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Siiiiiim é verrdade, no ar mais um Não Ouvo! Recém chegamos de Natal (RN) e aproveitamos o cheirinho de praia e protetor solar na pele, pra contar algumas histórias de....... HOTEL Bancada: Cid Cidoso, Braian Rizzo, Igor Seco e Luide Hister Edição: Daniel Bayer Capa: Braian Rizzo
Resumo
De volta de uma viagem a Natal, Cid, Braian Rizzo, Igor Seco e Luide dedicam o episódio a histórias de hotel. Antes, Luide reclama que ainda não foi verificado no Twitter e a bancada comenta a facilidade de contribuir pelo PicPay.
Da viagem saem as aventuras: o aeroporto com Igor perdendo o chinelo, o hotel bonito demais com vista para o mar e as pegadinhas favoritas dos hóspedes, como o trote para o quarto de um conhecido avisando que o governador estaria no evento, o falso pedido de X-salada pelo telefone e os objetos dormindo embaixo da coberta para entreter a camareira. Também discutem se é ético levar papel higiênico, sabonete e outros itens do hotel.
O episódio ainda relembra um evento de internet em Recife em 2009, em um hotel all inclusive onde o bar ficou na mão da turma, além de micos com bermuda molhada, roupa secando no fogão e Igor bebendo tudo que é de graça.
Destaques
- Luide protesta por não ter conseguido a verificação do Twitter.
- O chinelo de Igor some e ele acaba andando de tênis na piscina.
- Trote por telefone para o quarto de um conhecido sobre a visita do governador.
- A técnica de deixar um objeto dormindo sob a coberta para a camareira.
- A turma recebe a chave do bar e transforma o chope em desperdício.
resumo e destaques escritos a partir da transcrição automática
Participantes
Edição: Daniel BayerCapa: Braian Rizzo
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Transcrição
66 trechos · 12.155 palavras
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Por isso, em que tudo no princípio Deus criou o céu e a terra. Porém, a terra não havia forma nem vida. Uma grande escuridão cobriu mar. E o Espírito de Deus, pairáfas sobre as armas. Deus então disse. Deus ameva de verdade, era a galera já está louca, adorando de casa, está pirando lá na louça. Eu não vou falar na Cerdito, até que enfim saiu no Ouvo, ou poder lavalouça. A gente que só lavalouça quando tem no ouvo. Olá, volou os meus piscamas. Na vez piscamas no ano aqui. Eu talvez a gente tem que fazer piscamas maiores, né? Porque dependendo tanto de louça em uma semana não dá pra laval na hora. É, dependendo a pessoa. É, tem que ser rápido. É, estamos aqui com essa bacana maravilhosa, eu se dissido, eu vou apresentando. Não é direita, hein? De Braian Rizzo. E aí, tudo bom? Bom, Braian. Tudo bem. Só alegria. Só alegria, tudo, Joia. Joia é bem de velho, né?
Jaja, é o cheiro... Tudo roya, todo mundo o freio. Falagens dos anos 80. Não é a frente Igor Seco, fala meu povo! Tudo do que vocês! É um taturote, meu Deus. Como é que tal, pão bonsi? Tá bom, tá com 52% enquanto que tava antes. Eu não lembro que eu tô bom antes. Eu não lembro que eu tô bom antes. Eu não lembro que eu tinha 50%. Almente é o 2%? Eu acho que sim. É 50% de cata, é 2% de cota. é 2% de cota. é 2% de cota.… É, por isso que tem dois, ó. Esse outro irmão nosso médico da bancada, ele e Igor Seco já foi. Ele, Luide Rizzo. Olá, fias ou vídeos. O local fazia uma denúncia. E a gente falou tudo bem com você. Não, não tá tudo bem. Quero expor o problema aqui.
Perseguição, o que mais tem no brazo é problema. Perseguição. Contra mim, o que eu quero dizer, que agora todo mundo é essa bancada, inclusive o perfil oficial do Novo, é verificado no Twitter. E começou o cheiro. Não conseguiu ser verificado todo mundo aqui. O Twitter me considera como parte errada, porque o Twitter diz que eu tenho discos de ódio. O Twitter não tem. O Twitter não tem. O Twitter não tem. O Twitter não tem. O Twitter tem. O Twitter tem. O Twitter… tem. O Eu sou o Pedro do Oitrato, contra a Eroes do Barbel e contra a Sandealíme. Só vi um número de palavrões que cada um aqui usa no Twitter. O Igor aqui mais posta! O Igor ele usa a palavrões diferenciados. Ah, estão no filtro. Não, Não, Não… não
O novo Luide? O novo Luide. Mas tem que ser verificado tudo, espero a vida inteira por esse momento. Porque eu estou, enfim, no Discord de ódio, todos vários novo 20 famosos, aí que tem que encontrar o que está acontecendo. Pois é, e eu não tenho. Então, tá certo. Então, dou um bom tom. Agora, eu quero que todo mundo teve quando eu vou ficar no Twitter só para me ficar deferentada. É a única coisa que me raya. Você pode usar um emoji azul do lado do seu nome, fingir em pensar em diferença. É verdade. Mas contra quem que eu faz isso, curte de ódio, eu não entendo. Conto o Brasil, cara. Você sabe que a pessoa que eu trouxe o vídeo do povo brasileiro, pode ser... Você não sabe que se eu fazer isso? Conto o lugar do meu traço. Eu vou te dar pra eu pra eu pra eu ver agora. Só se eu descobrir agora, mas, vai. Todo mundo consegue saber.
Mas contra quem? Quem que eu ofento? Trajou tudo. Eu não contei de ninguém. Se eu oferi todo mundo. O tempo inteiro? Não, eu me agarra. Agora, quando se cabe a hidrata, eu tô de boa. Pai de espírito. Enfim, continuo aí, apresentação. Já sabafem. O homem quando faz nunca. A Bilouquim é a Bilouquim. Não, não. Só queriam, apota perificado meu tweet. Não é impossível. Eu tenho que falar que eu sou imedificável. Infelizmente, senhor Luide. Ainda é, pente, pede, os noventes, não. Se for pedidos, não, a gente não pedi para não verificar você. Não, eles fizeram uma campanha. Mas a ordem é lá de São Francisco. Ah, isso é verdade. Não verifique se Gordo, tá se ver, assim, no meio... Desfeta, guy. Puta merda, vai. É que o cara lá, deixa o que o cara lá de São Francisco do Ono do Twitter, é do Ono do Twitter, de uma padaria. Aí ele falou, porra, eu não vou verificar lá o cara, não é? Perto gay. É português, né? É português. É português, que bode, São Francisco. Ah, faz sentido.
Portugal, este é em Gifra com o brasileiro. Depende. Se vai cobrar a dívida do brasileiro com o cara que fazê. Se quer comprar de olho do brasileiro com seu Twitter. Pós, o cara roubar o hora não pode ter uma verificada. Não. Então, vamos mudar a Portugal, só de raiva. Igual a todos os brasileiros que estão no fazendo. Vamos mudar. Tá todo mundo se mudar, Portugal, porque você não se muda. Vamos mudar. Vamos para a gente pro dia atentar e placar um novo em Portugal. A primeira filha, igual o Júbert Barthus tem tudo de um convite de Portugal, o Breton, tem uns tempos de convite essa semana e teve um cara que falou que queria contribuir com o No Ouvo no Big Pei, só que não tava conseguindo aí, a gente de Copa, Dreamy, viu? Exatamente, então o cara, a gente tem noventos no ponteiro. Tem muitas maedas, lembra que a gente fez a live de 24 horas, né? Porque os caras ficavam contribuindo lá fazendo no Super Chat, com o Edas do mundo inteiro, o cara tinha camada, Japão. O Adem, o cara do Japão quer matar um ouvido, não é?
Eu sou um Naruto que me ator, Luide. Eu não sei, as pessoas querem matar, foi ele que me deu no seu priscurs de ódio, eu não vi do... Por que ele quer te matar? Eu não sei lá, as pessoas me odeiam, eu não entendo, eu não faço nada pra ir. Você me mora, não já ponhou, não sei, meu brão. Já me deu, já me deu. Já me deu, já me deu, já me deu. Já me deu, já me deu. Já me deu, já me deu. Já me deu, já me deu. Já me deu, já me deu. Já me deu, já me deu. já me deu. já me deu.… Bom, vamos pro tema de hoje, né? Tem tema hoje! Tem conta das velhas. Qual é o tema? O tema hoje é complexo. Que veja! Tem a ver com Japão, com Samurai. Tem a ver com o tema. Tem a ver com o tema. Tem a ver com o tema. Tem a ver com o tema. Tem a ver com o tema. Tem a ver com o tema. Tem a ver com o tema. Tem a ver com o tema. Tem a ver com o tema. Tem a ver com o tema. Tem a ver com o tema. Tem a ver com o tema. Tem a ver com o tema. Tem a ver com o tema. Tem a ver com o tema. Tem a ver com o tema. Tem a ver com o tema. Tem a ver com o tema. Tem a ver com o tema. Tem a ver com o tema. Tem a ver com o tema. Tem a ver com o tema. Tem a ver com o tema. Tem a ver com o tema. Tem a ver com o tema. Tem a
Tem a ver com outros localidades, tem a ver com outros destinos. Olha, esse não é um felicidade. Não tem mais, já falou de Japão, já falou de Portugal, já falou de São Francisco. Talvez, estamos no tempo. Esse não Ouvo é importante para a galera que já viajou ou um dia, isso para viajar. Ah, o tema de hoje é História de Hotel. Ah, eu acho que era um much-lame. Não, estou na Jotel, não é histórias de motel, ok? Vou deixar bem claro. Eu nunca foi no Tomeiro, eu não tenho nenhum, estou de multa. Eu vou para a multeil, para a multeil. É a história de hotel, que são também, bê, tudo bem, meu irmão, não está um pouco entupido. Ah, tá. Eu estou aqui sofrando por uma minha mesma, sei que isso é que vai. Então, deixa eu se sério. Parece mais de burro. Chupa com força, isso aí, que desentra, meu irmão.
Essa semana não foi uma semana passada, não lembre. Essa é esses dias aí. A gente foi pra Natal. Fomos pra Natal, é verdade. Que fica onde? Fica no Nordeste. Fica no Nordeste, no Rio Grande do Norte. Que fica no Rio Grande do Norte. Que fica no Rio Grande do Norte. Que fica no Rio Grande do Norte. Que fica no Rio Grande do Norte. Que fica no Rio Grande do Norte. Que fica no Rio Grande do Norte. Que fica no Rio Grande do Norte. Que fica no Rio Grande do Norte. Que fica no Rio Grande do Norte. Que fica no Rio Grande do Norte. Que fica no Rio Grande do Norte. Que fica no Rio Grande do Norte. Que fica no Rio Grande do Norte. Que fica no Rio Grande do Norte. Que fica no Rio Grande do Norte. Que fica no Rio Grande do Norte. Que fica no Rio Grande do Norte. Que fica no Rio Grande do Norte. Que fica no Rio
No Commission, no Centro Rais também. Então tem o Mato Gross do Sul e não tem um noato. E a Pera Póriendo do Sul. Pera Póriendo do Sul. Pera Póriendo do Sul. A Acria Pera Póriendo do Sul e Minha Gerasa. Mas já tem o Mato Gross do Sul e o Mato Gross. Por que não tem o Mato Gross do Noato? Porque a gente chama tocantins. O Noato é lá no meio. Muito longe do outro. Isso é o geografia novo. É isso aí. Mas existe aí o grande noato parece, né? Muito legal. Tem o Rio Grande do Noato. Ficando do Sul. E o Rio de Janeiro era passadil, o grande do mês? O Rio de Janeiro é um botão de Janeiro porque foi fundado em Janeiro. É, faz sentido. A gente tinha que ter fundado em junho, o processo do mês do ano. Pra ser do meu do ano, até o que tem que fazer.
Já tá combinado. Tá, tá estabelecido já. Tá estabelecido que vão cortar em breve só. Só pra salvar na planta. Vai virar tudo o espírito do santo. A Rio de Janeiro, os ambreves soltaremos ele no Atlântico e será uma melhor maravilha pra todos os lados. Será o maior de janeiro? Será ótimo para os cariocas? Será ótimo porque tem a língua própria, tem tudo próprio já. Será ótimo. Para o Brasil né? Que não vai precisar, meu ósseis não vai se tomar um Brasil. Porque os gringos só conhecem o Brasil pelo cruz-credutor. Mas é que tá o gringador uma ilha. Ah, isso também. E aí vai ter o Rio de Janeiro e vai dar solto na planta. E o cruz-credutor vai junto? Vai.
É o que É o que É o que… é o Não, Não, Não… Você vai ter a casa do amigo, tem a casa de uma pessoa, um entre querido, menos que se obviu seja o Belmarque, porque parece que tem o hotel e todos os estados do Brasil. É o Belmarque, você nem tem ele, é donde o hotel, em casa, é só do Brasil, é do no notário, e no rego do norte, ela não na tal, olha do no notário. Ele é do outro. Passa uma igreja na entrada. É o RHS, esse é o lápio, por causa do não. A importante é um cara assim ter vários hotéis, porque dá o assunto para o motorista do Uber, porque o motorista passa a falar, esse aqui é o hotel do Flano, e aí fica começando o passagem do outro mesmo. É, É, É… que não conhece o Belmarque, não precisa também.
E aí, cara, a gente ficou num hotel sensacional. Sim, ali. Lá em Natal, que é como se pariu de superbeleza, foi muito um hotel muito bonito, muito bom. E aí aconteceu algumas aventuras. São uma coisa que lá em Natal é muito fácil para os hotéis ter uma boa vista, né? Porque com qualquer lugar de Natal, você não tem uma vista do mar e o mar bonito é um letral, sim. É porque tem uma vista no mar, tem que ser bem alto. Tem que ser mais alto, exatamente. Então a gente tem algumas aventuras lá, o Luide ficou muito feliz, não sabe, é a gente inclusive. É, eu sempre tô feliz, cara, é um defeito que eu tenho. É um defeito. Já na chegada, aconteceu um negócio, você lembra? Na chegada, eu até já contei. Mas quando eu já contei, eu só ia se marcar. Porque, assim, é o Igor, vocês tem que ter que ter que ter… que
E todos os momentos nessa viagem, cara. Eu não tive um dia de paz. A melhor é a justificativa, porque eu não vou ir. É que o Igor, né? A gente teve que fazer aquele... Sabe que é cachorrinho na colheria que você coloca em identificação? Sim. Se perder, pega. Liga, tá. Aí tem que fazer puígua, pra não se perder no aeroporto. Ah, mané, é como viajar com... Com crianças, né? Exato, eu queria fumar de navios. Não, aí do cienso. A criança. A pessoa do cinco que foram que foram nois quatro, mas o frede, o único adulto ali, o resto realmente é complicado. É como cada uma, uma criança com probleminha diferente. Talvez, talvez. Talvez, só uma criança. É só analisar. Não dá mais, não. Você é a criança mimada.
Eu não sei a piora. Eu não consegui achar o meu probebe, cara. Mas que o Luide não foi de lado? Não gosto, você não gosta? Você não gosta um barro? Não vai entrar no barro, eu só brinca e bêdem barro. Eu não tive uma noite que a gente passou por quatro barros e nobebeu e leiu dele. Ah, vai, eu não tenho dois de leitra. Eu dô meu opinião, eu sempre apoi meu opinião. Agora, eu acho que eu vou dar um meu lado que vai ficar. Eu vou ficar com o traelo agora, mas eu estou sentindo. Mas fala o que aconteceu quando a gente chegue. Ah, então, aqui, eu não vou. No ano de novas avião tem o sinal de... Askega Lard chegou porque tem um dos torno antes, que ele queria fumar da novas avião. O quê? Porque novas avião tem a luzinha de cito, de cigarro e tem umas luzinhas de emergência, conforme a avião... Volevante, avô, fica lá... Não sei o que aí, pague a luz em se pode tirar o sincigurância, pode andar, pode ver a pruleta. Pode fumar também. Aí Igor estava esperando a pagar de cigarro para lhe acender. Você está brincando. Aí ele falou, não, você é de aqui mesmo. Ele tentou.
Mas a verdade, caro, avião, quando acende a luzinha do cigarro, é que você pode fumar. Não, cara. Pode acender. Pode acender. Pode acender.… Ah, não pode fumar. Não, é isso. A senhora pode. A senhora pode. Pude, estou foi isso, cara. Aí a moça falou, não pode fumar aqui dentro. Ah, bora, ponte, fomar. Mas o pé de tudo foi que o Igor, ele levou a mochita, não levou a mochilinha, porque a gente vai ficar dois dias, ah, né? E quando como a gente é com a cidade, praia, né? Praia, né? Praia, né? A gente tem que levar a chinela. Uma chinela. E para a sua empresa, o menino Igor chegou até o e cadê a chinela dele? Na chegada? Na chegada? Na chegada? Que ele perdeu o chinelo dentro do avião? Dentro do avião? Eu não sei ali, acho que ele levou o chinelo na mão. Não, ele não. Eu não estou coler. Eu não estou coler de Braia.
Eu estava com medo da bagagem de cedeu limite, de peso. E aí, pessoal bolsa. Se o pé estiver no meu corpo, eles não podem. Eu não vou passar. Eu dou limite de pé. Eu não vou pagar. A bagagem talvez, eu não. Aí ele estudou, ou ele coloca as camisetas, eu coloquei cinco camisetas que ele vo de uma vez, ou ele coloca o chinello em cima do tênis. E aí ele calçou o chinello. Aí eu não sei o que aconteceu, se ele dormiu, senão é que ele fosse um cidadão. Eu só quero saber o seguinte. Quando fosse explicar, é verdade que você perdeu o chinello. No cabinho que eu não bota, então... Fui, cara. A gente deu dois passos e entrou na vã e eu pedi o chilélo. É certeza que se um botou o chinello na mochila. Botei, cara. Tava lá. Não, não. Não, não. Não, não.… Não. Não, não. Não, não. Não. Não, Não. Não, Não. Não… não.
Eu acho que ela vai com o chineiro aberta, hein? Não, eu coloco o chineiro no bolsindo lá no chino. Você coloca a garrafinha da água ali, mas você viajei, você já fez assim, cara. Sempre, sempre, você acabou de churrar. Aonde você coloca a garrafinha da água? Porque ali é pra colocar a garrafinha da água, não o chineiro. Não, mas sempre funcionou. Sempre deu certo, eu conto, você quer de lá, então eu vi o chineiro amarelo aí, quiser mandar pra gente, manda em meio, eu tenho que vir em interesse. Eu acho que esse negócio de perdexinela é normal. É mais dano a avião que é um lugar sem que as coisas somem, né? Tem pinteiro. Mas o som da janela. Som da janela. Eu estava virando, cara, porque não gostou do chileiro que estava dando. Ah, mas o que é isso, cara? Acho que perdeu o chileiro. Aí Igor foi para a praia de tênis e e meia, cara.
Entrou lá no Teve Mênio de Chineira. A gente vem de compra do meu pai. A gente tá aí no Teve Mênio de Chineira. Vai de mim. Chegou na piscina lá, o pessoal do hotel. A gente teve que chamar a atenção dele, que ele tá de Teve, né? Dentro do Teve Mênio. Ele vai lá, que ela não tem Chineira. Ele vai lá, mano. Não pode andar em Chineira também, desplama. Aí tem que sair. Aí tem que sair. Aí, vamos pra pelo aqui. Só vechame. Só vechame. Só vechame. Eu vou falar com a gente, eu vou ver daí pra vocês. É ainda bem que a gente não bateu aquela meta lá do viagem com o novo. E você deixou a minha aburra? Eu ia puta merda, não acredito que eu peguei essa chance. É uma história antiga. Conte essa história antes. Essa história é a gente que eu condena aqui, mas vale a pergunta de novo. Uma vez, nós estamos no evento incuritiva. E aí, o pessoal, né, cada um no seu quartinho, poupipipopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopopop
E aí, conta, a gente descobriu os quartos onde estavam, pessoal, ali. E era uma evento de internet. Então, o evento começava de manhãzinha, já estava a gente palestrando. E aí, a gente descobriu o quarto do nos cara lá, um brother-noss, que é muito mala, e aí, é muito saca. Chato no Twitter, não tem conta verificar nem nada. Eu não vou contar. Não, fala pra o Nissen. Fala pra o rouba, Daniel. Ah, tá. E aí, a gente falou assim, bom, vamos lá, né? Aí, eu descobriu o quarto dele. Só que qualquer grande jogado. No primeiro dia de evento, de manhãzinha, ouedo na manhã, o governador do estado certo, E a Braian, e a fazer um visito no evento, né? E aí, esse cara gosta muito política, e aí que acontece, eu descobri o número do quadrilo. E aí eu peguei o telefone, armazônio, e hora da noite e... e a gente já tá beba do beba. Mas ele interfonei. Seu oré...
Eu peguei o telefone, não. O hotel está por ser ligado em outros quartos. Você tem que saber o nome do quarto, o nome do carro, liguei lá e fiz um foge de funcionar de até o que? Como é que é a tua manhã? Não, mas agora o bairro vai cortar no dedo. Aqui é da Organização do evento e amanhã o governador vai estar presente e um fulano de tal, o carregor do invador do invador do invador… E beleza, aí o senhor tem que estar presente lá, séque da manhã. E faz ninguém, cacacar rindo, cara. E aí a gente virou a madrugada do bebê, porque antes por nosso painel, a gente ia só pular. Mas o painel é oito da noite, então o amanhecer é o bebê. Seis da manhã a gente vai por café, tomar café, a gente vai fazer o ano amanhã, beba, chega lá, ta o ferro lá sentado. Mas o book ligado, editando um porpo de dele, porque ele ia participar e abrir o painel por governador. Ele acreditou e vai agora, se ele abrou por governador, não se você está sabendo.
E aí, aí a gente repetiu isso em vários momentos. E aí, em Curitiba, tem a história do Xe salado do Ivo Neum. Ah, sim, isso é boa. Eu descobriu o quarto que o Ivo Neum montava e aí, o todo mundo louco, a gente tinha chegado a barbebo, eu peguei, não vou dormir sem dar uma, né? Não vou te dar, o Ivo Neum, não vou te dar uma zoada. Sem dar uma zoada, né? Aí peguei, eu ter fã ligante. Se eu nome dele, né, que não é Ivo Neum, né? Se eu não é Ivo Neum, né? Se eu não é Ivo Neum, né? Do quarto XXX? Não, porque agora você não está fazendo sucar? Não, porque o Curitivo não tem sucar. Ele é ivo nele, mas do quarto não sei se é que faz isso. É leite quente, né? Só contém. A do quarto é tal. Então a gente está ligando aqui da cozinha e pode dizer que o seu X salada e sua coisa cuarta está já está sendo entregada. Ele é lá, não, mano. Não pedi salada. Não, senhor, ele é um maro, a coca está. Acho que é. Quarta, tal, nome e tal. O senhor é o Fulão de tal, eu falei o nome do seu blano dele verdadeiro, né? Porque ele não é ivo nele, o meu nome dele.
Ele é só, então tá aqui um pedido feito, aí eu dei tipo as dez e quarenta e cinco x salada, é uma cor agola. Não, eu não fiz e pedido, ela não vou aceitar, vai aceitar. E aí eu deu a ingressada, foi não, se eu vai aceitar as normas do hotel, quem fez o pedido, tem pelo menos recebei assinal. Eu não vou não, ele diz igual. Eu esperei, não sou ele liguei, não, se eu ele vou nela, algo que eu estou chegando aí, com o x salada, eu vou dar uma... Então, Mano Cur, se tu não apude, eu não pidi porra nenhuma. Se você puder, não, senhor, ele não não adianta. Aí eu fui, cara. Não adianta se eu ficar estressado, se eu ervar e pagar, já tá aqui na tua conta, se eu ver ser proibido de... E aí, eu sei o que, aí, eu falei, cara, aí foi, foi, foi aí, tipo, depois de um tempo, eu firai batir na porta dele, eu já esperei, ele sai o louco. Aí, ele sai, aí, eu apriu assim com tudo, de... Só de tássio. Quer, percebeu que ela falou? Não, vamos beber ele no quarto, né? Não, os cartes me enxeram o saco aqui, que eu pedi uns de salário, vou vazar daqui e tal, ele sai, aí, ele sai, aí, mas ali, ganhei uns três, quatro...
O meu quarto é o meu quarto, meu quarto. Cara, o vídeo Black Lady em hotel deve custar tipo o 800 reais. Mas sabe por que? Porque no final das contas, a galera não está acostumada que o telefone do hotel toque. Não, não está esperando. Não, o telefone do hotel toque. E o cara que está no hotel, a credita é que só recepção pode ligar no telefone do hotel. É, caro não tem no hotel. Você está tocando recepção, ninguém vai se ligar pra cá. Então tem um jeito de outro apartamento, ligar a porta pra tá. O que que eu descobri, isso é uma dica boa, viu? E o número 8. Oito que? Botou oito, o número do portamento. Você está falando? Geralmente isso, cara. Geralmente. É que eu trabalhei no qual, sem interagente configurava coisa de... Não, a gente é uma serrista. Ah, pode ser, não é? É que a gente usa o oito. Não sei. O oito que você está falando. Se tiver um grande risco do sul, pode ser que eu tenho instalado o seu ramal de hotel, aperta o oito e tem um.
Tem uma outra pegadinha de hotel. Ah, pegadinha de hotel. Porque eu fiz uns snaps a um tempo atrás e eu aconselho muito o que é a pegadinha de hotel. É você assustar a camareira. Ah, sim. Porque pense que a camareira lá limpa 204 por dia. E é sempre uma coisa? É um trabalho monotrô. É um trabalho monotrô, sempre mesmo bom, mesmo coisa. Pá pegar coecas no chão, no fulano, jogar na cama, bava, bava, pegar, fazer a caminha, não sei o que é, sempre Commissionado Saco. E aí, esse pessoal é carente de conversa com outros camaréis, porque não tem papo. Não, porque sempre mesmo trabalha ouça, mas não tem papo. Então você tem que dar... Comversas, para essa galera se encontrar um corredor, tem algum papo para conversar. O grupo desape dele é bombar. Exatamente. O camareras do... O camarero... As impregnates. As impregnates do lado. Então, você tem que ir uma coisa que eu desenvolvi durante os anos, o que é ajudar as camareiras com o assunto. Então, toda vez que eu vou sair do quarto.
Antes da camareira entrar, obviamente, né? Que eu vou sair lá pela 10 da manhã que a camareira entra mais ou menos, né? Se eu vou sair antes disso, o que que eu faço? Eu pego algum objeto, dentro o quarto. Deixe a cama arrumadinha britinha e eu boto esse objeto embaixo da cama. Com só com a cabecina e fora como se fosse uma pessoa que me derrubou comigo. Embaixo da coberta. Então parece que o cara que estava naquele quarto durmiu abraçado com aquela negócio. Pode ser o que, uma abajura. Pode ser o instinto de incêndio, é uma boa isso aí. Não pode ser até a televisão, mas eu botei até a televisão. Não, mas a televisão de tudo quase. Não, uma plana. Botei lá, viu, lembra. Então parece na cabecina, a cabecina, ela vai achar que você dormiu de conchinha com objeto.
A gente se apresou, ela está muito carente, isso acontece em casa. O parada que fiz na tal agora foi quando a gente saiu do quarto, por fazer o check out, eu coloquei um papel hygienico dentro do cofre. E tranquei. Trinquei o cofre. Trinquei o cofre e deixei o papel hygienico lá. Fale. É ético roubar para a peja genia que está bonita de uma. Não, quando você começa a fracadro. É ético roubar, não está errado. O papel genio está ali. Por exemplo, se eu cagar... O fôsico é o perro. E você pode levar para o perro. E vou gastar ele, certo? Se eu não gastar ele... Se eu não gasto ele... Ele vai se chegar no for, porque os caros não vão deixar. Não, não vai ser, não vai ser. O que que são os caros? O que é? Você corta um período antes e faz uma dobrinha, tá? Não, cara, o papel genio é novo. Não vai, é engraçado.
Acho que não é exerável. Para trás, dá aí, jogam fora. Não, acho que é a mais. Não, não, não, não. É só para o banheiro do outro banheiro. Não, mas o funcionário do teu... Você parte do pressuposto que eu coloquei um papel ali, é por... Ó, os pedios lá. Se eu cagar ou não, é problema meu. Então o que eu não usei de papel jeio, eu posso levar para casa? Claro que não. Por exemplo, vou usar o i3, então vamos ver. Ó, eu e vez... Ó, caguei, três vezes. Então, eu me usar 50 mf jeio. Não sei, eu não vou te botar. Vai tocar lá. Eu vou se inclusive. E aí, então, beleza, eu acho que eles sejam em mesmo tempo. Não, cada menos, coloca, pica, pica, pica… pica
E se ao invés de usar esse papel gênico, eu to uma boi. E aí eu economizei esse 10 metros. É ético, eu retirasse 10 metros de papel gênico, vai embora. Não, cara. Mas ele é meu. Não, cara. Não é silca. Olha, Olha, Olha… olha Eu vou utilizar meu podcast, meu cobrinho. Eu estou falando porque eu falo que eu não sei o que eu fiz. Eu não sei o que eu fiz. Eu não sei o que eu fiz. Eu não sei o que eu fiz. Eu não sei o que eu fiz. Eu não sei o que eu fiz. Eu não sei o que eu fiz. Eu não sei o que eu fiz. Eu não sei o que eu fiz. Eu não sei o que eu fiz. Eu não sei o que eu fiz. Eu não sei o que eu fiz. Eu não sei o que eu fiz. Eu não sei o que eu fiz. Eu não sei o que eu fiz. Eu não sei o que eu fiz. Eu não sei o que eu fiz. Eu não sei o que eu fiz. Eu não sei o que eu fiz. Eu não sei o que eu fiz. Eu não sei o que eu fiz. Eu não sei o que eu fiz. Eu não sei o que eu fiz. Eu não sei o que eu fiz. Eu não sei o que eu fiz. Eu não sei o que
O papaijeiro já foi preparado, ele só tinha uma dobrinha. Mas não, não. Você conversa com vocês ainda. O papaijeiro tinha uma dobrinha, tipo um aviãozinho, um biquinho assim, na ponta. Eu acho que isso era só ver se tu usou aquele rolo. Então, porque se tu usou aquele rolo, eles vão botar fora. Não, porque se ele tá com a dobrinha, de repente o papaijeio que se usou, outra pessoa já tava usando antes e usou pouco. E aí ele pega e faz essa dobrinha pra marcar. Mas pra não saber que vai ficar. Mas pra marcar o momento que outro óspo de... Eu acho que outro óspo de limpoco até aqui. É, não, não, isso é isso que é da... Não, vai sentir, os caros vão falar. Vai ter alguém que tá trabalhando. Vai ter alguém que tá trabalhando. Vai ter alguém que tá trabalhando. Vai ter alguém que tá trabalhando. Vai ter alguém que tá trabalhando. Vai ter alguém que tá trabalhando. Vai ter alguém que tá trabalhando. Vai ter alguém que tá trabalhando. Vai ter alguém que tá trabalhando. Vai ter alguém que tá trabalhando. Vai ter alguém que tá trabalhando. Vai ter alguém que tá trabalhando. Vai ter alguém que tá trabalhando. Vai ter alguém que tá trabalhando. Vai ter alguém que tá trabalhando. Vai ter alguém que tá trabalhando. Vai ter alguém que tá trabalhando. Vai ter alguém que tá trabalhando. Vai ter alguém que tá trabalhando. Vai ter alguém que tá trabalhando. Vai ter alguém que tá trabalhando. Vai ter alguém que tá trabalhando. Vai ter alguém que tá trabalhando. Vai ter alguém que tá trabalhando. Vai ter alguém que tá trabalhando. Vai ter alguém que tá trabalhando. Vai ter alguém que tá
Vale, descuare, não vem, não adicude, porque é um bem de logo agora. O papel gênico, a controvência, só pelo seu... O papel arrasado, se você se enlíbe, pode roubar. Sim, claro. Não, se for reutilizável, não é ético, roubar. Caralho, eu dei vocês. Não, eu dei um no hit de... A gente está há 10 minutos com... É, que eu tenho no roubar, mas discutindo uma coisa, que é muito óbvio, que é rada. Não, não é óbvio, é que está. É um caso, é isso, o cara nunca foi no hotel e ele vai se deparar com uma pégia, não vai pensar se ela colar vim bora ou... E o sabor neetinho no hotel. E o sabor neetinho? Caralho, mano, se você não tem dinheiro pra comer... O que você está fazendo no hotel? Vai ver, não. Continuar, olha em dago, se o cara tiver com os interior, não seria ético e moral ele levar o papel de hotel, caso deu uma dor de barriga a um lugar pra ele. Então foi o que vai rir no hotel. Não posso?
Então o problema é o parrô de parrô de emergência. É uma situação de emergência, daí você pode tudo. Ah, então a emergência que faz um hidro. Você pode limpar o cunho com o cunho e sol. É uma situação de emergência. E você pode pegar uma criança, ó, os pedir limpar com ela, budo. E o sabonete. O seu bonete e o Luide, a mesma rega que você aplica por uma coisa, aplica para o outro. Você não vai falar do seu bonete, quer aí ser usar um pouquinho só, significa eu posso ler. Mas se eu não usar, cada para o paguem é uma... Vale, eu estou achando. O seu bonete é o negócio que você passa no teu corpo. Se você não usar, se você deixar em relação, você passou, você não vai deixar. Não vai deixar um pouco outro, óspoque. É porque é o seu bonete, é o trânsito. Eu quero de toda a gente, eu vou só para a gente ler o botão, os seus paguem que ele podia. Pelo que você é assim, de vocês, eu não posso enxergar.
O que eu tenho na minha barra, o que eu não sei, é a água da água do hotel e ele vai me pegar, eu estou roubando ao que eu não sei, e a água está ali para o seu lado. Se eu der GVD, as vezes eu não posso conversar com uma porta. Porque não é possível. Que é um animal que está conversando com a gente. Mas eu não posso ser humano. Não, não. Eu acho que o meu grupo percebe isso. Não, mas isso aí o debate vai entrar na internet e vai ganhar as redes sociais. Você pariu seu próprio pau, é você roubar ir para a peijinha que eu dou até o outro. Pode fazer essa pergunta, vai ser assim, não vai te falar uma coisa, eu conheci um cara. Que comia, paga. Que ele roubava para a gente no trabalho. Caramba, aí é fora. Todo dia era uma multinacional, todo dia ele ia cagar de mochila, cagando de mochila. E pegava para a paga e gênero, corrou, todo dia ele tinha para a paga e corrou. Você não pode confiar em que cara de mochila e que em cara de jaquista. Você não pode confiar. E de jaquista também, cara. Porque o cara é motorboile, ele tem que caralhar. Porque a jaqueta tem muito gosto, cara. Ele pode pegar para a paga e gênero que enfiando gosto.
Eu não tinha que ir no cu. É o papel de ele que eu peguei pra ele. Então, esse cara pegava o papel de ele que tava... Você tava contando essa história? Eu lembrei de uma história aqui que eu acho que é a maior fanfique da minha vida. Qual? Essa cara fanfique real. Eu juro porque eu tava lá. Ah, eu tava lá. Mas é uma história que eu não nem conto de tão absurda que ela é e eu não acreditaria se eu escutar. Eu já deia de te contar, eu já deia de te contar, já. Uma vez eu fui fazer uma palestra, eu estou tendo um lembrar onde é esse filho. Eu lembro que na época eu estava tendo um falo contigo, eu não conseguia porque era um lugar que tu pousava na uma capital, pegava um ontem... E eu estava no Rio de Janeiro. Então eu fui para o Rio de Janeiro, fui para três laguas, que é uma cidade do interior do Rio de Janeiro e cara na estrada não tinha... Sinal, não tinha nada, eu não estava conseguindo conversar com ninguém aqui do KG. E aí voltava de madrugada para ficar no Rio de Janeiro mais uma hora e pegar o avião.
Para mais uma hora no hotel e depois ir para o ponto para pegar o avião para ir para a Recife. Ou seja, rolê. Era um rolê, tipo, absurdo em 24 horas, assim, no negócio triste. É uma aventura. É uma aventura. Aí, beleza. Todo ano, rolê, fiz a palhaço entre entre estras, lagos, voltei, chegue no hotel, de madrugada, quando rolê. O relógio, eu falei, pós, só tenho uma hora para poder dormir. E o resto vai ser o trânsito até o aeroporto do Rio de Janeiro. Aí fica aí, sem entrar aquele debate moral. Será que vale a pena dormir? Ou será que vale a pena eu ficar contrar que sou? Cuxi lá, vou ficar mais estragado depois ou não, né? Sei que tá aquele debate moral. E aí eu cheguei a conclusão que eu tava com fome. Ah, e aí? Não dá pra dormir com fome, é apecado. Tá com fome. E eu não tinha cobinado de inteiro. E uma menina entre eslagosas me deu de presente uma um pote de nutela. Que feliz. Porque eu tuitei assim, leve em chocolate pra vim. E aí me levou um pote de nutela. Não, me toi no chocolate. Não, não é? Não é? Não é? Não é chambunitinho. Eu levou um pote de nutela, tá. E aí é a única coisa que eu tinha no hotel que não era paga, né? Porque eu vou abrir... Ah...
Só que abriu o frigobar, se apaga o 80reiro. Mas é maior, é só um ozinho que vem no frigobar? Sim, só que a luz que acendeu ele dentro do frigobar já é mil reais. Exatamente. E se achar o rosto de levar um papel pejeiro? A regra número um de hotel, inclusive, é nunca a brilho do frigobar. Porque vai que dá vontade de comer alguma coisa. Fricobar já é pequenininho daquele tamanho, que é para enganar as crianças. É verdade. É criança achar, olha lá, dentro do meu tamanho, já vai pegar as coisas. Acho que é brinquedo, né? Acho que é brinquedo. Então frigobar já é... Já é... é... é...… é Eu estou de graça. Então, eu erou, frigobar. Por que eu nunca teve um não-tel? Eu tenho muito novo, a gente aqui que nunca veio a Jô, nunca teve um anotel, e tudo mais. Você fica longe, bota um cadeado, não frigobar. E fica bem longe, porque isso aí é maior, maior golpe que existe hotel, é isso. E aí pra não usar o frigobar, eu falei, vou comer. A nutela da menina aqui, você vai ter um morinha aqui de espera, vou comer, isso aqui, pelo menos vai dar uma reforçada. É, só que não tinha colher, não tinha nada pra comer, você como é que você come?
No tela aconteceu não ter nada. Com o dedo. Com o dedo. A mão, lógico. É, comecei a começar aqui. Eu queria mudar e caralho na televisão. E minha mão tá atona cheia de chocolate. Fiz o que? Peguei o papel e gênero. Que do banheiro levei pra cama. E comecei a limpar minha mão com o papel e gênero. Se pensando no bem estar do outro, onde não suja o controle do outro. Exato, amê, entro. Vamos pegar o controle remoto, gente. É essa história pra esse peda de português, cara. É, na candidata. Se você se não acreditar, tudo bem, eu supero porque é normal. E aí o que eu fiz? Eu peguei e comecei a limpar o meu dedo, estava no davandar de canal, limparva a mão, comendo tela. E aí comecei a jogar o papel de no tela do lado da cama. Tive aberto, não tem nada, bom de madrugada também. A volta das horas, estamos dando de cama. A conversar é de engolões, meu tempo. Aí comecei a jogar o papel do lado da cama, pra cá, peguei pegando no sono, compartilhou no tela em cima da barriga. Peguei no sono, peguei no sono, paga, acordei, puta, estou atrasada, preciso. Caralho, não acredito.
Eu estou esperando, mas eu não tenho que verificar. Ele cagou no quarto inteiro. É um colegio de camarada. Ai o cara ficou indo pra mim, se eu cagou no quarto. Se eu não, se eu não, um animal. Cara, se eu cagou no quarto, falei não. Olha, o cara não está falando que se eu cagou no quarto, não. Mas eu vou estar cheirando para a gente e ele ficou o codo entre o quarto. Ali não, eu jocolate. Fala mais senhor. Você pode falar pra mim. Você me cagou. Caramba, cara. Eu acho que você vai se abrindo mesmo. Aí resumindo a história, eu tive que te subir com o cara até o quarto. E falar pra camarera que era chocolate que a manhã não queria chegar perto. A cheira porra. Porra, vai ir por cheira, vai ir pra gente, com senão, se não for te colar de um. Lâmbia, já pensou, lâmbia. Não, se podia falar assim ó, posso sem ir não, que é chocolate. Caralho, eu imagino minha vergonha. Por que merda. Minha vergonha, não, imagina a situação da camarera. Pior pra ela, verdade. Já teve que voltar no seu tel, depois disso, não, não. Até ouro. Cara, eu distinto que voltar é barato. Eu tenho uma história de hotel que é fanfique também, cara.
Que é a deado baio? Mas cara, eu tenho que dar dóra com a maneira. Mas eu achei que ela tava tipo um quiro de papel higêneico no telco. Ela achou que ela já deve ter visto coisa muito pior. Olha com certeza. Mas não achou assim nesse jeito. Não é espalhado. Eu tenho um instante do que o apelido dele é 5 ec. 5 ec. Porque uma vez eles se confundiram com aquele, sabe o negócio que tu bota na porta do hotel? Que diz entre por favor ele e meu quarto ou que diz no perturbed? Ele deixou virado, ele queria que não perturba-se e ele deixou entre por favor. E ele tava dormindo pelado na casa. E a cara vai entrar e ele está ao pé lá. E aí eu não sei como que eu só converso chegou no pessoal que estava fazendo meus motéros, era uma festa de finaio de anda de prensa, também, preso inteiro no hotel. E aí cara, ficaram chamando ele de 5h, que foi uma semana de ter. E aí vem que pegou até hoje, cara, ele disse que está lá, tem 40 anos, eu pio ele de 5h. Cara, eu não quero que meia, cara, eu não deslize o cara, eu não vou te dar a cara na etapa, eu tenho cara de... com o Paul Duro. O no próximo. Na cama, porra, porra.
Eu nunca vi isso foi em 2009, cara. Foi o Porto Carna-Rêid, de maior evento de internet, já aconteceu na internet. Eu estava lá e posso conferir uma série de trabalho. Eu estava lá, porra, foi um putevento. Foi tipo, se o primeiro grande evento que reuniu gente brasileira, era blogueiro do Brasileiro. Eu nunca tinha viajado, já vi ono na minha vida, nunca tinha saído do estado para a Ná. E aí, porra, vamos para a Recife e tal. E aí, acontece. Quer deixar bem claro que eu que no dia que eu não vi. Ah, ou seja, foi o parceiro. E aí... Lu Lu, quero jovem naquela época, não tinha nem encontro verificado, você até a ideia. E aí cara, o cara ligou pra mim e falou assim, você vem então, bip, bip, bip, bop, bop, só que a gente tá assim hotel, você ficar.
Eu vou... Fala, tudo bom. Como é que vou ficar? Vou dormir na aeroporta. Eu não tenho quarto pra você ficar sozinho. Fala, tudo bem, porra. Eu dormo com o quê? Eu estava a felizão, só queria se ir. Pô, bebé. Eu não sou fama, rouba. Eu estava no auge, não me é caixar. E aí você vai ficar curra, faz o eslonic. O eslonic está no Twitter até hoje, se ele é meu cúmplice. E aí eu vou ler, tudo bem. Aí cheguei, conheci ele, segui ele no Twitter, comecei a trocar a minha ideia. Fala, vou ficar no mesmo quarto, e tal. Só que eu fui achando, pelo jeito que o cara falou, eu fui achando que era um hotelzinho assim, tipo, É uma arquebrada lá em Rio de Janeiro. Cara, era o melhor hotel de Porte Galinha, na época, eram três melhores hoteles do Brasil. 18 estrelas. Cara, era inacreditável o negócio. Se o negócio era inacreditável, por isso é um palácio. Então, inacreditava que os funcionários não estavam acostumados a receber brasileiro. Não, eu não estou exagerando. Não, de fato de verdade. É verdade. O hotel é assim, era top, é assim, foda. Eu vou lembrar o nome desse hotel. É o hotel. É o hotel, piso mesmo. E aí, cara, a gente chegou lá, o quarto.
Vocês acham que o quarto desse hotel de Natal era grande, cara. O doeno hotel que a gente ficou. Era uma negócio na creditável. Era se era uma mistura de suíte com o hotel do... Sem cara. Eu não gostei da goitada. Era não ter como explicar. E aí a gente chegou e... Para completar, tinha uma puxerinha, o hotel ali que as ficava os osso, e ele por puxerinha, e a gente era a Black, que é a Black, que é o que ele chama de Alwin, tudo inclusive. Então tipo, você podia consumir tudo no hotel, tudo, absolutamente tudo, que era de graça. A tempo à puxerinha. E a Ia não ia, era de graça pra mim, quer dizer, o cara compra os pedagens, isso já vem em colôs. Mas pra mim, que era convidado, era tudo de graça.
Cara, a gente chegou em uma quarta-feira de noite e aí, cara, a gente... Vou beber, vamos beber, vamos beber, vamos aproveitar esse negócio, vamos beber... E cheina mochina de hôme pra p'ergê. Desce, cara, a gente chegou, só tomou a ducha e decimos de novo pra p'çar a gona lá pra beber. Bebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebebe O bartender já cheguei com o caipira, né? Falei no meu chameiro pelo novo, falei, meu consagrado, tá? Aí começou a trocar ideia, começou a falar, isso era uma zonze hora. Aí, meio à noite, não, isso era uma zonze hora, o bar fechava. E aí a gente tava lá pra pular e o shop e o shop e o cara falou assim, rapaz, tô cansada. E o botão tava vazio, só ia ter gente do evento ali.
Eu vou deixar chave do bar com vocês, 6 entra dentro do bar e fecha e fica bebendo a dentro, eu falei só pode ser brincadeira. Deixou o bar em minhas mãos. E foi dormir. A gente entrou a falar, mano, não é possível. Cara, o que a gente escrutizou? Tem vida, meu. Tem um computador que precisa achar, resgatar essa só. Eu abria a torneira de chope. E eu falava se eu vou botar um show, eu deixava ter nevasando. Eu estou sem copo, ela pegava o copo e ela me tornou de vazando. Aí eu colocava o copo em cheia, tomava um golinho. Aí os cantões, jogava na pia, pobre, não pôr, não pôr, de não pôr. Aí eu falava assim, ois, Luide, que é um show, ele era Luide. Aí ela pegava em cheio copo, deixou experimentar. Até quente, jogava no lixo. Eu acho que aqui de dia. Foi uns 200 litros de show, problema. É uns 200 mil reais de show, no que é isso. Show, Show, Show… show
Eu acho que eu não fiz isso. Eu falava, vou fazer igual o filme americano. A gente se apotou uns bancos, assim que é o chopeira alto, né? A gente colocou uns bancos, aí eu deitava, abri a boca, ele abriu todo o chope da minha boca. Aí a afelou, mano, não vou ficando no chope, você acolhe de pobre. Vamos ter xilado, cara. Eu acho que a gente detonou uma garrafa de balanetimes de 16 anos, só jogando na pia. Eu filho da puta. Nossa, agora eu vou fazer um drink. Eu vou fazer um Drake aqui, o homem que pra se tensa me vir, aí eu enxio o copão assim, tomava um golinho, ficou amérdida, jogava fora, aí eu pegava lá, vou enxer no meu copo, aí eu evi o meu copo, aí o gente enxio, o copo começava a cair pra fora, eu falava, óps, acho que saca aí no whisky, o que que eu faço, tem que ir para a divirar, cara, a gente desperdiçou umas três gavos, mas escutizou, pensou quantos pessoas na afira, queria ficar bebra, não pode, não pode ir, não pode ir, não é um de tal dondo bar agora, o dondo do bar, também, é meio de o dondo,
O Bruno do Bar, o Bruno do Bar, ele voltou umas três na manhã, o que usou a enxado. A gente tinha feito um regaça no bar de uma gente. O bom é que era aquele bar molhado. Mas molhado que é dentro da piscina. Ou seja, se você derrubar a brincar, não sabe porque está dentro da piscina. Não, esse não era na piscina. Ah, não era dentro da piscina. Não, esse era nosso saguão do hotel. Esse era o... Então ele que irão trabalhar depois de ir. Isso contiçou. Não, ele chegou e falou assim, então é um cheiro cachar, se você esbebe, e infraí-se, vai bebe e joga fora. Ah, beleza, isso foi no... Cara, a gente detonou. Foi dormir, tal, cacê, de ressaca. E aí eu lembro que nesse hotel, como era a Win, era todo frio. Aí teve o primeiro casamento para trocinar da história da blog esfera. A de ver quem? A de ver quem? A de Vindicain. Brogue? Brogue. Brogue, o Brogue casou nesse evento. Você tem ideia da grandiosidade.
E aí, o que acontece? O blog era grande, não é? É, somente eu. Somente eu. Somente eu, o islonique, era meu pai, ser de quarto, o cara do que blócolar, Andalitábit, uma menina que ganhou um sorteio e o casal de novos, cara, o blog, uma menina dele lá, que estava nesse hotel. Então só a gente ia procer minha preta. E aí, o que ficava, aí foi todos os blogueiros pra lá, ia ficar assim, precisando. Não, a gente ia procer minha preta. E aí, pra eles, a única coisa que tava pra beber era caipirinha, ou uma... Tá em pavôna lá. Eu fui mano, eu posso beber de chope, isso tá. Aí que eu fazia, eu ia lá, pra minha procerinha, pegava um... Eu não vou falar mais de um monte de doisco lá por cá, se eu quero quatro doisco, foi nosso homem, se eu não me pudim negar. Aí eu pegava e levava pra galera me ver o isque. Aí chegou maior que eu levei, aí eu comecei a ficar empolgado, aí que merda, cara. Aí eu comecei a ficar empolgado, esse cara falava, se eu não me lhe ir, não precisa, a gente não quer mal o isque, não, não me falava, então tá bom, então vou que você eu queque isso o isque, só, cara, eu vou lá, vou lá, vou lá, meu pé, aí eu comecei a lavar meu pé, que não me lhe iria me ver. Eu lajei, eu lajei, eu lajei, eu lajei, cara, eu estava com pé, porque era na beira, lá pra eu cheio de areia, de amobras.
Não pode, meu amor, entre aqui. Eu falei assim, alguém aqui já lavoou, peco um risco de 16 anos? As caras assim, como assim? Aí eu pegava e virava no meu pássaro. Tem um vídeo meu no YouTube que é o Cid me entrevistando. Gordon Edge, e me sigo a câmera. Eu gosto de um nerd e eu sidi que se pergunta se como é que é seu nome eu falo, Luide, Lu, Lu, Lu… Eu já estava lá hoje em dia, mas eu budei, eu estou descontruído. Eu até um vídeo me falo antes, eu cheguei no meu destino, me der um cartão do bolso família, eu não entendi direito. O escala é que, que coisa. O escala está viajando para lá, de graça. Não está pagando nada, bebida, vontade, não sei o que, não fala mal. Eu estou tecendo aquele hotel, eu fiz um stand-up, do lado do isco, para ter... Eu não sei se eu estava abafando, não estava fazendo vergonha. Eu era dois. Eu falei, eu vou pular o esco, deixei o meu consagrado, deixei o seu capírio.
Eu fui fazer caipirinha, derrubar a faca no meu pé. Não, eu tenho as quevas, eu perdi a emprego. Cara, foi um causa, olha. Eu que pobre, pobre, pobre. Pobre tem que nascer e morrer, pobre. E não pode ter a espereja de rico. É uma merda. É explicado porque o hotel saiu do top 3, melhor do Brasil. Não, eu espertei seguir. Dormi na piscina de bebra. Eu falei por cara assim, isso foi na quarta-feira, na quinta eu fui poupa, piscina. Eu cheguei por falar por garçom, assim, isso já foi no bar. É, assim, barmolhado. Eu falei assim, eu quero uma caipirinha de cá de sabor. Tudo bom, bom. Eu também, uma caipirinte, quer de sabor. Passou meia hora, eu estava dormindo na beira-picenta. Ou seja, quando você tem a possibilidade de fazer coisa no hotel que você não pode fazer na sua casa? Vira o outro mundo, né? Você pode fazer o que você quiser. Eu tenho uma teoria também. Sabe, finalizar e vai te pular casneta, tá ligado? A primeira do casneto brasileiro. Se tivesse no tela de graça, eu tenho uma teoria, por exemplo, que quando eu tenho hotel, eu tento fazer o máximo de barba possível. Porque daí eu sujo o manhã inteiro.
Na minha casa eu já mato, então eu faço tudo possível que é pra você, quando em paz, você não me tranquilo. Você agostou, sai molhar do banho, assim, molhar do banho. E do vivo, não está jogando, jogando, toalha molhar do ensino na canta. Ai, se ele liga, adoro, fã de jogar, então ele serve justamente pra isso. Ajustamente pra isso, pra você poder fazer coisas, não falar nada da casa. E rosto, você já ficou ir rosto. Não, rosto é uma merda, cara, eu já fiquei uma vez. Primeiro a vez que lhe disse um Paulo, você me contratar? Eu não rostei, não é o Pix. Eu fiquei num rostro. E é que é a vezuada ficar em rostro. Tinha um rato na cozinha do rostro. Tipo, se tivesse uns gringo eu e me uns um brother meu filho. O estresse não tivesse, cara. O estresse, obrigado a ter raio. Escalala. Não rato gringo, não rato. Eu acho que ele falava por de que, cara. Tinha que fazer blin. Então, o rostro tem rato e o rato tem nome. Se perguntava por dono do rostro, ah, deixa eu rapinho. Que tem nada, o Pixachu. Os dono aqui, os gringo eu queria intermar, puxapapa, né? Não estou lá do rato. E eu tinha medo desse puxapapa.
O que eu tenho? A Turmica Católica na cabeça de vergonha, não compreendo. E aqui lembra aquela vez que estava no hotel, que você ficou no mesmo quarto do amigo nosso que foi com a pizza? Ah, putecia aí, esse foi o fortaleza. Cara, todo evento de interesse eu dava merda, velho. Ah, que era o internal, entendeu? Eu quero apertubar daqui a vez. Cara, isso foi merda, cara. A gente foi no evento, já foi fortaleza. Aí ficamos entrei as pessoas no quarto. E aí, tinha um cara, que era muito transão, tinha um cara que era muito comilão. E tinha eu, só com 9.30 E aí o dia a gente estava... Esse amigo com o Milão chegou e ele se serviu de quarto. Eu falei, cara, vai devagar, que está fugindo. O cara não tem noção, que é uma mãe que estava com 70 reais. Primeiro de que chegou lá, eu não deixei um link do isque. Você estava no hotel? Tem essa foto, você estava junto, você estava de somba canção na capô. Você fez uma tutica no dia. E ele só de coé, cara, o que está, o que está me mano. E aí, cara, teve um dia, isso foi no último dia, na verdade.
O amigo transão, ele é o e aí, mas a gente tava bebendo, ele foi o primeiro, eu tava com o formo, eu vou pro quarto de ampeitas. Ele foi de ampeitas. Aí o ampeitas, eu pegou a menininha lá, falou eu vou pro quarto, vou fazer um sexo, eu fico em forno. Só que eu não sabia que ia ser aos meus, ao mesmo tempo. Como é no pizza e outro, eu ia pra o traseiro. Aí quando foi tipo uma 6 da manhã? Um traseiro do que o ampeitas, eu ia pra o jantar na menina. E aí o que eu cheio, eu abro a porta do quarto, é a seguinte cena. Na cama da perto da porta, mas próxima, que ficava... Eu dormi no meio, estava um menino, estava um gordo de cueca, com uma pizza na cabada em cima da barriga. A minha cama vazia e uma mina cavalgando, igual a uma amazona do filme da Maravilha, no amigo trazou.
Eu olhei assim, o amigo tronou, olhou por mim e me mandou um joia. Esse fês o like. Cara, é um fete extra, eu não vi na minha vida. É transar enquanto um gordo dorme com a pizza na barriga. Eu falei, caralho, eu voltei, te esperou, cara, tronho terminado. A temperatura de comé a pizza. Se eu fosse esperar o cara a temperatura de comé a pizza. Mas se fosse, acho que é a cena mais escroto que eu vi na minha vida. Estou os temas. Ai, cara, a censina de se beberou o caso. Esse rol, esse rol, esse rol. Bom, bons momentos onde eu sei lá, não era tão difundida. Não tinha, né? Foi, não era tão... Hoje em dia, entrar três cara lá fazendo um... E tá nos convivos no Instagram. Mas ele tá nos ap e no outro dia. E aí é só borrar a cara da menina e botar nos ípsos ós. Eu sou borrar a cara da pizza e...
Se adiantar pensando, cara, que é muito boa essa estratégia de fazer as camareras ter em papos sobre o óspoos. Sim, porque é um noto, não é chá, é tipo, tem um bloda que ele e eu viajar e ele trocava todos os quadros de lugar. Eu fiquei pensando isso, mas eu não tenho outros truques desse pra gente causar o bug, realmente não. O Budo, botar, tirar essa pra baixo, porque arte é incompreendida, ele todas maneiras. Escolta um quadro, ficar nesse pra baixo, ninguém vai reparar se você for. Depois de um ano, ele pede um mesmo quarto, vai estar do jeito que você vai deixar um riqueiro. Eu probando isso. O que tem outro nosso pedido que faz isso também e a campanilla deixa igual. Você pode levar um notebook, um cabalho HDMI e para o lugar na TV, deixar um descanso de deixar um vídeo.
Que mites a trevisões ligadas, se seja só aquela escura. E há algum momento, começa a fazer algumas imagens satânicas. Nossa, que coisa reira. Isso é o nível. Isso é muito bom, eu gostei de um curto. Já é, se você não centra. Essa viagem agora para matar, eu fiz uma boa, que eu sequer ver muda. Não, não. Não, não. Não, não. Vai para a polvação. Só contar para quem não vê essa história ainda, para quem Luide ainda não conta essa história. Você não sequer te ouça ainda aqui, e ele vê só uma bermuda. E aí, que iria uma camisa de só, gente, eu vou no lugar. O que é O que é O que é… o que E aí, cara, o que eu fiz? Eu fiquei usando o saber o mundo, todo tempo da viagem. Só que o que eu motei, é escondido na piscina, eu entro com a mesma vermuda. E aí, fudeu, né, bré? Subo e aí, fico com outra culpa, mas a calça tá aí lá. Não, tranquilo. Só que a gente me entro de sair, logo em seguida da piscina. E aí, eu peço em pude, eu vou ter que dar um jeito de ser caça a vermuda. E aí, obviamente, eu sei o que eu dou de cabelo do hotel. E aí, assim, em parte deu certo, porque a vermuda tá até... Não, não deu certo. Ela seca rápido. E só que a sua vermuda inventaram os botados do estrinho do lado que a gente tem sido.
E aí, cara? Eu sei que é bermuda, mas as duas ilestrias estavam molhadas aí. As listras eram de camurça. Que é a camurça, né? É a camurça. Só ver o três litros de água. Não entende muito bem, porque eles fazem suas coisas. E aí, que foi tudo certo, pessoal, não tem problema. Eu não tenho problema estar com os laterais molhados, porque a parte que importa que é a bunda onde eu boto minha carteira, a minha carteira de papel, então eu boto a carteira numa parte molhada da problema. E aí, o que eu fiz? Eu fiz tudo certo, deixei-se que a bunda fique com os laterais molhados. E aí o que eu não imaginava é que naída, pro bar da saída do hotel, pro bar, eu ia sentar no meio entre o Luide e o preto. Cara, botei a mão na minha caça molhada. Isso tá? Chote molhado, freio pra isso.
Ele falou que ele estava molhado, eu sei que ele se cadrou e falou que ela vai entrar e ele vai te dar uma motorista do meu patreio. O que? Você está molhado? Eu achei que o cara ele soltou na estrada. Eu e Luide, a gente teve que ter arrisado, cara. Porque o cara não toria sempre, ficou muito... Eu tava louco pra suar, velho, muito risco, gostou. E aí eu tinha que segurar, porra. O motorista, eu tinha meu gulhado, não precise sair do índice, não tá muito pouco do carro. A calça do ferro, no freche, fica uma limpa, uma lista, assim. O freche, que ele... Sabe quando você vai, você tá muito bem, budurjado e não tem mais controle pra balançar o pinto. E acaba molhando a própria calça. Exatamente. O freche tava assim, cara, parecia que ele tinha se me jade de camisco. Cara, eu me senti um bargrino de apartamento.
Eu não tinha que ter registro, mas podia ter criado um vlog, né? A gente foi para o crucial vídeo e todas as minhas roupas estavam sujas. Na noite, eu lhe avrei toda. Na noite, eu lhe avrei e passei a madrugada, se que era roupa no fogão. A imagem é seguinte, eu acordo de manhã cedo, todos os vidros do apartamento estão embaçados, no meu quarto tinha visto o embaçado, eu pensei que o que aconteceu nesse quarto, aí eu abri a porta do quarto e a sacada estava embaçada, eu fui no banheiro, os vidros do banheiro estão embaçados, pelo banheiro estão embaçados e aí eu comecei a procurar o Igor, porque a porta do quarto dele estava fechada, eu não entra no quarto dele, eu saí assim quando eu chego na cozinha, está o Igor na frente do fogão e todos os armários da cozinha tinham roupas penduradas.
O Boca do Boca do Tavaça é um ser queio funcionou. Acho que até um forno, o Tio de Vando, ligou o Forno, tá marcendo. Cara, ele é o Coro do Fôr, eu coloquei as breias. Não sei que é o que é o que é o Tavaça. O Igor tem uma mania. Que tudo que é de graça é aceita. Claro que é que a gente já contou a sua história aqui. Ter uma vez que a gente foi fazer uma ação aqui e veio umas águas, umas águas minerales, vem tipo assim, 5 anos de de água. E aí, você rolou ação dos igreos e ele nas águas ficou aí. O Igor, ele bebou água e quanto ele cabia no estômago dele? Mas de uma bem boa, quando eu estou muito caro. Não tenho que bebê água. Três vezes mais. Três vezes mais, só porque é de graça. A gente comprementava a tua mão, saia água. Eu estava indo pra outra forma. Eu estava esponja, tua mão.
Eu sou o pessoal de Tua Ideia de como o Igor, uma vez o flash deixou um compromisso de vitamina C em cima. Eu deixei lá dele para o flash. O flash eu falei que isso aqui, eu falei que vitamina C ele posso tomar. Então nada, isso aqui. Isso aqui, tá bom. Isso aqui, tá bom. Isso aqui, tá bom.… Isso aqui, tá bom Eu não sou o que eu sou, o que eu sou, o que eu sou… o Ai, eu não quero! No capacidade da vida! Nem sabe! Nem sabe! Acociste! Acociste! Se aqui tem! O que é a tape! Só porque é de graça, cara! Ai, não quero! Eu não quero! Eu não quero! Eu… não Eu sei que acordei o entranpecinho. Poxa, eu vou usar ele, eu vou fazer muito. Fala, eu vou elavar.
E ele tá pra muito... Cara, deixa eu baixar a moça, castal, um vídeo de bonas, e num prazo dele, cara. Aí, pra não final... O mundo está tudo certo, o mundo de rato, a gente fica ali. Vai no final e falar, não, pra ser muito, vai lá e lá, vou aportar, de trás. Só porque é de graça, cara, meu Deus, cê, eu não... Pô, ele vai pra aí, pra aí, pra aí, pra aí, pra aí. Aí o podcast já tá com uma hora. Igor, pra gente finalizar o podcast, vai ter um direito de resposta. Pinta a segunda, o que você falar vai ser mesmo. Deixa eu contar mais uma dele, né, o tempo. Eu não sabia que era um minuto. Ele chegou assim, eu cheguei meu freio de lá, meu. O que eu pedi? O meu garçom, eu vi um show, o garçom se viu um show. Aí, freio de novo, é um caipirinho. Aí o freio de fã se rapaz sabe que vai chover o manhã? Eu pergunto pra ver o que eu vou conversar com o garçom. O garçom, vejá. A previsão do tempo, por favor. Ele perguntou pra o pesão do tempo, o garçom, eu lembro de, rapaz, eu não sei. O fã... Eu sei, isso sabe, é a previsão do tempo, meu, eu sei assim. E rapaz, vai chover aí, Igor. Acho que vai chover, freio de freio. E como se o garçom fosse um clima tempo, tá ligado?
Ah, cara, a última moral, ele devia saber que você depende. Você depende do hidratante. Não, eu não vou falar nada, não está vendo. É verdade, eu não aguenta certo. A gente saiu da piscina, foi entre a toalha. A gente perguntou, o que é isso aqui, hidratante? Aí eu falei, eu fui passar um pouquinho também. A mulher e o chão meu braço. Tipo, não foi a gotinha, aquela joga. Eu fiquei lavado hidratante, enquanto eu passei, que eu achei que a gente pucou, que eu estou solar, que já aparece. O bagulho espalhou e o meu braço ficou todo chínico de 13. Ah, eu fui lá, você é um fantasma. Ah, eu fui lá, tá bom. Ah, então você é claramente errado, né? Ah, tudo isso está só ver se é o livro, a minha versão é a adaptação, o piscineiro. Ahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahah
O parado é o que é o problema. O próprio cidade parado é saco o cigarro. O parado de comprar o cigarro aí. Foi no hotel, no próprio cidade. O cara morou. O hotel da tua cidade mesmo. Mas nós somos conhecidos. Exatamente, você não precisa pagar com a viagem, só pagar com o hotel. Então, acho que o gente ficou aí com vontade dele. De no hotel, de passar hidratante, turma. E se tiver alguma maneira de bugar o pessoal do hotel, fala pra gente. A vissa gente, quer dizer, fazer um outro. É, é, é, fazer um outro. É, é, é, fazer um outro. É, é, é, fazer um outro. É, é, fazer um outro. É, é, fazer um outro. É, é, fazer um outro. é, fazer um outro. é, fazer um outro.… É,
O que é que derrependida ela conta que o dolo do hotel é o vídeo do Novo e ficou surpreso saber que eles eram de saltaresse. Olha só. Caramba, eu preciso pegar. Cara, eu troquei mensagem com ela. O seu cara é novo, o vídeo ele sabe. Ele vai ser... se ele tiver reticado, pode desvejar. Não, e é foda o hotel dele. Você não está nervoso, por favor, é bonito. Tem, eu queria lavar o pé com o isque dele, cara. E aí tipo, cara, diz que ela falou assim... O cara não vai mais convidar. Então, eu não sei como que parece que ele descolhe ela. Ah, sei de saltaresse. Eu não sei o que é o que é o que é… o que Eu sou o bachiroc e chegar ao 2 milhão e eu perguntei a... Esse é o único bachiroc que tem aqui. A xaixé é o nada do teago. O límite não estava aqui. Aí as meninas falaram, não tem outros porque o que é o que é o que é…
Eu quero ir contribuir com o projeto do Novo, não só no Novo, mas se eu fosse você, do Bicuda, o rebobinando, todos os podcasts aí da Red Não Salvo de Podicaches, a gente tem agora a possibilidade de contribuição pelo PPP, que é muito fácil. É a mais fácil que você. É muito fácil mesmo. O cadastro do PPP, ele pede o nome sobre o nome. E o test do cadastro depois. Então você baixa o apicativo do PPP, que muita gente já tem, já tá? É que uma mãe que uma amania aí, uma galera tem vários podicaches usando PPP, justamente para fazer isso. Eu não estou usando o pique peio na minha casa para transferir dinheiro para o meu namorado, porque não paga taxa para o pique. Exatamente, mas as experiências ficam pagatásticas. Esse paga até Uber. Sim, com o pique peio, faz muito com o pique. Dá para contar crédito no Xbox, nos negócios assim. Isso, eu não sabia. É muito fácil, cara. E mais uma das coisas que você pode fazer pelo pique peio que muitos gente até aplicativo, né? É o que contribui com o No Ouvo, então se você quiser contribuir por cura lá, não ouvo dentro do pique peio, porque o seu plano é mais fácil. Tem vários planos que até a melhor aí. E vai ser muito legal para a gente, e para você também, porque tem que contribuir.
O oceano site, né, não salve ponto com o .br, barra, esmola, lá tem todas as dicas de como usar o pp. Perfeito, Gosseco, muito obrigado a todos os noventes. Qualquer não, Luide achou o tal. Achei o atei é bonito. Ele tava mostrando nosso tal. Não, não, não. Faz propaganda, né? Ele chama gente. Ah, só se ele se apregou. Ele pode falar no meu dele. O briga aí ele é chama gente. Não então no nome dele ela não me mandou, ela só mandou assim. Ele é dono da porra toda aqui. E aí mandou. Ele tem contato, dono da porra toda. Obrigado anões, com salvo.