Capa do episódio #008: A Que Ponto Chegamos??!!

Descrição

descrição original do feed

A que ponto chegamos???? Pode parecer q esse vai ser um podcast sobre a crise economica brasileira, mas calma!! Não é isso!!! Estudos apontam q muitas pessoas escutam o Não Ouvo no transporte publico, e por coincidencia, ou não, essa semana vamos falar um pouco sobre histórias de busão, trem, metrô, van, barco, canoa e tal… Tempo: 1h 12min Bancada: Cid Cidoso, Braian Rizzo, Igor Seco e Luide Edição: Daniel Bayer

Resumo

O tema nasce de uma estatística informal: muita gente escuta o Não Ouvo no transporte coletivo, então a bancada (Maurício Cid, Braian Rizzo, Igor Seco e Luide) conta suas histórias de busão, trem, metrô, barco e táxi. O episódio é gravado com cerveja na mesa e começa com uma lista de temas absurdos sugeridos no Twitter, antes de cair no dilema de quem deve ou não sentar no banco preferencial.

Segue um desfile de personagens do transporte: o pedinte que se apresenta com discurso de redenção no vagão, o vendedor de suflê que ninguém sabe explicar por que é tão barato, o cobrador que sempre dorme, o motorista que desabafa com o passageiro, os vídeos sem fone no celular e a marmita no ônibus de viagem. Cid relembra a prova de direção do pai, e todos contam de quando dormiram e acordaram no ponto final. Entram também a pegadinha de ônibus de Sérgio Mallandro e causos de taxistas, do que cochila na corrida ao que desvia o caminho.

O final é a história clássica do Cid, relatada com tensão, sobre uma corrida de táxi na Augusta. Antes de encerrar, vem o aviso de que o feed mudou.

Destaques

  • Debate sobre quem deve sentar no banco preferencial.
  • Histórias de pedintes com discurso de redenção dentro do vagão da linha 9.
  • O mistério do suflê vendido no transporte público por preço baixo demais.
  • A pegadinha de ônibus em que Sérgio Mallandro surge vestido de profeta.
  • Cid conta a corrida de táxi na Augusta e a pergunta sobre ser da zoeira.

resumo e destaques escritos a partir da transcrição automática

Participantes

Edição: Daniel Bayer

créditos do feed original

Transcrição

71 trechos · 12.244 palavras

Transcrição automática, feita com o faster-whisper (modelo base). Pode conter erros: nomes, gírias e piadas internas costumam sair tortos. Na dúvida, vale o que está no áudio. Clique no horário de um trecho pra ouvir a partir dali.

  1. A origem de tudo no princípio Deus criou o céu e a terra, pois na terra não havia forma nem vida, uma grande escuridão cobria o mar. E o Espírito de Deus, pairafas sobre as águas, Deus então disse.

  2. Mais um, não ouvo. Eu estou muito louco. Hoje o podcast está sendo regado à cerveja. Pela primeira vez aqui é uma cerveja não é r-r-ne que é, não é assim mais. Henrique tem só, pode falar, tem mais. Mas Braian já tá achando que é de pular. Eu sou o carro da René de Globo, nossa, meu Deus. Eu sou livre, se eu falar a marca do... Ah, tem só, tem Henrique, mas é difícil, você tinha uma marca de 100VG, quiser patrocinar, inclusive, vou até aproveitar aqui, né? Se você trabalhar ou se você trabalha numa agência aí, que tiver algum cliente de comidas ou bebidas, pode mandar pra gente toda sexta-feira, que é quando a gente grava, quando ele mexe. É uma senhinha de cara, senhinha de cara, é maravilhosa.

  3. Eu te contei o gravo com vocês. Você gostou, hein? É a gente é fácil de agradar. É fácil, é que é trumbo da gó, é trumbo da bêbada. Não diz que é bêbada, que é comer. É, é fácil de agradar. Qualquer coisa que manda a gente gosta. Seja ali, que sole, de depanar, sem gerida, pode mandar pra gente. Olha, até na veia, dá pra mandar. Só não manda alimentos abados de soja, por que não? Porque soja não é bem seguro. Não contem uma soja. Conte uma marmita viga? Não, uma marmita viga. Mas trazer o joga de inconecar do entregar. E aí, por favor, por favor, por favor… por favor Luide Rizzo. Fia ex-oventes, tudo bem com vocês? Que tarde gloriosa. Maravilha. E o tema de hoje, a gente estava aqui num impasse. Qualquer o tema de hoje. Várias pessoas deram sugestões no Twitter, meu Deus do céu, podia ser isso, galera do Novo, faz aquilo. Tem umas pessoas que não tem a mínima noção da realidade. Vamos falar, verdade. Tem um cara que falou assim, faz um pôde que é sob nazismo.

  4. Não, não é, cara. É muito específico se o nazismo for o seu Brasil. É, para fazer o Hitler, convidando. É que na cabeça dele o Hitler era de uma. Nossa, os caras vão ficar debatendo durante uma hora que aconteceria isso. O nazismo era de uma empresa de uma empresa de uma empresa. O meu depre, né? O meu depre, né? O meu depre, não foi outra tema que também que deram que não tinha nada a ver com nada. A história é de tudo isso. Eu estou aqui com a dona Pera, de falar Mas meu rim não funciona mais. Mas o do meu marido, o coração dentro, parando de bater. Ah, mas você não viu do meu marido. Mas eu morreu. Cara, isso acontece muito com o metiazinha. A minha mãe, que eu quero mandá-la, já estou em casa dos 50 e poucos anos, quando as uma vez as duas se encontraram e começaram a falar de coisa. É uma forma assim. Espera aí, mais a gente, mais meia hora eu vou decidir quem vai ficar com a minha idade ouro. Quem está mais doente, que é pelo amor de Deus, chega. É verdade, mas enfim.

  5. Bom, olha, chegou aqui um consenso que o tema de hoje seria aqui ponto chegamos. E aí a pessoa se pergunta, meu Deus, sobre o que será que é isso? O que ponto é ir sobre a crise no Brasil? Será que é sobre a crise? O que é o Sobrinazismo? Será que é Sobrinazismo? É sobre o machismo no spotcast? Será que é sobre o machismo, né? O que é sobre o que será? Que é esse podcast? Não, aqui ponto chegamos na verdade é um trocadilho com o transporte público. Ah, público não, coletivo, que é de púrgula que se abossa um de nada. Não é um pouco mais não, o transporte. É, transporte. Você fala que borde, que é público, eu pago o panda, cadê a parte do público? Não tinha que dizer de graça, o público na verdade quer aberto para todo mundo, né? Para qualquer pessoa, sem discriminação, tanto é que o gordo tem um lugar para ele em duas vagas ali. Ah, isso é verdade. Eu faço muito uso. Você usa isso? Mas bom, furou tudo, dá. Dá pra dar um salva, gaste. Dá pra dar um sudoceiro de gordo. É meio deprécia, assim. Sabendo que eu tenho uma dúvida, assim, o congordo precisava ser para o sentado. Então, hein, que nada, não tem um UMMC, né, que fica na praia. Porque assim, eu me sinto meu julgado, porque...

  6. O Três e os ônibus tem que exacender as especiais. Ele não é exclusível, é preferencial. A preferencial é que tem uma diferença. Ou seja, quando você tem acente exclusivo, para preferencial, você está dando a preferência. Por que não pode sentar? Ou seja, quando não tem um gordo, 8 pessoas podem ser. Exatamente. Eu acho que todos os bancos de qualquer meio de transporte que ser preferencial. E dozo, para gestante, e fico. Mas não é essa questão. Mas, por exemplo, eu sou gordo. Eu cheio a ver de que ele é amarelinho, verdinho, eu sou da autônica, não sei o que é que é que é… que Eu fico meio assim, eu fico meio. Eu não sei o que eu devo sentar, que eu não. Eu me senti no mal. Eu sou gordo, suficiente. Eu fico pensando, posso ser daqui, se eu não tenho que ter, para ser para aqui, sem peso da consciência. Eu tive um dia que eu estava sentado. Eu não tinha peso na consciência. Eu não tive que falar da consciência. Eu não tinha que falar da consciência, mas eu não tinha que falar da consciência. Aí chegou outro gordo. Aí eu fiquei olhando para ele e ficou me olhando. E aí a gente ficou se medindo, vou ver quem era mais gordo. E a ter a direita sem dar lugar dos gordo. Eu acho que a regra do acento de gordo é essa. Você apareceu alguém mais gordo? Você é gordo? Se você é o cara mais gordo do ano.

  7. Você pode sentar, se ô ligos vai de lado quando você ele tem uma você que tem uma você de gordoso. Mas você tem que gatar a segunda, cata, sabe? Mas se chega um gordoso que você, aí você tem que dar preferência por gordoso. Se chega um gordoso, mas gordoso que o gordoso. Ele tem que entender, é até chegar um elefante na porra do ôlibro. Mas isso eu foto que devia ser estudado, cara. O aceito preferencial pra gordo de dia, você no meio do ânimo, o que é? Pai que lembrar, porque é muito perigoso você dar colhe vos andando. É bem, vai se encher de nada, ele faz a cor. Você quer ver quando está passando do lado do rio? Aí o ônimo faz a curta, né? Galera acha que vai cair, não rio? Se acandou, não virar, olheu. É, é, é, é, eu piara que o gordo sobrevive, que é o único que poeira, né? Então, mas beleza, o baleiro. Gordo, tal, tem essa coisa, mas outra coisa que eu fico também julgando, assim, quando o único lugar é o preferencial, eu tô lá. Ou seja, se aparecia alguém que tenha preferência pra você não lá.

  8. Eu fico meio dindo, por exemplo, para o Centro, tomar grávida, ou já levanta, aí chega uma velha. Pensei, ó, o acento preferencial e dá o sono. As pessoas escaracenta no alí, dá o sono no que das pessoas morrem, os cara doiro na hora. Mas enfim, aí chega uma velha. Eu fico, fico assim, cara, será que ela é velha ou ela aparenta ser velha? Porque as vezes são, por exemplo, velha para mim, tem mais de 150 e 65. Você é assim, você é assim, é idoso. Mas se você tem jeito de ter... E Fuma pra Caralho? Que na rota que eu faço, ela não parece velha, mas ela tem uma aparência muito esgastada. Mas toda vez eu cedo espaço pra ela, mas ela dá um sorriso herônico. Às vezes eu tenho 40 anos. Eu tenho 41 anos. Porque ela aparenta ser muito velha, mas ela... Isso é foda, não tem cara de ser velha. Eu tenho uma história sobre a santo preferencial rapidamente. O meu pai, meu pai e minha mãe, eles já moram em junto comigo, inclusive me levaram, era pequenininho e tal. Eles moraram em pernambuco durante 6 meses.

  9. E eu voltei de merda, perna o muço, perna o muço, mora aí durante seis meses, mas era pequenininha assim, já decorou a música do gato na madrugada? Não, mas eu voltei falando, eu voltei falando, maninho em país. Estou no galo da madrada. Por que eles ficaram só seis meses de perno? Porque era o meu pai saiu pra Lodemel, mas a verdade ele tinha férias acumuladas, um trabalho e aí que ele não tirava férias há vinte anos, tá ligado? E aí ele acumulou, ficou seis meses lá, com o caminham-mãe Lodemel. E com o que é uma grande merda para se separar, não depois? A Lodem ia dar uma dienta porra nenhum. Essas histórias de amor não adiantam porra, enfim. Voltei pra São Paulo falando, manhã em país.

  10. Inclusive, mamãe! Meu pai tem uma história de Pernambuco, que é a seguinte, a gente ficava na ilha de Tamaracar. O lá em Pernambuco é uma ilha que dizem que a ilha da Gretchen, que é a Gretchen de lá. A Gretchen da celular? Caralha, melhor coisa da ilha que a Gretchen da celular. Eu acho que ela tem uma casa lá. Ah, tá. Mas eu olha ainda, né? Porque pelo menos é que não sei, não sei de lá. Mas enfim, e aí meu pai conta uma história que logo no comecei, que ele chegou lá no... Na Impregna-ambuco, ele pegou um ônibus e tinha uma grávida. Que subiu no ônibus e ele tava sentado uma centro normal, não existe, é, esse de assento preferencial ou não, outra época, né? Não tinha essa, os bolster. Era um ônibus sentado ali, ele tava sentado lá e ele percebeu que ninguém deu vaga pra mulher e tinha um somar manjo no ônibus, ninguém deu vaga pra mulher e aí meu pai né, ele era o chamadrigrinho lá, né, porque ele é branco, né? E aí meu pai, meu pai deu... Meu pai deu a preferência pra mulher, falou, senhora, pode ir sentar aqui, senhora tá grave, e tal.

  11. Aí ela sentou e falou a alta sinor, mas esse esotário de esses gringotários é brincadeira. Ah, cara, é que a cunção, cara. A ver se aquilo que eu me tinha pra forrar só pra dar risada de volta. E aí o ano de os inteiros da risada, a cara do meu pai, que eu deu preferencial pra grave da cara. Mas sim, cara. Bom, eu já dava uma bica na barriga. Não, Não, Não… O canal é, ele é se zouda, ele é mais carancou do mesmo, né? Eu já passei, tive o prazer de passar um carnaval e recife, fiquei duas semanas, foi muito divertido, mas eu percebi realmente essa diferença deles, que eles são bem... são bem grus. A gente estava no restaurante, assim a gente chegou e sentou e ficou tipo uns 20 minutos e na dogação, viu? A gente está aqui esperando, faz tempo, eu sei.

  12. O direto é que o Pemano Bocando é o Curitiba no Nordeste? Não, o Curitiba não acho que o Curitiba não é assim, cara. Todo Curitiba é assim na internet. Eu sou muito maior educada e não se fala que são mais no Nordeste, mas todos os Curitiba me dão super bem. Eu vejo que eles são bem carregados. É curitiba inclusive que é o lugar que se orgulha do transporte público, né? Que fala do ônibus qual o seu nome, o bi articulado? O bi articulado. É. É. É.… É Não, ele tem um ônibus, né? É que ele é um um um um. Fala que só tem lá. É um ponto de ônibus que tem algo que acontecer ou não. Não é que lá tem os corredores só andam ônibus. Ah, é só pau também, tem a pau. Então não é inspeção rua, as projetadas só pra ônibus. Não é não a faixa. Até que ele era um ponto de ônibus especial, que você paga... É, é o tubo. É o tubo, é o tubo. Então lá no interior, a galera tira muito, existe uma piada que é clássica, assim, acho que todos os idadeiros interior tiram sal. Porque é esse o tubo que acontece, quando você tem uma catraca, né? E igual de ônibus, você paga e fica dentro do...

  13. No Tudo. Aí diz que um cara de saldo tararei foi pro Curitiba, pagou a passagem, entrou na cataraca, sentou dentro do Tudo, ficou esperando. Com a minha óleo, é para o res... daqui a pouco ele gritou. Esse ônus no ano, não! Ele achou que já era o ônus. Ele achou que era o ônus.

  14. Braian, eu queria saber de você, qual é o carro que você tem, Braian? Eu não sei dirigir, só não sabe dirigir. E Igor? E Igor, qual o carro que você tem, Igor? Cara, eu não tenho carro também não. Luide, qual é o carro que você tem? Eu tenho uma rébrica do batmóvel da Hot Wheels, que é muito brindir. Interessa. E eu não tenho carro também, ou seja, somos os expertes. Para falar, não, tem ninguém dirige, né? Eu dirige, mas não, em São Paulo. Eu ingressado em direção. Eu tenho a carteira de... Eu tinha, né, que venceu, eu não é noveda, depois que eu venci São Paulo. Eu nunca dirige carro, eu só dirige a moto. Mas eu não dirige com carteira desse, porque eu não dirige São Paulo, só pega o âmbio. Não vem de ir em uma moto, não é? Não dirige quando eu vou pedir a melhor. Mas eu sei dirige carro, só não sou bom. Não entendi também, Lógen. Você não dirige São Paulo. Eu sei dirige, mas eu não dirige. Eu sei dirige, mas eu não poderia ir.

  15. Meu Deus! Policiais do Paraná, mentira! Eu estou a querer dizer que eu sei dirigir, mas eu não diria. Você tem carta? Não, está vencida. Eu tenho a carta, mas está vencida. Você foi lá, fez a prova. Sim, eu passei a noite. Todo mundo tem carta. A minha balista foi triste, eu chorei. A minha história de choneiro. Por que que eu uso transporte público em fim, tá, que júber e a fim? Eu fui fazer a minha exame de carro em Santos, quando eu fiz 18 anos. Fiz logo em seguida, o exame de carba, bafiz na automotus cola Rali. Rali. É sério, é o de escola de barulho. Não é rali, é famosa, é sério. Rali, não é rali, não é rali. Você pode dirigir com alguém do lado e dizer do onde você tem que virar.

  16. E aí eu fiz a prova né, na... Fiz lá com o delegado, passei na prova tranquilamente e aí chegou a hora da baliza e na hora da baliza eu fiz... de primeira baliza. O que é a ordem lá? Porque no Rio Grande do Sul quando eu fiz, quando eu tentei fazer... Tinha que fazer a baliza. Tem que fazer porque você não passou. Tem que eu vou contar daqui a pouco. Quando a gente faz a baliza, aí tem, ó, cinco minutos parece fazer para a nossa época e aí depois da baliza tem um trajeto para fazer. Não, não, não, não, não. Eu era o contrário, era o trajeto prender o último avalista. E o finalíssima era a baliza. No meu caso eu era o contrário. Então quem não conseguia fazer a baliza? Não, não. Não, não. Não, não.… Não. Não, não. não. não.…

  17. Fiz perfeitamente, só esquecido de colocar o cinto. Então, já pedi dois pontos. Ah, é de esse negócio de pontos, são três pontos, né? É, eu pedi dois, só de não colocar o cinto. Eu não gosto de gente, mas... Eu liguei o carro sem o cinto e depois eu coloquei o cinto, aí é pronto. Já pedi dois pontos. Ah, falei caralho, não posso mais errar. Beleza, continuei e fiz o trajeto perfeito, chegou na hora da baliza. Fiz a baliza... O nota mil, meu pai estava assistindo, inclusive ele foi lá e se contigo ele estava em um poste. Ele vai fazer assistindo, ele estava vendo lá e faz a baliza, caralho, perfeito. Eu fui o primeiro da fila fazer porque eu fiz uma gracinha antes de começar, ou teste? O cara falou assim, não, vamos fazer por ordem de chegada. E aí quem vai começar? Quem chegou primeiro? Quem chegou primeiro.

  18. Eu gritei lá, eu dei um pé ron, não me dá uma fila. E eu não era o primeiro. E aí eu cara, é, você está achando engraçado, isso aqui? Você está bom, você vai ser o primeiro. Esse exame super sério. Vamos dar sua vida. Fiz a baliza, consegui tirar carta, chegue em casa. Meu pai fingiu que não estava lá me assistindo, estava em casa, normalmente. Mas eu tinha visto ele. Falei, pai tirei a carta, consegui passar, babá, nota a mil, só alegria me empresta o carro aí e falou, não, não, não é bem assim. Tem uma grande diferença de você tirar a carta e você peguei com a gente pra estar exatamente. O carro ou da auto-escola é da auto-escola. O carro que você está criando um prestado é meu. Então agora você precisa tirar a carta da minha prova.

  19. Eu precisei fazer a prova de direção do meu pai. A diferença é que o meu pai. E eu até perdi no burco e voltava ali. Meu pai entrava no carro, ele botava, já segurava, não puta que pariu aqui em cima. Botava o pé em cima do pai, né? Então eu já parecia que o heia mata ele na hora que eu ligasse o carro. Ele ficava no doco carona. E eu ficava no doco carona. E eu ficava no carona. E eu já ficava com o cara, o que eu não treio. E o que ele mencionava. Eu não vou ficar prova, eu tremia do meu pai porque eu falo caralho, vou matar meu pai. Vou passar um cruzamento, ele vai morrer. Porque ele já fazia um terrorismo na hora que começou. E aí, no respeito, eu to com um cruzão. E durante três anos eu fiz a prova do meu pai, eu nunca passei na prova do meu pai. Mas aí não te dava o carro? Nunca me prestou o carro. Caralho! E aí chegou num ponto que eu falei assim, quer saber? Pão do que do meu pai? Eu vou andar de ônibus, não é de taxa, vou andar de ônibus, não é de ser ok, vou pronto, vou pegar de...

  20. Eu não vou gastar. Foda, não quero uma carro. Então hoje não dirí de quase o meu pai. Caralho, eu estou com vontade de fazer um carinho, só cabeça, vai ficar tudo bem. O pai do Cid é aliando de carro com o cabão para fora, que em São Paulo vai fazer aqui, antigamente é tudo marido. O nosso ex-pação terminou por índios e caquianas. Eu me aceitei como... Como usuário de ônibus, usuário de metros, usuário de trem, usuário do que vim pela frente porque eu sinceramente não tenho menor vontade de ter um carro em São Paulo. Não adianta ter um carro em São Paulo, essa é a verdade. Você tem o carro, é bom para algumas coisas, mas dependa da cidade em São Paulo, dependendo do horário, é melhor que você não ter carro. Não, você tem melhor essa de casa peda, que se... É melhor você tomar encochada no metrô do que você ter o carro, ficar quatro horas. A outra, sem contar que você vai para uma balada, você vai para um bar, tal, você bebe e você não vai arriscar.

  21. O Margarinha, o cataturo bem, tem um amigo nosso, mas é, Messi de, mesmo mais ou menos os 300 pontos na carteira contada. Usa uma coisa, é... Mas eu não riscaria. Então eu já me assentei com parte da malha ferroviária de São Paulo. Você já se sente... Não, Não, Não… não Não é tão ruim, é tão ruim. Acho que é ruim. A gente é muito piada que realmente é ruim para quem trabalha muito longe de casa. Eu utilizo transporte público em horários de pico. Não, isso é uma coisa que é forte. É que é óbvio, qualquer lugar cheio de gente, mas ser ruim. Mas assim, comparado com outras cidades, acho que São Paulo está um pouco na frente. Eu acho que está muito bem. É tipo Rio de Janeiro são duas lias que você tem de metrô. São Paulo tem um pouquinho mais. São Paulo tem essa vantagem. Quando você compara, São Atbal, o metrô de São Paulo

  22. O melhor é o melhor do melhor do melhor do… Por exemplo, no norte as pessoas pegam um baleim, no parar, a galera pega barco pra ir de uma cidade pra outra, pra ir de uma região de uma outra. Pega uma canoa. Com certeza tem algum ouvinte do Novo que está dentro de uma canoa nesse mesmo momento. Vamos dar um abraço pra ele. Vamos dar um abraço. É perigo ele se emocionar e deixar caiu o celular na água. Eu perigo o boto, é bem perigoso. Por exemplo, a bolsa, por exemplo, eu estou já no meio de bolsa. Santos Guarujá, do Jato, do Pesco, São Paulo, São Paulo. E aí você obrigado a andar na bolsa para poder economizar um caminho ali. Mas enfim, eu queria saber de vocês, qualquer o transporte público que mais acontece histórias com vocês, histórias bizarres, histórias legais pra gente contar onde que acontece o meu nome, o meu número de histórias. Cara, eu acho que o ônibus pra mim, então faço uso do ônibus todo dia.

  23. Eu tenho situações bizarras também, cara. Eu gosto da galerinha que vem de bala, dos caras que entra assim, tem muito ali na linha 9, que a gente que eu uso bastante, que eu sai de os áscoos, caras que entra assim, a redenção dele, olha gente, eu matei, roubei, você entro, lagas, chascines, capem, surpresos, principalmente que eu paguei minha certeza, mas agora estou aqui pedindo a juro de vocês, aí estou tudo muito coolho, estou na regalada assim, como você vai negar 50 centavos de cara? Outro dia eu peguei, eu estava indo de manhã, se era umas 10 horas, aí o cara entrou No vagão ali na presidente Altino Frogente, estou aqui hoje, por quê? No passado eu matei, no passado eu roubei, no passado eu trafiquei, mas agora eu estou tentando levar um vídeo honesto, estou pedindo a chura pra você. Foi em Caramba, tudo que eu tenho, vai pra eu abor de dentro. É mais um assalto, né? É, você já quer me dar. É, só volta ele mostrar a coruinha da... É, o que o pré falou. É um assalto psicológico, porque se você não dá o dinheiro pra ele, você fica na cabeça que caralho o seu mundo é dinheiro, ele vai voltar a roubar, o dinheiro pente vai ser eu. Você tem que dar o dinheiro e fazer uma missagem pra ele.

  24. Eu queria fazer um teste, entrar em uma loró. A maior loró está que existe de vendedora e de ambulante de transporte. Não conseguem entender até hoje a venda do suflé. Vamos fazer um suflé. Vamos fazer aqui dentro do No Ouvo. Um mini teoria no Ovo. Porque você está lá. É inacreditável. É inacreditável. Eles estão tendo produtos. Então eu não frases na merda que eu não sei se isso acontece no Brasil inteiro, mas é boa a gente quando eu não me perguntou, talvez por cara na marginal de teia e eu não só me brincar. Não, mas vamos com o texto, só se eu me cagar. Vamos contextualizar o que acontece. O sufler é um chocolate, certo? Airado, né? Que ele é cheio de de arzinho. Dele, bem gostoso. É um chocolate bem bom. É bom. É bom. É… da... É do que está neste leiro. Não faço ideia. Não faço ideia, não. Alguma marca dessa que foi chocolate. A marca que inclusive quisermandar pra gente ir. Mano, isso é um chocolate bem. E aí o sufler, ele é um chocolate, mas assim, não é um chocolate, é um mais popular do Brasil. Não é? Não é? Eu acho que é um chocolate bem.

  25. O Igor da Chuvinha é o mais boblada. Não, não é o chocolate, eu sei o que você fala. Caralho, minha mãe vai me trazem um sufrer hoje. Não, ela vai trazem um alleite. Vai trazem um alleite. Eu acho que o sufrer não é o sufrer, não é o alleite de tradicional. Tem o sufrer e tem o sufrer ao leite. Sou coisa de separar. É, sei lá. Mas eu fiz. Eu sei que Igor está muito louco, acho que me falou, né? Mas eu fiz. O sufrer é o único chocolate que é vendido. É apenas camelose em pessoas dentro do transporte público. E cara, eles vêm de ir a um preço que às vezes é mais barato, porque eu sou fervor, porque é muito mais barato. Esse dia eu comprei três sou fervor.

  26. Eu não fico sentido. Não faço sentido nenhum. Eu estava ali na estação, eu não estou com medo, estou com medo. estou com medo. estou com medo.… Est É falsificado. Acho que não é falsificado. Porque ele é embalado perfeitamente. É gostoso. Ele está na validade. Ele não pode ser um produto de carga roubada, porque os bandidos vêm só para a carro da Soufle. Não, é caminhando a Soufle. É, é, é. Passou da chocita, budeixe-me lá. Deixe-me passar. Não, não é. Não é. Não é Soufle, bala, bala. Não é carga roubada, então o grande mistério do Soufleca. Não falei que não me conheci ninguém, eu e o Cid, uma vez a gente estava na Marginal Tietê, ele estava indo para Campos Parais, estava o carro lá.

  27. Três, sufler, mas aí eu comprei, eu lembro que eu comprei, eu perdi o tempo que eu ia responder uma coisa, porque que é tão barato? De falar, amor, não sei. Se eu comprei o tempo, matar. Fui o filho da puta! Se eu te contar, vou ter que te matar. Se é aqui... É o que eu sou. Se era que a fábrica tava lançando dois tipos de sufler, um que tem mais ar do que chocolate para a vida no metrô. Cara, não sei. E um outro para a vida no meu nome. Eu quero me brincar no insto, porque eu vim entender. Eu não acho. Eu não sei. Só os cara, Não sabe fazer conta, para competir com os demais. Para mais a gente usar os analfabetos, vender suflérficos. Não faz a gente todo lugar que você vai ter. É algo mineral, suflérficos, suflérficos, carregadores de celular para carro.

  28. Eu acho que fica aí a nossa revolta, quem quer ele descobrir, o mistério do sofra, você tiver uma teoria sobre o sofra, e tá não no Lucas a porra porque cada vez mais tem gente vendendo o sofra, é vital. Se você tiver uma teoria, se você acha que sabe, porque qualquer pessoa, eu já perguntei se o Funutuí, terá algumas vezes. E todo mundo fala com uma certeza absoluta, é por causa disso. E não é, galinhado, porque cada um fala uma coisa. Gente, tem muito ouvinte que escuto No Ouvo no Metro. Não me troca, contruem inclusive. Se você encontrar alguém que está vendendo o sofrendo, tem alguém ouvindo um Novo que tem alguém vendendo o sofrendo. Eu dejunte a presscar. Cara, eu acho que eu vou ver que está vendendo o sofrendo e está discutendo novo. Ah, bom, deve ter algum vendendo o sofrendo. Vamos fazer um box do sofrendo no Metro. Fim, vai gravar um vídeo, cara. Será que é real? Real ou fake? Existe ou não existiu? O sofrendo no Metro é cinco anos.

  29. A próxima expressão, terminado por índios e caquias. Você salava aqui o que eu tenho onde mais acontece? É no ano, mas é porque eu pego ano, cinco dias por semana e tal. E sempre contém as histórias de desar. Essa semana aconteceu uma coisa muito estranha, assim que tipo... Eu acho que o motorista de ano, você não está se deixando mais amado. Eu estava no ponto, mas eu não estava no ponto, senti do ponto. Eu não sei, porque eu estava no ponto, aí eu dei sinal por anos para antes para eu subir. Aí eu motorista, olha para mim. De nada, viu? Eu não vou falar, eu não vou falar. Eu falei pra ele, eu vou te ouvir te agradecer, eu não entendi, cara. Eu acho que ele queria desabafar. É claro. E tem, é porque todo mundo desabar o fio da bata de olho com motorista. Tem um motorista que fica... Fita puta! Não dá mais! Tem um que fica chingando. Essa nasa-ar entra e eu tô nevar. É muito estresse, é muito estresse. É que muita gente desabafa com o pessoal transporte público, mas eles não têm que ir desabafar. Não deveria, porque é um Brasil que não fale com motorista. Tem mesmo, de vez em quando você tá tipo no olho.

  30. E o motorista está falando, e se acha que ele está falando com cobrador? Não, ele está falando com do sole, porque o cobrador está dormindo. A dormindo normalmente. Doventa e nove por centros, a gente quando está dormindo. Ele só está falando para a primeira alma que tiver coração para encontrar. É verdade. É bem triste, né? É verdade. É, cara, isso não falou muito a verdade. O motorista de ônibus sentindo insolentário, porque você pode ver que o cobrador não é companheiro. Não é um brota. O primeiro que está longe, né? Se estiver aqui conversado, tem que berrar. E tem um motor ali no meio, tem um motor. E o caralho, segundo que o cobrador está sempre dormindo. Independente da hora. O cobrador deve ter uns 4 do emprego, cara. Ele está sempre dormindo. É todos eles, ele é cobrador, tá ali?

  31. E eu acho que ele só vai trabalhar como um cobrador que é padrão mírgica, na verdade ele não vai pra casa, a puta lá em casa é chata pra caralho. É meu mulher que é mexendo saco. Vou trabalhar no ônibus, ganhar mais um salário e vou dormir porque o cobrador tá sempre dormindo, velho, impressionante. E é meio foda. As maiores histórias comigo de transporte acontecem no taxa. Ah, meio do taxa também. Taxes rolam umas paradas muito boas. Eu tenho pelo menos, cara, quatro histórias de taxas boas. Quatro histórias de taxa. Unico ponto. Unico ponto. O ponto em que eu posso ser contra o Uber é que os motoristas do Uber não são tão legais quando os motoristas não têm que fazer as histórias. Mas eu gostaria que todos os motoristas estavam profissionais igual do Uber. Mas eles não geram histórias. É isso, porque contar histórias sei lá. Não, a diferença de um batalho. Então o estáquicista é que eles estão a ser igual à apanada e pressão. Só esperando se andar aquela mexidinha pra espludir.

  32. Ele vai jogando, ele vai jogando pra ver se você não pega um taxi que está evangélico. No meio da corrida ele começa a rezar, aí ele faz música, ele faz chú olho dirigindo. Eu já pegueta a luz de toco você. Eu já pegueta a luz de toco você. Eu já pegueta a luz de toco você. Ele vai jogando pra ver se você não pega um taxi que está evangélico. Eu já peguei um texto. O que melhorou uma brate de espirras é uma rádio góssica. Eu peguei um texto mal de piolotas no Rio Grande do Sul, que ele era evangélico e ele queria muito, porque eu tenho um visual de cabelo compredo e barba e tal. Pessoal, pensou que sou góssica. Góssica, não. Se eu coloco uma camiseta. O primeiro é o verão. Não, mas a garota, a camiseta preta. O cara, camiseta preta. O que é meu compredo? O que é? Não, não é o termo.

  33. Mas ai o que está... Deixa ele falar, cara. Qual que foi a pauta do taxiista? Ele me viu de camisa de tapreda, que é o meu comprido, pensou que era o cara roqueiro. A ele pensou o seguinte. O roqueiro, ele precisa conhecer o rock gospel, por que existe? Existe, existe, existe. E aí, cara, o meu trajeto de 30 minutos foi o que ele tomou aqui. Você fica até todo o rosto que ele tem. Gosto pelo... O músico agosto porque ele queria me provar, faziado em que eu era a roqueira, o estatanista, e se achou que os dias Jesus. E eu não falei pra encontrar porque eu não estragava a experiência dele de conversas. Eu não vou dar de tudo. E ele não é pra essa tom de boas, ele queria meter lá no Facebook. Caralhega. Eu falei que não tinha o Facebook. Que loucura. Eu tenho uma história de táques que é top 5 aí, Michael, eu tenho o cara toda semana, tenho uma história de táques, é impressionante. É para a raio de táques, é uma lua. Eu sou, eu sou. É uma delas que é uma das que eu mais gosto, não é a principal, mas uma das que eu mais gosto. É um táquesista que eu peguei uma vez que eu não cio a cozinha de idade e aí a gente tava dando de táques, normalmente é, né? A gente tava dando de táques, a gente de boa e assim eu entrei pela porta.

  34. De trás, que fica atrás do banco dele. Então sentem atrás do banco dele. Então estava menos um campo de visão ruim para ele se ele me olhasse pelo retrovisão. Estava no ponto de sério. Estava no ponto de sério do passageiro ali. E aí estava lá tranquilo mexendo no celular que eu fico meio, né? Porra, eu fico um mundo muito papo, né? Eu fico meio... Eu fico lá com filhos nas e-mail, enfim... É plazê, né? Fico vendo minhas coisas. E o cara estava indo pro caminho. Comeram as bolhas. O cara estava fazendo o caminho dele pra me levar e aí chegou ele parou o tax, não deu mal da ruma, uma ruma extruma, uma ruma escura, assim. Parou o tax, e olhei pela janela. Olhei assim pela janela, falei, não é aqui, eu acho.

  35. Estrema não fala nada. Não falei nada, só fiquei olhando, falei, eu acho que não é aqui, eu peguei, abrei o Google Maps, né, para ter certeza. E ele começou a fazer uma baliza, o taxista. Ele já está estacionando. E eu, e eu, e eu tento ir conferir no Google Maps. Pra avisar, ele que está me lugar errado. Aí beleza, aí eu coloto, concentrado aqui no celular. O taxista me pega e deita o banco. Na minha cara. Então eu fico espremido do lado de trás do passageiro, com a cara, como é que faz a cabeça dele na minha cara, e eu meio espremido que é tinho, eu tento olhar o celular e eu vi que ele começou a querer tirar uma soneka. Comigo, tem que ter uma questão que eu não estava no tarde, ficou a sensação.

  36. Com o amigo, tem que entrar no táxi, mano. E porra, galera de Curitiba, que dorme. E dormiu, né? E o meu cara dormiu. E aí passou, tipo, você lá 10 segundos e eu incrédulos do que tá acontecendo. Eu tô com a dinha, né, cadê a cama? Eu tô com o lã, meu. Eu tô com o lã, meu. Eu tô com o lã, meu. Eu tô com o lã, meu. Eu tô com o lã, meu. Eu tô com o lã, meu. Eu tô com o lã, meu. Eu tô com o lã, meu. Eu tô com o lã, meu. Eu tô com o lã, meu. Eu tô com o lã, meu. Eu tô com o lã, meu. Eu tô com o lã, meu. Eu tô com o lã, meu. Eu tô com o lã, meu. Eu tô com o lã, meu. Eu tô com o lã Ele deu um berro e falou, ponte aqui, pariu, tem passageiro. Ele tem, tem, tem, amiga. Se não valou não, sou vinha aqui pra dormida. Cara esqueceu que eu era passageiro, velho. Ele não tinha que se meter pra fazer. Tava ligado, tava tudo normal. Cara simplesmente parou, cara, e não quis tirar um cochilo comigo dentro, cara. Ah, tá certo. Você tem uma caixa, não tem que ir agitada, você não respeita. E eu lá querendo ir pra casa, sabe? Eu acho que o táque, se ele é muito...

  37. Ele é muito malando, né? Ele é muito é de si. E uma das coisas que compicou o trabalho, a malandrícia, a malandragem, a malandrícia. Ah, foi a tecnologia. Foi a tecnologia que é os aplicativos que, né? Bom, o ex, Igor, vamos ver. Com certeza. Porque ele não vê um aplicativo para facilitar a vida das pessoas. Ele vê um aplicativo para ele conseguir se experimentar. E a verão do meu Deus. Essa, não, é um... A tecnologia é o modo que o mundo achou para ir contra... A malandragem dele. É, é a melhor ideia. É, é a melhor ideia. é a melhor ideia. é a melhor ideia.… É a melhor Eu deixei ele andar um sininho, mas ele vai fazer um contorno. Ele não fazia, passou o segundo contorno. Eu falei, tá que se isso? Amorço? Eu tô indo para o hotel, tá aqui no mapa, acho que você tá aí negrado. Carana, hora, ele virou o taxa por caminho, os herbos. Ah, mas esses paulistas, esses aplicativos, viu? Sério, se um ficarado ele tava me enganando, tá caradura. Só que ele tava me enganando na caradura, ele não tinha pensado. Não, ele tava me enganando na caradura, ele não tinha pensado. Pra ele for...

  38. Eu acho que ele é dobrar a cidade, entendeu? Ele é dobrar a cidade a nova conta colossal e aí me deixaram no lugar que eu queria. Ele podia muito bem. Inclusive, se não me faz de idiota, entendeu? Falei, desculpa, você quer ir no poder entrar, sei lá, também, ó. Não, ele virando, virando no volante, olha lá, esses paulistas, apricatíocica. Filho da puta. Esse é o truque, quando você... Léva você a falência, idiota. Quando você entra no taque, você tem que deixar... E você não pode falar, me levou lá no pelorinho, não é? Me leva ali no pelorinho, porque vou mostrar uma variedade local. Boa, o taxi vai pensar, pude se eu não ter sido de uma verdade. Não, não sei se eu sou pôrmese, tá hoje. Quando eu cheia a Chia de São Paulo, eu pegava ataques, eu falava que eu estava morando aqui há 10 anos, eu sei sabe. Não, é, você tem que dar um sumiguesa. Você nunca pode mostrar que você não é do local. Você tem que fingir sempre. Em qualquer lugar do mundo, se você tiver em Moçambique, que só tem negão, você chega lá e fala, não, sou daquilo. Cara, tem que acreditar. Você quer acreditar de uma maneira ou de alguma...

  39. Eu não sei o que é uma maneira ali, o cara tem que acreditar. Você fica um brazo, que país maravilhoso, como é que essas pessoas querem para a maia ainda, né? Aqui você é uma disputa de malandragem, né? O taxista é malano, mas você tem que ser mais malano. Mas o que é o malandro? Você não pode ter esse direito de não conhecer o lugar que você tá. Não, Não, Não… Pegando no caminho, eu peguei um taxista que era falador, gostava de falar. Conta a história, conta a história, conta a história. Toc-chorta, tá aí normal, isso é acontecer. É o grande diferencial, aquele era gago. Cara, o cara veio falando meio à hora. Ele veio contando um monólogo durante meia hora, que na verdade, teve 2 prazer, é, deveria durar 2 minutos. Mas ele veio caquejando de lá até aqui do nível absurdo. Então, se eu sempre pego um taxista meio louco, teve outra vez também que eu peguei um taxista que era milionário. Já aconteceu com você, pego um taxista milionário. Ele falou assim pra mim. Ele é taxista pro hobby. Tipo, é um meu hobby.

  40. Pegar as pessoas e levaram para o caminho contra o ar. E esse? Isso, isso. Não, é que ele olhou para mim e falou assim, eu já tinha vinhem um lugar. E eu tinha acabado de ir no Jossuáres. Eu falei, eu não sei, tal. Não sei, não foi na televisão. Eu falei, foi no Jossuáres. Eu tive no Jossuáres. E bababa, olha, vou te falar, meu sonho aí no Jossuáres, porque eu tenho uma história de vida muito boa. Meu sonho aí no Jossuáres. Eu quero que o vira ria da minha história. E aí eu caí na borrada e perguntei. Qual que é a história? Isso é uma pergunta que a gente nunca pode fazer para o caína-boa. Qual que é porque? Você tem que deixar o talista de focado e dirigir. Não, caína-boa. Caína-boa. Caína-boa. Garotiei, garotiei. Garotiei, bonito. Garotiei, bonito. E o jovenê, ele fez a pior pergunta. E aí ele veio, ele começou a contar que ele era milionário, que ele era muito bem sucedido, que ele trabalhava com programação.

  41. E que bababa e ele fazia e ele andava de taxa que era pra desistreçar. Que eu faz de menor sentido. Vai ver o cara um pouco. É cara, se você é bilionário, vai pra cancundis. Não vai direjão de taxa. Mas Igor, rico, tem uma esquisótico. Uma maior confrito de transporte público que existe em São Paulo. É uma motorista de ônibus, versus motorista do taxi. Ah, uma briga também. Então você não consegue descançar no trânsito. A pior briga é táquicista e matobó. Matobó é também, esse é um motorista público. Eu acho que eu estrei, cara. E aí agora tem muito um taxi que o taxi vai estar... Se você pensar, o mundo no transporte é uma grande guerra. É uma grande treta de clubes secretos. Sim, sim. Eles devem se encontrar de madrugar e tem rituais pra você virar...

  42. É, é uma taxista, é uma coisa. É, é uma taxista. É, é uma taxista. É, é uma taxista.… É, é Eu não percebo pagar 50% de cario de me oferecer logo, mas eu fiz isso aqui. O cara fez o cario de cedinho. Porque para que ele não sede, você passa de cidade de táque, você tem que pagar 50%. Essa taxa é uma hora por dia. Na cozida, se você não dá uma arrasta por dia, de outra cidade posássico, que é colado em São Paulo, você não dá uma quadra, você tem que pagar mais 50% da sua cidade da corrida inteira. Morar e os áscois em São Trandreis, São Trandreis, São Trandreis… São Trandreis Quera bebida, Dom Mostro. Me deu um chocolate prestígio. E é o meu homóso e me deu um bala, que é a ser minha sobremesa, Dom Mostro. É ótimo! Cara, montou uma refeição dentro do carro. Esse cara de virga é uma astechefe, desculpa. Cara, montou uma refeição pra mim, ali na hora. Perfeito. Então, se na exação, terminar o Corinthians e o Caqueiro.

  43. Eu tinha uma recente de um motorista de taxi que descobriu que a mulher dele tinha WhatsApp. Ele estava a história vazinha, ele sabia que a alias ele e a mulher dele tinham acordo de não ter WhatsApp. Isso ele veio te contando. O Apromessa do Casamento ajuda até a morte e separ, o Ateis Salvo. Ateis Salvo, ateis Salvo. É, ultimo. É, ultimo. A gente tem o trajeto a alguém ligou pra ele, que não está com o senhor que fala com mulher dele. E aí falou que aí falou pra ele que ela está online no Ateis Salvo, mas não é a vinte telefone. E aí, cara, o grombi. Aí é preto em casa. Coloco, achei que ele ia romper o casamento dele com o bigodot. Aí é já. Já é pediu pra em casa mesmo, né? Assustado. Eu sei isso de mulheres. É, não, aí.

  44. Quando eu descinto o taxi ele tava no 30º do meu gale. Então eu peguei uma vez um taxista que também tinha história quarta-sábica, que ele ficava abrindo vídeos por no durante a corrida. Cala, Lidana, por o WhatsApp. Com a Simbre, agora você vai lá, um safito. Degindo, né? Degindo. Se já sei, da tarde, eu da linha 9 aqui da CBTM, que ele pôta aquele muvuca do cao voltando porque é G. E aí daqui a pouco, tô aquele silêncio, né? Tudo mundo da apertada daqui a pouco. O que é o que é o doce? O que é o doce? O que é o doce? O que é o doce? O que é o doce? O que é o doce? O que é o doce? O que é o doce? O que é o doce? O que é o doce? O que é o doce? O que é o doce? O que é o doce? O que é o doce? O que é o doce? O que é o doce? O que é o doce? O que é o doce? O que é o doce? O que é o doce? O que é o doce? O que é o doce? O que é o doce? O que é o doce? O que é o doce? O que é o doce? O que é o doce? O que é o doce? O que é o doce? O que é o doce? O que é o doce? O que é o

  45. Pior que é o vídeo do WhatsApp, hoje em dia tá o inferno. Porque o pessoal tem o costume agora de mandar um álcool. Mas queia, maquê, maquê. O que? Três segundos, os três que o mesmo segundo é o álcool. Começam o vídeo normal. O vídeo normal. O vídeo normal. Aitou nada. Aitou nada. Começam a mulher gritar. E você tipo, bloda, eu só criou um vi. Se lá, a palavra de anotá. Eu tava na casa minha, eu tava na casa minha mãe. Eu tava na casa minha mãe, pelo mundo, eu lado, me engan, reçaram, cara, ali. Mandaram o 25. Ouça, últimas palavras do... Cristiano Araújo, no seu tempo. Olha o que eu dei pro Play, era esse que isso, caralho, com a meu cu. Por no gay, por no gay, cara, tovando imagina isso no ventro lotado, isso não é nada. Imagina mentido em tia da pessoa que pega morte do Cristiano Araújo e a socia com porno gay. Para os amigos passar em mergões. É um e meio do hot meio, querendo.

  46. É muito, é muito. 2013, foi. É levada ao quadrado, com mais pessoas nos anos. E uma coisa espalha de parar. Centro em trem, em ônibus, a galera no celular. E geralmente, agora eles botam aquele esfono. E fica falando. E fica falando, eu sei que tá com o celular no ouvido, certo? É, isso é muito bom. Eu não sei que tecnologia é essa, tipo, é aquele filme rar. Fone de ouvido. E aí, tipo assim, beleza, o cara sendo do que eu lado. Eu não sei que tecnologia é essa. Eu não sei, eu não sei. Realmente, pra mim. É uma fone de ouvido. Não, não, é o cara coloca o fone de ouvido, certo? Eu não falo no celular, porque eu fone, eu não cronho. Ah, a China chegou com tudo. O cara sendo teolardo, eu passo muito, porque eu sou muito desligada, eu quero sendo no meu lado. E tá conversando, então, né, cara? Se acha que a gente tem que ir lá do Mingo? Olha, eu não sei. Só que tá falando com amigos dele, entendeu? E velho, eu comecei a ficar muito neurótica, se eu for um dia. Eu nunca sei se

  47. Essa pessoa é uma pessoa que está conversando, ela está conversando com a mãe dela. Se entra no trem, principalmente ao Noite, Igor Boa está cansada, eles botam lá para conversar. Cara, é assim, é um futuro que eu imaginei que só tinha um filme, sabe? Esses pessoas que eu convenço, é um filme de conversar. Essa conversando pela mente, agora vem. É muito louco, cara. Então fia, fia! Fale pra se avagar, muda no seu querido torno. Agora é ônibus e metrô e transporte público em geral sempre tem uma velha que fica berrando no celular. Tem. Nossa senhora, senhora. Quando ela não está estudando música evangélica, assim, foi onde eu vi. Porque não tem mais fogueiro. Se você percebe. Não tem, o fanqueiro está assumindo. Eu sou o biongico da funk de hoje. Foi porque agora é o sede da cintura de tentação. Agora é o senhor evangélico. O devangélico é o senhor. O devangélico é o senhor. Você não vai falar pro âmbro, evangélico é o poder. Porque é pecado se você reclamar.

  48. Ah, é porque os evangélicos, eles têm a sua desculpa, porque é pecado, você... O pecado não, o que é crime, você, né? É crime, você tá proco, por que? Mas se você parar pra pensar, por exemplo, avião, avião que acontece. A aeromôsse, o piloto pede pra todo mundo desligar do celular, por causa que vai inteiro e ferir, o avião vai cair, vai cair porra nenhum, é tudo mentir. Na verdade, isso é só um plano porque, pessoal da aeronáutica já previa isso. Ele já sabia o que se o celular ficar aceligado dentro avião e até uma velha O que é que fica escutando gosta. A grande verdade da aeronautica mundial é essa, é pra galera não escutar gosto. Não é porque o avião vai cair, não vai cair. Não é por nenhum, mas o avião é por nenhum. Você já ganha o fone de ouvido. É pra evitar essa. É pra evitar essa. É. É. É.… É

  49. O que é o avião? O foco é a busão. O foco é a busão, é o trem, é o... Não, eu vou falar a verdade, o pior é o taxa, o uber. O pior é o morro interior e tal, quando eu sai de São Paulo para visitar minha família no interior, eu pego um ano que anda há 7 horas. São os estradas, você deu um proplas, você também ficou 12 horas no proco. E aí é o momento que você encontra meus conteúdos caipiras, né? E o caipira, assim, eu adoro meu interior, meu caipira é um costume quando ele entra em ônibus que é levar marmita. E aí, caralho. Cara, você tá lá no busão, do ortei no dormi, é aquele cheiro ao seu lado, ta atrasinha. Uma marmita de frangaçar. Só se agarra. O cara vai pra pra ele levar frango farofa. Cara, é a mesma coisa do busão que vai pra interior. Tem sempre um cara. Eu vou te falar que é a pior coisa de São Paulo. Não é transporte público, não é o ônibus, não é o metrô. É o cara que vem de milho na porta da instação. O cara do milho também é super. É a compra e entra no ônibus. Comendo milha, cara, crescer e margar. Mas cara ônibus de viagem não tem o milho, né? Porque não vai ter um

  50. O que é o que é o mais fedorento, o mais barulhento, o mais que não. Ele já é barulhento, p'abri. P'abri seja acordou, ônibus inteira. Pra comentar mesmo, pra comentar. Pra você tá mais chegando no vidro, tá ligado? Parece aquele clipe da internet da Mali Cyrus, que fizeram só com som, sim. Mas o menos aquilo é agonianante, né, gosto? Cara, que é... E aí, de sobremesa, o cara ainda pega e descasa com uma mexerica. Porque é o que é o que é o que… é o Pula a merda, velho. Vamos prestar atenção. O que eu pensou, a cara atratou, ele vos vai falar. Parece que ele vai mudar aquele gordo. Parece que ele é uma pegadinha de tão bizarro que... E falando em pegadinha, inclusive, lembrei de uma pegadinha que contrai essa transporte público. Tego a sarei muito de contar. Que aconteceu com o nosso saldozo, Sergio Malando. Sergio Malando tem uma pegadinha do transporte público, que é a pegadinha mais genial de todo mundo.

  51. Você não conhece o podcast? Uma vez ele pegou muitos anos atrás quando ele tinha um programa na gaseita. Na gaseita, a gente tinha as malandrinhas. E claramente não caroça de programa, que tá bom. A gente tinha uma alívia Andrade, era uma alívia Andrade. E aí tinha as malandrinhas, ele bababa. E aí se a gente tinha uma alandra, resolveu fazer O que é O que é O que é… o que O Igor era o Clark Kent, brasileiro. O que eu era? O Igor Negra, cara, não faz um menor sentido, cara. E aí o Sergio, uma lana resolveu passar, é chegar a outro ponto, ali que ele falou, não, não vou num tax. Eu vou fazer uma pegadinha num busão. Vou elevar o nível aqui nos pegadinhos.

  52. E aí a grande ideia dele, o que foi? Ele pegou, se vestiu de profeta. Mas ele era o motorista do ano. Não, não, ele era um passageiro. Aí ele era um passageiro. Aí ele se vestiu de profeta, ou seja, de um mal ano, com barba, um cajado, uma roupa branca e tal. E aí o passageiro entrou no ano e depois colam o já tava... Lotado, ele entrou no ônibus e começou a falar assim, ele passou a catraca e começou a agritar assim no ônibus, lotado, mas se lotado nível, viu? Viu vocês na tarde? Pekado, você foi o você que tu há. Todo mundo aqui vai morrer. Todo mundo vai dançar, aquela vinheta clássica da nossa. Todo mundo vai morrer, é a galera. Calaboc, é velho. Fica quieto, ele sentava. Aí ele capou que ele levantava de novo, eber... Todo mundo vai pro inferno. Calaboc, a feira da puta, senta é maldia.

  53. Eu não sei o que é esse cara boa. Ele sentava, dá... Eu queria pegar um sede de balão com um ônibus, cara. Não era legal que ele tinha um time muito bom, assim. Quando a galera começava a coxilar e levantava e gritar. A galera toda o mundo aqui vai morrer de novo. É boca, cara! Caralho! Aí chegou num ponto, que ele começou a acordar tanto, cara. A galera começou lá pra frente pra que ele bateu nele. Os cara começaram. Os carros negão grandes, começaram a chegar lá e... Ô, meu irmão! E aí, ela abouca, não vai, não, desculpa, desculpa, desculpa… desculpa Fala bem baixa, hein? Sabe por que todo mundo que vai morrer? E ninguém respondeu, porque eu tô com uma bomba e a brilha. Brilha, jaquenta, tinha uma bomba. Caralho, ele tá com uma bomba e aí o motorista, o motorista fez. O motorista abrecou, ônibus, com tudo na hora. Não sei se tava combinado, não. O motorista abrecou. E aí todo mundo saiu rolando, nego, pulando pela janela. E a câmera filmando lá de fora, ele pucar, galera pucar.

  54. E aí ele abre a porta do ônibus. Cara, não. Um perigo? Na hora que ele abre a porta do ônibus, sai todo mundo se aportou do ônibus. E aí sai rolando ele dentro, olha, uma gravidade. Uma gravidade, sai rolando ele dentro do ônibus. E a galera pulando a gravidade, passando por cima. Você tem noção. Você tem noção que você agir uma lenda, ele me faz uma pegadinha no ônibus com uma gravidade rolando. É descado, não tem graça no ônibus. E aí, o que é o que é o que é… o que É o momento, o pior não é nisso, quando você corre até o ônibus e o cara não abre a porta. Mas esse cara faz de proteger o cara da porta e não abre a porta. E eles vão embora rindo, olhando para trás. A diversão dele é. Ele trabalha para isso. Ele trabalha da sua flimenta no dia de dia de dia de…

  55. Todo motorista de Jambos tem um caderninho. Só faz um pauzinho assim, cada vez que ele deixa um empateiro. Você vai ter um bom banho. Tem uma posta, um rádio. Eu acho que tem. Quando ele chega na garagem, chega na garagem no final da noite. E o motorista se eu unir assim, ó. Ah, lembrei de uma coisa agora que você falou isso. Você já dormiram em ônibus? Eu nunca. Mas assim, no nível que o Igor já dormiu, foi parar no ponto final. Eu já falei no ponto final. Vindo porque eu já dormi. Eu não ia fazer no ponto final. Eu já dormi uma vez que eu ia. Bom, quem não sabe, eu morava em Santos e trabalhava em São Paulo. E eu pegava aí de ônibus em quartos por dia. Da vida, vida, vida, bebota, música retriches. Vota música retriches. E aí, eu voltava, às vezes eu voltava de São Paulo para Santos.

  56. É, era de noite, 11 horas da noite, meu cansado. Quando eu estava, o último desse do ano, já disse que se percebi, se disse, também, também. E aí, já aconteceu, pelo menos, duas ou três vezes, eu dormi e parado dentro da garota. Uma das vezes eu fui na garota, a gente... Eu não pergunto, porque eu ficava lá. O cara que se for, da velha, esse cara não pode. Agora imagina, eu dormi. Muito. E aí, entrei na garagem, o cara saiu do ônibus, fechou o ônibus, encontrou o ônibus, e eu lá dentro, não sei mais quanto tempo dormida, eu acordei, cara. Não, eu acordei, não tinha nada. Flic Commission, eu estava no meio do nada. Eu falei que só era o cara, velho. Isso é sassacional, o ponto final do ano, é sempre no lugar que não tem nada. Não tem nada. Eu estava no meio do nada dentro do ônibus trancado sem ninguém. Cara, eu desespero bateram. Você conhece a batera, não?

  57. É, só cá, eu não sei o que é a parecia do cara. É, é aquele vidro. O que é a parecia? Sim, é. Não, algum cara apareceu lá, tive que ligar para o meu pai e falar, pai, já que você não me deu, já me deixou direjou cá. Não, não. Não, não. Não, não, não. Não, não, não, não, não. Não, Não, Não… Como secretário do Curcinho, eu falei no dia de Secretário do Curcinho. Tipo pra ir pra Floripa, eu acordava no ponto final. Só que pra voltar pra casa, o ponto final era tipo 7 pontos depois, aliado. Então, sempre acontecia, deu tipo dormir pra ir. Aí acordava no ponto final, quando voltava, dormia e acordava tipo 4,5 minhas casos. Isso é um problema na verdade. É, a gente ter dormido no horbe, usar um problema a 100% nosso.

  58. O nosso organismo sabe porquê? Porque não sei se já perceber, o organismo do ser humano foi feito pra acordar exatamente no ponto. Ele acorda exatamente no ponto. Que você tem que descer. Eu não sei como, mas parece que ele está ligado mesmo com o seu dormindo. Ele tem um GPS e fala, amigo, é a que ele desce a corda e o ônibus acabou de chegar e descorrer. E não sei como isso acontece. Ele tem ideias de quem consegue dormir e eu não consigo. Eu dou melhor no ônibus, que é uma coisa que eu não tenho. Eu acho que é um motorista que eu pego, principalmente ao invotar, que ele é muito louco. Ele dá uns cacete no busonso, ele pega uns 80. É o cara que tirou a habilitação nas cordas.

  59. Ali do Cid. A gente contou muito história, boa, mas em relação ao ônibus metrô, taxa. O Cid tem uma história que é assim, se eu não tivesse escutado no dia quando se eu, eu juro que eu ia desacreditar do próprio Cid e do próprio Ouvo, não salvo. E foi engraçado que nesse dia... O Cid vai contar se eles vão ler as pessoas, eu acho que é um clássico do Não Salvo, o meu irmão estava em casa, estava visitando a gente, em São Paulo e eu estava deitado no quarto e ele falou a ele. Vou ficar aqui vendo o filme, ele ficou lá na sala e chega o Cid, apavorado. Começa a contar a história pro meu irmão. E eu só escutando, ele pode estar querendo no Cid e ele conhece o Cid por nervoso, ele contou depois no blog, faz as piadinhas, mas ele disse que aconteceu e chegou a me abalado, principalmente. Eu acho que vocês têm que contar essa história, que eu tenho que fechar as porquete. Vou contar, não vou fechar a porquete com essa história, que é o top top.

  60. O que está no blog é o dia que eu descobri que não era da Zoeira. Esse é um postes mais clássicos do No Salvo. Esse é a melhor história. É alto, não salvo. Não sabe que é um blog que fica tirando o sábado. A história é quando se eu coblogueiro. É, e é foda, cara. Essa história é porque eu passei um aperto, um apuro ali, que foi muito louco. A história é mais ou menos que a gente estava na Augusta. Eu estava na Augusta. E aí eu fui... Você dispuso de uma balada, né? Não sei que estava no mesmo. Não me quer que eu comecei nesse dia. Mas eu tive que embora ali, meio de madrugada. Enfim, a Augusta é uma... O que é O que é O que é… o que É um que eu entrei no tax, eu já achei estranho, porque assim, o taxista era um cara.

  61. Gigantesco. É um cara que não cabia no taxa. Não tinha como seu Google, não era o Google. Era gigantesco, 3x3. E eu era tão grande que não conseguia olhar pro rosto dele. Era tipo pérgulas, só que forte. Eu não conseguia olhar no rosto dele, só conseguia olhar no retrovisão, que eu só pegava o olhinho dele. Eu pegava o olhinho dele, meu olhinho. Então era o olhinho no olho. Era o olho no... E aí, peguei o táque, se tal... E aí, a primeira pergunta que o cara me fez não foi pra onde você vai. Não foi como está você. Não foi nada de família. Não foi nada de séssaro petei. Nada, nada, nada. E adiou, mano, não foi nada de... A primeira pergunta dele foi você da Zoeira. Porra, pergunte. E peguei, pergunte. E eu imagino, você três horas da manhã, na Augusta.

  62. Um cara te perguntar e se dentro de taxa. Eu fiquei, meu nome, você falou, conheço esse cara, né? Se espera um vinho do... daquele... daquele maluque, fica na frente dos puteiro, olha. É, que é buceutada na cara hoje! Na sua era! Da um dos... Da um dos... Da um dos...… da um Eu vou montar um carro, você veio de ele pelo arrobo, você estava lá no táxi, o cara me pegando você da suéria e aí eu não sabia que eu ia responder porque eu não conheci, eu não sabia que ele tava falando. E aí eu caí na burrada de responder. O Paolo de São Paulo é mais ou menos de Azura. O nosso adiante é de vez em quanto. Porque quando você não sabe o que você dá uma resposta genérica, a minha resposta genérica foi mais ou menos. Mas se tinha alguma suspeita de significação pergulada. Não, não, falou sério da Azuera, não falei mais. Porque ele se responde, não sabia o que esse problema. Eu quero ter perguntado. Enfim, eu que eu falei, eu estou indo para o lugar tal, tal, tal, não botando o seu quê, não tá bom, continua a correr.

  63. Cara, durante o trajeto até o botão, quanto tempo dá até lá mesmo? Ah, da roga, você tá ao botão da dar, sei lá, uns 20 minutos, de madrugada, por causa de porra. E aí, durante esse período, ele começou. E aí, cara, mas assim... Eu estou perguntando se você é da Zoeira. Porque eu sou da Zoeira. O que que eu imaginei? Eu, né? Uma pessoa... Fazia meme, ele fazia meme. Não, eu imaginei na verdade, eu imaginei quando ele falou... Eu não tinha o intuito de comentar-o bastante cheio. Pra... Você se encerra, quando ele falou, eu sou da Zoeira, na Augusta, o que eu pensei? É um cara que gosta de diversão. Ah, balá! Balá! Ah, balá! Ah, balá! Gosto, per... E aí ele começou a falar assim pra mim. Eu gosto de...

  64. Eu gosto de sair e fazer as minhas amigos. Ah, normal. Tá, o gosto. Não, cara. Não, não, não. Cara, o latino. Cara, o latino. Só pra você. Eu gosto de sair e fazer as minhas. É, é. Eu gosto de sair. Eu gosto de sair. Eu gosto de sair.… Eu gosto de sair Mas o mais impressionante é que toda a frase dele tinha zuera ou algum verbo com zoar. Todas, todos. Todo nosso razo. Não, porque eu sou da Zoeira, vamos suar, eu sou Zuão. E meus amigos, eu adoro mais o heragem. Cara, ele conseguiu fazer derivados dessa palavra que eu não sabia que existia. O Mar de Sionário do Mundo, né? Era o Mar de Sionário da Zoeira. Era impressionante. E aí, tá aí, eu tô naquela, mais ou menos, eu tô vendo elas no gosto. Ah, eu tô mais ou menos. Essa corrida já de vez se ela tá, uns 10 reais. Não percebi, não percebi. O Tondo da Conversa é ainda não... Então eu só fui perceber no momento que ele falou assim.

  65. Eu sou da Zoeira, mas olha, minha mulher não sabe. E ele pode ir só com os amigos. Então, se você começar a ter mevão, eu compensa aí. Mas nesse ponto, eu comecei a suspeitar, que Zoeira, na verdade era, eu gosto de transar com outras homens. Da xava da viadagem. Eu gosto de uma viadagem. A pixi, eu comecei a suspeitar. E aí ele começou a perguntar assim para mim, mas se já fiz alguma Zoeira com taxista? Muito muito roteiro de vim por nós. O cara é a pergunta mais específica de todos os tais. O Juntaxis. O cara é o que eu vou falar, é o roteiro de um porra só forja. O mulher entra no carro. Não, eu, para piorar, você já fez o que eu estava esperando. E eu, para piorar, você já fez o era cotaxista.

  66. Aqui faz cedo. E eu, pro siano, com uma primeira vez, o novo... E eu, como eu estava naquela dúvida ainda, eu respondi alguma coisa... Eu ainda respondi alguma coisa, tipo assim... Não, o contactista não. Então ficou parecendo que eu era o Nazoia também. O motorista de hoje, com o piloto de avião. A nossa hora o cara puxou. Já até desligou o taxi e me trofando nessa corredor vai ser frio porque a gente vai pro mundo da imaginação. E aí cara, chega um ponto ali do botão, para chegar aqui, chegava na nossa casa, chega num período ali uma curva. Cara, quem é um monte? Até o atrás do outro. É um traivinho, né? É um traivinho, né? É traivinho. Vim, drag, vim, drag, vim. A Coriféu, olha, quem passar pela Coriféu. Ali, naquele ponto cara diminuiu a velocidade de... Já começou a suar. E aí eu falei, dai que caiu a comissão a suar. A gente que você entendeu. A gente caiu na suéra. E essa conversa está meio suado, tu pelo amor. Eu comecei a pensar, falei.

  67. Caralho, eu vou ser estuprado por um taxista. Eu não vou ter como escapar, porque sei esse cara quiser como meu cu, ele vai comer, porque ele é muito maior do que eu. É grande. É só ele trancar a pôr do carro e parar o carro. Eu não tenho escapar torre. Eu falei, caralho, comecei a sua frio, cara. Comecei a ficar nervoso, falei, caralho, você estuprado por um taxista. Meu Deus, não sei o que que tá acontecendo com minha vida, não deveria falar cara das oeira. O que você tem que ser Deus? Cara, você deu todo o molho. As respostas erradas. Sim, eu era o garotê. Foi de Deus te dando chance de fazer coisas acessantes. Eu garotê. Eu não sei por causa do nada, defensível. E aí, naquele momento, ali dos Drive-Vins, eu fiquei caralho, velho. É agora. Mas se já começou a imaginar tomar, que eles escolhem pelo menos o melhor, né? Tem que ter que ter que ter…

  68. Ah, aquela vez que, como pra lá o tio Panjá, que tem isso de verdade. Aí minha tática, pra fugir do estupro do taxista, quem que foi? Eu comecei a deixar bem claro que o que me chega rápido em casa. Entendeu? A metade que conhece. Eu comecei a falar assim, aí você pega esquerda e depois deja, é a direita! E acabou, viu amigo? Tá perto, tá perto, chegando. Eu comecei a pressionar ele. Que tu não fingiu que você tava com alguém no telefone? Tô chegando. Não sei, cara, eu tava pavorado, não sei, né? Não, eu ficava pesado na sua... Eu estava se falando e começava a falar o nome da namorada, eu sei lá. Ah, não sei o que... Não, aí o cara está sonou o carro, eu saí correndo, que eu paguei isso, saí correndo, o cara. E aí, felizmente cheguei com meu cu intacto, hein, cara. Eu cheguei de madrugada, abri a porta nervoso, estava com o mundo no índio lá na sala.

  69. E eu tava... eu tava atenção. É engraçado, mas eu fiquei atenção, não. É a história que eu sinto contou pra ele, deixou meu irmão tão antereorizado que ele pegou a mala dele e voltou o passado e tá na hora. Esse foi a São Paulo Loco, Mirou. Não, eu não quero pegar taxista, não quero saber de zoeira, não, tchau. E aí, ficou ensinamento pra você. Se alguém te perguntar, se você é da zoeira... Bem se duas vezes antes de ser. Jamais diga mais ou menos. Mas diga mais ou menos no podcast. Você não pode ser no podcast. Sabe o que eu mais pisar? Depois que eu contei a história no blog, outras pessoas falaram que pegaram taxa na Augusta e o taxista perguntou se a pessoa era da Zoeira. Não, eu tipo um cereal ou Zoeira. Eu não seria o Zoeira. A Zoeira fica só artreia com algum que ele vai conseguir.

  70. É o fila da Zoolvintes, cara. É assustador. O que quiser ver história com detalhes, ali procurando no salvo, o dia que eu descobri que não era da Zoolvintes, joga no Google aí que você vai achar essa história. Muito obrigada a todos os ouvintes do No Ouvo, todos os ouvintes que estão no metrô, que estão no busão, que estão na canoa. Que tão na balça, que tão no táxi, que tão no Uber, que tão num transporte qualquer aí. Muito obrigada, espero que vocês tenham. É... Tira também uma... Como você fala? O cara ele é uma pessoa divertida. Não, eu quero que o cara ele em alguma das suas histórias ele tenha se identificado com esse fone. Ah vai, vai, vai. Eu acho que é a interessa de ser... Pelo menos, uma parte do sufler vai. E aí fica a dica também. Se encontrar um veredor de sufler, pergunta qual é o mistério que a gente quer saber. Eu compro uma caixa de sufler pra quem descobrir porque o sufler é tão barato no... Fechado. Pode pegar aquilo que é de... Claro, mas uma vez não deixando de...

  71. Eu não sei se eu não me lembrar aqui. Nosso feed mudou, o feed não ouvo mudou. Então se você acompanha o feed do novo e o outro lugar, começa a se inscrever no nosso novo feed, para acompanhar também as redes sociais com o nosso Facebook, que é o barra na ovo, nosso Twitter, que é uma roba na ovo. Importante isso, mas as redes sociais o cara está ligado o tempo todo que está acontecendo. Não, até no Twitter, tem uma dica importante no Twitter, que a seguinte, você pega, tem um negócio no Twitter ali nas configurações, que você abilita de A gente não tem a pena se ter a pena se ter a pena se ter… Eu não sei de cara, eu não sei de cara. Eca, sete, não salgar, as coisas derrubam a serméssimo.

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