
Descrição
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No aaar mais um Não Ooooooouvo!!! PÉEEEIN Hoje em dia existem muitos programas de culinária na televisão e canais de culinária por todo o youtube, mas por mais que se esforcem, nunca chegarão aos pés das maravilhas proporcionadas pela NOVA CULINÁRIA BRASILEIRA..... sabe do que a gente ta falando, né? Bancada: Cid Cidoso, Braian Rizzo, Igor Seco e Luide Hister Edição: Daniel Bayer (https://twitter.com/danebayer) Capa: Braian Rizzo (https://twitter.com/braian)
Resumo
Maurício Cid, Braian Rizzo, Igor Seco e Luide começam com notícias do fim de semana: um dos integrantes comemorou os 30 anos em Salto, no interior, onde descobriu que tem ouvintes entre os conterrâneos, e contou uma visita que rendeu zoação por causa de uma meia estampada e a surpresa de ser chamado de comunista por um sobrinho de 10 anos fã do Bolsonaro. Também falam da onda de artes e quadros que o programa tem recebido e do fenômeno do fidget spinner.
O tema do dia é a Nova Culinária Brasileira, essa criatividade exagerada que invade o Facebook: coxinha com brigadeiro, taças doces transbordando de tudo, barcas de sushi com comida de festa junina, pizza de estrogonofe e pizza de coração. A bancada tenta entender o que leva o brasileiro a querer sempre uma experiência diferente, e conclui que muita coisa existe só para virar foto no Instagram.
Também entram a comida japonesa adaptada ao gosto local, a Vila Madalena e um pedido final: quem tiver receitas nojentas pode mandar para o programa.
Destaques
- Um sobrinho de 10 anos chama um dos integrantes de comunista.
- Fidget spinner na esquina: por que ninguém consegue escapar dele.
- A barca de São João, mistura de sushi com comida de festa junina.
- Pizza de estrogonofe e o que ela diz sobre o brasileiro.
- O restaurante em que o cliente cozinha a própria picanha na chapa.
resumo e destaques escritos a partir da transcrição automática
Participantes
Edição: Daniel BayerCapa: Braian Rizzo
créditos do feed original
Transcrição
48 trechos · 8.524 palavras
Transcrição automática, feita com o faster-whisper (modelo base). Pode conter erros: nomes, gírias e piadas internas costumam sair tortos. Na dúvida, vale o que está no áudio. Clique no horário de um trecho pra ouvir a partir dali.
O Mucam, começou a Deus se decidou se assombrar a maravilhosa medireita, ele? Braian Rizzo, e aí tudo bom? Trumou Braiana, minha frente Igor Seco. Fala meu povo. E a vez que ainda, Luide Rizzo. Olá, fiais ouvinte do Novo, tudo bem com você? Luide Rizzo, treino prefeito de Sal Tararé. Prefei de Sal Tararé, futuro governador do Estado Paraná. Ele chegou falando que Luide 2018, aí. E eu fazia um instato do Centro de Salto, cara. Eu estive em Sal Tararé, esse fim de semana. Comenta a população de melhor de novo. Comemorar meus 30 anos de idade, agora sou eu. Três décadas. Três décadas, cara. Três décadas. E aí eu estava lá e eu fiquei muito feliz de saber que vários membros da população saltença são ouvintes do Não Ouvo. Que bom, né? Muito feliz de saber que as palavras no louça chegando ao interior. Com licença, mais ou menos, assiste o tarea.
Lá em salto, uma população de 24 pessoas, mas ou menos umas duas ou três no meu tom. 50% é muito bastante gente. Já na pêndrome tax. Então, na verdade isso me afeta um pouco, porque agora eu não vou poder mais contar as histórias de salta, era que pode. Agora que se perquei, alguém que é o motivo da história, ou o venou fica baguado e eu amtando. Agora porque você tem que contar e citar os nomes. Porque a gente quer ver se vai dar treta em salto, se o pessoal vai dar facado no outro. É, é, mais legal. Eu fiquei mais divertido, cara. Eu quero promover a descoção, mas você nem mora mais lá, cara. Deixa ele dar mais um gosto de salto. Eu gosto de passear lá, porque eu poder comer carne vermelha, porque aqui isso é um palo muito cara. Eles ainda acham que eu estou no mundo de viado, não? Ainda acham que eu estou no mundo de viada, inclusive. Então, o máximo que é você, vai ser a mais grande resquisa, eu espero. Então, eu estava, eu fui agora, né?
Ah, meu Deus que merda. Eu como uma meia, essas meias de rener, essas coisas que cartão reneram. Sabe, que tem desenhinhos da meia. Sabe, tem desenhado. Eu tô... Eu tô desviosado. Já só bicho, que isso, óbvio. E aí eu tava com o Tospug e a minha rosa. E a minha rosa. Ah, não tem nenhum. E aí eu fui passar o Tarelo e não sei se, né? Essa equipe são paula, terra da igualdade, da diversidade, né? De certo, eu cheguei lá. Cara, eu entrei num bar, eu esqueci que eu tava com a poda meio, os caras ficaram me alugando. O meu irmão ficou revoltado, meu irmão ficou falar pra minha mãe que eu tava com a minha rosa de pano. Onde eu se vi os amê, dessa, pelo amor de Deus foi cara. Eu tô sobrigo ainda. A meu sobrigo tá muito bem, meu sobrigo, um ouvinte do novo, inclusive, tô muito triste.
Por quê? Eu me chamo de... Eu me chamo de comunista pelo meu subrinho. Por quê? Como ele é? É quem sua família não chama de viado, é que o subrinho chama de comunista. Falta, eu não sei. Fala o que é que é que é… Eu estou vivendo na pele aquela história da internet que crianças gostam do Bolsonaro. Não é contra o Bolsonaro, nem quem votam do Bolsonaro. Eu não vou começar a dar a xilíquia no Twitter. Mas os meus dois subrinhos, eles um de dez, um de três vezes gostam muito bom. Ah, tá na idade, bom subrido. Isso é só que assim, eles, o mais velho, ele já tá meio que superando o fato dele que ele consegue viver bem. Porque às vezes quando você descobre algo novo, isso acontece quateu com vegetariano, né? Que ele descobre de mitos, né? É, ele descobre algo novo e não consegue para falar aquilo. Entendi. Então meu subrinho mais velho, ele já tá...
O outro é um ano, um ano Bolsonaro já consegue chegar num ambiente? Já é um relacionamento estável. Já está em outro comidão. Um abraço do vídeo. O outro mais novo, ele descobre agora. Ele viu uma reportagem do Bolsonaro pro cabrilho na SBT e ele ficou fissurado no Bolsonaro. E aí ele não consegue falar do Bolsonaro. Ele estava me achando, a minha mãe estava falando com meu irmão em Viva Vós. Ele falou, meu mãe me chamou de unir, eu juína tá aqui, eu quero uma universidade dele, vem aqui pra vocês como é um bolinho e tal, isso meu subrim pegou o celular e gritou bom somento do 2018. Não está bem, ele chegou aí, ele ganhou de leitores, ele estava no sinado, ele chamou a camina de petista. E aí ele não era do meu celular, ele me chamou de comunista, porque eu fiquei tirando o sarro, vai aqui Bolsonaro, vai ser alguém que me usou na área dele.
Você devia ter ido num rancinho, pegou uma foia e se uma telha em volta, de falar do Chão agora, de que o mundo... E eu estava com o pai desse meu sombinho, ele é verador na cidade que ele mora. E aí a gente estava falando de política, ele contando, coisa de verador e tal. E eu não sei o que eu falei, ele veio, esse, pelo... Eu não sei o que ela vai jato, eu não sei. Você não sabe nem o que é por de lava jato, você quer falar de Bolsonaro? Eu sou o Flatinho, sou a plalá com munista. Terem carro na cidade da Fódeia de Lavajá. Eu tava com a rossa, não tava com a rosa. Eu dou a rosa. Eu fiquei em tanto um choque que foi igual. Foi tão grande. Foi gó de mim em primeira vez. O Adivin ficou igual. Esse cara ficou como vista. E via do Ius, o meu arroz, eu tô fudido. O Adivin o Adivin é corno também. E ele começou a ficar a verja, tá? O Adivin está aqui. O Adivin foi assim, tipo um choque, porque sabe...
Aquela sensação que você está vivendo numa fome fique, sabe? Quando eles quando a história se achavam, eu estava no ônibus e aí chamaram... teve um caso de racismo e minha minha subrinde de três anos se levantou e falou que todos somos iguais. Aí de repente você está no ônibus de três anos, começa a dar uma olhada e se vai se fazer assim, cara, isso é que são um sonho, deixa eu avu, sabe? Isso é realmente quando se... E aí quando ele me chamou de comunista? O cara tem uma criança de 10 anos me chamando comunista pra falar de uma cosa. Se não fosse real. Se não fosse real, foi um real, foi um rio. Mas o mais legal é que a gente fala muito mais de buruto e de pinto do que de política nesse podcast. As crianças querem falar do Bolsonaro. A gente quer metalidade em menor do que a gente. Mas isso foi muito divertido. E é engraçado porque eu tento entender.
Ah, dando lição de moral num leg, bêsio. Eu tentei entender porque que gosta de Bolsonaro e, cara, a explicação não sei qual é, mas talvez seja o fato do Bolsonaro representar um pouco dessa coisa da zoeira. A galera, porque essa molecada, eles presenciaram a internet e aí numa época a gente estava muito do esquerdo o macho, estava em ascensão. E aí era só descontruído, aí vamos descontruído. É verão, não tinha a sal disso, não tinha a sal daqui, não tinha a sal daqui, mas a internet pré-Novo antes da gente, né, que exato. E aí na sala, porque quem começou a fazer muito barulho? Foi essa moleca do Bolsonaro, era aquele membro do Acrinho e tal. E aí essa moleca se identificaram com ele? Não, o pânico tem um personagem, agora, que é o... Também, também. É o carioca, Bolsonaro. É o carioca, mas tem um Bolsonaro. Nosolado, sim. E aí ele fala, ele chega a galera na rua, e fala, se ela dá umas respostas...
Traversada e desce um Oculus, um download for what? Então ele é um car que canaliza a Zoeira. Imagina o hora que eles misturarem um Bolsonaro com o Naruto, que já tipo, o Bolsonaro. O que? O que? O que?… O E ele fala de fazer montagem, tal, percebendo como os três últimos pudequete pra cá a gente tem recebido muita arte bastante arte. A gente nem pediu nem nada. Tá recebendo umas artes. Acho que o pessoal voltou a nos amar, eu acho, não sei. A vermelha, os artistas voltaram no amar. Tem um cara que fez um arte barroca do Luide, cara. Eu, cara. Precisa na gente. Porra, eu fiquei fora de mais, cara. Eu fiquei surpreendida, se o cara passou a carvão no pinto, foi desenhando e ficou indo. Ah, foi com o pinto. Ah, deseu com o pinto. A gente ficou muito bem. A gente tá tão bom. A gente vai fazer, é desenhamento, tem que ser com o pinto, só. Se o cara morre, você vai fazer. Tem que ver os géfers? Sim, que é o cara da loja, né? Da Hip-Print. Hip-Print. É o post-esponto Hip-Print, né?
Printe ponto com o muito bem. Ah, mas centrar hip-printer ponto com o Uber e entra. É que aí deve ser um atalho para entrar de lá com os quados. Ah, manério, porra, ele mandou. E eu achei legal que ele mandou uma cartinha junto com os quadros. Mandou ele com um brilho da filha. É mais legal, é que tem uma cena tura dele que tem uma foto. A gente tem o nome dele, Jefferson e aí tem 60 quilos. Não fumante. É tipo um vítima. É, ele mandou um liquedinho dele. A administratura é o conviculto. A mandou um liquedinho, muito legal. Cara, o foto vem, a cartinha vem com beijo ainda muito bonito. Eu deno esse dia. Nós estamos com a arte desse do Budenis. Nós estamos com a arte desse do Budenis. Nós estamos com a arte desse do Budenis. Nós estamos com a arte desse do Budenis. Nós estamos com a arte desse do Budenis. Nós estamos com a arte desse do Budenis. Nós estamos com a arte desse do Budenis. Nós estamos com a arte desse do Budenis. Nós estamos com a arte desse do Budenis. Nós estamos com a arte desse do Budenis. Nós estamos com a arte desse do Budenis. Nós estamos com a arte desse do Budenis. Nós estamos com a arte desse do Budenis. Nós estamos com a arte desse do Budenis. Nós estamos com a arte desse do Budenis. Nós estamos com a arte desse do Budenis. Nós estamos com a arte desse do Budenis. Nós estamos com a arte desse do Budenis. Nós estamos com a arte desse do Budenis. Nós estamos com a arte desse do Buden
Eu acho que é sobre ela. Agora é mais uma coisa. Agora é mais uma coisa. Agora é mais uma coisa. Agora é mais uma coisa. Agora é mais uma coisa. Agora é mais uma coisa. Agora é mais uma coisa. Agora é mais uma coisa. Agora é mais uma coisa. Agora é mais uma coisa. Agora é mais uma coisa. Agora é mais uma coisa. Agora é mais uma coisa. Agora é mais uma coisa. Agora é mais uma coisa. Agora é mais uma coisa. Agora é mais uma coisa. Agora é mais uma coisa. Agora é mais uma coisa. Agora é mais uma coisa. Agora é mais uma coisa. Agora é mais uma coisa. Agora é mais uma coisa. Agora é mais uma coisa. Agora é mais uma coisa. Agora é mais uma coisa. Agora é mais uma coisa. Agora é mais uma coisa. Agora é mais uma coisa. Agora é mais uma coisa. Agora é mais uma coisa. Agora é mais uma coisa. Agora é mais uma coisa. Agora é mais uma coisa. Agora é mais uma coisa. Agora é mais uma coisa. Agora
Não Salvo, com comentários, que falava vocês viraram espetista. Não se indemente, é não. Vocês tem que decidir, ó, a gente é exento, a gente tem que decidir. É, isso que é falado. É, isso que é podcast. Vai escolher o lado político, a gente ficou falando, falando, falando, turma. Agora dependendo da maré, a gente vira o conservador, extrema direita, extrema direita. Ou o comunista. É, a gente ficou numa quarta-bamba ali, que as pessoas estão decidindo pela gente. Eu acho que vai ali, já que assim, ali é uma clamor pública, o Braian podia abrir uma pra votar 7. O que cada um desses osi, se a gente é comunista, tipo, tipo, tipo… tipo Autoritaram os dois dias agora, Igor. Eu sou normal gajo, eu acho, eu não sei que eu fui termos com os outros. Mas eu fui no meio. E eu, eu fui no meio. E eu, eu fui no meio. E eu, eu fui no meio. E eu, eu fui no meio. E eu, eu fui no meio. E eu, eu fui no meio. E eu, eu fui no meio. E eu, eu fui no meio. E eu, eu fui no meio. E eu, eu fui no meio. E eu, eu fui no meio. E eu, eu fui no meio. E eu, eu fui no meio. E eu, eu fui no meio. E eu, eu fui no meio. E eu, eu fui no meio. E eu, eu fui no meio. E eu, eu fui no meio. E eu, eu fui no meio. E eu, eu fui no meio. E eu fui no meio. E eu fui no meio. E eu fui no meio. E eu fui no meio. E eu
É o spinner, é o... Finge spinner. Finge spinner. Finge spinner. É, ainda não tem um desses caras. Esse negócio tava xerando mais de chato. No mundo e agora todo oente pra chão. Eu quero um, também. Porque parece muito gostoso de fôr. Eu cheguei a profissão. Pega um metro aí na porta do metro e estou vendo. Exatamente. Cheguei a conclusão de que eu não sabe mais de caso. Porque quando falei no Twitter que eu queria ter um, a galera falou, mas toda esquina vem de... Ai, então, as pessoas estão me perguntando pra mim. Mas quando da minha casa não tá vendendo. É igual quando começa a chover, parece gente do boeiro pra te... Eu quero um negócio pra você guardar a chuva.
Você fica estressada, parece alguém oferecendo o feed of spinners. São Paulo, eu estou vendo um vários vídeos sobre isso aí, dá pra fazer um posto. Vamos pensar. Faz um posto de estar saindo o controle. Como todo o Braian, já tem que aparecer os tu lados. Já apareceu uma pizza de pizza de pizza. Que é baixado, já apareceu o seu patrinho. A pizza dela te paga, já fez, mas você tem que pedir de pizza de pizza. Então é sobre um negócio que está saindo do controle também. Está sendo controlando a manovidade, a manovidade é a manovidade brajuca. Não é uma manovidade, acho que o spinner é... acho que nem o lateral. Não existe nesse, tudo é feito na xida. Feito ou sem pena xida? Mas aí deve, não. Acho que é a inglaterra. E, enfim... A ver com...
Eu não preciso dar dica, tá no título, né? Tá no título. Mas, ó, a gente não sabe. A gente não sabe como não sabe. Ai, eu tenho cinto a gente. É pra ver isso na hora, vocês estão por direto sempre, né? Eu quero falar aqui sobre as novas culinárias brasileiras. Ah, culinárias. Ou a nova culinária brasileira, porque a abrange muita coisa. Certo. Os novas pratos da culinária brasileira. Os novas pratos, exatamente porque parece, né? A culinária brasileira, aí é uma culinária praticamente milenária. Não tem fim. Não tem fim, desde na época que o Pedro Averso Cabernos com o Brasil, o Jesus chegou no Brasil. A gente já tinha a chance de imagina. A gente já estava fazendo o pauvete com o jogo. A gente já comia naquela época. A gente comia né, cara? A gente não tinha pinga naquela época. Não tinha cara, engaçado isso. Só comia, não bebe.
Então, naquela época, já deixou o link fazer o que? Começa por viga. Só tinha uma fábrica dada de idus no Brasil. Mas eu tinha uma brilhante chegou. Mas aí a pergunta que eu falei de balalê. Mas eu aqueles ísos da idina é três folhas de balameira. É, é três flashe. É três flashe. É três flashe também. Então cara, a gente tá acostumada a comer há muito tempo. A gente tem essa maninha de ficar com o mesmo. Mas a gente comem desde que nós... Sabe disso? Desde que nós? Antes de nascer, já está comendo. Antes de nascer, já está comendo. É mais só comida, né? Já tem essa coisa no codom blical, a gente já está comendo. Ah, é pra se lembrar. é pra se lembrar. é pra se lembrar.… É pra se lem
Só que o Brasil parece que descontrou o general há muito tempo na real, mas agora na culinária parece que descontrou o general através do Facebook que a gente começou a perceber em spacularizou. Pois é, cara, a gente começa a olhar o Facebook e todo dia aparece um prato maluco na tabela. Eu sei que eu sei explicar isso. Então começou, bom, uns primeiros que eu lembro aqui, né, que é chamada atenção, foi o tal do Cochurros. Foi o Cochurros que invadiu uma gravação do Novo. É moral, começou muito antes, né, caro brasileiro ele já começou a mudar quando o Tis Burger virou o X-Burg. Ah, já é X-Burg. Ah, já é agora Tis. Não é o que, Júrgão X. Ah, verdade. Aí começou...
Perdiu o controle de água. A gente já começou a perder o controle. Então, muito, muito, muito, muito sério. Ah, é década. Aí é o coxuz, que a gente fez tão por de queixo com a nova coxuz aqui. Sim. É, estourou. A pôr do coxuz, que é uma coxinha de chuva. Vai lá, se tira. Uma coxinha de chuva. coxinha de chuva. coxinha de chuva.… Que até hoje eu não descobri se a massa da coxinha é uma massa doce, ou se a massa de coxinha normal. É, não tão parecido. É apenas rechada também. Não sei te falar. Também não sei te falar. Não sei te falar. Mas enfim, popularizou. E aí vem a brachinha. O que é a coxinha de Brocolis de Brigadeiro, né? Não, de Brocolis, a bruxinha tá? A bruxinha é uma de brigadeiro, tá? Junte a palavra coxinha e brigadeiro, como pode ser... Sai broxinha não pode ser. O que é o matemático? Pode ser, pode ser. Mas ele sai e brixinha, brixinha. Pode ser. Já tem que acorrer de misturar coxinha com brigadeiro. E aí eu acho que o que quiser, apareceu com o temaque de copo.
Tem uma que de copo. Tem uma que de copo. Simplesmente um cara, que ele não tem a habilidade de manuzar uma alga. Certo, mas eu tento fazer o tempo, mas não conseguiu, só com o copo. Mas a gente tem que tentar entender porque isso não pode, só acusar. A gente vai fazer o papel de juíja, de acusador, de advogado, de tentar entender a mentalidade para trás disso. O Brasil tem essa coisa da fua experiência. As pessoas querem ter mega experiências culinarem, então o cara fica do azói no restaurante, para pagar 80 contas no 550 grama de carne. É verdade. O cara está sempre filas, o cara... Então ele quer ter... Deixa eu fazer um adendo, não sei se vocês repararam, eu parte se pego uma star chef. Essa semana. Essa semana eu vi um novo vc, ter aquela galera falando. Mas eu vi um final, tipo, você não vou me ouvir. Os pratos, uma star chef. E aí, eu gostoso.
Não, Não, Não… Não gostei nenhum dos dois. A verou já que agora. Não, não. Não está gritando ali, não dá nem pra cortar. E olha que eu não sei se gente. Eu não comam de bocar e qualquer coisa. Não dava. E aí, enfim, voltem num lá, mas é aquela comida que você come e se juntar a entrada, o prato principal, a sua brilheta não dá um. Não mata fove. Não mata fove, não mata fove. Então, tá bem. É daí que vem essa necessidade. Aí nessa de querer a experiência cada vez melhor, esses são os dois que começaram a abusar. Eu acho que um marco nesse negócio de comida, uma louca e tal é aquela taça onde a taça só é ogado. começou a caçar salgada. Que é aquela taça doce e que o que? A sobremesa ela não era mais aquela coisinha que você comia pra tirar o salgadinho da boca, quer dizer que era um cumpo de gorda, não? Não, ele já vinha naquela taça que transbordava, brigadeira, transbordava, chocolate, transbordava, chantilho e transbordava, todo tipo de comida possível, é como se fosse o cara de terasse um bão de lavagem doce, como Maria Sunker e a pessoa com... pra quê? Pra quê? Pra comer?
Não, é uma foto. É pra tirar a porta da feta. É verdade, Luide. É isso. Foi o aralho da foto. Foi incentivando o que? As pessoas vão lá putar. Olha o tamanho. Essa... dessa bora nova. Olha o que coisa ridica, escrota, nojenta, uma mistura de sabores. Mas ela vai ficar tão linda, no meu Instagram, com um futebol. Que nem foto gosto. Com fute, o trovalhês. Olha o que gostinho de lixo, mas a foto com futebol. Vai ter gosto de likes. Que explosão de sabores, de goazúcar e de likes. O mais bizarro que eu quero que vocês comentem aqui, é... Foi um negócio que eu acho que só a gente encontrou, pelo menos, eu acho que fui o primeiro a reparar, a gente comprou e tal.
A liberdade foi a barca de São João. Criação do Acirra, né? Barca de São João. Como é o Braian? Tava aqui a gente gravou com uma barca de São João assim, a gente foi... A acesso a que era o irmão do praia. O que que tinha naquela barca? A barca de São João é basicamente uma barca de sushi, só que no lugar de sushi tem comidas tradicionais da festa de junina. Aí você tinha que comer com paletim. Com raixinha, essa também. Ah, não pago o meu com o garfo, né? Não, a gente com o raixinha é o melhor estudar que a barca, ela contém muitos aminduis. E a pessoa tem que automaticamente comer os aminês de rachia ou seja, pegar onde cada vez. Mas se você comer arroz com essa porra de rachia, que eles não vão comer, que tem. Não, mas esse é o manido brasileiro de se apropriar culturalmente tudo, né?
O meu filho, O meu filho, O meu filho… É que ao mesmo tempo, das eleias criativas, ou para se apropriar dessa cultura exterior, como pode ser a paleta mexicana. O Hugo Berry, aquele lembro daquele Hugo Berry, que era tipo um yogur de chamada e tal. É o negócio que chega, todo mundo, ficar alucinado, compra, compra, compra. Todo esquino sem contra, velho, é o mesmo que o cara é criativo, vai ser um peste de um peste de um peste de… um peste Tudo brasileiro, não mais um brasileiro também, ele tem uma mania que é assim, tem um crítico gastronômico que acompanha o Júr Bernardo, o Tec Jotabé. E ele fala uma coisa, que é a maior verdade, o brasileiro, principalmente Paulo Estano, ele não gosta de comer bem, ele gosta de escutar a história. Você vai no restaurante, ai, meu sexta-horante, ele existe desde 1920, ai na segunda guerra, caiu um torpedo, ai matou dono, ai o dono voltou dos mortes e aí ele faz a melhor berigela.
O Prato do São Paulo, com a coisa da 150 reais do seu atino. Nossa fila de segunda a semana. Então o Paulistano gosta de estoninha, pra o Brasil é gostaninho. Então o brasileiro, quando ele vai comer a feijada, ele não quer saber que a feijada não é um prato da beita aqui, não é um prato nossa, é um prato português, é uma verdade é um prato europeu, é um cozido de feijão com pera de caro. Ah não, esse é que era os escravos, o livro de receita viram histórias de terem na verdade. Os sucos tinham as regolas, essas laranjas foram colhidas. No alto da montanha de não saber lá, a gente não pode fazer do filho dele dormir, eu vi o historia, filho. Eu tenho uma história do meu amigo. Eu só vi uma história do meu amigo. Eu só vi que eu não sei o que. Eu só vi que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que
Eu sou Rála, só vendo essa história aqui, ó, também, esse produto, esse aqui vem lá das planícias, violadas, das landias e no seu queba. E aí veio o gourmet, aí começou o gourmet e o pessoal parou de que era essa história e viu que não vale a pena se pagar. 40 contas nunca achou quente. Entendeu? Pois é. Se não vale, nesse história foi muito boa. Mas talvez, né? Esse história foi boa. Com xerinha, se fosse um sonoz unez, né? Exato. Depois que a galera começou em Jogador, gourmet, se precisava de uma nova história. E aí que é a história do exagero que é onde é antes das misturas malucas. Vou pegar uma porta de uma barca, né? É muito mais fácil. Faz um carmaestorinha, né? Mas a história é o exagero. É o grito, bota lá. O monte de coisa que tem nada com nada, tipo barca de açaí. Caralhar açaí tem um monte de barco, gente. O paraíso nem come a sair. O exagero é a história do paraíso. O primeiro lanchanete no caso de exagiano Brasil então foi a série de bote-papa.
Ela é legal. Ela sumiu, quer dizer, é gerada. Sempre teve aquela lancheonete que é um burger maior, apita da bolsa de ganho. Ah, se você não é um kill de hambúrguer, você come de graça. É, que isso é que é isso. Boa baixa. Mas a pítsaria é bate-papo, a gente fazia coisa surreal. O botão de gaso, meu da pizza. O botão é um jogo de pideu, meu da pizza que toma banho. Para mim é a melhor que tem a pizza que toma banho. E a mais e não deixa de ser uma historinha, você vai na pítsaria. Os Domos criaram a Marpítia e colocaram sapato e colocaram um gato vivo. A história é quanto custa essa bosta nessa pítia? A história é lá custa 49 reais e o cara cobra porque ele vai postar o Instagram e está na pítia da senhora de paz, barra, barra. Tudo se resumem a sorinha, entendeu? E esses exagero ele é o jeito de ser contato à história, né? E essa porra barca de São João, olha só a mistura de pegar.
A japonesada, da liberdade. E botar o negócio de São João, misturar ali, vender. Você vê que tem nada de japonesa, além do barco. Além do barco do Raixinha. O barco é de manjá que pegaram no barco. De manjá que o amendoim do Indio a Sábio. Sim, do João, ele que não, eu não sei se tem que ser mais amigos, que eu tenho que juntar essas as datas, eu sou uma mulher e João, mas eu acho que é a colinária japonesa, ela é a que mais sofre mutação no Brasil, o brasileiro, porque o brasileiro é esse do rote rosa. É porque a ideia de você comer peixe cru, ela não concombina muito bem com nós, né? Sim, por exemplo, ela não interior mesmo assim, eu lembro que eu vim a minha irmã ver, me visitar em São Paulo, etc.
Eu não sei porque eu tive a blança de idade levar a uma reação na japonês. Talvez que eu queria impressionar ela, tipo, eu não sei um Paulo, o vejo com o estarrinho. Aí ela comendo a nossa salmão, a minha irmã vou me tomar. Porque está cruz aqui. Não quero não subir, é uma coisa que não é da cultura dela, comer. Comida está muito a treinada a cultura. E aí, tipo assim, o brasileiro não é da cultura do brasileiro comer pescuro. Pois é, porque aqui no Brasil só tem tainha e bagria. E aí é cozida, a sal e o brasileiro sempre cozinha, não tem aquela coisa cru. E aí pra esses estaurantes consegui vender comida japonesa e dar uma atrativa mais, eles precisam inventar coisas, crintis e colocar uma espalhona. A data do sabor. Cara, não fomando, só o monto mais ou menos, não gostou de rindo. É estranho, crintis e se bolinha. Cara, quer coisa mais brasileiro do que churrascaria com sushi?
Eu sou o Rafael Gal Commission, eu estava no Mano Cucar. Então, a primeira vez que meu pai com meu sushi foi uma chrascaria. A gente foi ouvindo o palipá e tinha que provar isso aqui e tal, sushi muito legal. Eu dei pra ele no bôs. Então, eu dei pra ele o sushi, meu pai que pegou assim com o garfo, obviamente, botou na boca aí, deu a primeira engolida, assim, olhou pra mim e falou assim, agora eu sei por que o Japão esteja aquela cara. E ele nunca mais com o sushi na vida dele, cara. Nem nem o Japão. Tenho que não estar pro, não estar preparado. Mas a culinary, Japão, é essa assim, é milenar, é assim, é gostoso. Só que nós, é fã falsa, que é uma laje ali, né? Eu ficar coca-marçã, é bado-nã, né? Na piste, na gente já fazia muitos anos, né? Na piste.
Pita, olha a coisa da... Pita de estrogonof. Não, tem um amigo meu, Jorge do NetPike, ele fala assim que pizza, ele lista lá, só, vou lembrar de cabeça, mas fala assim, pizza é, o sarela, margarita, calabresa, frito, tal, o resto é torta, isso é para pensar, torta, tá sentido, tipo, de uma pizaria lá no interior? Quando a gente vai pra lá, a gente quando minha mãe tá compreendida de cozinhar meu franca e pírnero, é uma piora. E as pírneres de estrogonofla é o clássico. Porque essa merda, essa bosta de estrogonofla, que não é o que eu não sei. Eu sei que tesão com o brasileiro, tem nesse que nascumindo. É o único negócio, mas não é ninguém gosta. E as pessoas fingem que gostem sobre o não. Não, não sei que é o que é o mesmo que a gente gosta. Aquela massa de palmo de altura.
10 kg de peixe de frango frito, no agento com creme de leite, creme de leite e um glito de coisas e 10 kg de batata palha e maseitona e queijo e champiô, do seu que, papapá, pipi, aí coloca o chup, aí coloca o meu anésimo, estáida, coloca cheddar, o problema de colocar o chup, o anésimo estáida na pizza. Se já está colocando estrogonovo no tempo, não tem problema. Se a partir do momento você coloca estrogonovo, não existe mais moralidade na pizza, pode ter que passar um pinto ali. E aí você já cagou, gente? O conceito pizza, que os cuitados italiano, o demorado mais de um século para descobrir a pizza, que é bem escondida quando eles escubriam. De cavar bastante, bastante. Destruir o conceito. E o brasileiro é que é destruir tudo, o brasileiro é que é só a descero internet, que é destruir a pizza, ele quer se sentir o temake. Aqui com você que você temake, enfiar no cu não, não vai sear num como plástico.
Mas isso é muito dessa necessidade de vender. É cultural no interior do Diogun SARS do Brasil. E no sushi. A eu, cara, não achou as carias que tem sucheito e é oportuno de provar. E isso vai até para algumas empresas, por exemplo, muito comum em praia do sul do Brasil. Tipo, a que que é que é que é… A necessidade é a adaptação de comer, só que porra acaba as joras comidas. E a famosa pizza de coração, que eu só vi no Rio Grande do Sul, e depois eu descobri que um osarço que tem uma pizza herê que faça. É cara, é de um gaúcho, é cara, mas é boa também. Mas se eu for pensar na coisa, a pítica, a sua gente tem que ser mais cara que é que é picante. Qualquer coisa que é que é cara, é muita galinha. Você que está comendo um da linha de Tio. É vida de fogalinha. Parece até que você bato a galinha e se eu poteiro o coração. Você lembrei de um doce, agora lembrei. Você estava no Instagram, vendo histórias lá, é um cara. E de repente você vai ficar lá cozinhando. É cara que porra, eu só quero que eu coge o mel. Não sei que eu pensei. E aí no final, o cara está vendo.
O estrogam a nove de coração de frente. Os dois piores universos possíveis, sabe? Os melhores, né? Os dois mais grandes, né? O que é isso? O que é isso? Todo mundo tem um exagero culminado. Por exemplo, nossa migriar minha fonsa. Eu sei que ele é da Vila Madá. Vila Madá. É o ponto do storytel em São Paulo, do Neste. É o encontro dos publicitários comunistas de São Paulo. É tudo o lado. Por exemplo, a Vila Madalena é essa coisa do buteco. Isso é um cheio de vender que isso não é não tem nenhum. Como não tem nenhum? Você é mesmo. O que você come, Zagy? A gente tem que dar o Brasil de qualquer coisa. A gente gera a gente com. O que você gosta de? Você tem a Vila Madá. Ó.
Além de publicitário gostoso, que tem lá. Primeiro de tudo, eu tenho que falar, além de que eu sou colado e que eu me deixo adrediça. E fora temer. Primeiro de tudo, você tem que saber que nós, da Vila Madalena, não chamamos de Vila Madar. Sim, quer ver que eu vou contar a história da galera, porque eu não sinto. Não, eu nunca fui um sítio lá. Vem, só, é o bairro Faraça, eu vou te matar pelo primeiro vez. Foi o Iso-Sumboa-Dórea. Foi o pai do João Dórea, junto com o Diaz de Amorás. O pai de João Dórea inventou... O Diaz de Amorás. O Diaz de Amorás inventou a heterossexualidade, inventou os namorados e inventou o Diaz de Amorás. A ver, amada. Mas o que eu gosto de comer uma mandada? É, com o estar com os pães do dóra, sim. Exatamente. O legal da Vila Madalena é que alguns barricos tem um bolinho de arroz, que é muito bom. Desculpa, meu querido, não ouvinte aqui. Eu danei ao bairro editor, eu tive que ter romper aqui, rapidamente, o No Ouvo, pra falar que esse bolinho de arroz que o Guis está dizendo que é uma delícia, cara.
É mais o que isso, é sensacional. Eu cidi o Guia, a gente se acabou uma noite lá de Bolhinha Arroz e buscavia da foi uma beleza. Recomendo, viu? O Bolhinho de Arroz antigo vem com queijo, tal. É meio tradicional, né? É, mas é algo que você sabe uma fissura do que eu acho da Vila Mada. Acho que eu já tenho falado, eu não sei se eu falei que não. Mas eu não gosto de uma vez ouvir e tentar me vender com uma coisa boa e depois eu comecei a raconcinar e me daqui falei, não, isso não está certo. Mas a gente sempre cai a primeira vez, não é? Conta a história, eu não graça Deus nunca ia. Eu louca todo sei, cara, eu tira vez. A primeira vez de que ela se pregui, eu não sei se ia ser a segunda vez. É verdade, quer dizer, eu. E aí os caras não que você tem que lá comer, que eu negócio incrível, eu gosto, isso que eu adicava.
E aí, eu era o seguinte, você vai na Vila Madá e compra uma picanha. E aí, ele mandou uma chapa de ferro quente e a porta picanha cru. Olha, você tem que fazer picanha se perder. Não, olha isso, está terrado. O cara, ele não sabe o seu trabalho de comprar a picanha e vai se atalhar o tário. Por exemplo, ele corta, ele vai se atalhar. E aí, ele corta. E aí, ele corta. E aí, ele corta.… E Carfo Magigordudo, banha, subindo, em uma facadeira. Olha de soja, para a infraestra. E o casal de namorado lá tomando caipirózca. Isso é uma casa de caipira. Isso é que ele for um gol, o tobe, que é o gol. Não, isso é muito boa, vela madade. E fritando a pica. Cara, olha o cu.
O que tipo deemente sai de casa pra cozinhar no bar dos outros? Ele vai cozinhar no bar do cara e ainda paga pra isso, entendeu? E ela tem que pagar os 10% depois também. Pois o garçom. Será que ele recebe os 10%? O cara fazia a picana no rechouro. O nome é bonito pelo menos. O garçom no máximo trabalho que ele vai tirar o prato, cara, e o cara vai lá cozinhar. E o cara vai ferrer no churrasqueiro de festa Santontônio. Mas isso daí é igual a porra do fundi. Que agora é a época de dias namorados, é... Como um... Pulto, que fugi, era o cara. Foi bom você puxar o fugi de coxinha. E coxinha, mas também, era esse era o ponteiro. É o fundo chinha. Então aqui no novo, a gente tem que... O fundo chinha é o coxinha. O fundo chinha é bom do chinha. Não, eu não vi isso. Como é que funciona o fundo chinha?
É da pior farm possível, mano. É exatamente como você está em mojinho. Mas mole é coxinho no chocolate. Não é tanto, não é tanto. Ah, não queijo. Ah, não queijo. Acho que é a gente com um requerjão de espelhão. Aquelas coxinhas pequenhas de festa do adversário. Eu vou a gente que já é nojenta por idade. A concepção do local num palito de carne de espetinho. Ó. O meu pelo, o meu pelo, o meu pelo, o meu pelo, eu me explico vários deixou muito cuchinho. Ah, que lindo. Aí derrete o queijo, aí você tem que piorar o palito, fazer o queijo e comer. Não, pobre tem tesão, pobre tem tesão. E passa trabalho. Instraga o nofim, batata a palha, queijo, muçareiro derretido, pobre a doce, as merda, picanha, pobre, não pode ver falar de picanha, picanha. E como picanha? Picanha, três cães, picanha. Picanha, é uma coisa que eu estou no corpo, picanha.
Eu gostou, mas porra, supera, tem andas caras no boto também. Pobre tem essas chocolas de derretido, o pôr não pode não jogar de derretido, quer misturar as coisas, ai vamos passar aqui no sábado, vai ver que gosto, ai vai ver que gosto, pôr a possa aqui no moranguinho, ai na melão, ai caralho, que saca, só chocolato, mas no qual é o vezes a médico, ai os caras falam assim, e pôr também tem um negócio de coxinha, principalmente pelo estando, ai A melhor coxinha. A melhor coxinha. A melhor coxinha.… A melhor E aí, eu já vejo o queijo de retiro dentro, perigado. Se você colocar por fora, é que eu vou ficar mais impressionante, tipo, ó, só o que bonito. É, imagina merda, porque você não consegue colocar aquela coixinha inteira na boca do uma vez só. Você tem com a vêm duas mordidinha. E o queijo, né, cara? E o queijo tá quente, então fica a zona, porque é esse molho.
Morde som pedaça de moringue. E fica com o frango dentro do queijo. É, é perigoso. É só falta me molhar no molho de estrogonófica. Não me lembra nojenta. E assim, os cara vende, quando só sou uma puta ideia. Put, desaulassa, nós aqui da lanchanete esquinão, é sempre toda... no Brasil, o último IBJF tem mais de 5 milhões de esquinão no Brasil. E alguns nem na esquina. Nem na esquina, ou. É verdade. Que não, quando meu dá pra... Cara, eu trabalhava na cidade que tinha o... Supermercalesquinão, o... Mekanoa, post, post, esquinão. O esquinau, e o barresquinão. Olha, de pouci, a cidade. E o meu modo, ou não? Foda-se, né? Esque não, esque não. E aí, os caraventes, essa puta ideia, fosse nossa, alençóra. Conceito, novo conceito, novo conceito, pra você passar em verna. Tá, o seguinte, porque o brasileiro é tão tesão no frio também, né? Falar que tá frio, aí pra cá, com o seu jogador. Tá dois graus, vamos pra botar uma blusa, que tudo fica bonita no frio. E aí, mistura vários... o pior de vários mundos, entendeu? O chinha?
Piqueninha, pica, uma boscos, chique-ninha, pica, nem nem frango, tendo que a merda. A busta aporta a bussar ela derretida, mas que as polinguem, não é? Pusera aí, cara, não é? O queijo de desce, bussar ela. Mas a gente, a gente só coloca a gente em esse poder de destruir. Qualquer colinária do mundo a gente consegue destruir. Foi nossa aqui do Paulista. Já que não dá pra ter melhor coxir um destruído ou do resto. A gente não tem uma colinária própria, assim, São Paulo. Se fa qual que é a colinária de São Paulo? Não tem. Então a gente pega tudo que é dos outros e os que nasceram. É, é. Isso aí é batendo o índio aí os caralhos. Então a gente fazia pegar uma comida legal, até por exemplo, o estrogonof original, rosto, tal, não sei o que é. Existe estrogonof original? Existe que não. E não é brasileiro? Não, é derrosto.
É de uma... É de uma... É de uma...… Então fazendo essa atrocidade com o Ignato hoje. E ele é diferente, ele não é com o ketchup. É com vo... É com vodka. É com vodka, inclusive. Tem vodka no seu gênero. Tudo que é ruso. É sério que tem o foso. Tem tem mesmo. Tem nada, cara. Tem só o Sançar Mags que está falando. E aí chega aqui em São Paulo que a gente faz a gente, e estraga tudo. Coloca a Mostarda, ketchup, maionese, coxinha, coxinha, não estrogou no ófio. Eu não duvi o que é isso. O coxinha no ófio, sabe? Tipo, uma coxinha de estrogonafo. Isso é um coxinho, recheio. O estrogonofico é o frango, com a coxinha para refogar. Olha aí, deve ficar bom até. A gente podia lançar, mas pô, pô, os não-vinches.
Que fizeram alguma receite para o legante? Essas coisas nojenta? Mandar uma foto pra gente, vamos me estar junto. Faz um bom tempo no ovo. Porque fica bem acardo no ovo, assim um ovo cozido cortar no meio? Faz um prato, um aquelinaira novo, isso? Não, eu sei que tá prazer, não. Um ovo cozido, né? É bem, um ovo cozido, não prato. Já que estrogou no ovo, estrogou novo. Estrogou novo. Mas tem um restaurante na vela Madalena, que ele chama... É Guamada? É Guamada. Ele só serve, ele só serve, receita um ovo. É de colção do Íxco, ouvo. É de colôsia, de colôsia, de colôsia… Não, ouvo é pôr. Mas o Commission tem que existir. Mas você faz um hambúrguer que é o pão, a carne e um ovo. Ah, mas é bom, cara. E aí você paga 30 reais? Não, Não, Não…
E fica surpreso, ouvo, ouvo, que tem a si compra. Porque é um caralho. É uma história de si. O pior ouvo é nem a si ou a merda. Porque a gente tem que ficar surpreso. Que o lugar que chama Ouvo vem de só Ouvo. Não é surpreso que vem de só Ouvo. Ah não. Porque era ruim. Deu o tempo de passo. Por isso é bom. Talvez não. Não tem como ouvo, você é melhor com o ouvo. Você não tem como de ouvo. Por isso é melhor. E a voz, sabe você não ouvo? Você acabou de falar. Você não ouve. A gente que fale mal de ouvo. Não estou falando mal de ouvo. Não estou falando mal de ouvo. Não é ouvo. Você é provino a ter receita de ouvo que está passando gerações. É o livro de ouvo. É o livro de ouvo. É o livro de ouvo. É o livro de ouvo. É o livro de ouvo. É o livro de ouvo. É o livro de ouvo. É o livro de ouvo. É o livro de ouvo. É o livro de ouvo. É o livro de ouvo. É o livro de ouvo. É o livro de ouvo. É o livro de ouvo. É o livro de ouvo. É o livro de ouvo. É o livro de ouvo. É o livro de ouvo. É o livro de ouvo. É o livro de ouvo. É o livro de ouvo. É o livro de ouvo. É o
Mas eu não sei, acho que a questão não gosta de pessoal, por exemplo, esse é igual de sobremesas gigantescas, enormes e tassas que derre... Isso é um negócio que eu acho tão nojento. Eu não sei, caramba, quando eu não gine mais. É bonito, precisa agregar. Você fica... Tem que comer o que está em volta, os correnos têm que gostar. Eu não sei. Tem que comer a tassas, tem que comer. Sabe se é igual, a sua cara fazia você fritar da própria picante, convencer que é legal pagar por isso? É uma coisa da tassas, talvez a tassas tá suja lá, o cara vai mandar assim e o cara vai mandar assim, lembrando. Trai mais devolvendo um pouco menos suje, meu. Cara, olha isso aí. Você não sabe como é que ela era a taça antes, ela tava sujaça, qualquer coisa. Posso levantar aqui, estão aqui? Qual quais são as comidas mais escrotas que vocês já comeram? São golafas. Mas enganada. Comiou? Não, eu não digo mais escrotas que já comi, mas eu mais escrotas que eu já vi foi a torre de batata frita. Cara, eu vi um vídeo outro dia de torre de batata frita. Cara, tipo, batata frita com o queijo de retido, eles fazem o atorre.
Vai colocando a cobra no YouTube de PVC. No YouTube de PVC aí, eles levam pra mesa aquele tubão. Eles falaram a pessoa, agora é o momento viu, eles vão puxando o PVC e vai ficando realmente o autor de bota tão fácil. Não, isso é verdade, cara. Com queijo, com queijo, com queijo, queijo, queentei estrutura. É a galera de montar. Bota aí naquela conta, coisa que só porque pobre adora, é calabresa e bacon. Combra uma calabresa, ai, personica a abresa, ai, bacon, calabresa. Ele estirou aquele cânlo e fica certinho, eu estou aí. Só que você vai comendo ela vai se defazer, então eu tipo, a única moral que tinha é tipo jogar a ginga, né? Que o jogo tem que tirar do pezinho, assim, deixar cair tudo. É tipo, ele comendo cima pra baixo, né? Praticamente. Pô, isso é... Só que daí você não vai comer o atato, só porque eles colocam o bacon por cima, aí você vai ficar comendo bacon, bacon, bacon.
Eu acho muito que eu sou um contato de uma pessoa que me fazia isso. Fala um escala que me olhou de novo, com meu ouvo, isso é puto, entendeu? É isso, não é pote, o que o ouvo não era bom. É isso, cara, é o meu ouvo. Para a primeira vez, eu estou com vontade de parar de comer, por causa de um podcast. Estamos sentindo nojado. Estamos sentindo nojado da Clean Harvest, então, vamos parar de história. Resumindo, glissões de esse podcast. Par de comer a Saí, que se negócio não é uma merda, não sei que você quer promover a aumentar o píbido parar. Sim, por favor. E, rapidamente, pegar a doença lá do barbeiro, lá, que esqueceu o nome. Ah, tem que barber, eu acho que é febrano, né? Ah, não são os carbois. O cara bota o clite condensado, não é? Coisa, pô, botar um barbeiro também. Só que o cara aberta o seu cabelo, então. Só que fom um barbeiro, um barbeiro, um barbeiro, um barbeiro, um barbeiro. É, é, um barbeiro. Aqui, serve o show, piante, pra pra cabelo. Porque ele serve show, pesco, pra cabelo. Por favor, é isso, por favor. A gente tem que fazer o novo, só do lado.
Mas olha, os polestanos, o seu novo. Não frete sua picanha, fome a fita frita em casa, faz a gente... Não vai pagar quentes reais. Não vá na loja do ovo. Ovar, e como um burger ruim. Égu, não, não. Olha aí. E pare de comer baulças. Baulças? Baulças? Baulças? Baulças? Eu não sei a balça de ti. É uma barca de suche tá liberada, né? É uma barca de barca de suche. É uma barca de barca de suche. É uma barca de suche. É uma barca de suche. É uma barca de suche. É uma barca de suche. É uma barca de suche. É uma barca de suche. É uma barca de suche. É uma barca de suche. É uma barca de suche. É uma barca de suche. É uma barca de suche. É uma barca de suche. É uma barca de suche. É uma barca de suche. É uma barca de suche. É uma barca de suche. É uma barca de suche. É uma barca de suche. É uma barca de suche. É uma barca de suche. É uma barca de suche. É uma barca de suche. É uma barca