
Descrição
descrição original do feed
Chegooooou mais uma remessa de cartinhas dos não ouvintes! Essa semana com os carteiros entregando remessas de chapeiros que engatam carros na ré, casamentos e altas confusões... Bancada: Fred Fagundes e Braian Rizzo Edição: Daniel Bayer Capa: Braian Rizzo
Resumo
Fred Fagundes e Braian Rizzo abrem a caixa de e-mails e leem as cartinhas sobre os episódios #137 a #147, com destaque para o "Pode Beijar a Noiva", que rendeu muita história de casamento. Pelo caminho eles explicam como funciona a leitura mensal e lembram o Rolezeiros, o encontro de assinantes com a bancada, jantar e bar depois.
Entre as cartas, tem ouvinte contando um tombo de longboard que atrapalhou a carteira de motorista, um comissário de bordo explicando por que camarão e comida de cheiro forte não vão na cabine do avião, e a história de um amigo chamado Vinicius que ficou convencido de que a vida é uma desgraça ao ver um morador de rua com uma pizza. Outro leitor corrige o termo feminino para sad boy, e uma história de chaveiro que socorre carro com bateria fraca vira piada com o talento de cada um.
Na reta final, vêm dicas de lista de presentes online para casamento e o relato de uma ouvinte que, ainda criança e dama de honra, passou a cerimônia inteira passando mal num cantinho da igreja. Eles fecham lembrando como mandar a cartinha.
Destaques
- Primeira cartinha: ouvinte conta o tombo de longboard que atrapalhou a carteira de motorista.
- Comissário de bordo explica o que não pode levar no avião por causa do cheiro.
- Carta sobre os sad boys e o amigo que viu a vida alheia pior que a sua.
- Dica de lista de presentes online para noivos, com o contraponto da tia que entrega panelas.
- Relato de ouvinte que passou o casamento da prima passando mal num canto da igreja.
resumo e destaques escritos a partir da transcrição automática
Participantes
- Fred Fagundes
- Braian Rizzo
Edição: Daniel BayerCapa: Braian Rizzo
créditos do feed original
Transcrição
34 trechos · 5.795 palavras
Transcrição automática, feita com o faster-whisper (modelo base). Pode conter erros: nomes, gírias e piadas internas costumam sair tortos. Na dúvida, vale o que está no áudio. Clique no horário de um trecho pra ouvir a partir dali.
Carmenhas, tu gavite! E aí vamos nós começando aqui uma letra de cardinhas do Novo, final do mês, aquele momento em que as faturas do Cartão de Cristo começam a chegar e também no seu vídeo de podcast, a letra de cardinhas. Para ler, re ler, discutir e conversar sobre esse grande momento da internet está aqui à minha frente, Braian Rizzo. E aí, tudo bom? Fiz uns chimas, Braian. Fiz uns chimas, quem tem uma água no verdade, seja a segunda técnica do dia. Segunda técnica. E agora a gente vai compartilhar enquanto a gente ler as cartinhas e o gosto de falar a cara que a gente... Na verdade, eu sempre falei isso, mas esses mais de dois anos de cartinhas, que é o seguinte, a gente ler a cartinha sempre no dia.
Mais próximo do começo ou do final do mês. E esses dias eu estava percebendo que isso nada mais é do que a cada quatro episódios do Noo. É uma maneira muito mais fácil desfilicar. Que é cada quatro episódios do Noo. Tem uma letruz cardinhas na sexta-feira que ocupa o espaço do que seriam noo, bonos. Não deixe. Sim, sim. Noo, bonos onde a gente abre a nossa caixa de e-mail para receber mensagens dos nossos ouvintes sobre esses quatro episódios que passaram. E é isso que a gente vai fazer hoje aqui, começando lá no Novo, Cento e... Quarenta? 147 é o último, 137. 137? É, tá na hora derrada. Tá na hora derrada. A gente começa a dar um ordem que tá aí mesmo. 137, o novo... Isso é coisa de criança? Isso é coisa de criança, o novo, 137, a gente vai ler dele até o 147 que eu pode beijar a Novo, que foi o que aconteceu na passada. Que foi um sucesso, né? Foi um sucesso. Todos os meses do Novo tem sempre aquele episódio que a galera enlouquece. E esse mês foi o Põe de Beijar Novo, tem meus de muitas pessoas contando relatos dos seus próprios casamentos e de casamentos que eles foram...
Como é que chama aqui? Eu falei ai no outro no último não ouvo, que tudo deve saber o que significa? Não, o pagem. Eu pague em isso, é isso mesmo. É um menininho que ela é. Pessoas que foram pagens, foram um damos de onra e pessoas que se casaram e sofreram com a separação também. Muito bem. Muito bem. Então vamos aqui começar a esses relatos de quem sorriu se emocionou e relembrou grandes situações da sua vida ouvindo No Ouvo entre 17 e isso é coisa de criança. Vou começar por ele, John Lennon. John Lennon, baita nome, eu estou de um de um de um… de Eu vou falar alguma coisa de surpreender, eu não tenho nada, eu não tenho nada, eu não tenho nada, eu só tenho de um mesmo exato. Mas isso surpreendica. É, John Lennon, ele era jovem, ele era o mesmo que eu, ele teve um vídeo de 8, ele teve uns 26 anos de onda. Não conseguiu me imaginar estudando com John Lennon.
É legal porque o seu menino é só de John. Não entendi, eu não entendi. Eu não vou ver nada. Eu não vou ver nada. Não é bom que você entende. Vamos lá. Vamos ler a cartinha do John ou lábano cada Do Novo, eu me chamo John e sou um recente no Novo 20. No episódio sobre coisas de criança, acabei me identificando com duas coisas que foram, primariamente, assistir a Nims, que é algo que comecei quando era criança e até hoje com 27 anos continuo foi sempre assistindo. Eu estava comentado no Longboard, eu tive um flash de uma história que aconteceu comigo, um flashback, talvez. Alguns anos atrás. Eu trabalhava de madrugada. E o dia de foga recebi os correr os o bendito Longboard. E lá pelas três, quatro da manhã bateu o tédio e resolvi dar uma voltinha de longa e na rua. A rodinha aprendeu alguma pedra e o caí em cima do braço. Deu uma objeto nos neiros e músculos do braço.
Precisei fazer visioterapia para voltar o movimento normal e estava tirando o CNH na época. Precisei abandonar porque não conseguia fazer as aulas práticas. Não conseguia fazer as aulas práticas. Continuem andando de longo mesmo com o braço torto e fazendo fícil. Tive um pequeno acidente onde quase fui atropelado por um ônibus durante a queta. Mesmo depois, amando o neil longo bote. Eu fico feliz que eu tenha mandado nada. Porque vamos lá, interrompeu a prova dele de tirar a CNH. Quase foi atropelado por um ônibus. Eu poderia nunca ter gostado de novo. Provando que o sport mata, né? O Longboard é brincadeira. É brincadeira de graça. O Longboard é um skate para o cara que não tem que ir para ficar espanhol de skate. O Longboard é o skate de quem morre no favelho. O skate de quem morre na favelho. É, que a pista serve para você dar bastante. O Longboard é mole ou não?
Não é o que eu já vimos em Olho. No Nibra Poeira, se for em Bora Poeira, tu vai encontrar os Lung Bordistas e tem uma prancha que é long, que ela chega a ser mole no meio. E aí o cara que está ali dá um sobdesse tipo um trampolim, e com isso ele consegue conduzir o... É, é muito ideia porque ele aumenta o ritmo, a velocidade, nem no... Não balança da sua fona aqui, subindo o seu. Muito obrigado, Adion Leno, pelo seu relato. A gente torce para que ele tenha tirado o CNH e tenha desistido o IDR de Andar Commission. Tomara, tomara que o braço dele tem desentortado com o tempo e que já tem os movimentos devolvidos. Próximo e meio do Lucas com o rado, até que bem curto, onde ele fala o seguinte. Boa noite, pessoal, tudo bem? Como que ele sabe que é a noite? Fica essa dúvida aí. Meu nome é Braceluca, sabia?
Só que aí no prédio nasceram os oito lucas e minha mãe desistiu. Ela não me dá bomado. Meu nome é Lucas Conrado, tenho 29 anos e depois de quase 2 anos trabalhando no chequinho de uma companhia aérea fui promovido para começar de bordo. É o cara que dá o fone de ouvido. Na conversa inicial do novo, um 3-7, isso é coisa de criança, vocês discutiram porque não pode levar a carajê a bordo. Vamos lá. Eu gosto de ponto aqui com o gostarismo de ponto aqui, que eu dei pessoas que falam vamos lá, aí de começar um raciocínio, ou que escreve. Mas não que eu odeio aqui os lucas. Vamos lá, então vamos lá, Lucas. Não tem nada a ver com o ser orgânico ou não. Em voos domésticos você pode levar frutas e outros alimentos pericíveis a bordo. Porém eles não podem ter um cheiro muito forte. Alimentos como peixes, alho, pimenta e especialmente camarão devem ser despachados. Esse despacho deve acontecer em caixa de desopor como o alimento com o alimento congelado, mas sem gelo na caixa. Tem um caso de uma caixa de desopor com gelo e camarão que quebrou
É famoso a alergia de pobre, né? É só cheiro. É não, de feijão, carão de alergia, mas de camarão de quem? É um cargo. Isso aqui eu já passei por essa situação de... de ditorar um... Um zupor com gelo, só que tinha peixe e foi no ônibus. Purto. Fazia muito cuia à baporta alegre de ônibus, ou riprata, é ônibus que sai de porto velho, na verdade, é pra fazer a bode da sua encuia à bãe, vendecendo, coxinho, dorado, campo grande, berão preto, pelhas do paraná, claro, cresci um a portalex, um 36 horas, e foi uma viagem bem fedida, numa parada lá, o motor até tentou arrumar. O dia de Minho Euchero, mas eu consegui. Agora é o meu dúvida seguinte, ele disse que o odor, que proíbe, que o camarão seja transportado na parte de cima. Se uma pessoa tiver muito fedida, o comissário pode impedir com que ele entrem no voo. É uma questão interessante, eu acredito que não, porque seria como é que, como é que falamos os jovens aí, é preconceito.
O jovem se fala para o conceito. O jovem se fala para o conceito. O jovem se fala para o conceito. O jovem se fala para o conceito. O jovem se fala para o conceito. O jovem se fala para o conceito. O jovem se fala para o conceito. O jovem se fala para o conceito. O jovem se fala para o conceito. O jovem se fala para o conceito. O jovem se fala para o conceito. O jovem se fala para o conceito. O jovem se fala para o conceito. O jovem se fala para o conceito. O jovem se fala para o conceito. O jovem se fala para o conceito. O jovem se fala para o conceito. O jovem se fala para o conceito. O jovem se fala para o conceito. O jovem se fala para o conceito. O jovem se fala para o conceito. O jovem se fala para o conceito. O jovem se
O Ano é um ano que é pra quinta, quinta é um bairro grande, onde moram pessoas que não têm muito acesso à cultura, como por exemplo, a cultura do banho. E aí eu já viagrei nos anos que tinha gente muito fedorenta e já viagrei em anos com galinha também. Galinha Fede também. Galinha Fede. Fede bastante, o alimento da Galinha Fede. Mas é uma informação interessante, né, do gelo na caixa que não pode, eu não sabia disso. É, porque acho que o gelo na caixa não vai ser gelo pra sempre, o momento ele vai virar água. E aí quando ele virar água ele tem uma grande propensão. Eu não sou o meu amigo. Eu não sou o meu amigo. Eu não sou o meu amigo. Eu não sou o meu amigo. Eu não sou o meu amigo. Eu não sou o meu amigo. Eu não sou o meu amigo. Eu não sou o meu amigo. Eu não sou o meu amigo. Eu não sou o meu amigo. Eu não sou o meu amigo. Eu não sou o meu amigo. Eu não sou o meu amigo. Eu não sou o meu amigo. Eu não sou o meu amigo. Eu não sou o meu amigo. Eu não sou o meu amigo. Eu não sou o meu amigo. Eu não sou o meu amigo. Eu não sou o meu amigo. Eu não sou o meu amigo. Eu não sou o meu amigo. Eu não sou o meu amigo. Eu não sou o meu amigo. Eu não sou o meu amigo. Eu não sou o meu amigo. Eu não sou o meu amigo. Eu não sou o meu amigo. Eu não sou o meu amigo. Eu não sou o meu amigo. Eu não sou o meu amigo. Eu não sou o meu amigo.
Muito obrigado, Lucas. Nos comentários de bordo, mandou essa mensagem. Eu vou passar para o Novo 138. Não, ovo 138 foi episódio sobre 7 boys. Também teve uma equilíbrio que são muito legal. Muito legal, cheio de mil e os tristes. A quem manda essa cartinha é o Elerson Ferreira. Muito bom. O Elerson. Bom dia, boa tarde, boa noite, tudo bem com vocês. Se tiver ainda uma cartinha muito obrigado. Fico muito triste de felicidade. Ah, não cede boi, ó. Primeiramente quero dizer que, os set boys, ele escreve os set boys com letras maiúsculas, tipo bad boys do filme. Sim, a banda. Só querem atenção, nada mais que isso. Porque muitos nem são sede de verdade Só querem parecer falando que são os merda e o quanto suas vidas são ruins Só porque não tenho uma namorada Vem contar uma história que aconteceu com o meu amigo Que por acaso foi quem me apresentou esse maravilhoso podcast Se puder mandar um abraço pra ele, um meu meu meu de revinícios Um humano é de pra ele parar de chorar Porque não bosta, ele com certeza vai ouvir Então pode estar no nome dele Eu não sinei falar nada, né, Vinic? Você entendeu? Eu recado do Anderson Então, em uma bela noite, Vinicius e seus amigos foram como ele pizza
Compraram pizza e foram comer na praça da cidade, a famosa Praça de Eventos, onde tem capivárias travecos e sadebois. Capivárias travecos. Então é que não tem uma divisão de vírgula pra ter capivária, traveco e sadebois. Eu acho que são capivárias travestiço. Não pode ser. Eu acho que pode, só botão aqui pra cá. Eles não comeram a pizza toda, então eles deram que sobrou para um morador de rua. Logo depois que o morador de Rua Pegua Pizza, Vinicio fala para sua amigo a famosa Frasa, trase, sete boi. Nossa, minha vida é uma merda. Então, um morador de rua com a pizza em mão só, vale pra Vinicis de fala, se só vida uma merda imagina minha. Que mais que vou morrer? Eu tava lá, eu era uma faixa de calabrença. Quase choreante tristeza quando vi, porra, Vinicis. Bom, é isso. Obrigado por dele, minha carta é um abraço triste, a todos da bancária até a próxima. Que bom, cara. Ele deve ser de uma cidade pequena, né? Porque toda a cidade pequena tem um bebudo das idade. Tem bebudo famoso, que é o bebudo culto. E ele vê-vos aqui.
Eu não grave um vídeo no WhatsApp e ele fala mal do governo, ele sabe todas as leis, ele sabe tudo. Eu quero que ajuda, eu preciso cortar a árvore aqui na frente casa, acham o bebo do... Eu já estava a vinte e rastro cara, que corta a árvore, sempre tem. Ele eu estou por ser bebo do meu filho. Culto e preparado para os adventos da vida. E é um cara que acaba dando lições de vida, é o Ced Bois. Ced Bois. Ced Bois. Ced Bois tentificaram com o nosso podcast. Acho que sim, acho que sim. Tivemos muitos meus também sobre esse tema. Muito Ced Bois e muita Ced Girls, que foi o chamo. Ced Girls também. Não sei se esse é o tema correto, mas Ced Boias não deve ser. Vamos pro próximo e meio? Pro próximo e meio do Leandro Levera, ele fala exatamente sobre isso. Olá, bancada mais falso top da Pôdos Féra BR, tudo o show. Me chamo Leandro, tem 23 anos, maior em São Paulo e vem esclarecido.
Um erro no episódio 1, 3, 8, 7 Boys. Quando foi perguntado sobre qual seria a denominação do gênero feminino no que se disse. Se diz Boys, foi dito que também seria a Céd Boy, por se tratar de um movimento machista. A gente falou isso, cara. Que absurdo. É do meu lembrista. Leandro Ingano, o termo feminino para uma menina, Céd Boy, é conhecido como Cry Girl. Olha só, é só um amigo. É menino, é que fora. Obrigado pelo podcast maravilhoso de vocês e continue com ótimo trabalho. Espero um dia encontrá-los na tradi através do plano roleser. Olha que postação dele aqui. Peste, sonho com o dia em que a dupla Pepe Boy sai de Moreno e irá dominar a cena trap BF. Um abraço a todos e vamos lá. Cara, eu achei que ele ia descorrer mais sobre o termo Crygirl.
Mas ele não falou muito sobre isso. É basicamente só uma tradução. Então ele se tomou uma coisa que parece ter que ser que foi a gente que inseriu fazer o meu chamo, mas é real. Ele escreveu que se pernos encontrava na trádio através do plano roleseiros, que é aquele plano lá do pique-peido no Ouvo. Que engloba toda a família depois de que a senão salva onde a pessoa pode assinar e contribuiu lá com o valor mensal, ela garante e acesso ao roleseiros, que é um momento no mês em que a gente reúne toda bancada aqui e o pessoal que trabalha no escritório e os ouvintes, né? Sim. Não é a usa-cinante, vão na tradi e jantam o investimento da natura, garante esse rolê com a bancada e também o jantar na tradi. Sim, sim, em burgues. E depois da tradi sempre tem a esbordem.
O Instagram do Não Ouvo recentemente No último Sábado, né? O último Sábado, né? O negócio foi pesado. Foi pesado no Cid, falando negócio no último roleseiros, que eu fiquei pensando, que sempre rola, a gente vai pra trás, a gente come, a gente vai pra um outro bar, a gente bebe, a edicide esse bar e ou vai pra um caralque, ou esse bar tá fechando, a gente vai pra outro, o bar que se já aberta, e eu percebi que eu nunca passei do segundo estágio do roleseiro. Sempre naída pra terceiro bar e eu vou pra casa, porque eu não aguenta. Se o último roleseiro, nós tivemos um iniciante, né? O rapaz que é o novo dois dias antes, e ele não. O Carlos, acho que é o meu dia. O Aça e que deu famoso PT. Eu já não estava presente. Eu vou mesmo pro próximo relezeiro, se eu consegui contar até o terceiro ronde, esteja um presente. Eu conheço algumas, assim como amigos set boys, tem amigas, cry girls, e a cry girl usa especialmente Twitter.
Ah, eu, é. Para chorar a mingar, assim como, se é de boy, porque a interação é menor. Então não tem ninguém te xingando ali, se não é aquela sua boca ou se alguém te chama, tá triste em casa, não to na cerveja, as pessoas não vão ver isso. Claro, tu não fez se boco e não, não está grata mesmo. Eu tu ter ele um lugar onde tu pode falar sozinho e ninguém vai ler. Exato, você pode chorar a mingada e vida sozinho, sem correr o risco de receber um convite. Não, vai ter família, não vai ter gente amigo, é ali, é uma boa, bom negócio. O próximo episódio eu não ouvo um três nove, show de talentos. Show de talentos que ela é o próximo meio. Vou olhar que o e-mail do Talis Augusto. Talis Augusto. Talis Augusto é um nome bacana, que é o nome duplo, né? Podia ser só Talis, eu só Augusto. Podia ser Augusto Talis, né? O Oopri dele deve ser Tatto. Tatto? Não, um apelido. É um bom apelido. Quando lembra o desenho de Decteus. Claro, sem que eu vi no seu aventura. Sempre que eu ver no nome Talis, sem sem H, lembra do Decteus. Por quê? Não sei. Acho que Decteus teve a Decteus, não sei. Eu lia dessa maneira.
Fala pessoal, quando o Cid falou da história do cara mais inteligente do mundo, que morreu burro, pova, vechateiro e linkando com o tema do último No Ouvo, me lembrei de uma história muito boa. Em uma das minhas férias de faculdade, voltei a minha cidade. No certo dia, meu amigo me chamou para comer um lanche de uma pressinha e trocar aquela ideia. Eu estava com seu antigo polo, de a bateria do carro estava falhando. Ele estava com seu antigo polo, o Volkswagen Polo. O tempo que não deu certo, e a bateria do carro estava falhando. A rua da pressinha era na subida. Estacionamos e fomos com o meronho. Após isso, descobrimos que o carro não pegava e, como estava na subida, ele não conseguia dar trânsito, não tomou a boca e rete várias baterias. Quem não salvou? Isso mesmo. O chapero da Lanchonete da Pracinha. No mesmo dia, de noite, mesmo dia, de noite, fomos com mais um amigo em outra praça, comer outro lanche. Sabe de movimentada, né? E da mesma forma que, anteramente, o carro morreu, tivemos que ser acudidos novamente pelo chapero. Caralho, chapero, não chapero. Aqueles dias descobrimos que o talento de um chapero
O outro é saber da tranco de rena os carros e saber se o citá-lo quando a bateria morrer. Então se você ouvinte não saber o que fazer quando a bateria do carro p'fare, vá comer um lanche da praça. Assim fica a nit do porquê do rapaz e a história do Cid tendo a largar do tudo e virar do chapero. Deve ser porque ele sabia da tranco de rena. O outro ponto é que o processo seditivo de contratação no chapero é fazer tal uma nobra. Pois automaticamente se ele souber da tranco, ele vai saber fazer o lanche. Grande abraço. Bom, o seu sino do Tati. Esse lente é o seu sino do Tati, falta para não dar para o... Não se expressão bem, esse é o vencivio. Quando ele tá para o Lher, ele é o chaper de hambúrguer. O chaper de hambúrguer, não é? O chaper de hambúrguer, ele é o chaper de hambúrguer. O chaper de hambúrguer, ele é o chaper de hambúrguer. O chaper de hambúrguer, ele é o chaper de hambúrguer. O chaper de hambúrguer, ele é o chaper de hambúrguer. O chaper de hambúrguer, ele é o chaper de hambúrguer. O chaper de hambúrguer, ele é o chaper de hambúrguer. O chaper de hambúrguer, ele é o chaper de hambú
Foi muito ruim. Muito ruim. Mas eu não lembro desse comentário do Cid, lembra? Eu lembro, ele contou, eu não vou lembrar da história completo, mas eu lembro que na introdução de talento ele falou de um amigo dele que resolveu ser chapero porque ele tinha talento para ser chapero. Era basicamente isso. Ah, tem gente que tem. Ele contou alguma história específica do chaper, mas não vou lembrar. Pessoal, tem que ser feliz fazendo o que gosta, né? Tem que ser feliz, não, era assim, é tudo. Não, é só que eu... Eu não quando não lembro agora, assim, eu nem que largou tudo para... Para ser chapero? Para fazer aquilo. Não, também não. Que ama. Conheço muita gente que largou, e muita gente que se ferrou. Gente que fez largou isso, deu bem, eu não coisa muito isso não.
Tipo, largou pra vender Telexfri. É, tipo, comem só alguns. Comem só alguns. Valeu aí, eu tá tudo pela mensagem, eu gosto que todos e meios hoje são os tais pequenas. Tirando o de São Paulo, é porque esse é... Ah, fomos na praça com um mil anche. E na praça com um mil anche com um x. Um baguncinha. Um baguncinha. Rafaio Alsefio. E meio, Rafaio Alsefio, ali, salve jovens do Novo. O Dondo Site em Osasco. Ah, tá, entendi, é aquele num ponto onde não. A Braia, vamos lá. Ele mandou uma indagação aqui. É interessante porque os pombos e dígidas mortos pelos banderantes. E o comprimento, eles também, com os banderantes. Tem um contexto histórico. Tem um contexto histórico. Não vá se os indústriens ser assassinados pelos grupos aquários, nada, sem dificultores nada. Tem som os banderantes, foi o barbagato que talvez por isso que em Santamaro tenha tanto pombo. Pode ser. Pode ser por isso, Dom do Sido, para quem não lembra.
Eu acho que na verdade nem vale a pena se estar aqui, porque eu não tenho a habilidade, acho que o frente também não vai ter a habilidade de reproduzir naquele som, mas é um som que assustos índios, né? Então vale a pena escutar lá o Novo, um, três, nove, chores, talentos, se você ainda não ouviu, ouça e descubro qual é o som que faz os índios temerem. Qualquer é o seu talentos nesse podcast, meu talentos nesse podcast, eu não lembro que era soletrar, souletrar, eu lembro que quando eu era criança eu achava que eu ia chamar a atenção das meninas com esse meu talentos. Eu não chamava, eu ia ter dois talentos nesse escola, não. Era fazer um vídeo papel, que eu fazia como ninguém, até hoje tenho algumas técnicas e o outro era solitário. Solitário muito rápido de eu ganhar os concursos lá de português da escola, mas eu não conseguia chamar de são das jovens o garotinho. Cara, meu único da jovem no colégio era passar vergonho. E eu tenho uma coisa que eu tenho até hoje, que o Guilherme é fomso até sacanho esses dias, eu fico vermelho muito fácil.
Em 40 anos de idade quase, eu ainda fico vermelho muito fácil, quando eu fico em cento acuado, nervoso, ou encabulado, entendeu? E teve um momento da minha terrestra de ciência em que eu coloquei na cabeça que eu precisava ser muito bom em alguma coisa, por mais boba que seja. Eu passo por isso hoje. Eu preciso ser. Eu não saio um joguino para o celular, eu penso que você é o melhor do mundo. Então eu preciso ser muito bom em decorar as calações de seleções brasileiras. E eu não descobri que eu sou mediuque na maioria das coisas. Eu sou em todos, mas eu tento, cara, sempre que era ser o melhor do mundo, não, eu tenho as coisas. Fomente a mesa, né? A gente é meu bopo. Próximo, não vou ver o 940. Pode beijar na Noiva, que é aquele episódio que já me mencionamos um pouco comércio. Successos, pessoal. Sobre história de casamento e quem que ler agora é tudo. Só eu que ler o e-mail do... A cartinha, na verdade, é do Flamínio Núnesis. Flamínio Núnesis, bata-núnesis. A Minio Bata. Não gostaria de pontuar aqui que o Flamínio Núnesis ele mandou e meia o sobretodo os episódios desse...
O Flamengo, cara, ele mandou numa socada sozinho. Ele sentou e falou, agora vou escrever, em meus sobretotos, cara, tinha quatro e meus seguidos do Flamengo. Continuem assim que eles têm grande chance de ser... O Flamengo, Nunes, me lembrou, o Raimundo Flamengo, uma novela ferida. Não conhece. Vamos lá. O Lafias, carteiros do Novo, tudo supimpo. Fala, Bahier, beleza? Espera, sinceramente, que sim que ninguém separa o não de vocês. Meu nome é Flaminho Nunes, tenho 33 anos e moro em São José dos Campos. O Vindo Novo, 140 sobre casamentos, percebi que estou me preparando melhor do que eu pensava. Estou noivo e me casarece ano, aí que legal, parabéns, famíliere. Está tudo encaminhado, graças a Deus. Vinha apresentar a discussão apenas um detalhe dos casamentos que acham muito útil que pretendo fazer o uso também.
A lista de presentes online. Olha a tecnologia Weblist. Com uma lista de presentes online, qualquer um pode ajudar os novos comprando qualquer presente na faixa de preços que foram mais adequadas. Acompteça que os novos vão recebem exatamente o presente que você escolheu. Nós poderão trocar por um vocher e comprar o que mais precisarem no mesmo site. Interessante. Dessa forma, o lucratificador do seu Guilherme escolheu e a batedeira que acharia e comprou o seu transformarão, por exemplo, em prateleiras da geladeira. Sempre que a tia cotinha que leva pessoalmente o jogo de panelas em casa, porque a infeliz quer ver você usando depois, mas... Sempre tem a tia cotinha que leva pessoalmente o jogo de panelas em casa, porque a infeliz que você...
Sempre tem a tia cotinha que leva pessoalmente o jogo de paralelas em casa porque é infeliz que era ver você usando depois. Mas fica dica, cara, convidado e futuros noivos. Usem a fodendo o lista de combos online. Um grande abraço e feliz mesmo pintos. Ah, é mesmo, cara. A gente tá entrando agora no mesmo pintos, eu acho que esse pôr este tá indo ao horno dia 31. E aí? Ou seja, de cá pouco mesmo pintos já tá aí, vamos ver o que vai acontecer. Sobre a lista web list. É maravilhoso, legal. Não tem aquele negócio de você entrar numa loja, todo bem, vem ver a lista da Mário do Braian. Vai sempre do preço, eu vou não mais baracadinha. Claro, eu não percebi o lembrilhador. O que que não compraram aí? Eu fui no casamento que o cara usou uma ebilista. Isso, eu vou alguns anos atrás. E ele era meu chefe, né? É porque ele tava se casando para a segunda vez. No primeiro casamento ainda não tava na empresa. Então, ele foi convidado. Eu fiz questão de ir lá para... Cê lá, para comer. E aí, cara, ele mandou uma ebilista e tinha aí, tem isso que custavam...
Trinta reais e Itis custava um 3 mil reais. É, o negócio é você achar o meu termo ali, né? O prisione parece tão onde vaca. Exatamente, e aí eu lembro que eu dei presente de trinta reais. Eu quero mais barato. Isso não me engano numa café terra. A café terra, pedido daquelas de botar o papelzinho. Ah, só... Não, a café terra. Você deu o plástico pra qual café? Não, a café terra. Tu botar, não toma díete, eu tudo certinho. Mas você era que ela tinha que ir. Mas faz muito tempo isso, na invés de 2007, 2018, então. Ah, baratinho, então. Legal, uma boa boa dica aí pra quem vai casar, pra quem ainda é preparando aí. Webless. E tem uma coisa muito moderna também do...
O web também são sites. Tem sites de casamento. E aí lá tem... O casamento normal, mas tipo tu manda para os noivos. Os convidados tem a informação em direção, a cerimônia, da igreja, que o povo é vestir o acesso a essa lista e tal. Estas dicas. Não saem, tem até, eu acho que é o casei. O nome do site é a Fizadro Pagando deles. O próximo e o último e o último e o desses leituras cartinhas é da Amanda Bena. E aí, tudo bom, o leitor de cartinha? Meu nome é Amanda, tenho 16 anos, sou de Curitiba para Ana. Ao ouvir o Novo, 140 sobre casamentos, lembrei de uma história meio distante na minha memória, mas vou tentar explicar o que aconteceu. Quando eu tinha uns 5 anos, a prima da minha mãe resolveu se casar e eu fui chamada para ser a Daminha de Onra ou aia que nem o Braian Falto. O casamento era em outra cidade e no dia do casório fomos eu e minha prima pra lá. É família, é verdade. Por que colhi prima?
Não sei, no dia do casório foi umausia minha família pra lá. O problema é que eu sempre fui muito ansiosa. E quando eu era pequena, isso se manifestava em doles de barriga. Eu já estou vendo a verdade, você me fala. E umas horas antes do evento, eu comecei a ter um mador de estômago absurda. Não conseguia ficar parada. Ficava pulando na cama porque ficava pulando na cama porque por algum motivo isso aliviava doura um pouco. Essa história me marcou tanto que eu lembro claramente de ficar pulando incessantemente na cama. Caca, caca, caca, caca. Minha mãe só me falava pra eu acalmar que ia passar. Enfim, chegou a hora de ir pra igreja, chegamos lá e ao ver...
Era a quantidade de convidados, aquele adoro no estômago começou a aumentar. E um pouco antes da cerimônia, eu comecei a vomitar loucamente. Tipo, eu não conseguia parar. Minha mãe me levou no cantinho da igreja e eu fiquei vomitando lá sem parar. Claramente ela estava possuída. E todo mundo olhando e provavelmente com nós. Muito provavelmente. Eu já não tinha nada nos tomamos, mas não conseguia parar de o Gorfá. A Ceremonia aconteceu e eu nem me dei conta. Nem vi a cara do menino que entra a negreja comigo. Acho que passei o casamento inteiro no cantinho, vomitando e o barulho do meu goro foi coando pela igreja enquanto aquela linda linda linda morreu. Obrigado por ler, perdoa os erros e pelo e-mail longo.
Coraçãozinho, ela não coração. Que lendo? Como é que ela vê essa coração? Não faça nenhum. Como a gente disse, coração veio parar aqui. Eu sou surpresa. Eu sei isso aqui, é milhênium, cara. E às vezes, vocês me perguntaram aqui o primeiro, eles colocam o emoji gigante no mesmo dia. Enfim, desculpe eu no meu longo, coraçãozinho, você são top, sere anuais, que queria reforçar que sim está muito mais firme e curitiba do que qualquer outro lugar, não importa qual. Meu Deus, meu Deus. Obrigado. Obrigado. Obrigado.… E aí, Igor de Teiro, naquela coisa toda, é a soma, um nervosismo da criança, chulo do meio do caminho, pofte. Eu acho que é melhor do maior do que se cagar. Eu também acho, sabe que eu lembro do meio dela? A retusa? A retusa, claro. A retusa do vômito.
O vômito na monta-rosa, que vídeo maravilhoso. Que vídeo é maravilhoso. Que não conhece que é muito jovem, não viveu, era a sua... O que a banda não lembra? Procura era a tuzana, a banda 16 anos, não deve lembrar da retoza. Procura depois, retoza no YouTube, amor. Você vai lembrar sua infância. Tem um ditado de família que diz assim, saco vazio, não para em pé. A banda prova que pare em pé porque a das vazias ou saco na reglaje e cuja de novo me dá. É surpreendido, padre não tem de desorcezar ela. O casamento, no cantinho da igreja da pessoa morrendo, vomitando, certamente é o demônico do acertador. É, linda Blair, o exorcista, né? O clucurgaria é engraçada na falando que a cerimônia comendo solta, é o barulho do vômito no xí. O casamento já é uma merda por si solta. Eu não ia estar lá esperando, não ia chegar. É aquele barulho de vômito, barulho de repente coloca como barulho pra deixar mais vivas sensação no ouvido da galera.
É isso aí, foi, eu acho que fechamos por aqui. Fechamos por aqui, esse foi mais um leitura de cartinhas do No Ouvo, eu gosto muito de ser episódio. A gente leu os imedios e da voz aos ouvintes pra falar sobre as barbaridades comentadas ao longo do mês aqui nesse podcast. E pra você mandar uma cartinha, como é que faz? Pra mandar uma cartinha, só escrever pra contar sua rouba. Não é não. Se você tiver ouvindo agora, quiser mandar um e-mail sobre algum episódio passado do No Ouvo, você escrever pra No Ouvo, rouba no salvo.com.br, colocar o seu texto, o seu nome e... O meu amor de Deus escreve o número de episódios no título. Porque isso facilita muito no artes selecionar e agiliza o processo e aumenta suas chances de ter a sua cartinha lida aqui por nós. É isso aí, muito obrigada a todos. E nós voltamos no final do mês. Ou daqui a quatro no ouvo. O que é isso? É isso aí, muito obrigado, Braian, o FFG, e isso foi mais uma leitura de cartinhas. Tchau, valeu.
Aim, no Salvo.