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Mais uma leitura de cartinhas está no aaar! Dessa vez começando no episódio ATÉ ONDE VAI A SUA FÉ, com histórias incríveis de ex-BBBs e indo até o MUNDO DA LUA com a participação do Luciano Amaral Pedro Silva e Silva….. Bancada: Igor Seco e Braian Rizzo Edição: Daniel Bayer Capa: Braian Rizzo
Resumo
Igor Seco e Braian Rizzo leem a cartinha número 25, que marca dois anos e um mês de leitura mensal de e-mails, seguindo a ordem dos quatro últimos episódios. Começa com o BBB: um ouvinte conta como a vizinhança de um ex-participante virou set de reportagem, e outro lembra o dia em que sentou ao lado de um ex-BBB no avião e, meses depois, viu um comercial de refrigerante que parecia saído da sua história.
Do episódio sobre colecionismo vêm as lembranças de uma ouvinte sobre a polêmica das pulseirinhas coloridas, mais um fã de miniaturas de carros que teme não conseguir parar, e a bancada brinca com a ideia de ter que colecionar casas para guardar tudo. O episódio da ressaca rende o relato de um ouvinte com histórias de réveillon e a explicação de um estudante de medicina sobre como o fígado se adapta ao álcool até certo ponto.
Por fim, os e-mails sobre o episódio com Luciano Amaral trazem a nostalgia do Castelo Rá-Tim-Bum e a sugestão de uma nova temporada do Mundo da Lua. A cartinha fecha com o endereço para mandar mensagens.
Destaques
- Ouvinte conta como a vizinhança de um ex-BBB virou set de reportagem.
- Ouvinte conta a conversa com um ex-BBB no avião e o comercial parecido.
- Uma ouvinte relembra a febre das pulseirinhas coloridas e o susto que o Fantástico causou.
- Estudante de medicina explica como o fígado se adapta ao álcool até certo ponto.
- Os e-mails sobre Luciano Amaral trazem nostalgia do Castelo Rá-Tim-Bum.
resumo e destaques escritos a partir da transcrição automática
Participantes
Edição: Daniel BayerCapa: Braian Rizzo
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Transcrição
27 trechos · 4.534 palavras
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O cara de graças, o gol, o vítima. Eu quero que o vídeo comece a editar mais alto que eu até o ponto que ele fique mudo e pare de participar no... E aí, Fiji, eu tenho uma boa tática. Então, blog do Braian, estamos em um desafio para fazer a leitura no sal das cartinhas dos episódios. E eu darei o direito a você começar a ler a promessar. Posso começar? Beleza, acertam? Não, no 124 até onde vai a sua fé, vamos falamos do Big Brother Brasil. Exatamente, muito bom. Eu não só sempre gosto de comentar a gente começar aqui, é a ceiletura 0.25. Que significa que a gente faz isso há um ano e há dois anos e um mês. Dois anos e um mês. É porque doze, doze, doze… do quatro mais um. E a litro de meus ela acontece uma vez por mês, lendo os e-meus referentes aos episódios do mês que passou no caso dos últimos quatro episódios do No Ouvo, que aqui vai ser o primeiro como tu falou aí, o 124, que é o até onde vai sua fé. O primeiro e-meu começa assim. Bom dia, boa tarde, boa noite, senhores. Meu nome é XXX, por favor não leiam para evitar questões jurídicas uma vez que a ESBB citada é advogada. Após?
Eu sou um programador e dou-no-da-me a própria empresa, entre parentes e senão gosto da porra do rótulo empresário. Tenho 30 anos e moro na cidade de Susano e São Paulo. Eu não assisti o Big Brother 2016, pois estava em uma rotina de trabalho no turno e não tinha tempo para assistir a sua maravilha da televisão brasileira. Mas já assisti algumas edições anteriores. Porém, fui agraciado pela presença da equipe da Globo no meu condomínio, pois a participante Adélia do BBB-16 mora em frente a minha casa. Mas o caos não acaba por aí. Foi agraciado por diversas particularidades da cultura BBB. Ele gosta de falar agraciados. E BBB também. Isso não gosta de falar empresário. Depois que nossa amiga saiu da casa, eu apresencii arrumando o jardim da sua casa de bikini, dentre outras diversas atividades com as investimentos.
Eu já fui entrevistado pela equipe do ego na saída do meu condomínio, pois queriam saber o causa do atraso de condomínio e processos de SBBB. Você não leu errado o reporter do ego me perguntou sobre o causa. Diversas pessoas na minha família pediam para me visitar, somente para tirar foto com a nova celebridade, dentre outras bizarristas, mas eu não gostaria de me alongar ainda mais nesse meio. Fiquem sabendo que dois anos se passaram e as sequelas do confinamento ainda permanecem. A abraços a todos, e muito obrigado por me acompanhar em todos os dias no trajeto da minha casa ou trabalho. Entre parentes isso que é muito longo, ele não falou que trabalha em casa, cara. Então ele estava muito louco, esse cara ele foi agraciado por trabalhar em casa e a gente acompanhou o trajeto. Pois é, Braian, mas eu coisa que a gente não falou no episódio do BBB, que é realmente essa síndrome 2 BBB. A sequela do... Quer de viver depois.
Para tirar fotos do ego. Eu tipo, fazer dinar de só de bikini. E o tipo de coisa, para fazer fotos e ser na capa da Globo. É verdade, meu cimento acabou quando o ego acabou, né? Ah, na cobo não, eu acho que se as bebê hoje em dia virou uma coisa muito mais particular porque na época que não se tinha Instagram e redissocial, a galera precisava se preocupar e fazer coisas de bikini para que o ego tira essa foto e publicasse ou então, se cuidar ali do corpo para sair no paparás do quanto sair da casa. E agora não tem mais nem paparás nem ego. Fica mais autoginata de títicas, porra, porra, o pessoal, é só tu. Eu vejo a gente. Eu vou ler o e-mail do Paulo Fioroto. Vai, tu subindo.
Parece nome de cardo-fetita. Então, eu não entendi um motivo de tantos olhos. Entretanto, era lindo. Pois é, olhe as luzes. Entre todos os acentos do avião, o lugar dele ficava justamente ao lado do meu. O cara sentou, começou a mexer no celular e, de repente, tirou uma bala do bolso e me oferece. Quero uma bala feira. Aseitei e agradeci. Depois começamos a conversar sobre coisas relatórias. Até aí tudo bem. Quando eu resolvi perguntar o que ele fazia, ele disse. Não sei se você me reconhece. Eu sou o Elésio e participei do Bibrod. Ah, o Elésio. Viu de ele, pois. Com todo mundo. Eu só olhei pra ele e com toda emoção nível Braian que tem o respondi com um breve assim. Ah, beleza, Fé.
Não fiz isso por mal, é só que eu não era exatamente a pessoa mais expressiva do mundo daquela época. Por um segundo, o Elés era aparentou estar meio constrangido por alguém e não saber quem era ele. Depois o rapaz começou a contar que promovia festas e o caramba quatro. Então, a conversa voltou ao normal. Passados alguns meses desse trauma, período durante o qual aconteceu essa história para algumas pessoas, começou a ser televisionado comercial de uma marca de refrigerantes. Acho que era a suquita. No qual o meu mais novo amigo era a grande estrela. Neste comercial ele chegava no caixa de um supermercado e se apresentava para a moça do caixa, não sei se você me reconhece, o sou ele é, ele pode estar indo beber. A moça fazia uma cara de clín de abus a você e ele continuava insistindo que era famoso com ela pouco se importando. Em resumo, depois que isso comercial foi ao ar...
Ninguém nunca mais acredita no meu história. Pois acham que eu roubei a ideia da propaganda. Pessoa desculpa, pelo meio longo, está desculpado, padrinhos podem, mas pelo menos acredito que está bem escrito, está bem pontuado, mesmo que não tivesse seu padrinho de riqueitar. Forte abraço, senhor, desavancada, continue com esse trabalho. Obrigado Paulo Fioreto. Cara, que baita da história. Ele inspirou uma propaganda do suquita. Comercial da suquita, eu foi inspirado na história dele. Exatamente, provavelmente, o pessoal da suquita falou assim, e ele é, você teve uma história boa aí para contar A gente vai se mais propagar aí. Aí ele contou isso no dia que ele ficou estrelhido na viola. Muito bom, e coisa que eu acho uma foto aqui do Elésio, eu não comecei a suquito, acho que esse vai ser a capa do... Deputador. Porque é uma foto muito boa. Vamos para o próximo vídeo então. O próximo meio é o No Ouvo 125, colesionismo. Colesionismo que eu arrisco dizer, que é o episódio que mais rendeu em meus na história do No Ouvo.
Porque as pessoas tem muitas coleções e também rolou aquela polêmica da puxerinha colorida. Ah, sim. Que armentava puxerinha e tinha que transar e tal e aí. E carma, galera, mandou em minha suba e puxerinha. Cara, essa puxerinha existiu no clare... Eu não participei nesse episódio, então eu tava aqui. Eu to mal de verdade. Provei-te pra contar. Eu colecionava de holocózbicos, colecionei em carrinhos, hoje colecionou carrinhos em miniatura, colecionei máscara, quadros e colecionei também. Pinho de Biscuita. Axusto. O roubava o pinho da baik na espécie. O baik na galera. Aquilo pinho. Aquilo de dado. É o de dado. É o de dado. É o… de dado. É Ele se rolou da puxeria, cara. O rolou o maior polêmica no colégio que estudava, porque o diretor ele autorizou os guardas do colégio, apoiabirem um pessoal em trascido, vai se vestindo. Porra ele viu a galera de transar. Pois é, não podia transar na quarta série, porra ele. Não é absurdo. Mas é, é ir, Braian. O próximo momento é sobre colecionismo é da Mariana Blaine. Olá, querida bancada, tudo bem com vocês? Me chamam Mariana Blaine, eu tenho certeza que, olha, tenho fé que vocês acertaram a pronúncia. Não sei se você acertei agora que ela falou, acho que sim, né?
A menos que seja o Lânsito. Que seja o Lânsito? Mas deve ser blendes, eu gosto sobre nomes legais, assim. Tenho 23 anos e moores são Paulo Capital. Escuto há tempos mais nunca tive vontade de descrever. Venham por meio desse falar sobre a história da porceira do sexo no Ouvo 125. Já foi direto na polêmica direto no ponto. Eu tive muitas dessas pulseiras na verdade um braço inteiro, porque o pacotinho com várias da mesma cor era dois reais. Na época eu tinha uns 14 anos. A galera toda da escola utilizava, faziamos trança com as pulseiras, usávamos interlaçadas umas nas outras. Era uma febre, mas nada relacionada a sexo. Até que um dia apareceu uma matéria no glorioso fantástico alertando os pais segundo a Rede Mundial de Computadores, afinal, a mente
A gente não ajuda a lembrar de o significado de todas as cores. A gente tem de ela vai escrever pra gente o que cada corte que fazer, porque ela teve que procurar que ela não lembra da mais benefantástico. Uma menina usava as puseras e o jogo era os meninos tentar enreventar a puser. Cada corte tinha o seu significado. A amarela, abraço, rosa, mostrar o peito, laranja, mordida, rocha, beijo com a língua. Caramba. Vermelha, dancerótica, verde, suponhos do pescoço, branca, a menina escolha o que quer, ela pode não querer nada no caso, azul, a menina faz sexo oral, rosa, claro, olha tem rosa claro, rosa claro, o menino faz sexo oral, preta, fazer sexo, ah não tem rosa escura, só tem rosa claro, e as pucineiras cumbrilho, fazer todos os citados acima, desse...
Desde esse momento, meus pais me proibiram de usá-las, os pais dos colegas de classe também. E as professoras também ficaram muito preocupadas. E esse foi o fim das punceiras de plástico coloridas, realmente uma balezul. Pessoal, desculpas pelo meio longo, beijo da todo do quejeio, um especial para o meu irmão Leonardo, que me tornou no ouvinte, tá? É, então o Leonardo Lutá aqui no QG? Pois é, ele fala a ser do Eduardo, a gente mandou beijo para ele de qualquer jeito. Tá mandado do meu Leonardo. É despreir com as cores aqui, cara. E é bem confuso, né? Pois é, né cara, é tipo, estragar o aparado aqui, era tão legalzinho das crises dos ar e que era só um elástico. Sim, entendeu. É porque não tiver de saber, os correntes se espalharam pelo fantástico.
Desesperar o domingo e virar uma corrente nova para assustar. Mas cara, espereçada nossa. O polêmio que a gente pode criar nesse domingo, aí fazer esse de coisa. Exatamente. Exatamente. A infância do pessoal. Exatamente. Agora vamos por meio do Daniel Italo. O lá que ele dava no cara do No Ouvo. Meu nome é Italo Daniel, tenho 18 anos moro em Lagoa Santa Minas Gerais. Foi muito bom o episódio sobre coletionismo que eu já guardava fazia algum tempo. Olha só. Um tipo de coleção que eu sempre quis fazer, mas nunca consegui. Foi coletionar Minha atura. Com as minhas tiras de carros, motos e ônibus, caminhões e muitos outros veículos. Como todo o monte de carros é claro que tive algumas miniaturas a minha infância, mas no final meu cachorro sempre destruia todos os meus minhas carros. Mesmo estes feitos de ferro. Caramba, o cachorro é um boalhinho. A bola entrando na vida adulta tem o medo de começar, pois sei que não vou parar mais. Porque afinal, se é para colecionar, é melhor colecionar direito. O problema que se agrava, pois...
O problema se agrava por hoje não somente gosto de carros, mas também como vários brasileirinhos vejam muitos filmes e séries. E como vocês sabem quase toda a série, o filme obviamente tem um carro icônico que sempre aparece. Claro, se for começar por Lost, já vai todo meu salário em um dia de compras. Só aquela maldita linda, com o de azul da... D'arma, é assim que chama? D'arma, a miniatura pequena sai por 15 dólares, não é bem? Nossa. Cara, é muito caro. Até aqui, comparando com o H.O. Fígula, eles estão barata. É verdade. Mas o problema é que só de carros de sérios e filmes, sei exagero, eu conheço mais de 300. Ai, mãe, você está fugindo. Isso porque eu não contei motos, caminhões, aviões, etc. Outro problema que deve ser mencionado, problema é esse que serve para todos os tipos de coleções, é que falta o espaço para tudo isso. Sem contar que não me contentarei, com somente e tradicional,
Eu sou o pessoal do que eu sou o pessoal do que eu sou o pessoal do que eu sou o pessoal do que eu sou o pessoal do que eu sou o pessoal do que eu sou o pessoal do que eu sou o pessoal do que eu sou o pessoal do que eu sou o pessoal do que eu sou o pessoal do que eu sou o pessoal do que eu sou o pessoal do que eu sou o pessoal do que eu sou o pessoal do que eu sou o pessoal do que eu sou o pessoal do que eu sou o pessoal do que eu sou o pessoal do que eu sou o pessoal do que eu sou o pessoal do que eu sou o pessoal do que eu sou o pessoal do que eu sou o pessoal do que eu sou o pessoal do que eu sou o pessoal do que eu sou o pessoal do que eu sou o pessoal do que eu sou o pessoal do que eu sou o pessoal do que eu sou o pessoal do que eu sou o pessoal do que eu sou o pessoal do que eu sou o pessoal do que eu sou o pessoal do que eu sou o pessoal do que eu sou o pessoal do que eu sou
Eu sei que essa paixão não passa com o tempo, vídeo que a maioria dos gleanes colecionadores que eu já vi possuem a faixetar entre 30 e 70 anos de idade. Um forte abraço e até logo, então ele foi meio apregante demais na faixetar entre 70, né? Isso aí é 40 anos de coleção mesmo, então... Fica bem assim, mas o problema desse passo realmente é um grande problema. Ele precisa começar a colecionar casas para poder colocar dentro dessas casas as coleções de coisas dele. Antes ele vai ter colecionado dinheiro. Vai ter que fazer uma esposação, né? Então começa a alugar o MASP e aí coloca a coleção lá. Exatamente. Vamos pro próximo episódio, é o Não Ouvo, 126, ressacabrava. O outro episódio que não pode se explicar. O outro episódio que você não estava presente, o primeiro e-mail é do cara nos aerom, mantendo aqui a linha de sobrenomes legais. O meu nome é Carlos Henrique, que tem 25 anos. Eu gosto que os cara boto um nome no meio e outro nome no corpo do meio.
Hoje eu me frito. Meu nome é Carlos Enrique, tenho 25 anos. Sou pintor, escritor, desenhista, historiador e informação. Magro, cabelos castanhos e um olhar ser do Torre. Maringa, Parana. Fala meus nobres e dirigentes do podcast mais lífico e comunista, bolsionarista da internet. Tudo certo com vocês? Espero que não. Primeiramente, quero dizer que ouço não ouvo desde o início e tive meus e meus livros duas vezes. Foi uma honra. Sobre o último episódio, quero relatar uma história que aconteceu comigo quando eu tinha apenas 17 anos. Na época eu tinha sofrido uma galhada. Foi trocado por um pagodeiro e eu gostava de Commissional. Fiquei despeitado como diria Luide e tomava todas as... nossa, fiquei despeitado como diria Luide e tomava todas para esquecer essa parada. Porém, só dava a merda. Coisas como sexo no matinho, queimar um sofá de um vizinho e ir dormir na casa e ir dormir na calçada todo o metado.
Quero contar pra vocês, da vez que eu dei em cima de quase todas as mulheres da minha família. Era virada do ano e eu decidi meter o pé no acelerador, tal qual o mito vandíso. Puxei a minha ascove e outros drinks que dariam inveja no dole em menos de 10 minutos de festa e já estava completamente entregue nos braços do Satanás. Chamei meu primo e decidiu bolar um plano onde eu ia falar para todas as mulheres da festa que eu estava pedindo a ajuda no quarto. Eu estava hospedado, nesse quarto estava eu totalmente beba do Inú. Ele colocou pela lado, na verdade, a gente tem que poitizar no do certo, deitado na cama do lado esperando para dar em cima das mulheres. Meu Deus, quero que é absurdo, de ver que é absurdo. Resumindo a parada, fui banhido da festa e tomei umas porradas. Acordei no banheiro todo cagado, mijado, vomitado, não lembrava de nada, mas meus primos, ok, mas meus primos disse que eu fiquei com uma tia que tava mais louca aqui, eu. Me avaliu a pena, cara, ele falou que ele deu em cima das mulheres da família dele e ele ficou com uma tia. Acho que tia nesse caso não é gira, acho que tia, se cala, se cala, se cala… se cal
Eu realmente eio de mão da manhã do pai dele. Cara, eu não espero que seja, porque aí é muita alegria para uma festação. Abraços aí para vocês e que faça um episódio, você só tem uma chance com o Jovem Nath de Azagá. Foi. Cara, que é isso. Cara, se é doente, como é que eu não me dele? Carlos Zairão, é aqui. Você já ficou com a tia de um amigo, bradinho? Nunca eu fiquei com a tia de um amigo, o amigo nem é minha própria tia. Então eu falei que é meio um foda, você já ficou com a tia de um amigo e imagina ficar com a própria tia. Qual a própria tia de uma tia de um amigo? Eu já quase fiquei, só que ir lá hora. Eu percebi que era dia de uma vez. E ela era muito dia. Então, ficará muito dia no sentido de idade avançada. Exatamente. Agora, o próximo e meio é do Mateus Cardin. Esse é Cardin? Cardin, será? É igual o PR. Pode ser. Olá meus queridos do bancada, meu nome é Mateus, estudo medicina no interior de São Paulo e escuto todos os podcasts de vocês desde o piloto do No Ouvo.
Ao contrário do que meu estimado, Luide, baixo, um vez, pemei 10, 10, quando eu cuinto parênteses aqui, disso no episódio, a resistência ao cólica de fato existe. Para explicar de forma simples, a cello, Luide, se vocês écoterem as cartinhas, que eu acho muito difícil, perceba que é um estudante em medicina que está tido mal. É que é footando. Tá bom? Para explicar de forma simples, as células do fígado, que são responsáveis por lidar com algo, vão melhorando sua eficiência. Conforme o aumento do volume e a frequência do consumo ao código. Portanto, quanto mais costuma, a pessoa tem de beber, mais ela demora a ficar bebra. No entanto, nem tudo são flores para nós que adoramos uma cervejinha. Esse aumento de eficiência só acontece até certo ponto.
De forma que depois dele as células começam a ter problemas do funcionamento e até mesmo morrem, causando fibrositecidual, a famosa cirrosa. Muito bem, o imeio era só pra esclarecer isso mesmo e parabénilizá-los pelos ótimos podcastes, principalmente o bicuda e o rebobinando que estão cada vez melhores. Um grande abraço e continuem o ótimo trabalho. Olha o Mateus, o que o Mateus explicou pra gente? Mas ou menos o que acontece com os ossos de um lutador de UFC, por exemplo. Vai ficando mais resistente com o formelho, vai trabalhar. Exatamente, o oso tem um esquema que cada vez que ele chega perto de trincar. Ele fica, ele recebe mais calço. E ele fica calço ficado, cada vez mais duro. Até o ponto que isso não funciona mais, ele quebra e vai pegar a perna do under, se você não for. O underson se vai acontecer. É então isso aqui foi porque eu comentei do Cato Piric, que ele bebe bastante e ele bebe...
Sem parecer que ficou bebendo assim. Então você pode ter peso de quatro pessoas. Tem isso, então. Mas eu falei a função do cara ser um pouco mais pesado, de ser um pouco mais sem sentir o alco ou o ídio do cara do bebê com frequência. Que o Perú não bebo quase nunca. Então quando o bebê é uma latinha, eu ficou bebendo. Agora o cara que toma vídeo latinha por dia, ele não vai ficar bebendo na primeira latinha. Ele vai criando resistência, é o que eu achava, né? Só que o Luide me refutou aqui e agora foi refutado pelo... Pois é, eu tenho a teoria, Braian. Então, mas, assim... Quanto mais ser você começar a bebê melhor? Então, você começa a beber com quatro anos. Ah, assim, claro. Você vai continuar aí. Sim, querendo resistência desde cedo. É assim, o filho do Elele leva até, tipo, sei lá, 20 anos de idade pra ficar completamente formado. Tá. Entendi. Sim, você começa a beber enquanto ele tá se formando, vai acostumar já com algo. E aí ele vai ser um frigador antes de se rose. Exatamente. O problema é que se depois do parar de beber, aí tu tá fugindo, porque já não costuma. Não pode parar no caméter. É igual à teleta, né? O pessoal da ginástica olímpica não pode começar com 20 anos, tem que começar com cinco.
Exatamente. Já comece, quer ser uma teleta da bebida, como se eu ir com as coisas. Fala sentido, cara. E o próximo e-mail já começa a ser do Novo 127, diretamente do mundo da Lua com o Luciano Amarão. Esse episódio do Tava, o que não tava. E ele foi... Sobre Castal Rathim Bum, coisa que não. É um episódio que eu chorei, meio hora depois, no caminho pra casa, e o que? Chorei isso, eu liguei pra minha mãe e falei com o Pedro do Castal Rathim Bum. Falei com o Lucas do Sul. A minha mãe falou assim, que bom filho, e diga. Leio e meu, vamos lá, o e-mail é do Igor Costa. Fala no Overz, aqui é o Igor, vou fazer 20 anos no próximo dia 3. Assim como boa parte das pessoas, nessa idade, Castelo Ratimulfa é parte da minha infância. Ouviu o podcast com o Luciano Amaral e conforme ele foi falando sobre o Castelo, fui me lembrando de como esse seriado fez parte da minha vida. Eu assistia diariamente, e mesmo passando na TV, eu ainda tinha uma fita vhs para assistir quando quisesse, isso quando não gravava os episódios. Um momento que me marcou muito foi o episódio em que o Nino brincava de mágica e fazia diversos números.
Um deles era fazer objetos sumirem dentro de uma caixa. Eu resolvi imitar isso em casa colocando objetos dentro de um tapoeir da minha mãe e cobrindo com um pano. Obviamente a mágica fracasou completamente. Fiquei extremamente decepcionado e a partir daí eu passei a desconfinhar de tudo o que via na TV. Foi triste lembrar disso, mas sou grato por castelo ter feito parte da minha vida. Obrigado por lerem e continuem sempre falsitope. É isso foi meu do Igor Costa e cara ele tem 20 anos. O Castaol fez parte da vida dele, eu tenho 28 e fez parte da minha infância também. Então acho que na real ele está até hoje passando na TV. Provo está, cara. E perca a gente está mesmo passando na TV. O Zivo é uma curiosidade que a TV Cultura adicionou o Castelool tinha muito inteiro no YouTube. Ah é? Você procurava lá, a Castelool tinha um tema oficial deles com todos os episódios e sequências. Coisa boa. É muito bom, aí você não precisa mais dessa fita VHS e o Rosto. É que dá problema, você pega essa amorfa e fica perrivo. Inclusive, deixa eu aqui meu parabéns.
Dia 3, o Universário dele, Salva do Gá. Salva da Gá, e o Universário do Novo Filhado também, por isso. Olha, talvez aos dois. Muito bom. Vamos ao próximo episódio, próximo meio é do Val Mir Junio. Val Mir Junio é o último meio dessa leitura. O último meio, então vamos lá. Manda ver. Olá, banca, mais amada da Podosfera, me chamo Val Mir Junio, tenho 23 anos em sol de Manaus. Olha. O vindo último episódio, não ouvo, 127, com Luciana Maral, veio uma grande nostalgia da infância que era basicamente sentar no sofá, no fim de tarde, e acompanhar toda a programação da TV Cultura, que é desde pequeno... Seu, com o seu nome, com o seu nome, com o seu nome… com
E sobre uma nova temporada do mundo da Lua, o protagonista iria se chamar em Zeus Silva. Ele deixou pergunta, fica a discussão para bancada um forte abraço e até mais. Foi o meio curtíssimo aqui do Vomí. Muito curto, mas com uma ideia genial ali, que é fazer uma nova temporada do mundo alô com o Eurso Silva. Eu acho que não cabe não. Será que não, porque o Lucas ele é o Eurso daquela época, dos 80. Pois é. Então pode ser o Eurso Silva e assim como o Lucas Silva tinha o gravador. O Enzo, você não pode ser podcast do por exemplo. Mas eu só porque não ficaria bom, cara. Por que que não? O Palácio Plano Autola são desenhos no YouTube, que conta as histórias, as aventuras, o Enzo e da Valentina. Não, seu vinho. E é uma merda que ele dizem. Então acho que qualquer coisa é ruim. Melhor não fazer referência ao Palácio Plano Autola e aos senhores. Exatamente. Deixam os senhores os empais, que a gente esquece logo. Existem muitos podcasts também, no melhor de te falar. E o Antônio Fagundo está mais velho também, nesse tão legal. Porque é difícil o Antônio Fagundo naquela época. Ele era pai do Lucco Circiva, né?
Até cá, agora ele é tipo um bizavô do Enzo, sobre o senhor. É, não ia dar medo da certo. Braian, e cerramos essa leitura de emails? Acabamos rápido e gostoso. Se eu quiser mandar um email, como eu faço com um email? Pode mandar para não ouvo, ouvo, ouvo… ouvo Eu sou o Nadeemi, do Novo, na Twitter, que é a Roba No Ouvo ou também no facebook.com-no-ovo, que a gente leitou do lá e seleciona os principais para a leitura do meu esquivê. Também não deixem de seguir a gente no Instagram, que é o Novo Real, é isso? É isso, é a Roba No Ouvo Real. Mas eu vou recadir pra lá? Acho que era isso, cara. Então é isso, ficamos por aqui, com a leitura de emails. Até a próxima, meu senhor, isso um forte abraço, um beijo no coração.
O que é O que é O que é… o que