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Chegou mais uma remessa de CARTINHAS DO NÃO OUVINTE! A penúltima do ano, tradicionalmente na sexta-feira mais próxima do fim do mês..... dessa vez com Cid Cidoso e Braian Rizzo pra dar voz às histórias enviadas por vocês, sobre os últimos 4 episódios do podcast do povo brasileirinho...... Bancada: Cid Cidoso e Braian Rizzo Edição: Daniel Bayer Capa: Braian Rizzo
Resumo
Maurício Cid e Braian Rizzo conduzem a penúltima Cartinha do Não Ouvinte do ano, com e-mails dos quatro episódios mais recentes. O Cid explica por que o programa prefere ler as cartas num episódio à parte, em vez de interromper a conversa nos episódios normais.
Do episódio sobre amigos vêm lembranças de cumprimentar quem não se reconhece e as travessuras de um grupo de adolescentes que jogava sacola de lixo nas casas dos vizinhos, o que leva a bancada a trocar histórias de infância com vizinhas rabugentas. Do webnamoro chegam relatos de relacionamento no jogo Rabu e no WhatsApp, e a história de um avô de quase 70 anos que descobre o Facebook. Do Camarote do Enem, um ouvinte explica como funciona a certificação do ensino médio e outro conta que perdeu a redação por causa de um jogo do Corinthians.
Do episódio da gambiarra, um engenheiro conta como resolveu o acelerador de um carro com cabo de varal. No final, um e-mail especial mexe com a antiga webnamorada do Cid e termina com uma foto revelada ao vivo.
Destaques
- Começa a leitura das cartas sobre o episódio dos amigos.
- Ouvinte conta o bonde da adolescência que jogava lixo nas casas.
- Ouvinte que perdeu a redação do Enem por causa de um jogo do Corinthians.
- Engenheiro resolve o acelerador de um carro com cabo de varal.
- E-mail especial sobre a webnamorada do Cid e a foto revelada no ar.
resumo e destaques escritos a partir da transcrição automática
Participantes
Edição: Daniel BayerCapa: Braian Rizzo
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Transcrição
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Carregnaz, tu não ouviu o time! É verdade, mas ou não Ouvo, cancelado, porque eu estou com o meu celular, mas não vou cancelar não, eu continuo assim mesmo. É o leitura de cartinhas, Braian. O podcast é o mensal, onde nós lemos e mesmos, do Luide. Pensei, há dois anos que a gente explica isso. há dois anos que explica isso, porque isso vai precisar de número 22. E daqui há dois meses a gente vai chegar no episódio número 24, que completa 12 mais 12, dois anos. São de chega da lata mais genio, mais genio dos números. Bem calculado, Braian. Muito bom, a gente faz o leitura de cartinhas, por quê? Muita gente se pergunta aí. Por que? Porque as fases de leitura de cartinhas, porque não sei o que, pô, porque... Existem muitas respostas pra essa pergunta. Existem muitas respostas. A principal é, a maioria dos podcasts responde cartinhas, leitores, balabá, durante os episódios. E eu acho isso uma encheção de línguísseis na real. É, uma encheção de língua. É, uma encheção de língua. É, uma encheção de língua. É, uma encheção de língua. É, uma encheção de língua. É, uma encheção de língua. É, uma encheção de língua. É, uma encheção de língua. É, uma encheção de língua. É, uma encheção de língua. É, uma encheção de língua. É, uma encheção de língua. É, uma enche
O que é O que é O que é… o que O The Voice, não ouvo ouvo ou não salvo, o ponto com o Votuber. É isso aí, mano. Você que mandou e meia pode ter o seu e meio lido. Aqui os mais interessantes a gente lê isso. É muito legal esse episódio, porque a pessoa pode ouvir o episódio e se ela não ouviou algum episódio ao longo do mês, ela para esse episódio, escuta e depois volta aqui. Ela fala, parece interessante esse episódio onde eles falaram sobre amigos, por exemplo, porque o tema do Não Ouvo, 100 e 14, que foi aquele novo que você não estava aqui porque você estava tomando em média, em casa. Sim. E a gente falou sobre a amizade. Meu episódio muito bonito. Então prosseguei. E aí o primeiro meio é da Natalha Borges. O título do episódio é a amiga coisa pra se guardar. Ela começa dizendo assim, Olá bancada, amada desse Brasil. Me chamo Natalha e sou de Caraguá, que é o apelido para Caraguá Tatuba. Se complica quem quer. Mas acho que existe uma caraguá. Caraguá? Eu acho que não. Se não, a Caraguá estaria processando os Caraguá Tatubenses por usar em nome desseidade deles como o apelido para as ideias de descobrir enquanto se é. De Caraguá Tatuba.
Beleza. Aí ela fala assim, tem muitas histórias embarassosas com amigos. Inclusive, amigos que já me deixaram de lado, tem até amiga que foi para os Estados Unidos e hoje lembra mais dos meus irmãos do que de mim. Deverem me preocupar com isso? Enfim, mas uma que me deixem culcada até hoje foi quando eu tinha sete anos e estava na praia. Praia lotada aparece uma menina da minha idade super alta e cabelo colorido me chamando pelo nome toda feliz. Fiz cara de quem nunca viu na vida aquele ser e ficou um silêncio constrangiador por um tempo. Até que minha mãe chegou e disse, Natália, é sua amiga da escola, a Fulana, não lembra? E eu na maior sinceridade, não sei se disse, não, não lembro dela, mãe. Isso aconteceu outras vezes o que me fez lembrar até hoje das histórias. Mas não por ser uma amiga e sim por ser uma pessoa que acha que foi minha amiga ou alguma coisa do tipo.
Mas eu não faço ideia o que é uma é. Me sinto um pouco mal por isso, às vezes. Péssito, hoje eu tenho 26 anos. Beijos e até sesséis que os pê. Olha, ela vai descer estes pê. Ah, ela vai lá. A Natalha está lá por lá. A Natalha é bora. Já colam a minha estude da Fínica e a gente vai ficar lá, em breve. Exatamente, em breve horários. Em breve horários, exatamente. Avisaremos os horários. Caramei em normal, sei que ela falou, né? Bem, normal, eu tudo descobriu que existe essa cidade de cara, agora. Eu descobri que não existe. Não existe, então o cara agora é apenas um período para a cara que eu ato a tua mesa. É, pelo menos eu não achei. Beleza. E isso é muito comum também, mas só que ao contrário dela, porque ela falou que ela fez cara de que nunca viu. Eu fiz o que conheço todo mundo. É também. Qualquer pessoa que me acompanhenta, eu fiz o que eu sei quem é. É, eu puxo assunto. Eu... eu...
Eu me arrisco a dizer que eu comprimendo mais gente que eu não sei quem é do que quem eu acho que é. Ah, cara, eu não estou nesse ponto, mas direto acontecer minha namorada para perguntar de alguém me comprimenta e conversa comigo e na namorada para o taquinha, essa pessoa eu falo, não sei se não faz uma menina. O que direto acontece comigo é o seguinte lembra de mim? Tá. Começou essa frase e fodeu. Não, fodeu, não tem a menão possibilidade de lembrar. A partir desse momento eu até lembro. Eu até lembro. Eu acho que eu lembro, só que tem muito isso a se identificar conversando porque quando uma pessoa chega e te cumprimento puxa um assunto, existe uma grande possibilidade de durante a conversa a pessoa falar do onde ela escondida. Então, entregar de cara que você não sabe quem é, é perder oportunidade de deixar com que a pessoa entregue. E se você tenta, se cumprir. É pessoal vai falar alguma coisa que vai oupe, lembrei quem é ele. Pra sentir. Pra sentir. Pra sentir.… Pra
Eu lembrei dos meus 15 anos na época dos famosos bondes. O bairro onde eu morava chamava recanto das duas famosas bondes. E eu acho que ele vai puxar aqui algo sobre os atsados, que ele falou dos grupos de amigos, tal. Ele falou que ele vai puxar um monte de velho e ele vai falar de bondinho. Na época do bonde, meu pai poderia falar isso, meu pai. Eu poderia, mas ele falou que lembrou dos 15 anos na época dos bondes. Então eu acho que ele vai puxar grupos de amigos e coisas dos tipos. Por ele, por ele, para ter 95 anos, tem um nome de bondes. Pode ser. Vamos ver, mas acho que se ele tivesse 95 anos ele não ia se chamar Pedro em rique. Para aqui, será que já há 9,5 anos atrás? Não, se vê que Pedro era uma pós-lua. Não, não é? Pois é. Não é, vamos lá, vamos lá. O pai arrondiu uma raiva se chamava recanto das duas. O nome do nosso grupo era BDR entre parentes bom de do recanto. Super inovador, né? E uma das nossas brincadeiras deste nosso bom de se chamava em comenda entre parentes. Aliás, entre aspas, fui o Bull Rogar.
Que vem entre parentes e ao seguinte, a gente pegava várias sacolas de lixo, cheias obviamente, com tudo que é tipo de lixo dentro, desde garrafa de vidro até bosta de cachorro. A gente tocava campainha e gritava em comer e jogarva dentro da casa da pessoa. Arralha! Depois corriam os feitos bombinhos. Nossa, se era lógica que é feito bandinho, porque se é criada. Já deu até merda uma vez, porque a dona da casa pegou a gente no flagra. Sorte que ela não conhecia o pai de ninguém ali, se não estaremos fudidos. Tem vezes que já jogamos até pedras no telhado. A gente só ouviu o barulho e desaparecia, como Luide disse, Era uma sensação muito boa. Se eu chamava Ana Linha no seu animal de adrenalina. Ah, mas tá certo, não fazendo. Foram bons tempos e falando hoje bate até aquela saudade da infância. É isso, valeu, galera. Obrigado por ter enlido meu e-menso e meu, eu não foi ter menos assim. Abra-se para todos e até mais Tchuchu Kais. Tchuchu Kais, não chamam...
Eu acho que foi a minha feliz. Mas é bem normal, cara. Foi o pequeno vândalo? Não, não era pequeno vândalo, mas você faz coisas para... Não sei a criança, você faz coisas para entender os seus limites. Eu tocava muita campanha, essa é correndo. E também, mas é que às vezes... A gente só cria ele falar que a vez que deu errado foi a vez que a vizinha pegou no flagra, porque às vezes toca um país e a pessoa por acaso está abrindo a porta. Pô, está, né? Conteste isso às vezes. É, eu tinha uma... Eu tinha uma vizinha que era a portuguesa. Toda rua tem uma portuguesa, sempre tem. E ela furava todas as bolas que eu era na casa dela. Era a maior casa que tinha no carterão era da... É caí uma bola lá e o colo que a gente brincava no portão que a gente brincava do lado da casa dela. Então a bola cai lá direto toda hora. Toda hora. E aí quem chuteu é a regra da rua, quem chuteu que busca. E aí as chuteus me chuteu. E todo dia alguém invadir a casa dela para buscar a porra da bola. E vai de casa dos outros, é uma coisa que eu era...
Não é muito grande, quando a gente tinha que ver as coisas. Acabou. Porque as vezes ela furava as bolas e a chance ela tinha que encontrar e furar você. Furar, exatamente. Era grande. É complicado. Era grande. Então ela sapou, português lá, sofrinha. O próximo e meio já é do novo, 113 em episódio sobre Web Namoros. Web Namoros. Esse meio é do Patrick Oliveira, Patrick com CK. Eu adoro o Patrick com CK. É o jeito correto. Mas a gente faz um Patrick com queu. Patrick, o e- Patrick, Patrick, Patrick, é ficar ruim. É caro e demais. Olá, queridos localitores desse podcast tão amado pelo brasileiro. Meu nome é Patrick Gades e tava com o Patrick Oliveira do meio, tudo bem. Não é que tava mentindo pra mim. Não é Patrick Gades e venho por meio desta carta contar minhas histórias sobre o podcast de Web Namoro. Web Namoro, por favor eu gostei desse podcast, foi muito legal. Foi bem bom. Bem, como citado no episódio, o famigiarado Rabu é um jogo utilizado por muitos como ferramenta de Web Namoro.
Igor, o futefé legal. Ele fala com ele não foi diferente, pois eu era um cyber pegador nesse joguinho. Lembro de muitas histórias de web namoradas, dentro do jogo e aliás, dentro do jogo, eu sempre acabava ficando triste. Vamos ver por quê? A última que tive me traiu com um negão. Lembro até hoje da cena de entrar na sala que ela estava e ver ela sentada do lado do negão, deixando ele. Me virei sair da sala, se desliguei o PC e nunca mais eu ganhei Rabu. Caralho, que tristeza, cara, Rabu. Acava com a vida, era especial. Aí ele completa. Provavelmente, ela era um velho tarado, mas mesmo assim, fiquei abalado pela cena. Mano, será que eu não engano ainda?
Bem, também tive um breve namoro de WhatsApp, que teve uma história um tanto quanto estranho. Tinha chegado uma menina nova no colégio e então logo organizei uma rodinha de amigos para dar notas e etc. Todos acharam notas nas meninas, nota de beleza, deve ser. Eu vou marcar o Zuckerberg. Eu falei, caralho, promover os alunos a professora, depois é para dar notas... O que é O que é O que é… o que Ele fala que todos acharam ela feia e pelo menos... Não, pera que eu me perdi totalmente no meio. Organizou a rodinha de amigos para dar notes de césar. Todos acharam ela feia. Menos duas pessoas, eu e um coleguinha nos apaixonamos a primeira vista. Porém, eu com a minha baixa autoestima, logo pensei. Claro que é lerar preferir o meu amigo e não a mim. Normal. Normal, se tinha uma baixa da criança na escola exatamente. Mas o improvável aconteceu, ela gostou mais de mim do que dele e então começamos um relacionamento. Estava tudo feliz até que ela se mudou de escola, o que me deixou abalado. Porém, com tudo toda a via, o WhatsApp
A rapitinha acabado de estourar na mídia e pensei em manter o relacionamento por lá. Porém não deu certo e acabamos com o relacionamento dois meses depois. Obrigado por ler este email. Espero que esteja tudo bem pontuado e vamos lá. Não estava muito bem pontuado. Não estava muito bem pontuado. Não, mas a história que em breve vai existir um outro aplicativo. Mais popular do WhatsApp. E ele vai voltar na baracolhela. Olha. Ele só começa na mora. Essa mesma menina, toda vez com uma tecnologia, eu não era um amigo. A gente de que um novo chat é parecido, por exemplo, se ele tivesse começado a namorar com ela no Mirk, terionam morado ali no meu seco, no urcúcio, no Facebook, no meu Messieno. Se ele for morar na Coreia, é capaz de instalar o chat e ela aparecendo Coreia. Olha, é uma boa. Então, cara, vá atrás do novo tecnologia, isso vai encontrar o seu amor. Se não é sancional. É a única maneira aí. Sancional. O próximo meio ainda sobrou a de namoros do Guilherme Benites. Olá, amigos da bancada. Guilherme Benites. Benites.
E aí, meu amigo, araguai. Meu nome é Guilherme Benítes, sou o Padrinho do Novo, tenho 20 anos. Sou de Itacoa Que Setuba. Eu tenho caragualtato e caralho. E tá coquece tudo e caragualtato. Caragualtato. Estou com a gente hoje. É o programa de hoje. Acredito que meu avô tem a melhor história sobre o abnamoros. Ele é um nome meio então, então, o tal. Ele é o senhor com quase 70 anos, problemas cardíacos e de próstata. Entre o parentes, isso é importante para a história. A importância de uma área de batecoração muito forte dá no curto. E ele me pediu para criar um Facebook para ele. Criei e para ele não esquecer, coloquei uma sima, conheci da minha. Não demorou umas três semanas para ele começar a compartilhar fotos de mulheres aleatórias. E não largava o celular. Eu e minha mãe, curiosos, resolvemos invadir a privacidade dele e ler o que ele andava fazendo no Facebook. Com mim, com mais fico apregoso mesmo. Eu ficava com ele aí. Entramos no...
Eu fiz o book dele e vou gastar de rentaio. Pode ser, meu povo eu travo no Rabu. Eu vou no negão no abu. Entramas no Facebook dele e vemos que ele estava trocando mensagens com três mulheres diferentes. Virou uma rotina a minha mãe, acessar todos os dias para dar risadas das mensagens, pois havia diversos erros de português. A cada dia que passava, as mensagens ficavam mais picantes e a gente só dando risada. Até que um dia ele entrou no Facebook e dita-o para uma senhora. Hoje vou te enviar uma surpresa. E ah, não! Você viu a piracar tão bom, cara? Ficamos o dia inteiro tentando imaginar qual seria a surpresa. Até que chegou a noite, estávamos lendo as mensagens e, bã, ele enviou a foto do pal dele.
Que não levanta por causa do problema da próxima. Fota, porque ele tem elevelho. E foi assim que eu aprendi, nunca mais, fazer aquilo, já que foi um trao uma marcada na minha vida. Algumas vezes ele sem querer já postou fotos nesse estilo na timeline do Facebook. E quando foi confrontado pela família diz isso que foi rakyado. Olha aí. Vou esperar de 70 anos. É, essa história de o Raquedra. Ele escreveu aqui que eu vou falar que foi irrasqueado. Rásqueado. Essa história, cara. Por que um raque vai invadir o perfil do senhor de 70 anos, sabe? Pra ver a conversa dele, qual os velhos? A ver a perocorda em rogada dele. Até hoje ele troca a mensagem, escudo diversas mulheres, mas não me arriso com a saber o que acontece mais naquele inbox. Isso aí foi uma lição de vida pra você. Deixar de ser otário, cara. Deixar de ser curioso. E aí viu um negócio, eu tô falando pra ele deixar de ser otário, ali manda aqui, ó.
Eu estou vivendo em anex também alguns prints dele trocando meus sajos com a senhora. Desculpe pelo meu longo abraço e não mandou a rola, mas realmente mandou prints de conversas bem constringedores. Eu vou poupar os omitos disso. Vamos analisar depois. Depois de analisar. Queradê concalmas? Depende vai pro nosso site, vai ao Genius. Gentes, ponto com o ponto. Acho que vale. Gentes com Jato, hein, que não conhece. Isso é que tem várias vozes. Esse cara é o meu do Glam, bem-dito, foi muito bem-escrita, muito bem-pontoado na tua, que ele é um padrinho de um ouvo. Para bem, Glam, mas a pessoa é instruída e bem relacionada. Estruída, né? É destruída, né? Estruído pela estruíde rogada do Ovo. Não ouvo, centredose, Camarote do NNN 2017. Opa! Mais um marco no mês de episódio de Novo. O e-mail é do Felipe Bianco. Olá, bancada da Zueira. Olá, Bianco. Tudo bem com vocês? Estou bem, apesar de ninguém ter perguntado. Meu nome é Felipe e eu tenho 23 anos. Sou de Londrina no Paraná, do Vio do Que Luide, nunca até vendo pra cá. Eita!
Ouvindo a episódio sobre... Já foi pra Londrina? Eu nunca foi. Eu não acho que ele é o que eu lhe dito pra não. Eu não acho que ele é o que eu lhe dito pra não. Eu não acho que ele é o que eu lhe dito pra não lhe dito pra não lhe dito pra não… lhe dito Sou o corinte ano, talvez fanático, não tenho tanta certeza assim. Vamos, vamos ler o meu dedo e ele estava se te descobrando. O ano era 2011, no segundo dia de prova, que naquele ano era o dia da redação. É, na época o Enem era feito no sábado do Mingo e do Mingo a dia da redação. Em 2011. Em 2011. Caio justamente no dia de um jogo muito importante. Era praticamente uma decisão do segundo turno do campeonato brasileiro. Corintias contra Atlético Miner.
Era o primeiro contra o segundo lugar. Ele não fala que quem era que estava em primeiro dia, o vice-oconíteis. Que é, geralmente, quem estava em primeiro não estava do que o Pé do Pé do Pé do… Deixando o time com uma mão na taça. Péssito, obviamente, não conseguir nada no ano seguinte, pois seria a nota da redação, mas valeu a pena. Cara, valeu muita pena, porque graças ao seu esforço de não ter feito a redação do eném, você trouxe vibrações positivas para seu time, que foi campeão brasileiro, e graças a isso, foi para o Libertadores do 2012, foi campeão da Libertadores e campeão mundial, ou seja, o Corinto se te agradece, eu também te agradeço, muito obrigado. Cara, amor, que me assagem bonito agora.
E ele não fala o que ele faz hoje, mas ele fala que no ano seguinte ele não consigo fazer nada porque o zero redação. Não acontece, né? Não acontece. Pedro Henrique, fala não ouvo. É isso aí, fala não ouvo. Me chama Henrique que tem o vinte e três anos e falo de pirascabas São Paulo. Vem por mim, Pira Parinha. Pira as calvas. Pira as calvas. Vem por meio dessa carginha, apoiar nosso querido amigo Flúves, também conhecido como Braia. Neste pôo de Cast, o mesmo afirmou que o enê tinha capacidade de eliminar no ensino médio. E isso é a mais pura verdade. De 2009 até 2016 essa iluminação ficava disponível para quem? Deus pontos. Fontos completados 18 anos até o último dia de discussão da prova. Descolher a opção certificado de conclusão no ensino médio.
Escolher na inscrição do Enem uma instituição certificadora, isso é um tempo. Conseguir pelo menos 450 pontos em cada uma das quatro provas. O objetivo do Enem era 500 pontos na redação. Olha aí. Então, cada discussão que a gente teve, ele confirma que é ele falar que a partir de 2017 o Mac desenvolveu uma prova separada, que é o E-NCC, J.A. A. A. A. Que significa exame nacional de certificação de competência de jovens e adultos. Se você eliminou e se no med inteiro numa prova, cara, é muito errado. Não, mas continua assim, só que agora não é aí, hein. Agora tem uma outra prova só para isso. Para separada, para isso. Para mais informações se virem procurando o Google.
Mas, vou abrir para a explicação e a gente tem uma discussão sobre isso. Porque antes eu nem ele fazia as duas coisas. E era ruim, porque o cara que fazia só para eliminar esse médico faz uma prova com o mesmo grande dificuldade do cara que queria ser médico. E eu acho que agora de repente esse outro que é mais focado em só eliminar esse médico, não sei, nada sei. Mas deu para entender. Eu para entender, muito obrigado aí pela sua inteligência, meu amigo. Exatamente, o Henrique. E aí já temos um outro episódio que é o novo 11, mestres da Gambriar. Gambriar, não, não. O primeiro e-mail é do Eduardo Marquiore. Bonito, soube-me num dedorte. Marqueore? Marqueore. Ah, não é da Val, Marqueore? Talvez, talvez. Ele tem 22 anos e ele é de Belo Horizonte Minas Gerais. Falou meu povo sobre o episódio 111, mestres da Gambiarra. Veio comentar sobre quais objetos podem ser inseridos na camisinha. Ah, agora sim. No meu terceiro ano. É pra isso, contesta, olhando aqui. Claro, claro. Tem entrou uma discussão?
Você era possível colocar um prato dentro de uma camisinha? Sim, porque ele... Que era pra você comer com a comida em cima da camisinha e depois descartar a camisinha com o lixo e jogar fora. Exatamente. É a gente de toda esse papo, porque eu falei de fazer isso com essa cola plástica, e o Igor falou que podia fazer isso com uma camisinha. E a gente trouvou uma discussão aqui que podia, que não podia, porém recebemos muitas imagens de pessoas colocando pratos daqueles mesinhos. É verdade. E aí ele fala que o Marqueori, eu vou chamar de Marqueori, que é mais legal. É mais social. Mas social, é isso. No meu terceiro ano, todos os meus colegas de sala sempre tinham uma entre parênteses camisola, entre parênteses mesmo, na carteira.
E os avam para colocar várias coisas menos o que se deve fazer, né? Que é exatamente. Uma vez conseguir uma proeza de enfiar uma mochila. Ah não. Sim, mas retiraram todo o material de dentro dela. Ah é assim. Retiraram todo o material de dentro dela e rolaram ela virando o rolofino e apusaram na camisinha. Ah, numa mochila dentro da camisinha. A mochila na camisinha. E não bastando a suéra com o coleguinha. Também amarraram mochila no ventilador e deixaram lá. Imagina essa cena, uma chila que eu não ia ter que ir na camisinha. É, é. É, é. É, é. É, é. é. é.… O meu nome dele é Marquiorre. Eu falo que ele é Marquiorre. Você falou que ainda não é Padrinho. Você já padrinho, Padrinho, ponto com ponto BR, barra no Ouvo? É, cara, tem plano de um real lá, tem plano. Tem 10 reais já tem mais bem. Eu estou com uma camisinha. Mas o barato é uma camisinha, então fica o convite aí. Se for acessível, não é? Se é um real, for acessível. Se é um real, for fazer falso. Eu deixei de comprar uma camisinha por mês. Não botar a mochilha de ninguém dentro do recamizinho e colocar o dinheiro no padrinho. Exatamente, é uma boa. É uma boa ajuda no Ouvo.
Vamos continuar sobreviver. É verdade. Se ele for acidente do plano, o block teve um box que foi com camisinha dentro. É verdade, ele pode usar a camisinha para colocar o box dentro. O que é que ele quiser? É, que bem pensado. Boa ideia. A próxima e meio do Lucas, eles boas. Olá, me chamam Lucas, tenho 30 anos e sou engenheiro de controle e automação. É, profissão favorita. Profissão gambiarra. Costumo ouvir os episódios um pouco atrasados e neste momento estou ouvindo o mestreles da gambiar. Não sei se chorou ou se entorgulho pelas coisas que estou ouvindo. Primeiro, o Braian tava maluco nesse episódio. Acho que ele merece o título de pouco o adrioco e gambiar reiro. Quando ele começou a falar do interruptor do banheiro, achei que ele teria feito uma extensão para o interruptor da luz, mas ele levou a gambiar a um nível completamente épico. Que foi quando eu contei da porta do banheiro lá, que o interruptor fica atrás da porta. E aí ele fez algo que me sugereram fazer, que é uma extensão que passasse
Essa é a lista do Dr. Ptore, e você tem um lado que faz mais fácil. Mas eu fiz melhor do que isso, quem quiser saber melhor é o episódio, né? Em outras histórias maravilhosas, lá. Mas é isso. Mestre da Campeonesa. Campeonesa é uma pessoa que sentiu ontem. Sugiro colocar um barbante na tecla e passar pelo vão da porta para poder desligar a luz do banheiro quando sair. Olha, uma sugestão interessante, porque a minha campeonesa só assim, de luz é uma apaga. Apaga. Agora vai poder apagar com essa cedeia do dinheiro autônomo aqui. Boa. A ideia do Igor de fazer um composito, com algo dão e superbonder, é algo digno de prepar... O nosso nosso nosso… É sério. Na época que você estava meia passar de dia. Vou passar de a gente, vou começar a dar essa dica para todos os médicos que eu conheço. Na época que estava na faculdade, meu irmão comprou um fiat brava e este estragou o acelerador com um pouco tempo de uso após a compra. Como gosto de mexer em coisas, meu irmão pediu para mim resolver o problema. Analisei as peças a serem compradas e fiz alguns telefonemas para trocar o cabo partido e a peça quebrada custaria 1.500 reais.
Prontamente eu prendi um cabo de varal com chumbadas, como é que é? Chumbadas. Prontamente eu prendi um cabo de varal com chumbadas ao motor, que é um cabo de varal com chumbadas. Chumbada para não sair, chumbas... Pode ser. E ao pedal do acelerador, substituindo o cabo do acelerador original... Por um varal. Faz sentido. Faz sentido. A lertei o meu irmão de que o profissional deveria fazer o conserto pra manente depois. A obviamente não saíria barato. Meu irmão foi post-sergando o conserto e ele ficou com o carro por quatro anos. Viajou por diversas áreas da América do Sul com aquele carro e vendeu a lasca do louco com o Guilherme e vendeu ele com a Gabiara do acelerador exatamente do mesmo jeito que eu deixei. Cara, então tem alguém nesse momento que dirijo, feche o bravo.
Eu estava com um varal no lugar. Fica a sugestão aí para as construtoras de carro, né? Começaram a botar os ais aí. Paral, porque a gente vai parar para o patente de adembro. Exatamente. Debo acrescentar que gambiaras não fazem parte apenas da vida do brasileiro, mas é altamente usada na área de desenvolvimento de projetos e engenharia em geral. Vejo o caso... Da pola 13, onde os astronautas tiveram que montar, numa gambiarra para consertar num bocal quadrado e aliás para transformar um bocal quadrado e um bocal redondo e sobreviver. Era isso forte abraço. Muito bem, não conhece essa história da pola 13, é? Tem um filme. Não tem essa parte, é isso? Eu não lembro se tem essa parte no filme, mas tem uma filme. Você sabe, Igor? Pega um microfone. Pega um microfone Igor. Pega um microfone Igor. Pega um microfone Igor. Mas, o Igor não vai contar essa história aqui em detalhes.
Não é conto, é bem detalhado que eu quero entender essa história. Eu acho que foi com o Silver Tape que fizeram isso. Acabou? Era isso, Igor, não é? Histórias muito adoradas, a gente fez uma gambia. Agora, agora, a gente tem de tudo o que aconteceu. Mas a gente fez uma nova gambia, com o microfone. Mas eu vou filmar só com essa parte que você fala. Esse foi o último e-mail, cara da letra de mesa, mas eu guardei para o final um e-mail especial. É um e-mail especial que só quem ouviu até agora vai ter o dia de ouvir. Que ouviu a letra de mesa até agora. Exatamente. É um e-mail, porque esse e-mail volta lá naquele episódio de Web Namoros. Mas ele é um e-mail um pouco íntimo.
Então, o que talvez até tu possa te sentir um pouco afetado intimamente por esse meio? E peça para o baio e retirar esse meio no final. Jamais, sarei. Jamais, sarei. Não sei o que é, mas jamais sarei. Ele começa meio a fazer assim. Ele atinge a mim? Atinge, diretamente. Era diretamente. Esse meio foi assim. Era diretamente. Eu escrevo pra te isso, mas que a vez de mandar pra ter o meu pessoal, ele mandou o primeiro novo. Ai, caralho. E aí eu não sei se eu falo o nome dele. Aí eu vou deixar tudo esse dia no final do meio. Não, não falo. Eu não falo ainda. Ele começa no primeiro nome. É normal, é normal. É normal, mas falando de cidade, galera está me saindo. Eu não consigo me ler. Ele fala assim, olha, fias falantes do Novo. Sou quase marido da tal Fernanda. Isso é o eb namorado do C. Como assim? Ele está falando, não sei se é verdade. Para surpresa da bancada acompanhamos um
Não salvo, finalmente, o que inclui a live de 24 horas e maratou-nos de não ouvo. Mano do céu, para ele, deixa eu contextualizar aí. No episódio Web Namoro, eu contei que eu tive uma web namoradinha, que era Fernanda, que eu começava a falar no nome dela, no ouvo? Eu não lembro se falou no nome dela. Não me recorre se falou no nome dela. Bom, mas enfim, eu vou começar por isso que quer dizer, não falar no nome dela. Não, se tu não falou no nome dela no episódio, e agora ele está falando, e é? Não tem dúvidas de que... Não, a gente quer. Era um nome dela, o prato. É, tem a possibilidade. Mas não é um pouco comum, mas ele é um chuteiro. Ele é um marido, ela é casada. Ele falou que ele é quase marido, ele é um chuteiro. Mas minha web namorada é noiva.
É, exatamente. Exo é namorada e atualmente noiva não é. Noiva real, não é o web desse homem. Isso é a camada. Isso é aquele, tá trolando. Então vamos ver. Aí ele fala assim, conheço essa longa novela, cídei versus ferro. Nossa. E é, é, é… é Desde a hora que ele falou, isso é que... Será que eu sou uma chacota nesse relacionamento? Não, acho que não. Acho que não porque ele ficou feliz. Ele falou, já estava rindo desde a hora, mas ele sequei. Ele vai ficar me um bisuando. Tipo assim, vai o celular da lapita. Daí ele faz assim. Ah, é o cid que está mandando mensagem. Pode ser. Eu virei uma piada no relacionamento muito bem. A piada na diumocasão. Que triste.
Ele falou que quando você falou a palavra, você que ele já sabia que estava por vir porque conhece muito bem a história. Cara, eu acho que ele já escutou essa história antes, ele tá mentindo. Ouviu a versão dela, derrem bem? Ou será que ele tinha ouvido contar em outro lugar? Entra, ele deve ter escutado contar essa história no outro lugar. No outro lugar, a gente tem mencionado o nome verdadeiro. É verdade que eu falei isso, é um lugar já. Olha, ele continua dizendo, felizmente, isso tudo agora é só a história. Afinal, o fracasso de ontem do Cid é o meu sucesso de hoje. E de pareitos, me sentiu o Felipe Neto falando isso. A Braian Rizzo e vida a longue prosperar a toda bancada do não-sol. Ele manda um off aqui, alguns PS.
P.S. queremos te encontrar um dia no Rio? Não, não tem coragem. Não tem coragem. Não tive nem coragem de contar Fernanda. Não encontrar agora ela a casa. P.S. 2, troca minha vaga. Aliás, troca minha carreira por uma vaga não salvo. Será que tem essa possibilidade de contratar o atual? Ele tem ele não falto que é carreira dele. Podemos negociar. Podemos ir, pente ele é médico e aí ele vai largar para o seu reenervo para trabalhar no sol. Pé, se, Luide aproveite bem as três bombinhas que enviam anexos. Olha ele, ele tá mandando um direito de bombinhas para o Luide. E aí cara, é que vem? Um momento revelador. Ah não foi isso Luide, turista não foi revelador? Tu isso foi bem revelador, mas ele manda depois em anexos uma foto da Fernando. A está brincadeira. E aí ele fala assim, só para comprovar a autenticidade, Fernando e ele fala sobre ela. Hoje tem 32 anos. Ela não mais é aqui, mano. E essa é mocha. Ela é, ela fala aí que ela era irmão. Exatamente. Ah, topo da nele. E aí tem uma foto.
De ela aqui para se falar se é, ou se não é, ela é de verdade. Eu não sei se é só foto de agora, eu acho que não, porque não tem cara de ter que ter que ter que… ter Os dez anos? Os dez anos. O dez anos é bom que a fase de fazer a conta. Eu tinha vinte e dois anos. Vinte e dois, é. Tá, se foi os 12 anos, 12 anos atrás, eu até tinha vinte. E essa é a matemática que fazia. De vez em vinte e dois, eu já tinha vinte. Beleza, então dez anos atrás e aí cara, essa é que a foto da Fernanda. Não, parei, eu não tive. Não, olha a foto ainda, vamos pro par de botar. Para a gente ter vinte cara. Por quê? Porra, Web namorava com vinte anos, eu só um programa de ontem. É o que eu falei, que faz vinte anos, essa história. Chegou dez anos com o trebinamorado. É, melhor a factoria vinte e isso. E aí eu não sei como se eu não tinha que ver a outra palha de nossa conta.
Eu tinha 12, eu não tinha. Eu estou me sentindo muito luz dele agora. Enfim, mas aí, cara, eu vou pedir um pai era botar aqui sons de suspensos. Sons de suspensos pra você olhar o dedo. E aí, tu olha foto e acaba o episódio. Tá. Que aí fica revelação, entendeu? Deixa eu olhar foto. Porque se essa foto não for real também, aí se meu todo foi uma farça e a minha expectativa pelo fim desse episódio foi em vão. Vamos descobrir agora, eu vou olhar foto. Um, lá. Três, dois, um. Caramba, meu. É. É, uma vez. Eu sou a vez. Ai, meu coração. Ela, na Crencosa Zika, ela é uma vídeo, o Maurício não é um podcast. Acabe a espisada. Tá, eu vou estar aqui.