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No aaaaaaaar mais um Não Ooooooooouvo!!!!!! Essa semana com um convidado especial: MEU PAI. Aproveitamos a experiencia de vida dele para falar um pouco sobre colegas de trabalho, praticamente um podcast complementar ao Não Ouvo #006 – Histórias de Patrão… Tempo: 56 min Bancada: Cid Cidoso, Braian Rizzo, Luide e Meu Pai Edição: Daniel Bayer Capa: Davi de Oliveira
Resumo
Sem o Igor, a bancada abre espaço para um convidado especial: o pai do Cid. O tema é colegas de trabalho, uma espécie de complemento ao episódio sobre patrões, e a conversa começa meio fora do trilho, com direitos do idoso, ônibus e a vida de aposentado.
Depois o papo engrena nas histórias de chão de fábrica do pai do Cid, que trabalhava em turno da noite: o colega medroso de vestiário que vira alvo de pegadinha com bolinhas de gude, o galão de água despejado do telhado sobre um desafeto e a confusão de um chifre de brinquedo que chegou até a vigilância. Do lado da bancada vêm casos de escritório, como o aniversariante recebido a ovadas e o colega que trabalhou sem camisa num sábado, além de um técnico de informática que enrolava os clientes com lábia.
No meio disso entram o trauma do amigo secreto da firma e a conclusão de que quem é bom de papo se dá bem em qualquer profissão. O fim vira uma grande chamada de apelidos da fábrica, de Cabaço a Azeitona, e termina com a bateria do celular morrendo.
Destaques
- Revelado o tema: histórias de colegas de trabalho, com o pai do Cid.
- Pegadinha com bolinhas de gude no vestiário contra o colega que tinha medo de assombração.
- Relato do colega que levou ovadas no aniversário e cheirava mal no plantão.
- Bancada desabafa sobre os traumas do amigo secreto, na escola e no trabalho.
- Chamada final dos apelidos dos colegas de fábrica, de Cabaço a Azeitona.
resumo e destaques escritos a partir da transcrição automática
Participantes
Edição: Daniel BayerCapa: Davi de Oliveira
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Transcrição
53 trechos · 8.751 palavras
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O Gente tudo, no princípio Deus criou o céu e a Terra, pois na Terra não havia forma nem vida, uma grande escuridão cobria o mar. E o Espírito de Deus, pairafas sobre as águas, Deus então diz. Segunda sexta-pera, eu bale por lhes cansem paz, a soma se solta. Mas um não Ouvo, sim, mas um não Ouvo, estamos de volta mais uma semana Esse podcast maravilhoso, esse podcast sensacional, esse podcast delicioso, não tem mais a ditão. Saboroso, saboroso. Não tem aquela história, na CATV, tivesse cheiro, né? É, mas só se o podcast, tivesse cheiro e ação Ccer. Tivesse gosto. Mas se gosta essa delícia, tem que ter gosto de peijinho de morango, de Sanduís de Bucenta. É isso, é isso. É gosto de Maranés. É gosto de Maranés. É gosto de Maranés.… É
O podcast está diferenciado, está um pouco... Não está tão normal como as pessoas acham ou costumam imaginar que ele é. Estamos aqui com a bancada reestruturada. Combraio Rizzo! Tudo bom? Tudo bom, Braian, tudo bem? Tudo bem? Tudo bem? Eu estou bem. Para suporqueiro meu prédio respondendo. Luide, Luide! Olá, Fiazouvintes, tudo bem com vocês? Estão bem, eles estão bem. Estão bem. Estão bem. Estão ouvindo podcast, tudo bem, né? Estão bem. Tive essa passão problema, não estava aqui. E você percebe que eu te amei em segundo? Normalmente é o Igor. Eu te amei em segundo. Por quê? Porque o Igor não está hoje e nós temos um convidado especial. Que é o meu pai! Porque até minha susto.
Eu falo para todo mundo que eu sou teu pai. É que é o meu pai, tá? Eu rejuio. Eu rejui. Eu rejui. Eu vou chamar ele de meu pai, eu vou de caixinteiro, melhor do que eu falo tão bom. Meu pai é melhor. Então, com que a gente vai se... O meu pai é do Cid, o seu pai é do seu pai. Deixa eu chamar ele de pai, é mais legal. É pode chamar de biga de braa. Igual aquilo, Barão, não sei doo das quantas. Não, não. Tão te ofeneida, não. Que Barão era mesmo aquele? Tem 1,5 mil. Pai, primeira informação, você tem que falar no microfone. E eu estou falando... Você está falando, olhando no poluíde, daí não vai. Mas aqui eu gosto de olhar pra ele. Você vai fazer uma coisa mais bonita. É mais chamativa. Tem que falar, sempre aqui, sempre no retinho.
Hoje o tema é, vocês já sabem qual o tema? Não, não, não. Então, a pessoa já sabe. Ainda não chega. Porque tá no título do podcast já. Olha só! A galera sabe antes de vocês. E esse povo do futuro é o que vai dar. E o pessoal do futuro é sensacional, né? É impressionante, aqui. O tema de hoje eu tava pensando, que eu falei, porque tem uma série legal do meu pai participar junto, né? Sim. Se você bacana e tal, e aí eu pensei bastante, falei, pô, histórias de colegas de trabalho, é a história de não adiantar. A misagem no trabalho, eu gostaria de chamar o podcast de meus colegas, como é que é o que você nos fala? Minhas colegas de trabalho. Minhas colegas de trabalho. Pode ser em um histórico. É, minhas colegas de trabalho. Que são que histórias que você pervenciou aí durante seu emprego, de repente histórias divertidas não só histórias com o patrão que a gente já vê. É meio que um complemento, um complemento. É um complemento. Exato. Exato. A gente falou muito de patrão aqui uma semana atrás, dessa vez não.
A gente vai falar dos amigos de escritor, de ser uma amiga de ser lá, de colégios de lavora, não sei o que você fez, trabalharam? Não, não. Não sei. É, enfim, histórias decinaintes, né? O pai, você está trabalhando no quê, atualmente? Nada, eu não faço porra nenhum, porque não é o que eu apresentar do que eu não. Aposentada, é o melhor trabalho que tem. O trabalho do aposentado é aí no banco de manhã e empacar fila. Não, não é? É pegar o, entrar no ônibus e sentar. Não, não é o que? A gente trabalha de inteira. E entrar no ônibus e sentar, é um direito. Algum vagabundo lá fez isso ali então, ele provou que ele mais falas em dança noite inteiro no bala da terceiridade, no concepto também é hora pelo ônibus. Mas é verdade, é verdade.
Hoje eu fui ao Musá e a menina já pôr lá um pé, eu falei que pés preferencial. Mas é preferencial de vida idade, não é porque ele vive. Como é que a... Vou me entender, por exemplo, chega no shopping, você tem aquela vaga adidoso. Você usa aquela vaga? Não, porque tá sempre ocupada. Mas como que o carro vai aprovar para a noção do CPT? Tem um documento. A no documento. Meu pai te vejo. Eu vou de tranfornece e vale no Brasil inteiro. Eu estou com medo de ter metido. Você tem que colocar no painel quando está se ona, até o cara já sabe que ele tem um velho recorraiva, meio focado. O idoso tem direito a passagem de graça e pelões em ônibus. Ele tem uma cota de idoso, então tipo assim, três passagens são de graça. Qualquer lugar? Para qualquer lugar. Eu estava vendo o interior desse dia, e tinha uma moça lá pegando a passage dela. Aí ele espaga, tipo assim, uma taxa, assim, bora, tipo em 50. E ganha a passagem com 70 quanto. Geralmente você tem que fazer o período bem enquanto cedência, tal. É, se tiver uma arte de viagem. É, viagem com viagem. O que você não passa a passagem. Você tem que ficar na frente, não pode passar o rolê-te ou pode. Eu sei que eu sei.
O que é engraçado quando a gente vai entrar em ônibus comum, que a ideia de quem está no ponto de onde esperando com o idoso é deixar o idoso passar na frente. Só que aí o idoso vai entrar primeiro, mas ele não vai passar a roleta. Então aí gera um constrangimento ali de que a gente tenta passar pelo idoso que o entro primeiro. É, você deixe ele supejar. Deixa o idoso passar primeiro para o subidório. É porque tem diferenças de cidades de roleta, tem cidade que tem cobrador, santo tem cobrador. Não tem mais. Não, acaba matando todo. São Paulo que tem cobrador. São Paulo tem cobrador. Então cobrador fica meio que no meio do ônibus. Então a galera tem que passar a roleta e poto lado. Mas os iguais não tem cobrador.
O que você entra? Comcentra é colegas de trabalhos idosos, né? É colegas de trabalha, né? Você já trabalharam em algum lugar que tinha muita gente? Quer dizer, né? O empresa que eu trabalhava antes daqui tinha bastante gente na empresa, mas no setor que eu trabalhava era o suporte técnico, no início assim. Então tinha poucos, tinha... Acho que quatro posições e essas posições trocaram no turno. Tinha que ficar em quatro posições. Essa trabalha nunca mais sutra. Tinha quatro computadores, esses quatro computadores dependendo do turno. O roco fora desse emprego é aí. Entendi. Eu pate a teonsar lá, cara. Primeira vez, aqui chegou a vór no ono, já quer ser o cara, já meia. Já quer sentar no pré-carrejo, já meia. Tem um cigarro, pediu um café.
Eu estou fora, se garoto, já fumei tudo quando era novo. Já cacentaram para referência. Então, eu entendi, não se estou querendo. Era um setor que... No máximo, Luide tem 6 pessoas. Então, você cria uma certa intimidade com os... ou não, né? Não, não, não. Meu porque é cara de T.I, cara de T.I, é mais quisito, né? Geralmente. É, normalmente é um gozinho, é um cara de... É um cara de... todo mundo. Para todos somos quisitos, né? Exatamente, é... É mesmo, vamos, né? É mesmo, vamos, vamos. Esse cara de computador, só... Eu já trabalhei com isso com o firma. Eu vou, vou ser que trabalhamos na prefeitura, Luide. É, não, eu trabalhei como o Tecniformati, que era uma prefeitura que a gente prestava...
Eu já estava trabalhando em uma escola pública também, mas você tinha mais amizade com os alunos ou com... Profissionários. Eu tinha mais aão com todo mundo, porque eu trabalhava no meu período, ficava em uma biblioteca durante o dia e a noite eu trabalhava na Secretaria da Escola. Mas era muito blog, era muito blog, era muito blog, era do professor. Não, amigão da galera. Roba, volante da mulher cadinha. Não era tão gostoso assim não, mas... Se fosse, roba, vou de boa. Não, mas tinha bastante, os colegas de trabalho bastante. A amizade do colégio de trabalho é uma parada muito estranha, porque dentro do trabalho, lá no escola, tal, mas porque trabalhou o trabalho em qualquer repartição pública, sabe disso? Você é conversa, falada da novela, mas você vê a pessoa no mercado? É um constrangimento. É um constrangimento, você precisa... Cara, é tipo é um pânico do CEM conhecido, tá ligado? É verdade. É um supânico do CEM conhecido, como você não conhece, me conhece, me conhece, me conhece, me conhece, e você tromba com a narroça de interação, porque parece que você é muito amigo da pessoa naquele ambiente ali, e se você conhece, você não está em idade. E se você conhece, você não está em idade.
Víramos conhecidos. Sim, e isso é muito bizarro em época de fim de ano que tem as confortemensação da firma. E você não tem assunto, porque tem que ser um assunto, se ela é aquela pessoa, é puta, merda, esse boleto salvo. É reclamado para trão. É, É, É… A pessoa é crente, por concurso público deve ter gente de idade muito diferente. Tem lugares que estão muito diferentes. No meu escritório, por exemplo, a pedagoga tinha 60 anos, eu tinha 25 anos, a outra, a outra, a outra… a outra Uma bagunça de diteidade, o que a gente falou? Profissorzinho. Não, porque ele era novinho. Porque não, não é porque não para a Nala, não sei se existe outros estáis, tem um todo. Fala com uma certa frescura. É que lá tem o PSS que, tipo, se você está estudando ainda na faculdade, você consegue pegar aula. Pode dar aula. Tipo, vinte horas, vinte horas de aula para... Pra ter um... E aí, tinha essa rapaziada, que tinha 19, 18 anos, a gente chamava desde os proversões. Entendi, você trabalhou, tinha muita gente, cara. Gente, é macho para cá, se é. Porque som.
Puta aqui, pare. Perajê que eu vou falar puta também. Só não visto. Não, não, não. Se tinha eu não conhecia. Suspeitas, eu não sei lá. Só no vestiário era entre 90 e 10 machos. Mostrei que era uma indústria. Era uma indústria. Pode trabalhar no meu indústria. Pode imaginar o tamanho. Era uma quarta seta que tinha lá. No... Na direita, para a esquerda, para só pílter o que é o outro. Se trabalhava vendo o pinto de inteira, então, é que era um exímero. Era um 40 minutos aí, que era pra você trocar de roupa, tomar banho, tomar banho, tomar banho… tomar Eu não tinha nada contra o que eu tinha. As Aséas de contas. É metida da porrada, com que fuz, cambada e eu to porrada. A Aséas de contas. A Aséas de contas. Onde foi a porrada? A A A…
Mas os asias que estão mudados não são mais... Não, mas esse gera meu amigo, gera meu amigo, gera brasileiro e tal. Era tão asiática, será. Era com o GFU, nunca. Era já mais moderno, tal. E essa repartição que você trabalhava, era o quê? Me checo com que exata também com... A lei estomabou-me com que me estro, assim, não. Me cane, cane industrial. Me cane, cane industrial, beleza. Máquina Zintostriaia. Máquinas Zintostriaia. Então, eu tinha que ter a gente... Eu tinha que ter a gente... Eu tinha que ter a gente... Tem que ter a gente... Tem que ter a gente... Tem que ter a gente... Tem a gente... Tem a gente... Tem… a gente Cara, ele é tudo isso. Isso é o brasileiro. Eu não consigo entender. Por que que o brasileiro quando ele vê um gringo?
Ele quer ensinar o gringo a falar com buceta, piroca. Eu não entendo, cara. Eu nunca saí fora do Brasil. Eu acho que é a fluência do gringo falando, peroca. Fica legal. Eu acho que eu vou comprar louca. Você já foi para vários países, mas também é aí, desbraco. Não me chama, seu pai do Cid. O pai do Cid, que já foi também. Você chega no Japão, o cara vai ensinar você falar, sei lá, pinto, em japonês. Sim, senhora, eu não vou saber também. Não está surindo. É, é a experiência de trabalho do meu pai, acho que é um pouco mais alto. Não estou a aprontar alguma, estou a aprontar. Conta uma história aí, que você lembra? Tem uma que era no vestiário, onde a gente trocava de roupa mesmo, não tinha um cara que quando era a meia noite, porque a gente era o trabalhador de noite, então ele não entrava sozinho no vestiário, ou para eu descobrir que ele tinha medo, porque ele dizia que tinha alma lá dentro, mal uma penada. Mal era uma pelada, não é?
A gente tem um armeite de fã, ele tinha meio de fantasma. Com quantos anos na cara? Todos. Mais velho do que eu, uns 40 anos. Um dia ao pronto, é horário de minha noite. Tinha um horário que a gente travou mora. Só o abenante, bonita. O horário também não é. O horário saque tudo, era 6 em 6 horas. Então, dia peguei, arrumei uma bolinha de goode e eu me escolhi o vestiário grande. Pega a membro. Você pegou que é uma bolinha de goode? É, uma bolinha grande, de goode. E se se soldou, não era o cheio. Eu fiquei, o outro parceiro que tava comigo. Já tá alguém. Se escondeu. E ele foi obrigado e trocar de roupa sozinho. Ele tava entrando... Uma penada lá dentro. Aí eu pegava as bolinhas, jogava no chão que era... Lidrilho, aí falhou... Aí ele... Aí ele... Eu sei que é você, Ricardo. Eu quero me assustar o cat. Mas eu já tinha marrado um fio de na ilha da Cresde Pesca. Na porta. E o caréolquinha tava escondido.
Daca, pô... Pegou e puxou a porta com tudo. Tua parte, eu aporta. E o cara saiu de quenca. O olho vai calado. O cara faz que morre do coração. O covco branco. Essa foi uma delas. Você revelou pra ele que era você, cara? Fostava a bolinha de um... Cara, o que não aguentou? A bola começou a aparecer o rindo lá atrás de uma coluna, ele se tocou. Cara, não trauma exotida, mas ele se enxigou de tudo que era. Aí, eu não macho. Ele era pescador, pescador, plane, quando estava a história para caramba, mas eu assistei ele, assistei ele. Ele não foi só uma vez, ele foi duas vezes. Duas vezes, ele pregou a peça. É, ele vai uma outra, agora que eu não lembro de... Meu pai é bom de sair de pegar dinhas. Mas... O outra vez a gente... Tem um canal no YouTube, ele perdeu dia. Se eu sou um filme... Aí eu fui trabalhar noite, então a gente tinha um local.
Especifico pra ficar a turma de apoio, no ano 8, tivesse alguma emergência. Tinha copa, mesmo, tá aí... Jogar a gente em um barracão desativado, provisório, né? Eu tinha olhado lá aquele barracão ali, da vonsônia de noite aqui, lá ali. Não podia dormir. Não posso falar no ar agora. Eu já estou aposentado mesmo, dormi para caria. Eu não dormi, eu carregava a tabua noite toda, quer dizer, era no nosso alho, que eu deitava. Aí tinha metade borraco, onde já estava desmachado e nos fundo tinham a caixa d'água lá em cima. E tinham cara que enchia o saco de todo mundo um minheiro, né? Coitado, já morreu. Vamos falar, Lámito. Viana, falecido Viana. Viana vai visitar hoje, mas como você... Eu peguei um latão de 18 litros de água lá da casa. Carreguei.
Tem a entrada do barracão. 18 litros de água. 18 litros de água. É, 20 litros é esse galão de água que a gente usa aqui. Não tem nada. É, mas o galão é. Cara, aí tinham deixado uma escada e eu subi, aí já tinha combinado com o parceiro dele, chamou ele ali. Ele ainda não tinha trocado de roupa. Aí na porta na entrada assim do barracão. O que eu sou, O que eu sou, O que eu sou… o que eu sou E fui lá pro bombeiro que era do lado, muito aquela no bombeiro. Com Deus, escondi. Aí começou a cozar um, cozar outro, em dois, doutiro a camisa. O pôr, ficou pôr, ficou pôr e molhado. A tirou a camisa, pôr no ventilador, xingava, xingava todo o amor. Aquele dia ele não trabalhou de raiva, nem o supervisou fazer ele trabalhar, também não teve serviço. E ficou a noite toda na sentada no meio, o filme nem o lanche não comeu. Pouco bravo.
Morde muito depois de muito tempo, porque eu falei pra ele, ele ficou doidinho da guia. Mas também jogou um galão de água na cabeça, mas ele era muito... Não, é outra, trabalha, enxer um galão, subindo o do telhado, o cachorro já estava lá em cima, subiga uma escada, subindo o telhado do barracão. Já estava tudo pronto, era só jogar, quando que eu não quero. Só veio a ideia, falei, pô, eu vou ver hoje que eu vou ferrar esse minero aí. Aí tinha um cara mais novo, um espaiol, aí um dia lá ele falou, foi você, ele falou, porra, foi eu queca, só pode. Aqui, nenhum dos velhos aqui vai subir essa espada, aí isso aí corre por cima daquele telhado, do seu urbco mais novo aqui, foi tu, ai eu conferecer pra ele. Com o difícil de arrancar, é uma confição, né? Primeiro que é a coisa que já se entrega.
Tem uma história que é interessante, porém um pouco constrangidora, para ele... Tá boa, você e mais sim. Não, não, nessa vez, porque assim esse setor ele tinha essas vagas limitadas aí para funcionar em horário comercial, mas no final de semana ficavam duas pessoas cada vez. Ah, de forma plantada? Exatamente, sábado ficavam duas pessoas em alguns períodos e sempre... Tô trocar o futuro durante o final de semana, mas eram sempre duas pessoas de cada vez. E aí um belo dia, durante essa semana, um dos funcionários estava já aniversário. E o lugar onde a gente trabalhava era um... Era o último andar do prédio, que era o prédio de quatro andares. E tinha ali uma sacada, ali uma varanda, que era bem grande de pessoas que fumavam e ia pra lá e a pessoa ficar com conversão de tal. E aí no dia da universidade desse cara, eles tiveram uma brilhante ideia de...
Esperar ele lá em cima e quando ele chegar se atirar o óvvus mesmo. Ah, de parabénio, não é? A tirar, nem botar. A tirar a batata que é braço. A renaçar. E aí o cara ficou, surja para caramba, tem várias alvadas e tal, foi embora para casa. Quando chegou o final de semana, a gente foi trabalhar junto e o escritório estava um fedor de ouvo. Acreditável. E era eu. Não, eles limparam, mas não saiu, cheiro. Eu acho que o cara surjo de ouvo, ele entrou e surgiu dentro de escritório. É tendo. E aí ficou eu e esse meu colega tinha tomado as ovadas. E eu não estava presente no momento das ovadas, então eu só soube da história, ele não tinha razões para estar pôr-to comigo. Só que isso foi, sei lá, na quarta-feira as ovadas.
E o planto foi no sábado. Ele tava puto ainda, só que ele tinha colocado a roupa dele pela avar e no sábado ele colocou a mesma roupa. Que mesmo depois da avagem. Com o cheiro de ouro. E aí cara, foi uma coisa muito chata porque ele tava com fredor, um suportável e eu era obrigado a ficar do meu zumbi de que ele eu falei cara, dá um jeito aí e trabalha lá fora, se faz alguma coisa. Tem que ficar afesso, a calça que ele tava não tava com o tamo cheiro, mas a camiseta tava insuportável, ele tirou a camiseta e ficou trabalhando se camisa. Ok, é, é, não é? Ok, é, só pra imaginar o cenário. Eu sentava no período de postão, só tinha duas pessoas, eu sentado no computador que forma mais
O Longe da Porta de quem entrava. E ele no primeiro mais perto. A gente estava bem longe um do outro, mas a pessoa que abri-se a porta via primeiro ele. Viu cara, sem camisa, de causa, e você, só você na sala. Só que só via da se endura pra cima, porque todo mundo tá doido. A verdade. E a gente estava lá, sábado, de geralmente a empresa era... Fechado, não tinha muito movimentos de funcionário e tal. E aí, por alguma razão, chegou o dono da empresa lá. Diretor da empresa. E aí ele abre a borde da um cara pelado trabalhando. E eu não sei. E eu fiquei no ser de nas outras, não está acontecendo. Ele é lá no falar das pessoas. Trabalhador maturista. Trabalhador maturista. Não está trabalhando pelas hoje. A gente trabalhou de dia. Eu já vim pra cá, já prescrito a dia, só uma canção várias vezes.
É, é comum, é a coisa mais comum do mundo na minha vida. Não salve, não é comum. Você sai para o restaurante. Ele já foi para Santos no ônibus, daquele dia, de cueiro. De cueiro, é, o dia do Femcausa, né? É, eu não pentei. É, mais tempo, hein? É, 6 anos, só. Foi de que era a louquinha, não? Já louquinha, mas que ela era. Não, eu fui de qual é a Cataçandos daquele São Paulo, a Cataçandos ninguém falou nada. Tem uma senhora de metrô, só que a minha vida... E vai falar, cara, não? Não, não. Eu falo, eu falo um cara parte e para cima de mim. Não, não. A velinha precisa ver qual é o que tem a sandaia, não é? Eu não sei, também. Eu só fico olhando, ele vai falar, quando o tempo. Porque ele é um colô manheiro.
O Braian falou uma coisa que me lembrou. Uma outra coisa que é essa confraternização de final de ano que você incrementava e tal. E o foda de amizade de trabalho é que você não tem essa amizade verdadeira, normalmente. Normalmente você não tem essa amizade verdadeira com o cara de trabalho. É só uma... É o tempo que você passa junto, então, não sei, precisa ser o seu colega ali, mas aí chega o final de ano e também tem muito daquele amigo secreto no trabalho. Isso é uma coisa ocupa. O amigo secreto. A amigo secreto das piores invenções da história do É de ter tudo pra dar errado em qualquer âmbito. Não, eu tenho o trauma de a Mixecreto. Deve ter sido americano. Não, eu tenho um trauma de Mixecreto que vem desde a terceira série. Foi a primeira vez que eu participei e tal. A AMA amanha colocou na cabeça dela que eu tinha que dar um presente muito bom. E, cara, isso é realmente sério e ser realmente triste porque eu tiro uma menina lá. A X terceira, a quarta série eu lembro. A AMA não dá um brinquinho de ouro pra ela, uma coisa chique, tá bonito pra mostrar que você se importe. Não importa com ela.
Não, mas você pode ver o seu que é o que você é um bom aluno. Beleza. Meu mãe foi lá, pegou um brinquinho e tal, chegou na hora da minha... Ah, a minha que você criou, eu fui lá, entrei e meia, minha mãe toda feliz, primeiramente a minha vida. Cara, eu ganho uma meia. Não, mas eu tenho uma pessoa pior. Ai, eu sempre tive trauma, a minha que você criou, nunca mais, a minha vida. Não, mas a minha que você tem. E eu fui obrigado a participar de a minha que você criou. No meu trabalho, que não foi na época do tempo de informática, que é pior ainda, que é aquela confraternização da firma. E sabe por que a minha secreta de trabalho é pior? Porque quando eu sei estudante, você tem a desculpa de que eu sou uma criança, sou imbecil. Então, eu não tenho dinheiro. Não tenho dinheiro na empresa, mas eu não sabe o que tu quer ser de um salário, por que eu não orquece. O cara para o salário. A galera sabe que você está recebendo o salário, então você obrigatoramente é que dá um 50 a lheza. Sim, até que dá 50 rádio presente. E eu tirei.
A minha patrô, cara. Ai, piora. Não, a minha patrô era uma comédia, cara, porque ela tinha uma filha, que elas não ouçam. Tipo, a filha dela era muito bombando. Então o telefone que eu vou ligar pra ela? Não, é bombando. E aí ela, uma vez, ela tipo... A menina ser lá, tinha 19 anos e a menina... E ela comprava sorvete assim. Ela achou que tava tudo na boba. A mãe dela ia lá e ia ficar, ai que bonitinha, minha criança 19. 19. 19 que toda babadinha, olha que bem ver, Fulano, não me deixei, não, meu Deus que fofia. Ah, a velha estava te dando uma dica, a tua bombadinha. Cara, mas era terrível, mas esse emprego do tag de informática eu sempre trabalhei com uma louca, porque é uma área, só tem balô, mas é verdade. Tem só um palco, que trabalhou comigo, que era a taxista que tinha de São Paulo, eu não sei qual a relação, de ser taxista em São Paulo e depois terminar como tag de informática no interior. Só que...
Eu cuidava assim com o Sostro e ele era o cara do rargo. Ele era o cara que fazia as montagens e tal. E a gente... Eu gostava muito dele porque ele era completamente maluco, mas ele era louco, ele não gostava de ninguém. Mas ele de mim gostava. E ela era muito safada, cara. Foi quando eu percebi que na profissão de tec de informática, pelo menos, né, há 10 anos atrás, se você não fosse malandro, se você não se previveia. Não, não, não. E ele gava muita grana, porque é assim, chegava com o cara, se eu Luide, eu tô comprando um computador aqui, então eu tenho que conseguir ver. Aí, olha lá, olha a faca, cara. Com o doador, tá? Ok, é que ele é lento, tá? Se ele é bom, Se ele é bom, Se ele é bom… se
Ele era uma caralhica, o cara e ele falava se o seguinte, o cara chegava e pegava e colocava minha memória, eu trocava um pé de coisa, falava rápido, mas se não trocar tal coisa... Mas ó, esse tu é HD, vai aqui em mar. 15 disso. Ele é um mecânico. Ele vai queimar e ele começava a contar que ele engerava do queimar Gadei, o computador pegava a fome na casa. E ele jogava com amor, os caras. Ele ganava muita grana no terrorismo. Ele era o técnico de informar com terrorismo. 10 anos atrás, a galera não tinha consciência. Mas ele não era o computador. No interior. Quanto estinha lá na Toça Teste? 2 mil. Essa nem era a salda e tararera. Mas de vizinha tinha 2 mil habitantes. Não, o concertador técnico. Ah só tinha eu e ele. Mas é uma quadrilha perfeita.
Eu tinha dó, eu fiz muito o trabalho de graça, porque eu tinha dó, se chegava lá, tirava um vírus, se você vir de cinco minutos, cara, não, toma aqui 50 contas, não, cara, não sabe, é errado, da minha opinião. Naquele época eu ainda perguntava a igreja, era creme, tava ficava meio que tipo, a consciência pesada. Quero 50 reais, mas Deus, eu me julgar. Mas é, mas é, uma galera engana, mas ele enganava bonitre, trocava seu computador inteiro do cara, assim, por lá, peça nada a ver, cobrava 500 contas, cara pagada. Porque ele era bom de lábria, ele era taxista. Ele era taxista aqui em São Paulo, cara lábria dele. Ele me enganava, às vezes. Então, ele é feio por isso que ele trocou de área. Porque como o taxista, eu já ninguém acreditava nele. Ele falou, vou fazer outra coisa, porque ninguém vê saber que eu era taxista antes. Tem uma coisa que eu aprendi durante os anos, que eu sigo em importa a profissão que você tiver. Se você for bom de papo, você vai ser bom em qualquer profissão. Sim, sim. É só você ser bom de papo. Não importa qual que é a profissão de papo. Só o papo. Só o papo. Só o papo.
Alíngua, só o papo. Só o papo, só o papo. Não tem aquele ditado que diz o papo todo dia, uma lândula e um otário sai de casa. É, é. O cara que é bom de papo é levantar, Luide. Não é o papo Cid. Pota como leva, vamos levantar, esse cara. É, porra, só faltar. Eu lembrei de uma agora. Eu lembrei de uma agora aqui. Além de Gerson, né? Eu lembrei de uma aqui, ó. Falei. Tinha no vestiário voltando lá aquele famoso vestiário. A gente ganhava papel toalha para se enxugar, né? Sim. Quando eu era um atirando do outro aí tinha um cara lá que começou a aberrar. Atirou o chefe, fila da pua. Atirou chefe. Não, a mãe não, a bisteca da mãe. O ambiente família, estou. A gente já com o chife. Tal de gastão, o molho, doido que eu já vi, um dia cinco horas, quase cinco horas trocando e roupa, tirou o chife, ele tinha levado na sacola, dois, um par de chife. A realidade, aí jogou por cima daquele armário, os querdiácio, não é? Eu acho que vocês conhecem. Jogo aquilo lá, puta, ninguém, mãe. Jogo o chife.
O chifo, que ele não levou a mãe dele, mas o chifo ficou rolando por ali, afrei o gavão. Gastão, gastão. Vamos colocar isso aí num capacete aí. Aí adaptamos, colocamos no capacário e eu fui pra noite, aí a equipe da noite, só conhecia de vez, tinha um cara lá inteligente pra caramba, o apelido dele era cabaço. Mão Mulo que eu já vi até hoje. Aí eu falei, eu acabo a se ter um negócio para te mostrar, peguei e levei o capacidade de ir. Aí adorou aquilo ali. Você tem que ficar na hora. Ele já morava lá em Santos, perto da zona, meu. Aí adorou aquele capacete. Não se contentou em ficar ali para ir dar risada, ele foi dar volta no quarteirão. Só que era de noite. Era de noite, portava meio escuro, né? Aí, aí eu pegava, eu tinha um cemissão. De um vigilante, ali uma cabine do vigê, perto, então. Aí ele passou.
Naquela pago-verviatura da vigilância. Vocês viram alguma coisa aí? Porque é que foi, porque não viginai que ligou, acho que tem algum animal, alguma faca, algum boi andando dentro da... Da fábrica, ele. Cara, só vi um chivo pra ver. Vem o escuro. Você viu como a história evolui, né? Foi um cara que não gostava que ninguém jogasse papel toalha nele. É um dia gritou o jogo. Calci, levaram os chivos. E foi parar na delegacia. Foi parar na cabeça. Não foi. Foi com a vaca. O cabaço foi de um vigilante. Vigilante que viu aqui no negócio de longe e bailou pra ser. Então, eu falo porra, acho que tem um bom... Foi uma vaca cantando aí. Não só o cabaço. Mas esse negócio é muito boa. O cara mais luto que eu já vi até hoje na minha vida. O cabaço? Pois que ele tem esse nome também. Com 50 anos lá na empresa era servido. Entrou de servido e saiu abaixo de servido.
Cara, 9 minutos que eu já vi até o sério mesmo. O que é o bacho de cerveja? Não, de zero de zero. Sente, não, não. O cara aí tra... O cara aí tra- de cerveja... Cara aí tra- de cerveja, e não importa, é uma função. Sim, é normal, o que é o cerveja? O que é O que é O que é… Tô em Núteo. Tô em Núteo, tá história 50 anos de filme. E aposentou lá. Trabalho, eu tô no meu terno, tá? Não, Não, Não… não é todo o bli do cara, é cabaço. Isso mostra que é muito louco, né? Ambiente que tem... Cabaço. Que tem cabaço? Que tem muito homem, junto e tal, dá uma história muito louca, né, cara? E eu fico imagino, será que tem ambiente que só tem mulher? Depois só tem mulher? Pior aí. A história é muito louca, ou será que...
Só que a foca é a Mulher se rasgando e bravo porque bota muita mulher juntos. Mas quando é voz, ficou da um beó absoluta. Eu estou passando mal. É sério, não é bem, não é? É, é, é. Em vez eu não lembro de outra história dele. Lembrei, contato também. Já emendo, já emendo essa, tá bom. A outra eu levava um lunch pra na na viura da manhã, eu tomei lá no serviço. Um buchão, cafézinho, então aí cada um levava um pôr-se com uma tega, tá? Eu tinha minha mãe que cuidava de mim, se o pipunho queijinho, presunjo, salami, né? Quem tem mãe, né? Quem quer? Sabi disso, não é saber bem, se. Aí tinha o zé americano. Amigo, Braian. O baianho é o branco de olhos azuis, mas é um olho azul que dava até mesmo. Ausia americana não é americana. Boa aliano, era baiano, cacê. Pô, você é exérgio, não vai ser americano. É exérgio, é um gringo levou o irmão dele pra lá, então ele multiplicava todo o cheio. Aí pegou a pílido dele. E ele era uma outra figura também. É uma cara que só fala da mesma ação. Sempre fala meu irmão, mas a irmão não sabe o que ele falou, aquilo não sei o que. O irmão dele era um puta de um pedi...
O gringo também era pede cana, aí dão casado junto com o amigo, eu vou, vou, vou… vou Aquelas baratinhas de plástico, né? Com preuma, puz no sandubro, já deu uma quebradinha. Quando ele viu, já deu a ponta pra ele. Ele falou, né? Tenho na boca aí. Por deu balão. Eu já salam, exerio. Eu adoro. Eu adoro. Eu adoro. A gente já, já, já… O cara deu um berro que a chefea que era de criada fechada até levar toda a cabeça. Aí saiu correndo para o vestiário, foram voos lá lá, ele tava vomitando daqui. Cara, não, é só aquele dia. E porra, Ricardo, mas aquela barata era de verdade. Falei um noque barata, rapaz. Comi o saldo, do meu filho, falar em barata. Não sei nada de barata. Quando ele jogou no chão, já escondi, pula. Isso daqui, eles que chegou, dá um cigarro e não tenho. Não gosto de cerveja, já acabou. O que você tem? Eu tenho um colírio, eu tô da pingadinha. Depois ele peguei outro, que tava de férias.
Eu não sabia a história que eu estava me peguei, foi a filha da mãe. O que eu falei? É um pouco de caixa aqui, pai, que eu contei uma história. Ou, Igor, vai não estar mesmo, pegou uma caneta. Muito bom, os homens. Não está aí, ó. Para usar Americano, o Cabaço, usar Americano então eu ia contar o seguinte, teve um rosto que acha que eu contei uma história, eu pôde que é sobre patrões, aí contei a história, um amigo meu com a pelida, ele é cacolé, cacolé, porque ele só comia com colher, com a colher, entendeu? E aí era um apelido bom, e tinha mais pessoas lá na... Onde você trabalhava o champelhido legal? Sim, o parafuso. Parafuso, parafuso. Por que eu para para agora? Lembra a razão do apelhido? Porque ele não era do meu setor, mas engraçado.
Eu encontrova com ele na pré-acoa-mulher, e eu não falava nada porque não sabia o nome dele. E a gente tinha muito cara que tinha perido lá dentro. Mas ninguém sabia. Não sabia que ele sabia. Então, eu não sabia o real, então... É, o cabaço. Espero que ninguém saiba fora também. Mas, de aí, qual cara do teu apelido? Eu, por incrível que pareciera Curiac. Curiac? O que que era criar? Mas este aí não pegou muito, não? Porque antes deu ir pra mecânica. Cala o com... Com o... Com o cara. Antes deu... Antes deu... Ah, com o cara. Antes deu ir pra mecânica, né? Com o cara. Eu trabalhei no homem charifado. Então... Tinha... Tinha... Tinha... Tinha... Tinha um... Pará e porra. Pará. Tinha uma série americana que era sólum e criaca.
Não é tempo de vocês. Era um loirinho, um outro moro. Eu andava sempre com um tal de ratinho. Parcero meu? A nota, ratinho. A gente andava sempre junto. Pai pra cá, pã. Porque quando eu iniciei, eu fui de off-seboy. A gente andava de bicicleta pra lá e pra cá. E aí o cara laveu com essa aí, o Curiá aqui, o Jornos. A galera sai. Eu não sabia essa história. Eu não sabia. Eu não sabia. Eu não sabia.… Eu não Aí o Paulo Loco encostou de moto, era aquela cara dele de louco, assim, tá? Doi o mesmo, doido do bem, né? Aí ele parou de chute, aí olhou assim, carinho, vou embora, porque agora eu vou pegar a tua filha lá a Maíra, isso aqui, quase que morre do coração. Era pivé, pegando ele, então ele foi emprestado para a sua juz, é uma época, aí fizer no lado de cima do futebol. Preciso, Paulo. Não foi dar um reforço. Não, Paulo. Aí ele mandou fazer a camisa do time de futebol, lado de cara.
Cada sessão tinha um time. Paulo louco, zero, zero. A dor der, que é o que? O aquel do Plino, o Plino, tinha um tal, um cara lá que era fã, um tal de Paulo. Aí ligou. O cara era fã. O que era o pilino dele? Não, esse era o... É, por que a gera foi? É, por que a gera foi? É, por que a gera foi? É, o que é? Aí ligou pra lá, fala por favor. Como fala a Fânio? Sele, sei lá. Por favor, Fânio. Como é que fala a Fânio? É a fã. Faz a gente isso por favor, mas eu faço a voz dele, né? Eu quero falar com Martinês. Eu quero falar com Martinês. Eu quero falar com Martinês. Aí o políneo fala a Paulo. Como é que você sabe que sou eu? Fala, Fânio. Pra que você sabe que sou eu? Parece piada, né? Parece, mas não é. O tio por o sangue. Parece piada, tio, Fânio.
Esse é bom, acessando com esse no pai do sangue. A pílida do cara é por sangue. E a pílida nasista, Igor. Não! Não, não, não, não. Calma legal, legal por sangue. Fala de um black teou black também. Mas conta a história do por sangue, não é esse que falou do que quer apostar o sangue. Ah, não, isso aí foi o Silvio Preto. Pode falar pra ele. Sim, no preto? Porque você pode falar pra ele. Tinha três silvios. Não falou black, pode falar pra ele. Tinha três cíbuis. Quando tem pessoas que são meus homens. Se não quer, se não ta carregada, se não vou prédio. Tinha outro que falava assim, e aí o nome, Negujai. Ele já falava, Negujai. O Negujai é um nome legal. Ele já falava, Negujai. Parece um sambista. São Negujai, né? Aí uma vez a gente tava por que lá pra formar tinha lugar específico pra formar. Aí ele chegava, só falava piada de negro, né?
Que é o Michael Jame? É um negão lá no cano. Fala, porra, meu. Só fica falando piada do iDNGão, cara, qual é a tua? Porthoe é o quê, cara? Tu é branco? Porthoe, cara, ai, vai começar a discutir os dois. Rascismo nas piadas. Os dois, Os dois, Os dois… Você tá empolgado? Eu não queria entrar nessa porta. Agora a gente... Agora tá mais respira. Respira, calma. Fala do microfone, se não, vai ficar de fície poditor aí, mano. O bairro vai ser ferrado depois, fala. Fície os pirofas no no deco do no deco, respirofondo. Desquece a pôr. Tive uma emergência lá e então criaram as equipes de trabalho de 12 horas, né? E eu entrei na da noite. Nós estava me jantando uma hora da madrugada. Pá, vai, papu vim. O Silvio, Silvio negão. Para se ver preto, é para mudar um pouquinho. Cara, cara, deixa eu falar, está com medo de falar preto.
Eu vou falar, não é o pílido do cara. Se eu for processado aí. Não, não é o apelido do cara, se eu for preto, qualquer coisa. Se alguém fala, pô, tá falando que é preto. Agora ele tá a gente liga, se eu for preto, pego. Tá em campinas agora mesmo. É mais liga lá, é o inteiro humano. É, faz o inteiro humano. Aí, começou, eu me disse que eu fui, aquela boca aí que eu sou sangue azul. Ô, é um negócio, pegou a mão. Olha, eu fui toa sangue azul, coisa nem, vamo apostar o azul de ter rei de... Logico, sou hibérico, né? É, é ó, logo. Vamos aposta o 10º, tercerão. Vamos fazer um corte e vamos ver se tu é sangue azul. Podes que tinha na mesa quase que morrer de dar risado e o negó ficou evocado. O cara não sabia o que ele era. Ele queria apostar. É, aquele era um cara muito simples, muito legal. O cara não sabia que seria o que era o que era o que era. Eu acho que sem realmente a sanha. O mundo pondo leia. Corta. Corta dentro. E aí eu vou continuar.
Porque a gente tava lá na Beira do Rio no trabalho lá e tinha uma fama que ali onde tava o compreço às máquinas era uma loção brada. E o não é? A volta tava ali de pimentinha. O Nele não acreditava nisso, mas só que eu preparei como sempre uma... Falei pro chefe, falou olha, a gente tinha uma oficina do lado e tinha as máquinas. Falo, mando o sio de sozinho pra lá. Ele tem medo? Porque eu vou tirar a permissão de trabalho. Nós tinha que tirar a permissão de trabalho. Não estava responsável pelo pedaço ali, porque a gente estava trabalhando e chegou pela floria. Eu vou mandar o Silvio e o Silvio e o Silvio. E vocês começam a falar de bula sem cabeça. Falado de bula sem cabeça. Aí o cara ficou de plantão na porta e o negão vem vindo. Vem vindo. Quando o negão vem vindo e falou, eu te falei que eu falo que ela pareceu aí e tal na beira do ir. E não sei o que. O negão ficou meia hora parado, só coisa regalada. Aí voltou, voltou com a permissão, o chefe já estava sabendo. Fala assim, vai lá e adianta o serviço lá que nós vamos ficar aqui fazendo umas coisas.
Só eu e o caréter, o chefe. Só eu, só você, vai lá. Já tá acumulando de sem cabeça. A gente pensando, a gente atravessou uma roazinha que tinha pequenininha, foi pro lado de lá. Cargalho, do jacuzão. Aí eu pegou um tambor vazio, joguei perto dele, boom, no escuro. O negão de saiu, onde tava a máquina pulou, você vai atravessar a rua num pulo só. Já entrou na oficina com o olho quase pulando fora. Ah, branco, já. Ah, aí o que foi negão? Por que que houve? Nada, nada, nada. Mas ele conta que era uma oficina. Você não dá risada, você faz, você não cê não ria. Você conseguia manter a postura? Conseguia, conseguiu. É que eu sempre fui um cara sério. Mas você não é que eu sou assim, também eu faço as paradas, não dá risada, não.
Eu vi cada coisa aquela, tinha um cara que estava afastado. É uma máquina disso. Ele ficava fazendo, porque ele ganhava mais como uma cumbeiro. Ele ganhava mais como uma cumbeiro do que trabalhando. Ele era uma cumbeiro? Ele estava fazendo. Foi logo que eu entrei. Eu esqueci. Essa é uma cumba. Até esqueci. Ele fazia o jogo de bicho. Pega o voce de cara e não mandava por bicheiro. A gente tava dentro do... como é que ia mandar? Apenas aqui, o joguinho saia. Na hora do almoço, o cara ia almoçar fora, que esé. Aí o tal de pepe falou porra, isso cara ganha. Eu mando ele receber o delegado. Mas isso era doidão mesmo. Mas o cara tá lá, e o cara... Na pintura, lá em pilha, numa porrada de lá, tá lá. Mas ele falou, porra, tu precisando, uma latinha de tinta lá em casa. O cara falou, tu é doido, a gente era quando saia, pra pegar os ônibus, geralmente era revistado, às vezes. Para não ler a hora de dar uma moçeta. Fula, eu saio com essa lata, e nem pôr o dentro da mochila, nem em brulho, na cara do vigê. Sério, na mão.
Não, Não, Não… Com a tua é doido, homem, fila da puta. E foi com a leta. O brasileiro, quando quer ser salado, né, cara? Que é esse doido, homem, fila da puta. Mas que é o embora? Qualidade máxima do brasileiro é essa capacidade de superar a necessidade de pagar o nó. O maior econido desenho brasileiro é o José Carioca, que é o balandrão. Você chega o Brasil e vai se alô, inventa a cura pucando. Não consegue. Eu achei que vai se alô, dá um jeito e você sair desse restaurante que tem 7 mil polícias lá fora e você vai passar por toda a zela e não vai pagar conta. É uma missão impossível por dia. Ele consegue o Brasil. Pode estar o limite prazer ler o seu dinheiro. Se ele for levantar, ele consegue fazer qualquer coisa. O cara era uma combeiro. E tinha satanás que trabalhava comigo. Esse aí... Esse aí... Porra, você não dava pra entender. Ele tomava cerveja contigo, hoje à noite, e tal, no outro dia de manhã ele entrava. E o que foi? O que foi? O que? Cara, porra, de novo. A cerveja dava... O que tava louco com ele, porra.
O Azeitona, o Azeitona era um baritão. Ele mesmo falava, porque me chamam de Azeitona, porque eu sou preto do armazinho do castelo. É melhor desapilhido. É a Deus, né? Eu não sabia que você cria da si presa, mas eu não sabia que você cria da si presa. Eu não sabia que você cria da si presa, mas eu não sabia que você cria da si presa. Eu não sabia que você cria da si presa, mas eu não sabia que você cria da si presa. Eu não sabia que você cria da si presa, mas eu não sabia que você cria da si presa. Eu não sabia que você cria da si presa. Eu não sabia que você cria da si presa. Eu não sabia que você cria da si presa. Eu não sabia que você cria da si presa. Eu não sabia que você cria da si presa. Eu não sabia que você cria da si presa. Eu não sabia que você cria da si presa. Eu não sabia que você cria da si presa. Eu não sabia que você cria da si presa. Eu não sabia que você cria da si presa. Eu não sabia que
O Paulo Gona é mala, não é mala, ele não é mala, ele não é mentira saber tudo o Gauchão. Não, tinha um pár, aquele Gaucho que era... O que era feliz do Gauchão? Tinha um que trabalhava comigo, não era Gaucho mesmo. Só que um dia eu cheguei de manhã, e falei, eu cheguei. Pô, então o cara ficou bravo, foi porra, não é, você não fala te lá, então cheguei, eu cheguei. Cheguei, eu cheguei. Cara, eu vou reparar, cara, não vou. Eu vou ficar braga, galera, vou falar com a cobera. Gaucho, ali era braga, ele usava traspunhal. Sabe? Sabe essa? Qual é o estouro do pionco? Ele pegava um puinho, atravessava no dente, pegava um em cada uma em terra, na barranco, pode colocar agora.
Qual é a história que a gente contara em trabalho? Não vai superar nenhuma história. Não vai superar nenhuma. Já estou com pé para cima com as cervejas na mão, só que as pessoas que eu não vi mais. O que era para ser um pôr de caresso sobre isso? A história de colegas de trabalho virou. Estouis o meu pai. Virou histórias do meu pai. Muito bem. Que manquem, que... Não, a gente tem que terminar esse podcast fazendo a chamada dos apelidos. Ah, se eu não tô aí. Lembrem uma muito legal. Mas tô numa apelida. É verdade, tudo que eu falho é verdade. Não tem mais história. É uma história que se lembra. Não, não lembra, não lembra, cara. Tinha um cara porque na hora de embora.
Cada um tinha os ônibus que levava pra ir. A coisa com os barros, né, os lugares. Aí tinha um cara que era do bombeiro, viajava no ônibus que eu e puto e o cara entrava, a gente saiu uma hora da manhã. Bom, tu já queria tirar aquela som, né? Até chega em casa, né? E o cara, bla bla bla, e a entrava falando, bla bla bla bla bla... Aí um dia a turma tava reada, ele entrou e ninguém falou nada. Não sei o que que eu, mas ninguém combinou. Quando chegou uma certa distância já na via cheita, lá ele levantou... Cambada de fila da puta, ninguém vai mexer em gaú, já vai mexer. Vai mexer em gama e porra. Ah, cara, tá bom. A todo mundo vai reclamar. Bom, mesmo? Ele era bom, ele era um mal ador de ter rio. Ninguém vai mexer em gama e vai mexer em gama e porra. Aí já viu, né? Foi até um motorista aqui. Escuta ali, isso é a pena dizer aí. Fá chamada, chamada. Cabaço. Zé americano.
Para Fuzu, Curiá aqui, Ratingo, Paulo Loco, Pula o Saingue, Silvio preto, Negujime, Satanás, Azeitona. Olha, dá um time de futebol bom, mas era sobrenome, mesmo, negra. 3, 4, 5, 6, 7, 7, 7… Paulo Oco, Paulo Oco, Paulo Oco… Eu não olho pra trás. Tu pode se dar mal. Eu não vi, não olha pra trás. Sei lá, aí ele falou, pode se dar mal, o cara vem por trafona. Tem um corpo fechado. Morreu com três facadas na subida do môr. Chega, mas é essa gente aí, seu. E seu, depois dessa encerramos mais um, não ouvo por aqui, com história de colegas de trabalho, com a participação do meu pai. Pai, pau, mas para o meu pai. Obrigado. É bem, então. Eu ia falar para o Sinal Fide, passeguindo o Twitter, e eu fiz, mas não vou nem falar. Eu só falo, olha para trás. Olha para trás, agora, inclusive.
A única coisa que eu vou ter foi o trinfoca. O único recado que eu vou deixar para a galera aqui é... Pé, tudo, tudo. Eu não sei. O único recado que eu vou deixar para a galera que está ouvindo é... Olha para trás. Pousou, o que foi? Bateria fraca. Bateria fraca do que? Do teu celular. Vamos ter que terminar o discop. Pênio escoup. Dá uma pausa no gravação. Deixa eu ver aqui. Valeu, do alemão, pai. Ah, valeu, mora, alemão, né?