Capa do episódio #006: Histórias de Patrão

Descrição

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Não Ouvo #006 no ar!! Nesse episódio comentamos sobre nossas profissões anteriores e contamos algumas histórias que vivemos com nossos antigos patrões, antes de o Não Salvo entrar na nossa vida… eeeee descobrimos um NOVO MAICON pro Não Ouvo, além da Pomba, claro….. Tempo: 58min Bancada: Cid Cidoso, Braian Rizzo, Igor Seco e Luide

Resumo

O assunto é histórias de patrão, e a bancada (Maurício Cid, Braian Rizzo, Igor Seco e Luide) abre o currículo de cada um. Passam por locadora de vídeo, telemarketing, suporte técnico de provedor, loja de autopeças, escritório de contabilidade, cartão de visita vendido na adolescência e um emprego no necrotério de um hospital, que rende comentários sobre mortos que se mexem. Cid ainda lembra de trabalhos com revista e com a grade de programação de uma TV por assinatura.

Depois vêm os chefes inesquecíveis: o que contava histórias absurdas aos funcionários e fazia todo mundo inventar um jeito de fugir da conversa, o que vendia perfume duvidoso, o que comprou um pônei na frente da locadora e o que só comia de colher e levava a turma para almoçar em lugares baratíssimos. Luide conta a vez em que o chefe descobriu o Orkut no histórico do computador, e a bancada ainda relembra o primeiro salário.

No final, a turma pede histórias de ouvintes sobre patrões e pensa em fazer um episódio paralelo só com leitura de mensagens.

Destaques

  • Igor tenta vender um "meme" por telemarketing, em teste improvisado de voz de vendedor.
  • Cid fala do emprego no necrotério da Santa Casa, aos 15 anos.
  • Chefe que contava histórias absurdas e os truques da turma para escapar dele.
  • Patrão da locadora comprou um pônei na porta do estabelecimento.
  • Bancada propõe um podcast paralelo só com histórias dos ouvintes.

resumo e destaques escritos a partir da transcrição automática

Participantes

créditos do feed original

Transcrição

65 trechos · 10.571 palavras

Transcrição automática, feita com o faster-whisper (modelo base). Pode conter erros: nomes, gírias e piadas internas costumam sair tortos. Na dúvida, vale o que está no áudio. Clique no horário de um trecho pra ouvir a partir dali.

  1. A origem de tudo, no princípio Deus criou o céu e a terra. Foi em uma terra não havia forma nem vida, Uma grande escuridão cobriamar. E o Espírito de Deus, vai rafa sobre as águas. Deus então disse, Olá, mais uma vez, fieis ou vinte no No Ouvo, mais um pouco de queixa que presente com a minha bancada maravilhosa, troubou um Braian Rizzo. E aí, tudo bom? Muito bom, tranquilo. E Igor Seco, fala do povo e ele é griaidinho, Luide Rizzo. Olá, fiéis ouvintes, tudo bem com vocês? Tudo bem, está tudo bem. A gente se pergunta, a gente não sabe a resposta. Mas o acho que está tudo bem. Do outro lado desse áudio, tem um brasileirinho com fã de ouvido respondendo, e silêncio está tudo bem. Se a sua mãe dava boa noite por ele é um boner?

  2. Porque é que os ciéis ouvintes não podem responder. Eu acho que o Fio está tudo bem. Ele está no visão, agora eu acabei se custando no vidrinho, ele só está fazendo aquele sozinho. Só fez a sua resinsa. Ou de não, dependendo. Ou de não. Está por dizer, você está no ônibus e constada a cabeça, é porque está no vidro. Acho que não, né? Você está bem. Não estou tão bem. Mas às vezes é sem os olhos da manhã. É, se ele tiver na linha 9 do... Se ele tiver na linha 9 da CPTM, às 6 da tarde, provavelmente não está tudo bem. Mas paciência, vai ficar. Depois do podcast do Novo, com certeza sua vida vai melhorar. E hoje o assunto será, você já deve ter visto o nutítulo, né? Eu acho o interessante que a gente fica fazendo uma estereputida. Você vai se fazer. Você vai se fazer. Você vai se fazer.

  3. Por isso, né? Mas enfim, o assunto de hoje será histórias de patrão. Olha aí, em histórias de patrão. É... Olha, eu não sei, não é esse tema. Eu tô... Eu não gostou do tema. Não, né? Que... Eu não gostei. Quem sou eu, eu posso discordar do senhor. Mas... Eu sou seu patrão. Eu acho que falar de patrões, né? Falar de chefe, com o nosso glorioso chefe do lado, ele não tem defeito, pessoal. Vai saber, né? Vai saber, né? Se a gente dá alguma bola fora aqui, né? Eu também sou uma bola de força de zonos que eu descobri no final do meu tom. Eu estou com medo. Eu estou a comprar atrás aqui. Meu carolho, meu olerite, tiver lá. Descoto o proverte do pôr de carte, no mineral. Bom, para começar o pôr de carte, para a gente ter um patrão, primeiramente a gente tem que ter um emprego. É verdade. Então se você nunca ter um emprego, talvez você não entende muito bem aí, eu como é que essa

  4. Essa relação é funcionária e patrão, né? Que as vezes pode ser um pouco conturbadas, às vezes não. Talvez a pessoa tem esse descuteiro já. Aí eu acho que o descuteiro tem, a Niochef descuteiro é meio que um patrão. Ah, é, pode ser. Está grato dizer que o escuteiro não trabalha isso, você está o fedeno, a legião descuteiros, todo um e outro. O escuteiro é o escuteiro, escuteiros de selamilênios de anos. É, se você não tem patrão, mas por exemplo, você está na academia? Tem um personal que é quase um patrão também. É, a gente já falou aqui de escola, de treta de escolar, é a sua professor. É mais ou menos o que a sua professor é para você hoje? É. Vai ser o seu chefe, só que ele vai de remunerar.

  5. Entendeu? Ele pode ter que respeitar muito mais. A pessoa remunerou a lume com educação. Olha só! Todos os professores que escutam agora choraram. A remuneração é muito boa, que no Brasil dá pra ver. Dá pra ver realmente que também remunerados. Mas enfim, a história de patrão é assim. Eu sou o mundo que deve ter uma história de patrão porque todo mundo já trabalhou em outros lugares também. Eu queria saber um pouco do Currículo Vittai de cada um aí. O que que a gente já fizeram? Se você já trabalharam para entender qual o tipo de patrão que você já tiveram. Experiencias. Qualfora experiência. Ali, você nunca pediu um Currículo quando contratou nenhum de nós aqui. Porque eu tenho uma outra técnica de entrevista.

  6. Olhos nos olhos. Olhos nos olhos. Isso já define o caráter. Você contará a pessoa. Olha no fundo dos olhos, devem falar assim, você vai me decepcionar. Não, monstro pelo amor de Deus me contratam. Eu já comendo monstro. Faz um desafio e fica 20 minutos e piscina. Até porque se você fosse contratar alguém baseado em currículo, Igor jamais estaria aqui. E a educação parou na Quarta-Serre. Quem que é louco de contratar esse cara? Fazia festinha na Quarta-Serre. Fazia festinha escondido na Quarta-Serre. Bom, se fosse ser lá, o currículo não é uma boa ideia. Realmente, realmente não. Mas eu queria saber o que você já trabalhou, Igor. Eu já trabalhei de te ver com a locadora de vi...

  7. O vídeo era balconista. Balconista de locadora. Era balconista bargerente no locador. Foi o primeiro emprego esse. Foi o primeiro emprego. Começa importante. A ascensão porno. Deve ser um lugar favorito dele. Cada um e a Cada um e a Cada um e a… cada um e cada um e a cada um e cada um e cada um e… cada Eu estava com os filmes, você teve um trabalho para registrar ele, a cadeira de trabalho do vivo. Só para escrever o que ele era, foi três páginas. Ficava aqui no Chroma, gravava os próprios filmes, botava na locadora. Era uma triunfa, tudo que fiz lá. Mas além de locadora, teve uma triunfa. E eu trabalhei com telemarte. Aí é legal. É legal, você é legal. Legal para contar a história. É legal. Então você que me infernizava vindo das pessoas lá em Santa Gada. Você acordava 8 horas da manhã e tinha alguém oferecendo o provoidor da Ouvo. Era eu.

  8. Pufa, voilà, agora... É consenso geral que o que é a voz do Igor, a voz mais a veludada desse... Sim, eu gostaria de ver o Igor com essa voz, vender alguma coisa pra nós. Faz uma, faz uma, faz uma venda aqui. Faz uma, só cliente, só cliente. Vamos ver, eu não pedi o teu currículo, mas tenho uma desabilidade de venda, cara. Vamos fazer um teste, é... Eu vendi o provedor, cara, cabelo. Vai vender um meme, venda, venda, venda, um meme posside. Tá, você vai entrar, pra palhar no não sal, você tem que vender um meme. Vamos fazer uma venda aí, vai eu, Igor. Vamos ver, só... Pra dar o David vai fazer a sonorização dele ligando. Eu gostaria de oferecer um produto no meu novo ador, senhor.

  9. O meme falsione, não conhece. O meme falsione, não conhece. O meme falsione, não tem mais que as pessoas que estão usando. Olha, o jovem. O jovem está usando. Para se referir a pessoas que não são tão verdadeiros. Ah, eu tenho a conhecer várias. Você que não pode dizer para a pessoa. Que ela é falsa, então você tem que falar que ela é falsa. Quando quanto quanto quanto é que está essa falsa? Você pode pagar aí, trada de 59,90 no primeiro mês... Trada? É porque tem uma mensalidade, senhor. Pô, toma no cor! Não é desligada, é só pô. Pagar a 599, não é? Vê ter uma falsa, né, gente? Eu queria ver você vendendo vários memes, cara. É que é de ser coisa mais divertida. Um telemáquede de meme, realmente. A gente viu que a pessoa pode usar. O terrisa. Que teve mais algum emprego além do local do alucador. Eu fui secretário de um cossinho, de um cossinho e forimpa. O carregado àulas de uma temática legal. E depois eu vim para cá, muito bem. Muito bem, Braian, seu conví coloveta aí. Meu convícolo, eu tenho um convícolo, um estenso dentro da minha empresa. Porque eu comecei...

  10. Como está a diário na empresa 2007, quando eu tinha 17 anos, estava saindo nesse no médio e eu entrei na empresa 2007 e fiquei lá até 2013, quando eu vim. Pra São Paulo. Eu passei por varecetores, assim, prazer. É um empresário que é um profe d'or de internet, que não trabalhava com a idade. Eu começou a lhe enviar. Só que eu trabalhei o primeiro setor quando eu entrei na sempreza, foi de suporte técnico. Então era meio que o outro lado do telemark, porque suporte técnico é o cara que recebe a ligação. Ah, ele se fode mais, né? E ele tem que ter uma coisa... Igor, ele ferrava com as pessoas. Ele ligava para incomodar. Eu recebei ligação e era incomodado. A grande diferença, acho que as pessoas que me incomodavam é uma chão razão. Porque elas se mudaram. Era uma funcionava. E aí as pessoas que mudavam. Você tinha conciências na época de ponto. A empresa que eu trabalho é um lixo. Eu pior que a empresa não era tão lixo, mas quando a pessoa ligava... Não é da problema. Tem a questão de relacionamento também. Como você recebia liações, tu tinha que ter um tratamento melhor

  11. O que eu tinha razão? Quando eu ligava o litro aqui, eles estão... Eles vão sair daqui, vão tomar cerveja, os paladinhos. Se vocês acham que vocês iam ver o olhar do Igor pro Brai, e descobrir o que o colega dele trabalha. E aquela vez que os cara ligaram, tal, porque... Não, ele é demais. Eu trabalhava no suporte, atendendo as pessoas. E depois eu fui transferido para o seu autor de redes, tipo a parte mais técnica, opcional, por trás do proveedor. É muito legal. É muito legal. Muito bem. Depois você veio parar aqui. Eu vim parar aqui porque eu decidi que eu não ganhava mais trabalho com ainda Eu quero trabalhar do outro lado, entrando, como os meus. Luide, o que você já cuja o seu correto? Meu correto também não é tão longo. Eu comecei a trabalhar cedo, comecei a trabalhar com 14 anos, eu trabalhei primeiro no malto peças, era funcionário no meu cunhado, emprego mais, de 12 anos.

  12. Com 14 anos foi onde eu mais dormi na minha vida. Você trabalhava de que ela de rodas de caminhão. Era mais ou menos que você era, mas... Eu fui Igor, parte sempre foi só... Eu não sei se o que eu falei. Eu fui... Eu era mesmo o cargo que o Igor era locadora, né? Só que eu cuidava realmente de tudo meu cunhado, enfim, a gente vai contar esse ou decorrer do programa. Depois eu fui trabalhar no escritório de contabilidade e eu implacava que não interior, eu não sei se isso é comum aqui nessa cidade, a gente vai perguntar ali, a gente não interioria, se é assim, contabilidade é despachante. Não faz de educação. Não faz de educação. Então no interior, o escritório contável também é escritório. Não todo, mas acho que é algo, não são a coisa. É, esse é uma grande maioria lá. Então eu trabalhava lá e me placava carros, motos.

  13. E depois eu fui ser técnico de informática com as profissões mais que você é mais ter história boa para contar. Com curso público ficou um cursado, passando o concurso, o Chora PT, o Chora Dilma. E por fim, trabalhei na Glorious, trabalhou ainda na Glorious, a Rede Mundial de Contadores. Que do Melhor Rede. Meu Curricula do Siguiente, o trabalho, minha primeira emprego na verdade, foi a auto de data. Eu vendia cartão de visita. Meu pai comprou uma impressora e eu queria... Pagar o investimento na impressora. Então, eu comecei a vender cartão de visita, tinha 13 anos, eu acho. Não, sei lá. Mas você fazia os cartões? Eu fazia os cartões, eu fazia o design do cartão. É prava folha, fazendo um programa de arte assim e vendia minha mãe de uma loja de roupa, um box de roupa. E aí eu vendia para as lojas do lado. Cara, vai ver só um empreendedor, um jovem, um empreendedor.

  14. E aí depois eu não via tá no vale do silício, eu tive, né? Você tá fazendo, entendeu? Eu não sei o que eu tô fazendo, né? E aí meu primeiro emprego de verdade, né? Carter assinada e tal? Foi... Foi, foi, foi, foi, que foi mesmo? Ah, eu trabalhei no necrotério. Então essa história do necrotério é bizarro. Eu tenho esquecido de perguntar que eu estava no Curitiba Social Media vendo um palé, um painel do Cid com o pessoal do YouTube. Eles começaram a falar sobre as primeiras profissões e o Cid falou do necrotério. Eu já escutei todos os absurdos possíveis do Cid, que me trabalhou editando foto de... Também, trabalhando na revisa por não. De revisa por não, fazendo aqueles coisas de tipo net quando você coloca na Globo, tá lá Globo, descrição do programa, tal. Mas é as do necrotério para mim.

  15. Foi uma novidade, mas vocês perguntam pra ele. Era um hospital, a Santa Casa de Santos e aí tinha uma parte lá, que é a parte dos mortos. A parte que não dava quando não dava certo operação. E eu trabalhava ali, só que eu trabalhava, e fiquei bem com ela, trabalhava na área de informática do necruté. Ah, mesmo, mas... Eu sei ficar voce dele, eu vou deleitando o Facebook de quem morreu, se ele vira na curta. Bom, é uma profissão vindo, hein? Eu fazia a etiqueta Eu acho que ia não pede morto. Já a providente do talento de fazer cartões. Já evoluiu. Não era eu colocar. Mas a volta e meia, eu tinha que passar no ambiente onde tinha muita gente morta. E perguntou o nome do morto. Não era uma sensação muito legal. E fala aqui, de vez em quando, isso realmente acontece. Esse mexe. Sim, os mortos tem espasmos. Imagina o moleque de 15 anos. Dofidon, mortos, se mexendo.

  16. Se ter 15 anos, eu acho que é legal se fosse igual, né? Você não podia ter um cemitério, você e o Unio, ultima agradável. E essa é legal, mas não, não estava curtindo muito não, fiquei sem espesos lá. Aí trabalhei, só, eu trabalhei no site chamado Gary Impeiro, que o meu chefe, meu patrão, ele dizia que ia ser um novo Google. É um novo Google. Podemos perceber que não dá um site. Não dá um site. Não dá um site. Gary Impeiro não existe mais alguns anos aí, mas eram sites lá de Santos. Aí trabalhei também Em uma faculdade na Unimonte, lá de Santos, eu trabalhava em laboratório de informática, cheguei a trabalhar, eu monitorava o computador das pessoas, e eu gostava muito de instalar programas nos computadores, porque assim, o acesso à site será bem restrito, só era coisa acadêmica que você podia visitar e as pessoas ficavam bravas, porque as pessoas conseguiam entrar no chat da Wall.

  17. Estava ficando com multas e ficando com multas comigo, né? Que era o único do laborator. Então, eu comecei a ficar... Já era o moço do computador? Era o moço do... O pintador. Exato. E aí eu ficava meio puto que eu comecei a fazer. Estava lá, vamo sobre programinhas lá. Então, quando o cara estava fazendo trabalho, eu ficava girando a tela do computador. Eu era muito filha da puta, eu abriu-se de ron. Eu fingia que não estava com demônio, no capítulo de computador. E as pessoas com as sustadas, cara. Aí me chamava, eu desligava o computador e chegou lá. O que eu estava fazendo? Não lembra muito antigo. Mas você podia digitar qualquer coisa. Então pegava quando as pessoas estavam fazendo o problema.

  18. O trabalho é no ordem e aí se distraiu, começava a conversar no seu quê? E ela ia botar umas palavras erradas. Eu botava o Tocava X pelo S e... Você nunca tem uma reclamação? Não, nunca percebeu. Imagina a quantidade de documentos que tem que ter que coletrar. É muito raco. Eu mudava o título das pessoas, mudava a paginação, só de sacanagem. E aí isso, calá-lo. O que aconteceu aqui? Aí alterava o novo da alterada e ficava uma briga no grupo. Eu gostava de ver a briga. Não era isso que eu curtia. Aí depois nem pra balençar, salário, pro emprego desse, pra diversão, né? Trabalhando uma revista porno. Eu fazia o Photoshop da revista por não, não vou falar no meu revista aí, mas era sexo. E trabalhei. E trabalhei. E trabalhei também na Sky. E trabalhei na Sky, eu fazia... Você comentou aí, né? Eu fazia aquela tela quando você vai mudando de canal, aparece embaixo, assim, é descrição, no programa. Que é uma barrinha. Aí eu fazia o design da Kilo e das páginas internas ali de... E era meio tela de futebol.

  19. E o que é o que é o que é… o Foi ao lado segundo programa daquele programa humorístico Tomara Kikai, né? Que internet gosta bastante? O cara colocou na descrição assim Tomara que saia do ar. Eu queria muito fazer isso, mas giro o cara se vingando de todos os programas que ele não gosta, escrava. Tinha uma coisa debitida e que eu ia ser mudado todos os programas. Tinha uma mulher que fazia parte do texto. Ela recebe na verdade da emissora, a parte do texto e ela mais não controlou, você controlou. Muito legal, deve ser o cara que faz o Close Captions ao vivo. Também, mas isso é foda, cara. Não é fácil, não é? Por exemplo, é uma bosta. É, é mentifista. Por isso que eu lixo, não, não, você não é que é bom. Eu trabalho em agência de publicidade, agência de social media, de algumas aí. E vim parar no Não Salvo de vez, que eu já fazia as outras coisas, de meio que junto, né, com blog. E aí chegou no certo momento que eu falei que eu gosto de fazer o Não Salvo, não vou fazer só o Não Salvo. E aí estamos aqui agora gravando um pão de queixo.

  20. Eu lembro que eu conheci o Cid, porque a gente começou a ficar a migrindo internais na época do Twitter, em 2009, que eu estava começando com o Não Salvo, que era a mãe engraçada, porque nessa época eu já era técnico de informática, e eu não trabalhava de manhã, então eu ficava até de madrugada, acordado, e às vezes eu estava lá o Cid de 5 da manhã, dentro de uma manhã, eu estou no ônibus aqui, no seu quino, vou apar, e estou escrevendo o posto para o Não Salvo. Caralho, velho, como assim? Eu estou numa avança de passantes, cara, era todo dia, eu dava tipo 5 meses, eu não ia chegar a você de no Twitter, eu estou na avança, eu não ia ter uma avança de passão palco, eu não sei o que é caralho. É legal, porque é o cara que acho que qualquer... Tudo o que acontece na internet é caducel, não é? É, porra, trabalharam para caralho, velho. Eu acordava 5 horas da manhã, eu chegava em casa, amanhã, noite, uma hora da manhã, para acordar 5 de novo, então, eu não ia ficar na minha infoda, assim, quando eu não trabalhava aqui em São Paulo, eu morava em Santos. Mas enfim, vamos falar de coisa feliz.

  21. Vamos falar de coisa feliz, falar de patrões, de seus famosos. Como o patrão mais doido que você já tiveram? Eu tinha muito bom. Você teve um patrão? Eu tinha muito bom. Não, depois de me... Eu acho que sou mais do que o outro doido. Eu sou do Braia, falar sobre a de patrão porque foi o seu primeiro choque de realidade que a minha família teve. Porque quando eu falei que eu vinha para São Paulo para o Black Internet, claro que teve toda aquela coisa da mãe, como assim, o larga, eu não impregui, enfim. A minha pessoa não pula, a minha mãe não conhecia meu chefe e tal. Uma certa vez ela veio passear e São Paulo deu frases, vai conhecer meu chefe hoje, tal, finalmente que ela se conhecia de foto. Aí ela chega em casa, aí o Cid sai do quarto com um short de girafa, tu façalhado de noçalro com um caçaco todo colorido.

  22. Pega um pod sorvete e cê entra no seu vai como escomer de todo o profissional, né? O cara todo engravar, o cara é... O empresário da internet vai chegar aqui com uma pasta, todo o que o imparço é isso. Toda a 6h da manhã, a correna atrás não é negócio, é a cor do que. Com vários telestros. É que está o Harding, porque a gente era totalmente largada. Foi muito engraçado. O choque da minha mãe de meu chefe, nós, mas ele é esquisito. Não tem que ser assim mesmo. Tem que ser assim. Não, tem que ser assim mesmo. Não, tem que ser assim. Não, tem que ser assim mesmo. Não, tem que ser assim mesmo. Não, tem que ser assim mesmo. Não, tem que ser assim mesmo. Não, tem que ser assim mesmo. Não, tem que ser assim mesmo. Não, tem que ser assim mesmo. Não, tem que ser assim mesmo. Não, tem que ser assim mesmo. Não, tem que ser assim mesmo. Não, tem que ser assim mesmo. Não, tem que ser assim mesmo. Não, tem que ser assim mesmo.

  23. Não, ele era muito bom porque esse chef foi a piliidade pelo funcionário da empresa de Tomi Lihola. E o menagem ao personagem de Monte Carlo Bó. Porque ele parecia Tomi Lihola porque ele tinha histórias de que ele era o Tomi Lihola. Como assim? Ele contava porque ele não tinha nada. Mas ele não tinha nada. Não, ele não tinha nada. Mas o medo da gente é que fizesse. Porque ele tinha o segredo dele. O medo da vontade. Por alguma razão talvez, só se o chefe da gente não era suficiente, ele queria crescer ali com os histórias. Ele cresceu uma chuva. Ele cresceu uma chuva. O chefe amic, o chefe da samba. Ele era muito legal mesmo. Só que quando ele ficava sozinho com o funcionário, ele começava a contar histórias. E aí eu passei por um período da empresa que eu ficava...

  24. Eu era estajário, então não podia ficar sozinho no setor. Sempre tinha que ter alguém funcionar. Eu não sabia se eu estava funcionando. E aí, ele se... Esse chefe, ele morava, perdeu a empresa. Então, quando chegar a vorário? Para, Luide. Para se não buscar, eu não vou. Não sei, eu não sei. E aí, quando chegar a vorário do funcionário que estava comigo sair, o chefe ali ia para lá e ficava comigo até a vorário terminar. E aí, cara. Era demais, porque ele ficava contando as histórias dele. E ele tinha histórias de 90. Acho que vou parar agora para ficar melhor do final. E aí era assim, esse chef ele tinha histórias de deixar o setor por Noo do Igor, da locadora dele com inveja. Porque ele contava das vezes, na morada dele, comia todo mundo. Ele tinha, como todo mundo, ele tinha uma história.

  25. Que ele estava transando com a namora da sala da casa dela e essa namora da namora foi com a mãe. E a irmã ainda chegou e pegou eles no flagra e obviamente o que a mãe dela fez? Entrou na brincadeira. E ele contava essas histórias. Era o chefe mentiroso. Ele contava essas histórias. Espero que seja o mentiroso. Mas chegaram a ser expediente de vocês. E chegaram a ficar contando. Então Braian. Eu sou a minha parte da toda a sua relação. Para eu acho que ele tinha sido diável você não sabia. Então, eu pensei em essa possibilidade um dia, só que ele fazia isso com todos os funcionários. Às vezes, formava uma rodinha, de funcionário, sem apresadê-lo, pra contar as histórias e ver se a gente tinha alguma descrepancia ali nos detalhes da história. E ele era muito fiel, eu acho que ele tinha um livro em casa, que eles fez as histórias. E aí depois ele recontava essas histórias. Não, cara, o mais legal do Tomi Lihola é que ele estimulava a criatividade dos funcionários.

  26. O cara que você não pode achar que eu estou pras. Cada um tinha que desenvolver uma técnica para fugir dele. Então eu tinha o cara que fazia o telefone tocar sozinho. Tinha o cara que arrumava outra coisa para você. Eu lendo o outro mundo fugir. Tinha um pessoal que descobria outros tópicos que ele gostava de falar para ele trocar de assunto. Inclusive, o que eu descobri na época que eu dou teatática é que eu descobri que ele gostava muito de oasis, que é uma banda de rock. E quando ele começava com a história, eu botava oasis para tocar no computador. E ele começava a cantar e se restaria. Boatá, senhora, uma mulher. Essa tática é boa para quem tem um chef chato, quer dizer, fica contra a história, não para mais. Você descobre o que ele gosta e tem...

  27. O mais constrangedor, tudo. Tal coisa como é namorada, tal, o que eu acho disso. E aí, cara, eu tenho pago pra acreditar no histórico do teu chefe, né? Porque eu tava lá, porque eu não sei disso. E como eu trabalhava no Suporte Técnico, se o telefone não tocava, eu não tinha como fingir que tava fazendo alguma coisa. Não tinha como abrir a planilha do Excel, o fingir que tava trabalhando. Porque o telefone não tocava, e aí ficava com a tua história. Era o seu celular. Cara, mas eu não tinha medo dessa história do chefe. Mas era engraçado, palha. Não, não. Acho que devia ser tu mesmo, engraçado. É, meu amigo, meu amigo. Muito que eu seja doido. Muito que eu tenho o dia de trabalho. Ah, meu chaco, eu estou lá trabalhei uma coisa, meu chefe também enconchando.

  28. Eu cheio com o meu açougre dele hoje. Não cheio com o meu açougre. Porque por um lado você escutava umas histórias absurdas e ao mesmo tempo você atendia o telefone e passava raiva. Então era um prego barra e gava caralho. É uma sensação não, não é? É uma sensação não. É uma sensação não. É uma sensação bem divertirosa. Eu vou chegar a conclusão no final do Sepodiché, acho que eu salvei a vida ele todo para você. Eu também estou achando que sei que é o viado preciso. Vou chegar nessa conclusão. Você está demitida. Igor, tem alguma história de patrão? Interessante, seria lembra um chat para um paráctrica? Então, no telemarch, não tinha tanto contato assim com o cheiro com o bosto. E não se mistura. Como é que é? Só não só me entendi. A minha cabeça é o que é o telemarch. É uma sala gigantesca que cheia de cubículo né? E onde as pessoas da cheia de telemptone? Cara, você e a gente.

  29. Eu não percebi uma grande e oitava série. Uma grande e oitava série. Porque tem um monte de adolescente, mas também tem tipo, não, oitava série do eja. Aquele, ele é de gração para jovens de adolescente. Ah, certo. Jovem de adultos, jovens de adolescente. Inclusive, pés 15 no não salvo pra esse palavra tem um post muito bom. A gente putem um monte de adolescente, mas tem uns tiozinhos de 50 anos que estou lá ligando a vida inteira. Tem a tia que trabalha 50 anos a mesma coisa ali. Então, uma mistura de pessoas. E a gente montava grupinhos como se fosse um colégio mesmo. Tipo, sassados? Sassados do Sáquio. Sassados do Sáquio. Só que... Eu tô tirando sassados, sassados, mas eu tinha aí.

  30. Só que eu nunca tive que ir. Os assados do Sáx. Só que eu não tinha contato com o chefe lá. O meu chefe com que o mais tinha contato era na locadora. Só que ele era o cara que gostava de fazer de tudo. Tudo mesmo. Uma vez, o último vendeu um pôneo na frente da locadora, porque é uma cidade com poucos habitantes, não? Normal, o cavalo vai lá. O cara passou com pôneo e ofereceu para ele comprar. E ele comprou pôneo, porque... Não é caralho. Tem pôneo, eu tenho dinheiro, eu comprei. O Igor, então... Conto com o sumpônei, cara. Ele pagou, acho que uns 3 mil, 4 mil. Cara, não é? Só porque hoje dá o que? 7 dólares. Porque o pôneiro era reproduitor e ele que tava lá cabezinho. Nossa, Deus que ele era reproduitor. Eu produzii pôneiro. E a fazer uma criação de pôneiro. Eu acho que os dois anos depois o pôneiro morreu. O cara é o que ele entendeu. O lealte desse ambiente se eu trabalho. Você te iria.

  31. Tinha uma loucadora, tomar conta, tomar conta. Enquanto vendia, Igor também fazia o cachorro quente. Fazia o cachorro quente, ele já foi numa raio. Aos cuidava do... O da La Rouse, o cachorro quente de poupônia. E tudo isso em cima de um pônia. No pônia. O local da tal e o pôner reproduutório. E ele está transando. O que é o pôner reproduutor sózinho? Eu quero falar. Você é o interior, me explique. O pôneiro produtor, ele saiu de produtor, se fivé uma pôneira mesmo. É, ele só tem um pôneiro. Falou, mas é porque tinha uma questão que eu aprendi com pôneis. Com pôneiro? Não. Acho que são pôneis dessa locadora, a diferença é muito louca com pôneis. É, é uma preguição. É uma preguição para o podcast proibido, primeiro. Eu aprendi sobre pôneis é porque, porque, fêmea, você consegue...

  32. Qual é o que você estava com mais um macho? Você só consegue aquele que cresce para ser produtor. O que você está suando? O que está calando para cá, cacete. Não é todo dia que você descobre coisas sobre pones. Eu cuidava de tudo sozinho porque ele era a sangu forneiro também. O pones? Aí ele aí, aí ele sai, ele pônei, ele sumiu o dia inteiro pra ir sair, aí eu pra show, você olha, o chefe maluco e eu ficava lá um moleque de 14 anos, cuidou do noocador, a dolauze, o barraquinho de cachorro que a gente abria só a noite, meu Deus, o que tem pra cá? Como que era isso? Como que era? Fala, você lembra do noocador? Tudo isso na Michael Interfrize, cara, não é uma cara de melhor Michael, que eu já conheço em minha vida. Não, melhor Michael é a pomba. É o melhor Michael, é a pomba maraca. É o que o Michael do de um podcast de teoria. Mas cara, eu tenho uma pergunta, é uma curiosidade porque eu tenho que... Eu lembro quando era pequeno no interior, chegou a ter uma locadora, olha, o interior quase foi uma coisa moderna assim.

  33. A acessão por não, eu lembro que era um lugar para um ambiente totalmente fechar, eles não mudem a traje, que era moleque. Na nova momento tem uma porta de... É uma porta de velhoeste. É um ambiente reservado. É uma porta de velhoeste. É uma porta de velhoeste. É uma porta de velhoeste. É uma porta de velhoeste. É uma porta de velhoeste. É uma porta de velhoeste. É uma porta de velhoeste. É uma porta de velhoeste. É uma porta de velhoeste. É uma porta de velhoeste. É uma porta de velhoeste. É uma porta de velhoeste. É uma porta de velhoeste. É uma porta de velhoeste. É uma porta de velhoeste. É uma porta de velhoeste. É uma porta de velhoeste. É uma porta de velhoeste. É uma porta de velhoeste. É uma porta de velhoeste. É uma porta de velhoeste.

  34. E como que ela para você coordenasse a sessão por noco 14 anos? Tipo, o shillzon chega lá e aí pode esfarçar, provavelmente se usa a lugar... Por que? É, porque se a gente pensar que a sessão pôr não é um ambiente fechado? E aí se um cara entra lá, aí fica a bater um pôr entra no... A sessão é entrar na sala? Como é que você não pode entrar? É, você podia entrar pra brincar com ele. Eu podia entrar só aqui... Tipo, fica sozinho de inteiro lá, eu entrava várias vezes, se eu coloco... Munisso só aqui... Devava... Nunca ele tava feita pra casa. Lê ovo. Ele pegava lá, olha só. O que é o salgado, Ryan, só a capinha. Ele tem que colocar a rita que ele fazia. Aventura Zanáis, ele colocava lá fechar, pegar pomemão. O senhor do Zanáis. Eu pai pegar verrado e ia ser engraçado. Eu fazia isso mesmo. Eu tinha uma coleção com o que é um fatecular de fim exponoso no computador. Ela tudo que o copiava no computador. Você já te abou a sua própria vozra.

  35. É o que eu estava falando. O Michael ainda tava certo, impôr, não quero fazer. Michael aprendeu. Michael são foneiro. Não, mas eu estou fazendo uma hora de tentar. Eu quero muita coisa. Não, eu tenho ele adicionado no Facebook e depois de ele fechou a loco, adorou depois de um dia. Ele abriu uma creche, maniu. Ele abriu uma creche, porque a mulher dele era formada em pedagogia e gostava de... Eu já não tinha um polo de gente que tinha morrer, não é tudo bem, legal. Eu acho que a gente podia botar o marco na linha aqui e fazer um podcast sobre a biografia dele. Você tinha algum chefe muito maluco aí, ou? Cara, eu não sei se eu tive chefe dos maluxos, mas eu sempre tive chefe em ensos assim. Então, os meus cheves é que as pessoas, sabe? Tem uma tela história que quando eu entendi trabalhar no escritório,

  36. Eu não gostava de contar, meu chef, porque ele não gostava de nós. A assessor curte, na verdade, é o época da época, é assim, orcute e MSN. Não é o que eu sou tipo de internet. É hoje que você tem opções, tem um mundo de internet. É, redes sociais, você perdeu seu tempo. Ficamos que era orcute e MSN, então ele não gostava de nós, essa é a curte. E a gente desenvolveu uma técnica, não é? Não desenvolveu nada, só pagar o histórico da... E ele todo dia ele chegava, não é a coisa que ele ia fazer, ela veio histórico, se a gente tinha acessador oor cut. Se a gente não sei se ele nunca passou pela cabeça dele, que aquele histórico estava sempre vazio. Ele nunca desconfio a dinarada, então me ia desconfio. E aí uma vez eu acessei o orcutes que se desempal o histórico. E ele viu, cara, ai, ai, ai. Ele ficou tão decepcionado, porque assim, eu fiquei com medo, ele vai me dar uma bronca, né? Eu ia me xingar, mas mandava embora, mas ele fez num jeito assim, que tipo ele chegou.

  37. Poxa, Luide, então tão decepcionado com você, porque você é a cessor, o cut, você traiu minha conta, essa cara aquilo foi um sóculo estongo, eu não queria de desapontar, por isso eu tinha desagradado a minha mãe, a gente não era nossa, você estava usando o crack e aí ele ficou olhando pra mim, assim, tipo, nossa, nossa, eu não acredito que você é cessor, cut, e nossa cara foi terrível assim, porque realmente levava isso muito à série, pra ele você acessar o cut, Era uma coisa da créditável porque o Orcute estava surgindo naquela época, o turmo falava, era reportagem no fantástico falando sobre os pedofos, né, Cid? Que tinha que comer o ir no Orcute, então o Orcute ainda tinha aquela mistca. Aí, no horário de trabalho, Luide, que eu confiava tanto a sessor, Orcute.

  38. Nossa, ele tem um preço que era esse. Era o escritório contado. Era o que eu não tinha que falar. Eu estava comunidade contabilista. Eu estava criando uma fã peixe para vendir do seu Alberto. Eu não tinha que fazer. Você recepcionou, mas não foi de mentido. Você não tinha que ter sido decepcionado porque você tinha um oculto, mas não tinha colocado ele como amigo. Sempre o seu confiado, sempre o seu filhão. Eu acho que... A arma do que isso que eu vivi mesmo foi quando eu trabalhei no na loja de autopesa, que eu tinha 14 anos, naquela época, eu não sei, 14 anos, naquela época era muito gostoso porque a gente tava se importando com pouquem mãos, né? A minha grande... Eu tava... Eu tava... Eu tava nervoso pra caralho, com picaxô na evoluí, quando a birthday fly, foi bom, então eu fiquei do triste. Então é a sério, eu não me as preocupações, eu não tenho nem preocupação, ia indo nada, eu estou trabalhando numa loja de autopesa. E o meu cunhado, ele era muito vagabundo, cara. O ex cunhado, o grasa deus, eu não preciso pensar com ele.

  39. Ele me deixou. Tipo, eu tinha 14 anos, eu tinha acabado de entrar numa loja ou tu peças. Unicos veículos que eu tinha, pegam era um hot wheels. Eu tinha que te arrumar de carro. É o que eu ia perguntar. Que você sabe, ele pegava e eu tava com uma dor na perna, que eu já volto. E ele ficava o dia a dia fora, cara. Eu ficava só assim, eu não ia ter peças, as pessoas que eu compravava, cara, era difícil trabalhar. Eu me sentia... Eu tinha que ser uma criança prodigia, eu tinha que ficar... Meu Deus, isso é a realidade. Você recebeu um treinamento pelo menos, como um tipo, não? Obviamente não, né? Que na verdade, eu me colocava ali como tipo, tá bom burar. Fala, você não tá fazendo nada, né? Não tá lá de palha. Fica aí. Fica aí. Atencia as pessoas no balcão aí, mas na minha cabeça eu ia ficar ali, receber da bondinha, se orar na aula do mecânico, tá? Pois se ela é na aula tudo bem, se orquei a falar com o meu cunhado, ele ia lá e vem de a peça. É, tem que dizer, você é o cunhado, ele viu em si? Uma oportunidade pra dormir.

  40. Ele não me via como funcionar, ele me via como uma portidade para dormir. Eu vou morar de almoço dele, por exemplo, tinha três horas e meio. Mas eu não me via. Comi bastante. Ele tinha um coxão na loja de auto-pesso. Eles condiam um coxãozinho bem fininha, se ele conseguir colocar embaixo das prateleiras. Então, eu estava nas correr, as pessoas que eu não me dou, tinha um coxão. Aí ele estava, ah, você quer, estou com o sonho, aí eles ficavam coxãozinho no fundo, olha, me dormia. Aí chegou o momento que eu estava tipo a foda, se ele ir embora dormir, o puxava, coxou, eu dormia lá mesmo, sabe? Aprender bem que eu fatoria. Não, outras vezes, da galera chegar lá, não tem ninguém, daí tipo ligar na casa dele, eu estava vazia, eu te peço, não, meu, meu, meu… meu

  41. Mas eu gostava de trabalhar aí porque tinha uma televisão e eu assistia a TV Globinho. A melhor época do TV Globinho. Eu já tive um patrão muito louco que era metido em prendedor também, igual o Michael. Mas voltem meio assim, de cada um mês, ele vinha com uma novidade. Uma hora estava vendendo relógio, outra hora estava vendendo na vonga. O dinheiro está aí, você precisa aprender como ganhar. É, é exatamente o tempo que eu vou dar. O que eu queria, é que eu acreditava nesse time do mar com essa frase. Eu lentei a locadora tinha o placa assim. Esse era o meu chefe do necroténe, inclusive. E aí, é só que a maior onda dele, que eu me lembro de maluquice, foi uma vez que ele levou perfumes da Ferrari para a mãe. E eu, cara, sei lá, 15 anos nunca tinha cheirado um perfum da Ferrari. E aí ele falou, o que você achou? Tem igualzinho da Ferrari? Eu cheguei.

  42. Ele perde o pneu, cara. Eu não sabia o que responder, porque eu nunca tinha sentido o chirro original. Afalei, tá igualzinho. Ali é, pois erra, fazia, eu estou fazendo um curso na internet de como fazer perfume. E aí eu peguei a banheiro lá de casa? Ah, meu, meu, meu… meu Você está comprando o perfum e feita a banheira que o meu patrão já dê toda lá, já tomou um péssito com as coisas, entendeu? Inclusive o patrão que trabalha no link no TV. No link no TV. O dia que eu não sei, o dia que eu fiz. O dia que eu não sei, o dia que eu fiz. Eu cheiro gostoso, né? O cara ele vendia perfume e cada vez ele apareceu com perfume lá, Chanel, agora estou com Chanel. A gente não vê no técnico. Só que era meio burro porque sempre comprava o mesmo frasco para todos os perfumes. O senhor era o mesmo frasco,inho para todos, entendeu? Chanel era tipo um pote quadrado. A gente não pareia, era um pote quadrado. É, botcar era um pote quadrado. Ele não tocava o pote. Ele dependia também muito da ignorância, de que ele vendia. Se não conhecia o maior conta.

  43. Mas vai comprar um Ferrari. Não se ele conhecesse o Maicon e até um novo setor na locadora do Igor. E a vendendo os pernos. Tinha algum jaquitíperata do seu esportivo? Não, ainda não existe. Jaquitíria saia pra cara infelizmente. Mas ele deu certo como vendendo o dia de perfume? Não sei, graça, adeus, saia. Eu acho que ele fazia esse perfum, porque a galera morria e era mais trabalho para ele, o micro-teta. Eu tinha, eu lembro de outra história, aqui, eu vou contar rápido de patrão também, que eu acho que... Eu to com a dor, espera. Mas você era tipo o testador de perfum, era o copáer. Você era o copáer, você passava assim, aí ficava tudo necrousado, o que achou assim... Não, eu passava no punso, né?

  44. Não, não. Onde eu especialista passa? A gente não passa. A gente não passa. Eu não passava no pulso. Eu passava no pulso cheirava e foi sempre falar tal igual. Mas eu não conheci as originais. Então eu sempre sou eu feliz. Meu patrô me adorava. Que beleza, cara. Era só pra deixar ele feliz. Eu tava te acabando, vou notar aqui, mentira. Eu croteiro mais chorooso do Brasil. E aí eu lembrei, agora de outra história de pós, porque eu falei isso, eu acho que era mais uma lucro, mas eu lembrei de outro que esse que... Não, esse era mais uma lucro ainda, que era um patron que eu tinha, que o apelido dele era cacolé. Cacolé, agora imagina em vocês aí, porque o apelido dele era cacolé. Vamos ver se eu lutei uma reação porque eu tô pensando que é o cacolé. Ele gostava de pucolé de sapo. Nossa, sim, mas... O Brian... Cacolé. Cacolé, não faz ideia. O apelido dele era cacolé, porque ele não comia...

  45. Com o garfo, ele só comia a cacoleça. Meu Deus! O cara não sabe o Gertnobrog, é que é o primeiro do... O cara que coisa mais salplo, cara, é isso! Ele levava uma colher na hora da homosse, ele ia nos restaurantes com a colherzinha dele, porque ele não sabia como é de dar... Ele não estava restaurando. Ele levava a restaurar porquilo. Ele levava a colherzinha de santo e floutinho. Não, não era a santo, era São Paulo, já. Falei a colherzinha. Falei a colherzinha mesmo. Era mesmo. Não sei se era a mesma. Acho que era a colherzinha. Ele levava a colherzinha de salvo. Ele levava a colherzinha porque ele não cadava. Ele levava a colherzinha. Ele levava a colherzinha. Ele levava a colherzinha.… Ele levava a colherz

  46. E aí, ele é acostumado a comer de colher. Eu não sei o que ele tinha. Porque pra quando se forem paz, aí quando você tem filho pequeno você não precisa comprar brinquedos por filho. O que que que a qual é fazia? Ele comprava caixa de vida geladeira. Ele comprava caixa de geladeira ou encontrava caixa de geladeira só caixa. Ele tipo ia igual um carriero ali na loja. Mas ele sabe comprar um brinquedo que não. Pra verção, isso não é pra não. Mas você passa na frente e a casa vai ali e pega uma caixa de... Faz sentido. Faz uma caixa de geladeira, cara. Criança, brinca com a imaginação. É isso também. Eu filho, o creze vira, catador, e papelando, sabe por que? É porque a época mais feliz da minha vida foi quando minha família comprou um fogão novo. E você quer em casa? Ele é igual pra caralho. A caixa vira um automóvel, a caixa vira um automóvel.

  47. O que é que viram o robô, viram foguete, a caixa viram uma cabaninha pra vocês esconder. A caixa é o melhor brinquedo que você pode dar pra uma criaigum gato. É um dos meus gatos, são assinhos nos gatos. E a caixa fica louco. E até uma certa idade, até uma 6anidade, a criança não sabe o que que não acontece, ainda com o gato. É, você vai comer, só copar, caga, faz bagunça. É uma mentalidade. Você vai comprar um transformas pra uma criança de 2anidade, não sabe o que que porra essa, entendeu? Comprou a caixa de papelante, é um cacolame, se não é isso, inclusive. E aí ele tinha essa... Ele era muito bom de vacas. E aí ele tinha... Ele acessava um blog.

  48. Que eu não sei se existe ainda, mas se chamava Berrini a 11 reais. Acho que era isso. Ponto blog spot. Berrini, um blog de pessoas da Berrini que me almoçavam na Berrini, que é uma... É só explicando para que não é de São Paulo, é uma rua comercial, aquele São Paulo bem famoso, onde tem muita empresa grande. E aí eles ensinavam onde existem lugares, onde você poderia comer gastando no máximo 11 reais. E na berguinha isso é quase impossível. Qualquer um moço é, qualquer um moço é 30 contas para cima. 11 reais é um achado. E o cacolé ele gostava de levar gente, né? Nesses restaurantes... Estão operativos. Dovidosas, né? Trôvida de até 11 reais numa acima, 11 reais. Com a colherzinha dele.

  49. Ele levou na coleusinha dele e aí a gente ia em várias bocas, várias lugares, nada a ver com nada. E o clássico, o apse desses lugares, onde a gente ia, era... Ele gostava de apelidar os restaurantes com o nome que ele dava. Se o restaurantes tinha o nome, sei lá, esquina, mas com restaurante, ele apelidava. Ele apelidava como caverinha amarela, entendeu? Porque todas as caverinas eram amarelas. E aí eu uma vez de falsissão. Cid, vamos comer no cabelo. Vamos comer no cabelo. Eu estou falando no banho de arroz. Aí eu apelido que ele tinha dado por resto. Vamos comer no cabelo. Falei, mas como é que é o cabelo? O cabelo era um vô falar, surpresa. Vamos lá, você vai adorar o cabelo. O cabelo é baratinho, você vai gostar, falem, beleza, vamos lá. Eu cheguei no cabelo, cara. O cabelo era um lugar onde você cortava o cabelo e almoçava no mesmo lugar.

  50. Eu tava com a cabela e eu não savo no mesmo lugar e gastava 10 reais. As duas coisas, as duas coisas. Eu quero só arraspar. E aí ele levava o tesoura dele também, era só. Ele só tava com a brilha. Era para a raspal cabela, ali não fazia córdia. O raspal não estava. É o único corte que tem arraspar. Cara, cara, que demais estabelecimento. Eu quero que a gente mora com a cabela e voava a cabela e não to com a brilha. Então eu achei que saldo e talerete o comercio mais estrando, o mundo que lá a gente tinha uma par, essa pataria. E aí, era fajar assim, bar e sapataria do Fulano. E aí, tinha uma vez se nunca um bom bom, pra acontecer. Seu beijo, o cara ficou lá arrumando sapato, engraçando, etc. E sempre viu a sua erveja. A mais do cabelo e a um moço. O que era o cara da perda do cabelo? Ah, de de comida, tipo batata. Cortibilidade, batata, brilhante. Mas tinha como escolha. Prato, era o prato do dinheiro, todo mundo. Prato do dinheiro era a rois e batata. Cock de samurai. Foi um batata de cajão. Foi lá que o descobriado, o dole.

  51. Eu tinha um outro refrigerante que era que ela que descobriu bola ali. Sei lá, tinha vários perfumes que diz isso. Foi lá, que é isso. Era um lugar maravilhoso e, mais infelizmente, eu não tive coragem de comer lá. Cara, aqui história é boa. Eu não tive coragem de comer, cara, mas o cacolé... todo... ele comia lá uma vez por mês que era o dia de cortar o cabelo. Ah, é legal! É legal! Então uma vez por mês ele é lá que cortava o cabelo e comia. É legal. Foi o cacolé, górdolga, bela. É uma vez por mês, ele raspava, né? Mas assim, só que assim, é só cortar o cabelo por dia. Ah, sei, cara. Mas sei lá que esse é o meu prédio. Sá, que isso? É não sei, cara. Não sei se ainda existe. Lá se calma na barrinha.

  52. Era um lugar de madeira, assim. Era um lugar muito errado, cara. Todo, todo cagado. Ah, provavelmente foi o Michael mesmo, que fundou isso porque, tipo, é um cruzamento de ideias, é tipo, o porém, com uma loucador e um cachoguente. Cortar o cabelo e almoçar o mesmo tempo. É o cruzamento de ideias muito bom. Michael, conta por aí. Senta admitida. A gente pergunta pra vocês também, como sempre que a gente tem um patrão? A gente tem não só a história de patrão, mas também tem aquele outro cara que é o que é o gerente, que é o cara que é o som superior, o super visor, que não necessariamente ele é o manda-chua, mas ele acha que é o manda-chua. É aquele cara que parece o que eu disse quando. É, eu não sei se o cara, nossa, minha vida. De antes de vir para trabalhar por Não Salvo, como eu disse, era funcionar o público, funcionar de... Aonde mais tem patrão? Exatamente. O problema do fundo é o que é o patrão. Funcionarismo público, além de ele não funcionar de...

  53. O meu cargo era todo mundo que trabalhava com o meu cargo. O mesmo salário, só que ele estava uma mais tempo. E aí tinha uma senhora lá, que o nome dela... Não sei se eu vou falar dela, mas dela é de uma. é de uma. é de uma.… E é de uma comigo. A nossa santa até que ele tinha que fazer de santa não bate. A santa não bateu. E o nosso santa não bate a mesma. De mais. Eu não ia ficar minha cara, e eu também era bem sofrada. E ela me colocou pra trabalhar na biblioteca. Só que ela me colocou lá pra vingança e eu fiquei de boa, porque eu não fazia nada. Então eu ficava com bem a pra cima e a minha felicidade começou a incomodar ela. Mas era biblioteca, ficava onde exatamente dentro do vídeo? É, dentro da escola, dentro da escola, de escola, tinha um biblioteca e eu ficava lá, tá?

  54. Cara, era trâmbio que você fazia em meia hora e tinha o resto de alívio. E ela começou a ficar incomodada porque ela viu que eu fiquei feliz, eu não fiquei triste. E aí ela começava a me dar um em serviço meio estranho. E aí uma vez, ele começou a plantar árvores da escola e ela me mandou plantar arde junto com o cara, tipo, você é ventilho, você é ventilhar lá. Eu vou lá, você vai plantar árvores, eu falei, eu não sei se sabe, eu não sempre plantar árvores. Não só plantar árvores, daí ela foi lá, aí o cara acabava buraco, eu tinha que colocar a planta e regar. E ela iria se do toda matemática. Aí eu coloquei a planta e eu regei, cara, ela veio da secretaria assim, bufando comigo.

  55. Você é um idiota, você é um idiota, você não, o que você serve, o que você serve, você não consegue plantar uma árvore. Você não quer escrever um livro, não sabe? Não sabia que eu fiz um curso de pucos, com um curso de pucos pra gente dinheiro, você não sabe, eu tenho que regar, ela começou a jogar água em cima, você? Eu não diz isso de você, você não sabe fazer nada. Calma, cara, eu sou uma árvore, eu não quero falar, você não sabe o favor. E cara, foi em Fernas, eu nem acrediteio de que eu ia sair, foi o nosso dedico sair. E o cara plantava bem boa, cara, sabe? Eu queria fazer alguma coisa. Não, porque ela era uma pessoa de licença. Até hoje, acho que ela não sabe, porque eu nunca mais vou ter nesse qual. Mas cara, ela não era...

  56. Tem riva, essas pessoas que realmente acham que tem poder sobre você. O diretor chegava lá e falou, é de uma, de uma, de uma… Eu sou vital, pensou que ele virou mil, ele virou milzinho. Ele tem que ser um mil. Só que ele não tem o poder. Aí ele virou minha onzinha, realmente é a época complicada. E uma pergunta que o diveta é feito isso, inclusive, quando eu entrevistei vocês, mas eu vou perguntar agora, você já foram demitidos de algum lugar? Não. Claro, eu nunca fui demitida. Eu nunca fui demitida. Eu sempre saí de um, peito em outro, saí de um, peito em outro. Eu também nunca fui demetida, nunca fiz uma cagada, tipo, monstro... quer dizer, já fiz algumas cagadas, assim. Mas não... Procar o nome do morto, entenhar o Flanerar. Imagina!

  57. Hoje estamos aqui para despedida nossa mãe, aí abre o corpo. Cara, ela... Não, esqueci de botar o perfume no amor. Nossa, mas a mãe tá feira, né? Vai falar, porque esse é o de botar o perfume no amor, porque... É uma perfunha que tava morta na banheiro. Não, nunca aconteceu, mas eu já errei coisa tipo de cartela da Sky, por exemplo, de botar o... A anunciar que ela tem um jogo que não era um jogo. Ai, legal. Ai, galera, ligar para comprar o pacão. Quero ver, quarenta e sessando, aí, vai dar a gente descobrir o... Descobriram o quê? Descobriam que não era a colinissão, é outro jogo qualquer, sei lá, pessoal é raro, ni, ponto o guia, é, é, pessoa comprava pacote errado, pô, não é um corpo, se tá demitido.

  58. Eu acho que uma parte muito importante do primeiro emprego é um momento muito simbólico na vida. Eu acho que é tão retó de passagem, que é o primeiro salário. Isso é tão saco. O primeiro salário acho que é muito importante, é quando você vê que o fruto do seu trabalho... Eu lembro do meu primeiro... Assim, quando eu vendia, o meu primeiro emprego de fato foi que nem eu falei, foi fazer cartão de visita. Então eu vendia, sei lá, mil... Pô, 50 reais, tá ligado. Coloca! Era a razão. Eu fazia mil cartões. Dá pra comprar a tinta de pressora, pra fazer mil cartões. Não, acho que não, acho que eu tinha pra juízo. Mas é que eu não sabia o que eu gastava em, né? É pressora custa 150 reais e o cartucho costa 200. É. Não vai, tá nervoso, cara. Mas eu basicamente só usava preto, na verdade. O cara do cartucho, porque o colorido era folha, entendeu? Eu já pegava folha colorida com o desenho. Mas grava, mas que eu sinto fazendo cartão pro Michael.

  59. Eu não sei o que é o que é o que é… o que Eu lembro bem no primeiro salário, porque no cartão eu não recebi um primeiro salário, na verdade eu recebia quando eu conseguia vender, era meio que contar a própria, mas quando no necroteiro na Santa Casa de Santos eu recebi um salário na época que estudava no cenário, fazer a cenário e trabalhar a valar, meio período e tal e meu primeiro salário foi de 150 reais. Ó, bastante. 150 reais, é bom ter uma ideia do ano porque se... Não, já morri que terá para trás. Não era nada. Porque eu gastava só de condições São 50 reais por mês. Eu sou brava sem. Sem reais, eu não dava fazer muita coisa. Eu gastava 20 por final de semana, né? Que é aquele dia que você pega aquela nota de 20 reais, sabe? Você tem uma nota, você pode gastar o final de semana que ela nota. Não é o valor, é a nota. O meu primeiro salário vai resolver igual ao teu no dao, porque tipo, eu dou a loja, eu to peço, eu trabalho, eu vou ganhar 70 reais. E não, eu não tinha um barzinho.

  60. Que vendiu em salgado, muito gostou. Já ficava vendo. Tinha nada para fazer aquela pôr, eu dormi e ficava com fome, cara. Era em mãe de graça, porque eu sou salário, eu ganhei a 70, a minha conta não parecia de dar foi tenta, não era pra me dar pra me amar e pra trabalhar, porque eu te falei. Fala, eu não fui te alucinar, no fim das coisas eu nunca peguei no meu salário, ó, se eu que você é o quê? Eu vou comprar um projeto minha mãe, eu vou comprar um projeto minha mãe, eu não vou pagar o barco, eu vou começar o gato, eu lembro assim, mas assim quando eu seguir a 105, E aí você tem um upgrade de trabalho? Eu lembro a primeira vez que eu ganhei mil reais. Nossa, sobre mesmas de reais. Eu acho que o primeiro mil reais é um negócio muito marcante. E demora, na jornal mexida e mora. E é um zero mais ali, né? Sim, sim. Se ganhou um zero, mas você fala caralho, agora eu tô rico. Aí você começa a fazer as contas mil reais. Se eu economizar tanto por mês, dá aqui 70 anos eu vou poder comprar uma bicicleta. Você começa a fazer conta quando você...

  61. E começa a ganhar já mil reais. Do salário, ele conta que você ganha na locadora, Igor. Eu comecei ganhando os 100 reais aí no último mês, mês, 150. O salombridade. Aí ele falou, porra, 150, vou morar a casa porra. Não precisa mais nessa hora. Não, não, não morar, eu saí da locadora porque ela mudou de um lugar. Aí no outro lugar eu não queria que eu via até lá. Era muito longe. Era muito longe. Eu não queria mais, eu não queria mais. Eu fui pro lugar maior. Eu já mais abandonaria um ambiente trabalho tão legal. Por que como a conta com o lugar era maior ou outro lugar novo? Não, outro lugar, era o mais perto dos clientes. O Michael é muito emocionário. Esse Michael é foda pra caralhas e Michael está empreendedando o lado.

  62. Você lembra o teu primeiro salário? Lembro, eu era rico, então, comparado com o lar de vocês. Eu ganhei 450 reais. O salário em 2007. Mas quanto o que eu ganho da pra comprar com o salário? Sem ser desviciado. Não era tão pouco assim. Card do Yu-Gi-Oh, eu tô complexo. Mas era o salário que eu podia receber sendo estagiário, acho que eu acho. É uma questão legal também. É uma coisa assim. É realmente essa questão de emprego, de patrão, história de patrão, inclusive. Eu acho bom, a galera também manda pra gente a história de patrão aí. Tem nosso email que é o Não Ouvo, a roba não salvo o ponto com o ponto bésseis. Pode mandar histórias que a gente tava pensando. Tá ver discutindo aqui antes no podcast. De repente fazer porque a gente tá recebendo muita história boa, galera. Tem muita história boa. E é uma coisa que eu acho muito chato de podcast que quer. Começo o podcast e a leitura de e-mails. É um saco, porque esse não viu a semana passada? Fudeu. Você não entende porra nem muita coisa. Você tem que pular, você já pula 20 minutos ali do negócio. Então na verdade eu vou ter que...

  63. O podcast tem uma hora, não tem uma hora de verdade. Tem, sei lá, 40 minutos, tem 30 minutos. O resto da leitura de meio é chachato, velho. Eu também achei que a gente tem uma recebe muita história legal, o que acontece depois que a gente joga na voo programa. Depois que já gravou, né? Não dá mais. É verdade. Então, o que a gente estava pensando aqui entre a gente? A gente faz ele repente um pouco de cash, só de leitura de meio, só de histórias dos ouventes do No Ouvo, a gente faz 15 minutinhos, faz um pouco de cash paralelo, né? Pra quem quer escutar as histórias aí também, quem quer ser lá, quem tem a... A viagem para casa dura mais de uma hora, pode pegar mais 15 minutinhos, um rabicho de assunto. Então, se você tiver histórias sobre o patrão, pode mandar para a gente, aí no No Ouvo, a roba, não salvo ponto com ponto. É ruim, então pode interagir com a gente nas redes sociais também. Mas espera aí. Antes de você mandar a sua história de patrão, só verifica se o seu chefe por acaso não é o Michael.

  64. É bom saber. É bom saber. É bom saber. Eu conselho vocês, eu não coloco o nome do seu patrão, se ele ainda for, se o patrão. É melhor não. Inclusive, vai que ele escuta também, né? É, não chama de mic, não na cena. E a gente não vai ficar com essa frescura de não, eu não. Bom, bom, poê deu, pra ele dar uma ideia. Bom, quando você mandar essa história, manda assim, o meu patrão, mic, todos os patros do meu destino, é uma mic. Todos os patros do meu destino. Então você pode entrar a gente com a gente também, pelo Twitter, ali que é uma roupa não ouva, a gente leitudo que vocês mandam, pra ele parar de mandar de mim. Eu queria que esses três gigantes da indústria se unisse algum momento para criar o maior conglomerado de empreendedes da história.

  65. Mas eu imagino, cara. Imagina, só eles não always treat. Mas Mike com cacolé, quando eu estou me leorando, eu estou me leorando. Eu estou me leorando, eu estou me leorando. eu estou me leorando. eu estou me leorando.… Eu estou me Tá pata, pata, patão Tá pata, pata, patão Tenis a inscrito de promoted da ontem, ganhão, clara, situação Tá pata, pata, patão Tá pata, patão Tenis a inscrito de promoted da ontem, ganhão, clara, situação Tá pata, pata, patão Tá pata, patão, patão, palá, alemou de rarque Vai segurar

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