Capa do episódio #123: Podcast de salmão com cream cheese

Descrição

descrição original do feed

Siiiiim é verrdade, no ar mais um Não Ooouvo! Essa semana com a participação de um NÃO-OUVINTE, diretamente da terra do sol nascente para a bancada do Não Ouvo, pra falar um pouco sobre a vida no japão... pornografia, bizarrices e o problema do cream cheese Bancada: Cid Cidoso, Braian Rizzo, Luide Hister e Michel Oshiro Edição: Daniel Bayer Capa: Braian Rizzo

Resumo

Depois do Cyber Teoria sobre os idosos japoneses, a bancada recebe uma visita direto do Japão: Michel Oshiro, ouvinte brasileiro que mora lá, vira o convidado do dia ao lado de Cid, Braian e Luide. O começo tem a bagunça de microfone e de conexão típica do programa, além de uma discussão sobre quem é pior, o brasileiro ou o carioca.

Daí Michel responde a perguntas sobre a vida por lá: terremotos de todo dia e o jeito de se proteger deles, o trabalho de fábrica que emprega tantos brasileiros, a comunidade que acaba vivendo entre brasileiros, o transporte, a gentileza de desconhecidos que o levaram até a estação, o cigarro liberado em restaurantes e o que os japoneses sabem do Brasil. Entram ainda a TV e os game shows, o k-pop e o anime, e a polêmica censura nos filmes adultos.

A conversa se aprofunda na comida, com a verdade sobre salmão e cream cheese, rodízio, lámen e a rede Sukiya, e termina com a bancada escolhendo versões japonesas dos próprios nomes.

Destaques

  • Michel conta como é viver com tremores de terra quase todo dia.
  • Brasileiros no Japão vivem em comunidade, entre fábricas e pouco contato com o idioma.
  • Debate sobre comida japonesa de verdade versus a versão brasileira, com salmão e cream cheese.
  • O que chama atenção no Japão, do cigarro nos restaurantes ao chão.
  • A bancada tenta japonizar os próprios nomes e vira Burayan, Chido e Pito.

resumo e destaques escritos a partir da transcrição automática

Participantes

Edição: Daniel BayerCapa: Braian Rizzo

créditos do feed original

Transcrição

62 trechos · 10.936 palavras

Transcrição automática, feita com o faster-whisper (modelo base). Pode conter erros: nomes, gírias e piadas internas costumam sair tortos. Na dúvida, vale o que está no áudio. Clique no horário de um trecho pra ouvir a partir dali.

  1. Prisa que tudo no princípio Deus criou o céu e a terra. Pois na terra não havia forma nem vida, Uma grande escuridão cobrirou mar. E o Espírito de Deus, Pai Rafa sobresagra, Deus então disse, Que eu não ouvo, começado meus amigos, a ver, a ver, a ver… É verdade verdadeira, ou pra ele dar pra parar de montar, desculpa, desculpa, desisto, vou parar por enquanto, eu vou tentar de novo mais tarde. Mano, no meio do negócio, você tá montando, mas ninguém sabe se não tinha escontado. Mas, lógica, não, não, não… não Eu peguei o teu finalzinho da fala. Eu não acho que eu desrespeito isso. Eu corto porque não fazemos que não houve a cortar quando o outro pessoa está falando. O que dá o lugar de falar, eu aprendi muito. Sempre deixe de terminar. Nunca aconteceu isso novo. Ficou cortando. Não, eu posso repetir. Repete, por favor, agora quero ser do cara. Não é direito para o não-rizzo.

  2. E aí tudo bom? Pode pegar pra ver me deu. O meu lugar de falo. Estava esperando um dia. Estava mexendo como mágico de novo. Não, Não, Não… Meu Deus, eu consegui bugar os dois, que é bom, olhou, igual o chave, está ligado. Não, mandei um ronodinho gaúche. E olhou pro Braian. Olhou pro lado do preso do outro. Eu consegui ir lá, não sei se. E temos um convidado hoje diretamente do japonão de Japão? O que está no Brasil? O que está no Brasil? O que está no Brasil? O que está no Brasil? O que está no Brasil? O que está no Brasil? O que está no Brasil? O que está no Brasil? O que está no Brasil? O que está no Brasil? O que está no Brasil? O que está no Brasil? O que está no Brasil? O que está no Brasil? O que está no Brasil? O que está no Brasil? O que está no Brasil? O que está no Brasil? O que está no Brasil? O que está no Brasil? O que está no Brasil? O que está no Brasil? O que está no Brasil? O que

  3. E aí, pessoas, tudo bom? Ele tava pensando, meu beijo. Eu ia falar, não, não, não. Eu já tinha ponês, mas travou. Eu ia falar, eu já tinha ponês, mas travou. Eu ia falar, eu já tinha ponês, mas travou. Eu já tinha ponês, mas travou. Eu já tinha ponês, mas travou. Eu já tinha ponês, mas travou. Eu já tinha ponês, mas travou. Eu já tinha ponês, mas travou. Eu já tinha ponês, mas travou. Eu já tinha ponês, mas travou. Eu já tinha ponês, mas travou. Eu já tinha ponês, mas travou. Eu já tinha ponês, mas travou. Eu já tinha ponês, mas travou. Eu já tinha ponês, mas travou. Eu já tinha ponês, mas travou. Eu já tinha ponês, mas travou. Eu já tinha ponês, mas travou. Eu já tinha ponês, mas travou.

  4. Não é direito a Braian Rizzo? E aí tudo bom. Eu tenho imaginado o bairro nesse momento. Ele deve estar batendo a cabeça do tempo. O quarto não corta, não é pra cortar. não é pra cortar. não é pra cortar.… Não é Eu já ponhei uma linha complicada, cara. Eu já ponhei se eles são tontos inteligentes, mas ainda não aprender a escrever se vai ver que eu já por aí eu fico fazendo rrrabis com as casinhas, né? Eles vão rrabisco, eu não escreve o nosso, que no Brasil, pelo menos tem todos os defeiros do mundo, né? Mas já aprendeu a pôr-te pra escrever, já aprendeu o português, eu já ponhei a linha Riz, que fomos os esquinhos que eu fico entendendo. Já por exemplo, aprendeu o português até hoje, cara. Como é que pode uma coisa desse? É uma linha fácil, né? Mas a linha fácil, uma linha trânsula. Você vai ali, não é? Qualquer bairro aí, o pessoal tá falando português, vai no interior, brato. Até o Goku fala português, né?

  5. Eu já participo no ouvo. Não há coisa de elitizar com só os ricos, só um pouco que não. Não há que nos cara falar, já vou nem, ponte gays. Qualquer lugar Brasil, cara fala ponte gays, já porém já aprendeu ainda. Lembrando o que? O Japão, o lugar que mais tem brasileiro fora do Brasil. Não, o Orlando. Não, quer o Orlando. É quase. Dependa, é porque só é por de Ferreza e Orlando. Então, eu estou falando besteira, Michel. Não, eu criei que sim. Ai, tá vendo? Ele não sabe, mas ele concorda pra ele. Eu falei que conseguiu. Mas ele criei que sinto, falou besteiro, eu criei que sinto e mais brasileiro lá do que no Brasil. Eu acho que a maior qualidade brasileira fora do Brasil realmente não já pôr. E dizem que a maior qualidade de japonesa, fora do Japão é na liberdade. É verdade. Que é aqui no Brasil, não é mais? Não é mais. Tomada por chineses e coreanas. Os cara evadiram na chinesa e vai de um. Qualquer bom Japão, não, sei se é sério. Que que é bom Japão? Que que é bom Japão? Já voltem em Japão agora, falando uma coisa dessa, vai chegar lá. Não, vai ter.

  6. Eu digo na comercialmente, a gente precisa de japonesa comercial e na liberdade, acaba de ter mais. É só chinês, coreano e o pessoal do não vai querer a minha mão 3x10, 4x10, 5x10 sabe que não sabe por que? Porque o anime ele tem baixo. O anime tem baixo. O anime tem baixo, o que pop tem alto? É uma crise, então, então, o que popera? Então, dominando aí o mercado, assim que chama lá, que popera. Mas o que popera, então, dominando o mercado, entrei? O que pop é coreano, né? Eu ouvi dizer que é por isso que o que injou um ano da meio irritado. Por causa do que popera. Ele tá querendo soltar umas bombas lá, por causa do que popera. Aliás, eu to na dovere lá no Japão, esse lance de que pop pega o rolo marricha. Tem de hip hop mesmo.

  7. Eu tenho de hip hop, mas o hip hop está bem alta também. Depois eu tenho rixa, com a Coreia, com a Xina e com a Xina. A Xina tem, né? Ninguém gosta, na verdade. Não tem nada. Eu não tinha que gostar. Mas isso que ele falou é, de hip hop ele está em alta no mundo inteiro, como foi? O pagode, nos anos 90, lá no Japão, só escutava só pra contraria. Exato. Entrando a mesma coisa. Onde nos 90 que abalou o mundo? É a mesma coisa que Hip-hop tá fazendo. O que é o grande nome que Hip-hop? É o BTS. BTS, esse é tipo molejo do Hip-hop. É, você conhece o Hip-hop, você manja que bem, contomate e salada. Bei contomate, salada. BTS, ok. O que começa a esquecer? Não. BTS. Tá. Eu sei porque eu sou jovem, né? Ah, então eu manjo muito o mundo jovem. Eu manjo de anime. Eu manjo de Hip-hop.

  8. Eu não mais a minha namorada gosta bastante. É, não. É normal, se é isso. Eu fui num show de uma banda lá de Kpop, a japonesa vai ficar louca. E todo mundo cantando que não sabe, porque eles falam bem mal, o Japoneis. Aí eles cantam em português, em coreano, também, e eles ficam cantando sem saber o que tá falando também. É só o show, é o coreano, é o coreano. Como é que se escassem de inventar os pouquermões, aí eu não dá pra entender? Eu tenho uma pergunta pra Luide, seu botar, um japonês, um chinês, um coreano do lado, você sabe. Já vai começar com o rassismo, barato. Eu estou perguntando se você sabe a diferença. Eu sei, eu não sei. Só um rassismo, se eu colocar eu do lado do carioca, você vai saber a diferença. Eu sei. Então, vamos se por uma vez, se eu comparasse só. Mas, voltando a sua pergunta? Não.

  9. Eu sei, de ver. Eu coreano que está cantando, o japonesa que está fazendo iPhone e o chinês. Está vendo alguma coisa? O chinês que está fazendo iPhone. O chinês está comendo cachorro. Ah, não fala isso. O coreano também comem cachorro. O coreano também comem, é verdade. O Japonesa ele é o deto no mundo, é verdade. Se o povo mais entregendo o Brasil do mundo come cachorro, porque que não é mais um no comem no cachorro? Porque... Pantes, por exemplo. Pantes, por exemplo. Pantes, tinha que começar a essa mod de comer cachorro? Não é o nome de passo, né? Não tem. Se eu fosse um novo restaurante, o cara me ofereceu, o comerie de boa. Eu pedia só pra chegar fora, só pra acabar mais rápido, os seus punhos. Que é o que, meu cara? Cuentado, no...

  10. Você fica falando isso? Aí depois a Zong fica mandando animais pra gente, fala, olha, a gente tem que falar, não, é brincadeira. Então, você retratar aqui com a Luisa Mel, aí fica mandando animais pra gente depois, falando, moro de pugga. A gente fica mandando meus pra casa. Você dá de prototor dos puggas. Existe? Existe, desmão de pugga. Você não sabe o que? Onde é o que você é lá no Japão? É uma cidade que chamou o casac. O casato que fica perto de... ela fica em pé de Nagoya. Que é perto de Toyota, que é perto de Tocque. Ai, a gente se descobre do que é um lugar no Japão. É um lugar de Tocque. É o melhor de bem, aqui no Brasil. O Japão é desse tamanho, ou bem longe de Tocque é o que é 50 kg. Não me engano, deve dar mais de 200 km. Então é... O Japão, se a gente for...

  11. Pra pro brasileiro entender melhor né? Pra quem não cuja pão? É o tamanho do Japão, ele é proporcional a moca, aqui em São Paulo. Então é mais ou menos proporcionalmente... Isto é daqui, não nada. É proporcionalmente no tamanho da moca de São Paulo então... Realmente não, um pão espicuino. Um pão espicuino, um pão espicuino. Mas pequeno geralmente é uma população mais bonita, mais saudável, mais inteligente né? É, por isso São Paulo dá salver. Eu acho que eu sigo, você trazia aqui o cara que eu me chalco, tá morando lá primeiro, você não é japonês, você não é brasileiro. Então, eu me chalvo pra eu pra poder comprar eletronico sem posto, né? Em posto é robo, ele já falou aqui, onde ele chegou. E aí ele foi pro Japão pra poder comprar e fom, que é a fom. Ficou, ficou, gostou do clima tal, mas trazia o cara aqui pra ficar falando bem no Japão?

  12. O que é o que está muito forte é que o alate é no chão. Não é para ali, se eu quiser esse limplipo, Eu jogava no lixo, você está no chão, deixa no chão Samer. Mas eu quero que ele fale mal de Japão. Você quer então, você quer fazer um lado que ninguém escutrou de Japão? Eu quero que o Michel já comece contando a pior coisa de Japão. A pior coisa? Da cara. Porque dizem, Michel, que o melhor do Brasil é o brasileiro. É a maior mentira de todos os tempos, né? Porque claramente o pior do Brasil é o brasileiro. Não é igual no Rio de Janeiro que o pior do Rio é o Carioca, né? O pior do Brasil é o Carioca, depois é o brasileiro. É porque o Rio de Janeiro mesmo, vamos falar o Rio de Janeiro agora que eu tenho uma aval. Rio de Janeiro, velho de Japão, mas não comparativo. Vai ficar tipo de vida do Japão. É todo episódio esse. Rio de Janeiro, é tipo de vida do Japão. 312 anos.

  13. Eu tive que vir do Rio 11. Com sorte. Com sorte. Porque assim, o Japão ou o Rio de Janeiro é que apareceu. O Rio de Janeiro já tinha uma discussão com o Carioca, uma vez que foi o seguinte. Ah, eles gostam de discutir. Eles adoram discutir, né? E aí o Carioca falou comigo, eu falo assim, o Carioca. O Rio de Janeiro é a melhor cidade do mundo. Ah, com certeza. Aí eu falei assim, para ele, falei mais o... O carioca. Faleu o carioca e eu falo nada. E eu tu vendo, eu não posso falar. Faleu o carioca. E o carioca e o tuba, se eu quiser discutir. Faleu o carioca. Mas se você conhece, né? O cara fala isso, né? O melhor lugar do mundo, né? Você conhece muitos lugares, eu nunca saio do Rio de Janeiro. E aí, tá explicado. Falei, pô, a senhora do Rio de Janeiro é o melhor lugar, é porque eu não preciso saio do Rio de Janeiro. Tem tudo. Tem tudo. Aqui tem um, eu tenho praia. Praia. Isso é encantar, contém. Praia. Praia. Se uma estreia vai agar.

  14. Aqueles histórias de bala perdida, isso aí não se fala mais, isso é muito anos 90. Como não, ainda está? A condição é morrendo direto? Eu tinha um morrendo de vêm. Condicê-se dias aí, mas uma bala perdida aí. E se dias aconteceu? Que esse flu, eu acho muito errado, parceiro, porque não fio uma bala chada, né? É uma bala chada. É uma pessoa, né? Quem perdeu o cara quer tirar, entendeu? Por isso que não é perdida. É. Só nessa semana aí aconteceu um atropelamento na aula de 18 pessoas. É verdade. Uma tom bebê ainda, uma bala perdida, uma grávida e um cara que é a salton policial na praia, deu um tiro, acertou uma mulher. Tudo o mesmo tempo. Tudo no qual é o mesmo dia? Então é um pouco diferente, né? Você diria o Michel? É que é difícil chamar, vou chamar o Chiro. Fica a vontade, fica a vontade. É mais temático, o Chiro é mais elegante. Você acredita, Michel, que... que o Japão é o melhor lugar do mundo.

  15. Peguei, peguei fundo. Chegou agora. É. É. Ele vai falar que é o pessoal do Consulado escuto por aqui. Então eu estou com medo de falar alguma coisa e não conseguiu voltar pra lá. A puta, mas quem que sai? A justa. A gente publica esse episódio, você depois chega. Quando chega lá, você tem um aqui, porque eu também não to me... vai sendo da febra amarela? Não. Então eu não sei se eu consegui voltar também, porque se daí pedem meio tolascada. Você gosta bastante, Jupal? Eu gosto, é um país que tudo dá certo, né? Sim. Tudo funciona, o transporte público é bom, a saúde é boa, então não tem que clama. Ah, absoluto, isso é ridículo. Mas o Japão não está no funcionamento do que? Enfim, vamos acabar com o podcast. Já que ele tem nada ruim no Japão. Tem algo em Japão. Eles são vizinhos da corredor norte. Agora? Se já. Se é agora, são vizinhos da corredor. Se o Norda não for vindo, se chega mais perto. E aí agora está rolando lá o Gordinha Fofado, como é que é o nome do Moro Japão? O Gordinha Fofado, o Gordinha Fofado, ele mandou um misso que sobrou no voo Japão. Se você tipo assim lá, se tem esse medo, esse é o negócio real?

  16. Vamos para o podcast em uma bom nuclear aqui, onde os japoneses... Então de boa. Sai bastante noticiário, mas assim, pessoal não fica com medo não, porque... A gente tem o Jás, pra onde é? A gente dá, ele não pode dar ele a um parece, né? Lá tem uns caras pra proteger, tem segurança nacional. Hoje, hoje teve o primeiro teste, como se fala? Por exemplo, teste de bombeiro aqui, sabe? Quando to a colar, a gente não sai, que a gente já aconteceu, a gente fala, devem ser um teste, se tiver pelo fone, eu já ponte também desse nível, assim. Então tem um teste de ataque nuclear da corazonante hoje. Mas, pro dia era bom, pra testar, contou não. Não, não chegou aí.

  17. O que é que você tem? O transporte público usa placa, como seria caso o tivesse, mas só não tem a bomba. É um pouco difícil para minha cabeça isso, porque a gente recentemente tem aí o box do novo, que está lá uma das recompensas do padrinho. Muito bem, é verdade, Braian, qual é o site mesmo? O padrinho que eu vou ter, é barra no ouvo, pessoal, assim, tem um plano, que a galera, se no box, recebe uma caixa com produtos que fazem diferenças e episódios do novo. E aí nesse box recentemente, acho que foi no último edição, foi uma caixa de bom. O bimbo que tinha foto do Luide, tá? E aí, no verso dessa caixa, dizia bombinhas testadas e aprovadas pelo metro. E aí, eu fico pensando como eles testaram essa bombinha, ela tá aqui na minha mão cinta e se ensolada. Porra, porra, pelo amor de Deus! Eu fico fazendo várias calcos pra tentar me dizer, eu não vou fazer isso. Só amor! Porra, isso dessa! E aí não, mas é que assim, escalas nucleares, é a mesma coisa, no fim das contas. E aí, no fim das contas, nunca vai ser a verdade, né? Eu sei uma coisa ruim do Japão. Diga, tem remoto.

  18. Ah, realmente, tem bastante termota. Na cidade onde você fica tem termota? Costuma, tem? Ou não já põe inteiro que tem, eu não sei. Não já põe inteiro tem bastante, tremores, mas todos os dias tem. Só que há muitos dias. Só que alguns a gente não sente. Que é tão fraco que só os aparelhos que conseguem pegar. Mas os fortes mesmo dá um pouco de cagastas. Já pegou, já pegou. já pegou. já pegou.… Já Passou de sete. Que foi da Ticiname, né? Foi da Ticiname. Foi da Ticiname. Você ali ele torna a essa cidade de Litoriana, essa cidade de Senhiva Viva? Não, ela fica longe de fico xim, mas eu senti ela forte. Caralho, não é? O cordinha que a gente acende a luz do quarto assim, ela ficou balançando. É, eu prefiro duas pessoas, uma hora de me parando na madrugada perguntando que ela só... do que é um terremoto? Gente, eu me pedindo meu celular, do que um terremoto, cara. Eu não sabia nem agir, não, não, não… não

  19. Só dá uma. Nós de um sente a maioria. A grande maioria de um sente. Só os mais fortes mesmo. E a gente é instruído. A gente tem instrução pra entrar embaixo da mesa, pra correr pra lugar de camparberta. A embadja da mesa é lugar boa, o Supreds morou na mesma. Com certeza. Depende da mesma. Não, mas a mesa do Japão é mais forte. Você for da Tox toque. O mesão do Japão é mais forte. Então, mas os prédios mais novos. Novos eu digo de 60 anos, 50 anos eles são bem preparados para ter moto. Caralho, eles não caem de jeito nenhum. Ençamos em Santos tem prédio de 60 anos que tá trotando todo, já? Eu não teve ter remoto. Só com a Maresia. Só a Maresia, foi o seu veto. Só a bater Maresia, tá demorando, mas a gente tem um terremoto. Olha, a Santa é a aula inteira, tá toda torna, tá vendo? Não teve terremoto. Eu quero fazer uma pergunta Michel, o que eu quero entrar em detalhes agora, estranhos de Japão. Não, preprei, eu quero falar de terremoto com uma curiosidade.

  20. Porque eu não sei se sabe, Luide, eu sei se você está me churrando. Agora que eu me toquei. Eu estou aqui no verso do outro lado. E eu não tinha rio para reparar. E tem um naruto no meio da mesa. Está me churrando e fica churrando. Depois a gente vai postar uma foto. Tem que postar no Instagram, essa foto. A referência visual. Tá bom. Para galera tentar de viagem sobre o que é o episódio. Boa. Eu fui pro Japão, né, em 2012. Para ver. Obrigado. Eu passei para um terremoto. Eu não sei, mas foi assim, cara, eu só era meu pai percebeu, mas ninguém todo encagou pro tema. Já rolou um termo, eu tava aqui nos critórios, só era o Davi percebemos. Mas que estarece? Lembram uns anos, acho que foi uns dois anos atrás que noticiou até a época o Irian Vak passou lá no jornada gobo, que rolou um tremora que foi no Chile e em alguns locais São Paulo foi sentido. E aí eu tava aqui trabalhando e na hora eu tinha levantado pra pegar alguma coisa e eu se entrei meio assim o show. E aí eu olhei pro Davi, o Davi, o Igor e o Luide tava muito boa, eles não se tiram nada. E aí o Davi olhou pra...

  21. Eu me falo, cara, eu achei que tu estava sacudindo a minha cadeira. E aí eu estava melhor, viu? Eu não estava perto, se assustou. E aí eu meio que eu fui no corredor, se tinha um motorbóia assustadaço ali que estava no elevador, não era. E aí foi tipo, cara, foi um tremor de três segundos, assim. Que muita gente não percebeu, mas que deu um cagá, né? É imunidade, já. Tem remó gente estava assinado. Eu estava numa ponte também, deu um tremor de dois segundos. Eu parei, meu pai a gente parou com o nao, nao, para a cara do outro e ninguém parou, mano. Então a cara começou a andar normal, foi igual quando tem que tirar o trem no rio. Pessoal, não liga, cê que já não vale a trabalhar, cara. Já é o que tá tudo.

  22. Claro que todo dia. Pois é, né? Você falou que tem todo dia, cara? O que você é a pergunta? Não, é porque, assim, a gente fez o... Cyber teoria aqui de como salvar o Japão, né? Muito bom, aliás. Muito bom, mas sim. Já mandei pro governo japonesa... Não, não. Não, não. Não, não.… Você vê bastante meninas solteiras, um leque solteiro, os molequeandanos de grupo de só de moleque e eles falam que estão focando na carreira. Então fica bem, bem pra frente. É um portage da Vice muito forte sobre isso, que tem um bar que as minas vão beber no bar e lá tem os namorados, os entrassemos. Que é um cara que é só pra se trocar a ideia. Não beija, não tem contato. É só tipo assim, tô com saudade homem. As minas vão lá no barco, tudo trabalha, bem sucedido o fenômeno. A resolução lá tomamos os rincos caras. O cara é meio que assim, tipo parte do barco, tem a cadeira mesmo, tem o cara. É o cara vai lá ficar trocando ideia, acaba termina em jovem e vai embora. É, chama de Rostas. Tem bastante pra homem também.

  23. Caramba, os de luxo, que as mulheres ganham dinheiro pra caramba. É umas milionárias. Mas é umas milha bonitas, mas são bonitas. Mas elas usam roupas que geralmente não se usam na rua. Ah, um pouco mais de cortar. É um japonês. Ele tem essa fama de ser meio introspectivo, mais reservado. É assim, tipo assim, porque no Brasil você vai tromba dois brasileiros, e ele passa cinco minutos. O cara só se vê, olha, depende do nosso aponês. Entrou dois coreanos no bar. Sabe aquela do chinês? O tipo de molar é diferente do nosso, né? O nosso é mais destrutivo, a gente gosta de desuávamos pessoas, né? Eles são mais altos ou, eles precisam mais alto depressivos. Eles tem mais rir em deles mesmo, né? Mas eles não têm essa vocação do brasileiro ter pra ficar falando putaria o tempo todo, ou tem?

  24. Só é uma dúvida do Luide que ele tem sobre o mundo inteiro. E japonesa é toda tarada. Turta tarada. Tem, tem, tem, tem. Pô, os caracazas com o tradiciário, o comédio não vai ser tarado porra. Se eu óbvio, eu quero saber se é assim, no grupinho, no dia a dia, igual é o brasileiro, porque o brasileiro fala de sexo, do ar que ele acorda, ele vai dormir. Entendeu? Mais ou menos, mais ou menos. Eles falam também, assim, todo mundo. É que o meu círculo de amizades é brasileiro, né? Eu não saí muito com o japoneses. Com uma comunidade grande, então a gente fica em meio que entre nós mesmo lá. Você troubou o Bruno de Vile Mercado? É direto? Tá raparra! Não, onde a trabalho é fábrica, tem muitos brasileiros. Só conversando com o cara, não tem como saber, porque é a maioria dos brasileiros que moram no Japão, somos descendentes de japoneses.

  25. Não tem bastante gente que não tem como negar. E a gente se vestir também. Esse vai ser bem diferente. A gente vai dar praia na verdade. Vai dar praia na verdade. Vai dar praia na verdade. Vai dar praia na verdade. Vai dar praia na verdade. Vai dar praia na verdade. Vai dar praia na verdade. Vai dar praia na verdade. Vai dar praia na verdade. Vai dar praia na verdade. Vai dar praia na verdade. Vai dar praia na verdade. Vai dar praia na verdade. Vai dar praia na verdade. Vai dar praia na verdade. Vai dar praia na verdade. Vai dar praia na verdade. Vai dar praia na verdade. Vai dar praia na verdade. Vai dar praia na verdade. Vai dar praia na verdade. Vai dar praia na verdade. Vai dar praia na verdade. Vai dar praia na verdade. Vai dar praia na verdade. Vai dar praia na verdade. Vai dar praia na verdade. Vai dar praia na verdade. Vai

  26. O programa de Vossofil, que é o que é o que é o… que é Pais tantas vezes não tem um principal que fala assim, é o cara que parece todo isso. O cara que é o louco, o bichinho, apaneto. Não tem que falar nada com muita gente, deve ter. Cara, mas a televisão de japonesa é... essa visão que a gente tem aqui na televisão, você é muito louca, né? Tem muita coisa maluca, as que eles game show. O próprio falção pegou aqui, ele game show que era do Tetris, lembra? O Tetris humana, não tem nada. Lembra? Que vinha assim uma placa com o formato do corpo e aí o cara já que fazia o formato, senão ele que é nada. Eu tinha um somato que claramente o cara não entralou. Era só um cara morrendo. Era um cara muito caíso. Tem esses games show, passa direto também ou é uma impressão que a gente tem. Tem eles gostam bastante, mas eles gostam bastante pro game educativo. Educativo. Para ensinar coisas da história, a gente ama de hoje. A gente ama de hoje. A gente ama de hoje. A gente ama de hoje. A gente ama de hoje. A gente ama de hoje. A gente ama de hoje. A gente ama de hoje. A gente ama de hoje. A gente ama de hoje. A gente ama de hoje. A gente ama de hoje. A gente ama de hoje. A gente ama de hoje. A gente ama de hoje. A gente ama de hoje. A gente ama de hoje. A gente ama de hoje. A gente ama de hoje. A gente ama de hoje. A gente ama de hoje. A gente ama de hoje. A gente ama de hoje. A gente ama de hoje. A gente ama de hoje

  27. A mesma coisa, a mesma programa, só é a reprisa, só, tá ou... O bongo, o bongo era o bongo era o bongo, o bongo era o bongo, o bongo era o bongo, o bongo era o bongo, o bongo era o bongo era o bongo era… Bem fora do tempo também. Tipo, esse Jesus tava vendo lá, tava se não mexendo o radiador do carro. Nem tem radiador. Nem tem que mais carro, né? Só tem um... Não tem nem mais carro. É, então. Agora, eu vejo que imagino o que é um programa do Cativo, não já poupo, porque os Cajas são tudo inteligentes. Eles são, em cima, fazer o quê? Só prender nada. Quebrar a barreira da velocidade da luz, tá ligado? É, um programa do Cativo. Pra um buraco nebre, sair vivo do outro lado. É, mas não existe. Como nos escaparam brasileiro. Eu telecurso nove, viu?

  28. Você foi pra lá, quando você tem que ser tava... 13 anos Você chegou lá com um dos anos, com 20 anos? Com 20 anos? Esse é um jeito legal de perguntar a idade do cara, qual é o seu calco? Quanto eu posso estar lá com? Cadê me entregando? É, mano, nem venha nessa. Então você chegou lá com 20 anos, cara. Porra, você chegar no Japão, você chegou sem falar japoneses, imagino? Falava nada. Imagino você com 20 anos, né? Está na flor da idade, Luide. Você faz tempo, você não tem 20 anos? Eu faz 10 anos com 20 anos. Então você... Eu faz 3. Quando você está com 20 anos, você está na... Vamos o... Ah! Vamos, vamos... Abalada, vamos... Learim, dá tiro na janela. E aí você vai pro Japão num lugar onde você não fala japonês, não conhece ninguém, mas não é ou diverso, família talvez. Quase quase ninguém. Só o gordo que não tem gordo no Japão. Não tem gordo no Japão, ele tem isso aí, pessoal, o gordo lá é entretenimento. Gordo no Japão é ídolo. É entretenimento. É, o gordo no Japão. É, o gordo no Japão.

  29. O seu gordo no Japão, seu considerado acima do peso. E ele é metade que eu peso, provavelmente. E ele é gordo. Caralho, cara. O que tem essa parada? Na Cheia de Etro, Japonesa, Braian Rizzo, eu não quero nem peixe, peixe, Igor. A mãe de de justiça, eu achei que ela com mãe de Japonesa. Acho que deve ser porque eles fazem muita dificilidade físicas, né? Todos de japonesas, luta, e tal. Então automaticamente eles que vão fazer um teste agora. Você luta, Michel? Luta. Ai, é. Luta. O dia de japonesa é prazer, Michel. Eu não sei o que é o patriarcal. Estou de luta. Luta, como é que é tua rotina lá no Japão? Trabalha também, lá, qual é que é? Trabalha, não. Ele está... As vezes. Não, está passando lá 13 anos no Japão. Não, carata de emprego, fos podcast. Tá desempregado também. No Japão, tá? Não. No Japão, tem desempregado. Não tem isso, não tem lugar pra desempregar. Desboto, não vai que manda um Brasil no desemprego.

  30. A gente faz isso também, cara que tá sempre pro aí que boto no barco. Como é que é a tua rotinha? Porque é uma visão que eu tenho. Até de amigos que já foram pro Japão, já foram pro Japão, mas a minha idade que você foi, é que se trabalha muito assim, que tem uma caragurar, é muito pesada. Muito industrial, né? Imagina sempre o que fazem trabalho no Japão e imagina que elas são empresas de São Sung, então é o cheio de gente sentar a dinha e fazendo trabalho. Fazendo um negócio mais braçado, fazendo. É o que eu pregunto. A São Sung na Coreia. O meu sonho na Coreia já foi indígena. Eu sou convidada aqui, eu posso desmentir vocês ou do jubilar. Não, tá aqui pra isso. Você tá aqui pra gente falar coisas no Japão que a gente não sabe. É tudo. Então, pra brasileiro, eu lá tenho só fábrica, a maioria das pessoas trabalham fábrica de carro e auto-pessas de...

  31. Da Sony, assim, que faz apadre os elutrônicos e de bentor que faz comida. Bentor? Bentor, que é comida. Tudo normalmente o brasileiro que vai pra lá faz um trabalho braçal mesmo na indústria. A maioria... A grande maioria industrial. Porque o cara não precisa falar muito, só precisa fazer um negócio de olhinho embora. Pela facilidade da empresa, né? Pela facilidade da empreiteira. Porque como tem empreiteiras brasileiras que colocam pessoa no serviço, então a gente já vai com um serviço meio que chega a mim. Com o tratamento do Próximo. E aí desde que você chegou lá, então você continuou no mesmo trampa. Eu troquei uma vez só, mas eu fiquei 9 meses no primeiro e depois eu estou no atual desde sempre. Entendi, entendi. Então é porque isso que você falou é uma verdade, né? Porque o cara tem pouco a comunicação também com... Talvez é de ser mora no Japão, você vive mais com brasileiro do que com o japonês, pelo que eu entendi, você trabalha com vários outros brasileiros também, não é? Não é alguma área que deve ter vários brasileiros. Tô a família...

  32. É brasileira, né? É brasileira. Pô, tu tá no Brasil, não dentro de Japão. Só viu lá. É igual a chinês que vem pra cá trabalhar também. Que só fala, não fala português, não aprende nada, isso. É, só vi um no Brasil, que é muito louco, porque o brasileiro que não chega no Japão, ele deve se sentir na faaberto, né? Porque tu não sabe ler, as placas na rua, tu não sabe pedir uma informação pra ninguém. Nossa, cara, eu não me trovo, que... A volada, mas eles falam inglês no metrô não fala. Bem mais ou menos. Do jeito japonês. É, o japonês não fala inglês. O normal é não falar. E eu abriu o mapa bem turistão, que era um pedido de desespero. Era uma astralização, que era uma astralização. Exatamente. Então abriu o mapa no máximo e fica volando por nada. Para ver se alguém me ia falar comigo. Sempre viam japonês me ajudar. Mesmo não falando inglês.

  33. Sempre parava um cara e tentava falar ou apontava com a estação e tentava me explicar. Duas vezes aconteceu de um japonês e comigo até a estação onde eu queria ir. O cara me levar sem falar nada. Até lá e aí chegar e me deixar e aí aí aí aí, dá um tchauzinho e voltar para a merda. A gente vai fazer isso. Pois é, e olha que para ele voltar para o caminho dele é caminho, viu? Porque o metro é um negócio de sustador. É um buraco de minhoca, né? Pois é, gigante. Tocque é a sustador. A cidade que você que você está, ela é considerada a cidade grande? Ela é intermediária. Ela é entre Tocque e o Oceaca que são as maiores, ela é intermediária. Ela é intermediária. A gente é intermediária no Japão é 20 milhões de pessoas. Eu não tenho nem ideia de qualquer população de lá.

  34. Termidiano do Brasil é 400 mil. Termidiano Brasil é o Paulo que é um monstro, uma berração de tão grande. É 22 milhão de pessoas, mas toca também, é bem assinível também, é a grande. Você pata em ter mais gente, não é? A grande é porra, mano, acho que é... A gente tem um podcast de que você pode ter um podcast de que você pode ter um podcast de que você pode ter um podcast de que você pode ter um podcast de que você pode ter um podcast de que você pode ter um podcast de que você pode ter um podcast de que você pode ter um podcast de que você pode ter um podcast de que você pode ter um podcast de que você pode ter um podcast de que você pode ter um podcast de que você pode ter um podcast de que você pode ter um podcast de que você pode ter um podcast de que você pode ter um podcast de que você pode ter um podcast de que você pode ter um podcast de que você pode ter um podcast de que você pode ter um podcast de que você pode ter um podcast de que você pode ter um podcast de que você pode ter um podcast de que você pode ter um podcast de que você pode ter um podcast de que você pode ter um podcast de que você pode ter um podcast de que você pode ter um podcast de que você pode ter um podcast de que você pode ter um podcast de que você pode ter um podcast de que

  35. Eu acho que é muito só que o NetVend não tem nas grandes casa grande. Nas grandes metrôpolis é bem pequeno mesmo, você só tem um lugar pra dormir e se covou os dentes. Mas onde é mais interior, as casas são grandes, são bem grandes. É também do Brasil mais ou menos. É que tem bastante arrozáola. Então a concentração de população é bem grande na metrópole, em Toque, no Centrão mesmo. Quando é mais para o interior, é mais os velhos, os que já estão aposentados, só estão pra gastar o dinheiro que ganharam. Fala velho, velho de apolhência, o fim do Luide que ele fica... Não, é que os velhos lá tem 190 anos, não é? Não é? É, eu. Mas imagina se o tema é desesperado com a previdência aqui no Brasil, que os caras morrem com 70 anos, mas o tempo foi se presenta de Japão, e o impludia, o país... Porque os caras viviam até 200 anos, a banho vai devagar do trabalho até 60, esse aposento vive mais 500 anos, é foda, cara. O Jambão, tem um negócio da Nime.

  36. Tem um negócio, né? Tem um negócio, ó, que chegou. É um cara vestido de Pikachu. E aqui no Brasil, os caras. Acho que lá no Japão os caras andam de cosplay para a Ruta. Os usuários que aviam, pode ser que seja verdade. É real, os caras fã, mesmo, de cosplay, eu sou com o brasileiro. É mais em evento. Tem um bairro lá que chama querabara, que é o bairro eletrônico do Japão que lá tem um pessoal bem forte, mesmo que se veja de Pikachu, de... de... de... pregada. Você vê bastante gente assim. De Pikachu, de... pregada. Porra, de pregates, então... Eu já tinha porquê, eu já passava no modelo. Tem uma onda de empregada, mas empregada sexo, né? Sim, já por isso eu estava arrado, cara. Eu vi um anime que era muito louco.

  37. Chamam caralho, não é? Maruto, dragambol. Alguma coisa é esse. O que eu parei, cara? Era uma caféteria, umas meninas trabalhavam numa caféteria e aí entrava um menino que era trans e era menino ao mesmo tempo e cara aí elas... Era tudo sexual, tudo que aconteceu naquela sexual. Mas era um anime produtos. Não! Ah não era pra criança. É um anime normal. Isso, blinds, blnds, não sei como se fala, mas é isso. É blinds, é. E aí cara, era... Não é se ficar meio incomodado, assim se fala mano. Isso é errado de alguma maneira que eu não sei pra quê. Aqui no Brasil, né? Eu achava que eu dou no do cada cafeteria, era mais velho. E essa criança trabalhando. É, e essa criança tudo se acualizada, assim fala mano.

  38. Eu não sei o que é o que é o que é… o que Eu estou com um pouco de saína, vou lutar que a guerra mundial ninja com o meu peito de fora e com as saínas. Já que é uma dura. Já que estamos entrando em cultura pop de japonesa e em sexualização, é uma dupla de série sobre Japão. É o seguinte, aquela história dos tentáculos, porque o que se diz, o que eu já ouvi falar é que o pornojo aponês tem muito tentáculo porque não pode aparecer pNs e coisas assim. Então eles trocam por outras as fálicas, pNs? PNs? É como chama Pinto. Só que de forma... Não, a minha científica do pinto. Porque não pode aparecer pinto nos filmes, inteira o seu arco para tentar. Você é a cidade de Sculpe, ou é porque o Japão Nese é a taral do para tentar com o mesmo... Tem muito peixe lá, né? Eles gostam, não são loucura. Eu sei que ela tem o mosaico, né, que é a censura deles. O órgão genital, não pode nenhum dos sexos pode mostrar o organe genital. Nem os sexos. Tem o mosaico. Então, mas essa regra funciona pra onde? Pra quê? Pra...

  39. Para tudo, é tudo, não é proibido mostrar o organitão, não é proibido, tudo vem que nos começar isso. Para quem produzive? Ah, o cara, a produtora e o femenpo, não é? O produtora já manda ele. Então se o cara for transar a mulher, ele tem que cadricular o pintos que loucura. Tem que fazer cirurgia de quadriculação. Na taelagem é muito como essa cirurgia. Ah, que é que é que é… Eu vou mostrar meu pinto no Japão. Aí bota o botão de Japão. Eles botam os tentáculos justamente por isso. Dizem que substitui o pinto pelo tentáculo, pra isso. O que é loja? O que é o pinto da doença que você tem? Dessa que você tem que você ter o pinto, parece um tentáculo de pôr. Nunca vai parecer, cara. Um tentáculo. Então meu tá aparecido. Mas tem uma doença venéria que o pinto que eu percebi no tentáculo de pôr. Talvez seja uma inspiração. Eu não tô sabendo. Na carteira do cigarro tem essa...

  40. Então, falar em pouso. Você vai entrar aqui mais um tema importante da conexão Brasil, Japão, além do El Tse, falando em pouso. Vamos ver o que você vai fazer. Fala. Comita Japonesa. Comita Japonesa. Eu já estou comida. Comita Japonesa. Eu vou a verdade. Eu adoro comita Japonesa, mas depois eu percebi que eu não gosto de comer Japonesa. Eu gosto de comida brasileira. Que finge ser Japonesa. Moto gosta de Quintiz, ou não? Eu gosto. Ah, e que triste. Eu gosto de ter baco pretiz e caro. Isso é um pecado. Eu estou comidas feras. Eu fui nas ferias agora no restando de japoneses, que eu nunca tinha. E aí cara, é só tinha coisa como o Guitiz, não tinha como tirar a péssima. Cara, eu odeio isso. Eu pedia, tem como mandar cinco guitizes e aí não tem como, só o Guitiz, não sei o que. Só que eu queria ser que ele tinha que ir pra Japão porra. Não, aí eu ia que eu, cara, só que eu queria ser que ele tinha que ir pra casa. Você tava no Brasil? Eu tava no Brasil, eu tava no Brasil, eu tava no Brasil, eu tava no prato e comia. No fim eu tinha um boneco de guitizas do meu lado. Eu tava se pegando disso, eu já. A guitizia me tomou, e cara, porque eu sou cara enfim, tudo. Não, é muito. E aí era tipo um salmãozinho.

  41. Bem pequenininho, um monte de clientes. Salmão que não é essa, você sabe que aqui no Brasil não tem salmão. Se perdem de qual a minha um peixe que criada em cativer lá no Chile, só que de ti os caralho aqui é. A carne, a cor daquela cor que a gente acha que é salmão é, tipo, não chega a se tintura, é um negócio que eles vão pôpe, peixe na pôpe, aqui no Brasil, não come salmão, depende do restaurante de a porra, isso você for. A controvés. Tem macão, aí diz que não, é salmão, isso que é pôpe, é criado lá no chile. Não, Não, Não… Carna de Aguio, lá e fala bobagem. Mas por exemplo, um cara que nunca comeu com um churrasco na vida. Só comeu um sambiquiro de frango que é o rabinho. Aí você chega a apresentar um cochão mole pra ele. Certo. Certo. Aí ele come um cochão duro. Cô, num cochão duro, ele vai falar nossa, que delícia, essa é a melhor cara. Carna de boa é muito gostosa, só come um cochão duro. Aí você dá pra esse cara, um bif de anjo, uma picanha, cabeça do cara, vai explodir. Então eu sou esse cara. Eu só come, esse é esse porcariazinha. Eu imagino que o dia que eu fô no restaurant de aponente de verdade, eu acho que vou chorar. Eu já vai ser esse cara. Muito vai o...

  42. Eu acho que vou gostar muito, cara. Você falou, falou, fez a pergunta, não deixou ele responder. Agora, ele pode responder que está dando uma coisa para ele. Primeiro pergunta, é assim, salmão, não tem salmão no Brasil. Não, Não, Não… cheguei a fazer a pergunta, só, é devagar, né? Então faz a pergunta. É para ter precisa fazer uma pergunta e fazer uma pergunta. Eu acho que é o rival. Hote-Rot. Quais as chances disso que no Japão? Hote-Rot, no Japão? Hote-Rot. O rolinho que ali fora tem. Algumas se falam em estes? Ali fora, o que ali fora tem. Ali fora tem. Ali fora, o que ali fora nem possui. Mas é bem específico, não são em todos. Eu não achei em todos. E Hote-Rot, tá vendo a coisa? Ou mesmo falar uma vez que não é uma coisa brasileira. Eu nunca vi. Eu nunca vi. Eu nunca vi. É porque a comida de Japone é... Qual que é a comida normal? Porque a comida de Japone parece que... Isso cara como comida de Japone, é qualquer lugar, não é bem assim também, né?

  43. É um japonão que eu já postei. Não, comi de uma coisa que eu quero. Aqui no rodígio. É meio que uma coisa chique lá também, não é? Na verdade não, minha irmã me levou num rodígio de suxir. Eu quase sei correndo de lá. É muito ruim. É muito ruim. É muito ruim. O salmão não tem sabor nenhuma, parece que está lá. Ah, viu, salmão chique. Criado, cati-vera, é muito melhor que o salmão pescar, está maluco. Vai se estar mais chegando um pedaço de borracha. É mesmo? Realmente. O salmão é bom. O Atun é gostoso. O Atun é gostoso. Qual é a comida normal? Qual é o dia de hoje? O Atun é o arroz fejão do Japão. O mais rápido que o pessoal com o meu suquia, que tem aqui também. É aquele tipo de gildon que vai a carne e arroz embaixo. Na combunquinha tem um restaurante que não faz fúrdio, né? Um braço chamado suquia. Então ele é uma rede que veio do Japão. Aqueles tipo de comida, ele é chamado comida pra trabalhador. Que ela não já fala muito rápido. Você perde em menos de dois e não está lá chega.

  44. E é barato, é muito barato. Então, quem não tem tempo e não tem dinheiro, come lá. É bem, é bom, não é bom. É gostoso, é muito bom. É uma boca com arroz e aquela carne se arra. É carnesseada, é isso. Uma coisa que eu tenho vontade de comer, eu me tira que aqui no insumpar, eu tenho bastante, mas eu nunca comia lamenca. Lámen? Eu estava assistindo... Eu estava assistindo um episódio de Chef Stable, que era na série da Netflix. E aí tem um cara que ele americana, ele foi pro Japão pra fazer lame. Ele ganhou, o cara ganhou e se ele não me cheleu, e tudo. E aí ele... Tipo, isso é que o lame, hein, dele? Claro que ele não já ponte também faz isso. Mas ele foi todo a terza danal. E aí ele tava mostrando que é a maiorita dos restaurantes que serve em lame, principalmente que no Brasil deve ser pior. É tipo, é tudo intensalizar. E ele não, ele faz o caldo e tal. É uma coisa que eu nunca comia e eu tava vendo. Isso já foi um ano pra eu meter esse ano, eu vou comer um lame, eu nunca vou comer um clover.

  45. Vamos, vamos hoje. Hoje? Hoje? Eu nunca comi lá, mano. Eu não expo em gelamento Brasil ainda. Mas o pessoal que se pintou fala que é ruim. É diferente. O japonês vem aqui com o garrafo. Vou lá no Japão, vele só fazer feijorda. É bom, é bom, hein? Ai, lá tem, lá tem. Ainda vai estar no nosso desejo. O que é a questão do cozinha de ingrediente, né? Você tem que ter peixe bom, tem que ter com agora aqui é só farelo que chega, mas não é isso, cara. Então salmão aqui no Brasil, que nem qualquer acordo salmão, sou da autônica. Salmão. Salmão. Que nem salmão tá mais... Vai vermelho, amarela, não é gostor roroso, mas é um cômo que o cliente ele pode se far sal gosto, entendeu? Por isso que é bom ter cliente. Se tirar o cliente da culinária de a corrente, mas é um absurdo, vai começar a perceber que o produto não é tão bom, então você mexe com o cliente ali, entendeu? É igual os caras como tu com farinha, com faró, falar no nordeste, que no sul que come tudo com o chimarrão, vai se far salva, vai se far salva, vai se far salva, por isso. Com licoração.

  46. Tem alguma coisa específica que você consegue lembrar que te rite no Japão, você fala, pota que parei o j... tinha que ser japoneso mesmo fazendo isso. Caraca! Não é difícil, é só perguntar o fissi. Eu tento ajudar a ter em YouTube ou Japonesa. Então uma coisa que eu reparei quando eu fico é que a galera fuma bastante, né? Fuma. Lá o outro e o cigarro, caro. Fuma é como se féssito, tipo, num pirulito lá. É, É, É… Ah, é telegente, não é? A preocupação deles do suja-o-son é que o japonês é as guana-meza, o que o japonês combra no chão. Então, a qualquer momento ele pode parar, sentar e comer no chão. E aí, por isso que a preocupação que chão limpa. Porque o cara vai estar comendo, vai ficar assim. Sim, ali no chão. Tem uma praça e eles faziam um quadrado na praça, demarcando. Ele fica vinte mil pessoas. E exatamente. E aí, algumas outras, iguais, pra ele. E olha que estava chovendo pra caralho. E aí, os cara ficava na chuva. Naquele quadradinho do lado de fora, na chuva.

  47. Eu não sei nem todo, sei nada, para fumar, né? Então para você ser empenhado a fumar nesse nível, você é muito morrer, você quer muito fumar, né? Então, cara, os caras fuma, cara, velho. Os caras fuma, fuma, fuma… morre, né? Já poner no meu intacto, é doido. Eles têm, então, eles têm, então, o rei, mas não vão sair de... Eu não posso achar de ter o de cigarro, no Japão tem uns anímeas atrás assim, pro cara colecionar. Não é normal. É normal, tem um tempo. Tem nem desenho, não é? É só uma marca, é marca do cigarro e... Ah, não tem, o tempo. Nem nem os... Os adversos da divertência de câncer não existe. Não tem, não tem. É, não tem. É, não tem. É, é igual, Braian Rizzo. É, por isso que sou muito. Não, não tem uma foto do... Não tô sabendo, tá? Não sabe o que faz mal, é? Não sabe, não tem um bebê lá. Ah, a menina fala do piquebógico. Caçam bito? E... Não tem nada disso.

  48. Ailembrando uma coisa que me rita bastante. Ah! Relação da garra. Relação da garra. Com os restaurantes aqui em São Paulo, já não pode formar mais, né? Não, há muitos anos. No Japão, a grande maioria ainda deixa o intro. A vaga profilante. Ainda bem enxfechado, por que? Se eles tirarem a parte dos sumantes, não tem mais clientes lá dentro. Porra, cara, o Japão nem se fuma como ele suche, que é a flor do cliente, se cara. Cara, meu não fumo. Eu não fumo. Pati se eu nem se fumo como isso. Mas tem uma área só para fuma. O Mestorado. Não, é uma área, mas é como se fosse aqui, por exemplo. O do lado de lá do escritório é os fumantes e aqui a gente tá aqui. Tem uma parede, tem uma partinha, tem umas gradinhas que vás ao... Tem umas austoras ali que não puxar nada. Tá preto, já. Tá igual um pulmão no fumante também. Já não fico todo mundo de fumante, uns passivos, outros ativos. Tá vendo? E se, na verdade, o cigarro que faz a gente viver mais... Mas eu falei sobre esse tinkle liberal cigarro assim, para parar que você gosta de tacar. Será que é uma indústria... A indústria saudável, tá?

  49. Tentando botar culpa no cigarro? E é doce do maus, a gente da critiz. O país que tem muito critiz e o cigarro é plebido. Que não vai pra frente. O país que o cigarro liberado e não tem nada de critiz, vai pra frente. O cara veio de 200 anos. A conspiração é porque o Japão tá dando certo. Tem coisa, não é? O Japão tem certo, é banil de critica, boto. Tem coisa, não é? Tem coisa, tem coisa. Tem coisa, tem coisa. Quando o Japones pensa no Brasil, assim, quando se fala o Brasil, O Brasil, o Subbrasilêiro. Existe, qual é a referência dos caras com o Brasil? Primeiro pergunta é, qual é o língua que você fala? Eles não entendem que a gente fala português, porque fala português no Brasil. Até explicar, já acabou com o Brasil. Já a gente o ar. Já a gente o ar. Já a gente o ar. Já a gente o ar. Já a gente o ar. a gente o ar. a gente o ar.…

  50. O que é O que é O que é… o que Caralho, tem uma referência que é um nem mar e teve uma referência de cultura brasileira, carnaval. Eles gostam bastante carnaval. Todo mundo é ao mesmo. Até o funk eles ouvem, começam a dançar lá, sem saber o que tá cantando, o que tá escutando, o que cara, funk é o negócio bizarro né? É tipo, tipo, tipo… tipo O carno inteira, igual a sapô do que ele pode, vai saber que o carno que ele pode tão falando. Sim, desça. Esse pote a falando, matei minha mãe e estou tomando sangue dela. Não já era revolt, mas não já era. Não já era. Que tá encorelando, então, já ponês. Porque eles são bonitinhos também. São fofos, né? Mas a natureta também é bonitinha, né? É verdade. A natureta tinha que... o Japão precisa do anitta.

  51. Ela já foi pra lá. Já viu? Já. Ela fez um show lá e foi bastante brasileiro, né? Assistiu o show dela. E já pônei só, eu não sei. Eu não estava lá, não. Não, é outro, o Brasil é carrega. Carrega uns dois após o Brasil. Não, carrega uns dois. Aí vem um verbrasilhão, ela cumpra. Pô, já cumpra. O Brasil é tão rico, como é que é? Ó, bom. Mas eles gostam de uma escobrasilhinha geral, eles só um que tem um som bom. Inclusive, tem uma... A gente possou um não, só vá muitos anos atrás, 2011, sei lá. Uma lembra disso, pagó de coreano. Pagó de japonês. Aí eu vi. Vesta domínia, escondida, Vesta mafleta.

  52. E era uma banda de pagode japonesa, sabe meu Deus, não mesmo? Cara, eles cantavam muito bonitinho. Era muito legal, eles tocavam instrumentos de satinho, tal. Pagode, o pandeiro, tal, satinho. Descetemente, a gente até postou também no No Salvo, que era um japonesco que tocava malandramente naquele instrumento que tem uma boquinha. Como que eu não dei aquele instrumento? O instrumento é um instrumento que tem uma boquinha assim que toa perto e aí tem um bastão. Aí ele parece uma nota musical. É isso mesmo. Eu não sei o nome daquilo lá. Eu já vi, já vi, já vi, já vi. Eu já vi. Eu já vi. Eu… já vi O que eu estou vendo? O instrumento de Japonês parece uma boquinha. Aperta boquinha, saiu em nossas diferentes. O cara tocava malanderamente. O Brasil é o negócio de adotar gringos e youtubers. Esse japonês foi adotado por um época. O cara só toca malanderamente. Onde de youtuber gringo fica a reagir na... O Brasil é o gosto de gringo. E o brasileiro gosta de gringo. E o brasileiro gosta de gringo. Sinto no canal do gringo, ele pode se tratar com o futuro brasileiro como se estivesse um zoológico. Não é?

  53. O Brasil é um biscuitinho. Eu não sei. É, tem que ela já, mas em torno de deboja. Assim, ela, aquela menina, subdiz nutrida, fazendo funk, num fundo, há casa dela, é que é parede, sem rebota. Mas, teve aquele youtuber americano que fez na reportagem da floresta que mostrou o cara pendurado. É, só ir repercurtil lá no Japão. O mundo inteiro achou ruim. Menos Japão. E eles não acharam ruim? A parte do corpo pendurado não. A parte que eles oou com os japoneses em toque, na rua, eles acharam ruim. Mas a parte do... O corpo pendurado deu tanta recorremção. Por que a relação? Porque já preenzo a valores usivos. Por que excegem? Porque é normal. Já conhece sabe que aquela floresta pessoa vai pra se matar. Só nunca tinha sido filmado um corpo pendurado ali. Então, aquilo não foi tão chocante porque ele sabia o que existia. Não se filma, né? Não se filma.

  54. Eu não pedi essa história agora. É uma floresta que a galera vai pra se matar. É que é muito grande. Então, não dá pra você procurar caçar a pessoa que entrou lá pra se matar. Então, se eu quiser sair correndo e me esconder pra me matar, até alguém deixar. Mas é porque... Mas é o... É história. Eu não tenho espaço na casa dele também. É o que eu procure maior. É a que eu procure maior. Não tenho espaço na casa. Tu vai... Vou ter uma pila de cima da cama. E aí, tu vai, tu não parei. Não, talvez você não conseguiria, eu conseguiria. O cara vai na floresta esposa. É, que é ótima piada. O que você fez? O cara faz piada com essas coisas. É, eu espero que eu moro para o Japão depois desse dia. Esse episódio. Vou ficar só depois se tiver lá. É tranquilo, tá tranquilo. O cara fica no fim dito na real, com ele dentro da cidade jogando pouquê bola no Japoneito. Isso. Ele fez isso, que fez, você não viu? Ele usou com policial. O policial. O que é bom?

  55. E o pessoal foi bonito de YouTube, não, né? E o outro foi. E o outro foi. E o outro foi.… E o E depois que começou a ficar bem feio. Até então, ele está tentando ele como um cara vídeo. Tem algum YouTube, o Felipe Neto, o top top do que tem bastante. Tem uns que entrem... Boenheira com mentos e Coca-Cola. Tem essas coisas do mesmo. Não existe. Entendi, ela não tem mais um letrô dentro. O herde só, mano. O herde só que. O herde só que. O herde só que.… O herde Mas tá acabando isso aí, cara. O que? O que? O que?… O que Então, se está acabando aos poucos esses canais vão sair do duro que vai morrer. É, lidar, vi, né? É, o que é o que é o que é… o que

  56. O nosso serviço é um desenho, e é um desenho, que mostra os produtos de japoneses e tal, como eles cresceram bastante. Então eles estão vivendo sua de YouTube, então eles têm um network por trás, tudo, vem pro Brasil, faz filas de gantescas, também. Com cá, já pôna nosso licadadinha. É uma duplia, a menina fala bem em japoneses. É, fica, mas com a mão. É brasileiro, estou sendo brasileiro. Só falem errado. Só falem errado. É que o bó me amou. É brasileiro, só foto errado. E aí, eles são fofinhos e tal e falam meio pacrência e mostram como o produto de aponênios. Eles fazem um box de produto de aponênios. E cara, esses dias eu vei eles fazendo um pudim em formato de bunda. Olha, achei bem interessante. Busco, não. Cara, se espetava o cuda bunda e saia chocolate.

  57. Com interativo, interativo. Ela é magria e come com mindas gigantescas. Ai eu já vi isso. Esquece falar. Lá uma coisa que faz sucesso bastante é pessoas que conseguem comer até acabar todos os pratos restaurantes. É uma desejura que eles têm. E vai resorrer de todos os pratos e come. E geralmente eles são muito magros. Mas não dá pra entender, acho que é o cigarro de ser que é uma cheia. O cigarro vai salvar o mano, velho. O cigarro suma, come com um porco e vive 300 anos. Eu tenho que fazer uma campanha pra segar, cara. Eu tenho que fumar, meu. Se você tá pensando em começar a começar, não, não. Tivei um único veículo mundial. A fazer uma campanha pra segar. Pra segar, eu vou... Cada vez tá mais óbvio. Eu tô mandando do meu pra derbe ali agora, pra que eu não sei. Vai vindo próximo bóxas, uma cachinha de derbe. Fala isso, Igor, já olhou três vezes pra falar derbe. E já olhou pra trás, acho que o pai dele tá chegando.

  58. Vai voltar, vai voltar. Acredito. Bem, Michel Orquido. Eu acho que seria bem inclusive o mundo ao seu nome de Michel, porque não já pôs o que a gente consegue produzir, é normal, Michel? Não, fica diferente. É diferente, Michel. Michel? Michel? Eles não conseguem falar. Michel? Michel. O que eu vou dar com o nosso, o nosso Zadzaki? Eu estou do Luide, estou trocando o Lupe-ru. Eu estou do Luide. O Luide? Não, não, não, não, não. Braian, o Braian fica buraian. Buraian, rego. Buraian. Por isso buraian. Não me ouviu. Chido, Chido? Porque como o último de... Mudo? Como é Mudo? Então ele fica ali a Chido. Caralho, eu gostei dos nossos maus. Por exemplo, Brad Pitt, que tem dois mudo, que é o Dei e o T, ele fica burrado Pito. Não, é legal. Que arra muito boa, burrado, Pito. Você vai tomar um microfone de burrado, Pito. Não cai de foda.

  59. Ah, aqui legal, nosso nome de japonesca. Deve ter uma pressão de novo abancada, agora que o nosso nome de japonesca. Ah, é muito legal. A gente se apresentou pouco nesse episódio. Pota, já não lembro. Burayan, burayan, burayan. Na minha direita, burayan. E aí, tudo bom? Eu sou a cinema, eles gostam de o ano que nada se falava. Na minha esquerda, Luide. Na doto. É bom de japonesca. Boa. E na minha frente... bichero. Eu não sei o que é o que é o que é… o que O carioca é o carioca, não é? É o carioca da díza, não é? É da díza. Como o brasileiro gosta muito da cultura de apanela, tem certeza que vários novovintes, se sabe desenhar, eu rabisco. Você rabisco algumas coisas? Eu tenho certeza que vários novovintes.

  60. Sabe fazer um mangazito, tá? Não, não já pão falar mangazito. Mangazito, eu termo técnico lá. Pra ter um técnico. Inclusive, ele vem de Japoneiro. Eu gostaria muito de ver a bancada num formato de mangá. Cara, sensacional. E é ficar maneiro. Não, a gente faz o ggit. A gente vai passar uma foto agora, que está bem Japoneza, bancada hoje, Luide está de Pucachute, o Michel aqui, que é Japoneza, naturalmente. E a gente está aqui de quadrubante. A gente pode passar essa foto, a gente vai fazer essa foto como base pra Japoneza, mas aí. Pode ser, de repente a gente pega antes de saber, após a gente já usa, está com o capa. Pronto, baiquei, saí antes, não é isso aqui? Pode ser. Muito obrigado, Michel, pelas palavras e explicações sobre o Japão.

  61. Luide agora está muito mais com o meu proconselho de Japão, acabou? Não quero mais ajudar o Japão. E o Quintiz? O Quintiz é só a favor de eu vou mandar um esportador de Quintiz para me abrir Japão. Porque é cabaco, não passa isso por favor. O que eu tenho que importar do Japão é essa balinha que me chautou. Vale de gíber, tem gosto de minha média. Se gosta porque tem mais, tem mais. Tem mais. Ai pronto. Se gosta porque tem mais. Quer chamar então só. Me segurei para não falar isso. Obrigada de Japão, meu Deus. Muito obrigado a todos no meu ouvinte e os acompanhem o Novo no Twitter.com.com.com.… com também. E o Twitter não é o Instagram, o Instagram não é o Novo Real. Não é o Novo Real, que a gente tá todo muito bastante, né? Sim, a gente tá fazendo os stories, né? É, É, É… é

  62. Vamos colaborar com o Novo, que faz isso acontecer. Assim vamos mexer ao Chino Fais, lá do Japão, contribui com a gente. Você entra no padrim.com.br. Barra, não ouvo. Não. É certo? Padrinho, por que não vai? Barra não ouvo. Isso colher um plano que você achou que tem mais a ver com você. Aciciu mais cara. Também, é uma boa ideia, é uma boa ideia. Sempre ajuda. Aquilo que vai te pedir alguém. É o cara que o Igor vai embora. E muito obrigado também. Eu te agurri com o NATO. É certo? Ok, ok. Te agurri com o NATO. Que não, é japonês, mas não acharam o nome dele perfeitamente, que ajuda a gente aí, todo o final de podcast, a gente fala o nome de algum, um, um, um… um

0:000:00