Cartinha #029

Cartinha do Não Ouvinte

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Chegaram as cartinhas sobre o MÊS DO PINTO! Essa semana tivemos o último episódio do mês do pinto 2018 e agora vamos ler cartinhas sobre episódios passados, tem história de caminhoneiro, história de pinto acidentado e muito mais... Bancada: Cid Cidoso e Braian Rizzo Edição: Daniel Bayer Capa: Braian Rizzo

Resumo

Na Cartinha do Não Ouvo #029, Cid e Braian leem os e-mails dos ouvintes sobre os episódios #137 a #147. Cid explica a conta: uma leitura de cartinhas a cada quatro episódios, sempre numa sexta.

Entre os e-mails, um ouvinte conta o acidente que teve de longboard quando tirava a carteira de motorista, e outro, que trabalha como comissário de bordo, esclarece que a regra de levar comida no avião tem a ver com o cheiro, com o gelo derretendo e com a alergia a camarão. Chegam também a correção sobre o feminino de sad boy, uma história de sad boy que viu um morador de rua ganhar pizza, o caso do chapeiro de lanchonete que entende de tranco em carro e a teoria dos pombos de Osasco como espíritos de indígenas.

Sobre o episódio dos casamentos, um futuro noivo recomenda lista de presentes online, e uma ouvinte de 16 anos relata o dia em que foi dama de honra aos cinco anos e passou a cerimônia inteira vomitando num canto da igreja. No fim, Cid ensina a mandar cartinha e pede o número do episódio no título.

Destaques

  • Um ouvinte conta o tombo de longboard que atrapalhou a prova da CNH.
  • Comissário de bordo explica o que pode e o que não pode levar no avião.
  • Descobrem como se chama a versão feminina do sad boy.
  • O chapeiro de lanchonete que salvou a bateria do carro duas vezes.
  • A dama de honra que passou o casamento vomitando no canto da igreja.

resumo e destaques escritos a partir da transcrição automática

Participantes

Edição: Daniel BayerCapa: Braian Rizzo

créditos do feed original

Transcrição

34 trechos · 5.345 palavras

Transcrição automática, feita com o faster-whisper (modelo base). Pode conter erros: nomes, gírias e piadas internas costumam sair tortos. Na dúvida, vale o que está no áudio. Clique no horário de um trecho pra ouvir a partir dali.

  1. O Garnet Nenhaz, tu não vim! E aí vamos nós começando aqui uma letra de cardinhas do Não Ouvo final do mês, aquele momento em que as faturas do cartão de crédito começam a chegar e também no seu feed de podcast, a letra de cardinhas. Para ler, re ler, discutir e conversar sobre esse grande momento da internet, está aqui a minha frente, Braian Rizzo. E aí, tudo bom? Fiz um chima, mas Braian. Fiz um chima, isso que tem uma água, na verdade, seja, segunda térmica do dia. Segunda térmica. E agora a gente vai compartilhar, enquanto a gente leia as cartinhas e o gosto de falar a cara que a gente... Na verdade, eu sempre falei isso, mas esses mais de dois anos de cartinhas, que é o seguinte, a gente leia a cartinha sempre no dia, mais próximo do começo ou do final do mês. No corret. E esses dias eu estava percebendo que isso nada mais é do que a cada quatro episódios no ouvo. É uma maneira muito mais fácil de explicar. Que a cada quatro episódios no ouvo tem uma litruras cartinhas na sexta-feira.

  2. Que ocupa o espaço do que seria o novo bônus, não deixa-se. Sim, sim. O novo bônus onde a gente abre a nossa caixa de inmeio para receber mensagens dos nossos ouvintes sobre esses quatro episódios que passaram. E é isso que a gente vai fazer hoje aqui, começando lá no Novo, Cento e... Quarenta. 147 é o último, 137. 137? É, tá na hora derrada. Tá na hora derrada. A gente começa a dar ordem que tá aí, meu. 137, o novo... Isso é coisa de criança? Isso é coisa de criança, o novo, 137. A gente vai ler dele até o 147, que eu pode beijar a novo, que é o que é o que é o… que Como é que chama aqui? Eu falei ai no outro no último não ou, que tudo deve saber o que significa? Ah, o pagem.

  3. Eu pague em isso, é isso mesmo. É um menininho que ela é. Pessoas que foram pagens, foram um damos de honra e pessoas que se casaram e sofreram com a separação também. Muito bem. Muito bem. Então vamos aqui começar a esses relatos de quem sorriu se emocionou e relembrou grandes situações da sua vida ouvindo no Ouvo Cintre de Sete e isso é coisa de criança. Vou começar por ele, John Lennon. John Lennon, baita nome, eu estudei como John Lennon já estudou? Estudei, John Lennon eu vou falar alguma coisa de surpreender, eu não tenho na realidade não me dele, só de John Lennon. Mas isso surpreendica. É, John Lennon. Ele era jovem. Ele era o mesmo que eu. Ele teve um vídeo 8, ele teve uns 26 anos de onda. Não conseguiu me imaginar estudando com John Lennon.

  4. É legal porque o seu nome é o João. Não entendi, eu não entendi. eu não entendi. eu não entendi.… Eu já me comentaram no Longboard, eu tive um flash de uma história que aconteceu comigo, um flashback, talvez. Alguns anos atrás. Eu trabalhava de madrugada. E um dia de folga, recebi dos correr os o bendito Longboard. E lá pelas três, quatro da manhã bateu o tédio e resolvi dar uma voltinha de longa e na rua. A rodinha aprendeu e alguma pedra e o caí em cima do braço. Deu uma objeto nos neiros e músculos do braço. Precisei fazer visita ou terapia para voltar ao movimento normal e estava tirando o CNH na época. Precisei abandonar porque não conseguia fazer as alas práticas. Continuem andando de longo mesmo com o braço torto e fazendo visio. Tive um pequeno acidente onde quase que foi atropelado por um ônibus durante a queda. Mesmo depois, amando o neilongboote. Eu fico feliz que eu tenha abandonado. Porque vamos lá. Interrompeu a prova dele de tirar o CNH. Quase foi atropelado por um ônibus.

  5. Eu não poderia ser novo. Provando que o Sport mata, né? Longe borde é brincadeira, né? É brincadeira de graça. É brincadeira. O borde é tipo um skate para o cara que não tem que livros suficiente para ficar expondo skate. O longo é grande. O longo borde é o skate de quem mora no favelha. Skate de quem mora na favelha? É, que a pista sabe, dá para você dar bastante. O borde ele é mole ou não. Não é o que é o que é o que… é O meu nome é Brasseluca, sabia? Só que aí no prédio nasceram os 8 Lucas e minha mãe desistiu. O meu nome é Luca Esconrado, tem 29 anos e depois de quase 2 anos trabalhando no chequinho de uma companhia aérea, fui promovido para começar de bordo. É o cara que dá o fone de ouvido. Na conversa inicial do Novo, um 3-7, isso é coisa de criança, vocês discutiram porque não pode levar a carajê a bordo.

  6. Vamos lá, eu gosto de ponto aqui, gostaria de ponto aqui, que eu odeio de pessoas que falam, vamos lá, antes de começar um raciocínio, ou que escreve, mas não que eu odeio aqui, os lucros, vamos lá, então vamos lá, Lucas. Não tem nada a ver com o ser orgânico ou não, em volos domésticos você pode levar frutas e outros alimentos pericíveis a bordo. Porém, eles não podem ter um cheiro muito forte. Alimentos como peixes, alho, pimenta e especialmente camarão devem ser despachados. Esse despacho deve acontecer em caixa de desopor como o alimento com o alimento congelado, mas sem gelo na caixa. Tem um caso de uma caixa de desopor com gelo e camarão que quebrou durante o voo e aquela água fedendo a camarão estragou todas as malas daquele porão.

  7. Além disso, o camarão tem o agravante de causar a lergia nas pessoas. Nos casos mais graves, só o cheiro do camarão já deixa a pessoa em crise alertica. Espero ter ajudado. Abraça todos os lucas com rato. É a famosa lergia de pobre, né? A lergia de pobre, só cheiro. É não, de feijão, caro não de lergia, mas de camarão de tempo. É uma carregou. Isso aqui eu já passei por essa situação de... de... de ditorar um... Um zupor com gelo, só que tinha peixe e foi no ônibus. Eu fazia muito cuia a baportal leg do de ônibus, ou riprata, é o ônibus que sai de porto velho, na verdade, e vai fazer... Bode Açó em Cuiabá, vem descendo, coxindo, orados, campo grande, berão preto, pelhas do Paraná, claro, Cristiúma, Portalex, um trinta e seis horas, e foi uma viagem bem fedida, em uma parada lá, o Montreiro até tentou arrumar. De Minho Chiro, mas eu consigo, agora é a meadônia seguinte, ele disse que o odor, que proíbe e que o camarão seja transportado à parte de cima. Se uma pessoa tiver muito fedida,

  8. O Mario pode impedir com que ele entende. É uma questão interessante, eu acredito que não, porque seria como é que falamos os jovens, aí é preconceito. O jovem se fala para o conceito. O jovem se fala muito para o conceito. O pessoal mais o que eu não falo muito. O senhor está feitiando muito se o senhor não pode embarcar. O senhor está com uma asa, ferreinha. Sai daqui, acho que não pode, porque é para o conceito. Não, porque tem histórias que eu nunca sei, são reais de voos que tiveram que retornar, porque alguém acabou... Eu já ouvi falar também, mas acho que é boa, acho que é pequenos. Mas eu já vi, já vi, já vi a gente lá de fredora, já vi a gente no ônibus.

  9. O Ano é uma forma que é pra quinta, quinta é um bairro grande, onde moram pessoas que não têm muito acesso à cultura, como por exemplo, a cultura do bairro. E aí eu já viagrei nos anos que tinha gente muito fedorenta e já viagrei em anos com galinha também. Galinha Fede também. Galinha Fede. Fede bastante, o alimento da Galinha Fede. Mas é uma informação interessante, né, do gelo na caixa que não pode, eu não sabia disso. É, porque eu acho que o gelo na caixa não vai ser gelo pra sempre, o momento ele vai virar água. E aí, quando ele virar água ele tem uma grande propensão. Eu não souber, mas eu souber, mas eu souber, mas eu… souber Muito obrigado, Lucas. Nos comentários de bordo, mandou essa mensagem e eu vou passar para o Novo 138. Não, ovo 138 foi episódio sobre 7 boys. Também teve uma equilíbrio que são muito legal. Muito legal, cheio de mil e os tristes. A quem manda essa cartinha é o Elerson Ferreira. Muito bom. O Elerson. Bom dia, boa tarde, boa noite, tudo bem com vocês. Se tiver ainda um letra, muito obrigado.

  10. Fico muito triste e de felicidade. Ah, não sede boilhão. Primeiramente quero dizer que, o Sede Bois, ele escreveu Sede Bois com netas maiores clases, tipo bad boys do filme. Sim, abando. Só querem atenção, nada mais que isso. Porque muitos nem são séries de verdade, só querem parecer falando que são os merda e o quanto suas vidas são ruins, só porque não tenho uma namorada. Vim contar uma história que aconteceu com meu amigo, que por acaso foi que me apresentou esse maravilhoso podcast. Se puder mandar um abraço pra ele, o nome dele é Vinicius, um humano é de pra ele parar de chorar porque não bosta, ele com certeza vai ouvir, então pode estar o nome dele. Mas nem fala nada, né Vinicius? Entendi, eu é o recado do Ellerson. Então em uma bela noite, Vinicius e seus amigos foram como ele pizza.

  11. Compraram pizza e foram comer na praça da cidade, a famosa Praça de Eventos, onde tem capivaras travecos e sedebois. Capivaras travecos são capivaras. Então, é que não tem uma divisão de vírgula pra ter capivara, traveco e sedebois. Eu acho que são capivaras através disso. Não pode ser. Eu acho que pode, só botou um botão aqui pra cá. Eles não comeram a pizza toda e então eles deram que sobrou para um morador de rua. Logo depois que o morador de Ruapegoa Pizza, Vinicio fala para sua amigo a famosa Frados, trase, set, boy. Nossa, minha vida é uma merda. Então, um morador de rua com a pizza em mão só, vale pra Vinicis de fala. Se só vida uma merda imagina minha. Que par de provoca. Eu tava lá, eu era uma faixia de calabrença. Quase chorente tristeza quando vi. Porra, Vinicis. Bom, é isso. Obrigado por ele, minha carta é um abraço triste, a todos da bancária até a próxima. Que bom, cara. Ele deve ser de uma cidade pequena, né? Porque toda cidade pequena tem um bebudo das cidades. Tem bebudo famoso, que é um bebudo culto. E ele bebudo aqui.

  12. Eu não quero que ele grava um vídeo no WhatsApp e ele fala mal do governo e ele sabe todas as leis, ele sabe tudo. É o cara que ajuda, eu preciso cortar a árvore aqui na frente de casa. Acham o bebo do... É da vinte e resto o cara que ele corta a árvore, né? Sempre tem. E eu estou percebendo do meu bebo do meu bebo do meu bebo. Culto e preparado para os adventos da vida. E é um cara que acaba dando lições de vida, é o Ced Bois. Ced Bois. Você sabe que muitos Ced Bois tentificaram com o nosso podcast? Eu acho que sim, acho que sim, tivemos muitos meus também sobre esse tema. Muito Ced Bois e muita Ced Girls, que foi o seu amigo que chamou. Ced Girls também. Não sei se esse é o tema correto, mas Ced Boias não deve ser. Vamos pro próximo e meio? Pro próximo e meio do Leandro Oliveira, ele fala exatamente sobre isso. Olá bancada mais falso, stop da Pôdos Fera BR, tudo o show. Me chamam Leandro, tem 23 anos, moro em São Paulo e vem esclarecer.

  13. Um erro no episódio 1, 3, 8, 7 Boys. Quando foi perguntado sobre qual seria a denominação do gênero feminino no que se disse. Sede Boys foi dito que também seria Sede Boy, por se tratar de um movimento machista. A gente falou isso, cara. É que absurdo. É do meu lembrista. Le doingando, o termo feminino para uma menina Sede Boy é conhecido como Cry Girl. Olha só, é só um vídeo. Obrigado pelo podcast maravilhoso de vocês e continuem com ótimo trabalho. Espero um dia encontrar-los na tradi através do plano roleser. Olha que postação dele aqui. Peste, sonho com o dia em que a dupla Pepe Boy sai de Moreno e irá dominar a cena trap BF. Um abraço a todos e vamos lá. Cara, eu achei que ele ia descorrer mais sobre o termo Cry Girl.

  14. Mas ele não falou muito sobre isso. É basicamente só uma tradução então. E ele se tomou coisa que parece ter que ser que foi a gente que inseriu fazer um marchão, mas é real. Ele escreveu que esperamos encontrar na trádio através do plano do roleseiros, que é aquele plano do lado pique-peido no ouvo. Que engloba toda a família de pôr de que esse não salva onde a pessoa pode assinar e contribuindo lá com o valor mensal ela garante e acesso ao roleseiros que é um momento no mês em que a gente reúne toda bancada aqui e o pessoal que trabalha no escritório e os ouvintes, né? Não é o uso acidente, vão na tradi e jantam o investimento da natura, garante esse rolê com a bancada e também o jantar na tradi. O inverte em burguers. Sim, sim, em burguers e depois da tradi sempre tem a esborna que é do que.

  15. O Instagram do Não Ouvo recentemente No último Sábado, né? O último Sábado, né? O negócio foi pesado. Foi pesado no Cid e falou um negócio no último roleseiros que eu fiquei pensando, que sempre rola, a gente vai pra trás, a gente come, a gente vai pra um outro bar, a gente bebe, a edicide esse bar e ou vai pra um caralque, ou esse bar tá fechando, a gente vai pra outro, o bar que se já aberta e eu percebi que eu nunca passei do segundo estágio do roleseiro. Sempre naída pra ter ser o bar e eu vou pra casa porque eu não aguenta. Esse outro tipo roleseiro, nós tivemos um iniciante, né? Eu conheço algumas, assim como amigos set boys, tem homens, cry girls, e a cry girl usa especialmente Twitter.

  16. Ah, eu, né. Para chorar a mingar, assim como você, de boy, porque a interação é menor, tá? Então não tem ninguém te xingando ali, isso é uma cara só boca ou ou, se alguém te chama, tá triste em casa, vamos tomar cerveja, as pessoas não vão ver isso. Claro, tu e o Facebook não, não está gratamente. É justamente, o Twitter é um lugar onde tu pode falar sozinho e ninguém vai ler. Exato, você pode chorar a mingada e a vida sozinho, sem correr o risco de receber um convite. Não, vai ter família, não vai ter gente amigo, é ali, é uma boa, um bom negócio. É uma boa. O próximo episódio eu não ouvo um três nove, show de talentos. Show de talentos que ela é o próximo meio. Vou olhar que o e-mail do Talis Augusto. Talis Augusto. Talis Augusto é um nome bacana, que é o nome duplo, né? Fudia ser só Talis, eu só Augusto. O dia podia ser Augusto Talis, né? O Oopri dele é você tato. Tato? Não, oopri. É bom, oopri. Quando lembra do que desenho de Decteus. Claro, é só que o evento. Sempre que o vejo nome Talis, assim, sem H. Lembra dos Decteus. Não sei. Acho que Decteus teve a Decteus, não sei. Eu li dessa maneira.

  17. Fala pessoal, quando Cid falou da história do cara mais inteligente do mundo, que morreu burro, pova, aviixar peiro e linkando com o tema do último Novo, me lembrei de uma história muito boa. Em uma das minhas férias de faculdade, voltei a minha cidade. Um certo dia, meu amigo me chamou para comer um lanche de uma pressinha e trocar aquela ideia. Eu estava com seu antigo polo, de a bateria do carro estava falhando. Ele estava com seu antigo polo, o Volkswagen Polo, o tempo que não deu certo, e a bateria do carro estava falhando. A rua da pressinha era na subida, estacionamos e fomos com o meronâneis. Após isso de descobrirmos que o carro não pegava e como estava na subida, ele não conseguia dar trânsito no automóvel. E reate para a bateria.

  18. Quem não salvou? Isso mesmo. O chapero da Lanchonete da Pracinha. No mesmo dia, de noite, no mesmo dia, de noite, fomos com mais um amigo em outra praça, comer outro lanche. A de movimento arda, rentar. E da mesma forma que anteriormente o carro morreu, tivemos que ser acudidos novamente pelo chapero. Caralho, chapero da tua. Porque eles descobrimos que o talento de um chapero é saber da trancos de renos carros e saber se citá-lo quando a bateria morrer. Então se você ouvinte, não saber o que fazer quando a bateria do carro pifar, vá comer um lanche da praça. Assim fica a nit do porquê do rapaz, a esforado do cítio, tendo a largar do tudo e virar do chapero. Deve ser porque ele sabia da trancos de reto. Outro ponto é que o processo

  19. O objetivo de contratar a unha o chapéu é fazer tal uma nobra, pois automaticamente se ele souber da tranco, ele vai saber fazer lente. Grande abraço. Boa assicina do tais. Esse lente é assicina do tais, falta para não se expressar o vencivio, se você está com lheira, se não se sentar para o tais. Porque o Elias foi ali, é o chaper de hamburgues, né? O chão escolher sobre o inscritoiro, ele reclamou que a bateria da moda ele tinha acabado. Ele fez de moto, ele soltou a moto dele aí em algum lugar e veio pra cá. Mas às vezes os chaperam antes, farce, não? É, antes, farce do mecânico, né? Tipo, carquente, jogou isso. Claro que chapa quente. Nossa.

  20. Foi muito ruim. Muito ruim. Mas eu não lembro desse comentário do Cid, lembra? Eu lembro, ele contou, eu não vou lembrar desse histórico completo, mas eu lembro que na introdução de talentos ele falou de um amigo dele que resolveu ser chapero porque ele tinha talento pra ser chapero. Era basicamente isso. Ah, tem gente que... Ele contou alguma história específica do chaper, mas não vou lembrar. Só tem que ser feliz fazendo o que gosta, né? Tem que ser feliz, assim, eu não entendo tudo. Não, eu não entendo no lembra agora, assim, eu nem que largou tudo para... Para ser chaper, eu não. Para fazer aquilo. Não, também não. Que ama. Conheço muita gente que largou, mas a gente que se ferrou. A gente que fez largou isso deu bem, eu não coisa muito sa.

  21. Tipo, largou pra vender telexfri. É, tipo, comem só alguns. Comem só alguns. Valeu aí, eu tato pela mensagem, eu gosto que todos e meios hoje são os tais pequenas. Tirando o de São Paulo, é porque esse é... Ah, fomos na praça com mil anche. É, na praça com mil anche é coisa que eu acho. X, ou um baguncinha. Um baguncinha. Rafaio, e meio, Rafaio, é viola e salve jovens do No Ouvo. O Dondo Site em Osasco. Ah, tá, entendi, é aquele não pontua, onde não. Salve jovens do Novo, o Dono do Cid, aqui em Osásco, é muito conhecido para se comunicar com os pombos. Porém, ao ouvir esse último podcast, algo abriu a minha mente. Se eu assumir o serve para se comunicar com os espíritos dos índios, seriam os pombos indígenas mortos pelos baterantes.

  22. A Braia, vamos lá. Ele mandou uma indagação aqui. É interessante porque os pombos e dígidas mortos pelos banderantes. Complementam eles. Tem um contexto histórico. Tem um contexto histórico. Não vá se os indústriem ser assassinados pelos grupos aquários ou nada, os produtos. Tem som os banderantes, foi o barbagato que talvez por isso que em Santamaro tenha tanto pombo. Pode ser. Pode ser por isso, Dom do Cid, para quem não lembra. Eu acho que na verdade nem vale a pena a gente se está aqui porque eu não tenho a habilidade, acho que o Freud também não vai ter a habilidade de reproduzir, que ele é um som, mas é um som que assustos índios, né? Então vale a pena escutar lá o Novo, um, três, nove, chorte talento se você ainda não ouviu, ouça e descobre qual é o som que faz os índios temerem. Qualquer é o seu talento nesse podcast, meu talento nesse podcast, eu não lembro que era soletrar, souletrar, eu lembro que quando era criança eu achava que eu ia chamar a atenção das meninas com esse meu talento. Vai, vamos chamar. A gente ia dois talentos nesse escola, não era

  23. Eu já fazia vi um vídeo de papel, que eu fazia como ninguém, até hoje tenho algumas técnicas e o outro era solitário. Solitário muito rápido de alguém, eu vou com cursos lá, de português da escola, mas eu não consegui chamar de sondas jovens do garotinho. Cara, meu único que eu estou a ir no colégio era passar vergonho. E eu tenho uma coisa que eu tenho até hoje que o Guilherme é fonça até essa canhou esses dias, eu fico vermelho muito fácil. Em 40 anos de idade quase, eu ainda fico vermelho muito fácil, quando eu fico em seu toco lado, nervoso, ou encabulado, entendeu? E teve um momento da minha adolescência em que eu coloquei na cabeça que eu precisava ser muito bom em alguma coisa, por mais boba que seja. Eu passo por isso hoje. Eu preciso ser. Eu não saio um joguino para celular, eu penso que você é o melhor do mundo. Então eu preciso ser muito bom em decorar as calações de seleções brasileiras.

  24. E eu não descobri que sou mediuca na maioria das coisas. Ah, eu sou em todos, mas eu tento que era ser o melhor... O mundo tem várias coisas. Vamos entender, né? A gente é meu bopo. Próximo, meu 940 pode beijar na noiva. Aquela episódio que já mencionamos um pouco comércio, sucesso as pessoas. Sobre história de casamento e quem que ele é agora é tudo. Só eu que ele é o e-mail do a cartinha, na verdade, do Flaminionunis. Flaminionunis, bata no e-mail, bata no e-mail. Não gostaria de pontuar aqui que o Flaminionunis ele mandou e-mail sob todos os episódios esse mês. Vou falar com ele. Cara, ele mandou numa socada sozinho. Ele sentou e falou, agora vou escrever, e-mail

  25. O Flaminho Nunes me lembrou o Raimundo Flamel, na novela Fera Ferida. Não conhece. Vamos lá. Olá, fias carteiros do Novo, tudo o subpimpam. Fala, Bahier, beleza? Espera sinceramente que sim que ninguém separa o nenhum de vocês. Meu nome é Flaminho Nunes, tenho 33 anos e moro em São José dos Campos. O Vindo não ouvo 140 sobre casamentos, percebi que estou me preparando melhor do que eu pensava. Estou noivo e me casarece ano, aí que legal, parabéns, famíliere. Está tudo encaminhado, graças a Deus. Vinha apresentar a discussão apenas um detalhe dos casamentos que acham muito útil que pretendo fazer o uso também. O que é O que é O que é… o que Eu não tinha cotinha que leva pessoalmente o jogo de panelas em casa, porque a infeliz quer ver você usando depois, mas sempre tem a tia cotinha que leva pessoalmente o jogo de panelas em casa, porque a infeliz quer ver você usando depois. Mas fica dica, cara, convidado e futuros noivos. Usem a fodendo lista de compras online. Um grande abraço e felizes, mesmo pinto. Ah, ele lembra, cara. A gente tá entrando agora no mesmo pinto, eu acho que se vocês estão indo ao orno dia 31.

  26. E um vermelho, ou seja, daqui a pouco mesmo, pinto já está aí, vamos ver o que vai acontecer. Sobre a lista weblist. É maravilhoso, porque não tem aquele negócio de você entrar numa loja, tudo bem, vem ver a lista da Mário e do Braian. Vai sempre do preço, eu vou não mais barriga. Claro, eu não me lembro de agora. O que que não compraram ainda? Eu fui no casamento, que o cara usou uma ebilista. Isso, alguns anos atrás. Ele era meu chefe, né? É porque ele estava se casando para a segunda vez. No primeiro casamento ainda não estava na empresa. Então, ele foi convidado. Eu fiz questão de ir lá para... para... para... para... para comer. E aí, cara, ele mandou uma ebilista e tinha aí, tem isso que custavam...

  27. Trinta reais e Itis custava um 3 mil reais. É, o negócio é você achar um meu termo, né? Fala, não parece que você tá onde vaca. Exatamente, e aí eu lembro que eu dei presente de trinta reais. Eu quero mais barato. Isso não me engano numa café terra. A café terra, pedido daquelas de botar o papelzinho. Ah, só... Não, a café terra. Você deu o plástico pra qual café? Não, a café terra. Tu botar, não toma a díete, é tudo certinho. Mas você era que era um papelzinha, era treta. Mas faz muito tempo isso, né? Existe em 2007, 2018. Ah, baratinho, então. Legal, uma boa boa dica aí, pra quem vai casar, pra quem ainda é preparando aí. Webless. E tem uma coisa muito moderna, também, dos...

  28. O web site tem sites de casamento. Os convidados tem a informação em direção, a cerimônia, da igreja, que o povo é visto, o acesso a essa lista e tal. Estou de dicas. Não saiu, eu acho que eu casei. Eu casei. O nome de saia já fiz, eu já pegou. Vai dar uma. Vai dar o nome, eu casei. O próximo e o último e o último e o de essa leitura de cartinhas é da Amanda Bena. E aí, tudo bom, leitores de cartinha? Meu nome é Amanda, tenho 16 anos, sou de Curitiba para Na. Ao ouvir o Novo 140 sobre casamentos, lembrei de uma história meio distante na minha memória, mas vou tentar explicar o que aconteceu. Quando eu tinha uns 5 anos, a prima da minha mãe resolveu se casar, e eu fui chamada para ser a Daminha de Orra, ou a aia que nem o Braian Falto. O casamento era em outra cidade, e no dia do casório fomos eu e minha prima pra lá. É família. Ah, é verdade. Por que colhe prima?

  29. Não sei, no dia do casório foi uma musilha minha família pra lá. O problema é que eu sempre fui muito ansiosa. E quando eu era pequena, isso se manifestava em dores de barriga. Eu já estou vendo a verdade. E umas horas antes do evento, eu comecei a ter um mador de estômago absurda. Não conseguia ficar parada. Ficava pulando na cama, porque ficava pulando na cama, porque por algum motivo isso aliviava doura um pouco. Essa história me marcou tanto que eu lembro claramente de ficar pulando incessantemente na cama. Caca, caca, caca, caca, caca. Minha mãe só me falava pra eu acalmar que ia passar. Enfim, chegou a hora de ir pra igreja, chegamos lá e ao ver

  30. Eu fiquei com muita quantidade de convidados, aquele adoro no estômago começou a aumentar. E um pouco antes da cerimônia eu comecei a vomitar localmente. Tipo, eu não conseguia parar. Minha mãe me levou no cantinho da igreja e eu fiquei vomitando lá sem parar. Claramente ela estava possuída. E todo mundo olhando e provavelmente com nós. Muito provavelmente. Eu já não tinha nada nos tomamos, mas não conseguia parar de o Gorfade. A cerimônia aconteceu e eu nem me dei conta. Nem vi a cara do menino que entra a negreja comigo. Acho que passei o casamento inteiro no cantinho, vomitando e o barulho do meu goro foi coando pela igreja enquanto aquela linda onde eu moro com o rio. Obrigado por ler, perdoa os erros e pelo e-mail longo.

  31. Coraçãozinho, ela não corração. Como ela vê essa coração? Não faça nem ninguém. Quando a gente disse que o coração veio parar aqui. Eu sou preso. Eu sei isso aqui é milhênium, cara. E às vezes, né? Se você não sabe, eu não sabe. Eu não sei se você sabe que eu me meio eles coloco um emoji gigante no mesmo... Enfim, desculpei do meu longo, o coraçãozinho, você só top, será nós, queria reforçar que sim está muito mais frio e curitiba do que qualquer outro lugar. Não importa qual. E o meu caramba, isso é muito bom. O meu mandabena que voltou até as tripa. O que você disse? O meu caramba, que desmaiou. O meu caramba. Hoje é meu com o padre, ele estava presando e era criança. E é pagueim que fala, né? O menininho que entra, que é da minha de honra. O dominho é o pagueim. E ele passou dia comendo fandango, jogando videogame, entregado. E não sobrimento direito, estava quente pra caramba, cara.

  32. E Igor de Teiro, naquela coisa toda, é a soma, um nervosismo da criança, chulo do meio do caminho, pofte. Eu acho que é melhor do maior do que se cagar. Eu também acho, sabe que eu ia que me lembrou esse meio dela? A retusa. A retusa, claro. A retusa do vômito. Do Vômito na Manta Ruz. Parque vídeo maravilhoso. Que vídeo é maravilhoso. Aqui não conhece, que é muito jovem, não viveu, era a sua... A posta que a Amanda não lembra. Procura era tu usar a Manta 16 anos, não deve lembrar da retoza. Procura depois a retoza no YouTube, amorou lá cara. Você vai lembrar sua infância. Ela tem um ditado de família que diz assim, saco vazio, não para em pé. A Amanda prova que pare em pé porque ela desvaziu saco na igreja e continua vomitando. Eu surpreende o padre, não tem ilha de se avisar ela. Porque do mesmo...

  33. O casamento, no cantinho da igreja da pessoa morrendo, vomitando, certamente é o demônico do acertador. É, linda Blair, o exorcista, né? O curgaí é engraçado na falando que a cerimônia comendo solta, é o barulho do vômito no chão. O casamento já é uma merda por si sol. Eu não ia estar lá esperando, não ia chegar. É aquele barulho de vômito, barulho de repente coloca como barulho pra deixar mais vivas sensações no ouvido da galera. É isso aí, foi, eu acho que fechamos por aqui. Fechamos por aqui, esse foi mais um leitura de cartinhas do Noou Ouvo, eu gosto muito de ser episódio. A gente leu os imedios e da voz aos ouvintes pra falar sobre as barbaridades comentadas ao longo do mês aqui nesse podcast. E pra você mandar uma cartinha como é que faz? Pra mandar uma cartinha, só escrever pra contar sua roupa, não é não. Se você tiver ouvindo agora, quiser mandar um imeio sobre algum episódio passado do Noou Ouvo, só escrever pra Noouvo, rouba no salvo.com.br, colocar o seu texto, o seu nome e...

  34. Pelo amor de Deus, escreve o número de episódios no título, porque isso facilita muito no artes selecionar e agiliza o processo e aumenta suas chances de ter a sua cartinha lida aqui por nós. Isso aí, muito obrigada a todos e nós voltamos no final do mês ou daqui a quatro novos. O que é que é quatro episódios, agora aprendiz, nunca mais vou para te falar. Isso aí, muito obrigado, Braian, eu fui Fred Falundis e isso foi mais uma leitura de cartinhas. Tchau, valeu. Podcast do No Salvo.

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