
Descrição
descrição original do feed
No aaaar mais uma vez, a já tradicional leitura de cartinhas do Não Ouvo! Essa semana com a participação inédita de 3 pessoas na bancada para ler os e-mails enviados sobre os episódios do mês que está chegando ao fim.... VAMO LÊÊ!! Bancada: Cid Cidoso, Braian Rizzo e Igor Seco Edição: Daniel Bayer Capa: Braian Rizzo
Resumo
Cid, Braian e Igor Seco, pela primeira vez com três pessoas na leitura de cartinhas, abrem o episódio avisando que misturaram os dois primeiros Desempreendedor numa só leitura, já que vários e-mails não diziam a qual se referiam. Braian passa a leitura para os outros porque está com os olhos cansados e só comenta.
O primeiro bloco é sobre o episódio das tribos: o ouvinte que sofre com o silêncio e as perguntas do motorista de aplicativo, que acaba virando a deixa para falar de táxi e de assalto, novas tribos como velhos fitness, rappers de classe média e a turma que só fala em memes, e o ouvinte muito alto que enfrenta ovos pendurados no mercado. Depois vêm as cartas do Desempreendedor, com o ouvinte que sacou o FGTS e perdeu tudo num raio, a história de quem trabalhou em casa noturna e o golpe da bebida repetida, outro com o tio dono de bar, um devedor orgulhoso e a explicação para as capinhas de crochê.
No fim, pedem mais cartas, agora para o volume 3, e lembram de assinar o feed.
Destaques
- Ouvinte reclama das perguntas e do silêncio dos motoristas de aplicativo.
- Novas tribos sugeridas: velhos fitness, rappers brancos e a turma dos memes.
- O ouvinte muito alto e a ameaça dos ovos pendurados no mercado.
- Quem sacou 10 mil do FGTS e viu um raio queimar a casa.
- Ouvinte revela o golpe da bebida repetida servida em casa noturna.
resumo e destaques escritos a partir da transcrição automática
Participantes
Edição: Daniel BayerCapa: Braian Rizzo
créditos do feed original
Transcrição
39 trechos · 6.356 palavras
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O que é isso? De leitinho de cartinhas. O que é o ano dois meses? Pô nem o Google recebe-te na cartinha. A atualmente, eu xio não. Nem no link do seu áudio. Não, não. Não, não. Não, não. Nem sei se ele sabe ler. Mas, enfim, a bancada que é seduoso, como não, mas uma vez, a minha direita é eles. Não era a minha barra. Se eu falar de lita, ele se enceria falar. Eu achei que tinha me clonada. A minha direita é ele, Braian Rizzo. É isso do bom. É bom, Braian. A minha esquerda é ele. Não é esquerda, é frente. É frente. A minha esquerda é o turco que não me abertou hoje. Igor Seco. Fala meu povo, outro bom bom você. E aí, Igor, só alegria. Normalmente, na leitura de cartinha é o Braian que comanda, né, Braian? Não, eu nunca comandei. Ué. Eu só fico aqui. Não, digo, você comanda que eu digo assim, você participou de todos os olhos. Quase todos. Tevi alguns que eu não participei. Ah, mas a maioria foi você. A maioria eu participei. E nos últimos era você e o Guilherme. Foi. Foi.
É o que ele é, mas já estava oficial. Que é o que a gente folga? Eu não quero ler os e-meios. Eu estou com preguiça de leitura. Eu estou com os olhos cansados. Pode comentar alguma coisa. Eu quero que eu comentar tudo, mas eu estou com os olhos cansados. É isso é bom, entendeu? Então, a gente estava conversando que a gente começou a gravar que como se uma passada a gente se uma passada não. Mesmo a gente acabou lendo um episódio a mais, porque é o do Carnaval, a gente e essa semana tem três episódios pra ler, sendo que dois deles são... Desemprenedor. O que a gente fez aqui foi misturar os dois desemprenedor num coisa só, porque muitas pessoas mandaram em meios, não dizendo qual era o episódio que elas queriam comentar, dizendo só que era sobre desemprenedorismo e outras tantas mandaram em meio que servia tanto para um outro outro. Ah, já fez um completado. Já fez um completado, então a gente vai ler esses dois episódios como se fosse uma coisa só. Maravilha. Quem quer fazer a apelada e tudo aí, Igor, vamos começar.
É do Novo 77, podcast do Unio, todas as tribos. Muito bom inclusive. Muito bom, por causa. Foi do Eric Alexandre. Fala no Novo, tudo bem? Sou Eric Alexandre, ele tem o 21 anos, Moli São Paulo, Jardim Angela e ainda não roubaram meu celular. Espero conseguir terminar descrever. Eu sou Pia Dígia. É o meu ouviuvo. Então vai saber agora se vai acontecer uma salta no meu doio. Não, é límã do e-mail então. Ah quer dizer, conseguiu. Eu se inscrever até afinal. Sobre a episódio 77 me identificei muito com o episódio do Uber. Pois toda vez que chamam o Uber, um motorista com o decorrer pergunta. Está tudo bem? No carro tem água e balinha, fica vontade. E eu sempre respondo. Muito obrigado, estou à vontade.
Abre as, por si leis se mediate depois de um tempo, Uber pergunta. Quer que eu liga o rádio? Coloque o roque? A gente fala disso. Mão ele sabe que ocorre um raça negra. Outra coisa que me incomoda no Uber é o silêncio absoluto no carro. Então, em 70% dos casos, puxou ver o assunto. E aí, quanto tempo você é Uber? Posta legal, Dom Retorno bacana. Ainda é perante na resposta, ele já tem a segunda pergunta, já. Já é o padrão. Descrivete de perguntas por fazer pro vôter, esse dubber. É um saco, isso só ocorre comigo ou esse lens absoluto e incomoda, vocês também. É péssia que ela entra do Nirvana, certamente, e já fica ouvindo umas duas horas seguidas. Que ela é muito boa. Muito boa. Não me roubaram. Abraço, galera. Ah, ele dá um fio de beco no fim, não foi roubado. Eu estava com esperança de que esse meu acabasse no meio e a gente imagina ser roubado ao lado dele.
Pois é, o ladrão, a hora de me ter a mão apertou em viagem. Ele fez a pergunta ali, acontece que você está bem. Você nem é um constregiador? Ah, o silêncio com o seu engedor, principalmente o elevador também. Eu acho que ele é o meu, mas acho que no Uber, o silêncio não é nada com o seu engedor. Acho que com o seu engedor é o cara ficar querendo conversar. É, eu prefiro silêncio. Eu abaixo a cabeça, fica no celular e abra a porta memória. Tanto é que se gira, eu peguei um tax, fazer muito tempo que eu não peguei no tax. Peguei tax na rua, o oficial, o entrem no tax, da forma primitiva, né? É, confineu meu bisavosto fazinho. Fazendo fogo com o gravedo. Isso.
Pedi com o Graveiro, na mão, isso tem de gravar, ele parou. Ele parou, que ligou. Parou, tipo, Fred Flint, um parou com o pé, assim. Na Inetreino Tax, fiquei no celular o tempo todo, quando acabou a corrida, não saiu do carro, ele pagou. Não, não, não, não, é que legal. Saiando dando, ele veio atrás, ele de mim, que o carro, falando, ele tem que pagar, ele vai, p***, desculpe, está com o soco, com o humor. Não, a gente fez a cara mesmo, fez. Aí ele ficou furioso. Foi assim que eu também três foacadas, e ir para casa. Eu tenho medo disso, cara, esse dia eu peguei taxa também, porque eu estava num lugar que era muito escuro, assim, na rua, eu fiquei com medo de pegar o celular, eu chamava um Uber, ele se ia saltado igual o nosso ouvinte aqui. E para não correr o risco, eu peguei um taxa, porque tinha um ponto de taxa na frente e aí eu fui assaltado pelo taxista, porque é muito caro, né? É muito caro, mas enfim, eu acho que o silêncio é melhor, sempre.
O próximo email é Daniel Fontz, ainda sobre esse episódio ele começa dizendo, fala, galerinha do meu ouvo. Meu nome é Daniel, tenho 21 anos, sou do Rio de Janeiro. No podcast número 77 vocês falaram sobre tribos mas esqueceram de incluir algumas categorias. Como sempre a gente esquece, a gente não vai falar todas as categorias de diversos. O primeiro episódio. Tribos dos velhos 100% saúde. Aqueles velhos que saem pra correr muitas vezes em bandos a 5 da manhã. Cara, isso dá o ver do velho. Tá, de vez. Aí do de casa, parece cinco velhos com ele. O que é o que é o que é o padrelha, ele é ele. Que tipo de arrastou esse, né? É, a escala tá um viagra saco, né? Fala que o para-conselho, hein? Com shorts da Didas e chapéu de sol. Existe o subgrupo dessa tribo que mescla os velhos 100% de saúde com os marombeiros fitness, onde alguns velhos...
Não contentes, só fazer o seu exercício em paz, ficam comentando com os mais novos todos os todos as 30 séries de exercício que fizeram para tomar, aliás, para tentar passar alguma eleição de saúde. Entendi. Tem que entender o que eles ficam correndo, eles ficam comentando sobre as séries de exercícios que eles fazem. Eu velho o reverso, eu velho ficar reclamando de doença, eles ficam falando com o que vocês vão falar. Eu vou falar de saúde, eu vou falar de saúde, eu vou falar de saúde, eu vou falar de saúde, eu vou falar de saúde, eu vou falar de saúde, eu vou falar de saúde, eu vou falar de saúde, eu vou falar de saúde, eu vou falar de saúde, eu vou falar de saúde, eu vou falar de saúde, eu vou falar de saúde, eu vou falar de saúde, eu vou falar de saúde, eu vou falar de saúde, eu vou falar de saúde, eu vou falar de saúde, eu vou falar de saúde, eu
Que há tributos falsos negros. Que? Tríbutos falsos negros. Que é? Aqui ela tribo de pessoas não negras. Normalmente de classe média, barra alta. Senta. Que fazem a apropriação cultural entre muitas aspas. Senta. Do estilo gangster e usam roupas três vezes maiores que sua mãe. Ah, Deus. Rapes Brancos é tipo cabal. É, não é? É, não é? É, não é?… É, não é Trilvo... Trilvo do Caverso Adesso. Aí ele fala que tem também a tribo dos menis, que são pessoas que moram em grupos de memes do cara livre, que é um meme, que é uma do Facebook, e aqui ele faz um meme do meme. O meme do meme, o confilado de memes. E o seu vocabulário se limita somente e exclusivamente de memes não conseguem falar outro assunto. Ah, isso é verdade, cada vez isso é mais comum. Eu acho que já foi mais até.
Eu acho que já teve o app, porque agora, meio que a galera que só fala memes da internet, eu não sei, ela teve que conviver em outras serivas, eu não tenho visto. Eu acho que cada vez mais, cara. Cada vez mais, porque já é tua mãe, já com quem saqueado em WhatsApp, com meme, ela pergunta o que quer e começa a usar. De forma errada, provavelmente, mas começa. Tipo, aquela pessoa que fica pegando o celular e falando, olha esse meme, olha esse meme. Olha esse meme. E mostra o meme, 15 minutos depois, usa o meme e você... É culpado porque você não entendeu o que falou. Pode ser. O próximo e meio, tem... Você não vai ter o nome do cara. Tem meus famosos... Você não tem esse contrariado, reggae. É, no final ele é do... Eu acho que é isso, um forte abraço, nessa bancada maravilhosa, vamos lá. E o próximo e meio tem um sobrenome muito legal. É. O próximo e meio do Gabriel Rerefeld. O Rio Fild. Pode ser Rio Fild. Olá Fiais, localtores do No Ouvo.
Aqui quem fala é Gabriel Riffield de Mogi Miri de São Paulo. Sertamente né, a sua Nandelha, não sei falar também. Ah cara, eu não vou ficar falando o Rerefeld, inclusive espero que ele tenha o parado de digital sobre ele ao meu de ele. Estou aqui para falar do Não Ouvo 77 sobre estereótipos. Veja bem, eu apesar de não pertecer aos grupinhos que você citado, acabo por sofrer com estereótipos por ser uma pessoa muito alta. Ele ainda tem um dia de 18 anos e o Inoveteu já tem um dia de altura. Ele ainda tem um dia de crescimento. Até os 24 anos o Médio falou que ele disse que ia ter um dia de 24 anos e eu ia crescer. É só ele falar para dar esperança. Não, para mim não tinha por que ele falar isso. Ele tem que falar isso para quem é baixinho. Para mim ele me traumatizava, eu vou ficar com caralho, não vou falar de crescer nunca mais. Cara, eu tenho isso aí, não vou falar de crescer no começo. Em quase todo lugar que eu vou, só a pessoa mais alta.
Sempre que estou com meus pais e eles encontram conhecidos, sou analisado de cima, baixo e logo me dizem. Nossa, como você é alto? Como você não soubesse. Isso se não pergunta se jogo o basquete e eu vou ler ou sou goleiro. Isso acontece tanto que meu pai começou a mentir e dizer que sou esse leite goleiro e poderia ser profissional e coisa do tipo. Da corta para o luco. Eu jogo no tipo de base dos santos durante... Uma vez conversando com o cara meu pai aprontou dessas e o conhecido dele estava disposto a me levar pra treinar no time de Mujumirim. Só é um apenalho que eu seja um completo fracassinho todo tipo de esporte inventado, seja ele enderreal de ou não. Se encontrar também que há quem pensa que eu cresci desde a última vez que nos encontramos. Tem esse pessoal do... Mesmo que eu saiba muito bem que parei de crescer aos 16. Olha que sorte. Péssito. Contra ele em contraria de um dos médicos.
Pese, uma vez o Igor disse que sofre em dia de chuva por causa do ar da chuva dos outros, que fica bem no nível do rosto. Sei bem como é isso, mas sem dúvidas a pior parte é a pássaro. É quase... Putsa, a pássaro é a follow-up, cara. É quase impossível transitar pelos corredores dos mercados que estejam com ovo, os pendurados. Ah, não tinha pensado nesse cara, é uma garota como ele é alto também, ele já saiu. O que o cara que está querendo dizer, eu com o sombaixo, não é? Eu estou identificando o cara com o outro cara. É cada lavolinha aqui. Afinal, auto não, ninguém gosta de bater a cabeça dos ovos, né? Tá, eu mando a caria, aquela caria. Tá, galera, que gosta? Um forte abraço pra vocês todos e um abraço também, os meus amigos do PCA, um grupo equivalente ao atiçado daqui em Modimirim. É isso aí, valeu. Muito bem, muito bem, bom, muito bom, a gente. Você é muito cara, eu fui identificando aqui que eu correu tão lágrimo. O que são os altas, né? Que começou agora, é porque ela passa, foi isso aí, cara. É muito interessante na cara pro e-cult.
Que começou essa ideia de pendurar o ovo? Porque não faz nenhum sentido. Para fazer as pessoas compraram, cara. Para fazer as pessoas que vão ter que coca-cara e compraram. Será que é para as crianças não alcançarem? Pode ser bem. Para elas alcançarem mais um monte, só para dar um... Para criança e cheirar e falar para o pai pegar. Porque o ouvo tanto na altura, a única explicação é essa. É a criança não conseguir pegar. Sei lá. É porque a pessoa não faz uma coisa que não faz sentido. Ou com ele não coloca o ovo. Não. Muito menos de chocolate. Então ela já vem numa premissa estranha e aí se pendurou o ouvo no teto da loja. Pois é, é. É por filha ponta e o pai tem que pagar. Mas no final das contas que vai pagar o pai mesmo? Vai pagar. Então deixa eu criar essa chorar olhando pro alto, o pai vai pegar mesmo. O próximo e meio já é da série Desemprenedador e ele é Dennis Leonardo, que é um excelente nome. Dennis Leonardo? Dennis Leonardo? É de ser parente do antes do Leonardo. Tomolejo.
Tem de ser bom na dele, não? Tem de ser bom na dele, não? Tem de ser bom na dele, não? Tem de ser bom na dele, não? Tem de ser bom na dele, não? Tem de ser bom na dele, não? Tem de ser bom na dele, não? Tem de ser bom na dele, não? Tem de ser bom na dele, não? Tem de ser bom na dele, não? Tem de ser bom na dele, não? Tem de ser bom na dele, não? Tem de ser bom na dele, não? Tem de ser bom na dele, não? Tem de ser bom na dele, não? Tem de ser bom na dele, não? Tem de ser bom na dele, não? Tem de ser bom na dele, não? Tem de ser bom na dele, não? Tem de ser bom na dele, não? Tem de ser bom na dele, não? Tem de ser bom na dele, não? Tem de ser bom na dele, não? Tem de ser bom na dele, não? Tem de ser bom na dele, não
Será que ela não é? É, é a mesma, né? Porque ele é quando começou, mas agora deu um... É, é. Desculpa. É um número da telecer na hora, pronto, certo? A gente já fez isso aqui no óbvio. Me chamo Dennis e eu sou um ouvinte das antigas do Novo. Até hoje nunca... A gente já tem ouvinte das antigas, né? Ouvi de das antigas, né? Eu estava parando para pensar esses dias, caro, no óbvio, isso desde 2015. Ah, filózinha, né? Filózinha. É, mas a gente já virou dois dígitos nessa brincadeira, né? 27 e até. Cabezão! Me chamo dele, sou novo, de das antigas do Novo, até hoje nunca tive algo para algo que me impulsionasse a escrever numa cartinha para vocês. Porém nesse episódio, vi que tem algo que possa acrescentar ou não. Ele é muito flota. Ele começa que contando a história dele de que o TEMER pagou 10 mil reais de garrantia, famosa FGTS, e eu saquei essa buffunfa e tive o pensamento de não pobre. Vou colocar esse dinheiro em algum lugar que me renda alguma coisa.
Porém o destino conspira contra esse pensamento e tem de manter na pobreza. Eu saquei esse dinheiro em uma segunda e ele sacou 10 mil reais levando bolsos para casa. Mas ela está fazendo salto de saídinha de banco por causa de zinho. Porra, 10 mil reais, cara. Eu saquei esse dinheiro em uma segunda e na terça da mesma semana teve uma chuva e caiu um raio na minha casa. Como eu moro sozinho, tenho o costume de sempre tirar os elétrons domésticos da tomada. O que você tem a ver com moro sozinho? Porque não vai ter ninguém tomando conta da casa, quando ele não tiver lá, eu acho que foi sentir de ser isso. Mas o cara mora sozinho e ele deve ter coisa na jadeira não. Eu, por exemplo, moro sozinha. Então quando saia de casa, eu não fazia janela. Mas eu não moro sozinho, eu deixaria aberta porque outra pessoa fecharia pra mim. Mas não dá pra tirar tomar, não dá? Não pode. Bom, vamos muito em frente.
Como o orçazinho, eu costumo sempre tirar todos os eletros domésticos da tomada. Ah, esse é a janela deira, pois preciso ter água gelada, fejão no pote de sorvete e queijo de regime vencido. Veio uma corrente elétrica pelo cabo dantena e que imô minha TV. Meu videogame, meu roteador de internet, meu decodificador de canais e meu computador do quarto caralho Não fez sentido, cara, ele tinha as coisas atomadas e deixou as ladreiras pra quem mora só a geladeira. Agora pra quem mora o videogame e já tem vídeo. Não sei, não, mas aí eles viram a geladeira quem mandam. E de pata-cardia, com o seu sustaram. É tipo um furmigueiro, quando morre rainho, todo mundo se comigo morre. É, tipo isso. Não sabia se o que aconteceu, porque eu tava ido a igual o play de te conteste. Segue a Nelson, um fluxo que montei para tentar entender como se tiraram e fez para quem moram coisas. É uma louca só grama. Fui o seu grama de como fez para quem moram algumas coisas e outras não.
É quase. Resumindo, gastei 4 mil para repor este prejudiço. A gente tinha que gastar 4 mil fazendo fluxo gramma. Talvez, talvez. Mas a gente vai se fazer um especialista, vai ser um engenheiro, o fluxo é um engenheiro. E os outros 6 mil restantes comprem roupas, fichos, fichos rascos. Fui várias vezes em rodinhos de japoneses caros que são todos, na verdade. E coloquei em dia a minha coleção de quadrinhos que estava atrasada. Olha, é uma coisa que é... Vem gasto, comprou jibirinha. 6 mil reais e jibirinha. Hoje escreve-se meio com um saldo de 100 reais na minha conta e com um monte de coisas que não precisam na casa. Mas feliz por não ter entrado em nenhum adivinio. Deve ter comprado outra jadeira para caso raio cai de novo. É verdade.
Porque pode acontecer, o Raio cai doze vezes mesmo. Então é isso, acredite nos seus sonhos e gaste tudo o que você tem. Essa é a minha mensagem principal do outro fone. É muito bom. E depois a gente vê o fluxo do seu grama dele aí, pra galera entender como é que o Raio entrou pela antena, encontrou só a geladeira na tomada que imotou todas as coisas da casa. E o próximo em vez do Artur Antonio. Qual era na nota? E o Artur Antonio, da fase de Artur Antonio. Uma dupla sertaneja que vai aparecer um grupo. De mais, porra. Eu estava no cedo duas pessoas. É, são quatro. O lá galera já fui barmende puteiro e os que vão funcionava da seguinte, ele foi direitado. Que correclufoda, né, cara.
Não tinha dação, não tinha dação, a própria puta erugarção, vocês mais. Ela ia ter o balcão. Cara, parece, cara, muito direto, né? Direto, sim, não foi muito direto. Não tem nada. Só agarçou de puter, não tinha a puta, puta garçom. Pronto, tinha puter na poe meio, porra, puta. Não tinha a puta, cara, de com meu garçom. Era o contado, não tinha garçom. A puta erugarção, não garçou, era puta. A faz mais sentido. É melhor. Ou seja, não tinha gração a própria puta erugação, ou seja, ela ia até o balcão onde eu atendia com o barmen e pedia bebida. Dentro os fredezes quase sempre tinham um bacana entre aspas que pediu uma garrafa inteira de whisky. Não me lembram a marca mas eram whisky bem barato tipo assim, se fossemos comprar no mercado hoje pagadíamos uns 45 reais. Tá.
Que servíamos para os fregueses pelo menos a 1125. Não, o que? Cara, é a magia do luco dos carros. Não, é o preço da puta garçona. É, é o razon, precisa de lá em traseira, então, só bebe. Não, sim. Primeiro, quando isso acontecia, juntava três ou quatro galotas que também queriam um copo. Ok, segundo, elas ficavam acediando uma neck, pediu a garrafa e enxiam um copo e desfascadamente se dirigiam para a cozinha da copa, que ficavam em um corredorzinho bem despreto. O meu serviço era apenas deixar chá gelado, preparado e uma garrafa vazia, confundiu onde as mesmas despejavam o whisky em uma garrafa e em seguida em chão copo com chá e voltavam para o salão. O whisky recuperado era vendido novamente para outros preguês. E na maioria das vezes...
Para o mesmo friguesa. Cara, aqui é o cara que contou. Cara, 3 minas tomando, acaba arrumar rápido, ele compra outra. É muito mais maligna do que o machinoso. Cara, olha o que a gente tem. É o oio, esse fenográfico. Como o crime e se arquiteto, ele é o eio. Sim. Cara, então? Cara, eu estou muito chocado. É, não sabia disso? Eu fui. Você estava no trigo, quer dizer? Paga? Não, nunca paga. Inclusive, eu tenho uma história muito boa, porque eu podia ter contado nesse Novo, não contei. Que foi uma vez que eu fui num puteiro e uma puta pagou uma água de coco pra mim. O quê? O que eu acho que eu ficou com um dóid, de mim que eu estava muito triste. Que eu estava deslocado. Eu estava com um cara de desidade. Ela chegou pra começar comigo e aí, ela disse, eu não quero pagar uma bebida, eu falei, não, não vou pagar nada, não estou legal aqui. Ela disse, aí, eu estou no mistrado e eu mal eu de coco.
Então, assim, câncago, adicou com o puteiro, Braian, porque vai cuidar do pêlo, isso não era o gode de pucô. Não, no fim era, eu acho. Será? Não, não. Tinha gosto de agrujamento de cucô. E fim era. Mas a sessora de vender a mesma bebida para a mesma pessoa duas vezes, é bizarro, cara. Pois é, cara. O que é O que é O que é… o que E ele não falou que ele ganhou aqui nesse esquema, não ele só falou, falou galera, tipo, eu acho que foi o outro trabalho. O salário do garçom, né? É, porque o barmeio, garçom era a puta, existe, por exemplo, como você vai ver. Ele podia fazer esquema de colocar bebida no agarrafa pra ele, aí ele vendia agarrafa pra casa e a casa revindiu. Naquê eu estou fin das contas, isso não era um negócio 100% sustentável, porque um copo da bebida, o cara que comprou, tomava. Pois é.
Então, eu dava pra fazer esse golpe umas quatro vezes até gravar fazer as aulas de ano. A porra, não é tá bom, né? Tá bom ou não, tá legal? Já é um bom negócio. O próximo meio do Max Enrique, ele tem 20 anos de barretos, São Paulo. Olá, bancada da leitura de cartinhas. Sobre o Não Ouvo, sobre coisas de pobre, o interior, ao menos a minha cidade, está em festado de lojas de um real. E é realmente tudo um real. O produtos vão desde chocolate, bolachas, refrigerantes, até produtos de limpeza e copos inteiros por um real. O copo que não é de shot de tequila é um copo inteiro. É isso, lembrando uma piada do Sci-Fi, da Sérica, que a mina vai na casa dele e perguntam, quer uma chica de café? Só quero minha chícara.
Ele faz uma puta cara assim, meu Deus. Ele corre na cozinha e traz uma chica da quebrada no meio. Você fala os três, seis anos pra fazer essa piada. Ele é chica da picada. Fazer meio é chica da picada. Tem coisas lá que você não acredita que está sendo vendido por um real. Exemplo, aqueles tubos de ketchup e maionese de barraquinhas de cachorro quente dientigamente. Entre os parentes, eles foram proibidos pela vida da sessonitaire. Por isso foi um real. Não foi muito proibido não, assim. Não, não sei. E também tem a moda do salgado, um real que são salgados clássicos brasileiros como coxinhas e etc. Salgado, cara. Salgado, salgado, salgado. O senhor, velho, tinha um na frente do colégio onde eu estudava, tinha uma padaria e ele, ele é vendia coxinha a 350. Abriu na frente, uma loja dessa de coxinha, um real e falhou a padaria que a gente tiveram que fechar. Ah, não era só uma lucro da filha, ela só conseguia.
Espero que ele é a minha cartinha, nunca tive uma lida mesmo tendo mandado tantas. Ah, apretadinho. Pronto. Um abraço e é o ultima frase do meu dele, é livre de vírus, avaste.com.br. E é uma coisa de pobre. Fobre, eu explico com a segurança, mas ele não comprou um de vírus, ele usa avaste. Segundo mais ou muito. O próximo é o eitor farias, e meio do eitor farias. Fala, galeria do Novo, beleza? Meu nome é Thor, tenho 21 anos e queria deixar aqui meu relato sobre puteiro porque meu tio tem um emagre dos reis. Olha, eu vim localizado. Então eu tenho conhecimento para falar sobre o assunto. É, seu tio é dono, se tem conhecimento. Apesar de apenas uma vez com 18 anos não gosta. Quando era melhor, quando era menor, ajudava ele pela manhã a comprar os produtos para arreabastecer o bar.
E estar tudo certo de noite. Então, acompanhei algumas coisas. Em questão das bebidas, mais em específico, ou whisky, olha o golpe do whisky pintando de lube. O golpe do whisky de volta. Meu tio tem todas as garrafas das marcas conhecidas e ele dá aquela famosa batizada com os mais vagabundos que vêm de nas adegas ali por perto. Ah, mas já é que não. Já nenhum golpe tão pesado perto daqui e outro. Não, eu tenho a maior profissão. As merecrisis não pegam as bebidas apenas para consumo. Quando os clientes resolvem pagar um brinque para elas, caro não entendi nada, tá muito bom, você tá assim? Então não pega umas bebidas apenas para consumo, quando os clientes resolvem pagar no brinque para elas, esse vale serve para elas a umçar, ou fica tudo meio que é notado para usar no bar depois, geralmente elas pegam essa graninha dinheiro depois com um extra, tá então elas não o golpe na bebida do cara, sem envolver bebida, é.
Porque o cara vai pagar pra ela e provavelmente ela precisa de um vale, qualquer coisa, um papel, escrito vale o isque. E ela vai usar esse papel para comer depois. Comeu isque, provavelmente. Desculpa o testão, corre a coisa, fica a disposição para sanar as dúvidas, porque todas minhas férias eu ia pra angla ajudar o meu tio. Forte abraço e vamos lá! Então é um outro golpe do isque. Que nesse caso, ele não precisa passar por um funil, ele é na verdade convertido em arroz vejão. Pois é, o que eu entendi é que isso aí me enlou. Isso aí me enlou. É sério. É isso. É tudo isso que eu me confuso. Eu não me dei ele, não é tão legal também. Ele tinha o meitor. A gente estava vendo na saga do Dennis Leonardo do Anturantônio. A gente chegou o eitor. Mas é um bom nome também. Mas agora, eu vi um sensacional que é o Pedro Paiva.
Ah, Pedro vai, meu irmão. Fala mais o PP. Eu vou esquecer de como o PP. Olá amigos do Novo, meu nome é Pedro, tenho 31 anos e sou a prova viva de como ficar pobre antes dos 30. Aliás, está tão legal que esse ano faz 32 anos e ainda continua o pobre. Pegando o gancho da minha idade, foi citado no último podcast que eu não estou na faixa etária dos 90s. Mas não tem como. Todos os assuntos tratados nos podcasts com um dizem sobre o que vivo. Como exemplo, a tatuagem que tem uma, muito mal-feita, olha, as que foi a primeira e é horrível. E duas de desempenhidorismo. E aqui cabe um parentes que muitos pessoas se sentiram mal por não estarem na faixa etária estrada. Mas eu acho que eu falei uma grande bombagem. Eu não sei, tu falou entre 17 e 30 eu acho. Falei. Eu acho que tem gente com menos de 17.
E provavelmente tem muita gente com as 30. A gente já leu o meu equilíbrio de médicos e de engenheiro. O pessoal fora da curva, né, cara? E se são confinados? Talvez tem uma forma de boba. Mas eu creio, bom, enfim, se a gente fazer o aspecto da internet em geral, grande público, a maioria da pessoa. a maioria da pessoa. a maioria da pessoa.… A maioria da Uma pessoa que está noventa e quatro anos, quatro anos, sem dúvida, teve um. Exemplo da minha vida de pobre, tenho dívida em três cartões que foram que lançamos no novo de ontem. É verdade! E ele mandou esse meio antes? Ele mandou esse meio antes. Ou seja, uma tendência do desempreendador. Tenho dívida em três cartões, dois empréstimos, cheques especial do banco que eu piorro de todos.
Tinha falado isso, mas eu pior, eu pior, tive o possível. Você tá fudindo em casa. E tô devendo no bar que fica na frente da minha casa. Que talvez seja pior que o banco, porque o cara pode ir no outro caso. Sabe que você mora? A minha dívida está mais do que o bebom. Tentei, ele deve mais do que ele bebe. Será que tem juros no bar? Pode ser isso. E o que acontece quando recebo meu salário? Sim. Eu gosto em coisas as fúteis. Meus cases de pobreza, além dos que foi citado no pôde de Cast. Eu tenho várias crackers e meias furadas. Sempre perso pasta de dente emprestada no trabalho e quando vou beber com os amigos, penduro no bar em frente de casa. Pindurar significa botar conta, tá? Pinduro no bar em frente de casa ou minha esposa paga quando pode ou eu saio antes de todo mundo e paga uma parte mesmo da conta. E esse é um golpe. É um golpe. Ele sabe que ele não vai ter gente pra pagar e ele toma duas cervejas e vai embora antes de todo mundo.
Porra, que promisse, pagamento. É melhor que dar a principalza o pagamento. É isso se estou na guarda dos próximos episódios de desempreendedorismo para perfeiçoar o estilo de vida pobre. Obrigado e até mais. Olha, amigo, acho que você não precisa escutar mais nenhum. Eu acho que pode ir da aula, inclusive. Estamos precisando de instrutores, de colores e de ponte aqui que nós não temos. Você já está podendo da aula, você não precisa não. O total da namorada dele, cara, que pode dar conta do bordo. Próximo, Loredana Andrade. Loredana? Loredana. A primeira menina. Eu acho que é menina. A primeira menina. Loredana, da primeira menina. E a última e meio, já. E ela começa com, já última e meio. Ê, última e meio. Sim, é verdade. Eu tenho a resposta para o enigma das capinhas. Busquei na fonte. Enigma das capinhas, não é, por favor. É que a gente falou sobre...
Que pobre tem mania de cobrir as coisas de casa. Ah, sim, que bom, é que é bom. O capinha de crochê. É. Busque na fonte. Ao consultar os oráculos de sabedoria, minha família, a resposta é simples. As capinhas servem para evitar que os objetos peguem por. Ah, faz isso, se. Pois é, o que não faz sentido já que as mesmas pego um por. E por isso eu sei lavado, esse pego é bonita. Ah, é que... É que deve ser mais fácil lavar a capinha do que lavar o bujão de gas. É só jogar tudo na máquina, mas não é resouco. Mas a desculpa é que fica mais barato a lavagem e a troca do que comprar dos termóveis e também fazem lindas combinações. Levaria o legado das rapinhas junto à pobreza, projeto pobre e foréve. Mas uma vez obrigado por me fazer aniver como ser pobre é melhor.
Ah, que bonito. Nada, o Louridão. Eu terminoi meio assim, eu sou que eu falo dos capinhas. Maravilha, maravilha. Mas é mais nova, não é? É esse negócio da capinha? É, é porque... Eu já tive capinha já no meu, como... Mas de crochê? Não, não de crochê. Aí que tá... Porque a capinha de plástico... Eu tô passando um pão na capinha de plástico, sabe? É, agora de crochê. Só não ver a poeira, é, só. Externamente. Pois é. A minha avó eu colocava a capinha de crochê em todos os jundigais e tudo que dava aquela... É absoluta, essa canagem, né, cara? Tem umas estampas. Quando não é... Tinha uma foto de capinha de... Chegou, chegou um banheiro que a gente voltou no Twitter e não fez se voce ver. Ai, eu penso ver. Que era um banheiro... E tudo no banheiro tinha capinha. A nossa vanette... Sim, não, era combinada, assim. Era a capinha, era o mesmo padrão de capinha. E aí tinha na privada o tapete do banheiro, era o mesmo padrão de crochê. Tinha no lixo, tinha tudo no box, tudo na piata. Cara, ali, o agilito é o toque, e o que eu pensava fazer isso ali. Eu não devo... Eu devo assistir uma roupa,
O que é que ela caiu pra entrar no banho? Eu sou o cara e o banheiro está combinando. É incrível isso. Até pra cagar, tem que ter lavola. Isso não é isso no critigo, é muito bom. Muito bom, acho que deu pra finalizar a Jala e ter o pra finalizar no próximo vídeo. Ainda tem um desempreendedor pra vir. Sim, é o do episódio passado, esse é um passado. Sim, se você quiser participar aí dos... Qualquer cara, qualquer... Por que, não? Porque esses já lêam. Então, você tem que ser desse para os próximos. Sim, é do último para a frente. É do último para a frente, se você quiser participar, qual que é o meio, Braian? O meio não Ouvo, a rouba não salvo e a gente vai ler desempreendedorismo sobre o volume 3. Como aumentar essas dívidas? Como aumentar as suas dívidas? Depois do meio do leitor do cheque especial, acho que nem precisa mais. É, de mandar as dívidas. Porque o cara já encerna todo aqui. A gente vai ler a parte desse, então, você quer? É, é.
Fala com a gente, mandar uma mensagem, ler todos os emails, e, obviamente, no ar não dar palet todos, mas a gente ler os mais interessantes é o que dá para puxar mais assunto aqui. E também para o mandato Twitter com DM, Turumais, no nosso arroba, não ouvo ou no Facebook, né? Que é o barra, não ouvo. Que também pode mandar inbox, inclusive. E as pessoas mejam, né? De boxes quisitas, ele fez Facebook. Se pode mandar o que você quiser, tem um cara, inclusive, que ele mandou um negócio, e pelo menos é um Snapchat pra mim. Que é um cara, não é um Snapchat, não tem como, porque eu só vejo agora, não tem como mostrar. Não vai ter como, vou mandar no inbox no Facebook e o vídeo. Então, você pode mandar pro lá, que a gente está de olho.
Acho que não, já. Não, não, não. Se você não assina o feed, se você baixa todos os episódios, o que é um puta trâmpano, né? E muita gente faz isso. Cara, eu se vou via a grande parte, viu? É, nós temos estatísticas aí de que muitas pessoas só escutam no Novo pelo site. O que eu sei que é coisa de preguiçoso? É. Porque o cara sabe que é só clicar e vai baixar. É de preguiçoso, mas é de burro também. Desculpa também. É lógico. É porque às vezes o cara está só no computador. Ele não tem o celular. Ele fica em seu celular pagar o checo especial. É assim, fica mais fácil se você acinar o feed pelo celular, se entra no Twitter do No Ouvo, a primeira imagem que é mais defensada, o meu... É o Igor desenhão tutorial, está muito bonitinho, dá pra entender bem como é que você faz com a e-phone, como é que você faz com o Android. Enfim, acho que é isso, né? Vale a grita. Muito obrigado a todos os No Ouvidis que isso costa até agora e até o próximo No Ouvo, valeu!
Que isso é um arco muito bom.