
Descrição
descrição original do feed
No aaaaaar o Não Ouvo #132! Só pra quem sabe cantar o hino do seu estado e reconhece que apesar de todos os seus defeitos, o lugar onde você nasceu É O MELHOR DO BRASIL, mesmo que seja o melhor em ser pior em alguma coisa... Bancada: Luide Hister, Braian Rizzo, Igor Seco e Fred Fagundes Edição: Daniel Bayer Capa: Braian Rizzo
Resumo
Com Luide na âncora, Braian Rizzo, Igor Seco e Fred Fagundes, o episódio é uma celebração do bairrismo brasileiro: o orgulho de cada um pelo lugar onde nasceu ou vive, defeitos incluídos. Antes disso, o papo comenta o amistoso em que o Brasil vence a Alemanha por 1 a 0 e a eterna questão de preferir vitória no futebol ou um país arrumado, além de um recado sobre contribuir com os podcasts da casa pelo PicPay.
Daí a bancada passa o mapa do país: os rituais do chimarrão e os cuidados com a cuia, o gaúcho espalhado por cidades do Mato Grosso, São Paulo como melhor cidade do Brasil (e do Nordeste, brinca alguém), Balneário Camboriú como cópia da cidade grande à beira-mar, a rivalidade de Pernambuco e Bahia no carnaval, Curitiba como Europa do Brasil, Brasília sem esquina, o orgulho carioca e os argentinos na praia.
No fim, o pedido para o público mandar e-mails de reclamação e fotos de chimarrão em lugares inesperados.
Destaques
- Brasil vence a Alemanha e a bancada compara futebol com problemas do país.
- Etiqueta do chimarrão: quem serve, quem passa a cuia, o que fazer com a erva.
- Discussão sobre ser a melhor cidade do Brasil em meio ao caos.
- Balneário Camboriú vira alvo por parecer uma São Paulo na praia.
- Explicação de como funciona Brasília e por que ela não tem esquina.
resumo e destaques escritos a partir da transcrição automática
Participantes
- Luide
- Braian Rizzo
- Igor Seco
- Fred Fagundes
Edição: Daniel BayerCapa: Braian Rizzo
créditos do feed original
Transcrição
54 trechos · 9.310 palavras
Transcrição automática, feita com o faster-whisper (modelo base). Pode conter erros: nomes, gírias e piadas internas costumam sair tortos. Na dúvida, vale o que está no áudio. Clique no horário de um trecho pra ouvir a partir dali.
Por isso, eu não sei o que eu disse.
Vites do Novo, tudo bem com vocês? Aquela Luide fazendo aquela pontinha de rosti, fazendo papel do William Bonner, aquele papel de âncord, aqui o Cid sempre deixa na minha responsabilidade, poderes estar aqui a responsabilidade dessa. É muito complexo, eu diria, porque não é fácil tocar essa bancada maravilhosa, composta a minha direita por ele. Frelfei, Gúndice. Fala, Luide. Sem gira dos anos 80, porque eu te quero. Olha, porque você tem um padrão, até o final do ano, uma meta, que é abrir o seu fôssefô com a gira dos anos 80. A última gira foi... Trick Trick, o roliman. Cara, mas existe tantas dicas em os anos 80. Mas a galera tem mais ajudando. As 18 anos 80, 30 anos, 10 anos, 10 anos de gira, bastante coisa. É uma deck de gira, bastante... Aconteceu de louco os anos 90, 90 anos 90, então voltando aí, cara. Eu voltou com tudo. Tá voltando com tudo, olha a tefrica já lançou a série de... De referência, tipo Stranger King, que desvelvi, eu não gostei. Não sei o quê, é uma bosta, quando eu tudo gostei. Olha só, eu vou encotar aqui na tefrica, porra mentira. A minha frente, Braian Rizzo. É isso, bom.
Tudo bom, Braian? Tudo bem, batou no chimarão e é isso aí para variar, não tem muita gente nenhuma nisso. E o adversário antes do dia. Vamos cantar para bem, Esco. O adversário é do Igor, tá galera? Tá, tá, tá. Ele vai cantar de vida. Seco. Fala meu povo. Eu juro que eu quero ouvir 4 anos, sem o meu gelador. Vindo para a noite de novo, já na boa, sem o gelador. Faz um pedido, hoje é até o aniversário. A sua provéu. Mas quanto é que você cortou o bolo? Faz assim, ó, você tem uma vela na sua frente. Uma velha também, acender na vela. E ela está em chamas, você precisa apagar essa velha, mas um pedido. Apagar velha em chamas. Vou fazer o pedido então. Querido Deus. Curio dedinho do Nima.
A prioridade. Você vê que no inversário dele ele pensa na nação. Ele pensa na nação, pensa no melhor do povo brasileiro. Cara, falar nisso, a gente está gravando esse novo aqui em cima da hora e rolou essa semana. A revanche histórica Brasil é leve, é muito bonito. Brasil ganhou de um a zero e Fred Fagundo, você... Eu vou estender a pergunta para os três que fazem aqui o Bicuda, nosso podcast Sport, Brasil venceu por um a zero e enquanto o Brasil vencia por um a zero, algum ministro do STV, FSTJ lá, Fazer alguma cagada, e aí o povo tava assim. O Brasil tá ganhando a Alemanha, mas olha só o que tá acontecendo em Brasil. Fraga de favorito, o que é mais importante? O gado alemanha ou o político ladrão saindo da cadeia? É, é, enquanto você grita gol, as pessoas te roubam, não é? É, é uma coisa toda. Mas é, cara, é assim, o Brasil forexa. Deixa a gente se ficar solto, deixa a luna ficar solto, né? Você tem um botão assim, ó.
O que vai fazer o Brasil é X, liberar o Lula e o A.S. e o Eduardo Coenho para sempre. O outro botão é o Brasil perde de 7 a 1 novamente para a gentina dessa vez. Todos os políticos corrupos vão preso. E o Brasil se torna o potência mundial, o que você prefere? Ah, o que eu prefiro ganhar cobrir o mundo. O Brasil é óbvio. Não é mais, é o que eu prefiro ter que mudar de gente. Mas para muito de ter o seu melhor cabidrete. É igual a uma vez que a pessoa reclamava investimentos em estádios, e arenas e hospitais, não tem nada. E alguém falou, eu nunca vi um professor. Fazer 2 gols no alivercando o final da Copa. Quando o professor isso é a qual é a educação. A qual é a educação? A qual é a educação? A qual é a educação? A qual é a educação? A qual é a educação? A qual é a educação? A qual é a educação? A qual é a educação? A qual é a educação? A qual é a educação? A qual é a educação? A qual é a educação? A qual é a educação? A qual é a educação? a educação? a educação?… A educ
Basica, que existe um tipo de risco igual que o mais gosto é um clássico, é quando o político fadoente. Quando o político fadoente para comentar é... Por que não foi no SUS? Por que não foi no SUS? Porque ele tem que tomar Albert Einstein, porque o prefeito não foi no SUS. Se o político quebrar o metatauro, se ele vai trabalhar, ele não vai. Não se reconeimar, fosse por SUS. É isso que você quer. Imagina que é absurdo, nem uma verpussusa, não tem qual pra mais. Só de selfie que a galera ia tirar com ele, ele ia negrosa. Tava fechar uma aula do hospital e foi proibido a selfie, tendo um e um e um e… Eu fui filho do Prefeito de Belo Horizonte, inclusive. Olha aí, um dos mais políticos que se envolvendo. É um dos mais conhecidos nessa área de cirurgia e tal. E veio um médico francês também. Eu fiquei sabendo que foi uma coisa nem mais. Você achou, olha, pontou no mapa do Brasil, se cair em Belo Horizonte. Sorte a dele, fui meu, recebeu, não consigo decidi.
Em qual lugar eu vou apelar meu dedo? Porque eu amo esse país. Nem marromo o Brasil, tem que amar o Nem Marte. Eu mito que você faz o seu car de pau. O Pau do Vitar vai cantar na Copa na Berto. Eu vi no meu WhatsApp. Vai, não recebi. A Lula tá jogando o Lula do Nem Marte. Pô, é ser foda. Ele quer fazer o seu de berto. E vai. Então, vai tá jogo. E dá um jogaço. E dá. Mas, galera, só a gente não tá aqui pra falar do Pau do Vitar. É bem que eu gostei. Eu gostei de ver a Pau do Vitar que cabeceando a Pau do Vitar. A pábola ou o pábola? Eu acho. Nesse caso eu ou porque eu fico com um escolhido. É o línic, era a línica. Cara, isso é foda, cara. Eu acho que a sua fase de show é a pábola do Vitar. Eu fico com o línica. Acabou o show, aí rebota a camisa, seleção brasileira, escrito pábola do Vitar e aí vira ou porque se não pode dar um problema ali porque vai ter que entrar a seleção feminina, daí se complica um pouco. Nas escolas, a pessoa, o menino que a camisa tem, mar, lembra que ele risco, o cerveu marca, ele risca, a gente vai ver. Que tá a seguri hoje, pelo amor de Deus, eu dá. Como é que tá a seguri hoje? Mas cara, o problema da pábola do pábola é que pábola...
É o nome que a gente cresce e sabe que é masculino. E aí você começar a pábulo. Sempre dá um bug no teu cérebro, meio que o segundo, milésimo, segundo antes, falar, você é só o tuô na frente. Entendeu? Não é merda na linha, porque aquilo que ele quer. Perferem-se a suferir a sua média pábola e vamos chamar de a pábola, desafiando a linha do Opartuguesa. Mas hoje, infelizmente voltando aqui, não é sobre pábola vital. A que linda criou? Sobrola palusa também. Olobalusa podia ser sobre olobalusa. Olobalusa. Olobalusa. Oloco, o que vai no chudo oloco nolobalusa, cara? É, é pelo top. É, pelo top. É, pelo top. É… pelo top. O que música ele quer é Luc Commission? Ele tem que ter uma música do... A pintura do Paulo Escobado, sério do... Ah, é verdade, foi em tempo. E eu foi o que é, de tu perto. Cara, isso é a patirar a camisa, colocar na cintura. Pidi um redbook, um vódic.
Com vóirega, meu. O óculos escuro, bom, né, virado pra trás. Eu acho o mais que pra evitar... O mais japonesa. Pra evitar ele tocar noola, palos no sábado, no final do semana seguinte, ele tá no Ferro A Groupe Quária de Ribeira Um Preta. Ah, eu sou cedo, né, cara? É, sou cedo. Você vê que o cara é cedo, você tá no Ferro A Groupe Quária. Isso é o última barreira da sou cedo. Olha só, o bossifando No Ouvo, a gente tem um recado rápido aqui pra você, porque é o seguinte. Você gosta do Novo, certo? Eu gosto. Você gosta do Novo, bom, bom, bom… bom O Penetra da Mancadade. Vou dar essa desde para você, o cara, que é ajudar todos os podcasts. Como é a contribuição? Como ele faz? É muito fácil. É muito fácil. Você aí com celular na mãozinha, abre o seu aplicativo de download, desaplicativos e procurou o PICPAY. O PICPAY.
Você vai lá procurar o Não Ouvo ou não salvo qualquer um dos dois, você vai nos encontrar e vai ser um assinante do Não Ouvo. E aí, quando ações simples de 5 reais com uma assinatura de 5 pila, o cara ajuda a todos por que. 5 pila o cara já ajuda. É muito barato, cara. É muito barato. É muito barato. É muito barato. E se ele for com alguma dúvida, é sua acessão site. chamado Não Salvo, Ponto do BR, que é um bom site. Não salvo Ponto do BR, barra esmola. Lada do explicadinho, olha, você contribuindo com o novo a partir de 5 reais. Você ajuda, como já disse, todos os podcasts da casa. Você participa do nosso grupo no Facebook exclusivo para ouvintes, onde a gente escute, debate, da risada, as pessoas me chingo, muito lá.
E também você, a partir de uma determinada contribuição, você recebe conteúdo exclusivo do Não Ouvo, que é a nossa newsletter semanal, tem dicas de filme, tem coluna sobre esporte, tem curiosidades, enfim, tem um monte de coisa lá que tá bem legal, então vale muito a pena, seu dinheiro, você com pouco, pouco dinheiro, porque isso você ajuda a podosfera do Brasil, seu lugar pior, porque só tem por de cashmere aqui. É, a gente tá falando aqui com você. Bacha aí o piquepeiro do seu celular, já aproveita aí, Eu sou o seu pai, o pai do Pondroide, o pai do Oce, o pai do Pondroide, o pai do Oce, o pai do Oce, o pai do Oce… o pai do O Tem algumas grandes cemias pointas.
Que tem todos os lugares mesmo, com o meu chão. De um comediante, tem a Coiabac que pediu CtQ, que é o CtQ, que é o CtQ abanos. Que era o Lua Ruda. CtQ, porque em Coiabac tem muito, tem muito. CtC, por que que que… Olha, um carioca. E o imatogrosso, que é um estado colonizado por gaúxos e paulistas, mas o caro-matogrosso é muito CTG. Tem cidade, tem cidade de imatogrosso, tipo o primeiro velho do leste, campo verde, em que a comunidade comprou a retransmissora de rádio. E tu ouve Rádio Gaúcha no carro, tá ligado? Caramba, que legal! E aí, tipo, é galera? É o petidor da Rádio Gaúcha, incoie-ba. Isso, então incoie-ba não. E que tá, que é coi-ba, tem a hoje, vamos lá em tanto. Mas dessas cidades que foram minores, foram acolonizadas no Lucas River, e tal, cara, tu ouve Rádio Gaúcha no carro.
Muito bem, tu é criança com o Sutaco, mas isso é um negócio especial. Eu baixou aplicativo da Band Rádio. Eu gosto de ouvir Rádio, eu tenho uma caixinha daquelas de JBL. E aí eu coloquei, eu fiquei sentando aplicativo do celular, você faz o brutula e a gente malar que era o Band Orlando, não é coisa assim? O Band Orlando. Rádio para os brasileiros que estão em Orlando. Vamos ver, vamos ver, que é a fetação do caralho, sabe? Cara, ele sai do Brasil, ele quer levar tudo da porra do Brasil. É só no que ele vai, o que? É, esse é deste panoio. Não, eu lembro que vai voltando, o cara vai para a porra do Orlando, ele quer comer comido brasileiro. Ele quer comer fijoado, ele quer escutar pagó, ele vai tomando seu cusne, que isso é escuto da porra, ele quer comer fijoado em segundo acesta, né? Que sério, aí escutar rádio brasileiro, as rádios brasileiras vão tocar música gringa porra, amiga. Liga na...
Eu sei lá que de Abdo de Rádio, que deve ter nos Estados Unidos, cara, que é fetação, velho. Ele saiu de barriso, não, tipo, sempre forçado americano, e gira essa cultura na casa dele. É um brasileiro, brasileiro, ele não consegue ter o gulho da cultura dele. O negócio do barriso, cara, o que mais me incomoda, assim, é... Pacho legal, o cara que mantém as tradições que gosta, tem o cara que gosta disso, tá, né? Mas tem uns caras que são muito dois, que tipo, em Brasília... Tá, tomando de marrom, tá ligado. Tá, caminhando com a rua, tomando de marrom. Ah, mas é difícil, cara. Cara, mas assim é muito exagerado. Eu não estou mais mais marrom, que no escritório tudo bem. Mas eu acho meio ridículo, cara, no mundo... Não, não, não, não. Tá marrom. Tá, me passeando, eu estou mais marrom. Eu estou pensando, Eu estou pensando, Eu estou pensando… eu estou pensando
Para receber uma visita em minas, você tem que fazer um banquete, tem que ter café, tem que ter que ir, tem que ter dois de leite, tem que ter muita coisa. Pô, isso que é melhor para mim, não é só. Isso que tomar aí, não cumprir o graça, não é só ficar para o chumarrão porra, que vai me cussar. É muito mais fácil, é porque todos os eventos sociais envolvam chumarrão que tá pronto, tudo faz, e todo mundo toma o mesmo. E aí, aqui em São Paulo, quando eu recebo uma visita, eu fico muito bugado, porque eu não sei o que eu faço para a pessoa. E tipo, quando eu vou sair para caminhar, vou num evento, alguma coisa, Minha tendência seria fazer no final de uma hora, e eu não faço porque eu não quero passar vergonha de todo mundo ficar me olhando me julgando como gás para rir. É, cara, eu fui com o baco. E por aqui mesmo no prédio, a gente tem a loja em baixo uma área social, ali que a gente desce a vezes para comprar alguma coisa, conversar com alguém e tal, e eu nunca desci como o final de uma hora, só tomo o final de uma hora. Para não ser julgado. Para não ser julgado e também para não puxar assunto com os gás, porque eu sei que tem outros gás. E aí eles gostam de conversar.
Fico que é o que eu não vou fazer. Sim, todo viárias tem colada, se não joga a erva do mar. Minha biura, mas o que a galera faz? A galera joga a erva mate na planta, tipo tem o canteiro de planta ali e o pessoal joga a erva na planta, porque é a erva do gargulho. Mas nunca tenham isso aqui, porque eu já vi o bralho, ele empanou com a gente, mas ele só joga na pia do bralho. E jogava, jogava, jogava no chão. Não, eu jogo no saco plástico, olha, olha, eu preocupa, o que tem, olha, olha, olha… Eu achava que o Brasil estava na pia. Porque ele lavava a boa da cuina, a pídeo, e ficava aquele semesco negocêndo, mas ele não ia mexendo aqui. Só que ele não destutura o excesso da era. Ela falou para o Palapeu, pôr! Estutura o tanto de erava da cuia, não saco plástico, mas aí ficam um pouco de erava, assim que lavava. E aí essa lavagem sai ali um líquido verde, que com o tempo deixa a pídeo ver o seu... E só para o saí desse assunto do Chimarrão, do falou, essa pôr igual maconha e tal. Tem, tem, tem, tem, tem os 3 jeitos para tomar chimarrão, né?
Não pode mexer na bomba, tem que passar com a mão direita, tomar trouxina, até até O meu fome, quando a gente é tomado as patriairas da família, ele serviu o chmarão e passava na roda sempre de dourário para as pessoas ele entomando. E aí se a pessoa ficava muito tempo conversando e não terminava de tomar, ele ficava putaço, ele falava que o chmarão na microfone passava com isso. O chimarrão é bebida em dígina, né? O primeiro gote é que você é o primeiro gote, você é cóspio, a primeira chupada. Você costa o primeiro chuma ronça não é igual. Por isso, o Jesus, o Itara, como é que estavam aqui, era bebê do do diabo. E aí os índios chupavam e cuspeam e falavam, um protor tireu de abo do Ximarrão agora, posso beber? Oi, dessa cadeia, gente, gente, gente… gente
Eu já vi muito os sofistas saindo na porrada, porque seu ficha de fora foi lá do escasse. E os cara de por sofistas geralmente iluta de juízes. E se vai brincar. Porque a sua seação é de você estar tipo, ah vou pegar o chequeadezinho aqui, pensei que é um abilô que tá ligado. E não mata leu na onda, tá ligado? Eu achei que isso era um ódio boa, se maconheira, se não sou a se não ouvindo um na tiruta. Mas sabe o que que é o problema do seu tatarinho? O problema do seu tatarinho? Na verdade, era um problema do su inteiro. É porque o tataravô... Vem da Polônia. Tudo bravo. Tudo bravo. Porque meu sonho quer arrupeu, eu sou decente. O carcete ou o bicho, você é um... Caramba, vai lá na Alemanha, dá uma de alemão, você vê. Não, não, não, não. Se não, eu vou pescutar, vou dar alemão. Não, porque a minha tradição é alemão. O cara nunca passou na polônia. O meu sonho é italiano. Nunca passou na flotera, com o Paraná, tradição que você tem, Roberto, vai no cu. Eu saquei italiano, o Paulista, cara, ele sacanhei muito ganhado.
O chute, tá, mas o polícia é barista pra caralhar também. É também. O Paulo Estana, né? O Paulo Estana vai falar mal do São Paulo pra te ver. Negócio do Paulo Estana é que a gente fico de achar, porque só tem gente de outro lugar. É de fato a melhor cidade do Brasil. São fato. Não é o melhor do mundo, né, cara? Não é o melhor do mundo, como diria o meu que é o Orson Paula, é a melhor cidade do Nordeste São Paulo, se é a melhor cidade do Brasil, é a mesma coisa, você pesar 500 quilos seus amigos pesar 600 e você comemorar o fato de ser o mais mágico. É, é tudo. Tipo, a gente tá tudo no na merda, sabe? O São Paulo é o melhor do mundo. Não, não é porque eu não finto a o que eu não falo. Eu não finto a o que eu não falo. Eu não finto a o que eu não finto a o que eu não finto a o que eu não finto a o que eu não finto a o que eu não finto a o que eu não finto a o que eu não finto a o que eu não finto a o que eu não finto a o que eu não finto a o que eu não finto a o que eu não finto
Natal, Gilgando Sou e Paraná é a minha merda. Você já experimentou ofender a cidade de São Paulo na frente do Policiano? Eu já, eu já, eu vou o Policiano, ele é esse sentindo tipo ele mora aqui, então ele fala, eu posso falar bom de São Paulo, mas que ele fala do pode? E você fica 50 horas no trânsito? Para falar pro cara, que trânsito do cara, ele fica bravo, cara. Fica, você revolta. Uma corria de São Paulo, quando eu reparei, cara. Até a conversão com amigos poliistas, é quem São Paulo tem tudo. Se eu quero comer comendo as chinesas, quadraminhas, não achar, um lugar aberto, pode ser lúmãs, pode ser longe. E tem coisa barata, coisa cara, quero uma... tem gente que paga cento com a de reza, uma pizza, né? Por isso tem pizza à cara, tem pizza mais barata. Mas cara, nada é original em São Paulo. Nada em São Paulo, tipo, só a tareré, tem um lugar lá que você vai comer, que é que é lá em São Paulo, né? Por isso, São Paulo, velho, tipo tem um barco que é muito foda, tem uns quatro igual.
Mas é que só um fala é muito historinha, e tem muita coisa, é muita gente, é muito historinha, é tipo assim, o que o Pro Lante São Paulo, a cidade gastronômica forte, mas com certeza falta originalidade, mas acho que é tudo meio pasteurizado, muito, a maioria dos bares, cara, você vai na vila madar? Vila, dá centra em dez barros, tudo igual. Tudo igual. Tudo igual, música igual, o shop está igual, a cerveja está em meu preço, o cardápio é igual. Você não diferencia eu, sinceramente, eu já fui em vários barros da Vila Madalha, eu ia mandar a pontar um que eu achei extraordinário. Não lembro. Isso eu pôr tem dois ou três lugares assim que eu realmente gosto de, que eu acho foda. Sabe de uma cidade imensa, eu não conheço um porcento sambal.
E ainda assim, cara, só se eu... Vem a melhor mão, estava aí, fim de semana. Ou vem um amigo onde se recomenda isso, Paulo. Onde você recomenda o bebê? Eu falo, eu não sei. Essa dá uma travada, eu tô passando por isso também. Eu não sei porque, cara. Ou lugar. É bom, mas daí é muito cara. Que os lugares, bons que eu fui, são muito caras. O lugar é barato e é um péssito. É um pessoa que encontra na cidade dele. É, encontra na cidade dele. Então, São Paulo tem uma dificuldade em mensagem de achar lugares que sejam honestos. Eu não acho ruim de pagar caro se o lugar foi realmente honesto. Isso é bom, se eu vi uma boa comida ou uma boa bebida. Mas isso que é difícil, é pagar caro e lugar na merda. O sal do meio termo. Parece a cidade turista. Tipo, Paulo Nero, Camburiu. Você está louco mesmo.
Cara, você quer encontrar um sué abano sempre a cuia ba? Você vai pra bonar e com burriu. Porra, o saltece vai pra bonar e com burriu. Mano, na sua ira. Para a laência, argentino, para a galá, cuia abano e chovei mineiro também tem. Proto. Proto. Sota, cara. Cara, eu fico raiva de quem vai pra bonar e com burriu, cara. Porque quem vai pra bonar e com burriu não gosta de praia? Não, não gosta. E não conheço o literal Santa Carila, cara. Que cara, tem muitos presses, tem muito melhor, cara. É igual que ele leva livro para ler na praia, né? Ou não guardem leu, não guardem praia. É, mas não é praia. Porque é nada mais incomodo que você lê na praia. Vou estar da abica, não diria. Vai te falar, seu cubo, vai ver Big Brother, porra. Você aí, meu, você fala, eu sou fista. Cara, ali, velho, se você cadê o esturfista do Tador de Jiu-Jitsu, pra dar uma atalhança, cara. Quanto pode dormir? Ah, você quer dormir? Então, vou que vai dar você, tá? Não, cara, não vou dar uma atalhança. Boa, galera, como eu vou, cara. E aí, tipo, você vai comprar um trai de intiborário, é oito reais. Sim, cara. Boa, velho. Não, isso é contar que é a primeira praia do mundo que não tem só, né?
É, é, por causa do... Os pôs do pôs do pôs do… Pôs O repuxo, tipo, a agachinha nos prédios. Não, igual destruí as estruturas, tudo vai ficar igual a audição. Cara, mas é muito bizarro assim, tipo, a última vez que eu fui em Banarcom, eu fui acho que em 2013. Cara, era duas da tarde, não tinha sombra, não tinha só na praia. Só do quarto dos prédios. Cara, não, uma cara, tipo, até onde eu sei o meu conceito de praia, é um lugar que eu vou pra praia, pra botar o penarei, pra ficar acabar rica de fora, cozinhando só, tomando cerveja, entra no mar, pra dar uma amigada. É pra isso que serve praia. Uma cagada, se for o caso, e a coisa de buraquila. A galera que eu burriu acê aí, é uma cagada, dependendo da praia eu respeito. Fom praia bonita, eu respeito. Pelo que se chega lá é prédio, praia, praia, praia, praia, praia. A galera dançou no balado na praia? Sim. Saiu. E aí tem que ir em negócio maravilhoso hoje em dia que é que é que é que a caixa de som. Quer essa compateria? Essa caixa de som do engenhar, essa desgraça. São que é um microfone? Um negócio de bomneiro, cara. É trânsito de carro de luxo.
Carlos de Luja, cara, vamos com as ferraras. Pobre agora. 4 horas na estrada, eu tenho ali. É verdade. Fila frente da praia ali. Pobre, calou do caralho. Pobre, não pode dar uma ferraria. Eu achava a massa quando eu ia para o meu eço, o grato eu adorava, que eu burri o cara. Todo o fronho de Antigo para lá. Todo do dia eu ia para o cara de graça, né? Eu ia alugar a casa e tal. Eu tinha o desfrio do Beto Carrero. Que merda! Eu passava o desfrio do Boa Era. Não, de cavalo. Não, de cavalo. Eu não tinha cotado nos banhistas, mas de cerebro. Não carro com o versível, eu vi o dede atrás, tá? Não, não, de cavalo. Eu vi um homem de fogo. Eu imagino de cavalo. Ah, isso é legal, mas não, mas não, mas não, mas não os carros conversíveis assim, tá ligado. Porque o maior parte de Camburu era o... A merda, era o Tia de Carrero, cara. Era o que o Baleno falou.
Caralho, que fé. Depois que eu vi, a última vez que fui para o bagniário-cambru, foi em 2013, já estava no lente São Paulo, depois eu falei, cara, eu estava lá para assim, meu, não faz sentido estar em bagniário-cambru, porque tem prédio, gosta de São Paulo, é caro e gosta de São Paulo e tem trânsito e gosta de São Paulo. E a praia é poluí, igual eu tinha ter. Eu me sinto em São Paulo, para quem vou andar 800 quilômetros para ir no lugar que me lembra de São Paulo. Verdade, cara, é verdade. Brasil, país de todos, é de todos, mesmo.
Espanhindo o assunto do barrismo, tem uma galera do Nordeste também, que eu que bate no peito e fala, eu sou daqui, e tal. Tem aí, perna bucana, foda. Perna bucana, baiano, baiano, o que se diz, na baia, tá além do Nordeste, tem uma baia. Tem uma baia que fala isso, tem uma baia. E é um puto estado mesmo, é grande papo, tá ligado. E o bairro é foda, bairro, baixa no peito, eu falo, não. O carnaval é daqui, nasceu aqui. E isso é coisa que o carnaval é legal falar, cara, porque a Bande, quando começou a transmitir ele carnaval de rua. Bande folhia? Bande folhia, né? Com o que eu estava vendo, uma esquita, cara. Eu estava vendo uma esquita. Eu estava vendo uma esquita. Eu até fui louco, né, cara. Que a Globo vinha com os discidos de Sãoba e a Bande começou a mostrar o carnaval de Salvador. Que é muito mais legal. Pois é. É muito mais legal de vir em casa.
Sim, sim, é bem assim. É mais legal, é mais legal. Não dá pra ser um cúlbago lá, é não, é bem. Saiu no soco, cara, os caras ficam tipo, encarando um igual, sabe tela de início do Street Fighter, antes da alcance? Sim. O fight? Porque os caras ficam assim, carane, os púlios, se mexendo. Os caras ficam pulando assim atrás do trio, cara, de repente, começando a porrada. E a cidadança, mas é sempre a dica. É sempre aquele clipe do Michael Jackson, que ele é o barramão contra o balão. Sim, sim. É uma faca que ele fica dançando. É, é muito bom, é exatamente. É, bírate. É, bírate. É, é, é. É a mesma coisa que acontece com aquela voica. Só que é muito mais gente, né? Porque nunca é só dois bigolos. Sim, é sempre um noveito. É sempre tipo 150 pessoas no espaço de dois metros quadrados. É, é. A gente tava a vida de cerveja aqui, é pouco tá batido também. É, muito... Cara, mas o perdão bucando ele é invocado também, né? Tipo, ele é o galucho do noite. É, até mais. E os cara tem uma rixa com...
Eu já contei que o cara tem rica meus assim de carnaval com o baiano. O cara de carnaval de Oninho é porque é o nosso carnaval que o Perno Boca é cultural, é cultura. É um frevo que é muito forte. Eu achei a contra o frevo né, velho. E aí no... O cara fica medindo para ver quem faz o maior carnaval. Agora o super da Boca, eu lembro que eu nunca esqueço disso. Uma vez que a gente tava lá e aí tava um amigo nosso Peshwreck. E aí pegou um Pauli Stano, que o Peshwreck o Pauli Stano, e um. Recifei-se, sei lá que você é assim, fala. O recipiente, que nasce, recebei o recebei. E aí, se começar a discutir, quente o pior trans do cara. Descutir o que a gente não vai ganhar não tem que entender assim, sabe o tipo, não, aqui Recife é foda, a gente tem o pior trans do universo. Aí o pecho é que fala, não, sompá-la, pior.
Que você calou, que eu fico com a torra parado do prasco. Eu fico seis, ó. Aqui tem dez acidente por dia, tem quisa e os caras ficam aí discutindo. Eu dou ente, né? Eu tive gripe, eu tive gripe dingue. Eu tive gripe dingue. E bateu no caso do barriso, hoje não pode ser um clássico do internet do... Tá frio aqui em São Paulo hoje, hein? Pô, tá. O que que acontece com o primeiro criativo? O Curitiba não é o que você não vê para o Curitiba. É o Curitiba não é? O Curitiba não é o que você não vê para o Curitiba não é? É o Curitiba não é? O Curitiba não é o Curitiba não é? O Curitiba não é o Curitiba não é? O Curitiba não é o Curitiba não é? O Curitiba não é o Curitiba não é? O Curitiba não é o Curitiba não é? O Curitiba não é o Curitiba não é? O Curitiba não é o Curitiba não é? O Curitiba não é o Curitiba não é? O Curitiba não é o Curitiba não é? O Curitiba não é o Curitiba não é? O Curitiba não é o Curitiba não é? O Curitiba não é o Curitiba não é? O Curitiba não é o Curitiba não é? O Curit
E o Paraná é esse não tem? Não, não tem. Não para a Nessa de Bom, para a Nessa é o estado sem cultura. Para a Nessa de cultura, eu falo, eu sou um par. Para a Ná não tem CPF, é essa é a verdade. Para lá foderar algum documento, eu não cozeria pra não ter esse mesmo. Que para a Ná é só camim, poção, palô. É a camim, para São Paulo, o camim poçuto, obrigado. É o camim para a Ná é a Camuriu. É pra cur usar aquela BR, a estrada da morte que chama, como é que a Ré Smith tem cur. Eu falei isso. Para lá, é por pau, ó, por exemplo, lá em Saltaire. Cara, tipo, a maior tercida é corintes. Olha, eu acho que a maior torcida do Paraná é a coríndia. E aí tipo, o que tem lá? Cetegê, centra da sessão de gaúcho. Sim. Aí os cara se vestem como gaúcho. Não, estou uma ternere. Ternere. É uma vida para a guaya, não é? É uma vida para a guaya. Só o chubarrão gelado. Aérba é diferente. Aérba é diferente e eles colocam limão na água. É mais uruguai, né?
Paraguai. Paraguai. O Uruguai toma um último ronplo, mas ele perdeu da cidade de um dia. Cara, eu queria crescer. Muito muito muito. Mas a cultura do Uruguai é diferente, ele tem uma cuia menor e uma terem um que é menor porque eles tomam sozinho, e eles não que partilham a sua mão do dia. É a cuia bombinha, quer dizer, é a erva, é a marga, pacacita. Mas o terrego gostoso, cara. Terrego gostoso. Eu não sei, cara, eu fico triste do Paraná, não entendi. Porra, filho, qual? Não, tipo assim, você fala assim, pô, mina de radinho. Aí os carja lembra de torresmo. De quim, de minas gerais. Eu achei que tinha uma lá um. Eu não tinha que ter uma lá um. Eu não tinha que ter uma lá um. Eu não tinha que ter uma lá um. Eu não tinha que ter uma lá um. Eu não tinha que ter uma lá um. Eu não tinha que ter uma lá um. Eu não tinha que ter uma lá um. Eu não tinha que ter uma lá um. Eu não tinha que ter uma lá um. Eu não tinha que ter uma lá um. Eu não tinha que ter uma lá um. Eu não tinha que ter uma lá um. Eu não tinha que ter uma lá um. Eu não tinha que ter uma lá um. Eu não tinha que ter uma lá um. Eu não tinha que ter uma lá um. Eu não tinha que ter uma lá um. Eu não tinha que ter uma lá um. Eu não tinha que ter uma lá um. Eu não tinha que ter uma lá um. Eu não tinha que ter uma lá um. Eu não tinha que ter uma lá um. Eu não tinha que ter uma lá um
A melhor coisa que o Lula fez foi revitalizar o contorno para a Nance, porque agora a gente tem... Ah, república de bonitiba. Então até pô, vamos para a nave o Moro, o ateir do Moro. Vamos lá ver a PF. Hoje é mais legal ir para a Curitiba ver o Moro e o Nujão de Botânico, aquele... Tinha outro dia de arame, né? É, é, é, é o cenário da... Ele te pendeu o Lula no Jarin Botânico. Pode ser um abraço, deixa a lula livre lá, mas dentro de botar... É velho, é um popular nas arras. Isso é a exposição, Lula. Coloca todos os leeletrólicos, sempre saídem de botar. Explode. Explode. Explode. É, tipo, a próxima é aro, a minha prática. A coisa bem, a sua coisa. Então, o palanão não tem, cara. Não, nada, tipo. Curitiba é a gente na do Brasil.
O Cristiano do Brasil, eu estou na Europa, entendeu? A gente não acha que é na América do Sul. O Cristiano, ele acha que ele pega o que tem de bom no Portugal. Ele pega o melhor no Portugal, ele tem lá também. Ele pega o melhor no espanhol, ele pega o melhor no espanhol, ele pega o melhor no espanhol, ele tem lá no espanhol, ele pega o melhor no espanhol, ele pega o melhor no espanhol, ele pega o melhor no espanhol, ele pega o melhor no espanhol, ele pega o melhor no espanhol, ele pega o melhor no espanhol, ele pega o melhor no espanhol, ele pega o melhor no espanhol, ele pega o melhor no espanhol, ele pega o melhor no espanhol, ele pega o melhor no espanhol, ele pega o melhor no espanhol, ele pega o melhor no espanhol, ele pega o melhor no espanhol, ele pega o melhor no espanhol, ele
Eu lembro de uma vez que o Starbanks se negou, abriu uma franquia em Curitiba Nossa, ficar muito puto, né? Como assim, né? Não precisa de Starbanks, é tudo puto, porque o Starbanks não foi pro Curitiba. Todas essas 300 moradores de Curitiba, estou revoltando. Porque eu tenho Starbanks. É foda cara. É foda, cara, mas já é a puto-stagem. Curitiba legal mesmo, cara. Eu não conheço mais, eu acho que fui falar. Eu fui umas três vezes pra lá e é muito legal. Especialmente no Inverno, tipo legal tu ir ficar dois dias embora, porque é muito frio. Sim, sim. Eu posso ir muito frio nem que fosse, não quero passar mais pra jogar. É, só frio. Não, só frio horrível. Então, eu vou dar um faca loura. Agora, vai, só a caloura é pior ainda. É, pior. Tu foi pra cuidar, já? Não, graças a Deus não. Cara, o Ia Baia Quente, uma ter uma cidade mais quente no Brasil.
Eu escolho a banda de Zuma ficar a brova comigo. Porque eu estou falando de outra cidade. É mais quente que a Porto Velho. Porto Velho e um rondônia, norte do país. Meu irmão. Estou falando de indecidade. Meu irmão, cara. É aquele calorúbido, tá ligado? Que você tom a banho. Você já sai suando do chuveirozinho, cara. É surreal, cara. Legal prazeria. É acusido que não tem como botar a broja elada. E isso, cara. E isso, isso. E o pessoal lá também tem bastante orgulho, assim, de ser de diferente ao Brasil, tá ligado. Porque é o rondônia, hein? Qual que é esteia em diferente ao? Nada. Não tem nada. É algo a gente. É a questão que não é o mundo bom do brasileiro. Ele fica tipo... Todas as regiões ficam falando que tem algo diferente, mas isso é igual que a gente. Não tem nada, não tem nada. O único lugar que tem algo diferente ou o outro é o Regro de Sou, meu grero. O grero é de querido. A mala merda, este barrão. É um lugar que as pessoas... O rastro é diferente também. O rastro no Regro de Sou. É complicado, né? É tipo... O explicar o baísmo, no galucho, assim... As coisas que se man... Conseguiram...
Avançar pelo Brasil, pelo CTG e tal. Tem muita coisa que é inconsciente. Tem muita coisa, o Inno. O Inno nascola. O Inno nascola. É o que é a gente que tava voando na escola. Eu cantava voando na escola. A gente antes começar a aula, a gente fica voando. O que é da quinta, eu acho que eu cantava voando do grande, voando do Brasil, cara. Mas isso não é daquilo, também tem, cara. Macanto no estado? No estado. Você sabe? É, não. Não, cara. Regaste, sabe? Ele é tudo para nós. Um bom de separar que vai ter o grime ou internet no libertadores, todo ano. Imagina só? Os dois do... Os menos casificados e tal. Mas tem os movimentos separatistas lá. Tem o sua, é o meu país. O sulito, tem o sulito. Tem o sulito. Tem o movimento separatista que diz São Paulo, da cidade São Paulo, que quer ser pro Estado. Tem o movimento que é dividir Matu Grosso em três. Tem que ter em Matu Grosso, mas que é do Sul.
Tem uma galera que faz um ponto de gosto do norte, porque é um ponto de gosto do meio, porque é um ponto de gosto muito grande ainda, mas eles querem que façam um ponto de gosto do norte e o baraco que ele rachar em 200, também, está do tapajoso, uma coisa que está do meio do baraco, barabara, chinga e chida, chida, chida… ch E fica na hora, cara. É só para ter mais cadeira de deputado federais. É, é que o que é isso, depois das as pessoas. Exatamente. O que é isso? O que é isso? O que é isso?… O Eu tive mais habitantes que nasceram o Brasil e do que de outros estados. O 2013, eu não sei. O que é o que é o Brasil? Tem 50 anos. Mais 50 anos. É um pouco mais de 50 anos. É só real, né, velho? Tipo, nascidos em Brasil e Brasileenses, mesmo foi só de 2013 que o que é o que é o que é… o
Não, foi que... Não, não, não. É de Curitinho. Curitinho, porque foi... Puta, era um ícone cotorado, parada. Essa era o merga de metrô fã. É verdade. É o que era de Brasília. Em Brasília tem ali, tem um sobradinho, que é a cidade de volta, tá quatinha, tá? São certezinhas. O Brasil é a Brasília, é a cidade política. O Instituto Federal. Ah, capital do Instituto Federal? Meu, é uma cidade panejada, é um alfa-vílio grandão, tá, ligado. Nossa, é um condominio... Eu não entendi esse lã de Brasília, não tem esquina. Que porra é essa? Tem esquina, é que Brasília, eu vou falar com todos os brasileiros quando se chega a Brasília e você faça hipórica. Legal o Brasil é né, o cara fazia uma que é o Brasil de uma avião né, é você, é? É, explique-se, você olha por cima realmente, tem ali o eixo monumental que onde estão os ministérios, o Congresso e as açúrias à norte, onde tem as quadras e as super quadras. Então não tem nome de rua e aí tudo é se paralisado, né, região. Tem setor de restaurantes, setor de motéis, setor de industrial, então eu tipo...
É dividido. E aí nessas quadras tem as quadras exidenciais que tem os prédios de 2, andar de 3, que tem as exidencias em cima e embaixo só comece. Farmácia sobre gerafas. Que isso brasilia velho, eu comecei. Que farmácia sobre gerafas. E aí tem o logo norte, logo sul, que é um pouco mais distante. É onde mora os encasso. E aí está a tétrica que só é volta, que eu te estei. Está com a tinga, sobradinho. O Gama. A esquina. A esquina. Não tem exatamente uma esquina, tá ligado? Existe a esquina mas tipo nessas quadras das as sujas anotes, o pessoal de Brasil pode me corrigir, normalmente tem uma quadra, uma quadra que eu falo de uma praça, é uma quadra de futebol, tá ligado?
Não, eu não tenho 200 mil quadros. Eu não contei de espolvidade. Mas eu nunca tive de espolvidade. Mas eu não contei de espolvidade. Mas eu não contei de espolvidade. Mas eu não contei de espolvidade. Mas eu não contei de espolvidade. Mas eu não contei de espolvidade. Mas eu não contei de espolvidade. Mas eu não contei de espolvidade. Mas eu não contei de espolvidade. Mas eu não contei de espolvidade. Mas eu não contei de espolvidade. Mas eu não contei de espolvidade. Mas eu não contei de espolvidade. Mas eu não contei de espolvidade. Mas eu não contei de espolvidade. Mas eu não contei de espolvidade. Mas eu não contei de espolvidade. Mas eu não contei de espolvidade. Mas eu não contei de esp
E aí bem, depois os museus, o Pral Deseste, e tal, ainda tem um constate cresceu, tem um sudoeste, agora estão construindo o Noroeste, que vão ser condomínios e tal, e ali tem comercio. Tem uma esquina, ali mais os alheinos, no eixo, o mundo mental não tem esquina, porque essa parte é dividida pela rodoviária. Cara, a senhora era um cara muito preocupado. Muito preocupado, mas é uma puta cidade. É uma pena que não tenha lanchanetes que não... Ele era supermercado, mas que não... Eu acho que faltam padarias que não... Brutéculos do... Brutéculos do... Brutéculos que não têm macumbas de esquina. Tem cruz, tem que falar com o frango com a fórol, com a fórol, com a fórol, tem que falar com a fórol... Não, não, não é que é trabalhado. Eu acho que esquina é fundamental em qualquer cidade, de primeiro mundo. Não tem puta. Não tem puta. Não tem muita coisa que tem que eu vou rodar a bolsa. Não, Não, Não… não
Eu morava e eu conheço. Eu conheci. Eu estava lá. Era linda. Não, mas a gente tinha umas três gurias que morava no que tinha de carregador de programa. O fumava na época, eu saí para fumar e tal e a guria estava esperando a carona. Ela pediu o esquerdo, começou a conversar. Eu tinha flagrado, tá ligado. Era o que eu trabalhei, eu fui trabalhar no GDF, não sei o que. E aí eu falei, o que tu faz, é faz tudo e tal e trabalho com uma companhia de luxo. E aí, voltem a encontrar uma olheta com a ideia dela, me explicou, cara. O deputado federal da vida. Vai para a Brasília na Terça e voltem na Quinta, certo? Então, cara, tem a dia o esquema dele. Desse no aeroporto pega o carro, busca a guria, dá uma, vai trabalhar, voto para o pós-pós-pós-…
O pessoal disse que o jovem não fuma mais, não, o jovem está de saco cheio de cigarro. Mas é que o jovem não está de saco cheio de tudo, não, o jovem só quer ficar na pôde do Twitter. Mas isso é porque ele está no meio de low e vape. Vem ver o cigarro eletrônico, o vaporizador. Cara, ela é essa negócio muito louca. Isso é muito legal, cara. O Peshwreck tem um. Tem. O Peshwreck, o sangue dele achar um cigarro eletrônico que você coloca no Kindle. Fumaí, ele é gente, mas pode pra baixo, então. O que não pode pra baixo? O sonho da vida dele. Brasil, país de todos, é de todos mesmo. Tem um lugar chamado Rio de Janeiro. Um lugar que volta em mês, está nos noticiais. E aí tinha um vídeo de um carioca falando assim, porque aqui no Rio, uma merda, mas a gente gosta, o Rio é foda.
Tomatino, né? Foi o cara de por si, só não é pra falar mal do rio. Pois o carioau, que ele é o mais afetado, né, cara? Quando você fala do Rio de Janeiro, o Paulista ele fica bravo, tá? O Paulista tem que trabalhar, não tem tento. Só que o Paulista, ele assume que São Paulo é o cidade de merda. Ele fala. Ele é o que São Paulo é o cidade de merda. Ele não deixa os outros falar. Mas São Paulo, o que eu contrario? Ele não é o cidade de merda. É, é o cidade de merda. É, o que São Paulo é o São Paulo é o cidade de merda, porque é muito grande. São Paulo tem umas palavras muito foda. Eu sou o Rio de Janeiro, tem uma coisa muito bonita. Eu fico por rio que eu fiquei lá na praia do Copacabane. Isso vai bem na Beramar ali. Cara, estão grandes a extensão da área. Você está ali perto mais da cidade, atrás do que se isolam do som. Então, é gostoso, é muito lugar fora.
E o cara, você volta, ali é um caso, pau que é brana e tal, e a gente passa em porra. E tiro, e arrastão. E tiro, hastão. É o carioca ele ama a cidade, então o camarada que fala assim, cara, pra cidade destas certas. Você tem que odiar a sua cidade. O polícia não que são balos funcional de 100%, mas o polícia lê tanto a cidade, cara, porque as coisas mesmo que funcionam. Agora o carioca é tudo lindo, tudo maravilhoso, e o dia anérea perfeito e tal, nos acaba... Pota torando, cara, uma série é bundonada, politicamente, tudo mais. Senta pessoas, boas, empolhadas perdidas, mas a gente tem o crescimento em toda. Tem um vídeo que o Crivella, que ele tava lá na rocinha lá. Crimes, é o cavase. Ocriveras, estamos aqui na rocinha. Não, ok, só faixado. Não vamos arrumar, a rocinha. Tô vendo essa faixada aqui, desses barracos? Não, vou tirar, vou trocar tudo. Tipo, caralho, velho. O seu doção, cara. O cara que passa ali na avenida, não sei o que? Creio, eu, que deixa eu uma avenida que liga a pabarra?
O cara que passa ali, olha, e vê que a Rossita bruxa, por preocupação dele, é deixar a frente da Rossia bonita, por burguesque, passa na carro, na venida, vai se foder. Criança, faixada, florida, para ter um rolê assim, né? Antes de você atravessar a ponte, para ir para ele de florelópolis, você passa por várias rovelas, que ficam dos dois lados da estrada. E os caras estavam fazendo um projeto para levantar o muro. Para o turista que chega se não vir que ele não for o velho do teu amor. É muito mais fácil. É muito fácil. Agora o Rio conseguiu elegear um prefeito que não gosta de caraváver. Tipo elegeu o Rio Grande do Sul, elegeu um governador que não gosta de beijar homens. Como que que ela fez lá do Rio Grande do Sul que os caraváver? Eu vou ser o Vamo Pília. Ah, se coisa me bora. Se eu tá vendo um vídeo do Baurista Saldanha. Sim.
E ele foi lá na Revolução, não. Na compadência. Na compadência do Marropinho. O cara ele achou que ele achei fantástico. O cara levanta a pôde uma campamento. E quando os caras com o cú de caixáça, a briga de facão... É o porte de armas brancas. É, permitida, é perigoso para carar. É permitido, alô. Sabe que já é do cara normado? O que você toma a facada no invito desse. É, eu gosto. Pai eu gostoso do mundo. Por quê? Ele estava lá do evento desse, troubou com cara e os cara não gostou. Não, meus parâmetros. O cara está invocado nesse... Meu, esse saca o apoiamento de arrupilha. O cara passou um dia vendendo coisa, salando e copas, que ele e essas coisas, fazendo o rastro, tomando o vinho. Aí chega um hora, o cara espalho, pega o facão aqui e já...
Ele está com aquela faca ali na cintura esperando o momento. A hora que ele vê a oportunidade ele passa a falar. E é legal que eles vão acabar, né? Tipo, os cara saem de grande das traje dobra, Braian, os cara saem de interior levando, os seus cavalo, os seus salami, os seus facão. Cara, tinha uns capiados lá que realmente os cara é capiados, é o mesmo assim, caipira, já cu do cítio mesmo assim, igual. E os cara lá, não, os cara levando, que lá porra e meio que no centro de portaleca. É, no Parque Faulpe. Caralho, cara, é que é isso aí agora, é isso aí. Esse cara vão pra Floripa, que é da onde baixou e Floripa, eu to no pau. Dos jurgitos? Dos e não tá dos jurgitos. Porra, mas caralho que isso acontece. Mas, por enquanto, gaúcho versus um surfista, que luta de jurgitos. É uma boa prega. Aúcho que ele vai fazer, man, eu fui desse atibar. Joga a coquente. Joga a coquente. Joga a coquente, não, não, não, não. O cantalho de... Mas o Argentina, o Argentina, na praia e a isso portava também, né cara? No mesmo conversando com o taxista, eu falei, como é que tal? Lá em Ferenópolis, como é que tal? O veraneio, e tal.
Muito agentindo, né? Foi bom, mas é bom pra vocês, né cara? Isso foi nunca, tá por que? Porque agentindo vem pra cá, do comércio, pro comércio, pro comércio, bom, pro comércio, o agentindo vai pra lá velho, eles vão de galera, então eles vão restaurar antes. Exavando a chonete, eles vão quebrar, eles levam comida, caralho, cozinha e o bicho bizarro, tomando chino na praia também. Isso é bem chinelro. O galôs também, mas o argentino que tomou mais, é um lugar quente e você tem um bagoleu, queite. Acho muito chinelro, sentindo. Tem que começar o tema, precisa de sancionar, ali em polimite no chino. Que cachorro é proibido, tem proibido chino na praia, tem proibido chino na praia também. Não, eu não vou na praia nunca mais, eu vou lá, eu vou sentar.
O que diziam os meus antepassados era que quando tomam o schmarron na praia, atualmente a temperatura interna do seu corpo e aí o ambiente, a temperatura externa, parece menor. Então faria algum sentido. Não se se faz na real. Não se faz, não se faz. Não se faz, não se faz. Não se faz, não se faz. Não se faz, não se faz. Não se faz, não se faz. Não se faz, não se faz. Não se faz, não se faz. Não se faz, não se faz. Não se faz, não se faz. Não se faz, não se faz. Não se faz, não se faz. Não se faz, não se faz. Não se faz, não se faz. Não se faz, não se faz. Não se faz, não se faz. Não se faz, não se faz. Não se faz, não se faz. Não se faz, não se faz. Não se faz. Não se faz, não se faz. Não se faz, não se faz. Não
E Igor sabe bem, para dar a balanciada. O Chema Rão Fuzão também. É tipo um copo de chop, um copo da água. Isso, é um copo de cauda. E o Chema Rão tem esse poder também de dar uma calmada nos neurônios. Ele é tão tão. Ativado pela sua substância. Mas a gente está falando de Argentina na praia. Sabe qual é a pior coisa do Argentina? É que ele vem com o carro dele. É verdade. E aí ele caga a porra do transjão, não sabe dirigir. E ele não sabe de de de Brasil. Cara, mas ele vai se utilizar, sabe Igor? Porque tipo, tu vai pra... Para a país da América do Sul, velho. É tudo liberado, tudo os carros dos 60. É de todos mesmo. Acho que a gente chegou a conclusão aqui, que todo mundo tem um pouco de barrismo, mas tudo gaúcho, bero ridico. É pra ele. E... Ateníso a gente é melhor. Ateníso a vocês são melhores. É mais barrisda. E é isso, agora, Braian Rizzo, se o gaúcho, o carioca, o coletibão ficou revoltável que esse Novo aqui, ele quer mandar um e-mail.
Para reclamar para chingar, vamos que ele faz? Ele pode mandar para não ouvo ou rouba não salvo ponto com o outro BR, inclusive com teorias, aí de porque tomar chão na praia que eu quero saber. Boa. E ele pode engajar a gente pelas redes sociais. A gente engatem menos redes sociais no Twitter, a rouba não ouvo no Facebook, ponto com o barra não ouvo, ou no Instagram que é não ouvo real. Mandem, você quega oixo? Por favor, mandem várias fotos. Por lá no Instagram do Novo, não ouvo real? Tomando Shimarrão e lugares que vai me deixar com o Revo. Isso, eu quero que eu fome o cara. Eu quero que ele está no CTG no Acre. O CTG no Acre. O cara está no CTG e inviresci. Isso, manda lá no Novo Real no Instagram que a gente vai repostar. Tá bom? Estou mais... Estou mais... Estou mais no Shop. Claro. Estou mais no Shop. Estou mais no Shop. Estou mais no Shop.
Ah não, Chima, o rádio no chó, ah não, vou no chó, pentei um totem com água quente. Ah não, não, não…