Capa do episódio #007: Sobrevivi à Infância

Descrição

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Séééétimo Não Ouvo no aaar!! Nessa semana do Dia das Crianças, nada melhor q deixar os garoto brincá e falar um pouco sobre infância, histórias da nossa vida e lembranças de como era ser criança no tempo em q fumar cigarro era legal e vender réplicas de armas para crianças era permitido……. Tempo: 59min Bancada: Cid Cidoso, Igor Seco e Luide e Cabraian

Resumo

Na semana do Dia das Crianças, o tema vem de sugestão de ouvintes: situações de risco de vida na infância. Braian Rizzo falta ao episódio, e Maurício Cid, Igor Seco e Luide decidem marcar a ausência dele com um som de cabra toda vez que seria a vez dele falar. A conversa abre perguntando se a tecnologia deixou as crianças molengas e logo parte para a nostalgia perigosa dos anos 90.

Entram em cena a bala que entalava, o cigarro de chocolate, o Lego no pé, a réplica de revólver que era vendida como brinquedo, as facas improvisadas com apontador de lápis, o Merthiolate que ardia e a brincadeira de dar pancada de grupo nos colegas. Passam também por desenho animado, o episódio de Pokémon que fez crianças passarem mal e os fliperamas instalados em bares, com a engenhoca de juntar garrafas vazias para ganhar ficha.

Cada um conta o seu perrengue: o acidente de carro brincando com Lego, a bicicleta que capotou, a luta de boxe com a irmã que não saiu como o planejado e as broncas dos pais. Fecha com o aviso de que o feed do podcast mudou de endereço.

Destaques

  • Som de cabra marca a ausência de Braian ao longo do episódio.
  • A bancada relembra a bala que entalava e era um perigo nos anos 90.
  • O episódio de Pokémon que mandou crianças ao hospital no Japão.
  • O dono do bar trocava garrafas vazias por fichas de fliperama.
  • A luta de boxe armada com a irmã, com ringue e preparação de horas.

resumo e destaques escritos a partir da transcrição automática

Participantes

créditos do feed original

Transcrição

61 trechos · 10.234 palavras

Transcrição automática, feita com o faster-whisper (modelo base). Pode conter erros: nomes, gírias e piadas internas costumam sair tortos. Na dúvida, vale o que está no áudio. Clique no horário de um trecho pra ouvir a partir dali.

  1. O origem de tudo no princípio Deus criou o céu e a terra. Foi em a terra não havia forma nem vida, Uma grande escuridão cobria o mar. E o Espírito de Deus, Pairafas sobre as águas. Deus então disse

  2. Eu sou mais ou não Ouvo, pode comemorar, pode ficar feliz aí. Você que está escutando onde as pessoas escutam mais o novo. Eu, Eu, Eu… O sistema de som do supermercado. É, é interessante. No ar do recreio. No ar do recreio. O ar do recreio, né? Toca ali a direitora passa-se e assim, uma beleza. É, a Turminha da Quarta-Celho escutando o Igor falar que naquele fazia festinha, é que mentira! Mas é interessante. Fica uma ajeia a você que está escutando no ovo nesse momento, interage com a gente para o Twitter, a Roba No Ovo, pelo Facebook, barra No Ovo, pensamento por qualquer outro lugar e diga aonde que você está escutando nesse momento, por que quer ser cagando, ser no chumpeiro, ser no busão, ser no trense, é de asadelta, da onde você estiver nesse momento que eu fiquei curioso. O usar palavra ilusitado. Qual é o lugar mais ilusitado? O lugar mais... A América Galera começa a inventar também.

  3. Eu estou aqui no seu marido, cara. Um tourney de quem é o mais diferente. Uma competição de quem é um engraçadalho. O engraçadalho da turma. Imagina o que eu era pra provar. Eu tô escutando no cinema, eu comecei a colocar no cinema e filme. Estara a experiência de todo mundo só pra mostrar que tá escutando por aqui. Ah não, pra mais de usar isso não. E o tema de hoje foi proposto por um ouvinte do Novo aqui no Twitter. Ele mandou aqui uma sugestão. Eu pedi sugestões, ele mandou uma sugestão. O nome dele no Twitter que tá como DJ que... Eu acho que ele não é. É um pouco mais. Por dois segundos eu acho que ele não quer ir. Eu acho que não é. Eu acho que ele não é. Eu acho que ele pergunta se ele é cabeça de gilho. E a rouba dele é a rouba satã me leva. Nossa senhora, não se não. Esse é Jorge. Esse é Jorge. Satã me leva. Só não sabe, deve ser o perfil do proiro. Não, ele é muito Jorge. Esse é ele. Ele senta no Twitter e viu uma coisa dessa.

  4. Panha, teve? Vai ter que fazer crise. Vai no cemitério verá-lo, só pra... Ferrada, o tema que ele mandou foi... Traumas de infância, ou brincadeira de infância, pre-morte. Nossa, senhora, vai se matar, me lembra, cara. Eu acho que... Cara, não, pra ele, eu falei merda. Ah, não, eu falei merda. Ele mandou uma sugestão, não, mas não foi essa. Ele foi ruim. Então, eu estou passada, você se deu. A sua ta foi como eu fugido da Catequese. A sugestão dele foi normal, traou uma de criança. Ok, é legal. Mas a mais legal, que que mandou na verdade veio Anderson Menis. Anderson Menis ou Vabreson Menis, provavelmente. É, que contém o W, agora a gente vai ver um W, agora a gente vai pensar nessa maneira. É mandou situações de risco de vida na

  5. Infância, interessante. É legal, interessante. É legal, porque a infância é um eterno risco de vida. É o irá que dá vida. É a fase que você está a propensa a morrer a qualquer momento. Ou índice de mortalidade infantil no Brasil, no Brasil. É infância. É onde tem o maior índice de mortalidade infantil na infância. Você não vê um verbo rede de mortalidade infantil. Se é uma coisa realmente, meio de fídeo é acontecer. Tá, meio de você não vê uma coisa dessa. Ou seja, realmente as estatísticas não mentem, quando você é criança, Você passa várias situações de quase morte ou talvez por você se criança e acha que as coisas têm uma dimensão muito maior do que nós realmente têm. Talvez você acha que é uma quase morte, mas na verdade não foi por nenhum. Foi por nenhum, é tudo potencializado. E ainda tem a questão da mãe, que a mãe sempre vai potencializar.

  6. Tudo o que acontece na sua infância. É verdade. É verdade. Ela acho que é mais pra sustar criança. É mais pra sustar, é desde não com a música que você vai morrer ou não sair com seus amigos maconheiros. Mas mãe, eles têm 7 anos. Só maconheiros, mesmo jeito. Mas cota aí. Cota me seguir meia. É maconheira do meu jeito. Não vai mandar nada. Se você não é um amigo maconheiro, vocês já avisam o reggae. Mas é, mas imaginei, eu peguei no cletinho rasta. A cletinha? A cletinha, o liro. E as mães elas realmente pum. Como se fala? Potencializam isso. É, é verdade isso. É muito interessante a gente ter essa noção, que as coisas não... Tem coisas que eu achava, que eram muito grandes. Caraio, corredor do meu colégio era gigantesco. Aí você visita com o meu adulto, negoção... Não é nada, é uma fração, é que é só três metros. Estou ligado, nada. Caraio também são proporcões que só não são crianças que se acham. Se não pode visitar o colégio,

  7. Eu já acho fofinho, olha o que o Número chega lá, nossa, foi aqui do Apanhei, foi aqui no confismo de Abalada. É interessante se a visita os seus colégios. Mas enfim, o tema de hoje são riscos, qual o seu nome perfeito? O nome certinho, sobrevivia a infância. Tem que ter garra pra sobreviver em defância, porque quem não sobrevive em defância, geralmente não tá aqui hoje. Se não, aquele perdo é guerra. Se não, que ele perdo com o que vem. Não merecia, você lhe perdi. Não merecia, ele não merecia. Não merecia, não merecia, não é o prêmio dele. Quem que conseguiu sobreviver em defância, o prêmio é escutar o não ouvo. Olha só que prêmio. Cara, quer que vale a pena.

  8. Então o tema vai ser esse e eu já estou aqui meio que pensando em algumas histórias minhas de infância. É porque vocês eram crianças muito como direus pais travessas? Acho que depende. Eu quando eu era até o meu 7, 8 anos assim, eu acho que era normal de toda criança ser bagunceira, tal. Mas depois eu comecei a ficar mais recolhido, tal porque a TV manchete entrou na minha vida, né? Ah, da imuda. E aí eu fiquei muito viciado em cavalo de zodíaco e o rachô. E eu não saio a mais de casa Eu não sou um contato do meu amigo, eu não sou um contato do meu amigo, eu não sou um contato do meu amigo, eu não sou um contato do meu amigo, eu não sou um contato do meu amigo, eu não sou um contato do meu amigo, eu não sou um contato do meu amigo, eu não sou um contato do meu amigo, eu não sou um contato do meu amigo, eu não sou um contato do meu amigo, eu não sou um contato do meu amigo, eu não sou um contato do meu amigo, eu não sou um contato do meu amigo, eu não sou um contato do meu amigo, eu não sou um contato do meu amigo, eu não sou um contato do meu amigo, eu não sou um contato do meu amigo, eu não sou um contato do meu amigo, eu não sou um contato do meu amigo, eu não sou um contato do meu amigo, eu não sou um contato do meu amigo, eu não sou um contato do meu amigo, eu não sou um

  9. Se você tiver assim, de uns 15 anos depois, o assunto era low, nunca. Era Minecraft, verdade. É verdade, cara. Puta que era galiente. É verdade. É verdade, cara. Puta que era galiente. É verdade. É verdade. É verdade.… Para essa bancada, ou também para os ouvisos no Ouvo. Será que a tecnologia está afrochando as crianças? As crianças não têm mais aquele perigo constantemente de morte, porque antigamente... Cara, eu acho que sim. Para vocês tiverem, disse que você foi para rua. É a única morte que ela sofre ali, o que é jogar um eslenchamento. Eu acho que é perigoso para criança. É o único susto, cara. Tem uma imposta? É um único susto, dela entrar no canal do caiu e morre no TV de novo. Ai, meu coração!

  10. Ah, não, não faz vídeo, não é? Eu acho que é feningoso pra criança, cara, porque... Criasses, ele só costumados a jogar muito joguinho, ver muito vídeo. Vai que ela acaba clicando sem querer numa propaganda que aparece. Aí o cartão do pai já está cadar de trás ali. Nossa, que horrível meu Deus! Faz sua compra e compra tipo um avião no mercado livre. Aí é a morte do pai, né? Mas com o do coração, né? E o pai e o pai mesmo ele vai matar com ele. Ele joga na janela e depois ele morre do coração. E tem uma coisa muito importante nesse podcast que a gente não comentou. Que pra gente já foi normal porque a gente... Eu não fiz a apresentação de uma coisa diferente. Eu não fiz a apresentação de uma coisa diferente. Eu não fiz a apresentação de uma coisa diferente. Eu não fiz a apresentação de uma coisa diferente. Eu não fiz a apresentação de uma coisa diferente. Eu não fiz a apresentação de uma coisa diferente. Eu não fiz a apresentação de uma coisa diferente. Eu não fiz a apresentação de uma coisa diferente. Eu não fiz a apresentação de uma coisa diferente. Eu não fiz a apresentação de uma coisa diferente. Eu não fiz a apresentação de uma coisa diferente. Eu não fiz a apresentação de uma coisa diferente. Eu não fiz a apresentação de uma coisa diferente. Eu não fiz a apresentação de uma coisa diferente. Eu não fiz a apresentação de uma coisa diferente. Eu não fiz a apresentação de uma coisa diferente. Eu não fiz a apresentação de uma coisa diferente. Eu não fiz a apresentação de uma coisa diferente. Eu não fiz a apresentação de uma coisa diferente. Eu não fiz a apresentação de uma coisa diferente. Eu não fiz a

  11. Olá, Igor Seco. Fala meu povo, muito bem. Esqueci completamente, cara. Tudo bom, Luide Rizzo. Olá, fiéis ouvintes. Tudo bem com vocês? Depois de 10 minutos, começando. Eu aqui comandaram a mancada Cid, meu nome maravilhoso. Braian Rizzo não está com a gente. O que acontece? Não tinha histórias de infância, ele foi embora. Não tinha, é, isso é chorando. Braian não está com a gente hoje, mas tudo bem, né? Cada um pode criar sua própria teoria, porque o Braian não está aqui hoje? Não é a se espense, eu não vou falar, que é um segredo que ele não está hoje. Mas a gente pode substituir o Braian, derrepente, acho que pensar, se a gente substituir o Braian para um...

  12. O grito de cabra. É interessante. O que é melhor? O que é melhor? O que é melhor?… O que é melhor Nós vamos ver as músicas. Então, toda vez que seria a hora do Braian falar, a gente bota um som de cabra. Para representar o Brai, não esquecemos dele hoje. Não é também. Nesse dia, a triste, onde o Brai não está participando, que infelizmente ele faleceu. Mas tudo bem. Oso, né, Braia? Olha, é mais bonito na Braia. Muito bom. Eu quero que eu fico com o outro. Eu vou fazer um discurso aí, Braia. É rapidinho pra gente. Mas daí, vai ter que deixar voz da cabra. Como é que é a voz? Acabra a Braia. Acabraia. Acabraia. Acabraia.… Jesus, Jesus, Jesus...

  13. Vamos lá, infância, infância, todo mais. Risco de vida, o risco de como é que você é o certo? O risco de morte ou risco de vida? É, eu acho que tem o certo. É bem, bem, bem, bem. Colocado isso aí. É uma boa pergunta, né? Eu acho que é risco de morte, né? Porque... Você quando risco de morrer, essa é... Qual é o risco de morrer? Tem risco de... risco de vida. Quer dizer que ele ganha uma vida mais de vida mais. Que é o que é que é o que é que é o risco de morte. É risco de morte, que é que você perde a vida. Então, o risco de morte, que não é infância, a primeira coisa que Eu não me vendo na cabeça quando você fala nisso é um negócio que eu não sei se vai ser da época que eu estou no mundo tal vindo aqui, os ouvintes mais novos não vão saber o que é isso, eu acho que não existe hoje, mas é uma bala que existia antigamente chamada Bala Soft. Já ouviram falar?

  14. Bala Softe. Bala Softe. Cara, eu estou no interior aqui, acho que não. Não conheço, não conheço, bala Softe. A Bala Softe não é. Bala Softe, vou tentar explicar para cá. A Bala Softe é meio que uma... Era uma bala, que a criança... Chupava, bala, né? E por aí, imagina que a criança... É uma bala softe. Só que ela tinha um tamanho perfeito para prender na garganta da criança. Oh, mas... Entendi. Ela está meio uma hostia. E aí, cara, vem com a bala host, e aí ela é Runde de Solver, essa bala, é bala safada, bala bala ruim, ela era Runde de Solver, então a criança ela botava na boca. E a falar alguma coisa, quando a bala entrava na goela, a cala presa, ali, ó, eu conseguia falar aquela corra de solvia, o que teve de criança morrendo nos anos 90, eu nunca morri, mas... Mas o que teve de criança morrendo nos anos 90, cala, era bala-sofete, cara. A bala foi proibida aqui no Brasil, por causa disso. Não sei se foi proibida, cara, mas era um negócio e um mostroso, assim. Foi primeiro bala-sofete, depois o cara de rufo, foi um negócio absoluto. Mas as crianças corriam um constante riscos quando saírem de casa. Não, tudo, né?

  15. É potencialmente perigoso. Você pode pegar até desde, sei lá, crianças comprando cigarro para o pai no bar. Era totalmente aceitável. Normal, normal. Na verdade a criança compara a cigarro para ela. Para ela também, é o cigarro de chocolate. Exatamente, é verdade. Cara, tinha cigarro de chocolate, quando você comprar e fingir que estava fumando. Eu fazia muito isso porque fumar, hoje em dia as pessoas têm muita gente que fomam, óbvio. Mas não é, mas é que... Tinha aquele glamour, né? O cara fumava, o cara era... É, foi uma coisa de negócio, ó. O pro Elano tem ver, o cara de saltava do cavalo, aí colocava o cabelo. É, o cabelo. É, o cabelo. É… o

  16. O chocolate de... O que é que merda essa cara? É genial, né? De boas, não fazão cigarro de chocolate, ficando criança. Mas acho que isso é um de menos, aí, não é? Porque você pega os brinquedos que a gente tinha, quando a gente era criança. O cara era brincando muito de psicopata. Um brinquedo perigoso, o lango, o lango. O lango, o lango. Porque ele dava, era aquele buneu de box. Sim, se era a vambora. A pétava embaixo, dava um soquinho. Nossa. Cara, eu a vez eu deu um soco com aquilo no olho, e o cúlaguei, é meu cara. E aí que ele não... Ele começou a chorar, ia tiazina, quer a gente falando... O que você fez? Ele tá possuída, quem? Eu não sei o que sozinho, não sei o que aconteceu. Cara, os brinquedos eram perigosos mesmo. O cigarro de chocolate, eu tenho quase certeza absoluta que tinha a paquia trabalhada, deixava criança sozinho em casa, a criança viu o maço de cigarro lá e comia. Comia, comia, para a gente ir. Tem certeza absoluta que é o negócio do vídeo. Outra Lego, quantas crianças devem ter em...

  17. O Ligo é um legal, mas é o que é hoje, é o legal. Não, deve ter um ligo, o legal. É o legal, é o legal. é o legal. é o legal.… É o legal Que tem que ter uma fase de desenvolvimento, até aquela perna torta aí, num lugar em Chile. Pizou num lego, meu amigo. Já era. Já era. Já era. Pronto, procura a tua profissão. Eu já fui, eu estava vendo em uma cicatriz aqui no teste. Sim, tá ligado. Dá pra ver, do footstabe que é isso. O que é que? Eu sou Harry Potter. Eu acho que é um negócio. Eu acho que era um nariz que sentia removir dos duas. Não, não. Isso aqui, essas cicatérias que eu tenho, porque eu tenho um pouco de Lego. Divergidade. Talvez foi o meu momento quase morte, perfeito, não, porque eu não morri. Mas o momento mais quase morte da infância foi esse. O meu pai estava dirigindo um chevete dele, meu pai. Chevete, chevete.

  18. Eu partiu o chevete pra távamos ali nas estradas de Santos. E aí? Chegou aqui em Santos, olha só. É, uma puta neblina na estrada, meu pai bateu o carro de batendo a traseira do carro que tava na frente e eu tava na banca de trás brincando de Lego. E na hora que ele bateu, minha cabeça, pá, bateu no Lego. Tá com Lego na mão. E aí, eu meti a cara no Lego. E aí foi um... Não, não, não. Que cota, minha cara toda, sangue pra caralho. Minha mãe é esperada, né? Porque também se ela conspondo isso aqui, mas não é tanto assim. Foi um corte numa criança na testa, ficar a cara toda insanventada. Mas virando com as escritas da viva, é uma coisa legal. E aí, já não basta você estar com a cara cheia de sangue, fica a tua mãe preocupadíssima, criança de sério, passa mil coisas na cabeça. Não, o mais triste é o Lego, cheio de sangue. Imagina que isso é fezoso, o Lego da criança que não vou poder brincar de novo, eu estava pensando só nisso. O Lego estava fora se me preocupado com o Lego. A gente joga fora o Lego, falar que ele estava por meio do pelo capiroto lá.

  19. Eu fui atacado por um lego. Você tem alguma história de risco de vida? Cara, é importante. Todo mundo se está aqui vivo, hoje, com certeza, a gente passou por alguns perrenques na infância. Mas eu só quero terminar essa de brinquedo, lembrando do pra mim é o clássico que resume bem uma geração que a nossa... De Brinquedo, que era o revolvinho de Spuleta. Ah, bom. Fale o revolvido, do rambo. De um revolvido, do rambo. Esse revolvido era um 3-oitão do rambo. Cara, ele foi proibido depois de alguns anos. Mas, meu Deus, porque ele era uma réplica perfeita num 3-oitão. Gente comprava o revolvido. Ele tinha um tambor, ele abriu. De um tambor, cara. Era uma réplica perfeita, você colocava munição, pra uma criança brincar de 3-oitão. E, cara, eu tinha isso lá coisa mais...

  20. O que é O que é O que é… o que Ah, matei, aí o pai morri, caiu no chão. Caralho, cara, não faz de teio. Mas você comemorava fumando cigarro de falar. Que que que é? Que é a camagem, cara. Que é a camagem. Mas aí, eu lembro de um brinquedo que ela é mais perigoso que esse. Caralho, mais perigoso que eu que é bom. Que era aquele brinquedo de palitinhos. Pota que pareu. O que é O que é O que é… o E aí, você vai ver a gente se fala do outro, não tem que tirar, você não pode mexer no outro lado. É assim, entendeu? Esse brinquedo é realmente perigoso porque é o tipo de brinquedo que na prisão ele... É, é, é... Se você desce... A prisão leia se cresce. Na prisão, é tão bem cresce. Pode acontecer uma rebelião por causa dessa posa, esse brinquedo. Cara, ele pode abrir porta, ele pode abrir cela, ele pode matar guarda, esse brinquedo pode fazer qualquer coisa. Não, é só um brinquedo, cara, ele tem brinquedo. É, só um brinquedo.

  21. Eu não vou fazer isso. Quero a facinha de apontar lápis. Facos que era pegar a voa ponta do urge. Tirava lâmina, coloque... Isso, vamos ver se é isso. Com quantas pessoas vão conhecer isso aqui? Você pegava um apontador que ele tem uma lâmina, você apontava lá. Você tirava a lâmina, pegava um tubo de caneta bique, quem mava no fogo, esquentava no fogo, ele pegava criança magaio. Ele ficava todo uma aliável, você pegava aquela lâmina e cravava naquela ponta maléave, esperava ser caralho. E aí virava tipo um facão, um canivete. Cara, olha, você estudou num banco 2, velho. É tipo um estilete de boa pecado. E a gente levava isso para a escola. Cara, é uma arma e era totalmente permitido assim, nenhum professor. Nossa, olha que bonito, o Lucas de cinco anos está...

  22. Com facão, tá lá, piso. É chão cheia. De crianças do lado dele, tudo bem, tem 10 por do game. Caralho, cara, e agora eu tô lembrando disso, tá começando o matéu desespero. Como pelo momeco isso? Pois é, tu comprou, tu teve de entender o que esse tipo de coisa. É muito perigoso. Mas a coisa de criança não tem jeito. Brincadeira, por exemplo, de pegar o elástico e fazer uma arminha. O estilinho de elástico. O estilinho de elástico. De metido. É divertido, mas teve um cara não. Meu colégio, uma sala minha, que foi post-pital. Certaram um papelzinho, um olho dele, mas numa velocidade e a quem é uma roupa. Tá ligado, o chacinho de azarco. Ele tem que ir para o olho do ec, velho. Ele tem que ir para o hospital, ele ficou colheu roxo. Sabe o que era o leite de fazer isso aí, cara? Ao invés de você colocar o papel, você roubar o cara faca da Luide. O cara é faca, viu? Já viu uma lança. É facinha. O cara é faca, né? Você roubava o grampo de cabelo da colégia.

  23. Caralho, pídeo cabelo e usava aquilo de munição. O que a criança foi feita para a guerra? A gente não é um instinto por isso que vocês veem aí os Estados Lânicos, anos de criança com a Coreia de Sete, estou fazendo certo, carnesco. Por isso só os mais fortes estão vivendo. Só os mais fortes estão vivendo. Por causa disso, outra coisa que lembrou bem agora também era uma coisa quase mortal e era o maior medo de todas as crianças que era o Metiolate. Nossa senhora, senhor. O maior terror de qualquer criança não bastava você cair se ralar inteiro. Se foder todo, não. Se tinha em casa e passar para a segunda prova de dor. Era a peridência. Jesus criou o mercilado de procurar o criança. O terro e nem mente a pesteira que ela fez. A ver que ela estava possuída pelo satã ali. E aí o mercilado era uma forma de ele aprender. É uma criança aprender. Eu queria experimentar o mercilado, agora o mercilado não arde, mas eu queria experimentar de uma...

  24. Você não vê, você não vê no YouTube, a tag do Mercilad. Você não vê, não vê mais. Você é a tag do Mercilad. Você é engraçado, meu. Vamos passar a Mercilad. Quem sobrevive, ganha, se esquece no meu canal. Mas eu queria tipo assim, me ralar. Pegar o metiolate que é arde e passar para ver se dóitando. Então, será que duir é tanto assim ou é a coisa de criança que você supervaloriza aquele momento? É, porque tem a minha amistica por cima da cara coisa que vai arder, vai ser. Eu não sei, eu acho que a gente jamais saber a gente não. Eu acho que quando a mãe ia pegar o metiolate, eu já falava, tu tiralou, né? Vou pegar o metiolate ali, vou mostrar essa ferida. Eu nunca percebi o nele, cara. É o problema que a gente jamais atirasse a prova dos novos.

  25. Não, a ver, por que o meu trilatinho não, não, não… não Não é mais assim, né? Ele não arde mais hoje em dia, ele tem uma fórmula que não arde mais. Então nunca mais a gente vai... E agora no inteiro, tipo fizeram o metulátic no ar de... Poder passar a criança que se machuca... E a criança não chorar. Só que agora a criança não se machuca, porque ela fica jogando no tablet. Agora que tinha que estar, hein? Sabe qual é o metulátic nessa geração? O modo indisconeitado. Bonita frase. Bonita frase. Eu gostaria de inclusive, Luide, ou da V. O Mateo Latio dessa geração é o mundo em desligado. Bonitas palavras aí de um programa sobre ófca e arrepiado, cara. E arrepiado, e do chocolate, fiquei arrepiado a realidade.

  26. O brinquedo que eu lembro que também causou algumas mortes aí das crianças foi o Pula Pirata, vocês lembram Pula Pirata? Eu lembro, eu nunca tive um, mas eu lembro que eu via bastante nas Pula Pirata. Era um brinquedo que os primos ricos tinham que ser um Pula Pirata. O Pula Pirata era um brinquedo, hoje em dia ele é reformulado, existe outro tipo de Pula Pirata, já vem Pula Pirata com pinguinha, que não pode ser um Pula Pinguinha, galera. Eles mutam no ano a grou lá e a ver que dava uma repagemada dos brinquedos a trin... E aí, você já viu a propaganda nova do Detetive, por exemplo? Sabe o jogo que está beleza o Detetive? Agora, tá mudou, agora?

  27. As dicas vem por um aplicativo no celular. Tipo, ó, o... Fico de graças a que eu fiz. É o capítulo. O coronel mostarda no seu que o coronel mostarda um depoimento no celular. O rouba, o coronel mostarda. O banco mobiliário também tem uma pegada que se faz o seu que é o celular lá e compra casa. Acho que você passa um peipão aqui. É tudo pra você, pra sozinho, brincando no celular. Eu não sei que ela quer, mas eles dão uma reformulada no brinquedo. É o mesmo brinquedo há 50 anos, só dar uma repaginada. E o Polopirata de vez em quando era repaginado também. E o Polopirata de Matava com umas crianças. Algo mas porque as crianças engoliam a espada do Polopirata. Que tinha uma espadinha que era que se enfiava no barril para ver se o Polopirata polava. E inclusive tinha uma brincadeira, um tanto condossoxual das crianças, que era o Polopirata, que era quando o amigo pegava a caneta e enfiava no cudo para vir. Para ver se ele polava.

  28. O que é que está por aqui? O cara do Fuz Kazua, a do Fuz Kazua é o bricadeiro mais idiota como eu dense, bricadeira, que eu já deve ter dado um bom tempo. É o pior do que a gente tem, amigo, de 30 anos, que a gente tá andando, assim, que a pouco ele me dá um soco, que que que que po, rasa? Fuz Kazua vai tomar do seu cu, que imagino uma escorção de colégio, uma escorção de colégio, você que tá todo mundo acordado, menos uma criança que tá dormindo, ok? E aí todo mundo vê um fuzca azul passando. Ou seja, a criança que estava dormindo? provavelmente ela morreu, ela pode ter morrido, cair igual a Bette, lotando com ela, além da criança, no ônibus, dando soco na cara dela, ou seja, a brincadeira do Fuzcazua, tinha um potencial de porte, tinha uma também na minha escola lá, não sei se você conhece que era o Toma Geral.

  29. Toma geral, que ela dá capa na cabeça. Não, sempre, minha corredor pôr nem. Não quero ter que trocar em que eu não é, meu. Complicar, porque aqui é um cara de Santa Cartagena do Paraná, outro São Paulo, outro São Paulo, outro São Paulo, fazer um corredor assim. O cara, pessoal, passava e tava lá. Esse tinto também, na cabeça. Mas o geral era assim, quando você falar alguma grusela, a galera falava assim, Luide toma a lente com o Nescal, o que que ele merece? Toma geral! Aí vinha, tava por aqui, tava por aqui, tava por aqui… tava Tinha outra brincadeira do meu colégio, que era o pirusinho. Esse colégio, esse colégio, ele viu. A gente chupava o pau da vinha. A brincadeira do pirusinho, a gente chegava de pau, pau da vinha.

  30. Como é que era o piruzinho? Porque o piruzinho no sul do Brasil, pelo menos é do Faleiro. É tipo caneta, tá ligado? O que é que a gente tá jogando? Futebol, aí se passa... Ah, caneta de paixas, né? A gente passa bola por um bolo, ali, aí é dos dois, dois, dois… dois A gente não tinha bola no recrei, era o todinho. Era o ta de... Qualquer coisa era bola. Pega a botodinha sempre tinha criança mais rica que levar um todinho, tomar, eu tinha ficava obrigando o gordinho, tomar rápido. Viu nessa pirotadinha, o gordinho, eu era virava um todinho lá. Aí se é só pra pelo canodinho, o todinho deixando uma bolinha, virava uma bolinha de futebol, fica um botodinho gordinho, né? E é isso aqui assim. Sempre tem um babaca que sem querer pisa na porta, o todinho acaba com recrei, fazendo isso de todas as crianças.

  31. Essa criança passava pelo corredor poloneiro. A merda que as vezes acontecia de acabar o recreio com 30 segundos de jogo. Jogava bolinha de todinha e já vi um gordo lá e pisava e pinta que pare. A cadena dele mesmo. Apenava, né? Acabava primeiro porque ela é o gordo de segundo. Cara, se você parava de pensar... Várias brincadeiras de colégia, acaba empurrada, tudo acaba empancadaria, né? Gosto de brigada. Tem nada assadia assim. Tem nada de bom de colégia, né cara? Aí também que Igor fica só até com a tasséria, né? É melhor, é melhor coisa que você pode fazer. Mas já pronto bastante. Aprontou. Eu lembrei de uma, você falou da manchete que mudou a sua vida. Sim, né? Por que? Você começou a assistir com a verusodia, com... Conseguer parar mais. Ela já esperou os changem, mas eram os de banho. Eu curti a muita cultura também, né? Que tinha castelo ratimbo. É, cultura não pegava, eu tinha... Eu tinha castelo de zona que você mudava, o canal se tinha que levantar, não é? Tá, tá, tá, tá. Isso é pegava. Globo.

  32. SBT, Manchate e Band. É, eu acessava muito o Castelo Rathimbou, acessava muito na cultura que mais que tinha. Tinha o Lucas Silvici, mas esse não é o Rupert. Rupert, a gente tinha aquele tema, eu acho que é babar, que era um elefante. Elefante, não sei porque eu lembro essa pó agora. É legal. Era um elefante príncipe, que pô, né? Eu lembro que tinha um rosto que eu gostava bastante. Eu tinha um fado da Zé. Mas um desenho que com certeza foi da infância de todos mais, é que é porque ele atravessou várias E várias gerações, de provavelmente boa parte nas pessoas estão ouvindo no Ouvo agora, foi Pokémon. Pokémon. E o Pokémon? Ele tem um caso muito interessante que realmente matou muitas crianças. Como assim, cara? O Pikachu. O Pikachu matou criança. Mas é legal. Eu não sei se ele passou a que não Brasil. Não, não. Não, não. Não, não. Eu chegou a passar que não Brasil. É, passou só no Japão. Só no Japão. Que foi um episódio que ele tinha tantas cores e girava tanto na tela.

  33. Eu sei que aconteceu na pôdea episódio, que dava a ataque de epelepsia nas crianças. Era o pôrgão, que era aquele Pokémon dos computadores, que era tipo programes de computador e aí o eche, os caras eles entram dentro do computador. E quando eles entram no computador, tem todos os efeitos que eles estão entrando na rede mundial de computadores. Estão surfando lá, né? Estão surfando na web. E aí aquelas luzes, aquelas cores, estava o ataque de epelepsia em muita, tipo, em mais de mil crianças. Sim, e ele levava a monte de criança para o hospital, para o caso de Pokémon. E então por isso que, Lô, O amoral tinha um boato de pucurmão, era satânico do mal do mundo. Ah, mas tudo é satânico. A Chucho eu contrar essa tânica. Ou seja, a nossa gente é satânica. Pra ele estar feliz, daquele jeito. O tempo todo isso pode ter linda, não pode dar algo. Com certeza. Tem muitos de coisas que é relacionado ao capeta, acho que é mais por deixar medo nas crenças. Mas algumas das são verdadeiras. Como por exemplo, a faca dentro no fofo. Caralho, isso é muito legal.

  34. E para o seu malendo urbana, é, cara. E é real. Foi criado tanto, e a faca não for fô... Fala, fala de lá, faca não for fô. Faca não for fô. Três vezes, rap. Faca não for fô, faca não for fô, faca não for fô. Agora, Braian. Agora, Braian. Mas é realmente tinha, é uma faca, não era uma faca, mas dá pra matar. É, se você abriu um fofão, né? A randica cabeça não fofou, que só me humorou, ele se abriu. Não, Não, Não… O que você é, Peter da puta? A reta fracão, fugindo da criança. Se você abrir um fofo, um boneco do fofo, que foi tradicionado, é o que é nos 80. Nos 80, não vi antes. Como é? Eu não me lembro do fofo, mas ele meio que era o brinquedo da irmão mais velho, que ficou pra criança mais nova. Era brinquedo brinquedo, e o fofo é o que é que é que é…

  35. E aí, o fofo, se você arrancar a cabeça dele, ele tem um negócio que prende a cabeça ao corpo que realmente parece um punhão. Não é uma faca, mas é um punhão. Para os crianças se matar, nem o era para os carros. Eu espero que se defender de matar aqui. Eu não sou, eu não sou, quem que vai atacar? O que vão piram a atacar? A criança com fofão. O Igor está lendo uma crepuz. Você não quer que ela para prevenir? Eu não sei se você sabe, o que vão piram não existe. Não, eu tenho mesmo. Ouvi, ele já tinha de comida, ele queria ficar cheio de razão. Eu tenho dúvida. Vai ver o vampiro que vai atacar a criança justamente quando estava com fofão. Eu acho que nada assim.

  36. De brinquedos, e que nada chegava ao perto da violência que era os fliperamas. Se você sobreviveu aos fliperamas, você tinha ali uma bagagem para vencer com qualquer guerra, sabe? O estado eslamico não é nada perto dos fliperamas. Cara, porque você pensa bem. Hoje em dia você vai se agargar um de game, tal, molecaradora, mano, creve, tal. Então o cara tá lá na casa dele, ele contigo, tá no sofá. Como é que tá lá, ives, xasco. Comer num doreto. É, tá jogando um detetive, tomando a blood. Tomando um guardanhasia. É, fica lá chingando, obrigado todo mundo. Mas na nossa época, quem não tinha videogame em mãos, é que era uma coisa cara. Tinha que ir até os fliperamas e os fliperamas, eles ficavam nos piores lugares por cima. Eles ficavam na boca. Eles ficavam em bar, em boutecão. Ficavam a herácia, uma galera cheirando com a caína em cima do fliperama.

  37. O pessoal lembra um pouco de como era o Fliperama, tem aquela cena famosa, tropa de Lid. Ai, é da Barra! É onde que era da Barra? Tá no bar! É da Barra! Os Fliperamas tinham sinzero entre o que é a se arroplay contra o meu controle 2. Tch um sinzero no meu... Cara! Eu acho que o Luvo que se buia aquelas porra, eles passavam a cidade e eles iam olhando, acho o pior bar. Mais fudido. Mais escafaco. Mais escafaco. Aí eles iam lá e colocavam sua superama. Aí era assim, um ambiente de superama. Era sua superama, a medicina oca e um balcão com pessoas de bebro. Então se tinha 6, 7 anos, você estava jogando superama e tinha uns bebro que ele por cima, moleque, chefe garuma, essa moleca de onde está perdida, não brinca mais, que jogando superama.

  38. E tocando fã no risco a faca que eu tico em esse dançano. E é claro, não fez checo ruim. É que você tem que ter um entretenimento familiar no barco. Então, eu era o pai que era pinguoso, já me levava criança, a mãe que era puta, tá? Já era a mãe, já, cronjá. Já era um pai, café tirando a mãe, era um pai bebendo, um pinguo, e aí a gente saia, cara. Acava criança não fui perama, né? A gente foi meio arco, tá, cê, cê, cê… cê O Scorpio tirava o coração das pessoas. A cala espinha, todos. É, cara, é uma muita violência. Era muito violência gratuita. Um jogo que tem um golpe chamado Brutality. É óbvio que não foi feito pra criança. E eu tenho uma história boa que é quando isso que envolve flipera, me mortal como a ti. Que assim, ficava num bar, lógico, né? Sim.

  39. Glorioso, bar do Vanderlei, de Salto e do Vanderlei, nome de Gideon. Até hoje, até hoje, até hoje, é um bar muito bom. Inclusive, o Vanderlei deve ser pígula. Já porra ser rosa. Fez parte da minha infância, fez parte da minha juventude, beba. É um bar glorioso. E aí tinha lá o Mortal Kombat e tal, tinha o Mortal Kombat, vocês faz ter dois, cadilados de noçal, então eu quero era para isso da crençada. Coral, quando eu não é aquilo outro, o jogo também, aquele que o cara da foguinho, né? Qualquer um. Pronto Clio de Stinky. Não, não, não, jogo de lutinha. Eu sei qual é, não estou conseguindo lembrar. Não, jogo de um contra... É tipo o senti fighter, só quero um... Eu sei qual é, eu não sei qual é. Eu já que teve até um cronuzouro, King of Fighters, alguma coisa assim, não? King of Fight, isso eu me tinha. Isso, acho que era isso. Junte quem, então... Tequeita, era tipo o fato de um jogo de lutinha. Tinha... Era os Arqueites, mas... Fati, jogo de lutinha. Fati, jogo de lutinha. Basicamente. E aí era aquela coisa, gente, a gente tinha que... A ficha naquela época era 25 centavos. Era o padrão. E cara, 25 centavos em 1933 era a sela tipo, 150 reais hoje.

  40. Sim, muito difícil, falar pra tua. O 25 centavos, você não compra um, o chiclete? Você não compra nada. Se você der vinho, você der vinho, o 25 centavos, por craqueiro, ele vai brigar com você. Não, vai te dar uma rastete. Ele vai pegar... O tio, ela cara, vai feça, morre, não cu. Sim, sim, sim. Mas mais nada. Você vai fazer a programa. A verdade, o 25 centavos, era um 25 centavos, era o preço do boquete que sua mãe fazia pra... No... Ojidão! Eu faço que pão, mas... É, é que o cara é gredíssimo, cara. Enquanto você, estamos... E aí que acontece? Eu já estava se concertada. É, porque eu vou ter risco. E aí, obviamente, chegaram seu mãe. Me dá 25 centámetros para jogar o fliperama? Já sabia quando o fliperama existia no bar do Vanderlei. Não vai no bar do Vanderlei. Chei de beba do lá, se quiser fazer lá, que eu falei, não, mas não tem perigo. E ela não dava. E eu não tinha como rumabe.

  41. 20 anos que eu estava com 10 anos, né? Bom, e aí o que acontece? Esse dono do bar, ele tinha uma tática. Que se você levar as duas garrafas de cerveja vazias, ele te dava uma ficha. Isso é boa, boa tática. E aí a gente não tinha a cerveja que garrafa em casa. O que a gente tinha que fazer? Ele roubar. Ele transformava as crianças e reinheiros. E é, exatamente, ladrão. É que roubar. Não tinha. Não tinha. Aonde que a gente dizia que a carreira era o que a gente dizia que a carreira era o ladrão. Que dizia que a carreira era o recicla. Tá, não é? Eu falei que a não nem sei por que eu falei. Virava a carreira, você falou, é ladrão, eu falei, não, não é? A gente virava ladrão. Porque não tinha gente, aí a gente saia, você formava as gangueinhas e saia pelos que estáis, os atsados. Não, não é os atsados, os atsados. E aí uma vez, os amigos me acharam em gradado, tipo, 24, aí é da 12 fichas. Pô, para jogar para caralho.

  42. E aí, só que ela era minha vizinha, aí eu falei, eu não vou entrar nessa. E aí, eles pularam o muro. É, se é um bosta, se é um medrô, se não não vou. Só que eles pularam no quintal dela. Eu fiquei em cima do muro. Eles roubaram e se arrupam os fundos. A dona da casa chegou e me viu em cima do muro. Ela roubou o tempo teu pai, cara, aquela vez, mas ele levou uma surra. Mas eu apoiei, então de graça. Cara, meu pai tá... Estou perdendo uma gargura do seu tais. Fui um fliperama de barra, ainda está robando garrafa. Logico, meu Deus. Olha, a visão do teu pai era uma criança em cima do muro da vizinha robando garrafa pra ir no barra. Cara, não foi? Não, ele tem sentido. Ele tem sentido. Cara, mas o pai de graça, eu não estava robando, eu estava apenas vendo o deponso. Ah, a vida de criança é só de aprendizado, né, cara? Ele disse, eu não deu deixar de soltário. E a bizarro, cara, é bizarro como o cara pedia pra crianças.

  43. Vai entrar no que tal de outras pessoas, pega e garrafa asia, traga pra mim que você vai jogar Street Fighter, com bem-mato do seu lado. E a gente sobreviveu a isso, só na igreja, só na igreja. Só alegria, cara, você tem alguma história de quase morte, é igual do Luide? O pai dele matou ele porque ele tinha que ter já bebendo barco, ele tava falando que foi pera, mas claramente é pra comprar um brejo. É meio ligado a essa história de videogame, porque eu ganho quando eu era mulher e que eu ganho videogame no meu tio. Na Vision. Foi um super nitendo que eu ganho. O lugar era bugado, você jogava, se jogava um Mario, não era um Mario que tava jogando. Era Luide, era bugado.

  44. Eu não espirra nele. Aí, aquele dia, eu fui pra casa do meu tio e eu tive que ficar tarde inteira mal, não podia só chegar lá pra ir ao jogo e me embora, porque era meu tio que me levar. A gente começou a brincar com de bicicleta, quando a bicicleta foi o meu primo e a gente vendeu de descer um morro, um aladeira para brincar. O meu primo já era acostumado. O que é outra coisa de criança que é a aladeira, né? É uma aladeira, uma aladeira, a salva da merda, a aladeira. A meu primo morava lá e já era acostumado com o terreno, ele desceu a aladeira e foi lá frente. É, não, é uma pista. A pista, é uma pista. Ô, Ô, Ô… ô Ele foi na frente. Eu pensei que eu vou tentar alcançar. Eu decia a Ladeira e já estava muito rápido. Que baique isso? De bicicleta. Ele gritou quando eu tinha tendo na caminho, ele olhou para trás e gritou. Cuidado com cachorro da nela. E era um cachorro de uma visita deles.

  45. Que era muito grande para o meu tamanho. E o que é muito grande é um pôdo? É, é que era tipo o tamanho de um pitbull, mas o meu... Pentebull, cara. O mais alto que pitbull, só que era o viralato. A gente só quer morrer de medo daquele que achou. Eu tenho medo de Commission. Quando eu olho para o lado... Estava o cachorro correndo do meu lado. Já tinha o cansado. Já estava do meu lado. A ver, ele queria passar a corrida, só. É, é brincando. E ele não estava em ciclada, não é? E ele não fez lado pra mim. O que aconteceu aí? Quando eu olhei pro lado, eu não olhei pra frente e tinha um buraco. Aí a roda da ciclada, a roda de anterra entrou e eu capotei. No ar. Em cima do cachorro não. Não, o cachorro? Ele ficou bem? O cachorro tá ali. O cachorro, o cachorro, o cachorro, ele deve ter sido sustado que o barulho fugiu. Ali, ali, ali, ali. Ali, Ali, Ali… ali

  46. E aí, eu cai de casa. E aí, você dá hora. Eu vejo, velho. Eu vejo um deite, tem uma seca. Caralho, eu perdoo um deite, velho. Deite de leite, eu acho, é época. Ponto, lembre-me desse cara, eu vou inclusive. E aí, eu te pô, até hoje, eu tenho a si que é a 3-la boca. O que aconteceu? A minha boca estava na casa do meu tio, que morava com ela e tava junto. Ela ao invés de resolver me levar para o hospital, que tava lá toda essa coisa. Sem dente, cai de cabeça. Sem dente, não, cara. Não. Ela não soume não. Ela parou tudo que ela tava fazendo. Me colocou no cara do meu tio e me levou até o trabalho da minha mãe só pra descer. Só pra dizer, só pra pra... Eu tenho filho, o caiu de baixo. Eu tenho filho, o que é pra... Eu tenho filho da quebra, não é?

  47. Eu não é filho, é o choro, é o que tem traplégico, é verdade, mãe. O que eu era? O que eu era? O que eu era?… Eu não sei o que eu disse, o terreno, né? Você tem, né? Eu não sei o que eu disse. Eu lembro, você falou que perdou um dente nessa parada, por exemplo, Luide foi mentiram um moleque aí de baixo, velho. Não, acho que liga. Não, eu não. Não, eu não. Que porra. Eu te chamava que eu tinha que ter. Eu gostei de pegar o Igor, né? Como assim? Não, eu gostei de pegar o teu pé, velho. Não, eu não. Não, eu não. Não, eu não. Eu quero pegar o meu cara, sua frio aqui. Você falou de perdão dente? Eu lembrei de uma história de perdedente. Muito boa que eu tenha, cara. Essa aí é um stop 5, história de criança que eu tenho, em volta também uma quase morte. Aliás, rapidinho? Claro. Você provavelmente deve ter passado. Lembra quando os pais amarravam? O dele estava saindo, né? Opa. Amarravam-se e amarravam na porta. Meu pai, meu pai, meu pai. Que coisa escrodida, cara. Meu pai, ele tirou cada dente na minha boca de uma maneira diferente.

  48. Hoje em dia os pareios marrinho e drone. A válvara desse drone. Não, hoje até o meu pai já fez comporta, já fez com a licate. Meu pai é arrumco de 1 mil no alicate. O alicate. Não, já tava mole, mas só pode me sorprender. Só pra me assustar. Eu não tinha de estar caindo. Eu não deixei de ir aqui. Não, eu não faz isso. Eu arranco o alicate. A pata tirado com o cunhudo. Era só pra me assustar. Fazia várias dessas. Eu pai foi mais da pôr. Bom, enfim, a história é seguida. Eu tenho uma irmã e eu tava aí um irmã, eu tava brincando em casa e a brincadeira era se vocês lembrem umas bolas colestionáveis da Coca-Cola que existiu. Lembra, antigo. Tia bola de futebol, tia bola de base, futebol americano. Era umas bolas tipo fofinhas, meio que um fomo. Ah, era tão gostoso, era uma bola. E o cara eu era o meu brinquedo favorito da infância daquele, que eu era moleque, era um greginho que você te joga bola e no seu que eu tinha todas as bolas basquete.

  49. Eu era meu imperativo com o esporte e aí eu não sei o que aconteceu. E algum determinado... Sabe aquela história quando chegaram no primeiro computador? Então foi lá. E algum momento eu não sabia que ia ver. A internet apareceu e acabou com todo o meu futuro desportista. Hoje eu me acreditava com o Ronaldo, mas não. Mas não, a internet aconteceu e eu estou aqui gravando por de cash, enfim. E aí a gente colestionava essas bolinhas da Coca-Cola, que eram bem legais e... Inclusive, e eu e minha irmã, a gente tava, acho que era uma época meio do, não sei se era o pop-op, que tava, sabe o pop-op, o pop-op, no auge, tava no auge. Cara, é o pop-op. Eu acho que era o pop-op, não lembra? É alguém do box que tava meio que no auge, era maguila. Não, não lembra do maguila, não lembra do maguila, eu só lembro do maguila falando, só isso que eu nunca lembro de lutar, lembro da vez, só lembro da ele ficar no auge. E aí, enfim, a gente viu aqui no TV, eu falei, como é legal o box, né? Box é uma esporte, muito legal.

  50. Olha que pode ser a gente brincar de box. Eu e minha irmã, falei, pô, ela topou, vai para uma legal, boa ideia, vamos brincar em box. Qual foi a nossa ideia de pegar o roupão da natação que a gente fazia na situação? Que idade de cete, Que idade de cete, Que idade de cete… que idade de cete O nosso coração, como se fosse um boxeador chegando no ring, a gente montou um ring de cadarço no meio do quarto, tinha uma arruma, umas paradilhas, fez uma rara, e aí você é mole em bem, então. Não, quer profissionávame. A luta do século, chamou os desímpos, fazia postas, escuta só, isso aí vai longe, pega um perfume da minha mãe, a gente jogou ele na pia, o perfume em cheio de água e jogava nossa cara pra pedir que era o suor. A gente fazia o suor, chegamos já já suado, né, porque teve o treinamento dentro,

  51. E aí a gente fez toda a preparação e a Lua de Bóxio, o que que era? Era um cadarço que a gente amarrava junto com a bola da Coca e virava uma Lua, ficava como um fechada assim, ficava uma Lua aqui, assim, ficava uma bolinha, virava e aí a gente montou aquela estrutura inteira do quadro e depois de sei lá, seis horas, Eu não vou fazer uma brincadeira. A gente falou, caralho, que demais, tá perfeito isso? A brincadeira é perfeito. Vamos começar a luta. É, começou, eu dei um soco na cara dela, não diz maior. Porque a bola escorregou na hora que eu deu o soco. A bola não prendendo, caralho, dá? Você não cogiu toques, porque eu dei um soco de verdade na cara da minha irmã com toda a minha força. Cara, foi exatamente a luta da... A luta... Da roca em cabete. Foi, foi. 6 meses de tempo. Foi essa que é de preparação, a luta do lança. A luta demorou.

  52. 5 segundos e aí o arranquei nessa um dente da minha irmã. A gente dá futebol, o dente da frente, ele é o Janelão da minha irmã, queina no Soco, velho. E o meu medo, meu irmã, ela deu uma pagada ainda. De uma pagada, uma bombiada, uma pagada, nenhum meu medo, meu irmã, o meu pai chegar a se em casa. Ah, é isso, é problema, né? De contato, pai. O meu irmã, ela deu uma pagada sem um dente. E pra um antigo, pra um doceiro, né? E o vestido de boxeador. Cara, mais irmãos, é bom ter uma opção de isso né, cara? É muita história bacana com irmão, cara. Não, e as maiores prováveis, riscos de morte que você tem, deve estar alocando a irmão ainda, mas se você for irmão mais novo. Sim, irmão mais novo, você forte sempre, né? Sempre toma no curto, sempre eu tenho mais história, que é muito escrota, assim que mostra que aí do...

  53. Como meu pai era um educador de primeira, assim. Quem vê nosso, o seu pai bateu em você porque você estava roubando garrafa, que é meu rado. Tem uma vez que a gente estava no casamento. Pão mal, dá pra fazer bem, né? A gente estava no casamento, eu pregunto. A gente estava lembrando isso agora, mas é muito estranho. A gente estava no casamento, um primo meu e a gente se lá, tinha meus 8, meus irmão era 2 anos mais novo que eu, então se lá tinha 6. Que a gente é ele, a gente sempre brigava da frente dos outros, meu pai vai, sei o que, o pai de você de vergonha. Você conseguiu? Você conseguia. Chegava de ir em casa, cadê o Júni, cadê o Alô? Então o Rão, tava mais doingolando na sala, filhou uma puta, quando ele vai pra pra pra…

  54. E chegou duas facas, chegou se você enxodeu, deu uma faca pra mim, deu uma faca, bom, bom, bom… Foi, voltou a Deus a minha volta, pegou a sua saca, foi aí. Então pare de me enxer o saco. Eu vou matar você, né? Mas foi todo mundo na festa com aquele olho regalado. Foi chocante, nunca mais esqueceu essa lição. Mas funcionou? É lógico, é ful. Mas você que arrumou o que aconteceu na festa. Caralho, magi, magi, magi. Eu lembro de uma vez também que eu e mesmo. Aprontou com uma coisa que eu não me lembro de que foi. A gente prontou com uma coisa e meu pai chegou e me batia de Rhyder. Nossa! Tinha uma Rhyder, o Commission do meu pai era aquele Rhyder que fazia curva no quarto. Como corria entrar no quarto e ela está acabando. Mas é curva. Era o Rhyder boomerangue. Fazia, ele não é rava, uma. O Rhyder faz a curva no quarto, a seta está abunda lá, não é pereno, você está. Era o dinâmico, é todo projetado para agregar o dinheiro. E é feito para isso.

  55. É o rádio do Fujito, né? E aí a gente fez alguma merda, meu pai chegou correndo, eu não quero falar do meu filho. Ah, tá, tá. Vocês vão apanhar agora. E o ralô a gente, um quarto, não tinha que fazer. O ralô, daí fiquei, né? E pai, aí falou assim, só que antes de bater em vocês, eu vou dar uma chance pra vocês. Vocês têm três segundos pra fugir de mim. É muito dar puta. E aí, minha irmã saiu correndo. E eu não esperava essa molesa, eu nunca tive essa molesa. E eu fiquei três segundos paralisado. Eu sabia o que eu fazia. Só que eu estava no sério. É, se eu corria, se eu polava no chão, você não sabia que... Eu fiquei três segundos parado e ele olhou pra minha cara, ele contou, deu três segundos, ele falou de sol, ele falou de sol, ele falou de...

  56. Ah, Cid, você é muito devagar. Você é o maior. Você vai apanhar, só para deixar de se otar. Só para deixar de se otar. E olha, foi isso, para deixar de se otar. Exatamente. Quando a vida te dá 3 segundos, aproveite, fujo mais. Agora, qualquer coisa que eu conheço. Eu sou primeira correr, aprendi a lição. Meu pai me deu uma espalhada na pônia, que é para deixar de se otar. Alicão do meu pai, você é o adulto meia de primeiro a correr. É, deixar de se advagar, meu. Ou seja, funciona. Funciona, só estáticas funcionam. A Paiar de Paiamãe funcionava bem na minha época assim. Você não era bem. Quando morava chegar num Nardône, funcionava. Como morreu em um nível só. Como morreu em um nível só. Como morreu em um nível só. Como morreu em um nível só. Como morreu em um nível só. Como morreu em um nível só. Como morreu em um nível só. Como morreu em um nível só. Como morreu em um nível só. Como morreu em um nível só. Como morreu em um nível só. Como morreu em um nível só. Como morreu em um nível só. Como morreu em um nível só. Como morreu em um nível só. Como morreu em um nível só. Como morreu em um nível só. Como morreu em um nível só. Como morreu em um nível só. Como morreu em um nível só. Como morreu em um nível só. Como morreu em um nível só. Como morreu em um nível só. Como morreu em

  57. O chino dela era velho e era macio. Avela batila, gente. Mas de casquinha. Não sentia lá, eu olhava meu irmão, olhava pra mim, finge que tá chorando. A gente começou a fingir, tá chorando. Aí ela batia, o monstro, a gente tinha vala porta, olhava pra gente e não chorava. Não, eu volto aqui em Batu Bay. Aí ela virava, acho que eu estes aí, a gente carrega essa barra. Cara, essa de patinelo tem um clássico, a vaiana, a cor porra do prédio. Para consertar o chinelo a vaianas, ele não é vindo. Cara, a gente usa a vez da maior naturalidade, a gente apanhava de avanhando com chica. Cara, botamos um prego numa vaiana que servia para bater depois no criança. A vaiana é pau, na galera do Tornado. É tudo errado. Eu tenho uma sua destinela também, meu irmão é agora, que é minha avó.

  58. Ela, às vezes eu ficava na casa minha avó, ela tomava contra a gente, mas o pai saiu, ela tava ficava aí me enganando na casa da minha avó e a gente tinha aquela brincadeira de criança que era não podia pisar no chão que o chão era feito em lava. Isso é uma brincadeira, né? Que a criança que ganava, isso era de maio de graça. Gota criança, já caiu de cabeça. Não, muita. E aí você imaginava que tava na fase do castelo do mar. Caria, caria. É, muito diferente, muito bom. Qualquer queda caindo fogo, só que era a cabeça da criança, né? Isso é muito legal, né? Quando você tem brincadeira, E a gente tinha essa brincadeira que não podia pisar no chão. E aí, minha volta, sei lá, tava cozinhando alguma coisa, ficava aí me empolando na casa em tempo, na mesa. E pular, pular, pular… p

  59. Os discos do LP jogam no chão e pulavam em cima do disco e sofavam no disco. Para chegar no quarto e a voz chegou nesse momento onde está sofando no disco do Nem Matugrosso. E ela chegou e aí ela falou que você está fazendo os meus discos, você está louco, meu desusão, eu vou te bater. E aí falei pra ela, você não pode me bater. Não pode ser, Não pode ser, Não pode ser… Voltou e me bateu. E o Seco esperou no larga. Eu estava indo na casa dela, ela foi na feira com um pront raida e voltou a me batendo. Nossa, cara, como duido. Ela não te deu os três segundos para fugir. Pô, que pareu, cara. Eu gostaria muito desse momento que o Braian fizesse um comentário sobre o que você achou do podcast, Braian. É Braia, realmente, é... A gente sobreviva de chão de lava, Braian.

  60. É a voz experiência, né? É Braian a voz experiência. Olha que infância bem vivida, que maravilha de infância, cara. Mais um pouco de cash no ouvo, encerrando aqui com a participação do Igor do Luide e do Cabraian, que se bichitou e Braian, sempre que ele não puder estar aqui. Eu gostaria de lembrar da uma informação muito importante. O Novo tem um feed, né, que é onde as pessoas acilam, vamos lá. A gente trocou de feed. Trocamos de feed. Trocamos de feed, então você... Se você é assinante e percebeu que parou de recebeu o feed no Novo, presta atenção na publicação não ouvo. Salvo.com.br, entro aí nesse site que tem tudo sobre o Não Ouvo, né? Vai ter lá o feed direitinho, aqui vai ter os postes lá, aqui vai ter um livro em fim novo, que é pra vocês conseguir acompanhar a gente assinando um feed tanto no Android, quanto no iPhone ou sei lá onde se tivesse escutando aí. Mas o nosso feed acabou mudando então a gente vai ter que talvez a gente pecar alguns ouvintes por causa disso. Mas os mais atentos vão lembrar que tens, redes sociais e tudo mais a gente explica por lá. Beleza? Beleza.

  61. Maravilha, maravilha. Cara, aproveitar esse momento de nostalgia, acho que vou passar um butéco pra ver se tem algum flipera, não é? Cara, deixa eu sobreviver essa noite. Mas eu vou roubar, eu vou roubar as garrafas. Roubar, garrafas. Roubar, garrafas. Vai ninguém pode me bater, churras, pai. Só o... Roubar, meu cara do bã, um vandoerleio. Vandoerleio, vandoerleio. Roubar, eu tô chegando. Roubar, aí eu mortal como te fanós. Sato, não tá pra lintinho. Igor, só tu pipi, jogo, bola.

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