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"Ai o Não Ouvo fica muito tempo sem postar análise musical..." Então toooooooma! No ar mais uma análise musical, dessa vez sobre um caso GRAVÍSSIMO que por DÉCADAS esteve impune.... vamos analisar Bancada: Cid Cidoso, Braian Rizzo e Fred Fagundes Edição: Daniel Bayer Capa: Braian Rizzo
Resumo
Cid, Braian e Fred Fagundes, o mesmo trio da análise anterior, voltam ao quadro Análise Musical, agora com um clássico dos bailes cariocas dos anos 90: Nosso Sonho, de Claudinho e Buchecha. Antes de apertar o play, a bancada relembra rapidamente o desfecho da análise de Camila, Camila, passeia por duplas de funk antigas e pelo hábito de o primeiro nome da dupla ser sempre o que morre, e dá um jeito de falar de favelas, de rima forçada e de fita de show.
Verso a verso, o trio vai desvendando a letra: o olhar na pista, o imã que prendeu o coração, o ziguezague, o palco que tinha gente demais e a distância que impediu o encontro. A cada trecho surgem novas hipóteses sobre onde estavam, quem estava acompanhado de quem e por que a moça não conseguia chegar ao palco.
O final traz a virada que dá o tom do episódio: uma frase da letra sobre a diferença de idade deixa a bancada chocada e transforma a análise num alerta ao público, seguida de reflexões sobre como ninguém notou isso em mais de 20 anos.
Destaques
- Resumem a conclusão da análise de Camila, Camila antes de partir para o funk.
- A bancada brinca com duplas de funk e menciona a dupla Cidinho e Doca.
- Os versos sobre o imã e as emoções ilícitas rendem as primeiras teorias.
- A cena no palco e o ziguezague ganham interpretação detalhada.
- Uma frase da letra sobre a idade vira a grande revelação do episódio.
resumo e destaques escritos a partir da transcrição automática
Participantes
- Maurício Cid
- Braian Rizzo
- Fred Fagundes
Edição: Daniel BayerCapa: Braian Rizzo
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Transcrição
44 trechos · 7.391 palavras
Transcrição automática, feita com o faster-whisper (modelo base). Pode conter erros: nomes, gírias e piadas internas costumam sair tortos. Na dúvida, vale o que está no áudio. Clique no horário de um trecho pra ouvir a partir dali.
Analis musical, analis musical. Sim, é verdade, mais um Novo, começando um bom no Novo, um análise musical no Novo, na minha frente Braian Rizzo. E aí, tudo bom? Trombão Braian. Muito bom, adoro analis musical. Ah, que bom, ainda a minha esquerda, Fred Fagundo. Tudo no Manáise. Ah, não é? Você é boa, né? É bom, gostei de uma análise. Inclusive, é o mesmo trio que a gente fez ao último análise. É verdade. É o trio da análise. É, o trio da análise. Trilanalise. Trilanalise, aí nós precisamos uma análise musical a pouco tempo, que foi uma música, eu não lembro de nós, não foi do nenhum de nós. A música Camila Camila, onde nós chegamos à conclusão. Três, que o rapaz ali que canta o TDI. TDI, não tá hoje no decoreno.
Tedi Correa apanhava em um relacionamento abusivo de uma travestia que ele se apaixonou às 17 anos. Essa foi a nossa conclusão final. E hoje temos um clássico aqui, um clássico que tocou no Brasil inteiro, não é, precisamente em todas as favelas em pares e feças de formatura de turma de vocacia. Funk. Que é um funk. A gente tem todo a forma de falar sobre o faveu sobre esse rap ou funk. Uma porra, você está sempre conceitoso. Não, mas aqui é o que é o Samba. É, É, É… é Que ficaram muito conhecidos no Brasil inteiro, como por exemplo, a dança da motinha. Ah, a dança da motinha, tá? Que é a dança da motinha, que levantou uma polêmica. Qual que é o diminutivo de moto? É motinha ou é motinho? Cara, eu não lembro o ritmo dessa motinha. Dança da motinha, a dança da motinha. Dança da motinha, a propósão do pariamia. Ah, eu... Você falou da dança da motinha e me vê, dança da manivel, tá vendo?
Ah, não, não, é outra dança. Não, não, não, isso aí. Mas só oidade da época, que os fanques trazem um estilo de polêmica, né? O tipo de metrê-te, o meu motinho é o motinho. O funk de jagenjeiro, que polêmicos, um pouco mais severos. Tem umas colêmicas aí da... Cara, muda a surubinha leve, surubinha de leve, não? Tem umas coisas casitas, né? Mostraramente a motinha era só pra usar a perdélinha, né? Porque se o propósito perder esse o linho não, eu ficava tão sonor. Eu ficava um pouco esquisito. E ficava um pouco... E, enfim, tivemos vários fancs, aí vocês dão em Dragon Funk marcante dessa época. Eu lembro de um que não é apenas um funk. Ele é um malefunk. Malefunk. Lembra do malefunk? O pessoal da malefina. O malefunk, esse é o malefunk.
Ah, dos mudes, um moleque de gols, que tão nem o gols. Já falava sobre o programa da Domingo. O Lujo, o IZM, tirou naquela época. Tinha batido outra música do Domingo, Braian. É, é o Domingo, Braian, o que o Peeou, o Malefunk. Então, já falava. Dizem que até hoje é de mora na rocinha. O James Brown? Já falava. Ele tem uma pitxaria lá. Pitxaria? Pitxaria. Pitxaria do James. Ele tem o James Brown, né? O que é o que é o James Brown? Não, não é o que é o Oscar de Chop. Se os anos 90, começam nos anos 2000, que ficaram muitos famosos, estouraram no Brasil inteiro, que saam no mundo porque não, né? Porque as suas músicas foram repercutidas em vários bailes, na posa, na polônia, onde pessoas dançavam sem saber o que acontecia, porque o funk tem esse negócio.
Fazer você mexer a raba. É verdade. Independente do que você está entendendo ou não. É porque muitas vezes a o próprio brasileiro não sabe o que o caréu está falando. É difícil entender. É difícil entender. São gírias esquisitas, a gente sente como se fosse um polonaise ali. Não sabe o que está acontecendo, mas está dançando no mesmo jeito. Isso que importa. A música que mexe o quadril da população brasileira. Mexe o bombão tanto do brasileiro. Mexe o bombão tanto. Você sabe o que dupla. Dupla de funk. Dupla de funk, mas existe de funk também. Dupla de funk, você também? Eu quero uma pessoa de dupla. Vou dar um exemplo, porque eu já fiz parte de uma dupla de funk. Pocas pessoas sabem, mas eu fazia uma parte de uma dupla chamada Cidinho E Doca. Cidinho E Doca. Eu era Cidinho, eu não era Cidinho na época, não Cidinho. Pocas a gente conhece, mas Cidinho E Doca era uma dupla das antigas do funk, o funk maroto, o funk esquez de dupla. Mas hoje você poderia ser o MCD.
MCID, MCID. MCID. E aí, V, Famoso? MCID. Onde você é? Onde você é? Quem sabe? Com a turgunitidade. Quem sabe? Com a turgunitidade. Com a sua tia de outras duplas de funk? Fora a turla. Fora do Cidinho doca? Ah, tinha vários. Sabe tantas que... Como é que eu vou comentar aqui? Muito, muito. Uma delas, eu vou falar já que é. Claudinho, o cheixe. Ah, que é uma dupla que depois virou um... Que tal qual se diminuí doque é o primeiro nome no diminutivo e o segundo não. É verdade, Braian? O que também é o diminutivo que morreu? O cheito, então, eu chorou. Não, do Claudinho, o cheixe. Ah, o cheixe. Eu falei no cheixe, não. Não, não, não. Foi o Claudinho.
O cheixe tem do cheixe. O cheixe não está vendo. É, é a sóna do cheixe. Como os dois estão chorando, o cara é condimento no itibé mais alto. Nossa gente. Não, cara, como qualquer duplo de qualquer coisa, é sempre o primeiro nome que morre. Em qualquer acidente, em qualquer coisa, isso até acho que... É o João Paulo que morreu. Leandro Donardo, Leandro Morão. O Sã de Juniors. A Sã de Morão. Todo é sempre o primeiro nome que morre, é? Nossa, senhora que doideira, é Claudinho Buxeixa está acontecendo, se traje com o Cidente, com o Claudinho, né? Que é a balô Brasil. A balô mesmo, faz muito tempo isso aí. Faz muito tempo, o Google fez programas e programas. Até hoje se brincar, faz, se deixa Google, faz, se tem homenagem, com certeza, fez. Enfim, Claudinho Buxeixa, eles tinham várias músicas que foram rites. Várias. Como, por exemplo, o Branão, exemplo. Como, por exemplo, o acalda da camisa amolhada, como que eu não.
Essa é nova, cara. Essa é isso, já é o Buxeixe. É o Buxeixe, não, não, não. Não, tem um bom modo de ser isso deles, que era que ela... Quero te encontrar. Ah, eu te amo. Acho que era do Pepe Nenze. Não sei que era do Pepe Nenze, mas eu não me peneria, não morreram, né? Não. Nem é pepe Nenem. Pelo contrário, tem o Nenem. Nenem, tem o saudável, que é importante. E estiver aquela música também que era... Regravação do Kidabélia, mas aí acho que é o Claudinho de Commission. Que era... Puxixá sem cladinha, que é de sem pedrinha. Não, não é de sem pedrinha. Não, não é de sem pedrinha. O que é, não é de abelha? Não, cara. É o que É o que É o que… é Não, depois... Eu queria falar, buchê, cheio, você pode ir. Pois é, eu acho que foi ela que só botou o carro dele, porque essa música antes dele morreu. Quem é antes? Não, não é possível que uma música dessa... E eu acho que botaram ele de forma eletrônica ali. Não, botaram o lograma. Tem uma música que se cantava muito na chucha, do planeta chucha, como que era? Era aquela, vou fazer você lá.
É essa daí, a camiseta é sua, a camiseta é sua. É essa daí, a camiseta é sua. É essa daí, a camiseta é sua. É essa daí, a camiseta é sua. É essa daí, a camiseta é sua. É essa daí, a camiseta é sua. É essa daí, a camiseta é sua. É essa daí, a camiseta é sua. É essa daí, a camiseta é sua. É essa daí, a camiseta é sua. É essa daí, a camiseta é sua. É essa daí, a camiseta é sua. É essa daí, a camiseta é sua. É essa daí, a camiseta é sua. É essa daí, a camiseta é sua. É essa daí, a camiseta é sua. É essa daí, a camiseta é sua. É essa daí, a camiseta é sua. É essa daí, a camiseta é sua. É essa daí, a camiseta Não me te favela, né? É, fala os lugares lá que não tem o PT. Você não é o cara aqui, velho. É o cara me abaixo. Vem aba, não é essa música pra botar e acertar. De DJ colocou meu amigo, pode estar a certeza que vai ganhar o público. Não tem como, porque todo mundo sabe a letra inteira.
Até chegar os baios. Puts, quem sabe os baios é carioca. Merece nosso respeito. A sua carioca sabe. Só com carteiro. O carteiro deve saber. O carteiro. É porque eu comece a falar os nomes de favela lá. Mas as as quebradas lá, que obviamente ninguém sabe, mas quem é de lá sabe. É porque tem que desviar do Uber lá. Então pessoal sabe, a gente não sabe direito. Não estamos muito... A parte da geografia. É, não somos muito cariocas aqui. Fomos poucas e eu conto que foi por Rio de Janeiro, afrei. 3? Não, é o suficiente para decoração. Decora uma, por que veis? Não tem como. Quanto as vezes eu fui pro vês? Duas vezes. Eu fui 76 vezes e não consegui decoração. É difícil. Porque tem muito mais do que 76 ovéls. Cada vez que se for, tá aprendendo uma medumofavella? Muito mais. Mas às vezes daí a... E no caminho da briga, muda. Du Rio para São Paulo, suja uma favela. Já já tem, já tem uma nova. Morre uma, nasce outra, enfim.
A análise musical da música, nosso sonho, meus amigos, vocês vão lembrar da música, não é? Abrei a minha, vocês lembraram já, né? Mas eu acho que vocês vão ter uma surpresa aqui, rapaz. Esse quadro é famoso por surpreender as pessoas. E eu fico até meio assim de fazer essa análise musical. Por quê? Porque o bucheixe é muito broda, muito meu broda no Twitter. A bucheixe? Ele me dá muito a RT. Que legal. Dá a RT citado. Olha só, ele está reponso. Porque para o derreto está do cara tem que ler. É só que ele é um buchê. Inclusive uma vez ele estava no show, eu falei, pô, o buchê está fazendo o show que ele mandou uma DM com convite para o show para ele. Para ele, eu só ver depois, acabo no índio. Mas enfim, o cara é legal, cara. Tem uma história boa do buchê, chá, do Twitter. Não um buchê oficial, o cara que tem a rouba buchê, em que uma moça colocou lá. O buchê que ele entrar é, quer entrar no show, mas acabou em grécio.
Ele mandou repai pra ela, não, poupola o muro, ai, nada, não, já liberei. Ele não é o cheio. Não é o cheio, não. Espero que a menina tenha tudo presa. É muito bom porque eu estou aqui no vídeo do YouTube. E tem vários vídeos do YouTube, né? Inclusive, um vídeo que eles cantam, cara, é um vídeo muito antigo, que o bucheixe, se não me engano, ele está com a camisa do botafogo. E é um grande mistério de estar com a camisa do botafogo. Porque ele já fez um clipe com a camisa do Flamengo também. É o vendido. Então eu não sei qual é a do Buxeixa, ele tá com a camisa diferente do clipe, que é agradar os carióis. Eu sei ver o que é fazer, né? Que é agradar. Mas se entra nos comentários, no vídeo, tem que comentar assim, por exemplo, caraca, até um ador no peito de tanto da nostalgia. Ah, gente vem que é um comentário carioca, né? Caraca. Caraca, caraca. É um comentário carioca ou de alguma toda malhação. Tem nenhum palavrão, então as vezes não é carioca. Às vezes não é. Tem um aqui que tem a banda do Flamengo da Vatara, inclusive.
Esse era o verdadeiro funk Carioca. Não esses lixos de proibidão e putaria de hoje. Que saudades? Olha, esse comentário foi feito pelo Marcelo Flamengo Loco. 14 anos. E Marcelo Flamengo Loco, se você ouvir a nossa análise talvez você muda de ideia nesse momento. Bom, vamos para análise então porque eu quero chocar o Brasil. Eu toque para isso, Fred. Toque para chocar o brasileiro. Vai chocar. E a análise musical, essa vai chocar. Começando. A música é longa, tá? Em toda vez. Eu deixei rolar um pouquinho mais do que o normal. Tá bom? Vou mal. Voltando três, dois, um lá vai. Gatinha. Aquilo ainda, voce. Quer o que eu te encontrar? A capeola? É o que eu vou falar. Olá, vou? A sensão? Sou o Claudinho. Já a india, essa apresentação já. Fogo, o de Vagatinha. Quero te encontrar. Vou falar. Sou o Claudinho. Vou. Ou seja, o Claudinho está vendendo o que eu vou encontrar com alguém.
Perfeito? O senhor? O senhor? Liberta de dia. Ah, ai, eu dico liberta de dia. Agora, esse coral de igreja, né? Fora, esse aquele, tu te mais? Giza em que eles participaram daquele filme. O Ovo Goldberg? É. Giza em que o principal? O ator principal lá que canta? O Ovo Goldberg. É o Claudinho. Mudança de águio. É mudança de águio. Agora quem tem de qual o filme? Não tem de jotear. Mudança de águio. É aquele coral no final. Isso, eles. O principal que ele é meu tímido. Ah, que é ninguém da nada. Papa vai dar para vencer para os filmes. Então ele é meu tímido ninguém da nada. Ele solta a voz. É o Claudinho. Poucos sabem disso, mas é o Claudinho. Bom, analisando aqui a primeira estrofe.
Eu não sei como é que falo, porque eu falo, eu acho que agora é o acelho. Eu acho que é a estrófida. O gatinha que eu tinha que encontrar, vou falar, sou o Claudinho. Depois em voais melodica do buxêche. Menina Musa do Verão. Você conquistou o meu coração antes do filho de Lone, eles já chamaram Musa do Verão. Menina Musa do Verão. To vitrado e hoje eu sou... Um buchecha apaixonado, liberta de dia. Legal, será que ela tava presa? De dia era carcerer, na da luta, claro, de dia, carcerer, de dia era uma acelinata na cadeia, por causa de barco. Pode ser, aí o dia de dia tava esperando a ordem. Não vou mais, se vai ser um comecei, vamos. Prasentações dos dois, né? Mas já deu pra dizer que o Claudinho quer encontrar, e o buchecha tá apaixonado.
Resaltar com o nosso amigo Flamengo, de Slaquisco, era fanco de verdade. Que ser é o projota que faz isso aí. Foi um outro estrófio usando verão, coração. É, é uma lista de um. No jogo do Timão. Tomando um diação bacanação. É, o diação bacanação. É, é verdade. É, é verdade. É um jogo do Timão. Ah, ah, ah, ah. Bom, continuando. O DJ vai liberar agora. Liberta DJ. Tá aquele o que era lindo se olhar Eu te avistei pelo menal Por ir uma jantia, ver o tchau, canta Tem um imakei, não é isso, é isso, é um espelhão? Mas fazemos, hoje, era um ellifipaz Que apesar de ir pra som...
E a sua fã que não tem putaria? Não tinha site com adicionário de rimas. Tem um site que você coloca lá. Ele pega só oxito e vai. Manda verde, 25 mil rimos. Essa estrófia é muito importante para a sinales, ok? Vamos lá. Naquele local era lindo o seu olhar. Ou seja, ele estava em algum lugar. E a Vistar uma menina com olhar bonito. Os dois viram a mesma menina. Porra, sim. Porra, sim. Naquele... Os dois são sempre juntos. É, são sempre juntos. É, só igual a na Paula e o Ayrton do Big Brother. Ah, eles são as mesmas pessoas. São mesmas, tem os mesmos votos. Mesmo votos, tá? É um poder voto, tá? Sim, a Simaria não devolce. Tá, boa referência. É a mesma coisa, tem de... É igual a Pp Nenei na fazenda.
É o Victor e o Elé antes do cara de se pancar mulher. Ah, eu estou vendo a mesma opinião, tudo igual. Beleza, isso é um seamez. Então eles viram alguma menina com olhar bonito. E aí ó, eu te avistei, foi fenomenal. Tá. Alguns falam femônemal. Não, errado. Mas não é mais a gente, não é mais a gente. Ele é mais a gente. Eu te avistei, foi fenomenal. Houve uma chance de falar. Ou seja, não foi só um olhar. Teve um momento que ele... Tem uma abertura pra falar alguma coisa? Tem uma abertura pra falar alguma coisa? Tem uma abertura pra falar alguma coisa? Tem uma abertura pra falar alguma coisa? Tem uma abertura pra falar alguma coisa? Tem uma abertura pra falar alguma coisa? Tem uma abertura pra falar alguma coisa? Tem uma abertura pra falar alguma coisa? Tem uma abertura pra falar alguma coisa? Tem uma abertura pra falar alguma coisa? Tem uma abertura pra falar alguma coisa? Tem uma abertura pra falar alguma coisa? Tem uma abertura pra falar alguma coisa? Tem uma abertura pra falar alguma coisa? Tem uma abertura pra falar alguma coisa? Tem uma abertura pra falar alguma coisa? Tem uma abertura pra falar alguma coisa? Tem uma abertura pra falar alguma coisa? Tem uma abertura pra falar alguma coisa? Tem uma abertura pra falar alguma coisa? Tem uma abertura pra falar alguma coisa? Tem uma abertura pra falar alguma coisa? Tem uma abert
O que? Fiz o meu hospedar. Acho que esqueçam a palavra. Não é sério. De que fez o meu coração hospedar? Que fez um orvo. Gostei de você, quero te alcançar. Tem um imã que fez o meu hospedar. É realmente complicado. Eu continuo sem ter, né? Tem um imã. Imagina que tem um imã na menina. A nela. Que fez o meu hospedar. Se eu ver o filme do Borar, o saixava mal que ia isso. Ele vai comprar carro? Como é que chama a Lótima de carro? Um concessionário. E ele pergunta pro venador se esse carro tem o que ele produzir, se o carro tem o imã, ele fala pôsse imã. Ah, tá. E aí? E aí? E aí, suposivamente. Na tradução da tradução era um pouco mais pesada. Mas pesada? Era mais pesada. E aí cara, de repente é meio que isso. Assim, ela tem um imã que os pedou, coração dele, né? Ah, tipo, aí, talvez. É, essa é a sua decisão do Borado não tem nada a ver com a música, tá? É bem claro que foi uma intervenção meio horrível, né? É porque foi o único que eu vi o termo imã, ser usar do fora do Mano do Mundo, outro que é um de Bigfoot. Mas se entendeu a frase? Tem um imã que...
Fez o meu hospedar. Ah, é muito cuto. É, tipo este. É quando a gente é que é se tá um objeto. Fez o meu viver, mas feliz. Tipo, o levador é assim, ah, se este estiver do punho e o vital. Fez o meu... Ah, o mesmo, sim. Não é um entrenovador que se mesmo estiver. Isso, isso. Cara, ama, pô, mas é muita cultura então. É, é como a professora de documento pediu para escrever uma frase com o verbo hospedar. E ele fez uma frase, os pedaços da psicada da Rosinha são as pessoas. É tipo, é, a gente vê que a palavra nos pedaços é a palavra mais polivalente da língua portuguesa. É, ela saiu pra muitos coisas. Boa, tá. E aí, ele continua. Nossa emoções é o ilícita. Não, ela é muito curta. É da hora porque pra manter o ritmo da música, nossa emoções é ele citas. Por isso que eu achei que era lícitas, quando ele falava. Ele citas. Cara, isso aí é uma chante de acisa, isso aí é muito.
Tudo. Que apesar das vibrações, proibiam o amor em nossos corações. Conseguiu pegar um resumo e vibração na mão. Tem uma vibração muito louca. Ou seja, resumindo, eles estavam no lugar, eles avistaram uma menina. E tiver uma chance de falar, falar o quê? Falar que gostaram dela, né? Que é uma pogoster de você. O jeito de falar do mundo. Eu quero te alcançar, mas aí as emoções eram ilícias, ele percebeu no olhar, que tinha uma malícia entre os dois, nas nossas emoções era ilícitas, pode se estar. E apesar das vibrações, o que é uma vibração? Quando a menina gosta do cara? E fica muito excitada, obviamente acontece uma vibração ali, em uma parte do comente. Uma parte do comente mais a vibrar. Dizem que bate palma até. Pode ser, pode ser. Bate palma em minha? Tá. Vamos ver falar isso aí. Mas eu acho que esse tipo de mansão só pode ser listo, se eles forem comprometidos ou ela.
Você é lá? Eu acho. Aí que tá, porque eles falam, porque olha só que curioso, eles estão no lugar e os dois avistam a mesma menina, de repente ela não tava sozinho. A gente tava com alguém. Aí que tá, porque ele falou proibia o amor em nossos corações. Você acha que a proibição é porque ela tava acompanhada? E o Claudinho também tava acompanhando o buxês. E o buxês tinha um pote de dúvida, talvez ela tivesse com um pãe antes. É, você quando soubeu que essa música fala, você vai ficar revoltada. Ah não, se você acha que é isso, o problema... O problema é traição, então você vai ficar revoltado, porque eu continuo a música aqui, porque vai começar um zigzag agora. Toma a minha zigzag. Vou pausar, a gente que essa parte é importante, real! Eles não se diam o cançaram. Essa parte é muito importante. Zigzag não vira virou. É um drib de corpo. Quando você tem que dar um drib de corpo, quando na sua vida?
Quando você quer desgagagem alguém? Desvera alguém? Isso acontece. Não fute bom? Sim. Ou isso acontece quando você está numa multidão e quer passar? Ah, não, eu estou mais de um deserto, então. Não. Tinha muita gente no caminho. Aparentemente sim, porque ele tem o Zig Zagui. E aí você toma uma troncada, você dá um giro e continua andando para o lado errado. Não vira virou, entendeu? Tem de ele cantando toda a mão para ela e aí tava olhando. E aí ó, nos Zig Zagui eram vira virou. Você quis me dar as mãos, não alcançou. Ah, beleza. E porque alguém não alcançaria dar as mãos a uma pessoa? A diversidade no meio do caminho pode ser muita gente, muita confusão, algo a trampa ali, ele fala, a distância não deixou. Será que era uma distância muito longa, aquele tava, será que era uma distância muito curta ali? Será que ele tava no palco? Será que tava cantando no palco? Não, não vai dizer, não é tão distante porque se fosse eles nem tentariam.
Tipo, se ele tivesse um lado da rua e o outro... É, exatamente, fica a mão. É aquela distância de filme de ação que só está com a ponta do detinho. É, É, É… é Exato, o Viravirô também tem outra opção aqui, que é no Zigzag, é a esse Zigzag de balada que você tem que ficar desviando, dos cara que estão puxando o cabelo da menina, no cara que fica enchendo o saco. É para que um copo na mão não vai derramar a bebida. E o Viravirô, o que é? É Virabibida. Ah, isso aí não é balada, então. Balada. É para o dia que eles sejam no palco, eles são o que hoje de buchê. Só que o dia que buchê, a gente tentou talvez eles estejam cantando e eles estejam assistindo. Ah, e aí ele tentou que a gente salmão no palco. A gente tentou pelo palco assim, a gente tica com a mão, mas a distância do palco é alto, palco.
Ainda que a gente não vai pra você. Então vou continuar porque vai aí, vê Deus você. É complexa essa parte. É complexa, você foi com muita fé nessa ilustração, nessa ilustração que ele está querendo dizer, é o que ele falou anteriormente. Sim, ele nos trouqueram que ele não conseguiu chegar na menina, mas ele estava com muita fédide de chegar, mas não deu certo. Serto, certo. Que eu não dei bola para a ilusão. Não existiu. Acho que é, exatamente. Não existiu. Homem mulher. Vira em inversão. Vira essa frase que é complexa. É, não acho não, porque o Vira é algo que está... Virado, inversão é algo normal. Então, não é uma vila inversão é algo normal. É uma volta. É uma volta de necessidade. É uma volta de necessidade. É uma volta de necessidade. É uma volta de necessidade. É uma volta de necessidade. É uma volta de necessidade. É uma volta de necessidade. É uma volta de necessidade. É uma volta de necessidade. É uma volta de necessidade. É uma volta de necessidade. É uma volta de necessidade. É uma volta de necessidade. É uma volta de necessidade. É uma volta de necessidade. É uma volta de necessidade. É uma volta de necessidade. É uma volta de necessidade. É uma volta de necessidade. É uma volta de necessidade. É uma volta de necessidade. É uma volta de necessidade. É uma volta de necessidade. É uma volta de necessidade. É uma volta de necessidade. É uma volta de necessidade. É uma volta de necessidade. É uma volta de necessidade. É uma
Exatamente. De 1,360 de 360 grávores. E aí ele ficou bat forte quando a sua será que me deu cerca, se machucou, porque a tomando. Será que isso? Vou continuar na música.
O parte da música é uma acelentiação. E se for um palco de ferro da grupa Equária é maior ainda. É uma acelentiação. Por exemplo, ele fala que tu mutuado o palco quase caiu. Sim, porque tu é uma loucura. Minas foi atropelada, agora pouco ali, deu um 360. Isso reforça nossa tese que estava em cima do palco. Sim, agora sim. E que tu tava cheio, show? Tava cheio, tava lutada, tava lá embaixo. Ele tentou pegar ela de repente para subir por palco. Fazer claro, faz um quadrinho de outro lá em cima. E aí ela manda, você se distrair, quando estendia as mãos para poder te segurar, já é arranhado e toda hora vinha uma. A toda hora vinha uma. Vinha Omar. Tem uma... A cede diferente da noite. O que que me parece isso aí? Que ele já estava arreado, porque ele estava tentando subir ela, só que várias... Essa Omar toda hora vinha Omar, são várias meninas que também estavam tentando subir o palco. Porque elas não sabiam que ele queria alguém específico.
Eu acho que ele queria pegar qualquer uma. E aí as minhas raiando pra isso dele, tentando subir. E ai ele pôrra, eu não quero essa fira da puta, eu quero aquela linha. Pô, para o meu rei, desgrato. E ele não conseguia o pensar que ele queria, a minha minha, que ele tava. Porque provavelmente ela tava um pouco mais longe do que as outras. A impressão é que o palco era de espuma, como é difícil? Eu não acho que estava atravando tudo, estava... Ah, de espuma, já jogou a futebol do sabão, Flajou. Você sabe como é complexo, mas chuca. É difícil você concentrar, apoiar, fazer o pé de apoio para estar bom. Então imagina um palco de espuma, ele o cara não consegue... É o que o cara não consegue ficar em pé. É o desespero que está acontecendo aqui. E você tentou chegar... Não deu...
Para me tocar. Ou seja, não deu certo, não conseguiu subir ela. Entendi. E aí você fala meu Deus, mas porque será que não soube? É que a história é distância realmente. Ah, muita gente, não. É uma menina que não tem ali tanta força física para vencer as outras. E aí não, não consigo. Aí que tá, Braian, eu vou te explicar agora. Por que que ela não consegue alcançar? Você não vai acreditar no motivo. Foda-se, porque ela não estava na primeira vez. Não vou contar, chegou tarde no show, não pegou os portugues. Não, essa não vai querer estar, porque que ela não alcança? Eu não vou nem contar, eu vou deixar Claudinho Buchês com o tempo. Deixa eu rolar. Então, ele quer dizer o quê? Não deu certo, ela é tudo bem, depois que ela casava. Não vai desistir, se o destino adjudicar, ele vai encontrar quando ele vai. A adjudicar, se sabe o significado. Se o destino cobra...
Qual é a barra? É, este é um programa de produtos. É, até a Cricão muito boa, essa é a do Cão de Bocheix. Que é a boa palavra que ninguém conhece. É, tipo, inventar palavras. É, tipo, trabalhar com um redator e agência, gente escreve o Dingo. E aí eu precisava colocar uma palavra com ar no final, o que? Que vai no dissonário? Ai, a essa aqui terminou com ar, faz certo sentido na frase? Ouça o destino? Tu destino a du de cara. Deus, quer acontecer ou usar essa palavra? Deu mais. Enfere resumindo, ele desfone. Contrala depois. Contrala depois. O que já quer um pouco meter o Commission, que ela tem namorado. Talvez eu não conseguisse eu canceli no palco, porque eu não namorava segurando.
E o que você vai encontrar com ela? É muito lugar, não é? Ou será que a gente escuta tudo? É uma celera igual a voz de Cuitéco que a gente usa de um... Será? A pira é legal também, né? Vamos que é bonito. Deixa bater então. Vamos, vamos. Na praça da Playboy. Ou inicurar, será melhor. Já fudeu. A gente vai. A gente vai dar uma facida de dinheiro. A gente vai dar uma facida de dinheiro. A gente vai dar uma facida de dinheiro. A gente vai dar uma facida de dinheiro. A gente vai dar uma facida de dinheiro. A gente vai dar uma facida de dinheiro. A gente vai dar uma facida de dinheiro. A gente vai dar uma facida de dinheiro. A gente vai dar uma facida de dinheiro. A gente vai dar uma facida de dinheiro. A gente vai dar uma facida de dinheiro. A gente vai dar uma facida de dinheiro. A gente vai dar uma facida de dinheiro. A gente vai dar uma facida de dinheiro.
Não vai acabar naquela hora não. Essa parte da música realmente, pra mim, é como se ele tivesse falando o campeonato Carioca da série dessa. Não, é um jeito muito diferente de ele falar que ele podia ter na verdade resumido e te encontro com o que é lugar. Te vejo por aí, te vejo por aí, com o que é lugar, ele te encontra. Quem ele fala nos lugares, mano, é sangueareia, que pode lugar, sangueareia. Que sorte do negros do Borrel, que nasceu no Borrel, né? Porque tinha tanta opção pior aí. Mas não tem que ir no seu dinheiro, os barros padrões que há globus nas lão-venos. O barro, você não grava. Vicar o geral, rocinha. É num fície gal. É num fície gal. Você viu o Leblon aqui? Leblon não, porque... Não, não, não.
Deve ser longe, de um bom dia. De um bom dia. Orocânia deve ser mais perto. É, o que é o bom? O que é o bom? Parece que quando tu vai jogar, te abo com o gremio no FIFA, aí não tem um jogador desitenciado? Aí tem lá, esse cara são do gremio, o guapore é funa e faz quem quer. É o nome da ver. Passive, digamos, no ataque. Vamos jogar na arena da fazenda chumbada. É, é o nome de jogador de Vax, né? Vai jogar o mangueira, o vintei, o chumbada, o Borrel, o gambar, o Maré Chau, o caralho, é só nome de jogador de vális, realmente essa música é basicamente liqueu em contracolada depois. Quê contacolada depois? Essa música, essa parte da música, é basicamente para a pessoa dar um gole na bebida quando tá na balada. Legal, que não precisa cantar seu pai. Ou quando o cara tá muito beba do ele, que é...
Fazer de quanto que sabe, para impressionar os outros. Porque todo mundo sabe que vai acabar no VDGAL. VDGAL! Todo mundo sabe que no final vai acabar no VDGAL. Você dá uma enrolada, dar um gole no abebi, da lino meio, dá um clima, VDGAL e termina. Essa é a parte importante. Olha, refete aí na cruz. Não vai terminar. Respite mais uma vez o verbo, adítica. Adi, Adi, Adi… ad E agora, o momento que eu queria. É disso que eu estou falando. Eu estou um pouco confuso. Primeiro, o Kim corte o cabelo da secretura. O cabelo da tapa boca. Braian do céu. Você reparou uma coisa? É, é por mim. Ela é o primo idiota. Não, são menores problemas. Eu estou chocado. Está chocado? Ele falou, ele lançou um problema matemático. Ele vem na literatura português até então. E aí ele lança que o que é que... Aí ele me estava... Aí ele me estava... Eu vou falar. Fala aqui, frase por favor. Porque essa é a parte que o Brasil nunca percebeu. Ele já cantaram isso do mim, o atage não fosse tão. Muitas vezes, várias vezes, ele canta. Os teus cabelos cobriam...
Os lábios, seus. Quem tem cabelo que cobre o lábio? É uma puta franja, né? É uma bata franja ou tem bicó de patina. Ou então ela é emo. Ah, deve ser, é, é, é… é. Por isso que eu não consegui eu cançar ele, porque eu maimo num bale fanque, as minhas não quero deixar chegar perto. Não consegue? Impediram ela. Ela provavelmente é emo. E é normalmente a jovem. É verdade. Eu nunca vi um ador. É, não. Só é um 8-13 anos no mesmo. Então, eu nunca até aqui, eu não 3-14. Agora é que tá bom. Mas você tem as novas, porque eles não fazem isso. A Braia! A Braia é você não para só atenção do que ele canto. Eu não tinha de verdade. Eu não tinha de viver. Eu não tinha de ver. Eu não tinha de ver. Eu não tinha de ver. Eu não tinha de ver. Eu não tinha de ver. Eu não tinha de ver. Eu não tinha de ver. Eu não tinha de ver. Eu não tinha de ver. Eu não tinha de ver. Eu não tinha de ver. Eu não tinha de ver. Eu não tinha de ver. Eu não tinha de ver. Eu não tinha de ver. Eu não tinha de ver. Eu não tinha de ver. Eu não tinha de ver. Eu não tinha de ver. Eu não tinha de ver. Eu não tinha de ver. Eu não tinha de ver. Eu não tinha de ver
Eu vou parar. É baixinha, ele que eu sou jovem. Não conseguiu subir no palco também porque eu já disse. A estatura não deixou... Não era que eu sou de força, era que eu sou de altura e de altura. Você é baixinha, mas aí que tá, ele começa a me equilibrar. Você é baixinha. Gatinha, ele falou, opa, eu vou parar. É, não é uma baixinha igual a filha da Maria de Severo da Novela, quer a não. Não, não, não. É a baixa, diferente. É baixa, é baixa. Mas tem uma igualcidade que ele falou que ela é. Então ela é baixa, é gatinha, mas ele... Você percebe que ele começa a alojar, essa é gatinha, eu vou parar. Ou seja, ele percebe que... Para aí, eu não posso mais falar. Não posso mais alojar ela. Ai, eu... Esse se pergunta porquê ele não pode mais alojar ela. E ele responde. Mas tudo isso porquê...
Eu me sinto um coron. Um coron. Tá, mas depois sempre é um coron. Um coron. Pode ser. Qual a idade de que o Claudinho será que tem? Ah, você se lhe te enxerca. Mas ele falou, tu tem apenas metade da minha ilusão. Metade da minha ilusão, ou seja, metade da minha idade. Sim. É, deve ser eles falam por parabolas. E aí ele manda, seus 12 aninhos permitem somente um olhar, ou seja. Claro. Claudinho Buchêcha, tinha um 24 anos. Meu Deus, não. O dobro. E ela tinha 12 anos. E é por isso que ela não cansava ele no palco porque é uma criança. Ela não ia botar ela ela era para ter em casa. Tem faixa tária para entrar nos barifantes. É uma criança, por isso que ela não cansava as mãos. Não é porque o palco parecia espuma, não é porque ela não tava. Isso tudo era coisas que aconteceu ali do lado. O verdadeiro motivo da não alcançar o Claudinho no palco. É porque ela não criança. É porque ela não quer um bebê.
É uma criança dozeninho. E ainda fala aninhos no diminutivo. Deboixando a justiça brasileira. Deboixando a justiça. Sabendo que vai ser puni. Vai ser puni daqui. Dozeninhos eu tenho que ficar cadê-lo. Dozeninhos tinha um risco no camarim deles. Mais velho que a gente. Tem um risco mais velho no camarim. Mas ele que mais. 2018, nós estamos hoje. E ninguém tinha falado disso aí. Braia, Braia, Freit. Eu estou até... Eu estou nervoso aqui. Eu também fiquei nervoso. Porque é explícito. Estou com na raio, ju. Estou com a explícita. Isso está com a raio. Ele fala os senos, não é tipo. Ele fez a matemática de que ela tem metade da ilusão dele. Aí você não sabe, vai ver se você fala, porra, o Claudinho vai ver, ele é bem conservado. Vai ver que ele tem 50 anos de latimicínio.
Já dá, já. É, vai ver ela tem 50 anos, ele tem 50, mas não parece, né? Às vezes a buchecha do buchecha, ele dá uma desçarçada, ele é mais velho do que parece, mas não, ele tem 24 e ele fala explicitamente que os seus 12 aninhos permitem somente um olhar. Que coisa? Que já é menos gente, né? Já me esqueci. É bem esquecido, já é 12 anos. Já me esqueci, o funk, o funk é menos de 18, é bem estranho. O funk e o emo se colidem. No Majunção Perfeita que dá cadeia. É verdade, realmente. Não, é esse é o grande problema aí. Eu não sei nem como... Não, dá para ele que não. Eu não sei depois que eu estou... Eu fiquei preocupada agora que a gente fazendo esse serviço à população mostrando a verdade dessa música. Vamos prender o menino que está vivendo? Não cheixa. Cheixa? É. O que eu perrobe... Ele fez isso consciente. Mas de certa forma, já prescrive eu senti para se bater agora, porque essa música já ter mais de 20 anos.
Essa menina deve ser a bruna mais que ex-inújo. Porque era uma criança, já foi uma criança de 12 anos na novela. Mas eu acho interessante como ele usa palavras bonitas durante toda a música. Ah, mas ele é um filho da... Para o que cita nas... e... e... e...… e E você ainda está alucinado pelo grito dos barros e não vai se tocar, quer dizer isso? O cara quando chega nessa parte, ele está tentando entender os barros. E ele está confuso ainda na rima dos barros. E aí chega na salora, ele está na estesia, ele não percebe a letra da música. E a menina, quando o jenda não sabe o que é adjudicar, não sabe o que é desdito, não sabe nada. Ela está perdida no barifânico. Está perdida aí as coisas ilícitas que ele quer fazer aí. Olha só você recuperou uma palavra lá do começo. Ah, Fred, eu estou atento. Ah, não é isso. Só para nós então, por favor, essa letra. Ah lá, no começo ele fala... Claro, ele fala. Claro, ele fala. Tem um íma que fez o meu hospedar, nossas emoções eram ilícitas.
As emoções iristas diziam que ele é sempre... E aí, nesse começo da música, que é apesar das vibrações pro iBio Amor em nossos trações. Claro, apesar de nós nos gostar, você tem 12 anos, eu tenho 24 anos. Pois é, mas aí ele fica insabuando a música, aí é o palco. Pra no final revelar essa negócio, a verdadeira motiva... O meu amigo... No negócio... É, uma música quase uma novela da Gora Pedes. É, uma música que brinca com um alê. Brinca com a lei, Brinca. É, porque mostra que qualquer um pode entrar num balifã. Não, tem um, é, porque qualquer um pode entrar em balifã que tem muitas palavras e que são claramente escritas pra que um advogado ler, porque é o advogado que vai entender algumas palavras contidas em essa letra. E não filha as coisas, ele fala tudo claramente e a tantos anos aí tocando, você é ninguém nunca percebei se crime ou revol o que aconteceu. E tem uma outra parte que eu quero, quero destacar, eu posso estar indo longe demais aqui, ok? Nesse finalzinho que ele revela a idade,
Ele fala, tu tem a... tu tem a... tu tem a...… tu Vira in inversão. Ou seja, ele fala que não, mas é no começo do meio que diz, foda esse aquilo. Foda esse. Entendi, então, é tipo o tenes do belo. Tenes do belo? É, que era um... Ah, é uma palavra ali pra... Uma palavra... Como eu ferroismo? É, uma palavra incódeo pra falar de outra coisa. O tenes significava que o cairna. Sim, o tenes do belo era que o cairna. E aí, no caso, a ilusão é idade. É ilusão é idolosa. É com vontade de Luide. Meu Deus do céu. Claro, meu Deus. Eu não sei se estou inojado. Eu estou inojado. Eu não vou nem jantar. Eu estou realmente impressionado como eu nunca tinha chegado até o final. Você não sabia? Eu não tinha mais ideia. Você começou a música sem saber. Eu achava que a gente ia questionar se ele o buchê está com o Claudinho e o buchê está um brigando pela mesma pessoa. Pelo mesmo mulher. Eu achava que essa...
Pois é, meus amigos, fomos muito além disso. Eu acho que esse é um dos anários musicais mais revoltantes, já apareceram aqui no No Ouvo. É porque é um crime. Creme é de ondo, né? É de fonte sério. A gente tá fonte sério, meus comericulares, tá bom. Mas é de desquestionar se ele ainda calve esse trecho. Será? Eu tenho as minhas duas. Hoje de dia. A gente não achou dele, vamos ter que nos vovô. Se tiver um chão de pão, vamos gravar. Você pode informar isso? Quem foi no show? Você se mexe na canta, se trechou da música ou não, porque... às vezes é o cara muda, né? O Roberto Carlos, quando eu estava com depressão, ele tirou todas as... os não... não os... das músicas, você não falava não. De todas as músicas. E o cara também não pode ver marrom, não pode ver. Mas melhorou, né? Ele foi um azulzinho. Tem que entrar no projeto de macharrer. Tem gente que muda.
Bom, ficamos aqui com mais uma análise musical. O Longa é verdade, porém necessária para o Brasil. Agradeço aqui a presença de Braian Rizzo. Muito obrigado. Muito obrigado. Vamos no show do jeito. Não sei, não sei. Tinha uma música toda aí. O brasileiro que está ouvindo se revoltar do começo ao fim. Caputo quebrar o celular, quebrar o aparelho de som. Vamos fazer e para ter pessoas ruas, né? É, é o momento bom porque a gente tem entre o carnaval e a paz, o momento bom para ser voltar. Valeu, muito obrigado a todos, uma vinte e até a próxima revoltaante analisa.