
Descrição
descrição original do feed
No aaaaaaaar, mais um Não Ouvo com o convidado mais convidado de todos os não ouvos: MEU PAI, também conhecido como PAI DO CID, depende do ponto de vista….. Dessa vez falamos sobre mais um tema de extrema importância e seriedade… sobre… Bancada: Cid Cidoso, Braian Rizzo, Luide Hister e Pai do Cid Edição: Daniel Bayer Capa: Braian Rizzo
Resumo
O Pai do Cid volta ao microfone em um episódio que, como avisa o título, não tem tema definido. A conversa começa com o sucesso do episódio anterior com ele sobre colegas de trabalho e logo vira um papo de velhos amigos, com piadas de céu e inferno, histórias de gente que vai ao posto de saúde só para conversar e comentários sobre Santos, cidade cheia de idosos e farmácias.
Depois Cid pergunta pelos empregos da vida: Braian e Luide contam por onde passaram e o pai relembra os seus, de ajudante de garçom e office boy na Santa Casa a funcionário de uma avícola, onde torcia pescoço de frango. A partir da banca de jornal de um amigo, ele descreve as discussões de política entre desconhecidos, e Cid comenta que aquilo parece um resumo da internet na vida real.
Entre uma digressão e outra, entram histórias de bastidores de restaurante, uma explicação do "falstop" para o pai e um aviso para assinar o feed do podcast, em um fim de papo propositalmente sem pé nem cabeça.
Destaques
- Cid pergunta onde cada um já trabalhou e o pai relembra os seus empregos.
- O pai conta como era trabalhar numa avícola.
- As discussões políticas na banca de jornal viram um resumo da internet.
- Histórias de bastidor de restaurante: o que pode acontecer com o pedido do cliente chato.
- Cid explica ao pai o que significa "falstop".
resumo e destaques escritos a partir da transcrição automática
Participantes
- Maurício Cid
- Braian Rizzo
- Luide
- Pai do Cid
Edição: Daniel BayerCapa: Braian Rizzo
créditos do feed original
Transcrição
55 trechos · 8.762 palavras
Transcrição automática, feita com o faster-whisper (modelo base). Pode conter erros: nomes, gírias e piadas internas costumam sair tortos. Na dúvida, vale o que está no áudio. Clique no horário de um trecho pra ouvir a partir dali.
Comessa! O Ele é a minha direita Braian Rizzo? É isso, bom, bom Braia, tranquilo. Só alegria. E a vez que é da... é o... é o... é o...… Ah, certo. E aí, a galera fica compartilhando frases com frases, com frases no nosso. Exato, frases no nosso. Fala de contê-la. Fala de contê-la. Fala de contê-la.… Porra, aqui frases bonitas pra tá lá, hein? Mas tiktokas, piores, tem umas frases piores, tem de... Mas ó, a gente não falou uma coisa... Essa aí é profunda. Não, de ver essa voz. É, eu vou te dizer. Não, de ver essa voz. É o sombra. Não, não, não, apresentei. Não... Não, eu não pode falar. Tem um, aí, matador, né? Ok. Não, aquele do caso da Niela.
Eu sou o Brão. Eu sou o Brão. Eu sou o Brão.… Eu sou Se gosta de gravar o podcast, as pessoas falam que você na rua sobre o indo. Você fala aqui? Fala o que eu sou um retardado. É mesmo? Eu quero no teu prédio, o que você falou que ele pediu para contar a história da facada? É, um rapaz novo ali. Preto, no prédio, tá morando há pouco tempo. Mas inocente, Júlia. Eu queria que eu confira uma sera verdade mesmo. Foi claro que é verdade, só falo verdade. Eu acho que na minha idade eu vou ficar contando mentira, porra. Já passou. É, só ir. Não precisa. E aí que eu contarei mentira. Mas é verdade mesmo. Eu tenho vontade de contar várias mentiras. Não, meu pai ele de gravou com a gente, o colega de trabalho, né? O colega de trabalho é muito feio, fez muito sucesso. Um sucesso. Considerado um dos top 5 melhores. Ai, cassete.
Espírus, pop 5 melhores, podi caixas longo. É o que dizem. Poupam muitos aí, né? É o que dizem por aí e também gravam sobre viagem. Sobre viagens que é o outro, me deu um susto agora quando você falou viagem. Viagem. Sobre viagem. É pra. É gosta de viagem. Adó sempre gostei. Viagem? É o episódio e a gente é a galera do avião. E a última que eu vou fazer vai ser pro inferno. Aprovavelmente, não, porque mulher gostosa só ter no inferno. Aí vai tudo que o céu. Eu não há que informação essa, porque é tudo na fé crente. Não, é que ninguém mais conhece. Tem uma piada assim que é muito boa. É todo mundo bozinando. Cara, morreu, chegou no inferno lá. Boba, guça, festa e foguete, pinga.
E Pablo da Rocha, tudo virou pra ver, isso gritando. Aí foi porra, mas vem pra lá no inferno, foi porra, né? Eu quero ficar aqui não, porra, sim, se o inferno já tá bom assim, mas como é que tá o céu? Porra, eu quero ir pro céu. Aí o orou, padê, eu estava, mandar ele pro céu, voltou, deu, os dela perdou, ele foi pro céu. Chegou no céu, um monte de cabeluda, saia, quieto, podia ter uma televisão. Me faz nada. Não, não, não, porra, Deus. Não, no inferno, uma zoeira, cheio de aqui, esse... Isso é isso aqui, a tudia, que não terá pra fazer, mas você cria o que é só ter incrente aqui. Vamos em social. Então social é o lugar adequado pra gente, que isso vai ter incrente lá, que só vai fazer por isso, incrente. O meu amigo já foi o contrário dessa história aí. Como assim? Ele chegou quando chegou na porta do céu.
Eu sou um perno mostro pra ele, abriu aí que não é pra mim. Então amigo, para usar um amigo que eu conhecia. Aí ele pava, viu aquela beleza toda, tal, aí ele falou assim, mas eu gostaria de dar uma olhada na porta do inferno. Aí então vai lá. Aí chegou na porta do inferno, mas aquela tristeza que você falou no sério, todo mundo sabe. Chegou lá mal bacana, sur o bado, ele só na porta vendo tudo aquilo. Aí o cara falou assim, ó, aqui é a única desvantagem que tem aqui no inferno. É que a comida é marmitec. É que é merda, né? É como merda. Fala uma nova, fica tranquila, eu estou há cinco anos aqui, nunca chegou a comida, isso aqui é igual o Brasil. O inferno chegou. Tem fora da hora, cara.
Será? Vai falar isso? Não, não sei. Não, vai falando. Eu estou notando tudo. Vou falar uma da hora. A gente precisa transitar entre os dois mundos. É um inferno. É. Não dá tirar um ruchinho, vai para o céu. Vamos farra. Vamos ato com o inferno. Isso a tempo, a palavra das escrisitas. Aqui é a turmo da época de inteligente. Todo mundo está transitar. Luide falou que é tudo. Se eu ouvi, ele falou que é tudo. Era uma vizinha que eu tinha. Meu nome dele. E aí no último, o podcast que a gente gravou, o último não, o primeiro foi sobre colegas de trabalho e fez muito sucesso. Fiz muito sucesso, porque a galera adorou as histórias, teve a história lá que o cara mandou ser repetido lá, que é a história da facada do cara que tinha o corpo fechado. Essa história é muito boa, inclusive... O cara que jogou o chifre... Tem o cara que jogou o chifre e a polícia veio ver se tinha um boi solto na rua. Tem uma história da cara como eu sendo este barata. Essa aí foi o que pôs a barata, com salami. Mas contou. O dia me roubava metete da duba.
Tá certo, não, fez bem. Uma barata de plástico, lá que ele vom todo dia todo. Tem que ver aqui pra mim a melhor, todas que a história do fantasma Caboleiro de Gudi. Ah, é muito boa, políneo, políneo. O fantasma Caboleiro de Gudi, que era pescado. O randaea, ainda está vivo, pesca pra cá. Então tirou quanto a cada história. Mas essa era a minha verdade. É, é, é, viu? Ah, bom. O ovo, o ovo, o ovo, o ovo, ovo, ovo… o Presta-tua aí, eu chaco com a luna água, essa olhada, coloco e comer. Comer um contentador adianta, cara. Que do rei, se eram. Eu quero ser verdade, se ele tiver me vendo ouvindo, ele vai confirmar. Claro, que bom, jo. Lá no interior tinha uma mulher que ela usava a tentador e reclamava de idour de date. Ela tomava remédio pelo idour de date, mas ela não tinha date, já tinha tentador. Sei lá. A tentador de veta tudo de veta. Tudo de veta. É porque tem um pessoal que vai chegar no alva, sai da idade, sei lá, não tem ninguém aqui na mesa?
Vai chegando perto da casa de setecenta, por aí e vai ter no dor que não existe. O meu irmão ele trabalha do post-sauro de, por exemplo. Ele conta que todo dia vai uma teazinha lá. Lá, mede pressão, de pressão, por teror, pô, teror e viciário, mede pressão. Todo dia? Acredito que aqui também. Lá, ela lá, tia pressão. Aqui o Braia faz isso. Eu tenho medo de fazer em casa, eu pronunho no post-sauro. Ah, eu estou em casa. Tem, tem. Eu estou com dor no será ouro. Aí, aí é todo dia. Aí teve um dia que ela não foi. Ficou os três dias sem ir. Eu falo é. Daí ela apareceu no semana seguida e meu irmão falou, ah, dona, flora, porque o senhor não veio aqui no poxinha? Você é a mãe aqui quando você... Ela falou, não, tá arredoite. Tipo, a única época que ela porque realmente, salve aqui, o poxa salve já, não foi porque ela tava doente. Na sua válvã vai pra conversar. Vai pra trocar ideia. É igual o cara que vem, tem muito cara que vem em banco, que é pra conversar, né? Fala de dor, o senhor fala de dor. Chega assim, brilhota, que dor. Fica, ah, pô, sabe por quê? Tem muito disso. Desputa de dor. Concutador.
Aqui no pão, no coração. No coração. Mas tu falou de fila de velho e tirar pressão e tá em o Santos tem muito lá, passa assim na rua e tu vê na esquina lá aquela fila de velho. É tudo na porta da farmácia, tirando campanha e tirar pressão, de aberto. Tem muito velho, mas onde mais tem velho, cara? Santos é. Santos é. Santos Morre, meia a 12 e a chega a 12 no outro dia. Já nasce velho, o Gensame em Bataon. Aposentou no interior só o Paulo que tem uma mixariazinha pronto. Não vai passar antes. É porque normalmente o cara, o cara, o cara poseintou, quer ir pra um lugar mais tranquilo. Quer ir pra praia. Aí vai pra praia, não sei o que, vamos pegar um câncer de pele aqui. A mais se você é tranquilo aqui ela está bem, agora começa o verão que a boa tranquilidade nas aposentadas. Ah, mas não, até em temporada, não é muito bada lá do não. Isso é do de fogo.
Santo é uma cidade praia, não conheço, nunca fui lá. Nunca foi isso. Mas ele não é uma cidade daquelas que no invés de não ficar abandonado. Não, não. Sabe por que Santo é meio que a São Paulo do Litoral. Então as outras cidades, agora já, a pré-grante, Bertioga, muita gente vai trabalhar em Santos, entrando? Então, você também está de Braian, assim, que no Inverno, não é só você tem que afogar, não? Não, não. No caso de Santos, né, o Ano? Mas que tem velho, tem? Santos já há muito tempo antes do IBGE, descrever. É. De vulgar, que tinha, se dá, ele tinha mais velho no Brasil? Tá. Eu tinha um primeiro momento que ele trabalhava no Estadão e o Estadão no interior ele perdia pra folha.
Um jornal mais conservador, insatos ele ganhava. Foi uma da era fazer uma pesquisa porque eu quero muito ir, eu já descobri o que tinha mais velho, né? Por isso que eu não leio o estadão, porque esse é um jovem de velhos. Ah, isso é uma ser uma sermão nesta jovem. Será que é a prixo? No caso, né? Caras. Caras? Atrevidas? Só revista de macho. Caras atrevidas. Tietia atrevida. E Santos tem uma... Olha aí, então a gente não tem aquele giqui. Giqui? Giqui? Giqui, lá. Como é que fala? Giqui, o mesmo? Não, né? Giqui, pronto. Ela é review de macho. Você ensina você ser macho, você pode estar com macho. É, dicas macho assim, tipo como se marbos. Como fazer barba. Qual o melhor termo? O Spir, com o professor. É isso é muito desarro, porque o Spirro é. É, É, É… é
Olha, eu achei que ele é o cara tá passando de bicicleta batir o petropeito e ele cai, ele não sabe nem porquê. As costumas de rouba ciclista. Mas, ou o Braian, tinha uma pesquisa, um tempo atrás, que fizeram que santo os daracidade que mais tinha farmácia por habitante. Caramba, mas você não se chama que tem farmácia por... Eu não sei se é verdade, mas que tem que ter. Não sabe se é um fato consumável. Será que a dita não tem que entrar? Será que é verdade? Eu sei que tem forma, mas é pacar. Então, também é o número de pete shop para o habitante. O que faz total sentido, porque todo o velho tem um cachorro. E tomar, tomar remédio. Eu sei que quando eu fui passando, eu vi umas quatro farmácias diferentes, de perecis marcas. E todas têm o peler.
Por algum motivo tem a clogue arraia também. É clogue arraia não viu? É santo carésse de ídolos né? É o pêlé, é o chorão? Chorão pô. Chorão? Seu coeste chorão. E morreu em São Paulo. Normalmente santo. Não é. Mas se eu morrer aqui. Mas você sabe quem é santo. Quem quer, Xorão? Charles Brown. Charles Brown morava no seu pão. Ele da verguerra, morava naquela praacinha ali, badeia, sendou o teu filho. O Charles Brown. Eu vi o Xorão desde pequenininho, dando um malor, bradisqueite lá. Acha o rio na época. Eu quero ir do pedaço. Eu saio porque vou ver uma estátua pra ele na entrada de Santos, né? Já provou a verba, já. Óbvio, 15 milhões já. É só pra colocar o Xorão, o skate dele vai ser em ouro.
Boa ideia, meu outro dia não vai ter nada de eu. Então vai ter ali deitado no chão. Não, mas eles vão contratar uns esquetistas e... Maturinista vai estar um pó. Coitado rapazinho, inocente, pô. Será que é inocente? É, totalmente inocente. O tom de jantinho, se a gente é fria era tal com aquilo que ele... Você sabe o cadurro? Porque fazia serviço com avan. Ah, querido, é. Só que o outro mundo que tá assistindo pode quer saber o que você tá falando. O cadu da vânja. Com sete. Sem mil pessoas ouvindo que você encontrou, não conhece o cadu da vânja. Ele vendeu a vânja. Agora é só o cadu. É só o cadu. Então ele transportava direto, chorou, atro madeira e lá. E qual? Tem alguma história de bachador?
Tem, mas não é bom falar. Aqui pode tudo. Cadou até vindo ao voo depor. Pode falar, tem problema. Bom meninos, bom menino. Mas você fez um símbolo aqui, que símbolo que é isso? Que com a mão que você fez? Aqui eu tenho problema de... de tremendo a mão. Parece que você estava fumando o cigarro com a mão. Não, não me comprometram. Foi coisa que a gente chegue aqui. Bom, mas eu quero te entrar no tema da negocia. Vamos lá, só. Agora eu começamos. Eu tenho uma vez que santo, não me pode ser santo. Santo não estou conhecido assim. Eu quero saber o seguinte, pai, você... Ah, o primeiro, só para retomar que eu já não... Qual foram os lugares que você já trabalhou, Braian? Os lugares que eu já trabalhei, eu só trabalhei em um lugar onde eu tive vir para cá.
Eu sou o seu barbado desse. Eu comecei a trabalhar com 17 anos e eu trabalhei até os 23 na mesma empresa. E aí eu saí de lá pra morar aqui, que fica muito tempo na empresa. As empresas gostam tanto do Braque, não quer deixar limbora, eles amarraram, não te dão. Eu saí de lá porque eu queria vir morar aqui e tal e aí estou aqui não salvo desde os mil e 14. Tá contente aqui em São Paulo? Tá contente, tô feliz. Tá contente. Eu estou esperando por que? Eu espero que não ficava velho pra ele pra assante. Ah, cara, velho, velho. Eu não tá achando. É que ele é para estresse. Tá tomando chazinho na cuia. Como é que chama isso aí? Chama-ho. Chama-ho, não é? Cacetinho, meu coelho. Cacetinho. Isso aqui é que é a cetinho. Cacetinho. Isso. E aí ele é do internacional, hein? Torcedor. Essa parte não tá fazendo muito sim. Para bem, né? Para bem, tá bem. E você, Luide, já trabalhei onde? Eu já trabalhei numa auto-peça, depois eu trabalhei.
Prefeitura, a Prefeitura foi o terceiro, eu trabalhei no Escritório de Contabilidade, depois por Feitura, depois funcionaram público e não salvo Corporation. Tá melhor lugar para trabalhar com o Brasil, quanto tempo eu não salvo, Luide? Eu tô assim quando já. 5 anos, eu vi esse menino que era assim, eu quando eu cheguei não sou a veritat de fraude. Porra, não tinha nem barba. Você nem barba na cara. E com os empregos já teve números assim. Números, só contando. É assim que se chega ao lugar de eu trabalhar, o trabalho na feira, na vícula. Primeiro e prêmio que foi na feira? Não, primeiro e prêmio que eu deixo ver. Foi em bar. Ajudante de garçam. Com quantos anos? Três, quer toda. Eu estava trabalhando em bar. Eu tinha vontade de trampar em um bar. Eu tinha vontade de trampar. Pera aí. Posso falar. Ah, desculpa. Eu estou com inveja. Minha manhã era viúfa. Sai para trabalhar. Eu tinha que me virar porra.
Então fui trabalhar no bar, que era um amigo dela, não era nem pagar dinheiro. Para tomar essa revésia, era para um muçar. Ah, tá. Ah, tá. Então, eu era ajudante de garçol. Pai, sei que aquelas histórias de sertaneja, né? O que eu falei? O que eu falei? O que eu falei?… O que eu falei Menor um buteco, era um estabelecimento da minha exploração, o bar que eu trabalhei. É porque se falam de cátores depois, depois eu fui trabalhar num buteco, querendo ter cheira. Para saber se é bar mesmo, tem que como que é o nome? Martins, era bar do Martins, bar e restaurante, mar. Sim, só pra ir para o pessoal. É muito importante. É muito importante. Porque se tiver botéco no nome é o Cô de Rico. Rico que gosta, é botéco da esquina. É, rico gostar de uma polha de coisa e não fala do que gosta. Foi pro Teixeira, aí a minha... A minha mãe é boa. Então eu não vai contar a mais baposo. Sai a 7, 8 horas na verdade, uma noite, um leque novo. Aí eu fui trabalhar na Santa Casa de Office Boy.
A feira veio antes. Depois abriu no... A gente abarra a cade de queijo, comia queijo para cá, né? Até hoje, eu gosto. Aí teve no ano ali em frente o quartel um supermerilho, que é um bom... A gente na frente do quartel, ali? A gente sabe, né? Aí também era de latisseiros, depois ele... uma vícola. Já estou contando aqui, um, dois, três, três, quatro. O que foi fazer na vico? Strangulava, o Franco. É mesmo? É. Era na época que não limpa, só matava. Só que o bravo pescoço deixava. Mas você que matava o bicho, prendia fazia isso. Consciberam a manual? Pegava e torcia. Pra! Eu deixei pra gente. Eu vou ver. Eu vou ver. Deixa pra gente. Tem uma TV está aí que ela vai na casa de quem... Uma melha. Ela foi na minha casa e ela sai pela janela de uma vassoura. Você matava frango então.
Matei, frango galinha. Por dia quanto frango, mate? Não, eu não trabalhava por dia, eu trabalhava só, afinal de semana, não saiu. Só que andava vontade como eu frango. E ia dar uma força, não ia dar uma força lá por ti, o lá. Entendi, entendi. Mas ele pagava sem frango ou pagava em dia? Não. Família, pô. Ah, família não. Eu não buçava na casa dele, já estava tudo se parecendo. Fui ele que me criou, pô. Praticamente, pô. Minha mãe trabalhava de ator. Aí, ali, eu fui pra Santa Casa. Aonde foi meu primeiro emprego também? No Santa Casa, é isso aí, eu trabalhei com carteira registrada. Ah, é infeciação. Calma, é lago econômico. Quatro anos. Naquela época, a menor dida, ele podia trabalhar. Depois, eu que vei uma ali, que não pode agora, né? É, já vem a parediza agora. O jovem tem coisa mais importante pra fazer que eu não vai. Aí, ali foi direitinho, eu estava fazendo serviço...
Lá dentro depois eu passei a fazer serviço externo na rua, de baia em banco, na época não era a INA SES, eram vários, vários como se diz, institutos. Olha aí. Por categoria, motoristas eram indústricos, tinha a API e a API. Tinha que levar documento. Sabe a dita, não? Não, não, não. Você só um novo paca não. Sabe porra, não. Já sabe até que ele vai. Já conhece. Fala, é porra, né? Eu sou a geração INSS, por isso que eu não sei. Depois é que fudo tudo no sinto tudo. Esse tinha que levado documento no banco. Em banco, levava fatura, cheque, era uma zona do caso. Mas de matinha, bicicleta ou não? Não, eles dava o dinheiro pro bônio, tinha bônio, meu. Pra ir pro
O Centro da cidade, eu ia apé a trapeção de túnel e ficava cozinhando do bônio. Isso aí foi em 1921. 62, quase. Em 3, 62, aí em 66 direto pra pra, não pode falar porque se não pega mal agora, tá na lavagem. A da lavagem. A da lavagem. A da da da… Tão certa a envolvida lá, Majate, então. E aí, o Dalí porrada, aí, que eu trabalho ele. O que o robo foi, que o robojo vai agabundo lá de cima. Que comecei, o que está no bem. Olha, puxar a lista do moro aí, de telação premiada. O quebreu pau com velho no consultório do médico. O porque? Ah, porra, baca lá do castelo, vou lá que você está na lista, não? lotado. Aí a menino, seu recardo. A carteirinha da Petrobras, é da Citencia Média, quando eu falei, só tem vagabundo, ladrão, não sei, eu fiquei quieto na minha frente, na minha frente, é o Miteo de Urul, na cara dele, tu trabalha, só aposentado, eu filho do trabalho, a trabalho é só polo, não é?
Uma multinacional. Falei se... Chefon Láudão, Láfová, Bundo Láudão, teu filho também é safado, vagado. Ô, ladrão. Falei pôr, tu tá me xingando, cara. Falei pôr, tu tá me ofendendo. Bã, é que é bati o sabe onde é, finalite. Tu sabe que é petro, tu não sabe nada disso, que tá falando de idiotista, é a babaca. Da na cara dele. Quem roubou, foi um escaralá de Brasília, que não sabe nem onde quer a petrobras, que indicado pelo partido, pelos partidos, que provavelmente tu vota nele. Chama, chama, embele de poxinha, um padinho, um padinho, um dos dois. Ele é mineralizando aí, o que é isso? Aí o seu Ricardo, sua carteira, até logo, de cheio. E ele... Se não é, ninguém me lembra, que está o meu? Ele ficou quef, ficou. Ninguém me lembra, meu Deus, nosso Ludo. É ninguém me lembra, que seja o moro. Ficou só me olhando.
Eu tava falando uma boa brindo, sabe o que tava falando? Quando tava fervendo, tu saia na rua, a pessoa em verde e te fala bom dia. Porra, hein? E o Lula, foi o que você ferrou, Lula. Que eu tenho com Lula porra. Eu saio do na rua, cara. Eu estou na... O meu nome é Goli Kérnete, eu sou o Tonsan, é internet, quero... Já passou, eu estou comendo meu bolinha, quem estava falando de Lula? Eu estava na esquina, ela tinha a banca de jornal Paulinho, Paulinho Pp. Mas você falou, hein? Aí estamos conversando aí, um outro é chego a um senhor de idade, queria saber informações do INSS, queria achar que o salário dele não estava de acordo aposentado, e é só que não sabia nem onde que era o INSS. Então, eu acho que começamos a explicar para ele, ó, tu fazendo assim, assim, assim,
Chegou o cara, pega um jornal, entra no meio da rodinha, codeu do enrista, é isso aqui, ó, é isso aqui, mas não me dergão, mas eu safado. Ai, olha, eu falei, pôr, eu acho que ele boa gente pra caramba, não me fermou nenhum, até hoje. Pôr, pôr, pôr, por quê? Meu amigo, cara, eu falei hoje. Eu não queria mais joto. Ah, o cara ficou puto, deve ser ferrado. Nem pediu licença pra entrar na conversa, hein? É uma boa tarde que eu sou da tarde. Essa é a internet, é a internet assim. O cara vem atacado, você falou que é gote. Eu sou o amigo, como o meu? O outro dia na lotérica, eu tive as eleições, agora não teve. Vé, velho lá. Porque tem que votar no seu quer. Pt, nem sei o que, bababa, eu já meio... Melho, com casco virado. Quaterrira, petota... Valeu, eu voto em que eu quiser.
O que eu quiser, tu vai mandar aqui? Vai mandar na tua cara, de sair, dando. Deixe-me um velho puculano, falando do criolo, com o B.O.D. E ele igual uns noventes, cara. Que chega na discussão, mas que é falsa, tá passando, viu? Sai igual, sai igual, a gente tá. Eu vou dar papo pro cara a d, vamos começar. É, esses cara locais, esse foi de torcedor de club também. Tirado, também não dou papo. Mas é igual. O meu terceador de política é que a gente fica na época, porque é que vocês ficaram aqui dentro, então, matou e aparrou, e a gente não sabe o pior... O pior é que a gente não sabe a casa. O pior é que as pessoas falavam, mas você via que não tinham conhecimento de nada, não sabia de nada. Mas isso saiu pra as pessoas. E ficava falando...
Porra, isso me irritava. Que bom que você não tem internet, pai. Eu tenho um inferno. Eu tenho. Outro dia eu estou na banca novamente do meu amigo. Passava banca e isso que trages graça, meu. Não, meu, meu, meu passar aqui. Essa banca é o Twitter. Acho que eu tenho dia. A gente vai pegar. Aí chega um velho, aí chega um velho, ficou olhando assim, falou, é... Se eu arrumasse um bico, eu voltava a trabalhar. Deu um bernardelho dele, o quê? Que? Que? Aí ele não vou estar... Não tá por você tá encontrando 5 anos, foi pra deixar disso, porra vai trabalhar pra quê? Mas é mais o quê, o quê? O quê? O quê? Para conhecer, p'bá. Aí de repente ele mudou o papo. Eu odeio o Silula, porque se eu pego o Lula, não sei quem falou, falou. Ficando na cara dele, quando ele acabou um pouquinho, falei... Tu não é nada, né? Legal que você tá mais calma. Tá mais calma. Tá, porra, tu trabalhou com o Lula. Que faz o Lula pessoalmente?
Então, pra quem é tão nervoso disso? Não vai que morrer, caiu dura, ele não sabe nem quem é você. Porra, para, Clueso. É chulo, Luide. Aceita, que dói mesmo. Você ficou sabendo? Nula, presa amanhã. Eu vou levar um bolinho pra ele de ir. Eu não sei quem é você. Então, é por isso mesmo. É, cara. O cara é totalmente fora de si, quase não tem um ataque ali. A internet as pessoas eu as vezes eu fico preocupada, assim que eles levam muito a sério. E os discos do Iffarca e... Ai, ele pega para mim. A cotéptia está aposentada, eu falei, vai fazer 27 anos, 29 anos. Que? Olha isso mesmo. Não deu preocupação. Para com isso aí, cara. Você voltaria a trabalhar agora, só se fosse ser gerente do puteiro, uma coisa.
Vamos matar saudados barro. Mas você fez um bico esse há um tempo atrás, não faz, lembra? É uma coisa que eu nunca tinha feito na vida, acho que se desse meu detalhe. Fiz um bico, fui motorista de um carro de sonho na campanha, para um vereador. Ovo, dei santo, sante, inteirinho. E como é a música? E como que era a música? Era aquela da Ivert Sangalo. Pueira? Pueira. Era mesmo? Era um pereira. Pereira. Foi até a filha dele que fez a porquê era isso? É, porra. Morreu, pera. Morreu, porra. Porra, porra. Porra, porra. Porra… porra. Porra. Porra, Porra. Porra, Porra. Porra… O som era infernal e eu tinha que ir porque o cara me obrigava a andar na... E ficava andando atrás de mim pra ver se eu baixava o som. E a uma desquesta na cabeça? Chegava a falar pra ele, ó, o som está acima, as pessoas estão se incomodando. Aí eu rodava, ali ficava, o centro da cidade... E o Pereira atrás de você? Não, o Pereira, não. O Pereira é boa, gente. Então, um outro caso, encarregado, não. Mas foi legal, foi legal. E a partir de que era o Pereira. A partir do que eu não sei, sei lá, a partir do PP.
Pp? Não sei, não lembra. É o partido do Mammoth. É o partido do Mammoth. Na Cheira PMDB. Sim, na moitura, não é? Isso não é interessa, não é? Isso não chegou a ganhar. Isso chegou a entrar a pamfleto também, não? Mim. Não me diz uma grita, estou muito mentira. Meu amigo, tá dele. Molo, canta, meio. Candidato, amereador, bem antes do Pereira. A gente ainda trabalhava. Aí fui lá e eu entregar pão-fleto na avenida da praia. É um lugar pra cá. Aqui está a delabó gente. Era do PT. E era boa gente, pra o lado do Brasil, brânio. Ae, parecia pra ver. Aí eu fui entregar do pão-fleto. Aí foi um dia antes. Mas ganhou esse também não. O ganhou esse. Opa, até a perfeira. É um experiência. Um dia antes, dois dias, então a fom pregar papel, acho.
Lambi Lambi? É, Lambi Lambi, tá. Sério que eu fui... A botou Lambi Lambi? Olha, pra gente cambarra. É, não. Fazer uma cola com farinha. Cara, não, não. O grude. Então, é mal, não tá te afetou isso, porra. Só pela zoeira. Foi só pela zoeira. Eu gosto de... Eu tenho curiosidade. Coloia cidade com pão flereito e pão louíco, só, né? É isso, você é mal, né? Eu quero ir falar pra polícia. O jaciotinha, chefe, polícia. Hoje as coisas estão muito chatas, porra. O jaciotinha, tá bom, era polícia. Só de você falar essa frase, as coisas estão me chamando chatas, já vai ter gente reclamando o que você fala. O que eu quero que ele se ferre? Mas tá chata as coisas. Se você aí na rua não fala com ninguém, tu não fala nada, é te patico no seu que não fala com ninguém. Se tu fala, eu não falo. Por que que eu não é bom? Mas alguma coisa que eu fiz, deixa eu ver.
Se eu nunca pessoa trabalhar na banca, onde todo mundo se encontra... Ai, é pronta! É, porque já aproveitou que a trabalha na banca, ela pode mediar os debates de repente. Não, agora é mesmo. Não, porque tinha... Tinha... Chegava hoje ver lá, muito babaca lá, banto muito. Pô, mas essa banca você te transgraça, cara? Não, só vai falar pra brincar. Quero ir nessa banca, onde fica. Quero ir lá, viu? Ele vendeu a banca. Porra! Agora ele tá longe de casa, pra ser bomizar a banca, deus. Aí você vai até a outra banca, agora só pra se criticar. De quando eu passo lá, é, manda uma mensagem. Pra encontrar comigo, Lula. Não, não, não. Que levele, eu fiquei com o penadejo. Chegava morrer. Falei porra, uma praquece, ó, de outro lado, foda, tem uns caraia aqui, eu não gosto.
Mas se eu entrar ali na padaria aqui, tem uma padaria de frente, na mesma calçada. E eu tive tomando café, ali em costado meu lado, me comprometo tá, tu não é? Tudo bem. Eu jogo a café na casa. Eu não gosto do cara, tipo Felipe Neto assim. Porque a Felipe Neto é blogueiro? Não, eu tenho um fluido, Felipe aí no seu quê? Não, não é isso. Não quero falar sobre esse cara não. Então eu não tenho pra quem que tu falou o nome dele, ele comprou, meu. Mas controlem ele, se controlem. Falei pra quem eu fiz, se ó, disse aí, de faz mal, tu tá se preocupando com ele. É o Lula, né? É o Lula, eu também conada com o Lula. Eu não gosto do Braian, esse é o vizinho ali do escritório do live. Então se preocupando com o tido. E eu nem sei o que é. Mas esse é o reescazo do Lula. É impressiono que tudo o que você está falando pai. Parece que não, mas é um resumo da internet.
É verdade. Tudo o que está falando, você está resumindo a internet com coisas do mundo real. É um resumo da vida. Resumida vida, talvez. É, porque a internet não foi... As contas não reflacam a vida, né? A internet é normal, mas é do que a padaria e a banca... E a banca de Manaus. O que a gente dava risada ali na banca, via... Como você ficar triste, essa banca, se chama pra esse cara alegre... Tem a detalhe do Sul, as ambulâncias, ficou ali, tem atendimento, chegou uma mulher lá, o marido espere no dela na banca. Qual é o tema desse podcast? Não tem tema, o Gé. O Gé é... O Gé livre, até no progrino. Liberar, tá? Liberar, é uma livre, tem uma livre. Se alguém reclamar, tira.
Mano, começar com a líquia do Lula. Que se quer? Vai me dar banca! Vai me dar banca! Se achar, vai me dar banca! Aí o cara estacionou, estacionou. Pegue lá na banca, porra! O cara estacionou num lugar que não podia, né? Então ficou lá esperando a mulher chegou ela. Porque esses médicos aí cobam... Não era nem falou que nem sabia falar a cuba. É tudo, mas é tudo uma desgracia, não sei o quê. Papapá. O que tem que ter? Nós vimos do outro médico. É, babá, mas caramba, sabe de nada. Só que ali não tinha médico com o cubano. E o médico que ela foi da policlinica, que ela foi, também não tem, que não tem médico com o cubano. Mas ela, onde é do cubano, então ela é... A ver o cara falou ir rolada, ali achou que era cubano. O cubano mesmo é caramba. Fale Cuba, Cuba fica onde mesmo.
Acho que é aqui no sua aí. É aí mesmo. Eles falam em inglês, freio, isso aí. É essa... Nossa, vindo legada. Nossa, vindo legada. O colosão, o médico que ela consultou, que mandou ela para esse segundo posto, é que fez a papelada toda errada. É sabe o que quer também? Cara ali não te diga, sabe? Não, eu sei o que quer. Eu entendi a mulher. É que às vezes o médico vai escrever receita, isso quer ver tão toto. Fica falando, esse cara, você estrangeiro, não é? É, você vai te matar. Você cubando, porque a letra tá morrivel. É que a mulher tava em pé e descreveu no chão. É, isso quer ver tudo tão... Isso quer ver tudo tão errado que tem essa isso. Não, não é aquela onda, sabe? Tudo mundo pirado, eu penso a falar... Mas eu tenho uma pergunta pra você, que a gente falou.
E foi? O saudável dessa banca. Pode fazer a pergunta não pode. Claro. Não quero o dono, é o chefe. Não, não, não sou chefe de nada. Então fala aí. A pergunta, se falou que trabalha restaurante. Trabalhei, garçom. Ajudante de garçom. Ajudante de garçom. É o rapicuninho por abaixinho, magrinho. Eu tenho uma pergunta sobre garçom, que eu nunca disse em um garçom, nunca falei com garçom. E de repente você sabe se a pergunta é... Por exemplo, quando você trata mal garçom, quando a comida vai para a cozinha, ela volta diferente? Pode contar uma história aqui. Pode, lá. Verdadeira. Eu acho que eu já contei. Não, não. De garçom, não contou nada. Eu já tomava uma cerveja de vez em quando. Com 13 anos? Não, aí já era bem, mas já estava com 14, 19, 20. Já estava trabalho. Aí cheguei lá. Aí tinha um barca de frecuentava, quando eu era galera, aí me contou o dolo do bar, o bar, o fréir, cadê não devia nem te contar, mas eu vou te contar.
Trabalhei no restaurante, que eu não vou falar o nome aqui. Então tinha uma galera, que nem vocês, eles juntavam ali. Trilves? É. A turma. E tinha um, que só xingava gente, reclamava do lugar. Espera aí. Que esse lugar é aqui, porque você não seguei, vocês só param aqui e tal. E a turma não dá nem pra ela, tá pra ele. É o chato. Um dia, o cara, faz pra mim aí, manda fazer isso, faz aqui cada um pedia, tem cara pedia até sanduva, ó, pauru, outro pedia. Aí chegou pra, vocês não quer ir, pagularem aí então? Faz um filha com fritas pra mim aí. Aí ele chegou por um... O cara que reclamava, pediu? É, chegou por cozinheiro, falou, ó, tu, amigo, lá, falando. Nem o cozinheiro que ficava lá dentro, gostava do cara. Faltou o amigo, pediu um filha com fritas, aí ele pegou o filé, bateu ele no chão. Pizou em cima, cuspiu. Caralho!
E jogou na frigideira e na chapa, na chapa. Ah, mas aí mata tudo. Ah, e folha-se, olha, isso aqui é para o meu amigo. Sabe o que aconteceu? Pô, tá aqui para ele, até que, enfim, esse cara fez alguma coisa que preste repetitual. E o cara teve que repetir, aí, olha a coisa. Eu não receio restaurantes, eu não existe mais. Eu não devia te contar isso porque porra, eu sou torno de ele. De restaure de fora. Mas quem faz as coisas, ela é o mirro. O mirro era o cozero dele. Só tinha dois dentes, um de cada lado e assim. Mas cê um vampiro. Era o vampiro. É uma válvira. Aí, aí, eu foto a credita nisso. Esse cozinheiro aí que pode ser um vampiro, ele foi no pão de açúcar, no pão de açúcar do lado, fazendo as cobras, aí comprou uma vasora, ele era um saírudo, tirava saírudo em todo mundo, aí a menina do caixa, ou, Miro, vai voando o que é que brule, puta eu caravei, puta com a menina, ele pra vaçar e todo mundo, quando a menina falou, mas isso é normal, puta eu caravei, puta, mais um resumo na internet, todo saírudo, carnaçado em todo mundo, quando tira com ele, fica pra ver, verdade, né?
Mas essa é o... Fala aí, cadê? O cara tem que repetir a doutora. O que é repetido? A doutora é que o filho é com o frio. Não tinha mais salivo, mil. Nunca foi o que pediu essa recebe. Eu e o cozinheiro. Agora é o Brasil, entendeu? É mesmo? Mas eu não falei. Mas a resforça não existe mais qualquer doutora. Não existe mais para o cheira. Não existe mais para o cheira. Não existe mais. Mas só que tem o outro detaí. O que é detalheiro é dentro do PUBG. Ah, tudo bem, né? Qual é o problema? Ah, lá na praia, na praia, na praia. É o saldoia? Dentro do saldoia, do vasco, do regata, do inter. Não, não, é um deles lá, mano. Pensa que a cadeira é barra. Pensa que isso é grande. Pensa que isso foi, pai, 70. Olha, eu... Sabe que o... O papi do ta vivo ainda? Ah, eu vou apelhar o ta no carro. Será que o voo... Eu entrei... Eu entrei... Eu entrei... Eu não quero falar o nome do restaurante que aconteceu a história em 1970.
É, por aí você tem... É, você é que se desculpa também. Não, você tem que eu soube da história. Ah, já estamos até uma história aqui. Já aconteceu? Não, não, não. Já aconteceu, não. Os bifes cozinheiro corriam lá no esfundo e cortava do boi ainda. Na hora. Caramba. Tudo com, né, meu? Mas... E dentro da... Eu lembro que dá outra vez que a gente contou que eu tem uma colega de trabalho, você contou várias histórias aí de amigo seu, ou zero sei o quê? Tem alguma história que você lembra que você lembra que esqueceu de contar uma delas, lembra? Depois do almoço eu me escondi pra dormir, eu e outra colega quando acorda, uma turma já tava saindo, pô, batei cartão. E nós tivemos que ficar escondido pra deixar tudo me embora.
Aí foi um de ônibus depois. Mas quando esse constram? E no Lava Jato. Ahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahah
Aí puta no noroeste, não aguenta. O ambiente lá já é superaquecido do vapor, do temperatura. Esse escondem para tirar um cocheiro, meu. Quando a galera passou mal, não? Não, quando acordamos que a gente foi chega por, quero o São. A turma já prontinha na porta para ir bater cartão. Aí nós ficamos mais um pouco. É, é sem trocura, isso é normal. Saiu aqui também, pessoal. Vai comer feijuada, chega aqui 3 horas da tarde. Vamos, vai ficar até a noite. Eu estou vendo se rapaz bebendo aí bebendo bebendo, vai ficar... vai ficar mal, vai ficar mal, frutou, vai ficar mal. Não, vai dar mais com a série, vinha ver de aí em cima, aí. Sabe o que é isso, né? Sabe o que é isso? É de desfarsa, desquinão. É igual a coca do Bolívia, tinha o que eu fui na Bolívia? Nunca fui na Bolívia. Nunca fui... Posso lá do que eu for. Vamos dar um porraio, vai ver que eu não sei se eu fui na Bolívia. É só aí do centro de São Paulo.
Esse polinguem é aquele saco de foco. Aquele saco de coca. Passa assim, mete a mão, pega a tua estreia e vai mais pegando. É folha de coca, coca, coca… e nao, mas um cara ela falou pra gente que precisava mais tigar um quilo mais ou menos pra fazer algum. Aí acho que não vai rolar. Não, porque tem, lá ainda tem muito aquele descendente de índio, tá? Aqui também tem ele. Não, mas o Indio da Quebrão Brasil, o Indio da Quebrão, vai pagar por nada, é que você é piscão por um Indio brasileiro, né? É a caixossa. Pode, não. Não, apiado. O chão de idade, o Lado, está lá? O trigo de ae que a cidade mais próxima a noite, eles são os reis da noite lá. Ah, lógico. Eles chegam tudo cheirou. High-looks? High-looks? Agora, me expliquei isso aí. Eles existem... Ele é que é pra ele, que é pra ele. Eles existem exigindo do governo, acho que foi do Lula. Que criou uma esterra lá, uma estribula. Ah, ele era uma esterra. Eles precisavam caçar. Acaçar?
Eles não criam só a terra, tinha que ser a terra que tivesse vida do seu bairro. Era o ateir pra ele. Pra cazar. Logo em seguida, agora há pouco tempo, não sei se foi a mesma triboa outro. Entrando em greve, prender dos cara das sonar e lá, tá bom. Funa, Funa, Funa… é tudo no mesmo coisa. Que eles queriam, você está básica. Oé? Oé? Oé? Oé? Porra, se eles querem o terra pra caçar, deram as tempos, que queriam. Então, é isso que está a ver pela da terra que não tinha nada a viver. Fala assim, eu dou a sexta-barra, que é uma devolve a terra então. Porra. Você prefere caçar ou sexta-barra? É melhor caçar. Pode render alguma coisa melhor. O que será que tinha pra caçar na terra que deram a prazer? O que é que tinha? Capivara? Tinha capivara, será? Lógico. Eu não cheguei lá pra ver. Mas é uma coisa feliz, você foi?
A bolívia tinha um pão. A bolívia foi, pão. A bolívia é legal. Frio, pá, cara. Cara, esse pôr de que a gente não faz o meu da sentido e ele começa ao fim. Eu estava gostando da boca. A gente não falou nada com nada aqui, cara. Eu não falei do lula, né? Eu não falo do mundo. Você tem a ser estar muito na defensiva que você está de lula, petalpada. Já falou muito já. Já falou muito. Eu não estou a nem a ir pra isso aí, meu. Mas ele não teve nenhum tema, não teve. Que tema, tema. Putsa ter tema. Temer? Prus. Isso aqui lá, né. Agora vamos começar a mão do terror. Se ele puser aquela capinha do Frank Axtim preto assim, do vampiro, né? Vão piro, às vezes. Você não tem capa. Quem tem capa é o... Eu acho que eu acho ele muito sério. Vou falar do meu domiro. Eu vou falar do meu domiro. Eu acho ele o quê? Muito sério. Muito sério. Eu tinha entendido muito sexo. A mulher dele que acha ele sexo, né? Acho que é uma chá. Que que é?
Não, não é? Poder de videogame, mas o cara é bom. O que é o poder de se frão? Pode ser também. Mas aí fica o questionamento no ar. Será que elas são bonitas e se apaixonam por eles? Ou o dinheiro deles deixa elas bonitas? O dinheiro para o senhor que ele pode pagar a surgea plástico, porque o problema é que o mulher fica bonita. Sim, para o senhor não pode funcionar. A surgea plástico é feita. Tem mulher que se ela separar do marido, o marido, o senhor que é meu? A Vimari, ela fica sequinha. Filicônia da Líttira, da Kittira, de Léu. É meu. É verdade. E o Closível, o Alexandre Frotta, uma vez uma dançadinha dele, acho que a mulher é o lembro. É, a mulher Múmia. Ele separou da mulher Múmia. Ele queria o espetro. Ele queria o Peter de volta. Não sabia, não se historia. Ele pagou o selicônia da mulher Múmia. Ele queria o Peter de volta.
Foi uma briga, foi uma pajustista. Foi. É devolver ou não? Acho que não, né? A gente já viu muita coisa nessa vida. A vida dele é muito intensa, né? Eu não me lembro que eu falei que ele fugiu de casos artistas. A galera achou o vídeo lá e realmente ele pulou o muro do mundo. Você tá brincando, né? Eu acho que ela mentira sua cara. Não, realmente pulou o muro da casos artistas pra sair. E depois ele voltou. Caralho, aquilo é coro, né? Então é igual ao jogador de futebol. E ele já foi o Robin também, na praça nossa. Já, é verdade. Eu pego a essa praça nossa. Eu pego a essa praça nossa? É legal. Eu vejo tudo. Legal. Eu começo no pã, pã, pã, e vou parando assim, tá? Aí me chamo a atenção, pã, aí o cara abre a boca, proteja. É envolvendo o tempo. O cara abre a boca. O negócio que fala. Ah, porque eu não aconselho a ver mais algo que ele fala. É um exemplo, aqui que é um cara que fala. Quem?
Fala, pai, cacê, você não fala as coisas, acho que vai dar problemas, sabe que o Faustão tá ouvindo por aqui? Não, eu não gosto de Faustão. Eu não consigo, mas... Eu tenho que te mostrar uma camiseta que a gente fez. A gente fez uma camiseta. Já vi essa camiseta com uma coroa de rei. Eu vou te correr, imumo, cara. Faustop. Sabe o que é Faustop? Não. Faustop é a seguinte, uma coisa, é muito boa. Aí ela é o quê? Ela é top, certo? É mesmo. É verdade. Quando a coisa é boa, ela é top. Isso eu sei, top. Aí o Faustão, ele é grande. Então é uma mistura de uma coisa grandiosa e boa ao mesmo tempo. Então é uma coisa fals top. O que você acha disso? Achorrida. Tem que plantá-la na banca, o termo fals top. Poxa a banca. A próxima discussão que tivesse é falar, só aí não é fals top.
É, só deixa no ar. Mano uma dessa aí. Deixe eles discutir. E daí eles vão ficar a medo do céu. Ele sabe falar, falsito, ó, pelo acreditito. Porque essa becha aí que tá falando isso. Não, porra, só imagina a moderna, cara. Ah, eu queria nessa banca. Imagina jovem. Compraça e murir. Ah, quem comprou foi uma mulher agora. Comprou o quê? A banca, ele veio nessa banca. Que porra de porra de queche é isso. É muito negócio da banca que a galera é honesta. Eu só que como você é nem compravava. E voltou com a banca, eu queria comer esse sabanca. A gente falou de quem está falando uma banca de... O que foi o primeiro da bônca? E cerramos esse podcast. Eu vou botar o nome desse podcast e ter uma livre. Sem cabeça. Quebrando a banca. Sem pene cabeça, podcast. Você vê aqui só desconstruí, ficou batucando na mesa, o tempo inteiro. Trabalhou o áudio do podcast. Ficou falando sobre um assunto que ninguém sabe o que você está falando. Estou recebendo cachê. Não é, não é? Falei seber mesmo, ninguém recebe. Então fica só discussão aqui, mas acho que foi bom. Foi bom, galera. Fala stop. Chega galera, curtiu.
Foi o que... Estivesse que resumir uma palavra, esse podcast ficou a palavra que foi top. Faltz top. Faltz top. Faltz top. Faltz top. Falei gay. Falei gay. Bom, quem não conhece o No Ouvo, assina o feed do No Ouvo pelo amor de Deus? Eu sempre peço aí porque as pessoas ficam reclamando. Ai meu Deus, cadê o Twitch do podcast? Não veio ainda. Ai, cadê não sei o quê? Não voltou no Facebook, ai. Se você assinar o feed do No Ouvo, Não tem nenhum problema, porque na hora que sair o podcast, ele vai chegar direto no seu celular. Automaticamente. Automaticamente. Então você que tem o teu que quer, pai? Android ou a iPhone? Não é preto, ó. Prete Android, então Android. Samsung ou o cara que tem Android, você que tem Android com meu pai, o que você faz? Você pega e procura lá na Google Play, pucopodecast.
O podcast, o podcast, o podcast, vamos ter vários aplicativos ali, podcast, você baixa um aplicativo de podcast e já se veja pro Curlo No Ouvo, assim no No Ouvo e pronto toda vez se tiver o podcast no No Ouvo, você vai receber direto no seu celular na hora. Exatamente. Serto, sem pagar nada. Era isso que eu ia perguntar quanto sair. Não, não. Não ouvo, sempre vai ser graça. Não tá esperando o quê, passando essa porra aí. Ó, boa. Você tem, assim, nem. Você vai saber pagar a agressiva. Você tem que ser assim. E aí, se você tem o iPhone? Aí é diferente, explica aí como é que é, pai. A iPhone. A iPhone, como é que faz o personal feed do podcast? Eu sei que porra é essa. Você que tem a iPhone, o que é que você procura já no iPhone, isso que ele é um podcast na busca do iPhone, porque já vem com o iPhone e já vem um aplicativo de podcast.
Só falta vir com o Novo assinado. É verdade. Ai, meu pai sabe. Ai, você procura no ovo assim, na Ouvo, no ovo, o feed, pronto, também vai receber diretamente. E quando chegar na banca, conversa com o pessoal da banca e fala assim, no novo, e... E aí, qual são as redes sociais no Novo? Eu vou chegar na banca e provavelmente a minha teda já morreu, porque é tudo velhinho, vence. E as redes sociais no Novo, Twitter, já vou falar no Twitter. Twitter é a roupa no ovo. É da minha época, Twitter. É, com certeza. Sava pra caramba. Fem se book, João, falar em Facebook. Já também. Fem se book também é barra na ovo. E o que mais está a gente tá indo? E meio? E meio? A rouba não salvo. Não ouvo, a rouba não salvo. Com o que? Ah, rouba, você estou roubando também? Também, eu estou roubando tudo. E bem, esse foi mais um na ovo. Muito obrigado todos, da bancária, que participaram Braian, Luide e meu pai.
Meu pai é. Eu sou o Teinôme, meu pai. Pai do Cid. Pai do Cid. Então ficou muito feliz de não fazer a menor ideia sobre o que foi esse podcast, mas é importante eu que empoque. Isso é para meditar, mas estar mais tarde. Tá bom. Tá bom, tá bom? É, eu até me livre, quer falar sobre a sua opção? Pode dizer, ideal, que eu vou falar não tem importância. Não, aqui hoje eu estou dando lá pela cidade, lá é? Você quer o pai do Cid? Ninguém me perguntou, não, pai do Cid. Pai do Cid, mas eu não me já. Aí eu já falo não, eu registrei, falando que era meu registrei, pra calhar, né? Mas não é, tu não é meu pai? Eu vi quando você passou berrando no Corre do Berrava pra caceto. Aí, fermei, eu tenho filhesse daí, falei que não dá pra trocar, eu falo não. Então tá boa esse mesmo. É, foi esse mesmo. Falei pra casa. Tá bom, passei. Passou num choro. Caramba. Eu tava desnatrido, meu. Não tinha cabelina ser.
Que que eu que? Não é que eu vou estar de um preto. Fui, tá. Tienado a dar uma filóteo, estamos aí. Foi top.