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No ar mais um Não Ouvo carnavalesco!! Depois do #022 – Sobrevivendo ao Carnaval, dessa vez falamos um pouco sobre um dos principais objetivos da ~~folia~~…… beijar na boca!! Quem já treinou beijo na boca? Já usou a técnica da laranja? Do gelo no copo?? Da o play ai e abram alas pros beijadores do Não Ouvo passar… ou não… Bancada: Cid Cidoso, Braian Rizzo, Igor Seco e Luide Edição: Daniel Bayer Capa: Davi de Oliveira
Resumo
Em clima de pós-Carnaval, Cid, Braian, Igor e Luide dedicam o episódio a um dos grandes objetivos da folia: o beijo na boca. A abertura brinca com a quinta-feira de feriado, com ouvintes presos no trânsito a caminho da praia e com relatos de gente que se assustou com a buzina da edição enquanto ouvia o podcast no ônibus ou no carro.
Depois a bancada passa a limpo a cultura do beijo. Falam do ranking de beijos do Carnaval, que quase sempre é exagerado, de quem anota o número no batom do rosto e do sertanejo universitário como um grande universo compartilhado de balada e paixão. Cada um relembra o primeiro beijo, com direito a mentira de beijador experiente, e o pânico de quem enfrentou um beijo-aspirador, uma mordida e outras surpresas.
Entram também os treinos clássicos da adolescência, com laranja, gelo no copo e exercícios mais improváveis, o beijo de balada com gosto de energético, batom e gloss, beijo em público e no cinema. O episódio termina com um apelo para que todos olhem para quem está ao lado e mandem um beijo.
Destaques
- Recado para os ouvintes presos no trânsito a caminho da praia.
- A história do primeiro beijo fingindo ser experiente.
- Debate sobre as técnicas de treino com laranja e gelo no copo.
- Beijo de balada, batom e a mania de beijar em fila.
- Beijar no cinema virou programa de dinheiro bem gasto.
resumo e destaques escritos a partir da transcrição automática
Participantes
Edição: Daniel BayerCapa: Davi de Oliveira
créditos do feed original
Transcrição
50 trechos · 8.296 palavras
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É verdade, é! É verdade! Vamos sucar, tem um esquita aqui, tá? Já filha aquele bom bídeo no bídeo. É o chico com ele. Fico com o chico com ele na cabeça. Mas o não Ouvo aqui, começando esse podcast é maravilhoso, esse podcast sensacional, esse podcast que não tem nem adjetivos pra falar. Então, tranquilo e favorável que esse podcast não é? Vídero brasileiro? Eu se fosse um ouve fazendo o Ronaldo. Eu já ficava aqui. É o Paquear. Não tem camisa na praia. Eu acho muito bom no trâmpico que ele falou, não tem camisa na praia. Faz um assinão com o Naldio, como se o Naldio tinha se inventado regluse? Mas é do Naldio, isso... O sinal do Naldio não é apenas um regluse, é um regluse duplo pra Deus.
Pra Deus, você foi o outro, o Ronaldo, o Ronaldo, o Ronaldo é como se ele fosse de uma smadrigação direta com Deus, num formato de rengluz. É, mesmo porque o rengluz é um telefone. Então ele tá do... Ele tá telefonando pra Deus. Tá trujo e mentir de recebendo isso no dia de Deus. Então duas mãos? É, nunca era pensada, ele. Isso pode ser um início de uma nova religião. Aconte. Faz aquela religião no seu nosso Ronaldo. Posso ver. Eu usar a biscollar com a testa no cheio, só por isso é. É, eu sei o que é. É, eu sei o que é. É, eu sei o que é. Bom, eu sei que se doso com essa bacana bem-sidosa, com Braian Rizzo a minha direita. E é isso bom. E o Igor Seco, pula meu povo, pula meu povo, cara, e o cara vai eu ter que falar. Eu perentei, eu gostei. Não, eu tiraria de uma escura boa. Eu gostei, eu ia fazer esse. Todo mundo tá comemorativa, você podia fazer um diferenciário. É, no cara, no Natal, eu ia te puxar a meu povo, eu ia fazer a sozinho, cara, e o Igor Seco. E Luide Rizste! Falou, filho, aizou, o Vintes do Novo!
Eu ainda tô no bloco, atiçado com Nutella, tô em clima de carnaval, desde o último programa. Não paryam. Você vai se vestir, eu vou se vestir de Adele mesmo, não? Eu tô vestindo de senhorita Andresa pra gente chegar a uma coca, beber. Sem baçamento. Só chegar na casa lá em casa, senhorita Andres. Parabrio, eu pude o podcast de hoje, os brasileiros já sabem, né? Os brasileiros não ouvintes do Novo, já sabem que tá no título, né? Porra, valeu. Então todo mundo sabe mesmo nós. Eu não caiu mais nessa, de querer fazer mistério e tudo mais. Mas eu posso fazer mistério com vocês, porque não sei se eu não sabe, porque é só eu sei. Só eu sei como é seu tema de hoje. A graça do Novo é essa, é um negócio impalta. É um negócio de alegria. É um natural, um podcast natural. Ao pelo. Eu gostaria de dar casco de peste.
De que você adicasse? De que você adicasse? Ok. Para os brasileiros, porque é o seguinte, esse podcast vai ao ar? Já ai, ó, na quinta, sexta-feira, que é o pessoal, o brasileiro que trabalhou tanto nesse mês de janeiro, tá em Palme. Tá em Pal Praia. Então, eu quero adicar esse podcast em você, que nesse momento, está preso no trânsito. Na imigrantes. Olha, você que tá preso aí na Castelo Branco. Não, é pouca gente não, hein. Na irtoncena. Você que está preso aí na lancheita? A presa no bango 2. Tá preso no bango 2. Você deu? Eu preso no abanço ao casa aí. Tem a fé. Tem a fé. Espero que seu arque tenha condicionado. Então o seu cara tem a arqueondicionado. Chegue na praia, mas aproveite se não ouve. Que eu acho que você vai poder ouvir ele. Repite o vídeo novo, as 4 ver esse guido.
Você vai ficar no mínimo mais 5 horas preso e porque também acabou com o três vi pra baixar esse não ouvo, não tem mais de pra baixar mais nada. É, tem a aproveitar. E isso, eu acho que tá, adio, meu Deus. Espero que vocês tenham, sendo feliz nesse momento. Ah não, eu recebi vários relatos. Já de não ouvintes aí que escutaram no ouvo. No carro, em viagem. Só que falando assim, eu estava assistindo com a minha mãe, ela não está entendendo nada. Mas por uma fase, cara, teve o cara que falou, teve um episódio que o Bahia colocou a edição de buzira de carro. E o cara falou que ele quase bateu o carro na hora da edição. E o bagaé falou isso. Tem um cara que me encontrou na Compospari, que ele falou que ele estava no ônibus, dormindo, com fone de ouvido, e ouvindo no ouvo.
E aí na hora da buzinha ele tomou um suco que ela chocou de buzinha batida. Ah, tô querendo. A sensação. Fica ligada aí. Fica ligada aí. Bato a buzinha aí, bairro. Vou dar um buzinho de carreta que aquelas vêm.
Nossa senhora do céu. Ah, e cara, essas buseiras de carreta tem um... O que coloca na bicicleta? O que você sai da rua, de vez de quando eu estou com o caralho, de vez de que a gente... Falei na puta, né? É uma bicicleta com a buzinha de carreta, tá? É uma bicicleta. Eu budo de filho da puta. De fim, o tema de hoje não tem a ver com bicicleta, a gente... Você quiser? Não? Não tem a ver com buzina. A ver com o quê? É um pouco temático. Não é carnaval porque carnaval, gente, já falou, já? Mas é um pouco temático, o que tem a ver com esse período que a gente está vindo nesse momento. O Peru de Carnaval, sem ser carnaval. O que tem no Carnaval? Bebe, tem no Carnaval, bebe. Bebe é uma boa. Já tem bebida. Não tem bebida, bebida, bebida… criança que geralmente é concebida e tem um bebê bebida. Ah, que bebo do pescate briga. Que tem bastante de um carnaval também.
Eu não sei o que eu sou o que fazia o clube de tuíste da frase, e fez isso aí. É muito no caravão, você vai lá ver as olhas. Beba do biscate briga, é o bebê. É o bebê do caravão. Paz, é peraícido. É pênbiscate, não é? Não, mas é com bem. É com bem também. É com bem também, não é bebê. Boaixa. Boaixa. Eu sempre quis fazer um. Mas é um pouco de cash sobre Beijo Beijo Beijo, já ouvir aquela música do netinho Beijo, bê de saladinho, bê de gostosinho, bê de gostosinho, bê de gostosinho… bê de Eu não lembro de uma par de junhas. Do que soubre, você de jane? É legal, a sua junha. Pode ser, pode ser, pode ser, pode ser. Você é um primeiro ur Commission. Eu acho que é o que eu soubre beijo, provavelmente é o primeiro. Será? Ah, sobre beijo, será que pode ser? Pode ser, talvez. Eu acho que o pessoal da internet não beijo muito. Eu quero falar hoje, dá aquele beijo gostoso.
Aquele beijo saboroso. Aquele beijo que lembra a sua mãe. Aquele beijo que nem com essa mãe. Aquele beijo que você dá com essa boca de morcego, com essa boca de teia. A boca necrousada sua. A boca necrousada sua. É isso que eu quero lembrar sobre beijo. Porque a carne naval é um momento onde você mais mentaliza a sua boca para alguma coisa. Você repon um boquete no momento... No aviela ali. É, você já pra falar, eu filho da puta! Vai de pusir na que o trânsito não vai andar! Ou seja, pra cantar no bloquinho, você já pra vomitar a tua bebida que você tomou. Eu achei que esse podcast me ia ser mais específico ainda. Eu podia ser sobrebocas. O podcast é o dentismo brasileiro. O oferecimento é por o gati.
Boqueche, mas eu sou o Boqueche. Boqueche, muita gente tem uma ideia de fazer uma uma boqueche quando a gente cria... Eu não lembro, porque eu for de queche. Mas enfim, eu soube beijo, quero falar... Só de falar de beijo, minha boca já está salivando, quero não beijar. Eu não estou te vendo aqui. Eu quero me beijar um microfone aqui. Esse momento todo entrou se afastando o cídico, a cadeira. Você quer que eu não quero dar um beijo? Porque carnaval tem muito esse negócio, é isso, já, já deve ter passado por isso. Mas de... É homem brigando não, mas competindo o controle de quantas mulheres beijam na boca. O ranking do beijo do carnaval, que é uma grande mentira no final das contas. É menos para mim, era sempre foi. É sempre. É sempre foi. É sempre foi. É sempre foi.… É
Eu tinha um amigo que ele, ele, todo o fim de balada, tinha, não, ele tava vivendo, é um beijo, teago, paturiu, pela dê. Ele, todo o fim de balada, ele falava, se pô, abergia, 24. Aí, ia passando os dias da semana, ele ia diminuindo, sabe? Porque é uma mentira, né? E ele não me memoria, ele esquecia. Aí, ele flapou, cara, esse fim de semana, abergia umas 15. Aí, aí, aí, chegando cesta, já tava em sete. Aí, no sábado, ele flapou, preciso superar a minha marca, mas eu não posso passar, abergia, em três minas. Ele é de Minuí, nunca decorava o número de beijos que ele dá. Eu tenho um amigo em Palhoça, o Orlando, que ele pedia um beijo da mina no rosto. Aí ficava o marca do batom e ele contava pelo batom no rosto. Mas ele já volava boca também.
Pô, mais beijar, mina. Pô, mas aí depois a dar quinta vai beijar um cara, gente. É uma forma a caja. Se acho que é a mina tá ligando, tá no cara lavala, também tá beijando o trinta e oito. É, tá certo. Mas essa galera, eles tem uma, é uma fissura de beijar, tem que beijar. Que era beijar. Na balada, tem que beijar, na balada. Tem que beijar, na balada. Tá beijar. Se lá, quando você tem 17 anos, sabe? Legal, você é jovem, você é um mundo inteiro pela fracadria, agora eu confuso o cara, tem 37 anos. Ele vai de bloco,inho, da vila vai de boja. Vai de boja, cara, vai de boja. Pelo amor de Deus. Mas isso é culpa do sertanejo, cara. O sertanejo é culpa do latino. Ele faz você querer beber e querer bejar. É verdade, verdade. Vamos bejar na boca e vamos beber.
Toda a gente vai sobre isso, lá, atualmente. Todas as músicas do sertanejo universitário, eles são sobre a mesma história, é o mesmo mundo da marca. É o mesmo universo, é o mesmo universo compartilhado. É o mesmo universo da marca. Porque você pega, vocês podem traçar a linha do tempo do sertanejo, porque geralmente é o cara, que ele é sozinho, vai vau, vai, ele beijo, vai para o balado, beijo, balada e vó, de cair energético e balado assim, né? Aí depois ele conhece um novo amor, ele fica... O Super apaixonado, que vai lá do Mingo de Manhã, mas eu prefiro ver, sabe, ele virou o mega apaixonado e aí de repente ele virou um corno e ele ficou local, a luz está piscando no juki baca, amado, batista e pauta, quebra, então assim, o Ceganeja é sempre, todas as musas são sempre sobre a mesma pessoa, e diferentes fazem da vida. É uma boa coisa. A gente pode fazer um...
O que eu queria fazer uma pergunta pra vocês, é que eu sei se já fizer uma contagem de beijo. Quando vocês eram jovens, já achavam que é bom, já beijei. 11 milinas. O meu filho é muito bom. Chega no certo momento, que você para de contar porque você não é mais jovem. Mas ainda tem um certo momento. Você fica contando. Olha só como já beijei. Na verdade fica com aquela música do Beja Beja, tá calor, tá calor. Ele muda de opinião. Eu não quero mais beijar. Só quero fazer amor. Então chega o momento que você não só quer mais beijar. Não, quer que ter aquela música também na equipe de labô, que é coisa do passado. Agora é, é namorar a pergunta. Olha só, caras, pejo são muito morros. Todas as asas tem um fundo, né? Mas é o gosto, o tanto com esse cara ele vira casaca do na... Beja, beja, ta calo, ta calo! Espera, eu não quero mais que eu já não vai estar bem fazendo ela, bom! Ele não tem que ter o ideia dela, olha assim, tá ligado? Então é basicamente isso que acontece na vida do Brasvelinha, tá beijando beijando. Tá beijando, beijando, beijando. Ah, beijando, beijando. Aí, aí, de repente...
Que eu sabia? Eu nunca mais beijar. Eu tava em que era você amor! Eu tava em que era você, eu tava em que era você. Eu tava em que era você. Eu tava em que era você. Eu tava em que era você. Eu tava em que era você. Eu tava em que era você. Eu tava em que era você. Eu tava em que era você. Eu tava em que era você. Eu tava em que era você. Eu tava em que era você. Eu tava em que era você. Eu tava em que era você. Eu tava em que era você. Eu tava em que era você. Eu tava em que era você. Eu tava em que era você. Eu tava em que era você. Eu tava em que era você. Eu tava em que era você. Eu tava em que era você. Eu tava em que era você. Eu tava em que era você. Eu tava em que era você. Eu tava em que era você. Eu tava em que era você. Eu tava em que era você. Eu tava em que era você. Eu tava
Tio, não. Chegando na balada assim. E aí, Miná? Tipo, renda o camarade. Vamos beijar, fazendo pistola de limpo. Fazendo pistola de limpo, deus. Aí vai dar uma revolada no meu tempero assim. Não, é o tino? Meu tempero assim. Eu gosto também das mulheres mais velhas. Que normalmente tem a dança da descitada. Você olha pra pista, vê que tem uma pessoa com um pouquinho mais velha? Você tá na cara que ela acabou de se desvossar e tá querendo... Você jovem de novo. Ela tá com alguma bebida que tem que anudir. É a dança da descitada. É sempre a mesma dança, ela faz a... Fica se jogando assim, é pra trair os jovens. E dar o beijo na boca pra ela é uma coisa simbólica do resgate da adolescência. Ela pode não fazer o amor.
Geralmente ele se comece e a gente acabou de se conhecer, eu não quero mais homem assim. Não, eu cabei de... Pô, estou há 15 anos, trazendo seca-mezinho. Eu estou com vontade de te aporar, cheio de lombão. Eu quero esse te amo, a raja agora. Eu quero que beijar na boca. De amo, a gente pode. Estou na manifestação passiliva, você sente no ar de ter bíter no lombão. Mas, enfim, o beijo é esse negócio jovem, hein? Cês lembram de algum beijo que foi muito característico, assim, que traz lembranças pra vocês? Alguém lembra de tudo o beijo que traz lembranças e característico primeiro? O primeiro beijo. Vem, você, o que é o que é o que é… o que Se não for, foi uma bosta, vai ser bem lembrada.
Ela nunca tinha beijado antes. Só que eu jogava o papo, porque eu sou o beijador, estou aqui ao beijo direto, estou aqui ao beijo. Estou no dia, estou beijando. É, beijo minha mãe na boca, beijo, estou de lingo. Eu falo, me machuco. Beijo, me machuco. Vou te machucar, vou, de meu voo de lingo. Para mostrar que o era beijador, olha como sou beijador. Como beijo. O ser rentador, então, o ser rentador. Para treinar, me agarra. Calha medinha no seuzinho na boca. Esse lhezinho né, acertem de mim. Para, cara. Para, para, para, para. Não, Não, Não… não Eu cavei lá, desculpa, não falei isso não. Enferi. Eu não vou ter aqui, eu acende que mando a fome.
Se você já recebeu um boquete do mangueiro, mas... Mas como é que for? O que você é, mangueiro? Você está na caracolana. Você está na caracolana. Você está na caracolana. Era que fuma um crack de dos lados que a gênero tem alguém ouvindo. Não, não. De filme por não. A bangueiro é chupeteira. É que é... É que é merda. Inclusive, se já lute nesse filme, eu vou ficar decidido se tornar. Eu vou procurar mais de ter vídeos, procurando. Mas nem print. Enfim, não é disso que eu quero falar. Na de Boquete Banguelo, que eu quero falar, dentro de já prevanquela, o que eu quero falar. O que eu quero falar é que meu primeiro beijo tinha essa esse negócio de fingir, que eu era beijador, já beijei muito, sou latininho, eu já beijei pra caralhar. Platininho, Platininho. Então, a menina lá nunca tinha beijado, e aí você joga esse papo a mostrar que você é confiante pra ela se sentir segura também, né? E aí chegou na hora do beijo, não sabia o que fazer.
Eu não sabia como que beijava, eu fiquei pensando em filme, falei pro tradici, lembrei todas as que eu tinha treinado com a minha mão e no seu quevo, eu acho que você coloca o meu mãe. Com a minha mãe não, eu peço. Mas aí eu paga, quando eu comecei a beijar ela, percebi que eu fui enganado. Claro que ela já tinha beijado metade Santos. Ah, não, pelas movimentos linguísticos, ali não eram não, mas... Então ela já tinha beijado muito de dizer que não. E dizer que não. E eu nunca tinha beijado ninguém, de dizer que sim. Que é o princípio da vida. O homem que mente pra mais é um homem que mente pra menos. Exatamente. Exatamente. Exatamente.… Exatamente
É isso que acontece. É antes da Dilma, eu lembro que não tinha esse meu entimento. Eu não tinha. Eu pertenço totalmente. Estou espetralhas, valditas. Obviamente. E aí, eu percebi que a Dilma movimento ali é linguístico dela, que ela já... Que o Dilma é bom gelo. Não pode deixar essa prazer passar. Eu não tinha ouvido. Será que a Dilma é muito pro mesmo? Será que a Dilma já beijou muito? Será que é o primeiro mês da Dilma. Ah, que noite! Não, eu quero pensar nisso a volta, também não quero mais. E aí, esse foi o meu primeiro beijo, acabou tocando uma mentira e não sei se foi uma boa, se foi uma ruim, mas enfim, se lembra do seu primeiro beijo, Igor? Cara, o meu primeiro beijo foi... Não, pode falar não, não, não lembra? Meu primeiro beijo, cara. Meu primeiro beijo foi... Ele até ele até!
Ficou com o olho menor assim, assim, a gente tá no lembrado, porque eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o que eu não sei o
O Brasil é um discurso aqui, bonito. O primeiro beijo é ele esqueci, é especial e esse é o meu membro. Eu prefirrei esquecer, eu acho. Meu primeiro beijo foi com a mina que depois foi com todo mundo depois de ir. Ah, é verdade, isso. Eu perdi essa história. A verdade foi que ele não tinha que lembrar. Entendeu? Porque ele esqueceu, mas não está chorando. Ele é melhor, tem esquecimento. Vocês te atiram meu coração. O beijo é o mesmo. Você lembra o seu primeiro beijo, Luide? Não, não, não. Eu já contei que é da não. O Luide contou. Todas as minhas primeiras vezes são ruins, mas o meu primeiro beijo foi muito louco, porque eu era apaixonado na minasinha, que era a ligeirinha da cidade, mas eu não sei, eu não aceitava. Eu não tive o prazer de beijá-la assim, foi o meu primeiro beijo, foi bonito. O segundo também foi com ela, o terceiro foi com ela também. Foi bem bonito assim, então eu tive um tempo. Mas foi o mesmo dia.
Foi no mesmo dia, foi muito legal. Mas conta, se você beija a mesma menina no mesmo dia, vale dois beijos, não vale um beijo. Não, aí eu contei como três, né? A gente tem que aumentar a palma. É, então. Ela contou como um só. Ela contou como um só. Mas eu lembro que eu fiquei assustado, porque ela falou pra mim uma vez que ela já tinha beijado 54, homens. Não, não sei. Falei caralho. Não, só no pinto. Eu também queria. Você quer me criejar? Tenta gente. Beijou 50, 50, 50, 50, 40, 50, 40, homens. Homens, por que não é beijado? Porque não é beijado, ninguém. Eu queria também ter esse prazer de beijar na boca. E ela abergou, 54, eu falei, puta, eu queria tanto ser o que eu falei. Eu falei, porquadras, porquadras, porquadras… porquadras
15, 15. Entrar nesse universo meio que precoce, sabe? É, tipo... É, É, É… É o que é coisa que passa? É assim, vou dar um exemplo. Você chega com um corte cabelo no novo na cidade. E o que é o que é o que é… o que Então, tipo, tudo que virava viado lá, então, medo de ser viado. Mas isso não tem a molecada, sair-se louca, assim, tipo, que tá sério, já tá... Não, não tá bom da geral. Não, não tá bom da geral. Não, não tá bom da geral. Vamos beijar, pelo amor de Deus me beijo, você sabe, então, tipo, era uma pressão, era uma pressão muito grande, em cima da rapazia de... Pensa que eu não vou ver a gente na boca, beijar aqui, beijar ali, porque senão virava viado.
E o outro mais que a gente virava viajado. Deu 13 anos, viado. E eu lembro que uma vez eu coloquei uma bandana. A viada, aí é viada. Um bandana no pescoço. Isso em 2002, eles. Cara, eu virei o viadão da cidade. É o cara mais espinhada. O viadão da cidade. É, tipo, é o viado. Eu acho que o viado, o cara homossexual, sabe? É o viado. É o que? É você, é o viadão. Como diria o Ratinho que viadão bonito? Eu virei um viadão na cidade. Até hoje lembrado o seu que for lá, contato. Eu não sei o que é o que é o que é… o É porque Luide usa a bandana, mas era um viado. Não sou mais ainda bem. Tipo, que me lag, né? Você coloca a bandana vira viado, você tira o bandana é que ela é. É a famosa cura que linda, o feliz ano. É cura que linda. É cura que linda. É cura que linda.… É cura que l
É foda, você não se é mais a mecaidão. É mais a se enviado. É mais a se enviado. Nossa, que quer o Star, meu avê de virou. Vê virou, virou, virou, virou. Vê virou, virou. Vê virou. Vê virou. Vê… O chalato, esse é o sultro do beijo de tagredaído. Passou dos paralelas. Antes do primeiro beijo também, existe muito o sinegosto da pesquisa do beijo, né? Você tem que saber como é que é o época, você tem que saber como é que é o beijo. Como é que você vai beijar? Você tem que ir. Existe em técnicas aí, né? Existe em algumas tais e diz que eu queria falar. Exato também como é que é esse aplicador da técnica. Então, eu não sei porque eu não vou pra gente... Por que? Eu já sou o péssito quando eu tinha 15 anos, meu primeiro beijo não teria esse mobosta. Porque eu não pra gente. Você teria treinado com a Laranja. Se eu tivesse cortado a Laranja pra praticar. Então, você sabe, já tem que cortar a Laranja. Então, eu supoco sim. Mas a Laranja não tem que ficar no benda. Ela fica rodando.
Eu acho que tem que cortar. É o que tem que fazer um corte duplo, que não tem certeza assim. É o que tem que fazer na boca. Eu acho que tem o treinamento, ele tem que ser um quarto da laranja. Porque ele fica aquele formato assim meio boca. Pois é, tiver que fazer um guia de tornear, é? É, é, é. É um tutorial do vídeo. Eu devia ter pra gente pra ver isso. Eu estou atrasado no meu nome. Mas essa técnica da laranja, esse é um mito. A técnica que realmente ensina garotos viados a bejar. Aquela que você pega um copo, coloca um gelo dentro. Essa é a gente que tenta pegar o gelo. Essa não conhece. Olha só, cara, na malação. Não, mas isso, você não tá entendendo. São maldade, isso não é pra aprender a beijar. É pra fazer outra coisa. Isso é pra levar o cara pra fase seguinte, que eu não quero mais beijar, só quero fazer algo. Quer fazer a coisa, entendeu? Então o homem, ele tá ali pelo garotinho, né? O garotinho no centro, né? Jovenil, li? Já tá aprendendo um... É, eu tá nao pai só olhando, isso aí, filho, você vai aprender a beijar. Mas você fica aprendendo a frente do teu pai?
Não, gente, é o pai que ensina. Eu tô olhando o pai assim. É o pai que ensina, o pai é o boto de jê, no cônio, fala bem, jê, mano. Três aí, meu pai, o meu pai, salava. Mas meu pai fala pra tracar com laranja, meu pai era inocente. Sabe meu pai na viada? Não, porque a gente teria o dano, tem mais laranja do que jê, mano. Tá vendo? Tá vendo? Tá vendo?… Se você ainda não meijou, faça isso, você vai aprender a desenvolver. É isso para que a direitiva... O Braia... Eu tendo mais ou menos uma terria de que tem que ser um quarto da hora de não metar. E você fica chupando a hora de, e é isso. Mas é esse? Comeram a Laranja? Não, só cabem de água, tá na dúvida. Eu acho que é melhor não morrer. Eu acho que é um pau bem, ele fez um invlante metrista, né? Não, porque o que eu pensava? É, eu acho que ele treino. Eu não sei, eu acho que o treino era importante que a pessoa não coma, Laranja, porque não se vai que chega na hora do beijo de mordia, menino. É melhor não. E você vê esse negócio do gelo, ele tem uma treinagoso. O que é o gelo? Pega um copo, copo gelo lá no fundo. É, não tem nem gelo.
E aí você bota a boca no copo, né? Alina. Como se você estiver te beijando? E aí você fica cá ali, o que? Tendo o Tão Tão Tão… Fortalecendo musculatura da língua. É um treinamento. Treinamento. Tronda da Bente. E aí paralelamento sem perceber você treina pra fazer aquela na minasinha. Faz aquela ouvevo. No pal de outro cara, se você continuar criando saviada. Vai depender. Necessando de fortalecer musculatura ou no ídio me lembrou de um episódio que eu vi do todo mundo do Rio Cruz, onde o Cruz faz a flicção de beijo. Ele fica beijando o chão e ao invés de jogar. Ao invés de usar os braços, para fazer uma flexão, ele faz com a boca. Ele faz mentira, não é? Você sabe. Ele faz de uma flexão com a boca. O língua ele é vando com o corpo dele. Qual língua? Ele fica beijando o chão. É tipo com o corpo dele. Então, ver o que eu estou fazendo. Eu quero. Eu quero que ele fique com a línguinha.
Não, como é que é? Não, ele fica beijando o chão, aí com os lábios ele toca o chão. Aí ele fica, faz força e ele vai fazer força e levantar a cabeça. A cabeça aí volta, aí faz o jogo. Para fortalecer o lábio. É. Olha aí, já tem um técnica de beijo. Com a Laranja, aí no mesmo dia, estreja a treina sua língua, musculotrona da língua com gelo e também já beijo o chão para treinar o lábio, né? É uma série de exercícios. É uma série, por dia, sei. Eu tinha outra teoria, teoria não, tinha outra exercício que eu já tinha ouvido falar, que era o que? O treinamento no joelho. No joelho? No próprio joelho? Não, de outra pessoa, acho que é ser estranho. Eu não consigo treinar o próprio joelho. Não, consegue, só se sentar.
Sem estado, não em pé. Não é assim. Como é que você vai jogar o jogo? Mas é difícil. É assim, é um assunto. É complicado, já se se se… É, porque aparentemente o joelho tem um formato numa cabeça de outra pessoa e mesmo não tem uma língua ou o joelho você eu acho que imagina. O joelho é uma outra pessoa. Parece um bebê, não é? É, talvez você é pra treinar um beijá bebês. Não sei, não é? É um pouco errado. É um pouco errado, né? Mas enfim, outra outra, outro jeito. Mais uma é clássico de todos, é o que? É o beijo na mão. Com a famosa abertura da boquinha Nossa, cara aí, fala isso, puta que paz. A abertura da boquinha. A abertura da boquinha, é essa? Que a Rua é um, é um, é um… é um
De Mímica, você ainda consegue fazer uma língua com outro dedo de trás? E ainda faz uma língua na boca? Ele tem que ser bom mesmo, né? Tá bom, mas não se mostram, mesmo. Ah, é pra fazer as duas mãos. Mas devem parecer um véssio de cena, né? Parece bastante. Todos esses treinamentos são bastante desconfortáveis para fazer quando existe o risco de alguém entrar. A gente vê a pessoa fazer. É que estão seulsando. Eles são muito construtantes. Ah, você é treiro, pô, você não toca punheta para treinar. Então, a gente não vai se amar. A gente não vai se amar e entra na sala e filita com o joelho na boca. O que você tem? Você já não vai matar na outra coisa? Você pode fazer a sua namorada, né? Você já não vai matar na sua namorada? Você já não vai matar na sua namorada? Você já não vai matar na sua namorada? Você já não vai matar na sua namorada? Você já não vai matar na sua namorada? Você já não vai matar na sua namorada? Você já não vai matar na sua namorada? Você já não vai matar na sua namorada? Você já não vai matar na sua namorada? Você já não vai matar na sua namorada? Você já não vai matar na sua namorada? Você já não vai matar na sua namorada? Você já não vai matar na sua namorada? Você já não vai matar na sua namorada? Você já não vai matar na sua namorada? Você já não vai matar na sua namorada? Você já não vai matar na sua namorada
Ficou, cara, ficou perfeito, mano. Quando chegar em casa, vou fazer. É quase vejá-lo, uma cabeça encolhida. Todos os índios dele. É uma vejá-lo, a cabeça é a única pessoa que eu falei. É quase isso, é muito nada a ver com nada, mas é beleza. Vale, Vale, Vale… um treino, vale, vale. E a outra coisa que eu queria jogar na roda, na rotinha, é... Não, botar na rodinha, seria o quê? Os tipos de beijo, porque já diziam na tinta de paula. Beijo molhadinha, beijo geladinha, beijo enciumado, beijo na delicada, beijo no acente, beijo no circulário, diziam várias coisas. É o seu, É o seu, É o seu… é O que é o bom observado, bora? Põe, hein, hein. Vem, não sei o que é o lábio. Vai tomar tipo... Mas tem algum outro beijo, assim que é marcado, é como uma maneira, tipo, porque tem mina, por exemplo, ou homem, não sei quem vocês beijaram, mas que às vezes dá uma... aquela famosa mordi díndola lábio, né? Que às vezes não acaba muito bem.
A gente foi acabado. Essa aí é a pessoa que trinou comendo horas. Exato, exatamente. Eu sou o indústria do comer. Eu teve uma vez, cara, que a minha primeira namorada, a gente tinha terminado, voltado no seu quê. E aí a gente estava fazendo o glorioso Remember, né? Certo. Aí, cara, ela pro agrotivo, ela estava puta comigo. E ela me deu um amor de dar uma jovem. Mas ela me deu um amor de dar uma boca, assim. Cortou meu, meu lábio. Qual é a coisa escrota? Posso falar uma coisa ali? Ela terminou com você, aí vocês voltaram e ela veio com esse beijo. Não, não, a gente não voltou, a gente fez um rememman, a gente se troubou, tava beba do... Ah, vamos bejar, vamos! Tá, porque eu não ia te dar a triste informação. Eu sabia. Não, que ela deve ter aprendido outras técnicas com outras pessoas. Ah, lendo vindo, vai acabou. É, é, é, acabou evoluindo o beijo pra você. Sim, vai dar aí ela...
Ficou aquela coisa escrota na minha boca, assim, machucado, rítico. E aí a minha mãe tava viajando com meu irmão mais velho, e depois ela voltou, eu falei, puta, o que eu vou falar com minha mãe? Não vou passar assim. Sabe vergonha, eu vou falar com a minha ex namorada, me... me... me...… Fui p*** dos cara aí de fora. É, os caras espelhica, mas cumpedi com a pôedo que é um ex namorado, rancô pedaço no meu beijo. Eu tive um experiência com a minha primeira namorada que ela foi me dar um beijo e ela sugou a minha língua. E eu achei que eu se virado do avesso. Já aconteceu comigo. Mas eu estava se formando de gel na sua isla morada também. Não, já aconteceu comigo. De dar um beijo e a minha tem um beijo aspirador e pó. É, não é? Não, não é? Mas esse beijo é muito assustador porque você não sabe como reagir. Porque você perde totalmente os movimentos da língua naquele momento e não tem esse cabo que não tem que fazer.
Você fica com a linda presa e ela vira dona do seu corpo durante aquele segundo. Você precisa fazer. Você só abre o olho e arrega ela bem. Isso não pode para trás, você não vai perder a língua, não pode para frente, se não vai ver no estômago dela. Então, assim, a situação de ela vira o seu dono. Como se você fosse um ventrilo com a travação, o cavalo com o rádio. Exatamente. Então teve um beijo, em particular. Essa minha história, toda... De estes anos de beijos, de beijos na boca, teve um que foi o nem marco muito, que foi um beijão uma menina, que ela tinha um lábio que parecia uma almofada. Um lábio de um lábio tão gostoso. Um lábio tão fofinho, era a fôfima. Era um lábio assim...
Só de lembrar, já me dá um negócio aqui. Eu estou relembrando, dava vontade de, tipo, simplesmente parar o beijo e dormir no lábio. Botar o rosto, assim. Isso é um endoginho não. Eu não sei se eu é o endoginho. É bom, é ruim. Eu não sei, na hora foi diferente. Eu estou imaginando, se a mina é aquelas bocas de quem bota botóxas, tá ligado? Era isso, era isso. Essa aquela tinha 12 anos, e tal. Aquela boca que calma mais umas três bocas, né? É, e aí meu lábio que chupou uma manga, se viu daqui, tô não abusada, né? É, não sei, eu não sei. Mas ele fez o pejeio e ele parou de pecheio e ele disse, meu Deus, eu queria dormir nessa boca. O que era uma boca era um gudão.
Era uma boca de jogo. Era uma boca de velhada? Era uma boca de uma cegulha ou de uma fada? Era uma boca de pardal. Era uma boca de pardal. Era uma boca de pardal. Era uma boca de pardal. Era uma boca de pardal. Era uma boca de pardal. Era uma boca de pardal. Era uma boca de pardal. Era uma boca de pardal. Era uma boca de pardal. Era uma boca de pardal. Era uma boca de pardal. Era uma boca de pardal. Era uma boca de pardal. Era uma boca de pardal. Era uma boca de pardal. Era uma boca de pardal. Era uma boca de pardal. Era uma boca de pardal. Era uma boca de pardal. Era uma boca de pardal. Era uma boca de pardal. Era uma boca de pardal. Era uma boca de pardal. Era uma boca
Mas que boca macia você tem. E aí ela achou que eu estava zona e foi embora. Ela achou que eu estava... Não sei, não sabe o que que era macia, mas ela achou que era um defeito. E aí ela parou de um beijaco. Eu queria ver essa boca agora. Não, era uma boca... Cara, eu quase duro. De certo quando vai fazer algum canal, ela fica ali, ali, ali… Eu acho que é por isso, acho que os negros têm uma boca mais macia. E na boca mais ainda, pelo que a gente tem. Eu acho que era isso, acho que era isso. Ela tinha a boca mais macia que o resto... Eu estou ficando pauta, o mundo já sudo. Era uma criança muito. Agora já é a maior de idade, a boca de idade está mais maravilhosa ainda.
A boca dela deve ter aprendido coisas lovas. Fica lá, gente. É de cheio de cheio. Eu quero aménada. Fica lá, não faz que saibou, quem fica mais na merda, não prato feito com isso. Não me lembro dos bens, depois de comer uma carne de pôr. Bem gordurosa, ela dá aquela feijada. Descorre a caudinha feijada no lado. Ela passa linda. Que gostoso. Que gostoso. Que gostoso.… Um beijo de balado é um beijo diferente. Tem gosto de energético. Tem gosto de energético, tem gosto de vótica. É mais agressivo, beijo de balada, porque você tem pouco segundos ali. É, porque tem que ser pai bola. É mesmo, porque as pessoas foram moradas, foram beira. Então tem que ser rápido. Eu toco o meu voo para dar esse beijo. Então, eu vi numa música. Cara, eu não ia te dar uma cena. Que, pô, uma vez eu me tronando dos outros, tinha acabado de chegar em São Paulo, aí a gente foi numa balada, no Sinal Hondo, cara, era quase... Aí, pata lá daqui, a pouco... E a gente tava assim de boa, eu já tava...
Eu estava com a Camila, estava com o meu irmão, estava de boa. A gente percebeu que tinha uma menina, assim, meu Gordinha, tal bonitinha, dança louca, mas louca da caixasa. E ela com mais duas amigos. E cara, fazia uma fila de nega para beijar aquela menina. Sabe, tipo, cara chegava, beijava, beijava, beijava… vinha um amigo dele, beijava, beijava, beijava, beijava, vinha outro beijava. Eu estou achando que essa menina não dá boca de ver luta. Porque caralho, porque ela não é uma parada. O cara que estava beijando era a sabia que o amigo dele tinha acabado de beijar. E eles faziam o treinzinho do beijo na mina. E aí eu fiquei pensando... Porra, essa é só pra aumentar o conto, não fica muito. E a minha barulha é lá de boa, vamos beijar, vamos beijar. Beija aqui, pau, chablar, e beija, e língua, e tal, e guspe, e chablar. Pau, pau. Pau, e pau, coxano, um juki box tocando. E os caras fazendo filhias, cara, sério, fonte por cinco cara, assim, um grupinho de amigo, e beijando. É boa, é bonitária, tá ligado? Pau, não, né, cinco cara. Você já beijou cinco cara, uma prazoa, tu não sabe? É bom que você fica enxando.
É, é que a gente é beijada. É, cara, é por isso. Cara, ela foi por um marimbondo também. É, a gente postou uma boa tática. Pescada pelo marimbondo. Então, existe aquela tática que muita gente estava fazendo até a gente postou no não salva até. Que era que as meninas estavam pegando e sugando uma... Uma garrafinha, né? Uma garrafa de jeito. De garrafa de, sei lá, de pão com o produto qualquer. Tipo, ficava deixava na boca, dava com açugada, ffff, ffff, ffff… Boca mora, o lafete quer o lafete na mesa, pra falar. É, caiu lá, e a gente até postou uma loua, foi a Beca Pires, a gente postou aquela ofência, ele gosta, ela ficou colabe, cara. Isso, é pra ser o fio, isso é da minha amiga. Não, ficou necrosada, né, gás. Ficou, pego de perdo, lá, bica. Não, quase que perdi, né, cara. Podia, foi dia, só os dentes. Então, uma boa, de repente, uma boa tarde, pra um antes de beijar. Você vai pra balada, vai no seu, que você deixa a boquinha necrosada, vai. Uma batinha da garrafa.
Vou deixar uma boca da garrafa, bom, já foi 13 anos, meubservo. Não pode pedir música no bêbio, observado. Fantástico aí. E aí, cara, eu acho que é uma boa tática que você faz isso com a boca, deixar a boca meio chupadinha. Isso tem um lábio e fica a 7 vezes maior. E aí que tá beijo de batom também diferenciado, né? Não, eu tô ouvindo. Geralmente é uma boa. De negócio de batom. Eu tô gostando também, melhor. A minha namorada passa a porra daquele batom lá ficou como... Nossa, porra? Não, barra, o batom. A porra do batom. Passa lá aí que os lábios belas, que lábios salientes, que lábios bem elaborados. E aí, não pode dar um beijo. Não pode. Aí vai estragar o batal, vai ver se você possa morar. É, tem, porque você já está namorando aí, já tem esse cuidado. Mas não posso mais beijar, só porque eu estou namorando o casado, você pode. Você não pode mais beijar, você tem que fazer amor.
Ah, verdade. Você é o mesmo que falou isso aí? É, ainda é tudo bem, tá? Porque esse feito, cara. Mas é o beijo de batom, é perigoso, né? Porque primeiro que fica marca, né? Não, tô a cara inteira. Não, segundo que batou é difícil de tirar, dá cara. É difícil de tirar na cara, dá correto. O ouço de batom é ruim, mas quando beijo na boca de batom, simplesmente o cara foi de batom. Fica aí quem te gosta na balada, não sabe se você passou o batom, mas aí de casa, ou se você vai tragar, ou se você vai jogar. Sim, aquela situação é de se arruinar. Não costa lá, eu to ir e tocar o batom e confir, mas se perdoar. Não deve dar uma dúvida, meu cara, que ele está procurando outros caras na balada e aí devem te ver um cara de batom.
Ele pede esse cara é ter o meu jovem de baton. Ele também quer é gay. É verdade. Cara, tiver o cabelo comprido que nem você é braia. É pior ainda. Só que tem algo pior que o baton, cara. O que é o gloss, cara? Gloss que é o gloss. Ele quer dar de boa lá. O baton só que ele é tipo um... Sabi... Uma mantenga de cacau. Tipo, uma mantenga de cacau. Só que ele é mais líquido assim, ele fica brilhando, a boca da mina. E aqui no cara, suja a cara toda, tipo, você vai beijar, fica... Mas suja como fica, tipo, brilhante? Fica brilhante, para que você não pude. Para que você não pude, é? Para que você não pude, é? E você vai tirar meio que um óleo. É só uma massa cara. Aí suja sua mão, eu vi um... É, chama Gloss. Gloss. Era uma jornada, as mulheres, a galera dele tá pegando.
É um... É um burro, mas como você não sabe que é gola, eu sei. Eu só conheço um burro gola, não mora da usa, isso também. A gente fica sentindo... Sabe os pinguins quando eles vão pra praia, eles ficam sujas no óleo do marril. Não é o necessário daquele jeito. O pinguim que não pode. Pinguim não... Não, não, não... não, não... não, não...… Não É um bom, é um bom lugar pra pegar no cerveja ruim, é assim mesmo. O meu problema é cobejo em público. Por exemplo, você tá no trem lotado. E aí, tem um casal do lado, tramando na beijera. Travando na beijera. Caramba, que é que ela bejação. Por causa da tal de tão calor e inferno. Mas eu não me senti bem. Se tinha um casal de lésio para se beijando e aí tinha umas duas senhoras, e falei assim, nossa, para quem é essa beijação.
E eu não tenho nada com ela. Se fosse uma coisa, se fosse uma mulher, também fica incomodada. Eu quase entrei no converse, eu também. Eu acho que está vendo. Beijo no trem. Eu não me incomoda, eu não me incomoda. Eu não me incomoda, tipo, no burger quinha na fila e o casado afreita. Eu prefiro se beijando, no que beijando uma burger. Ah, eu acho que mais brilho da não, meu amigo. Acho que é só achar mais de um jeito. Eu acho que beijo de público, ele só é um problema em alguns lugares, tipo um cinema. Onde você tem que estar todo mundo quieto pra ver o filme, aí, com o casal, fazendo balulho de beijos atrás de você. É porque é assim, eu já passei por isso também quando era jovem. Qual foi, quando tinha 14, 15 anos, não porque eu bejei com 15. Então quando eu tinha 15, 16 anos, eu levava a menina no cinema, olha o trampo e olha o dinheiro que você gasta pra dar um beijo. É quase por isso do motel, o cinema é mais cara. Eu levava a menina no cinema pra poder dar um beijo, entendeu? Então tinha essa pegada aí.
Eu lembro de uma menina que eu levei ela pra ver o mesmo filme 3 vezes. Então, portanto é nique, 3 horas e meia beijando. Era o... daquele desenho lá, os incríveis. É o que foi uma péssima, é porque era um desenho infantil. E em torno de se beijar, a gente tinha muita criança brincando dos escondos contra ela. Ah, mas a gente fila a foto, eu prefiro ver os filmes porque é beijando. É, devem dependendo do filme, né? É que nenhum beijo vai ser um stal-woven. Não é, cara. É, mas que o beijo seja bom não vai ser um estáôs, não é? Só a boca pode ser a boquinha de violôs, a boquinha de violôs, a boquinha de mel, mas o que é o sol é muito mais maneiro. A milênio é um falco voando. É melhor que qualquer coisa que eu não. É melhor que qualquer beijo. É melhor que qualquer beijo. É melhor que qualquer beijo. É melhor que qualquer beijo. É melhor que qualquer beijo. É melhor que qualquer beijo. É melhor que qualquer beijo. É melhor que qualquer beijo. É melhor que qualquer beijo. É melhor que qualquer beijo. É melhor que qualquer beijo. É melhor que qualquer beijo. É melhor que qualquer beijo. É melhor que qualquer beijo. É melhor que qualquer beijo. É melhor que qualquer beijo. É melhor que qualquer beijo. É melhor que qualquer beijo. É melhor que qualquer beijo. É melhor que qualquer beijo. É melhor
Olha pra pessoa do seu lado, não importa quem seja, não importa. Seu pai, sua mãe, pode ser cachorro? O cara do lado no treino? Pode ser o cobrador do ánibus. Não pode ser com o que é a pessoa, mas tem um beijo na boca dessa pessoa. Para você que não há o amor. Porque é o que a gente quer mostrar que se vou te gasta isso. Que o beijo tá aqui para acelerar o amor. E a paz entre a humanidade, entendeu? Se você está vendo qualquer pessoa, não pode ser da esquerda, tem que ser uma pessoa que estiver na sua direita, se olha bem nos olhos dela e fala, me beija. Cala a boca e me beija. Cala a boca e me beija.