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No aaaar o Não Ouvo #107!! Durante nossa live de 24 HORAS, recebemos Gilberto Barros (o Leão)...... falamos sobre KASINÃO, YUGI-OH, ÁÁÁÁGUA NA CAROL e despertamos a sineta da malha fina como nunca antes foi visto na história desse podcast..... AO VIVAÇO Bancada: Cid Cidoso, Braian Rizzo, Fred Fagundes, Gilberto Barros e Malha Fina Edição: Daniel Bayer Capa: Braian Rizzo Assine o Padrim do Não Ouvo: https://padrim.com.br/naoouvo
Resumo
Gravado durante a live de 24 horas do Não Ouvo, este episódio traz Gilberto Barros, o Leão, como convidado, ao lado de Cid, Braian e Fred Fagundes. A conversa começa pela adrenalina de fazer televisão ao vivo e pelas horas de estrada de quem já apresentou programas diários, e a bancada brinca com o fato de estar há dez horas no ar.
Gilberto relembra quadros e games que criou, como a prova da bicicleta com pinguela sobre a piscina e o famoso tubo de água, fala da filosofia de fazer TV simples e popular, defende o gosto por música brega e conta como começou na rádio ainda criança e chegou à TV. Passa pela fase de programas policiais e explica por que se afastou.
A bancada aproveita para tirar dúvidas clássicas da internet: o vídeo viral do cantor Cassino, que ele diz ter sido mal vendido pela produção, a capa de disco motivo de piada e a polêmica do jogo de cartas Yu-Gi-Oh. Ele solta opiniões fortes sobre política e costumes, que aguçam a "sineta da malha fina", divulga seu novo projeto na internet, a TV Leão, e o episódio fecha com agradecimentos aos padrinhos do podcast.
Destaques
- A revelação do convidado de madrugada: Gilberto Barros, o Leão.
- Gilberto descreve a prova da bicicleta com pinguela sobre a piscina.
- O tubo de água que se enchia enquanto o participante respondia.
- O caso do cantor Cassino e a versão do apresentador.
- Gilberto explica a polêmica da carta do Yu-Gi-Oh.
resumo e destaques escritos a partir da transcrição automática
Participantes
- Maurício Cid
- Braian Rizzo
- Fred Fagundes
- Gilberto Barros
- Malha Fina
Edição: Daniel BayerCapa: Braian Rizzo
créditos do feed original
Transcrição
86 trechos · 13.741 palavras
Transcrição automática, feita com o faster-whisper (modelo base). Pode conter erros: nomes, gírias e piadas internas costumam sair tortos. Na dúvida, vale o que está no áudio. Clique no horário de um trecho pra ouvir a partir dali.
Eu não ouvo mais o que é especial dessa vez porque a gente tem uma bancada um tanto quanto diferente, a minha direita é ele Braian Rizzo. E aí, tudo bom? Trumou, mole. Com a história. Tudo bem, super animado. Façou a 10 horas que estou aqui na Saba Gata. Só da exora, é tranquilo. A minha frente, ele... Fred. Você não? Tudo bem, Cid, Cid. A gente vai falar sobre o nome também. Não, já sou Fred Fred. Fred tem ele. Mas eu ia mandar um Igor Seco, daí, na hora, eu mudei. Não, é tudo bem. Fred Fagum, muito legal hoje. Vamos lá. Tá feliz, Fred? Eu estou muito feliz, eu acordei, eu não fiquei desde uma drogada, né? Eu achou um pedacinho. Não, eu tô feliz, só feliz. Mas que te deveria contar qual foi a tua estratégia que eu estou dando para não ficar cansado e o que foi que tu fez? É, eu fui muito burro, né? A gente chama a burrista, isso, né? É, porque foi bom, eu vou dormir cedo, claro. Para acordar a Ibia e assumir na parte da manhã, claro. Só que assistiu o jogo, depois já emê em meia em Deio.
A transmissão ao vivo na 3a manhã eu estava assistindo. Estava assistindo a gente. Eu de uma coxilada, eu acordei a 6 e me trabalhar. Ah, que esperou, agora estou achando. Está atrasado. Está esperado, está esperado. E a minha esquerda, nosso convidado, é o Júberto Barro. Muito bom. Falou meu sobrenome também, não? Tem uma importância. Pessoal, não Ouvo, um carinho, eu sim Ouvo. Um prazer daqui com vocês, eu já não tenho que ter engaúcho aqui na mesa. Tem que, mano, com o que? Eu não sou de Santos, sou Charlie Brown. Praseta com vocês, Moçada. Vamos nessa aí prazer que ele inicia ativa. E quantas horas no ar? Estamos no momento a 10 horas no ar.
Pois é, pois é, estamos... O untarado aqui meu, estamos na Fúria aqui. É do que eu gosto, senão. Pois é, com a coisa comigo não, eu gosto de... Não, eu lembro que você ficava um tempão, cara. Eu tenho um recorde de ao vivo, interview também. É mesmo? Quanto que? Eu já fiquei ao vivo por semana, 16 horas. Em 19 horas na semana. Entever, por semana. E isso durante três anos. Nossa, que doideira aqui. O programa direto mesmo, eu dava quanto? Não só o programa quando o Leandro Morel do XS do Leandro Leonardo, eu fiquei 24 horas. Você tá brincando, 24 horas. Eu saio o avião até chegar em Goiânio, ao avião e depois o interro e depois... depois desmaiê.
Não dá, não. Televisão ainda, em pé, tem que ficar. Mas a adrenalina é uma pressão, né? Você está ouvindo ali. Então, tem que eu souviciada em adrenalina. Nem eu falo, eu sou contra-visso, mas em adrenalina não tem jeito. Pois é, não, mas é uma adrenalina, meu. É uma delícia. Que é um negócio que você não pode errar, porque você está no ouvido, tem que ir para lá para cá. E aí, a maquiadora tem que vim toda hora também, porque 24 horas, né? Eu até entendo quem grava, que nem é. A Globo faz muito gravado, que não sabe fazer ao vivo direito, esse negócio todo. Eu estou começando, né? Eu comecei na Globo, e eu comecei a ir para a frente. E lá a gente aprende a gravar. Mas quando você entra no Ouvo, você fica viciado nisso aí, você abomina a gravação. O Ouvo é legal, é raio gostoso. O desafio de encarar um erro.
Sai dele é o que é legal. E até o espectador, sem ter algo mais natural. Claro, ele também fica adrenalizado, e vai dar cagado. E vai, vai, vai, vai. Vai, vai, vai. Vai, vai, vai, vai. Vai, Vai, Vai… É, meu. É, por que? Era boima. Era boima. Quebrou esse dedo aqui, quebrou. Você parou. Você parou em dois aqui por dentro. Não deu exposta, mas... E foi logo na primeira hora, na segunda, tinha mais 3 horas de programa, 2. Ah, fala isso, terminei. Mas nem não tem, não tem, não do eu, não tem nada. Só não tem que estar dando muito mencida assim, esse aqui ficou assim, né? Estava muito sozucu. Eu vou ver a senão também da senão. E... Mas foi loucura, foi loucura, tudo pra não acontecer, o alvio, tudo pra cada alvivo, né? Se eu não se agravado, já falo um puta que é pareio, e já não importa, não é? É bom, o vero já, mas ao vivo, segurei ali ela.
Na Rabetinha dela assim, é nossa. É porque a internet tem essa coisa muito interessante, que é o seguinte, ela consegue eternizar momentos que até um tempo atrás, as pessoas não imaginavam que teria meio que um banco de dados ali que eternizar esse momento. O cara gravava, viu, viu, viu, viu, que não viu. E momentos sensacionais e ridículos também, os rimos são muito eles, né? Muitos horríveis, né? É, porque na verdade os momentos ridículos são sensacionais para as outras pessoas. E como tem gente ruim que gosta dos numerais? A gente é isso. De 19 para o momento de ícolo, em um que não liga para o bom. E um que não liga para o bom. Mas não estão mudando isso aí. Nós vamos fazer, porque a internet é tão sensacional, tão duca que a gente está colocando ela. A gente está colocando ela no lugar que ela merece, porque ela não merece ser...
Ela é revolucionária, mas ela não merece ser subjugada, ser menor, apobre, não tem isso cara. Olha o investimento que vocês fizeram aqui, vocês vão ver vocês estão aí, eu não sei nem para que câmera eu estou olhando, só para a arte. Só até que ela ali. Então eu, o pessoal tem que ficar aqui então, um grande destino. Eu tenho primeiro preno aqui. É que o Fred caiu. Falei grande, não é um pequeno. É que o Freud tem um metro com a área entre altura. Então ele fica na fratilha que parecem maior. Por vinte de plataforma. Então é isso, a internet vai estar ocupando já um lugar fantástico, um lugar maravilhoso no espaço de comunicarções que passou o rádio. Ainda não passou a televisão, mas ia estar do lado para e a pario.
E vai avançar, vai avançar, vai ganhar de corpo. A tevenda alcança. Estamos tirando a TV da parede, estamos tirando a TV fixa, então colocando a TV no bolso, no tablet, no telefone, a TV que está na parede, está se transformando, é uma smart, é uma televisão, já tem televisão fazendo comida, um digasificador, uma televisão de cachorro. Eu sou uma dira com TV, já tem uma dira com TV. Eu já tenho legal ontem estadeios de minha noite ao vivo. A galera é mandando foto assistindo o vivo na TV. Por causa das esmerdes, porque ele joga na TV. Sensacional, crômicensacional. É, joga pra lá. Inclusive, enquanto a gente estava gravando aqui o comecinho, a gente até ficou olhando algumas coisas aqui do Gilberto. A Palhaçada, todo lugar tem a sermadilha. O cara quando é filho da puta é filho da puta mesmo. Quando ele ferra, ele ferra, meu Deus. A conversa do cara, enquanto a gente está gravando o comecinho, o comecinho é aquele que entra e sai, vio dizer, que vem atrás é o que é o velo. É a trulha, não é verdade? O seu foi o seguinte, a gente estava fazendo ali um suspense pra dizer que inseriu o convidado.
Bom, nada que eu parecierem aqui nessa manhã. E aí quando chegou quatro horas da manhã, eh? A gente resolveu revelar definitivamente quem era o convidado. E aí nós falamos que seria o Júberto Barros e falamos de algumas coisas que você já fez na TV. Agora, de ser assim em serm quatro horas da manhã. 4 horas da manhã nós revelamos. Tinha muita gente. A gente tinha falatinha, trinco macadera, trinco macadera, trinco macadera… O que você comia? Vou! Que era pra mim o melhor programa de TV no brasileiro, que era o Quarta Total. Calicença, continuo a cena. Quarta era a imprema internacional, ficar de cima da gente. Ele tinha provas maravilhosa, carty, o boliche humano. Sensação. E era simplesmente uma artista vestida de boliche. É uma questão dos famôs, que era um cuchinho, dos famôs de uma piscaca. Um Zabri, de impôs pital da conta, cara. Era um co-dejinho quebrado, outro quebrado. Era um quebrado, quebrado. Era um quebrado, quebrado. Era um quebrado. Era um quebrado. Era um… quebrado.
Muito atual, cara. Você quer saber assim, só para ilustrar? Eu tenho um quarto aqui, não chama Quarta Total, evidentemente, Quarta Total é o nome da Record, que era meu e odeio para Record. Já tenho muitos programas escritos prontos para recomeçar com quadros fabulosos igual, iguais. Agora foi em... O Quarta Total foi... Eu chuto que era coisa. O que era? O que era? O que era?… O Foi uma sensação, gente. Era muito caralho. A Glova até lividizou no Brasil. A Glova ficou desesperada. Porque era um quadro que tinha muita... A Glova inclusive me chamou. É porque ela me chamou. A Glova foi... É mesmo. É de filho da puta sacana de... Chamou! Chamou! A gente é o Furo. Para a Glova, a Glova, a Glova… é o Furo. Mas, para a Glova, a Glova, a Glova, é o Furo. Mas, para a Glova, a Glova, é o Furo. Mas, para a Glova, a Glova, é o Furo. Mas, para a Glova, a Glova, é o Furo. Mas, para a Glova, a Glova, é o Furo. Mas, para a Glova, é o Furo. Mas, para a Glova, é
Os utensílios, ele tá chato, ainda é pra ir pra antes. Ainda é pra ir pra antes. Ainda é pra ir pra antes. Ainda é pra antes. Ainda é pra antes. Ainda é… pra Essa prova era mais agoninhente, cara, porque não se pagava e apagava foguina as velas. Isso, é, é. Ficemos demais, cara. Tinha um que acendi, bometia fogo, né? E tinha uma versão desse caminhãozinho que era um guindácio, não é? Isso. Era muito difícil, mano. Eu acho assim, quanto mais simples se você fizer uma quermessinha, então, quando você vai fazer uma quermessinha na televisão, que é o que eu fazia, sou do interior, tem que ser simples, quanto mais se complica. Menos comunicação você faz. O cara que comunica não é aquele que tem um discurso fácil e bonito, com palavras difíceis, o cara que comunique é aquele que no olhar já fala o que está sentindo e em uma palavra simples, já entrega o que ele quer entregar. Então tinha que ser assim, então eu buscava, a gente já avou o mundo inteiro atrás de coisas simples, país que mais me deu exemplos de coisas simples, foi a Espanha.
Teledução em Espanhol, a fazia também games, com coisas simples. A italiano, o Japão é sensacional. Não para fazer coisa. Eu tentei trazer aquele programa de de séxulo do Japão para cá, mas não deixaram. Qual programa? Tem programas de de séxulo de Japão, que as japonesas digam. São games, chotes, né? Manja, isso é a problema isso aí. Não deixaram. Não deixaram. Não deixaram.… O Japão tem programas maravilhosas, inclusive, não que a gente estava relembrando esses dias, que era aquele programa, Japão, que aconteceu numa biblioteca, Eles não pudiam fazer o barulho. Já ouviu o fácil. Não, isso é maravilhoso. Tem que se progricar. Ele acontece uma biblioteca pública e tem uma câmera meio que escondida. Mas ele vai ver, tem que fazer um cenário. Não, de verdade. E aí tem uma câmera escondida ali. E aí o cara, ele tem que fazer uma prova, que ele recebe a prova e ele tem que fazer na frente de todo mundo, só que não pode, as pessoas não podem perceber o que ele está fazendo na prova. E se percebe? Se percebe ele, percebe. Se alguém mandou um chão.
Fazer o chill, ou se anotar. Não pode falar. E aí as provas eram coisas assim, pegar elástico e puxar e bater uma riga. E o cara da vontade de gritar, mas não podia ser um impedir. É muito bom. É bom isso, é. E todo o programa de japoneses, especialmente os game shows e brincadeiras assim, eles têm a característica da Fesicã, na pessoa que está lá no estúdio. Que fica mostrando a reação do japoneses assim. Que quase sempre a reação é. No Brasil, a MTV Americana chegou a produzir uma versão dessa biblioteca. No YouTube tem, ela fala que encontrei e chegou a certeza de metido no Brasil, para a MTV, mas não tinha o mesmo embargo. Eu vim embora. Eu ator o programa assim, cara. E o programa de televisão de quando é de noite, ou mesmo nesses caras abertos, que são populares, eles devem ser... Eu não estou subjulgando aqui, se é popular ou se a pessoa é mais ou menos inteligente, estou colocando...
A minha apotrona. E eu me coloco na apotrona sempre. A primeira pesquisa que eu faço é com a gente em casa. Então tem que ser já digerido. O que eu não adianta fazer em programa, cabeça. Não adianta se fazer, entendeu? Você tem que ir. A peridoraio também, o catalão que você quer dar risada, você quer se divertir, você quer se ligar, tanto é que de, de, de, nas tades do sábado, ou mesmo quando fiz do mingo, nas tades de sábado, a gente fez contrato com o Bilapoeira para usar a piscina do Bilapoeira, nossa, para fazer games que caem na água. Ah sim. Eu dava bicicletas para as crianças que eu não imbira a poeira, uma certa idade desde que fosse permitida, né? Claro.
Para atravessar uma pingela, sabe o que é pingela? Pingela é uma talba, não é tabua. Ah, talba? É uma talba que a gente põe no enteiro quando tem um corgo, não é corrego. Tem um corgo, você põe uma talba fininha aqui. Entrar na pinguela, se atravessar a pão de lado, então você põe uma pinguela, do lado a outro, da piscina e dava bicicleta de prêmio pra você, você quer ganhar uma bicicleta, muitos adultos também, você quer uma bicicleta, uma bicicleta, mas a bicicleta é boa, cara, demais, toma, essa é tua bicicleta, só que você levar pra casa e você tem que atravessar a piscina, na pinguela. Então, cara, aí, meu. Chegava no meio, ele dava se dava com o carabáin, né? Começa na boa. Cara, se dava conta do que onde ele tá, meu, que ele dava fazendo ali, ah, meu. É a bicheblundenda água, é a sensacional, legal. Ah, agora, carol. Ah, agora, aí, outro, o tubo da água, agora, carol. Ah, agora, carol. Sensacional, essa, né? Muito. Cara, aí, eu acho interessante você falar dessa questão de... O espectador, quando tá lá e senta em frente a TV.
E você com o mediador, desse tudo, desde a produção dos quadros do roteiro dos programas, e dia apresentador claro, é ter essa alunção de que eu estou aqui para fazer entretenimento. Exatamente. Estou aqui para entregar o material de qualidade, sim, e que passa principalmente com o cara derrisada. E depois de um dia de trabalho, duro, é pronto. A manhã ele vai esquecer, mas ele vai saber que é o que ele ligado no meu programa votar de novo em treitando ele. Por isso que eu sempre tive pena de crítico de televisão. Eu levava... Nossa mãe do Cé porrada, de tudo quanto é lado, tinha os elogios, mas o coitado, a coitada que escrevia, não sacava isso porque ela queria raciocinar. Ela senta na frente da televisão pra raciocinar. Eu falava, você não precisa raciocinar, filho.
Deixa o tico e teco descansando, só assista, se divide, se deixa levar na minha onda que é comigo aí. Então é fundamental isso aí, é uma das marcas de sucesso, é ser simples e já entregar pronto. E de todos os programas aí que você já fez, qual foi que você mais se divertiu, você fazendo? Todos, todos mesmo. Eu só não gosto de fórmula, quando sou obrigado e no último programa da banda, eu fui obrigado a fazer uma fórmula. Eles compraram... Qualqueram. A grande chance. A grande chance. Era sensacional porque... É legal. Eu não entre em jogo para perder, então eu me jogava ali para fazer daquilo um sucesso e foi, eu me dava automóvel, né? De artista, de artista, de artímes representados pelas cores, né? E eu me violentava cada programa, era um problema porque roteiro, cara. Não pode improvisar pouco. Não, não pode improvisar.
Eu tinha uma ideia, cada programa era uma grande briga, uma grande porrada, e eu sou italiano. Quando eu não tenho razão, eu tenho um grande defeito. Quando eu não tenho razão, eu me dobro, eu falo realmente, você tem razão, eu não sei fazer, eu quero embora, ou eu vou tentar fazer. Eu fico sem tezão, mas eu faço em respeito, a quem está doutorado, o melhor possível. Mas quando eu tenho razão, eu podia falar, eu tenho razão, eu subo na mesa, sobe o sangue, italiano. E aí era um pro... O problema, me violentava mesmo, então era terrível isso aí. E eu não gosto de enganar quem está a doutor lado. Em pessoa notava que está do cassete mesmo, é um game...
Paulo, com o carro vai sair, pp, o gomes, rápido, pp, qual é o animal que dá mel e voa? Ele é rápido, vaca. Pepão, não perdeu um carro, perdeu outro, não perdeu um carro, cara, eu não sei o que eu tenho, isso é um negócio, conseguido deixar tão apelhado, cara. Vai dar dois segundos, animal que voa e dá mel, vaca. Vem, com o que coisa? A verla, às vezes a vaca da mel, não, se tiver trazendo ali, mas... Pronto, aí dá pra eu ir. Não quer ter venda vaca, é pra eu dar pra eu dar pra eu dar… pra eu Nós não tinha YouTube, elas correntes de e-mail, e aí tinham os flash, os vídeos, os musicinhas e tinha uma música espanhola que fazia muito sucesso, era uma multe. Aí teve uma banda brasileira que fez a versão português. Cara, eu lembro de só ter visto que o internet e eu falei porra, minha mãe não conhece, eu não conheço, porque não tem se assascer na internet como eu costumo ter de arraimento estava. Qual tem hoje, né?
E aí, de repente está a família assistindo o programa do Leão e começa lá, o mamão de querido, e eu te quero, mas não, mas a música foi toda na internet. Isso é a apoiar do Brasil, o leão está presente no site. Se é o cara na internet, a gente traz e buscava realmente, a gente tinha um compromisso com algumas emissoras irmãs em todos os países do mundo, que a gente é a produção entre em contata, eles entram contato com a gente e a gente trocava esse tipo de... Pegou uma negociação que nem entrou com o Brasil macarena, que fala. Foi eu. Eu estava em Miami, começou essa febre na praia, lá os caras no hotel, vando no seu quê. Tinha gente falando que era ridículo, que nos deu vida lançando. Eu peguei e comprei 3 ou 4 discos, mandei para o Brasil em missões de rádio gravado, distribuíram e comecei. Eu atocava também, virou uma mania da nada. E a gente fazia isso.
O que mais eu gosto é de ser popular. Tem gente que fala que é brega aqui dentro do seu... Eu sou apaixonado. Cara, eu era roqueiro do último grau. Na minha geração na de porpo, era esculpe, era esse negócio. Cheguei até, eu não acidi-se, mas de repente... Mundo. Vou fazer faculdade e começo a dor de cotovelo, estudo, começa a estudar, madrugada toda, ele vai... Amado Batista, ou daí José, poetas, poetas, cara. Ele com litrão de... Agora é o isque, mas antes era quando que se enquetei um, né? E o pessoal curtindo a fostas namoradas e... Cara, eu falei, espera aí. Aí eu fiz uma pesquisa e nós pegamos quando eu cheguei a São Paulo, porque eu gosto tanto desse? Porque eu preciso, porque é o seguinte, o milto nascimento não são disso como a vez. Eu sempre falo esse exemplo, que eu adoro, onde isso tem uma pantera negra, que tem uma pantera, a panteras.
Só pantera. Então a pantera tem uma pata de notulada, acaba uma pata rasgando um pneu assim, ó. Ele vendeu 600 discos. Na mesma época, armado batista, cinco milhões de discos. Sim, bom, aí se tem que parar, mesmo se você, por um cara elitizado, o barato, só mil, tom o cara, quem é amado, você tem que parar. Nessa hora você tem que parar e falar assim, mas por quê? Tá explicado porque o cara fala direto, é a que é a que é Messi, é o pronto, é o entrega jato, coração, porque o que eu tô vendo. Então, bicho, eu me posicionei a partir desse momento, eu adoro o minuto nascimento, mas eu adoro, a matista, adoro, o ouda e juzen, e sem vergonha de ser feliz, a gente tem que parar de ser hipócrita, a gente tem vergonha de dizer o que gosta, porque as pessoas vão piar em cima do lugar, que piam, cara, eu sou amigo particular dos dois, são pessoas maravilhosas que gosta
O Oc do Oc do José Roqueiro. Ele não conta a balada não, vai lá na ele, era o Roqueiro. Gosto do Mamãe Goste, é o Roqueiro. E esses mesmos caras que são preconceitos que gostam de aderjosé, é uma do Batista, só gosto do Escobar, do Cretão do Veloso, chega pro Escobar que pergunta o Oc do José, vai falar exênio. Não tem, não é, você é banido o tempo, quando você salta ali, eu deno. Então, esse preconceito é complicado até o crítico de TV que você fala, que assistiu e falou mal, é o mesmo crítico musical que às vezes na Amazon, amado é ruim e bom, é isso aqui. Aí acontece, é o que? Então acontece aquele exemplo do menino que morreu, certanejo, que se tinha na Ruaú, e teve uma promoção nacional, eu Brasil para eu vou pensar, mas pera aí.
Tipo, quem que se caro? Que tá todo morjorando e é mídia não conhecia. E eu não sei quem é tão contato. Como você tá bem na tua geração, você viu? Você citou o Cristiano Araújo. O Cristiano Araújo. Foi o último programa que ele fez televisão comigo. Foi o dia de foi o do Mião na Recóra. A gente tava junto, era parceiro do mesmo time contra, era que ele precisava de negócio. Então nós temos que parar de ser hipócritas e ter medo de gostar. Eu cobrava. O Brasil é assim, cara. Eu cobrava quando fazia rádio, cobrava todo dia. Tanto é que a Elba Ramálio mais vezes sim dispôs comigo, uma grande amigo, uma pessoa fantástica, ele foi a gente se acertou. O Caetano não me olha com bons olhos no último programa que a gente fez com a Ebe. Eu notei aquele...
Tinha uma que eu era o brega e ele era o chique, certo? Mas eu, com muito orgulho, estou ali defendendo todo o nome do povo brasileiro da maioria do povo brasileiro que me dava sempre a audiência pra ganhar de TV Globo. E a minha briga era o seguinte, porque é só a pala, se que custa 300 conto, 400 conto em ingresso. Porque não ginássia da portuguesa, porque não ginássia da vila formosa, porque se o Caetano, o Chico Boar, que eles são populares, adonam a Maria, que é levar o filho dela, são cinco na família, como é pagar 300 conto, vê isso em quando dá? Dá 1.500 conto, não ganha isso. Tem que cobrar 5 conto em gresso, a Elba fazia no palas, se cancelou uma noite no palas e foi fazendo o ginássia da portuguesa, 5 reais do ingresso, a plau de de pé e ganhou o povo, ganhou o povo. Tem que ser assim, essa é... Tá aí, esse é o problema brasileiro que o artista de fora não tem esse problema, porque ele vai no povo tá mesmo.
Ele vai onde o povo está. Então é hipocrisia fazer uma música, mas toda a artista tem que ir onde o povo está e quem fez a música não vai. Entendeu? Não. Quem canta não vai, essa canagem. Entende? Entende? É que o povo não gosta dele, o povo gosta só que, onde está o amado, onde está o eu, eu falei esses dois assim, que é pra impactar aqui, né? É a insção do eu. onde está o daí, então onde o povo está cara, diz quinho ali de 10 conto, é música direta, é forrosão cantando, vai entender. E aí, até hoje, aí eu quero que mais vende. Mas o mais show faz, é mais show faz, cara. É, É, É… é Para a galera que está meio esquecida, que vai lá e fazer show e tal. Então, eu não tenho que ter a esquecida, outra coisa, vai... Você pega as festas de pião, as festas qualquer de água industrial, a festa agrícola, a festa do cacete, pode ver a programação. Parece a rocinha de Brasília, perdão, um cenado federal, para a câmera dos deputados.
É sempre a mesma sacanagem. Você pega os cinco artistas de tal empresário que paga assim propina para os donos de festa, que paga assim quem escala, e são os cinco os mesmos, você pode ver. Pega lista de festa do Brasil. E o resto dos artistas do Brasil, num trabalho, ou não tem o povo, não tem chance de ver, entendeu? Então é uma hipocrisina, tem que quebrar essa educação no Brasil e colocar uma outra cultura. Muito já. Você já teve um programa de televisão que não vou me recordar o nome, mas o conceito do programa. Eu falo pra ti. Que era aquele estilo de porrada, ratinho e tal e quebra-pá. Leão livre. Leão livre. Quando saiu ratinho, quando saiu muito. Que tava dando muita gente. Eu tava de raio recordo, foi pra SBT. E ele mesmo foi lá me buscar e falou você, quem vai entrar no meu lugar e tal. Eu sempre fui um cara assim, eu posso ter todos os defeitos do mundo. As pessoas podem me criticar de tudo quanto é lado. Agora que...
Sobre a necessidade, fidelidade, simplicidade, ninguém pode falar nada. Eu nunca quis o lugar do ratinho, por exemplo. Eu nunca quis o lugar de não sei quem, as pessoas falam, você tem que apresentar o não se eu ter. Agora você que vai fazer a fazenda, não se eu ter que... Juro pra você, tem espaço pra todo mundo, cara. Tem meu espaço, espaço de todos. Então eu nunca tive assim a pretensão de fazer alguma coisa. Então as coisas da minha vida acontecem sempre de maneira natural. Juberto, então por que você saiu? Três anos depois que você saiu da banda e não entrou? Porque agora você tá fora do ar. Veja, não é escolha a minha, mas é opção minha. Eu não quis fazer o que me propuseram. Então eu espero...
Que venha um convite pra fazer aquilo que vai dar prazer que eu já tô numa situação graças a Deus de poder escolher o que eu quero fazer ou não fazer mais nada por ela da vida. A gente tava falando que tava resolvido. Você sempre sentiu prazer e todos os programas que apresentou. Todos menos aquele lá. E menos aquele lá do que tá da América. Mas uma coisa antes disso antes do Leão Livre Teve apresentou o Brasil e o urgente não apresentou. Claro, isso não era Brasil, gente. Era o maior audiência do Cidade Alerga. Era Cidade Alerga, até que o número de programas. Esse recorde do Leandro foi no Cidade Alerga. Cidade Alerga, então, mas o Cidade Alerga é totalmente de programas. É um programa que o Marcelo Rezenta estava fazendo até agora. Não, mas é mais jornal. Era policial mesmo, era bom. O policial mesmo, era bom. É legal também, dá pra fazer no vídeo. Chegara, pedi passar e não, cara. Não, pedi passar e pedi passar e vou voltar a falar uma coisa.
Só pra vocês se colocarem, dá prazer em fazer, porque você faz seu estilo. Eu que inventei põe na tela, põe no parede dano, se chama aqui, não sei o quê, coloca aqui, eu que descobri a nossa equipe com o do reporter, o saldo gomes, né? Nós que descobri um maniaco do parque escondido lá em Santa Catarina, nós que através da nossa investigação, os nossos reportes, de lá, o saldo foi lá pra buscar o cara, esse negócio, né? O promotor é de Uson, lembra, né? De Uson, bom fim. E aí era terrível porque as pessoas já me chamavam de doutor delegado, né? Nossa. E as pessoas já vinham com criança no colo, as mulheres... Relávano e mim fazer assinal da cruis. Falava pra mim, se eu doutor, se eu pode nem casa, mulher toda estourada, o cara é tudo ferrado, se eu pode nem casa, meu marido me bateu, olha quebrou o braço da meu filho e você começa a perder o senso de incomformidade. A coisa boa que o ser humano tem no interior de São Paulo, no interior do Brasil, da rosa, de cidadã pequenas, é o maravilhoso o senso de incomformidade de tudo, que é o que eu peguei do meu pai da minha mãe.
Que é a educação dada e nunca mais vai sair de mim, de você. Que é o gênero da educação. A alô, educação não é cultura, educação, que é o senso de inconformidade. Quando você vê um cadáver esticado na rua, você faz assim, fazia assim. A cidade grande se torna tão implacável que você, quando vê um, você fala, ou foi ainda bem que foi só um hein? E, junto a gente, para ver o buraco, o senhor é grande ou pequeno. Para ver a pessoa deformada, se o caminhão passa em cima da cabeça. Para tirar fotos, às vezes. Passa ser uma atração. Passa ser uma atração. Eu não me conforme. Então eu estava perdendo isso. A apresentando cadáver, eu estava enfiando dedo em buraco de bala. A apresentando cadáver. Já tinha amigo bandido e polícia. Entendeu? É um problema. Eu falei, não acho que eu vou ter que sair, não estou adando.
Não quiser, não quiser. Ali não, as textas funcionaram também com o Mundo de Cubar, tem bateria de futebol. Cara, ou não? O melhor bandido é aquele que está morto e interrado de ponta a cabeça para que se tenta fugir, sai no Japão. Tentar fugir, então não tem que ser interrado. Então, era um jageão, meu, o melhor bandido é o morto. Mas eu sempre dizia, o bandido que fez isso é um monstro, mas parem a mãe e continua santa. Então você tinha que se posicionar assim porque você coloca tudo dentro de um saco, acabou a família, acabou filho do bandido. Tem um reporte que vocês conhecem muito bem aqui, um jornalista, um colega, que se chama Gilgomes. Claro, aqui agora. Eu vou falar uma coisa que eu não estou autorizada a falar, mas ele vai me perdoar.
Conheço bem de um gomes, uma das pessoas mais bondosas que eu conheci na vida, apresentando a polícia, eu me basei a porra, fazer os idade alerta, eu dava uma olhadinha no que eu gio fazia, a posição dele, diante do crime, da história, do bandido, da polícia, da direção, da emissora, da minha família, o gio é muito bem posicionado, né? Sim. Lamentablemente, com essa doença e não pode trabalhar bem assim. Os giumes... Ele fazia a história do bandido e a na aparentenaciana já viu ele chegando na rádio com gravador quebrado na cabeça do danado que fez o crime. Então, informado que ele ficava com o crime. Ele avançava no cara, só que você saia da linha onde você vai jor. Ele ia na casa do bandido pra pagar a escola, o caderno, o material escolar e a comida pro filho do bandido. E não foi um não, era muito centenas e centenas juntos.
Às vezes, tinham os amigos que ajudavam ele e tal, mas nunca falou nada para ninguém. Eu sei porque eu vi sem querer e presenciei uma história sem querer, me pressionei em quadrei. E aí, ele explicou o que ele fazia. É gosto fantástico, se assacionar, né? Tem programas aí que são totalmente diferentes um do outro, sem fazer apresentar a turística, mas começou como, José. Eu sempre fiz rádio, eu sempre cantei. Mas o sempre é de 10 anos de idade. Um 10 anos de idade na minha cidade, meu pai era político da região na época ele era acho que presenta a cama da cidade, chama Flore da Paulista, a cidade perde o Pânio. Flore da Paulista. Pede de racena da mantina, é nova alta Paulista.
Você sai de São Paulo, vai para a Marília, vai para a Bauru, de Bauru, vai para a Marília, de Marília, vai para a Tupã, de Marília, vai para a Tupã, de Tupã, você vai para os Valdos Cruz, eu sou o Valdos Cruz para Lucia, que é a rádio que eu fazia, os Valdos Cruz você vai, em vez de virar para a presidente prudente, a esquerda, você continua reto até para a barranca do Rio Paraná, que é o panorama. Então entre os Valdos Cruz e panorama tem Lucia, Lucia, Lucia… Lu Tu pipaulista, dracena e panorama. Não conhece. E para a poanha, tem para a poanha também. E a porra tem, ainda poruda. Então a essa já fazia, já cantava, já apresentava. Então a necessidade de ir estar passando a banda martial na Universidade de Cidade, a banda Cristurrei. E a rádio de fusora de Lucelha, a rádio regional, era rádio era a bandeirante, era globo de lá. Tava no palanque lá com o dono da rádio condonido.
Quando ele ia era uma tração, queria ver aquele homem lá, e o JVP, João Vaspinto. E o seu JV estava lá transmitindo e a banda mais já está tocando um imediatinho da marinha. E ele declarando, e oi com o som na banda, e ele, o cisni branco e síngulos mares do sul, ele ficou rouco. Não. Aí ele olhou para o meu pai e tava do Tor Jorge Malulho, o deputado, o meu pai, aí ele olhou para o meu pai e fez assim o microfone, meu pai fez... O Jorge Malulis, deputado, se quem massa ele pegasse a lisa, ele disse, meu pai faz assim para ele, porque no quarto em casa, na em casa, eu brincava de radialista das mais mais programas de arcio-anem-cais, programas de franco, mais cena, ratupi, nem costa, marcos, beibidurães. Já pegou o microfone, nem provisa. Porque eu via Radeo Celcio, eu não tinha FM na época, não tinha de GFM, era Radeo Celcio, então...
E fez assim pra... 10 anos de idade, o Don Arvelon. Aí eu chelei, cara. Foi a primeira vez que eu senti que eu tinha moroida. Não bom sentido. Aí pegou o microfone assim, meio desconfiado e deu na minha mão. Eu peguei assim, dei dois passos pra frente e eu liu meu pai, meu pai fez assim. Aí o deputado se agachou e no meu ouvido começou a declamar a letra do poema. Ele falava aqui, o pá... A hora que acabou até a banda tinha parado e... A, a, a, a, aí começou, já aí ninguém mais me segurou. Aí eu já fui cantar no carnaval na banda da cidade. É, não é? Fina banda da cidade, eu fiz baile, cantar em carnaval, já cantar em, em, em outros lugares, já gravar diz que aí começou. E antes, antes de gente chegar após essa, né, é a carreira profissional, já só uma pergunta pra não perder essa oportunidade e desculpa o seu tivé errado se você já teve essa experiência, mas você falou que seu pai era político na região.
Professor, meu pai é professor, minha mãe é professor, meu pai é professor com três faculdades, um orgulho na minha casa, caso eu com a minha mãe, sem nenhuma faculdade e vencemos na vida graças ao esforço deles. E você chegou até alguma experiência na política, o pensou a isso? Eu fiz campanha para o meu pai virador carregando uma placa, porque eu até com fiqueta, eu até com a mão com um calo. É, professores de umberto, professores de umberto. E mais, isso é a única experiência. Mas você é como o político, não é? Graças a Deus não. Eu fui com... Eu fui com... Eu fui com...… Eu fui com Eu me convidando para ser o candidato deles, a governadora de São Paulo. Aí o Alco me chamou lá e tal, a pressão do povo, eu falei assim, não, não, política, eu não quero me mexer. Eu não vou fazer nada disso aí, não. Não tem que ser. Tem um pessoal aí de umas confrarias também, que me chamaram para fazer uma reunião e me choquei um empresário muito famoso.
De muita credibilidade que eu votaria para ser presidente do Brasil, me chamou, falou assim, tem que ser um cara como você, governador de São Paulo, para a gente limpar essa política aqui, pra renovação, porque não está dando mais pra fazer nada, é tudo muito viciado e viciante. A cédula de votação é sempre as mesmas caras a 20, 30 anos em aguentar mais. Eu me deu um empolgado, falei, eu comecei a se me achar. Aí a senhora minha mãe chegou e falou assim, Quando o soldado ia para a César na Roma Antiga para a Luta, o general ganhava a batalha. Em cada biga ele colocava o mais fraco e franzinho no cidadão da cidade Roma para voltar com o general Ozão que voltava se achando e o cara para o franzinho olhava para ele assim na biga e falava, você é mortal, vem a próxima, a glória é de César. Aí ele entra a vice-seza e baixava a bola, pisava no chão, não levanta não. Aí ele ia que ele choque, vai haver a idade, mano.
Não me metim política, pedi de desculpa eles e não entrem nessa. Mas às vezes eu tenho vontade de chamar você, chamar os caras ferradão aí e falar assim, nós temos que mudar a rocinha de Brasília, cara. Nós temos que mudar a rocinha de São Paulo, a rocinha. O rio de Chaneiro, olha essa canagem. Sabe quanto custou a tropa do exército na outra vez que entrou no complexo, não é do alemão, foi no outro lá que esqueceu o nome, não é um pequenininho. Sabe quando custou aquela? Foi ridícula, não foi a primeira vez que o exército foi no Rio O Rio de Janeiro, ficaram só aparecendo o vizerem. Porra nenhuma, vizerem. 500 milhões de reais gastou do nosso bolso pra ficar um mês do Rio de Janeiro. Se acha que pode, é, fala a verdade pra mim. Você nem conta os zeros, tem que entender. Fala a verdade pra mim, meio pilhão, cara. Mas que o salado nem mais. Não. Não. Não, é voltando em mais. Isso é um revoltante. É essa hora que eu falo, não, bicho. Tem que limpar tudo esse negócio aí. E brasileiro, só tem uma solução. É muro de 20 metros com eletricidade sem portão.
E jogar para dentro em chada e semente. E deixar lá para ver o que vai acontecer. Só isso. Bom, então você não teve essa experiência também? Cogitomas, acabou em um grande ideia. Não gosto disso. Complementando lá o início do papo do Cid, depois dessa experiência com dez anos ainda apresentando o poema, como é que foi a primeira vez, lembra da sua primeira vez, Eduardo? Eu não gozei, cara. Primeira vez não foi legal. Primeira vez da TV, não lembra? Não lembra, com certeza lembra. Primeira vez da televisão. Vai ver o que te deu a primeira oportunidade na TV. Até ver globo. Até ver globo. O hermano Renning, aquele repórter da TV, ele nem sabe que eu sei assim a sextória. E nunca é uma falha minha que eu tenho que encontrar e dar uma abraça e agradecer. Por que o hermano Renning foi no interior e eu estava já fazendo faculdade de engenharia em Lins.
Já trabalhava em Rádio, já cantava, já cantava em Banda Famosa, subjeto indo, já fiz baile, já entreguei fusca, com um sorte nacional garrafo, com a Santa Brea em shows. Já fiz, ó cara, meu, já fiz tudo. Já entreguei marmita, já vim de limão pra trocar por sorvete, já fiz tudo. E aí ele tava em lins e toca o telefone lá na... Eu estava... eu ia fazer uma feira em Sorocaba com o garvelho, entregaram os carros numa feira água perquária de Sorocaba. Eu já estava na Rádio de Lins, na Lins Rádio Clube e tal. E o irmão Reino em que estava com a equipe da televisão fazendo reportagem no interior. E ele ligou pro... foi o Ligue Marães, chefe de jornalismo aqui da TV São Paulo e depois ligou pro Armando Nogueira e pro Raul Bastos e pra Lisse Maria.
Deus dizer, tem um cara de begódeo aqui. Eu nunca perdi begódeo, nem um trote da engenharia. Tiraram só esse lado. Não, não. Não, não. Falaram, aí você vai ter que tirar o outro. O cassete, o pinté, esse outro lado até acrescento. Aí dele e Igor falou que tem um cara aqui, meu. Vocês têm que ver esse cara. Aliás, eu gravei esse cara no rádio, passou para a gravação. Na hora, a gente quiser me contratar, mandar para São Paulo. Eu fiquei aqui em São Paulo seis meses. Já fiz plantão do Jornal Nacional, do Fantástico, do Globo Sport, esse negócio. E depois fui para Baurú para ajudar a equipe do Sergio Roberto, equipe do Azenha, do Malavolta, da Kitty Balheiro, da Bete a implantar o jornalismo da TV Globo em todo o interior do São Paulo. E na época de repórter, pelo muito apalta.
Evertida, né? Carnaval, cobrir carnaval. Combrir carnaval? Queles baile, sim, cedo. Pô, tinha uns baile maluco. Tem uns baile, da pena vermelha, aquele dos Rio de Janeiro. Cara, é que é negócio que a gente falou no começo. Que as vezes a internet é... É, É, É… De mil, que era um VHS de 1978, que o cara digitalizou, foi do pra gente... A internet sacaneia chucha, sexualmente falando. A internet sacaneia, e a ganha a edição que coloca a mulher profissional do sexo fazendo na corta pescosa, coloca a carinha da chucha fazendo assim, muita sacanagem, coitada, coitada chucha. Tem coisas que você não imagina que a gente vai ficar. Tem muita coisa, se você botar Gilberto Barros,
Muito bem hoje, sem encontra muito coisa. Muito assacanagem, muito assacanagem. O que é o quarto total na índegra, tem vários... Tem um monteiro? Não, tem um, tem um que não era o quarto total, acho que era o Bonoia de Brasil, que a manhã caiu da marca, que eu falei pra cá. Caio da marca? Estava lá fazendo um quadro de estética. É um quadro de estética, é uma maravilhosa na marca, sim. Nada muito apelativo, mais quase, né? Uma maravilhosa, a coxa da mozera desse tamanho, entendeu? E a câmera pegava de propósito, do mesmo prato. E a música começou a fazer o tratamento estético na manéquina, na maca ali. Eu falei, pera, pera, pera… per Porque não há cara, cara, eu quero entrar nesse ponto aqui, que eu vou voltar. Vamos analisar o águia na cara. Eu nem sei quem que carol quer.
Ah, não soube não lembro. Mas é mais uma água lá e quando o pé jogava água na pessoa. Gente, era um tubo homem e um tubo mulher. O tubo homem entrava um homem bonito, famoso, com o chorteinho de voleibor na época, que era aquele chorteinho que quando água ia subir e abre. Abrei no pão, abrei no pão, abrei no água, vai subir. Da mulher era a consainha de tênis, com um biquinho embaixo, bem biquinho, confio dentro da água mais com saia, né? O água vai suindo, conforme vai errando, vai entrando o água, uma certa quantidade de água. Era 50 litros a cada vez, acho. O tubo tinha, acho que 2 mil litros, será contém em dentro de queda. E a água não diversa. E a água vai subindo e vai agonhar, não, quem te tratada lá. Tada e filtrada, é tratada de filmer.
É... O Brata foi com o palco, o palco, o palco… o Era sobre o órgão, mas você fala órgão. O órgão é órbita do órgão. E ela fala órgão, mas ela acha que o órgão era do órgão. Ela está pando a bunda, com água ali subindo mais e muitas preocupações. E o órgão é o órgão. A gente vai dizer que será que está certo? Não, é a fila da puta. Eu ajudo a parcela. Eu ajudo isso. E tem inteligência do apresentador, que não deixa o cara dar pra fazer redigo, que é o ponto. A inteligência do apresentador é o ponto. Cara, eu não usava ponto. Eu odeio usar, que a minha trapália. Agora, a pressença é uma coisa que me deixou muito um dos momentos de muita atenção.
Neste mesmo programa do Tubbo, a gente fazia de sábado a tarde, esse era o bano de Brasil. A gente aproveitava o Tubbo e eu fazia no sábadoaço, que é sensacional, não existe ainda o programa na Tele-Zombra Aselera, falta TV brasileiro, tem um programa desse, seis horas de duração do Tubbo. Sábadoaço era o que era a mesma. Era a mesma. Era a mesma. Era a mesma. Côis é sensacional. É, ali no sábadoaço tinha uma pressina do Ibilapoeira também, que tinha o S com um... 20 metros de altura, porque o artista andava aquele S de ferver, ele balançava, ele cair, no cochão embaixo, o tubo da água, a gente pegou e tinha uns desafiantes que faziam, como chama o cara que prende a coisa e dorme, né? A peneia. Campião brasileiro de apineia foi lá, eu cheio, e eu se me achando do cara.
Põe lá no palco o tubo da água. É o meu tubo da caró. Chamamos o bombeiro, chamamos o médico, o recitador, tubo da água. O cara entrou em a peneira e não voltava e começou morrer dentro do túnel. Você tá brincando? E ao vivo. Como é que sabe? Me deu um panique. Por que a gente se fazia isso? O cara tá batendo o cara. Maniturando tudo, tá? A monitorança, ele foi o baterre, a Commission. Ele tava batendo mesmo, ele tava batendo mesmo. Fazer só que de repente ele começou a fazer assim, gasper, depois de ter o nó. E não saía, cara. Aí eu falei, perdi minha carreira, banho e vai ser processado. A gente vai ser uma merda, os bombeiros entraram, os bombeiros entraram, puxaram o cara, ressuscita, doutor malufe. E vai... Para mim, isso é provivo. Tudo ouvido, cara. A ressuscitar, tudo isso, tudo isso. Tudo isso, tudo isso. Tudo isso, tudo isso. Foi bem para mim.
Gritaram lá, chama como é o sal, falei de segura, cara. Aquel é a que ele aceleta que morreu lá no Morumbi. Por exemplo, eu estava no Boranho de Brasil, São Paulo e São Caetano. São Caetano, né? São Caetano. No Morumbi, estava no ar. Pus no ar, negócio. Quando falar, o cara está morto, está indo pro... vamos tirar, sai, sai, sai, sai, o cacete, meu. Deixou da pão na globa aqui, mostra o pé do cara lá. Nem se mexiu, a saiga, aí fica muito... Aí é muito filha da botina. O que eu disse, cara? Eu não? Morreu, morreu, morreu. Que isso, cara, morreu no medo, o João. São Paulo, do... São Pineda. O da Pineda. O da Pineda. O da… Pineda voltou. Quando ele voltou, ele deu uma babada, assim, ele voltou e falou... E aí, bate o recorde, não. Ele voltou e falou, calma. Eu já estava ouvindo tudo, eu não fui, não. Eu estava concentrado.
Concentrada a puta que tirou uma volta, cara, ele é porrada, não cara, não é? Não é um camarcar boalhinho, guarda. É uma cobertura muito tensa, que eu lembro de assistir contigo, foi aquela vez do acidente da Columbia. Lembra? É porque aconteceu e pegou o sinal da Nase e começou a transmitir. Primeira emissora da Tamiitivo Brasil e estava todo mundo ali em cima, uma tragédia, tipo, nossa, foi terrível mesmo, foi terrível. Olha, já transmiti sequestro com um sequestador que ele não fala comigo ao vivo. E mais chegou com revolve na cara da japonesa, mas chegou a acontecer de falar, põe no ar, se não vou matar. Aí mandaram o reporte e tava lá na casa, chamaram no estúdio, pensaram que era brincadeira, quando entrou a cena, polícia, militar, tudo doante, lado assim, fui processado, isso no cidade da Lerta, no Boron de Brasil, no Boron de Brasil, fui processado.
Uma casa em São Tôndria, casa. A Japonesa ali, o sequestrador moleque aqui, Leon, na moral, cara, eu suava, fechar aqui em mim, eu suava, cara, acho que eu fiz até xixi na causa, inimigo. Segurando e tomando cuidado com o que eu vou dizer. O cara confiado com fiarma, a mulher confiava na mim. A polícia não confione mim, tanto é que o comandante depois me criticou e eu tive que precisar esclarecimento, quem se acha que é, se eu achar que estava preparado, ou falei não, mas se eu não atendo, se eu não atendo se eu não ia responder pela morte da mulher, acabou aí o negócio. A gente tem coisa. Eu pedido do cara, não. Eu não falo com o bandido, nunca falei no ar, nos seus programas de rádio, sempre pregoava, também no cidadão de alerta, bandido aqui não fala, não deixava o bandido falar,
Como fazem? Entrevista ao bandido que o bandido vira erói. Nora que tem microfone na boca do bandido, ele avosa ele abaixa a fila e ele vira coitadinho. De monstro ele passa coitadinho. E não pode esquecer que é monstro. Uma hora saltante do Brasil, uma a toda três caras foi preso lá em cima no seará. Tinha fila na penetência área para pedir ele em casamento. Porque se entrevistava o bandido. O bandido não é assim, ó. Eu vou matar, cara, namorar. Você é um palhaço, ó, que tá preso, ó. Não, eu não vou falar, eu quero falar, eu não vou falar. Eu não fiz isso, estava passando, com essa sequitária. Ele se entregou, cara. Ele se entregou, com você. Ele se entregou, eu convenci, ele se entregou, que não ia barraco. O ao-palabriado, o barraco, o teu não vai cair, vai ser na moral, estamos juntos em misturado, vou te ver. Você vai me ver lá na pondera e gás vou te ver, eu não fui, eu não fui, devia ter ido.
Não tinha nada a conta de Veteido, mas eu só não fui porque quando eu fui visitar o Rafael William na polícia, fui eu quem foi, mas nenhum amigo entre parem-se dele foi. Eu quem levou uma mala de roupa porque ele estava todo mijado, cagado, surge, quem levou uma mala de roupa para ele fui eu. Quando eu entrei na acela lá, quase exuaram comigo, os outros presos. Eu fiquei muito medo, que o delegado foi intransigente, não queria tirar ele de lá para falar comigo aqui fora. Se você quiser, se você vai entrar lá, se você está pensando porque se você é artista, se você vai... Obrigado, não foi muito legal comigo. Tá lá, tava na dele, eu não estou criticando ele, tá? Eu entrei. De toda uma de marcha, entrei. A lá eu descobri que o cara que dá onde macho, o cemitério, tá cheio. É melhor ser um cara precavid, ser chamado de covarde, continuar a vivo do que eu fazia o que eu fiz lá. Nunca mais eu faço. Então, por causa desse caso... Mas você entrou lá pra... Eu entrei pra dar a morar. O cara tá... Ele tava sentado largado no chão lá, todo do ferrado.
Isso é dignidade uma pessoa que fez o que ele fez e que era quem ele era. Independente de ser famoso ser rico, você pobre, ali não pode ficar uma pessoa. Então, levando, dá um banho no cara, deixa o cara tomar um banho, tomar roupa maravilhosa aqui, ó, os agasalhos, os tenses, e aí eu não entrei. Mais graças a Deus, a mulher foi solta, os bandidos presos, processados, condenados. Não foram suados, foram na dignidade e eu falava pra ele, olha, pra mim o bandido bom é o morto enterrado e ponta cabezos. Pra aquele sentido, porque ele sabe, né? O bandido saca, que qual é? Você tem que tomar a posição, ele sabe que é a sua posição, se não é bandido, você sabe, se é, né? Conta. Tem algumas histórias muito clássicas na internet que todos não sempre têm curiosidade a perguntar, a gente tem um oportunidade de ser aqui?
Eu sou obrigado a perguntar. Comigo não tem viadagem. Não precisa eu responder, eu vou falar, vai a merda, não vou responder. Uma delas o que é, é o famoso caso do Cassinão. Famosos o caso do Cassinão que durante o programa. O problema. O que cara, para mim, é um dos vídeos mais sensacionais. Faz um mês que eu fiquei sabendo que o povo pensava que eu tava chapado, maconhado ou cacocainado, porque eu... Não, eu não sei. O nome do artista é cassino. Ele deu um nome verdadeiro dele pra gente, mas ele não é pra só. E aí até a gente chegou a falar com ele em um tempo atrás e tal, ele contou a versão dele da história e ele tava um pouco bravo. Estava levemente achado com a história. Eu agora também tô bravo. Então ele fica bravo do lado dele, ficou bravo do meu, ele queria que se gobe. Você lembra do mesmo escoco? Mas ou menos, não lembro tudo, o que? De antes dessa história é toda, eu que sabe o que de fato aconteceu, o que aconteceu? O que aconteceu, Gilberto? Porra nenhuma, aliás, nem devia ter acontecido que se eu soubesse, eu não ainda ia essa oportunidade. É mesmo? É, porra. O artista chega para a produção, a produção do artista chega e fala, está chegando o cassinho aqui, não vai achar uma novela lá globo,
Eu to tava música dele, eu não sei se é da Globo Novella, falei sensacional como todos os artistas, a música tava novo. Pergunte a um artista se ele não foi tratado com dignidade, algum programa de alguma vez na minha vida. Eu deixo, olha, na vida, na vida, eu tenho 45 anos de carreira, acho que é mais até. Pergunta pra algum artista ou um acompanhante de artista Se eu mal tratei alguma vez Se eu pedi jabar pra alguma vez Se eu desprezei no ar ou fora do ar alguma vez Se alguém da minha produção estava autorizado a tratar mal ou a pedir ou a fazer alguma coisa Que não seja dar dignidade Exaltar e fazê-lo mais sucesso E considera uma coisa Entendi Chegar o lá e os
Eu falei, porra, sensação... Ó, vem, e eu ouvi a música e tal. E o pessoal, boa ilha é internacional, é internacional. Ah, então isso que eu te pergunto. Venderam pra mim, a produção. Te sopraram que queram... Olha, eu não preciso mentir e nem jurar aqui. Eu sou cristão, o não é não, o sim é assim. Perfeito. Quando eu apresentei esse menino, eu tinha certeza que ele tava vindo de maiam, foi o que me venderam, chegaram. Mas ele também não abriu a boca pra falar lá? Chegando calma, eu comecei a englair isso com ele. Maralho, não, o ar também. Marinho não vejo. O camarinho não vejo, sai do meu camarim, vou para o palco. Quando eu passo a agradeço a todos, quando tenho tempo, entro no camarim dos artistas, dão um beijo, os que são mais chegados, eu falo, e aí, não vamos sair, não vamos jantar, não vamos jogar. Volta mais vezes, ela está muito sumida, ou porão, casês no artista, pelo que aconteceu alguma coisa, por chorela, elogio, repertório, crítico, repertório, ajudaem muitos artistas a fazer explosão de
Repertório de sucesso, muitos. Fácil, isso e vou para o palco. Fico na coxia, me concentro. Converse com a minha produção, converse com a minha direção primeiro, a direção por último, dar a direção saiba e lá para pra pra pra… Para Suíte, eu fico com o pessoal meu ali de trás da coxia. Pergunto de novo dos artistas que são num palco. Já estão no palco. Já pergunto se a sequência de atração tá pronto, porque eu odeio ficar pimentento, alguém na coxia falando, segura que não chegou, não segura que tá chegando. Acho uma sacanagem comigo e isso. Claro, né? Eu envelho o seguro. Se deixar o plano para na neira, vocês sabem disso. Muito bem. A presentei o cidadão, num sábado maravilhoso, num cenário, se não me engano, tava recém inaugurado. Um cenário com um verde abacate, amor, amor, porra, as suvas. Era um sabadácio, né? Um roxo, mais lindos, mais lindos. Que não vai comer. A voce que eu falei, a voce que eu falei, a voce que eu falei, a voce que eu falei, a voce que eu tava lá em cima também. Entrei com tudo, com tudo. E quando eu entro com tudo, eu fico empolgado mesmo.
Eu descobri que estava pensada que estava fumado, cheirado. Não uso isso e sou antes disso. E aí, chamei, cara entrou, pô, eu me empolguei mais aí. Entrou que aquele oclão dele cantando a música o ritmo, fiquei em pô, gadíssimo. Todo mundo ficou em casa. Então, se fosse o Roberto Carlos cantando uma música, eu ia falar, é Roberto! Era meu estilo. Calição, banda Caliço. Exés, exés, exés, é ilionado. Exés, é iluciano. É iluciano, é meu, eu fiquei me chamando de Uberton. Claro, entendeu? Então é isso. Ai mandou um cação. Não, mandou, foi sensacional. Foi bom. Eu tinha bola do cara. Ele devia explodir o audiência explodir o dele. Ele devia ter saído de lá e continuava uma carreira de sucesso dele. O que toca a mim acabou aí, acabou de cantar e obra ser ele.
Eu não sabia falar em inglês, mas eu vou até onde eu sei e depois eu falo, eu não sei falar. Eu não sei, eu vou vir um tradutor aqui, um tradutor aí, entendeu? Se tem, eu chamo. E, de repente, ali eu descobro que ele é. Hoje eu aberto, sou da zona Leste. Mas continuo com dignidade até onde eu sei e até onde eu vi, acabou aí. Um abraço. Cara, sai de lá, pega disso, que vai pra exerir minissoras brilhar, cara. Vai vender show, vai regassar de ganhar dinheiro. A trabalhar. Vai continuar carreira. Fala comigo que eu te dou um repertório, você vai continuar o teu disco de sucesso. Bom, entendeu? Eu que é o que eu faço, eu tenho tesão. Cê é meu amigo, certista. Cê se prodiu uma música. Eu tô buscando até lá fora a música, você regrava, cara. Pergunda, por Cristian Raul, pergunta, por séries. É pergunta pra todo mundo.
Eu entrego assim o Ovo, grava isso, faz isso, olha, faz isso, olha que música, olha, escuta essa, na boa, não humildade, cara. É, é uma coisa ali que não sei o que aconteceu. Não sei o que eu não sei o que eu não sei, então, não sei o que eu já lamentei, lamentei, que a minha interpretação foi outra, lamentávelmente, né? Li coisas que eu não gostei, ele falou, que Deus o abençoe e, como ele chama? Ah, o nome real não sei tá, ele falou, ele falou, ele falou, ele falou, é uma coisa cassinho. E o nome artístico, não era. E o nazi, qual é? Casino! E onde está? Faz o quê? Não sei. Quanto é o quê? Não lembro. Quanto uma música aí. Ah, aquela. Quanto é aquela? Quem é qualquer? Quem lembro? Eu preciso dizer mais alguma coisa na boa.
Se eu tiver pecado, eu falei assim, se eu tiver algum pecado, alguma coisa, me perdoi, cara, porque eu vim nesse planeta e a minha vida é uma régua e eu já passei da metade. Não tem jeito de esticar, não tem, eu vou ter aqui só, cara, eu já passei da metade, me perdoi, porque eu to nessa régua aqui, pra fazer o bem, pra quando eu for, se lembrado, pelo Fred. Pelo da Vibraian Cid, por todos o não salvo, pra se lembrar do que uma forma boa. Bom, agora coisa ruim, eu tenho que voltar atrás e consertar, me perdoi. Agora, quando a pessoa faz? É, mas também chega num ponto ali que não tem que fazer também. Não, eu não fiz nada. Vou voltar, eu vou falar para vocês.
Nada foi feito, porque nada foi feito. Ah, não ser exaltar o artista e pegou de mim um espaço que poderia ter sido muito bem aproveitado por outro. Proto, cara. Não as vezes a pessoa não tá. Tinha fila, não sei se é sábio, vou fazer minhas programas, tem fila de artistas. Tem uns bacana que a gente faz na vida e as vezes não quer ir. Mas tinha fila de artista, eu adoro trabalhar com gente nova. Eu tenho uma pergunta que eu nunca tive oportunidade de fazer com apresentador assim, do seu porte. Entendi, eu não vou educar assim. Entendi, sei por cento. Que me apreguntam a seguinte, eu vejo às vezes tem muito quadros, assim que você viu umas pessoas, você fala, não é? Por que essa pessoa tá fazendo isso? O que é que esse cara? O que essa criança tá fazendo aí? Tá. Existe um dinheiro. Existe um dinheiro por fora, que uma mãe paga pra criança lá, você é o que ele pode ser. É possível.
É possível. Pode ser. Que tem umas coisas que você vê, às vezes? Não meu programa. Eu quero que você aponte desde o começo da minha carreira. Dei da rádio fusora de Lucélia. Fale geral, tu fale geral. Eu não dei dinheiro pro dono da rádio, me passar um microfone para fazer a negoa da pânia. Entendeu? Entendeu? Entendeu? Então pega, dei de comer da minha carreira. Até hoje, minha ponte, um que deu dinheiro e que foi lá porque deu dinheiro. Agora, pressa atenção. Eu já fiz muito favores para amigos. Claro. Eu estou lá e está o preciso de um cara legal. Chega malalcido pra mim. Ou cara da Rádio, tá fazendo uma competição com outra rádida, precisa aparecer um pouco... Júbera, claro cara, sou ter irmão. Venha aqui no meu jurado. Venha aqui no meu jurado. A emissora, por exemplo, tem interesse em alguma coisa. Eu não ligo em ajudar. Desde que não configure Jabal, troca de favores. Se for troca de favores, já disse não pra dono de televisão. Já disse não pra já me dispus...
Das emissoras que eu trabalhei já me dispusem duas dizendo não. Isso não faço, não vou receber. Tem uma dupla famosa, sísima, que são meus irmãos e que eu tinha que receber no ar. Obrigatório. Obrigatório. Isso é uma começando a carreira. Obrigatório, porque é obrigatório, não me pergunte, que eu nem quero saber, porque se eu sei a coisa complica mais ainda. E eu acabei que eu falo, eu falo. É capaz de apresentar. Olha, e agora, porque ele deu uma grana aí pra não ser. É e forte tudo. Mas, no começo de carreira, Eu disse, não, não, não, não. E quando eu fiz chamar que estavam fazendo sucesso do guarda, do deitado no banco lá, e aí na época eu não quisermos ir. Hoje são os grandes amigos que eu tenho. A Nita eu não quis receber no meu programa. É mesmo porque é a Nita, é um grande exemplo. Eu não tenho medo de falar, porque ela está por cima da carne seca. Que Deus abençoe, tem que estar onde o casino não devia estar. É o cara, olha aí, olha o exemplo.
Eu não quis receber, porque veio de uma forma meio estranha. Entendeu? Como que é, sim? Viu, veio o fedecido meio estranhamente. Entendi, antes era aí me cita, né? Não sei, é me cianeta. Aí, cara, tem um hororgulho dessa brasileira artista, lutadora, batalhadora, guerreira, artista competente, se não fosse competente, não estava onde estar, ouzada. Mostra ali, mostra ali, num desenho que mostrou até Pereiraca. Cara, entendeu, não, não, não, não, eu tô aplaudindo, tô aplaudindo e vou convidar, tenho um cara de pau de convidar. Bom, entendeu, tenho um cara de pau de convidade, de convidar. Você vai falar não, não, não, tá convidada. Ah, entendeu, como é que é? Foi convidada. Foi, perfeita. E outra questão que eu quero é que você já respondeu, já viu algumas coisas, mas eu... Eu vou curiosidade. Deixa eu olhar para a minha produção, se eu tô exagindo nenhuma coisa. Tá, professor, tá tranquilo?
Nossa, assim, a vida solhada, a vida está aqui, só tá com a vida. É um bom ser chuto, muito. É tranquilo, ela acha, tá tudo de boa. Outra pergunta que eu sou obrigado a fazer, que eu acho que é uma história que eu já ouvi, tal, mas é ouvir um mitro na internet, é o que? É CDULP, é a capa... É meu filho, Cacê. Vocês são todos pedófiles. Vocês são todos pedófiles. É uma copcapa carinhosa, o nome do disco. Me faz um carinho. E todas as músicas de mensagem, a principal delas, pretendida até pra uno, fazer campanha pra unicef. Você quer minha frase? Tem um remédio que usou, tem um sequência que hoje eu deixo os adeus abençoe. Qual é a frase? Você já abraçou seu filho hoje? É, é uma frase que é a título de um livro que eu escrevi também com crônicas de rádio. Era um quadro de programa de rádio meu, que dava uma porrada em pai e infilho na consciência todo dia, tipo, tipo, poder da mensagem, mensagem final do areo Ribeiro na época. Não é do tempo de vocês, nem está, que eu estou falando.
Procurem saber quem foi ele, o Ribeiro e o que ele pregava no rádio. Hoje em dia o rádio está muito pipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipipip Então, não precisa virar. não precisa virar. não precisa virar.… Não precisa A camisa vermelha atrás e o polô vira azul na frente. E fio a bala assim e nem falou assim né? Vai lá pega a bala no boso do teu pai. Ele irá correr nem virar uma mão e olha pra cá.
Ah, daí no doce vai, no doce não, não é? Foi ali que foi tirada essa foto que vocês pedófilos estará dos mal intencionados. Não é isso, não é? Eu vou lançar um disco agora na internet, para a internet, que a capa vai ser igualzinha aquela... Com o macho desse tamanho, colocando a mão, só que daí vou mostrar um suteando esse lado, vou fazer assim ó. Isso é sensacional. Muito bom, muito bom. Quero agradecer aqui a presença do leão. Gilberto, base inclusive. Fale de jabala, teve leão aqui. Tv leão tá... Ah, isso aí, aproveito. Tv leão tá aí, um novo projeto, é diferente, o projeto. Não sou o concorrente de ninguém. Algo parecido com o YouTube, mas não é YouTube. É feio, não é também. É insta, também é, mas não é. Tudo. A TVLAN foi bolada numa maneira fantástica. TVLAN.com.br, vocês vão ver que é diferente, por quê? Nós conseguimos depois de um estudo danado colocar na mesma tela, n vídeos.
E cada vídeo desse separado em canais embaixo, onde você clica, vira uma neta na vida, vira uma TV A cabo na vida. Isso é inédito dovidaram e agora estão querendo levar até a fórmula para a Universal, lá no Estados Unidos. Alançar? Eu vejo até correspondente, eu estou com isso. E eu vou devagarzinho, vocês vão notando assim, em nossa audiência real. É nossa audiência, não é a grandona, não sou em youtubers de 5 milhão de 1 milhão, mas somos um canal, que é aquilo que eu falei pra vocês. Sério que está levando a internet para o lugar que ela merece estar. Com credibilidade que é a marca do leão. Posso brincar, posso ser explosivo, posso ser isso, aquilo, posso ser tudo. Mas são cara de credibilidade porque eu não engano o povo, eu tenho os olhos de criança, criança não mente.
Então eu to lá, torno YouTube, que é Gilberto Barros TV. Tô no Face, que é... É, É, É… É o Gilberto Baso, no Twitter. Turno Insta. Está ganhando o Gilberto Baso também. Isso. Mas o... o... o...… Eu lembrei de uma coisa que vem no cita ou não, que viram metadeza e eu vou aproveitar. Luide me falou isso uma vez, que ele veio de um cara da banca, mas não está aqui ainda, ele vai chegar na na prédio da tata, é só... Eu sou com medo de viver. Ele me contou essa história uma vez e eu nunca consegui informar se eu mentiroso ou não. Na as vezes, nunca vou descobrir agora. Vou ele que trouxe a história da capa do disco ou não? P***! Vou ver se eu estou a descobrir agora, se eu não me conto a história. Quero ser seguinte, teve uma época. Não, filho, não é meu.
Eu não sei se era no domingo, se era no sábado, se apresentava um programa com junto com outros progobriga do Mingo, no memorário. Sábado ou quarta? Sábado ou quarta? Deve ser no sábado. Fiz um domingo, fiz um domingo. Fiz um domingo. Fiz o domingo show, já fiz o domingo show. E ele me contou que tinha uma ideia que era sua, que era de... num determinado horário. Todas as emissoras tocarem o Inno Nacional. Era minha mesmo. É real isso aí. Eu sou nacionalista, apesar de não sei se pouca gente sabe, eu moro também no Estados Unidos, eu fico 20 anos, por eu moro por necessidade e não venho o caso aqui. E ficou um tempo aqui também, mas eu sou acho que um dos maiores brasileiros nacionalistas de amor a essa patria. É, segundo ele a ideia era que todas as emissoras...
Cantar essa mesmo tempo inundacional. Essa merda de voz do Brasil, obrigatório em emissoras e rádio todo dia, que tem que acabar, porque o Brasil já está com... Comunicação em todas as áreas. Já tem, insuficientemente, brasileiros em todos os pontos do Brasil e a gente tá perdendo as nossas fronteiras pra Argentina, Paraguai e pouca gente sabe, já perdemos 10 quilômetros pra Argentina e eu denúncio isso faz tempo, já perdemos quase 200 quilômetros pra Venezuela e eu denúncio isso faz tempo e não é culpa do exército brasileiro, é culpa da rocinha de Brasília que não dá verba suficiente que despreza, preferem roubar o nosso dinheiro lá na rocinha
O Brasil é um dos mais lindosinos do mundo e eu dei uma ideia, é o seguinte, entrou cada voz do Brasil. Em troca desse maldito enganoso e fete do horário político obrigatório, todos os dias há 7 horas da noite que se toque o Inno Nacional. Então, na verdade, o Televisão e Rádio era obrigatório há 6 da manhã ou quando se ligava a emissora, porque antes agora vai 24 horas, mas antes desligava a minha noite e ligava a 6 da manhã. Agora já está integrando o território nacional. Por quê? Atenção. Até o presidente da Câmara dos Deputados em Brasília não sabe cantar o Inún nacional direito. Eu não sou contra a exigência de se decorar, a gente não consegue decorar o Inú. A segunda parte dele é difícil, você confundir a primeira, você não tem que saber o inteiro, que se entregue, eu não acho que não pode ler, tem que ler para cantar direito.
Tem que ensinar os alunos nas salas de aula cantar o Ininacional. A mostrar por que o verde é verde ou amarela é amarela da bandeira. Eu cantava no meu nome. Claro, e você tinha orgulho disso, cara. Você tinha orgulho disso, era gostoso. Hoje em dia com essa desculpa de... Para bem, isso aí. Sociedade de manhã. Educação moral e cívica. Meu, hoje em dia por força desse equadrado, meu. Não tem um que ter liberdade, meu. A minoria está vencendo a maioria brasileira. O que é uma icatome. O poste faz chichinho cachorro. A banana come um macaco. A gente está achando que a natural é o seviado. A gente está achando que a natural é o ser sapato. A gente está achando que a natural tem que se respeitar. O respeito ao homosexualidade deve ser absoluta.
Agora, vocês não vêm dizer que eu tenho que pensar diferente porque a liberdade que eu tenha de se pensar dentro de expressão não sejamos hipócritas. Eu tenho grandes amigos homossexuais, eles sabem isso que não significa que eu acho normal ser homossexual. Eu sou cristão, procuro ser o máximo possível, mas não sou tanto como deveria ser. E vou pagar por isso. Nós temos que Perdeira e poucrizia. Exemigo adiou homofobia, tem que ser combatido assim, mas tem que se prestar atenção no que de fato é isso. Homofobia não é dizer o que eu estou dizendo aqui, muito pelo contrário, estou defendendo e quantos gays amigos sabem da minha defesa por eles. Quantas mulheres, como chamam, quantas leves sabem minhas amigas?
Que o as defenderia até debaixo d'água, mas não me obrigem a achar que é normal. Não me obrigem a achar que é normal, porque não é? Ó, meu, ó, meu, é. Paga sem ponta galinha, sem pé. Então isso aí, e voltando à brazilidade, nós temos que construir o Brasil para brasileiros. Nós temos que dar a nós brasileiros esse Brasil e não dar dinheiro da petrobras para fora, não fazer. Se eu entregarmos, nós vamos ter quatro ideelétricas. Energia de brasileiro, então tem que ser nossa energia, controle nosso, vendemos pra China. Cara. Preparam se você vai pagar a conta elétrica de energia elétrica altíssima. Não tem converto. Então é por isso que ele está certo. Tinha uns que tocar um inno nacional mais vezes, sim. Tinha que ter uma porta aqui, ó, uma bandeirona do Brasil aí, porque aqui não tem. Porque os outros países têm. Porque a China tem, porque os Estados Unidos têm. Tem um quadro molejo aqui. Então, não, tudo falando na porta, né? Porque eu tenho uma bandeira do Brasil na minha sala. Porque, mas eu, porque são minho, respeito, você não tem também.
Mas por que aqui? Você vai na América até em cima de carro que está sendo vendido, tem a bandeirinha do Brasil, a bandeirinha americana, na Itália, na França, em todos os lugares, um lugar, fala um lugar que você gosta, tem bandeira deles, eu sou comunista, eu gosto da Rússia, eu gosto da China, vai lá, tem bandeira deles, Brasil não tem, Brasil tem vergonha do Brasil. É o senão da Marafina, né? A Senão, a gente tem um... Quem que pessoa vai perguntando, Luide, tu ouvi? Ah, teve um caso clássico também, que é um desenho animado chamado Ioguior. Não sei se você vai lembrar disso. Não, é a carta de barragem. É a carta do barragem. E uma derraza do capeta que malava se mata o seu pai pra não ir na escola amanhã. O quê? Tá brincando com ele. Então, não vou discutir agora, porque agora eu também vou jogar Ioguior, se você se chama.
Porque é o seguinte, eu combate na época com o batista, aí a carta que vem de Japão. Tem até a gente que trabalha comigo hoje. Mas que tem Japonesa? Japoneira, bom Brasil, tem português. Na tradução é, agora a Mate, o seu pai para a Noina Escola amanhã, agora quebre o pé, corte o dedão da tua irmã, se ela tiver gente enxerna do Saio da... Tá brincando. Para avançar para não ser outra coisa, tá? E o que hora assim? Ele é assim, é baléia. Ele é assim, é baléia. O que é a baléia? O que é a baléia? O ultimo geralmente. Não, a preocupação era não se chegar a ser uma baléia azul. E o que eu fiz foi sua alerta. Não falei pra pai nenhum tirar. Você é porque os pais de hoje, muito fácil, né? Faz a mochila e vai pra escola meu filho. Paguei cinco pau pro seu escola. Pronto. Cabou, não, tô dando meu filho com o idioma. Que que eu ia dar?
O pai tem que sentar e ver o que o menino está fazendo. E aí foi até a minha sede morte. Mas os pais tirando as cartas do Igor do Filho, o contador do Júbertão lá da Bande. Foi um problema, caso de... Caso de polícia, ele ficou puto. Gente, trabalha comigo, vou olhar. Eu só vou trabalhar com o senhor porque eu estou precisando, mas o senhor foi filho da puta, viu? Meu baralhinho de Igor, você tirou o inimigo. Foi com amor e sem a pretensão de tirar. Mas que Tim a Cart continua tendo a carta do Capeta lá dentro. Quero fazer lavagem, lembrar uma criança de 3, 4 anos, 5 anos, 6 anos jogando lá com os marmanjão. Então, e aí, ela vai cortar o dentro da vagem. Lavagem. Que doideri, isso aí.
Que me perda, que me pode ter. Não tem nada, só você presta atenção que está a escrita de fato e não levar se tem um revolvinho de brinquedos, significa que você vai dar tiro. Não, então eles falavam isso, só que uma criança usando um revolve desse dedo pequenininho, brinquedo, vai achar que é normal usar o brincadeiro. Não tem nada demais, meu pai ter revolve em casa, criminalidade. Muito bom, gente. A gente teve um volume muito grande, se você não vermou, que o que dá, não se optar, não se enitem essa cara do tempo, todo não exemplo, não é ótimo. A intenção era não transformar no jogo da bala. É, a gente tá com quase 13 mil pessoas simultâneas, assistindo o simultaneamente. Vamos lá, pra astro todo mundo aí, a gente vai gerar pela gente, a gente vai gerar em uns 500 mil...
Não, é curta, a teveleão, por favor, conheçam. E muitos comentários, vou-lo muito grandes comentários. O que eu falei aqui é com amor, viu gente? Me pergunto ao fim de alguém? Porque o bom de a gente ter essas plataformas até de diálogo? E de viver a democracia, justamente você conseguir expor a sua opinião ao vivo e o pessoal nos comentários. E não abro o mão dela. Divergir ou concordar com o menor tempo. E não sou o plano da razão também, na minha verdade, a minha, não é a sua. Se for a sua, estamos juntos, se não for a sua, continuamos juntos debatendo a vida. É importante manter esse debate, sempre com respeito, a liberdade de pessoas, todos. Os psicólogos lá que inventar a história da cura gay, por exemplo, um problema, né? É bom para vocês debater a grande tempo. Não, não, não, não, não.
Obrigado. Obrigado. Obrigado.… Não. Vou ter que jogar o que eu. A chegar até o fim de fora, baralho de dinheiro. Hoje digo que eu é eletrônica. Tengo que jogar. Vamos tentar. Obrigada por vocês. Espero que tenha se divertido. Espero que as perguntas tinham se legais. Você tem que falar bastante de tudo? Falei, né? Falei, não. Falou, não. Chatei, alguém, não. Chutei o que eu tenho. Deve ter chateado, alguém que eu não se sentei. Que me perdoi. A gente divulgou todas as redes e já botaram postas também todas as redes. Quer agradecer também a produção aí que liberou esse passinho na gente. É verdade. É muito legal. Obrigado por agradecer hoje oberto pela presença aqui. E agradecer também os padrinhos do No Ouvo, que é a galera que apoia. Graças a eles que nós estamos aqui hoje, comprindo essa primeira meta, a primeira de várias metas que a gente abateu e para cumprir. E agradecer especialmente a Mariana Levera, que é uma das madrinhas lá no padrinho do No Ouvo. Ele é assinente do plano do box, o box não abro. E é isso aí, baleno. Então, por favor, obrigado por ver todos os noventes. E até o próximo No Ouvo, valeu!
A gente falou aqui até mudando completos. Papo pesado, né? Que é o pesado. Tava da cadeura, meu. O pesado. A gente vai dar uma mudada aqui. Fator mais aqui? Não quero. Mas é de duas horas da manhã ou é de agora? Não, não. Deixa que ele pegou. De agora o cacê, quando cheguei, isso aqui está aqui, já faz tempo. Você vem que essa conversa aqui de agora. E pega o copo lá. É água da sabéspe, é água da... É, vou no meu morto. Não vou no meu morto, cantar. Então, com o novo. Tem muitos seguros de vocês. E não quantos pessoas estamos afirindo agora, hein? Tem, você, vejo, meu, sem ser. Os mil e setecentos, pessoal. Não, nem uma das duas, ainda não. Secenta comentários por minuto, meu Deus. Obrigado, viu? Obrigado. Eu quero avisar o rabib porque eu vou querer o meu... Olha, eu te... Colocar eu no corpo. Alô, Roberto, pessoal do rabib, um pertinho.
Vou buscar o mesmo que você me pôs aí, você pôs, cara. Tá muito inspirado, hein? Parece, mano. Pelo meu povo, aqui é o Rodolfo. Abraço pra todo mundo. O último que saí é pagado em fecha porta. Falou.