Capa do episódio Cartinha #002: Cartinha do Não Ouvinte

Cartinha #002

Cartinha do Não Ouvinte

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Descrição

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No ar a segunda leitura de e-mails do Não Ouvo!! Pra quem ta caindo de paraquedas, a gente decidiu usar o primeiro ou o último Não Ouvo plus (o episódio de Sexta) de cada mês para ler alguns e-mails sobre os episódios passados… Quem quiser ter seu e-mail lido aqui pode escrever para naoouvo [arroba] naosalvo.com.br Bancada: Luide Hister e Igor Seco Edição: Daniel Bayer Capa: Braian Rizzo

Resumo

Segunda Cartinha do Não Ouvinte, com Luide e Igor Seco assumindo a leitura no lugar de Cid e Braian Rizzo. A dupla brinca com a honra de ler os e-mails e vai passando, episódio por episódio, pelas mensagens do mês: pão de alho de chocolate e o chuchu cristalizado, uma coxinha com ovo cozido dentro numa parada de estrada, espetinho doce e sorvete de feijão no Japão e uma gafe ao telefone com a pessoa errada na linha.

Das gafes saltam para o futuro: o sexo em realidade virtual, celulares com uma bomba para dissuadir ladrões e a preocupação com a baixa natalidade. Vêm também relatos de calor, com um nordestino e um manauara defendendo que o calor de lá é pior e outro ouvinte contando como o suor atrapalhava a adolescência, além de lembranças dos tazos do Pokémon, com direito a confissão sobre o tazo da cigarra.

O final é dedicado às lendas urbanas da infância e aos boatos de WhatsApp que mobilizam bairros inteiros. A dupla incentiva novos e-mails e avisa que os próximos leitores podem ser outros.

Destaques

  • Primeiro e-mail do mês: pão de alho de chocolate e o mistério do chuchu.
  • Um ouvinte conta da coxinha com ovo cozido no posto de estrada.
  • Sorvete que era feijão e o ouvinte que lançaria um sorvete feijoado.
  • Ideia de celular com bomba embutida contra assaltantes.
  • Boatos virais no WhatsApp sobre traficantes e ataques que paralisam cidades.

resumo e destaques escritos a partir da transcrição automática

Participantes

Edição: Daniel BayerCapa: Braian Rizzo

créditos do feed original

Transcrição

63 trechos · 9.989 palavras

Transcrição automática, feita com o faster-whisper (modelo base). Pode conter erros: nomes, gírias e piadas internas costumam sair tortos. Na dúvida, vale o que está no áudio. Clique no horário de um trecho pra ouvir a partir dali.

  1. O Commissional do Paulo Montanão, com o Paulo Montanão. Fala meu povo, tudo bom com vocês. Igor Seco, nosso querido Cid, Cid, Luide e Braian, eles assumiram o posto do primeiro, do primeiro cair, cair tinha do Novo Vinte. É, ovo é o seu vídeo, que os olhos foram ligados. Eu não vi, só um pouco bastante. Lendo relatos emocionantes dos Novo Vinte, aqui do nosso querido Novo, tinha que emocionar na frente, cid por favor. Deixe-me ler os próximos e-mejos. Pelo menos eu e o Igor, deixe-nos ler. Deixe-nos ter essa honra, né? O aduplo, o gogo de um agro, do novo, né? A gente tinha que ter esse momento, assim, com o fial no ouvinte. Exatamente, então hoje, aqui, excepcionalmente, pra ler o seu e-mail, a sua caetinha que você mandou com tanto carinho, pra não ouvo, a rouba, não salvo, ponto, compro-to-berre, vamos começar, então Igor, seco, acho que você.

  2. Poderia fazer as onras. Eu posso começar, cara, só vou deixar começar. Eu vou deixar começar. Eu vou deixar começar. Eu… vou começar. Eu vou deixar começar. Eu vou começar. Eu vou começar. Eu vou… começar Eu comecei a levar os e-mails, cara. Passa a minha vida ali de meio. Seleu muitos e-mails, muito. Eu li bastante meio também, cara. Só chegue espana, meu e-mails. Eu não sou uma pessoa conhecida. Se eu chegue espou, meu e-mails, pás, pás, pás, pás. Eu tenho recebi meio de loja que eu comprei de uma parada, 7 anos atrás, tava... Eu perguntei, eu quero me sentir amar. Eu leio a três de pás também, cara. Eu acho bom que eu consigo separar. Porque quando eu ir para mim, cheguei com o meu nome. Quando eu ir para o Espanha, eu geralmente cheguei para o senhor Seco. Aí eu gosto de separar, se você pleia tudo, cara. Só para me sentir informado. Então vamos começar, então a nossa leitura de medo, lembrando que a gente, esses episódios, eles são todo começo do mês, ele vai lá para você que não gosta de ficar, tendo que pular, podcast pro de quê, tudo, leitura de medo de novo, não, não, não, não, então a gente vai...

  3. Resumir tudo para você em um programa especial, todo com minhas de mês. Então, para começar, a gente vai ler os e-meios dos últimos episódios no Ouvo, começando com o novo de número 26, salgadosis, vai que a tua e-gorsia. Com mostra que você sabe no e-meia. Ah, de mundo lago, manda esse e-meio. Ah, em mundo lago. Ah, em mundo lago, imagina, ah, em mundo rio. Ah, em mundo é muito bom, vai. Sobre o rodiz de salgadosis. Uma coisa bem comum aqui no sul. No churrasco é o popular pão de álio e toda vez que tem churrasco entre os amigos tem um amigo que fala que deveria ter um rodisse de pão de álio e para melhorar a situação encontrei no mercado pão de álio que não é de álio, mas de chocolate. Sobre aí no universo gastronômico aqui tem uma sobremesa.

  4. Que é o Chuchu, cara, amelizado. Cara, primeira coisa, é o primeiro que Chuchu não tem o odinada. Exatamente. O Chuchu ele é tipo, sei lá, ele tipo água, sabe, sabe, sei lá, água, tem gosto, ou ela tá fria, ou ela tá gelada, sabe, ou ela tá ruim. É, tá com sal açúcar, o Chuchu é uma coisa. Chuchu, salvalho, pra qualquer insopo, não, olha isso. É, você coloca sal e ficou de sal, você coloca açúcar, ficou de açúcar, se coloca na caida e fica com da caida. Isso que você falou é verdade, sabe que elas frutas cristalizadas? Sim. A maioria daquilo eu feito com chuchuca. Pode ser porque não tem gordinada, mas eu não conheço uma pessoa que reconhece o cheiro do chuchuca. Mas você comé o ponto com nó, pô, comendo negócio, com o de picanha, né? É, ó, que gosto de ser o quê. É, É, É… postar, é, que gostinho de chuchuca, cara. Só que eu acho que são o menos errado desse meio, cara. É, É, É… é

  5. Eu já tinha visto pão de alho que não tem alho, que é com algumas pessoas que são intolerantes à alho. Ah, porque dá aquele bafinho. Também tem pessoas que são intolerantes à pão também, e só o alho. Isso é que existe, então pão de alho sem pão, só com alho. Pé, ó, um alho com alho. Eu não colocaria no... Eu gosto muito de alho, cara, eu comeria um pão de alho sem pão. Só o alho, bota na chão à esquerda, e com a mesma. Mas eu não entendi o... Por que eu deixou colate? Cara, você vai falar que deve ser no jeito, você tipo, tá colocando uma picanha ali na churrasqueira e do lado, agora que eu entendi, ele no lugar de ela, ele tem chocolate. É, é um pão com chocolate tipo você, você pega um pão com o no tela e coloca na churrasqueira.

  6. Eu tava achando que era um pão com um alho e chocolate. Cara, que moio. Não, que não é genão, né? Pão com chocolate, mas por que que ele é pão diálogo? Que chocolate? Ele não se é alimentível. Não sei, isso é muito incógnito nesse meio. Eu não consegui desse fratudo. Vamos pro próximo e-mail do Gabriel Osnick. Osnick é que é uma luca da Apple, não, hein? Eu acho que é um... Que os tívios... É, olha só... Eu não sou vinte famosos aqui. Eu não vou mandar no e-mail sobre o episódio salgadores. Vamos lá. Ô amigos da Rede Mundial de Comitadores, meu nome é Gabriel e sou de Blumenau Santa Catarina. Vem me pronunciar sobre uma sacanagem, ele colocou em... Caixa outra. Caixa outra, tá por bique sacanagem. Que sofria mais ou menos uns dois anos atrás. Estava lá, eu, dentro do carro pequeno, com mais quatro cidadões, dentro do pai tiram para uma viagem para a Florena Noples.

  7. Quando pararam num posto porque eu pessoal criamos, porém não confio muito com medo e restaurante e decidir na conveniência do posto com o meu salgado. A vista tem um único salgado, um salgadinho, que por que ele... Por que eu venhei esse lixo? Uma coxinha com aquela parecia de seis dias e seca. Então me dirigí para pegar ela, peguei a coxinha e quando fui dar aquela mordida que provavelmente iria me matar, algo pior aconteceu. Tinha um ouvo cozido dentro da coxinha. Não é, que choque. Aquele momento, foi usar mais trígio da minha vida, não comia aquela merda e quando fui falar com a moça, quando fui falar com a missa, depois ela falou que, nossa, isso nunca aconteceu. Nunca aconteceu. Se nunca me aconteceu, eu ando, eu ando com o cheito ouvo. Mas resumo.

  8. Comprou um Doritos, voltei pro carro e espere as pessoas comerem naquele restaurant de verde estrada, esquisito. É isso, me divirto muito com o programa, parabéns. Valeu, Gabriel, mas... Mas, como é que é com o Ouvo? E esquisito, então, seus amigos, pô. Será que dá pra chamar isso de ovinha? Qual é assim? Coxouvo. Coxouvo. Mas é normal, tem muito lugar que lá no interior mesmo é comum, tá do bolôvo. Quem é que é um negócio que você compra o bagulho gigantes, é um morge de tão ouvo inteiro dentro. Só que você não acha meio trap, assim, tipo um bolôvo, você sabe que é um bolôvo. Agora você vai olhar lá, tem uma coxinha no formato de uma coxinha, aí você vai comer a coxinha e é o ovo. Não, eu pior que a resposta da moça.

  9. Eu não vou dar conveniência, eu vou mostrar. Isso nunca aconteceu antes. A gente sempre faz nosso coxinha com frango e depende de um ouco. Chama, chamam evaír da coisa. Eu não é evaír, aqui porra, essa aqui. Não era para arrechar com frango, essa merda. Pô, tá, sabia que eu tinha perdido o senhor. Se eu vou ver no senhor, não sabia o onde. O próximo meio. Eu vou gabriar. Vai, então dá, gabriar o ozenia, que valeu. Gostei do sobrenome, entendeu? O comedor de coxinha com ouvo. Próximo, meu amigo, é da Catiusha. Catiusha? Tem escrito errado, nome dela é assim, Catiuscia. Eu vou falar Catiusha, porque fica meio grinho. É um problema, o Catiusa nada contra você, mas eu vou apelar os pais dessa nova geração. Quer são as letras K?

  10. Ipsil e W. Por favor, matam, tem que acabar com essas letras no Brasil. O pessoal não sabe o que é o que é o que é… Eu estou seulando aqui, legal, somente café, como é que eu não sei. Tá, box! Estou bem, estou bem. Pelo que eu estudei com o Elin, no ensino fundamental e todos os professores errava, acho que é uma anda dele, chamava o Elin de Vellenton. Vellenton! Porque eles achavam que o Davon tinha só o de ver. É, pode ser. Isso que era o professor, agora imagina o rancidão da população. Tá, Blanjo, eu chamo vai, vai, vai… vai Fala, galerinha do podcast! É aquela abertura do Cid, né? É, ela coloca várias vogais. Várias vogais. Meu nome é Katil, chamo vocês e também sempre escuto no Ouvo no ônibus com a cabeça encostada da janela. É o jeito do jeito certo. É assim. Só de camber. Uma cidade no interior da Rússia Brasileira. Ah, perto de Saltar. Fica ao lado de Londrina, né? Pra gente solta. Sobre o último episódio do Novo, que foi o de Salvador, se estenha uma história. Eu morava no Japão.

  11. Estava lá, vi um mês mais ou menos. Minha saudade do Brasil era imensa. Depois passou... Ela falou que parecia. Era sincero, né? Nossa, saudade sai na rua e se é saltada, né? Principalmente por conta da comida. Foi no mercado com minha mãe e bem na frente tinha uma barraquinha fazendo espetinho. O cheiro de churrasco estava maravilhoso. Como eu não sabia falar japonês ainda, a pontaia queria um e dei o dinheiro. A japonês então pegou meu espetinho e mergulhou em um molho. Pensei que poderia ser algum tempero desses de churrasco mesmo, mas eu estava enganada. Quando dei a primeira mordida, o gosto era totalmente doce. Quem colocou a dor se do espetinho? Japonês! Foi triste! Esse foi o verdadeiro só o Gador, já poler isso. Outra história... Vai pere, vai pere, vai contar o estado. Vamos primeiro colocar no lugar da catilça, que primeiro é de ser uma catilça brasileira e foi pro Japão.

  12. Cara, só te achar, é da Tchaque Oslovak, né? O Noque, davam do cérebro da Jampolensada, mais de liga. E eu, cara, assim, sei lá, por exemplo, quando eu vou para o interior, o ultima coisa que eu espero comendo o interior... Eu sou um sushi, vou lá comer um francaipira, como eu lento. Eu sou um lugar. Então, por exemplo, eu vou, você vai pro Nordeste, você não vai chegar lá e comer churrasco. Não, você vai comer um camarãozinho, peixe. Assim como você vai... Não vai eu de dor. Não vai eu de dor. Com as segunas, você vai pousar, com um piradilicho. O piratipão, e assim, providante. Então, são culturas. Agora, você vai no Japão. Por mais que me dessaldade, você lá, seu nome é Katil, você eu estou morando no Japão.

  13. Eu não ia comer um churrasco japonês, porque eu se ento algo errado, não. Churrasco e Japão, assim, não combina. É, primeiro que nem deve churrasco, deve ser tipo... Ai, eu quero... Lese... Porque ela não deve ter muita familiaridade com a abraça. Com a meia de carne, isso. Você falar que carne no Japão é... Como é que é muito cara? Não, comida de... Comi de luxo, vamos dizer assim, é uma arridade com o cara de Jopal. Não tem boi lá, não. Não, mas o iaguei lá, é o Kobe, não sei como é que ela não sabe o que é. O bônio mais cara do mundo lá, que coloca ele preso, assim fica tocando música clássica, fica vendo da luta, saja, porra na luta, para assistir. Pica é uma cara, cara. A inclusive estava indo com a falsa, se já estava aquele mandre marco.

  14. Falando que ele comprou de presente panito uma picante a Guia. Eu vou passar um pouco de um padá picante pra mulher. Olha, eu vi aqui, eu queria acelerar o chapéu, o sapato. É, eu vou ter pensado que ele deu uma picante com o bichão pôneis, panita. Ela vai me dar, mas enfim, continuando a imbarra. Eu continuo no Commission da Catiú, isso aqui. Outra história foi do meu irmão. Ele também estava no Japão e comprou um sorvete, que parecia ser chocolate. Quando ele chegou em casa, percebeu que o piculera de feijão. Caralho, cara, eu achava que era coisa de pobre, aqui no brasileiro, é coisa de rico, no jogo. É o meme, né? O mito do pote de sorvete na jadeira, esse é feijão? Conçagrado no Japão. É, cara, imagina, tipo, japonês, a brita de ladera. Aí tem o pote sorvete, ele abre, tem sorvete, ele fica desse opcional. Vem, o Sior Miagre, aqui pro Brasil, aí chegou aqui.

  15. Foi lá, estava na casa dos meus amigos, você é o que é brasileiro. Aí o filho da dona da casa, foi lá, pegou o pote de sorvete, foi comer a feijão. É pô, mano, é pô, coloca o feijão e não pote a sorveta. Aí o senhor me ato ligou, foi pô, olha que deia boa, sorvete e feijão. Eu vou pô, eu vou já pô, eu vou vender isso. Eu acho que hoje sou via, que está bilionário. Porque, porque? Porque? E carilha, acreditar. A gente vai lançar o sorvete feijado, 100% brasileiro. Nossa, como os peraços de linguista. 100% brasileirinhas, com pedade orele de porca, assim. O oreio de porca fica em cima, fica passando a linguinha, né? Eu tô salivando, já. Bem jadim, que gostoso, por verão. Verão 2017 é nós, sorvete feijado. Obrigado, Katius.

  16. Pela sua excelente ideia, pela sua iluminação. Ela acabou ir aqui com isso e bem-ginhos da Ketch. Da Ketch, ó, que fofinho. Vamos agora para o Novo de número 27, boelas, feiras. Vamos começar com a caixinha do René. René, o René que não tem sobre nós. Faaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

  17. Ah, lá galerinho do que ajuda no salvo. Aqui tem um vosso falo é o René, 11 preferindo em Renegro. Cara, deve ser o ótimo apeelido pra você ter velho. Pô, adorei em Renegro. E aí é o Renegro. Sabe o que é o Renegro? Provavelmente, isso é que ele é o René. Ele é o René. Ele é o Renegro. Tinto que me contar uma puta balafóra que deu em um dia desses. Então vamos lá. Então, mano, tem um amigo que foi pai, porém, infelizmente seu filho veio a falecer, dias depois do seu nascimento. Nossa, cara. Que triste, eu vou saber muito triste. Não sou usted, eu vou ficar plástico, man. Eu sou foda. Que triste, mano. Agora eu fiquei curioso saber qual a fora que ele deu. Porra, eu não quero ver o que eu já estou com raiva, não é? Com a tradição manda, ele fez um velório, convidou os amigos mais próximos dentes entre eles eu e fui convidado.

  18. Dice a ele que não poderia ir, pois o dia de serviço foi muito puxado e estava muito cansado. Oh, René, você pode perder um possível, não quero tocar o podcast do campanha. Por ele, fez questão que apareceso, cara, está muito errado, se meia. Bem que fosse para dar uma braço nele no rapaz, não do mesmo. Já estou com o raio, velho. Já está fazendo o piaio. O renego. Você quer renego, né? Porque ele é nega, porque ele faz muito mornegros. Pode ser, cara, talvez eu não pude. Chegando um velhoro, encontrei dele um abraço, perguntem, como está, cara? Ele olhou pra mim e respondeu. Desolado, triste. Mas logo em seguida ele disse, e você, estou vendo que você está cansado. Eu me expliquei sem pensar muito no que ele só tem. Mano, estou morto. Futa, enquário.

  19. Ah, ai lá, caralho. Eu estou rindo de... Estes teram, eu estou rindo de nervoso. De nervoso, exatamente essa palavra. Nosso amigos, como bons filhos da puta, começaram a rir instantaneamente. Ele me fuz de louco. Caralho, cara, tá bom que eu não sei. Vai tomar do cú, cara. Ele me fuz de louco com grande olhar e de aprovação. Logo e seguida, eu pedi de escupo, eu expliquei que não foi proporcional. Ele entendeu tudo que ficou tranquilo. Mas foi inevitável, o crimão. Ah, Ah, Ah… ah. O caro renego. Cara, eu baixava que o não Ouvo tava prestes a caindo na malha fina da internet. Mas graças a Deus que a gente não tem nenhum remegro aqui. O remegro não tem libítica. O remegro não tem limites, ele mandou um in meio em Tom Jocoso. Jocoso. E o pai que perdeu o filho. Ele fez uma anedota com uma situação fúnebre. Eu fiquei mais ginero chegando no velório de um bebê, cara. Então, vamos pro programa. Vamos pro programa. Vamos pro programa. Vamos pro programa. Mas eu vou me ter cara.

  20. O próximo email aqui é do Tiago Luiz Andréis. Ele começa com, fala meu poevo. Eu trabalhava em uma empresa de TI, alocado dentro da Sede de Uncliente. Um dia meu ramal toca. Era um colega que estava em outra sala dizendo que Maria não me fiquitiu. Dá-se entrar na empresa ligou. Cobrando um chamado que estava para vencer. Este chamado já estava atendido e eu já iria encerrar um sistema. Então respondi para ele. A Maria que vá tobalar... Aí o escuto do telefone, o meu avós feminina, disseido. Eu estou aqui, meu... O filho da puta não tinha medido que ela iria de salvo na liga. Caralho! Mesmas depois eu fui para outra área da empresa e em uma conversa com o pessoal, contém essa história. Uma das pessoas presente neste dia era o Magnus. Nome também fingiu... Não, cara! Não, cara! Não, cara! Você chama de João, cara! Chobricarlo! Cara, meu amor! Nossa! Correira a minha... Maria! Uma fique beleza, Maria! Mas daí a gente foi por óbvio! Magnus!

  21. Por que? Coloca o Mario, sei lá, o nome é João. Magnus, nome é Fiquitiça, morra. Pra combinar com Maria, porra. Quando o Mario nos foi desligado, cara, o Mario nos é realmente o nome desse cara, velho. É consciente. Quando o Mario nos foi desligado da empresa, atualizou seu perfil no Facebook. Então ficamos todos sabendo que os dois eram namorados. Obrigado pelos horas de diversão. Tchau. Cara, então ele deu bola fora com a Maria, aí ele deu outra bola fora com toda a história da Maria, para o namorado da Maria. Ah, agora que a gente tem, o que que pode? O Magno tem a ver com essa porta, Maria, carsegue. Cara, ele faz uma observação. Os nomes se está só reais. Então, se algum deles não ouvinte e estremeu, a bola foi lá, triplou.

  22. É explicado, Thiago. Era Maria e era o Magno. Era Maria e era o Magno. Estava achando a minha absurma, meu Magno, seu nome, fiquitíssimo, caralho, você ficou resta, meu nome fiquitíssimo. Se você é a Maria ou o Magno, mando em meio que eu sou o pessoal da história. Poi, a gente vai querer saber. Esse negócio é foda, eu estou aqui ouvindo uma vez, eu agora lembrei do meu pai, que a gente estava em casa, eu era bem moleque, e aí um tio meu queria vender um fogão pro meu pai. E aí eu... Eu não sei se você pensa aí, eu tô em imbó, tá? Delechou, Luide, né? Meu pai tá no meu Luide, tá? E aí isso aí, meu pai ficou... Ah, até parece, meu com uma comprasa por caria, fogão horrível, velho. O furão, acho que eu sou idiota, ele botou a cabeça na porta. Luide, eu tô aqui ainda... A acontece, acontece, são coisas que acontecem sempre, né? A vida é vida assim. A vida é assim, vamos, a bruna bom fim. Sim!

  23. Minha verrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr Obviamente que a moça não estava grávida, mas não para por aí, e não é por uma bola fora que a cheia. Você vê que é tipo ela coloca... Eu vou começar gritar agora. Coloque em capzóco pra gente aumentar o tono na hora de ler esse meio. A moça avisou que não grávida, não está grávida, só que minha mãe não ouviu e continuou. Ai que coisa boa, deve estar bem esperto de nascer com essa barrigona. Deu grito, lei, com os pílula, cara da tente, assim, tipo. A moça falou é mais alto que podia, não estou grávida.

  24. Eu apenas virei e saí da loja imediatamente. Hoje em dia a mulher pode estar com a blusa escrito, estou grávida, mas não pergunto sobre gravidez. Obrigada pela atenção, sou fã de você. Boa, toma isso é muito normal, cara. Se você é muito normal, se já eu fico a Camila, a Camila está grávida, né? Meu namorado, está grávida de sete meses e a gente foi no banco. E aí ela chegou para você atendida, vai retirar a cena, até a cena. Para idoso, pra... preferencial, né? É, sempre preferencial. E o cara pegou a cena normal para ela falar, a moça eu tô grávida, o moça eu tô, nossa sério. Nossa, foi então a bola fora trocada, contador? Não, cara, a chocada, a caminhtava realmente, que é aquela pança de...

  25. De Londres, aquela barriga de show. Porque a cara está lá, de santi mesmo, mas a minha não moro é quem conhece, é uma grinha, então a gente pega não está gorda, né? Sim, é só um pouco a coisa, mas ela está com uma barrigona. E aí, eu cara tinha que ser lá, lá, numa gorda de solitária, tá ligado? Eu não sou a barriga da água, aquela tava ali. Não, e aí, aí eu comecei, entendeu? Comecei dar risada, né? Eu falei, vocês me desculpe e tal, que às vezes vem uma mulher que muito gorda e eu dou um de gravida pra ela. Fala-se o contrário e ela fica mal brava comigo, tá ligado? Eu ia ficar feliz pelo menos, ia pra preferencial. Pois é. Você tem de ir mais rápido aqui, né? Mas acontece, fala pra sua mãe, mas que essas coisas acontecem. A minha com quem? Tem que saber quando a pessoa... Porque profissão em grato, o cara tem que saber se a pessoa tá grado ou não? Pois é, cara, grato dela não anda com o teste de gravidez, né? Teste, você sabe se tá grado ou não. Mas por exemplo, seu cara não se apelna.

  26. E ele tem uma perna mecânica, ele tá de causa, ele é preferencial porque ele tem, né? Não tem uma perna, claro. Não é. Não, acho que o cara vai saber. E como é que o cara vai entrar no banco? Não tem uma perna? Eu acho que tem todo o que o cumprimento. É, enfim, vamos, vamos, vamos, vamos entrar agora, querendo. Com o aproveitar, Igor. A gente tá falando de questões tecnológicas, né? Vamos entrar então no teoria no Ouvo de número 15, Cyber Sexy. Uma bastante polêmica. Foi, que era o confusão, gerou até... Até o compras de patentes ligadas aqui no Ouvo que ele ia comprar. Sim, até hoje eu sou em Coagre, a Grecia de Barbosa, que tinha quatro patas. Eu me lhe dei uma de fazer um é que tinha um figo de entreis, né? Primeir em treis, né? Primeir em um gornado. Colocar lá em casa. E, enfim, começa aí você vai ler o imenio do Pedro Bastos, do Rio de Janeiro ou Rio de Janeiro? Rio de Janeiro, Rio de Janeiro. Que espai do Rio de Janeiro. Olá, tudo bem? Tudo bem, tudo bem, mano. Tem um anime famoso chamado Sword Art Online.

  27. Bom bem, famoso mesmo. É famoso, com isso para cá, mas... O amor de não. É aquele que tem o Goku. Será no qual existe um console de videogame que você conecta diretamente com o seu cérebro, fazendo com que você tenha a percepção de que está realmente vivendo no jogo. Os personagens principais colocam um capacete e deitam em suas camas enquanto jogam um mor RPG. Em suas mentes e seu corpo está dormindo, ou seja, é como se você sonhar com aquilo, tipo um Matrix. Meleza, pra esse roteiro do Cristiano Finole, esse meio dele. Imagina se isso realmente existisse em 2005 e você pudesse ter sexo com quem você quiser. Ou comprar-se uma loja virtual. Aí sim, as pessoas realmente não iam mais fazer sexo real. Com outras pessoas, e teríamos mais grave problema de baixa natalidade. Que em comprar isso, eu tenho que ter um povo alemundo.

  28. Para ver os excelitíssimos da bacada que tem incrível capacidade de falar um monte de merda e ainda sem fazer sentir. Ah, eu tenho medo, né, tá? Foi perfeito, eu tenho medo. É um negócio do outro mundo. É um exemplo de, né. Nos faz, eh, mesmo, mesmo sem fazer sentido, nos fazem me jade, um abraço. Um abraço, Pedro. Um abraço. Eu não tenho tempo a imedia, prepareu, assim, o Pedro, ele assiste um anime, né? Esse é um vídeo game que se conecta no que eu sou a Bruenta, no mundo e ele quer transorar no mundo. Em 2015. Eles ficam os personagens do desenho, ficam deitados e tão negocios. E aí ele quer fazer isso em 2005 ou você compra um capacete, você coloca, é transportado por o mundo, onde você faz sexo. Exatamente. Isso é aquilo que eu vou falar em decim, se não dá, dá para fazer sexo. Isso não, isso é aquilo que eu fico pensando, esse faz sexo.

  29. Vai ser tipo assim, você vai fazer sex com personagens ou você vai tentar fazer sex com outra pessoa, porque daí a gente vai se foder no mesmo jeito. Se você não consegue se avêcar uma mina no WhatsApp, vai ver esse book na vida real, você não vai conseguir com capacete mega tecnicar. É, entendeu? Eu só que ele fala aqui que se bate, vai ser a opção de você comprar numa loja de... É tipo a prostituição virtual, o que ele tá falando? Você quer comprar um personagem? Eu quero fazer sexo com Pac-Man e trânsito com Pac-Man. E se o Pac-Man tiver inteligência artificial e ele começar a perceber que está sendo usado como escravo sexual. E a revolução muito louca. E a revolução do jogo. A revolução do jogo, a maior graça e barbosa. O site se escrava, mas você é um programa, tudo bem? Eu fiquei com medo pra caralho. Ele fala do problema da baixa natalidade. Uma coisa que está acontecendo, sabe? Ó, é no Japão.

  30. Japão é o país que tem mais idoso do que jovens, não Japão. As pessoas não querem mais transar, não Japão. Já tem países onde o governo está pagando para as pessoas transar e ideelas. Mas eu não sei lá, o Japão tem nem churrasco, cara. Você quer que a vise seca? Churrasco que é melhor que sexo, não tem, já vai ter sexo, não já. Eu prefiro muito mais na sua picante, não churrasco, porque você não tem nem isso lá, tu pô. Vamos lá, cyber-teoria número 16. Teoria de cyber-teoria número 16, mobile. Mobile. Um in meio da... Daniel Lise, 19 virões, graduando de letras, Toledo Sítio, Terra das Capivadas. Ela fez um currículo, ela quer trabalhar com a gente, e se... Ah, entendeu, ela tem 19 aninhos, ela mora em Toledo. Toledo, o meu irmão, ele já jogou bola no ferroviário de Toledo, você não me engano, acho que é isso. O Daniel Lise, Terra das Capivadas mesmo? Não sei, paradaência, ele tem um orgulho de capivário que eu nunca vi, cara. Tudo o Caio tem capivário, até onde eu sei, já tá no tu e o Pinheiro já capivaram na dano lá. Não sei, agora estou na capivária, beleza.

  31. Prazer em ser lida, parabéns, etc. Nossa. Ela mudou esse meu confinamento. Sai, sai, bem recitado. Agora vamos explorar o cyber teoria. Vocês estavam preocupados em escapar dos roubos. Porém, seria mais fácil pensar em celulares que nós protegemos de perigos que não fossem camuflados. Plus, seria um mercado negro interessante e o roubo de chips cerebrais. Você não só perde celular como também parte do cérebro. Você tornando um mongol gigante, recrito. O que me deixa alarma de aqui em 2050 não adata todo o futuro assim. Facilmente estarevos vivos e nos futebendo com nossos netos. Espero que lhe ouca. Eu não vou ter problema natural, você sabe. Isso também eu saíberi sensatózes. Nem eu saíberi errado. Então joga esse futuro para frente.

  32. Ou tentem não escolher ambar, escolher ambar, então... Ó, escuta aquilo, daquilo, se puder você não. Só, só, só, não escolher ambando nada. Só porque você é graduado em letras aí, fica... dizer que quer, transacredito. É que ela tá novinha, né? Ela tem 19 aninhos, né? E ela tem 2,5, ela vai ter, não 100 quantos aninhos. Então ela vai tá novinha. Eu já vou estar na curva do Rio, você que vai vir vindo, né? Mas né, 2050, né? Que está, é 2,5, é 5 anos mais no futuro. É, cara. E esse cinco anos muito a coisa que eu tenho. Muito a coisa que eu tenho. É mais de uma coisa que você tem. Tem nada, né? Então tudo aqui, tal, iPhone 60, tal. E cinco anos, tudo muda. Tudo muda. E cinco anos tem uma Copa do Mundo e uma eleição para o presidente. Olha, eu peço isso. Tá, mas a teoria dela é o seguinte. Que ao invés do nosso celular, se camuflar, tal, ele é uma arma. Mas isso, eu já falei há muito tempo atrás.

  33. No Ouvo, episódio sobre assalto, sim. Eu tenho uma ideia, quando falei para Apple, tem 2 ideia, não precisa pagar nada. Que vai me ajudar nos amigos, ajudar minha família. Oisplosion. Oisplosion. Oisplosion. Você tem o celular e dentro, junto com a bateria, ele vem uma bomba. Pelo que eu estou com o meu pai, ele tem um reator no clare no peito, ele tem uma bomba de tamanho. E aí acontece, você está lá, o seu lar e bobeira, o que vem o Onjo sem Asa, né? O Saio Beranjo sem Asa, vem o Onjo sem Asa, fazer uma repropriação para pegar a dívida histórica. E aí ele leva o seu lar e mora. E aí você vai pedir um seu lar e emprestar para quem quer que seja do lado ali, ou vai correr para casa, vai no Orelhão, vai ter um zero e oitcentos, e aí você vai ligar e vai falar se ó.

  34. Pode explodir. Explodir que é acabado de levar. Eles não pediam uns dados, falasse, nome, flanos, sécia, rpps, rg, cpf. Eles vão pedir uns dados ali, os dados cadastros. O que você é você e você tem maneiras explodir. E aí você pode ter certeza, pode. Aí pude explod, pronto, pronto, acabou. Cara, o cara vai estar acessando o boso, vai pedir uma perna, nunca mais vou roubar de lado. Mas não vai estar travado na parte do banco. Então, assim, é uma solução. É uma solução, eu estou falando isso há muito tempo, estou sozinho na passarela da verdade. Leu o próximo e-messio, senhor, Igor Seco. Esse é de um episódio que eu não estava aqui participando é do Não Ouvo 28, 40 graus de febre. É do Pedro Casimiro. Pedro Casimiro. Olá, Cavaleiros, chamando Cavaleiros, já gostei de se cá. Meu nome é Pedro Casimiro, sou de Fortaleza e tenho 23 anos de sou técnico de informática. Sobre o Quest, qual é o integral de febre? Tenho que dizer que ninguém é mais chato quanto a temperatura como no destino.

  35. São Nordestino, então posso falar a vontade. O que acontece ao seguinte, no Nordeste a temperatura não sofre tanta variação. Fica por volta de 30 graus e vai de 28 a 32 no máximo. Quando fica por volta do 30... Ok, logo é queim, sim, mas não muito. E como tem bastante vento isso, ajuda um pouco. Mas quando o Nordestino vai para o Sudeste, que começa a mimimi, pois a temperatura varia muito, tipo Rio de Janeiro, que varia de 15 a 42 graus. O Nordestino nunca pegou uma temperatura tão alta ou tão baixa assim. Você de São Paulo pega um verão sempre temperaturas bem maiores que no Nordeste, 36 a 37 graus. Por isso da próxima vez que no Nordestino falar que a galera do Sudeste não sabe o que é calor de verdade.

  36. Eles vão melhor nós, é que não sabemos o que é calor pra valer. Pessoal desculpas pela aula deografia, só querer compartilhar esse fato. Abraça todos. Como que aula deografia? Eu não aprendi nada. Mas eu quero ir com o valor, o pedo, vou ver, não é verdade, cara. No Nordeste, todo faz, você vai lá em junho, você vai em dezembro, tá sempre naquela, aquele bafo de palela, de pressão. Sim. Agora aqui, isso é um Paulo é bizarro, tem dia que você sai de casa, sempre que a dêna tá tipo 32 graus, potecau, ouro. Vale, vai dano 8 horas da noite, vou dano a gosta de caína e você faz, vai dormir, tá, ouro os graus, tá ligado de pôr. Aí que o polô está vivido todo o vida doente, tá? Não, a gente tá com o Paulo, ele tá sempre doente, tá sempre fudido e é por causa dessa maravilhosa as variações de temperatura. Mas é ainda prefiro, porque o Nordeste, eu não sei, cara, é muito quente, cara. É um calor, é um calor de bafo.

  37. É um color de bafo, sabe? É uma parada aqui. Sim, é que ele... Comodem que você sou, é um cavalo. É foda, cara. Pois é, eu nunca fui para o Nordeste, então não posso dizer mais. Eu já estive em São Paulo e eu também prefiro o friozinho no fim da noite, para dar aquela liviada no... Tá, que chabalho. Tá, bostato. Vamos agora, se um negócio é por meio do Lucas Rock. Lucas Rock. Fala, bancada novo, tudo bem com vocês? Sou o Real Lucas Rock, aproveitando para não, porra, eu sou do meu treino. É, maléduo. Só de Manaus e a cada ano o calor é que é pior, acredite. Quando você veio para cá, ainda era frio cidi. Mas deu um azar de subir no palco na pior hora do dia, onde o sal bate e você não tem como sair de lá, como se estivesse tomado um banho.

  38. Inclusive, ano passado teve um dia mais quente em 90 anos. Caraca, cê! O que acontece aqui é que a temperatura é alta e humida também. Fica a bafada e parece que tem uma parede de calor que você quase pode tocar. Que população em São Paulo. Você pode tocar. É, é a gente faz isso com a polícia em São Paulo. Dá pra você curar bacon. Se você colocar a panceta do porco na gênero, a tua casa é ter uma bacon. Dá pra defumar. Exatamente. Todos os dias eu vejo a temperatura em 35, 37 graus. Até a noite chega nesta temperatura. Dia sem que fica em 30 frio 25 milagres. Mas tem nas suas vantagens. Ouvo, estou louco. Ouvo, havia vantagens. Se você sai de Manaus, vai se sompar o por exemplo, você vai sentir frio. Puto que vantagem, né? Certo vez, eu estava vendo aquele programa sem sacionar. Sensacionístico. O que que tá? Chamada prova de tudo do Discovery Channel. É, eu vi isso. De sessão solão com místico. Onde o Barry Grills foi pôndezer no Saar e disse que a temperatura chega 40 graus.

  39. Manaus chega a 2 grava abaixo, logo se eu for pro deserto, a área conseguirei viver no dia normal em Manaus. Desculpe, meu grande, você só show. Realmente, pensando por esse lado, querido amigo, como é que eu não luca, Lucas? Lucas Rock. Se você tiver o azar e se ir pro deserto, o sal, realmente é uma grande vontade de ser morar em Manaus, eu nunca tinha pensado por esse lado, realmente faz isso no sentido. Até porque não salam, só tem areia em Manaus. Eu não vou ter a rarra, o risar, e você não vai morrer de sede. É, entendeu, mas é uma avantária, só que beleza. Vou mudar para o Manaus, porque uma coisa que eu tenho medo mesmo, se tem um pavor, é de um dia acordar e eu estar no meio do desejo de sair, você sabe como foi parar lá. Vitor, Strapson, caralho que... Strapson, com dois esses nopson, é muito complicado isso. Fala, sí, decidou, ele está falando com o Cid, mas eu sou o que vou ler essa pra eu. Mano.

  40. Eu quando menor na puberdade tinha um caso muito curioso de sua, era meio que fora dos padros humanos. Quando eu tinha uns 13, 14 anos que ainda fazia emverno de verdade no Brasil e eu me desblousa para escola obviamente, até porque era no período da manhã. Mas eu não tinha horários nem temperatura para transpirar nas axilas. Tanto é que certo o dia transparente, tanto, mais tanto, tanto, que fez pizza até lá blusa de moletão. Isso me causava sérios problemas. No calor eu ficava com pizzas muito rápido e pelo fato de tanta transpiração as camisetas pegavam mal ou dor muito rápido. Eu tinha que colocar a blusa de frio até no calor para te façar, era uma merda. Até que eu comecei a pesquisar sobre e descobri um outro produto que vocês não falaram que chama Antibacteriano. Aí eu comecei a passar ele e na sequência eu antes transpirante. Aí começou a funcionar. Nas camisetas novas, nós temos mais odouros e de uns tempos para cá minha transpiração tem diminuído a praticamente zero. Victor Stabson, como será o Cyber desodorados?

  41. O ano de resistência? Olha só, aqui que eu estava chorando, eu estava emocionado. Que história, que história de superação, todo dia que a Injão Brasileirinho lidando com problemas, superando o fato de suar igual um porco, aqui que... Nossa, que bonito, né? Mas ali, até que sova por um lugar, até normal, tá aliado, ela é pelos axilas, então, agora, tipo, na pão manda mão igual a estoura-cina. Não, não, mas que bom que ele superou, que bom, que bom, eu tô muito... Não teve grasa mesmo, você tem que ver... Vitor... Vitor de superação. Você pode sentir um vencedor. E, no final, ele tá inviado no meu iPhone. Agora vamos para o Novo de número 29, temos que pegar. Tem uma esperecisa jujuba.

  42. Com licença com o graça, eu vou pro ASMR, você vai ler esse vídeo. Não, Não, Não… não A Quarta e o Dismontemmer. Dismontemmer era muito bom, eu gostava muito de montemas. Caramba, são o esclopé de Dismontes, foi a estosa, você pra de de de… É a fenda que vem de como mais é criança, tem que ver desenho com a criança, você vai ver o que? Na 99 podia ver uma trixpa, no primeiro Star Wars, os Star Wars, o episódio 1. O que eu queria ver mesmo era a chucha recabra, caca-caca. Estava passando na mesma época do Pokémon e era uma sensação, mas eu não consegui ver. Daí pra relembrar, eu fui no YouTube ProcuraVideos do filme e de mais, agradecendo por não ter assistido.

  43. Foi lançado no final de 99 e penso que não por acaso tinha um fim do mundo marcado para 2000. Por causa desse não ouf que contem um pouquinho de montaucana cabez de interi, beijo da Novo, ouvette. Não ouvette? Não ouvette, já tem essa categoria de... Que fofo, presejo, Juba! Agora o interessante que eu preciso do Juba é não é tão nova assim não, né? Eu preciso de Juba, você não tem mais idade pra se chamar de Juba. Você é de Juba, né? Talvez por isso a Gremont. Muito obrigado. Por isso a Gremont é muito maneiro. É por isso a Esco Grey Mão, que é mais a Inússia. Esco Grey Mão, saudades. Nossa, essa saudade. Eu já começou a bater no saljeque, porque de Mão, né? Pessoal da, da, por isso a Juba, né? Se a Pissé de Juba.

  44. Ela pelo menos é ciente que desmone muito melhor com o que morre. É muito melhor. É bem legal. Tem digi evoluções, tem um mundo de limões. Tem a realidade virtual, tem... Tudo cyber. Tudo cyber. Tudo muito cyber. Meu sonho quando era pivete era ter um device. De device é muito maneiro. Queria ter. Era tipo eloginho, né? Era um eloginho. Tanto que uma vez, minha mãe me deu um relógio de presente e eu fulai, cortei as tiras do relógio pra ele parecer um demais... Que eu apoii pra caralho, mas eu fiquei... Mas isso, seria legal, se fosse que eles se elogiam de civilção, se lembra que ele era de civilção de civilção de civilção… de civil O que é o filme de Patrocuração?

  45. Nossa, filho. O único filme que eu chorei mais do que aquele foi o Marley Gil, que o cachorro morre. O cachorro morre no final. Não, é triste. Se você não é o cachorro, você não precisa existir mais. É o cachorro morre no final. Próxima e-mail, senhor. Igor Seco. O e-mail é do Felipe Cascais. Fala meu povo do No Ouvo. Não pode ter que este 29, temos que pegar. Vocês falaram do Broke, o personagem mais estarado do desenho? Mencionaram a possibilidade de ele acabar transando com uma dintes, um ato de pouque filha. Pois eu gostaria de lhes contar que isso realmente aconteceu no desenho. Que? Não, Não, Não… Não encontrei o ocorrido no YouTube, mas uma rápida pesquisa para o varal que estou falando. Muito obrigado por animar minhas viagens de ônibus e continuem com o bom trabalho de vocês. Olha só. O Felipe, eles que alergiam aqui, uma injustiça que a gente cometeu realmente, porque a Lorker lembrem mesmo, ele dá um beijinho, que ele está com febre, ele dá um beijinho na dinha, só um beijinho assim. Ele não chega a pegar na tetinha, não chega a fazer nada. Só dá um beijinho, ele tava só em Cadioire. O cara pequimando de febre...

  46. Ele está de palduro, né? O braço é o carado, né? Ele vive de palduro, né? Imagina tanto de pessoas que o bloco influenciou negativamente com essas coisas, né? Cara, que fica tarado quando atras de enfermeira e policial. Cara, tanto que a maior parte de pornografia voltado para o Pokémon é com o bloco e quando ele abre a caos, você tem aquele Pokémon de pedra, tá ligado? O Judo de Monix. Então, com a Serpinha. Tinha que ter o ABAPHETCH. Ah, babete! Muito obrigado pelo seu email, Felipe. Você foi bastante esclarecer doso sobre o broco. E meio do Gabriel Barros, e aí amigos do Não Ouvo. Meu nome é Gabriel e esse podcast foi uma das poucas coisas boas que salvou meu 2015. Cara, eu queria ficar feliz com esse meu tristito. Ficou das poucas coisas, seria? Quando você é nada, não está com o 2015 ao podcast, beleza? Sobre o episódio, temos que pegar. Me lembrei daquela onda dos Tazas Pokémon Pô, e país será muito fora. Tazas Pokémon era demais.

  47. Na época me lembro que a galera comprouva pacote de pacotes de solgadinhos, pegava o tazo e abandonava o conteúdo alimentista. Não é muito alimentista também. Também. Também. Não era meu caso, eu comia o solgadinho, não taza. Imagina ele com o meu tazo e joga o solgadinho. O jogabáfico, o solgadinho. Esse solgadinho foi responsável pelas maiores vitórias de muitas... Infância, quando você abriu o pacote tinha dois tazos dentro. Mas o caso peculiar que eu quero contar é sobre a modição que aconteceu na minha terra natal. São Joaquim da barra interior de São Paulo. Aparentemente o tazo do Pokémon Tangela não saia pra ninguém. A maioria dos meus amigos tinha todos os tazos, mesmo menos o tangela. A gente só conhecia um cara da cidade que tinha esse tazo e ele tinha dois. Que filho da puta. Desconfio que ele foi autor da modição. Eu nunca completei a coleção.

  48. Eu acho que surgiu outra onda de brinquedos na época, eu me esqueci, isso sempre aconteceu, não mais um abraço. Eu tinha o tango lá, eu tinha o tango lá. Eu tinha, eu tinha porque eu gostava do tango, achava que era muito legal e eu tinha o tango lá. Mas isso acontece muito. Eu lembro que tinha uma época, que tinha umas figurinhas da chocolate que ele ping pong, sim. Figuinha não, era figurinha, era tazo. Acho que era tazo. Eu tinha os tásos dos animais de instimação. Estim são instintos, animais de instintos. E aí eu fui pra... Ele não era interior, era intéril, era um trumelo. E eu fui pra sorocar. Uma vez, a minha time deu uma caixa desses tásos. E aí eu menti, pessoal, que eu tinha o tazo da cigarra. E ninguém conseguia completar a coleção. Tipo ia ter 60, falando, não, a cigarra, eu 61. Cara!

  49. A cigarra é igual a um praga no interior, ninguém nunca comitou possibilidade da lá no instanho extinção. E eu menti sobre isso durante muito tempo até que uma vez um moleque me deu 50 tasos porque eu prometi que ia dar uma cigarra pra ele que eu tinha 2. E você pegou as cita tasas? Eu peguei, eu nunca paguei a cigarra, cara, não estava a gique, me deu de ser um menti, foda, se ensalto. Eu devia ter contado isso no episódio mentira, cara, porque esse cara ia se cigarra, mobilizou a cidade em torre. Porra, Luide, até a cigarra, até a cigarra. Porra, carinho não tinha, eu não tinha cigarra. Então, é o Robin, porra, o Robin, desculpa. Eu não tinha cigar mesmo, mas o Gabriel ele fala também dessa alegria de pegar dois tazos no pacote cara. Uma vez, eu abriu um pacote de fandom e tinha um quatro tazos do... Caralho! do Pokémon, era onde por todos os repetidos. Porra! Mas eu fiquei feliz pra caralho aqui no nosso áudio. Eu vou me ser mana. Eu pude deixar de comprar mais três só ladinhos. É, economia né? É, então não me ia. Não é um populácio então. Esse já é do No Ouvo 30. Meu nome é Samara. Samara. Do Mateus Suárez.

  50. E aí galera do Novo, vamos admitir, esses rôs que se basicamente são uma das bases da existência de uma sociedade, principalmente de um bairro, onde vários pais que não possuem mais a capacidade de controlar as pequenas apelo, citando criaturas cabulosas e vários irmãos mais velhos, a mão contar, cara, ele tem um sério problema com o vírgula, cara. E vários irmãos mais velhos, a mão contar belas histórias para seus maninhos e primos mais novos. Por aqui, pela minha escola e fortaleza, o povo gostava muito de contar uma história que era mais ou menos assim. E, sem ter que laver a história, agora hein, tinha um garoto que ficava brin morrendo dos braços da mãe. Eu do Sateipão, tá? Tinha um garoto que ficava brincando de bola de gude na rua e a mãe chamou ele pra dentro pra pegar um dinheiro pra comprar uns bifes para o almoço. Ele pegou o dinheiro e desquiria, mas ele foi e continuou brincando na rua até perceber que tinha pedido o dinheiro da carne.

  51. A conta é isso que ele morava perto do civil terio e veio do que tinha perdido dinheiro em que o medo de tomar o nosso aramei. Ele foi no civil terio, abriu a cova e tirou partes de um de fundo e sentiu. Pô, eu tenho conhecido essa história, essa história eu conheço, essa aí não é do de vocês do Nordeste, essa é do Brasil inteiro, acho que eu sou eu com a minha mãe contava. Eu acho que eu estou ali, que sore em casa. Ele pegou o de fundo e levou para casa. Aí... Hora depois de chegar lá em casa, eu já na cama. Ele ouviu de madrugado de fundo, de fundo, entrando no quarto e dizendo. Onde está meu braço, onde está meu filho, onde está minhas pernas? Quando me contaram essa história passei dia sem dormir direito, com medo do de fundo e o meu quarto. Ele roubava sem ele. É também, porra.

  52. Foi até por isso que eu passei a fazer as coisas nos países pediam na mesma hora. Valeu galera, do melhor podcast, falou. Falei, falei. Cara, será que ele realmente roubava os testes? Uma terça roubava pegava de funtos e dava pra mãe dele fazer bifinho. Acontece, mas uma terça não é coisa interessante, que essas mentiras, na verdade, elas têm como, em alguns casos, na verdade mesmo. Controlar as pessoas, né? Mas tem o filho, ele quer um capeta, se tem o marido, se tem a mulher, se conta mentira, né? Uma mentira, uma samara, uma versão da sua samara, você cria lá sua versão da sua samara. Só pra plantar a se mentira do medo e a criança passar o bebê ser. Sim, sim, o complicado que hoje em dia as crianças não estão lá, então mais nada. Joltava na casa um amigo meu Jorge, né? O nerd pai, o filho dele, o padáô dele lá tem ser lá, chutando aqui, sei lá, cinco anos, enfim, não sei. E aí ele tava fazendo...

  53. Pagum, pagumça assim, né criança? Criança é a terra mesmo, tem que zoar. E aí eu falei pra ele lá, para que o homem do saco a gente pegar, meu, ele me dou ser mão, foi cara, isso não existe, isso é realmente acredito que ele... Caralho, ele é indo saco e anda pelas ruas. E no seu quer, eu comecei a ficar mal mal, foi caramba cara. Cara, você tem que pensar que essa criança tinha mal medo. Só que sem fazer essas horas sem falar assim, você não faz pra ele não é? O homem é o criança de cinco anos ainda que ele não faz pra ele não é. É isso, você fala assim, então, o pai não é, ele tem o saco. O que ele perde de uma assassino também, o saco. É, ele vai ser como uma. Mas as coisas naquele jeito mais nada. O adultos é mais fácil você enganar um adulto do que uma criança. Se já estava rolando, agora teve aquaresma, que é uma tradição católica, mas antes do carro na válvão e a passo.

  54. Tem esse período que diz que os demônios, tá tudo liberado, tem que zoar. E tava rolando umas montagens, cara, muito escrota, que era tipo um obisomem na cidade. A nossa interior, eu lhe vi essa. Mas é a cada cidade fazer a sua versão. E esse boto lá em Saltar é... E meu, tinha muito, muito adulto acreditando. Sim, com medo, por isso você entrava na foto, o cara postou na fompe de dele lá, no perfil dele, enfim, aí está os adultos assim, nossa, isso acontece, amém, aí você é dele lá, criança, é daquilo, é daquilo, é daquilo… é daquilo E os adultos que agando de medo, cara, que agando de medo. É porque o adulto não tem o bom para saber o que a mão está aqui, não é? A criança não está já convívico com isso. É porque as crianças hoje em dia é a única coisa que as confiam, é na café, não é uma memora, entendeu? É, é a mesma de essas coisas. A menina é coisa que o adulto está. Agora deixa o que a memora cortar a história do velho do saco pra tu ver. Ah, aí é três dias sem dormir. Vamos lá para o próximo e meio do Eric Silva, 20 anos estudante de... Acho que ele mentiu.

  55. Outor Rino Larano Gugabá, tá? Tomando com... Ninguém estuda o salisse. Você tá... Você começou a mentir. Agora eu tô com medo, você realmente não existe. Eu vou jogar no Google, pera. Você tiver mentirando para mim? Eu tenho mesmo. Mas eu do vídeo que ele faz essa cara. Eu tenho mesmo. Outor Rino Larin Gologia, Recife Pernambubo. Falaram, Ouvo. Falaram no Ouvo, 30, que toda a cidade tem um mendigo que já foi rico. Tem. É verdade. Eu só queria dizer que aqui no Recife existe o Mococinho, o mendigo mais importante do Brasil. O que é o mendigo mais importante do Brasil? É ligado. Néia de tiros. Olha só se o mendigo passando fome, cheio de pulga, fuma no crack, mas ele é o mendigo mais importante. Obras a sara. Será que eu tenho acabo de desenvolver uma teoria. O mendigo pode ser importante se o sangue dele servir como o base de vacina. Porque ele tem bastante anticorpos. E a galera fica aplicando vacina dentro, porque se morrem.

  56. Fique tirando o sangue dele para fazer vacina, por andou essa nova. Ah, eu tinto. Eu te pode fazer. É, é uma cobaia, não me dico baia. Ah, mas ele explica o que? Mas porque é o mais importante do Brasil? Bem, segundo ele, ele é filho da princesa Isabel. Ele por cima é um mutante. Pois é casado com a cadeira. De sério. Com a observação, não estudo o lar e engoloje. É só um desocupar o mesmo. Só queria ver alguém que eu dificultaria falar a minha formação. Ah, ele tava pintindo, meu Deus, você eu safar. Caí no Dibro do Eric. Cara, mas o cara, ele é casado com a princesa do abel. Ele é filho, ele é princesa do abel. Ele é um mutante e é casado com a cadela. Isso realmente tornaria um mendigo.

  57. Ele varia esse menino, e o menino mais portando do Brasil. Seu momento que nós casar com uma cadeira, mas ele não se preocupa, porque ele coma essa cadeira em público, ninguém fala nada, porra. Isso prova que a família real brasileira não se tem muito bem, nos temos a tua raiz. Vá atrás do mocoquinho no Recife, você está praticando algumas ofens, você clima. Vai atrás do meu coquinho. Vai, o Erico. O Erico vai, ele tá aflojando no zóco, Padua, que você não faz pôr nem vai lá desse moco aqui. Tá praticando zófiga aí pô, não gostei. Ah, vamos agora Igor Seco. Ah, no último, me derradirem. É o último, meio já, cara. É o último. É do Rodrigo Bento. Sou de volta redonda no interior do Rio. Ou eram dois boados que deixou todo mundo com medo.

  58. O primeiro foi de que havia um homem no centro da cidade que andava pelas duas com uma seringa cheia de sangue contaminado com HIV e injetava nas pessoas aleatoramente na rua. Lembra que tinha o dodo assim, hein? Tinha? Ó, sei se era exato. Eu não dá um medo, né? É, é, é aquela coisa. Você não acredita, mas não acredita. Eu queria pegar a edição, mas você não acredita, mas você não aladia na cadeira de cinema de centácio. Eu acho que é por isso que hoje de dia os cadeiros de cinema são dobradistas. Obrigado, obrigado pela cadeira de cinema. O segundo foi o mais recente. Gravoram a audios no WhatsApp e espararam como se fossem traficantes. Isso também aconteceu em palhaça. Isso acontece direto.

  59. dizendo que sairia uma rua matando todo mundo. Muita gente não saiu de casa por medo e até o polícia se mobilizou para parar os bandidos. Você vê que a inteligência da gente tá funcionando lá. É. A inteligência, a gente precisa fazer muito bem. Caíram no ódio da Pzap. Isso aconteceu lá em casa. O dia que, por exemplo, teve um... Aquilo que eles atentaram em Osasco, né? Que eles mataram. Que começaram a colocar fogo em ônibus, tá? Não, não. Aqui bataram. Morreu dos oides da nova pessoa. Ah, a chacina, né? De seus barros e tal, mas... Com essa tristeção, foda lá. E aí, beleza, não tem nada de beleza nisso, mas infirma. Cara, a semana toda eu recebia um 60 tipo de mensagem, de pessoas preocuparem. Olha, Luide, eu acho que é o inicial de aqui. Quando eu usar, não tá com a folga na cidade. Sim. Aí, tipo, sei lá, tinha 60 tipo de facções dominando a osarça. Tá ligado? Sim, cara. Porque, tipo, a cada minuto era uma voz diferente falando que ia estar com a folga na cidade. E chegou um momento que eu realmente tava começando a acreditar, cara. Porque o cara, olha, toda hora, não é possível. É muito, é muito. Tá com a logo folga nessa porra, não aguento mais. É muito a gente, eu meia sendo legal. É uma ameaça. Isso aconteceu em palhoça também, cara.

  60. Quando teve uma época lá, que os caras começaram a colocar fogo íônibus, que o Brasil inteiro ficou mobilizado e toda hora rolava ódio no WhatsApp e deu a sua acção de palhaça florepa dizendo que o continuar colocando fogo em íônibus em casa, que uma tá agente na rua, até certo ponto de encerverdade, só que eram muitas vozes diferentes para acreditar em todo o mundo. É, de ser foda, de ser foda. É, então você pare de se passar para o traficante com a mandando áudio, mas apesar de se passem pela Samara, que é a gente melhor. Se você for traficante, pelo menos a vise, né? Porque se você realmente for traficante manda uma foto da forma, tal, pra gente acreditar. Isso desmoraliza os traficantes, entendeu? Vai que os traficantes querem atacar foda na cidade? E a população da Cranjidama. A pessoa não pôr o que vai sair.

  61. Bom, se desmolovisa todo mundo nessa porra, então... Acabamos com respeito. Acabamos com respeito que a gente tem. Então essa foi, falando em tráfico, essa foi a nossa segunda leitura da cartinha, do Novo 20, nesse podcast que é bonos aqui do Novo, lembrando que caso você queira, sinta necessidade, sim, você sinta o Espírito Sante de Deus, sinto você, você sinta necessidade escrever, pegar a caneta. Pra qual e meio manda? Não Ouvo, Arroba, não Salvo.com Ponto, meu ar. Cala, eu não sei você, mas eu fiquei muito feliz de ficar próximo do povo, dele de leite meio. Eu senti até o cheirinho de sorte, os dedos escrevendo-os meio. Eu senti também, eu fiquei muito emocionado, estou muito feliz. Você vê que é a história de superação, na história de mendigo, sobre partidos de uma filha? Tem muitas coisas. É muito bom saber que o brasileirinho está em plena funcionamento fazendo merda. Então não esqueça de assinar o Novo. É lógico se você está ouvindo o caio de bobeira aqui. Assim, né?

  62. Assine o Novo no seu aplicativo de podcast favorito, não deixe de seguir no Novo nas redes sociais, tanto no Twitter quanto fez o Facebook, a Roba Novo e barro no Ovo, siga nos faça parte do Novo, seja no Novo 20 e na próxima, manda só cartinha, manda só cartinha pra gente. Vamos ver quem vai ler os próximos cartinhas. Pode ser uma mistura, pode ser nele, enfim, só uma bagunça, um bagunça. Então é isso a gente se vê no próximo ouvo Igor Seco, um forte abraço. Um forte abraço por esse povo maravilhoso. Mas eu estava pensando que o Cid é sempre ele começa e termina no ouvo, não é? Você começa falando fala meu povo, você terminaria como Tchau meu povo? Eu falo, fala um Tchau meu povo. Tchau meu povo. Tchau meu povo.…

  63. Tchut!

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