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Olá seres humanos! Do crime de ser hétero, passando por Goku, Bob Esponja e Bear Grylls até as influencias digitais dos D1G1T415 1NFLU3NC3R5 do Brasa....... Pontualmente, na sexta-feira mais próxima ao fim do mês, chegou mais uma entrega de cartinhas do Não Ooooooouvo!!! Bancada: Guilherme Afonso e Igor Seco Edição: Daniel Bayer Capa: Braian Rizzo
Resumo
Guilherme Afonso e Igor Seco voltam com a Cartinha do Não Ouvinte #016, a leitura mensal de e-mails de ouvintes sobre os episódios recentes. A primeira carta vem de uma ouvinte que critica o tom do episódio sobre o suposto crime de ser hétero, explica a diferença entre orientação e gênero e pede cuidado com piadas sobre o tema. Os dois reconhecem o valor do recado e lembram que o Luide explicou a ironia em um post.
Dali em diante o clima é mais leve: brincadeiras de infância, o presente de Dia das Mães feito com caixa de cigarro, uma discussão sobre quem deve dar presente à mãe e a pergunta de um ouvinte sobre por que o Igor não participou do episódio com o dublador do Goku. Há também a cobrança pelo meme das "mais de 8 mil" pessoas.
Fecham a leitura um casal de ouvintes que gosta de cultura pop, a história do elevador e do episódio no último volume e um desabafo de quem trabalha com redes sociais sobre influenciadores digitais. No fim, lembram como mandar carta e anunciam novos podcasts da família Não Ouvo.
Destaques
- Ouvinte critica o tom do episódio sobre ser hétero e explica orientação e gênero.
- Lembranças de brincadeiras de infância que só crianças da época entenderiam.
- Ouvinte pergunta por que Igor, fã de Goku, não participou do episódio com o dublador.
- Ouvinte conta o constrangimento de a música do podcast tocar alto no elevador.
- Anúncio dos novos podcasts que passam a fazer parte da família Não Ouvo.
resumo e destaques escritos a partir da transcrição automática
Participantes
- Guilherme Afonso
- Igor Seco
Edição: Daniel BayerCapa: Braian Rizzo
créditos do feed original
Transcrição
21 trechos · 3.349 palavras
Transcrição automática, feita com o faster-whisper (modelo base). Pode conter erros: nomes, gírias e piadas internas costumam sair tortos. Na dúvida, vale o que está no áudio. Clique no horário de um trecho pra ouvir a partir dali.
Carrega-me as... Purgão, viretinha! As seres humanos, tudo bom com vocês? Está começando aqui mais um, não ouvo, mais uma leitura de cartinhas e aqui na minha frente está ele tão lindo, tão churoso, tão gracioso e Igor Seco! Fala meu povo, como estão todos? Estou bem de referência também, também. Eu gostei do gostei do meu gio, cara, eu sei que é muito estário quando você fala... Eu gosto disso, eu sou assim. E aí começando aqui o nosso primeiro... Primeiro e meio, primeiro não ouvo da semana, quatro semanas, sei lá, quais semana que é. O não ouvo número 85, ouvir ao crime céuétero. Caligui, foi um dos melhores episódios no meu anão. Inclusive, o primeiro e meio aqui já é um recado direto ao Luide. É da Emilis Silva, tá mistola. 17 anos. Ela colocou ele de parênteses, deve ser o nome dela. 17 anos estudante, mora em Manaus. Ela começou com sim, é ver, enfim.
Espero que esta carta não seja lida pelo Luide, pois não estou com o raiva dele. Bom, doeu escutar o episódio 85, virou crime serétrico. Embora eu tenho entendido a ironia do programa, muito do que foi indito naquele podcast e eu já escutei muito na internet e até mesmo em ambientes de trabalho e escolar por colegas e diástmas. Todavia, um assunto que atualmente gera muito um polêmico preconceito, ser constantemente pautado, principalmente um podcast como No Ouvo, que atinge um público variado, Pode vir a ser algo positivo mesmo com a quantidade de informação enrarada e merda que foi dita naquele programa. Quanto mais o tema for aumentado, mais comum se tornará e quanto mais comum, mais conhecimento e consequentemente menos ignorância. O movimento LGBT não é nem um pouco confuso, como parece. Orientação sexual define que a pessoa quer se relacionar. Apreparentes. A pessoa não se torna.
Não se torna, ela nasce assim. Gênero é o sexo que nasce e o se identifica. No meu caso, por exemplo, sou o transgênero e bicexual. Sempre me identifique com mulher, mas nasce em um corpo errado. E esse fato não me impede sentir a atração por outra mulher. Para esses que ficam com zoando uma pessoa, pela sorrita, a orientação ou gênero, tem de se colocar na pele dessa pessoa para uns segundos. E pare de falar merdas como virou crime serétrio. Ou o ditador aqui. Olha, foi. O meu bom, meu conciso. Elucidativo e eu até quero fazer aqui um adendo a este meio. É, e aí quem quiser vá atrás, o Luide escreveu no, fez um post no Facebook dele explicando o motivo de toda a ironia e toda a ideia de falar que virou crimecê é tromolho pela leitura.
Barcando esse episódio falando toda hora, exatamente. Exatamente, pessoal. Sempre tem os dodoisinho, que acredita e acho que é verdade. Eu achei vale de ela colocar isso pra gente, com certeza, pra nós, meros, observadores da cultura LGBT. Eu concordo, mas bom, próximo e meio do senhor Danilo Garcinho, não sei porque eu chamo ele de senhor porque afinal ele tem só 28 anos. A pessoa de 25 é senhor. Ah é? Então, só muito senhor. A profissão dele é arquivista, o que então eu vou chamar ele de senhor porque alguém que é arquivista, tem que ser muito senhor. Olá, afiais leitores de cartinhas do Novo, tudo supim pra vocês? O cara fala supim, ele tem de 220 anos. Que vista, caralho. Arquivista e bom, foi perguntado no programa, se tínhamos conhecimento da brincadeira, cada opintão. Não só conheço como lembro de várias modalidades dessa brincadeira saudável. Um conhecedor. É, tipo, um limpeiro de cada opintão.
A mãe escomo era apertar o saco pinto do amiguinho e dizer, diga cinco marcas de cigarro ou então diga cinco modelos de carro fiat e só soltar quando ele dissés o que foi pedido. Por isso eu lembro disso. Eu também lembro disso, era muito difícil, eu ficava decorando marcas pra quando acontecerse e já pode ser. É de rádio do de bagouro, aí travando. É, já não lembro mais. É... Outra modalidade era apertar e dizer, a subia. Adore o desespero sem fazer a pessoa peidar com os lábios. Pois a dourera era tanta que só saia a ar da boca, ela subiu a ar da boca. Obrigado por vocês estirem um forte abraço a todos, beijos. Olha aí, um beijo. Ele me lembrou de outra brincadeira que existiu nessa época, que era o Cegel viu minha tatuagem, que é tipo se mostrava assim, chegueva com o leguinha e falava, você já viu minha tatuagem nova no ombro? E já estava amanhã.
Enquanto isso com a sua mão, você dá uma leve esticotada no bilão do bicho. Sim, essa esticotada do i, é que assim... Tem uma brincadeira que meus amigos fazem até hoje, que é muito, que é assim, ele dá só essa esticotadinha com a mão, mas sem pegar, sem atingir. E se você se contrair ou for pra trás, aí você leva um morro no braço. É só porque reagiu. Porque reagiu, você tinha que ficar... Não sei se tem não mesmo. Eu tenho um nome, mas eu não lembro. Então não, filha da potícia, eu chamo. Próximo podcast, não ouvo número 86, mamãe você amor. Que foi e... O outro ódio foi episódio desse mês passado, teve... Foi um mingatado assim, de assuntos muito bons. Foi. O e-mail é da Erika Magalhans. Olá, filha, o banco, cada do meu ouvo, tudo bem com vocês? Também. Gostaria de compartilhar com vocês uma linda história que vivia quando estava na terceira série do colégial. E minha professora de educação artística...
Mandou que a gente fizesse presentinhos de dia das mães, para as mães, com coisas recicláveis. O que eu mais tinha em casa eram carteiras de sigano, que meu pai que eu prava, daquelas caixas grandonas que venci as de maço, tipo ele adado, se lá. Enquanto várias das minhas amiguinhas fizeram cinza de palito para dar de presente para suas mães, eu fiz um porta entre a tua de carteiras, baboro. Eu beijo para todos vocês, adoro porquesta. E a gente descobre duas coisas, o pai dela voltava, né? É, o pai dela voltava. E eu compro a cigarro voltar. Ou então era a mãe que já comprava um engradadão para ele não voltar. Ele já vai ficar lá. Eu não lembro os presentes que eu fazia esses presentinhos também, mas era um... Era não era fumável então... Não precisava não ter o que fazer. E o próximo e meio é do Giovanni Duarte. Isso era aquele aí, tá ali? Ah, não, não. Giovanni. E aí, turbão? Turbão, turbão. Tudo ótimo. Não ouvo o 86 sobre o dia das mães, o Luide, que não é assim que escreve Luide, meu, meu, eu vou te corrigir aqui. Mas fica aí no ar, como se escreve Luide.
Ou como ele escreveu Luide. Luide comentou que agora que a mulher dele é mãe, ele tem obrigação de dar presente. Ele comentou ele. Mas na minha concepção, isso não faz o menor sentido, já que a mulher dele é mulher dele e não mãe. Ok, que ela mereça presente nessa data especial. Mas ele não tem que se responsabilizar por isso, a filha deles que se vire. Concordo, porém. Não, eu coloco plenamente se lhe ou por aí. Porém, a filha dele, filha do Luide, tem um ano. Ela não consegue fazer presença. Claro que pode fazer presença ou não fazer presença. Não cagaram a vez no dia. Uma vez a menos no dia. Pode ser. Vamos passar essa informação para Luide e de repente nos próximos até a lhes fazer ser lá cinco anos, elas dão os presentes. É, presentes que bebês conseguiram. Não acordar três horas do banheiro. Talvez sim. Porque o meu entendimento era isso.
O obrigação ainda era, obrigação ainda presente enquanto a filha não consiga dar. Porque no momento que a filha pode trabalhar, tipo, sei lá, seis anos, aí ela mesmo dá o próprio presente. Próximo No Ouvo, No Ouvo, número 87, ou suvozes com o Inilbezerra. Opa. Que se é o Inil do Guilherme Maseer. O Maseer? Olá, não falantes do No Ouvo. Sobre o episódio com a participação do do Blador, ainda eu me dizer, eu gostaria de fazer um adem no que acredito que passou despercebido. No Novo, o fã de carteirinha se de perguntou a todos os davancados se tinham alguém como ídolo e que gostaria de conhecer. Esse que o Paul de Viratripa e Igor Seco, eu estou surfando o Goku. Porém, no episódio que o do Blador do personagem que estou participa, o próprio Igor Seco não participou, é cara. Mas é tenta o motivo, porque o Igor Sego é ele, ele é tão fã.
Ele passou mal, ele ficou aqui no chão se debatendo aí, ele não pode participar, foi por isso. Finaliza este meio com o questionamento. O Igor não participou do episódio 37 por falta de espaço na bancada ou ele realmente não estava no quejeia no dia da gravação. Ficaria imensamente feliz caso ele nem ao menos conhece. Ficaria meio bem, esse tipo de coisa que ele... Olha, esse gilhinho, eu gostei dele. Ficaria imensamente feliz que a casa ele ele ao menos conhecia esse dublador, se era. Nada contra o Igor, apenas pense que como o rei ter que ir. Se fosse sua contrária, ele também ficaria feliz, se alguém não tivesse suenrealizado. Não, mas eu estava aqui no quejecinho, eu tirei foto com ele e o problema foi isso mesmo, eu trarei quase o ataque do coração. E olha ali a minha... Uma pena viu, porque essa é a sua ideia, é ser muito mais legal do Igor não estar aqui ficar putaço porque não ganhei seu... Ouí, não seria muito bom. Próxima e meia eu dou graça ferreira.
Fala, galerinha, Durão Ouvo, tudo bem com vocês? Meu nome é Douglas Ferreira, eu to na dúvida porque no começo do e-mail tá dogras e eu não sei se ele é o dogras e eu não sou o dogras. Ele não é o dogras, não é o dogras. E me poegiu pra dogras. Então vamos como dogras aí? Eu vou acreditar que é dogras. 23 anos, Brasília de Estreto Federal. No episódio 87 com o Índio Bizerra, ele falava sobre o evento no shopping, eu adorado que lotou com o quadroplo de pessoas esperadas falando. Eles esperavam 2 mil pessoas, tinha mais de 8 mil. Nesses altumomentos, esperei o Tão Popular meme mais de 8 mil. Infelizmente não foi o que aconteceu e esse foi o primeiro poxa. Que esse podcast maravilhoso me fez falar. Mas só agora as bolas vão poxa. Pois é, mas eu ainda tenho o... Eu acolhê o seu que faz pra ele. Fiquem encocado com isso até a hora de escrever essa cartinha. No entanto, como vocês...
São todos muito héteros e viriz, vira que segue. Enfim, esse foi um dos melhores dos episódios. Abraços e bem na boca de todos. Pois é, Calê, ele tem que levar em fato, em consideração o fato de que quem fala mais de 8 mil não é algum cú, eu vi dita. E eu ainda bezer do badoiro do cú. Ah, tem essa, tem. Mas talvez ele ficou esperando que alguém da bancada responde, sabe mais de 8 mil, sabe fazer um grande graçaio. É verdade. Seria, seria. Olha, fica desculpa, né? Fica aí nossas mais cemceras desculpas, Aldogras ou Douglas, que ficou esperando mais de 8 mil aí não teve, né? Né? Né, ficou exerço. Próximo e meio é do Não Ouvo, 0-88 digital influencer. Outro ótimo episódio do... O de uma sequência de ótimos episódios. Esse e meio é do Iagovin Sentin. Fala galera do Não Ouvo!
Me chamo Iago, moro no interior de São Paulo, mas mais especificamente em Lame e tenho um canal no YouTube onde eu e um amigo falamos de cultura pop. Sabemos que extremamente difícil é adentro fazer sucesso no YouTube. É ainda mais falando de filmes e cultura pop que temos muitos outros que fazem isso. Porém, somos os únicos que falam sobre o assunto na cidade. O que nos rendeu, um programa na TV local. Olha aqui, vocês? Anda de sucesso. Anda de sucesso nem que nos dede dinheiro. Eu acho que nada disso se sucesso nem que nos dede dinheiro. Mas fazemos por que gostamos? Tentamos um começo com isso, mas existimos. Porém, como gostamos de expor nossas opiniões e falar besteiras no internet, continuamos até hoje. Além de nos render entradas de graça na BGS e na C6P. Caralho, que dá onde procuramos por vocês, cruzativamente.
O que percebo que depois que nós começamos a nos canal, outros apareceram na cidade, porém naquele clánsico de puxar vios, de me fizeram um coecão e olha o que aconteceu, coisas do tipo. E é um pouco frustrante mesmo, você trabalhar em um conteúdo e um assunto e coisas como essas tem o trípulos de vios e seguidores. Abraço do coquinho com o pessoal da cidade, com esse na região e água. É água, que bom cara, que você... Trabalha porque gosta isso? Sim, isso é boa. De repente fica a dica aí, começa a fazer vídeos, me fizeram um coercão e olha, não que deu, comentando um filme. Vai, de repente, né? Vai que fica no arco do Batman, por exemplo. Vai dar acesso. Próximo e meia do Vinicius Mantonelli. Olá, bancada mais falsos, top do meu brazo, aturbando vocês. Meu nome é Vinicius, sou de São Paulo, S.P.
Gostaria de relatar uma história um pouco constrangidora que ocorreu comigo graças a esse episódio. Eu tenho costume de escutar o podcast no caminho para a faculdade e sempre coloco no último volume, que é para não escutar mais nada além da voz doce do Luideus. Ah, Luideus. Ador que me deu no coração de ler essa palavra no Luideus, mas não é? Quando eu entrei no levador para subir para o meu andar, o episódio já estava no fim e começou a tocar a música e andou, é fada. De repente me deparam com todo o elevador me encarando, inclusive um roquista com cara de decepção, já que eu estava, já que eu vestia uma camisa da banda Raimundos. Quando chegou no meu andar, eu apenas falei, vamos lá! Isso aí vazada! A observação manem um beijo para minha namorada. Próximo email! Amando beijo, cara. Termina, não queria manobre.
Mano, eu me lembro de para a minha namorada que se chama Gabriela e Eddie Campinas. Ele escuta todos os episódios e não para de reclamar da escassez de episódios bonos. Então tá aí tem um bom nos aqui, aleitura de cartinha. Beijo, abriela por você. Próximo e meio, tem mais um hein? Sim, mais um do Rafael Nunes. Faiou noplicitário 24 anos, São José dos Campos, São Paulo. Olha, fiais, podcast, ele é no Ouvo, tudo bem como o James. É celerado, é errado. Ah, fias, pop, castles. Esse daí, possivelmente também o ouvindo o decrêpitos, da gráboa dos degrubes. Deu, eu. Sou ouvinte, ou vinte desde o primeiro episódio, mas nunca tinha mandado o email. Resoviu mandar porque eu lido com esse mal diariamente, os digital e influências. Aí eles creveu do Jettinho que foi o nome de episódio muito forte. Mas só dão contra o seu contra-vê. É também. Eu sou responsável pelas redes sociais nem presente trabalho, que é uma marca de suplementos.
Como podem imaginar o nosso público? Ouvo são os formes gerados baromas e as garotas fitness. E todo dia enfrenta um mar de DMs de pessoas com digital influencer ou insta- blogger com profissão pedindo por parcerias. A grande maioria não fazem nada demais além de postar fotos sem minuas. Conseguir muitos seguidores e começar a dar dicas de lifestyle, maquiagem, cabelo, essas coisas e não agregam nada pra ninguém. E fim, só queria desabafar mesmo. É um saco ter que lidar com esses pseudo famosos. Desculpe, pelo meio longo, continuem com esse nem de trabalho, não foi meio longo. Ele faz um péssimo aqui. Luide, eu sei que se enverbe é difícil, mas queria dizer que o barabinho faz muita falta e lheio sempre o amiz o fono. Péssio 2, e o Igor Lerme, a mesma coisa sobre o Cicrize. E o dia que ele sabe volta. E ele está guardando um crossover com decravotos.
Muito bom dia. Quem sabe o dia acontece? E essas foram nossas leituras, nossas cartinhas. E aí eu quero te perguntar uma coisa Igor Seco. Primeira pergunta de todas. Como é que faz para mandar uma cartinha para o Novo? Vai no cartório, faz o quê? Não precisa de tanto. Você só vai lá, abrir sua email. E você usa o hotmail, o oitlook, o de email, o que é outro? Exerto. Escreve lá. Não ouvo a roba. Não salvo.com.br no remetente. Você coloca o assunto com número do episódio. Na verdade, se você colocar no remetente, está errado. Tem que ser num destinatário. Descindatário, ele é bem. Aí, tudo bem. Descindatário, coloca o destinatário. E aí, nós vamos suger, você coloca o número do episódio, ou coloca o tempo. É, é para ajudar.
E escreve lá o que você achou um superpissório, o que você achou? E se foram uma arte, se ele fez um desenho e quer mandar. Aí é diferente, aí como é que é? Você vai lá, você vai ver o email e coloca Não Ouvo, A Ouva, Não Salvo, com o computador, e faz o meu... E mandar arte. E se eu quiser seguir nas redes sociais, onde eu encontro ou não ouvo nas redes sociais? No Twitter, A Ouva, Não Ouvo, e Facebook, e não instalar A rouba não ouvo real. Olha que loucura. Tem um traseguito lá, nossa rede são muito movimentadas e toda hora chega coisa nova. Sempre essa loucura. E falando em coisa nova, é no mesmo você se tor, se eu perguer esse assunto, fiquei ouvi boatos. Ouvi boatos, estava por aí na internet ouvi boatos, que agora a família, que agora ou não salvo.
Tem uma família de podcast, que agora o Não Ouvo não está mais sozinho, é verdade, Igor Seco. É verdade, não ouvelha o pai dos nossos podcastes, mas agora nós temos um vcuda que é sobre esportes. Mentira. O seu fosse você que é pra ajudar pessoas a resolver em problemas da sua vida, olha que bom. E temos também que vai chegar aí o rebobinando que é sobre o cultura pop. Que loucura? Então acho que novos inteirantes por que estão chegados, tá que beleza. Olha aí, olha aí, não, você agora tem podes que a gente passou mal inteirante. Semana inteira vai ter podes que a gente é ferante. Segunda a feira, porque isso não é ferro. Segunda a feira, porque isso não é ferro. Segunda a feira, porque isso não é ferro. Segunda a feira, porque isso não é ferro. Segunda a feira, porque isso não é ferro. Segunda a feira, porque isso não é ferro. Segunda a feira, porque isso não é ferro. Segunda a feira, porque isso não é ferro. Segunda a feira, porque isso não é ferro. Segunda a feira, porque isso não é ferro. Segunda a feira, porque isso não é ferro. Segunda a feira, porque isso não é ferro. Segunda a feira, porque isso
O seu foso você que já saiu, ubicuda que já saiu também é só você procurar aí no seu agregador, no seu aitunes da vida, se você que escreve não salvo, já vai ter todos lá. E aí é só isso, só fazer isso. Então a gente fica por aqui, mas um recabido, por favor por favor, pessoal que mandou e meios para esse episódio, está de maravilhoso porque estava tudo muito bem pontuado. Ah, isso é verdade, é muito importante, só que... Deixar esse reclamamento. Ponto isso os mil e os deus. Ajuda bastante, muito boa. Então é isso, a gente fica por aqui. Até o mês que vem, tchau tchau.