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No ar mais um episódio de leitura de carrrtinhas! Como sempre, em duplas para ler as mensagens enviadas pelo povo brasileirinho não-ouvinte do nosso humilde podcastinho, sobre os episódios do mês que passou…. Bancada: Guilherme Afonso e Braian Rizzo Edição: Daniel Bayer Capa: Braian Rizzo
Resumo
Guilherme Afonso e Braian Rizzo assumem a leitura mensal de e-mails e começam brincando que Braian não gosta de abrir episódios. Eles explicam como o quadro funciona, com cartas sobre os quatro episódios do mês, e partem para os ouvintes.
Primeiro vêm as histórias do episódio sobre momentos tristes: um ouvinte que tomou um fora numa balada e resolveu não se apegar a ninguém, e um relato de paixão não correspondida da época do MSN e da moda emo. Depois, ouvintes comentam o episódio com o Pai do Cid, perguntam o nome da música da abertura e mandam histórias sobre bancas de jornal de Curitiba. Também entram histórias do ENEM, como a barulheira dos atrasados e o relato de alguém que foi fiscal da prova, com detalhes sobre lanche e RG.
Por fim, o episódio de teorias da conspiração rende e-mails sobre livros, o 11 de setembro, Stanley Kubrick e a Lua, além de uma correção sobre a teoria do "guarda-napo". No fim, eles explicam como mandar cartas e anunciam a participação do programa na Comic Con Experience.
Destaques
- A primeira carta: um ouvinte do Paraná conta como lidou com um fora.
- Ouvinte pergunta o nome da música que abre o episódio com o Pai do Cid.
- Relato de quem trabalhou como fiscal do ENEM e viu de tudo.
- Teorias do ouvinte sobre Kubrick e a chegada do homem à Lua.
- Recado: o programa vai gravar ao vivo na Comic Con Experience.
resumo e destaques escritos a partir da transcrição automática
Participantes
- Guilherme Afonso
- Braian Rizzo
Edição: Daniel BayerCapa: Braian Rizzo
créditos do feed original
Transcrição
51 trechos · 8.515 palavras
Transcrição automática, feita com o faster-whisper (modelo base). Pode conter erros: nomes, gírias e piadas internas costumam sair tortos. Na dúvida, vale o que está no áudio. Clique no horário de um trecho pra ouvir a partir dali.
Olá seres humanos, olha que coisa louca, não é o cid, não é o Luide, não é o Braian, não é o Igor também, é o Guilherme Afonso que está falando. E por que é o Guilherme Afonso? Porque o Braian não gosta de abrir os episódios. Eu não me sento vontade. Eu já falei isso uma vez aqui que a minha abertura, a minha... Não que eu não vim, é ter que falar. É o bordão? O bordão pode ser um bordão é bonito. O bordão é mais de zoarra total, é orro. A minha frase de entrada, ela não... A sua apresentação é uma primeira palavra ser dita no episódio. É verdade, começa aí. Como se fosse começando agora. E aí, tudo bom? É, de vez que se ninguém me perguntou aí tudo bom, antes porque falar isso. Exato. Não, estamos aqui para mais uma leitura das cartinhas dos não ou vinte porquê. E aqui a minha frente está o Braian Rizzo. E aí, tudo bom? Tudo bom, Braian? Eu, agora, para funcionar. Agora, para funcionar. Agora, para funcionar. Eu acho que pode contratar alguém para me perguntar se tá tudo bom antes. Ah, entendeu. A vinheta de abertura pode ser alguém falando... Oi, Braian, tudo bom? Exatamente.
Então, e por que que a gente tá aqui hoje pra ler as carcinhas? Porque tem que ler, né? Tudo mês a gente... Todo mês a gente se comprometeu a estar aqui presentes, leram as cartinhas enviadas pelos novo 20, a respeito dos últimos episódios, no caso dos últimos quatro episódios, sim, do mês. Por que a gente faz isso? Por que a gente não gosta de ler em todos os episódios. Pra não ficar aquela coisa maçante, antes de não ir de se almozinho. Não tem que se almozinho de ler, mas a gente sabe que as pessoas não gostam de ouvir. Então, junto a touro não é episódio só. O que vai ao arco? Quando esse episódio vai ao ar na sexta-feira mais próxima do Dio 1. Ok. Se eu falo isso, eu imagino as pessoas calculando assim, tipo, desingando, na genial 2, assim. Coloca o Dio 1 e aí tem uma sexta-feira antes e uma sexta-feira depois do Dio 1. Aí o que forma é esperto, que forma é esperto é onde cai. E o huracaso hoje é exatamente o Dio 1. Ah, é verdade. E me falo uma coisa. E se as duas sextas-feiras tiverem a mesma distância em trelas, como é que vai funcionar.
Aí a gente faz carocorou. Tem de... Tem de... O que vai ser o mano? Nunca não aconteceu. Não? Não. Pô, agora a gente precisa ver quando vai acontecer e... Faz a gente fazer pensar. É. Tá vendo o amor no biciusto? Esse é o amor no biciusto. Esse é o amor no biciusto. Não, onde que vem o biciusto? É, no que vem. É, eu mando muito de datas, né? Quando o biciusto, ele sempre o ano depois da... Olhe pê. Não. Não. Tipo um evento assim. É, talvez não seja o que ele só gosta. Ok, então vamos pro primeiro e meio, Braian Rizzo. Vamos. O primeiro e meio... De quem é? Quem é o primeiro meio? O primeiro meio é, primeiroamente, né? Aquele episódio é 0,0 que é o episódio chorando chorros. Muito três. Foi muito baseado no momento de vida do Cid naquela semana ali. Talvez até hoje, não sei, mas como ele não está aqui para falar a respeito. Ele ainda não é vita triste. Deixa que ele ainda está triste. Talvez. Talvez, vamos ver. Então, o Novo 0,0 é o chorando chorros, o primeiro meio é do Nicolás Mateus Ferreira da Silva.
É muito bom quando a pessoa coloca o nome completo assim e a gente leu o nome completo dela porque esse forno-meu complementador é facilmente identificável. Ele começa dizendo assim fala, bancada do Não Ouvo, moro em francisco Beltrão no interior do Paraná. Agora está mais fácil ainda de identificar. Muito mais fácil porque em francisco Beltrão você deve ter um e-colo. Ele não ajuda, então deve ser só ele. Moro em francisco Beltrão no interior do Paraná por ser do interior, mas ele fica muito com as histórias do Luide. Garanto que elas realmente acontecem por essas bandas. Aí eu fico pensando em quais histórias ele se refere, será que tipo o cara que se caga e a amigo dele também? É pode ser que não ouve. É possível, eu fico Luide contou do último novo. Tem uma história sobre chorar por mulher.
E cara, eu devo ficar parando os meus pra fazer comentários, mas quando ele falou, tem uma história sobre e a próxima palavra começou a se agar, eu achei que ele fala sobre chupar o próprio entanto. Porque ele é o meu mestre de estar a deloeia de parar, pode lá acontecer essas coisas. De repente ele ia falar sobre isso, mas não, por sobre chorar por mulher. No passado, me apaixonei por uma guria, começamos a sair, ficamos algumas vezes e um dia marcamos de um dos encontrar em uma balada. Nos encontramos lá, começamos a ficar e tal. Até que um momento da festa, ela saiu para ir no banheiro com uma amiga dela. Percebo que ela demora para voltar e de repente a amiga dela volta e me fala que a menina que eu estava ficando não queria mais ficar comigo e queria ficar com mais caras, pois há pouco tempo tinha terminado um relacionamento e queria aproveitar a vida solteira. É, isso dói. Olha só, enfim. Eu quero começar sobre isso depois. Depois disso...
Desci do ir procurar ela no momento em que estou chegando perto dela para conversar percebo que ela está ficando com outro cara. Então, só me resta em bora da balada, tem que não ficar muito depreia e decepcionado, mas não teve como. Bem, isso foi na virada de sábado para domingo. No domingo, a tarde, vou para um posto de gasolina, beber com os amigos. O que isso é muito interior. Muito que a gente ter... A intenção era ficar de boa, sei lá. Sai-te lá. Ah, é, a Itensora ficar de boa. Sai de lá. Por que? Lá, lá... Por que o quê? Levaram embora... Porque me levaram embora. Porque me levaram embora após 17 longnex de cerveja. Olha só, em BPD por causa de semereitriz. Mereitriz também é um shingamento muito interior. Mas não fala assim na moça. Para tentar la esquecer. Chego em casa, vou escutar Braian Adams. Fara, tu que era sartoso de ver se ele queria como eu tinha se dizer.
Após passar um mês dessa situação ainda estava muito triste e depre com tudo isso. Então, decidiu chamá-la para sair de novo. Ela aceita, marcamos e tal. E no dia que iria no sair, novamente, ela fala que não vai rolar. E de vai, de novo. Porém, dessa vez, decidiu esquecer ela. Só mais umas três bebedeiras por ela. Desde então, decidiu focar e não me pegar a nenhuma menina. Estou a um ano pegando outras meninas e não me apego a ninguém. Eu pego uma numinha pego. Espero seguir assim, pelo raço da vida. Espero que lê essa história na cartinha dos ouvintes, abraço para bancada, eu sou muito feito de todos, espero um dia para a São Paulo e ter uma oportunidade de conhecer os grandes abraços, não ouvo. Cara, muito triste esse meio.
Que eu comento alguma coisa, brisa? Eu quero comentar que você não tem que ficar nessa de pego, não se apego não. Eu também acho que eu acho que eu não se escrolo porque ele ficou puto com ela porque ela era escrota. E agora ele é escrota também. O poxa, não falo. Eu já beber para tentar esquecer alguém, não funciona. Conta, conta, para a gente como é que não funciona. Bom, que não funciona, percebi porque ele falou... Ele falou que no sábado foi na virada do sábado para o domingo, ou seja, na madrugada de sábado. E aí do Mingo foi detalhes de beber, pra isso que ele ainda prolongou esse por mais um mesmo. Ou seja, ele tem mais três domingues bebendo pra esquecer a menina. E não deu certo. Então... Não, não, não. O Pb não deu certo. Eu fiquei... Eu tava ficando com uma garotinha, né, com uma mocinha aí. E aí ela me deu um penabonda e penabonda se resolve com caixa, né? Com caixa? E eu resolvo com o videogame. Ah, você é... Quando esse... É.
Quando eu tenho a conta, eu contei algumas vezes que só tive relacionamentos longos. Então, ouvei um tempo de uns 3 anos entre meu último relacionamento atual. E nesse período, eu joguei muito videogame, cara. Acho que não existe melhor maneira de aproveitar a vida do solteiro do que em casa. Com videogame. Claro. É, isso, é verdade. É o melhor. Então, melhor de tudo, aqui depois, encontrei uma namorada, que é a minha namorada atual, que inclusive compartilha comigo desses momentos maravilhosos de ficar no videogame. De ficar em casa no videogame. Então eu acho que... O mundo perfeito pra qualquer nerd. Dez a nerd. Muito bom. O próximo e meio de quem é? O próximo e meio da Luano Oliveira. O Luano Oliveira diz o seguinte.
Fala galera do Novo, exclamações, exclamações, exclamação. Ouvindo o podcast mais triste do ano, não poderia deixar de compartilhar a minha história. O momento mais melancólico da minha vida foi em 2007-2008, quando a moda emo estava no álgeis. Saudades dessa época. E via dão bonita! Nessa época, eu tinha um amor platônico, que era apaixonada pela minha melhor amiga. Mesmo saber no disso... Um dia decidir chamar ele no MSN e declarar o meu amor. Olha, que 2008, esse? É loucura. A Oção de NX zero, falei pra ele. Eu te amo, você tem que ficar comigo. Não, só ler. Foi ali. Foi, foi ali. Foi mesmo. Pegada. Eu estava suando o frio até que ele começou a digitar e disse o seguinte, eu nunca vou ficar com você, menina. Você parece um abacaxi com tanta espinha.
Caralho, cara, por que meu velho? Eu tenho essas muito mais no mundo. Dei em puta merda. Nossa, eu tô contando essa menina, eu daria um abraço na Luana, só por causa disso. Mas eu lhe ativinha, ela e a mim. Foi nessa hora que meu mundo acabou. Então, pegue uma gelete, cortei os pulsos. Caca, caca, caca, eu espero que ela... Eu tenho brinquenha, acho que ela quiser. Ah é, é, ele vai pegar, ele desculpe eu leio como tá escrito. Sim. Vamos lá. Foi nessa hora que meu mundo acabou. Então peguei uma gelete, cortei os pulsos, entre parênteses, caca, caca, caca. Que ela se pegou com os club, pra cortar os pulsos, talvez. Mas não cortei do jeito certo. Cortei errado pra não morrer e de fundo tocando a música. Eu tento te esquecer mais tudo que eu escreve a sobre você. Eu não faço música também.
Mas tu que eu escrevo é sobre você. O lugar colocou tocando no fundo. Várias lágrimas e gotas de sangue rolaram meu Deus, cara. Eu não quero mais abraçar ela, não, Tomé. Essa é minha história triste. Um beijo e obrigado por animar minhas manhãs até o trabalho. Vamos lá! Muito bom, cuidado, não pegue em gelets para os corpos. Não achei tranquilo, porque ela falou assim. É uma coisa tranquilo, cara, ela falou assim. Cortei do jeito errado. Para não morrer. Ou seja, o jeito certo de cortar. O jeito errado, o que é... Depende seu objetivo. O objetivo dela não morreu, então eu estou coritado. Não, mas não vamos cortar não, gente. Vamos jogar videogame, melhor. Jogue, a gente aprendeu com o braço. Jogue GTA. Nós, de março. É, é o ágil, no explode, toda. É, ruim ser ter sido e atentou-se uma tabra. Não, ainda bem. Vamos lá.
O próximo podcast agora, vamos para o próximo. Ouvo zero, meu um. Ah, isso foi muito bom. Eu não sei qual é o tema de hoje não. Eu vou falar que é isso. Geralmente ouvo, como eu estou aqui na salinha do lado ou soube. Esse foi um que mesmo eu ouvi no alvivo, eu não consegui entender porra nenhuma. É, não, porque foi uma loucura. Porque agora, como o natured de meus, ele é um episódio mais bastidores do que um episódio verdadeiro. É, isso é verdade. Ele quase não tem corte nenhum e não tem problema fazer baú dos coacadeiros, depois você que... Então, ele é um episódio de pessoas de tudo que acontece ao vivo. E aí, a gente pode falar uma coisa. Esse episódio que, se não é fin da conta, assim, é um episódio de que não teve tema, ele no começo não era pra ser assim. Ele no começo ele tinha um tema. Como é tradicional, o Cid começa o programa e a gente não sabe qual o tema. E aí, na hora, o Cid fala e a gente sai desenvolvendo ali em cima daquela... Isso aí não toca a me voar, hein.
E aí o Cid falou que ele tinha um tema pra que ele pude o que é este? E aí começou e o Cid não teve a oportunidade de falar com o tema. E quando ele percebeu, eu já fazia 40 anos que estava gravando. Se ele ter falado o cara, o teu podcast. Então, no fim das contas, acabou ficando com esse título aí e o pai do Cid brilhão, né? Ah, como sempre, né? Eu gosto de ver esse episódio, como episódio sobre a banca de Ronaldo Santos. Ah, pode ser, na verdade. Esse episódio teve um tema que foi a banca de Ronaldo. A banca. É. O meu é do Cassiubida. O meu não é Cassiubida. O meu nome é Cassiubida e eu não sei se essa o meu de cartinha será lida no ar. Se for, agradeço. Comecei a ouvir não vocês no teoria 021 sobre a separação do Brasil.
Mas os podcasts que me tiraram o sono e elevaram o nível de risada a patamar e nunca antes alcançados foram as análises musical da música interfônica, só pra contrariar, cujo refrão ficou empregnado na minha cabeça por dias e foram infinitas seções de desescute para tirar as frases da minha cabeça. Exatamente. O programa zero meia um. Com os encontroláveis, encontáveis histórias do pai do Cid. Que além de o melhor e mais recente convidado, deveria ser o garoto propagado do podcast com a frase. Tá esperando o quê pra assinar essa porra. Onde ele fala isso no final? No final, tora episódio, agora pode ter essa frase. A pergunta que faço sobre o podcast zero-meow um em específico e acredito que deve ser a mesma de vários ouvintes é, afinal, qual o nome da música que toca na abertura do episódio? Foi ouvir aquilo
E o pessoal do trabalho me achou maluco de tanto rir feito um retardado. O que me obriga desse podcast indiante ao vírus no Ouvo em casa. É só ouvir de fone. É só importante ouvir. Tem mais um parágrafo aqui, mas antes eu queria dizer que eu não faço ideia aqui em música. Eu estou indo atrás do Bayern, inclusive, para perguntar pra ele qual que é. Mas eu não sabia, entendeu? Então, acho que se o Bayern souber, ele pode invadir o podcast agora. Ah, é verdade. Boa. Transmitir essa informação. Então, Bayern é... Qual é o nome da música que tocou na abertura do podcast 61? Esponde aí, vai. Vai resolver ele responde pra gente. Não, vai, é sabe, vai, é sabe? É sabe, é tudo, né? Ah, bom, tô aqui comando no bolinho, você vê? Por que tá de música? Deixa eu ver, não sei, não lembro. Ah, essa aí, ah tá, tá bom. A música, a música do latino, latino, sem noção, é o nome da música, a merda, essa música fica aí a dica, não ouça? E ele continua em meio de senão sobre a discussão em banca de jornal?
Aqui a família na famigerada República Curitiba, aliás, na República de Curitiba, o que não falta no calçadão central são as bancas de jornais, especificamente na famosa Boca Maldita. Boca Maldita, cara, nossa, tive um flash aqui, eu vou contar depois. E se o pai do Cid acha que em Santos tem muito velho, ele deveria parar e dar uma volta no comecido do calçadão Curitiba para rever os conceitos. Se juntar toda a velha guarda da boca, Chegamos em idade somadas ao ano do Big Bang. Maravilhoso. É isso, obrigado por ler em São Miu de Cartinha e tem um dia falso top, um abraço, carcelbida de Araújo. Essa boca maldita é um pouco stop. Ah é? É, do último ano que a gente foi criativa, já rolava porque mangou. E eu fiquei no hotel muito perto da boca maldita.
E aí eu conseguia pegar o porquê está na boca maldita do hotel. Eu nem sabia que a boca maldita era uma banca de jornal. É, que cura. Muito bom. Sobre a banca de jornal, eu acho que cada cidade deve ter mesmo uma banca onde reúne os velhinhos pra conversar. Ah, certeza, isso não tiver várias, né? Porque a banca de jornal é uma coisa que reúne a galera pegada ao físico, né? O cara quer dar su o leitor do G1, ele não vai estar na banca. Não, que ele está lá fazendo comentários escrotas. Então, a galera que provavelmente em algumas décadas, aí vai deixar desistir. E aí, eu vou com a agitada, também, se são por que stop? O que? Futuro, terrorizante, triste, não é? Nossa, manhã fiquei mal, agora. Vamos no próximo dia. Próximo e meio do Joaquim Navarro. Ele começa com o... Fala, galerinha do podcast. Esse podcast zero meia um foi o melhor de todos. De todos, todos.
O pai do Cid não é normal, puta que pariu, cacacacacac. Eu... Vejo que isso foi então elujoso. Eu também acho que foi, eu espero. Eu espero. No dia em que eu ouvi esse episódio eu tinha obrigado com minha namorada, estava muito triste. Ó. Mais precisas agradecer vocês por terem salvado meu dia. Na minha opinião, esse foi o episódio mais false top de todos os tempos. Você viu que ele já subiu nível, né? Subiu. Era o melhor de todos agora, mas false top. Fique mais. Fiquei até com vontade de visitar Santos, depois esse episódio maluco. Se um dia tirar em do papel a ideia do Bosão do Não Salvo para não ouvir antes, precisa ter um tour por Santos guiado pelo senhor meu pai. Que caso eu pode se... É. Abraços a todos e vamos soar. Eu não sei por que ele falou, vamos soar. Eles quer ver, vamos soar com esse. Será que ele é do Crossfit? Ele deve ser ele, está querendo soar. Vamos, vamos fazer uns burpee.
Cara, olha, olha, olha… Sim, a gente tivesse feito o Fernando Foros uma semana depois, esse cara talvez não tivesse mais aqui porque é determinado que eu não ouvi o episódio de novo. E deixa eu não ouvi o episódio de novo. E aí talvez ele cortasse os pulso. Do jeito errado. Que é o que mata. É. Ainda bem que não foi assim, né? O próximo episódio eu não ouvo zero meados, que é um dos meus preferidos. Todo é nem, dois meizes. Todo é nem, dois meizes. É bom. Que inclusive esse título nos deu a Imagem Pra Doando que vem fazer de novo. Ah, assim, não. O Ognismo tem todo o ano agora. Eu acho que sim. Esse meu é do Rodrigo Narcígio e ele começa dizendo fala galerinha do Novo. Sou o Rodrigo Narcígio, tenho 19 anos e moro em São Bernardo do Campo no ABC Paulista. Certo. Durante o Ognismo 2014, um dos... Que foi? Não, aquele vai contar uma coisa de dois boas boas boas…
Então, tá vendo? É essa frase não fez sentido, por isso que me assustou. Tá bom, ponto final. Eu estava na sala pronto para começar a prova, quando começou uma barulheira muito estranha. Uma barulheira muito estranha. É, tem barulhos estranhos. Mas, tem barulhos estranhos. É, tem barulhos normais, tem barulhos estranhos. Muito estranhos. Minha surpresa foi quando saí da prova e descobri que a barulheira era nada menos do que atrasados raivosos que, brando o portão para fazer a prova. Não há barulheira estranhos, conteste. É, é que em dois milicatores não sabia ainda. Desmicatoria é o começo desse movimento hoje. Do movimento das atrasadas, é. Será que isso aconteceu que todo ano as pessoas acreditavam que não gostavam? Só que as pessoas não ligavam nenhum bora. Aí desmicatoria, pessoal falando, vamos voltar pelos nossos direitos de entrar. Ah, deve ser isso.
Fato que inclusive foi noticiado no resumo de inimigos micadores do Não Salvo, ó, aqui. A história ainda é mais bizarra quando um post do blog de Jesus Manero entre parentes escópia do Não Salvo. Ele está dizendo, não que a gente... Não que não seja, mas ele, nesse caso ele está falando. Está dizendo? Mostrou? Mostrou a indignação de uma das atrasadas colocando a culpa do PT na Dilma e no Roberto Marinho. Acontece que o prefeito de sobernário se chama Luís Marinho, o que torna facilmente confundido com o fundador da rede global. Ah, então a menina não está falando Roberto Marinho. Não, ela está falando do Luís Marinho. Deu realmente, do prefeito, mas acaba chamando ele de rober Marinho. E aí, não, talvez ela tenha falado Luís Marinho, tenha falado só o Marinho e a mídia com o vista, que era Roberto Marinho. É verdade.
Que no caso é Jesus Mandeira. Pota a perda! É, enfim, que loucura! Eu não sabia que Jesus maneira além de toda a dar o dono da Globo. É isso. Essa é minha história, eu me ensino sobre o enenem. E eu obrigado por fazer as viagens com a cabeça do janelo, na janela do Oembus, mais divertidas. Um abraço segue os links para os postes do Jesus Mandeiro do Não Salvo sobre o fato de uma matéria jornalística sobre o mesmo. Oi, você te acalhei os links para as pessoas poderem... Muito bom que ele tem. Hctp 2 pontos, barra, barra de Jesus, maneiro, ponto blog, ponto BR, barra, aluno, traço C, traço a traço, não traço E, traço quebra, um traço portão, traço D, traço Universidade, traço D, primeiro, traço D, a traço E nem, barra! Parece que ele software pra gente se lenta. Eu não volei o resto dos links for dos outros. Eu tenho uma história boa de E nem. E nem? Porque eu fui fiscal do E nem.
Fiscalizar, eu fui fiscalizar e provas do NN. E não foi de mais cara. Não é só pra dar um bom. A pior parte de todas é que assim fica muito tempo na prova né. Qual são as funções de um fiscal do NN? São dois níveis de fiscal do NN. Dentro da sala. Mas o mais ou menos isso. Porque assim, tirando fora corredor e tal tem uns outros casos. Mas na sala que foi onde eu fiquei aplicando a prova? Sim. Tem o Fiscalzinho, que fica sentado na mesa da professora. Isso, que fica lá, só pra olhar pra se der algo muito grande. E tem o outro fiscal, que no caso era eu, que tinha que ficar andando pela sala pra ver se ninguém tá colando e tal, não sei o quê. Ah, o Fiscal da sala, ele não fica olhando isso? Então são dois dentro da sala. Ah, são dois no maçáula, hein? Um, um, um, um, é o tipo, um é prazer, não sei, eu pegar alguém colando e eu levo pra ele e falar, esse pra ela tá colando e ele toma as providências.
E o que é? Só que é muito ruim porque assim, no começo você tem que ficar olhando a RG de todo mundo e ver se está na lista para ver se a pessoa é a pessoa mesmo. Cara, cara, cara, cara, chaca. E uma das meninas não era. Não era, não era. O RG dela está verrado na lista. E aí ela ficou muito nervosa e chorando e eu falei... Ela se mostra era ela? Era só que o número da RG era diferente, aí eu não podia deixar ela entrar. Ela é chorando na minha frente, mas eu tinha que fazer a prova. Ela fez a prova mesmo, mas só que duas coisas muito ruins. Tinha lanche, ganhou lanche. Tem lanche, não é? É só que o lanche era um pacote de fofura, que é aquele salgadinho desopororível e uma garrafinha de dólico araná. A gente recebeu esse lanche. Eu com a maior arte de anê. A seis horas da manhã que foi quando começou o enem. Nossa.
Seis da manhã, a gente tem que chegar, se os fiscais chegam a 6 da manhã para preparar sala, para treinar como é que viu isso exatamente. E aí isso quer dizer, que quando eu fui comer meu lanchinho, as 4 horas da tarde, o dólico já tinha fervido, já. Foi muito ruim. Só com uma divertida que a sala que eu estava cuidando era de letra I. E aí era um monte de desabel. Exabel, tá? E aí teve uma hora já no final da prova que eu estava assim, eu deu um gritinho, falei. Isabel, é todas olharam as minhas assustadas e é um divertido. Foi um local. Eu fiz o enlína sala do B, obviamente. Sim. E eu era o único homem na minha sala, porque não é a sala do B. É a Bruna. Bruna, né? Ah, só tinha a Bruna. Ah. Você tinha a Bruna e a Bruna. A Bruna era o primeiro... É. Ah. O que loucura em? Sim. E você com o Rabelo Compreido, você era uma outra menina, não é? Só que se grita-se barba, não é, se tudo não quer virar. Ah, é, por que barba, não? Bruna, não. Bruna.
Só sou brar, barra, barra, barra. Bom, vamos ver, vamos ver, o próximo email é da Anônima. Ah, Anônima, a Anônima que não tem nome. Ou talvez ela chama minha nome. Talvez ela chama minha nome. A gente não sabe de onde deve ter no Facebook. E aí, tudo bom? Tudo bom, aqui, tranquilo. Participo sempre por email e nas redes sociais e já tive um email ali do por vocês. Olha, ele está no Anônima. Procura aí a outra Anônima. Esse é o episódio número 10. Como assim? Ah é, esse é a leitura de mesmo, meu Deus. É, há nove litros de meio, considerando que a gente leia mais ou menos dois ou três mesmos por episódio e cada leitura de menos tem quatro episódios, são três ou quatro doze e meus litros por episódio. Mais ou menos.
Parece que sim. Desse doze tirando um que é o dela? Não sei. Ok, vamos lá. Dá pra descobrir quem é ela. Talvez não, porque olha só ela, fala o seguinte. Participam sempre por e-mail e nascer de sociais e já tive um e-mail lido por vocês. Porém, nesse e-mail caso seja lido, peço que não digam o meu nome. Se as vezes já disseram o nome dela antes, no outro e-mail que foi lido dela. E o outro e-mail que ela mandou não foi o nome? Não foi o nome, não. Então talvez não dei pra descobrir quem ela é. Mas olha só, ela é uma parceira minha, porque veja só. Fui a plenba também. Eu também. Fui aplicadora no eném desse ano e assim nem um termo de sigilo. Então nem poderia contar coisas por aí. Eu não lembro se eu acilei. Será que eu dou ali por um porra, será que eu não podia contar tanto isso? E caralho, meu Deus.
Bom, não pode participar do grande evento dos atrasados, pois estava dentro da escola atendendo os pontos Ais. Olha, tem pessoas que dão atenção por os pontos Ais. Tem, tem, era, o que a gente quer que eu fazia lá, ó. Minha função era conferir a RG, tirar rótulo de garrafada água, conferir se as canetas eram de material transparente, pedir para retirar boneis e tocas, entregaram o envelop e porto objetos. É engraçado falar mais de 20 vezes, você precisa lacrar antes de entrar. Me sentindo no Twitter, isso é verdade. É bem divertido. O seu lembro desse velopíu é onde coloca o celular e suas coisas e aí você lacra ele, só pode abrir quando sair da sala. Tem que lacrar muito. Sobre i das albâneiro, o fiscal acompanha da sala até a porta do banheiro, onde o candidato tem que passar por um detector de metais e se tiver tudo certo, entra no banheiro sozinho.
É muito louco, é tipo, você leva... Eles estão no tecpturismo, não, não é? Ficam carinha, um outro fiscal com aquele de mão alto e aí ele passa na pessoa, se apitar ele... Veu o que é? Os banheiro são revistados também, a equipe de limpeza verifica privada, torneiras, pias, janelas e etc. Então é aquela loucura, né? As pessoas só fazem um mimimim com doidos atrasados porque não sabe o que acontece dentro da sala. Ah, melhor. É isso, é verdade. Nós avisamos sobre o preenchimento do cartão de resposta e sobre as assinaturas. Mas tem gente que tem a capacidade de ficar horas na sala, lendo e queimanos neurônios e não faz o preenchimento correto. A falta de assinatura, eu preenchimento correto das bolinhas nas alternativas também, ele é menos candidatos.
Os aplicadores não podem nem falar com os candidatos durante a prova. Então não dá nem para dar a dica de que a pessoa vai se ferrar. Nesse caso, é melhor ser atrasado e nem entrar do que entrar, perder horas do final de semana e acabar sem a nota do mesmo jeito. Ah, é, porque você não pode conversar com quem está fazendo prova. Então, se a pessoa não sei lá, não colocou o nome dela no cardão, você não pode chegar e falar ou você esqueceu o nome. Em teses você não pode. Caso melhor nem olhar, então, porque deve ser muito grande saber que eu quero falar com a gente. É triar que eu quero ter repente acertou tudo e acabar e tá, mas se fodeu. Ah, e o Luide não lembrava que pagou, pois provavelmente em inscrição dele foi feita, pela escola durante o terceiro ano. Nesse caso não é preciso pagar. Que fica aí que o Luide falou que não lembrava se tinha pagou, não, que tinha que pagar ou não. Mas parece que aí o terceiro ano...
A gente vai ter terceiro ano e se ela faz não ter terceiro ano... Se eu não ter terceiro ano, eu fiz isso. No segundo. Aí você pagou. E aí eu fui retop, porque eu não precisei... É, então acho que eu não. Mas eu acho que o terceiro ano não é de graça. Eu acho que ele é de graça para as escolas públicas ou alguma coisa assim. Não sei. Não sei. Eu paguei porque eu não fui ter terceiro ano. Eu não fiz o eném porque eu não paguei. Isso é algo que minha mãe joga na minha cara até hoje. Que eu não... E depois de inscrição eu não pagueu boleto. Eu não paguei por no dia que tinha que pagar, e eu fui às 8h da noite, e não podia mais pagar. Ela me enche o saco até hoje. Mas... Ah, você não fez o enenem! Pois é, não fez. Enfim, já está enorme esse meio, e eu ainda nem entrei no assunto comida. Mas garanto que tem gente que come durante as 4 horas e meios de provas, é verdade. Não sei como, mas tem. Adoro, podcast, beios a todos e tchau. Eu achei que quando eu falo da comida, achei que ela é puxar o assunto do forfur e do dole.
Nossa, de a pensão, é uma receita... Não sei se ela é de São Paulo, ela não fala é anônima, mas ela deve ter ganho também fofura e... fofura e dólic. Mas ela seja gaúcha, por exemplo, pode ter ganho fruque e beija flor, que é o fofura de lá. Possível. Ok, vamos querer ter várias ações assim. E o que ela falou de comida, cara, é muito sério. Tinha uma menina na sala, aquela tinha um pote muito gigante de amendo aí. Nossa, coisa da puta. E ela ficava tipo comendo tempo inteiro, foi. Tinha uma das brunas da mensala que estava com uma carja de bombão. E aí fazia o barulho com papel. Cada bombão que ela abria é uma barulheira. Isso é muito errado demais. O próximo e último é o Novo Zero, o meia-3 sobre teorias da conspiração. Isso foi muito bom. E aqui cabe o comentário de que esse foi o episódio do Novo que recebeu mais de meus longos de todos os tempos.
Nós citamos muitas teorias de conspiração, algumas muito superficialmente, porque não tinha como. E a galera desenvolveu teses em cima das teses do pábulo, que foram muito grandes, claro, para ler aqui, às vezes que é complicado. Mas eu peguei um desses meios aqui. Tá, mais coisa aqui. Aqui é muito bom. O imedio do Mateus Rodrigues, ele tem 20 anos, é de Santo André São Paulo, olha, mas não do ABC. Mas não do ABC, a BCD, não ouvo bombando no ABC. É, a BCD, M, alguma coisa, não é BCD, M, muita. É, porque... Santo André, São Bernardo, São Caetano, A BCD, M, A BCD, A, A, A… E o que tem tudo isso tem mais ainda? Eu acho que parou no Mauá, eu sei. Tem Mauá, eu acho que parou no M, eu não sei se tem mais. A primeira vez que eu vim pra São Paulo, lá em 2012, eu fiquei na casa de um amigo que morava em Mauá. Nossa. Então cara, eu vinha, eu tinha algum evento que eu participei, eu fui o Pix, né? E o Pix era no, quem conheceu São Paulo, vai entender as distâncias. Era no Ibrapo Era. Sim. E eu tava os pedados na casa em Mauá.
Então todos os dias eu fazia o trajeto mal-a e Brapoera, Brapoera, Mal-a. Era tipo você ir de São Paulo para a lozão e eles voltar. Para quem não mora em São Paulo. E aí cara, eu fazia trajeto tantas vezes que eu voltei para a minha cidade natal achando que em São Paulo tudo era longe. Não que não seja verdade, mas aí que não é tanto assim. Então desde então, quando eu testigo vir morar aqui, eu passei a achar tudo perto. Porque a minha referência era mal-a e Brapoera. Então... E para mim, hoje é tudo, tudo dizem. Mas vamos pro e-mail do Martelo. Vamos lá, o Martelo diz assim. Fala meu povo, estou aqui para fazer alguns comentários sobre as teorias abordadas do Não Ouvo, zero meia-trece, teorias da conspiração. Aí ele fala o primeiro ponto aqui. Foram encontrados exemplares do livro O Alpanhador no campo de Centeio, com Mark Chapman. A assasina do John Lennon. John Ricler e Junior, que atirou no presidente Ronald Reagan,
Lee Harvey Oswald, assassinando de JFK, quem é JFK? É o Kennedy. É o Kennedy de Ata. É José Francisco Kennedy. Isso fortalece a teoria de que o livro possui um gatilho mental que transforma pessoas em assassinos. Ah, porque todos os assassinos tinham o livro ali. Durante a si não ouvo, o Pablo falou que o apelador nunca me sentiu e tem palavras que são gatilho mental para transformar o cara no assassino de contor que eu moto. Lembra o que eles acham essa inspiração? Então é que o Mateus Reforça a teoria. Fortalece a teoria de gulhura possui um gatilho mental que transforma pessoas em assassinos. Existe um filme com o Mel Gibson chamado teoria da conspiração, onde sua personagem passa por essa mesma experiência. De ler o livro, ou de ser assassinado por alguém que ler o. Pode ser, eu não sei. Sobre os ataques de Junso de setembro. É um documentário.
Chamados, zit guys, zit guys. Esse é o documentário. Ele é o documentário mais famoso de todo o mundo sobre teorias das comprasões. Ah é? Não conheço. Talvez não tão famoso assim, então. Os são mostrados diversos indícios de que os Estados Unidos planejaram os ataques. Ou seja, os Estados Unidos teriam impludido o orquestamente. Exatamente. Não posso dizer que o documentário é 100% correto. Não deve ser, não. Mas é muito interessante e convincente para que gosta. E esse daí, quem, qualquer pessoa que assiste, passa a acreditar que realmente está disponível. Sim, o Word 13. Porque ele é muito bom. Tá bom então. É melhor não ver então nesse caso. Ou ver também. Você quiser acreditar? Uma ter... E, repente, é um documentário que consola as pessoas que estão revoltadas com a eleição do Trump. Porque se o... o... o...…
É porque não vai ficar pior agora, acho que o Trump mate três mil no americano. E o Trump e o Bachi, ou seja, de repente é um plano. É, eu acho que de repente é para o soube desse episódio. Esse episódio nesse documentário e baixar a especificativa dela com relação ao que era. Isso bem que o Obama é muito feira, né? O Obama é do Trump, né? O Trump é do Trump. É, não sei. Enfim, será que tem algum praia de cheio de latinos nos Estados Unidos? É vários, né? Então, prova. Já sabemos que vem por aí. Uma teoria que não foi lembrada no programa é que o vírus da AIDS foi criado em um laboratório para este inguí-lo, parte da população mundial, fazendo um controle populacional forçado. Olha, outros acreditam que foi criado pela CIA para acabar com os homossexuais. Isso é a CIA, ela realmente. Porque a CIA não gosta dos homossexuais, cara? É porque CIA é clubinho, interno, anti-omossexual. Ah, tá, é como a Gaimudo? O Gaimudo não lê. Não é isso. Só faz isso, o pessoal da CIA é do mal.
Para finalizar a maioria das teorias da conspiração. A verdade, para finalizar a maior teoria da conspiração da história, não pode ficar fora. Algumas pessoas têm certeza que o diretor de cinema, Stanley Kubrick, foi quem dirigiu o pouso do homem na lua. Ou seja, ele era o motorista, ele era o piloto do... Como o nome do cara lá, era o Armstrong. O Armstrong, a gente foi o primeiro, né? O que desse é o primeiro? Não, o Armstrong foi o que desse seu filmado. Eu acho que é New Armstrong, ou New Armstrong, o cantor. É muito bom isso, porque o cara que ficou famoso foi o que teve a bunda filmada na decida. Antes dele, alguém deixou para filmar. Tipo, o Lucas Silvicilva tava lá. Não, não. O Adson celular tava lá já. E filmou com o celular dele. E já tinha câmera na época. Não, porra. É que o celular era o som Jorge, não. O Lucas Silvicilva. Ah, tá, entendi. Ele morava na lua. Desculpa que você não teve a sensação. Desculpa. Enfim, aí o Lucas Silvicilva filmou o Luz Armesum desse ano que... Que é? Que você eu cantando. Sim. Não. Enfim.
Onde os argumentos é que em 1968, um ano antes do homem pousar na Lua, descobre que eu não sou o filme 2001, que o povo que o povo que um cara muito aprende do tempo dele. Porque em 60 e 8 ele lançou o filme 2001. Imagino o que ele lançaria agora. Nossa, eu não curo. 2001, uma odcê no espaço, que contava com feitos especiais nunca antes de ver isso no cinema. E certo, até porque era 1968, o filme era de 2001. Exato, né. De ver a animação gráfica, computação. Sim, era tipo uma trix, sim. A teoria diz que o governo dos Estados Unidos financiaram a produção para testes se o filme ficaria convincente. Pessoal, e acreditar em que não filme. Quem tiver curiosidade de assistir, verá que o filme possui efeitos incríveis até para os padrões de hoje. Olha aí. Por favor, hoje? Eu não se lembro. Fato, bom. Era o governo americano que estava com o vídeo do New Army, se não descendo, na luão, é uma bosta.
É lógico, é filmado na Lua. Então, justamente, é horrível. Se, acho que o filme exército não se igual, o Verde Americano, decidiu fazer um vídeo montar a gente disso, ele é de ser com filtros que é forrinho do... É, verdade. E desse negócio bem feito. Mais... Mais com o que é isso. Mais futurista. Problema é a bandeira. Isso é um robô, se não era ninguém. É, a bandeira é tremolando, né? É, então como tremola sem evento. Não sei se não teve evento no nar. Eu acho que não, mas pressão bonita, o vento luna era muito bonito. Obrigado pro Lerimim, eu gosto muito com ótimo trabalho até a próxima edição do Cartinho Novide. O que é? Ele só ouve, ele só ouve Cartinho Novide. Ou ele está confiante de que o próximo Cartinho Novide vai ter o meu delíduo. Ou talvez, é que agora a gente não sabe, mas talvez uma deus Rodrigues 20 anos de Santo André já teve o meu delíduo em todos os leitores. Ou talvez ele sejam viajados no tempo, e ele sabe que no próximo a gente leu o meu delíduo.
Claro, com o meu deus. O último e o meu é do Maurício Nunes. Fala galera da banca, tudo tranquilo. Me chamo Maurício Charado Cid, o que ficou meio estranho, né? Me chamo Maurício Charado Cid, tenho 17 anos em souro de Brasília. Nessa sexta-feira após o lançamento do Não Ouvo, meia 3 teorias da comp... Nessa sexta-feira, após o lançamento do Novo, meia 3, teoria da conspiração, eu estava na biblioteca da escola esperando dar o horário para ir à escola. Ele estava pra aula, né? No computador da conspiração, né? Como ele estava a escola explorando de prescolas. O ovo, em que ele estudou de outra escola, ele foi no escola que ele tem que ir. Tem que ir. Tem que ir. Então, peguei uma revista da mundo estranho e comecei a ler. Olha aí.
Eis que me deparam com um pequeno artigo que desmentia a teoria do Cid sobre guarda na pós. Ah meu Deus, na pós-seguro. Parece que é possível sim. Na verdade o napo na palavra não significa nada, na prática. Vêgula as amais aqui, eu me perdi. É, eu vou te dar um código morso. Será que é uma mensagem isso? É verdade, eu vou te tentar de novo. Na verdade o napo na palavra não significa nada. Na prática e na sua origem, ela era usada para algo diferente do que a usada hoje em dia. E aí acaba a explicação foda. Porém, na minha opinião, a Mundo Estranho está acobertando a verdade verdadeira, sim foi de propósito, esta que nos foi revelada por Cid e Cidoso. Segue abaixo as fotos do artigo e da capa desta edição.
Muito obrigado por alegrar minhas viagens de ônibus e as minhas partidas no loco. Você é o seu de mais. Olha ele joga loco, ele joga no ouvo. É uma loucura. É uma loucura. É uma loucura.… É uma louc No lozinho. Mas qual a teoria do Guadana Apó? A teoria de Cid, na verdade, eu acho que se de inventando a hora, a teoria de zoando, porque... Cara, esse episódio de Zero Metes é de vídeo público. A homem, a teoria. Teve como o Pablo falou que acontece frequentemente no canal dele. Teve gente que achou que era um novo muito sério. Sim, é verdade. Eu vi no outro vídeo. Você se exigou ao cara e você se falava do sério, cara. Não falou sério, não falou sério, nem o momento. Inclusive, o Pablo não deve estar falando sério, eu quero que ele... Eu espero que ele não agregue, ele não se eu tudo. E não fodeu muito. E assim como em 99% das teorias se tazam naquele episódio, o Cid inventou na hora, a teoria do Guarda Nápio, que era sobre que Nápio é na verdade de nariz, e que o Guarda Nápio guardava coisas provenientes de nariz. Era alguma coisa assim. Não sei, essa é uma teoria do mundo estranho, aqui é muito estranho. É, é.
Porque ela é a prova que a mundo estranho compre seu papel na década. Sem estranho. É de colocar essa imagem depois, publicar esse episódio para a galera tendo oção do que se trata. Acho que é uma boa. Isso acabamos aí a leitura, acabou todos os e-meios lidos, todos não, os e-meios que a gente separou aqui. E aí me fala uma coisa aqui que você quer falar antes. Eu quero falar outra coisa. Eu quero falar outra coisa que você vai falar antes. Então vamos ver aí. A gente... Teria os próximos dois, que terão os meus lidos, são os episódios que são uma sequência, que você só tem uma chance. Ah, é verdade. Então vai ser... Caralho, eles certos, o próximo leitura de mes é ter dois episódios que são praticamente os mesmos episódios. E a galera pode mandar algumas respostas para perguntas. Pode mandar perguntas também. Pode mandar perguntas. O síntil falou que, de repente, foram rolar outras edições disso?
A gente pode fazer com perguntas e viados para as pessoas. Exatamente, então se você tiver, também a gente não vai ler no leite do júlio, mas aí está ficando com os ados um dia. O que eu ia falar para você falar antes de você ter falado isso que você falou? É. Como faz para mandar uma cartinha? Não mando uma cartinha, não e meia. Não tem que ir à sua cartória? A gente chama de cartídeo no ouvido porque não são pessoas muito... antenadas? É só mandar um email pra não ouvo, ourobanãosalvo.br, um de preferência, um título do email sendo o número de episódios, a qual a pessoa que pretende comentar. Como assim? Então, você pessoa vai mandar um email sobre o novo zero.
750? Serto. Aí ela vai lá e coloca no título, não Ouvo, hashtag 0750 e aí faz com o meu comentário dela sobre esse episódio. Não, no título do email. Ela faz no corpo do email. É, é. Que as pessoas podem se confundir. Se confundir. Tem um cara que mandou o email um dia que ele escreveu todo o conteúdo do email na parte do CC do email, ele que compoque. Então cada palavra que ele mandou era uma pessoa em cópio do email. Porque eu abro e meio, meio, meio, meio branco. Eu falei, é, cara, mandou, é errado. Ele percebe que meio, meio, meio… Os meus nos estentes ali, pra formar no site. Tira um notírio, passando no Twitter, isso. É que não dá pra perguntar, porque fica na malha música. Ah, uma linha de coisa. Mas tem que botar o mouse em cima pra abrir o... Pra rega assim, tudo. Isso é um barco espalhável. Isso é boa, tá? E genial, ele... Cara, merece um prêmio. Acontece. Ele merece a dois prêmios. O outro recado muito importante, é que quem tá ouvindo esse episódio é exatamente hoje? Hoje, que é dia dois.
Olha, é madrugado de um pro dia 2. Então, então, dá pra dizer... Depende, porque tem gente que ouve antes, porque não tá no horário de verão. Então, eles ouvem as horas e horas, uma hora, né? Se você tá ouvindo agora, uma hora, antes... Se você tá ouvindo... Na hora que ele lançou, apareceu aí no seu celular, no seu agregador ou no seu under seu ovo, sei lá. Isso. Já não é do ônibus. Pode ser. E aí a gente tem um recado de que no sábado, nesse próximo sábado, o novo vai estar na Comic Con Experience participando de duas atividades, sendo uma delas a cinco e meia, se não me engano, no corredor G. Que é a Creators Zones, nome engano. E aí é um lugar onde nós vamos gravar, vamos fazer igual de Jake Lethorrasta, gravando tudo. Não, o ouvo vai ser um ouvo. Vai ser um ouvo, vaça. O no gravão não ouvo ouvo. O loucura. Lá para a galera que tiver presente ali e esse no ouvo vai ser publicado na próxima semana como no ouvo visita. Ah, legal, né? Que isso quer dizer, se você é como o coxpense. Se você for de São Paulo e se você já comprou o engresso, não for. Se não, se não, se não, se não, isso quer dizer que vai lá. Que te vai estar senão.
Na próxima semana, o Inferente vem e o novo visita na Comicon. Sim. A gente já foi no passado e gravamos dois episódios lá, um sobre cosplays e outros sobre desenhos animados antigos com a presença da Fonsula. A Fonsula, com dois f's de faca solana. Exatamente, foi o mundo divertido. E o outro recado é que depois dessa atividade, gravando tudo ao vivo do No Ouvo, a gente foi participado em Contro de Podqués. O encontrão. As 19 horas lá no palco ultra da Comicon. Aonde vão reunir várias galeras de podcast brasileiros? O de São Paulo, não sei bem. Eu acho que é do Brasil. Mas também brasileiros. São Paulo fica no Brasil? Sim. Então vai ter muita gente lá de outros podcastes e... Quem, por exemplo, também me conta aí. Não sei. Muito bom. Essa é a senão. Vai ter um pessoal... Vai ter um pessoal do Pela da Net. Vitor Brothernossu aí. Vai ter o pessoal do podcast Mamilos, que é a Mininas Vais. Vai ter o pessoal do Benove.
Eu acho que o jovem, né, de o Azagal devem estar também? É possível, já que é um encontro de podcast, sim, é um contipeso. O que você vai estar aqui, o editor desse podcast? O baíro, o Dani Baír, que também é um podcastista do The Crap. Tudo de Crap também vai ter o pessoal do The Crap. Todos os podcasts vão estar lá. E vai ser o encontro de decepções. Porque as pessoas conhecem a gente para a voz. Ah, é verdade. Eles vão chegar lá e ver que nós somos todos gordos horríveis. Sim. E essas são as moças do Mamila, né? Elas não são gordos horríveis. Não, sem dúvida não. É isso. Então, é isso aí e até o próximo semana eu acho. Até a próxima vez que... Até a próxima vez que...
Três pessoas faltarem. Eu estou aqui de novo. É verdade, eu só tenho um para não tomar um surplente. É, por aí, eu sou o professor sob sutil. Então, está bom. Então, Braian, até a próxima. Tchau pessoal! Falou.