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MEDO!! Todo mundo tem medo de alguma coisa e foi sobre isso q nós falamos nesse episódio do Não Ouvo! Medos “bobos”, medos especificos e fobias estranhas q a gente nem sabia q existiam…. Tempo: 46min Bancada: Cid Cidoso, Braian Rizzo, Igor Seco e Luide Edição: Daniel Bayer Capa: Davi de Oliveira
Resumo
O episódio é sobre medo, e a bancada (Maurício Cid, Braian Rizzo, Igor Seco e Luide) começa de um jeito torto: com uma tangente sobre velórios do interior e as rodinhas de piada que surgem durante a vigília. Só então chega ao tema e vai listando o que assusta: palhaço (só se estiver vestido), peixe, lagartixa, barata, aranha armadeira, altura, avião e a ideia de ser enterrado vivo, que rende debate sobre caixão com wi-fi e botão de emergência.
Cid e outros contam histórias pessoais ligadas aos medos, como o grito dentro de um avião em uma das primeiras viagens e o pulo de uma varanda para outra que assustou toda a família num fim de ano. Depois, um dos integrantes lê uma lista de fobias curiosas e esquisitas, de medos de palavras compridas a medos de objetos, e todo mundo ganha uma fobia sob medida. A conversa passa por hipnose, por frases tocadas ao contrário e pelo medo moderno de ver o dólar subir ou a bateria do celular acabar.
No fim, a bancada pergunta aos ouvintes quais são seus medos.
Destaques
- Digressão sobre velórios do interior e a roda de piadas na madrugada.
- Pulo de uma sacada para outra durante a ceia de fim de ano.
- Medo de avião: gritos na cabine e o voo cheio de crianças.
- Lista de fobias esquisitas, incluindo medo de palavras grandes.
- Hipnose, medo de hipnotizador e o desafio da frase tocada ao contrário.
resumo e destaques escritos a partir da transcrição automática
Participantes
Edição: Daniel BayerCapa: Davi de Oliveira
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Transcrição
49 trechos · 8.375 palavras
Transcrição automática, feita com o faster-whisper (modelo base). Pode conter erros: nomes, gírias e piadas internas costumam sair tortos. Na dúvida, vale o que está no áudio. Clique no horário de um trecho pra ouvir a partir dali.
A origem de tudo, no princípio Deus criou o céu e a terra. Pois na terra não havia forma nem vida, Uma grande escuridão cobria o mar. E o Espírito de Deus, Pai Rafa, sobre as águas. Deus então disse, Foi de avião, Eu segurei pela primeira vez a tua mão. Que punha, e aquele toque, então, se é um santo, de um janeiro, sim é verdade. E agora, que não ouvo mais um episódio aqui do Noo Ovo, e vamos falar uma coisa, hein? Esse podcast está demais, cara. Pode ter que estar demais. Eu saio nas ruas, as pessoas vem falar comigo, as pessoas vem me abraçar, vem falar, pô... Caraca, Braia, te adoro, eu falo não sou Braia, sou Cid, porque só conheço pela voz, e às vezes se confundem, a voz acaba confundendo menos o Luide que tem uma voz em cima. O Luide tem uma voz, que é um padrão, Luide tem uma voz de Luide. É um padrão, tá no equipe. Eles vão reconhecer pela Rizada, se já deva não barar, assim, se a escutora não. Mas sempre tá rindo também, cara. Eu tô muito acusada, que é um cara que adoro, Riz.
Quando eu não tenho nada para fazer, eu saco meu celular e fui escutando no Ouvo, só para a rede novo. Eu rio, eu estou risada da minha própria risada, eu me amo. É um lumpinha terrestre. É um lumpitinizado, é só. Meu sonho é colocar minha risada no rockin'-hill e ficar ouvindo minha risada. É que tem muita gente, sabe? Tudo mundo ficou ouvindo minha risada. E eu começo a arrito, não vou começar a arrito, meu sonho. Pota, dá uma hora. É alguém que encontrar num velório, então não vou nunca reconhecer nunca. Já mais. É que é improvável que a gente esteja aqui no velório. Então você é provável, Mestre, eu falo uns 25 anos que não vai em um velório, cara. Todo o velório tem a roda da piada. Por isso é um velório, é um negócio meio estranho. Inclusive...
Eu tive presente um com o mesmo do ano e eu fiquei meio que eu tento entender o que acontece no velório. Eu sei não o tema do podcast, mas velório, o artes, explica o que acontece no velório. E assim tem o morto. Então é que acontece do pasta. Mas pensa bem, isso também. Está dentro do conteúdo de medo, porque não basta a pessoa morrer. Não tem que ter certeza de medo. Não falou de medo aqui. Ah, essa não falou tempo ainda não. Ah, então eu já estou dando espolha. Mas já tomou espolha pelo tito, a gente faz essa cara todo isso. Eu acho que... Pois, ó, a companhia raciocinha na pedi. O cara morre. Aí ele tem que... Você tem que passar 24 horas em carano, a pessoa que morreu, tipo, não basta dar todo a dor, toda a tristeza, você tem que ficar olhando, ir na pům, orto, lá, papel, se definhando e chorando. Só que acontece nos velórios, pelo mesmo do interior do onde eu venho.
É 24 horas de velar, tipo cara morra, é 5 da tarde, ele é velada até 5 da tarde do outro dia. E aí cara, as pessoas ficam, tem que passar madrugada, velando, no velório, tomando café, lá em São Paulo. Comi, como não, eles comam, pão com portadelo, ou pouco carno. E aí chego o momento, que porra, se tá ali cansado, todo mundo naquela bédita e aí começa rodinha de piada, é os cara se reúne, assim lá no cantinho e começa com a tapiada. Cara, todo o velório no interior tem isso. Mas a piada é relacionada ao morto ou não? É, nos Estados Unidos não tem essa coisa, o velório deles não é eles, se reúram, né? É uma alegria, uma festa. Para relembrar. Às vezes, tá em dentro de casa, que tá? Eu acho o velório deles menos bad que o nosso... E aí não, esse é assim, é piada de bebro, piada de lourde, pé de capagá, pé de prô... Eu, inclusive, já participei de várias ordens de piada de velório. E é uma coisa meio deprimente, porque quando a piada é muito graçada, você começa a rir. E aí você vai relemando, meu rio, meu pai, cara, muito corrigida.
Não, Não, Não… Eu não sei o que eu vou fazer. Eu fiquei pensando, cara ali. Eu não devia ser tão afobados. Ah, tranquilo, Luide Rista. Olá, fiais ou vinte, não inutados. Não quer? Não inutados. Como assim? Não, a gente tem um diluto. Ah, não, eu estou com o velório. Mas vão ficar depois... Cara, já pensou, as pessoas começam a ouvir o Novo no velório. Ah, cê tá... Ah, é verdade! Vai evitar o rodinho de piala mais alisado. Vai até rodindo o podcast. O rodinho do podcast. Cara, bota, bota um fornizinho de ouvido ali no meio do velório. Ou bota um forno morto também. Pode ser. Você pode fazer isso para ver se ele... É, ele deve ser ressurgido assim, já? Se eles bota alguma reação. É...
Porque aí não já sou risa. Cara, não é um ou dois postes que tem o não salvo de morto acordando não. São várias. É, inclusive a utilidade do Veloid. E que é essa né? A minha mãe conta essa história, que antigamente... Terrava galera. Eles interravam, a galera veio. Então a questão de ficar vinte e quatro horas com morta, o Livelano? Partiu a cara. É, uma certeza aí cria. Se o hábito cria, se essa cultura e ninguém sabe mais por que. É por isso eu uso os lugares do Brasil, a pessoa já é interrada, a gente muda funk, a gente muda a cheia, que é pra morrer mesmo. Porque a mãe de Vente... A gente mesmo gosta do meu amor também. Se eu pra morrer pelo menos morrer. Não acontece igual uma vez que eu tava na... Passe pessoas em Braia que existem coisas pioras em se camouite, cara. Pelo menos acontece igual uma vez que eu tava dormindo na casa Luide e a mãe dele achou que o meu irmão não leite a morrer do... Porque ele dormiu meu beba dando sofá com o ventilador em cima e tentava gelado. E aí, cara, 6 horas da manhã, mãe do Luide gritando e morrer!
Eu estou no meu corpo na casa, uma corredora. Foi terrível. Foi terrível no nível, e não acreditaram. O Cid viu o corredora. Eu não gosto de lembrar de se dia. Todo medo. Ele disse, meu irmão morreu. Ele calma, mas eu estou bebo. Eu achei que ele faz uma hora em casa. Ele dormiu com o ventilador em cima. Ele estava gelado, botaram o mão dele. Está gelado. Tem que acordar o bicho bebo. Não acordava? É porque ele tinha que bater, chegar à rua. Seu bebê não, cara, não ia acordar. Seu tava tapo na cara dele ele nem chega. Qual por que o codor? Qual por que o codor? Total. Não, não, não, não, não. Estás morto? Bom, o podcast de hoje é sobre medo. Porque eu acho que todo mundo tem medo. Até aquele cara que se acha mais valentão tem medo, que não tem medo de nada. É, aquele velho medo de nada. Sempre tem um cara que não tem medo de nada, ele tem medo de barata. O cara que não tem medo de nada, ele tem algum medo que todo mundo tem algum medo. É, aquele estado na cara que tem que ter medo de nada. Tem que ter medo. Ah, não sei que o cara não tem como um. Eu tinha um cara mesmo.
Se conheceu um cara que não tinha cor, ele não tinha cor, mas porque ele tinha cor, porque ele tinha uma bolsa que era por onde ele fazia... Foi fazer trocar troca quando chegou a vez do Braian. É igual que a gente tinha uma bolsa que saía do... Eu tinha uma bolsa na barriga, por onde saía as necessidades de fios ao lado que eu se ele. E a vida dele já era muito triste porque não tinha coisa, só porque ele disse que ele não tinha. Ele não funcionou, né, Braian? Mas ele só era feio, ele era cara. Mas ele não era verificado, ele era muito triste porque ele não podia pedir pra ir no banheiro quando a aula tava achada. Só fazia, ele fazia ali mesmo. Não sei se você é triste, mas isso é bom. Mas não jogando do banheiro, mas não sou físico. Mas não chão da Guiana.
Ah, já me denuncia. Sou usar uma frauda geréata que é na fila. De pra fila cinco dias antes. Então, tranquilo, só ficar vigendo. Só ficar bocinho. E tá jogando a ria. É de boa. Enfim, acho que todo mundo tem medo. Eu acho uma suposição. Você que está ouvindo podcast nesse momento, deve ter medo. Já pensou no medo que você tem, né? Porque quando você fala, tem medo, a pessoa já imagina alguma coisa. Eu tenho alguns medos. Eu tenho alguns. Eu imagino que vocês também têm alguns. E o medo sempre traz uma história, porque se acaba passando com uma situação ou para você descobrir que você tem medo aquilo, que às vezes o cara tem medo não sabe que tem medo aquilo, ou então é uma história que a pessoa fica pavorada, muitas vezes sem motivo nenhum. Eu vou falar o primeiro medo aqui, que não é nenhum medo, já vou entregar outra pessoa, que é a minha namorada, que é Juliana, que ela tem um pavor.
É medo mesmo que já fez até como se fala, análise. A análise psicológica? É, ela já foi tentada se tratar porque ela tem pavor de peixe. Medo e peixe, já viram alguém com medo e peixe? Pio Chofobio. Mas vivo ou cru? Então, só cheia ela com. Só quando ele conventa, meu dedo, não é cruz. Não, pelo que eu entendi é que os medos são coisas específicas. Por exemplo, tem gente que tem medo e palhaço, mas se é o patatipa tatal, o cara não tem medo. Mas eu conheço um cara que tem medo e palhaço, mas se ele sabe que é uma pessoa vestida de palhaço, ele não tem medo. Quando não é? Então, se a pessoa já apareceu de palhaço, aí ele tem medo, entendeu? Ele tem que ver a forma humana da pessoa. Exato, ele tem que ver antes e depois para ele entender. Eu tenho esse medo com palhaço e... Com palhaço? E se o cara tiver só o cara pintado de palhaço de boa, o que? Passa, certo. Agora se ele tiver com aquela roupa tudo colorida de palhaço, cabelo, colorida. 100% palhaço. A gente vai sempre ser em palhaço aí e aí fodeu. Ah, eu fico muito problema. Caralho, no passo. Então tá vendo? São menos específicos que as pessoas
Eu não sei o que eu tinha. E aí, eu não tinha medo de pesco. Ela realmente é pavô, entra em marco, ela é sustadíssima. Por exemplo, feira, ela não passa perto da barraca de pesco. Peste morto também. Peste morto. Pelo que eu comecei a analisar dela, ela tem medo da... É, da cabeça do peixe. Na cabeça do peixe, a minha assa doura peixe. Ele morre, ele continua o cara do peixe. É aquela boca que ele fez. É legalada, aquela boquinha. Exada, é meio isso. É uma boquinha peixe, né? É uma boquinha peixe. Cara, mas tem, ó, convenhemos que tem uns peixes que tem que ter medo mesmo, né? Era uma amazona, a Záquia que tem aquele riozinho que... Pira o cul. Não, não, aquele peixinho que eu tô na oreta. É, É, É…
Ele deixa um monstro em potencial, ele pode... Então, é, ele faz sentido, a pessoa tem medo de peixe. Mas, assim, ela tem pavô de passar na frente, não suchar, por exemplo, la come. Então, assim, se procurando nema, assim se se sim, não. Não, desenho, ok, desenho, ok. O peixe falando está tudo bem. O peixe falando de boa. O peixe do biglub para ela. O peixe do biglub é ok, porque é a cara de humano, num corpo de peixe. Então, a gente tem que analisar que são situações específicas, que nenhum Igor, aí, falou do... E o Peste de Palhaço, meu Deus. E o Igor, ele ajuma a favorado Júter, total. E o Peste de Palhaço, Igor. Minha dúvida seguinte, por exemplo, se você for no circo, você sabe que vai ter um palhaço. Você vai ter medo mesmo assim?
Então, cara, o cara tem que ter medo, meu cara, tem medo de palhaça no surgo, o polícia, o polícia, o polícia… E a sessão está dentro. Meus dos dedos que se explicou, tem medo de palhaço porque, aí você tá tarde, é só para... Não, cara, bom parro, falhar, falhar, falhar… fal Com o que ele disse, com o que ele disse. Papé é o picado. A f� que foi a mulher, as pessoas que ele eu estava perto, assim. Ah, confete. Ele jogou em mim e aí eu tomia aquele cagasse, nunca me fui em cico. Aí foi medo, aí foi a virada assim, não agora você sabe? Aí foi a certeza, a pessoa luta que você chamou. Mas hoje você vê um palhaço e fica o medo hoje. Eu não vou se ir com o meu dedo, cara. Não vou encerrar. Mas, assim, por exemplo, tem um bau de confete. Será que você não tem medo na verdade de balde de confete? É, você a sócia com palhaço na nisso. É, vai ver se nem tem medo de palhaço. Vai ver o bau de confete. Eu acho que balde de infredo como homem. Não vou fazer nada. Fazemos nada. Palhaço, não. Tem algum medo, Braian? Eu acho que eu tenho.
Eu... Eu não sei onde ainda tem, eu tenho que ficar aqui, acabei de ter... Eu sei lá, eu nunca sem baterir. Perdeu com o baco. Não, quando era pequeno, eu tinha muito medo de lagarticha. Lágaticha? Que geralmente é uma coisa que as pessoas gostam, porque lagarticha ela comi aranhas e baratas que são... Não é lágaticha, não é? Que por isso não é mais medo do que as propós lagartistas. Mas quando era pequeno, eu adiava, cara, por eu simples fato de que elas são impossíveis de pegar. Sem aranha na parede, tu vai lá e matar aranha. Olha o lugar, é tão impossível. Ela joga o rabo e você vê. É muito mais rápido que qualquer ser um bom. Não, a gente não precisa falar da ponta também. Mas ela fazia de bora, ela fica lá os parede, andando de bora. Mas cara, mas um animal que joga o p...
O próprio rabo em você não é confiável. Se você tentar matar, ela vai pra ela. Não, às vezes de medo. Você chega pra fogir. Então, não é confiável. Não acha lagati de fofinha? Acho que ela tem mais medo de você, do que você dela. A gente tem mais medo de você. É a frase que presserem a morte. Exato, não, ele tem mais medo. Eu caixou igual que o braço. Mas outro medo que eu... Eu tenho baseado o tempo naquele que Luide falou e na frase que você tem a morte é medo de se interrado vivo, todo mundo deve ter. Sem terrado vivo, todo mundo deve ter. Mas que medo, especifico, tipo, eu tenho medo de morrer em gravidade zero, tá ligado? Eu tenho medo, tenho medo. Mas é a minha som de medo de estar acorda, e tu tá nunca. Não, mas assim, não é dar medo, é que assim, não sei se você realmente tem medo ou não. Mas eu não sei, mas é uma sensação que eu imagine, de deixar a voz. Então, a morte também seria. Eu tenho medo de morrer, eu tenho medo de desmorrer.
De desmorrer, que está vivo na verdade. Desmorrer e não poder sair do cachão. Então, mas é o problema da... Tem gente que tem medo disso mesmo. E quando a enterrada pede para ser enterrado com o celular... Olha, eu não sei se pegaria embaixo até a celular. Dependendo da operadora, não vou se estar longe. Mas as vezes não pega nem fora. Não tem de fora. Você vai além de morrer, vai morrer, passando ravena, tendo de ter que ter que ter que ter. Tem caixão que é feito exclusível para cara que tem essa fobia aí. Caixão vem com a antena. Caixão com aify, caixão com... Sei lá, com... Com uma comunicação tem botão de emergência no cachorro. É, eu vou mais sério, o cara paga uma puta grana pra ter... Sera, pra uma coisa... O pior é a ideia, tipo assim, se você for cremado, você não vai passar por isso. Mas eu acho que vai, por favor. Porra, eu, aí, meu medo... Meu medo é você, pra outro medo, cara, que é sequer, do que, mas não vai. Mas isso vai ser muito rápido, não vai. Não vai ver um pozinho muito bonitinho na estátuação. É uma boa alternativa, quem tem medo de...
Sim, errado. Só vai cremar. Só vai cremar. Não tem botão, não gasta de entanto dinheiro. Acho que é melhor até... A melhor altura também. Mas, senão, não é que é o nosso senhor amido, que nem a gente tá no monon dar aqui, eu vou na varanda tranquilamente, tal. Mas se eu tivesse lá no vigésio mandar, que é onde eu moro, às vezes eu olho ali pra baixo, às vezes, mas não é do nada. Às vezes dá aquela da coserinha atrás da coxa. Dá. É, é, é, é. Dá uma conselhinha que atrás da coxa, você vai... Não, estou confundado. Não arrepio na espinha, muito fora da um negócio que eu sei. Não sei o que acontece, mas assim às vezes, não é? É quando eu acho que eu olho especificamente para um ponto que eu sei que está longe. E aí, opa, dá um negócio assim, não barato. Uma coisinha ali que acontece. E mesmo... Desculpa, te cortar mais ou menos, tenho medo de altura. Eu lembro de uma história agora que teve um natal.
Não sei se era natal, ou novo, enfim, mas reuniu em família, de final de ano. E o meu tio era a pessoa que eu conhecia, que morava mais alto, que eu já conheci, que era o décimo quarto. Isso em Santos pra mim era muito alto. O meu do Tararé, o cara que morava mais alto, eu quero que morava na pão da Serra. Tá essa mais alta lá, tinha dois andantes. E aí ele morava no décimo quarto andar? Hoje eu moro no vigésimo e eu achava que era muito mais alto desse mu quarto, dentro do que o vigésimo dia. Mas enfim, ele... Eu moro no décimo 4 no meu tio e ele tinha duas varandas. É tipo uma varanda na sala, é uma varanda no quarto. E aí a gente estava do lado de fora, tal os mais velhos bebê, meu pai estava, eu tomando uma cervejinha e eu ali tinha o de ver a 14 anos, mas no menos, um ano para cada andar. É um ano para cada andar e aí meu pai falou assim, eu duvido se pular para outra sacada. É uma coisa que o pai fala para todos os filhos. É todo o que tem que ir.
De uma sacada. Se eu escorregar, se eu ia cair do dança e um quadradonário ia morrer. Nossa, eu não mais bonita. Por nada, entendeu? E aí, seu pai aí agredita lá de cima. Ah, só eu falei que você não conseguia ir. O grande problema foi que na hora que eu pulei, que você pulava numa sacada, você saía. Do perímetro de visão das pessoas que estavam não nesse cómodo. Então as pessoas só viram o pulando, não viram pra onde eu pulei. A minha mãe estava olhando, estava me vigendo. Na hora que eu pulei, cara, minha mãe pula no chão. Sabe quando a pessoa apaga o sistema? É alguém desconfigurou? Descatera, agora de epite. Ela caiu no chão na hora que eu pulei, ela carojei. Ele morreu.
Eu não vou morrer no matáculo, eu vou sacar nada. Então, eu não vou acreditar no meu painel, ele vai sair do quarto, que eu pulei, apareci na sala e falei, ahahahah! Jura! Que belafé a estresse, cara, acabou. Com o Natal da Família. Acabou com o Natal da Família e olha que eu tenho medo de altura. Não sei como é que eu pulei, enfim, eu não lembro de ser história. Agora, achei importante contar. Mas, mediatura é o medo comum, cara. Acho que muito mais comum. É o mais comum, né? Agora, eu tenho muito medo mesmo. Mediatura é um cara. A avião é uma parada que eu não acostuma um medo de altura. Não, eu não gosto do avião assim. Tipo, eu até procuro ter alguns blogs que eu acompanho, alguns canais de caras que trabalham com a viação, que explica como funciona a alta tecnologia. Explica isso.
Não, porque eu acho que você tá uma segurança, é porque é uma coisa assim. Caio um ônibus e mata 24 pessoas, tipo assim, ah não, beleza, fome o acidente. Caio um avião desliza na pista, meu, toda a mídia cubrindo. Então é um terrorismo que se crie e você vai ficando com medo. Então a primeira vez que eu andei de avião, cara, foi terrível, porque tipo chegou o caipira lá em Curitiba, a gente chegou no porto lá na fome supera. Aí eu estava com dois amigos no meu da internet. Aí a gente entrou no avião e eu gaguei o medo, o medo, o medo do blado e aí foi fazer a despreensualização da cabine. Que sai aquele arzinho. Aí eu sentado assim na cadeira, os dois brotos, meu do banco de trás, foram usando, mas caralho, começou a pegar fogo no avião. Quando eu olhei, vi aquela fuma, se eu... Mas eu deu um grito assim, tipo se eu não consigo explicar o meu grito, fomos desespera, assim que eu vou ensinando...
A gente vai começar a arreitar o mundo olhando pra mim. Foi a voz do Naveão e isso foi em 2009, a gente tá indo em 2015, 6 anos que eu vou, eu não vou muito, mas pelo menos uma vez, por ano a gente vai por evento. E cara, eu odeio viajar e a ver, eu não duro, eu vou soando, eu volto suando a minha mão, para a pareça uma lagoa, assim, de volhar. Mas eu foi a sentido também, medo de a ver muita gente tem medo, mesmo porque o avião... Tem tudo pra dar errado. O avião na verdade, eu acho que toda vez que a gente consegue completar uma viagem foi sorte. Eu sou o escala plau, tem um ache bonito, eu aplau do junto. O escala é coisa prega, ficar plau de novo. O cara, uma luka acabou de pousar, uma parada de ferro e cron de ar. Ele podia se posilar. É, mas como se fazem, não se fazem. De combustível no chão e no explodiu. Você tá vivo, você acabou de andar. Não, cara. Imagina isso, em 2015.
Não, agora imagina, os primeiros voos de avião, o que que as pessoas tinham na cabeça de entrar em uma porra dessa? O acidente era conseguir pousar, né, cara? Que então, é o acidente da certa? Ela ficou vivo! Que é coisa mais improvável que poderia acontecer, é da certo. Será que é por isso que o nosso undergarro de japonesa era um caminco, porque ele sabia que não conseguiu pousar? Aí já explujava, ele ganava de ver. Não, problema menos, né, cara, diz que usar a maioria dos acidentes acontece na decolagem e na... E na Terri Sagem, eu toda vez que vai decolar, eu fico... Repetindo em voz bem baixinha, assim, mas nem lembra... E quando pôsas, eu pego meu pé e aperta ele no chão, se eu saia quando você tivesse freio num carro, eu faz a César exercício mentalmente, assim, pra me tranquilizar, eu só sou uma coisa de ateu, sou uma coisa de ateu. Não tem ninguém pra rezar, então eu apelo pra ter que fazer uma bens ali, fazer um simulão da cruz, não fica apertando um pedal, um rife, não tá vendo como é ruim, o que é ateu? Tá vendo como é ruim, o que é ateu? Eu ainda controle, eu já pego...
Eu sou uma pessoa que me dou com a minha idade. Eu, cara, olha, eu não sei o que é que está devido. Porque é que está devido no flio de verdade. E foi tipo a salva, né? 45 minutos, mano, mas foram os 45 minutos mais terríveis a minha vida. Porque eu sou redrosa. A mulher do meu lado me adrosa. Aí o marido dela tentava calmar ela, mas ele tava igual eu. Ele também não era o corajoso. Então ele tava caindo na pilha. Então tava nós três assim, olha, meu Deus, está enraindo, né? Está estranho. Porque a gente... Olha lá, para cancelar o serviço. O cara foi o Gível. O Gível. Eu fiquei um avião com três turmas de alguma escola de inglês que estavam muito fazendo intercâmbio. E aí era um avião cheio de criança, eu e mais uma meia doze de pessoas que na hora desse colo.
E aí era muito engraçado porque cada vez que haviam fazia qualquer coisa, a crençada gritava. Mas é que para a crença também tudo é festa né? É, tudo é alegria, tudo é. Não tem medo de avião. Primeiro avião que eu peguei, ah não, não foi primeiro. Mas tem um avião que eu pego às vezes, que é um avião que faz um voo curto de porto alegre e até pelotas, que é um voo de 25, 30 minutos mais ou menos. E avião bem pequeno. Então o Luide é gostado de conhecer. Então ele parece que ele tem um fuzca de encadasa. É, por ser ter ideia, o Luide é um bimotor. Credo, cara, para uma ordem. Bimotor. Ele tem um fuzca em cada asa. É, um bimotor. Mas esquece, o teco teco é melhor para viajar. Não, o teco é ser. Ele consegue planar pelo menos. É melhor, cara, ele conta o teco teco. Todo dia tem uma notícia no matogrosso que caiu uma porra dessa... É, aquela delas. É, É, É…
Aquelas coisas, a gente não sei o que eu estou falando também. Aqueles casos de pessoas que estão voando de noite e acabam vendo algum óvine. O cara que tem medo de estar até resta, é o medo como o outro. Esse foi o medo que a sombrou a minha infância de ter nível assim, de esperar de uma drogada acordar, gritando de que eu tenho mais medo de ter hoje do que antes. Porque agora eu tenho Discovery. Tem umas histórias de ver o risto? Ficou muito bem, mas eu não sei se eu não sei se eu não sei se… eu O que é O que é O que é… o que Era só se tipo ratinho e a lava fazer caras com o mertura sensacionalista, mas era tipo... Mas eu não tinha que falar... Mas eu não tinha que falar... Eu não estou brincando, aconteceu, tenho certeza absoluta. Cara, mas eu só... Eu só imagine o tipo... O alho, isso aí do planeta dele... E eu fui recebendo ordem, assim... Não, você vai para a terra, eu comprei uma grande missão. Aí cheguei o alho e acabou de ter uma cara... Eu era cá, Eu era cá, Eu era cá…
Já não vou pra ele chegar, eu não vou pra ele chegar, eu não vou adorar, eu quero pra conversar, ele fala, não, entra na conversada e tal, ele é explicar. Mas não, ninguém conversa, eu tô não tenho medo. Essa é que é um dos problemas do medo. Aí o cara tem medo, já ataca antes de que o caro.
Tem muita gente, tem medo de barata, por exemplo. Eu não tenho desse medo. Cara, eu entendo. Mas agora eu me fez pensar, cara, porque as pessoas tem medo de barata, mas geralmente é barata, tipo só passa assim. Só para... Aí é barata. Aí você vai lá e tem que tomar tá barata. Não, que a pessoa fica... Puta com a barata, não é verdade? Aí ela puta com as estências da barata. Aí ela acha que a barata é mais uma barata. Mas uma questão de nojo, cara, eu tenho nojo barata. Eu vou dar uma barata no meu caso, eu ficava com o povo. Eu não tinha barata na minha perna uma vez. E aí eu tomei em puta susta porque eu acho que era uma lagarticha aí quando eu vi com uma barata. Ok, é bom. Fica aí. Mas, era o Igor, né? Quais foram barata na barriga dele? E ele acha que era um palhaço, né? Eu lembro a vez que eu tava jogando o joguinho celular de noite assim. Aí uma barata posou no hotel de celular. Caralho, que era da porra, eu tomei um cagasse aí pulando. Então, o que ele juro de matar em certo com o dedo? Então, mas em certo, não é medo? Então, em certo em geral é um bicho assustador, né?
Eu tenho problema. O que eu fico com o inseto, cara, é que ele desafia a gente, desafia. Ele sabe que ele não sei superior a você, apesar de ter um décimo no tamanho. Então, um décimo não é muito menos, assim, o que ele sabe disso. Ele tem noção, então ele faz de tudo na tua cara, que é para você ser humilhado. E a maioria deles boa na cara da gente. Boa na tua cara, o penilongo fica a voar na tua cara, vai no teu ouvido em madrugado, que é para o seu ouvido. Quando você escuta um zuzudo penilongo, ele diz um ano. O que te encher o pássio? Só tá passando pra eu, só tá lá no outro lado. Cara, mas eu voltando ao interior, eu, por exemplo, para a Aranha. Aranha é um bicho todo mundo tem medo. Mas o meu medo de Aranha, quando a Aranha é um medo real.
Porque no interior do Paraná, eu acho que no Brasil toda é uma das arenas mais vinauas que a gente tem, que a Aranha Armadeira, que é uma Aranha que ela não faz teia, ela não faz linha, ela vive... Ela vive muito em Badaná, o e-pete café. Eu acho que já contei essa história. É que a minha casa era bem, tipo, entre um Badaná e um pete café. E cara, era incrível como a Aranha Armadeira na minha casa, era uma parada como um, tipo, altas vezes eu doutar, por exemplo, deitado no sofá, eu olho em cima, tem uma... Big do Maré Madera na curtina. Como você sabe que ela era veneno? Não sabe porque ela era madera. Porque ela era veneno. Não sabe que ela era madera. Porque ela era madera? Porque ela era veneno. Porque ela era veneno. Porque ela era veneno.… Porque ela era
Se entiram com a coisa, ela levanta as porcaré horrível, a visão da morte. E ela não corre, ela meio que dá os pulinhos. É um bicho do mal. Foi um ser feito só para causar o pânico nas pessoas. Ela é um bicho de um copo de chope. Ela anda assim, ela não é pro lendo e com salvo. E ela levanta as perninhas, eu nunca graças a Deus, nunca tomei picado. Mas super era forte, porque a gente tinha que ficar passando o veneno, tinha uns esquema, tipo, criar galinha, tinha muita gente. A gente tinha que... que era tanta aranha que criava galinha, porque a galinha é cómia, as aranhas. Bom, a gente se está falando, saranha é cómia uma galinha, véi. Cara, ela mataria uma galinha. Não é um rítio, é um rítio. é um rítio. é um rítio.… É
Você tem medo de aranha, porque é que tem cara, eu realmente... Agora é me assado pra arranjar. Imagina, uma pessoa que tem medo de aranha, está ouvindo podcast nesse momento. Não, Não, Não… Eu já estou com o araco no fubirg, é só isso. Então, tem rio. Pois é, caro, temos medo, assim. Tem um filme chamado do araco no fubirg. Tem, tem, tem. Esse filme é terrível também. É, são pessoas comer. E aí, isso me lembra outra coisa também, que são alguns medos que a gente nem sabe. Que alguém pode ter, né? Porque às vezes se tirar sal, que nem ajude, eu tenho medo de peixe, é, eu fiquei te num sal dela, ficou puta, porque ela realmente é merda e tal. E aí tem alguns humedos que a gente não sabe que existem. Tá, né? Algumas fobias que a gente não sabe que existem. E aí, lembrando disso, eu fui procurar um poche que eu não não salvo de 2009. Não poche que é algo. Um pouquinho antigo. Foi da mulher daqui que eu fiz uma lista de medos.
Digue fobias que existem algumas fobias esquisitas. E eu acho que é interessante darê, porque a gente até tentar imaginar isso aqui. Por exemplo, tem uma fobia... Porque é a flatuz fobia, que é o medo de liberar flatulência. É o medo de... É o resumirão, medo de peitar. Mas é que tá, não é? Não é o medo de receber um peido, não é esse? É o medo de você peitar, entendeu? Então, você tem que ter uma pessoa peça, ela percebeu? É, é. O pico dela tá vazando pelo peido, eu não sei. Mas quer dizer, você tá aqui, mas... Imagina que você tá aqui. Você fica com a vontade de peirar, incontrolável. Você vai ter medo de soltar um peito. Você está a pessoa a sensação social. É só jogar. Fala, nossa, que nojo, ponto que pariu. Então eu ainda costei conhecer o peito. É, se isso tem a mesma coisa. É, você tem a mesma coisa. É, você tem a mesma coisa. É, você tem a mesma coisa. É, você tem a mesma coisa. É, você tem a mesma coisa. É, você tem a mesma coisa. É, você tem a mesma coisa. É, você tem a mesma coisa. É, você tem a mesma coisa. É, você tem a mesma coisa. É, você tem a mesma coisa. É, você tem a mesma coisa. É, você tem a mesma coisa. É, você tem a mesma coisa. É, você tem a mesma coisa. É, você tem a mesma coisa. É, você tem a mesma coisa. É, você tem a mesma coisa. É, você tem a mesma coisa.
Tem outra aqui, deixa eu ver, uma legal aqui. Tem a... O que topobia? Alguém tem ideia do que é? Medo de pôr do vilão do meronho. Fácil, o que topobia? Medo de octógones. Quase, é o medo do número oito. O medo que a Alemanha faça o ItaVogô. Eu fiquei com esse medo. Com o mundo, que é o que é o meu? Alvendo que a tela gente tem. Às vezes você acorda, acorda de madrugada ouviu no avós do galvo. E lá vem ele de novo! Eu não passeio! Eu tenho uma muito legal aqui, que é a nipofobia que é o medo de japonês. Cara, eu tenho medo de japonês. Que se a pessoa tem nipofobia, não é japonês, tá fudida. Eu tô velho pro japon, cara. Um nipofobia com o que nós nos japonês. Tá fudido, porque ele vai levante. Não é fudido pra japonês, ele não matou as horas. Ele não patilha esse japonês. Mas não é uma pessoa que tem medo de peixe íte de japonês.
Porque é o único lugar onde ela poderia comer peixando o rastro de japoneses. Ah, isso aqui não pode dar pra fazer as duas, né? Ah, mas se você parar de pensar tem medo de japoneses, às vezes até aceitava, você vai ver... Ah, aqueles de polvo. Eu não sou a gente que todo que não velho, acho que todo japonês tem medo de japoneses, porque ele já não faz, que ele só vive incomroboso agora. É, não tem medo de japoneses, a gente não tem medo de japoneses. Cara, tem uns medos, esses são inexplicáveis. Por exemplo, dextrofobia. Que é o medo de objetos do lado direito do corpo. Pode ir com a bolada, tem isso, né? Tem você só tem medo de objetos do lado de não faz sentido. Não, isso me é do... O bandido te ameaça com a faca. Quando ela é direita, você te mora. Você fala a esquerda, tudo bem, é, não sabe, tem. Você explicar, tipo, tem outra que, ah, esse é o Luide tem. Olha, achei uma fobia que você tem, que você nem sabia. Havia uma fobia. O bofobia?
Sabe o que que é um ouvo fobia? Medo de mendigo, sei se é isso. No caso do Nio mendigo que tem medo dele. É a mendigo que tem medo dele, é verdade. Ele tem um beba do fobia. Ah, dessa aqui também é complicado. Gene Ofobia. A advinha do que? Medo de se agilinhar. Medo de contrar o melão para dar mais. Não, tem mais. Gene Ofobia, um medo de manter a cabeça erguida. Que porra de medo aí? Mas cara fica corcunda e... É, não sei. Acho que é a cara que não sei, não sei, olha. É que é que parece estar sempre de presa. É sempre, é sempre. É um cara com baixo ao estilo. É, o cara está sempre o problema para baixo. E tem uma das mais famosas aí, né? Vou até que... Leia pausadamente que é essa difícil. Que a hipopotomontrocesque...
Pedafilio Fobia, que é um medo de palavras grandes. Esse é o medo mais final da puta que existe. Você não pode falar, você não pode falar que você tem esse medo, porque é a palavra gigantesca, velho. Esse é uma pessoa que pergunta uma pessoa que ela tem medo, ela buga. Ela começou a explorar. Ela achou o azul. Pois é, não tenho que falar. Deixa eu ver mais uma, só mais um aqui interessante. Cara, a lista é muito gigantesca. Tem muita fobia nesse mundo, cara. Olha isso aqui, olha. Olha isso. É muito a fobia. Só que tudo é fobia. É muito medo. É um posto não. Só que tudo não souba. Chegando isso. Tem mais fobia do que um pouco mais cadolheta. Quem quiser procurar no Google aí, ficou curioso, procura a lista de fobias que te deixam com medo de ter medo. É um ótimo nome de fobias. Tem fobia de fobia. Acho que tem fobia de pôxas com um amistreio não salvo.
Tem, por exemplo, o heterofobia, tá aqui, ó, caiu aqui, o que eu botei, heterofoquimero, tem medo de heterosexual, né, existe também. O pilofobia que é medo de arma de foco, cara, qualquer coisa que eu bota aqui. Ah, medo de arma de foco. Que é letra que eu bota, cara. É o que mora nos as que eu tenho bastante medo, viu? Tem vi um caso, uma vez, cara, a minha mãe levou uma amiga dela lá em casa, quando morava com meus avós ainda. E meu avô foi brincar com a amiga dela, apontou pra ela uma espigada de chumbi, o senhor diz o era. Desuera, tipo, eu estava com a espirada de chumbi na mão, apontou pra mim, a mina de maior. Porque ela tinha uma história de na infância. Ela tem mata Dom Bicho com a arma do pai dela, tu lhe adianta. Ela matou Mbicho? É, ela foi brincar de por sladrão e roubou a arma do pai.
E atirou num bicho que você queria e matou, ela ficou traumatizado. Puncha. Cara, é mano, esse poxa que ele tem tanta coisa que dá pra brincar de que fobia você é. Só fazer uma poluíde. Claro, joga. O Luide vai ser esse aqui, ó. O Luide é o literal fobia, medroiletras. O Igor é o dromo fobia, medo de cruzar as ruas. Braian é o... Eretofobia, medo mórmido de sentir dor durante relações sexuais. Olha, Braian, você é o que eu não sei porque não tem problema. Você é o pior. E tem o clássico também, além da palavra gigantesca ali, que é o Fofobia. O que é o Fofobia? É o medo de ter fobia. É o fobo-fobia. Você tem medo de ter fobia. Como é o psiquiatriano? A lá está meio saindo. Vou falar, a verdade, a galeta, com qualquer medir. Não é foia, tomar no curto. Existem outros medos de repente que não existem nessa lista, por exemplo, mas que foram originados por causa da tecnologia atual? É o que mais tem, imagina. Eu tenho medo do atendente da Nética. O senhor, o senhor quer dizer que não, mano. É que você tenta explicar.
Mil vezes, o que tá acontecendo, eles não entendem. Não quer ir peguer no medo, uma ansiedade, um terror, que você tá chorando. Mas hoje em dia deve ter tipo o cargo ofobia, medo de acabar bateria do celular. Então, eu dei uma notícia, antes ou antes, de uma mulher que ela tem medo de Wi-Fi. Então, o que que ela faz? Ela comprou uma roupa, mandou fazer uma roupa especial, que libera todos o Wi-Fi do corpo dela, que é para nem Wi-Fi bater nela. Eu queria ir para o wifi bater em mim e a mulher que eu vi todo hoje para a gente dar casa, o continho especial também. Continto especial para não vir o wifi. É legal que a galera engana ela, fica vendendo essas coisas, ela acredita.
E enfim, tem mais alguma fobia aí que eu acho que faltou falar alguma, alguma... Eu não tenho uma fobia, meu, alguma... Eu não tenho uma fobia aí, meu, alguma... Eu não tenho uma fobia aí, meu, alguma... Eu não tenho uma fobia aí, meu, alguma... Eu não tenho uma fobia aí, meu, alguma... Eu não tenho uma fobia aí, meu, alguma... Eu não tenho uma fobia aí, meu, alguma... Eu não tenho uma fobia aí, meu, alguma... Eu não tenho uma fobia aí, meu, alguma... Eu não tenho uma fobia aí, meu, alguma... Eu não tenho uma fobia aí, meu, alguma... Eu não tenho uma fobia aí, meu, alguma... Eu não tenho uma fobia aí, meu, alguma... Eu não tenho uma fobia aí, meu, alguma... Eu não tenho uma fobia aí, meu, alguma... Eu não tenho uma fobia aí, meu, alguma... Eu não tenho uma fobia aí, meu, alguma... Eu
É, mistro mundo rir. É, que engraçado, olha. É um beba do falando. Ah, no seu cara que tiver fobia de bem-digo de beba. De WhatsApp? Ah, DMT. Pois deveria. Tem que ser um teste tão fobia. Pota esse quando você vê. Quando você vê, clica aqui para ver mais na torra na tua terminal no Facebook, você sabe que vai vir um testão? Já começa a dar um suador e começa a ir. Eu tenho um sáctum de testão. Eu dei um testão, não leia a sua antes de testar. Eu acho que o medo que deve ser comum é de dormir e acabar se enforcando com o fone de ouvido. É porque você não sabe o que acontece durante a noite ou do... Quando você não está olhando o fono de ouvido, ele tem uma vida própria, tipo, toda história. Eu estou com medo do recente também, que chama Dollar Fobia, toda vez que eu perdo levador, tem ali a rotação do dólar. No Elimite. Eu entro a tocar, quando eu olho, dólar, quatro e vira lá!
Eu estou aquele grito assim, tipo, nossa, tá difícil, cara. Ai, o cara que tem flaustofobia ali, achou que fez a sota um peda, um brão virão... Eu tenho medo de olhar a contação do dólar e o flacou no fubilho. O foda do medo, aqui muitas vezes ele acontece por causa de algum trauma na infância. Não tem nenhum problema? Não tem nenhum problema. Conte se alguma coisa é nossa infância. Tanto é que existe o quê? A hipnose, né? A regressão, né? Que a procura tentar achar a origem no medo dele. Eu não só para comer cebola, não é só para fazer um, dois, três e volta. Já galinha, não já galinha igual um dovo. Fabi Pôentes, vai no altas horas. O meu hoje né cara? Cara, dois mil e quis os caras tão messa ainda pelo amor. Eu tenho medo no Fabi Pôentes. Eu tenho também. E sabe por que ele não tem gosto dele. Eu não tinha gosto dele. Que dava de pimentes agalar pela televisão. O cara tinha que fazer com a mão. Pamaão, aí eu falava caralho e se alguém ficar preso, como é que vai descar pra ele? Não dá pra ter que falar. É, vou ter
Como eu vou te lefrar pro bombeiro com a mão presa? E aí o pessoal ligava, dizendo que pelo menos o Gogo é que eles ligavam. Não sabe a que fica mesmo, porque é fraco e psicológica. Mas IPnose existe. Esse existe, eu vou sempre utilizar uma pessoa e dar uma congelaça e bolo. Isso aí a foca trua. Então IPnose pode falar uma coisa. Fabo Poentes encontrei com ele pessoalmente uma vez. Estava no evento na risadaria de 2013, tal vez. E aí ele tava lá. E aí ele começou a pedir o voluntários. Eu tenho fúntese fobia, que é um medo e fábio e fúentese porque é puentese. E aí eu ficava meio... Eu queria muito ser voluntário que era para desmascarar ele. Eu falei assim, eu vou fazer tudo errado, que é só fazer o ar, cara dele, que é bem tipo como eu vou fazer isso. E aí eu fiquei na caçó, que é o mesmo tempo no fundo. Tinha um sentimento do caralho. Esse eu for hipnotizado e acontecer alguma coisa.
E ele não se encherou mais do mundo no pescoço da pessoa. E ele que caba comigo. E eu até ficava pensando assim, cara, nem gosta de bola, velho. Se não fizer como é, eu vou ficar meio puta, não porque eu não gosto. E aí eu fiquei me enraqueada, ela falou, eu não vou, eu não vou. Não fui. Porém, antes de ir, de não ir, a parte dos Reis do Galofrito, ex-Galofrito, né? Hoje é só a parte. Ela tava do meu lado. E ela levando sua mão e foi. Como é que se fala? Como é? E aí cara? Ela comeu uma cebola achando que era uma maçã. De verdade. E perguntou pra ela. E eu perguntei pra ela, tava com a gente, tava eu juí ela. Pega um ter caralho mas aí porque se fez isso ela não lembro.
E ela realmente não sabia o que estava fazendo, cara. E o Google era muito cuja, porque essa de, e para não disser a pessoa pela TV, que a pessoa ficou com uma empresa, ele levava a você lá 2, 3 blocos para tirar. É, é, é, é. é, é. é, é.… É. É. É.… Descos e começavam a tocar o meu salvo. A tocar o contrário. Caralho, eu tô no mundo da vida. Se eu sou um velho, eu era para traumatizar a mesma. Era assador, era assador. Isso dá o mesmo... Sabe o que mais da medo é isso? Porque qualquer disco que você tocar o contrário vai dar medo. Vai dar medo. Vai dar medo. Porque é um puta barulho, nada a ver com nada. É o diabo sem emprego. É que toco de contrário. Sá, não faço problema. O que eu tô com o contrário. Sá, não faço problema. O contrário é o contrário. A gente vai ficar com o dedo, né? A gente vai agir ao contrário. E aí, saiu um barulho, né? É, saiu um barulho, né? É, saiu um barulho, desquisito. Tanto é que diz uma lenda. Não sei se sabe disso aí.
Um cara falou uma vez um Twitter, só que ele nunca mais apareceu para Twitter de novo. Twitter foi meio estranho, ele falou sem cid, escutei o Não Ouvo ao contrário e aconteceu um negócio na minha casa, só que eu nunca mais ento em todo o dia de novo. E eu não sei o que pode acontecer, então... Eu até até um desafio aí, para a nossa edição, no final do podcast, botar... Uma frase do Paul de Ketch, ao contrário, que eu quero ver se vai acontecer alguma coisa na casa de alguém. Eu quero ver se alguém vai ficar muito louco e vai... vai... vai... vai... vai comer... vai comer cebola. Nada, é uma manhã que tá olhando o cara na cozinha com ele cebola. Subiu, filho, tá lá, eu vou ouvir de ouvir de boa e pego a cebola da uma denta da dada do lado do lado do lado…
Subindo o ônibus e maracos, é exatamente. Fazer o contrário. E tem uma frase boa ao contrário também. Ocidia médico. Ao contrário fica ocidia médico. Olha só, eu sei. É palindro, o Mickey Disney. Eu tenho um só meu. É só meu. É só meu. É… só meu. Quer saber o que medinho você tem? Qual o medinho que você tem no seu coraçãozinho aí? Eles vão falar se não. Eu não estou no momento de abrir o meu feed e não ouvo. Não estou no momento. O feed está todos lado. Eu já pensava. Ouvi o feed de futebol no feed e não ouvo. Não ouvo acabar. Esse é o meu medo. Esse é o meu medo. Cara, é possível que as algumas pessoas... Mas é medo de fobiar assim, por lidar umas histórias.
É, É, É… Eroio, se for na... Eroio, se é a amor dos fios, tem mim, e eu vou firmas ovo, eroio, e tu é sem techanífica, e não sou eu.