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Chegoooooou mais uma remessa de cartinhas do Não Ouvo... Essa semana com uma dupla inédita pra ler as mensagens enviadas pelos não-ouvintes sobre os últimos quatro episódios, de ouvintes solitários, passando pela última moda dos jovens e prodígios! Bancada: Guilherme Afonso e Fred Fagundes Edição: Daniel Bayer Capa: Braian Rizzo
Resumo
Guilherme Afonso e Fred Fagundes estreiam como dupla na Cartinha do Não Ouvinte #017, com mensagens sobre os últimos quatro episódios. A primeira carta fala dos canais de YouTube que ensinam a abordar mulheres, e a dupla concorda que a internet fez muita gente perder o jeito de conversar pessoalmente.
As cartas seguintes têm de tudo. Um ouvinte conta que o comentário sobre o Dia dos Namorados o deixou meio para baixo e que agora até desenho no Netflix lhe lembra isso. Outro explica que a paleta mexicana não tem nada de mexicana, e os dois conversam sobre pizza de strogonoff e de frango com catupiry. Também aparecem a função original dos geloucos, a ideia de um spinner com bateria que faça tarefas, a observação sobre o bate-bate vendido com pizza e um show do Menino de Rua visto por uma ouvinte.
No fim, lembram como mandar carta e arte para o programa e fazem propaganda dos outros podcasts da família Não Salvo, como o de cultura pop, o de futebol e o que resolve problemas dos ouvintes.
Destaques
- Carta sobre canais do YouTube que ensinam a abordar mulheres e o fim do contato.
- Ouvinte conta que ficou mal com o comentário sobre passar o Dia dos Namorados sozinho.
- Descobrem que a paleta mexicana não é mexicana.
- Ouvinte revela que a função original dos geloucos era gelar bebidas.
- Sugestão de um spinner com bateria e controle remoto que traga uma coca.
resumo e destaques escritos a partir da transcrição automática
Participantes
- Guilherme Afonso
- Fred Fagundes
Edição: Daniel BayerCapa: Braian Rizzo
créditos do feed original
Transcrição
23 trechos · 3.765 palavras
Transcrição automática, feita com o faster-whisper (modelo base). Pode conter erros: nomes, gírias e piadas internas costumam sair tortos. Na dúvida, vale o que está no áudio. Clique no horário de um trecho pra ouvir a partir dali.
Sá não tem guia, Sá não vou não, não vou te. Ah, seis humanos, começando mais uma leitura de cartinhas aqui no seu não ouvo, seu... podcast, mensal de leitura de cartinhos do seu e-mail, do seu contato. Hoje eu estou aqui na presença dele, um rapaz de garbo e elegância, um querido, um frede fagundo. Como vai, Guimarães, meu fomço? Eu vou bem, você. Muito bem. Mas, primeira vez, são um pouco nervoso. Eu sim percebo, só que até veio mais forte. Não lembro nem da última, muito menos das primeiras. Mas você está aqui que bom que você está aqui para ler as maravilhosas cartinhas que nos enviaram e podemos começar já além da O primeiro cartinho do podcast, por que estou sozinho? O número 90 do Não Ouvo. E queimando essa cartinha, o Kleber Donato, ou lá não falante do Novo, complementando os comentários do Luide, ele com o circo flexo, famoso chapéuzinho, Luide, sobre a falta de contatos reais nos relacionamentos atuais, existe também um fenômeno no YouTube que são os canais que ensinam caras a chegar em mulheres. Olha aí. É triste, porém, vender, acho que o Luide pode desempreender esse negócio.
Na verdade, esses canais mostram simples abordagens de contato real, no virtual, em sino apuxar assunto, baseando-se no sinais que a mulher dá enquanto conversa e não far bobagem, que é a súcio de modo que possa acontecer alguma coisa além da conversa. Na minha opinião, na opinião do clever, concordando com Luide, o Igor e grande parte dos jovens, inclusive eu, não têm que empague no pinto porque perderam esse tato para conversar pessoalmente. Com sequência da facilidade ou deficiência que a internet trouxe. Obrigada pela melhor podcast, Ruí, brr, da atualidade. Vamos lá! Eu devo falar que eu concordo com ele. Não que eu acho que precisa ter treinamento. É. Que se você precisa assinar o canal do YouTube para isso, mas eu concordo que com a internet, com a divento da internet, o homem galanteador ou a mulher galanteadora também, entendeu? É, perdeu o tato aí de conversar.
Na vida real, eu não sei mais. Eu também acho. Ele deve relembrar aquele vídeo, nosso não-vinçamento, também relembrar do vídeo do cara. Se pegando uma boneca, ensinando como chegar da mulher, né, brin? Sim, sim, sim, mais horríveis que existem, né? É, prisa, mesmo, é que se você fizer daquele jeito, daquele vídeo, vai dar errado. Vai dar errado, não é da cadeia, hein? Mas eu concordo, eu acho que o Tete A Tete, o famoso Tete A Tete se perdeu por causa das facilidades de interação. Eu não sei mais. Eu precisava chegar em alguém na balada, eu tenho que subir de primeiro, quando não vou para a balada, né? É, ver, é um começo ou não. Um problema, e depois que po eu não sei mais chegar em alguém e falar hoje, vem sempre aqui. É uma sabe que nós fomos treinados a isso, porque os nossos exemplares de limitar da beleza física, a gente precisa na balada daqueles dez minutos do Miguel. Sim, por favor. Por favor, porque não digamos que eu... Sim, por favor. No auge do meu metro em 68, não são carácte-chama muito atenção. E a gente precisa desse papo que se perdeu e existem essas diferenças de vídeo de canal no YouTube, que digamos...
Ajudar, não é algo que você deve apetar. Você com o seu 1,68m, você não chama atenção, eu já pelo contrário com as 4,2m, deixo uma atenção, que assusta. O pessoal fala, meu Deus! Então, no meu Deus. O próximo me meio do Luis Gasparoto, fala galera do meu ouvo. Me chamam Luiz Gasparoto, sou o grande e fã deste programa, que até ontem era a fonte de alegria e diversão. Já já explico o até ontem, vamos ficar e atento, hein? Tenho 19 anos e moro em 2 irmãos, um pequeno município do saldozo Rizos. Ele colocou R.S. Eu estava ouvindo o podcast enquanto jogava meu fifinha como sempre faço. Nunca tive problema com essa questão de passar o dia dos namorados sozinho. Eu já estou acostumado.
Pra falar a verdade, eu nunca passei o dia dos namorados com alguém, já que nunca estivem o relacionamento sério, apenas tive aventuras ele coloca entre aspas. Nunca pensei que um podcast poderia me deixar pra baixo, mas esse último provou o que eu estava errado. Estava indo tudo bem, até que aos 15 minutos e 20 segundos ele deve ter pausado, aos 15 minutos e 20 segundos quando Luide fala, abre aspas. Do outro lado da cidade tem um car igual Igor, que está sozinho de coecca, vendo o seriado fazendo maratona de desenho animado. Ai que legal, o Rick Morty. A minha reação foi idêntica, a domínina Lumbriga e Igor Seco. Comecei a dar risada, mas ao mesmo tempo meus olhos começaram a la cremejar, foi triste essa cena. Me identificei muito com as palavras do Luide e o pior, que ainda continuei ouvindo o podcast, o que me deixou mais bolado quando citaram FIFA. Nossa, me destruiu. E hoje, pela primeira vez,
Estou me sentindo mal por estar sozinho no dia dos namorados. O pior é que agora nem consigo mais assistir Rick and Morty ou qualquer outro tipo de animação no Netflix sem chorar. Namoral punam ou Luide por isso. Al menos tentem com fixas. Eu acho que não é confeccionar que ele quer dizer, confeccionar as bombas que eles toram durante as gravações. Eu não sei qual palavra, eu acho que seria que ele inventava uma palavra. Como é que fala quando você confescar? Eu acho que seria confescar. Então, ao menos confescar as bombas que eles toram durante as gravações. Eu ouço não ouvo para dar risada, não para me dar um choque de realidade que eventualmente pode me levar ao suicídio.
Enfim, parabéns pelo ótimo trabalho, mas não deixam Luide fazer esse tú de novo. Obrigado. A nossa ideia não é que ninguém se suicide, mas o choque de realidade é importante às vezes. Se caso comenta suicídio, que não vem a culpa para ser mudinosa, você pode acontecer. Agora, o choque de realidade é necessário. Acho nosso ouvinte, o qual o nome dele? Eu Luís, por isso que eu sou parado de agradecer, porque esse estálo, acho que agora desde dois irmãos, valeu pra no Vomburgo que é uma cidade maior, vai num bairro e talvez um CTG, vai conhecer uma prenda, olha, de pegar Netflix, ao invés de assistir Wicked Morty, vai pegar um filme romântico, uma comédia romântica, e tudo isso começou porque, porque eu Luide deu esse estálo de estar na hora de mudar, quer dizer, deu pra perceber que ele claramente tem um incomodado.
Isso é um sujo. É necessário. Paga ter a pia para a gente. Só fazer um complemento desse podcast aí, porque você está sozinho e comentar que este ano eu fiz 10 anos do último ano que eu tive um dia dos namorados com alguém. Que loucura. A última vez que eu estava com alguém que eu estava namorando e durante o dia dos namorados foi em 2007. É muito tempo cara. Muito obrigado, Luide, pela sua participação. Era só isso que eu queria dizer mesmo. E aí passa para o próximo, não Ouvo, no número 91 com a risada do Luide de Fondo, a nova colinária brasileira. E queimando, essa mensagem é salor. O que é sal? O meu nome é Lourdes. O seu nome é Lourdes. O meu nome é Leonardo. O meu nome era Saló. E foi pra ler o Leonardo. É um apelido. É importante a gente conversar com a pessoa que separa os meus que é o Braian. É assim. Para a gente descobrir o que aconteceu aqui. É verdade. Porque tinha um saló.
E depois mudou para Leonardo, não dá peso. Mas turma, esse segue o jogo. Vamos ler o Leonardo. Meu nome é Leonardo, tenho 19 anos de faço passeios com canzes em São Paulo. Não avacar ele meu trampo ou vacar ele, não rigo. Não, não trabalho digno. E bom, fofíssimo. Passar com canzes deve ser bem. Como você não sorrir quando vê que ele não muito de cachorro. Eu queria muito sempre ter um pedaço de carne essa hora para poder jogar e ver o cara desesperado para que a gente cachou o turco. Vem por meio deste responder uma questão levantada por frúvis no podcast que foi O que é a família gerada paleta mexicana? Eu sou o meu amigo, espero que leia no episódio de Catinha. E isso aconteceu. O Leonardo Saló. Sim. Vou passar a chamar ele de Saló e ele está correta. Paleta mexicana não é mexicana. Porra, nunca foi. Assim tal qual o ator do olandesa também não é o dolandesa. Também não tem. É tudo uma questão de marketing. É tudo marketing. A chave inglês também não é inglês, ela é feita no Brasil. Olha só que não. Não, loucura isso. É loucura essa vida. É loucura demais e a paleta mexicana.
Eu tenho um camarada que foi para o Sajno México e realmente veio com esse papo, achei que era um miguel, mas se... Eu achei que eu caiu meio tonto, mas essa atriz disse que não existe, ela é mexicana de verdade, os churros é uma comida... É um doce, um muito popular nas ruas do México e da América Central, mas ele é bastante diferente do nosso churro. O nosso churro assim, ele não é fechado, ele não tem granulado colorido como tem em cima, aquela coisa toda. É. É uma moda do brasileiro de estragar comida, né? Ah, a gente é bonita. A gente é bom. E o próximo e-mail dá Jessica Lopes. Olá, queridos falantes do melhor podcast do Brasil, ou bem melhor podcast do Bran. Escreve esta mensagem apenas para deixar a registrada que Luide considera a pizza de estrogonófio, algo no agento, mas acha super legal, chupar o próprio gordinho e fazer rodinha de punhenta com os amigos da infância. Se Deus empregou, essa semana. Fiquem com essa reflexão, com grande beijo a todos.
É, o perfil ficar com reflexão não com imagem na cabeça. Mas, na mental já está lá, né? A pizza de troga 9 é uma comida russa. Forreto? É, correto. E será que tem pizza de troga 9 na russa? Pra quem vê o local pro mundo, pude eu conferir extra novas? Podendo depois mandar pra você, vai pra Copa, né? Eu não que vendo em 2018 ou 20, quando você voltar ou não se tiver lá, acho que a internet na russa pega bem. Manda pra gente uma mensagem dizendo se tem pizza do Strogonófio da Rousse. E se o Strogonófio da Rousse é tão bom quanto a gente com a gente. Pode ser que não. Não sei se nunca comina a Rousse. Acho que a pizza de Strogonófio está hoje pra sociedade como a pizza de franca topi foi nos anos 90.
Foi um sucesso também. Ah, é verdade, hein. Pizza de froncato de perigo foi uma revolução nas pedis. Foi. Eu nunca gostei, mas realmente em qualquer... Eu tenho um problema com a pizza de froncato de perigo, porque assim sai... Sei lá, foi um monte de jeito na sua casa. Sim. Aí, a pizza de perigo, sei lá, tem umas sem pessoas, tal. Ah, pede três pizzas. Aí vai ter aquele que fica... Não, pede froncato de perigo, eu não vou procurar. É poringa. Aí, beleza, aí, pede o frango em um cato perê. Esse cara que falou que gosta, ele comem todas as outras. Menos ali, frango. E ninguém come a de frango em cato perê, ela fica lá. É as pessoas comem ela, porque acabou as outras. Então, tipo, eu tenho um certo trauma. Não diriam trauma, mas um desgosto com a pizza de frango em cato perê. Acho que ela não precisa resistir na vida. Então, ela é se for pensar, ela é meio que é uma pizza de coxinha. Sim, é que tem gente que tem pizza, ele coloca milho ainda.
É uma das imagens mais horríveis, tem um milho em cima do catupere. Porque tem um frango, tem um catupere e tem um milho de solto. Tem pães milho pra dar um grau. Tem milho, porque frango com milho é isso. É ainda mais horrível ainda. Olha isso mesmo, está doura. Porque ele foi criado, enfim. Não ouvo 92, a última moda dos jovens. Estamos no nosso episódio número 92 e que manda essa mensagem ao Daniel Sedan, de 23 anos, da cidade do Rio de Janeiro. Fala meu povo, tudo bem com vocês? Bem, não resta menor dúvida de que os geloucos foram uma puta febre nos anos 90. Mas a pergunta que fica é, você sabe em qual era a real função desses pequenos monstrinos. Ô meu Deus. Os gelou...
Locus serviam justamente para isso, generar sua bebida. Um abraço, parabéns pelo Rio de Janeiro, até mais. Eu não sabia de onde fazer ideias, porque para mim os violôicos, eles, porque não propagavam, se jogavam no outro. Era esse, esse, esse, esse, o VIA, esse jogo. VIA, esse jogo. Mas que era para colocar no, no congel, cara, agora eu sinto falta de não ter um violôco. É porque... Minhas bebidas que eram muito mais bolinhas. Sim, sim. Na época, não era tão popular, mas nós depois surgiram cas bolinhas de silicone, que realmente colocava no frízer pra depois de alab bebida. Que aí, não água. E as bolinhas não têm formato de monstrem, então não tem a menor graça, você jogar uma bolinha no outro.
Eu acho que o DJ tem um viurá e voce de loucos, com esse. Pode até já que a gente tá numa fase tão nostálgica dos anos 90, qual a qual a qual a podia voltar a distribuir geloucos ou se você tiver geloucos, aí quiser mandar pra gente. Grande contribuição, viu? Próxima e meio da Laura Lima, o lar amada bancada do Não Ouvo. Me chamam Laura Lima, tem um nome sonoro, Laura Lima. Tenham 19 anos e sou o de Ininteroia e Rio de Janeiro. Pensando no spinner, eu estava creendo que essa merda seria revolucionária, caro e que fosse quase uma espécie de robozinho, mas você só pega na mão e só gira com os dedos e para alguma hora. Poderia um criar uma vertente do spinner na qual ele é maior e tem bateria tipo um dronizinho, mas com controle remoto. Caralho. Aí ele vai na cozinha e busca uma coca, por exemplo, o pai. Seria, seria legal. Porque pelo menos essa merda teria alguma utilidade. Observação?
Um troço desse custa 65 reais na cidade do interior de uma amiga minha vai se foder. Eu não entendi muito bem como assim. Ela é de cidade, do espíner custa 65 reais na interior onde essa amiga dela mora. Meu Deus, só faltou falar a costa de as fricuriosas. Está muito carrega. Se ela é de niteroia ela pode, a cidade de vizinha pode ser o próprio Rio de Janeiro. Não. Na verdade. Continuou. Só ouvinte a sido a faz uns dois meses e halve tudo. Alguns episódios mais de é uma vez. Graças a influência do meu namorado. Se possível, gostaria que mandassem um abraço pra ele. Marcelo Iunes. Marcello Iunes e o Inglês mais Nes. O Nes. Não sei se Iones. Iones. Iones. Observação 2. Pela amor de Deus, Juntei o pai do Cid e o Lierson. A Juntei o pai do Cid e o Lierson Iunes.
Pode o podcast, eu fiquei agindo que ela já tinha que ir. Vamos ver, vamos ver, vamos ver. O beijo a todos e vamos lá! Legal essa ideia dela, de fazer um espino, é um espino que fosse um túnel chamado Drone. Pode ir ali. Vai demorar o filme dos spinners. Não deve demorar muito, né? Agora você falou, eu acho que a gente podia produzir isso. Eu acho que podia rolar um... O filme. Nesse podcast, nós falamos também daquele bat bat, das bolinhas. Lá em Cuiabá, era difícil para comprar e não sei como era, nas outras capitais, mas vinha com a pizza. Você pediu uma pizza e pagava mais 5 reais. Vivi um bate-bate daqui a dia. Olha o que é tardado, bicho. Em São Paulo eu comprei numa loja mesmo normal assim, em Camelovo, em um qualquer lugar. Lá em 96, 97, foi a barra difícil de achar e aí tu tinha que... Tem que importar com a pizza. Algum, a pizaria, muito esperta, comprou de lote, lá. Eu aproprava a pizaria de capivara e de Jacaré. Tem piso de Jacaré, não é ruim não. Mas vamos ficar na expectativa de sair um filme do espine, olha o que é. Que é talvez...
Na campanha de divulgação do filme, os brinquedinhos voando o spinner, com bluetooth, ficam cachetos. Não deve ter um cachetos com um spinner talvez. Vamos ver com a esquina. Com cachetos, sem muito legal. E a ser roda, ele fica ouvindo suas músicas preferidas. Obrigado, Billara. O próximo Novo, número 93, meu pequeno príncipe. Esse pedrao foi muito bom, viu? E quem mandou essa mensagem é a cintia com ele. Olá! Olá, gente. A Gure é péssima, muito sem graça. Mas tá aí, tá famosa e mandando o beijinho no oubo para nós, que achamos ela uma bosta. Ha, ha, ha! Eu tenho um acrésima aqui dela falar aqui... Entregava a menina ter um canal e não ter talento nenhum. Parece que ela só assiste esse canal porque não vem do meu YouTube. É verdade, acho que o que intrigava a cinta é ela não ter talento nenhum ter um canal bem produzido com o convidado sua mozo. Isso deixou ela incomodada, vai por favor, vai por favor. Então ela começa agora e já está bombando, entra usando muita gente e o mais resposta é simples. Filha do pão cant, filha do...
O cara que voltou no Brasil, ele morou em maí, muitos anos, depois que ele se ouve o recorde. Ele voltou, está com o programa Na Mute Show agora. Eu não sabia que ele tinha voltado a fazer televisão. Sim, ele estava na Mute Show, um programa bem ruim, inclusive. Imagina, consigo imaginar. Quando ele se ouve o imitação em ex-guin novo, ou mesmo com o outro sempre, né? Exatamente, cara, fazendo o Pitbisha, o Ribama, o Impa Mar, aquele da escolinha, que era o narrador de futebol, o Jonca na Brava. Jonca na Brava, né, que... Sim, sim. Ele levou ele pra Globo, tal, enfim. Boa sorte, eu quero um abraço pra tão gavocante que estamos ouvindo. Um dos únicos personagens que eu mais gostava além, o Ri-Bamara graças ao... Tadebash. O site baixo, mas o João Ganabrava era muito bom, lembrava-me o tio. Bom, próximo e meio é Ellen Victoria, fala a banca da maravilhosa sou a Ellen de Petrolyna, gosto de Petrolyna, mas também gosto de Josep. E gostaria de falar sobre o paradero...
Do Samuel, o menino de rua, olha aí, crio, algumas semanas ele veio fazer um show no São João da minha cidade. Quase todo ano ele passa por aqui. O mais engraçado é que ele tem mesmo um repertório além da música do orelhão. Confesso que isso que é um pouco surpreendida, pois esperava ouvir remix do menino de rua durante o show inteiro. Seria muito mais legal se só tivesse essa música um show de duas horas e várias versões da mesma música. Curto muito o trabalho de vocês e sempre dorizado quando o ouço no barco de volta para casa. Toma essa aí, que galera ouve no ônibus, não sei o que, ela ouve no barco. No balanço do barco. No balanço do barco, a cabecinha na escotilha. Que bonito esse. Que genial. Valeu, falou e até breve. Muito obrigado pelo seu e-mail, dona Ellen Victoria. É muito bom e aqui a gente já vai...
Emcerrando mais uma leitura de cartinha, hoje com a participação do menino Fred e aí eu te pergunto caso alguém queira mandar uma cartinha para o Não Ouvo, como é que ela faz? Tem que até o cartório? Não, não é muito mais fácil do que isso. Não como é que não. Tem burocracia nenhuma, basta você mandar um e-mail para não ouvo a rouba, não salvo.com.br. Olha, e se quiser mandar uma arte também é nesse e-mail? É, nesse e-mail, né? É, né? É, né? É… né? É Com o ponto com o barra no ouvo, tem um álbum com todas as artes dos fãs, dos não-ovintes, aí que nos amam e fazem artes tão bonitas. E você também pode acompanhar a gente no Twitter, no Twitter, no Twitter, barra, não ouvo, a rouba não ouvo, lá no Twitter. E diria mais, diga lá, que além de você assinar o feed do Novo, você não é assinante ainda, você está assinando o ouvindo pelo site do Não Salvo.
Bate o feed, entra aí, bate o seu programa, seu agregador de podcast do sua preferência, assine, e não só o No Ouvo, como conheça também os outros podcasts da família, não salvo de podcast. Por exemplo, quais termos? Tem muita coisa boa, tem podcast, por exemplo, de cultura pop, com o nosso amigo Luide apresentando, ela é o de Cid, se você se dou, sério. Ah, dizem que sim. Olha que bonito, dizem que sim. E também tem pra quem gosta de um... Qual que é um futebol do... Esse foi de cá. Ah, esse é o repobinando. Repobinando, repobinando muito bonito. Não, esse é o gente foi de cá, esse é toda essa feira um episódio novo. Olha que legal. Pra quem gosta de futebolzinho tem o bicuda. É um bicuda, com a minha presença, o Igor Seco e do Braian. Muito bonito. E o seu fosse você. O seu fosse você. Que é uma extensão das cartinhas dos não-sovintes, onde nós resolvemos alguns problemas.
E pessoais aí das pessoas. Que chega bastante coisa boa pra nós. Então, lá no nosso Facebook, você encontra o link pra todos esses podcasts, ou basta procurar aí no seu agregador de podcast, por Não Ouvo, que você será impactado. O que é um desses, você já vai achar todos os nossos podcasts da família. Olha, vamo prazer, ainda não é na rável, o telóquinho. Foi muito legal. Desvira jinar nas cartinhas. Foi muito bom. Legal, chegou gostoso? E a gente vai ficando por aqui até o mês que vem senhores. Um forte abraço e tchau, tchau!