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No Não Ouvo #005 decidimos abrir nossos corações e contar algumas das nossas histórias de balada! Falamos das nossas primeiras impressões e contamos algumas das nossas experiencias com esse ambiente estranho onde é escuro e lotado e não da pra ouvir mais nada além da música alta…. Da o play, DJ!!!!!!! Tempo: 1 h 10 min Bancada: Cid Cidoso, Braian Rizzo, Igor Seco e Luide

Resumo

O tema da vez é balada, e a bancada (Maurício Cid, Braian Rizzo, Igor Seco e Luide) começa comparando a noite paulistana a uma fila sem fim: para entrar, para a comanda, para a cerveja, para o banheiro. Daí vêm os clássicos do ramo: o cartaz que promete rock e termina em sertanejo e dubstep, os DJs de nome impagável que interrompem a pista para falar com a galera e os eventos do Facebook com milhares de confirmados e quase ninguém no dia.

Cada um conta a sua primeira balada: a matinê de domingo para menores, a festa de escola em que as meninas dançavam e os meninos brincavam de pique, o baile de fim de ano do interior que terminou em guerra de frutas e uma queda feia na pista giratória, que deixou alguém só de meia. Há ainda uma história de ouvinte e a noite em que Cid encontrou um sósia.

No fim, um dos integrantes narra sua estreia como DJ, que acabou em expulsão, a turma relembra os clubbers de apito e pirulito, fala da dificuldade de pegar alguém e fecha com a saga da cagona de Curitiba.

Destaques

  • Descrição da balada paulistana como uma sequência de filas e comparação com o metrô.
  • Primeira balada numa excursão de colégio, onde meninos brincavam de esconde-esconde.
  • História lida de uma ouvinte sobre uma bota, um desconhecido e a volta para casa.
  • Cid descobre na balada um sósia que se passa por ele.
  • Estreia como DJ termina com os seguranças tirando o integrante da cabine.

resumo e destaques escritos a partir da transcrição automática

Participantes

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Transcrição

109 trechos · 14.294 palavras

Transcrição automática, feita com o faster-whisper (modelo base). Pode conter erros: nomes, gírias e piadas internas costumam sair tortos. Na dúvida, vale o que está no áudio. Clique no horário de um trecho pra ouvir a partir dali.

  1. Deus criou o céu e a terra, foi em uma terra não havia forma nem vida, uma grande escuridão cobria o mar. e o espírito de Deus vai rafa sobre as águas Deus então disse Casino! Que fica novas? Vai, gente! O som! Pois é, pois é, pois é, pois essa música não é atoa, essa animação toda não é atoa, hoje o tema é especial e lembrando que eu sobrevive a óssebe do sufurico Aqui bom, a gente realmente está no preocupado no tipo de castes. Estamos a flitos, porque eu estou sem o braço aqui, mas não resta, está funcionando normalmente. Felizmente eu sobrevivia e eu assofouro e muitas pessoas ficaram preocupadas, ligaram para minha mãe, querendo saber estar tudo bem.

  2. Essa luz florecente que está saindo de você é o que é a norma nossa. Eu acho que não. Não tinha antes, isso. Acho que a gente não sei se segundo nariz que está começando a nascer da sua testa, me preocupa. Eu acho que já tinha isso também, não sei. E mais de caso, sem tomar um antiasco de hogar. Agora, sobrevive, sim, sobrevive, o tema de hoje, o tema do podcast, inclusive, é um tema único que é o tema, não é, gente? Abalamos na balada. Abalamos na balada. Eu fico imaginando as pessoas entrando na balada gritando isso. Abalamos, vamos abalar na balada. Igual, eu estou decidido de te me organizar, assim. Abalamos na balada. Nossa senhora, imagina-se.

  3. O que que você vai fazer na balada? O que que você tem pra fazer na balada? A não ser a balar. É a balar, corações. Abalar é musicalmente, abalar, nadanças, abalar várias maneras. As estruturas? Abalar os esqueletos, porque é... E aí é... E aí é... O nosso tema justamente é esse, onde nós teremos a várias histórias sobrebaladas, eu tenho algumas boas, já até estou pensando aqui, tem algumas bem interessantes. E não sei se você... Vocês não têm muita cara de que vão na balada não. Não tem cara de que a bala não é balada. Vocês não têm muita cara. Não tem mais que o que mais colocou medo no Brian Dries, a história de Bêbado. a gente falou que ou a gente o próximo tema talvez podia ser balado ou

  4. brava e falou assim várias histórias de quarto se eu liguei a se eu liguei o sofre que pescando a luz do meu quarto vale como balada balada do século de life a gente vai do rabo vai ter que entrar em discussão é bom tem que ver que tipo de balada que vai valida não é eu acho que o balado virtual já eu acho que ele se montou eu se instalou decimos montou uma caso de comprovção é valada. Acho que não vale. E aí as pessoas também me falaram no Twitter e eu acho que você não precisa mais fazer a apresentação do pessoal com cadernos de perguntas, porque nós já sabemos todas as coisas mais importantes da vida deles. A gente já tá de saco cheio, aí, que exige as vezes. Não sei, não sei. Algumas pessoas

  5. já daram esse feedback aí e já sabem tudo, né? Já sabe se vocês gostam de alguém da sala, já sabe se vocês têm um animado de estimação, tá não sei se é válido, mas essa apresentação no caderno de perguntas. Eu lavo minhas mãos aqui, mas troubendo de qualquer maneira, vou apresentar a bancada de hoje que contém aí é Brian Griso e aí tudo bom só balando aê vai ver uma frase de um boda lá foi boa só balando e com o século fala meu povo e aí o povo já tá falando comigo já pessoal de encontro a roi e fala fala meu povo eu sou o povo eu vi falar com o tio agora eu fico uma explicação e vou embora como se você fosse a Dilma é que vai ficar aqui e Lui de rista lá

  6. Fiais ouvintes. Ah, bonito. Eu descobri no último podcast porque o que era o rista, né? Ah, assim se viu que bela. Eu não sabia a essa história, cara. Juro que eu não sabia de conheçar 68 anos, eu não sabia essa história. Você é meu chefe a 4 anos e até hoje você acha que o meu sobrenome... Eu achava que era. Porque tá no e-mail, então, é. Se tá no quando você completo o G-mail ali aparece no sobrenome, porque esse é o sobrenome, eu acho que é de topo. Não vou, não vou duvidar. Vale com identidade virtual, olha só. Acho que vale, a Ristavis de Speria. Então, o meu fósseito, tipo, igual a 26 com cã. 26 com cã e assim, o meu som de nós. Cara, no futuro vai ser aquilo que você falava com 4%

  7. no futuro, os apelidos não vão existir mais apelidos. Vão ser niques de internet. Eu concordo sempre por cento que vocês falaram. Eu espero por isso. E eu quero concordar com vocês hoje também com essas histórias de baladas. E vamos ver se a gente entra na mesma cintonia. Inclusive, eu pedi no Twitter do Não-Ovo histórias dos ouvintes, lá que seguem, né? A Roba Não-Ovo, seguem lá no Twitter, mandaram algumas histórias e vou até dar uma lida aqui no meio do programa e de algumas histórias que a galera mandou que tem umas muito boas, tem uma menina que é sensacional, vou até contar depois aqui. Mas enfim, balada, o que que nós temos de importante na balada?

  8. O que que é composta uma balada? O que que faz uma balada funcionar? aqui em São Paulo. Eu vou descrever uma balada de São Paulo. Fila pra entrar, fila pra pegar a comanda, você veja cara ruim e quente e fila pra pegar a cerveja caralho. Fila pra pegar, você veja cara que é quente, você entra no banheiro, tem pessoas se pegando e dependendo do sexo. Não, tem fila pra se pegar no banheiro, tem fila pra se pegar no banheiro. Aí você é o único lugar que você consegue se movimentar, você pensa, é na área do e você chega na área de fumaite, tem 60 mil pessoas. Tem fila pra fumar. Tem fila pra câncer. Aí você quer que você mora, tem fila pra pagar com anda,

  9. tem fila pra pegar o taxi. Olha que divertido que a balada. Então a bala mensão Paulo é o metrô. É o metrô. Se a estação pinha estivesse um pisca, pesou mais nada. É a balada. De vez de botar um botão de emergência, dificilmente as pessoas usam, botam um interrupitor no vagão do metrô. Sim, as pessoas se comprava de ficar espremida no metro. Ai, nossa, olha só, o governo ajuda todo dia, gosta de ir. Mas ao balar você não acha ruim, né? Ah, pode reclamar, pode ser. A gente tá lendo, pode. A gente tá aí no balar, cara. O que é isso? Ah, eu acho que o nosso glorioso governador, que de São Paulo, né? Imagina, não vou falar o nome dele porque pode ser que alguém esteja ouvindo aqui

  10. 20 anos seja outro, né? Ah, tem o irmão. Você quer fazer o porto de cash até em poral? Não, não. pra acabar com estresse das pessoas do trem, a gente fica reclamando, coloca o estrovo lá, o isim aqui, pisca, sai fumaça, que as pessoas não sinto na balada, eles não vão reclamar, porque eles ainda não reclamam, porque eles vão reclamar do trem? Não, faz com o casinão pra tocar ali de fundo, galera, ele é só cotina viaja. Eu preciso investir mais linha de metrô, só coloca, transforma a experiência de trem, a essência da manhã numa balada, é uma boa ideia, você tá aí no putrão da lá, É uma boa ideia. Já tem inclusive o equipamento de som, que é a visa com a questão da gente tá, só com o noco.

  11. É, já tem um DJ, mas é um DJ. É, pois a balada composta basicamente disso, né? As pessoas aí, prontos. Normalmente elas entram na balada sem saber exatamente o que vai acontecer, né? Porque você entra às vezes uma balada certamente de tocar rock, você entra uma balada de rock, toca o Michel Taylor, né? Existe mais, normalmente, a olhona. O enganação no cartaz. Existe, né? E ele diz assim no cartaz, balada Hock. Aí, beleza, a gente vai achando que é uma balada Hock, isso aqui na verdade é balada Hock até às 11,5. Exato. Depois é sertanejo. É uma héhock até o certo, mas é um sacitornário. Depois é sertanejo e aí, no finalzinho vira um dubstep. Que é pra galera embora.

  12. É, entendeu? Eu só pôr tocar. É, toma esse dubstep. Eu já falado, dubstep mexe, mas não é dubstep. Toma esse. Eu fui numa balada assim no último dia do Hock. E a balada prometia que ia tocar uma década do Hock A cada hora, então a primeira hora eu tocar... É, eu decoede de 40, segunda hora eu tocar... É, não é? É, não é? Tem tantas horas, assim, né? É, eu tô no soco.

  13. Só tô no soco de balada. Só que eu cheguei lá e tô com só o Charlie Brown, onde tem... O que é o soco? É, é o que é o Charlie Brown, cara. É dos anos 40, tá dois de 15, cara. É, Charlie Brown é o sonor do verão, de todos os verões. Eu gosto com o sonor da balada. Eu gosto de um tipo de balada. Não, não. Quase um tipo de DJ, eu vou mudar um pouco. Fujo um pouco. Quer o DJ que... O rodeio? É o DJ que ele conversa com você. E inclusive eu vou pedir por dar a vi colocar aqui pra mim, que não salve a morcasa desse DJ. Quer o DJ Clayton Rasta? Clayton Rase, e o Clayton Rase, dá vi um pouco. Pelo assim. Esse é fera. Vou começar assim, Clayton Rasta. Vai fazer a galera debaixar o legal.

  14. A unção do cabeça de gelo. Olha a pedra. Você vê que o DJ Clayton Rasta, ele conversa com você e tem vários DJ Clayton. Você vê que ele não de considero nego. Não, não. E tem vários DJs desse tipo, principalmente do interior, eu sou do interior. Agora parei pra pensar o quanto vários histórias do interior que ninguém tem, tipo do grupinho de algo. Mas a galera do Lão Ova, do Brasil inteiro, que sado mundo. Croncê, certeza até alguém no interior da França, que tá se entender. Você tá falando. Mas lá rola muito isso porque tem as queermessas, festa, hein? Inclusive nas baladinhas, mesmo, que eu tenho um amigo que é DJ, inclusive ele ouve ou não ouve.

  15. Qual que é o nome dele? Porque o DJ sempre tem o nome legal. Não, dele é DJ em sésar. É uma bosta. É uma sésar de DJ em sésar no banco. E ele parava no meio da balava e... E aí, galera! Vamos, mano. Sabe o que gosta? Eu acho que é isso, cara. Eu acho que é o DJ que ele queria estar na pista. Quem ele tá se curtindo tanto, cara, eu tô fazendo um fomção tão forte que eu queria estar lá conversando com a galera, mas não posso. Eu tô aqui em cima, não posso infelizmente. Era muito graçado porque tipo, tava tudo bom, pão, pão, dançando dançando naquele gás, gala! E aí, galera, boa noite! Aqui é o DJ Sésar, ele se comeme, igual o rad, só do volume. Aqui é o DJ Sazar, tu f...

  16. Fala, eu quero pra você, as melhores tá noite! Ah, é boa, boa. Tem essa clássico de DJ, né? Esse eu feiti em Feidante aí. O poerponte que eu DJ também faz, né? Faz uma pouquinho a música desse um pouquinho. Porque vamos falar a verdade, né? O DJ de DJ, de hoje em dia, a maioria do DJ não é DJ de verdade. O que é que o cara toca um inampe ali? O cara volta é um MP3. 3, fala isso, não é verdade, a exacção de música, eu estou falando, mas as pessoas vão postar GDN, existem GDNs, bom, GDNs profissionais, GDNs que fazem a música na hora, cara bota, coloca o terror no momento, mas tem cara, até porque se não existe, não teria o Spotify para esses outros GDNs copiarem, é isso, alguém tem que ser um start ali, mas

  17. existem muitos GDNs hoje de balada, aí eu vou no balado na Augusta, essas baladas meio hipster, Você vê que o cara não sabe o que tá fazendo ali, a gente... Ele não tem a menor ideia. Não faz nada. O som é baixo som. O dia fica o show todo, o casual pro alto, o musica é trocando ali. O seu feito... É assim, amigo, não é porque a sua mãe rida, só as piadas que você é um morista estandar. Não é porque você tem um bom gosto musical? Às vezes nem tem. Olha, as você acha que você tem um bom gosto musical, que você é isso de lidar o dia. A gente se é de dia. A gente se vai dar uma algusta. É aquele mande primos, amigo. Exatamente. É, meu filho, é o filho. Sempre tem um sobrind de DJ, né? Sempre tem um cara, tem um sobrind de DJ,

  18. impressionante. E eu gosto de desses DJs, que eles fingem que estão mexendo em botões, que vão alterar completamente a música, assim, tipo, eles vão lá e mexe, eles não saem porra, nenhum. Então, você o quê? E o que? E faz aquele suspense, pra galera, assim, levanta o braço, aí, ó, agora eu vou apertar o botão, ó. E o meu fresclado, ele... Eu falei um galeiro na música. Você só apertou um botão, só tem que apertar um pauz. Não, pra você esterem ideia como o DJ é desvalorizado nesse país. Sim, como DJ é mal tratado no governo Dilma, pra você esterem ideia, eu já fui DJ. Ah, você foi mesmo. Eu já fui DJ. André Marks, a DJ. É verdade. Eu amei o André Marks.

  19. Jesus Luiz, a DJ. Você vai falar que André Marks aqui, o que você é falando? Não, André Marks, eu sou o que, a DJ. Porque ele tá desde uma liação, a gente tá na galera, ele pode, tá ali. Tá, já de tagalhane sabe. Tá mal rodada de suco do Gigabyte, pagalhane da balada. DJ Andre Mark... DJ Mocoto é melhor. DJ Mocoto seria melhor. E é isso, esse é um ponto interessante, né? Que é um dos nomes de DJ. DJ, de DJ Séssia. Não vai rolar, não vai rolar. Esse cara não tem futuro aí, em Ibiza. Sim, não ia chegar em Ibiza ou DJ Séssia. Não ia dar bola pra ele. Não achei que ia, esse bebido. DJ que leitinho rasta, de boa. Cleitinho, o rasta já é melhor, porque tem um rasta ali, né, que é um apelido, e tal.

  20. Já demonstruz um gênero que vai te mostrar. Já demonstruzato. Um papalata, Um papalata, Um papalata… um papalata. Para saber se o Citi se lembra, esse DJ que ele animou a noite da Chochota loca. DJ, óbvio, lembra que a gente vai dar uma hora que eu lembra? DJ Curinau, do som. DJ Curinau, isso é o nome de Citi, né? Eu acho que alguém esquece esse vídeo. Foi há três anos até hoje. Três anos, acho que é mais, cara. Mais e mais. O noite da Chuchota Loco até é mais, aqui teve mais medição. Bom, eu acho que a noite da Chuchota Loco tem todo ano, né? Não, não tem, que não foi proibido. Foi proibido, foi proibido. Então fica aqui, meu, podia proibição da noite da Chuchota Loco.

  21. Três anos atrás, mas tudo bem. Mas tem esse DJ mesmo que ele era fera demais, era o DJ profício que ele tem um nome bom inclusive. De DJ Curinal, de som. E o DJ, né? O DJ brasileiro também, ele tem uma pegada que ele tem que botar um nome gringo no meio. Ele tem que jogar um nome gigante para mostrar que ele é internacional, que ele conhece aí o Top Bill, borde. O cara tá por dentro do que tá no top do programa de baixar música eletrônica lá. Do casar? É, do casal não, tinha um outro... Sou psique! Ele tava manjando sou psique, né? Aliás, obrigado a quem lembrou do sou psique, veio. Me falar com ele, porque eu fiquei emocionada de saber que não era...

  22. Você conhecido? Eu também, eu tô meusado. Eu baixava Beni Benasse e falava caralho. Isso aqui é muito endergronde. Isso aqui é Beni Benasse, porra. Antes daquele clipe dele da Furabén. É como se eu baixasse hoje em um programa aleatório que ninguém conhece. ninguém conhece, eu faço lá e baixasse, é o David Guetta, tá? Eu era tipo a mesma coisa, tá, eu tava muito. Mas enfim, o nome de DJ é sempre o nome interessante, então, você que tá ouvindo, aí tá pensando, caralho de sede, eu poderia ser DJ. Eu seria um bom DJ, então já tem umas dicas aí, né? Se baseia no DJ Clayton Rasta, se baseia no Curin out, sou... Curin out, sou... É, Curin out, sou...

  23. Curin out, sou... Então, afinal, o que é que é o outro, é que é o outro, é que é o outro. É um trabalho do caralho de dita no Google, né? Mas se basear nesses caras que tem repertório, né? É bom que ter uma com o som, nome dele, né? Curinado de som. Não é a tua. Dá pra fazer um remix ali que tá terminado de som. Cara, eu tenho que ir pro coronal de som, pode ser o de som, cedejota som. Ali, olha aí, olha aí. Se bobiar é assim, a gente não sabe. Um papalada, um papalada, um papalada, um papalada, um papalada. Um papalão. E aí você me lembrou de outra coisa muito importante de balada, que é um flyer da balada. O Flare da Valada. O Flare da Valada, que é o que vai fazer a galera offline, checar da Valada, porque hoje em dia o cara vem a Valada pela internet.

  24. Eu acho que é o grupo do Facebook. É, então o cara confirma lá, eu vou na Valada da Tal e aí são 7.000 pessoas confirmando que a Valada tem 30. Mas eu vejo assim que foi o que foi o que foi no sevento do Facebook, que ele está iludindo muito esses... Quem faz de balada é o que é promotor não, né? Cara, a promônia é o cara que promove a balada, né? Eu acho que o organizador de evento. O organizador, enfim, sei lá, seja lá aquele, seja... O cara vai lá e faz lá noite no sério que... Se você não percebeu que está tendo muita balada no nome de Meme, Sim, a noite do amiga seja menos. Aí tem a... Um de pessoas na balada, o cadó saiu e cheio o rabo de dia.

  25. Aí chega no dia e tem 60 pessoas. É que a foto triste, é com 20 pessoas. É porque, geralmente, esse organizador de evento, ele tem, tipo, uns três perfis no Facebook. Sim. Aí é só os amigos dele que estão com o estilo. Para ajudar, né? Ah, vamos ajudar o Fulano. Vamos ajudar o Fulano aí, que está falando. E aí os flyers de balada cada vez, agora virar um flyer online, né? Mas antigamente, pelo menos, eu me lembro de participar muito de Martinez. Seja fora em balada, a Martinez. Não tinha isso, cara. Não tinha interiú. Eu fui ao Martinez, só. Pois, lá em Santos tinha a famosa Brise, que era uma balada matineu de só podia ir, se eu não me engano, era de 12 ou 13 anos até 17.

  26. Isso é muito legal. É a idade do matineiro. A idade matineira. Chegou 18, você era proibido. O cara olhava sua identidade, e você era proibido. Então era meio que eu balado ao contrário. Era proibido de entrar e conduzido para dar legacia. E o mais interessante da matineira é que o Guaraná é vendido a preço de cerveja. Eita. Porque o Guaraná é a cerveja da matineira. É verdade. E entendeu, o garana tem a mesma coloração, né? Às vezes o cara pegava e botava num copo de whisky agora, né? Que é a mostrar que era patrão numa balada matinaia. A balada matinaia é um inferno, cara, impressionando. Porque assim, as crianças não estão se importando com a música.

  27. Não estão se importando com dançar a só querem perder o bevê. Esse é o foco da balada matinaia. Verdei o bevê. É isso que eu quero fazer. Todo mundo quer parar de... quer ir beijar na boca. Quer algum dia beijar na boca, né? Hoje quando a pessoa fica mais velha, é realmente curtir a balada. Na matina não, no matinaio negócio é perder o beve. E não sei se foi lá, que eu peguei. É engraçado que você contando que aqui tinha a matinaia, onde os menores de idade iam para a balada. Quando eu levei meus amigos aqui de São Paulo, primeira vez em Salta Arrec, eles entraram na baladinha de lá e viram mininho de 13 anos. De saí, a revolução, eu não pensava que não foi.

  28. Como assim, cara? Mas crianças, estou aqui no meio de a dutus, falei cara, bem-vindo a interior, aqui não tem lei. Você tem atrasido seu... É, em algumas cidades, a balada, o riscafaco ali, não tem data. O riscafaco começa com 11 anos, e ano. Você não tô no meio em fio, balão, não balão, só os pernas já tá no... Já tá na balada, tá na balada. Já tu quer o balada, dá a balada, vamos pra balada. Quer balada? É verdade. Cultura da balada. Pois é, mas essa brisa aí era muito famosa lá em Santos, por causa disso, porque aí é uma ele cadinha, cara, só que daí você imagina, ah, e outra, a matina é, pelo menos essa, não sei, nas outras cidades, ela aconteceu no domingo.

  29. Olha, era no domingo. Olha, era no domingo. E ela terminava tipo, sei lá, o que era o seu nome? É, oito horas da noite, entendeu? E o dez horas da noite, né? Começava que horas. Cara, eu não sei, de manhã eu já estava na fila. Eita, era uma balada muito estranha. Por isso que era domingo, porque não é outro dia. É, porque é assim, os cara só abriu a casa, que era pagar um dinheiro extra. E ter tentando de outro motivo. E que era só pra isso mesmo. Vou bater a gente cria a sara e brincar de descontos com o Edital. Ah cara lembrem que vai história boa. Agora que eu falei isso. A minha primeira balada. Ah, se eu tô brincar de descontos com o Edital, eu fui vendo com o Edital.

  30. Exatamente isso. Carminha a primeira balada. Eu não sei quantos anos eu tinha mas assim menos de 15, com certeza. Muito menos de 15 e foi uma balada que foi uma esforção do colégio. Olha só, é só a esforção do colégio. Ah, a gente tava falando isso cara. Será que baladinha de sala do colégio será que conto? Como é que é uma baladinha de sala de colas? Porra, tipo, a turma no final do ano... Na quarta série você fazia a baladinha de sala? E fazia, cara. Eu te falei que fui muito parecão. Vocês fazia? A gente juntava... Colocava... Colocava... Colocava pã... Quantos anos eu tinha na quarta série? Eu tô... Na quarta série, eu tinha nove anos. Vocês faziam balada?

  31. E já bebia com nove anos. Eu já bebia com nove anos, eu vedo. Isso é menino aqui, cada entre ele e a sala. Essa história é... O Igor tem... Sempre que ele começa a falar de uma escola dele, eu vejo um anuva em negra, assim que ele quer revelar verdade. O Igor tem que fazer com os hermenidade. Eu não tenho problema. A inclusive parou de esturar com a tasserta. Eu não estou no mesmo aturo. Como é que é uma balada de classe, não tem nem? A gente, o pessoal fechava as devas contém de ter com aquele pão do preto. Mas durante a aula? Não, cara, geralmente era o festinho de fulgo ano. Ah, tá, gente. A gente era uma data especial, tipo adversário da Mariazinha.

  32. Ah, não é mais uma parada séria. Mas a Mariasinha não tem casa, velho. Sério, vocês estão bava todas as janelas da escola com o pão do preto. Pra fazer baladia aí. A Mariasinha. Mas eu não tinha casa, velho. Porque não é uma festa na casa, não é? Aqui, vamos dar, eu suí. A gente tá com o nosso p'tinho aqui, velho. A gente tá com o nosso p'tinho aqui. A gente tá com o nosso p'tinho aqui. Eu não vou contar a minha história aqui. De primeira volta. O cara quer me contar que ela é quarta série, a Mariasinha. A balada nascer. A balada nascer. A balada nascer. A balada nascer. A balada nascer. A balada nascer. O problema é a mãe deixar o diretor deixar uma balada.

  33. É, é sempre no terras legalizações. A gente fazia as festinhas e o diretor chegaram em algum momento. Acabava um pouco com o tomate. Isso...

  34. Ó, vou contar a minha história... Calma aí, Dan. Mas eu tava lujo, já Meus pés. Vou contar a minha história de primeira balada. Vocês lembra uma primeira balada de vocês, né? Eu não lembro a minha... É a minha aventura, porque foi assim. É uma escursão de colegio que já não faz o menor sentido. E a balada foi no lugar, que nem existe mais lá em Santos, uma foi no lugar porque é um ator da malhação na balada. Olha só quem era o zidor nos da época, né? Eu não lembro que era, mas era alguém da época da malação do judô. A malação, ou seja, muito tempo. Mal o cabeção já era, já era mais novo. Era um negócio bem mais antigo. E aí tinha até um cara da malação e aí tive uma excursão.

  35. E aí na balada que você percebe como homem e mulheres são coisas diferentes. Como a mulher com 15 anos já tem uma metalidade de 25, e o homem com 15 tem uma metalidade de 7. É impressionante como homem, não evolui. É uma criança pra sempre, impressionante isso. Porque as meninas estavam todas arrumadas, 11 anos de idade. As meninas estavam arrumadinhas no seu queio, de vestido e dançando na balada. Fazendo as dancinhas e os meninas estavam brincando e pegam a pega. Brincando escondesconje. Abalada, tipo, a gente brincou reino na balada. E aí, peguei, não sei o que a gente sabe. Criança, muito criança, ver no uma balada. A gente não sabia o que estava fazendo lá.

  36. É, é a gente que fazia. Não, a gente não fazia ideia o que que era aqui. A gente não sabia o que a gente tava. E as meninas estavam lá porque criam o cara da malhação, galãozinho e tal. E todos arrumadinha dançando e balvó e a gente brincando dos cunhos condios. Tinha no sábado, as meninas. Lógico, né? É puxando vestido, né? É, está marrando a chuca no cabelo. Coisas... Coisas a gente de lá meio muito adulto, né? que faz isso até hoje, né? Um papalada, um antorbalada, um papalada, um antorbalada, um papalada... Como é que foi a sua primeira balada, hoje? A minha primeira balada foi no baile do avai. Ainda vai! Ainda vai! Vai, boa, vai, boa, é boa.

  37. Sabe por que tem cidades específicas que sempre tem uma festa, que é a festa do ano, assim. Aí tem a balada que é a festa festa. O baile do avai, ele geralmente acontece no fim do ano. Então tem toda aquela coisa de celebração e é um baile mais família porque daí eles traem banhinhas e vendenmeça, tem as minhas de frutos, é um baile que vai dar uma maravilha. A gente não tem que fazer. É, a gente tá indo ver e dar uma balada com meu bão de bão de bão. A gente pega uma balana pra se ensualizar na balada, fica comendo assim. Ele interior, né? A balana foi colhida e não fazia ainda o vizinho, né? A gente é a bela jiu, da balada. Pois é, é verdade, nunca pecei isso.

  38. E aí é a... Cara, só minuto, preciso beber. O ritando que é mega garganta. E aí, o meu... O meu boto foi bom. O meu boto foi bom. O Luíde acabou de deixar o bancada pra ver pra ver pra ver pra ver. Uma meia da história, dele, vocês lembram da primeira balada de vocês? Eu lembro da minha primeira balada. Como é que é? Como é que foi? Minha primeira balada de... Mas tem que ser história boa, aí, né? Pra não falar qualquer coisa. Minha primeira balada de verdade foi quando tinha 15 anos. Que era uma balada chamada New Time. New Time, bom nome de balada, bom nome de balada. E era em Santo Amaro da Imperatriz, uma cidade de Olá de Palhosas. Só que ela balada, as pessoas íam naquela balada pra morrer.

  39. Porque ele tinha... Eu não sei, cara. A balada Gótica, desculpa, que se morreu, não sei que era água. Porque é uma balada feita pra morrer, a balada Gótica, é uma balada se meterem. Não, porque a minha mãe era muito preocupada de me deixar ir nessa balada. Porque... Nossa, porque acertar, né? Muita gente balada de as pessoas que morreu. Então, muito... Realmente tiveram casos de gente que morreu de os simbrianos. Lindo aí. Lindo pra história agora. Pra conta, conta. Aí, tipo, aquele dia felizmente não morreu ninguém. E a gente foi pro show do Fetch 2 Link. Que é uma dopla de gordinhos que são de Jesus. E a gente tá com a nome Fetch, o quê? Fetch 2 Link.

  40. Fetch 2 Link. Fetch 2 Link. Fetch 2 Link. Fetch 2 Link. Fetch 2 Link. Fetch 2 Link. Fetch 2 Link. Fetch 2 Link. Fetch 2 Link. Duis, Link é uma dupla do Rio Grande do Sul. Não, mas eu sou fete boa e não sou fete boa. Eu não sou fete boa e não sou fete boa. Mas eu sou fete do. Não, eu sou fete sempre do Lídio que eu morretado. Você falou uma olhada, eu não vou te conhecer. Oh, não, sempre briga na balada, você não vou chamar o segurança aqui. Sempre briga na balada, eu não vou chamar o segurança aqui. Então aí o filho, a primeira balada estava com a tia de um amigo e esse amigo a gente estava tudo curtindo e tal. Aí tinha uma novidade naquela balada que era a pista giratória.

  41. sabe que tinha esta giratória que eles tinham acabado de instalar um local no meio da pista que ela ficava girando legal legal que é que ela era novidade né que é um lugar bom pra você vomitar é pra você pegar três tequinas ali já vai para o meio da balada já não faz muito sentido então a pira de uma balada é um toro mecânico de balada é que a gente vê assim uma concessionária de um carro e aí cara aí a gente chegou umas nove horas da noite umas três horas da manhã eu estava todo mundo muito louco eu estava dançando com a tia do meu amigo e eu só porque ela era nova ela tinha 19 anos eu acho que tinha 15 tá aí a gente estava dançando eu troupecei eu cair opa eu fui tentava segurar e derrubar ela junto a boa na pissa giratória

  42. ótimo passei olha ai que coisa gostosa de se fazer na balada aí tipo ela caiu ela levantou porque ela tava dirigindo e ela não tava bebendo e tal, ela levantou e vazou, foi no banheiro, se limpar, calço, sei lá. Só que eu tava muito ruim, muito bem, e eu fiquei caído no chão da pista giratória. Girando? Tinha um pouco passando com as mãos abertas, na pista giratória girando sozinho. De repente a pista nem era o giratória, né? A primeira opção que dava é que era... Eu não sei na pista, eu não sou da pesta, eu acho que não era a giratória, eu acho que não era a giratória. Ele estava pego. Eu não conseguia levantar porque a pista de diretor não me deixava levantar.

  43. Eu ia de poupizar, eu pisava em falsa que a gente, quando o amigo decidiu me ajudar a levantar, que ele me pegou assim, o cadastro do meu tênis, ele ficou preso. No giro. No agrentia, no vão, entre a pista normal e a pista de diretor. Eu não fui tão longe, assim, tipo, fui do metro e meio, ele me levantou. Só que quando eu levantei e que eu tirei, puxei o pé, o tennis ficou e eu fizei só de meia na balada. No chão da balada, as três horas de manhã. Esse é o pior horário, das três das quatro. Cara, já tô jogando bebida no chão. Já tô vomitando. Se eu soubesse o que tinha do chão da balada no chão da balada na balada da balada. Você pisou de meia?

  44. De meia, que gostoso. Eu tinha ido pra o pronto socorro tomar uma ingerção de teta no meu nome. Ticam? Eu estou em isso pra só pra ele contar que ele suja a meia dele. É, é. Acala bem, na balança. Eu sujei a meia, sujei a calça, camisa, porque o caí na bala. Não é todo dia, não suja uma meia, é balada. Inclusive, deixa até pegar uma história aqui de um leitor do... Uma leitora que morreu de uma história que ele aparecia. Isso foi uma bebe água, de que a poteira era uma dor do meu nome. Eu não sabia que era uma barriga de Beago, e... Cretira, como é que as pessoas morriam nessa balada? Cara, eles não são pessoas... Eu não sou uma corra geratória, ó.

  45. Você vai querer morrer? Claro, quero. Deu que eu não era... Eu teve um caso de um cara que foi entrar com a heroína na balada. Eu não sabia que ele morava. Aí, o segurança foi revista a ele e espetou a mão na ciringa de... Ah não! Ah não! Foi a segurança que morava. Não, não. Fala esse. Fala esse, teve que ver as pessoas que morreram balados lá dentro, que entraram armados e fizeram o confeito de ganho. Isso é normal. Isso não é normal. Isso não é normal. Isso aí acontece. Isso aí acontece. Eu vou ter que ir todo mês. Um papalhado, um papalhado, um papalhado, um papalhado, um papalhado. Antes do Luiz de contar a história do bala vaier no telhê.

  46. É muito boa. Vou contar a história da Tatáelisa que mandou aqui pro não-ovo, pelo Twitter, na DM da Twitter, que eu pedi a história de balada lá, ela mandou e apareceu da sua, né? Que você falou que é a pisou de meia na balada? A dela é num nível um pouco pior, eu diria. Eu escuto a história da data. Eu não vou ler, ela vou tentar explicar, que eu acho que eu entendi, é melhor do que ler. Ela estava numa balada e aí, certo momento, ela estava um pouco alcolizado, obviamente queria e tirou a bota na balada, mas não sabe porque não é uma coisa que a mulher quer dizer, a mulher vai com salto e aí que é curtir mais a noite e uma coisa muito dele, a gente tem mulher na balada e isso porque a mulher ela tem a roupa de ficar

  47. bonita e a roupa de não sabe e é no caso tirar o sapato e não pode saber levantar o vestido e nunca pode ser a mesma né ou você vai bonita ou você vai cortar também não tem um tem uma mulher sempre vai levantar calço ou dobrar o vestido E que é o sapato? É melhor não ir bonita, melhor ser confortável. Vai de ter. Vai dizer essa patilha, vai de melissa, para o balada. E aí ela tirou a bota, botou num canto, a balada começou a dançar. E aí um cara provavelmente, um pouco beba do mijô dentro da bota dela. Ah, é o sensociola. E mijou dentro da bota dela. Só que daí chegou naquele horário, que é o horário do Vômito no Chão, que ela teve que botar a bota de novo.

  48. Que ali das duas de manhã, quatro de manhã. É, por aí, entre as duas, quatro, mais entre três e quatro fudeu, né? E aí ela botou a peda dentro da bota de novo e a bota tá ator amijada. E aí ela imaginou puta, caiu a água, caiu a água, e isso aqui continua dançando na balada com a bota ator amijada. E aí quando chegou em casa ela devia estar com o chulé de mijo. Nossa, eu não sei o que eu rio. Que eu acho que não dá nem pra descrever nesse momento. Muito obrigado, Tata, pela essa história maravilhosa. É, realmente uma ótima história. Que ele encheria de isoporitos entre os dedos. É, é, é. É, é. É, é. Faiso lembrar de uma história breve, posso contar rapidamente.

  49. Claro, deve. Não, não, não. Conta aí, para contar. Mas o avai vai ficar para o próximo bloco, hein. É. O... A história interessante que foi... Numa das primeiras baladas que eu fui, eu acho que... Nengerar o interior, por não sei se todo mundo, mas eu... As primeiras baladas que eu fui eram baladas de formatura... conhecidos, balados que acontecem depois de algum evento que tu acabou indo e aí foi ficando... balada de formatura é bom, cara, balada de formatura é bom e aí eu lembro que eu estava com os amigos meio de canto porque todo mundo muito novo, não conhecia muito bem ainda o esquema ali da balada, como é que funcionava o protocolo da balada

  50. não sabia jogar? Não sabia jogar, ele estava olhando, vendo como é que funcionava e aí nisso a gente viu um cara fazendo xixi, nunca tinha, me jando dentro de uma garrafa de cerveja Oloco. E aí ele me jogou na garrafa, você vê, deixou no canto e foi embora. E aí a gente ficou ali, tal, que acabou que o veio um cara bebo do... Ah, não. E pegou a garrafa... Ah, não. E aí, cara, na nossa cabeça, e da minha pelo menos ficou o desespero de avisa esse cara aqui. Que é... Minju e... Estragou a vida dele de... Porque ele tava muito com o cara de cara, não baixou uma cerveja. Ah, a gente de ver até percebendo a hora que ele pegou a garrafa da maquente.

  51. Não, mas aí que foi o que foi depois de um tempo, a gente enfriar. O cara de Deus não seria tão generoso com a pessoa nesse encontro. E aí o cara ele pegou a cara que saiu e a gente não viu o que aconteceu. Ah, bebeu, com certeza. O senhor não tem de ver o meu. Eu quero acreditar. Ele fica a dica de não encontro ser vejo na bola. Não beba qualquer coisa na balada. É, final de balada é só, é, ser ladeira abaixo. Se você ficou até três horas da manhã, não a balar meu amigo. Esqueça só de verdade. Como minha mãe já durvia. Que o senhor a mãe te ensinou, que não vai sobrar nada. Não sobrar nada com você. como minha mãe já dizia nada de bom para acontecer depois das duas da manhã.

  52. Não acontece, o que acontece? Não acontece. E no baila vai ano, aconteceu? Então o baila vai ano, aconteceu. No baila vai ano, no baila vai ano, respeita, vai doava ir. Ah, quando era noite doava ir? Eu provava na arbada, não foi sério. Tanto o baila do dia. Alguma coisa doava ir, que eu te lhe... O que acontece? Eu tinha 11 anos, nunca tinha ido no balado, de setra, de setra e de setra e de setra. E aí quando meu irmão me convidou para ir com ele e enamorar dele, como adicionar um evento onde vão casais né? Sim. Você via ali o prefeito, você via o verador, o seu... Você sabe, ele interioria a gente. O nosso soguer, o que você nunca vê, ele tava lá.

  53. O soguer não é uma balada. E aí? A mental do MasterChef. É verdade, aí tem toda aquela perliura de poucos. Sim. Então aquela preparação psicológica por pai da sua mãe que você está indo uma balada, né? Ao contrário da mãe do Rio que deixa ele no balalão de pessoas morrem. Então, você está sendo preocupada, então ela fala, filho, não vai beber, filho, cuidado com os bebas, do filho, cuidado com as drogas, filho, cuidado com a macona. Mal sabia ela que você ia pegar esse cara depois. Fílico da Cudegral, filho do Lado, filho do Lado, filho do Lado, Obedeste, Tormão, filho do Nundança, filho do Lado, filho do Lado, filho do Lado, filho do Lado. Ok, já entendendo, né?

  54. Aí acontece, chega na balada, cara. E a mulher, a mulher, que todos meus amigos coincidentemente estavam naquele dia, né? E porque vários pais foram, né? E aí, Bale do Ova aí, tem todas as mesas tinham frutas e a de viro que a gente ficou fazendo? Não. Guerra de comida. O guerra de comida. Não, o espectacular. A gente vai me falar. Tudo começa com uma pequena uva que você joga no seu amigo do lado. A polcóis, com a gaca. Cara, eu sei que os pols ficam mais sérios e aí foi juntando turísticas. Como eu disse, a gente tinha os grupinhos, a gente tinha os otissados, né? Os homens. E aí os otissados. Os otissados da fruta. Exatamente. E aí tinha um grupo que era um pouquinho de idade mais avançado, que era os pede canos.

  55. Ah, cara, você estava brincando, mas se não é cara. É como se você viver se no GTA, né? o que enganhas! E aí o que acontece? No meio da balalha tinha uma passarela que onde iria dos filaço princesas da Vayanas. E aí era esse cara no lado a gente do outro e a gente jogava, ah, prepere aqui, eu jogava a laça, ah, pega aqui, jogava! Calma! E aí tu vai ter que ir? E aí tu jogava? E aí tu jogava? Jogando, aí tu é aquela festa, cara, de repente, ver uma melancia! Ah, não, não, não, ai não, ai não, e cair no meio da gente, aí aquela O homem nascer pra tudo lá, do homem nascer, todo molestado. E a gente vai falar que o balado é tudo jogado. E aí foi aquele negócio feliz, a molecada começou a cair.

  56. Cara, foi tão divertido. E aí o olhinho no relógio era tipo três horas amanhã. Eu nunca tive que ficar na coragem até três horas amanhã. Eu tava cair do no chão, suja de melancia. E jogando o melhor dia da minha vida. Aquela foi a melhor balada na minha vida. Imagino que todos os outros balados brincardes E a gente comina se não é balada, pra que ele se lança no bedeno, pegando mulher. É, é, é, é. Muito mais divertido você brincar com ele. Jogar uma veracia da minha ansia. Cara, então eu fiquei muito emocionando, eu lembro que eu saí. E assim, todos os sugestes, tá? Por isso eu não... Um porco. Tu chegue me lança e chegue de casa. Eu não chegue de casa.

  57. Eu não chegue de casa. Eu chegue de casa. A chocração. Obrigado com você. Obrigado, mãe. Eu fui no balada, mas eu fiz no balada. Eu brinquei quando eu não se... Eu quero de novo. Só no cabaça, sai de casa. E foi a minha primeira balada, foi uma balada. Isso é do que vai ser de casa. É uma virada de chave na ditaciano. Quando ele consegue passar numa madrugada. Uma madrugada sem a mãe. É uma boa primeira balada. Uma boa preferência de um proiro de um proiro. Me lembrou de uma outra boa balada que eu tive que estava junto com você. Abaladas, bom com o Rio. A gente começa a incluir aqui. O Rio e o Brayol não estavam nessa época. Não sei se você vai lembrar da história,

  58. mas é uma história completamente surreal. Eu até antes de começar essa história eu gostaria que o Davi colocasse uma música de balada, aí que é pra gente entrar no clima, bota uma música de balada, ainda vi. Se meu jeito de bobo a música, bobo, acho que justamente essa música que estava tocando naquele momento que foi uma balada não, uma balada. Uma balada que aconteceu a Cunsom-P当o, né? A gente já tava num salve, tudo mais. E aí a gente chegou na balada a eu, o Wigo, né? O Wigo, né? Olha, primeira vez que o Wigo é citado sem Maconha! E a primeira vez a história do podcast Que eu ia citado sem a Palavra-Maconha, logo assim... Não, espera aí, vou. Vou, cú de lois.

  59. E aí, um Wigo tava fumando Maconha! E o Wigo de Eho e o Wigo voltaram até lá... E aí, a Celá, chega umas três horas da manhã? Tem algumas pessoas que eram leitores do não-sol, não é balada, isso é muito legal. Sim, sempre tem, sempre tem que o não conversar com a gente. Sempre tem um leitor não, só vem conversar, vem que ele dá o problema, quando o leitor ele está um pouco acolisado, né? A gente fica meio chato, né? É, de coser, mas o bom do leitor é o acolisado que ele paga a cerveja. Ele começa a lembrar dos poches de três, que eu não lembro também. Lembra aquele cara que caiu, o laço? Lembra aquela gona? Que caiu, vai te sei lá, como você está falando, né cara?

  60. Mas, tudo bem, às vezes eles me pagam o servenso, então, se você me conta numa balada, qualquer para me pagar, você veja que eu vou gostar muito. É sempre interessante. E aí, uma menina veio falar comigo e falou, você, o cidi do não-sol, falei, isso foi isso, eu, tudo bom, né? Dei aquela, deu um olhar galanteador, que deu uma menina pista, porque deu um meio de lá, de saindo e de fora, esse... E ela falou assim, mas você é você. Eu acho que eu sou eu. Porque tem outro você aqui. Eu falei que eu não sei, que porra essa. Caralho, tem outro eu aqui, que não entendi, né? Eu falei, não, tem um cara aqui na balada, que ele é parecido com você e está falando que é você.

  61. O que? Isso foi o sonado. Eu falei que porra assim. Que porra essa? Você não conhece a história? Eu conhece a história, meu fijo que não. Ah tá. E aí eu falei, como você tem um cara aqui, fingindo que sou eu, que é parecido com... Eu não vou ter um cara aqui que está falando que é você, e ele está passando a mão nas meninas aqui na balada. E aí, quando as meninas reclamam, ele fala, sabe quem eu sou, eu sou o cídrão salve. Cara, eu era uma versão filha da puta ainda, uma versão tarada. Ela é uma versão viva, ou o que? É, sabe, eu falei carada, possível que isso teja acontecer. Ah, falei, cadê, me mostra esse cara aí, cadê, onde é que tá esse cara?

  62. Ela mostrou o cara realmente, ele era parecido comigo. Não é que assim, ele era parecido comigo, é que a gente é a barba. Pronto. Não sei, não sei, tem barba, você é parecido, você lá com qualquer coisa, uma bem-lada. Ainda mais, não é? A pessoa se achou, parece que com qualquer outra pessoa que tem a barba. Mas não é mais um palavra, mas não é mais um palavra, que é escuro, tem aluísas, as pessoas estão vocalizado. Mas enfim, lá, vamo lá, aquele cara ali, vamo lá, ok, me parecido, vamo ver outro caídeco, esse cara, né, porque não é possível, né, uma coisa dessa. Aí, fui lá, falei, ô amigo, tudo bom, né, eu, aí tá, o cartão a mim, um pô, tá me nervoso, cara, meu chão.

  63. E ele conheceu? Reconheceu, reconheceu. Falei, o que a história é essa aí que você tá falando que, né, falei rindo, né, falei tipo, não, vamo, não, vamo, não, vamo, não, banteu o clima amistoso, né. E qual é a história essa que você está falando que você sou eu? Pô, você pode fingir que tanta pessoa vai justamente escolher eu, né, mandei uma piadinha, assim, a primeira coisa que ele falou assim, Qualquer é o problema, meu irmão. Nossa, já era o cidio mal mesmo. Era o cidio, era o irmão. É. Ah, eu falei como assim, qualquer um, qualquer um problema, né? Você está fingindo que sou eu, então passa na mão nas meninas e falando que sou eu, acho que tem um problema, você vai fazer um quente, então,

  64. Falei, ah, né? Se senhor... Naquele momento eu brigei comigo mesmo. E aí os dois se inspiraram, um cidades do mal? Vira, da aí, aquele momento eu brigei comigo porque... O vivo estava na balada e o vivo, ele é bom de briga. Eu falei assim, não, tudo bem, eu vou brigar com esse cara. Eu provavelmente vou apanhar, né? Mas o vivo vai me defender algum momento. Só que eu tinha um outro vivo lá, o vivo do mal. O vivo sempre começa a pessoas plais, né? balada com robôs. Cara, tipo filme. Aí eu comecei a brigar comigo mesmo na balada, começou uma briga na balada e o Luide se meteu na briga e o Joab e o amigo nosso bateu. E aí veio o ivo dando voador em todo o mundo, começou a confusão, cara. E aí eu fiquei com

  65. medra acontecer, golfe, filmes, que as pessoas que são colonadas brigam interesseis, você não sabe quem é mais um mocinho, e eu não adendo nada. Eu fiquei muito com medra, alguém pega uma água e e eu falo caralho, o que será o cede de verdade? E a minha, e a minha. Ou seja, foi uma balada mágica onde eu briguei comigo mesmo. No final das contas, o segurança acertou e mandou embora o cede falso. Eu não lembro muito bem, nesse dia eu realmente estava bebo porque a única informação que eu tenho que não final a balada, a gente foi esperar um táxula de fora e tinha uma coisa assim, eu joguei no cima e cheguei no mundo de papelão. Passou pra descansar, né?

  66. Joga, me dá, mas eu cheguei pulei. Quando eu me dou por conta, ela é dois meninos e aí está... E aí, o cara... E isso, bosto! Está passando! Não, é nada! Cupa! Caralho, velho! Eu fiquei... Eu fiquei muito... Eu fiquei sobro na hora, porque eu fiquei com muita pena. Foi o nosso cara não achar que eu sou daquilo exclusão que bate de futebol. Mas é que ele tava frio, né? E a gente saiu assim e tava aquele pão de pã... Por isso foi nessa mesma noite, porém, nessa mesma noite, porque não lembro muito bem disso, que o Jesus também estava meio acolisado. O único que eu lembro é que essa malarra tinha uma moça, a moça que vai fazer a limpeza, que ela estava dançando.

  67. Começando essa cajeta. Mas chorada. A gente pagou uma tequila pra moça na limpeza. Cara, essa tia foi muito louca, tá? É, é muito louca. Porque a gente foi no show da MC Maiara, cara. Cara, esse dia tocou MC Maiara e vine. Tocou. Caralho, tocou. Eu vi ali. Veja que eu vi no Vindem mexe à cadeira, não mesmo. Olha a combinação, vamos na balada, vamos chamar a Emce Maiara e o Vindem. E um sóze é do Sid, pra brigar com Sid. E Men diga os produtos do Luddy Daitar. Era o momento de uma balada. Foi o balado muito boa, a minha balada muito boa. Até a parte de Orlando foi bem divertida. Essa balada, ela só não foi a top top balada na minha vida. Porque, eu teve outra, top top balada da minha vida.

  68. Onde eu fui de Jay? Eu atakei de Jay. Ah, não, essa é muito boa essa história, mas antes de a gente ter que contar um pouquinho porque o CIS está gostando de dinheiro essa balada, porque existimos a balada aqui no aqui em São Paulo, alguns anos atrás ela já virou, se transformou em atual, existe mais essa balada? Existe, vamos se estar lá, não, né? Tá, fala. Então era a tagger Robocop, tá aí? Robocop. E a tagger Robocop volta e melha, chamava. Tá aí. Algumas Web Celebridades e que faz a ideia de quem é? Rádio Lá, que faz essa ideia, então às vezes era lá o Arroba, no seu quê? roupa flanditá, até eu já fui de dia nessa balada uma vez por vivo nenhuma.

  69. Você viu o nível? Você viu o nível. Eu não entendo nada de não ser nem no meu celular, eu sei se está música. E aí o cede foi que eu fui chamar a grande noite, que era o grande, não salvo tocando a balada. E aí foi uma balada, normalmente a balada era num lugar pequenininho, né? Sim. Essa balada foi no beco, que é uma balada grande ali da Augusta. É uma balada que cabe bastante ser lá, quantas mil pessoas ali. E é, sem pessoas do lado dentro e 300 na fila do lado fora. Eu, e eu, que pressurou atenção. Eu tava fazendo calco, não falei nada. Sem só. Não, acho que tem umas duas mil aí, cara. Tá louco. Não, uma balalagada relativamente grande, ele pra ir na Augusta e tal.

  70. Enfim, um ponte de balada, né. E aí eu fui tocar essa balalame chamando pra tocar. E aí é numa noite de música trash, não é balada? E aí era uma noite de música trash, eu falei... É porque a tagger roubou copiairo, anos 90. Mas não é verdade. E assim, eu perguntei para os caras antes de tocar na barra. Falei que eu posso tocar, eu posso tocar o que eu quiser. Não, você pode tocar o que você tem que ter em carta branca. Você pode fazer o que você quiser, aí na balada. Falei, ó, pão qualquer coisa, eu posso tocar o que eu quiser. Pode tocar o que você quiser. Falei, belefa. E por isso que eu tenho roi. Falei, com o garoto. Eu vou dar um saco, não é isso, é balada.

  71. É por exemplo, eu vou fazer assim, me deixa no último horário. Eu quero mais garantir isso. Já tá tornando beba, já tá mais garantindo, tá tornando beba, tá tornando vomitado, né? Mas a mesma coisa, galera, vai se divertir com o que eu foto cá, né? A beleza, eu me deixava no último horário, aí fui tocar lá na balada, comecei a tocar umas músicas nos 90, então quando eu vi que o pessoal tava curtindo, né? Que eu só um dia de profissional, eu diria, né? Quando eu vi que a galera tava curtindo. Tem visão do público, tem visão, eu tô olhando e tal, tô vendo a galera que você... Corceiro, bico o público que é. Ah, sem dúvida, sem dúvida, vejo nos olhos de cada um.

  72. E aí eu resolvi arriscar, resolvi arriscar e comecei a tocar umas músicas Pio box, por exemplo. Opa, usa a dia. Oze a dia, joguem um papo de jacarelli, ali no meio. E aí a galera curte uma garalha e falei, pota, que legal, a galera curte um Pio box. Aí, joguei um utiazinha. Aí a galera curtei, falei, carava, vou começar a destruir agora. Comecei a tocar o champ, comecei a tocar... carinho de mão, bada-bada-bada-bada, a gente vai ler, comecei a tocar, tem que me vir na tela, eu tocava. Aí chegou no certo momento, aí que tá o ponto chave, foi essa música. Aí chegou o certo momento que entrou um cara na balada, eu percebi que tava cheio de segurança em volta, não sabe se o cara era famoso ou não, ele veio

  73. a no senhor de idade, ele veio subir o pau, ninguém pediu ele subir o pau, que e o meu fredo é meu lado e falou assim pra mim, o amigo, próxima música, toco nirvana. Isso, nesse momento tava tocando um el Tiana vai ir. Entendeu? E ele falou, toco nirvana. E eu olhei pra ele, fiz um joinha e toquei o música tema do Pokémon. Aí toco começou, Pokémon, pelos que a galera na pista... Sim, você não tem, você não quer se jogando na roupa. Porque é mal, temos que... sabe cara, me travou bubassauro no meio da pista. Estava nesse nível, galera, continuo pra caralho. E aí o cara, o leio, o cara, fiz outro joinha, depois que eu toquei um Pokémon. E aí ele olhou, chegou de novo, você falou, amigo, próxima música,

  74. tocar um eletrônico, por favor. Cara, é palético. Cara, eu vou se ir pra... Cara, só falou isso, eu não sabia quem era o cara também. É que meu irmão não vai ter jeito. Tocam um eletrônico. Mandei mais um joinha pra ele, acabou pro queimão. Eu mandei uma dança da mãozinha. Para... Para... Para... Vandei a dança da mãozinha. Vandei a dança da mãozinha. Cara, nesse momento que eu voltei a dança da mãozinha, os seguranças me retiraram. De seguranças, agora você pega um banho, o policial pega o bandido pelo baixo do braço. E se o grito me levantaram a três metros de altura, arrancaram todos os cabos da pickup. Tiraram o cabo, isso eu vi, tiraram todos os cabos, os cabos da pickup, eu me debatei,

  75. não, ninguém vai me tirar daqui, eu vou tocar a dança da mãozinha, os caras me retiraram, o cara conectou outro microfone aquele senhor que tinha me dado um pedido ao músico e falou assim, o negócio seguinte, eu sou o dono da balada, o senhor, eu sou o dono do beco, eu não sei Porque esse DJ está tocando essas músicas horríveis, mas eu peço de desculpa para o público, então eu começo a avaliar o cara. Então o foco, ele não há nada. É, porque aqui é uma casa de rock. E assim, falário que eu podia tocar qualquer coisa, então eu toquei qualquer coisa. Você perguntou antes, cara, você teve... Ou seja, a minha primeira experiência como DJ em uma balada, eu consegui ser expulso da balada.

  76. Eu fui retirada de uma forma mágica, tipo filme, e a gente carregou. A gente nem ficou muito... A gente tava eu e eu, e eu tava nos outros amigos, a gente não conseguia ficar bravo com os cara. É porque a cena foi tão engraçada, assim. A gente não desculpa, a gente desculpa, tá tocando dança da mãozinha, que é roca, não tá corrom. E a galera é putaz, que porra é isso, eu quero escutar o música Teiro do Pokémon, que é novo. A gente ri, e olha a gente olhou, se gente tava lá com os braços, e olha que tá jogando ele pra fora. Um papalata, do Redorbalhata! Um papalata! Um papalata! O ano nãoamos base de 6 pontos de orcute. Não Arbeit, não é base de 6 posting de fotologues,

  77. com 5x6 attendance! De dia e de uma balada. Então, eu tô em outro nímio... Esse ninho ainda não cheguei, nunca fui expuso de uma balada. É��, foi que eu não vou bater a balada. É, né, cara? Eu acho que quanto mais verde você fica, mas a vontade de ir pra balada com você tem. Eu acho que mais vontade, eu mesmo... Eu acho que é menos que você, isso é... Não me expoça ainda, naquit же, não me expoça. Então, aí, ó, o que eu falei, é errado, é errado. A menos que você seja um atino que você fica no eterno, os 17 anos, né? O atino ele vai estar com 50 anos, ele vai estar cantando, eu vou, para balar, dar barra, mulher, vou beber, vou adicar com energia.

  78. O cara parece que está soloso nos 17 anos e vai estar com ruga, cabelo branco, vai estar volando balado. Eu acho que é uma evolução, por exemplo, eu adorava balada. Você é igual o tíneirica, lá. Eu acho que se gostava de guerra de comida, quando você começou aí para balada que não tinha isso. Eu não sou o que você pode dar a feira, não é? Eu não quero dar a feira, eu não quero dar a feira. Você começa a beber, você vai... É um lugar que você pode beber escondido a sua mãe, eu não abalado, que você sabe que ela não vai lá te ver. Ah, nem sempre, viu? Só que aí fica... vai começar, vai ficar chato, eu vou ficando... Você vai ficando velho, você vai ficando com um preguiço de balada.

  79. Hoje eu tenho preguiça de balada, cara. É, eu também tenho preguiço de balada. Eu fui não abalada, mas eu fiquei num tédio. E aí eu ficava mentalizando assim, Luigi, finge que você tá em casa. Você tá no sofrado. Vendo no Netflix. Você não tá aqui. a gente vai passar a aguenta até as quatro e meia da maior que o metro abrir mas aí eu acho que precisa assim ainda é pior ali, né? porque pensa que tá em casa e que tá vendo no Netflix, aí chega no final da noite você pagando oitenta conto, né? Comando... Isso que é pior, tô olhando aqui em te encarando. Eu no ídio estou velho pra balada. Acho que chega um certo momento na vida, se já não consegue curtir a balada.

  80. A não ser quando que tem esse efeito aí que é quando os pais se separam, o casal se separa e aí sempre tem aquela divorciada na balada sabe que tem uma dança toda dela ela fica ali no meio dos jovens e aí ela fica dançando sozinha a dança da divorciada que eu acho claro o tiozão no meio da balada também tem o tiozão 40 anos com copinha de energética com copinha de voto pegar a molecar as meninas e o carol é tuidade fica pagando ali as vódecas pagala é o Vem do camarote, vim, vim. Vira o rei do camarote, nada mais. É que é uma adolescente que cresceu. É tipo um beijo de mim bota, sabe? É gente. Tem que dar tipo a ter uma família formada, tal, tá pensando nos estudos do filho dele,

  81. e a única preocupação do recomo barote é qual o champanhe que ele vai tomar no fim de semana. Cara, é balada, você sabe que a balada não é um lugar por os pais? Justamente pelaquela frase clássica de matiner, que é quando DJ para a música, pega microfone e fala, Fulano, Igor, sua mãe está desperando na frente da balada. O volava isso, tira. Volava muito. Mas os caras fazem de sacanagem. Eu fazia as com os amigos, eu chegava no dia e falava, olha, o amando, um amigo meu está esperando aqui. E não sei o que, ele não está achando ele. Pede pra... Falou o nome dele aí no microfone. Aí falava lá, Roberto, sua mãe está desperando. Aí todo mundo vai, avar na balada.

  82. Todo mundo tirava a saja do Robertinha. É uma frase meio clássica pra matinaia de balada. Caramba. Um papalhada, do Artur Balhada! Um papalhada! Um papalhada, do Artur Balhada! Um papalhada! Tem uma outra coisa de balada que... Que eu não sei se você chegar a pegar isso aí. Hoje em dia não existem mais. Assim como os demos foram instintos do... Os dinossauros, né? Foram instintos do planeta Terra. Depois os demos foram instintos do planeta Terra. E também teve uma certa... Um certo grupo que acabou somendo que são os clubbers. Vocês lembram dos clubbers? Eu nunca não obviamente não tinha clover no interior, quando eu visitava o meu primo, tinha a edição no cabo, né, e ali me mostrava os quais, que lá é clover, cara.

  83. Foi nossa, que cara muito louco! Que que é um clover, eu não falava. O clover nada mais era um cara que adora música eletrônica e adora balada, quero balada, que é balada. A clover então é aquele cara que para no postinho de Yasolina coloca o apicato, totalção, e fica bebendo... Então, essa aí é o retaugar. É essa. Essa é o retarlar o postinho. É que tem caras que eles não se contentam só ir pra balada. Eles querem ter a balada dentro do carro deles. É que tem cidade que não existe balada. Existe o carro de som. A festa é o do automotivo. É o balado automotivo. É, tocando de lembra, tocando de cima e ara, toando de cima. É, os que ela fecham a rua pra tocar essa é a balada.

  84. Eu sou o que estremece. Estremece, eu adoro. É o tipo de balada de pobre, muito bom. Porque você não precisa gastar para entrar na rua. O DJ é um cara que está tocando o sonho do cargo. Está tocando... O cara pode botar as melhores jovens em pã, que está tomando feliz. E a cerveja não custa 38 reais. O cara compra latinha e desopor ali. Constitua-se lá 4, 5 ou 6 reais. O DJ não tem nada. O cara compra latinha e eles opor ali, consta-se lá 4, 5 ou 6 o litrão. Então é um custo-benefício bom para quem tá duro. Ótimo, mas ouvido os caras, vai ficar um acitado. Ah não, aí tem essa, melhor você não contar com isso não, mas os clubers, eles eram seres humanos,

  85. pelo que ele viu que apareça, eles eram seres humanos que, seriam noite, que gostavam de baladas, eles tinham um jeito próprio de se vestir. Não, para ele, eles são da noite e eles têm o jeito, eles são goticos. Não são goticos, pelo contrário, eles são coloridos, são goticos. Eles são oposto dos goticos. É, são meio coloridos, entendeu? Eu lembro que os coloros usavam pulseiras, várias pulseiras um braço, pulseira de bolinha, pulseira florentica, tinha muita coisa florecente, porque ele pega na luz negra, ele pega na balada, caso coisa que pegam... Só que ele virava uma barjura da balada. Ah, aquele cara que tem o bico que fica pescado, não. Que bico, peito, peito.

  86. Não, tipo, tipo, tudo o bico que dá bem. Que é tipo um colarzinho. Isso! É, esse é o... Tinha a vina que usava chupeta na balada. Sim, a gente usava chupeta. Isso é o que eu colovi. E você fala de neon, a primeira vez que eu vi neon, eu fiquei, então, horrorizava assim. E eu tentava tirar foto com flash, não aparecia ficar triste. Pode continuar, cai pírion, amei. Eu tô com o ano, tô com o ano, tô com o ano. Fala, o etival da Rungcloga. O Itaivaldo era um clã, era o primeiro clã, foi o primeiro clã. O Itaivaldo era um primeiro clã, é bem lembrado. O Itaivaldo é o primeiro clã, é do Brasil. E aí os clãs eles tinham essa pegada de gostar de música...

  87. música alternativa, balada, aí não sei o que, esse mistinho de forma diferente. E tinham duas coisas clássicas de clã, que eram pirulito. Que usavam pirulito na balada, tinha chupeta, que as vezes usavam chupeta na bala. E tinha também o famoso apito, o apito de balada. O clubrelheira é basicamente o pessoal que não se desapegou da matineira. Eu vou ter um litro acho que é o que a gente falou. Continua com quatro anos, entendeu? Eu acho que é por aí. Hoje em dia, já não existem mais, foram instintos ainda, faz até. Mas você fica imaginando uma pessoa que leva um apito pra balada. Ou seja, não está contente o suficiente de ter uma música na balada, não?

  88. É natural fazer o seu próprio apito de balada. E aí que surgiram nessa época, aí que surgiram os famosos gritos de guerra da balada o que o principal deles até hoje é o... Uhu, uhu! Ai, ai, ai, ai! Ai, Ai, Ai… ai... nunca viu esse gringo ali! Ai, Ai, Ai… ai... Ô, ah, esse gringo das gras de baralhadas. As pessoas começavam a gritar... A balá não é de dizer, ela fazia... Uhu, uhu, uhu! Ai, ai, ai, ai, ai... Ah, é que balá não dá um maravilhoso. E ela deu uma vez que eu estava na balá não estava tocando aquela música assim... Uhu, ah, ah, ah... Ah, ah, ah... Ah, ah, ah... Quando ele fazia, eu puxava assim, Eu não tinha que falar de uma chucha! Foi tudo isso, tá?

  89. Foi expulsar aí. Eu planejava... Tudo muito começar e eu fiquei mal feliz. É como se você tivesse a ola feita a ola no final do último. Ficou um meio na balada. Você viu aquele lado do planeta Chucha? Eu não. Esse negócio você falou? Eu lembro da pegação de balada. Pegação que acho que é um assunto bom pra gente encerrar. Eu sempre fui péssimo em peça. Eu sempre fui péssega, só a vida e toda, não sei como conseguiu uma namorada. Mas eu sempre fui uma tristeza. É que embalada é muito mais difícil, porque não dá pra conversar com a pessoa, né? É geralmente embalada, mas estranho, realmente. Ah, tem um ponto interessante que é o seguinte. Fora da balada, se o cara não é muito bonito, ele ainda pode conversar com a menina e provar para ela,

  90. então ele é um cara legal. Exato, ele pode ser um cara legal. E a gente não é bonito, entendeu? É verdade, é verdade, mas é verdade. Na balada, o cara pode ser legal, pode ser divertido, o cara pode ser multimóis, não pode ser uma balada, você não tem. Você tem que saber chegar. Você não tem muitas coisas, entendeu? Você não tem. Você tem que falar mínimo e pegar o máximo. É bem difícil, né? Eu lembro que todo o pós-balada, assim, juntava meus coleghinhos, assim, e aí, pô, ante o BG3. Pois é, pô, ante o BG4. Cara, eu to meio do uso latínico com a cacola. É, você tem que ir embora. Aí você é obrigado a mim tipo, porque ninguém quer ser o vasco da gama da balada.

  91. É, eu... Eu falo a verdade, porque todo mundo ia descobrir o humor que eu não pegar ninguém. Então eu já falava, não pegar ninguém. É, mas ninguém quer ser o vasco, então ninguém quer ficar por último. Então tinha cara que faz rancos na balada, né? Acho que tem que ir para a balada pegar 38 mesmo. É, tipo, o bicareto. É, pá, não é só seu sapinho. Eu mesmo estou ficando velho. Qual é a graça de você ficar beijando a boca? Beijo na boca! Você vai me arragar na boca? Não! Beijo na boca, na balada! Você vai lá dar um beijo na boca! Ah, é? Não, é. Ah, não, o Luiz está falando de beijar pessoas diferentes, na boca. Ah, várias pessoas? Mas, por que? Tipo, esse é coisa muito melhor que beijo na boca, entendeu?

  92. Não, não é? Você não pode fazer isso. É assim que você pode. É assim que você é do lecete. Você tem 17 anos, você fica lá na balada, beijando mininha. Agora é muito me preocupa adultos que vão pra balada pra beijar na boca. Que fica beijando na boca! Vamos fazer um balar, né? É, as vezes de beijar na boca. Eu vou lá e eu vou lhe agir, ele está muito apegado aos frutas. É que transar, mas as vezes é um negócio que é um primeiro contato ali, entendeu? Você beijou na boca pra ver se rola... Não, o cara quer... O cara quer deixar na boca. O cara quer deixar na boca. Ele quer falar pros amigos dele no botão do Zapisat, lá no grupo, esse Guaralhão está madrugado.

  93. Conta eu beijei, 7 meninos, na balada. Na boca. Beste, você tem 32 anos. Mas tem que falar que fala na boca. Não, não tem na boca. Na boca, a gente tá fazendo nariz, né? Para ser beijou... Contrimentou, amiga. Vina, meu amigo. Eu tinha um amigo que tinha uma tática pra pegar a menina na balada. Era uma tática muito boa, uma tática bem interessante que era o seguinte, ele comprava uma cerveja, aí ele pedia dois canudos na frameleina da Zé... E aí um canudo ele pegava um canudo azul e um canudo rosa. Então o que ele fazia? Ele iria tomando cerveja de canudo de canudo. De canudo de azul. E aí ele chegava na menina e meio que dava entender aí, não quer tomar no canudo rosa?

  94. Nossa. E aí quando a menina tentava tomar no canudo de rosa ele paga. É, porque ele já tinha 40 anos. Não, então. Esse, amigo, meu coleandro, lá de santo. Cara, eu achava isso, a coisa mais ridícula do mundo, só que o mais bizarro que ele pegava a mina pra caralho. É, tipo de más, cara. Ele pegava muita mina com isso, cara. Com bebendo cerveja de canadinha. Que indiria. Tem ideia. Entendi, entendi. Então tem cara que tem que tá entalento pra balar. O cara entra. O cara ele já vai, né? Que ele olha, ele já sabe quem vai, ele sabe pra cá. Eu chegava lá, balar, ele ficou... Ficava perdido, cara. O que que eu faço aqui, né? O que que eu falava essa mina?

  95. Eu... Eu... Eu... Eu... Eu tenho um problema de me posicionar na balada, não sei... Eu também... Eu também tenho... Eu perigo, eu gosto de ficar perrobaro, gente. Eu gosto de ficar perdoaçar aí. Então, eu... Pertrobatas vezes é ruim que as vezes ficam muito um vulca pra etrobar. E aí, na pista eu não sei dançar, então não é ruim ficar. E aí você fica naquela cara de onde é como ficar. A gente precisa lá, você fica na escada, tá ali, senão sabe o que você faz. Aí você fica no que eu tenho escuro, triste. É, senão... Você se tranca no banheiro, porque espera na cabava a balada. É melhor ficar em casa, mas... Então, mas você falando esse negócio de pegar uma mulher na balada, eu também tive muita dificuldade,

  96. só que como eu era o cara que sabia mais ou menos conversar lá... Ah, a balada? Eu era o cara do esquema. Então, o meu bradinho queria ficar com a mina. Ah, você falou pra mim, o velho... Aí, fala com a mina, não sei o que é a boa. E, cara, nossa, teve uma história uma vez, eu fiz um bradinho, meu, ficar com a mina. Como é que você fez isso? Ah, eu convenceu. Não, então... Eu achei que o menino fracassado era um saber pegar o menino abalado, mas o Igor consegue ser pior de ciência. É o cara que a gente enxerga. Ele é o cupido da toda. Mas sempre tem um cupido. Eu não sabia Igor, hoje estou aqui pra falar sobre meu amigo. Eu não sei o que eu gostei.

  97. Você tem um minutinho pra falar sobre o Joãozinho. Olha só, Joãozinho. Como ele sabe, vestido hoje, é um cláio que ele pagou nos dentes pra ter raiz. O deles tem. É o champetitão. É o chão de pés. Olha o que cabelo, bela. Você é super protida. Agora tem o melhor, caramba. O símbolo de tímica. O melhor é que ele está usando um perfume Ferrari e que você só vai poder sentir o cheiro quando você abraçar, mas a gente falei ainda que ele está somter, ele está sem. Era mais ou menos assim que você fazia a verdade. Mas não existe, o vídeo faz resumir, então. Uma vez eu apresitei o Michael, amigo meu de palhoça, para o Michael. O Michael, olha só, o nome do que é a Michael.

  98. O Michael, ele estava muito bem, aí eu fiz, ele ficou com a agoria e atrás de um escado. E eu fui ver, eu fui olhar, eu fui olhar, só pra ver se o trabalho foi bem... Se tinha conseguido chegar no ponto... Estava se beijando mesmo. Estava se beijando, só que ele estava muito bebando. Você tirou a foto. E ele ficou enjoado e ele vomitou. Ah, não! Ah, esse não foi uma boa ideia. Ah, não! Não! Não! Só porque achasse ser raro, você vai me ser raro com vômeta. Ah, aí, cara, ela recebei do vômeta na boca, vúmetou... Não! Não! E eu veio daquilo, vou me ter... Cara, aqui é balada essa, cara. Tipo, depois outra vira... É a pra festa do Vômeta. Oas cinco pessoas, unitárias.

  99. Vai te mobe de vômito na balada. Vum pa balada, do antorbalhada! Vum pa balada, do antorbalhada! Vum pa balada, do antorbalhada! Essa história me lembrou, é uma história que dá pra gente encerrar o assunto. Pra não terminar assim, né? Pra não terminar com vovômeta. Vamos terminar com a história de uma balada. Que é a história da balada da cagona de Curitiba. Ótimo. Eu acho que vai ser uma história melhor do que essa acaba com Vômeta. Exatamente, vamos ser raco essa, então vamos contar para o seu... Acho que vale, é bom, sóra é boa, sóra é que a gente curtiu, porque não conhece um post-classico do não salvo, é uma menina que foi no bar em Curitiba óbvio, que era na Russia brasileira, né?

  100. Claro, claro, é bem, e ela foi no bar chamado Soviete, lá na Cunaq, ó, o nome já é do lugar, né? O Soviete, né, que tem que tudo ver com a Russia brasileira de fato, né? E aí nessa balada existe um drink chamado Hell, esse drink chamado Hell serve sem as pessoas, Não é um drink forte pra cada um, bebê já. Eu fui pra lá depois. Eu bebia esse drink, você tem que tomar em seis, quatro pessoas. Cama, escudo que é, tipo, multitura. Ele é uma mistura de catuaba com caravó, de cara... Cara, pega tudo o que tem no balcão do bar e com uma mistura. Que mistura. O nome já se vê, de que ele é bacia. Ah, consenta aí, pelo nome, né? Real, e outra, você tinha que tomar de canudinho.

  101. Então, é, é um negócio... É potente mesmo. Eles colocavam fogo em cima. É, cara, a gente vai falar. Você vê como é o cor, eu falei. Ele está com fogo, né, bebê. E o Lilo que se tomava. Eu tinha esquecido de estar com fogo na bebida, né? A fogo na bebida. E aí pra... É, né? A história da Kagônaí, daqui é um ótimo apelido, inclusive. É. Começa quando ela resolveu beber esse drink, que serve seis pessoas sozinhas na balada, né? E aí afluou, não é bebom muito, vou beber sozinha, porque eu sou foda. Eu sou... É, eu sou... Eu sou bebada. Eu sou bebada, quero beber, vou beber. Sou bebada. Sou bebada, sou... Aguento muito, bebendo o drink sozinho. Obviamente, quando você bebe um drink, que é feito pra seis pessoas sozinhos,

  102. de uma vez só, não vai dar certo. Vai parar no inferno. É, vai parar no inferno. E felizmente, é, felizmente ela não foi me torno momento, mas ela foi no banheiro. E aí no banheiro ela teve um desarrâgio intestinal, como diria a minha mãe, ela teve um desarrâgio intestinal e se cagou inteira. Sabe quando a pessoa vai, sabe? É, provavelmente vocês não sabem, que não devem ter acontecido com você, mas ela estava tão beba que ela esqueceu que tinha que levantar tão para a privada. Entendeu, Nível? Você pode acontecer, você é? acontece, né? E ela se cagou inteira dentro da cabine do banheiro e aí, não sei se por causa da bosta toda, que ficou grudada ali, então ela

  103. vomitou também em seguida, ou o negócio é que encontraram o sol braço dela do ladrífora, por baixo da da cabine do banheiro, sol braça, se insticada, alguém arrombou a porta pra ver que aconteceu, tem um braço, né? Será que tá acontecendo aqui, arrombar? Ela tava de cabeça pra baixo, dentro da cabine do banheiro, toda cagada, toda vomitada, desuntada de bosta, aquela cena bonita. E aí chamaram os segurança lá, foram as segurança as femininas, lá ajudar ela, porque ela estava na situação um pouco indelicada e aí tiraram uma blusa dela um casaco de o Lundi alpaca. De Lundi alpaca tiraram o casaco, porque está torindo embostiado o casaco, né? Então tiraram

  104. pra ajudar ela e chamaram o Samu. Bota uma outra roupa nada, chamaram o Samu. Chamou o Samu, chegou o Samu, o O chamou levou a cagona e depois ela foi reclamada no Facebook, aí que está a grande situação do post que ela ficou fazendo testão no Facebook reclamando que a balada, o soviete tinha roubado a blusa de alpaca cagada dela, que era um absurdo que ela foi saltada na balada. Onde já se viu? Onde já se viu uma coisa? A pessoa foi saltada na balada, então ela começou a reclamar e aí a gente fez um post no salvo contra essa maravilhosa história que ficou eternizada como a cagona de de Curitiba, que hoje você vai no Soviete e o mais legal de tudo é que lá no finalzinho

  105. do onde você entra na cabine dela, no Forrest Quagga você consegue dar chequinho na cabine da Kagona de Curitiba, tipo sem senso nacional. Acho que encerra bem essa história. Eu ainda quero ir na balada de Quarta Série do Igor, para achar a montona das charelas. A pagona de Curitiba não é a mais interessante, eu quero ir na baladinha de Quarta Série. O que é a direção do pedófula agora? Só tinha criança de 11 anos. Lid vai chegar com as cruzas, mesmo. Eu vou dar uma chance de chegar no seu frucair rapaziada. Ah, ah, ah, ah... Ah, ah, ah... E esse foi mais um pouco de cast do não-ovo, o que é que número que a gente tá de um pouco de cast? Eu acho que é o 5.

  106. 5? Eu acho que é o 5. Eu acho que é o 5. Acho que é 5. Acho que é sem fim. É mais uma coisa. Que é a peta. Nossa, esse é um susto, cara. Ah, não é que é nem brilha, né? Imagina quando chegar no 7. A gente vai ter feito isso no tetra, né? A gente botava o galvão, não penta, não foi tão legal, querendo tetra. É isso mesmo, o quito de cash do meu ovo, você que tá caio de paracadus aqui, fala menos isso aqui que eu tô ouvindo, que porra é essa, não tô entendendo nada. É o negócio, se você tem a infone, você procura ali no aplicativo, um pô de cash, que você consegue assinar o não-ovo. Então, toda vez que surge um pô de cash no ovo, você vai receber uma notificação, você vai tendo na palma da sua mão,

  107. Mas tem no seu celular ali, toda vez que a gente fizer uma nova atualização. Se você não tem se você tem um Android, existem vários aplicativos de podcast também. O Brett está pesquisando aí, mas jamais o que eu. Tem muitos. Vários a prata. Ainda como ele manja muito. Tem uma palavra de especialista. Tem muito. Vou dar uma dica melhor na Initra só, abrir uma playlist, escrever pude, que acho que aí parece muito. Boa, olha aí, dica de especialista na tecnologia. Eu tenho uma melhor ainda. Passa no maepo, o story compre seu iPhone. Nossa, assim, é super paga pela Apple, pelo público. Enfim, é independente se você tem Android, se você tem iPhone ou qualquer coisa de...

  108. Ou você que acompanha pelo computador também, porque tem gente que acompanha pelo computador, se a gente tem os poxos ou não salvo, que está no site, não salvo.com.br, barra, não ouvo. Ou então se você não gosta desse site, você pode necessitar ou não ouvo.com.br, um dos dois. e aí lá tem todos os nossos podcasts, tem um link do feed, tem tudo mais, você parece na para fazer tudo, e o mais legal de tudo é que você também consegue ver as participações dos leitores quando o Hollum teoria não ouve. Sacionais. Que caiu nas graças do público. Teoria não ouve que é o nosso podcast paralelo, não ouve aqui, que também vale a pena acompanhar, tá no mesmo feed e a galera participa muito, fizer a bandeira lá do Brasil.

  109. Eu indico muito que a galera fala olhar essa bandeira para ir tomar as vezes. Mas oito brasileiro está demais, que é a cor vó de uma... Tem o Capivaran, tem várias coisas interessantes aí. É, enfim... É isso aí, muito obrigado pra acompanhar mais uma ovo, valeu? Galera, woohoo! Tchau! Perdo marcio de analis! Sao mal, tá, ta, ta! Boa noite, boa tarde! Parabéns, parabéns!

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