
Descrição
descrição original do feed
No aaaar o primeiro Não Ouvo Desempreendedor! Nesse Volume 1 vamos falar um pouco sobre como ser pobre, ter atitudes de pobre e investir na pobreza futura.... Preste muita atenção e anote as dicas para garantir seu futuro de brasileirinho classe baixa, sem perder a fé nos seus sonhos!! Bancada: Cid Cidoso, Braian Rizzo, Igor Seco e Luide Hister Edição: Daniel Bayer Capa: Braian Rizzo
Resumo
Estreia o Desempreendedor, a série em que Cid, Braian, Igor Seco e Luide fazem o oposto dos podcasts de empreendedorismo: uma autoajuda ao contrário que ensina a ficar pobre antes dos trinta e a não ter vergonha disso. Eles fazem piada com palestras motivacionais, com livros de enriquecimento rápido e com a pressão de ficar milionário cedo, e apostam que a corrida da pobreza é mais democrática.
O miolo é um manual de gambiarras de gente simples: copo de requeijão e copo americano, a ironia de achar tudo isso chique quando vira moda, a Tok&Stok vendendo o que se acha em loja de bugiganga, roupinha em tudo que é eletrodoméstico, pregador de roupa vedando saco, saco plástico reaproveitado e um chinelo consertado com um prego achado no meio da rua. Também entram os pobres que tentam parecer ricos, com balada cara, vodca importada e puteiro, a felicidade ligada ao consumo e os jogos piratas em cartucho.
No fim vem o resumão, em tom de ironia, do que não fazer, e o pedido para o público mandar a foto da coisa mais pobre da casa.
Destaques
- Eles apresentam a proposta: uma autoajuda ao contrário, sobre como ficar pobre.
- O teste do copo de requeijão para saber se você já é pobre.
- A saga do copo americano caro de loja de decoração e o igual barato no centro.
- O chinelo consertado com um prego achado no meio da rua.
- O resumão em tom de ironia do que fazer para continuar pobre.
resumo e destaques escritos a partir da transcrição automática
Participantes
Edição: Daniel BayerCapa: Braian Rizzo
créditos do feed original
Transcrição
52 trechos · 9.063 palavras
Transcrição automática, feita com o faster-whisper (modelo base). Pode conter erros: nomes, gírias e piadas internas costumam sair tortos. Na dúvida, vale o que está no áudio. Clique no horário de um trecho pra ouvir a partir dali.
O Rio de Janeiro, com o Rio de Janeiro, com o Rio de Janeiro, com o Rio de Janeiro, com o Rio de Janeiro, com o Rio de Janeiro, com o Rio de Janeiro, com o Rio de Janeiro, com o Rio de Janeiro, com o Rio de Janeiro, com o Rio de Janeiro, com o Rio de Janeiro, com o Rio de Janeiro, com o Rio de Janeiro, com o Rio de Janeiro, com o Rio de Janeiro, com o Rio de Janeiro, com o Rio de Janeiro, com o Rio de Janeiro, com o Rio de Janeiro, com o Rio de Janeiro, com o Rio de Janeiro, com o Rio de Janeiro, com o Rio de Janeiro, com o Rio de Janeiro, com o Rio de Janeiro, com o Rio de Janeiro, com o Rio de Janeiro, com o Rio de Janeiro, com o Rio de Janeiro, com o Rio de Janeiro, com o Rio de Janeiro, com o Rio de Janeiro, com o Rio de Janeiro, com o Rio de Janeiro, com o Rio de Janeiro, com o Rio de Janeiro, com o Rio
Eu sido cidoso com mandando essa bancada maravilhosa com ele a minha direita Braian Rizzo. E aí tudo bom? Tudo bom Braian. Beleza, só alegre. Só alegre? Só alegre. É verdade? Sim, não parece. Eu tô feliz. Tá vendo? É que a cara de feliz me tri chegou. É igual, eu sou tipo bati. Então é a breitia ele, Igor Seco. Sola meu povo. Olha, cheio. Tá, é voltou. Eu fiquei última semana fazendo exercício pra... Ah, porra. É, esses poucais. Então, eu falo meu pão bom. É o infeliz, eu acho que só uma salva voltou. E a minha esquerda é ele, doido de resta. Olá, fia desovinte, um novo, tudo bem com vocês? Tudo bem, consto, isso tudo bem. Hoje temos um podcast, um tanto quanto diferente. Ae, diferenciado, diferenciado. O podcast diferenciado, são diferenciados. Porque a gente fez uma pesquisa, a gente fez um senso no Novo para descobrir qual que é a faixa etária dos nossos novinces.
E na verdade a gente não faz de senso meio, eu estou chutando. A gente só acha, mas é pergulhar, eu falo caramba, não sabe de vídeo. Não, não, estou chutando, mas pelo que eu vejo, eu percebi que nós temos uma faixa de estar ali entre 17 anos e 30 anos. É, uma faixa longa. Pendo que eu percebi. Eu diria mais de 70 anos. E 70 anos, Igor, se eu vou mais. É, mas assim, o que eu quero dizer é que a gente ainda pode fazer uma grande diferença para os jovens do Brasil. Ah, essa é a nossa missão aqui, eu estou com esse que eu sonho, é fazer a diferença em todo o jovem convencional. É a jovem do Brasil, nunca levou da série. Não é levada série? Graças a Deus que não é levada. Mas o que vai levar série um jovem? É que assiste um vídeo num cara entrando no abanheiro de no tela, não é para levar série o mesmo, vocês têm mais que se puder. Tomar que o tema é a prova, essa pôra é providência, vocês têm que trabalhar até 120 anos para aposentar.
E a gente fica aqui, né? A gente falou muito a grausela, aqui foi muito a boba. Eu não falo nada, eu sou falo coisa séria, só. Ah, só eu falo, só a verdade. Só uma coisa séria, só eu e o Igor, eu falo vocês, eu não falo coisa séria. Eu sou falo coisa séria, eu estou aqui só para esperar o bem. Então, segundo... Segundo o beijo, né? Segundo o relatos. Não opiniou esse próprio, é só, segundo o relatos, a gente falou muito a boba. Tá, ouvi dizer por aí. Segundo os jovens. Segundo os jovens. A gente fala muito a boba e aí eu fiquei pensando, será que a gente não está contribuindo de fato com o Brasil melhor? É, porque a gente tem que estar o influencer, né? A gente fala a bobagem e a gente contribui com o Brasil melhor? Não, será que a gente não está contribuindo para o Brasil? Será que a gente não deveria estar? Não deveria estar, a gente não vai ver. É, é uma cera que falar a bobagem não é contribuir com o Brasil melhor, sendo que o Brasil pior é o que só falava, sério.
Então, aí depende do ponto de vista. Bom, eu não falo bobagem nenhum, mas eu acho que a gente tem que ter essa missão aí, meio que de ajudar essa molecadinha, como se a gente fosse uma um gizinha, né? Exato. Eu achei que desde o começo a gente estava aqui ampliando os horizons, se você galeria. É, gente tá, porque já vai aquela imagem de Facebook, que é assim, é, se ela maconha, daí o sério brutado tipo, ai tá, cocaína, o sério brutado. O que é o que é o Parelá, Crá, que comer... Prada! O último é Memis. Memis, blood, explode, o cérebro. É mais ou menos isso. O Não Ouvo. A gente aos poucos tá explodindo o cérebro do brasileiro. Só que... O brasileiro também tem que viver, né? Tem que viver bem, tem que viver, tem que viver. E pra viver bem, só o brasileiro verdadeiro, só viver bem, se ele for pobre.
Se for pobre, é. Essa é a que a gente não ia fazer. A pobreza Jesus já falava isso, né? Que era o rico, ele não entra no céu, os forgrinos. Mas quase o camelo passando um buraco da agulha. Foi no olho, não foi o lula que falou isso. Não, o lula fala umas coisas assim, acho que foi o porxaco, falou isso. Lula Jesus é que faz igual. Luide, Braia, Braia, Braia… Braia Vamos ficar aqui. O papo é o papo, é o pé, o pé, o pé. Creditando seus sonhos, trabalhar, é muito legal. é muito legal. é muito legal.… É Se você falar de marca, significa que a marca vai ter que dar um dia, né? É, a gente digital e falou isso a todo, mano. Então, tudo essa cara deles. Como a gente aburro aquilo novo? E ninguém que é patrocina? E ninguém que é patrocina mais mesmo? Que a gente fez, só. E fazer um pouco de cash de despreendedorismo. Despreendedorismo. Despreendedorismo. Quer como ficar pobre.
Até os 30. Aqui na verdade é o seguinte, é uma autoajuda ao contrário. Ao invés de você ficar com essa mentalidade de querer, tem que ficar rica, tem que ficar rico, a gente vai te ajudar a superar o fato que você vai morrer pobre. Exatamente, porque morrer pobre, não tem problema nenhum, deixe que você acerte isso de muito bom grado e batalhe. Todo o Santo dia pra ficar pobre, pra você permanecer pobre. Sim, porque é, porque é uma pessoa pobre, que vive na simplicidade e ela não tem o estresse de uma pessoa rica. Sem contar que você pode ser pobre, mas cria-co de espírito. Na verdade, você é o seu oiro, o fundo. Não, normalmente pobre é ruim de salver. Eu estou fudido. Eu sou um mexido do coração. É, se estarei a mentir. Mas a que a gente vai tentar ensinar você, é ficar pobre antes dos trinta. O que eu acho que é o que o Mario do Brasil é tão buscando. Porque surgiu essa coisa quando o Max do Kenberg aparecer, apareceu o pessoal brasileiro que criou estragre, que extragrata.
O que eu quero, Luide? O Stradar grana. Aí apareceu esse jovem em prendedores do Vale do Silisse e começou assim, inferno, né? Essa obceção que você tem que ficar rica quando os 30. Porque antes os 30, você não ganhar um bilhão. Você é futeu, eu estou ouvindo o serviço parada. Entendeu? E aí tipo, ah, palestra motivacional. Isso é o quê? Acredito no seu som, aí você tem que ficar rica, aí eu convite em dois anos, eu ganhei meu primeiro milhão, aí você fala punta, meu amigo, convite em dois anos, eu não estou procurando carteira assinada. E aí isso creu uma pressão no jovem? Que o jovem vai ficando um meu ótimo. Vai ficando uma louco. E aí tem que ser o estetatop merda que surge de cinco, cinco minutos no Brasil? Esse canal merda, esse site merda, esse podcast merda. Tender o que não. Não, não, não. Tem que eu papai. Um bescissão pra ficar rico quando os dos trinta. Então, hoje a nossa obsessão aqui não é ficar que você fosse uma filda. Eu já era, eu já era, a irmão foi muito, mas é muito tempo. É. Esse pegado depois um gráfico de qual o dos pôr de que este teve mais sucesso na sua missão.
Eu acho que o Não Ouvo vai ter mais acesso que o Jovem Nero. Porque é mais fácil manter as pessoas pobres do que alguma coisa. Ah, sim, realmente. Eu acho que o despreendedorismo vai dar mais certo. Será que alguém já ficou rica o estudo Jovem Nero? Conselto. Ah, coisa coisa já. Mas assim, agora pôs a agarro do novo. É, mas assim, de 100 mil vai ser um. Agora. O nosso aqui é o contrário. Se 100.000, 99.000, 999, 999, curte uma pobreza. É que é a corrente do acerte. Então, a corrida pela R15, ela só permite poucos etorgas. Já a corrida para a pobreza, ela abraça todos os derrotados. Então, olhe a peda. Corre sem negros lá quanto nos emboante. Quem ganha a porra da minha idade ou? O nego do semboante. E quem que se envia? E quem é o cenotado? Os 20 derrotados. Ou seja, na derota, tudo mundo igual. A verdade. Agora, o sucesso só permite entrar no Diu, é muito...
Eu não sei o que é o primeiro de rotar. Não tem demais, esquece, você não vai conseguir. Relaxa. Assuma que, por exemplo, você nunca vai conseguir jantar no restaurante Dom, você nunca vai conseguir fazer uma puta viagem para o Loppa, para do Bive, fazer o Rodal, mundo inteiro. A Contessa não tem problema, amor. Não, não tem problema. Nós temos ótimos gestiros do Brasil, comuniteroi, por causa, escudo, adema, praia grande, inteirae, antes não precisa ficar. Ai, meu sonho é até um iPhone 7 Plus, da ProVar. Pra quem? Pra quem se o Nokia te jolo foi o melhor celular inventado da história do Gio. Então a gente hoje, de hoje, a sua pobreza não passa, hoje ela vai batendo sua porta e quer você queira, quer ir, não ela vai te abraçar, então é bom que você queira.
Eu não sei o que é evitar, meu Deus. Eu estou imaginando a pobreza conversando com o Novinc igual a fome conversava com Pica Pal. A gente não ao vídeo que eu acabei se encostado na janela ou vindo a pobreza falar. Hoje é o primeiro de uma série de podcasts desse prindedorismo. Exato. E aí o que que eu quero? Eu quero do Novinc. A gente fez uma sancurso depois. Vamos ver se não deve ser um canal bom. Eu não sei o que ela é. É uma pegadinha honesta porque é uma pegadinha com quem assistiu o canal achando que vai ver uma pegadinha. Eu entro lá, vou ver uma pegadinha. Aí é uma skate, na verdade. Todos os vídeos me assabe o que está acontecendo. Na verdade, a pessoa que está vendo caiu uma pegadinha. Isso. Isso faz um dedicação pegadinha. E aí tem um cara, o principal do... O que eu vou falar? A patitinha? O ano.
É o senhor bom, mas é bom, Mr. Mundo, é bom, é bom, é bom… Essa loucura que faz o jovem, é tentar ficar rico, criou uma indústria de pessoas que falam e tentam ensinar como ficar rico, transformou eles e ricos. Claro, claro. Você achava assim e falou assim eu vou ensinar você ficar rico, porque tudo nunca é ficar rico. Aí eu vou ficando rico e eles vão continuar podendo. Só que pra alimentar essa indústria, o que acontece, imagina se todo mundo fica se rico, o que seria da Belpésio? Minha senada, porque daí ensinava rico a ficar rico não dá certo. É, ela precisa de uma geração de pessoas pobres, Anseando a riqueza. Então, tu quer dizer que tudo não passa de um esquema de pirâmide? Mas não, é uma roda que precisa gerar. Mas o que acontece? No nosso caso, a gente vai se nas pessoas carimpobres e a gente continuar a pobre. Ou seja, o nosso interesse.
Não é comercial, o nosso interesse é puramente social. É, é, é. Se eu falar até junto. Que bonito, cara. É, essas livrarias, hoje em dia, se alguém for numa livraria, se for na aeroporto, e possa na frente, a aeroporto é bastante. Só tem aquelas pilhas de livros, aprenda a ficar rico em trinta dias. Aprende a ficar rico comprando uma livra e me deixando rico. Sim, sim. Exatamente. É, é. Pode ficar rico comprando esse livro de 89,90. O que nos filhos acontece é igual o canal, o canal de pegar a dinha que faz pegar a dinha com quem assiste, o cara que ensina ficar rico, ficar rico com quem compro deu. Eu sou o Bruno Braia, eu sou o Bruno Trabalho e o outro é o outro. Eu sou o Bruno Trabalho e o outro é o outro. Eu sou o Bruno Trabalho e o outro é o outro. Eu sou o Bruno Trabalho e o outro. Eu sou o Bruno Trabalho e o outro. Eu sou o Bruno Trabalho e o outro. Eu sou o Bruno Trabalho e o outro. Eu sou o Bruno Trabalho e o outro. Eu sou o Bruno Trabalho e o outro. Eu sou o Bruno Trabalho e o outro. Eu sou o Bruno Trabalho e o outro. Eu sou o Bruno Trabalho e o outro. Eu sou o Bruno Trabalho e o outro. Eu sou o Bruno Trabalho e o outro. Eu sou o Bruno Trabalho e o outro. Eu sou o Bruno Trabalho e o outro. Eu sou o Bruno Trabalho e o outro. Eu sou o Bruno Trabalho e o outro. Eu sou o Bruno Trabalho e o outro
Sempre foi vendido a falsa ideia de que dinheiro está atrelada a felicidade. E é isso que a gente vai desmachificar que hoje. É falsa acidente, só pra saber... É claro que é falsa por causa. É loja, é loja! Que é loja! É loja! Que é loja! É loja! Que é loja! É loja! Que É loja! Que É loja! Que… é Tendeu? Aposentada, aposentou com o Salar Minime, todo o ano, o Salar Minhe Minui dele, o do povo aumento dele diminui porque aposentadori uma merda. Aí eu sou eu, às vezes ele acha que está aumentando porque o número aumenta, mas daí as coisas no mercado estão a se arruinar. Ele não manja de inflação no manhã, lá. É só de dele que ele não morreu, não tinha esse matador. Ele tá passando fome. Mas ele tá lá fazendo a azinha de frango, na churrasqueira, ele tá lá o cachorro, chupando o dedão do pé dele, tá lá, a mulher assistindo o geral do Luis contando o store de outros pobres e ela tá chorando e emocionada. Então, assim, eles tão felizes, tão de boa. Essa é a felicidade, ela não é um sentimento...
É assim, contino, que você vai ser o seu feliz, seu feliz, não, ele é o momento. E o seu é o lado da pobre, ele está de boa, entendeu? Então, no preciso, dinheiro, você tem que ter um mínimo, mas muito dinheiro, só dar de cabeça. Ah, é, só dar de cabeça. Você vê se tem algum pobre sendo presa lá, lá, Vajato? Tem algum pão para o padeiro, tem algum coisa, entendeu? É só, não sei o que é lá da construtora, é o Lila, que vai ser para ele, vai ser amanhã. Quem? O Lila. O Lolo vai ser amanhã. Então, assim, pobre tem muita vantagem. A gente tem que exaltar as pivantais de pópico. Mas é aí que tá. Para você escutar, porque eu já estou chamando isso aqui, de despreendedorismo volume 1. Então, para gente, para o Novo, saber se ele tá em close, porque daí você tem que saber se ela que eu tô apto a escutar o Novo de hoje ou se ela que eu sou o rico suficiente num... E sei lá, eu acho que tá pobre. Acho que se for rico suficiente dá para ficar pobre. Então, mas aí então, aí são duas vetentes. Uma que é você ser rico.
Ou estar mais ou menos, e ter que abaixar o seu nível ou você estar no seu nível e ter que continuar no seu nível. Então são duas coisas diferentes. E aí o que faz o cara saber se ele já é pobre ou não? Entendi. Você tem alguma coisa de pobre assim, que o cara, por exemplo, tem uma coisa que eu acho interessante, você verifica na sua casa antes que eu dar uma pausa aqui no novo rapidamente, vai na cozinha, abre o armário e vê se todos os seus copos da cozinha são copos de requeijão. Tá. Porque se você só usa copro em requer de um invés de copo comprado, já é um significado. Mas aí é que tá, eu não e... Desculpa, minha cadeira tá... Sabe pra mim, essa cadeira desgraçada. Mas aí que tá. Aí é uma ideia, olha pra se ver como, a falsa ideia de...
Com a problema de você comprar o podreque, a gente reutilizar o podreque. Isso é a menoria. A diferença do seu usar um podreque. É um podreque. Você vai beber água no podreque e no ataça de um sabor diferente. O objetivo não beber na mão. Eu tenho visto ultimamente pelo menos em São Paulo que vive um universo próprio, que as pessoas não Tendo mais cara a pobreza, tornando, tomar coisas em copo de riqueir, uma coisa legal. Mas é legal, o que será que o Gurmettiso copo de riqueijão e falar, cerveja no copo de riqueijão é mais legal. Na verdade, ele é um futebol. Isso aí, Braia, é a propriação cultural. O que os ips, a propriação cultural. Olha só que Xic, copo americano de bar, Xic, vem tomar cerveja no copo americano do bar. Quando custa cerveja, 30 reais. Então, se isso é a propriação cultural, você quer fornecer a experiência?
Na pobreza, você compra 2,99. Entendeu? Na cerveja 3, 5, literal. Vem de litrão. Mas não, é só a cerveja garme, da escócia. Eu vou comprar. No lugar, não sei um restaurante, um bar tem em peneiros que os caras cento em cadeira de praia. Tem. E isso é a própriação do... Ah tem, eu já fui, se é a própriação do que eu quero, pra caralho tomar o serviço e todo o macadê de praia, já tô flinquejando. Não é uma armadilha na verdade, o às vezes tá um chuzinho, passando a fula que o botecão, o tomá... Ai, o que... Vem ver, ó, é um escual gelada aí, não sei se... É o cara não tem, só temos Harmon Divers da Alemanha. Sim, costou 80 reais, igual. E costou 80 reais, é uma emulação do pobreza. É uma emulação do pobreza. Agora, aliás.
Você falou, se quer saber se você é pobre, se olha, o requejão do seu dono. Eu já vou lançar, que é uma polêmica, assim, de qualquer só polêmica. Que existem apenas dois tipos de pessoas no mundo. O rico e o pobre. Se negócio de classe média, classe média, se não, se não é bom. Faz o, ó, pra fazer o teste, você é pobre ou você é rico? Faz assim, fica três meses em trabalhar. Você ficou pobre, você conseguiu pagar todas as contas, você conseguiu pagar o aluguel, se você não conseguiu, você é pobre, entendeu? Se você não consegue viver sem trabalhar, você é pobre, se você não tem dinheiro milhões no banco, você não é herdeiro de fortuna milionárias, se você interesse seu painelinho, você é pobre, não tem a educa, se media, esse negócio é mais imbecil do mundo, é que o cara, ele começa a ter um pouquinho de aumento salário, o problema é o número de salário, aumento salário, pensa em puta.
Eu ganho mais que o Jãozinho que ganho o Salário mínimo. Então eu não sou pobre. Mas ele também não ganha tão bem quanto ele. No final das coisas é igual ao colegio. É, é igual ao colegio. É, é igual ao colegio. É, é igual ao colegio. É, é igual ao colegio. é igual ao colegio. é igual ao colegio.… É igual ao Para hoje trabalhar não tem como pagar as contas, sinto muito, você é porra. Eu queria fazer com o Moisés, o Moisés, o Moisés com o Novo 20, que é um exercício mental. E agora a gente fez isso no... Combina o que o empreendedorismo é. Eu acho que eles fazem, se não se pôde que é a estimprededorismo, eles falam pra imagina. Não depola, por braço. É, sério. Mas por que eu falei isso? Isso é mental, você me cortou, e eu vou falar que é uma excesionalização. Não, por que isso tem? Mas você não sabe que eu vou falar? Não, Não, Não…
Ah, não. Mas é mais interesse. Sim, não. Estou pensando. É, é. E você deixa você passar de graça. Isso, já fica filmando, já reação na galera. Por exemplo, você já falou no mercado, já brigaram, pro troco de um centavo. O troco de um centavo não, cara, mas por vinte centavo já. Mas não é, eu não sou só vinte centavo. É só o que eu não. É só o que eu não. É história. Vinte centavo? Agora, um centavo, que na época do um, de noventa e nove, de noventa e nove. Tinha uma briga absurda na Lagem 90, não é? É primeiro que... Muita bugiga, no Lá de 99, ficava aquele negócio, achava uma coisa fora, achava que uma cristalera por aí na verdade. E realmente tinha umas coisas faladas. Mas eu existia, mas normalmente quase 90% ali era... Era os negócios de cartão. Era umas bagacera, né? E aí, tanto é que depois no Lá de 99 agora, você não achava por 99, tudo 10 é impossível, né? Eu sou o nome, sou o Truque. É só um, fez Truque ali. Aí virou o Lá de 99, e aí na hora de pagar, ficava aquela discussão porque o cara que tinha uma Lá de 99...
Se você parar de pensar, ele tinha que ter muito mais troco de um centavo do que todos os imprendimentos da história. E ele não conseguia comportar, dá um centavo de troco para galera. Não existe mais a mais de um centavo, né? É mal, existe. Não tá mais isso aqui. Não tá mais? Ah não. E aí tinha essas brigas aí por um medo de um centavo. Então provavelmente alguma pessoa já passou por isso. Eu sei uma que Luide já fez. O quê? Ah não sei. Será? Será? Eu não sei, eu acho que... Eu faço muita coisa de pobre, não, mas eu já ouvi uma frase que eu acho que já. Você já foi na Tox Tox que só para copiar o modelo do móvel. Porra, cara, isso é a ideia de copiar o modelo. É, você vai na Tox Tox, viu o móvel bonito. Aí você copia, faz um... Fate uma foto. E depois você vai na marçoinária da esquina, ele fala, eu faço um desses para mim, então... Então aí que tá, eu tentei fazer isso. Eu tentei fazer isso com a armário, que eu a gente cria comprar armário para cozinhar. Aí a gente foi lá.
Tirou foto, ficando uns Miguel, era quase tipo mediu com palma. Não dá pra que eu não sai, já toque essas coisas. Não dá, mas a gente já tava na loja, entendeu? Era na loja, não entrar no site. Aí eu tava lá, aí eu medi com os palmas assim, né? Aí freplou, assim, dá certo então. Aí eu cheguei e mandei pro meu cunhato que é mais cemeiro. É a situação com os palmas. Mas ele queria, mas ele queria comprar o dobro do valor da toque. O que? Eu falei, porra, se for pra pagar o cara, eu pagou a toque stock. Mas sabe uma coisa que eu fiz, foi assim, uma vez a toque stock lançou uma linha de cobs americanas. E eu fiquei pagando um pau, essa é uma inteira, foi caralho, que foda Copa Americano Grande, Tijela de Copa Americano, Chica de Copa Americano. E é a própriação, isso é uma própriação cultural, porque eu tá. Enfim, não, para aí, porque é uma própriação cultural. Porque Copa Americano geralmente custava um R$99,00. Ah tá, para a talk talk é R$199,00. Eu achei que por um segundo sei a falar, que era a própriação cultural dos Estados Unidos. Mas o Copa Americano é brasileiro. É brasileiro, foi inventado no Brasil. O que é uma própriação cultural, né? Por que que se chama Copa Americano então? Porque é a própriação cultural, tinha que ser Copa brasileiro. E, enfim,
Aí eu estava no centro de Osasco, com foda, aí passei numa loja dessas de Bujiganga e tinha um scopo igual da Tuckstock. Por um, por um, mas não é só o copo, a Chica é igual, a coisa igual, só que custava no mínimo, no mínimo, no mínimo, tipo um quarto do valor da Tuckstock. Aí obviamente eu comprei. Aí foi na Tuckstock que vendeu pra eles. Não, aí eu fui na Tuckstock, ficava olhando, se falei se tinha aí o que tinha. Qualzinho? Ah, eu fiz isso com a cavila, a gente foi na tostota. Você é muito cois de pobre, eu pegava esse copo lá assim. É que? 12 reais, para quem tem, é, 299, é mesmo coisa, não precisa ver amor, é mesmo coisa. Aí ó, até o lugar de a etiqueta, é mesmo coisa. É mesmo coisa, é a flor, é mesmo coisa, né? É mesmo coisa, não precisa ver. Não fica gastando, isso é muito cois de pobre, cara. É você procurar uma versão barata e alternativa. É uma boa. Porque a pobre é bom disso.
De conseguir versões, por exemplo, tampar potinho, mas saquinho de coisa que sobra a cozinha, de paçúcar, salta, com um pregador de roupa, com um pregador de pregador. Os pregadores de roupa na minha casa servem mais para isso que para aprender roupa. Não prende roupa nem, man. Salário, nada. A minha mãe, ela comprava o Jogrepo de roupa, compre ainda, o tempo de roupa é em feita deinho, porque ela não vai usar pra prender roupa, ela vai usar... Ai, já vem mais bonitinho que é pra ele ficar dentro de casa. Cara, sabe uma coisa que o pobre, né? Ele tem um tesão inexplicável assim, que acho que... Meu, se for homem fica com o pau do arco, se for mulher, já fica meladinha. É colocar roupinha em tudo que...
Tudo o jogo é possível, né? O jogo diga com o roupinha. É o melhor do jogo. Não, o jogo diga com o roupinha, o filtro com o roupinha. A maquela vai com o roupinha. Cara, esse jogo vi roupinha palichinha do insímbito da Copinha. O que é a justificativa disso? É porque é bonito. Porque é bonito. Cara, desligamento. Antigamente, a galera botava roupinha no computador. No computador, né? No monitor, no teclado, no mouse. Que era o mouse. Que era o que eu tinha, né? Porque... Comestos anos 2000, tinha aula de computação na escola e tinha os computadores que tinham as roupinhas. E aí o começo da aula era sempre o professor tirando as roupinhas dos computadores para a gente usar. Exato! E aí o computador que eu ficava, ele não tinha uma roupinha própria do mouse, então ela enfiava um mouse embaixo da roupa do teclado.
Que ai, ficava ter clado com um caúm binhos, hein? Que era o rase, porque ele não podia ficar fora da roupinha, só porque ele não tinha uma roupinha própria, ele não podia ficar, sabe, obrigado. Mas a galera se impenha muito nisso, se fazer, tem voque, faz tricô de roupinha pra calender, porque foi quando ficou com o roupinha de tricô na tira do chinelo. Capoei, você nunca me lhe não? Cara, vim, vim. Ah, tem, a minha sógrafa é assim, né? A tira do chinelo é sógrafa, é assim. Pega a vaiana, mas vai agabundo, você consegue comprar, que a costura negocina direto. E costura negocina. Mas é tipo um bom. O pimp mais é a Viana? Estou na área com a caidinha. Aí rebaixa o Viana, com a usar um local. É polestes pimp, né? Cara, falando de a Viana, vocês já arrumaram a Viana? Com prego? Com prego, com o pimp for. Com o grapa de cabelo, cara. O grapa de cabelo? O grapa de cabelo? O grapa de cabelo?… O
Que faz aquele irmão do Jarel no canto Neto. Ele faz o desse. Pode fazer isso. Isso, uma vez que a gente saiu, ele e o Guiafonça aqui, a gente foi como um pastel. E aí ele foi de chinelo e mano, estava o cheiro de merda na rua, na rua, no Rio. Sempre porque... Por que será? Não sei porque, estava o cheiro de merda na rua, na verdade. E aí ele perdeu o chinelo dele, ele deu uma tropicada errada e perdeu o chinelo. E a gente não afromar. É um evento, o cheiro. E aí a gente ficou no espelho, porque a rota estava muito escura, e estava muito cheio de merda. E aí, como você tinha que me assantar, não era um campo minado de merda. Porque eu não que eu vou ver, e ele podia pisar. Claro, isso é um pavor do pobre, ficar assim, se não na rua. Se em chinelo, e com o chinelo de merda em volta, aí ele falou, caralho, correitado esse cara. E aí a gente falou assim, portanto, a gente precisava muito com o ser até esse chinelo, antes de continuar andando. E aí o grero da função se falou assim, não, para aí que eu vou achar um prego. Mas fala, mano.
Você vai parar no meio da rua, vai olhar para o chão, vai achar um prego, é uma chance de se conseguir. Em 10 segundos ele achou um prego. Caralho, no meio da rua. Júruo, por Deus. Não sei se foi ou não. Eu falo de pobre, cara. Eu não sei. Ele achou um prego, pegou para um botão na vaiana, concertou, ele conseguiu arrumar o prego. Consegui a gente ver se não acessou, sem um alicar, sem nada. Não, sem nada. Mas força bruta. Então, mas isso é uma dica espobre, fortíssima, assim, para você permanecer pobre, você acertar como pobre. Não teve orgõe, entendeu? Você precisa... Para superar isso, não pode fazer pobreço. Então, assim, ah, minha mãe quer colocar roupinha na lata de lixo. Tudo bem, pô, tá roupinha? Não tem problema, entendeu? Você tem vergonha do que? Vai chegar ao Bilguês na sua casa e vai receber gente chique e risco. As pessoas que vão na sua casa?
São a mesma faixa financeira que a sua. Se preocupar, não que esteja em roupinha, caso também não filto de água, tem um... É, então... As vezes a pessoa pega a roupinha do... Sabe a disso, Luide? As vezes a pessoa pega a roupinha do botinho de gás e aí nasce um filho. Sim, o filho é meu guardinho, pega a roupa do botinho de gás e usa no filho. E usa no filho, entendeu? Não precisa ter vergonha. Tem problema nenhum. Outra coisa que pobre gosta muito na cozinha é o que é praticamente uma roupinha, que é que eles puxa saco. Puxaçar, é verdade! É um negócio que é um bonequinho ou um salvo que... Que você chega nesse primeiro caso de enfiar todos os sacos dos primeiros casos nele pra depois puxar da bunda deles. E o nome é muito boa, né? O nome de Fio Chasacac. Não, olha, olha como se pobre. Olha, é uma coisa que eu acho que já sabe como é a minha mãe. A minha mãe veio me visitar a primeira vez que ela veio se empolgar. Ela falou, nossa, tua cozinha tinha que ter um puxar saco. Pô, você tem uma bola em Brasé, é dica. Não, e aí eu tá esquecendo que ela fala. Não, você fala a primeira coisa chegou. Ah, não, é que o pobre, por exemplo, está o pobre, que tem que com a gente, né, nossa missão aqui, fazer o pau para ter vergonha de pobre. Claro.
O que é o que o pobre faz? Ele pega o poder de salciche, lava e guarda feijão, guarda a geladeira. Pega o copo em requeijão, copa em requeijão, lava, tirou o roto, lava bem lavadinho. Paz, virou um copo. Pega essa cola e virou o quê? Viram para colocar. Licho, vira para colocar, levar fruta por lugar, entendeu? Vira para colocar no tendo se você anda de moto para não molar o tendo. Fique-se alfim. Exatamente. Sempre um de coisas. O pobre ele pensa no amanhã, ele pensa sempre no futebol. Você vê lá no animal plente lá? Tá, tá, Hugo, eu fui encontrada com o monte de sacola plástico, ele estou amando como eu. Não é com o pobre, é o rico, foi disso. Você acha que o pobre tem dinheiro para ir lá e engalar? Mas, só um causa com a linha plástico.
Eu acho que não pode ter gente pra ir lá. Mas estão destruindo o paraíso na Terra. O que é dado o pobre, é o pobre no Sul do Pasta, ele não passa do limite do município. E se você jogar uma sacola em praia grande, ela não chega até galápagos, porque a onda de merda é uma barreira de merda que existe ali em volta da praia tão grande, que não pode nenhuma, pode ser nenhuma coisa fácil, entendeu? Já tem uma barreira de coco ali, isso é sugestamente. Só se não motorizado, vou passar a turga. Isso é uma raio saco plástico na ponta do barbante da pteu filho brinca, vira uma pipa. Vira uma pipa, é verdade, bem observado, bem? É verdade, é verdade. Você viu que só tem vantagem nessa aceitação da pobreza, entendeu? Isso é um Paulo Tanesa de proibiu, saco plástico. Tem que comprar o saco plástico. Tem que comprar o saco plástico. Não, Não, Não…
O povo não está ficado, tem que valorizar essa colinha. Porque é um pobre, essa coisa quando ele tem vergonha de ser pobre, por exemplo, para reventar a Vaina. Aio o joguei, a gente, ah, reventou a minha voz, eu preciso comprar um novo calçado. O que o joguei faz? Ele pega o cartão da mãe, ele vai comprar uma Vaina, não, ele vai comprar um mic choque de 800 reais. E aí você parava de pensar, isso é uma dica pobre, por cara permanecer pobre? Não, essa é a maior dica pobre. Gasta o seu dinheiro e futilidades. Exato, você que é. Porque aqui no frango das contas a gente tá fazendo um podcast de despreendedorismo. Então a gente é, que está mostrando algumas opções aqui, que é pra você ver como o pobre consegue se lidar com as coisas. Só que daí chega no momento crucial.
É o momento que ele carga tudo. É o momento que ele fala assim porra, economizei. Oito centavos em sacoolê durante seis anos. Sim. Porra, conseguiu usar mesmo a sacoolê durante seis anos. Porra, consegui fazer minha avó fez aqui a roupinha do computador, não sei comprar. O cara consegue, é, bom, esse computador aqui eu consegui só ir peça encontrada no lixão. O cara consegue economizar tudo durante dez anos. Dele chega e compra. Uma futilidade absurda. O acalmisa do Nem-Barde, 8 de cem-seps. É, como uma coisa. Que não precisa. Então, mas isso, isso aí. Isso aí. A água vai achar, você vê como está tudo ligado. Eu falei da roda, a gente voltou lá no início da conversa. Porque existe essa mentalidade, essa cobrança, para que o pobre se torre rico. Caso ele não consiga se tornar rico, ele tem que parecer rico.
Que é um problema gravíssimo do brasileiro lá no interior, o que mais a gente tem é pobre, que é parecer rico e como que ele parece. É, relógio, tênis, é caça de trezenta. Cara, quem paga? Quem, que além de um bilionário, tem coragem para pagar trezenta, é uma caça, é uma caça de... O cara tem uma cueca, ele fura a cueca, a cueca furou, ele pega com mais som usar a cueca, passa a sera no carro. Sim, então ele já economizou aí. O Steve Jobs, que era o Steve Jobs, era, como eu, ele passou, sei lá, 30 anos da vida dele usando o mesmo suéter e ao mesmo acalço. É verdade. É igual doge. Tem cara, você sabe que ele tem dinheiro e você percebe que ele é bom de cor, o danilo de gente, ele, por exemplo.
Claro que ele tem muita grana, pra gente progente com o seu santo, ali no na gente santo do seu santo, tem casa de chão, sem comer, sem o seu que, percebe que ele tá sempre com a mesma camiseta preto e mesmo bom né? E é com sadinho, ele tem uma roupa padrão, então... E aí eu chego o pobre que compra o que óculo Juliette, que custa os 990 reais, que é comprar... Qual que é essas? Não, é botar aparelho colorido que as lembre-se de aparelho na boca, mas ele quer botar um elástico, é da gilhinha lá pra ficar bonita. Aí ele coloca o aparelho, fode o dente e aí tem que comprar uma parede de verdade. Que é cara. Não, essa coisa de tentar parecer rico, que me deixa mais nervoso e raivoso é aquela coisa balada, de torrar a grana do mês na balada. Aí o caravai, ele gasta 300 pau em vótica vagabunda e energético.
E o gelo de pôr de gasolina para dividir com três putas. E três machos, né? Na verdade, não tá nem com puta, tá com macho. A maioria das esses caras tem mais homem ao redor do que mulher. E esse peço é assim, jãozinho, jãozinho, jãozinho, meu amiguinho. Por que você não pega esse dinheiro, guarda, faz as outras coisas? Mas não. Ele tem que parecer rico. Ah, mas eu estou me divertindo, não está se divertindo. Você está triste por dentro, você está solitário, você está com o metade metimelancólico, porque quando você para de beber, vai me luba eiro fazer o xixi e você olha no espelho, você dá de cara com a sua cara, você lembra, pinta a merda, eu sou um fracassado, eu sou um talido. Eu estou aqui tentando engarear sentimentos de pessoas que eu não conheço, estou tentando fazer com que elas gostem, porque eu pareço rico. Nossa, agora você bata muito a gente, acho que vai chorar. Não, vai chorar a merda e pariu.
Parada de tentar para ele, você não é rico, aí. A maior mensagem é porque você não é rico, não adianta você tentar para esse rico, não adianta comprar na aquição. A gente vai aprender só, seguir o vídeo dos nossos volocos no ensaí. E aí o cara gasta se dina na bala com pessoas desconhecidas? Só que o pobre ele é um negócio de gastar uma outra, ele gosta de um outro, ele não tem o que é o nível do puteiro. Que é a maior robada da ele, de fato ele gasta uma vódica ali contra a esputa, no de verdade. Porque no final da sua época, o cara gasta ele paga, sei lá, 10 reais para entrar. Não potei. Sim, eu acho que não. Sim, eu vou assim. Não é gídeo, não bosta mesmo, não terão. Gassa vai gassa, da erra, põe no trato. É, é isso que eu não servei. Gé uma cervejinha, uma cristal, cristal, cristal, cristal. E aí, tá lá dentro, cara.
Uma vódica aqui na balada, tipo, no que nos permercado custa, vai, faz de conta de mais. 50 reais, vai, tá. Na balada vai custar 150 no puteiro custa 500. E o cara faga. É mais cala, por exemplo, um red boom no supermercado custa 6 reais. Sim. No posto em garzo linda ele custa 12. E na no puteiro custa 30. Sim, assim, o cara faga, velho. A paga é achando que tá... Sabe uma coisa, eu tenho um amigo, eu não vou se tornar nome dele, obviamente. Mas eu tenho um conhecido que ele gosta muito de puteiro. E quando era solteiro e recebendo de São Paulo, eu fui algumas vezes acompanhado no termo. Poteiro maníaco. Poteiro maníaco. Ele gosta muito de poteiros. E o que eu nunca entendi e que os novos que vão poteiros e conhecem poteiros talvez tem essa vivência? É o seguinte, o cara chega no poteiro e aí tem as garotas ali que trabalham na casa, que são funcionárias da casa ali.
Sim. Não importa do serviço que ele vai querer, usa o fluido e depois. Ela perde para pagar uma bebida. Provavelmente pela companhia dela, para trocar uma ideia com ele, fazer um carinho e tal. Ali na frente do mundo, ela perde para pagar uma bebida. E aí vem a questão, será que a bebida que o cara paga, que a cara paga o alho é mesmo uma bebida? Por exemplo, lá, a mina perde para o cara pagar uma água de coco. E aí ela trabalha na casa e o barmeira trabalha na casa e ele dá água pra ela e ela toma muito num veio. A única pessoa que não tá no esquema é pra essa que troca. E toda repente tu paga vinte reais e o cara dá um copo de água filtrada pra mina. E aí ela fica com o dinheiro. Que coisa, muito sentido. Mas é assim cara. Porque você tá te falando isso como se fosse uma novidade. É, eles não me abem, bíbiles, alcohol. É porque imagina, essa mina toma.
Uma fonte que eu não tinha tanta cliente que iria entrar na casa. E me enlouro. É, né, porque eu, quando eu entrei no cabelo, ninguém. Mas esse meu amigo paga. E aí eu fiquei meio pensado assim, cara. Não pode ser que seja o onesto, o negócio, que ela esteja realmente tomando uma bebida custa, assim, reais. Mas não tem nenhuma necessidade de ser. Não tenho necessidade de uma bebida álcool, pão com o cú do cara que está lá, oé. É, no final das cú do cara, no final das contas, o cara paga 100 reais, um copo da água. Mas é, cara, na verdade, ele paga 100 reais na felicidade dele naquele momento. É, tem, tem, sei. Faga assim, é a exa depressão dele. Olha, voltou na roda. Isso aí porque acrelhar o felicidade, adi dinheiro é um negócio que você não pode comer, não pode dormir em cima, o que você tem que fazer no dia, gastar.
Ou seja, a felicidade é a atrelada a gastação do dinheiro. Ao consumo do dinheiro, ou seja, a felicidade está atrelada ao consumo. Então quanto mais você consome, mais cria-se a ideia que você é feliz. Cara, você falou de uma maneira linda agora. Mas é claro que eu não sou. O que você falou de uma maneira... Vamos fazer este DVD com o vencedor. Esse episódio ele já é o começo do... É, da série. Só que vai virar uma série. Que se a gente não vender, os camelôs vão pegar. Podia que este vão vender. Se você ver que isso aí é com o seu mesmo? Tinha site vendendo o jovem nerd. Tinha vendendo podia que este, vendendo que ele é com o letânio do jovem. É, esse cara vendia em episódio de Jornal. Esse cara fazia um filado compilado compilado. E vendia, mano. Compilado também é uma coisa de pobre, né, cara. Se vai na verdade, se vai na calçada, se não vai comprar um filme do bato, o mundo é um domen de ferro. Se vai comprar um DVD.
Que tem os dois e o Amerang. Cara, pra você ter ideia, uma vez, eu tinha um superlentendo. E eu fui na 25 de março, eu ia lá pra comprar fitas de superlentendo. Porque era assim que eu lá em Santos, era 50. E aí eu ia nos 25 de março, com meus paus. Em que ano foi isso que hoje? Ah, monta! Na compra, fitas sobre 30, 500 paus. E aí, de comprava 5 reais a fita, uma vez eu cheguei em casa e comecei a jogar o FIFA 94 ali. Eu falei alguma coisa, sei lá, não vai ter 7. Comecei a jogar e tal, ponte aqui, jogo maneiro, cara, eu não desligava nunca, porque era muito legal e porra, ficava horas e isso. E aí teve um dia que travou um jogo, eu tipo que é reiniciar. Quando eu reinicié, entrou um jogo do Améranha. Eu falei caralho, mas eu queria jogar FIFA, o que aconteceu. Aí eu descobri que quando você reiniciava um jogo, entrava um outro jogo. Eu tava no jogo da FIFA. Pois é, os caris vendia... Eu não ia ficar mais com o sim, o jogar o FIFA. Não, era só reiniciar mais uma vez. Era rincarnação, o game morria, voltava como outro. É?
Você iniciava o videogame? Eles usavam o mesmo cartucho pra colocar mais de um jogo. Eu não sabia disso. Era um mini-game dentro do Superintendente. Eu tinha um amigo que tinha um Superintendente, ele pegava e ficava no locador, porque ele não tinha de ir a comprar a fita, ele só alugava pra poder... Não, essa não. Um dia era uma horaria, uma fita, ele passava um mês jogando jogos diferentes. Normal, não? E um dia ele pegou um jogo que ele descobriu também, esse. Que era um jogo que... Do outro lado do que você tem um jogo, nada a ver. Essa reutilização de coisas é um negócio que o Pioten é. Tira de letra, entendeu? Só que o grande problema é o que é acreditar no seu sonho. Tem que acreditar. Você acredita. Não tem não. Não, acredito no sonho é você ficar pobre.
Na verdade, acreditar no sonho, te vai, te mantém, você vai ficar pobre, você vai ficar pobre, você querendo ou não? Mas acreditar no sonho faz que você seja além de pobre, uma pensança ansiosa. Toreu que você fica, meu Deus, tem que ficar rindo aqui, não é? Não, não, que eu digo acreditar no sonho, é tipo assim. Só família, o seu pai é advogado. Sim. Sua mãe é advogada. Sim, seu avô é advogado. Sim. Tu a família tem três secretórios já de vocacia. Tem. E aí você que vai fazer teatro. Ah, sai, tem que acreditar. Acredito no seu sonho sem esse povo. Pai, eu quero estudar filosofia. É, eu quero tocar flauta. Na vez que isso acontece, eu só que comigo fombra, porque eu era concursada no público, no Brasil, concursada no público, nossa! O cara é concursada no público, com estura pra concursar, faz concursar. Você viu que é provar pra concursar, seu primo é concursada, está ganhando 10 mil reais por mês, ninguém manda limboora. E aí eu era concursada no estado, que tipo em salta, era a grande joia.
E aí eu não haguei tudo pra ver me encher o que é interna. Olha, saí. Então, nossa, foi aquela conversão, meu Deus, como assim, ele vai largar um cumpur. Senhor senão, só isso. E agora, assim, futeuinha. Futeuinha. Tá futeuinha. Mas o dia tá futeu, do lado de qualquer jeito, tá acolhada com criança até hoje, cara. Eu trabalhava na biblioteca, eu não leio livro nenhum e eu trouvava na biblioteca. Você vê como que é isso, é a propriação cultural. Calando o leio, eu trabalho numa biblioteca. Ah, é preciso. Luide, dá uma dica de livro, vai Google.com.br, vai ser saudável. Não, person, dois mil, de sempre, dedorismo, just do... Bom, eu quero a gente encerrar esse volume 1, aqui, do despreendedorismo. Que acho que abriu a mente de muitas pessoas. Eu acho que muitas pessoas se deprimiram. Ah, acabou com o sonho de várias pessoas também. Ou na verdade abriu pra ela saber que talvez...
Tivemos caminhando para uma grande lusão. Se morar, nós temos que se ligar da realidade, né cara? Nós não podemos viver. É, a grande ficha vai cair em algum momento. E aí tem que cair na sua cabeça essa grande ficha, é um momento em estar ajudando. No bolso, não vai ter essa mania, não vai chegar não. Se não vai cair na tua cabeça. Então a gente quer ajudar um brasileiro. Então eu vou pedir para você não ouvir que escutou por aqui, achar até agora. Chegando Twitter, chegar no nosso Facebook, chegar no redes sociais. E postar a foto da coisa mais pobre que você treina na sua casa. Tem casa, porra, legal, hein. Isso é o olho para falar pro não, isso aqui é muito pobre. Isso é que você tira de tirar uma foto, entendeu? Se tinha uma vaiana concertada... Uma vaiana com quatro pregos. Isso é legal. É problema não. Quanto mais prego na vaiana melhor. Isso. Botar e tá botando água no chão pulque para render. É legal. É normal, se de renda ou chão pulque. Vira só que a barra é o cachorro com o fio de porte.
Ficou feliz, pô, é, se tu caralho, tu caixou, tu caixou, tu caixou, não tem coleira, é, se usa um... Eu que estou bada da TV velho, aí... A rosa, uma coisa que não é uma coleira, cara, isso eu... Codinha de varal, que é o Codinha de varal, pô, fala evalga xô. É bom, né? Pô, funciona tanto. Eu tinha uma vizinha quando morava no interior, que ela tinha uma galinha e ela saia pra passear com a galinha com uma cordinha marrada. Passava com a galinha? Passava com a galinha com a cordinha do varal marrado. Se você tem qualquer coisa na sua casa, que ela... Tem muito mais durex do que precisava. Porque o durex é o fator eterno. Superbôndio também. Superbôndio também, eu soubeu uma mais caro. O durex é fita desiva ali, você consegue usar ela. Mas em rolando você consertar um carro com ela. Dá pra fazer um carro com ela. Dá pra fazer um carro com ela. Tranquilamente. Então se você tiver esse tipo de corpo manda uma foto pra gente, teremos que ajudar. Tive uma calça que está arrementada com uma fita crepe.
A Bahia, a Bahia, a Cafita Crepe, então, no meio dela furou, o Toa Voz, voltou uma linha que não é da cor da causa, a calça diz que é um branco branco no meio da causa. Tudo bem, não tem problema nenhum. Manda isso pra gente que a gente vai ficar muito feliz, a gente vai avaliar aqui pra comentar no volume 2. Eu acho que dá pra fazer um resumão final. E o que a gente aprendendo essa aula? Claro, tipo um telecoço do 2002. Porque no final ele costumou 2000, a gente tem uma retomada. Vamos fazer a recapitulação para você seguir pobre antes dos 30. Essa é a hora eversário e você ganha apenas um salário mínimo, não seja idiota. Vá a balada mais cara da sua região e compre várias vólicas e chamam de vários conhecidos para a bebê junto com você. Você está com vontade de se transar?
Vale um puteiro e pague 5 vóis de capacada a puta que você encontrar na sala. Você tem uma vaiana e ela está velha, não seja idiota, troca ela por um Nike Choc de 900 reais. Você está passando mal, precisa melhorar sua saúde, não faça um convênio médico e sua família tanto perde para você. Faça uma academia caríssima e paga 300 reais para ver no mundo de músculos que você nunca vai conseguir ficar igual. Não vá comer. Não leve mais muito pro trabalho, não leve mais no restaurante do shop, que é 70 reais do quilo do porra-fei. Sim, mas isso, pelo menos você está comendo com seu chefe, né? Está comendo com seu chefe. Não cumprir roupas, impromotões, inlojas do ramo, opressão, englifes, pague 300 reais, uma calça, isso é super ok, não tem problema nenhum. Outlet inclusive é coisa de pobre, pelo amor de Deus, né? É, Outlet, pra quem é Outlet, você pode comprar o original.
Exatamente Não beba no barzinho com seus amigos, valem pâmbas e gaste o máximo você puder em chopas caras e importados, porque é só se vive uma vez. Antes de chegar no trinta, te garanto que você não terá um milhão de res. Muito bem, muito bom bonito. Que resumo maravilhoso do episódio. Isso foi volume 1. Desprender dourismo no Ouvo. Não, não é. não é. não é.… O que eu saio daquilo gasta? É praticamente um podcast de fichines, a gente se negar está mais que ganho. Fichem exatamente. Muito obrigado todos, novo, vinte e a guarda, foto de vocês no nosso Twitter, nosso Facebook, né? Então o nome desse é a gente social? É uma rede social que tá começando. Esse Facebook ponto com o barra não ouvo dá pra mandar imagens. E esse no Twitter, garo. Opa, não ouvo a guarda, foto de vocês e até o próximo desprender oismo e olha, você que gostou do episódio compartilha com os amiguinhos, dá um RT pra gente no Twitter. Se tem um amigo que tá achando que tá gastando muito pouco dinheiro manda pra ele. Manda pra ele, entendeu? Porque a gente quer...
Que todo mundo fique no mesmo nível social, que é uma coisa maravilhosa. Valeu! Até a próxima. Falou. Só quem é pobre responde, só bom dia pobre.