa, entendeu? Aí eu acho que é a frase inteira. Ah, então pega a mão. Não, eu me importa. Não, eu me importa. Não, eu não me importa. Não, eu não me importa. Não, eu me importa. Eu fui duas vezes falar. E nossa, que lugar mais viose. Que saudade! Que saudade que eu tô de Belém! Eu tô de Belém, cara! Eu não sei o que vocês estão usando. Eu gostei de Belém. Eu queria saber assim, pra contextualizar. Me falei 15 pessoas famosas de Belém. Cara, vou tentar. Vamos jogarmos o Chimbian pra gente começar o caso da região do Brasil.
Caca Carvalho, que é o Jamento no Moreo. Ah, boa, boa, boa. William, Williamson Nunes. O Williamson Nunes também dá pra contar. Tá, tá, tá. Tenta, conta. É... Temos aqui, ó... Fafada de Belém. Fafada de Belém? É, LED de Belém. Fafada de Belém, de Belém, porra. Dizem que é, né, também, não sei. E por que ele chama o de Fafada de Belém? Então, Fafada de Belém. Eu acho erro dela. Você não chama o Fafada de Belém do Pará. É muito melhor. Muito melhor. Fafada de Belém. Eu vou falar de uma pra você tão parando na capa do... Fafada de Belém do Pará. Fafada de Belém do Pará. Fafada de Belém do Pará. Fafada de Belém do Pará. Fafada de Belém Cara, e aí eu acho que a gente começa aí para a parte da cadeia, assim, a gente vai pegar uns ladrão bacana, assim, que são famosos. Tem uns caras. É, tem Já de Barbar, pelo menos, mas aí já é mais da classe alta, agora é... Acho que a gente parou no 4, que lá. Ah, mas tava esperando até 15, eu não tinha essas esperas dentro do começo, achei que a gente foi longe até. Eu acho que eu cheguei a falar assim. O quanto sou amor, você conhece o conhecido de Rondônia?
Nem um. Eu perguntei lá qual foi o vídeo virar o de Rondô né galera ficou... Lembrar o que o Vanessa 20 real de Rondô. O que é mais descreta né? Que é essa, o dia do cação aí? Já tem o Vanessa ou porra. É de português. É de português. É de português.… É de Eu conheço. Eu te subiximei. Leona Vigativa. Leona Vigativa. E você, eu gosto muito. Estou mais doido porque tem um Gordon que é a Alegia de Pócrica. Sim. Então, a Alegia de Pócrica é muito bom, quando o nome do seu personagem não é carminha, é a Alegia de Pócrica. Eu não ia que eleia de Pócrica, não, não é? Porque ela chama... Era o chegamento rebuscado ali, que ela pensou na hora. Não tinha muito bucrisia, não era só palavra, mesmo que tinha uma effecta.
Eu não sou vela. Ele é um aliejado hipócrita. É bom, cara. É bom, cara. É bom, cara. Eu acho que foi isso aí, eu consegui. Então, resolvi um pessoal mais famosa atual de Belém do Pará, morindo o culto de Belém do Pará. Porque seu maior mesmo. Eu diria, o chiminha está em baixo. O chiminha chiminha caiu, o joelho também já passou tempo dela. E aí, como não? Não tem pra cagar a barana, mas já foi. Não tem ela, ela já foi. Não, já foi, mas já foi de Gafão, mano. É, mas não. Só tá na Globo, só. Mas não é nada. Entendeu, né? Mas não tá dependendo pro programa da Globo. Se fosse tipo, tá mãe, família, é fracarrinha. Se for faltar um arquivo confidencial, eu tô com o meu nome. Mas eu não consegui aquele só toca top. Só toca top, é o pior. Eu te fumo rádio. O que é que é? O programa, cara? É um programa. É um programa. É um programa. É um programa. O gente já pica de não assantando, cara. O não assantando não falou uma frase assim, pico, pico, assim. Tem uns dias pica de não meia da frase pro programa. É que a gente tá comemorando. É muito ruim. É um programa de progânecer.
O Top. São os adens da leve, o poluzinha da Ehring, com o cabelinho com gel e com o combo de vódica na frente dele. Você não consegue ficar na frente televisão. Tem que ser heteros mesmo, para assistir o negócio. Só toca só, eu nunca vi. Tem que ficar em coxão na manha, falando, né, gata, vamos. A manha? Se não tiver namorado, vai ficar manha. Mas é pra... Se você consegue, é um problema muito heteros, cara. Quando que passa? Eu achei que tocava uma pava unitar direto. Eu vi que era só o sertanejo universitário. Ah, é até antes do seu noco que não sava-do. Eu vi um dia que eu perdi com o tempo. Então, se já emendo com sapatênico, o tempo assim volta, é acabou ler. Até a gente era, meu senhor. A cabole já era o Leandro Casso na Neve, depois. Na Neve? É, sei o que ele tá fazendo na Neve.
Que pra conhecer esse, não sei, eu vi, cara, não sei aquele estrelas Ele me agressiu, olha o mundo, eu não conheço mais limite Não, Não, Não… não É, tu pegamos o Spotify agora, ver o top 5, as músicas mais tocadas e pegar ele batando um palco. É ótimo, velho. Eu tô indo. É difícil a gente fazer um episódio inteiro sobre Belém, porque a gente já tá com 20 minutos. E você falou. 4 pessoas, quando considerar um time de joelma 2. Eu vou tentar falar um cara aqui, acho muito bom, Carlos Santos, ele é uma apresentadora de Belém e ele é como, eu tenho tanto seu serviçante desde sempre, entendeu? Até no nome, é Carlos Santos, ele canta mais música igual a seu Santos. Ele parece pra você. Ele tenta aparecer, mas ele é um serviçante meio indio, entendeu? É cara, né, velho? O vídeo de eterno, então aquela coisa, entendeu? Quota Carlos Santos aí e tem mais música muito boa. Deixa eu...
Tem uma música muito boa, mas aí aquela baixa exameira, aquele programa bem pudre, é que recebi os convidados. De volta ao programa Carlos Santos, recentemente estevi no Japão. Agora, de São Paulo para o Brasil, meu amigo, Ted Maxiela.
Imagina, convidado do Disson Paulo do Juberto Barro, já é escruto. Alessantos maluco, aí realmente. Cara, ele parece, filho do Santos. Ele tem bastante né, cara? Ele se esforça pra isso. Veja como esforço. Cara, ele parece não, né? Ele se esforça. Cara, ele parece mais o truvo, ó, aqui. Truvo, ó, como se? Ah, tá, parece, uma vez sulicivo, Santos controlou a rua, o rosto, né? Bem, é preciso, cara, mas tá. Mas é aí, grande gosto, é ver. Mas se a famosa só lá, ele não é famosa, ele é famosa. É, então, mas não tem famosa. Se é projeção nacional, que internoção. Vai lá lá, não, não tá. Não tem nenhum lugar do futebol, de Belém? Que bom, não, não, não tem o Giovanni, quando ele jogava nos Santos, lembra de se cara? Lembra? É nos 90, da Rimeo, ali. É isso aí, de lá. Tinha o último.
É, Giovanni, eu acho. Teve, eu lotei, ó. Tá, tá. Pará, tá mal muito mal representando por Murilo Couto aqui, né? É que é, mano. Claro, mano. Que caramba, João, é uma. Não, porque você imagina um cara de parar agora. Que tá escutando isso. É do Pará, é que tá escutando. É do Pará. É do. É do. É então pra tu ver, é do. É do. Então do Pará, que tá escutando. Que tá escutando isso, tá puto. Porque ele tá falando cara, como assim Murilo Couto não tá lembrando. Não, mencê o doas. Vista tipo bom. Não tá lembrando. É mesmo, tem um, um... Cara, eu não sei ninguém, mano. Eu não sei ninguém de Belém. Precisa abenhecer, né? Ela nasceu lá? Tá bem na fronteira ali. Tá com a fronteira de Belém, parada. Então, eu enxame aquilo, parada. Não, não, não, não, não. Deixa, como é que tu vai falar de fronteira? Porra, mas daí você quer que eu saiba tudo, também, cara. Você é o mínimo das coisas. Eu fui lá em Belém do Parada. Que eu gostei da lá.
Você foi do parapa, a gente foi amorosa, que rolou ele? Não, não, eu fui pra ir num mercado municipal. Não, eu fui pra ele. Era o peso ali. Vê ver o peso, gostou do cheiro. Cheiro maluco, não entra ali, to a cabeça começando o eve, parece ter um peixe dentro do teu olho, velho. É muito forte, o cheiro. O que que é isso, cheiro? Cheiro de peixe, porra, não está vindo agora. Mas é um escado que fica ali cortando peixe, cortando carne, meijando no mesmo acalçado que bota com medo, entendeu? É, planta, deve ter droga demais, entendeu? De morte da madrugada, tempo teradina perto, então tem um pouquinho de HPV também. É misturada, né? Batei no sol forte do meio dia do belém cara. Minha que ele cheira ali, que está com a par. O que? A porta, qualquer porta do pobre. É, peixe, fívio, cidade que é perto de Rio ou perto de Marca, vai falar que sãs faz a peste. Pede, peixe e tearei nas idade inteiras. Não, não vá tomando seu coão onde que sãs tem, fale a peixe. Tá, senade inteira.
Cara, se não fede, só lá para os bilhões. Já foi no show do Charlie Brown, o show não fode a peixe. Não, não sei mais. Mas eu acho que não, cara. Tiro de droga aqui. Não, mas lá para baixo eu fico de... Eu acho que não, cara. Mas, assim, eu fui no mercado e eu fiquei assustado porque, aparentemente era normal, a galera vende o olho de boto para você ficar de pau duro. Tem várias dessas paradas aí. Tem bocê sempre uma velha que vende. Nunca é uma novia, uma velha. Olha, você pode ser aqui na sua cheira aqui. E aí você bota um... O pau dele vai... Vai ficar colada aí, vai grudar, viu? Nunca mais tira, aí você pode dormir nessa boquinha, sua boquinha vai chupar, o seu cozinho vai se chegar, vai piscar assim. Aí viu uma senhora falando um bagulho pesadão assim e fica leve porque é uma senhora rindo e tal. Até televisão vai lá, Globo aí. É, um cherequinho, é, é um cherequinho, é, é um cherequinho, é um cherequinho, é um cherequinho… é um cherequinho
É o meu da Chereca. É o que ela dá, olha de boto, por mim. Ela falou que era o olho de boto. Eu achei, falei, não, deve ser isso aí. Olha o olho de boto. Olha o olho de boto. Olha o olho de boto. Já tiraram o olho de boto, já tiraram tudo. A gente tiraram tudo, eles arrancaram tudo do boto ali, não deve funcionar nada disso. Pode deixar com o pau do olho. Não, não, não. Por isso que o Pauta mora assim. E eu não estou com a remédia de dentro de casa e nunca reparei, né? Eu achei que o Boto já nem se chamais. Eu achei que era coisa de lenda, já. Uma botão é uma lenda também. Não, mas eu tinha virado até mais lenda ainda. Mais lenda ainda. Que coisa assim? A lenda ainda é uma lenda, ele é uma lenda de um animal extinto. É duas vezes uma lenda de uma lenda. Eu acho que o olho do bot vai ser estintorno antes do botão. Vai ter um botão que é o olho. Eles devolve o botão, o tiro olho devolve. Ah, depois volta a sério, não sei se quando é carra, acho que não. A sério que havia acostumado, corriu, ali nada sem chegar. Conhece já, né? E a água é barrenta também, não é só. Não tiram os dois, né?
É da pra tirar o sol, você tem um olho só e dá um muito a power pra você. Mas olha o que vocês estão falando. Mas você sai, é a coletão que você tem que tirar o olho de boto pra eu só contra. Ah, não é que eu não vou agar. Por isso eu não quero falar. Eu só favor, eu tenho que tirar o olho do boto e devolver. Se é pra qual eu joguei ficar duro? Pô, eu tentei tanta gente que pama mais de vez. Cara, mas a sua erração é mais importante do que o boto que eu de rosto. Mas cara, tu já chegou com o olho do boto, entendeu? Não importa, eu tenho o meu olho já, entendeu? Ele é que não tem. Então... É... Se o boto fosse brocha e ele te visse, ele não tem o que iria por parte. Ele pega a tevó então. Cara, esse aí é o conceito básico da porradoria. Não, é. Então, é bom estar no perdoio ninguém não. Pensando pra esse lado realmente. Tem vídeo de boto também fazendo maldade de contas peixes. Então, boto ele transa com peixe. Ele pega na força. Sabe que boto transa com o furo da cabeça né? É, tem um cê, tem isso aí. É, acho que é o boto.
É sério, boote. Não, bota o pau dentro do furo de respirar da fêmea. Então é como se a gente enfeça o pau na hora ele é alguém. No nariz na boca, mas é o tempo, entendeu? Como se você vê das se qualquer respiração dela lenta, entendeu? É assim que é ótima. É ser ótima. É boa. Boa até dar a dana, irmão. Caralho, mano, que que eu tô? Boa até vejo doido da selva. Mas sempre fazer um app. Não, eu tô achando o nível de capivada. É, cara, é um aluno com fredado. E eu tô imaginando, mas você tem uma... E aí, o boat fica assim, meu senha assim, né? Procupado aí, quando o boat... Mas está vendo que ela está morrendo e dá largada? Ela volta, volta depois. Depois ela não colhe esse filho da puta, vai chorar pro iBama, vai bom, tá brincando. Vai chorar pro iBama, Luide. Depende do bicho. Se souber falar...
Se você é um pedo-vido num papagá e bem treinado, ele te dedora. Não, papagá é a verdade. Ele te dedora. Não, isso não é. Eu estou no ensina pro ele. É, porra. Se não, ele fala tão bem, então bem, eu gosto dele. Isso não, boa. É uma boa ideia. Você ensina, papagá eu gritar. Chegou e pão, mas sou cor. É uma fota frata e pão. Pão, e depois soltei na floresta e peguei outra. Estou sofrendo mal os tratas. Tem papagá e eu cantando o rio, né? Agora, que não sai pra nada. Por dia, tem um papagá que sim. Eu já contei aqui uma história de um papagai, mas é isso que fica quando me acasa? Na casa de minha mãe, eu acho que eu contei, não. Como se eu tiver se... Ah, tu contou no episódio sobre animais e estimação, eu só uso muito tempo, cara. Vou contar de novo, então. Uma vez a vizinha tinha um papagai, quando morreu? Vou contar você, olhando seus olhos. A vizinha. Eu já tinha um boto. A vizinha tinha um papagai. É uma português. Ok. Lueira. E essa tinha um papagai. Caralha.
Então era casado com o ritual, hein? Aí veio uma bichinha. Aí é a bichinha. A verzi ela foi viajar e aí falou, meu mãe, você não pode ir contando a contando o meu pôr-ra-ra-ra. Fala, posso, né? Eu conto isso aí, pôr, vou ficar uns 15 dias fora, beleza. O que que que… fazia? Faz isso isso? Isso ou o pôr-ra-ra vai sobreviver, beleza? Então, minha mãe ficou sabendo, tá. Aí botou o pôr-ra-ra-ra em casa no primeiro dia. O pôr-ra-ra-ra vai começar a gritar, quero o café, quero o café, quero o café, quero o café. Isso é uma porcaria. E ainda minha casa. Minha espais nunca beber o café. Nunca teve café em casa. E minha mãe ficou caralho, mania agora, será que ele ficou em café mesmo? Vou colocar a festa super poupagante. É, ou... Será que fica o fácil, né?
Ela foi para o primeiro mercado com o procafébio de poupolhaio, mano. Aí fez café, minha mãe nunca tinha feito café na vida em casa para o meu pai. Fez café para o pôrro do poupagá-a. O poupagá é muito um pouponipuador do caralho. Cara, que foda, mesmo. Fez café, botou a chica lá e ele dê umas picadas ainda. Então, minha mãe acreditou que realmente consobri café. Fili, legal. E aí? É, nós perdi esses gente, né? Começou a fazer café para pagar todo dia, mano. Olha aí. Eu trouxe um dia para pagar a nossa viagem. Quero lasânia. Cara, esse poupagá-a. Existe, gente, pra pagar que foge. Pra pagar é uma limplador, cara. Cara, não tem que negar. Não tem que negar, com o papagaio, vicho. Mas vamos ver tua esposa, adota a teu filho. Não tem que falar, broma, não tem que falar. Pô, não tem esposa. É, cara. Que papagaio que ele assume o posto de pai de família e cara, futeu. Cara, o papagaio. Quando você vê, você já tá falando, com o papagaio em que ele não tem tanta esposa, cara. Você tá brincando. Você já tá pedindo pra ele fazer. O ser humano, ele é muito bom. Porque se o ser humano fosse mais inteligente, ele saberia explorar melhor o papagaio.
Mas ele não sabe. Por exemplo, imagina você pega 100 papagaios e treina 100 papagai pra fazer o disc sexo. O excelente, gente. Pronto, se ele repetir palavras ali, o cara já liga de pautura. Mas porque não bota voz do Google pra fazer? Aí eu já descordo. Aí já exploração de mal, pra arrancar o Google. Mas ela vai pra pagar o Google. Ela é mais duana do que a voz do Google. É, o que tá? Tá beleza. Então, eu empregue pra pagar. Tem que ver como é. Acho que os flics vão chegar no meio perto de fazer isso aí. Tinha uns degose.
Belém do Pará, voltando, vai pagar. Tem pra pagar, hein, beleza? Tem, tem, tem, não vou pagar. Tá, Tá, Tá… Mas tem cara de se ver, não sou um grande conhecer do... Não, não. Não, não. Eu fico muito dojada. Mas é porque o pessoal fala, saiu, confiou. Fala que tinha jácareira, não cabeu já careta, entendeu? Nunca viu jácareira? Não, não, não, velho. Mas jácarei a coisa de matugraça, matugraça, bastante. Mas assim, lá não, onde você viu? Avinhoso alógico, né? Não. Emparar? É, empararar. Emparar. Lá em Pará mesmo, cara. Não tem bichas. Falando de coisas que servem pra comer animais e a sair, o a sair é um tema que causa polêmica. Eu vou falar, o paraínsa ele fala que vocês ainda usam, vocês não guardem essas coisas, guardem as sucras, porque o aça é real é aqui. Então ele chegou. Eu quando fui lá, eu perguntei duas coisas no Twitter, eu falei que eu, uma, fala uma coisa típica pra comer. Só como eu tacacá. Tá cacá, bom. E aí eu experimentei o tacacá, daí veio uma tigela com...
Porra do tacacalá e o cara trouxe uma colher e nos explicou como é que eu comia claramente eu não sabia. E aí eu falei bom se o cara botrou se com uma colher para comer e colher e aí comecei a colher a sua pinha. O que que eu fiz? A besteira de tirar uma foto postando Instagram cara eu fiquei recebendo xingamento. Durante o mês. O que que que fazer? O que que não pode usar a colher não está cacar? Eu não sei para que quer. É um crio, meu irmão. Tem uma alucum, meu irmão. É dor de fazer isso. A população cultural vai agaburar essa cara. Tem que filmar colher numa parada dessa. Mas eu não sou eu do cara. Mas desculpa. Caga na migreja. Tu não faz esse tipo de coisa rechefada. Mas se tiver banheiro...
Não chou, do van do chão, por favor, não pode botar na colheta, tem que tomar assim, direto, entendeu? Tu vira a cuia na boca, não é? Pega um palha de dente e espeta os camarão e come um palha de dente, né? Tem camarão, não é? Não, não é? Pô, como é que tão ruim? Então... Cara, tem camarada de ele, não vou dar calma. Fala mal da comida, é muito ruim, cara. Mas é muito ruim, cara. É, ser pecado. Vamos ficar mexingados de novo um mês, mas é bom. Não, não, porque é boa. Essa aí é boa, véio. Tá cacado, é boa. Ó, te defendo na saí, se eu falar mal da saí, eu até posso te defender. O que é que é que é… uma fruta, rupêx. É uma sopa, cara. É uma saldo. É um caldo e tem um agoma que eles boto, que parece muito cuspema, que é muito estranho. Não é bom olhar. É, é.
Eu não sei lá, deve ser, nunca me falo do que é, falo que é goma. E aí é o caldo lá da porra lá e bota a jambu, que é o que você morre, a planta é um boda, tem que ficar... Mas é no dia boda, foi escuro caralho. E o boda lá e ele só tem a graça porque fica a caboca assim, não parece tomar uma manastezinha, entendeu? É só a graça mesmo, acho bacana. Quem se eu tá cacar? E qual é a maneira certa, bota aí? O aça aí, velho, os caras mesmo quer arrair, quando compiche com sal com comida mesmo, como tu disse, eu nunca pude ver se é. O cara entrou em uma farinha em tapioca e açúcar lá. Eu sou mais no tela, né? Mas já não tem nada de ver com gosto do daqui, que é com o Guaraná, com o Diabo, né? E o pessoal daqui fica puto, velho. O pessoal de lá fica muito puto, quem toma saída aqui. Tipo, o pessoal fala que eu tomo a saída aqui, o cara fica com o ralho de mim, é como se fosse um traidor da pátria, entendeu? Ah, vai você? Parabéns, é um traidor da pátria. Pô, pra caramba. Sabe nada! Meu maneiro! Não sei nada, velho, não sei nada. Vá se lá, fiquei lá, mas... Eu não comecei a ver, você tá em São Paulo quando o tempo. Beis anos, né? E não sei nada de São Paulo também.
Então eu falo isso, eu estou há 10 anos também, não entendo nada de sompar. Então é uma coisa, cara, só vejo minha casa, só minha parede só. Não tem muito o que olhar, não é isso aí mesmo. Então eu mudou muito para a São Paulo, pronto. Eu só deveratura nessa época do ano, entendeu? O janeiro é a mesma coisa, cara, é bem parecido. Pelo menos, São Paulo. Você não acha o molilo colto, que na verdade, você não precisava estar aqui, vamos combinar. São Paulo. Você conhece mais o paraquilo, eu estou ficando... Você não podia estar no pará e tá fazendo vídeo pro YouTube. O está em alta, viu? Talvez seja menos volta. E esse negócio de internet vem pra ficar. É, não vai parar, né? O Windows, você aqui é a mina tainara, não sei o que lá? Na roger, eles abriram a porta agora da internet, pra conversar. Chega de só de youtubers do suíto sudeste. Olha. Agora é no artener deste. Como você está confundindo um pouco maranhão, pia ouvir e parar, Tom? Não, mas chega do suíso sudeste. Dá ali pra cima, tá ligado? Usou outro, né? O restinho.
O recheio é aí, então tem alta. Então, assim, resumindo, a gente faz um pouco de cash, sobrebelei do pará, que a gente não fala absolutamente nada de novo sobre belem de pará. O que que se espera de novo? Não, porra, eu faço esse caso. Tô articulado no seu cara aqui, por quê? Tô articulado no seu cara aqui, por que? Cara, eu não comediante. Cara, eu não sei que eu não estou no outro lado. Cara, eu não interessa, mano. Você é o teutroça aqui, por você no opósito. Vamos lá. Eu não quero saber de comer, eu vou fazer pehada dele, eu só quero saber disso, cara. Não chamo antropólogo, cara. Como não? Pula, maluco, isso é o rapa, cara. É rapa, rapa, porque nada vem. Pua, tem ladrão pra caralho, embell Commission, que é Vale Creme. Todo dia, é sequestro relâmpago. Minha família já, várias vezes, vários amigos, sequestro relâmpago. Pua família, várias vezes. Várias vezes, vários fri, vários dias. É sequestro relâmpago, graças a sequestinhas 15 minutos, dá uma volta pra ir em casa, vai ali, pega o negócio, te joga na rua. Comprocou? Vamos a sair.
Como a Saizil, um Taka-Ká. E lá. E aí, isso virou uma modem berlhém durante um tempo, entendeu? Mas eu acho que uma moda no Brasil, entendeu? Não sei se uma moda. Não, é uma moda no Brasil. Ele vai berlhém, a chuva, eu sempre faço a lá, e berlhém a chuva tem uma moda. 5 corda, tá? É, entre 12 e 5. E Trumbo da Manhã, o meu da Manhã. O dia errado chamar depois da chuva. O dia quando a gente foi no dia 1, no dia 1, no dia 1… no dia O que é o período da chuva? É, acabou a chuva que eu vou ser conhecida. É, vai pegar a chuva, vai pra eu tomar na hora que acabou. É, é, é. É, é. É, é. Eu acho que é uma maninha nacional, né? É, é. É. É uma maninha nacional aí. Parando um pouco.
Está parando. Voltou a... Estou com o Uber, quando teve o negócio do Uber Pula. O Uber Pula, falava só. O Uber estava forte, você quase é o Lambo, com a negócio... Eu também o Uber Pula gostava de um ônibus, cara. Para te fazer um trajeto de 13, eu gostava de 250. Tinha 15, meus. E aí está vinhado, aí o Uber Pula começou a dar as pessoas a hora. Para ir na pausar, que você não pega o Uber Pula. Não, não pega. Não, porque é exatamente os ascos. E você pergunta paulubra que é preconceito a asa. Que nem todos asquinhas se praticam o orelampo. Não, o orelampo, não. O Relâmbula é só o Pikachu que eu me protege. Ou você, o Catron, nem todo. Nem todo. Nem todo. Tem alguns que fazem o hotdog também. Qual é o bagulho que tem? Alguns baixos não tem baixos depois da pônia. Tudo que é depois da minha marginal piensa pra baixo não vai o burpulho. Você viu aquela história em Osasco, um cara que encanou uma senhora cega e deu um pomo pra ela fingindo que não paga a caia? Não, por quê?
Ele ganhou uma senhora SEGA e vendeu um pombo para ela fingindo ser um poupagai. Mas pô, minha assa que é bem treinada, certo? Não é uma coisa. Paga aí que servem um poupagai. Ah, pára, fala lá, né? Pão tá? Às vezes faz um falo salvo. Pô, pô, pô, pode inser todo esse pouponco. Tem um cara, que mais tem a poupagai que cantam música gosto, por exemplo. E aí toda a toda a vez ele canto seja acorda, revigorado, já que é a quarta cuja Jesus não curação. O pombo pode prender um pombo, prender um rosto com o meu junto com o balcão. O seu anso pombo é o biste amado, se chegar para o pombo... Agora, filho, perdeu o respeito de que tinha o pombo do balão do treinco. A sentadinha no bão... Ele foi de osar, escaté presente ao tino, que é do lado. Ele não penteu a estadinha no bão. E aí pegou, e trou, ninguém deu bola, ele foi lá, tinte, tinte, centofe, e achou as partes.
Cara, ele não se moviu. Aí parou em presidente de Altina, a Brasipar, a Teleça, vou... Ah, mentira. Jura por ter, meu Deus. Eu, filmei, não é a Starz, cara. A Brasipar, por ter, por ter. Às vezes vai visitar o filho, frantes a mano. Pode ser. É, isso é muito legal. Como os pômos conseguiram essa resistência, a mesma alma, não é? Não tem mais medo não, isso é muito legal, véi. Um pouco as gerações. É, tem um... Tem um testa do... Tá, viu? Ficou orguloso, viu? Tem um testa do Simefield, lá que ele fala isso aí, que tem um acordo de um mano com pômbo que tá sendo quebrado. Por causa dos pombos, não acordam que era um ser humano não atropelo pombo, em contra partir da toda vez que a gente chegar perto ele vo. Tá, esse é o acordo. A maior atropelapoma é difícil, então é difícil, porque tem essa contra partir, ele vai voar também. Então é chato por ser humano atropelar um pombo, é chato pra você, você fala pôr a matei uma cheque. Tem pôr o que merece.
Não, mas a maioria tem alguns que é do bem. Tem que ter pombas que você é de longe, você vê que o pão é otário? É tudo da gente, ele tem que empinar aquele peitinho dele. É verdade. Tem os pômbos que de longe, esse pão, primeiro que tiver, tem que morre. Então, quando você está na de carro, não dá tempo, você vai ali. Aí você vai na fé de que todo pão é bom, é desse que você se provoca. O problema é que o pessoal do São Rui em dedo, que se prova contra a área. Então, mas ele se ouvirou agora depois que os caras pararam de voar. O problema é que só os que voam são as pete, são os que são ruim, entendeu? Os que mais são os do bem. Em dedos do bem, tem não os boas. Os do bem. Os do bem. Aí do pararam.
Do Bim. Mas do bom. Bom. Então cara. Aí a gente acabou atando sols do bom. E deixa solta aí os que estão fazendo mal, né? No restaurante, né? No restaurante do centro. Esse fenômeno acontece que a fala lá do Belente, o boto de tanta turma aí lá, que na foto com ele lá na... Tá p*** já, tá p***. Eu vi os cara aí que for pra p***. P*** aí, mano, mas não é já a Manaus, né? Não, não é? Eu só vi a Manaus, o b***, né? Eu nunca vi, né? Eu tive que ir a Manaus já porra o b***, né? E além de não ter ninguém me mostrou. Porque aí, beleza, cara, p*** o olho do b***. É, p*** o que vai parar na f*** de sur. Cabe. É isso. É o que? Também tem nada lá embaixo também, pra mim. Foda. Calhão, quer no fundo o Rio, né? Tem nada lá. Não, mas o b***, além da b***,
O Murilo Coto, que sabe que entende muito disso. É especialista em Belém da Pará. Você quer expezar em Belém da Pará? Como é que é a história do boto? Então eu e a conta aqui, que eu manjo muito da cultura nacional, mas eu vou deixar para vocês. O Javida, a história do boto é assim, quando a nova vinha está na esfesta. De vez em quando parece preenho, né? Aí o pai já ficou volado, fala que por essa aí. Tá dando? Caralho, que exumo bom esse dia. Foi o brôsco me é direto. Foi no Rio, o brôsco me com meu e aí agora estou grávida. Aí coincidência sovinha gente, nunca havia peixe, né? Mas aí é que se for enquanto, né? E aí fica, né? É a história que você é, agora você soubeu com mais letra. Você sabe o que são antes de comprar? Boa, nao, aqui no sul a gente não tem essas essas privilégias, porque aqui o cara tem que fingir que foi comprar esse gato, nunca mais botou lá, se pode falar que virou um bot. Então é bom. Pois é. Cara, não deu um páscoa, porque é só, e o melhor de... Não, eu estava aqui pra curar teu velho, eu verou um bot. Não, melhor de tudo. É só que o bot, ele sai da... Não é tipo assim, o bot me comeu, não quer dizer que ela foi no rio e eu me entrou na água e o bot transou com ela. Não, o bot ele sai da água. Não, a gente vira um homem
É mesmo. É mesmo. É mesmo.… É mesmo O boto, que engravida, ele não pega. Olha só, olha. Eu acho que não, ai, verdade, não olha. Então, olha por isso que estou pegando sobre o boto para deixar pauta. Pô, tá que parecendo. Ele te olha, te engravida. Então, é o que eu sou de controle de anotaridade. Então, esse túmulo de rol do boto, você engravidou no lugar. Eu acho que é na impinosa que ele gravida, não é? Não, é tipo, fábio por dentro. É que era não, não, não, é checar, não. Não, é checar, fábio. Fábio, vai todo esse trabalho, sai da água, virar um cara de tênis de chapéu, passou, olha a menina. Vou ir, né? Não, mas daí. O botão. Ele conquistava com a Samo Chaveco, ele iria dormir uma noite juntos, aquela coisa romana. E pinoza, aí depois ele dá... E aí, igual a medusa que vira pedra, ele é a medusa que vira prena. Porra, que trabalho. Ele é tarada, ele fica assim, só botela assim agora. Eu vou gravaire de gosto. Deixa eu olhar, deixa eu olhar. Aí, o botão faz isso. E aí, aí a galera engravida, aí chega a papai. Galera. Galera engravida, papai. O botão... O botão. O botão, botão.
Cara, pera que eu consegui mais dar isso. Sei lá, quantos anos fez a primeira vez que contar isso por pai, a menina deve ter nomado uma surra, cara. Você é assim? Deve ter de uma nossa surra. Não, acho que não. Para ter dado certo, não tomou o surro. Não ia continuar. A lei ainda. Eu certo, mano. É bom. Maurício, com gravador desperta, eu sei porquê que me as fomos. Foi lá, bem lento. Apesar, também. Tudo bem lento. Tudo em Belém? Então assim, tem uma outra lá que é a Matinha da Pereira, é isso? Com a Matinha da Pereira, uma velhada dessa aí, uma velhada da Pereira. Acho que era verirador. Verirador? Parece uma velhadora, não pode ter que. Uma velhadora, uma velhadora, uma velhadora, uma velhadora, a visar, ela te espede planta e andava de cor. Como é que essa? Não sei. Cara, também não sei, porque eu não vi muito além da... Porra, cara, tudo sabe nada!
Não sei nada nenhuma, mas essa aí eu só sei que eu dava assim, aí douviu uma subiu na rua. Aí fala, aí é a matida bereira. Só que eu lembro que o pessoal tinha medo, mas eu não sei por que, porque só tinha parte da subiu, entendeu? Aí fala mais aí. É, é a subiada aí. Essa é a pior história contada na história de Spoodquatch, que ela não começa, não tem um começo meio, não tem um fim. Só sei que os moleques tinham medo porque a matinha da primeira estava subindo, mas não sei porque é mais uma mulher. É o que? Eu acho que é uma mulher de um nome. É, deve ser um bicho da floresta. Porra, um bagulho que a sua vida. É só da floresta, a mazona que tem os espíritos da mata. Não deve ser um espírito, isso. Mas como você é um bagulho que a sua vida pode ser um humano, caralho. É, então... Desculpe, porque ela subiu, nunca mais voltou pra contar a história, desculpa. Murindo, contudo, sabe... E até isso, você é mais que você. Eu acho que falei certo.
A matinta, matinta. Não é matilda. É matilda. Tu fala o matilde. Não, vocês que entendem, vocês estavam com a matilda na oréria, mas ele tava falando matinta. Matinta Pereira, tinta Pereira, foi o dia de... Mas é Pereira, foi Pereira. Ah, aí você tem que virar a mãe dela. Porque aí que eu saiba a família Pereira. Tem que ver no registro. Mas eu não sei se eu saí ver do buto. Ela não pode ter visto no boto porque ela é uma ave. Mas o meu peixe não deu um jeito. Então como é... Uma amazônia é... Pagôia como rebeixo mesmo, sofilia mesmo. Não tem essa não. Ali é como mesmo dar a era. Tem até uma leira que diz que isso aí, sendo me engano, que dizem que ela é uma forma do sassipereirei.
Olha isso, sabe? Ele é avi, sabe? O saci-pererer ele, ele se está só muita coisa, só me envi... e fica subindo para sustar galera. Graças a susco a subir, eu lembro por que? Fala também que tem uma... que ela pode se comer que era, meu amor, tudo que eu lembro aqui. Que ela pode ser uma velha que se mexe preto. Falei que era uma velha. E aí ela faz, se ela... Fala, eu não sei o que. Falei que era uma velha. Falei que era uma velha. Não, não, a variadora foi em patomática, você é a profissão. Eu tava achando que ela não faz mal nem. Porque no final ela não faz mal, só dá uma subvia da umberro, que é para assustar, é tipo... É um gordinador de moto, é um gordinador de moto. É um gordinador de moto que está com... Um papito.
Então, é isso, filenta, filenta aí, né? Mas uma lenda aí pra gente, né? Pra Brasil, pra lenda aí, desfrutar. Não sai pra nada. Você falou ainda, não falou ainda, porque a gente fazia uma fantasia de motiva. Mas tem que ver, tem que ver o que? Ela é um pássaro e depois ela é uma velha pássaro. Que bássaro? E a sua via. E a sua via, cara, ela é uma merda mesmo essa lenda. Essa lenda. É a codíndio, o índio que tem manite que graças a lenda. Mas porra, coisa de Indio e dar um nome de vereador, ver? Cara, por que que é nome de vereador, ver? Trumpeço, hein? Porra, machita Pereira! Tira um teberjador, hein? Trumotaria! Pra botaria, mas no caminho, né? Vai botaria mesmo. Olha, quanto a gente já voltou que trumca, cara! Cara, eu acho que ela ia fazer o bem pra ver, mesmo. Machita Pereira, velha, tá na cabeça, aí. Eu acho que ela diversa, é prefeito. Ah, de ver se o tido do desempenso, olha, diversa irmã. Machita, sempre a vereira, velha. O vereador é parar, hein? Vai dar um burgui, senista, na cabeça. O vereador é que eu parar, prendeu a mão.
Não está, cara, a gente está assim caminhando ao final do podcast, meu conto. O chavídeo acho que é uma coisa mais senhora, que eu consegui gristicar. Cara, você foi assim, você foi um péssimo convidado. Ah, valeu, é. Aquela teoria lá de que, no preciso de convidado, vim pra reforçar, porque eu gosto do programa mesmo de ser ninguém. Então, é só uma verdade. Mas eu vou assim, como eu quero abrir portas pra você aqui. Eu tenho muito disso. Eu gostaria de te entrar um pouquinho nesse final sobre um outro assunto que você entende tanto quanto... Deixe a vida. Beleza do pará? Tá bem. Que é o Rap. Ah, muito forte. Agora como se tivesse. E agora, tanto é que na hora que eu falei Rap, você já fez um símbolo Rap. Eu estou sempre.
Porque cara, é impressionante como o cenário rap é forte e embelei do pará. E você trouxe o rap para São Paulo, né? Que era muito fraco aqui até então. Então tinha só o racionais, eu acho, eu vou usar botagem só. Então, não é de rio. É a rola de rio. Que tá ouvindo. Já ouviu o rap do Felipe Neto? Tá, tu tá te sacando. Ah, a rola de rio. Ah, muito bom, hein. Já ouviu. Já ouviu. É bom, cara. Cara, rola de rio, é bom mesmo. Cara, é um grande rap. Era do Altacúpula, né? É, sim. Por coro aí no YouTube. É isso, meu grande. Rap do Felipe Neto. Nada conto o Felipe Neto pelo amor de Deus, só quero que morra, mas ela procura rapidamente. E muito menos contra o rap, é importante. Não, acho que é importante.
Não, estou brincando. Mas a música é boa, a música é boa. O rap do Felipe Nath é foda, pois hoje 3 pessoas podem fazer um rapreio. E vê o que aconteceu. Onde está o Felipe Nath agora? E onde está esses 3? Cara, aquele boneque que falava com o taria. Como eu curro, não sei o que, mas o Felipe Neto mora numa mansão. Ele samba na cara de todos os desotários que tentaram falar mal dele. Cara demais, Felipe Neto é demais. E ele virou rapper também. E ele fez um rap dos irmãos. Muito boa essa música dos irmãos, melhor meu amigo. É, é um rap. É que não tem nada de amor. É de feliz, de feliz. Talvez seja um rap jovem. Eu vou te falar uma coisa. Já gravei um rap como ele contou. Já gravei não, porque ele fez tudo. Eu já gravei. Calê Mora, fez a letra, o desconto. E era sob classe, mas porra, perdi um convidado para falar de classe média. Porque tudo é um topo, é um antigo velho. Porra, o cara era um convidado que perfeito para falar sobre classe média, e a gente fez de parar, ninguém se importa, nem ele que veio de lá. Eu vou chamar, eu vou dizer que eu gosto um pouco.
Mas você está tentando... Eu acho que eu estou tentando, eu já estou... Estou te afendendo, alguma maneira? Não, estou te afendendo, não é rara, mas... Não, porque eu não... Não, eu sempre converso sobre o rap sobre mim. Não, é. É porque eu sempre falo sobre isso, por aí. É, eu realmente restava a informação equivocada. Mas eu lembro a lisa e fez o rapper branco, né? Mas se media só... Se media sofre, que foi antes ser deletado o vídeo? Bom, aqui mancada, aqui, ele sabia, ele sabia, velho. Ele tava com 4 milhões de views. Eu fiquei muito puto com ele, ele tava, velho. Nunca tinha antigo um vídeo tão bom, cara. Nunca tinha um vídeo, velho. 4 milhões de views, foi deletado. Vou babar com aquele deletador, isso aí, ele tem que matar. Parece que foi o rafa Moreira. Desgraçado, mas eu não me mexineiro, porque ele é negro, brou. Eu sou o Mato Branco. Você tá ligado, não? É importante. Tá certo.
Então, assim, teve esse problema em que foi, e tudo tá. E eu já vi você fazendo... Não vou falar um personagem, porque é você, né? Você no Deloitte, fazendo rap também. Com o Fabo Brasa. É, é, é, é o milhei também, o milhei Fabo Brasa. Isso é bom de improviso, por exemplo? Claro que não. Então, faz um aí pra gente, sobre o baleiro do pará. Pum Pum Pum… pum. Era, era, era, matem tá perreira. Pum Pum Pum… pum. O que parece um tecnologo, Braian? Não, é um trap. É um trap. É um trap. É uma mistura. Pum, Pum, Pum… pum. Olha o de botos, pum, pum, pum, pum. Boa, bom, é a barulho. A velha, bem. Asovia para mim no meio da floresta. Ela é uma velha muito maluca. E gosta de fazer um som com a boca. Ela é velha velha. A tida vereira. Boa, tem que ir. Valeu, valeu, galera. E é o bro. Skrrr.
Tenho ritmo, ganho, ganho. Essa aí, foi lá, o musica que eu fiz agora. Pra campanha da motina do Pereira, verá-lo. De verá-lo, é verá-lo. Vai tocar no carro de sol, é só. Tá em tempo aí. E tem que ser a capela. Poto número dela, Lijado. Cara, assim, vim toda essa música agora não? Foi agora, foi nem para o vizzo. É. Para mostrar que o rafa Moreiro tava certo naquele negócio que às vezes tudo é, é uma música em tremenha, eu teria que fazer. Se eu crícica do rafa Moreiro, eu tinha feito isso, é pra eu guardar isso, eu deixei um chão. É verdade. Para levar ao mês, para fazer uma música faz em 2008. Não, chico, boar, que às vezes demora quatro, não faz uma música. Ah, é mal é mal, é por isso que tá... E aí, no Fino da Sconça, com o que ele tá embaixo, o rafa Moreiro, tem um... Ah, no Fino da Sconça, alguém vai comentar a música que ele morou quatro anos, não vai comentar ele como uma baguete, não liblou. Isso, isso.
Que não importa, entendeu? O que importa é o agora? É a sensação. É a sensação. É a emoção do momento, Igor. Eu fiquei emocionando com o saleto. A pessoa tem que incentivar que é verdade ali que está sendo dita ali. O chico Boa era muito na literatura, cara fica escrevendo, ninguém se importa, ninguém gosta mais de estipos. Não, não, entendeu? É, não, não. É, não. É, não. Gute game. Gute game, e esses são os exemplos que a gente tem que ter para a juventude. Leopamp, entendeu? É, X, X tentacion, tomou o tiro agora na cara com 20 anos. É o M.C da Lash Gringo. Exatamente, cara. É isso, que é... O M.C. Zoy de Gata, meu bom exemplo. Quais esses? Não, isso aí não. Não, faz cinco anos hoje que é moão. Puxa.
Então vamos como é mora? É, digo de forma da ta marcante. Acho que a gente não pode curar porque ele tinha sete anos. Ele tinha sete anos em cima de gato, mas tinha um pouquinho mais. Boa, é, é, é… é Mas ele tem o Uttur, tão mesmo, né? Que que eu sei? É, por isso que é. O Dicato, né? 5 anos hoje, que ele faleceu e você fazendo piada. Olha, Zé, Dicato, onde você... Nem da nilo gentil, ele faz isso. Tão te quer que você esteja, eu tô contigo, vou até fazer uma música. Faz uma música. Tchum, Tchum, Tchum… tch Essa foi do olho de onde? É emocionada. Não, agora fiquei muito emocionada. Eu tinha que fazer aqui, mas vou adorar de rap, cílipo. Não, vou chamar o molinho, outra ou outro momento. Desculpa, desculpa. Deve ter estudado mais sobre o velho. Não, eu te peguei de surpresa, é porque não ve assim, a gente escolhe o assunto. Não hora, cara. E às vezes eu trago aqui, por exemplo, uma vez a gente trouxe o AESC, bem no primeiro ano.
O trouxe o AESCO, o Pesco Deseaves e o Trumasco. E a gente falou sobre o stampa de camiseta. O Lujo, não tem que ir. Não sabe nada sobre a sula. Entendi, legal. E aí, realmente ficou difícil. Fala lá. Não, mas vamos ver uma coisa legal. Mas, eu acho que foi o Lujo da AESCO também. Foi o erro do cara não estar, porque pouco. E o outro cara é candidato a presidente. A parte de tudo. Quando a expressão não faz a estampa deariamente. Então o ratinho saberia falar sobre isso porque ele dá um monte de máquina de estampa de camiseta na noite. Direi. Mexando a ex ali. Faz máquina de frauda. Então o ratinho é mais velho. Então você pode dar frente a esse. Ele faz o então, compacta a printe, ele faz um monte de coisa ali. Agora o cara me vê aqui não sabe o que falar isso. Mas trubei, meu, eu que você foi esforçado. Eu gostaria até inclusive de pedir desculpa todo mundo aí do Belém. É. Dá para parar porque...
A galera que, inclusive contribui com o PQP, não deixe de contribuir por causa do Murilo Conto, sei que vocês devem ter odiado ele pelo mais. A gente está exento aqui nesse papo, né, até o certo e o absoluto, mas o ódio pode ser todo destinado a ele. Então, continue contribuindo com o PQP, o que você faz a gente sobreviver aqui no No Ouvo, né? Basta o lá aplicativo do PQP, procura no Ovo, procura seu plano, entro mais aquele papo que a gente sempre faz, que é uma delícia e gostaria de agradecer aqui a presença do nosso ilustre. Belém Zis, bem bem bem… E aí, Igor, agradecer a sua espada no Novo, a pedir desculpe para esse episódio, espero que vocês apague logo. Não vai apagar, não vai ser...
Vai ser Igor aquele vídeo que você fez que o Vito Alçardo não. Tinha um rapagelho, né? É incrível, Igor, Dom Fob. Hoje viu uma matéria que era médicos, gordofóbicos. Os gordofóbicos reclamando que o cara chega lá, o meu joelho está machucado. Aí o médico fala que você está com 700 quilos e o seu joelho aguenta o cara, é que é 50. Médico, gordofóbico. E aí agora tá... Ré Chiteg, médico, gordofóbico, os médicos estão se for proberto. É uma matéria da folha, que eu vi hoje. Médicos, gordofóbico. Médicos, gordofóbico. Vamos mostrar aí uma sua vocês aí. Ah, o vídeo que você está falando, vídeo no meu. É um vídeo que ele fez com Vitor Sarro. Que tinha pequenas fiadas que hoje, hoje, hoje, nessa semana. 4 anos não.
4 anos, a trama é nessa semana se algum médico godofóbico pegasse ele tava ferrado porque era de cara 28 minutos de ferrado com gorda. Cara, é pesado mesmo assim, era dois magros falando de forma bem de chefeitosa. Deitados um beliche. Que conceito, cara. Era um conceito. O meu irmão, ele é legal mesmo todo do do do… Ele é o salgão dentro. Ele é o por meio de perder publicidade. Esse mesmo, mas o mesmo, já ligado. Não, mas esses gordos estão com tudo. E aí, era um papacato ligado. Apesar de ter algum que estamos fazendo barriátrica, mas ainda é algo... Não, mas a comunidade é grande. E ninguém gosta do cara para barriátrica. Pode ver. Perdi amigo, perdi, perdi, perdi… a alma, ninguém gosta. Então eu acho que em poucos anos, eu vou proibir a bariátrica. Vamos voltar. Vamos voltar. Vamos voltar. Vamos voltar. Essa é a moda de segurdo, vai voltar. Vamos voltar. Joguei aqui no bariátrica, reverse, bota outro estômago nunca. É, se você vai ver a mesma coisa. É, se você vai ver a mesma coisa. Se você gosta. Tá, muito obrigado, Brother Cooto, valeu, mancada, valeu, galera do Novo. Desculpa, pessoal do Pará. João, você estiver assustindo. Vamos lá na prática. Volta com o Chimino.
Cara, eu estou entrando numa área de ter nada a ver. Eu falava no contrato, entendeu? Porque eu deixava pra limpar. Tá bom. Eu poderia ver a quarta turística, Bruno. Eu falo. Eu não quero que ele preca emprego no ganho de caralho, é ser realmente bem pesado. Você pode cortar tudo, e vou voltar.